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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 4 ~ Falência Articulada

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MensagemAssunto: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada - Página 5 EmptyTer 09 Jun 2020, 20:49

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação 4 ~ Falência Articulada

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçadora de recompensas Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada - Página 5 EmptySex 26 Jun 2020, 17:46




Quando Vick comentou do livro de interrogatório minhas bochechas logo ficariam avermelhada, e meu olhar seria desviado para o lado comigo estando visualmente envergonhada. - Ei! Você não devia ter bisbilhotado! - Reclamaria indignada com as bochechas cheias de ar, tentando fazendo uma feição muito assustadora. - Não era para vossa pessoa ter descoberto que eu tentei aprender sobre interrogar os mundanos. - Ainda irritadiça iria encarar Vick com um ar aborrecido, então iria inspirar fundo segurar um pouco o ar e expirar me acalmando. - Mas agora sabemos que métodos chamativos também podem funcionar. - Iria sorrir com um ar de convencimento e malícia para Vick fazendo uma piada irreverente com a situação, já não dando mais tanta importância ao fato dela ter achado os livros, afinal é nada mudaria esse ato concluído.

E Vick ter falado da companhia de teatros ter fechado enquanto estávamos em Lvneel me deixaria séria, com os olhos parcialmente cerrados e sem sorrisos dessa vez. - Isso me faz começar a crer que não são apenas coincidências. - Eu teria parado de fazer qualquer coisa, e prostrados os pulsos sob a mesa, olhando diretamente, mas não estando focada somente nela, e sim imersa em alguns pensamentos relembrando os acontecimentos no North. - Nesse caso devo fazer Lust virar os holofotes para mim, e felizmente é exatamente no que pretendo fazer em Tuntz Tuntz. - Toda a seriedade inexpressiva de meu rosto daria lugar a um olhar obstinado quase que sádico e meus lábios iriam curvar-se ligeiramente num sorriso perverso. Afinal assim eu poderia proteger a Apressadinha me tornando o foco da organização, e também estaria no centro de todas as atenções.

Minha pessoa já esperava por uma reação ruim por parte de Vick, devido minha falta de total confiança, mas ainda sim é algo exaustivo mentalmente de se lidar, as palavras pesadas de Vick deixavam-me apreensiva por alguns instantes, fazendo minha pessoa precisar novamente respirar fundo pois de alguma forma eu também ficava um pouco cabisbaixa com a tristeza demonstrada por Vick, me causando um vazio junto de um aperto desconfortável dentro do peito. - Eu não tinha certeza de maneira que vossa pessoa iria reagir se soubesse do envolvimento de Sapph com a organização, definitivamente vosso autocontrole é satisfatório, porém não sei o quanto está envolvida emocionalmente nessa causa a ponto de apresentar alguma instabilidade, e diante tal incerteza me senti mais confortável em guardar essa informação até agora. - Mesmo com esse diálogo desconfortável e aparentando-me ser mais simplesmente desviar do assunto ou ignorá-lo, eu teria forçado-me a olhar diretamente nos olhos de Vick, conversando calmamente apesar de ter precisando me acalmar por alguns segundos para não gaguejar ou titubear durante o diálogo. - Mas sua reação de agora me faz acreditar que cometi um equívoco, e descuidos assim não ocorrerão novamente. - O fato de Vick ficar entristecida por eu não confiar totalmente nela, fazia com que eu pudesse acreditar em suas capacidade mais facilmente a partir deste momento, terminando de falar eu iria esboçar um pequeno sorriso satisfeito. E apesar de ter usado o passado oculto de Vick como justificativa eu não tocaria no assunto, afinal se faz irrelevante agora.

>><<

Vick estava com sua feição de inabalável seriedade como o habitual, mas minha pessoa sentia algumas "alfinetadas" maldosas naquelas palavras elogiosas. - Na verdade não estou apenas praticando criptografia, ainda a uma segunda atividade que estou exercitando nesse exato momento. - Iria afiar meu olhar em direção a Vick, dizendo também com seriedade na voz, e em seguida iria arrancar uma folha do diário de bordo que já estivesse totalmente preenchida, amassá-la com a mão esquerda até tornar-se um bola, apertando o papel com mais força do que o necessário como uma maneira de descontar a raiva/frustração momentânea, e então arremessaria bem fraco na direção de Vick usando a mão esquerda, querendo que a bola fizesse uma pequena parábola e acertasse no meio dos olhos de Vick. - Viu, também estou exercitando minha pontaria. - Manteria o olhar compenetrado de seriedade, mas minha voz soaria num sutil tom de sarcasmo. E no caso de eu errar e Vick fizer outro comentário provocativo sobre minha pontaria precisar de melhoria, eu apenas iria e folhear o diário na frente. - Felizmente eu tenho muitas tentativas para me aperfeiçoar. - Comentando agora de maneira num tom mais cômico de travessura, e logo cobriria os lábios para rir baixinho, sem me estressar com as provocações feitas por Vick.

A primeira parada ocorria, o anúncio propagado pelos den den mushis me fazia perder brevemente o foco da escrita, apenas iria olhar rapidamente pela janela para ver como a ilha se parecia, sem prestar atenção nas pessoas que subiam e logo retornava para a escrita. A crítica feita por Vick em relação às letras de minhas escrita com a mão esquerda, me fez entender onde eu deveria focar inicialmente.

Iria manter o aperto firme na pena, mas sem forçar além do necessário, e iria escrever com mais lentidão, tentando manter o traçado contínuo da escrita cursiva, e concentrando em escrever perfeitamente cada letra, mesmo que isso prolongue o preenchimento das páginas, eu estaria me focando corrigir imperfeições e assim poder tornar minha letra com mão esquerda tão bonita quanto direita. Ainda seguindo com a escrita começando no lado esquerdo da página e indo até o direito, e depois vindo da esquerda até a direita. Manteria também o diário imóvel em minha frente e moveria apenas o braço em conjunto do punho e mão para escrever. Se começasse a doer ou ficar desconfortável eu faria pequenas pausas, esticando os dedos, abrindo e fechando a mão e girando o punho devagar, como se fosse um alongamento/aquecimento, e depois permaneceria mais alguns minutos com a mão esquerda repousando antes de voltar com a escrita.

- Nunca cogitei desenhar ou costurar minhas próprias roupas, na verdade prefiro comprá-las de estilistas renomados, mas é extremamente irritante encontrar alguém assim no North. - Reclamaria ao vento um pouco emburrada, lembrando o quanto é problemático encontrar vestimentas com qualidade realmente boa nos Blues, fazendo uma pausa na escrita para descansar a mão esquerda e respondendo Vick sobre minha pessoa tentar desenhar. - Mas agora que mencionou, talvez algum dia eu tente criar minha própria grife quando estiver entediada. - Diria de maneira bem despreocupada, enxergando a idéia de ter minha própria coleção de roupas desenhadas como nada mais além de um possível hobby.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada - Página 5 EmptySex 26 Jun 2020, 19:50




- Perdão Senhorita, estava apenas garantindo que a Senhorita não deixasse nenhum pertence que pudesse lhe ser útil para trás.  - Talvez ela não houvesse feito realmente por mal, afinal isso era algo plausível de se esperar da extremamente eficiente Vick.

- A Senhorita irá novamente cometer um exagero não irá? - Vick voltava a usar a mesma palavra que havia usado para descrever Kare durante o jantar junto a Karthus quando se referia agora aos possíveis planos da morena para Tuntz.  

>><<

Aquele era um sentimento estranho que pesava em seu peito por diversos motivos, via-se agora fazendo algo que nunca antes havia esperado se ver fazendo… Estava a consolar uma amiga…  Vick que havia chateado-se por não ter alcançado até ali a plenitude da confiança de Kare.

As feições de Vick relaxavam um pouco conforme Kare seguia falando e se justificando e mesmo que nenhum pedido de desculpas fosse dado a jovem empregada conseguia sentir nas palavras da morena a verdade. - Eu estou aqui pela Senhorita. - Vick virou seu rosto para janela, luzes dançavam brilhantes por seu rosto conforme os reflexos do sol eram rebatidos pelo mar do lado de fora. - Minha vingança era principalmente a Henry e Lust. Mas fiquei em um grande dilema na época, pois tinha uma dívida para com Henry que igualava de certa forma o ódio que sentia e por muito tempo fiquei sem saber o que fazer, fiquei assim até encontrar a Senhorita. - Vick voltava a olhar para Kare. - Conhecer a Senhorita ajudou-me a escolher por qual caminho deveria seguir e me tirou da inércia que me encontrava dividida entre minhas vontades e minhas virtudes. - Ela entrelaçou as mãos sobre a mesa. - Estou aqui agora mais pela Senhorita do que por minha vingança. Então peço que confie em mim Senhorita. - As palavras dela tinham um peso extremo embora sua origem ainda fosse quase que completamente um mistério a não ser que vinham de quem Vick originalmente era e talvez tivessem alguma ligação com ser um Ker?

>><<

Um bom tempo havia se passado depois de terem encerrado esta conversa até o momento que Vick alfinetava a sua Senhorita sobre a sua horrível caligrafia. A brincadeira lavava por completo o clima sentimental que havia existido anteriormente e se houvesse alguma dúvida sobre isso está era dissipada no momento em que a bolinha de papel acertava a testa de Vick pouco acima do ponto planejado por Kare.

- Admito que a pontaria da Senhorita está realmente boa. - Vick pegava o papel e desdobrava-o. - Assim como este código. - Vick olhava para o papel amassado em sua mão antes de dobrá-lo e guardá-lo em meio a uma das páginas do livro que lia.

Enquanto continuavam a viagem a jovem morena continuava a praticar sua caligrafia inclusive apreciando a ideia de Vick para um momento futuro onde talvez pudesse a vir a ficar entediada e decidisse assim dedicar algum tempo a um trabalho diferente.

- Acredito que estes dias possam chegar mais cedo do que a Senhorita espera. - Vick não se explicava, mas por algum motivo estava afirmando que supunha que os dias de tédio de Kare poderiam estar bastante próximos. - Tuntz Tuntz é uma ilha bastante conhecido por celebridades principalmente do ramo musical. Acredito que a Senhorita encontrará com facilidade estilistas que possam atender vossa necessidade lá. - Vick agora fechava completamente o livro que lia. - Também parece um ótimo lugar para a Senhorita cometer o maior de todos os seus exageros, se vossa intenção é realmente roubar todos os holofotes. - Vick parecia estar pensando em algum plano maluco ao estilo Karelina, mas era muito provável que não precisasse sequer dar voz ao mesmo.

A viagem prosseguia com o trêm basicamente sem qualquer movimento. As pessoas que antes haviam embarcado havia agora vindo para o vagão restaurante, mas sentavam-se afastadas das duas, Poky por sua vez farejando a hora da refeição acordava do colo de Kare e salvava para o chão correndo até próximo a mesa dos estranhos como se para pedir comida. - Ele parece estar ficando mais rebelde. - Vick havia virado um pouco o rosto para observar a doninha antes de se levantar e ir até o mesmo trazendo-o de volta seguro pelo cangote. - Por Favor não incomode os outros Senhor Poky.

- Senhores passageiros em mais alguns instantes estaremos chegando a Bingo Bingo Island, aqueles que forem desembarcar por favor recolham seus pertences e aguardem a completa abertura das portas.

Do lado de fora já se fazia noite, a ilha que surgia no horizonte muito diferente das anteriores era bastante povoada, centenas de pontos luminosos cortavam a noite da cidade parecendo milhares de estrelas no horizonte. Nada da geografia local chamava muito a atenção não fosse realmente a maior quantidade populacional se comparada a Aracne e a ilha rochosa pela qual anteriormente passaram.

>><<

As pessoas que haviam entrado na ilha anterior desembarcavam agora enquanto no porto ao lado Kare via agora um grande numero de pessoas transitando e muitas inclusive se preparavam para embarcar. A grande maioria era composta de homens, estes vestindo ternos pretos com chapéus fedora, também muitos deles fumavam charutos ao embarcarem no trem e não foram poucos aqueles que sorriram ao olhar na direção onde a dupla estava sentada fazendo acenos breves com a cabeça enquanto tocavam a aba de seus chapéus.

>><<

- Com licença Senhoritas. - Uma voz grave chamou a atenção da dupla que estava novamente imersas em seus próprios afazeres. - Pokyunnn!! - Poky se assustava por um momento quando o homem colocava sobre a mesa uma garrafa de vinho revelando uma mão tatuada. Era um homem já maduro talvez na casa dos seus quarenta anos, mas possuía um porte bastante robusto e respeitável. Ombros largos, peitoral definido e sem barriga. Vestia uma camisa social e seu terno estava colocado sobre o ombro. Em sua outra mão carregava três taças. - Me dariam a honra de desfrutar durante o jantar da companhia de duas belas damas? - Ele indicava com a cabeça uma mesa mais afastada. - Meus companheiros encontram-se entretidos em demasia em um jogo de cartas.

Se lhe fosse dada a oportunidade de sentar ele se apresentaria. - Meu nome é Carlo Rosso, as Senhoritas? - Ter-se-ia apresentado ao sentar-se do lado de Vick, o que era de fato uma escolha inusitada, mas seus olhos estariam na verdade muito atentamente focados em Karelina.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada - Página 5 EmptySab 27 Jun 2020, 11:38



A resposta dada por Vick fez com que eu me silenciasse por algum tempo, e assim senti as preocupações esvaindo-se de meu interior, o aperto desconfortável deu lugar a um alívio reconfortante. Um sorriso gentil iria formar-se em meus lábios, então iria estender o braço direito e apertar carinhosamente as mãos entrelaçadas de Vick, e assim ficaria calada por alguns segundos apenas observando Vick, buscando por uma conexão mais profunda de nossos olhares. - Tola, não há motivo para pedir algo assim, depois do que acabaste de falar é impossível minha pessoa não confiar em ti. - Diria num tom bem leve e adocicado, aproveitando a sensação de segurança podendo confiar em Vick, passaria então a acariciar suas mãos com o polegar, querendo permanecer por mais um pouco em silêncio, mantendo nós duas interligadas pelos olhares.

- Ara ara, mas isso pode significar que minha pessoa tenha subestimado a própria capacidade de cativar as demais pessoas. - Levando a mão direita até a bochecha, comentaria de maneira cômica apesar de toda a arrogância nas palavras escolhidas, apenas para fazer uma piada e deixar o assunto mais fácil de lidar.

>><<

De volta a criptografia… Continuaria a escrita propositalmente mais lenta a fim de aperfeiçoar o traçado e deixar as letras não somente legíveis e sim bonitas, tentando reduzir todas as imperfeições estéticas na escrita, tendo intenção de exercitar principalmente a firmeza da mão esquerda assim como sua destreza. E dessa vez não estaria apenas tentando fazer letras bonitas, iria também me focar em escrever palavras perfeitamente retas, e depois frases, querendo reduzir o máximo de desnivelamento retilíneo da escrita, e para exercitar melhor essa última parte, minha pessoa iria virar o diário na horizontal e começar a escrever com ele "deitado" pois assim as páginas ficariam mais largas tornando meno fácil de escrever perfeitamente do começo porém acredito que dessa maneira a melhoria pode ocorrer com maior solidez.

>><<

- Uma ilha composta por por celebridades e artistas? - Admito que a informação muito me agradou, meu olhar logo se afiou interessado, assim como um sorriso maléfico. - Sendo assim imagino que a atenção do público seja algo terrivelmente disputado na ilha. - Então meu olhar seria desviado até a janela comigo ficando mais imersa nos próprios pensamentos. - Talvez eu me permita a realmente exagerar. - E assim meus olhos voltariam de encontro a Vick, após alguns instantes de devaneio, dizendo pouquinho enérgica e realmente empolgada, querendo dizer que nos exageros anteriores minha pessoa ainda estava se contendo, mas apenas um pouquinho mesmo, pois não desejo ser tomada por uma grande euforia apenas para ficar frustrada com Tuntz Tuntz sendo entediante, assim como qualquer outra ilha provavelmente será.

- Podemos tentar dar alguns travesseiros para ele se acalmar. - Provocaria Vick num tom bem bobinho quando ela comentasse da rebeldia de Poky.

E assim chegava a próxima parada, era colorido, essa ilha ao menos era muito iluminada, me fazendo pensar se Tuntz Tuntz será uma ilha ainda mais chamativa. "Pobres mundanos, incapazes de conterem os próprios desejos diante minha presença tão arrebatadora." Não iria me dar o trabalho de ficar olhando, somente para confirmar o óbvio de que haviam diversos fãs praticamente implorando para me idolatrar. Não ia conseguir conter um pequeno sorriso maléfico, sentindo-me um pouco piedosa por aqueles olhares tão aficionados, e para demonstrar toda a benevolência de minha pessoa, eu iria ajeitar os cabelos com a mão, jogando-os para o outro lado da cabeça, e assim deixando que pudessem contemplar o perfil de meu rosto, depois iria enrolar uma mecha de cabelos nos dedos e colocá-la delicadamente por trás orelha, descendo a mão propositalmente pelo pescoço até a clavícula os querendo induzir seus olhares a acompanharem a rota que minha mão fazia sobre o corpo, depois iria puxar um pouco as mangas revelando um pouco mais os antebraços, então iria puxar a saia querendo cobrir a coxa somente lentamente cruzar as pernas e fazer a saia voltar para a posição inicial, continuando a escrever como se não houvesse ninguém no trem além de mim, Vick e Poky, com um sorriso aparente adornando os lábios.

A primeira coisa que eu iria fazer após ter escutado a voz grave seria acalmar o Poky, levando a mão direita até ele fazendo carinho com a ponta dos dedos no meio das orelhas e atrás do pescoço, e continuaria a escrever dessa vez sem olhar para o diário e teria memorizando as frases seguintes do livro para continuar escrevendo, e finalmente moveria os olhos na direção de Carlo. Minha primeira impressão seria de que ele é alguém audacioso por ter vindo sozinho se convidando a sentar na mesma comigo e Vick, mas não iria demonstrar qualquer interesse ou surpresa inicialmente, brevemente fitaria os demais sujeitos jogando carteado na mesa indicada por Carlo. - Sente-se. - Diria formalmente, enquanto fecho o diário utilizando a pena como marca página e o deixando no canto da mesa. - Karelina Lawford, a honra inteiramente sua. - Comentando de maneira prepotente e um mimada. - E o prazer todo meu. - Nesse momento iria encarar Carlo com um olhar penetrante e magnético, enquanto a voz envolvente soaria de forma mais lasciva.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada - Página 5 EmptySab 27 Jun 2020, 13:08




Vick moveu um pouco suas mãos ofertando a Kare suas palmas para que suas mãos se encaixassem.

- Obrigada Senhorita. - Todavia Kare não poderia ter deixado aquele momento apenas como terno e voltava a falar brincando com sua "humildade".

- Se me lembro bem Senhorita, suas palavras foram, "Totalmente um desperdício perder tempo sendo uma serva de piratas medíocres, mas você deve ter seus motivos para obedecer esse tipo de gente.". - Vick havia dito as exatas palavras que recordava ter ouvido de Karelina na época, não havia é claro entonação alguma em sua fala ou qualquer tentativa de imitar a voz da morena a sua frente. - Quando a Senhorita disse aquilo e se aproximou de mim eu acabei me lembrando e me decidindo naquele momento.

Cena de muito muito tempo atrás escreveu:


Perdão senhorita. Não era minha intenção ofendê-la.  - Martha respondia prontamente, embora fosse evidente a falta de qualquer emoção ou mesmo arrependimento no tom empregado. Era como ouvir uma gravação, uma fala programada para ser dita em certas circunstâncias. Não havia medo, remorso e nem qualquer outro sentimento comum a ser percebido, sua voz era somente clara e limpa.

- Perdão? - Martha desta vez revelou um pouco de confusão ao ouvir as palavras seguintes da bela, está que aproximava-se até estar quase colada na empregada. Com sua mão ergueu o olhar da mulher pondo seus olhos mais uma vez frente a frente.

Havia algo lá, mas estava distante e quase perdido. Uma luz fraca, um brilho de vida quase inexistente, mas ainda possível de ser resgatado. Durou apenas um instante, instante que Kare teria percebido que naquele momento Martha a "via", mas o momento ocorreu como uma faísca e logo os olhos se perderam como se mais uma vez vissem o nada.


Naquela época uma pequena e quase inexistente fagulha havia voltado a brilhar atrás dos olhos mortos daquela empregada, olhos agora que embora ainda possuem poucas expressões eram de uma coloração azul brilhante e cheia de vida como se o oceano lá presente estivesse sendo banhado pela radiância que emanava da mulher que seus olhos admiravam.


>><<

- Acredito que eles não terão chance Senhorita. - Vick concordava com Kare embora nenhuma delas houvesse dito o que lá seria feito, ainda que pudessem estar pensando em coisas muito parecidas.

- Talvez eu possa amordaçá-lo. - - IIKK. - Poky correu de cima da mesa pulando para o banco onde Kare estava sentada sumindo assim da vista dos olhos perigosos de VIck.


>><<


Kare exibia-se conforme os passageiros entravam, algo sutil, mas que ainda os permitia ter uma ótima vista de suas feições delicadas e atraentes. Alguns seguiam para suas cabines enquanto pensavam em retornar em breve para tentar algum sucesso com a bela mulher que viram em sua entrada, outros menos despudorados ficaram já mesmo no vagão restaurante enquanto a olhavam de certa distância como se esperando decifrar algo daquela jovem, ou talvez até mesmo esperavam ter algum sinal por parte da mesma a fim de saberem se a mesma também os estava notando, todavia entre eles havia alguém que não desejava esperar para descobrir se seria ou não notado, alguém cuja personalidade era tão cheia de confiança que se permitia atrever a agir de tal maneira.

Um sorriso brotou no rosto do homem ao sentar-se e ouvir a apresentação de Karelina. - Que assim seja. - Após um breve instante ele parece recordar-se de seus modos. - Ah, perdão Senhorita, mas ainda não ouvi o seu nome. - Pode me chamar de Martha Senhor Carlo, apenas Martha. - Martha então. - Ele soltou as taças sobre a mesa e serviu as três antes de voltar a falar.

- Talvez o destino possa estar a me fazer sorrir caso estejamos todos a ir para o mesmo destino? - Ele mudava sua entonação próximo ao fim da fala transformando-a em uma pergunta.

- Verdadeiramente uma pena, estou indo para Transylvania. - Lamentou-se caso viesse a descobrir que seus destinos eram diferentes. - Primeira vez das Senhoritas no expresso? - Continuou com uma conversa casual e despretensiosa apenas para começar a quebrar o gelo. - Realmente uma maravilha tecnológica, tornou as viagens muito mais práticas de serem realizadas e também em melhores companhias. - Bebeu um gole. - A Senhorita Sapphira, como estava? - Ele dava um daqueles sorrisos de jogador de Poker quando fazia a pergunta. [/color]



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada - Página 5 EmptySab 27 Jun 2020, 17:30



- Realmente aparenta ser algo que minha pessoa diria. - Responderia Vick enquanto inclino o rosto sutilmente para o lado sorrindo de forma meiga e um pouco sem graça, pois eu não lembrava exatamente daquelas palavras ou poderia dizer precisamente o momento que as pronunciei, mas quando Vick às mencionou era como se um estalo ocorresse em meus pensamentos trazendo a tona essa memória, mas eu me recordava do sensações que tive no momento e não dá frase em si, agora não consigo pensar em uma maneira melhor de explicar, é como se fosse uma "memória emocional", mas eu sabia que era legítimo, apesar de ser a primeira vez vivenciando algo assim. E era reconfortante saber que Vick guardou carinhosamente essas palavras em seu interior, a sensação de aperto ruim no peito havia cessado-se por completo, e agora permanecia uma leveza agradável junto de um calor acolhedor.

"É apenas impressão ou Poky aprimorou seu vocabulário com uma nova sílaba?" A cena como um todo me pareceu muita engraçada, Vick irritada com minha piada as travessuras de Poky, e a doninha tão amedrontada a ponto de dizer uma "palavra" nova. Tomada pela diversão da cena, cobri a boca com os dedos parcialmente dobrados e iria abafar o riso, fechando os olhos brevemente enquanto os encolhia os ombros trêmulos e abaixei o queixo tanto rir. - Calma, calma a Victória malvada não irá lhe amordaçar. - Ainda sem conseguir conter totalmente a vontade de rir, iria afagar as bochechas da bolinha felpuda com as costas dos dedos indicador e médio, tentando acalmá-lo. - Mas talvez eu lhe deixe de castigo sem poder comer uvas. - Quando Poky estivesse mais calmo iria fazer uma brincadeira malvada com ele, dizendo com um tom mais sádico mas com o olhar desviado para cima, fingindo ainda estar realmente considerando a idéia. E se Poky ficasse novamente espantado eu não conseguiria me conter e retornaria a rir cobrindo a boca e abraçando abaixo do tórax com o outro braço.

>><<

Aceitaria de bom grado a bebida servida por Carlo, erguendo ligeiramente a taça como uma saudação antes de molhar os lábios tomando um gole do vinho. - O desembarque de minha pessoa será em Tuntz Tuntz. - Respondendo-o casualmente mantendo a tonalidade formal de falar. - Transylvania? Por acaso haverá um campeonato de carteado na ilha? - Diria num ar de dúvida e curiosidade, querendo manter a conversa casualmente com uma pergunta despretensiosa, apontando com os olhos na direção da mesa onde estavam os "colegas" se Carlo. - De fato, essa embarcação peculiar me parece ter mais praticidade e eficiência adequada como transporte pela Grand Line, mesmo sendo minha primeira vez no Expresso Oceânico, estou considerando utilizá-lo mais vezes. - Respondendo abertamente as perguntas feitas por Carlo, sem me sentir com a presença e seu interesse casual em mim. - Contudo receio ainda não poder concordar com todas as afirmações. - Esnobando-o num tom de voz malicioso, ao terminar de falar iria tomar outro gole, querendo incomodá-lo um pouco por questionar o fato de estar companhia dele ser algum benefício do expresso oceânico.

Repousaria a taça novamente na mesa, olhando para a bebida em seu interior. - Noto que nosso destino está interligado além destes trilhos, então não há razão para preocupar-se, vossa pessoa terá mais oportunidades de sorrir, mesmo conosco nos separando momentaneamente. - Meu olhar seria erguido bem devagar em direção ao de Carlo, ele poderia escutar minha voz soando muito doce contudo também poderia sentir uma tonalidade lasciva, repleta de interesse e intenções ocultas. "Então o Sr. Expresso deseja por algo além de um diálogo corriqueiro… Pois bem." O interesse repentino naquela conversa fazia-me inclinar o corpo para frente de maneira, encarando-o fixamente com um olhar ardente, enquanto sorrio perversamente. - Ocorreram algumas desavenças na ilha, e após diversos encontros vorazes, acredito que ela esteja muito melhor. - Comentando propositalmente com uma entonação maliciosa, para que assim ele pudesse ter uma chance de ler as entrelinhas e imaginar uma probabilidade que mais se aproxime da realidade em relação aos "encontros vorazes".

A pergunta de Carlo na verdade me contava muitas coisas, gerando também dúvidas em quantidade ainda maiores, mas se este for um jogo, minha pessoa o considera deveras intrigante, me deixando com vontade de participar. Ele sabia exatamente a ilha onde eu estava, então possuí uma fonte de informação, e mesmo tendo tais se informações se manteve próximo de minha pessoa, além de me contar esse fato. No mais, eu somente poderia criar suposições, e convenhamos que criar teorias com as cartas atuais jogadas na mesa é infrutífero devido a infinidade de hipóteses que podem ser feitas. - Se deseja por descobrir de atos interessantes, sugiro que mantenha-se atento a Tuntz Tuntz. - Apesar de me ver desvantagem por não ter nenhum conhecimento a respeito de Carlo, enquanto ele definitivamente sabe algo de mim, ainda sim eu seria audaciosa quase que o desafiando a continuar com sua "espionagem", querendo também instigá-lo a investigar minhas ações futuras com mais afinco e quem sabe assim ele não se torna um fã, mantendo o olhar afiado contra Carlo me permitindo sorrir sarcasticamente com o canto dos lábios.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada - Página 5 EmptySab 27 Jun 2020, 18:40




- Pokyun? - Poky esfregava suas bochechas contra os dedos de Kare aparentemente sem qualquer medo da ameaça feita pela morena, talvez ele tivesse realmente mais medo de Vick do que da bela jovem que o empanturrava de uvas apenas para vê-lo com as bochechas cheias.

>><<

- Oh não, Aquilo é só um passatempo deles, estamos indo a negocios.

O sorriso no rosto do homem diminuiu um pouco ao ouvir a resposta de Kare, bem...  foi apenas por um instante afinal a caçada é mais divertida quando a presa reluta em ser pega.

A conversa casual mudava um pouco o seu tom, nada ainda grave, mas o suficiente para trazer uma minúscula ruga de preocupação ao rosto de Vick, está que seria imperceptível a quase todas as pessoas exceto para aquelas que a conheciam bem.

- Estava um pouco preocupado, tentei contato com ela ontem a noite, mas não obtive sucesso. - o homem então olhava para a mesa onde seus companheiros estavam e acenava com a cabeça. - Na verdade... - É melhor considerar bem o que vai dizer senhor. - A voz de Vick tornava-se mais dura que o habitual. - Estou aqui como amigo, mas não temos muito tempo. A Senhorita Sapphira me contatou pedindo para que eu desviasse um dos três que fosse passar para Aracne para uma convidada dela. Bingo fica em um ponto com alto fluxo de expressos então é com nós que ela fala quando precisa de algo assim.   - Ele começou a explicar, nesse meio tempo as conversas que vinham do carteado sumiram. - Dessa vez no entanto tivemos um problema. Aparentemente nossa conversa foi ouvida - O homem se debruçou um pouco sobre a mesa baixando o tom de sua voz. Vick conseguia ver na porta ao fim do vagão alguma movimentação. Kare conseguia ver o mesmo na porta do outro lado. - Somos bons amigos de Sapphira, ela e a Família Rosso e essa amizade não agrada muito algumas das outras famílias.


Nesse momento um solavanco brusco balançou o trem quando os freios foram bruscamente acionados. - O que está acontecendo aqui Senhor Rosso? - Bem… Vocês duas acabaram virando alvos de uma família rival que tenta prejudicar nossa relação com Sapphira, mas não se preocupem. Viemos resolver isso. - Ele puxava das costas uma arma, o trem agora havia parado por completo. - FICA ABAIXADO. - Um dos carteadores levantava e gritava para um funcionário que ficava em um balcão de bebidas no vagão restaurante. Ao todo eram quatro carteadores e o Senhor Rosso, os 4 haviam se levantado e espalharam-se nas mesas próximas ao bar.

O vagão possui mais de 20m totais de comprimento, sua altura era aproximadamente 3m e a largura o suficiente para ter mesas para 4 pessoas em ambos os lados e um corredor onde Vick e Kare poderiam andar lado a lado se estivessem grudadas.

O espaço era completamente preenchido pelas mesas de madeira e bancos duplos acolchoados em espaços regulares. O bar ficava a frente de Kare, ou seja, nas costas de Carlo e Vick e assim a jovem morena tinha visão dos quatro companheiros de Carlo que agora se escondiam atrás dos bancos. Na porta mais a frente junto ao bar ela começava a ver pelo vidro da mesma movimentação por de trás da porta do vagão seguinte. - Acredito que iremos ter companhia em breve Senhorita. - Vick também tinha visão de movimentação na porta que ficava a sua frente, logo o vagão restaurante seria abordado por homens de ternos vindos de ambos os lados.

O trem estava agora parado, as luzes internas acesas e do lado de fora ao olharem pelas janelas veriam que já esta noite. Estavam sentadas aproximadamente em um ponto médio. - Se as Senhoritas puderem se abaixar e ficarem protegidas eu e meus homens cuidaremos disso.

Kare estava sem sua lança que havia sido levada para o quarto, o mesmo se aplicava a suas caneleiras. - Deixei…. - era a primeira vez de Vick sem palavras. - Minhas armas no quarto. - Talvez ela só estivesse chocada demais por não estar preparada para aquele momento ou ter cometido um deslize.

Em mais alguns segundos as portas do vagão se abririam e oito homens tentariam entrar. Em cada lado dois atiradores e dois espadachins.

Imagem ilustrativa de como é mais ou menos, ignore os personagens ali e coloque mesas entre os bancos.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada - Página 5 EmptyDom 28 Jun 2020, 18:56




- Entendo. - Agora eu sabia como Carlo conseguiu as informações a respeito de mim e Sapph, das situações que eu poderia ter imaginado com certeza essa estaria entre as mais agradáveis. "Mas por qual razão sinto-me tão desapontada?" Por um instante senti como se estivesse envolvida numa situação problemática e até mesmo perigosa, mas a resposta correta é tão decepcionante… Todo meu interesse no jogo logo apagou, comigo voltando a ficar de costas eretas na cadeira e tomando mais um pouco de vinho, o olhar já ofuscado pelo breve desânimo.

- Essa família rival a vossa, realmente sabe como arruinar a degustação de um vinho. - Comentaria num tom de chateação enquanto suspiro tentando amenizar a desilusão, ao mesmo tempo estaria brincando com a taça fazendo a bebida circular pelas paredes da vidraria. Permanecendo tranquilamente sentada sem me importar com os mundanos que desejam tirar minha vida, iria olhar para trás por cima dos ombros vendo quantos deles estavam atrás, e era como um espelho do que estava a minha frente. - Procurando por mim? - Com um sorriso debochado de canto de boca iria provocar meus algozes, dizendo ironicamente como se fosse uma conversa casual.

Se começassem a atirar enquanto ainda estou sentada, eu nem me daria o esforço de levantar e somente iria descruzar as pernas, dividindo minha atenção entre as duas portas do vagão e começaria a balançar fluidicamente o tronco junto de pescoço e cabeça, movendo para os lados, para frente me abaixando, tentando fugir por uma distância mínima da linha de fogo dos projéteis sem precisar levantar-me, ficando apoiada com os pés firmes no chão e assim poder equilibrar o peso do corpo neles enquanto estaria inclinada durante as evasivas, aproveitando a movimentação para tentar ficar observando de onde viriam os próximos projéteis para me esquivar deles sucessivamente.

Se conseguisse desviar ainda sentada apenas iria terminar de beber o vinho na taça, e colocá-la de volta na mesa mas ainda segurando-a nos dedos. - Tão desestimulantes, se pretendem realmente assassinar-me deveriam ter trazido a família inteira, dessa maneira  poderiam tentar me entreter um pouco. - Comentaria em meio um suspiro cansado por ter de lidar com seres insignificantes, enquanto reviro tediosamente os olhos. Mas se eles tivessem alguma sinergia e tivessem atirado como uma barragem impossível de desviar com movimentos eu sutis, eu colocaria minhas pernas em direção ao corredor e rapidamente levantar-me-ia, ficando de pé no meio do vagão com a taça em mão e assim tentar evitar a saraivada de projéteis. Ou no caso dos espadachins atacarem primeiro, também me levantaria ficando no centro do "corredor".

- Francamente, vossa pessoa devia ter tido a atitude de impedir o ataque. - Comentaria em desagrado sobre Carlo mencionar que os lacaios dele lidariam com os mercenários, mas não me sentiria decepcionada ou irritada, pois é bem comum que os mundanos não sejam capazes de atingir minhas expectativas, então teria sido uma maneira de demonstrar meu desgosto por ter de enfrentar pessoalmente alguns insetos. - Apenas certifique-se de não cometer este equívoco novamente. - Comentando de maneira confiante agora com Vick, querendo consolá-la um pouco, agindo como se fosse um erro sem grande importância, e que basta apenas ela não deixar ocorrer novamente.

Então estaria caminhando em direção aos espadachins que estavam atrás de do banco onde minha pessoa sentou-se. Ficando propositalmente mais deslocada para a esquerda e próximo às mesas no vagão. - Antes de continuarmos com essa tolice, vocês me fariam a gentileza de permitir que eu apanhe minhas armas? - Perguntando em tom de lamentação para o assassino que estivesse mais próximo, estando visivelmente incomodada por ter de lutar desarmada. - Mesmo que esses sapatos sejam razoavelmente medianos, eles ainda são muito bons para se pisar em insetos irritantes. - Reclamando ao vento enquanto observo meus sapatos, inflando uma bochecha e gemendo/suspirando em lamúria. Sem muita esperança de que os assassinos contratados possam compreender minha preocupação.

"Se vou arriscar arruína-los, que seja pelo menos um deles." Assim me veio a idéia de praticar um pouco com os insetinhos problemáticos, enquanto polpo um dos sapatos. Esperaria que nesse momento os espadachins pudessem ter perdido a calma optado por atacarem-me furiosos. Nesse caso eu avançaria contra eles em diagonal para a direita, enquanto iria "jogar" rapidamente o pé esquerdo para trás do corpo, girando sobre o tornozelo direito, a fim de chutar as costelas do espadachim com o calcanhar esquerdo, no melhor dos casos eu teria rapidamente evitado o ataque com a espada, e teria contra-atacado empurrando um espadachim no outro, isso se os dois viessem ao mesmo tempo. Mas se fosse apenas um deles atacando e fosse um corte horizontal contra mim, eu tentaria acelerar subitamente, para chutá-lo antes do mesmo concluir o ataque. E se por acaso os espadachins que estavam na outra extremidade do vagão também tivessem se aproximado com intenções hostis, eu teria erguido a perna esquerda durante o chute giratório para acertar o(s) rosto(s) deles, antes de abaixar a perna e também poder chutar o tronco de meu alvo inicial.

Tendo realizado o chute com o calcanhar, eu acredito que não será suficiente para incapacitá-los de lutar, nesse caso eu iria trazer a perna esquerda de volta ao chão ficando meio passo atrás do corpo, e chutaria preferencialmente o mesmo alvo original, mirando seu queixo com a ponta do sapato/peito do pé, em chute vertical ascendente. No caso de dois espadachins terem se aproximado, Minha pessoa ainda com a perna esquerda erguida, iria dar um pequeno pulo impulsionada pela perna direita, e girar o corpo no ar, movendo velozmente a perna esquerda em um círculo, trazendo-a pela frente do corpo num giro completo partindo da esquerda, e desejando acertar a face do segundo espadachim com chute giratório lateral.

Se não houver mais inimigos de pé por perto, eu retornaria até próximo de Carlo. Nesse caso os atiradores poderiam disparar contra mim, então minha pessoa iria graciosamente dançar pelo tiroteio, com passos transverso evadindo-me lateralmente dos projéteis, pisando firme e rapidamente rotacionando o corpo, a fim de manter o ritmo, e poder mudar com fluidez a direção dos passos, querendo desviar continuamente das munições disparadas. Se eu conseguisse me aproximar de Carlo com os assassinos ainda distantes, iria erguer a taça parcialmente inclinada em sua direção. - Poderia servir-me mais vinho? É a única diversão que terei ao lidar com esse contratempo. - Diria estando visivelmente entediada num semblante de desapontamento. Caso Carlo esteja enchendo a taça e um assassino se aproximasse, eu iria rapidamente chutá-lo três vezes, mirando com a sola do sapato na coxa, depois no tronco e por fim na face, enquanto manteria a taça apoiada abaixo da garrafa até encher metade, então empurraria a taça para cima indicando ser o suficiente, faria isso mesmo se precisasse me "esticar" avançando um passo contra o possível  assassino para chutá-lo, e ficando com o braço estendido segurando a taça. - Muitíssimo obrigada. - Para demonstrar gratidão, minha pessoa lhe daria um belíssimo sorriso, dizendo numa entonação mais adocicada, enquanto iria acariciar brevemente seu queixo com os dedos da mão livre, aproveitando para beber um pouco.

No melhor dos casos, seria o momento de lidar com os atiradores, mas se eles fossem irritantes demais, como por exemplo continuar disparando a ponto de se tornar inviável desviar com movimentos sutis, minha pessoa iria adiantar esse processo. Em ambos os casos, estaria de costas para o bar, e correria adiante, então saltaria para a direita subindo nas mesas, aproveitando o pulo para poder desviar de mais disparos se necessário, então continuaria avançando e pulando de mesa em mesa para chegar neles, manteria o corpo ligeiramente inclinado para frente, e assim podendo evitar bater a cabeça no teto. Se estiver com a taça de vinho em mão, iria balançá-la no sentido oposto a movimentação do líquido de seu interior, querendo fazer o vinho "dançar" dentro da taça sem derramar.

Estando mais próxima dos atiradores, iria saltar para frente na direção dos mesmos, enquanto iria realizar uma pirueta horizontal para a esquerda assim trazendo essa perna num amplo arco por minhas costas, desejando acertar a cabeça do atirador com o calcanhar.  Então iria aterrissar com toda a leveza e graciosidade de meu ser, pousando no solo utilizando somente a ponta do pé direito, e me permitindo girar por mais alguns instantes ainda com o corpo na horizontal, até o movimento cessar-se. Levaria o pé esquerdo um pouco atrás do direito, e iria abrir parcialmente os braços me inclinando para frente como uma majestosa reverência, na direção do outro atirador, encarando-o sarcasticamente.

Se o movimento anterior fosse executado com sucesso, eu iria recompor-me e casualmente me aproximar do outro atirador, esperando o mesmo apontar sua arma contra mim, mas antes dele conseguir atirar, minha pessoa iria mover a perna esquerda em um arco lateral, querendo chutar acima de seu pulso com o calcanhar esquerdo, e dessa forma iria forçá-lo a abaixar ou até mesmo derrubar sua arma. Nesse caso iria sorrir amavelmente, encarando-o com muito carinhos nos olhos. - Ara… Ara… Vossa pessoa comportou-se tão mal, preciso repreendê-lo apropriadamente. - Diria num lascivo, e meu olhar afiar-se-ia com mais sadismo. Então iria castigá-lo com muita generosidade, chutando-o lateralmente com a ponta do sapato esquerdo, e depois trazendo a perna no sentido oposto querendo chutá-lo com o calcanhar. E assim faria um ciclo de chutes por todo o tronco o cabeça, chutando também na vertical e com a sola, como se ele fosse um saco de pancadas, demonstrando todo meu descontentamento por terem interrompido a viagem. E claro, aproveitar para degustar o vinho nesse momento de descontração, se a taça não estivesse vazia é claro.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada - Página 5 EmptySeg 29 Jun 2020, 18:47




Era estranho ver que a jovem se sentia desapontada ao poder se ver aliviada, seu lado sádico e caótico por algum motivo ansiava por problemas, desejava que as situações fossem na verdade complicadas e perigosas e não algo simples, que do ponto de vista dela apenas deixava tudo monótono. Pouco a pouco ela havia despertado um gosto incomum que talvez ainda não compreendesse? Talvez sua jornada até ali não houvesse deixado marcas definitivas em seu corpo e sim em sua mente?

- Você acha? Eu acho que com um pouco de sangue no ar o gosto fica até melhor. - Carlo dava-lhe um sorriso confiante. - Quer usar a minha? - Carlo oferecia sua arma para Vick ao ver a jovem ''triste'' por ter falhado. - Agradeço Senhor Carlo, mas não. - Vick começava a se reclinar no banco escorrendo por ele e esticando suas pernas por baixo da mesa até colocá-las no banco da frente ficando quase deitada ali. - A Senhorita iria ficar muito entediada se eu acabasse com todos antes dela ter a chance. ….. Quando …. Que Vick havia ficado convencida? - Entendo. - Com isso ele soltava a arma sobre a mesa e tirava do bolso uma caixa metálica alongada de onde pegava um charuto. - Acredito que como cavalheiro que sou devo respeitar esse sentimento. - Havia um sorriso no rosto dele de quem estava se divertindo muito.

As portas então se abriram e logo a frente de cada lado os espadachins entraram sendo cumprimentados pela taça erguida de Kare. Os homens de Carlo logo na sequência se ergueram de seus assentos e começaram a atirar, cada qual com um revólver. Tal ação acertou um dos espadachins no ombro antes que ambos tivessem a chance de pular para o lado, um junto ao bar e outro em um banco.

Nas costas de Kare no entanto não houveram represálias por parte dos homens de Carlo, provavelmente eles haviam tido que seu chefe cuidaria das coisas ali, mas o mafioso estava calmamente acendendo seu charuto igualmente semi-deitado no banco ao lado de Vick.

Assim que os espadachins de trás entraram os atiradores apareceram e começaram a disparar para dentro do vagão o que acabou fazendo com que os homens de Carlo precisassem se abaixar dando espaço assim para que os atiradores da frente também pudessem adentrar.

Mas… O que dizer da exata performance daqueles homens? Eles possuíam belas e chamativas armas, máquinas mortíferas capazes de disparar uma enxurrada mortal…. Bem, talvez mortal de mais…

Assim que entraram dispararam com seus dedos pesados, lascas de banco voaram quando moveram suas armas de um lado para o outro metralhando tudo em sua linha de visão, Kare inclinou-se no banco escapando as balas que ela iriam atingir, abaixou-se, voltou a se erguer, precisou mover a taça de vinho para não desperdiçá-lo e por fim tomou-a toda em um longo gole antes de finalmente precisar se levantar…. Eles haviam levado mais de 10s simplesmente para conseguir dirigir suas miras para a poltrona na qual ela estava, mas o milagre maior era que não haviam matado uns aos outros.

Em pé, agora no meio do corredor e também do vagão a jovem repreendia o senhor Carlo por sua incompetência de não ter acabado com este ataque antes do mesmo ter acontecido, afinal, por Gzuis… Haviam embarcado todos na mesma estação não haviam?

- Realmente… Porque não o fiz? - Ele baforou o charuto enquanto olhava Kare em pé no corredor, as balas haviam acabado em ambos os lados, os homens de Carlo voltaram a atirar nos quatro próximos ao bar enquanto do lado de Kare os espadachins avançavam em sua direção. - Certo Senhorita, tomarei mais cuidado. - Respondia Vick um pouco desinteressada com seu rosto quase completamente coberto pelo livro de capa negra, sobre a cabeça da empregada haviam algumas lascas de madeira e acolchoado do banco as quais ela sequer dava importância.

Para a felicidade de Kare aquelas metralhadoras pareciam um pouco demoradas para recarregar e por isso pode avançar caminhando na direção dos espadachins que corriam para ela em fila no corredor.   - MORTOS NÃO PRECISAM DE ARMAS, AGORA MOOOOORRAAAA. - O primeiro deles saltou erguendo a espada acima da cabeça para ''cair sobre Kare'' com um golpe vertical, mas o movimento era tão amplo, mas tão amplo que a Kare atual teria tempo de passar um cafezinho e tomá-lo… Bem… Se ela soubesse fazê-lo é claro. De toda forma ela havia tido tempo suficiente para impulsionar-se contra este primeiro espadachim e chutá-lo na lateral do corpo…. Ela poderia ter esperado o ataque para esquivar e tudo o mais, mas…. Talvez acabasse pegando no sono… Ainda no ar o espadachim perdeu o equilíbrio ao seu levemente empurrado para o lado, afinal não é como se aquelas deliciosas coxas da jovem possuíssem uma exorbitante força para impulsionar aquela perna escultural e aqueles sexys pés, mas ainda assim o pequeno deslocamento acabou fazendo com que o espadachim fosse para o lado acertando seu…. Bem… é… ali sim….. No encosto do banco. - UUUUUUGGGG.  - Com esse som doloroso ele deitou-se no banco enquanto seu colega passava por ele atacando Kara com "extrema" velocidade. Diagonal da esquerda para direita de cima para baixo, de baixo para cima, vertical, horizontal, ataque, outro ataque, outro ataque e mais um. - DA PRA FICAR PARADA. - Gritou enraivecido ao ver a jovem esquivando-se enquanto parecia dançar com sua espada. - PRONTO. - Gritaram os atiradores de ambos os lados nesse momento fazendo com que o espadachim, que até agora infrutiferamente tentava atacar Kare, se jogasse para a poltrona ao lado deitando-se no banco.

As rajadas de bala vieram na direção da jovem, mas… novamente o que era aquela precisão? Porque eles estavam sacudindo as metralhadoras de um lado pro outro como se estivessem regando um canteiro? Kare rodopiava enquanto seus pés suavemente tocavam o chão apenas com suas pontas fazendo-a dançar por entre os projéteis que arrancavam a madeira e o estofamento dos bancos, mas nem mesmo estes acertavam a jovem que não se via sequer na necessidade de recuar para manter-se a salvo dos disparos.  

TAC TAC TAC TAC. - O som das armas falhando por terêm novamente descarregado seus tambores.

- É claro. - Carlo sentava-se mais ereto firmando seu charuto com os dentes enquanto pegava a garrafa virando-a na taça de Kara que assistia o espadachim levantando-se do banco coberto agora por lascas e estofamento. Na verdade os dois espadachins novamente se erguiam, ainda que o que havia sido alvejado antes estivesse agora um tanto curvado em sua postura.

O que ainda não havia golpeado aproveitava-se do momento ''distrativo'' de Kare com o vinho para novamente atacá-la, Carlo por sua vez estava servindo o líquido com bastante parcimônia e a taça enchia-se lentamente. - AAAAAAAHHHHHHHH!!! - Corria enquanto carregava a espada cruzada por sobre o ombro em uma investida horizontal alta, mas seu ataque apenas cruzava o nada antes dele ser atingido por rápidos três chutes que o empurravam cambaleando para trás. - A suas ordens. - Carlo então olhava para "Martha". - Aceita? - Mas "Martha" declinava o que fazia o homem apenas encher sua própria taça. - Tem outro vindo. - comentou enquanto derrama o liquido em seu copo e era realmente verdade. O espadachim primeiramente golpeado havia jogado seu companheiro para o lado e mais uma vez avançava sobre Kare. Todavia antes de ter a chance de atacar a ponta do pé da jovem acertava o seu queixo. - munholunga. - Kare havia acabado de ensina-lo um novo idioma.

- PRONTO! - Gritavam os atiradores, mas agora os gritos só haviam vindo da frente de Kare, aparentemente os homens que estavam atrás dela já haviam sido dominados.


A enxurrada de balas mais uma vez se iniciava, os disparos vinham em direção a Kare que avançava contra a dupla enquanto mantinha-se esquivando, até que Carlo gritou. - MIREM NO CENTRO IDIOTAS. - Pelo visto havia um limite para se tolerar a ignorância, até mesmo quando está se tratava da ignorância de seus inimigos. Ao menos eles pareceram ter ainda um mínimo de inteligência e seguraram suas armas agora apontadas para o centro do corredor o que obrigou Kare a saltar para o lado pisando no banco e depois na mesa enquanto avançava levemente inclinada, mas havia um limite para suas habilidades…. Faltava-lhe a perícia milenar que só é alcançada por um seleto grupo de indivíduos. A Habilidade de: "Não importa o que aconteça comigo jamais derramarei o líquido sagrado."

Assim que Kare acelerou seus movimentos sentiu vinho derramando-se sobre sua mão… Bem, certamente a culpa era de Carlo que havia enchido demais a taça.

Os reflexos dos atiradores demoraram a perceber que Kare já não estava mais no corredor, mas verdade seja dito, eles não conseguiam acompanhá-la e quando se deram mais uma vez por conta da jovem tiveram a melhor visão de suas vidas…. Sim, eles olharam ali e por aquele breve instante foram dois dos homens mais felizes do mundo, já no instante seguinte estavam tendo seus maxilares chutados.

Quando voltaram suas vistas novamente para frente Kare fazia-lhes uma ''reverencia'' agradecendo por terem sido até aquele momento nobres espectadores de seu show. - SUUAAA! - Ambos estavam novamente erguendo suas armas para atirar em Kare, mas antes de terem a chance ela chutava lateralmente ambas para o lado jogando-as por sobre um banco e repreendia a dupla que havia se comportado tão mão. Afinal eles tinham que estar aplaudindo naquele momento não?

Primeiro lentamente, mas depois com mais e mais afinco os chutes da jovem com sua perna esquerda foram se acelerando enquanto prensava ambos os atiradores contra a porta nas costas deles, a pressão exercida em sua repetição por fim havia feito a porta ceder fazendo com que ambos os atiradores caísse para trás entre os vagões indo bater de cabeça no trilho abaixo algo que fez com que seus olhos saltarem de suas órbitas.

Todavia um problema…. Bem, seriam dois embora um deles ela certamente fosse desconsiderar. Não havia vinho em sua taça, ela o havia derramado devido as suas acrobacias e os espadachins ainda estavam ali, os danos que seus chutes haviam causado não tinham sido o suficiente para lidar com eles.

No outro extremo do vagão os homens de Carlo estavam sentados sobre o bar assistindo a luta enquanto fumavam, Carlo também fazia o mesmo enquanto Vick lia.

- NÃO VÁ SE ACH...ACH...QUE QUE É ISSO? TIRA ISSO DE MIM, SOCORRO, TIRA. - Algo se movia por dentro das roupas do espadachim 1. POKYUN NHAC - Poky corria por dentro das roupas do homem enquanto o mordia fazendo com que o mesmo dançasse no centro do vagão se contorcendo. - O QUE DEU EM VOCÊ SEU IDIOTA?  

Kare estava junto a porta, os espadachins a uns 5m dela e a uns 3m de Carlo e Vick. O mais da frente estava ''normal'' enquanto o de trás dançava enquanto mordido por Poky o que roubava a atenção do espadachim da frente que estava posicionado lateralmente a Kare nesse momento. - Acho que seus chutes doem menos que os dentes do Poky Senhorita. -  Constatava Vick por detrás do livro.





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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada - Página 5 EmptyTer 30 Jun 2020, 08:05




De fato os tais assassinos estavam muito abaixo do nível de minha pessoa, não que seja algo para se exaltar, é apenas a ordem natural, os mundanos serem inferiores a mim. Apesar desse pequeno espetáculo ter atraído uma inusitada platéia, também não posso julgá-los pelo desejo de contemplarem-me, mas quem novamente roubava meus holofotes era Poky. "Bolota de pelos exibida…" Irritada, afiei o olhar na direção de Poky que parecia atacar um dos espadachins por debaixo, vendo essa cena cômica surgiu-me uma idéia. - Poky! Se você atacar com maior intensidade irei lhe dar uma cesta cheia de uvas quando chegarmos na próxima ilha. - Diria elevando o tom de voz, querendo incentivar a doninha, acreditando que poderia divertir-me com a "dança" do espadachim, além de ter uma outra idéia, mas esta pode esperar, enquanto meus lábios começam a formar um sorriso maléfico e olhos praticamente brilhando devido sensação prazerosa que tal pensamento me causava.

Contudo, não posso dizer que a performance de minha pessoa havia sido perfeita, minha mão agora estava toda lambuzada de vinho, era desapontador, o único motivo desse combate não ser tão monótono foi derramado, mas não adianta lamentar-me agora. "Hm?" Estava ali imersa na decepção observando minha mão, quando noto algo um abominável desleixo por parte de minha pessoa, meu olhos logo ficariam bem abertos com as pupilas dilatadas olhando espantada para minhas mãos. "Se bem me lembro a última vez que fiz as unhas foi no spa Budou, ainda com a Licia, e antes disso foi com a Bellatrix na companhia, vai fazer quase um mês…" De repente me via diante um turbilhão de memórias, retrocedendo no tempo, contando os dias passados. "Como pude ser tão descuidada?" Num semblante compenetrado mantive o olhar sério fixado em minhas mãos, era realmente uma situação emergencial que fazia minha mente funcionar de maneira frenética, é simplesmente inadmissível ter cometido um enorme desleixo como esse. Ainda em choque daria um largo passo lateral, tentando ficar alinhada com Vick. - Lembre-me de irmos a um spa quando chegarmos em Tuntz Tuntz. - Dizendo alto o suficiente para Vick escutar, porém agora minha pessoa já não estaria abalada, e teria dito num de pedido.

Ah claro, os mafiosos que foram contratados para assassinar-me, desculpem-me pela falta de atenção, eu estava preocupada com um assunto de fato importante.

Não me incomodei com comentário de Vick sobre meus chutes serem menos dolorosos do que as mordidas de Poky, afinal mesmos estes golpes fracos eram muito além do necessário para lidar com esses mercenários, mas tomei como um desafio ou um joguete durante o combate, tentar chutar com mais força, afinal o vinho derramou por completo, e não tenho nada para divertir um pouco. Para isso iria deixar a taça em cima da mesa mais próxima antes de prosseguir.

E sem muito para me entreter eu optaria para me livrar logo dos espadachins, tentando sempre me manter posicionada com ao menos um dos mercenários entre mim e a porta, mesmo que eu precise dançar um pouco com ele, aproximando ameaçando chutá-lo, para simplesmente recuar quando tentassem me atacar, e aproveitando essa brecha iria contorná-lo, assim poderia atacar enquanto empurro o mercenário em direção a saída do vagão.

Desta iria partir para uma total ofensiva, correndo em direção ao espadachim que não estava sendo atacado por Poky, e iria chutá-lo frontalmente no abdome com a sola do pé esquerdo, dobrando o joelho quando o espadachim estivesse no alcance do chute, para então projetar o quadril para frente ao mesmo tempo que iria desdobrar o joelho "arremessando" o pé. Se o espadachim conseguisse atacar-me na vertical ou diagonal antes de minha pessoa chutá-lo, eu iria dar um ligeiro passo lateral sem intenção perder o impulso da corrida, e assim poder desviar rapidamente do ataque e continuar com a ofensiva. No caso de um ataque horizontal, eu iria saltar por cima do corte, e tentar agora chutar o rosto do mafioso enquanto ainda estou no ar.

Continuando com a batalha, iria manter a natureza impetuosa, avançaria rapidamente contra o espadachim (não necessariamente o mesmo do caso anterior), desta vez tentando me aproximar mais e ficando em diagonal (deslocada para minha direita) ao mafioso, então iria chutar sua face com a "canela" na horizontal, girando o quadril junto do calcanhar direito, com intenção de fazer com que rápida rotação aumente a força do ataque. Se minha pessoa fosse atacada, eu iria recuar com um pequeno pulo para trás, e quando meus pés tocassem no chão iria rapidamente flexionar os joelhos para poder novamente acelerar com intenção de concluir o chute, esperando que o golpe do espadachim houvesse passado em branco.

Minha pessoa realmente espera que essa contratempo não tenha se encerrado tão rápido, pois ainda tenho algo que gostaria de tentar. Novamente iria avançar de maneira veloz contra um dos espadachins, tentaria pela segunda vez um chute frontal, porém usaria a ponta do pé, trazendo a perna esquerda em um arco horizontal, enquanto rotacionar-ia o corpo para chutar com a perna totalmente esticada, e também inclinando parcialmente o tórax para trás no momento de chutar, mirando a ponta do sapato (como se fosse a ponta da lança) no centro do peitoral do mafioso. Dessa vez não tentaria me defender caso fosse atacada, iria optar por atacar antes de concluírem o golpe, após ter ganho velocidade impulsionar-me-ia num salto frontal na direção do assassino e assim poder chutá-lo.

Se em algum momento eu acabasse "presa" entre os dois espadachins, minha pessoa moveria o rosto na direção de ambos, franzindo as sobrancelhas demonstrando preocupação. - Está é uma terrível emboscada. - Comentaria num ar de confusão, então esperaria ser alvejada por ambos espadachins, se ambos tentarem cortes horizontais, eu iria simplesmente saltar por cima dos ataques e imediatamente rotacionar o corpo no ar trazendo a perna esquerda erguida num círculo completo para trás, a fim de acertar o rosto de ambos com o calcanhar. Porém se ao menos um deles me golpear em outro ângulo, minha iria dar as costas para o espadachim que fosse me golpear lateralmente, então iria saltar por cima dele, ficando "deitada" no ar com os olhos apontados para o teto, e em seguida iria girar o corpo verticalmente no ar, tentando manter as pernas mais "encolhidas" para não acertar no teto, e assim poder aterrissar de pé atrás do espadachim. Mas se fosse possível, durante a acrobacia eu iria chutar abaixo da nuca do espadachim com o peito do pé esquerdo aproveitando rotação da pirueta na intenção conseguir um impacto maior, e assim tentar empurrá-lo contra o outro mercenário. Se não fosse possível chutar durante a acrobacia, iria apenas avançar na direção do espadachim, logo quando tocasse no solo para chutar com a sola do pé esquerdo no centro de suas costas. De qualquer forma se eu conseguisse lidar coma situação - Eu tentei lhes avisar que era uma armadilha. - Comentaria de maneira muito irritante fingindo ser amável e atenciosa apenas para criar um contraste irônico com a situação.

Se outra oportunidade de praticar uma sequência de chutes surgisse contra os mafiosos, desta vez eu não iria ficar na velocidade, mas sim na força e impacto inicial. Fazendo pequenas preparações para cada golpe, mantendo-me apoiada sobre os dois pés e então projetando o quadril para frente e girando o corpo em torno do calcanhar direito junto ao movimento da perna, iria lentamente (ou não) empurrá-los do vagão com chutes pesados, principalmente usando a sola para chutes frontais, e o peito do pé movendo a perna esquerda em arcos laterais. Mas antes iria me certificar de livrar-me de suas katanas, tentando chutar a lateral da lâmina e em seguida seus punhos.

>><<

Se eu conseguisse me livrar dos mercenários iria simplesmente suspirar insatisfeita, ficando com um semblante de descontentamento no rosto e então retornaria até a mesa junto de Vick, e a taça ainda estivesse inteira e limpa eu a apanharia, caso contrário iria pedir a Carlo por outra. - Apreciou a cena? - Comentaria num tom ligeiramente maléfico para Carlo enquanto mantenho um sorriso presunçoso nos lábios, afinal ele apenas ficou assistindo tudo. Então iria somente aguardar até que o expresso volte a seguir viagem, tomaria apenas mais uma taça de vinho e assim iria dormir, esperado que Vick mostrasse-me o caminho. "Espero que não seja totalmente desconfortável adormecer nesse trêm..."


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada - Página 5 EmptyTer 30 Jun 2020, 12:48




De fato o incentivo de Kare, ou melhor, o suborno, rendia frutos e Poky começava a agitar-se ainda mais ao percorrer e distribuir mordidas por todo o corpo do espadachim que começava a elevar o volume de seus gritos. Gritos? Bem… Kare já não mais os ouvia tendo-se distraído com o vinho que banhava a delicada pele de sua mão, o que a fazia perceber o quão grave era até então o desleixo que estava tendo consigo mesma…. A vida cercada pelos mundanos a estava afetando de tal maneira que até mesmo os cuidados mais básicos e sumariamente importantes haviam sido negligenciados por sua pessoa… em que mundo, poderia ela ter-se descuidado a tal nível para ser capaz de esquecer de fazer as unhas?

- Ahhhhhggggg!!! o espadachim dançante passava correndo por seu colega, seguia em desespero tomado pela raiva causada pelo ataque incessante de Poky, sua face toldada pelo ódio, seus olhos fixos em Kare, mas cegos pela raiva. - Você vaiiii mooorrreerrrrrr. - Kare por sua vez sequer o percebia, era a sua grande chance, ele tinha certeza que agora iria conseguir, adi Al aquela mulher maldita estava completamente absorta em algo que ele não entendia…

- Pokyun !! - Poky saltou pela gola dele. - O QUEEEEE???? - Seus pés corriam velozes, mas ele já não se movia, passos e mais passos os quais não o levavam para qualquer lugar. Afinal de contas… ele não sabia voar. Lentamente seus pés foram parando de se mover, primeiro tateando devagar antes dele ter.mesmo coragem de para baixo olhar. Sob seus pés não havia chão, apenas os trilhos afundados no mar agora escuro. Dos atiradores não havia mais sinal, levados pelas ondas.

Xuaaaa! - A água se ergueu, Poky agora no ombro de Kare olhava pela porta inclinado vendo apenas aquela grande gota de água rolando no ar antes de também cair de volta ao mar.

Com isso mais um dos oponentes havia deixado o palco no tempo exato de Vick responder a Kare. - É claro Senhorita - Restava agora apenas mais um oponente. Este apontava a espada para frente em direção a Kare. - Não vá se achando, só porque você derrotou aqueles idiotas. EU SOU MUITO SUPERIOR A ELES. Pokyun? - Voltava a se inclinar no ombro de Kare virando sua cabeça de lado, talvez até mesmo Poky estivesse perguntando se o homem era idiota.

Com essa grandiosa frase de efeito o espadachim "avançou" na direção de Kare… Bem… Ele estava indo pé ante pé como alguém que está andando sobre gelo fino, com calma e muito cuidado, calmamente, muito calmamente… Talvez fosse possível até mesmo escutar essa palavra vindo do rangido que seu solado fazia no piso amadeirado.

Mas no fim, o homem acabou por não cumprir seu papel naquela dança, não havia conseguido conduzir a bela mulher que tinha a sua frente e muito pelo contrário havia sido conduzido nos passos harmoniosos da mulher que agora empenhava-se ainda mais para por forçarem seus chutes promovendo pouco a pouco um melhor desempenho em sua performance e se antes disse que esta bela mulher não sabia passar café eu agora vos digo que ela possui um talento inequívoco para amaciar a carne e assim como os outros três antes dele o último espadachim também se viu sendo chutado para fora do trem indo à deriva com seus demais companheiros.

>><<

- Um belo Show, agora posso entender um pouco o que despertou o interesse de Sapphira. - Ambos, Carlo e Vick voltaram a se sentar direito. Os homens de Carlo que até então relaxavam começavam a tomar as providências necessárias para cuidar da situação.

Havia estranhamento pouco tumulto dada a quantidade de tiros realizada, isso era explicável é claro, mas Kare só o perceberia após ir para o seu quarto e passar por cada vez mais mafiosos no trem enquanto cruzava por algumas pessoas que olhavam hesitantes na direção deles. - Esses homens eram realmente de uma família rival? - Perguntou Vick que fechava seu livro soltando-o sobre mesa. - Sim, eram sim. Todavia chamá-los de Rivais foi um grande exagero. São apenas de uma pequena família que recentemente começou a ter sonhos de grandeza, mas como puderam ver, não passam de sonhos infundados. - Kare que terminava de tomar sua nova taça de vinho se preparava para partir, Vick também se levantava para acompanhar a jovem. - Se um dia passarem por Bingo não deixe de me procurar. - Carlo tomava em suas mãos as de Kare e dava um suave beijo antes de deixá-la partir, não repetia o mesmo com Vick, afinal a jovem empregada sequer fez menção em cumprimenta-lo na despedida.

>><<

Seguiria-se assim mais um dia de viagem, Carlo teria deixado o trem com seus homens na manhã deste dia e o expresso seguia agora para Tuntz Tuntz sem outros problemas. O vagão restaurante acabou ficando interditado de modo que não havia sido mais possível retornar para ele, mas Vick sempre trazia as refeições no quarto que era apenas aceitável dado os novos padrões toleráveis de Kare.


- Senhores passageiros em mais alguns instantes estaremos chegando em Tuntz Tuntz Island, este é o ponto final então pedimos que todos desembarquem. - Vinha o anuncio.

A ilha se faria visivel depois de pouco mais de 15 minutos, Vick havia arrumado dois funcionários para carregar o baú com os pertences de ambas. Estariam a desembarcar em um espaço quase ao fim do porto, visto que aqui o espaço mais central se dava para Barcos enquanto o trem possuía sua estação localizada mais ao canto.

[Acabou meu horário de almoço, no próximo post caprixo melhor na descrição do local. Perdão.]






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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada - Página 5 EmptyTer 30 Jun 2020, 17:39




Admito que minha pessoa não sentia-se muito confortável com a sugestão de Carlo, de procurá-lo caso eu esteja em Bingo, ele não me era agradável aos olhos e nem mesmo parecia poder oferecer algum tipo de benefício para unirmos interesses, ele pode desviar um trem para Aracne, como um chofer da Sapphira… - Lembrar-me-ei de procurá-lo. - Diria em tom de desinteresse para Carlo, iria apenas cumprimentá-lo com um aceno de costas de mão, após ter levantado-me elegantemente da cadeira com um sorriso aparente nos lábios, desfilando pelo vagão rebolando sensualmente o quadril ao passar pelo lado de Carlo, e não teria oferecido minha mão para ele beijar.

No mais a viagem era aceitável, nenhum outro grande evento que pudesse despertar meu interesse ocorreu, e antes de dormir eu apanharia uma quantia simbólica e entregaria para Vick. - Creio que conseguiremos nos manter em um quarto satisfatório com essa quantia. - Dizendo sem demonstrar qualquer apego ao dinheiro, pois a quantia era insignificante, na verdade era até mesmo um alívio me livrar das notas pequenas. (-1,62kk)

No último dia de viagem confesso que estaria um pouco ansiosa, quer dizer, uma ilha de celebridades, artistas, imaginem quantos fãs eu poderei ganhar, além de poder elevar meu nome até o ápice do estrelato. Seria difícil não manter um pequenino sorriso de felicidade e empolgação nos lábios, comigo me vendo a cantarolar algumas vezes imaginando como será a ilha. Ahhh… A organização criminosa que eu devo atacar… Hmm… Lido com ela enquanto farei meu espetáculo, simples.

Assim que o trem parasse em seu destino final, eu iria descer e ficar ainda na estação. - O Sr. Estalagem lhe contou muito sobre a ilha? - Perguntando num ar de curiosidade para Vick. - Acredito que primeiro devemos buscar por algum tipo de hospedaria, e assim não precisaremos carregar o baú durante todo o tempo. - Dizendo como mera formalidade, pois acredito que Vick não teria razões para fazermos algo antes. E felizmente Vick havia conseguido dois carregadores para fazer o trabalho braçal. Enfim, eu tentaria procurar por algum tipo de mapa da ilha na estação, talvez com as principais construções da ilha, e talvez até mesmo indicando a localização de um bom hotel, ou então iria procurar por alguém que parecesse trabalhar na estação. - Ola, vossa pessoa poderia informar-me onde encontro uma estalagem adequada? - Iria sorrir de maneira adorável e perguntar educadamente, para o funcionário da estação se houvesse um, e também no caso de Vick não saber onde poderemos nos hospedar, pois as informações que ela recebeu podem não ter sido tão específicas.

De qualquer forma eu não gostaria de ficar muito tempo na estação pois desejo logo conhecer a ilha, enquanto estivesse a caminhar pelas ruas iria observar um pouco suas construções principalmente me atentando a teatros, clubes de dança, construções do ramo artístico em geral, principalmente se houver um palco onde eu possa apresentar-me, também ficaria atenta a possíveis cartazes de peças de teatro, apresentações, apenas por ligeira curiosidade, talvez possa ser uma performance com elementos nunca antes vistos por minha pessoa.

Chegando na hospedaria a primeira coisa a ser feita por minha pessoa seria ir até o quarto para tomar um longo banho e muito caprichado banho, a fim de retirar a atmosfera monótona do trem impregnada em mim, levando Poky comigo para tomar banho também. E por fim comigo e Poky estando devidamente banhados eu deixaria o banheiro enrolada apenas em uma toalha, e me sentaria em uma cama cruzando as pernas querendo conversar com Vick caso ela ainda esteja no quarto. - Talvez encontremos alguma informação sobre a organização da Lust no porto, afinal devia ser por lá que recebiam as armas e vinhos do North. - Iniciaria o assunto com Vick, questionando-a curiosa, enquanto espero por uma resposta/sugestão. Agora também estando mais disposta para falar sobre essas chatices da "organizaçãozinha" criminosa.


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