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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [LB] O Florescer de Utopia III

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MensagemAssunto: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 3 EmptySex 03 Jul 2020, 00:58

Relembrando a primeira mensagem :

[LB] O Florescer de Utopia III

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Karyo Shen, Calros Lazo, Laith Kinder e Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Vincent
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 3 EmptySex 24 Jul 2020, 22:50





Helena demonstrou surpresa ao me ver aparecer diante dos tenentes e eu apenas sorriria nesse momento ao olhar para ela por alguns instantes. Precisava desse ato mais ousado para conseguir o que queria e o Comodoro acabava por aceitar sem nem contestar - Pode deixar, irei mostrar todo o meu potencial! diria empolgada passando a fitar o Tenente Shen. Com isso, nós podíamos entrar no armazém que era um local verdadeiramente grande e lá estavam nossos inimigos nos esperando, o tal ishisaki estava no centro.

Não demorou muito para que eu encontrasse 2 rostos conhecidos, o primeiro era o do fanático religioso que havia encontrado no Farol. Ele havia fugido do campo de batalha em nosso encontro e eu teria coisas a resolver consigo também, todavia o homem estava aos pés do líder coberto de sangue. Não iria chutar um cachorro morto, talvez ele já tivesse levado tudo o que merecia por parte de seus companheiros, ainda assim me manteria atenta em suas movimentações. E lá estava Alexander me olhando com um sorriso no rosto zombando de mim por estar do lado dos marinheiros, mas ele não tinha moral alguma para querer fazer isso e eu apenas relevaria se ele me chamasse de hipócrita já que não tinha realmente largado os revolucionários.  

Evitaria ser imprudente como a tenente Erza, pelo menos a primeiro momento apenas optaria pelo diálogo com Alexander. Eu estava profundamente irritada com suas atitudes, mas procuraria me controlar para ouvir o que ele poderia ter a dizer. Nossos inimigos também estavam em maior número, por isso se tomasse alguma decisão errada agora poderia acabar por influenciar diretamente no resultado final do embate. Assim, poderia começar a falar com Alexander - Nos encontramos novamente traidor, dessa vez não vou te deixar escapar das minhas mãos diria inicialmente - Posso saber por que você está fazendo essa cara ao olhar para mim? o questionaria.

Tinha certeza que ele apontaria a minha ‘suposta’ traição, mas queria ouvir tais palavras vindas da sua boca e buscava saber também de que forma ele falaria. E quando ele terminasse de falar já teria algo para dizer novamente - E o que você tem de moral para falar sobre isso? Não feri ninguém e tampouco entreguei meus companheiros para que me libertassem não devia explicações a ele, mas deixaria clara a diferença entre nós dois - Estamos situações diferentes, então não tente nos comparar como se eu pertencesse a mesma laia que vocês e esse outros piratas falaria por fim, com certo desdém no meu tom de voz. Essa provavelmente seria a nossa última conversa antes da luta final e u faria questão de expressar em palavras o que sentia - Alexander, você traiu a mim e meus companheiros, matou pessoas inocentes que nada de ruim haviam feito diria inicialmente - Hoje você irá pagar por esse erro cometido meu tom certamente era raivoso nesse momento.





~ Histórico ~



Ganhos: Biquini (Evento)
Perdas: N/A.
Posts: 4
Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
Personalidade atual: Katherine  


Objetivos:
 



Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 3 EmptySeg 27 Jul 2020, 00:06



[LB] O Florescer de Utopia III — 004

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Apesar de um certo atraso, comparado com o Comodoro, o tenente Laith Kinder atraiu a atenção e a subordinação daqueles ao redor. Após explicar sua estratégia e dar a ordem, os grupos se formaram e partiram para suas designadas posições. Sargento Lazo ficou responsável pelo primeiro setor; Sargento Hyoudou, um homem alto, ruivo e sério, ficou responsável pelo segundo setor; Amanda ficou responsável pelo terceiro setor; e Sargento Oak, um careca tatuado extremamente musculoso, ficou responsável pelo quarto e último setor.

Amanda, bem humorada, esticou a mão para o sargento Lazo enquanto se afastava do mesmo, dizendo de forma dramática: — Nã~o! — Não demorou para eles se encontrarem em zonas opostas. Calros ainda estava com Kyo, Ykeh e Susan e logo mais um soldado vinha e se juntava ao seu grupo. — Soldado Yagi se apresentando, senhor! — O jovem era loiro, de cabelos espetados, e possuía em sua cintura uma longa espada.

Após os grupos se dividirem em suas zonas, Calros aproveitava para conhecer melhor os sargentos que comandaria brevemente. O primeiro a se apresentar era um homem com um estilo bem peculiar para um marinheiro, já que lembrava muito mais um baderneiro do que um homem da lei. — Yo! Sou Robertinho da Silva! Tá olhando o quê?! — Ralhou com um soldado ao seu lado, que o encarou por mais do que alguns segundos. Do outro lado, havia um sargento que parecia pôr seu visual acima de tudo. Após ajustar seus óculos, deixando que o brilho do sol se refletisse no mesmo, disse com uma voz incrivelmente bem articulada: — Prazer, Sargento Lazo. Meu nome é Yamamoto Tsukasa, mas pode me chamar de Yama. Será um prazer trabalhar com você.

Logo a seguir foi a vez de uma bela mulher se apresentar. Seus cabelos grandes e ruivos mais uma, oh god why pareciam desleixados a princípio, mas apenas acentuavam a beleza exótica dela ao se aliarem aos seus olhos grandes e de mesma cor. — Pode me chamar de Jane Grey! — Por fim, um homem extremamente pálido se aproximava. Suas vestes brancas, seus cabelos brancos e sua pele branca se contrastavam com o cenário, quase como se fosse um desenho numa folha de papel disposta por ali. — Sargento Liebert, senhor! — E, com isso, as apresentações tinham seu fim.

Calros continuava falando, obviamente, comentando sobre o grupo vilanesco que enfrentavam e sobre possíveis táticas. Ao mencionar a segunda hipótese de ataque, muitos dos presentes olhavam para trás, como se para confirmar se já não havia centenas de inimigos a suas costas. O que não havia, claramente. Mas, apesar de buscar uma reação diferente no meio dos soldados, quem reagia de uma forma incomum era o Sargento Yama, estalando a língua em reprovação e desviando os olhos do sargento Lazo.

Por fim, Calros voltava a sua atenção para o seu próprio grupo. Era óbvio o estilo de combate de boa parte dos membros: Ykeh sendo um lanceiro com sua grande e estranha lança; Susan era uma atiradora, portando um rifle; o novo integrante, Soldado Yagi, possuía uma longa espada, sendo, portanto, um espadachim. Mas quando olhava para Kyo… — Como eu luto? — A jovem dava de ombros, como se fosse algo completamente sem importância. — Como precisar! — Informava, mais uma vez dando a impressão que era algo óbvio. E, para confirmar o que dizia, dava dois socos no ar, seguido de um chute e, apontando seus dedos na direção do armazém, fingia disparar duas vezes.

Enquanto isso, Laith se aproximava da sargento Amanda, buscando puxar papo até mesmo naquele momento. — Olá, tenente! Obrigado, se precisar o chamarei sim! — Afirmou com um sorriso no rosto. — Mas, se me permite, gostaria de saber como faremos se eles decidirem fugir todos por uma única zona. — Apontando para o armazém, deixou bem claro a quem se referia por eles. — Digo, devemos sair da nossa zona para dar suporte ou dev-Que é isso? — A mulher olhava por sobre o ombro do tenente e, quando este fizesse o mesmo, veria algo vindo rapidamente em sua direção!

Esse algo era, na verdade, um animal, muito similar a um pato, mas com uma velocidade de trote similar a um cavalo, se não maior! Aquele ser esquisito atraiu a atenção dos soldados ao redor e alguns até mesmo puxaram suas armas. Seria um ataque? Mas o animal parou a poucos centímetros do tenente e, com um Quack! abafado, esticou seu focinho para Laith, dando-o uma folha. Nela havia escrito: "Espero que lhe seja útil!" A carta não estava assinada. Amanda usou o tempo que Laith lia a folha para se aproximar do animal, acariciando-o. — Own, que fofinho!

- x -

Ao passo que fora do galpão as coisas estavam mais tranquilas, lá dentro o clima esquentava. Karyo era o primeiro a fazer sua, ou melhor, suas perguntas. Ishisaki continuava com um sorriso no rosto e logo levantou sua mão, mostrando seu indicador e dedo médio para o akumado. — Você me fez duas perguntas, mas já que a primeira é meio óbvia… Sim, somos o grupo conhecido como Os Números. Oito, dez, dois, zero... — Disse, apontando respectivamente para o atiradores (ver spoilers), para o homem desmaiado aos seus pés e para si próprio. — Os demais tiveram alguns contratempos... — Sua voz possuía um tom triste e, lembrando-se das informações compartilhadas por Lazo e Katherine, seria deduzível que os demais haviam sido presos ou mortos. Ishi não comentava sobre os outros presentes. — Sobre a difamação… Sim, somos responsáveis por isso e muito mais.

O que houve com você? — A voz de Katt era um misto de angústia e tristeza. A amizade deles deveria ter sido deveras forte no passado para a fazer se sentir assim. Ishi também soava perturbado ao responder. — Eu percebi que o mundo precisa mudar drasticamente e, a única forma de fazer isso é com medidas igualmente drásticas. — Helena foi a próxima. — Se vocês quatro fazem parte dos Números, quem são os outros? — Ishi começou apontando para os dois ao seu lado. — Esses dois são meus amigos e companheiros de longa data. Os outros são aliados que surgiram com o decorrer da nossa missão.

Todos faziam suas perguntas, mas o Comodoro resolvia tentar a outra opção: — Quero sua arma! — Dizia, simplesmente. Os dois atrás do Número 0 se mexiam impacientemente, mas Ishi pegava a lança que estava atrás de si e a jogava na direção do marinheiro. — Bem jogado... — Jackson agarrava a lança ainda no ar e a partia em dois, jogando cada pedaço para um lado. O Okama não parecia nem um pouco feliz com a atitude do comodoro.

Katherine, por sua vez, dirigia a sua pergunta para seu ex-companheiro, Alexander. — Ora, para quem não parava de falar sobre a sua justiça abandonar os revolucionários e se unir aos seus inimigos em poucos dias… HAHAHA! — Katherine tentava rebater, ao passo que o gatuno contra-atacava suas palavras: — Eu não mudei de lado, eu apenas fingi estar ao seu lado enquanto isso foi proveitoso para mim. Apenas aceite que você é tão traiçoeira quanto eu!

Os dois lados sentiam que aquele momento estava chegando ao fim e se preparavam para o combate que se seguiria. Mas, díspar dos demais, Gunter se adiantava, até mesmo em relação do Comodoro, e dizia: — Eu ainda não fiz a minha pergunta! — Sua voz ecoou por todo o recinto e todos esperaram, com Ishi fazendo um gesto para que ele prosseguisse. Após passar a língua pelos lábios, o franzino atirador indagou: — Você, ou alguém aqui, é o responsável por… por brincar com as mentes dos nossos aliados? — O sorriso do Número 0 se alargava enquanto ele levantava a sua mão novamente, deixando apenas o indicador esticado enquanto gesticulava negativamente.

Ok, chega disso! Hora dos fortes brincarem! — O Okama pisava no chão com força e uma onda parecia fluir a partir dele, atingindo todos as redor, aliados e inimigos! Com exceção de Jackson e Knockout, todos os marines sentiram suas tripas revirarem em seus estômagos, até mesmo Karyo, apesar de tudo. Abalados, ouviriam seus superiores comentar: — H-Haki do Rei?!Desgraçado! Quem é você?

O outro lado parecia igualmente abalado, com boa parte do grupo suando frio ou demonstrando algum tipo de incômodo. Ishisaki, o Okama e o garoto espadachim eram os únicos que não demonstravam nenhum sinal do tipo. — FUFUFUYAHAHAHA! NENHUM caiu! — Gritou, movendo as pernas numa forma cômica, demonstrando toda a sua excitação. — Isso será divertido!

Legendas:
  • Comodoro Hall Jackson
  • Capitã Katt Knockout
  • Tenente Helena Aakre
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza Scarlet
  • Sargento Amanda
  • Soldado Kyo Chiba
  • Marine
  • Okama
  • Ishisaki Oota
  • Alexander


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Calros Lazo:
 
Histórico:
 

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No Armazém:
 

Com Lazo e Kinder:
 

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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 3 EmptyTer 28 Jul 2020, 03:05





Posts em Utopia - 70
Amanda tinha aparentemente um ótimo senso de humor, adorei ver o drama que ela fez brincando enquanto saía. Um pouco de descontração naquele clima que para mim era pesado. Nos momentos seguintes acabava sabendo os nomes dos sargentos que estavam comigo e dava um discurso que gerava somente um resultado. Já era algo, mas talvez esperasse algo mais.

Agora estava um pouco perdido no que fazer. Ainda acho loucura a atitude do comodoro de trazer tantos para cá principalmente sabendo do poder do inimigo. Mas ao mesmo tempo Hall não nos levara para a luta real lá dentro... que imagino que esteja ocorrendo, seria estranho imaginar eles simplesmente falando oi e não fazendo mais nada. Então no geral essa atitude parecia bastante sensata, porque sinceramente, que chance eu e os outros tínhamos?

Olharia para aquele povo a minha volta, que estavam sob a minha responsabilidade. Ok... ele deixou uma centena de pessoas sob o comando de um único tenente que por isso acabou sendo obrigado a deixar dezenas de pessoas a comando de um único sargento... Mas não posso só ver o lado negativo. Afinal, era perigoso lá dentro.

Tirando a luta contra o tenente careca ontem, meu histórico com lutas na Grand Line é simplesmente negativo. Ontem não só eu estava com ajuda, como o careca estava muito mais focado no tenente Günter do que em mim. Rebobinando mais não só desmaiara na última luta realmente perigosa que tive, como a própria Katherine me desmaiara também em um só golpe em Aracne. Então ela ir lá para dentro realmente parecia algo mais normal.

Aquilo me aliviava um pouco. Todos que entraram eram mais fortes do que eu. Mesmo Katherine sendo uma mero soldada agora. Afinal ela estava bem em Aracne que no geral fora absurdamente perigosa. Além do desmaio houve a batalha no dirigível que Alexander salvara a minha vida. E não podia esquecer que fora até envenenado ao aportar na ilha, apesar de aquela luta ter sido bem menor porque eu estava tentando recrutar quem havia me envenenado. Esse retrospecto acabava me equilibrando mentalmente quanto ao que achava do comodoro no momento. Ele não era tão maluco quanto aparentara. Talvez ele conseguisse sentir a força das pessoas a sua volta e por isso somente aquele grupo fora lá para dentro. Era difícil determinar quão forte o tenente Kinder estava após todo o sangue que perdera no dia anterior, então tudo parecia se encaixar. Nós somos meramente uma medida de emergência, afinal, o inimigo era absurdamente poderoso.

Com tudo aquilo em mente. A única coisa que poderia fazer era esperar e tentar ajudar como pudesse ali do lado de fora. Para isso não havia muita coisa que eu podia fazer, já que o tenente Laith que estava no comando e ele que dava as ordens. Minha única alternativa além de esperar era realizar um pouco de investigação básica entre os meus só para me certificar que não haveria nenhum outro traidor. Afinal... a única que podia realmente confiar era Kyo. Que... bem parecia não saber lutar.

Não que a resposta da criança fosse ruim, mas é que pareceu muito genérica. – Ok... eu também consigo socar, chutar, atirar. Eu quero saber se tem algo que você faz excepcionalmente bem em comparação com as demais. – Falava quase que num sermão, como que alguém assim passara no teste de luta da marinha? Ou será que só ignoraram isso por ser uma criança? Parecia ainda pior essa alternativa.

Caso ela acabasse comentando que não havia nada que ela fosse melhor, complementaria. – Ok. Eu, Yagi e Ykeh na linha de frente, você na intermediária já que pode fazer tudo e Susan atrás. – Falava a formação que seguiríamos. – Como sou o responsável pelo setor provavelmente seremos um grupo que irá agir quando a situação estiver realmente ruim, mas até lá creio que seja melhor tentarmos nos manter em ordem para possíveis ordens serem repassadas. – Não conseguia realmente me imaginar fazendo aquilo. Provavelmente tentaria salvar o primeiro soldado em perigo que aparecesse, mas era bom tentar manter isso em mente.

Por isso, perguntaria para o meu grupo próximo. – Algum de vocês conhece o sargento Yama? Ele não pareceu gostar do que falei. – Adicionaria o comentário no final para não surgir com suspeitas pesadas. – Sabem se algum dos três que foram controlados ontem eram amigos dele? – Falava assim para não deixar clara a minha suspeita quanto ao sargento. Porque sinceramente nem sei quanto deveria suspeitar de alguém que simplesmente não gostara do que eu falei. Isso era quase uma constante na minha vida, não sabia discursar direito, ninguém ali achou o que eu falei incrível ou qualquer coisa do tipo. Só manteria meus olhos abertos.

Então, esperaria. Algum sinal de algum soldado ou sargento. Algum grito. Alguma ordem. Enquanto isso manteria meu olhar bastante inquieto, indo da construção para ver se alguém estaria saindo do local, depois indo para o povo atrás de mim, claro que para Yama principalmente, mas tentaria me manter discreto, olhando ocasionalmente para o fundo, fora do segundo círculo, para ver se havia algum civil ou civis estavam tentando entender o que ocorria por ali, ou qualquer outra coisa anormal.




Histórico:
 

Ficha para ajudar:
 

Inventário Atual:
 

Objetivos:
 

Gwen - Pet Normal:
 

Quem dera fosse npc acompanhante:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 3 EmptyQua 29 Jul 2020, 15:48





O resultado tinha até sido melhor do que o esperado, talvez por medo de desobedecerem a estrutura militar, ou talvez por, de fato, minhas habilidades na liderança, os marinheiros do lado de fora tinham entendido bem a mensagem. Os olhos passavam por um momento por todos aqueles soldados, seria o suficiente? Jackson e os outros já deveriam estar a par de alguma coisa que eles, lá dentro, já sabiam e nós do lado de fora ou não. "Deveria ter falado para eles deixarem algum den den mushi ligado, assim poderíamos ouvir as informações, estamos totalmente no escuro aqui. De toda forma, eu estou no pior dos casos, se fugir acabo sendo preso, se falhar também saio prejudicado, só existe uma opção viável, tentar usar a vida deles como uma bateria anti-fuga, afinal devemos estar cheio de traidores. "


Acabava por chegar perto de Amanda e ouvia a mesma falar, mostrando um sorriso falso de simpatia, ainda que ela fosse muito linda, imaginava que ela era a mais misteriosa do grupo todo, desconhecia informações sobre ela, somente que tinha alguma ligação com o tenente esqueleto. - Bom, nesse caso ir-. Então, algo chamava a minha atenção, assim como a da sargento, olhava de soslaio acima do ombro e uma tênue, embaçada, movimentação era percebida, algo se aproximando. Os soldados levavam o punhos as armas e me preparava ao mesmo. Inimigos? A aparição tinha sido mais rápido do que o esperado. Mas, quando me virava, as madeixas ruivas contrastavam no campo de visão com o amarelo daquele ser que se aproximava. - Um pato? Era a única coisa que saia da boca até que o pequeno(ou não) chegava próximo de mim carregando um pequeno objeto.


Uma carta, sem destinatário, se já não bastasse todo o mistério envolvendo os Números e a propaganda agora tinha mais um: Um pato extraviado. A sobrancelha levantada, marcando dúvida, escapava do meu controle das feições e não conseguia pensar em algo além daquilo, de onde ele viera? Uma armadilha? Um presente falso? Tinha se perdido? Os olhos elevavam-se até a altura da criatura, que agora tinha ao seu lado a sargento Amanda, a qual aparentemente tinha uma pequena queda por animais. "Bem, pelo menos ele vai ter alguma função útil." - Você tinha perguntado sobre o que faremos no caso de uma fuga em massa e em um único setor. Falava enquanto com uma das mãos guardava a carta no bolso do uniforme, aproximando-me do animal. Inicialmente, a mão ia para perto do bico dele, esperando que se acostumasse um pouco, depois, se permitido, pelas penas. - Nesse caso, os times da segunda bateria irão se concentrar e formar uma barreira, a final. O meu amigo aqui vai nos ajudar com isso, é a nossa pequena cavalaria. Não é mesmo amigo? Dizia com um tom um pouco intimidador no final olhando para os olhos do pato, esperando que ele entendesse que não havia espaço para brincadeira ali, mesmo que tivesse o conhecido a pouco tempo.


Novamente varria com o olhar todos os soldados, pareciam em posição, incluindo o sargento Aranha, ele parecia estar com um bom controle da situação, e agora bastava esperar o resultado do plano.


Então, se houvesse uma fuga de dentro do armazém primeiro a situação seria analisada dentro dos poucos segundos, se os inimigos tivessem fugindo por setores diferentes, as ordens seriam para aproximar os setores adjacentes. - PRIMEIRA BATERIA! ATAQUEM PELA RETAGUARDA! SEGUNDA BATERIA! MANTENHAM!. Com isso esperaria que os soldados da primeira frente pudessem agir em instancia imediata cercando o inimigo pela frente e atrás e caso outros escapassem, a segunda frente poderia segurá-los por algum tempo. - TIME ESPECIAL! REÚNAM-SE COMIGO! A ideia era que aquele time extra se reunisse agora para que pudêssemos avançar como uma tropa especial. Tentaria, a princípio, subir no pato, a fim de montá-lo. Mas se o mesmo fosse arisco a isso, então seguraria sua correira e a oferecia a Amanda, para que a mesma ficasse com ele por enquanto. Destarte, empunharia minhas lâminas e começaria a correr em direção do inimigo. - Metade de vocês sigam até os sargentos que não estão em combate e informem-os da situação, a outra metade comigo! As ordens tinham uma lógica, o time ao meu lado não era ofensivo, mas sim comunicativo. Assim, chegando na cena de combate, imediatamente seguraria minhas armas empunhando-as e a princípio buscaria esquivar de ataques advindos do inimigo, com rolamentos ou acrobacias áreas, buscando entender o tempo dos golpes dele em primeiro lugar.


Entretanto, caso o cenário de Amanda tivesse se concretizado, ou seja, os inimigos seguindo por um único setor, logo as ordens seriam imediatas: - O GRUPO ESPECIAL, VENHAM COMIGO! SOLDADOS, RESISTAM! Amanda, você deve ir com o Lazo e formarem um front, afunilaremos os inimigos, tentaremos os deter aqui para ganhar tempo para quem estiver dentro do Armazém, se tiverem sobrevivido. Esperaria os soldados especiais chegarem e rapidamente seguiria. - Dividam-se e informem os sargentos, iremos formar um afunilamento contra os inimigos, o setor mais distante deve se espalhar e formar uma nova barreira, os outros devem tentar ir na retaguarda do inimigo e o afunilar em direção da sargento Amanda e sargento Lazo. MARCHEM! Após falar isso, tentaria subir no pato, se ele deixasse, e caso contrário, partiria correndo em direção do inimigo, sacando sua arma e a empunhando, a principio não atacaria, mas ameaçaria, usando um passo falso largo em direção dos inimigos e no segundo instante recuando com uma cambalhota para trás, a fim de recuar de algum golpe ou projétil.


O pior cenário, entretanto, era o caso do poder inimigo ser ativado ali e algum dos soldados da bateria ser contaminado com o ódio, assim atacando os marinheiros e desestabilizando as baterias, nesse caso, felizmente, o comando seria claro. - NEUTRALIZEM OS DESERTORES! SARGENTOS CONTROLEM SUAS BATERIAS! PODEM USAR TODA A FORÇA PARA RESTAURAR A ORDEM! A princípio não buscaria os desertores, mas sim ficaria de olho no armazém para ver se algum inimigo aproveitaria a deixa para fugir, e nesse caso, eu mesmo partiria em direção do adversário, dessa vez ao invés de esperar logo me prepararia para usar uma técnica. Caso o oponente atacasse primeiro, usaria a técnica Presas Duplas, de modo contrário usaria o primeiro movimento: Grito. Se no meio das técnicas notasse que o oponente, de algum modo, conseguisse lhe acertar, pararia a execução dos movimentos e rapidamente jogaria o corpo para trás com alguma acrobacia a fim de fugir dos golpes e retomar uma posição de defesa, buscando memorar e gravar o tempo de ataque inimigo. Ainda assim, se não fosse possível fugir por uma acrobacia, seria obrigado a usar o Kami-e, mesmo que não quisesse mostrar ao inimigo meu trunfo.







~ Histórico ~




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~ Legenda ~


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Mini-ficha:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 3 EmptySex 31 Jul 2020, 14:17







Então esta era a derradeira batalha! Tudo convergia para este lugar, ambas as missões que nos haviam sido passadas. Podia-se dizer que era como matar dois coelhos em uma só cajadada, mas a bem de verdade, sequer ousava falar algo assim. Primeiro, tínhamos que superar este desafio e, após sentir os meus ossos estremecerem, sabia que não seria nada fácil. "O que foi isso!?" - pisei fundo no chão, sustentando-me com força para não ceder àquela pressão que caia sobre mim. O sentimento era esmagador; por um momento, sentia-me como uma lebre encarando um tigre, e este havia acabado de rosnar para mim.


Ainda assim, não me intimidaria! Havia chegado até aqui quebrando a lógica, sacrificando tudo que tinha, servindo ao meu propósito com todo o meu Espírito! Como poderia recuar em um momento como esse? Estava sob o juramento de minha vida e não só de apenas uma promessa, mas de várias! Daria o troco pelo que Ishisaki fez com Amanda e Gunter, além de trazê-lo de volta ao juízo correto para minimizar as dores da Capitã Knockout — Medidas drásticas?! - bradaria — Você não passa de um covarde que se escondeu da responsabilidade que estava sobre os seus ombros! Você temeu o fardo que carregava e escolheu o caminho fácil! Isso não é uma medida drástica. Nós lutamos todos os dias, contra os piratas e contra os corruptos, isso sim é uma medida drástica! Dedicar e estar disposto a sacrificar a vida para fazer o certo, pelo caminho certo, tendo que cuidar de todos ao seu lado, sem deixar-se se corromper! Não há mais nada drástico que isso e não aceitar este fardo... é a escolha dos COVARDES! - apontaria a minha foice para o homem, puxando-a de volta para mim, chamando-o para a trocação franca.


Apesar de tudo, sabia que não era oponente para Ishisaki. O seu subordinado, o estranho Okama, já parecia forte além da conta, capaz de fazer o meu corpo todo estremecer. Que tipo de habilidade era aquela?! A Capitã Katt havia sussurrado algo... Haki do Rei?! Não sabia o que era isso, mas a Grand Line realmente era um palco de monstros! — Comodoro, se não vai me deixar lutar contra o Ishisaki por um tempo agora, ao menos me deixe ao final! - diria. Tudo que eu mais queria no momento era sair no soco com o desgraçado. Não lutaria com ele em condições desiguais, desarmado, mas sim como havia feito com Gunter ao voltar à vida!¹ Não existia outra forma de fazer outra pessoa entender seus sentimentos e ambições senão da forma mais pura e sincera possível.


Mas haviam tantas coisas estranhas acontecendo! A atitude repentina de Gunter havia me abalado; ou melhor, a resposta de Ishisaki. Como não era um deles que estava perturbando a sanidade de nossos companheiros?! Havia um terceiro envolvido?! — Ishisaki! Se ainda resta um pouco de honra e você é um quarto do homem que a Capitã Katt me disse que um dia foi, prometa que irá revelar quem está por trás disso. E mais, que não irá ferir nenhum marinheiro que não ofereça resistência - tentava — Tenente Erza, creio que você ainda tem um pedido - diria, caso ela negasse. Não pretendia perder, mas sentia que não seria nada fácil e tudo podia acontecer. Na pior das hipóteses, pretendia, ao menos, garantir que a vida dos soldados não seria perdida... e do pequeno Ryo.


De toda sorte, estaria pronto para a batalha! Provavelmente o Ishisaki seria do Comodoro, enquanto o Okama da Capitã Katt, ou ao contrário... Neste caso, colocaria os meus olhos sobre a mulher com o montante. Não sabia como a luta iria se desenrolar, mas a Tenente Erza era uma espadachim e o garoto do outro lado já parecia estar inclinado a lutar com ela. Gunter, por sua vez, seria ideal para cuidar do atirador. Restava-me a mulher do montante, então — Vamos começar com isso! - exclamaria, esperando o momento em que todos nós avançássemos contra os inimigos, com a Foice dos Gêmeos Vazios em mãos.







¹ Eu e Gunter, apesar de melhores amigos, saímos na porrada por ele duvidar que eu havia "renascido" e eu tive que provar a ele que era eu por meio da porrada. É aquela paradinha do Luffy de trocar socos e descobrir quem a pessoa é de verdade.






~ Histórico ~




Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 05
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Boia de Cavalo Marinho (Evento); Shortinho de Estrelas do Mar (Evento).
Perdas:

NPC's:
Players
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 0/3 - Recarga - 0/5); Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.







Objetivos



Spoiler:
 


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 3 EmptySab 01 Ago 2020, 23:04





Ishisaki era também quem estava por trás dos números, com isso todo o mistério a respeito de quem era o líder dos piratas se encerrava por aqui. Mas, no momento estaria mais concentrada no albino a minha frente que insistia em comparar com ele - Não aceito uma coisa dessas, você é o único traiçoeiro entre nós dois eu estava irritada ainda - Nós iremos resolver isso de uma vez agora, procure não fugir okay? o provocaria assim que terminasse de falar.

Após isso uma coisa curiosa acontecia naquele recinto, o primeiro homem que havíamos encontrado pisava no chão e enviava uma espécie de onda em nossa direção. Isso provocava uma sensação estranha dentro de mim parecia que meu estômago estava sendo revirado “O que é isso?" me questionava nesse momento. A capitã e o comodoro pareciam saber o que o pirata havia feito, demonstrando surpresa diante de tal manifestação de poder. Aparentemente a intenção dele nos desestabilizar e testar nossa força já que ele parecia estar feliz por ninguém ali ter ido ao chão, tendo uma reação no mínimo excêntrica. Balançaria a minha cabeça rapidamente para espantar toda a sensação estranha que estava sentindo no momento e logo olharia para Alexander novamente - Não ficou com medo do seu amiguinho né? o provocaria com um sorriso irônico no rosto.  

O embate estava próximo de seu início, contudo não faria nenhuma movimentação inicialmente apenas observaria o que nossos oponentes fariam. Caso ninguém fizesse nada, eu acabaria por tomar a iniciativa nisso tudo - Eu faço as honras então daria com os ombros “Ser a primeira a fazer algo nem sempre é bom sabia? Por que você sempre tem que se arriscar assim?” questionou “Assim eu posso tentar conseguir tomar o controle da situação" responderia. Mas, não sairia correndo na direção dos nossos inimigos a primeiro momento, andaria tranquilamente até uma das cadeiras que estavam ali esperando por uma reação ofensiva de Alexander.  

A intenção era realmente ficar desprotegida para forçar algo da parte do albino, buscaria visualizar qual o tipo de arma que estava com ele. Dá última vez eram as shurikens, mas ele também podia estar com alguma lâmina em caso de uma aproximação minha e por esse motivo procurava estar preparada. Caso o albino resolvesse arremessar suas estrelas em minha direção e eu estivesse próxima da cadeira, aproveitaria para fazer o mesmo com o assento no intuito de “bloquear” o ataque. Se não estivesse perto da cadeira eu procuraria então movimentar meu corpo para a lateral, a direção não era tão importante já que não faria tanta diferença, mas a preferência sempre seria o lado esquerdo.  

Continuaria avançando se não tentassem me impedir em algum momento e novamente pegaria a cadeira que estivesse mais próxima, dessa vez a utilizaria de outra forma. Quando estivesse a uma distância considerável, algo em torno de 10 metros, utilizaria toda a minha força para a jogar na direção de Alexander mais uma vez. Não queria acertá-lo, mas sim tirar pelo menos um pouco da sua atenção sobre mim para que então eu acelerasse a minha movimentação. Queria ocultar o lado que atacaria com isso já que poderia fazer isso somente com a perna direita uma distração sempre era bem-vinda. Começaria a correr na direção dele praticamente logo após jogar a cadeira para não acabar perdendo tempo e consequentemente estragando a minha ideia.  

Estando em uma distância próxima do albino realizaria um salto para dar um chute voador nele, visando atingir alguma parte do tronco procurando desestabilizá-lo a primeiro momento. Acertando ou não prosseguiria a minha investida quando pisasse no chão novamente, apoiaria minha perna esquerda no chão a utilizando como ponto de equilíbrio. Inclinaria o corpo parcialmente em seguida para um chute lateral na lateral da cabeça do meu oponente, especificamente nas têmporas.  Não daria tempo para uma possível reação dele entre os meus ataques e por isso pularia para um chute na região de seu plexo solar num golpe direto. Se ele acabasse por cair nessa sequência eu estaria com certo sorriso no rosto - Levanta, você vai apanhar mais um pouco o provocaria mais um pouco.

Se por algum motivo acabasse por falhar em minha sequência já teria de estar pronta para me defender de seus ataques que com certeza viriam. Caso ele não estivesse com uma lâmina eu procuraria antecipar sua movimentação com a shuriken, chutando a sua mão antes que ele conseguisse arremessá-las. Se ele realmente tivesse alguma lâmina consigo, eu então recuaria alguns passos para trás e esperaria um avanço contra mim, assim poderia tentar uma rasteira para levá-lo ao chão e caso o albino pulasse ergueria minha perna para tornar a queda maior. Caso algum deles tentasse antecipar meus movimentos antes mesmo de eu jogar a cadeira seria forçada a trocar meu alvo temporariamente, recuando e emendando um chute lateral na altura do tronco.





~ Histórico ~



Ganhos: Biquini (Evento), Surra(?)
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Posts: 5
Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
Personalidade atual: Katherine  


Objetivos:
 



Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 

Referências :D:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 3 EmptyDom 02 Ago 2020, 12:36



[LB] O Florescer de Utopia III — 005

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Sargento Lazo, chato insistente como era, permaneceu pressionando a garota sobre a sua forma de lutar. Com um suspiro resignado, Kyo puxou a perna da sua calça alguns centímetros para cima e mostrou uma adaga presa na lateral da sua perna. — Eu sou muito boa com qualquer lâmina pequena... — A jovem olhou para os lados, um pouco desconfiada, antes de se abaixar, tirar a bainha da perna e amarrar ao lado da cintura. — Talvez eu não precise mais esconder, como quando morava na rua... — Comentou, mais para si do que para Calros e os demais.

Após definir a formação do grupo e perguntar sobre o tal Yama, o soldado Yagi o respondeu: — Ele é estranho assim mesmo, não daria tanta bola. — O sargento então comentava sobre o ataque do dia anterior. Dessa vez, quem lhe respondeu foram Ykeh e Susan: — Nunca agradeci tanto por ser enviado numa patrulha tão cedo! — Disse, com sua voz monótona como sempre. — Verdade. — Concordou Susan, prosseguindo com: — Pelo pouco que sei, todos os mais antigos do QG são conhecidos devido a uma missão ou outra. Amigos? Difícil dizer. — Ykeh e até mesmo Yagi concordavam com suas cabeças, enquanto a atiradora continuava com a sua ideia. — Os mais novos são você, o tenente ali e alguns dos que entraram no galpão. — Para isso, Yagi complementava: — Aquele ali também! — Seu indicador dirigia a atenção do grupo para o sargento Hyoudou. — O ouvi dizer que foi transferido de Terralegre para cá a algumas semanas.

Calros se conformava em esperar, passando os olhos pela área em busca de algo que atraísse a sua atenção, mas sem muito sucesso. O armazém parecia quieto, como se abandonado. Se não tivesse visto seus companheiros passando pela porta, poderia jurar que ele estava vazio! Os marinheiros ao seu redor dividiam-se em dois estados de espírito. Enquanto uns apenas olhavam ao redor, esperando por algo, como boa parte dos sargentos, outros aproveitavam o momento para cochicharem entre si, animados. O sargento Silva era o único dos sargentos que conversava distraído, vez ou outra olhando para um marine, cochichando e gargalhando em seguida, como se fofocasse com os soldados do seu grupo sobre os demais.

Por fim, o ruivo olhava para além dos soldados, além dos dois círculos. Surpreendentemente, não havia ninguém além deles na região. Nenhum animal, nenhum civil… Sequer conseguia ouvir qualquer som vindo da área ao redor deles. Pelo horário, boa parte da ilha já deveria estar acordada e eles com certeza haviam atraído bastante atenção ao marcharem até ali. Será que os civis teriam simplesmente se desinteressado pelos marinheiros e suas ações naquele armazém estranho?

- x -

Do outro lado do armazém, Laith tentava se acostumar com o fato de um chocobo pato maior do que ele próprio surgir literalmente do nada para, a princípio, lhe auxiliar de alguma forma. O animal aceitou a carícia do tenente, que começou no seu bico e passou para a região das asas. Com Amanda acariciando-o do outro lado, o animal soltou um sonoro QUAAAACK! e bateu as asas de forma animada, arrancando um sorriso da ex-agente.

Os marinheiros ao redor, ao verem que era apenas um animal, e não um inimigo, relaxaram suas posturas e passaram a esperar, assim como o tenente Kinder, com um leve burburinho vinho deles. Laith, por sua vez, pensou em algumas estratégias para utilizar de acordo com o que ocorresse dali em diante, até mesmo levando em consideração as palavras da ex-agente ao seu lado.

Contudo, com o passar de uns dez minutos, um som, que começou suave e foi se intensificando, atraiu a atenção de todos os marinheiros que estavam no local, inclusive Calros e sua trupe lá do outro lado do armazém. O som não vinha do armazém, mas sim da região ao redor dos marinheiros!

*Paff paff paff paff…*

Aquele era um som familiar e logo os marines descobriram o motivo: Eram sons de passos, de botas e mais botas atingindo o solo simultaneamente, assim como eles haviam feito a poucos minutos. Infelizmente, o som desta vez estava ainda mais alto! Dezenas de inimigos surgiram e cercaram os marinheiros. Um terceiro círculo além dos dois já formados, mais denso do que os demais.

Antes que Laith pudesse pensar em uma nova estratégia ou dar qualquer ordem, alguns dos marinheiros simplesmente andaram na direção do inimigo, sem explicação ou estratégia. Dentre eles, Calros veria os sargentos Yamamoto e Liebert se afastarem, assim como alguns dos soldados que estavam com eles.

O primeiro a perceber o que estava acontecendo foi o sargento Silva, que gritou para as costas dos dois: — Seus traíras do caralho! Vou bater tanto em vocês que serão enterrados com os caixões fechados! — Para o que Yamamoto respondeu, após ajeitar os óculos em sua face, deixando que o mesmo refletisse o brilho do Sol de forma majestosa. — Um lixo como você deveria ser esfaqueado pelas costas e morto como o cão vira-lata que é, mas o Mestre disse que não quer fogo amigo, então aproveite seus últimos momentos...

Com essa última traição, os marinheiros se viram defasados e desorganizados, enquanto que os inimigos somavam quase uma centena de inimigos com a adição dos marinheiros corrompidos em suas fileiras. Era incrível como haviam marinheiros, piratas, revolucionários, agentes e civis, todos juntos e misturados. Alguns sorriam de forma diabólica para os marinheiros acuados, enquanto outros os observavam com olhares de pura tristeza.

Calros viu os sargentos e soldados remanescentes do seu setor o olharem, em busca de uma solução para aquele grande problema. Ykeh e Susana se abraçaram, como se dissessem adeus um para o outro, enquanto que Yagi puxou sua espada e ficou de prontidão. Kyo, ao seu lado, apontou para a adaga na cintura e disse: — A-acho que vou p-precisar de uma maior! — Apesar de tentar ser engraçada e do sorriso em seu rosto, era óbvio o medo que sentia. Laith passou pelo mesmo em uma escala muito maior, já que os quatro setores dependiam das suas próximas ordens. — Merda! Agrupem-se ao meu redor! — Praguejou, enquanto tentava reunir os membros do seu setor num grupo coeso após a saída de alguns dos sargentos.

- x -

Ao passo que os marinheiros do lado de fora descobriam quem seriam seus oponentes, os do lado de dentro já começavam o embate! Karyo, por sinal, mais uma vez gritava para Ishisaki, chamando-o de covarde. A expressão do ex-agente azedou, mostrando não ter gostado nem um pouco do insulto. Os olhos do garoto ao seu lado também se desviaram de Erza para Karyo. — Que tipo de covarde enfrentaria um bando pirata inteiro para salvar uma criança? — Indagou para o esqueleto. — Ishi-sama é mais corajoso do que você em vida ou em morte, akumado!

O Okama, desinteressado em tanta conversa, fez um sinal e os outros partiram para o ataque. Os atiradores puxaram suas armas, mas Jackson já assumia uma aparência monstruosa, com oito patas aracnídeas saindo do seu tronco, e jogava uma das mesas para cima, chutando-a em direção ao grupo inimigo. O centro da mesa atingiria Ishisaki em cheio, mas o garoto correu para a frente e partiu o móvel em dois, com cada metade desviando-se para um dos lados. Uma das metades atingiu o Okama e o derrubou com um grito. — Moleque desgraçado! Pensei que iria me proteger também! — Reclamou, ainda no chão e com a mão no rosto.

Jackson avançou direto contra Ishisaki, líder contra líder. Deixando que o seu sobretudo caísse, revelou diversas bainhas presas em suas costas e desembainhou uma espada com cada uma de suas patas. As lâminas prateadas logo assumiram um tom negro enquanto o marinheiro avançava como um tornado, prometendo cortar tudo em seu caminho. Contudo, o garoto novamente se manteve à frente de Ishisaki e, com apenas uma espada, igualmente negra, brecou o avanço do Comodoro, com o choque das lâminas ecoando naquele ambiente fechado.

Outra que avançou contra Ishisaki foi Erza, mas esta foi interrompida pelo grandalhão de moicano. — Sai da frente, gorducho! — Bradou, já atacando-o com um corte em diagonal. O lutador desviou do golpe com certa facilidade e contra-atacou com um soco, o qual a ruiva bloqueou com a lateral da sua espada. — Estou cansado, desiste aí! — Pediu.

Enquanto isso, os Números 8 e 10 disparavam contra os marinheiros. Ou melhor, tentavam, pois Günter e Helena respondiam com um chuva de balas, impossibilitando que os inimigos tivessem tempo para mirar corretamente. Cada um dos quatro se escondiam atrás de um dos pilares e disparavam ocasionalmente, a princípio, em pé de igualdade. Helena, com seu braço direito enfaixado, havia trocado o seu arco por um revólver, carregando-o lentamente com sua destra, mas atirando com velocidade e precisão.

Ainda ali pelo meio, Katt e seu leão eram atacados pelo escudeiro, que investia com seu escudo como um cometa, imparável. A mulher evitava-o com o geppou e logo tinha uma visão privilegiada do combate, enquanto que Mr. Juba evitava o ataque se jogando para o lado. — Ei, desça aqui! — Os dois atiradores dispararam na direção da Capitã, obrigando-a a usar uma das pilares como escudo. Günter respondeu atirando no escudeiro, que se defendeu com seu escudo. — Cai dentro! — Gritou, batendo no próprio escudo com sua espada.

Mais a esquerda, Katherine ia até uma cadeira próxima, enquanto Alexander sacava de suas vestes uma kunai e algumas shurikens. Ele parecia trêmulo e a fala da ex-revolucionária teve efeito sobre ele. — Eles são monstros! Mas ao menos poderei lhe capturar e me vingar! — Gritou, arremessando as shurikens na mulher. Katherine já previa isso e arremessou a cadeira, bloqueando os projéteis e obrigando o loiro a se abaixar para não ser atingido. Mais shurikens foram arremessadas, mas Katherine esquivou com movimentos para a esquerda. Se aproximando, atacou o loiro, que conseguiu esquivar ao passar por baixo do chute. — Eu conheço seus truques! — Ele contra-atacou com um golpe descendente de sua kunai, mas a lutadora se afastou e aplicou uma rasteira. Alexander pulou e já se preparava para arremessar a kunai na mulher, com um sorriso malicioso no rosto, quando Katherine subiu ainda mais o nível da sua perna e atingiu ambas as pernas do loiro, derrubando-o. Alexander caiu de costas, perdendo o ar momentaneamente, antes de girar em torno do próprio eixo e se afastar da soldado, ouvindo sua provocação. — Desgraçada!

Já do outro lado, a bela mulher com a montante se aproximava de Karyo, rebolando, sem pressa, em sua direção. Karyo, contudo, ainda dirigia palavras para Ishisaki. Será que estava pegando o hábito do Sargento Lazo? Com um sorriso, ele respondeu: — Há! Vocês sequer merecem saber o nome do meu Mestre! Apenas saibam que ele se encontra no mar do Novo Mundo e que ninguém aqui é páreo para ele, nem mesmo você, Comodoro Jackson! — Enquanto falava sobre essa tal pessoa, seu tom e expressão assumiram um ar diferente, com seus olhos brilhando de forma quase lunática, gritando para ser ouvido. Recompondo-se, continuou: — Pouparei aqueles que se aliarem a mim, e ninguém mais!

Ele permanecia sentado, apenas observando, sem nenhum dos marinheiros conseguindo chegar até ele. A mulher com a montante parava a frente do esqueleto e indagava: — Sabia que mulheres não gostam de ser ignoradas?

Legendas:
  • Comodoro Hall Jackson
  • Capitã Katt Knockout
  • Tenente Helena Aakre
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza Scarlet
  • Sargento Amanda
  • Soldado Kyo Chiba
  • Marine
  • Marines Corrompidos e demais Inimigos
  • Ishisaki Oota
  • Okama
  • Jovem Espadachim
  • Alexander


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Calros Lazo:
 
Histórico:
 

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Karyo Shen:
 
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Laith Kinder:
 
Histórico:
 

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Katherine Silverstone:
 
Histórico:
 

NPCs, Pets e Afins:
 

Gwen:
 

Comodoro Hall Jackson:
 

No Armazém:
 

Com Lazo e Kinder:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 3 EmptySeg 03 Ago 2020, 03:30





Posts em Utopia - 71
Kyo finalmente admitia como sabia lutar e demonstrava um pouco de seu passado como órfã. – Exatamente. – Falava para ela, me aproximaria e colocaria a mão em seu ombro, comentando em tom mais baixo. – Nós não precisamos esconder as nossas armas. Nós da marinha não precisamos esconder do povo que temos armas, pois todos sabem que só a temos para protegê-los. – Apontaria para Ykeh que possuía uma lança absurdamente grande e não tinha problema em demonstrar aquilo.

Após aquilo fiz diversas perguntas para meus soldados, mas como esperava, não havia nada que eu pudesse fazer para provar que aquele comportamento era estranho. Talvez eu devesse seguir mais os instintos e ter ido para cima do sargento Yama? Não, afinal não demorou para ele demonstrar para mim que eu estava certo. Um grupo de inimigos no cercava. Então Ishisaki realmente possuí relação com os números? Ou seria só eles se aproveitando igual eu havia pensado? Difícil dizer, provavelmente depois a capitã Katt e o tenente Karyo me contariam o que ocorreu do lado de dentro.

O interessante é que enquanto Yama e alguns outros poucos marinheiros saíam, simplesmente o faziam sem machucar ninguém. Seria muito mais eficiente fazer o grupo inimigo avançar e quando estes estivessem para colidir, esses poucos marinheiros começarem a atacar seus “aliados”, provocando baixas dos nossos lados que não esperávamos. Será que havia mais inimigos no meio de todos nós? Sei lá, não é como se eu conseguisse fazer algo quanto a isso também.

Os soldados do meu grupo se desesperavam. Isso me lembrava de tempestades, onde o barco estava a ponto de virar, só que se desesperar sempre era a pior escolha nessas horas. Lembrava de meu pai, precisava acalmar a minha “tripulação” e ajeitá-los para realizarem as coisas que eu desejava. – Relaxem um pouco! – Falava alto, porém com a voz calma. Ordens no barco são contra intuitivas para mim, é necessário que elas sejam simples e diretas. Paralelamente ao pensamento do que faria, retiraria a pistola de minha mochila e colocaria os cartuchos em meus bolsos.

Como falaria tudo que queria? Queria que eles confiassem em mim um pouco. Dava alguns passos para o meio dos soldados que estava comandando. – Reparem bem! – Dizia apontando na direção dos inimigos, precisava diminuir o medo inicialmente. – Mesmo após a saída de alguns marinheiros, ainda possuímos um número bem parelho! – Dizia aquilo em tom mais alto para que todos reparassem que a luta não era tão desigual assim, era somente o medo formado pelo barulho. Principalmente com eles nos cercando. – Eu já havia falado essa possibilidade! Por que estão surpresos com isso?! Tudo aqui está ocorrendo como havíamos imaginado basicamente! – Falava bem alto para todos lá pensarem que eu soubesse o que estava falando. – Reparem nos inimigos! Eles vivem separados em diversos grupos como espiões! Nunca terão a mesma cooperação que nós teremos! Se acalmem e ajam em conjunto que tudo ocorrerá bem! – Gritava ainda falando mais do que eu desejava. Será que conseguia ser mais direto? Parecia impossível.

Olharia para Susan e indicaria para ela me seguir enquanto começava a andar. Com a mão também indicaria para Ykeh, Kyo e Yagi me seguissem. Falar podia ser uma saída para os que estavam próximos, mas e para o resto? – Atiradores! Todos a postos para atirarem neles! – Falaria bem alto indicando que todos os atiradores se preparassem já mirando nos inimigos. – Quero todos os atiradores em uma fileira prontos para atirarem neles! – Gritava indicando com a mão onde desejava que a fileira fosse feita. A queria entre onde ficavam os dois círculos feitos. Viraria a minha cabeça e tentaria transmitir com o olhar para todos os marinheiros por perto que era para repassarem esse comando um para o outro.

Enquanto todos os atiradores se posicionassem já continuaria gritando. – Todos que lutam com armas brancas se preparem para protegerem seus atiradores! Fiquem prontos logo em suas costas! – Gritava para que todos do meu setor ouvissem. Com aquilo teria uma linha de atiradores e nenhum alvo indesejado no caminho. Seria o caminho perfeito para que os meus atiradores simplesmente disparassem contra os inimigos. – O pensamento é simples. Se eles avançarem atirem neles! Se avançarem mais, os combatentes de curta distância lutam enquanto os atiradores se distanciam! – Gritava a ordem a plenos pulmões. Não tinha problema os inimigos saberem disso. Eles nos cercaram, mas não era como se precisávamos atacá-los primeiro. Se eles quisessem avançar que recebessem tiros por isso.

Com a fileira feita, olharia para todos aqueles que formavam o círculo de inimigos do lado de fora. – Vocês estão do lado errado. – Falaria para os dois sargentos que saíram do nosso lado e foram para o lado daquele grupo absurdo de pessoas. – Se não fizerem nada ainda não cometeram nenhum crime. Ou vão preferir se juntar com o tenente Hector¹ na prisão? – Indagava lembrando-lhes que eu ajudei a derrotar um tenente e eles eram meramente sargentos. Se os inimigos começassem a avançar eu gritaria para todos os atiradores. – FOGO! – Inclusive, retiraria minha pistola e começaria a atirar nesse alto número de seres que estavam vindo em nossa direção. Descarregaria a pistola sem problemas.

Se enquanto falasse todas as ordens os inimigos começassem a avançar eu realmente ficaria surpreso, meu grupo não tem nem vinte pessoas e não conseguimos nem nos ajeitar antes deles avançarem? De qualquer forma não haveria muito o que fazer além de gritar. – Todos os marinheiros com armas brancas, trabalhem em conjunto para que os atiradores recuem! – Faria os espinhos de minha luva aparecerem. – Atiradores! Quando recuarem se ajustem e atirem em qualquer um que não parece marinheiro! – Gritaria. Era um fato que não atacariam os traidores com essas ordens, mas era melhor do que eles atirarem em aliados sem querer. – Quem souber primeiros socorros recue também! Deixem o ataque começar e depois se movam tentando ajudar nossos soldados! – Eu sabia primeiros socorros, mas é bem óbvio que eu não poderia fazer isso.

Em seguida precisava comandar os sargentos com urgência. – Sargentos! Tentem controlar os soldados para evitarem contato com inimigos mais poderosos! Utilizem de sua própria força para protegê-los e tentem vencê-los se for possível! Evitem riscos desnecessários! Se houver mais de um inimigo poderoso peça ajuda a outro sargento! Somos um grupo! – Gritava. – Poupem as suas energias para os adversários complicados! – Após gritar a ordem dos sargentos, procuraria Yama e Liebert no meio dos inimigos. – Eu vou cuidar dos dois sargentos traidores! TENHO CERTEZA QUE OS DOIS SÃO PATÉTICOS O SUFICIENTE PARA QUE EU DE CONTA SOZINHO! – Berraria, mais para chamar a atenção deles para mim.

Meu pensamento era simples. Se são sargentos, provavelmente não teria chance contra os dois, mas eu tinha certeza de que os soldados não teriam chance também. Então era melhor que os dois se focassem em mim, por isso tentava blefar e provocá-los. O grupo de adversários é gigantesco, mas não sei quantos possuem a força de um sargento ou acima. Então precisava começar me focando nesses dois. Viraria para o meu grupo privado. – Se eles vierem até mim, tentem impedir qualquer um de interferir na luta. – Tentaria soar confiante, mas era difícil. – Caso se machuquem, só recuem o máximo que puderem em direção aos possíveis médicos. – Complementaria, enquanto os inimigos não chegassem em mim, retiraria a minha pistola e atiraria neles de forma aleatória. Mirando primeiramente em qualquer um que não fossem os sargentos traidores, para verificar se estes eram bons ou tão ruins quantos os números que havia enfrentado no dirigível.

1 - Hector é o nome do tenente traidor da aventura anterior.




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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 3 EmptySeg 03 Ago 2020, 19:39





Não que estivesse surpreso no fundo com aquilo, afinal o próprio Jackson avisara, entretanto a quantidade era desnorteante, aquela organização tinha conseguido reunir muitos soldados dentre os marinheiros, e isso era surpreendente. Até onde o poder dos Números poderia ir? Teriam eles conquistado até mais do que Utopia? Seus objetivos eram apenas a marinha? Passava mais uma vez a mão pelas penas do pato, sentindo a maciez da plumagem, talvez por isso Amanda se apaixonara por ele. De todo modo, nada serviria se o animal estivesse coberto de sangue e morto, seria algo totalmente atoa. Além do mais, se não atuasse como um bom marinheiro agora, sua reputação iria penhasco abaixo e consequentemente qualquer chance com uma das garotas.


Meus olhos varriam os inimigos, uma horda para ser sincero, a quantidade impressionava, quem imaginava ter um batalhão escondido na sombra da alvorada somente esperando a deixa para marchar? Nesse ponto o comodoro tinha sido ingênuo, ele não era mais inteligente em comparação ao adversário, nem de longe. " Na verdade, tanto faz ser inteligente agora ou não." Chegava a ser cômico na verdade, morreria ali lutando ao lado de marinheiros fingindo ser um bom soldado, um teatro de uma tragédia que seria contada pelos sobreviventes? Não conseguia controlar e como resposta deixava uma risada de desgosto escapar, escarrava e cuspia no chão, longe de Amanda, mas sentindo o amargo gosto da morte. "Então veio me buscar? Para sua tristeza aqui não vai ser o meu túmulo." Lazo e os demais começavam a reorganizar seus setores, aparentemente ele não tinha se entregado também, até me impressionaria se ele fosse um traidor, daria um quê amais para a trama.


Acabava por dar um leve tapa no dorso do animal, pensando na possibilidade dele ir para algum lugar mais seguro. Inimigos avançando em todas as direções, uma emboscada, eramos alvo fácil, porém eles também. - SOLDADOS! MANTENHAM A FORMAÇÃO EM CÍRCULO! OS FERIDOS RECUEM! Gritava a plenos pulmões esperando os marinheiros obedecerem as ordens, queria ver como os sargentos fariam a partir dai. Calros, por sua vez, tinha a proeza de organizar os atiradores, um bom movimento, talvez ele tivesse o dom da estratégia também além de Gunter? Isso provava seu valor como homem, não um peso morto como anteriormente. - Estamos cercados. Minhas mãos iam até as lâminas gêmeas, retirando do encaixe e as empunhando, ouvia o som da lâmina, sentia o ferro, em breve esse gosto também estaria na boca. - Escolham! Podemos morrer pisoteados por eles e sermos apenas mais um número na contagem. Fazia uma breve pausa vendo o grupo inimigo marchar. - Ou podemos queimar até a última energia derrubando todos e saindo vivos daqui. Não me importa suas crenças ou desejos. Lutem pelas suas vidas ! Não somos deuses, mas podemos nos tornar hoje!  


Dava alguns passos a frente, observando atentamente os marinheiros. Fazia um sinal para que dois soldados se aproximassem. - Transmitam minhas palavras e ordens para os demais, não cederemos espaço, mantenham o plano dos atiradores que o sargento Lazo fez, a primeira bateria se sentir necessidade deve recuar, o número deles não vai superar nossa raiva agora. Os atiradores do nosso lado devem eliminar primeiro os inimigos de longa distância. Não havia mais atuação, não havia teatro, no meu rosto ficava apenas o velho sorriso de empolgação e sede de sangue, queria ver o campo de batalha que restaria, tal como o inimigo morto por sua lâmina. Ao contrário do que muitos manuais falavam, os generais deveriam ficar na retaguarda, entretanto isso era o ideal para que houvesse uma baixa nas tropas, talvez fosse fatal, mas o lugar de um líder era no fronte, e assim o fazia.


- SOLDADOS! MOSTREM SUAS PRESAS! Gritaria ao tomar o controle e um dos setores da frente e tomando minha nova posição,  se os inimigos de curta distância conseguissem avançar após a onda de tiros, usando objetos como adagas ou espadas, tentaria uma finta em no primeiro, esperando no avanço dele no ar e passando uma das lâminas sobre a jugular do adversário, esperando ver seu corpo cair para trás inerte. Se um segundo viesse, usaria a outra arma para atacar o inimigo na barriga, fatiando-o, esperando que caísse ao seu lado.


Agora se viessem inimigos com armas de media distância como lanças, o plano era aproveitar a corrente que ligava as Lâminas Gêmeas, e usá-las afim de prender a arma entre as correntes do equipamento, correndo em direção do combatente e no final cruzando ambas ninjakens, assim travando a arma, e usando-as para cortar a garganta do adversário.


Em último caso, enfrentando atiradores, tentaria a princípio desviar dos projéteis ou procurar alguma defesa e ordenaria para que o time da marinha tentasse abater primeiro os atiradores do outro lado, então liberando a primeira bateria para agir.







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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 3 EmptyTer 04 Ago 2020, 22:57







Eu conheço um que salvou uma criança de pessoas muito mais perigosas que piratas, pirralho!¹ - redarguiria — E este aqui a protegeu, contra os céus e contra a terra! - ignoraria a mulher montante mais um pouco, até me virar para ela — Então venha para cima! - provocaria.. Era melhor que ela adentrasse o nosso território que o contrário — Mostre-me do que são feitos! - exclamaria.


O combate agora era inevitável e estava pronto para esquentar as coisas! Começaria girando a minha foice, ganhando força ao rotacioná-la  — Se o seu Mestre fosse grande coisa, não precisaria de lacaios aqui - provocaria ainda mais. Eu queria saber quem era este dito Mestre. Provocá-lo a atiçaria para o combate, mas podia fazê-la abrir a boca durante um momento de raiva.



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Estava pronto para começar na defensiva. Já havia enfrentando oponentes com armas pesadas antes e sabia que não havia jeito de medir forças, pois já era necessário muito poder para manusear uma arma daquela, a qual só fazia potencializar essa força. O melhor era desviar e contra-atacar, sem dar tempo de respirar! E assim faria, trabalhando o meu jogo de pés ao redor da oponente, enquanto ela avançasse contra mim, mantendo sempre a foice em movimento giratório — Dançar com a morte, é isso que você quer?! - esquivaria em meia lua para o esquerdo ou para o lado oposto ao qual ela empunhasse a arma, pois este seria o seu braço predominante; tendo essa informação, seria de grande valia utilizá-la ao meu favor!





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Em meio à primeira esquiva, inverteria a posição de minha foice, cortando-a rapidamente em seu tronco, lateral ou costas, onde estivesse exposto. "Parece que estou um pouco mais leve desde a última vez!" - sentia o meu corpo se acostumar com a nova agilidade. E continuaria naquela dança, esquivando-me dos golpes com várias meia-lua e contra-atacando concomitantemente ao trocar rapidamente a posição das foices. Era aquilo não era uma dança, era um baile! Quando surgisse uma oportunidade, após um balanço forte do montante inimigo, daria um golpe mais pesado, girando a arma diagonalmente contra o tronco da oponente — Diga! Quem é o tal Mestre?! - indagaria.


Sem pretender subestimá-la e apenas amornando a luta, quando ela me surpreendesse com uma quebra de ritmo ou um golpe inesperado, não pouparia em me valer dos roukishikis. "Soru!"¹ - usaria o artifício para auxiliar a minha esquiva sempre que necessário, retribuindo com um golpe rápido. Esses golpes rápidos eram leves e muitas vezes superficiais, mas pouco a pouco, faria-a sangrar até perder a compostura e minar suas energias!






Informações Importantes:

Dano [Mestre]
Acerto [Especialista]
Esquiva [Especialista]
Soru [Hábil] - 10 usos por post.
Eisen Dial - 0/3 usos.
Foice dos Gêmeos Vazios: Pode crescer até 1 (um) metro de cada lado, devido a ser uma haste deslizante dentro de uma haste fixa. Irei utilizar em momento oportuno para surpreender, hihi.




¹ Foi o Kurai Hoshiken, que salvou a Unmei Eisenberg dos Tenryuubitos.
² Quando o Karyo era Aprendiz do Rokushiki, ele tinha que falar "Soru!" toda vez para ajudá-lo a relembrar da sensação e conseguir utilizar, agora ele só precisa pensar!






~ Histórico ~




Nome do Player: Karyo Shen
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Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Boia de Cavalo Marinho (Evento); Shortinho de Estrelas do Mar (Evento).
Perdas:

NPC's:
Players
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 0/3 - Recarga - 0/5); Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.







Objetivos



Spoiler:
 


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia III   [LB] O Florescer de Utopia III - Página 3 EmptyQua 05 Ago 2020, 23:58





O embate começava e cada um que estava ali encontrava o seu adversário, pelo tanto de lutas que ocorria aquilo se tornava uma confusão um tanto que generalizada. Apesar de eu não conseguir ter êxito em todos os movimentos tinha conseguido uma pequena vantagem, ao menos de ritmo, contra Alexander que tinha de se recompor ao cair com as costas no chão. Nesse instante eu mal conseguiria conter a animação e acabaria por formar um sorriso em meus lábios, estava dando os meus passos para vingar a morte daqueles que foram assassinados pelo albino - Será que você vai conseguir mesmo me capturar? faria uma nova provocação.

Isso com certeza estava dando certo já que inicialmente ele parecia estar irritado com as minhas palavras, por isso prosseguiria para ver no que ia dar. Era bem provável que nervoso ele não conseguisse raciocinar corretamente e acabasse dando brechas a serem exploradas por mim. Teria de explorar essas alternativas para conseguir ganhar mais alguma vantagem sem precisar lutar, desse jeito poderia deixar a luta mais fácil para o meu lado já que poderia ter de brigar com outra pessoa. Manter uma quantidade de energia razoável sobrando iria com certeza me ajudar caso fosse necessário “Mas, antes de pensar nisso preciso me focar nessa luta” buscava o foco novamente.  

Enfim sabia a arma que o albino tinha consigo e tendo isso em mente começaria a planejar uma nova investida. Ficaria próxima dele para dificultar o lançamento de alguma shuriken, assim poderia me concentrar apenas na outra lâmina que estava em sua posse. Ele dizia saber meus “truques” quando tentou se esquivar dos meus primeiros ataques, mas quando fiz algo diferente acabei por ter sucesso. Então, dessa vez iria fazer uma coisa “nova” ao invés de simplesmente correr na direção dele em linha reta na forma convencional. Testar movimentos novos era importante já que poderia reutilizar o que desse certo em uma outra luta “Você faz isso quando está treinando, não no meio de uma luta que pode tirar sua vida Katherine!” ela se irritava com isso “Se reinventar nesses momentos é a fórmula da vitória!” demonstraria novamente a minha empolgação.

A primeiro momento tentaria enganá-lo, recuaria alguns passos para trás e ao invés de começar a correr me abaixaria para projetar o corpo a frente num carrinho. O objetivo era deslizar até ficar perto do homem, onde ainda abaixada ficaria de costas para ele e ainda assim daria um salto. No ar giraria para dar o primeiro chute com a perna direita na altura de sua cabeça, a intenção a primeiro momento era forçar um bloqueio ou uma esquiva da parte dele, mas se conseguisse acertar seria bom também. Não daria tempo para que ele pudesse reagir e por isso prosseguiria dando um falso chute na sua direção para que pudesse me equilibrar apenas com as duas mãos.

A partir daí giraria ambas as pernas com forças para conseguir acertá-lo em qualquer parte do corpo do tronco para cima.  Manteria a posição por alguns segundos para então abaixar as pernas num giro em meu próprio e lhe aplicar uma rasteira, chutando um pouco acima do seu calcanhar para desequilibrá-lo totalmente. Ainda com as mãos no chão, aproveitaria o momento de atordoamento dele para então jogar as pernas em seu pescoço e com isso “montaria” em seus ombros.  Assim, rodaria mais uma vez utilizando o peso do meu corpo e a força nas pernas para puxá-lo pelo pescoço, dessa forma buscava fazer sua cabeça chocar contra o chão. Feito isso poderia voltar a minha posição original se tivesse obtido sucesso em minha movimentação - Vamos lá! Ainda não acabei! diria em seguida.

Estar preparada caso algo desse errado era muito importante, afinal ficaria precavida nessas situações e também evitaria a perca do controle da situação. Se o albino tentasse jogar as shurikens enquanto eu estivesse no chão iria eu buscaria rolar para o lado retirando o meu corpo da trajetória das estrelas. Caso acabasse errando os meus golpes tentaria recuar e me preparar para a defesa se ele viesse de imediato em minha direção, se não o fizesse tentaria aplicar um outro golpe como um chute direto. Se ele tentasse um ataque na diagonal movimentaria o meu corpo parcialmente para trás dando alguns passos também para evitar com sucesso. Para a hipótese da estocada e de um corte na vertical procuraria me abaixar jogando o corpo no chão como se estivesse sentando na superfície, dali mesmo tentaria chutar a mão dele para fazê-lo soltar a lâmina. Por fim, se ele tentasse um golpe na horizontal buscaria um giro e me movimentaria para o lado tirando o tronco da direção do ataque.





~ Histórico ~



Ganhos: Biquini (Evento), Surra(?)
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Posts: 6
Relações com NPC's:

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Pensamentos: Katherine - Azura
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Personalidade atual: Katherine  


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Referências :
 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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