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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [LB] O Florescer de Utopia III

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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ADM.Tidus

Créditos : 59
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Localização : 1ª Rota - Karakui

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MensagemAssunto: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 6 EmptySex 03 Jul 2020, 00:58

Relembrando a primeira mensagem :

[LB] O Florescer de Utopia III

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Karyo Shen, Calros Lazo, Laith Kinder e Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Vincent
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Data de inscrição : 12/06/2017

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 6 EmptySab 12 Set 2020, 13:50





Helena se encontrava em um estado ruim, porém eu não poderia fazer muito por ela além de deixá-la escondida atrás da pilastra. Apesar da inconveniência vindo por parte dos tiros que estavam sendo direcionados a mim, eu conseguia chegar até onde o Comodoro estava e ali encontrava meu novo adversário. O okama parecia somente lutar com os pés também, mas me manteria atenta quanto à outras formas possíveis de ataque já que não conhecia seu real estilo de luta e poderia acabar sofrendo as consequências de ser descuidada. Ele parecia querer continuar a ajudar o seu amigo e dizia que iria me derrotar em apenas um minuto - Tudo bem, mas cuidado com o que fala viu? sorriria ironicamente - Assim como os peixe, os idiotas morrem pela boca riria em provocação e em seguida piscaria em sua direção.

Após isso, eu primeiramente recuaria alguns passos para trás para analisar coisas em sua movimentação e principalmente o pé que ele utilizava como ponto de equilíbrio. Nesse momento adotaria uma postura reativa esperando que ele viesse até mim já que queria acabar com aquilo rápido, mas eu obviamente não estaria com tanta pressa assim. Apesar de não o atacar inicialmente a ideia era confrontar o seu avanço para conseguir com mais facilidade o que queria. Quando ele estivesse próximo a mim para realizar algum chute iria na perna contrária ao do golpe, atacando na região do Talus no início do pé. Com isso queria neutralizar o seu ataque e retirar sua estabilidade para que conseguisse atingi-lo com um ataque mais facilmente. Executaria um chute giratório nele na altura da cabeça, nesse movimento poderia conseguir evitar algum outro bloqueio.

Se ele estivesse armado ou desse algum indício de que também utilizava as mãos, preferiria continuar mantendo alguma distância dele e caso ele tentasse forçar alguma aproximação teria de ter meu contra-ataque em mente. Procuraria dar uma rasteira frontal formando um arco de 180º graus, caso ele resolvesse saltar faria a mesma coisa que Katherine havia feito com o Albino erguendo a minha perna para que ele realmente fosse ao chão. Caso fosse obrigada a esquivar a minha preocupação inicial seria com chutes diretos onde eu procuraria girar para me movimentar com alguns passos, onde sairia da trajetória do ataque e assim poderia golpeá-lo lateralmente. Se o okama tentasse um chute lateral independente de realizar algum salto ou não eu me abaixaria e jogaria todo o corpo num rolamento para o flanco contrário ao ataque.

Ele poderia não querer tomar a iniciativa em nosso duelo e querer ir embora após eu me afastar, mas isso obviamente teria de ser evitado. Avançaria em sua direção de imediato - Onde você pensa que está indo? questionaria - Não ia me derrotar em apenas 1 minuto? provocaria em escárnio. O okama poderia querer preferencialmente bloquear meus ataques e por isso nessa disparada procuraria me aproveitar de ‘fake kicks’ para tentar enganar sua defesa, assim como falsas movimentações que o levariam a entender erroneamente as minhas verdadeiras intenções. Durante a minha corrida deixaria sempre a parte esquerda do meu corpo na frente já que minha proficiência real estava na direita, enquanto ele não percebesse isso também buscaria usar a meu favor.

Assim que estivesse a uma distância considerável dele iria pular e com isso utilizaria a perna canhota para “atacá-lo", mas a real intenção era deixar que ela passasse por ela. Isso com certeza o faria abaixar a guarda já que o seu pensamento provavelmente seria que eu havia falhado em minha execução, aproveitaria isso para dar um chute frontal em seu rosto com o pé destro. Quando chegasse ao chão ficaria de costas para ele e faria o mesmo movimento em arco da rasteira, porém a ideia era me equilibrar sobre as minhas mãos para golpeá-lo enquanto estava ainda no chão e eu visaria atingir o seu tórax. Para finalizar me colocaria de pé novamente para realizar um chute giratório na lateral de sua cabeça para acabar com ele - Como eu disse antes, todo falador passa mal diria se conseguisse derrotá-lo.

Não poderia cogitar uma vitória tão rápida da minha parte, afinal não sabia ainda a real força dele e por isso agiria com certa cautela em certos momentos. Assim como eu estava buscando surpreendê-lo ele poderia acabar fazendo o mesmo comigo e estar atenta a isso com certeza me faria estar um passo à frente. Isso até poderia parecer alguma besteira, porém se me preocupar com isso trouxesse a vitória nada mais importava no momento. Eu também não deixaria de olhar para os meus arredores para averiguar a situação dos outros que estavam lutando, assim poderia ajudá-los assim que meu embate se encerrasse.





~ Histórico ~



Ganhos: Biquini (Evento), Surra(?)
Perdas: N/A.
Posts: 10
Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
Personalidade atual: Katherine  


Objetivos:
 



Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 

Referências :
 
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ADM.Noskire
Civil
Civil
ADM.Noskire

Créditos : 56
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 6 EmptyDom 13 Set 2020, 19:50



[LB] O Florescer de Utopia III — 010


O Sol já estava no topo do céu, embora nenhum dos combatentes tivesse notado o tempo passar tão veloz. No meio daquele embate épico, não havia tempo para sentirem sede ou fome, sequer para chorarem pelos caídos. O tempo para isso viria depois. Além da grande estrela, pesadas nuvens se aproximavam, mais e mais, escurecendo aos poucos o céu, antes tão brilhante. Era como se o próprio clima previsse o que aconteceria a seguir.

Agrupando os dois escudeiros, Amanda e mais um atirador, além do chocopato e de si próprio, Laith começava a sua investida contra o único e singelo inimigo atirador. O sexteto avançava num ritmo moderado e, com a ordem do tenente, o sargento arremessava uma granada de fumaça, o mais longe que conseguia, obstruindo a visão que o inimigo tinha deles. Amanda ordenava que eles se movessem rapidamente para a lateral, evitando assim um possível tiro de sorte, e eles marchavam.

Um terço do caminho foi percorrido, com os gritos dos seus aliados em combate ficando para trás. A fumaça da primeira granada já havia se dissipado quase que totalmente e o sargento lançou outra. — Essa é a última! — Avisou aos demais, nervosamente. Ainda havia uma boa parte para se percorrer entre a fumaça criada pela segunda granada e o inimigo solitário.

Antes disso, porém, Laith Kinder reunia sua coragem e montava no chocopato, avançando aquém do restante do grupo, com o animal trotando levemente e ameaçando-o jogá-lo ao chão a cada passo. Bastou alguns metros para o tenente ver seu inimigo: Ex-Sargento Liebert, um dos traidores daquela manhã. O ex-marine estava deitado na grama e portava uma arma singular. Apesar do avanço lateral do tenente, o atirador permaneceu imóvel, mirando em direção da fumaça e dos marines que vinham mais atrás. Ou será que mirava para além destes?

O chocopato aumentou seu passo, como se conseguisse pressentir o perigo que os outros corriam, mas seu cavaleiro pendia de um lado para o outro, quase como um boneco sem vida, e, se fosse ainda mais rápido, o derrubaria de fato. Liebert permanecia impassível, durante todo o tempo. Mirando, esperando, pacientemente.


Por fim, a dupla alcançou o único oponente e o tenente desmontou rapidamente, puxando suas armas, com um largo sorriso sádico no rosto. *BOOOM* O disparo era potente o suficiente para criar uma rajada de ar, quase jogando Laith ao chão. Mas A Serpente resistiu e atacou, atingindo os braços do ex-sargento e golpeando-o rapidamente até nocauteá-lo de vez. Um inimigo a menos... Mas a que custo?

Enquanto isso, o Segundo Setor era finalmente aniquilado, com os números restantes avançando contra os setores adjacentes. O Terceiro Setor, antes comandado por Laith e Amanda, também sucumbia rapidamente, com três sargentos e dois escudeiros a menos. Os marinheiros sobreviventes do Primeiro e Terceiro Setor recuavam a trancos e barrancos até o segundo, muitos carregando seus companheiros feridos. O Segundo Setor era comandado pelo Sargento Oak e era este que possibilitava aquele recuo, espalhando o seu próprio contingente para ajudar os demais. — Não deixaremos ninguém para trás! — Oak, no entanto, acabava se vendo cercado por meia dúzia de inimigos e, mesmo após derrotar dois deles, acabava sendo vencido pelos números e pelo cansaço, sucumbindo diante as lâminas inimigas.

A última resistência da Marinha se reunia em um semicírculo, de costa para o Armazém, com uma dezena de feridos às suas costas, enquanto os últimos Números, novamente com vantagem numérica, se aproximavam ansiosamente buscando um desfecho!

- x -

Do lado de dentro, Azura enfrentava um estranho, mas formidável oponente. Pela sua postura, ele era destro, e avançou assim que a ruiva recuou, atacando com um Roundhouse Kick. A soldado contra-atacou com um low kick na perna base do okama, mas este esquivou ao realizar um mortal lateral, sem o auxílio das mãos.

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Hoho... — Riu, levemente surpreso com a tática da oponente. — Se é assim... — Avançou novamente, desta vez saltando de um pé para o outro, girando a cada passo, fintando um chute que não vinha, até que: — Somersault! — Como num fly kick, o okama fintou com a esquerda antes de atingir a ex-major em cheio com a destra, acertando o seu queixo com um movimento vertical e a arremessando a vários metros de distância.

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Azura só parou quando atingiu a parede de chapas de metal, atravessando-a com as costas e caindo no cômodo lateral do armazém, apagando brevemente.

Karyo, ali próximo, também tinha um combate relativamente breve. A Capitã, apesar de toda a sua experiência, mostrava-se completamente indefesa perante aquele inimigo. Ishisaki avançava contra os dois marinheiros e a Capitã tomava a frente, levantando uma das mãos. — Pare! — Clamava, ao passo que Karyo trocava os dials e passava o seu aviso.

O akumado via sua superior sendo arremessada ao chão enquanto Ishi seguia reto em sua direção, segurando sua mandíbula com a esquerda e trespassando-o com a lança em sua destra. A lâmina passava entre a sexta e a sétima costela do seu lado direito, arranhando a primeira e causando-lhe um incômodo. — Isso deveria matar um humano comum, mas não um akumado. — Sua voz estava diferente de antes, carregada de uma insanidade aterradora. — Vamos mudar isso!

Prendendo o esqueleto numa pilar próxima e usando a lança como uma alavanca, Ishi baixou-a produzindo uma sequência de estalos, enquanto partia cinco das costelas do tenente. Nem mesmo a sua técnica astral foi o suficiente para impedir a enxurrada de dor o consumir! A dor foi tanta que o akumado sequer viu a soldado aliada passar voando, a alguns metros de distância.

Ishi puxou sua lança e se preparou para trespassar Karyo novamente, intentando realizar o mesmo ato no lado esquerdo de seu tronco, mas, reunindo suas últimas reservas de força e coragem, o tenente segurou sua foice com força e usou sua técnica. — CHODO MANGETSU! — A lâmina girou, com o ex-agente usando Geppou para saltar para o ar e evitar completamente o golpe. As lâminas de ar produzidas avançaram até atingirem cinco pilares próximas, além da parede norte e do brutamontes que havia enfrentado Erza, este bloqueando o golpe com os braços.

Ishi retornou ao solo e novamente segurou o tenente pela mandíbula, mirando seu torso com a fina lança, com um leve sorrisinho de vitória no rosto. Mais estalos. Esses, no entanto, não vinham do esqueleto do akumado, mas sim do esqueleto daquele galpão, das pilares enfraquecidas que sucumbiam perante o peso abusivo da cobertura de metal. — Tch! — Ishi estalou a língua, observando a estrutura se romper, ao passo que o chicote da Capitã açoitava e prendia seu antebraço, liberando seu subalterno. Karyo cambaleou até ela, criando uma proteção para ambos, mas Ishi puxou o chicote com força e Katt foi puxada junto, caindo entre eles antes que o teto finalmente atingisse a todos.

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- x -

A destruição atraiu a atenção de todos os que estavam do lado de fora, assim como os atingiu com uma densa nuvem de poeira. Laith Kinder era o que estava mais distante e foi atingido apenas por uma leve brisa poeirenta. Ao seu lado, um sargento cabisbaixo e um escudeiro trêmulo, chorando ao lado do corpo do irmão. Junto a eles, também havia o corpo de Amanda, os olhos sem brilho. A última bala disparada por Liebert havia atravessado não apenas o escudo, como o corpo do escudeiro e da ex-agente.

KAzurine, por sua vez, acordou desnorteada pouco após o desabamento. Estava na ala lateral ao armazém, usado como um depósito, e apenas isso a havia salvo da destruição. Após alguns segundos para conseguir focar a visão, seria surpreendida duas vezes: Primeiro, veria uma redoma de vidro protegendo uma fruta bem peculiar, de formato arredondado, mas com a casca possuindo altos relevos similares a pequenos redemoinhos. Em segundo lugar, ao olhar para a destruição à sua frente, conseguiria ver os sobreviventes por baixo dos destroços. E não apenas sabia onde cada um dos seus aliados e inimigos estavam, como sentia suas emoções, seus medos, suas dores… Sua mente, inundada com tantos sentimentos, alternava entre suas duas personalidades, Azura e Katherine, com cada qual lutando pelo controle, sem sucesso.

Um raio cortou o céu e, de lá, uma verdadeira tempestade surgiu. Uma torrente de água varrendo o cenário, baixando a poeira, e tornando visível as incontáveis vítimas daquela tragédia! Karyo, saindo do seu casulo, viu primeiramente Ishisaki, com a Capitã Knockout em seus braços, inconsciente. Seu chicote ainda estava preso ao antebraço do Número 0, embora tivesse fraquejado ao enfrentá-lo e algum destroço a houvesse atingido na cabeça, onde sangue escorria. Ishisaki, por sua vez, demonstrava apenas tristeza e arrependimento em sua face, bem diferente da insanidade de outrora.

Dos escombros, apenas o Comodoro Hall Jackson e o Okama ressurgiram por conta própria, feridos e cansados. Os demais, soterrados em mais peso do que poderiam suportar. Ao redor, os números e os marinheiros restantes olhavam assombrados para onde havia o armazém, agora quase inteiramente destruído.

O Tenente Karyo marchava, apesar da dor latente, em direção ao centro, enquanto Ishisaki deitava a Capitã e pegava a sua lança. — ESSA É POR AMANDA! — Gritava, embora ainda alheio aos últimos acontecimentos. Ishisaki segurava sua lança com ambas as mãos na horizontal, bloqueando o primeiro dos golpes descendentes. O segundo, contudo, partia a sua fina arma em duas e lhe causava um rasgo vertical do peito à cintura. — Desgraçado! — O ex-agente gritou, atingindo o rosto do Akumado com sua meia lança inferior, tamanha era a força que seria possível rachar o crânio. No entanto, foi o pedaço de lança que se partiu, novamente, sem que Karyo sequer sentisse cócegas com o ataque. — H-haki?! — A expressão de Ishi era de puro espanto e levou um segundo até se recuperar e resolver atacar o esqueleto com a outra metade da arma, mas não antes de— SOSEN!

A foice se elevou em direção aos céus, assim como a determinação do marinheiro, e chocou-se contra aquele inimigo formidável. — Tekkai! — O ex-agente ainda tentou, mas a lâmina cortou-o novamente, desta vez indo no sentido oposto, da cintura ao peito. O impacto foi o suficiente para tirar os pés do Número 0 do chão por alguns momentos. Concomitantemente, o akumado sentiu uma espécie de pressão se acumular em seu âmago, aumentando de intensidade até explodir ao seu redor, gerando uma bolha que se expandiu até 20 metros.

Aqueles mais próximos, como o Comodoro, o Okama e KAzurine, conseguiram resistir, embora sentissem novamente aquele desconforto, o mesmo de quando o Okama usou o seu Haki do Rei! Os marinheiros e números próximos, contudo, caíram um a um, sem poder resistir aquele poder. Laith Kinder e os dois consigo estavam distante demais para serem afetados, apenas observando de longe. — M-Mestre! — O Okama correu na direção do seu líder, dando-lhe suporte. Ishi ainda estava vivo e consciente, embora desarmado e ferido. Sua expressão havia retornado à insanidade. O Okama parecia prestes a fugir, alternando o olhar entre Karyo e Jackson, que se aproximava, buscando uma alternativa.

Legendas:
  • Comodoro Hall Jackson
  • Capitã Katt Knockout
  • Tenente Helena Aakre
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza Scarlet
  • Sargento Amanda
  • Soldado Kyo Chiba
  • Marine
  • Marines Corrompidos e demais Inimigos
  • Ishisaki Oota
  • Okama
  • Jovem Espadachim
  • Alexander


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Calros Lazo:
 
Histórico:
 

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Karyo Shen:
 
Histórico:
 

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Laith Kinder:
 
Histórico:
 

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KAzurine Silverstone:
 
Histórico:
 

NPCs, Pets e Afins:
 

Gwen:
 

Comodoro Hall Jackson:
 

No Armazém:
 

Com Lazo e Kinder:
 

OFF:
 

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PepePepi
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Créditos : 138
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Localização : Utopia - 7ª rota

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 6 EmptySeg 14 Set 2020, 00:37




Posts em Utopia - 76

Continuação do sonho
Mona dava seu primeiro passo no topo do barranco e adoraria falar que me segurei já que a situação era completamente contraditória com a realidade. Mas quando ela chegou mais perto não houve como. Antes mesmo de perceber estava envolvendo-a num abraço. Aquilo fazia com que me sentisse ainda mais leve, sentia as lágrimas enchendo meus olhos.

No abraço o seu cheiro me lembrava ela, o aperto era o mesmo, tudo parecia igual sempre fora. Não me importava com aquilo sendo real ou não no momento, só queria aproveitar e criar uma boa lembrança por pelo menos aquele instante. – Que bom que você está bem. – Falava ela e a sua voz parecia música para meus ouvidos... mesmo assim me sentia um pouco incomodado.

Novamente, só posso falar que é difícil explicar, mas a entonação era diferente, ou era o jeito de falar. Não sei dizer com sinceridade, mas algo parecia errado, simples assim. Aos poucos me desgrudei do abraço e encarei Mona por alguns segundos, o simples fato de ver aquele rosto tão perto de mim sem ser uma fotografia já balançava comigo mais do que imaginava. Sabia, lá no fundo sabia, que aquilo tudo era mentira, por isso precisava reunir um pouco de coragem antes de falar. – Por quê? – Minha voz saía meio fraca apesar de ter juntado o máximo de coragem que conseguira. Além disso, não confiava em mim mesmo para formular uma pergunta completa. Não sei se aquela era a melhor forma de perguntar, mas sentia que ela me entenderia mesmo sendo completamente vago. Por que Mona, por que ela teria matado alguém? – Para que você não matasse. – Respondia ela sorrindo igual sorria sempre e aquilo doía ainda mais por quão real parecia ser.

E como doía, aquele lindo ser na minha frente simplesmente não era a minha noiva. Era uma ótima cópia, perfeita fisicamente. Era idêntica no tamanho, cheiro e até forma de andar e sorrir. Mas a forma como falava e o que havia visto ela fazer naquele barco... Mona nunca mataria alguém para que eu não matasse. É incabível simplesmente pensar nessa hipótese. – Você viu a raiva que sentiu só de ver a bandeira. – Falava ela passando a mão direita em meu rosto. – Isso não combina com você.

Não precisava nem mesmo pensar para lembrar deste sentimento que havia realmente invadido todo meu pensamento. – Você sabe que é fraco. – Falou Mona ainda para mim, aquele tipo de frase claramente não era algo que ela falaria, pelo menos não de forma tão direta. E pronta para quebrar completamente essa barreira de sonho ou realidade, ela acabava perguntando. – Por que está aqui? – Olhava para ela tentando absorver aquelas palavras por um tempo. Senti como se a minha cabeça esvaziasse no primeiro instante e finalmente começava a entender que esse sonho ou inferno pessoal estava usando a imagem dela para que desvendasse algo.

Por que estava ali? Bem... tudo começou comigo provavelmente quase morrendo ao lutar contra Yama que era algum ajudante qualquer dos Números. Persegui eles por tanto tempo que não se passava pela minha cabeça que alguém que não era um Número propriamente dito fosse tão ridiculamente forte. Ele havia me atravessado com a lança e só lembrava de ter desmaiado por falta de sangue. Basicamente a mesma coisa que havia acontecido com Amanda duas noites atrás, com a exceção de que ela foi pega desprevenida num ataque surpresa e não conseguiu revidar, só pedir por reforços para ser salva¹. Só que com certeza não era isso que Mona queria que eu falasse. A encarava e ela simplesmente me encarava de volta esperando que pensasse no que havia feito de diferente naquela luta que não fazia nas outras. – Estava com mais medo do que o normal? – Perguntei para ela tentando desvendar.

Mona ainda não falava nada, deixando-me em branco sobre aquilo ser a resposta certa ou não. Realmente senti mais medo do que o normal contra Yama, cheguei a rir de forma descontrolada só tentando apaziguar um pouco aquele sentimento, uma das poucas características que conheço de mim mesmo foi quebrada naquela situação. Ele era claramente muito mais forte e rápido do que eu. Mesmo assim havia partido para cima por simplesmente achar que se eu não desse conta, que nenhum dos soldados sob o meu comando dariam conta também. Mas será que era só isso que ela queria que eu pensasse? Não parecia ser o caso na minha mente. Agir para tentar poupar os outros era algo comum para a gente.

Não sendo a luta em si, a única coisa que havia surgido em minha mente era que o medo havia feito com que eu provocasse mais do que o normal naquela ocasião. E bem... dera certo. Meio sem jeito de saber se era isso começava a falar. – Se eu sou fraco... preciso aproveitar da minha calma? Enfurecendo os inimigos sempre o máximo possível? – Perguntava para ela ficando mais decidido a medida que ia falando. Ela parecia sorrir, mas comentava. – Mas será que é só isso? – A fala era a mesma do que pensara a pouco tempo, adoraria falar que estávamos em sintonia, mas essa Mona era falsa. Era somente eu falando comigo mesmo para tomar alguma atitude diferente deste passo em diante. Devo admitir que usar a imagem dela mostrava o tanto que eu sabia que isso me afetaria.

Havia deixado algo mais passar? O que esse sonho maluco estava tentando me comunicar além disso? Foi então que minha mente me respondeu de forma simples. Aquela imagem de Mona acabando com os piratas havia me atingido de forma pontual. Não combinava com ela que sempre me ensinara a proteger a vida. – Não devo perder a calma quando encontrar ele? – Perguntava novamente sem ser específico, ela sabia de quem estava falando. Tanto que ela sorriu ao ouvir aquilo.

Fake Mona indicava para que nos sentássemos no barranco e observássemos o mar. Foi então que raparei que o barco pirata havia simplesmente desaparecido e o ambiente já dava lugar para um pôr do sol apesar de até a poucos instantes estarmos no começo ou no meio do dia. Sendo guiado por ela acabei me sentando na beira do barranco e sentia a cabeça dela apoiada em meu ombro. – Não só ele. – Falou ela pela primeira vez de uma forma que realmente me lembrava Mona falando.

Deixei aquelas palavras aos poucos entrar em minha mente. Estava decepcionado comigo mesmo por ter sentido medo e provocado o homem mais que o normal? Pode ser isso, mas não me parecia ser a única coisa. Aquela raiva que sentira ao ver a imagem da bandeira martelava a minha mente. – Ainda bem que você foi atrás dos Números primeiro. – Comentava ela retirando a cabeça de meus ombros e colocando então a cabeça em minhas pernas, fazendo com que a olhasse de cima. – Você não pode deixar esse tipo de coisa ocorrer quando ver ele de verdade. Você sabe que eu não gostaria de ver isso. Igual você não gostou de ver.

A mensagem ali era clara e direta. Nunca mais perder a calma em batalha, o problema não era sentir o medo, era deixar ele dominar fazendo eu perder a calma mesmo que por um único instante. Quão surreal isso soava após só ter me encontrado com monstros? Já havia desmaiado tantas vezes na Grand Line que a cada dia só me sentia mais longe de Himeriko do que perto.

Preciso usar minha calma como uma arma e irritar meus inimigos sempre que possível. Não sei quão fácil seria aquilo numa batalha, mas era claro que era isso que eu queria falar comigo mesmo, pois ao pensar nessa hipótese me sentia em paz de espírito. Talvez fosse só o ambiente, com Mona olhando para o pôr do sol por um tempo encostada no meu colo.

Primeiro possível final do sonho

Tentaria abrir meus olhos aos poucos para entender o que estava acontecendo a minha volta. Se estivesse no hospital ou em algum ambiente hospitalar acabaria por sorrir. – Acabou tudo bem? – Perguntaria para ninguém em específico na vã chance de alguém me ouvir, precisava saber o que havia acontecido enquanto sonhava. Teria apagado por mais de um dia igual Amanda? Ou até por mais tempo?

No caso de ainda estar no campo de batalha, tentaria verificar com meus olhos quem me cercava. – O que está acontecendo? – Perguntaria, me indagando principalmente sobre como havia acordado, haviam tampado o sangramento para que eu não morresse? Estavam me doando sangue no meio da guerra para que eu acordasse? Para começar a responder minimamente essas perguntas tentaria mover meu braço para verificar se havia algo ligado neles, se não houvesse tentaria levar minha mão direita até o buraco que havia em meu corpo.

¹ - O [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] para gente que ela contou algumas coisas antes de perder a consciência.



Histórico:
 

Ficha para ajudar:
 

Inventário Atual:
 

Objetivos:
 

Gwen - Pet Normal:
 

Quem dera fosse npc acompanhante:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 6 EmptyDom 20 Set 2020, 22:27





Toda batalha tem seu desfecho, toda história também, não seria diferente aqui. Exatamente por isso que não importava o preço a ser pago, no fim sempre perdemos algo, então o preço é apenas uma metáfora. O inimigo estava mirando com a estranha, porém potente arma, um tolo, afinal balas não podiam acertar corretamente uma serpente. Saltava, cortava, e a história seguia.


A tempestade seguia o desfecho, e além dele um grande raio, o qual estremecia o ar, imediatamente puxando meu olhar e a mente, em curtos fragmentos de tempo ia tentando entender toda aquela sequência catastrófica. O armazém tinha ido ao chão, Amanda e um marinheiro próximo mortos, outros desmaiavam após o grito do tenente Esqueleto, o que era aquilo? Aquele poder? A respiração pesada ia descompassando aos poucos, conforme o sorriso aumentava um pouco mais.


"Ah sim.." Agora era possível entender, minha lâmina pingava sangue, sangue daquele que era o traidor, porém faltava a justiça, e essa era a hora dela. - Soldado. Dizia ao homem em luto, retirando a corrente da lâmina, e oferecendo uma das gêmeas à ele. - Use-a para honrar seu irmão. Esperava que ele realizasse tal ato, e depois de feito, se feito, andaria em direção de Amanda, fechando seus olhos, caso ele decide não se vingar, executaria o atirador e seguiria para Amanda a fim de fazer o mesmo.


- HOMENS AVANÇEM! Era as únicas palavras que saiam da boca do oficial, que seguindo sua própria ideia, avançava contra os adversários, acordados ou não, pouco importava, ia cortando todos como podia com um sorriso no rosto, deixando seu uniforme se tingir de vermelho, tal qual sua fama.


No fim, deixaria os braços pendurados, mas o estado de alerta ainda ativo, o frenesi da batalha fazia me memorar da minha natureza, podia interpretar o papel do oficial, todavia continuava como um assassino, um Kinder. Só me restava olhar em volta e esperar pelos comandos dos superiores que aparentemente continuavam vivos.







~ Histórico ~




Ganhos:  Chocopato
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"Pague o preço do seu karma e aceite-o."
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Vincent
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 6 EmptyOntem à(s) 02:51





O resultado de escolhas ruins com certeza é algo desastroso, eu mal tive chance contra o Okama que se esquivou de maneira irreal do meu ataque. Felizmente ele não resolveu continuar atacando para piorar a minha situação, apenas um chute bastou para me jogar fortemente contra a parede. É por isso que lutar em maior número era bem melhor já que o único que se daria mal seria o adversário e não eu. Acabava por apagar completamente por algum tempo e quando acordava o armazém havia se desfeito deixando apenas os escombros juntamente de uma grande nuvem de poeira.

A minha frente estava um fruto peculiar guardado por uma redoma de vidro e os outros por debaixo dos destroços. Por sorte, eu não havia sido atingida por nada do tipo e dessa vez, ser derrotada não fora uma coisa tão ruim. Mas, nesse momento sentia minha mente totalmente em um estado nebuloso de emoções e eu mal podia me mover por conta disso. Katherine buscava retomar o controle do corpo, porém no atual momento eu não poderia deixar isso acontecer devido a situação que nos encontrávamos. Essa idiota escolheu a pior hora para querer aparecer, talvez o melhor instante fosse o dia de são nunca.

Eu não sabia o que era a fruta e era curioso ela estar por ali, o que mais chamava a atenção era sua casca repleta de redemoinhos. Não se parecia com nada que já havia visto, será que essa era uma Akuma no mi? Claro que poderia ser qualquer outra fruta, mas só pelo fato de estar guardada numa redoma de vidro deveria ter alguma importância. Obviamente não faria nada com aquilo já que nem sabia o que era realmente, mas poderia sim manter comigo “E se for realmente uma Akuma no mi!?” questionou um tanto irritada “Não sei se as coisas mudariam, afinal isso pode trazer mais consequências ruins para nós” respondia um tanto incerta diante daquilo. Já havia visto os poderes de um usuário da fruta, mas será que não há algum efeito colateral? Não iria simplesmente comer isso sem ao menos saber os riscos.

Não estava entendendo como estava conseguindo visualizar com tamanha clareza as pessoas soterradas e não somente isso já que sabia tudo o que eles estavam sentindo. E era por isso que Katherine voltava a incomodar, ela claramente queria ir ajudar nossos aliados “Você não está sentindo as dores deles? Por que não foi ajudar ainda? Eles precisam de socorro” seu tom de voz era um misto de raiva e desespero. Aquela sensação era realmente agonizante, o que estava acontecendo nesse momento era algo horrível e se eu pudesse estaria bem longe disso tudo “E você quer que eu faça o que!?” estava inquieta para saber sua resposta. Katherine se calou por um instante “Essa fruta pode lhe dar o poder que você precisa para salvá-los!” ela parecia não ter noção alguma “Você nem sabe se é realmente uma Akuma no Mi! Já lhe disse que isso pode trazer mais consequências ruins! estava cada vez mais irritada com as idiotices dela.





~ Histórico ~



Ganhos: Biquini (Evento), Surra(?), Haki da Observação
Perdas: N/A.
Posts: 11
Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
Personalidade atual: Katherine  


Objetivos:
 



Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 


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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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Kekzy
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 6 EmptyOntem à(s) 19:11






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Sentia uma dor tão forte quanto o dia em que havia morrido. O suficiente para romper o meu estado mental Shigo e me trazer de volta ao mundo material; ao meu corpo de ossos. E, mesmo sem carne, sem órgãos, sentia a dor profunda de ser dilacerado. Nem aquela Akuma no Mi podia me poupar disso. E isso era bom; não queria me tornar insensível; me tornar indiferente à condição humana, pois mesmo daquela forma, era tão humano quanto qualquer outro. E era justamente essa sensibilidade que me fazia continuar lutando.


O vazio em minhas costelas, em minha boca e em meu braço eram supridos por aquele ardor. Uma ardência crescente que partia do centro de meu peito; crescendo, crescendo e crescendo. O que era esta sensação tão calorosa?! Mesmo desmembrado, a minha vontade era de continuar em frente. Algo me dizia que precisava continuar lutando. Como um leão, ansiava por rugir, por esvair todo aquele calor incontrolável que parecia queimar o interior de meus ossos.


A arma de Ishisaki havia se partido e seu estado parecia ruim. Toda a minha atenção se volta a ele, como não podia ser diferente diante de um inimigo tão poderoso! Por alguma razão, sentia que o momento era propício; a arma de um ferreiro era igual ao seu espírito, se ela quebrasse, era porque sua vontade não era suficiente! O que pensava Oota?! Avançaria em sua direção... mas, o que ele estava fazendo?! A Capitã Knockout...


ISHISAKI! - a Capitã estava em seus braços, com o sangue escorrendo pelo seu rosto... de quem era a culpa senão do homem que havia ocasionado tudo aquilo?! — Urrfh... veja o que o seu caminho trouxe! Era isso que queria?! Essa é justiça que você encontrou?! - clamaria, a uma distância média dele, de pé em cima dos escombros, com apenas uma das mãos segurando a foice, com o outro braço rachado. Andaria em sua direção, passo a passo pelos escombros, com a foice arrastando nos escombros, sem estar em posição de luta. Não sabia o que ele faria, mas podia ver em seus olhos aqueles resquícios de insanidade. A Capitã estava em seus braços; assim, eu não podia lutar, restava-me, então... — Ela sempre acreditou em você... urffh... que você voltaria para ela... cohf, cohf - frente a frente com Ishisaki, estenderia a mão lentamente, sem sinal algum de agressividade, tocando na face da Capitã e tirando os cabelos da frente de seu rosto, com a mão escorregando para sustentar a sua cabeça pêndula — E ainda acredita, não tenho dúvidas... - ergueria o olhar, sustentando-o nos do meu oponente, tão próximo a ele — Vamos parar isso por aqui. Precisamos tratar dos feridos o mais rápido possível. Ishisaki, você terá suas chances - tiraria a minha algema da cintura e mostraria para ele — Não que vá detê-lo, mas simbolicamente... - e, se permitisse, prenderia-o.


Se ele rejeitasse, a princípio, prosseguiria — Ambos temos culpa nisso... Se tivesse sido um bom amigo nada disso teria acontecido; se eu fosse mais forte, poderia ter evitado tudo isso! Mas não importa agora! Podemos salvá-la! Podemos salvar a sua amiga, a minha Tutora e superior! Se você ainda tem alguma consideração pela Capitã, dê esta luta por acabada... essa jornada já foi longe o bastante, Ishisaki... ambos queremos um mundo diferente... e não será a marinha que fará isso, nem você se rebelando contra a marinha, mas as pessoas como a Capitã, e aqueles que herdarem sua vontade. Diga-me, Oota, há alguém que você deseja proteger?! Algum corrupto que você deseja derrubar?! Eu assumirei todos os fardos! Compartilhe comigo, senão com a Capitã, o que você tanto teme! Erradicaremos seus medos deste planeta! Mas você não pode continuar neste caminho devastador! Selemos esse passado obscuro de uma vez por todas... e criemos um novo amanhã; assista... e, se eu não atender às suas expectativas, se rebele, novamente, mas até lá... - estenderia o braço novamente para pegar a Capitã, deixando a foice cair no chão e prendendo Ishisaki, em uma última esperança de dar por acabado aquele combate.


E, se eu não conseguisse inserir uma dose de sanidade nele, restaríamos a luta... — Idiota! Urfh, urfh, a vida da Capitã, sua amiga, de seus companheiros, está em risco! Você é novo, possui muito a viver, não jogue tudo fora apenas por este momento! Reconsidere! Se entregue e salvemos todos! - avançaria em sua direção, ofegante e de mãos vazias e com o espírito queimando novamente. Não lutaria armado contra um homem desarmado, mesmo que fosse o Ishisaki! Ainda que fosse forte, ele era um lanceiro e não um boxeador — São essas mãos que vão transformar o mundo, hoje, urhf, a começar por você! - daria um violento soco direto, com o braço esquerdo, contra o seu rosto — Por quê?! Não há mais nada a esconder neste momento! - se ele não se defendesse, por não soltar a Capitã, pararia o golpe em frente ao seu rosto; se ele se defendesse, iria com tudo — Ishisaki... independentemente qual o caminho certo entre nós... a escolha certa, neste único momento... cohf, cohf, você sabe qual é! - faria um último apelo.







¹ Os urfh, urfh, são pra representar a dificuldade em respirar.




Informações Importantes:

Dano [Mestre]
Acerto [Especialista]
Esquiva [Especialista]
Soru [Hábil] - 10 usos por post.
Eisen Dial - 1/3 usos.
Impact Dial - 1/1 usos.
Foice dos Gêmeos Vazios: Pode crescer até 1 (um) metro de cada lado, devido a ser uma haste deslizante dentro de uma haste fixa.
Braço direito dormente (2/3 posts), 6º costela direita raspada, 7º à 11º costelas direitas quebradas, dificuldade em respirar (vai saber pq), dois dentes molares quebrados e dor intensa.

SP: 001/171









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~ Histórico ~






Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 11
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Justiça Dupla

Ganhos: Boia de Cavalo Marinho (Evento); Shortinho de Estrelas do Mar (Evento); Haki do Armamento; Haki do Rei.
Perdas:

NPC's:
Players
Extras: Utopia (30/30)
Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.












Objetivos


Spoiler:
 


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