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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Unidos por um propósito menor

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ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Unidos por um propósito menor   Unidos por um propósito menor - Página 2 EmptySab 04 Jul 2020, 11:25

Relembrando a primeira mensagem :

Unidos por um propósito menor

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Cindy Vallar. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

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Oni
Pirata
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MensagemAssunto: Re: Unidos por um propósito menor   Unidos por um propósito menor - Página 2 EmptySeg 20 Jul 2020, 18:51




Paredes alvas




—Ali que está o cofre amigos! - Seus olhos vasculhavam a casa e ela captava detalhes em flashes, buscando processar o máximo possível o que aquelas paredes queriam dizer. ''As Amazonas limpavam a própria sujeira...'' puxava um pouco de ar por entre os lábios, refletindo ao máximo sobre aquelas paredes alvas que eram mérito da empregada. Imagens do palácio de Zomana saltitavam em sua mente. Muito embora as Amazonas limpassem a própria sujeira e fossem bastante disciplinadas, a área aristocrática de Zomana também possuía empregados. A garota nunca havia relacionado antes... Ou sequer raciocinado... Se elas haviam construído seus dormitórios conforme o Palácio... Quem havia construído o Palácio?

Suas pálpebras tremiam se retraindo e avançando por sobre a pupila... Em um estado de consternação e de ressignificação do seu próprio passado. ''No passado... Minha vida... A empregada...'' como dito antes, seus olhos faziam imagens frenéticas da casa. As paredes de vidro pelas quais era possível ver os móveis brancos - que lhe pareciam uma ostentação à limpeza que nunca fora deles -, e as paredes finas apesar de estruturadas... E as paredes alvas e grossas em torno do cofre. ''Manchas...'' sugava mais ar pra dentro de si, como se alimentasse uma fornalha em sua mente através daquela inspiração ''Haviam manchas de sangue no dormitório que nos faziam ter de pintar as paredes com frequência...'' a fugacidade em seu olhar se comprimiria e sua feição se tornaria fria e um tanto inexpressiva, como se a realização a acalmasse. ''...A única coisa que o dormitório não tinha em comum com os palácios''

Mas aquilo era demais para pensar durante a missão. Havia aprendido isto também em Zomana: o valor de não pensar demais sobre as missões.

''Então quando pensar?'' pensou logo após conseguir subir na varanda. Seu olhar era distante e reflexivo quando foi interrompida. —Afinal, porque subimos? O cofre fica lá embaixo, o que faremos agora?

Chacoalharia a cabeça fechando os olhos com força para afastar os pensamentos de vez. Havia se confundido sobre a localização do cofre, e isto não era do seu feitio. A bem da verdade, aquela era a primeira vez que experimentava uma missão de verdade. Mas em todas as suas simulações de invasão havia conseguido afastar os pensamentos e se concentrar durante toda ela... ''Mas na minha primeira missão de verdade... Será que eu seria assim?''

Chacoalharia a cabeça novamente. Teria de entender a sensação insólita da dúvida durante a missão depois, ou daria tudo errado.

Ou ao menos era o que ela esperava conseguir fazer, até todas as dúvidas aflorarem novamente ao perceber o quarto de quem ela estava encarando.

Seu olhar era voraz como um tubarão captando uma gota de sangue.

Ali estava.

Tudo o que ela precisava para saciar as suas dúvidas sobre os nobres.

As paredes, de fato, possuíam palavras de concreto e contavam histórias. Mas o que fazia o coração de Vallar acelerar agora era justamente o fato de ela ver, refletida nas paredes alvas, a ela mesma, e trazer à tona um incômodo sobre a qual ela nunca havia refletido sobre o seu próprio passado. Aquilo não era um problema; A viagem interna lhe era interessante. Mas, conforme a frequência de sua respiração se intensificaria, e conforme cada inspiração e expiração palpitante sua caixa torácica se expandia cada vez mais na proporção de seu instinto de caça a dominando... Mais ela percebia que a única forma de entender de fato aquelas paredes era ouvindo as histórias que as pessoas que viviam nela possuíam. Pois sempre poderia avaliá-las apenas como reflexo das em que havia crescido.

Encaixaria os dedos no vidro da janela e aproximaria com um desejo contido de atravessá-lo.

Fungaria o ar quente para fora do pulmão e afastaria de uma vez por todas o dilema, buscando acabar com o seu conflito interno ao interligar forçadamente os pensamentos e o ímpeto de completar aquilo, criando uma abominação mental - novamente insólita - que seria o que a representaria naquele momento.

Com um gesto de mão pediria para que eles a esperassem agir.

Começaria a abrir a janela... Pararia. Ajeitaria a postura para uma mais ereta. Se lembraria dos ensinamentos de Mecânica do dia anterior, sobre como engrenagens mal lubrificadas ou com muitas partículas costumavam fazer barulho. Se debruçaria novamente sobre a janela e buscaria avaliar o sistema da janela e soprar excesso de poeira e de que, ao abri-la, que ela fizesse o mínimo de atrito possível para evitar o barulho. Se necessário buscaria utilizar suas habilidades em Arrombamento para mover sistemas dela de forma a tornar conveniente a mobilidade.

Não abriria a cortina à princípio... Deixaria a escuridão banhar o quarto.

Utilizando apenas o bastão, levantaria a cortina de baixo para cima, começando pelas pontas, esperando que a luz que entrasse no quarto fosse diretamente para o chão, modulando a sua direção, esperando que aquilo fosse o suficiente para entrar no quarto utilizando a sua acrobacia para entrar na ponta dos pés e se abaixar lentamente, evitando ao máximo fazer barulhos.

Não teria muito tempo para observar o quarto do garoto... E precisaria se mover no escuro. Com sua audição aguçada para assistir aos próprios barulhos e evitar fazê-los e se deslocando na ponta dos pés e com o máximo de cuidado possível ela se aproximaria do garoto.

Uma vez próxima o suficiente, teria de agir o mais rápido possível: Atingiria o pescoço dele com um ataque rápido e leve do seu bastão, tentando localizá-la através da respiração que ouvia do mesmo. Utilizaria o máximo da sua destreza para conseguir concentrar um ataque em um ponto certeiro e que não o machucasse. A intenção seria apenas tornar impossível para ele gritar durante alguns instantes... Logo após, tentaria pegar a fronha do travesseiro do garoto e pô-la em sua boca, usando os lençóis para amarrar seus braços e pernas, bem como enrolar uma outra parte do lençol em torno de sua boca, fazendo com que ele ficasse totalmente preso e impossibilitado de gritar e de se debater.

Logo após isto, a garota se ajoelharia na frente do garoto.

Sua expressão seria de curiosidade e de atenção, olhos apertados e feição de quem encara um brinquedo... Com a cabeça na diagonal de uma maneira bastante concentrada e relaxada - e que seria até mesmo considerada inocente e casual, caso não estivesse raptando uma criança.

No caso de fazer algo errado e sem querer acordar a criança antes da hora, concentraria todos os seus esforços em acertar sua garganta com o ataque e impedi-la de gritar para poder amarrá-la, utilizando sua habilidade de Aceleração para fazer isso o mais rápido possível.

Observaria bem as amarras e as testaria. Observaria bem a criança nobre... Também a estaria testando.

Abriria a cortina para que seus companheiros pudessem entrar, com o alvo já neutralizado.

Ouviria o que eles teriam a dizer, observaria o quarto e a mansão... Tentaria detectar pelos sons aonde a empregada poderia estar.

Mas observaria principalmente a criança. O lugar de onde ela havia vindo, o seu contraste com Latem e com a criança, o lugar de onde havia vindo e os lugares por onde andava... Seus reflexos nas paredes alvas e na pupila do sequestrado... Em algum lugar dali estava ela, bem como os segredos do chip que buscava.





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MensagemAssunto: Re: Unidos por um propósito menor   Unidos por um propósito menor - Página 2 EmptyTer 21 Jul 2020, 01:12




Unidos por um propósito menor


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Horário: 08:50
Temperatura: 19°C
Localização: Briss Kingdom

Ainda perdida em alguns pensamentos sobre seu passado e as coisas que não se lembrava, Cindy via aquele interior e só conseguia ver a falsidade que aquela decoração passava.

Se recompondo e focada na missão, subia então na sacada, mas será se realmente estava focada?

Afinal, ela sabia que o cofre ficava na parte inferior, mas agora estava na parte superior, na varanda localizada no segundo andar.

Agora um pouco desapontada com sua falta de atenção, Cindy chacoalhava sua cabeça tentando tirar todas aquelas duvidas  de sua cabeça, o problema era, ao se ver refletida naquelas paredes, entrando numa pequena crise existência que logo acabava ao entender que para tirar suas dúvidas, devia saber da historias das pessoas que ali viviam, para assim entender aqueles sentimentos que vinham das paredes.

Vendo aquela situação, Zaki botava sua mão no ombro de Cindy e de forma mais baixa dizia: —Está tudo bem? Parece meio nervosa, apenas relaxa, estamos aqui caso algo de errado e confiamos em você! – Dizia com um leve sorriso.

Respirando fundo, a jovem, controlava sua mente, acabando com a falta de equilíbrio que ali se tinha, dando o sinal, os outros apenas concordavam com a cabeça.

Ajeitando a postura e abrindo a janela de forma calma, sem grandes dificuldades, conseguia agora adentrar na mansão, usando o bastão para levantar a cortina sem iluminar demais o local, entrava de forma suave, como uma kunoichi.

Sem fazer muito barulho e andando na ponta dos pés, ela se aproximava do garoto, desferindo um golpe em seu pescoço, ele era pego de forma fácil, acordado pela dor do golpe e sem tempo de reação, quando via já estava completamente amarrado, chorando e com um uma expressão de desespero, o menino tentava se soltar, o pano que havia sido botado em sua boca, agora começava a ficar com uma coloração vermelha, teria o golpe sido muito forte? Afinal era apena uma criança de no máximo 5 anos.

Cindy olhava para o menino, de forma que para ele parecia ela ser uma psicopata, impressão que era demonstrada com a feição que ele fazia, medo era demonstrando em seu rosto. Com medo ele começava a se desesperar mais, impotente ali, amarrado, sentindo dor e sem conseguir pedir ajuda, parecia faltar lagrimas para a tristeza da criança.

Com a neutralização do alvo e abrindo a cortina, Zaki e Bia podiam então finalmente entrar, entrando e vendo aquela situação, Zaki demonstrava certo desconforto, dizendo: —Era mesmo preciso essa tomada de atitudes? – dizia demonstrando pena da criança, Bia dizia: — Ohh pequeno, vai ficar tudo bem, se acalme. – Falava acalmando um pouco o pequeno que não reconhecia Bia.

Com sua audição, percebia que a empregada estava a subir as escadas, agora ela limparia os quartos, ouvia a mesma dizer: —Hora de acordar o Thomas, já dormiu demais e tem seus afazeres.

Ouvia os passos da empregada ficarem mais altos conforme ela se aproximava do quarto. Enquanto isso, olhava para a criança e seu quarto, via que a criança tinha um quadro grande com todos seus deveres, aula de piano as 10:40, golfe a tarde..., muitas coisas naquele quarto mostravam como a vida dele era cheia de coisas, procurando, achava anotações do menino que falavam “que saco, meu pai guarda aqueles droides no escritório dele e não deixa nem eu encostar”.

A empregada então chegava na porta e dizia: —Vamos Thomas acordando. Com as palavras o garoto se mexia e se batia contra a cama o que fazia a mesma ouvir, dizia então: —Está tudo bem aí? Perdão, mas estou entrando. – Falava enquanto começava a abrir a porta.

Do lado de fora, o vigia que agora se encontrava na parte de trás da casa, olhava a varanda e via a janela, bem com a cortina abertas, se questionando sobre aquilo, ele ficava de olhos e ouvidos ligados para possíveis acontecimentos estranhos.


Consideração:
 
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Última edição por Jean Fraga em Ter 21 Jul 2020, 11:39, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Unidos por um propósito menor   Unidos por um propósito menor - Página 2 EmptyTer 21 Jul 2020, 11:20




Limpando manchas



Ali estava, na brancura do ambiente, uma mancha de sangue, tingindo o pano que sufocava o garoto.

—Era mesmo preciso essa tomada de atitudes? - Cindy encarou o olhar assustado do garoto, uma postura absolutamente reflexiva e preocupada. Nem mesmo ela sabia. — Ohh pequeno, vai ficar tudo bem, se acalme. - Enquanto Bia consolava a criança Cindy já começava a ouvir os passos da empregada subindo as escadas e mergulhava novamente em sua missão.

—Está tudo bem aí? Perdão, mas estou entrando. - E então foi que ocorreu.

Cindy acertou a empregada no pescoço com o seu bastão, impossibilitando-a de gritar pelo guarda do lado de fora. Amarrou-a com a corda do gancho e sufocou ela da mesma forma que o garoto, a tendo presa e cuspindo sangue nos lençóis. Os dois sufocavam com o próprio sangue e saliva... Até que o rosto da empregada se tornava o de Cindy, e ambiente ao redor deles voava como folhas espalhadas ao vento conforme a Amazona chacoalharia a cabeça e afastaria aquele pensamento.

Perceberia no mais absoluto desespero, e, por mais que tentasse fugir e voltar para a missão, arrependida do que acabava de fazer com o garoto. ''Eu não... Eu não queria machucá-lo...'' pensava.

Sabia que a forma de reagir atacando a empregada de repente seria a mais segura. Mas, embora se encontrasse no momento em conflito com o que Zomana era e a forma como sua nação a fazia se sentir controlada por nobres da mesma forma que a empregada estava sendo, também lembrava-se da educação de filosofia moral de um guerreiro que recebera de sua mestra, e àquilo não haviam ressalvas próprias e sequer justificativas para ferir uma criança e uma civil... Por mais que a criança tivesse sido um acidente.

Por isso agiria de forma diversa.

Se ajoelharia sem postura alguma frente à fechadura. Não estaria com sua coluna ereta e sua forma altiva que aprendera em Zomana, e em nada lembraria ter crescido por entre pilastras alvas e bem estruturadas que exalavam disciplina e honradez. Não. Estas estavam soterradas dentro de suas dúvidas e arrependimentos como catacumbas neste momento. Desta vez Cindy estaria como uma moleca, uma habitante de Latem, mordendo a língua e se concentrando, buscando em sua criatividade o poder de reaproveitar as situações e os significados.

Seguraria a porta apenas um pouco, apenas para que ela não fosse aberta durante alguns momentos, e, de preferência, que ela sequer conseguisse ser mexida, e então utilizaria suas habilidades de arrombamento ao inverso.

Ao contrário de usá-las para destrancar a porta, as utilizaria para trancar a mesma e também para impedir que as chaves pudessem ser usadas para destrancá-las, como se ali já houvesse uma chave impedindo que ela fosse aberta.

''Já ouviu falar sobre um ladrão com as chaves de casa as usar durante o dia e para se trancar?' Cindy refletiria.

Saberia que não era o caminho mais seguro, mas não seria capaz de machucar outra pessoa inocente em nome do roubo naquele momento. Não havia nada a ver com os códigos de combate que lhe foram ensinados e, se possível, ela teria voltado no tempo para não ferir o garoto e apenas impedir que este conseguisse falar.

Esperaria que a empregada acreditasse que, como a porta não fora bloqueada, mas sim trancada, o garoto estaria pregando alguma peça com alguma chave que encontrara na casa. Torceria, do fundo do seu coração e enquanto segurava a respiração, que a empregada saísse em busca de uma forma de abrir a porta que não chamasse a atenção dos guardas.

Encararia Bia, a estrategista do grupo, a todo momento, esperando seguir conselhos que ela pudesse lhe dar para agir ali dentro da melhor forma.







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MensagemAssunto: Re: Unidos por um propósito menor   Unidos por um propósito menor - Página 2 EmptyQui 23 Jul 2020, 01:49

Unidos Por Um Propósito Menor


Passado Obscuro



Horário: 09:00
Temperatura: 20°C
Localização: Briss Kingdom


Vendo a forma como Bia e Zaki reagiam aquela cena, Cindy que estava ouvindo aproximação da empregada, começava a pensar o que deveria ser feito.

Cogitando até repetir seus atoas mas agora com a mulher que ali trabalhava, nos seus pensamentos, aquilo seria a forma mais ágil e útil de se agir, imaginando aquela situação ela quase ficava em um delírio, ao ver o rosto da empregada se tornar no dela, chacoalhando a cabeça ela tirava aqueles pensamentos da cabeça e conseguia repensar.

Então entrava na segunda parte do choque, o arrependimento, repensando o que havia feito, não entendia como teria chegado naquele ponto, o sentimento de culpa batia, mas aquele tipo de abordagem era normal de onde havia vindo.

Ciente de que poderia acabar aquela situação de forma rápida, ainda assim ela decidia-se que aquela opção não seria a melhor a se tomar, não queria que algo como o que aconteceu com o menino se repetisse.

Diferente de como sempre se portou, ela agora se soltava e agia de forma normal, um sentimento de leveza crescia dentro de si.

Usando suas habilidades, ela agora trancava a porta, nesse momento via no lixo que se localizava a baixo da escrivaninha do menino, um desenho, um garotinho de mão dada a uma mulher de vestido com formas em losango rosa que faziam contraste com os em branco, na imagem ainda se percebia que a feição do menino, por mais que em um desenho simples, demonstrava medo e tristeza.

Ouvia-se do outro lado da porta, a empregada tentar abrir a porta e não conseguir, ela então dizia: — Thomas...Thomas, você sabe como eu não tenho paciência para essas suas brincadeiras.

Ao fim de sua fala, um silencio, teria a empregada saído a procura de uma chave? Antes mesmo que fosse possível pensar, tudo acontecia muito rápido.

Em um piscar de olhos, a amazona sentia um soco atingindo seu rosto, na altura da bochecha, sendo lançada para os pés de Zaki, que se encontrava atrás dela, agora a jovem podia ver um rombo na porta, do outro lado do rombo, uma mulher agachada com um soco inglês em sua mão, mulher que vestia um vestido com losangos rosas e brancos

A mulher dizia ao ver os três ali em pé: —Ahhhh... então temos intrusos, por acaso vocês machucaram meu querido Thominhas? – Falava enquanto demonstrava um sádico rosto.

O garoto que ao ouvir a voz da empregada entrava em um desespero muito maior, anteriormente ele havia tentado se soltar e gritar, mas seria pedindo ajuda ou seria por desespero e medo?

A mulher agora com a mão pelo lado de dentro e fazendo força, quebrava a maçaneta e abria a porta.

Em uma situação tão inusitada, quais atituldes seriam tomadas por Cindy? A mesma que se encontrava desnorteada aos pés de Zaki.

Consideração:
 
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MensagemAssunto: Re: Unidos por um propósito menor   Unidos por um propósito menor - Página 2 EmptyQui 23 Jul 2020, 23:16




Amazona de vestido



A porta se trancava e logo uma tensão se espalhava pelo quarto. Ajeitava a sua audição aguçada para prever os próximos passos da empregada...

Lascas de madeira e o ferro empunhado acertavam o rosto da Amazona com tudo antes que ela pudesse entender o que sequer estava acontecendo.

Sentiu o seu queixo se distorcer e apontar para uma direção estranha conforme sua cabeça ficasse na horizontal, até que a inércia falhou em contê-la e ela percebeu não só o seu rosto mas o seu corpo inteiro sendo jogados para longe. - GUH!!! - Estatelou-se aos pés de Zaki e buscou apoio no chão.

Não pôde deixar de culpar a si mesma por não ter percebido pelo som dos passos da empregada que ela era muito maior do que imaginava. ''Meu conflito interno...'' raciocinava, culpando-o pela falta de atenção. ''Ou eu o resolvo ou ruirei...'' tentava se levantar ainda zonza.

—Ahhhh... então temos intrusos, por acaso vocês machucaram meu querido Thominhas? - Finalmente Cindy podia ver-se de verdade naquela mulher agora que ela se revelava uma guerreira. ''Ela é como uma amazona destes nobres...'' Cindy se levantaria aos poucos, apoiando-se no próprio bastão, estendendo um de seus braços na horizontal para pedir que os companheiros não se envolvessem. ''....E eu sou uma Amazona de mim mesma!! seu olhar seria raivoso, determinado e voraz. Ali estava o desafio de que precisava.

Para Bia e Zaki, que já haviam visto Cindy demonstrando suas habilidades com o bastão anteriormente, provavelmente seria clara a distinção da base de combate que ela acabara de assumir e a anterior.

Ao invés de se portar com a coluna ereta como uma viga e as mãos dispostas sobre a arma, Cindy levantava-se um tanto curvada para a frente e com uma postura dura, mas flexível, talvez como o arame que cercava algumas zonas do lixão de Latem. Segurando o bastão na diagonal com uma das mãos na frente do corpo ela buscaria fortalecer a própria base dobrando um pouco os joelhos, mas sem diminuir a mobilidade.

Teria de se esforçar ao máximo para suportar a dor da pancada que havia acabado de tomar... Concentraria-se em respirar apenas pelo nariz. Não abrir a boca não havia sido um problema para ela desde que ficara muda... Haveria de mantê-la fechada.

Sabia que não poderia enfrentar aquela brutamontes em uma batalha de forças... Mas a destreza que havia desenvolvido nos lixões de Latem para se superar e vencer o Agente no dia anterior no momento eram a sua maior fonte de suporte.

Com um gesto com as mãos e um olhar desafiador, Cindy usaria a mão esquerda para fazer um gesto lento e irônico: Acenar para que a empregada viesse em sua direção para atacá-la.

Utilizando-se da sua base mais flexível e da extensão da sua arma, Cindy buscaria vencer aquela batalha usando a velocidade.

Caso a empregada tentasse acertar jabs, diretos ou cruzados em Cindy a Amazona tentaria se precipitar ao movimento dela para interceptá-lo ainda no começo. Poderia não ser tão forte quanto a adversária, mas confiava na sua velocidade, e portanto buscaria mirar a ponta do seu bastão não contra o punho dela, numa disputa entre forças, mas ser mais rápida e acertar o ombro ou o começo do braço atacante, a fim de fazer com que a explosão de força da inimiga fosse usada contra ela, servindo apenas para impulsionar seu próprio membro contra a ponta da arma de Cindy, numa soma de forças que era vantajosa para a pirata.

Em último caso, se necessário fosse, ou no caso de um gancho, Cindy usaria sua base de luta flexível para dar um passo para o lado e, se aproveitando da distância que sua arma longa a proporcionava, acertar o ataque da oponente de lado, de forma a conduzir o peso e a força daquele ataque em uma direção para longe de si.

Na hipótese de a oponente também ser capaz de lutar com as pernas Cindy também estaria atenta, visando encontrar brechas se aproveitando da distância que sua arma proporcionava para ''varrer'' o pé de apoio da oponente caso ela tentasse chutá-la, ao mesmo tempo em que daria um passo para o lado para se esquivar do pé atacante.

Cindy tomaria tais medidas quantas vezes fossem necessárias para evitá-la, mas sempre buscando apenas um objetivo: Provar que as vestimentas de uma guerreira importam.

Em Zomana nenhuma Amazona usava vestidos. Apenas os nobres usavam robes de seda e roupas tão soltas assim. E, desde muito nova, Cindy sabia a razão para isto.

Na primeira oportunidade em que obtivesse pra fazer de forma segura, assistindo entre os ataques da oponente, a pirata fingiria estar concentrada nos membros superiores da adversária e em seu rosto mas na realidade estaria acompanhando o farfalhar do vestido dela com os seus ouvidos aguçados. Com o bastão encostado no chão e uma postura de quem espera o ataque, Cindy faria uma finta com os olhos - ou melhor, sem usar os olhos que poderiam indicar seu plano - e ergueria o bastão de forma a pegar a barra do vestido da adversária e levantá-lo o suficiente para cobrir até mesmo o rosto dela.

Com esta brecha aberta, Cindy desferiria estocadas diretamente contra o pescoço da mesma, com toda a força possível, de forma a atingi-la em um ponto frágil diversas vezes e facilitar a sua neutralização.

Assim que conseguisse tal feito - neutralizá-la - caso conseguisse, seguiria as instruções de Zaki e Bia, que estavam bem calados, sobre o que fazer logo a seguir.






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MensagemAssunto: Re: Unidos por um propósito menor   Unidos por um propósito menor - Página 2 EmptySex 24 Jul 2020, 01:27

Unidos Por Um Propósito Menor


Olhar Vazio



Horário: 09:15
Temperatura: 20°C
Localização: Briss Kingdom

Sentindo o soco e se culpando a amazona agora tentava se levantar, vendo isso Zaki agora ajudava a mesma a levantar e dizia: —Está tudo bem?! Desculpa estar avoado, vou te ajudar nessa! – Enquanto dizia isso, Bia ao mesmo tempo gritava de medo ao ser surpreendida e vendo Cindy falava: —Se ta bem guria?!

Mesma com a demonstração de que iria ajudar a jovem com a grandona, Cindy contestava a ajuda pedindo que os outros não se envolvessem, com raiva e determinada ela via a sua frente o desafio que procurava.

Arrumando sua base de forma que não perdesse a mobilidade ou flexibilidade, a garota ainda assim sentia o soco recebido, mesmo que a dor não fosse alta por naquele momento estar de sangue quente, manteria a boca fechada, algo já comum pela mesma.

A empregada que agora entreva no quarto, dizia para o silencio da menina: — O gato comeu sua língua gatinha? ... Anh? Me chamando pra ir pra cima? Vou te ensinar umas lições!! – Com raiva nos olhos, avança em direção a menina.

Disferindo um jab com sua mão direita que utilizava o soco inglês, ela acabava se acertando, com a velocidade de Cindy e seu ataque ao ombro, o soco que vinha rápido, agora tomava uma trajetória que acertava a própria empregada.

—Sua desgraçada suja! – Falava enquanto cuspia um dente, avançado agora com um chute, ela acertava a amazona na região do seu peitoral, mesmo sentindo o ataque, a jovem conseguia dar uma rasteira com seu bastão, fazendo a empregada cair no chão.

Do lado de fora, o vigia, agora ouvia um barulho alto, —O que está acontecendo lá dentro? Parece que hoje ela está mais impaciente com o garoto do que em dias normais... – Falava enquanto ficava de olho na janela e começava a rodear a casa para a parte frontal.

Falas que podiam ser ouvidas pela amazona.

A emprega nesse momento já perdia a cabeça e sem pensar direito, caia na tática de Cindy, a mesma que estava numa paz de espirito, mesma com a situação estressante, a amazona sabia se manter calma.

Conseguindo levantar o vestido da mulher, Zaki na hora com seus rostos ficando vermelho, virava para o lado afim de não ver nada, Bia arregalava seus olhos e demonstrava surpresa.

Desferindo uma estocada rápida que acertava a traqueia de sua adversária, o ataque preciso e rápido, foi suficiente para o afundar, de forma que começava a sair sangue de sua boca, caindo no chão, ela agora começava a sufocar, com a traqueia afundada e se engasgando com sangue.

Sem conseguir reagir, a mulher com um olhar de desespero, o medo da morte a fazia chorar e com o passar de pouco tempo, seus olhos ficavam vazios, seria ali seus últimos momentos de vida, fechando-os ela parava de respirar.

Com a morte da mulher ali, Bia não demonstrava sequer remorso, a concentração no seu objetivo chegava a um nível doentio, a mesma que agora falava: —Agora que já começamos errado, vamos continuar, eu mostro o caminho, me sigam. – Passando pelo corpo e saindo do cômodo.

Zaki que por muito tempo sofreu pelas mãos dos humanos, também não demonstrava sentimentos de tristeza, dizia a Cindy então: —Ta tudo bem?  Não pensa demais nisso agora... vai atrapalhar nossa missão... Depois podemos conversar, como te disse antes, estou aqui! – Falava isso tentando diminuir o clima tenso ali e agora seguia Bia.

O garoto que ao ver aquela cena, parava de chorar e com um rosto mais calmo, mostrava certa felicidade com aquele acontecimento.

Bia e Zaki agora seguiam de forma mais acelerada para a escada, a qual começavam a descer, Cindy conseguia ouvir lá de cima eles entrando em um cômodo, seria esse o lugar onde estaria o cofre?


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MensagemAssunto: Re: Unidos por um propósito menor   Unidos por um propósito menor - Página 2 EmptySex 24 Jul 2020, 23:16




Um estranho nada




Cindy se apoiava sobre o bastão e sentia-se ceder sobre o próprio peso, dobrando os dois joelhos e segurando a arma - que agora servia de bengala - com as duas mãos, apoiando-na contra o peito.

Um tanto tonta de tanta dor e adrenalina e com os olhos semicerrados em uma luta para se manter abertos ela assistia os olhos da oponente enquanto sacolejava para se manter em pé.

Os olhos berravam desespero, pois sua traqueia estava destruída. Cindy apertou os olhos em seriedade. Conhecia o sentimento de ter de gritar com a íris. A mulher despejava o pavor mórbido em forma de lágrimas, que logo secavam e esvaziavam seus olhos de quaisquer outros sentimentos; estava morta. Sufocada.

Não sabia se pela dor, pela tontura ou por seu treinamento como amazona que a preparara para aquele momento a vida toda, mas Cindy simplesmente não sentia nada.

A mulher com a boca ensanguentada caía no chão alvo, criando um contraste violento no cenário. Mas a pirata cambaleante, embora aquela fosse o seu primeiro assassinato, esperava pelo choque emocional a persegui-la sem resposta. ''Estranho...''

Um instante atrás Cindy sentia o êxtase do desafio de derrotar alguém mais forte e o prazer do combate, bem como a raiva que direcionava muito bem à ponta do bastão para atingi-la. Mas, conforme assistia-a tomar... ''Nada...''

Em sua terra natal ouvira canções de vitória sobre os grandes guerreiros, bem como as lendas dos prazeres das batalhas. ''Mentiras, como o palácio?''

—Agora que já começamos errado, vamos continuar, eu mostro o caminho, me sigam. - Bia parecia ainda mais confortável com aquilo do que Cindy. ''Eu não consigo entendê-la...'' —Ta tudo bem? Não pensa demais nisso agora... vai atrapalhar nossa missão... Depois podemos conversar, como te disse antes, estou aqui! ''Mas eu sequer estou pensando demais nisto... Eu não consigo entender-me...''

Os dois saíam da sala a deixando sozinha com Thomas.

Não sabia para onde ir, nem o que fazer, e nem como deveria se sentir sobre ser uma assassina e sobre toda a dor que sentia. Embora que, ainda assim, um comichão em seu coração a fazia querer fazer algo - um tanto para diferenciar-se da empregada em que havia se visto momentos antes, mas também por sentir-se chamada para tal.

Cindy andaria se apoiando em seu bastão, buscando se esforçar o mínimo possível, em direção ao garoto.

Pegaria o seu desenho com a empregada arrastando-o com o bastão para próximo de si. Com um olhar que buscava fingir não possuir dor e também acalentar o garoto, a jovem rasgaria o desenho com a empregada em vários pedaços, e então começaria a desamarrá-lo, começando pela boca.

Pegaria também o pedaço de papel em que ele falara sobre a sala secreta do pai e, colocando um dedo indicador apontando para o alto próximo ao lábio, pediria que o garoto fizesse silêncio, e então apontaria para o papel o pondo na frente dele, acenando positivamente com a cabeça como se o chamasse para ver o quarto.

Com Thomas aceitando ou não a jovem amazona se dirigiria na direção deste quarto, usando suas habilidades de arrombamento para fazer com que a fechadura cedesse. Uma vez ali dentro, buscaria observar bem o escritório secreto, entendê-lo bastante, e assistir ao garoto aproveitando-se da liberdade ali dentro. ''Eu não sou como você...'' observaria-o, embora aqueles pensamentos não fossem sobre ele.

Procuraria por equipamentos naquela sala que a pudessem ajudar a arrombar o cofre super seguro sem precisar de bombas, assim como pelo chip do modelo antigo do DroidSucata que ela tanto precisava.






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MensagemAssunto: Re: Unidos por um propósito menor   Unidos por um propósito menor - Página 2 EmptySab 25 Jul 2020, 04:34

Unidos Por Um Propósito Menor


O paraíso Droideano



Horário: 09:45
Temperatura: 23°C
Localização: Briss Kingdom

Cindy que em um fluxo de diferentes emoções, não sabia entender o que de fato sentia, agora ela era uma assassina, mas isso de fato não à abalou.

Com a saída dos dois do quarto e agora sozinha com Thomas, ela se dirigia até o mesmo, chegando, percebia que o garoto estava em total deleite vendo a mulher morta no chão, o soltando e rasgando aquele papel com o desenho, o garoto agora dizia com uma cara de satisfação: — S-Sim... finalmente isso acabou. – Falando quase em um transe, ele voltava a realidade e vendo a garota apontar para o papel, ele então respondia: — Você que entrar no quarto das bugigangas do papai? Nada mais justo depois de você ter me ajudado com a moça.

Agora solto, ele passava por cima do corpo da sua antiga empregada como se andasse por ali em mais um dia normal, chegando na porta, acenava para Cindy, chamando-a, com um ar de leveza e calma, ele seguia descendo as escadas, entrando na garagem e durante o percurso levando a amazona.

Cindy que durante esse percurso, via que a casa era super vazia, poucos moveis, tudo em cores brancas e mármore também branco

Eles agora ficavam de frente a uma porta dentro da garagem, ali parecia ser o local que havia sido dito por Thomas na sua anotação.

Arrombando a porta e agora já dentro, a vista era linda para qualquer amante de droides, peças, protótipos não acabados e anotações, se via muitas comidas enlatadas e copos descartáveis em monte por ali, seria o pai da criança, algum engenheiro?

O menino que ao entrar, passava pelas estantes, mesas, vendo tudo e dizendo: — Uouuuuuuu! Que lugar maneiro! – Correndo por ali com toda euforia que o pequeno menino podia sentir.

Procurando pelo Chip, após uma boa procura, ela achava o tão sonhado Chip de modelo antigo.

Ainda lá, ela não achava nada que lhe fosse útil na abertura do cofre, tudo por ali eram, pequenas ferramentas que dificilmente iriam ajuda-lá, mesmo com essa ideia, ela via por ali um estetoscópio, que de fato poderia ajudar.

Ouvia agora de fundo Zaki dizer: — Cindy! Precisamos de você aqui! Estamos ficando sem tempo e logo os demais moradores chegaram.

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MensagemAssunto: Re: Unidos por um propósito menor   Unidos por um propósito menor - Página 2 EmptySab 25 Jul 2020, 11:36




Arrombadora



— Você que entrar no quarto das bugigangas do papai? Nada mais justo depois de você ter me ajudado com a moça. A surpresa foi tão grande que ela virou o rosto de lado em um sobressalto. ''Estou perdoada?'' em conseguinte sentiu o maxilar arder de dor e deu novamente um outro sobressalto, tendo de respirar fundo e esperar alguns instantes antes de apaziguar a dor, levando uma das mãos até o queixo para se acalmar.

Amarraria a corda com o gancho em volta do corpo e prenderia o bastão às costas, mantendo a sua camisa enrolada ao gancho e usando apenas uma camisa regata por baixo, como já estava, descendo para acompanhar o garoto com o apoio do seu bastão.

— Uouuuuuuu! Que lugar maneiro! - As pálpebras inferiores de Cindy se apertavam em alegria, e a amazona se encostava à parede com um ombro em uma postura relaxada, até sentir uma pontada de dor nas costelas e ser obrigada a se curvar para a frente. - Guh!..... o som seco do ar explodindo em sua garganta soaria em dor.

Ao notar com ainda mais cuidado a oficina, um pensamento acabava por acometer Vallar. Aquele ambiente com móveis minimalistas, palidez e mármore não era apenas uma expressão de quem os nobres eram. Da mesma forma que Cindy não podia escapar do Império em que nascera... Bia também não podia. E aquela era também uma expressão de quem ela era.

Ainda pensando sobre o que diferencia os humanos e as máquinas, e o significado por trás das personalidades dos droids, encarou o chip do modelo antigo que encontrara por longos segundos. - Cindy! Precisamos de você aqui! Estamos ficando sem tempo e logo os demais moradores chegarão.

Guardaria o chip no bolso e se despediria do garoto com uma cuidadosa reverência, dando as costas para o mesmo.

Entretanto, dando meia volta e encarando a garagem, a Amazona teria uma última grande ideia. Guardaria o estetoscópio no bolso e se dirigiria até a porta da garagem. Usando uma chave de fenda ou uma chave inglesa, ou absolutamente qualquer outro equipamento que servisse para o serviço, usaria também suas habilidades de arrombamento para folgar parafusos ou equipamentos o mais rápido que pudesse, a fim de tornar o portão da garagem inútil pelo lado de dentro e talvez ganhar mais um pouco de tempo. Mas faria isto apenas se sentisse que o tempo ganho seria maior do que o tempo gasto para tal, e então finalmente sairia.

Se dirigiria com cuidado e atenção até a sala onde estavam os seus companheiros, usando a audição aguçada para ouvir passos ou respirações de inimigos que pudessem estar por perto bem como alterando a própria rota para não ser vista.

Uma vez se aproximando dela, Cindy avaliaria bem o cofre e suas seguranças. Estaria atenta a possíveis armadilhas, buscando prevê-las avaliando rapidamente as estruturas mecânicas do local para entender o que poderiam significar.

Para alguém com as capacidades da Arrombadora com fechaduras talvez o cofre fosse difícil de abrir, como a própria Bia temia e a havia dito antes. Mas e quanto para alguém com a Audição dela, aliada a um estetoscópio, e ainda por cima com todo o seu conhecimento em Arrombamento?

Como aprendera com seu companheiro Vergil, de Latem City, ela buscaria mexer no cofre de forma a tentar adivinhar a senha do mesmo, ouvindo os sons das trincas internas e buscando as combinações corretas do mesmo.






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MensagemAssunto: Re: Unidos por um propósito menor   Unidos por um propósito menor - Página 2 EmptyDom 26 Jul 2020, 06:10

Unidos Por Um Propósito Menor


Dificuldades



Horário: 10:00
Temperatura: 24°C
Localização: Briss Kingdom


Se arrumando ela agora descia as escadas, a dor dos ataques anteriormente sofridos, agora a incomodavam e trazia certo empecilho para a missão.


Refletia sobre seu passado e sobre o que aquele lugar falava até mesmo de Bia, que tentava fugir do seu próprio passado.


Se despedindo do garoto, ela percebia que ele não estava a prestar atenção, apenas admirando as coisas por ali.


Usando ferramentas que ali ela achava, ela soltava as peças do motor, incapacitando que o mesmo fosse aberto, Saia dali e agora se dirigia até o quarto ao qual os outros estavam a esperar.


No momento que passava por ali, podia quer do lado de fora pelas janelas, a sombra do vigia, parece que ele estava chegando na parte de trás da casa.


Avaliando o cofre, percebia que de fato, lá dentro era guardado algo de extrema importância, afinal, toda aquela segurança não seria para pouca coisa, além da parte manual, de girar na sequencia certa e nos valores certos, havia uma manivela que ao fim precisaria ser girada.


Usando do estetoscópio e sua boa audição, ouvia as trincas internas, ainda sim com dificuldade, parecia que havia um dispositivo que emitia um barulho para o externo, justamente como uma defasa do sistema.


Ainda assim, com dificuldade e deixando Cindy com uma leve dor de cabeça, pelo som emitido, ela conseguia acertar as combinações depois de algum tempo no processo.


Com a senha já destravada, falta girar a manivela, Zaki ao ver a condição de Cindy, dizia: — Pode deixar que a partir daqui eu assumo, obrigado por todo esforço até agora! – Com um leve sorriso em seu rosto, ele agora voltava para um perfil mais sério.


Enquanto abria, Bia chegava em Cindy, botava as duas mãos em seu rosto, de forma delicada para não machucá-la e falava enquanto escorria certas lagrimas de seu rosto: —  F-Fico até sem palavras... Obrigado por estar me ajudando nisso, vejo todo seu esforço até agora e fico sem saber o que dizer, até agora fui inútil... mas com esse dinheiro farei diferente. – Limpando as lagrimas ela abraçava a amazona.


— Pessoal acho que consegui abrir! – Zaki falava enquanto abria de fato o cofre.


Sendo aberto, podia-se perceber a imensidão de dinheiro que ali dentro tinha, contando rápido, Zaki dizia eufórico: — 15 milhões? Quem sabe mais!


La dentro além de dinheiro, havia algumas joias, como anéis, colares e brincos.  — Era disso que eu estava falando! Vamos galera, enchendo as bolsas. – Enquanto Bia dizia isso com um olhar de felicidade e euforia, ela entregava bolsas vazias para eles ajudarem ela na coleta.


Acabando de coletar aquilo, Bia então sem pensar direito, saia rápido sem prestar atenção, o problema era, do lado de fora, Bia e o vigia, de longe, se encaravam, de primeira reação, ela então entrava no quarto e falava: —Galera temos um probl...



Fala que era interrompida pela vigia, que gritava:  — EI! QUEM É VOCÊ? O QUE ESTÁ FAZENDO AI?! NÃO SAIA DAI SENÃO TE MATO DESGRAÇADA!!


O que eles fariam para sair de lá, Cindy ouvia que de forma rápida, o guarda, já se encontra dentro da mansão, se dirigindo para o quarto, ouvia também o som de uma arma sendo carregada, uma pistola.


O plano era fácil, sair dali e fugir pelo banheiro, mas nem tudo sai como previsto.



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MensagemAssunto: Re: Unidos por um propósito menor   Unidos por um propósito menor - Página 2 EmptySeg 27 Jul 2020, 20:34




Paredes Negras



Zaki girava a manivela...

A ponta dos seus dedos iam até as têmporas em uma luta contra a dor de cabeça causada pelo som no cofre. O exército da enxaqueca vinha em uma estratégia de pinça unido aos destacamentos da costela e à cavalaria que atingira seu maxilar. Nem mesmo na luta anterior, em que havia sido baleada, Cindy sentira tanta dor como sentia naquele momento.

Entretanto, apesar da dor física e da confusão mental pelas quais seus dilemas a faziam passar naquele momento, não podia deixar de pensar no apoio novo que havia conquistado: Os ensinamentos do seu companheiro Vergil e a tenacidade do seu companheirozinho Dan. ''Este cofre... Vergil ficaria orgulhoso.'' talvez nem mesmo ele tivesse conseguido arrombar algo como aquilo. Por isto, apesar de todas as dores - que em sua mente eram também espólios de guerra - a sombra projetada pela sua mão sobre seu rosto, enquanto massageava as têmporas, estaria caída sobre um leve sorriso rebelde de lábios, já que não poderia mexer muito a boca.

—  F-Fico até sem palavras... Obrigado por estar me ajudando nisso, vejo todo seu esforço até agora e fico sem saber o que dizer, até agora fui inútil... mas com esse dinheiro farei diferente. - Respirava fundo buscando controlar seus impulsos de gritar de dor - tanto pela personalidade um tanto marrenta quanto pelo quão dolorido seria. Com os olhos apertados e cheios de lágrimas ela tentou fazer uma expressão simpática e disfarçar o desespero em vão, respirando aliviada quando o carinho no rosto se transformou em um abraço... - GUH - até sentir a dor na costela.

— Pessoal acho que consegui abrir!

Cindy ainda não conseguia entender como se sentiu nos momentos a seguir. A dor de cabeça, no maxilar, na costela e o cansaço mental pelo qual estava passando a faziam se sentir como nunca antes. Apenas como forma de manter a pose de durona ajudou a encher a sacola de joias, percebendo que estava sendo muito mais devagar e inútil do que poderia admitir. Não se sentia alegre pela conquista, nem aliviada, nem vitoriosa. Apenas encarava a montanha de ouro e jóias com um olhar distante enquanto enchia a sacola automaticamente. ''Não é o que eu esperava... Nada aprazível...'' Mais cedo, quando provara café pela primeira vez, havia recebido uma surpresa diferente. Um sabor inédito. Não era, também, o que ela esperava, mas ela havia entendido seus efeitos como uma experiência nova à qual ela ainda não estava acostumada. Instantes antes, ao ser atingida com o soco mais forte que já recebera no rosto, obviamente também não achou nada agradável. Mas era o tipo de surpresa desafiadora que acionava em si o ímpeto por se superar. Entretanto, aquele sentimento desagradável que sentia enquanto roubava a casa era bem diferente de outros sentimentos desagradáveis. Em seu reino a haviam ensinado sobre saquear nações inimigas, sobre os louros da vitória e as honrarias. Sobre a grandeza nobilica do assalto ao adversário derrotado... E por isto não sentia nada além de expectativas frustradas. Estava ainda mais afastada de sua terra Natal.

—Galera temos um probl... - Bia já estava do lado de fora e o perigo, iminente.

— EI! QUEM É VOCÊ? O QUE ESTÁ FAZENDO AI?! NÃO SAIA DAI SENÃO TE MATO DESGRAÇADA!!

Com o coração na boca e agindo com o máximo que a capacidade do seu corpo permitiria, Cindy deixaria a sacola com as jóias no chão e correria na direção de Bia, buscando arrastá-la para trás de algum daqueles móveis de mármore e evitar que ela fosse baleada - já que apenas a Amazona ouvira a arma sendo carregada, muito provavelmente.

Usaria o mármore como escudo contra os tiros para si e para Bia temporariamente, se mantendo agachada ali, e se agachando um pouco mais caso ouvisse um tiro. Levaria o bastão até a mão direita, pronta ao utilizar a sua audição aguçada para prever aproximações do atirador. Caso este se aproximasse muito, utilizaria a extensão da própria arma e o elemento surpresa - graças a ele não saber que ela o estaria ouvindo - para atacar sua arma para longe de si, de forma a desviar possíveis tiros e também mantê-lo indefeso. Utilizaria sua Aceleração e sua destreza para manter-se próximo a ele o suficiente para não permiti-lo atirar e conseguir tempo para os companheiros.

Mas a realidade é que um atirador se aproximar tanto de três alvos seria altamente improvável e desvantajoso para o mesmo. Portanto, por mais que estivesse preparada, a pirata não concentraria suas energias numa aproximação do mesmo. Olhando para Bia nos olhos e encostando em seu rosto, buscando também acalmá-la, Cindy levaria sua mão até a bolsa da mesma, em busca de algo que ela havia comentado mais cedo.....

No momento em que fizeram seus planos, quando ela duvidava da capacidade de Cindy de arrombar um cofre daqueles, ela havia comentado sobre a possibilidade de usar um dos explosivos que havia feito para tanto.

Não havia precisado usar explosivo algum, o que poderia significar que ele estivesse ali.

Cindy olharia ao redor: Os móveis minimalistas, as paredes alvas e que haviam acabado de serem llimpas.

Escurecê-las parecia-lhe um propósito nobre o suficiente, e, aquilo sim, atiçava dentro dela bem mais do que o roubo em si.

Zomana ruíra, e, embora fosse grata ao que havia aprendido lá, precisava aprender por conta própria agora o próprio caminho e se sentia grata àquela mansão de nobres por fazê-la perceber as imperfeições de onde viera. ''As ruínas me libertaram...'' o gosto amargo se espalhava por sua boca, e o sangue correria por dentro de suas veias com estremecimentos de excitação. ''Eu vou libertar Bia.''

Pegaria a bomba e apertaria o seu botão de ativação caso o reconhecesse, e então a lançaria no chão para que esta caísse entre o guarda e a porta que poderia ser seu caminho de fuga, para impedir que ele saísse dali.

Tamparia os ouvidos com força para aguardar a explosão e, quando fuligem fogo e fumaça subissem e se espalhassem pela palidez do ambiente límpido, a pirata se aproveitaria de tal cortina para pegar suas coisas e guiar Zaki e Bia para fora dali.

Ainda que o oponente se aproximasse dela, Cindy buscaria abrir caminho para os companheiros usando sua aceleração e seu bastão como descrito anteriormente em busca de poder lançar a bomba na casa.






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