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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2 - What if...

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MensagemAssunto: Cap. 2 - What if...   Cap. 2 - What if... - Página 2 EmptyTer 16 Jun 2020, 01:31

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2 - What if...

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Naitlyn Rose. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - What if...   Cap. 2 - What if... - Página 2 EmptySeg 22 Jun 2020, 11:10


Mink seria o nome do que aquela moça do Arsenal era. A princípio um choque pra mim. A bolha em que vivi toda minha vida na pequena Seaman não me fez imaginar a diversidade que poderia existir fora dali. Não era algo pensável quando deixei o lugar que eu encontraria uma pessoa que mais se assemelhava a um animal humanoide e principalmente trabalhando para a Marinha. Eu sorria. Tinha muito a aprender ainda e aquela era mais uma informação valiosa pra mim. Era alguém, falava, tinha seus sentimentos e acima de tudo era uma vida. Não existia forma de desrespeito para ela dentro de mim, porém, preocupava-me que minha dúvida pudesse parecer grotesca ou algo do tipo. ''O que será mais que este vasto mundo guarda? Minks... um dia quero conhecê-los melhor...'' Foi o que pensei naquele momento ao refletir rapidamente sobre o que tinha acabado de aprender. Aquilo me fazia ficar animada pro que o futuro poderia guardar e mais do que nunca eu queria conhecer o vasto mundo em que vivia.

De forma simpática ela me confortou que não teria sido o caso dada a forma como ela respondeu minha dúvida. ''Ufa...'' Suspirei. O problema foi que graças ao choque ao vê-la eu tinha me embaraçado toda e esquecido do mais importante: Informar para que estava ali e a mando de quem.

-Meu deus... me desculpe. Foi o capitão lá... aquele do tapa olho... droga. Esqueci o nome dele. Estou fazendo um teste para ingressar. Me enrolei toda. Me perdoe!

Eu tinha me sentido muito constrangida com aquilo. Minha primeira oportunidade de fazer alguma coisa e nem mesmo tinha feito direito. Como poderia voltar ao capitão e falar que não consegui pegar a arma? Seria horrível. A sorte é que a moça confiou em minhas explicações e permitiu que eu fizesse a retirada, tendo, claro, de retornar posteriormente para oficializar. Eu apenas acenei com a cabeça ainda envergonhada com a confusão ao ponto de ter preferido nem mesmo falar nada e corri de volta para o lugar onde mais importava por hora, onde estava o Capitão e o resto do teste.

Não vou negar que durante o caminho fiquei preocupada. Não fazia muito sentido ele ter me pedido para pegar uma arma e eu me forcei a pensar que não usaria ela para nada demais, tinha medo do que poderia ser a necessidade de carregar aquilo. Lembro de ter sido muito reconfortante quando ele explicou que o teste seria apenas uma tentativa de quebrar o pratinho que ele colocou sobre a cabeça. Mas também não foi nada fácil vencer o nervosismo com aquilo. Principalmente pelas poses que ele fazia e a confiança que ele esbanjava. Aquilo fez eu sentir que ele tinha acabado de ficar dez vezes maior e um suor frio rapidamente escorreu de mim. Sim, mesmo estando com a roupa úmida e tendo acabado de me lavar, eu lembro de ter conseguido suar.

-Entendido! Foi o que consegui dizer confirmando que tentaria o que ele pediu. -Já peço desculpas se algo acontecer.

A primeira coisa que fiz foi empunhar a foice que tinha acabado de pegar. Fiquei feliz de que meu critério de escolha tinha sido efetivo e uma oportunidade de provar porque escolhi aquele tipo de arma se mostrava. Tentei virá-la de costas. Jamais usaria para machucar aquele capitão, mas precisava do suporte dela naquele teste. ''Pelo menos ele só disse a palavra tentar...'' Pensei antes de ir a frente. Eu tentei avançar com a maior velocidade que tinha naquele momento. Pensei que pudesse impressioná-lo, mas não por exibir a velocidade e sim por tentar surpreendê-lo. Talvez já tivesse feito vários testes e era normal que pessoas simplesmente corressem e avançassem contra ele, algo que ele poderia esperar e acreditar ser previsível. Não era meu objetivo no fim. Tentei rapidamente, durante a corrida, antes que estivesse no alcance dele ou ele no meu, chutar um pouco de areia, ou terra em sua direção. O propósito disso? Fazê-lo acreditar que era um truque sujo. E era, mas não o único. Imediatamente após isso, comecei a ir a frente meio que caindo, assim como se estivesse tropeçando por consequência de uma execução mal feita do que tentei fazer. Tentei ir em sua direção como se buscasse apoio para não cair de cara no chão, batendo os braços como se esperasse segurar em algo. Isso aconteceu para que se tivesse conseguido chegar até ele, eu tentasse puxá-lo com força para o lado usando a mão que não empunhava a arma buscando usar meu próprio peso para desequilibrá-lo, esperando que suas mãos no bolso tirassem ainda mais de seu equilíbrio e que aquilo derrubasse o pratinho, que tentaria golpear com a parte de trás arma para não correr o risco de feri-lo ali. No fim, optei por isso pois caso ele se afastasse, eu teria a oportunidade de apenas me jogar de cara no chão e fingir que tinha realmente tropeçado.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - What if...   Cap. 2 - What if... - Página 2 EmptyTer 23 Jun 2020, 01:41

Rose tinha tido problemas desde a mink, o que fazia com que ela já chegasse um pouco afetada ao combate. Mas não era só isso ela não queria ferir ele e ao mesmo tempo sentia uma certa vontade interna de surpreender mesmo o seu tutor.

Ela pensou de certo modo para um rumo certo, talvez atuar ou tentar forjar algum tipo de coisa que pudesse o assustar. E o capitão olhava de maneira séria e ainda com as mãos nos bolsos analisava os movimentos, do corpo dela.

Ele mesmo podia perceber que ela se continha um pouco, e pela sua musculatura até aqui ele conseguia avaliar mais ou menos uma média de quanta força ela tinha. Entretanto a garota não buscava um modo convencional de vencer aquele desafio, ela decidia se mover de uma maneira caotica.

Primeiro ela chutava uma certa quantidade de terra em direção a ele, na verdade, mais pedras que terra já que o local era meio duro, então o que voavam era mais pedrinhas que saiam pra cima de Tengu. que apenas virava seu corpo 360º rápidos onde soltava a camisa visando que ela bloqueasse as pedras naquele ponto.

Apesar de claramente bloqueio não ser bem seu estilo, ele parecia entender que aquela não era a verdadeira ameaça, na realidade ele percebia uma coisa diferente, seu giro tinha sido inútil pois as pedras voaram pro alto, já que a pontaria da marinheira não existia, logo as pedras acabavam atrapalhando seu próprio movimento caindo na cabeça dela.

As pedras não a machucavam, mas ela podia sentir as pancadinhas na parte de cima o que era incômodo, talvez ela não tivesse pensado tão bem no que tava acontecendo, mas ainda era tempo, ela continuava indo pra cima e o avaliador estava incrédulo no que via.

Realmente aquilo era mesmo inesperado, completamente inesperado e o rosto do capitão era de embasbacado, ele abria a boca ficando com os olhos bem atentos e surpresos. Ou melhor o único olho nesse caso.

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Inclusive agora sim, começava o show de atuação onde o capitão dava alguns passos a frente meio que desistindo de fugir ali, ele só esperava que ela se aproximasse. Apesar de a ideia ser inteligente, ela claramente não tinha habilidades de atuação, ou enganação, as fintas até eram boas, mas a tentativa de atuar a queda bem… Ela era apenas engraçada.

Quando ela se preparava então para fazer finalmente sua estratégia de desequilibrar ele, ela via a mão do tal capitão se movendo, ela parecia sair em alta velocidade do bolso, aquilo sequer lembrava um golpe com a mão. Aquilo era um estilo de IAI… Lembrava muito um golpe de espada, mas ele não visava machucar Rose, na verdade ele dava um tapão na orelha dela.

O golpe movia toda o líquido dentro do labirinto, de modo que agora ela tinha desequilibrado e bem… A queda falsa? Ela realmente virou uma queda. O capitão incrédulo no que acabou de presenciar tragava o cigarro todo numa só… Naquele momento ele só pensava. “Pelo menos ela é bonita”, ele esperava que a garota se levantasse…

E quando ela o fizesse ele aguardaria para comentar sobre o que acabou de ver… -Suas ideias foram inteligentes, tentar aplicar um pouco de enganação, mas apesar de sua finta ter sido bem feita, o resto da atuação foi por água abaixo muito cedo- ele coçava o queixo puxando o caderninho e anotando o que tinha acabado de presenciar.

Então ele dava um sorriso de leve e coçava a cabeça. -Se você quiser eu posso te ensinar a usar atuação pra fins combativos, apesar de eu acreditar que você já sabia fazer fintas. De todo modo, eu quero que use sua melhor sequência de golpes em mim certo?- ele era um pouco mais incisivo no que queria ver, de modo que ele acreditava que ela ainda tinha algum potencial… Na verdade ele rezava pra que ela tivesse algum potencial oculto, e não fosse só aquilo.

E claro… Ele não queria perder a chance de ser o lobo… o que isso quer dizer? Bem só a mente doentia do homem ali poderia revelar melhor esse fato, mas ele estava completamente incrédulo, ele realmente achava tentava apagar da memória a cena.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - What if...   Cap. 2 - What if... - Página 2 EmptyTer 23 Jun 2020, 10:07


Eu lhes contei o que tentei, porque bem... foi um desastre total. Como era de se esperar, por ser alguém que nunca treinou muito bem sua pontaria ou aquele tipo de movimento até aquele momento, chutar a terra foi quase como um gol contra. Mais me atrapalhou do que me ajudou e eu pude sentir que nem chegaram perto de acertá-lo. Como senti? Elas estavam caindo sobre mim mesma. Ironicamente. Talvez se tivesse tentado isso propositalmente eu não teria conseguido, mas bem, foi o que aconteceu. A atuação então. Foi outro desastre. Nem sequer convenceu-o e ainda acabou por se tornar uma queda de verdade com o deslocamento que ele me provou com seu golpe. Eu juro que senti vergonha e queria enfiar a cara num buraco e nunca mais tirá-la dali. Mas era meu sonho e eu continuaria a tentar aquilo mesmo que isso custasse toda a dignidade que eu ainda tinha. Se é que tinha...

-Me desculpe. Eu pensei que poderia ser uma boa... digo... não imaginei que trocar golpes era o certo. Estamos do mesmo lado, né? Mas tudo bem. Farei assim agora. Me desculpe por isso. Falei com a cara tão corada quanto um tomate.

Eu quis surpreender, era um fato, mas, o maior motivo pelo qual tentei aquilo, é porque empunhar uma arma contra um oficial da Marinha não me descia bem. Era um teste e eu provavelmente sequer conseguiria atingi-lo. Mas e se algo desse errado? Eu não queria machucá-lo ou usar minha força contra um aliado. Contra ninguém na verdade. Era um defeito grande meu. Por mais que no fundo soubesse que a força seria preciso pra trazer paz, como eu queria, eu ainda me sentia mal de machucar alguém. Eu respirei fundo antes de ir adiante com a ideia que ele mesmo sugeria, mas, já tinha esgotado a minha cota de besteiras e não iria falhar novamente e desperdiçar a chance que ele tinha me dado.

Tentei avançar com rapidez. Movimento previsível e básico indo na sua direção. Jamais venceria um capitão com a minha força atual, então era melhor aceitar isso e mostrá-lo a minha força independente disso. Queria primeiro deixá-lo ciente do quão rápido eu era, por isso a tentativa de avançar com tamanha agilidade, usando tudo que fosse possível de meu corpo para extrair aquilo. Em seguida, tentei golpes fortes e rápidos quando tive alcance para tal. Os locais que mirei foram seu peito, porém, sempre com a parte não cortante da lâmina. Esperava que o normal fosse ele desviar ou tentar bloquear e então, quando percebesse sua concentração nisso, tentei aproveitar a oportunidade para forçar um novo impulso em sua direção e jogar meu peso contra ele. Ele poderia ser forte, mas segurar tudo aquilo, pelo menos na minha cabeça, parecia que certamente causaria algum desequilíbrio e então poderia fazer com que o prato caísse e eu poderia assim quebrá-lo. Se não, a ideia era que eu tentasse logo em seguida golpear sua perna, tentando buscar a dobradura do joelho, na parte de trás, tentando desequilibrá-lo se acertar ou causar uma nova perturbação se ele precisasse recolher rápido para desviar por assim usaria uma de minhas pernas para acertar a outra que teria virado o apoio e assim talvez derrubar aquele prato.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - What if...   Cap. 2 - What if... - Página 2 EmptyQua 24 Jun 2020, 14:44

Araki ouvia o que a garota tinha a dizer, ele dava um sorriso meio sádico quando simplesmente. -O teste é pra eu ver se você sobrevive num campo de batalha, não gosto de levar recrutas pra morrer- e o clima novamente pesava com o olhar que ele fazia em direção a moça, ele realmente não estava pra brincadeira.

Mas a garota tendo entendido tudo se preparava, ela começava usando de sua capacidade para demonstrar a sua velocidade, seus movimentos eram bem intensos, pois ela não perdia aceleração com mudanças de rota, ou mesmo com reações rápidas, fazia com que o homem avaliasse aquilo de maneira bem crítica.

Ele agora tinha uma opinião melhor sobre isso e seu olho se movia constantemente acompanhando os movimentos de Rose, e quando o golpe da foice vinha finalmente em sua direção ele avançava? Isso mesmo ele adentrava na zona mais a frente enquanto mais uma vez ele puxava a mão do bolso usando a técnica que tinha demonstrado

O IAI ia diretamente no pulso da garota que com o impacto era forçada a abrir os braços, e assim esperta como deveria ela aproveitava da movimentação usando o peso do seu corpo para se lançar para cima do tal. Entretanto a pose que ela tentava usar era completamente quebrada por um tapão no ombro que simplesmente movia o outro braço da garota.

Que acabava se chocando contra ele de braços abertos, o empurrando de fato… Mas não da forma que ela gostaria de fazer, já que ela usou seu busto para tal coisa… Araki caiu mas com um prazer sem nome, seu rosto demonstrava a felicidade de ser atingido… Era quase como se ele brilhasse naquele momento.

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Quando a queda iniciava o prato na cabeça do capitão encontrava o chão rapidamente, mas ainda durante aquele movimento, mesmo encantado com a delicia, o que fazia ele atrasar levemente os movimentos. Mas logo pegando com as duas mãos na roupa da garota ele usava a velocidade de queda somada ao peso da garota para executar outro movimento.

Ainda segurando na roupa dela, ele assim que encontrava o chão usava um giro para trás, usando as duas pernas para lançar a garota com força. Rose voava para o alto sendo jogada de cara no prato.

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Com a força do impulso ela acabava girando no ar para se reposicionar, mas caia bem em cima do prato com a testa quebrando ele, o que fazia um leve arranhão, mas não a machucou seriamente. De um modo ou de outro ela tinha conseguido quebrar o tal do prato. Mas as coisas não saíram exatamente como o esperado.

O capitão se recompunha limpando o sangue que saia de seu nariz após os fortes momentos vividos ali e comentava.-Está aprovada. Você se move até que bem rápido, e os golpes não foram ruins.- ele alongou os músculos depois de completar essa parte do treino, entretanto ainda não estava completo o alistamento.

Ele olhava para a garota puxava o caderninho e novamente fazia mais algumas anotações e com uma voz tranquila ele começava novamente a dirigir-lhe a palavra.-Agora falta mais um último teste. Entretanto antes disso me diga, você tem alguma habilidade além do combate? Digo, sabe cozinhar ou navegar, ou forjar? Algo que possa agregar ao QG além de caçar criminosos e fazer missões.- ele tragou mais profundamente o cigarro enquanto esperava por um resultado disso.

Provavelmente ele não queria dar um último teste apenas para gastar o tempo, mas sim medir mesmo se ela tem alguma habilidade para ser explorada nas dependências da marinha enquanto ela for marinheira.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - What if...   Cap. 2 - What if... - Página 2 EmptySeg 29 Jun 2020, 03:39


Poder mostrar minha habilidade de combate acabou sendo algo interessante. Eu sabia que mais cedo ou mais tarde acabaria sendo preciso. Na Marinha as coisas funcionavam assim e de certo modo foi pra isso que treinei em toda minha juventude. No começo hesitei, mas a vergonha que passei com a estratégia do tropeço me fez mudar rapidamente a mentalidade e querer provar ali mesmo que aquilo tinha sido algo atípico. Meus olhos se encheram de determinação, eu queria deixar evidente pra ele que eu usaria uma postura completamente diferente dessa vez. Claro, eu me contive, não quis arriscar ferir o Capitão mesmo que fosse apenas uma chance pequena, afinal, o nível dele era muito superior ao meu, mas fiquei satisfeita com o desempenho que tive.

As coisas não saíram exatamente como planejado. A antecipação dele me surpreendeu e o desenrolar daquilo tornou o clima extremamente desconfortável. ''Desgraçado... agora eu entendi" Foi o que pensei, furiosa com tudo que estava percebendo ali.~

Até mesmo esqueci o que tinha acontecido com minha testa ao repensar rapidamente sobre a cena em que caíamos e a cara dele parecia extremamente feliz. Vê-lo sangrar pelo nariz e me aprovar quase que imediatamente tinha tirado todo o brilho daquele momento pra mim. Eu estava feliz, não tinha como negar. Mas ver aquele tarado parecer feliz por ter tirado uma casquinha de mim me deixou completamente enfurecida e ao mesmo tempo muito envergonhada.

-Seu idiota... como pode? Nojento! Indaguei imediatamente. -Agora tudo faz sentido. Seus testes... você me assistindo. Eu vou te matar! Falava ainda no pequeno surto de raiva tentando acertá-lo com um soco na cabeça em repreensão.

Na verdade era mais vergonha do que ódio falando ali. Era constrangedor aquele tipo de situação e eu não sabia muito bem como me portar diante daquela cena. No fim ele não tinha feito nada de mais a não ser ficar feliz com o que ele tinha visto. Mas pra mim tudo aquilo era novidade também e eu estava completamente perdida em relação aquilo ao ponto de que decidi deixar pra lá por hora o que tinha acontecido.

-Me lembrarei de ficar espera com você daqui pra frente... Resmungava em seguida. -Mas sim, tenho habilidades além de combate. Estudei muitos anos numa escola naval e aprendi bastante sobre navegação. Me considero uma boa Navegadora. Completava, esfregando a mão em minha testa onde tinha batido no prato e finalmente podendo dar atenção a esse pequeno detalhe.

O fato é que eu estava feliz e muito ansiosa para o tal último teste que ele tinha mencionado. A adrenalina de perceber que estava tão próxima de ingressar na marinha já tomava completamente o meu corpo naquele momento. Foi uma das melhores sensações que senti quando paro pra pensar agora. Claro, eu também lembro de ter começado a pensar sobre como me portaria a partir daquele momento para lidar com o capitão tarado, mas só conseguia pensar em formas de quebrar todos os meus princípios anti violência e encher a cabeça dele de socos até que ele aprendesse a respeitar uma dama, mas, infelizmente não é algo que estava dentro da minha realidade naquele momento.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - What if...   Cap. 2 - What if... - Página 2 EmptySeg 29 Jun 2020, 18:01


Rose finalmente tinha percebido melhor o que estava acontecendo ali, ela sentia uma certa raiva do homem em questão, algo que já havia diminuído todo o animo que normalmente aquilo deveria trazer. Ela não havia claro perdido a vontade de seguir em frente, mas ainda assim o desconforto tinha quase que a feito repensar nisso.

Ela reclamava com o homem e até tentava dar um cascudo, que acertava levemente na parte de cima da cabeça dele, que soltava uma piada sobre o assunto. -Calma, calma moça, se for preciso a gente assume esse compromisso e se casa não tem problema hahahaha- ele dava um sorrisinho sobre o assunto tentando descontrair, mas pra ele era melhor ainda…

Assim ele havia notado que ela era realmente recatada até aquele ponto, tinha provavelmente tido uma vida bem mais simples… Então ela poderia se encaixar no perfil que ele precisava, inocente, simples, confiável, submissa, a o menos até ali ele a tinha enxergado dessa maneira, isso era o que ele estava procurando para uma subordinada, mas é claro, o procedimento não tinha acabado, então havia mais um teste importante.

Ele ouvia sobre as habilidades fora de combate que a garota possuía, e isso era algo muito valioso… Navegar é simplesmente um bônus que ele não tava esperando e ela poderia ver no olhar dele, que um brilho ascendia ainda mais forte… E o sorriso perturbador no rosto dele agora estava completo quando ele falava. -Há, então… Você sabe pilotar em? Cara isso é bom, eu já sei exatamente que teste farei pra finalizar seu alistamento e depois disso se passar vai ser oficialmente uma marinheira.- ele apontava para um dos barcos parado naquela região.

Já caminhando ele abria o portão e dava um sinal para a moça de que ele iria remover o barco, e a moça da recepção fazia o OK com o dedo. No caso ele informava isso para que os portões fossem fechados após a saída. -Agora eu quero que faça o seguinte, pilote esse barco daqui de Brookland até o Manhakan pelos arredores da ilha, vamos entregar um pacote que eu fiquei de levar.- comentava ele sorridente, já assobiando e entrando no barco.

Esse era um barco bem humilde, uma escuna de tamanho médio, ele deixava a disposição da garota, uma luneta, um mapa, um compasso, uma bússola e o pacote estava logo do lado dela. Ele então esperava que ela começasse a mover o barco em direção ao destino, o que não parecia uma tarefa tão grande já que era apenas um pequeno contorno feito ao redor da ilha.

O capitão se aproximaria dela naquele ponto, para lhe questionar se estava pronta.-Está pronta, se sim, vamos ao seu sinal, estou esperando.- e ali ele ficava, fitando o trabalho da garota de perto como se praticamente tivesse um olhar crítico do assunto. Quanto a estrutura do local, a sala de controle onde o leme estava era coberta, havia uma janela de vidro para que ela comandasse o barco.

Tinha duas mesinhas ao lado direito e esquerdo fixadas no chão, os mapas e instrumentos ficavam sobre elas e também os pesos para que aquelas coisas se mantivessem firmes mesmo no balanço do alto mar. Antes de entrar nessa sala ela teria passado por um corredor que tinha dois quartos, um de cada lado do corredor. Era um barquinho realmente humilde, provavelmente não condizente com o que um capitão tinha para apresentar, o que fazia crer que não era o dele.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - What if...   Cap. 2 - What if... - Página 2 EmptyTer 30 Jun 2020, 04:33


Aquele maldito tarado não desistia e mesmo vendo o quão furiosa eu tinha ficado com suas perversões pra cima de mim, o infeliz insistia em mais brincadeiras. Respirei fundo e tentei me acalmar. Na verdade eu nem estava tão nervosa, mas sabia que era uma boa oportunidade de mostrá-lo alguns modos. Eu sorri seco e tentei me aproximar lentamente dele novamente. Não seria possível que mantivéssemos um bom ambiente de trabalho se ele continuasse daquela forma e então outra vez tentei golpeá-lo em sua cabeça com um soco para novamente chamar a atenção. Naquele instante minha cara se encheu de fúria, uma tentativa tosca de intimidá-lo.

-Escuta aqui! Eu não vou casar com ninguém e é bom você se endireitar. Se eu for mesmo trabalhar aqui vou ter que te ensinar uns bons modos pra você e como tratar uma dama feito eu! Digo... todas as damas! Se enxerga!

Eu já imaginava o trabalho que seria colocar algum juízo na cabeça daquele capitão se as coisas dessem certo e por isso suspirava de decepção já ciente de como seriam complicados os primeiros momentos naquele lugar. E foi então que olhei para o barco que ele apontou. Era melhor esquecer um pouco aquelas coisas e focar no que realmente importava. Pude ver a embarcação e tentei captar bem seus detalhes e conhecê-la melhor antes de qualquer coisa. Eu também tentei dar uma boa olhada no mapa, buscava entender o lugar que estávamos e pra onde iríamos, já que eu não conhecia absolutamente nada daquela ilha.

-Onde estamos mesmo? Só pra ter certeza? Falei olhando para o mapa.

A pergunta foi uma garantia, afinal, era melhor ter certeza de tudo e garantir que conseguiria fazer o que ele pediu do que arriscar perder a oportunidade de entrar pra marinha. Enquanto ele falava, buscava alinhar o timão para que o leme permanecesse reto antes de colocar a embarcação para se mover. Corri para o convés e olhei os céus. Era bom ter certeza do clima também e aproveitei para olhar a direção do vento, começando a ajustar a angulação das velas para que pudessem pegar corrente. Em seguida, fui em direção ao cabrestante para começar a recolher a âncora e permitir que o barco pudesse enfim sair do lugar.


-Ótimo... vamos! Gritei quando por fim soltei as cordas tentando abaixar as velas para que o vento começasse a empurrar aquela escuna.

Aquela era a hora de começar a ajustar o timão e ir virando-o na direção para a qual deveríamos seguir. Não eram curvas fechadas, afinal, isso poderia comprometer a nossa estabilidade e por isso aos poucos fazia o trabalho de ir suavizando a virada com leves toques na direção oposta até que o barco finalmente estivesse adaptado a navegação na costa daquela ilha. Enquanto seguíamos mantinha minha atenção na distância que ainda estávamos do local marcado, afinal, alguns metros antes eu tentaria recolher as velas para que a embarcação perdesse velocidade e não passássemos direto do porto, deixando que apenas a maré nos conduzisse agora até estarmos próximos o suficiente para soltar a âncora novamente.

-E então? É aqui?

Estava confiante nas minhas habilidades e não acreditava que existia dificuldades em conduzir uma escuna pela costa de uma ilha, porém, não sabia o quão criteriosos seriam os pontos avaliados por ele naquela tarefa, então era impossível negar que mesmo depois de tudo eu ainda não estivesse um tanto quanto nervosa e suando bem frio na espera da resposta que tanto tinha aguardado em toda minha vida.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - What if...   Cap. 2 - What if... - Página 2 EmptyQua 01 Jul 2020, 01:07

Rose aproveitava do momento pra mais uma vez dar um sermão no rapaz, ela se aproximava aos poucos pra tentar dar um segundo socão nele. Entretanto dessa vez ele tava preparado, ele recebia o golpe ouvindo o que ela falava, mas aproveitava para girar ao redor da cintura dela, segurando no centro com as mãos e parando na frente dela.

Ele não tinha tocado em nenhum lugar demais, apenas usado a cintura dela de apoio como se fosse dançar um tango ou coisa parecida. -Agora tem que casar, mão na cintura é casamento em? hahahaha- dizia ele em um tom de voz sarcástico dando um sorrisinho de canto, ele tava mesmo a fim de provocar a garota, mas o foco mudava muito rapidamente.

Eles agora se dirigiam par ao barco antes de mais nada, um momento um tanto diferente, pois seria bem proveitoso. A garota observava bem o barco para captar melhor os detalhes, e adentrava na sala de comando, onde vendo os mapas questionava por garantia onde estava. E o homem respondia. -Bem estamos aqui, Brookland, Bem dentro do Marine Park.- ele apontava os dois pontos no mapa, o símbolo do porto exclusivo da marinha e o local como um todo.

E assim novamente ele deixava que a garota fizesse o trabalho inteiro. Até aquele ponto, levantando a ancora, fazendo os preparativos e aos poucos controlando o leme, a sensação era ótima, ver aquela imensidão azul, enquanto podia ver algumas gaivotas que passavam por ali. Como eles não iam muito pra longe da encosta da ilha, várias construções grandes eram bem observadas a distancia. Era legal poder ter um ponto de vista daquele lado.

Não haviam complicações na viagem, na verdade tinha sido muito simples. Eles aportavam na chegada de Manhakan, e aquela visão poderia ser muito boa para Rose, já que ela conseguiria dali de onde eles estavam ver alguns letreiros incandescentes piscando. Ainda ao longe, aquilo indicava o caminho para a Blue Square, e parecia ser um belo lugar.

Entretanto duas coisas eram perceptíveis, Manhakan era bem menor que Brookland, entretanto, era extremamente mais movimentada, ali mesmo onde eles aportavam, olhar para frente era como ver um formigueiro, várias e várias pessoas caminhando rapidamente, a maioria de roupas sociais, ou chamativas. Teria também outra coisa que podia chamar atenção, era um musico de rua que tava num banquinho com um violão cantando. -She's into superstitions, black cats and voodoo dolls… I feel a premonition, That girl's gonna make me fall ♪♪♪- era realmente um lugar muito mas muito movimentado.

Chegando ali a primeira pergunta era claramente desenvolvida até o capitão.-Você foi perfeita. Acho que realmente vai ser um bom adicional pra marinha.- Ele puxava a Admission Mark do bolso e entregava na mão da garota dizendo. -Pode colocar a farda lá no quarto da direita, se vista e quero que venha comigo entregar o pacote.- Bem ela tinha sido aprovada? É aparentemente as coisas estavam realmente indo bem???? Pois é, poderia ser o dia feliz da pequena Rose.

Enquanto isso a música mudava para o músico la fora enquanto a garota se trocasse e saísse la fora poderia ouvir um trecho do que o artista de rua estava cantando. --Don't remember where I was, I realized life was a game. The more seriously I took things, the harder the rules became… I had no idea what it'd cost, my life passed before my eyes, I found out how little I accomplished… All my plans denied ♪♪♪- agora estava tudo pronto para um começo de jornada, era aqui que a historia realmente iria começar.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - What if...   Cap. 2 - What if... - Página 2 EmptyQui 02 Jul 2020, 06:46


Aquele maldito Capitão parecia não ter jeito. A cada tentativa de corrigi-lo ele se superava e dava mais um jeito de sair por cima e continuar sendo o idiota que era, algo que lembro de ter me feito apenas suspirar e desistir daquilo. Olhei com decepção para ele, imaginando que ele sequer ligaria pra aquilo e retirei suas mãos de mim antes que ele mesmo tornasse as coisas piores. Só tostaria minha paciência se continuasse insistindo naquilo e sabia que a melhor coisa foi ter focado na viagem e realizar o que pelo menos me daria um futuro na Marinha. Por dentro eu estava furiosa com todo o desconforto que ele causava, mas, no fim dependia daquele desgraçado para o que eu sonhava e infelizmente o jeito era ignorar e continuar sorrindo como se nada tivesse acontecendo.

Ao menos a viagem foi tranquila. Deu pra ver bastante da ilha e chegar naquele novo lugar foi mais uma experiência fantástica. Cada vez que via mais daquele lugar me encantava em como tudo era tão diferente da minha pequena Seaman. Até uns letreiros coloridos existiam ali. Músicos de rua, que ouvia nas histórias quando pequena e uma cidade realmente populosa aparentemente. O sorriso estampado em meu rosto entregava completamente o quanto eu estava admirada com aquele lugar. Lembro que rapidamente peguei uma nota de cinco mil do meu bolso e joguei para o músico. Eu me lembrava de quando pequena que era certo ajudar eles quando faziam seus shows.

Tudo era realmente muito bonito, mas sem dúvidas a melhor coisa de chegar até aquele lugar foi a notícia que recebi vinda daquele maldito tarado. Eu finalmente estava aprovada na Marinha e ele me entregou a medalha que simbolizava esse feito. Eu chorei, chorei como uma criança. As lágrimas e os soluços tomavam completamente conta de mim. Lembro de me ter confundido inclusive. Quando ele me pediu para ir ao quarto da direita me trocar, eu pulei pra fora do barco no porto e parei por alguns segundos tentando localizar um quarto. Fiquei pensando algo tipo: ''Meu deus, onde que tem um quarto aqui? É um novo teste?'' Só instantes depois que a ficha tinha caído e eu voltei correndo quase que ignorando tudo para tentar ir ao quarto do barco. Nem lembro como pude pensar que encontraria um quarto fora dali, mas é o que a euforia faz com alguém.

Tentei me trocar o mais rápido que deu e então retornar para onde o Capitão estava. Ele ainda precisava de mim para levar o tal pacote com ele e dessa vez me apresentei tentando ser cordial e prestando continência como se me antecipasse e quisesse mostrar que já estava esperta ao ponto de lembrar disos.

-Sim capitão! Foi o que disse antes de fazer o simbólico ato de respeito. -Podemos ir! Completei.

Estava preparada para seguir com ele até onde quer que fosse, mas o que mais me interessava naquele momento era admirar a medalha que tinha recebido. Ela estaria firme em minha mão enquanto eu caminharia e observaria com cuidado ela. Também era interessante ver mais detalhes da cidade, aquele lugar realmente me chamava a atenção. Eu só sei que estava tão feliz naquele momento que eu parecia estar vivendo um sonho. E estava. Era o meu sonho que tinha acabado de se realizar.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - What if...   Cap. 2 - What if... - Página 2 EmptySex 03 Jul 2020, 06:51

A garota estava em euforia pelo que havia acontecido, até mesmo as lágrimas escorriam de seu rosto. O capitão estava apenas observando aquilo, com um sorriso de canto, ele provavelmente tinha algum prazer em ver isso, talvez apenas ficasse surpreso por alguém ter se emocionado tanto com algo tão simples.

Mas não apenas isso ele ficava completamente surpreso, quando via a garota pulando fora do barco… Ele realmente não esperava aquilo… Ela podia surpreender Tengu duas vezes… Oh man, sim duas vezes ele tinha aquela expressão… e ele comentava. -Então, o quarto é aqui dentro sabe?- falava ele apenas com um tom de voz brando…

Já que ele ainda estava absorvendo aqui… Ele apenas pensava “Ainda bem que os dotes salvam… Por que o cérebro passou longe...” Era o que ele imaginava da garota, duas vezes na fila da beleza… -1 na fila de cérebros… Claro que ele tinha uma analise superficial dela, mas era essa a impressão que ele havia absorvido até aqui.

Quando ela voltava até ele no entanto ele logo começava a caminhar para a saída comentando após a apresentação dela. -Tome cuidado, as ruas aqui são patrulhadas mas ainda perigosas, com grande aglomeração o controle dos transeuntes é difícil, pra não dizer impossível.- e assim ele caminhava, todos passavam ali perto do músico de rua…

Araki pegava uma moeda do bolso e com o polegar e um movimento de mão jogava dentro do chapéu que o músico tinha sobre um caixote, daqueles usados pra transportar frutas normalmente.Tengu mexia no pacote que eles tinham de entregar enquanto eles caminhavam no meio das pessoas.

A princípio a caminhada não era tão difícil, mas cada vez mais aquilo parecia mais um desafio, esquivar das pessoas, e se colocar em uma posição favorável para caminhar. pois após alguns segundos ela estava passeando pela zona mais movimentada da cidade.

E diferente de Brookland ali era sufocante, era como se ver afogando-se no mar, as ondas indo e vindo, te puxando, te carregando, e a cada braçada, uma chance a mais de afundar. A cidade suga as pessoas pra seu núcleo, como se fosse viva, e transforma todo mundo em sombras que caminham no asfalto.

Mas por fim, após quase três horas de caminhada passando por a multidão, o parque central e até mesmo a Blue Square, onde Rose podia ver os contrastes, enquanto o Central Park tinha uma bela arborização, e era extremamente bonito no sentido natural.

A Blue, mostrava realmente os picos da industrialização, eram aqueles letreiros luminosos, piscando e mostrando o que o lugar tinha de melhor, artista de rua, vendedores, tinha tudo por ali, inclusive um mímico que apresentava seu show, mostrando como se estivesse preso numa caixa.

Logo do lado de uma estátua viva, que se mexia com algumas pessoas em volta, eles eram mais uns que lutavam para pagar o almoço de amanhã nas terras sem lei, mas nunca se sabe, dias bons, dias ruins, sobreviver é a meta de muitos ganhando a vida por ali.

E por fim, numa zona já muito mais afastada e um pouco menos povoada era onde Araki parava, Rose podia ver aquele ambiente, ele tinha casas um pouco menos valorizadas em certo ponto, ainda bem feitas, mas pareciam ser diferentes do resto da cidade.

Para a direita existia um casarão, onde várias garotas ficavam por lá, desde muitas delas na varanda, até mesmo outras que estavam a passeio, elas usavam em maioria roupas bem chamativas. Provavelmente era uma daquelas Red Light House, ou famosos bordeis, não dava para ter certeza mas provavelmente fosse o caso.

Entretanto o local que eles estava indo era uma espécie de bar, era um que possuia um saxofone na frente de seu letreiro que era iluminado azul, e as letras também tinham escrito “Sax House, Beer and Music”, ali o capitão parava completamente seu avanço e estendia a mão com o pacote para Rose.

Ele realmente estava fazendo para que ela o pegasse e assim ele comentava. -Bem, entregue isso pra o meu contato, ele está lá dentro procure por Gambino Salvatore, ele vai estar vestido com uma roupa social, usando um chapéu preto, a gravata dele é azul escura. Você vai achar ele fácil… O Bartender te ajuda a achar, diga que “Araki tem um pacote pra Gambino” e fica tudo certo.- ele explicava com tranquilidade para a garota enquanto esperava que ela começasse a agir.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - What if...   Cap. 2 - What if... - Página 2 EmptySab 04 Jul 2020, 07:43


Infelizmente dessa vez não teve como me irritar com as piadas do Capitão a respeito da minha dificuldade em achar o Quarto. Fiquei com vergonha, claro, as bochechas coraram como sempre, mas eu admito que tinha sido bem embaraçoso o modo como demorei assimilar que o que tal Quarto não era fora do navio. Ainda bem que ninguém além dele percebeu quando fiz isso, ou pelo menos era o que eu acreditava, e acredito até hoje. Se fosse o oposto eu provavelmente teria me acabado de rir, então acho que ele foi até legal dado o quão pouco eu esperava dele. Foi um alivio na verdade.

Mas como era de se esperar, obviamente eu encontrei o Quarto. Até porque se não encontrasse teria algo muito errado em mim. O uniforme tinha ficado muito bom, parecia se encaixar perfeitamente em cada curva minha e era tão macio e branquinho que dava vontade de nunca mais tirá-lo. Foi um momento incrível vestir aquela farda pela primeira vez. O pior foi minha pose de alguém que queria parecer saber muito bem sobre a marinha e demonstrar serviço ao prestar continência pra ele.


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E as coisas seguiram. Adentrar aquela cidade foi algo muito diferente pra mim também. Não estava nem um pouco acostumada com tanta multidão e a todo momento eu sentia que iria me perder no meio de tanta gente ao ponto de nunca mais saber voltar pra onde eu precisava. Não era confortável não. Foi uma das coisas que menos gostei da ilha que até então só me encantava com suas diversidades de minha ilha natal. Mas com algum sufoco e boas horas andando no meio daquela aglomeração a gente se livrou e estava em um lugar bem melhor.

Era o que eu acreditava ser o centro. Bonito, eu diria. Mais artistas de rua e uma enorme discrepância entre os ''distritos''. Na empolgação que eu ainda tava, e no senso de querer ajudar alguém, fui logo tirando cinco mil para o Mímico e outros cinco para o Estátua Humana. Dois artistas fantásticos que por alguns instantes eu parei pra observar ao ponto de até abrir a boca e pensar coisas tipo ''Caramba... como alguém consegue fazer isso?''. E foi nessa empolgação que aos poucos eu tava gastando tudo que eu tinha sem lembrar que alguma hora eu precisaria comer e se não fosse o Capitão querer chegar logo onde ele iria entregar o tal pacote era bem perigoso que eu desprendesse mais algumas boas horas e mais do meu dinheiro ali.

Já longe dali foi a vez de ver um bordel. Aquilo sem dúvidas me deixou um pouco mal. Não conhecia as condições de cada uma e o que as levaram estar ali, mas imaginava que dificuldade era o que normalmente as motivava. Olhei pra minha carteira e vi que não daria pra ajudá-las de modo que não precisassem mais se vender daquela forma. ''Talvez um dia...'' Pensei um pouco cabisbaixa. Era algo triste se você fosse pensar, ou talvez não, poderia ser simplesmente porque elas gostassem. Mas se eu fosse ficar pensando naquilo entraria em um loop de ideias e não seria mais produtiva por um bom tempo e então simplesmente seguimos.

-O QUE? Foi o berro que dei quando ele me falou que eu entregaria o tal pacote. -Digo... desculpa. Falei quando percebi que me exaltei. -É que eu pensava que era algo da Marinha, mas você não vai nem entrar? Perguntei na inocência.

Eu não conhecia nada e nem ninguém ali, mas, no fim era só entregar um pacote. Não era lá grande coisa e se eu perguntasse certinho ao dono do Bar quem era aquela pessoa não enxergava como algo difícil. Recolhi aquilo das mãos do Captão, estufei o peito de ar e abri a porta com confiança. Eu era agora uma Marinheira e queria causar uma boa impressão ao chegar naquele lugar. Algo como se eu quisesse já ir minando o respeito daquelas pessoas para alguém como eu. Tentei olhar de canto a canto para ver se alguém batia com as descrições dadas por ele e mesmo que visse uma pessoa assim, ainda tentei ir para a direção de alguém que estivesse atrás do balcão.

-Procuro por Gambino Salvatore. Tenho algo pra ele. Falava com enorme firmeza na voz.

A pergunta era só pra confirmar mesmo se eu não estava doida ao identificar quem batia com as descrições que o Capitão deu e de todo modo eu tentei ir até ele estendendo o braço e dando-lhe aquele pacote.

-Pacote para você. É do Araki. Me restringi a apenas isso.

Abriria um largo sorriso em seguida, tentando mostrar que apesar de ser uma Marinheira, ainda era alguém simpática e estava ali apenas para fazer o meu trabalho, não representando nenhuma ameaça a ninguém ali. Esperava que ele agradecesse ou me pedisse para dar algum recado ao Capitão e então quando nada mais tivesse a ser feito ali, seria a hora de pedir licença e seguir de volta para onde tinha me desencontrado com o Capitão, fazendo um sinal de positivo com a cabeça indicando que estava feito.

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