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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2 - What if...

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MensagemAssunto: Cap. 2 - What if...   Cap. 2 - What if... - Página 3 EmptyTer 16 Jun 2020, 06:31

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2 - What if...

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Naitlyn Rose. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - What if...   Cap. 2 - What if... - Página 3 EmptySab 04 Jul 2020, 12:43


Infelizmente dessa vez não teve como me irritar com as piadas do Capitão a respeito da minha dificuldade em achar o Quarto. Fiquei com vergonha, claro, as bochechas coraram como sempre, mas eu admito que tinha sido bem embaraçoso o modo como demorei assimilar que o que tal Quarto não era fora do navio. Ainda bem que ninguém além dele percebeu quando fiz isso, ou pelo menos era o que eu acreditava, e acredito até hoje. Se fosse o oposto eu provavelmente teria me acabado de rir, então acho que ele foi até legal dado o quão pouco eu esperava dele. Foi um alivio na verdade.

Mas como era de se esperar, obviamente eu encontrei o Quarto. Até porque se não encontrasse teria algo muito errado em mim. O uniforme tinha ficado muito bom, parecia se encaixar perfeitamente em cada curva minha e era tão macio e branquinho que dava vontade de nunca mais tirá-lo. Foi um momento incrível vestir aquela farda pela primeira vez. O pior foi minha pose de alguém que queria parecer saber muito bem sobre a marinha e demonstrar serviço ao prestar continência pra ele.


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E as coisas seguiram. Adentrar aquela cidade foi algo muito diferente pra mim também. Não estava nem um pouco acostumada com tanta multidão e a todo momento eu sentia que iria me perder no meio de tanta gente ao ponto de nunca mais saber voltar pra onde eu precisava. Não era confortável não. Foi uma das coisas que menos gostei da ilha que até então só me encantava com suas diversidades de minha ilha natal. Mas com algum sufoco e boas horas andando no meio daquela aglomeração a gente se livrou e estava em um lugar bem melhor.

Era o que eu acreditava ser o centro. Bonito, eu diria. Mais artistas de rua e uma enorme discrepância entre os ''distritos''. Na empolgação que eu ainda tava, e no senso de querer ajudar alguém, fui logo tirando cinco mil para o Mímico e outros cinco para o Estátua Humana. Dois artistas fantásticos que por alguns instantes eu parei pra observar ao ponto de até abrir a boca e pensar coisas tipo ''Caramba... como alguém consegue fazer isso?''. E foi nessa empolgação que aos poucos eu tava gastando tudo que eu tinha sem lembrar que alguma hora eu precisaria comer e se não fosse o Capitão querer chegar logo onde ele iria entregar o tal pacote era bem perigoso que eu desprendesse mais algumas boas horas e mais do meu dinheiro ali.

Já longe dali foi a vez de ver um bordel. Aquilo sem dúvidas me deixou um pouco mal. Não conhecia as condições de cada uma e o que as levaram estar ali, mas imaginava que dificuldade era o que normalmente as motivava. Olhei pra minha carteira e vi que não daria pra ajudá-las de modo que não precisassem mais se vender daquela forma. ''Talvez um dia...'' Pensei um pouco cabisbaixa. Era algo triste se você fosse pensar, ou talvez não, poderia ser simplesmente porque elas gostassem. Mas se eu fosse ficar pensando naquilo entraria em um loop de ideias e não seria mais produtiva por um bom tempo e então simplesmente seguimos.

-O QUE? Foi o berro que dei quando ele me falou que eu entregaria o tal pacote. -Digo... desculpa. Falei quando percebi que me exaltei. -É que eu pensava que era algo da Marinha, mas você não vai nem entrar? Perguntei na inocência.

Eu não conhecia nada e nem ninguém ali, mas, no fim era só entregar um pacote. Não era lá grande coisa e se eu perguntasse certinho ao dono do Bar quem era aquela pessoa não enxergava como algo difícil. Recolhi aquilo das mãos do Captão, estufei o peito de ar e abri a porta com confiança. Eu era agora uma Marinheira e queria causar uma boa impressão ao chegar naquele lugar. Algo como se eu quisesse já ir minando o respeito daquelas pessoas para alguém como eu. Tentei olhar de canto a canto para ver se alguém batia com as descrições dadas por ele e mesmo que visse uma pessoa assim, ainda tentei ir para a direção de alguém que estivesse atrás do balcão.

-Procuro por Gambino Salvatore. Tenho algo pra ele. Falava com enorme firmeza na voz.

A pergunta era só pra confirmar mesmo se eu não estava doida ao identificar quem batia com as descrições que o Capitão deu e de todo modo eu tentei ir até ele estendendo o braço e dando-lhe aquele pacote.

-Pacote para você. É do Araki. Me restringi a apenas isso.

Abriria um largo sorriso em seguida, tentando mostrar que apesar de ser uma Marinheira, ainda era alguém simpática e estava ali apenas para fazer o meu trabalho, não representando nenhuma ameaça a ninguém ali. Esperava que ele agradecesse ou me pedisse para dar algum recado ao Capitão e então quando nada mais tivesse a ser feito ali, seria a hora de pedir licença e seguir de volta para onde tinha me desencontrado com o Capitão, fazendo um sinal de positivo com a cabeça indicando que estava feito.

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Última edição por ADM.Tonikbelo em Dom 05 Jul 2020, 13:56, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - What if...   Cap. 2 - What if... - Página 3 EmptyDom 05 Jul 2020, 05:56

A cidade como um todo era uma completa novidade para a garota, que não poderia deixar de sentir o peso que era caminhar no meio de uma multidão. Mas ainda assim existiam ali os bons momentos, afinal ela tinha a chance de dar alguma ajuda aos artistas dando cinco mil berries a dois deles. Que faziam uma cortesia em agradecimento assim que recebiam.

Mas logo ela tinha saído da boa zona e bem… estava em meio a zona menos privilegiada daquela cidade, ela sentia o peso que isso trazia vendo as cortesãs, existia pouco que ela pudesse fazer, mas o que a puxava ainda mais para a realidade era quando a ideia de entregar o pacote lhe era passada. -Não, eu não pretendo entrar, eu vou resolver outra coisa na casa ao lado.- Ele apontava pra uma casa que aparentava comum, mas se prestasse bem atenção tinha algumas pessoas jogando cartas numa mesa pela janela.

Ele então apenas olhava pra ela com uma calma e tranquilidade sem igual comentando. -É só entregar e sair, depois disso me encontre aqui fora, se eu ainda não estiver aqui entre naquela casa que apontei certo?- e ele então fazia um sinal de tchauzinho com a mão e como o vento ele já se movia indo pra dentro daquela casa seja lá o que ela fosse.

Ela tinha uma missão queira ou não, era o que precisava cumprir e desse modo ela caminhava para dentro do bar. Ao chegar na porta o cheiro de álcool se misturava com o de nicotina, uma alucinante e mal cheirosa sensação, era o suficiente para causar náuseas em alguém que não fosse acostumado com a sensação e cheiro.

Abrindo a porta a sensação não era diferente, ela podia ver a fumaça subindo da altura das coxas até o teto, mais parecia uma fábrica ou um incêndio que realmente um lugar para se passar a noite… A fumaça era suficiente para que um desavisado que respirasse muito profundamente ali, tossisse por uns bons momentos... E para piorar a situação, o pudor ali não parecia ser dos melhores, já que assim que ela passava pela porta ela poderia ver mais…

Para a direita ficava o balcão onde o bartender estava ali limpando um copo, era um cara grande, de uns 2,01m, ele usava uma boina esverdeada, e de resto eram aquelas clássicas vestes de bartender, um suspensório, calça social preta, e uma camisa social branca. Seus cabelos não saiam pra fora da boina mas dava pra se ter uma ideia de que ele usava corte militar.

Ali pela direita e perto do balcão ficavam duas mesas, e vários bancos em torno do balcão grande, os homens que habitavam aquele lugar estavam todos de terno como um geral. Alguns usavam chapéu fedora, outros boinas. Eram engravatados até estilosos com seus charutos nas mãos.

Mas o que mais destoava de tudo era se Rose olhasse para a esquerda… Ali era onde estava a promiscuidade… Lá ela veria alguns sofás… A maioria era coberta por cortinas, mas especialmente um ficava bem no fim havia uma moça como veio ao mundo, ela não estava de frente para Rose, na verdade estava de costas pra ela, encaixada em um rapaz sentado no sofá, trabalhando com os quadris…

Uma coisa que de fato poderia ser a principio impactante, já que por algum motivo só aquele cara tinha deixado a cortina aberta, talvez por ser um bar apenas daqueles caras? Bem, a coisa ali não era de sua conta, mesmo que fosse fora de sua realidade.

Se aproximando do balcão ela fazia aquilo que lhe fora ordenado, dizendo o nome do qual ela procurava, e logo em seguida o Bartender se movia chegando mais perto da beirada do balcão, ele passava a vista sobre a garota. -Ele está logo na terceira mesa ali, é aquele que se levantou e ta vindo pra cá.- Gambino tinha ouvido o que ela disse.

Ele se aproximava inicialmente mal encarado, ele carregava um copo de Whiskey na mão, com o charutão aceso, ele se vestia exatamente igual Araki tinha dito, exceto que tinha um detalhe que ele tinha esquecido, que era da cicatriz grande no olho que ia de cima pra baixo, como se tivesse tomado algum golpe de espada ali.

Porem essa face mal encarada mudava para um sorriso assim que ele via os dotes da moça, um bem pervertido por sinal, e logo ele comentava. -Olha só, ao que devo a visita dessa belezinha?- e então ela lhe explicava que tinha sido mandada por Araki.

O sorriso no rosto dele aumentava e seus olhos percorriam a garota, o que o fazia pensar uns instantes. -Há, Araki me mandou mais uma marinheira pra fazer a média com a comunidade em?- porem quando ele via o pacote… Sua expressão mudava ele percebia que tinha entendido errado…

Talvez aquilo que ele estava falando fosse algo que o Araki propiciava? Bem, as coisas estavam complicadas pro lado de Rose, só que ao menos nada parecia ir passar dali. -Há sim… É o pacote. Obrigado.- Ele pegava o tal negócio e quando ele o segurava nas mãos ainda tirando ele das mãos de Rose, ela podia ouvir um barulho estranho… Uma foto? Entretanto se olhasse em volta não teria notado câmera visível.

Talvez viesse de alguma das pessoas por trás das cortinas? Bem, podia não ser direcionado a ela, mas o fato é que a foto tinha acontecido. Naquele ponto ele apenas estendeu a mão para a garota.-Obrigado por trazer pra gente isso, eu tava com medo que alguém roubasse e pedi pra escoltarem.- e quando ela apertava a mão dele, ouvia de novo o barulho de máquina… Mas logo ela podia deixar aquele lugar sujo e enfumaçado.

Ela se dirigia a saída mas antes que estivesse lá fora podia ouvir os sussurros “ela deve ser o novo brinquedo do Araki”, e outro que respondia “Deixa quieto não vale a pena perder a aliança por um par de peitos”, e logo o bar se aquietava começando a tomar sua bebida, fumar e se desenvolver como antes. Ela quando chegasse lá fora notaria que Araki ainda não teria voltado, e teria de eventualmente ir na casa que ele apontou se não quisesse esperar.

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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - What if...   Cap. 2 - What if... - Página 3 EmptyDom 05 Jul 2020, 12:52


Eu sentia um alívio, as vozes tinham se acalmado por alguns instantes naquele dia. Eu sentia meu corpo se entregando ao cansaço cada dia mais, faziam dias que eu era acordada por gritos, choros, meu corpo era o templo daquelas almas perdidas e talvez tudo que eu devesse fazer era ceder.

Um banho de sangue era o que eles queriam? É isso mesmo, era tudo que elas deveriam ter como desejo agora… Mas eu precisava achar as pessoas certas, não se faz arte sem os instrumentos e nem mesmo se trabalha sem bom material. Eu devia encontrar aqueles que se identificarem como Albius por aqui…

Era uma espécie de jogo de gato e rato talvez, era difícil pra mim ter uma plena certeza de o que exatamente havia acontecido, mas eu sabia de uma coisa, quando eu encontrasse ele, eu teria melhor noção do que realmente eu deveria fazer com ele. Assobiaria pra que Amon viesse até mim, deixando que ele ficasse sobre meu ombro.

E quando ele pousasse eu tocaria na cabeça dele fazendo carícias. Logo iria em busca agora inicialmente da zona central da cidade talvez nela eu tivesse maiores sucessos do que pelas zonas periféricas em que eu tinha procurado.

VAMOS LESTRANGE, NÃO NOS DEIXE COM FOME… VOCÊ SABE QUE PRECISAMOS DE ALGO PRA COMER… SE NOS DEIXAR ASSIM, VOCÊ NÃO PODERÁ DESCANSAR.

Cambaleava colocando a mão sobre o lado esquerdo da cabeça gritando em reação a dor que sentia pela confusão, me recostando na primeira parede. -CALADOS!!! FIQUEM QUIETOS!!

Nós somos inevitáveis Lestrange… Podemos parar agora, mas logo estaremos aqui de novo...

Essa voz, era estridente, mesmo calma, estranho, aquele barulho irritante, eu odeio quando eles forçam a barra desse jeito… Pois nem sempre eu posso fazer alguma coisa. Bem eu estava a tempo demais sem uma espada… Era melhor que eu procurasse alguma loja.

Iria andar pelos arredores olhando as placas para poder entrar na primeira loja que ou eu visse um letreiro, ou que eu visse espadas penduradas ou sobre o balcão, nesse ponto adentraria ao local, ainda meio cambaleando.

Poderia ser meio estranho pra quem me olhasse naquele estado, olheiras, cabelos esfarrapados, um olhar irritadiço, mas uma cara de alguém que estava sentindo dor de alguma forma… Por que eu estava…

Na verdade qualquer um que olhasse mais atentamente veria que minhas mãos estavam levemente trêmulas, aquilo lembraria até mesmo efeitos de abstinência de um viciado… Mas ao menos eu entendia como um pouco do que a dor me trazia… Acho que um dia talvez eu tenha que expulsar as vozes de mim, eu não sabia se eu devia me entregar a elas ou lutar.

Idiota, é claro que deveria se entregar, não há nós sem você e nem você sem Nós… Você é nossa, mas também somos seus.

Quem estivesse olhando poderia me ver franzir fortemente o rosto quando ouvia isso. Mas logo tentaria não entrar nesse tipo de diálogo, não ali. Se estivesse na loja eu logo me dirigia ao vendedor. -Olá, eu queria saber se você tem uma espada pra me vender, de preferência um sabre.- Tentaria sorrir para ele, mesmo que nesse momento específico estivesse difícil… Eu precisava de uma bebida alcoólica depois disso.

Geralmente beber me ajuda a encarar essas coisas, mesmo que temporariamente pode me ajudar a me libertar, as vezes fazer o que elas querem me liberta, mas nem sempre o que elas desejam faz parte dos meus planos, é como se eu lutasse entre a médica e a monstra… É claro não é Natasha? Mais referências literárias… Mesmo nesse estado esquecer minhas paixões era complicado…

Mas logo se ele me trouxesse o sabre, eu olharia ele, tentaria ser objetiva ao analisar ele, veria seu peso e sua maneira de se mover, balanço, e no fim se me fosse adequado comentaria. -Eu gostaria de levar ele, tudo certo?- e se ele me dissesse algo entre trinta ou trinta e cinco mil eu a pegaria colocando o dinheiro sobre o balcão.

Após sair dali eu iria procurando o bar mais próximo, onde eu pudesse esfriar a cabeça com umas boas cervejas, antes que a dor de cabeça voltasse, eu não bebia a quase 2 meses e isso provavelmente era parte do que estava me matando.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - What if...   Cap. 2 - What if... - Página 3 EmptyDom 05 Jul 2020, 13:52


Até então tudo na cidade tinha sido maravilhoso. Claro, a multidão fora um ponto negativo, mas nem tudo era perfeito. De modo geral, Newberry estava me encantando aos poucos com sua diversidade e beleza. Eu estava gostando de estar ali. Andar e conhecer todos aqueles lugares me fascinava, porém, a inocência é um defeito grave. Eu devia ter imaginado. Até as rosas tem espinhos. Porque um lugar como aquele não teria seu lado sujo e podre? É... e como era sujo e podre aquele lugar. O fedor de cigarro, as mulheres realizando trabalhos sexuais. Não era um bar comum.

Minha pose imediatamente se quebrou após cruzar aquela porta. Em que tipo de coisa eu tinha me metido? Porque o Capitão não explicou melhor que tipo de lugar era aquele? Muitas perguntas imediatamente martelaram minha cabeça. Confesso que me assustei. Não foi uma boa primeira impressão, mas eu tinha uma missão, né? Tentei me manter calma, não reparar muito nos detalhes e foquei em não me incomodar com aquilo. Era muito desconfortável, mas eu precisava resolver aquilo.

-Fazer a média com a comunidade? O que isso quer dizer? Questionei ao tal Gambino.

Tudo que ele tinha dito me deixava ainda mais confusa. Isso só piorava porque aquele lugar causava um embrulho no estômago que talvez estivesse me deixando neurada. Imaginei ter ouvido alguns cliques. Pensei que fosse apenas minha cabeça pedindo pra sair logo dali. Eu tentava respirar fundo e finalizar logo aquilo. Aqueles homens não eram lá os mais gentis e também falavam coisas que não agradavam muito. Só sei que ao terminar, quando andei em direção a porta, me esforcei para sequer olhar pra trás e deixar logo aquele lugar imundo. Eu agradeci por minha capacidade de me manter calma.

Não sabia se eu estava furiosa ou o que. Mas tentei correr para a casa onde o Capitão falou que eu fosse atrás dele. Chegaria abrindo a porta, sem me importar muito com o que aquilo poderia causar. Iria direto a ele.

-Está feito, Capitão. Podemos ir embora daqui logo?

Eu tinha muitas coisas a questioná-lo. Não é possível que ele não soubesse o tipo de lugar que era aquele bar e o tipo de coisa que eu acabaria ouvindo. Ele era um idiota pervertido, claro, mas imaginava que fosse apenas algo assim e não que ele seria babaca o suficiente de me colocar numa situação como aquela a troco de nada. Eu lamentava por outras mulheres que pudessem ter frequentado aquele lugar e passado por coisas assim. ''O trabalho nessa ilha vai ser longo... mas eu vou acabar com essas coisas.'' Pensei ao respirar profundamente mais uma vez. Nessas horas eu ao menos ficava feliz por ter me tornado uma Marinheira. Eu coloquei na cabeça naquele momento que meus primeiros esforços seriam para mudar esse tipo de cultura na ilha e esperava que com o tempo e a influencia da organização eu pudesse fazer algo a respeito. Mas por hora, o importante era esperar que o Capitão me desse algumas boas explicações.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - What if...   Cap. 2 - What if... - Página 3 EmptyQua 08 Jul 2020, 06:56

As vozes na cabeça de Natasha eram bem mais altas que as vozes da multidão que ela enfrentou a poucos instantes antes de entrar no beco que levava para a zona mais carente da cidade. Talvez ela sequer tivesse notado, todas aquelas pessoas e ruas ante seu destino, o que era talvez o comum para a maioria que anda em um lugar tão povoado.

Seus gritos no entanto atraiam certa atenção, ela não era perseguida nem nada similar mas alguns olhares se moviam em direção a ela. Eram as moças de um bordel, que pareciam sempre estar buscando clientes, algumas até mesmo piscavam para Natasha, tentando pescar ela naquele meio, algo que ela poderia ver fortemente ali. Talvez elas pudessem lhe ser úteis em algum momento é claro.

De todo modo ela seguia devagar sempre agoniada com as dores de cabeça que surgiam em meio a cada passo. Mas passando dali ela via um letreiro humilde e apagado que não chamava nada de atenção que era “Joe’s of all trades” Ela de cara não ia entrar pois a luz lá dentro era fraca e nada remetia a forja no nome, nem mesmo a espadas.

Só que isso mudava rapidamente, dado o fato que ela passando pela porta via logo uma espada de duas mãos ali, era uma espada longa clássica. Assim adentrando no lugar o rapaz que a atendia era um cara bem charmoso, talvez bem diferente do esperado, de quem comandava uma loja de armas, ou um ferreiro, era um loiro com uma jaqueta de couro, luvas negras estava com um óculos escuro que ele levantava assim que via a garota.

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Ele vendo ela entrar logo sem demora pergunta. -Bem vinda, você precisa de alguma coisa?- ele tinha uma certa estranheza ao notar que ela estava um pouco trêmula, e parecia bem mal, mas como ela o respondia naturalmente ele decidia ter a delicadeza de não questionar já que podia ser alguma condição física que ele desconhecia.

Assim ele pegava os sabres que tinha ali por detrás do balcão e trazia dois modelos para que ela escolhesse. -Eu tenho esses dois modelos.- ela olhava e testava escolhendo o que parecia ter maior encaixe, logo perguntando se poderia levar ele. -São trinta mil berries- e assim pagando por tudo ela pegava o sabre e embainhou ele já saindo do local.

Já Rose nesse momento estava fazendo outras coisas… O incômodo era o que se fazia mais presente com aquele tipo de ambiente deturpado, mas não apenas isso, ela logo que ouvia algo já questionava do que se tratava. -Há o capitão é um cara querido por a galera. às vezes é difícil conseguir dinheiro e algumas marinheiras já “estagiaram” aqui.- elas poderiam fazer qualquer coisa, talvez fossem bartenders? Servissem drinks? É mas depois do que vira, era complicado que ela tivesse a mesma visão.

Confusa e irritada ela saia dali abrindo a porta e dando de cara com uma garota de cabelos alvos, com um falcão no ombro, era Natasha que passava direto por ela, mas era uma figura tão chamativa com roupas que lembravam uma nobreza… Então aquilo era simplesmente tão destoante com o clima do lugar que não se dava para passar despercebida.

Entretanto nada mais era que um acaso, e ela entrava no bar que Rose acabara de sair. Lá Natasha podia perceber uma coisa, aquele lugar não era pra qualquer um, que esteja apenas querendo tomar umas bebidas…

O cheiro de nicotina e álcool se espalhava desde a porta, não demorava para que ela tivesse de ver a cena de que a esquerda havia uma cortina aberta, com uma moça encaixada em um rapaz se movendo.

E a direita todos os caras bem vestidos jogando cartas… Eles todos paravam o que estavam fazendo para olhar a Lestrange, pois a outra alva havia deixado o libido dos caras lá em cima, enquanto poderia ouvir alguns comentários… Complicados… “Essa não tem o mesmo tamanho, mas é bem bonita.”, “Acho que a gente devia dar uma iniciação pra ela em?’, “Não é todo dia que o raio cai duas vezes no mesmo lugar, duas gostosas num dia… Esse bar tá movimentado!!” e dava pra notar que muitos outros cochichavam.

Ela era a atração do momento mas nenhum deles tinha chegado até ela ainda, então poderia ser que só tivessem uma boca desproporcional as ações. De toda forma os olhares a devoravam, as palavras a desejavam, e todo o ambiente parecia voltado a isso. De fato o que a marinheira deixou pra trás foram vários rapazes cheios de desejos. Ao centro tinha o bartender que poderia atender ela para qualquer pedido de bebida.

Mas voltando a Rose, ela saia do lugar com velocidade, e ia para a casa… Adentrando lá, ela podia ver que aquele lugar era um pouco mais tranquilo que o anterior, ela via mais uns 4 ou 5 pessoas com a farda da marinha. 2 homens que jogavam Poker numa mesa com outros civis.

E 3 moças, duas delas estavam sentadas bebendo em um sofazinho, era duas garrafas de vodka pra cada uma, deviam estar de volta, e a terceira? Ela estava num sofá ao lado do capitão Araki…

Ela estava toda curvada com sua fronte encostada no braço do capitão enquanto ela acariciava o peito dele, que estava todo sorridente. As palavras da marinheira eram ouvidas por Rose antes que ela chegasse completamente ao destino. -E quando vamos falar daquela promoção em capitão? Você disse que se eu fizesse mais uma vez você me subia- dizia ela descendo as mãos pelo corpo dele quase chegando ali a acariciar uma zona diferente…

Mas antes que isso acontecesse as palavras dela soavam aos ouvidos, dos dois, a marinheira que tomava um susto, tirava as mãos de onde estava e logo Araki se levantava também falando. -Podemos sim, vamos seguindo. Há essa daqui é a Jennete, e Jennete essa pe a Rose, vamos indo. Depois falamos em particular dessa promoção.- e assim ele se levantou, pegando no pulso da garota rapidamente se retirava dali com Rose a trazendo junto, assim que lá fora, começando a caminhar de volta para o navio.

Talvez ela estivesse confusa com tudo que viu e tivesse muitas perguntas para fazer, mas naquele instante ele apenas caminhava com ela iniciando uma conversação. -Como foi com o pacote, deu tudo certo sem mais problemas né? Eles não tendem a ser agressivos com ninguém.- comentava ele olhando meio de lado pra ela enquanto forçava os passos para se retirar daquela zona. As coisas tinham sido estranhas, por que exatamente ele tirou ela da casa tão rápido? E ainda mais por que ele simplesmente deixou a moça pra trás, sendo que seu comportamento normalmente não permitiria isso? Ainda mais que era uma marinheira bem bonita.

Tinham muitas perguntas, muita coisa aconteceu de uma só vez e processar aquilo tudo não seria uma tarefa de dia pra noite.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - What if...   Cap. 2 - What if... - Página 3 EmptyQua 08 Jul 2020, 14:37


Aquela ida ao bar tinha rendido várias perguntas e a cada vez que os malditos daquele lugar abriam a boca, só deixavam ainda mais questões em aberto. Que tipo de estágio eles estavam falando? Eu era ingênua pra muita coisa, mas não era burra. Poderia ser apenas conversa jogada fora, não pareciam ser pessoas confiáveis a esse ponto, mas e se estivessem mesmo falando a verdade? Aquilo me preocupou. Araki tinha demonstrado ser alguém um tanto quanto peculiar e no fundo meu instinto me dizia que era bom ao menos esclarecer as coisas.

Na saída, brava com o que poderia estar se passando, mal tive tempo de reparar na moça com quem cruzei. Não vi muitos detalhes dela, mas era uma mulher e isso me preocupou novamente. O problema é que como minha cabeça estava, pouco fiz para evitar aquilo. Só depois pensei, mas lembro de na hora ter deixado rapidamente um aviso.

-Não é um bom lugar, moça... não entre ai. Mencionei rapidamente antes de adentrar a casa ao lado.

E pra que entrar naquele lugar? Me pergunto até hoje o que mais acontecia ali. Lembro que a primeira impressão não foi nada legal. Mulheres bebendo, homens jogando. Era mesmo a Marinha ali? O pior de tudo era a oficial que se assanhava com o Capitão e aparentava estar atrás de uma promoção. O meu estômago embrulhou na hora. Aquelas eram mesmo algumas das referências da organização que tanto sonhei em servir? Sempre imaginei tanta coisa diferente. Foi decepcionante e isso se refletiu no meu olhar para todos eles. Eu não sabia o que mais dizer, mas ao menos o Capitão não insistiu em ficar ali e aceitou vir comigo.

-Entreguei. É isso. Respondi de forma seca quando ele perguntou sobre o pacote. Não dava pra esconder meu estado de humor. -Mas sou eu quem tem perguntas aqui. Que história é essa de Marinheiras ''estagiarem'' naquele lugar? Isso significa o que eu penso que significa? Você parece ser bem querido por aquelas pessoas e elas não parecem nada legais. Ah... e não me diga que a promoção da Jennete tenha a ver com o que vocês dois estavam quase fazendo ali. É isso? Perguntava com uma cara fechada. -Você não tem vergonha de ser esse tipo de pessoa? Essa farda significa algo pra você?

O Capitão não parecia mais ser nada do que eu eu tinha imaginado e isso era muito decepcionante. Aquela ilha tinha suas belezas e isso foi uma experiência fantástica, mas a podridão também estava presente e parecia começar dentro da organização que mais deveria ser exemplo. Será que todos sabiam daquelas coisas? Toda a Marinha presente naquele lugar eram como o Capitão e aquela tal Jennete? As Marinheiras ao menos tiveram alguma escolha antes de serem levadas naquele bar? Eu estava muito triste com tudo aquilo. Era uma sorte grande ser alguém que não perdia a calma, pois eu me imaginava sendo capaz de fazer mil coisas que me arrependeria eternamente naquele momento. Eu só respirei fundo e continuei caminhando em direção ao barco. Algo precisava ser feito. Talvez houvesse outro Capitão, alguém com quem pudesse falar a respeito ou avisar sobre as coisas que tinha ficado sabendo. De todo modo era melhor que Araki não soubesse que eu pensava nessas coisas, ele certamente não era alguém que levaria isso numa boa e por isso apenas ouviria suas explicações por hora.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - What if...   Cap. 2 - What if... - Página 3 EmptySex 10 Jul 2020, 17:26

Bem pra começo de conversa o rapaz da loja de armas era bonitão… Talvez… Só talvez eu devesse ter me arrumado um pouco melhor, feito uma maquiagem pra esconder as olheiras… Mas é… Às vezes a gente não ta tão pro crime quanto deveria nessas horas.

Mas ali tudo dava certo aparentemente, ele talvez tivesse me estranhado, mas não culparia o loirinho, eu estava nos meus dias… Caminhando pro bar uma outra pessoa falava comigo? Era uma marinheira? Por que diabos uma fardada saiu falando comigo?

Bom, eu apenas acenaria de volta, não entendi de fato o por que não deveria entrar, mas se um cãozinho da marinha não gosta daqui… É aqui mesmo que devo entrar… Aliás, qual será o número daquele sutiã? Bem, ela provavelmente não iria cair no meu colo, são caminhos diferentes no fim. Eu antes de entrar daria uma ordem rápida para Amon.-Espere lá em cima, qualquer coisa eu assobio- deixando que o falcão subisse, afinal a fumaça poderia fazer-lhe mal.

E é, ela estava errada, eu sugaria profundamente a fumaça pelo nariz, era lindamente intoxicante, lamberia meus lábios em uma mais pura satisfação, era lindo, era arte, era PROMÍSCUO… Eu me sentia em casa, e logo sentaria nos bancos perto do balcão, acenando levemente para os homens que soltavam suas piadinhas…

Eu admito que me incomodava um pouco aquelas falas eram bem idiotas, mas bem, isso não era algo incomum na minha vivência aliás, eu cresci pra isso meu trabalho era esse, chamar atenção, atuar e conquistar a atenção desse tipo, ganhar vantagens sobre eles.

Por isso quando sentasse cruzaria minhas pernas me debruçando um pouco sobre o balcão para de certo modo exibir mais a fartura de minhas curvas, por que? Bem, sozinha ali eu poderia pagar uma garrafa ou algumas doses, mas se eu chamasse atenção, eu poderia beber de graça o que eu quisesse…

Assim já falaria com o bartender dizendo.-Eu gostaria de uma garrafa de vodka e um copo por favor.- diria com uma voz suave, tentando manter um certo charme em minhas colocações, era tudo um jogo de atuação, o corpo debruçado sobre o balcão, a voz, e claro os glúteos empinados sobre o banco para chamar uma presa ali.

Eu ainda precisava aprender um pouco mais sobre sedução é claro, eu sou uma atriz, e isso já me dava alguns pontos, mas mesmo assim eu poderia melhorar as minhas futuras performances. Se o rapaz me trouxesse a vodka colocaria o dinheiro no balcão pegando o copo enchendo ele completamente e virando na boca de uma única vez.

O Objetivo era sentir a sensação do álcool queimando na garganta, e entrando para dentro, era simplesmente gratificante o que fosse ali. Eu desejei isso por meses, e no fim, de que valeu meu tempo sem beber? Nada, apenas infortúnio, estar sóbria não ajudou nada a achar Albius, sinceramente era hora de mudar o estilo dessa caçada.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - What if...   Cap. 2 - What if... - Página 3 EmptySeg 13 Jul 2020, 02:53


Ao sair dali Rose tinha muitas coisas para perguntar ao capitão, e assim ela o bombardeava com tantas informações como podia, eram perguntas que não faziam ele sequer se preocupar. Ele apenas escutava tudo antes de começar a falar e com um olhar bem tranquilo dizia. -Eu acho que você pensa demais, vou te fazer uma pergunta… Qual o dever da marinha?- Diria ela bem serio e seu tom de voz era firme ao perguntar algo como isso.

Dava pra ver pelo olhar dele que não haviam dúvidas no que ele estava dizendo e assim ele prosseguia. -Nós protegemos civis de problemas. Você tem alguma coisa que mostre que os homens naquela casa são criminosos ou malfeitores? Pois caso não tenha, até segunda ordem é nosso dever proteger e trabalhar em prol da segurança de qualquer um, mesmo aqueles dos quais você não se identifica.- Ele se colocaria na frente dela parando um pouco de andar e a travando por alguns instantes antes de voltar a andar para o barco.

Aparentemente ele tinha muito ainda a falar sobre tal assunto, afinal, para ele naquele ponto, existia abertura para conversar sobre o que estava sendo dito, e ainda mais do seu ponto de vista. -É o seguinte, eu levo pessoas pra lá justamente por isso, seja para que elas protejam o estabelecimento como missão, quanto para que se conheça uma realidade sobre o mundo. Pois o nosso trabalho é proteger a paz.- Ele pegava o cigarro do bolso e ascendia sugando uma boa tragada e se virando de novo e voltando a tomar seu caminho em direção ao barco. -Custe o que custar, trazer uma vida limpa e boa para civis, e quanto a Jannete é uma boa pessoa, por mais que tenha leves problemas para se controlar com homens… Mas vou te perguntar o que isso mais uma vez tem, é um julgamento sobre o fato? Digo, talvez de onde você venha existam mais regras em relação a sexualidade ou bebidas, mas aqui é Newberry.- Ele falava durante quase todo o caminho explicando isso, sempre fazendo algumas pausas.

No fim quando eles já entraram no barco ele dizia uma última coisa pra ela lá dentro com um olhar bem sério, um pouco triste talvez, mas o que apesar da melancolia, parecia carregar um desapontamento.-Eu espero que essa farda, signifique algo pra você, que não a precária ideia de uma justiça cega e vaga. Vidas estão em suas mãos Soldado Rose. E decisões precipitadas matam tanto quanto armas.- Ele abria a porta do quarto apagando o cigarro na parede do barco enquanto, olhando para ela ainda antes de entrar falava.-Bem, trace o curso para o Marine Park, vou deitar um pouco e já está tarde. O curso é tranquilo não deve dar problemas.- e assim ele entrava dentro do quarto, fechando a porta e deixando a jovem marinheira com o silêncio.

Ou melhor, o barulho ainda existia, mas não era de outra pessoa, era o som das ondas, do vento, e os passos das pessoas que caminhavam na cidade, Araki podia estar errado ou blefando? Talvez, mas suas palavras, seu olhar, e talvez o coração dele estivessem no lugar certo… Era complicado definir tudo dado apenas os conhecimentos atuais que eram realmente insuficientes. Sobrou a ela o trabalho para se resolver e finalmente tomar alguma decisão, seja o curso do barco, ou o que ela desejava fazer.

Natasha já estava em outro momento diferente, ela adentrando no lugar estava ali para aproveitar mesmo de seus dotes e chamar atenção, ela pedia a vodka posando convidativamente para chamar atenção. O bartender trazia falando.-São 20.000 a garrafa completa.- e assim ela pagava colocando um copo e começando a beber, virando de uma vez só a dose.

Os rapazes na mesa estavam todos ensandecidos com aquilo, eles discutiam entre si, eles pareciam decidir como se tirassem apostas num tipo de janken ou coisa assim pra ver quem tentaria ir até ela. Eles brigavam por um tempo até que desistiram do jogo, aparentemente um dos rapazes tinha conseguido convencer os outros que tinha alguém que precisava mais.

Apesar de não ter efetivamente ouvido tudo enquanto ela saboreava sua bebida, ela podia compreender bem o que tava rolando. Pelas poucas frases e expressões que eles falavam. Saia lá do meio um garoto que parecia ser mais novato entre eles, aparentemente o mais inexperiente, talvez estivessem empurrando ele justamente por isso, para que ele tivesse uma chance de encontrar uma garota.

Ele tinha um sorriso de nervoso no rosto, e seu andar era um pouco desajustado provavelmente pelo fato de que ele estava desconfortável. Seus cabelos ruivos eram algo que destacava-se bastante dado o fedora preto que usava na cabeça. Ele usava uma camisa social vermelha, calça preta, assim como óculos diferentões que também eram da cor de sua camisa, mas claro com a transparência.


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Ele já bem próximo de Natasha exibia um certo tremor corporal, mas logo ele começava a tentar dizer alguma coisa. -B-o-oa noite moça, eu te vi aqui nessa cadeira, e daí eu tava naquela cadeira, mas eu vim pra essa cadeira por que eu queria conhecer você… Como se chama?- Ele se embananou todo sentado meio desajeitado no banco ao lado e fazia um símbolo de um dois com a mão. Pedindo mais bebida, e assim uma cerveja era colocada ali na mesa enquanto ele começava a beber deixando ao alcance dela se ela quisesse pegar. Ele esperava uma resposta sem parar de fitar a garota.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - What if...   Cap. 2 - What if... - Página 3 EmptyTer 14 Jul 2020, 17:14


Eu quis muito explicações do Capitão naquele momento. A cena que vi na casa, os comentários no bar. Tudo tinha passado uma primeira impressão tão errada da Marinha que minha decepção era grande com ele. Não hesitei em soltar questionamentos que poderiam deixá-lo desconfortável. Não apontei dedos ou acusei de nada, apenas tentei entender. Mas bem, quem esconde algo aos poucos acaba se entregando. Suas respostas pareceram mais uma carapuça que se encaixava perfeitamente. Ele não precisou assumir nada, porém, aquilo me fez ter muita certeza de que ele escondia algo.

-Definitivamente o dever da Marinha não é promover alguém por seus dotes que vão além de ser um bom fuzileiro... Comentei ironicamente em referência ao que ele estava fazendo com aquela mulher. -E calma lá. Eu não falei nada sobre aqueles homens serem criminosos. Apenas perguntei o que significava levar Marinheiras para estagiar lá. Porque tanta preocupação com esse detalhe de provar que eles são bandidos? Isso me cheira estranho. Falei sem me importar que ele era um superior.

Ele sabia que suas ações não eram condizentes. Tentou se explicar sobre Jannete, mas naquele momento o que ele falava já entrava por um ouvido e saia pelo outro. Não conseguia mais respeitá-lo como um oficial da Marinha ou como alguém superior a mim. A decepção tinha sido grande, mas agora eu estava era completamente desconfiada de que tipo de coisa ele estava se envolvendo. Não entendia porque ele puxou o aspecto de provar que aqueles homens eram criminosos quando minha pergunta sequer remetia a isso, mas comecei a sentir que ali tinha alguma coisa estranha. Ele ter ido dormir em seguida foi uma boa oportunidade para começar a pensar.

Primeiro, claro, tratei de tentar levar a embarcação de volta para o Marine Park. Conhecia o caminho e os procedimentos, então foi tranquilo tentar primeiro recolher as velas e depois levantar a ancora para manobrar a embarcação. Quando virada para fora do porto, abaixar novamente a vela e então apenas ir guiando a embarcação pelo timão até que estivéssemos de volta ao local de onde tínhamos partido. Ao chegar, manobrar com cuidado e então soltar a âncora. Durante o trajeto, claro, eu não consegui deixar de pensar em nenhum momento a respeito do que eu gostaria de fazer com aquelas coisas que estava pensando, mas talvez pudesse tentar conversar com algum superior a respeito.

Quando chegássemos, eu tinha planejado não acordar o Capitão e deixá-lo lá mesmo no quarto enquanto tentaria procurar pelo Park por alguém que pudesse falar sobre e se visse qualquer outro Marinheiro ali, imediatamente iria abordá-lo.

-Com licença... Sou nova por aqui. Você conhece algum outro Capitão além do Araki que trabalhe por aqui? Sabe onde posso encontrá-lo? Perguntaria, sendo que ao ser questionada sobre as razões, a resposta já estaria na ponta da língua. -Preciso reportar sobre algo que me incomoda da postura dele.

Era um plano um tanto quanto simples, e claro, existindo alguma outra pessoa ali que fosse Capitão também, com as devidas instruções, se conseguisse, claro, iria imediatamente até o local onde poderia encontrá-lo. Era meu dever como Marinheira prezar por uma boa postura e eu estava muito incomodada com o que imaginava que Araki poderia estar fazendo.

-Olá, Senhor(a). Sou a Rose, uma soldado novata. Poderia falar com você por um instante? Gostaria de relatar algo sobre o Araki que tem me incomodado. Questionaria. -Bom... eu fui com ele mais cedo até a cidade e algumas coisas me deixaram pensativa. Primeiro porque em um bar, alguns homens disseram que ele leva Marinheiras até lá para ''estagiar''. Um local com mulheres que oferecem serviços sexuais aos frequentantes e também vi ele de carícias com uma outra marinheira chamada Jannete que cobrava dele uma promoção por conta dessas coisas. Isso é uma atitude aceitável por aqui? Completaria se fosse dada a oportunidade de continuar.

Formular tal plano em minha cabeça enquanto viajava até o Park foi algo simples, mas claro, tudo era muito mais fácil em minha cabeça do que realmente poderia ser, afinal, eu não conhecia nada daquele lugar e nem suas pessoas. Ele falou como se Newberry fosse um lugar em que coisas assim fossem normais e isso também tinha ficado martelando em minha cabeça. Era assim que as cidades grandes funcionavam? Seaman era um ponto tão fora da curva assim para que os valores que eu tinha se tornassem tão inválidos? Era tudo tão confuso.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - What if...   Cap. 2 - What if... - Página 3 EmptySex 28 Ago 2020, 18:58

Aventura cancelada a pedido do player.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - What if...   Cap. 2 - What if... - Página 3 EmptySeg 19 Out 2020, 03:03

Participação da jogadora Jinne cancelada a pedido da mesma.

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