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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 4 ~ Falência Articulada

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada - Página 4 EmptyTer 09 Jun 2020, 20:49

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação 4 ~ Falência Articulada

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçadora de recompensas Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada - Página 4 EmptyTer 23 Jun 2020, 13:30





- De forma alguma. - Com a suavizada como um cochicho quase inaudível teria respondido Vick sobre ela adormecer em meus braços, continuaria a acariciar os cabelos com os toques dos dedos cada vez mais sutis, até ela ser agraciada pelo sono, momento o qual interromperia os afagos e passaria apenas a mantê-la cuidadosamente confortável entre minha clavícula e busto. Não teria me deixado irritar pelos comentários anteriores, apesar de realmente me incomodar com eles. " Como minha pessoa pode causar tantos problemas para alguém." Era uma sensação sem nenhum tipo de agrado para mim, e parecia ainda pior por se tratar desta que está em meus braços agora. Fitando-a com um ar de ternura enquanto está adormecida sob a proteção de minhas pernas iria sem perceber esboçar um sorriso pequeno porém com muita gentileza expressa, então me permitiria apoiar minha o lado de meu rosto no topo de sua cabeça com cautela para não acordá-la, e fecharia os olhos por poucos minutos, compartilhando do momento pacífico, então de maneira lenta iria abri-los parcialmente, continuando a mantê-la segura até que acordasse.

>><<

Com os olhos bem abertos e brilhando num ar de fofura virei o rosto na direção de Eddie, com as bochechas mais cheias e ruborizadas,  e acenei que "Sim" duas vezes movendo a cabeça para cima e para baixo, mantendo as mãos juntas em frente ao corpo. E o comentário seguinte de Eddie me faria sorrir genuinamente alegre, sem conseguir conter a felicidade e começar a mover o corpo de um lado para outro um pouco ansiosa por querer brincar com o tigre limpinho no dia seguinte.

>><<

- Na verdade minhas preocupações acabaram de se esvair. - Responderia Vick segurando o vestido que estava dentro do embrulho pelas alças finas com os polegares, observando-o um pouco melhor e alguns segundos depois sorrindo com discreta malícia nos lábios, e apesar apesar das características um tanto apelativas daquela vestimenta meus olhos refletiam satisfação.

Assim teria jantado no quarto e agora já trajando o vestido presenteado por Sapphira estaria junto ao "valente" guia naquele trajeto obscurecido. - Sabia que muitos dos animais podem sentir o medo nas pessoas? Mesmo que os mundanos tentem escondê-lo, então o segredo para lidar com situações assim é conseguir controlá-lo. - Teria dito calmamente ao acaso ainda na companhia do garoto, fazendo parecer que as palavras não seriam para ele em específico, esperando por alguma reação que pudesse me entreter até chegarmos ao local ou pelo menos tentando não fazê-lo surtar por causa do medo.

Dali teria apenas acenado de maneira afirmativa com a cabeça exibindo um sorriso aparente na boca e seguido em frente como orientado pelo guia. A sensação de estar caminhando por aquela fonte com tão pouca iluminação não era muito diferente do segmento anterior, o silêncio opressor na trilha de lamparinas, o mistério de apenas seguir em frente rumo ao desconhecida, ainda com nada além naquele vestido tão fino e soltinho no corpo, meu corpo até tremia um pouco de tamanha excitação estando ali aparentemente tão vulnerável.

- Como poderia eu não vir, sabendo o quanto você precisa de certos cuidados… - Comentando calmamente com palavras sendo ditas devagar num tom provocativo. - É um vestido adorável e confortável de se vestir, porém eu tenho fortes razões para acreditar que ele não foi escolhido para eu trajá-lo por muito tempo. - Dizendo ainda com o ar malicioso, enquanto meus olhos iriam percorrer meu corpo embrulhado como um presente naquele vestido vermelho, e numa forma de tentar demonstrar meu ponto de vista, iria colocar os dedos indicadores por dentro e das alças e simplesmente movê-las para fora dos ombros, deixando o vestido escorregar suavemente por meu corpo, como uma maneira travessa de mostrar o quão fácil era tirá-lo. E ainda com o vestido a deslizar pela superfície do corpo começaria a desfilar em direção da regente, exibindo meu rebolado natural mas que naquele momento o movimento do quadril estaria mais acentuado e chamativo, enquanto o vestido iria caindo a cada passo dado em direção a Sapphira, primeiro escorregando abaixo do busto, em seguida descendo por minha cintura até finalmente cair sobre os calcanhares a poucos passos de chegar até fonte esfumaçada de água quente.

- Neste caso preciso demonstrar o quanto me sinto contente por ser convidada a este recinto. - Respondendo perversamente os comentários de Sapphira sobre eu a ser a primeira a estar aqui.  E estava novamente eu diante aqueles olhos tiranos cheios de ansiedade para devorar a presa que adentrou de bom grado em seu território, sim, eu posso afirmar isso, pois é da mesma maneira que me sinto agora, não conseguindo nem mesmo piscar diante o fascínio, me fazendo arrepiar e estremecer prazerosamente. - Você é o que há de mais perigoso aqui... - Meu coração acelerava fazendo o corpo e as respirações se aquecerem. - E isso me deixa tão estimulada. - Dizendo em meio um gemido tortuoso de pura satisfação a lascividade.

Lhe cedi fragilmente minha mão, apenas para ser oprimida contra a pedra, antes de ter tempo para me assustar ou suspirar já me via sendo atacada pelas presas Sapphira cravadas em meu pescoço vulnerável, ficando a mercê de seu esmagadora presença. Não me contive, ou melhor, não tive tempo ou forças para me conter, quando o aperto mútuo do pescoço e cabelo foram cravados toda líbido logo foi exposta, altos gemidos longos e obscenos preenchidos pelo misto de dor com prazer intenso me fazia contorcer o corpo e revirar os olhos, minha única reação foi firmar as mãos com as pontas dos dedos entrelaçadas atrás da cabeça de Sapphira e apertá-la puxando-a em minha direção, fazendo o mesmo com uma de minhas pernas entrelaçando-a por detrás da coxa, querendo que ela continuasse a me consumir com toda aquela voracidade estimulante.

Apoiada com as costas na pedra enquanto a água estaria a escorrer das cascatas acima até meu corpo, iria permanecer ali por alguns segundos com os olhos quase cerrados e um largo sorriso luxurioso estampado na face, seria uma combinação de alívio pela água aquecida percorrendo os pescoço recém atacado e sensível pelas presas violentas, mas ao mesmo tempo era frustrante e eu a desejava muito mais, uma vontade insaciável de tê-la a me consumir impetuosamente sem qualquer inibição, levando os dedos até o pescoço na região dolorida, iria diminuir a frequência de respirações, mas elas seriam mais longas e ardentes. - Interessante… - Eu estava com a mente dominada com todas aquelas sensações, que mal podia escutar o que ela me dizia, mas definitivamente eu havia compreendido a mensagem passada por aquele ato. - Muito interessante…. - Cerrando os dentes com força começaria a rir como uma diaba a deliciar-se de agonias abaixando a cabeça de modo que os cabelos molhados iriam cobrir os olhos, mas neste caso era eu quem estava atormentada, a situação mudava drasticamente com a revelação feita, eu sentia raiva por ela ter me escondido algo, ao mesmo tempo queria destruí-la por inteira por ser um de meus alvos, a racionalidade fugia momentaneamente de meu ser, enquanto eu me deleitava na própria insanidade, e não iria me conter, pois apesar de tantos pensamentos e ações conflitantes que assolavam-me tanto em corpo quanto mente, havia uma semelhança, sim, tantos estímulos, e todos me faziam arder, queimar, um incêndio parecia alastrar-se de meu íntimo até o exterior, meu corpo estaria a tremer diante tanta excitação, eu teria mantido o controle, mas não pela razão e sim pelos sentimentos perversos e ardentes, assim também iria perceber o quanto nada daquilo dito por Sapphira era relevante dada a situação, afinal eu não era capaz de enxergar nenhuma razão ou lógica em nós duas ali, ambas movidas apenas pelas emoções carnais, era assim que eu nos via, e foi justamente para saciar esse desejo mútuo que vim, se houver algo que necessite de nossa racionalidade para se resolver, não iríamos concluir.

Passando a mão na testa por debaixo dos cabelos eu os colocaria por trás da cabeça, para poder desejar a mulher em minha frente sem a mínima intenção de ser discreta, e novamente estando a caminhar devagar em sua direção para que eu tivesse tempo de admirá-la, o quanto estava tão ansiosa por mim. - A regente…? O pilar de uma grande organização criminosa…? Pfff! Tolice! - Me ergueria impondo-me diante Sapphira, com os ombros abertos encarando-a intensamente com olhos cheios de repúdio, enquanto nossas faces estão intimamente próximas, e minhas palavras soariam carregadas de um deboche ácido. - Diante mim nesse momento, apenas vejo uma mulher  gananciosa e devassa, muito cobiçosa por ter suas necessidades e desejos saciados. - Agora fazendo minha voz soar com maior perversão ao invés de desprezo, me permitiria a sorrir satisfeita, fitando-a com certa piedade, ao mesmo tempo que levaria minha mão até a cintura de Sapphira e iria percorrê-la até a altura dos ombros acariciando o corpo dela com toques firmes e despudorados, então continuaria o percurso até seu pescoço envolvendo-o em um aperto indelicado. - Não que eu esteja diferente. - Ainda mantendo o clima perverso e sombrio iria segurar no pulso de Sapphira com a mão livre e fazê-la percorrer meu quadril até abaixo do umbigo, e pressionaria minhas coxas uma na outra, mantendo os dedos dela tocando-me intimamente, mostrando-a o quanto também desejo ser saciada. E com meus dedos envolvendo o pescoço de Sapphira simulando uma coleira iria tomar seus lábios em um beijo profundo, puxando-a minha direção enquanto nossas línguas iriam dançar instigando-a aventurar-se nessa nova descoberta para si, tentando fazer a água aquecida que nos envolve parecer gelada em comparação ao calor produzido por nosso beijo, então iria o lábio inferior de Sapphira e puxá-lo, enquanto minha mão sairia de seu pescoço indo até a nuca pouco abaixo da cabeça, para que eu pudesse lhe apertar os cabelos e puxá-la para trás.

- Mas felizmente eu me sinto muito disposta e estimulada a fazer com todas vossas necessidades sejam supridas com intenso deleite. - Dizendo em tom de serventia maliciosa, ainda com nossas bocas próximas, apenas para logo em seguida abocanhar-lhe o pescoço com voracidade, e massageando libidinosamente o busto farto, demonstrando toda minha generosidade as regiões mais sensíveis, os toques de meus dedos não seriam gentis ao torcer e puxar enquanto a palma aveludada de minha mão iria acaricía-la com firmeza, e em seguida suavizando o toque do dedo indicador movendo-o em círculos sobre a ponta da região sensível, tendo intenção de fazê-la farta-se com diversos estímulos. - Eu não posso lhe dar o que sua pessoa procura, eu posso dar muito mais, afinal eu não poderia satisfazê-la apenas com o necessário, irei fazê-la farta-se em uma abundância mas… Não contenha sua ganância agora, peça, deseje, me deixe provar o gosto de toda vossa ambição insaciável. - Com minha face colada a de Sapphira eu teria sussurrado devagar, com a voz luxuriosa e ardente, beijando, mordendo e até lambendo lentamente sua orelha entre uma palavra e outra, para que ela se perdesse um pouco em minhas palavras enquanto ainda estaria presa pelos cabelos com o corpo junto ao meu, e durante esse período eu estaria a estimular e brincar com minha outra mão, tudo para fazê-la me obedecer de bom grado e com muito prazer. - Então? - Ainda a provocando-a com a voz soando baixo próximo ao ouvido, iria lentamente descer a mão que não está no cabelo até o mais íntimo de Sapphira, e começaria a mover apenas um dedo para cima e para baixo, num ritmo desacelerado e suave. - Mas eu entendo, talvez vossa pessoa não seja tão gananciosa assim, e por isso devo deixá-la lidar com as próprias ambições. - Nesse momento o toque suave de meu dedo se tornaria ainda mais sutil, comigo o afastando da intimidade de Sapphira, mantendo apenas a ponta se movendo cada vez mais devagar ameaçando encerrar a noite por ali mesmo.

Com Sapphira fazendo seu pedido, eu iria nos levar de volta a pedra enquanto iríamos trocar outro beijos libidinoso durante o curso, mas dessa vez seria ela a ser pressionada. - Vossa pessoa não irá se arrepender, agora, apenas deleite-se com sua recompensa. - Diria com um certo convencimento sorrindo perversamente. Não iria mais torturá-la com jogos mentais ou estímulos, iria logo saciar toda sua ganância, levando minha boca e mão até os seios, onde iria estimulá-la chupando intensamente e percorrendo o ponto sensível com a língua, hora em círculos, hora deixando que apenas a pontinha da língua ficasse em contato com a pontinha do local sensível, enquanto minha mão esquerda estaria a apalpar seu seio direito, e com os dedos em forma de pinça iria pressionar a região de maior sensibilidade ao mesmo tempo que prossigo com a massagem, minha mão direita no entanto logo iria abaixo de seu umbigo, onde começaria a estimular com dois dedos atritando-os para cima e para baixo, e alternando com movimentos circulares, o toque apesar de macio seria bem audacioso e indiscreto, quando sentisse que meus dedos estivessem bem cobertos pelo mel da regente eu iria introduzi-los, movendo-os constantemente metade deles para dentro e para fora num ritmo rápido, mas ainda me contendo com a intensidade e velocidade de meus movimentos, para fazer Sapphira aproveitar essa sensação por um bom tempo, e assim permaneceria até que sua ganância fluísse para fora do corpo. Mas eu não iria para aqui, pois seria apenas o começo, agora eu aumentaria a voracidade que a chupo e pressiono, assim como a velocidade de penetração nos dedos e agora iria também usar o polegar da mão direita para excitá-la no local mais sensível de seu íntimo, movendo-o em círculos, e também eu iria pressioná-la com mais força contra a pedra como se quisesse devorá-la, para fazê-la aproveitar uma segunda vez seus desejos sendo saciados, e quando ela estivesse prestes a chegar novamente, nesse momento eu iria mordiscar e apertar com um pouco mais de força, além de introduzir os dedos mais fundo em seu interior.

Com a segunda vez de Sapphira tendo chegado, eu logo iria me certificar de abraçá-la no caso de suas pernas falharem, com uma das mãos passando por baixo do braço até o meio dos ombros nas costas, e a outra segurando com os dedos cravados abaixo do cóccix. - Estamos apenas começando Saph, a noite será muito agitada. - Comentando cheia de malícia com um sorriso travesso e muito libidinoso.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada - Página 4 EmptyTer 23 Jun 2020, 15:58





- Não é dos animais que eu tenho medo … Errr, Senhorita. É da falta deles. - Explicava o garoto no trajeto que ele guiava. O Silêncio era o que o perturbava, pois mostrava que algo feroz estava a espreita e que todos os animais eram capazes de sentir e por isso mantinham-se completamente ocultos e a salvo.

>><<

- Que bom que gostou dele. - Sapphira movia-se junto a Kare levando suas mãos em direção às alças. - É um vestido com um propósito bastante claro não acha. - Ambas tinham em sincronia a roupa deslizando por seus corpos.

Conforme entrava sentia com perfeição que aquela fonte era minimamente mais quente, menos de um grau, mas a principal diferença se fazia na profundidade e na areia sobre os pés ao invés das pedras transformando-a em um pequeno lago para nadar ao invés de uma banheira para sentar.

O som da água corrente logo acima trazia um tipo de relaxamento, mas o qual era totalmente ignorado por ambas as mulheres que possuiam ideias diferentes a está. Os gemidos de Kare misturavam-se ao rebolar da água sobre a pedra, esta que estava aquecida ao toque, apoiou-se ''desesperada'' na mesma ao se ver dominada pela mulher a sua frente. Sapphira encontrava-se sedenta, admirada e fascinada por aquela mulher que para ali havia convidado. Uma jovem sem medo que se entregava às luxurious de seu corpo. Sim, ela aos poucos começava a ter certeza, mas uma certeza que ainda mantinha-se escondida em seu âmago, imprópria para ser revelada naquele momento, havia afinal, algo mais urgente e apropriado a tal situação.

As pernas dela apertaram-se uma contra a outra, os gemidos prazerosos de Kare só a faziam se sentir mais estimulada o que se refletia em seu ímpeto voraz ao pescoço desnudo da morena. Mas não só de tesão a regente era feita, segredos inesperados adiantaram-se mudando quase que por completo o significado daquilo que viviam, ou assim seria se quem estivesse ali fosse outra pessoa se não Karelina.

Uma loucura brotada das profundezas de seu corpo se manifestava, seus ombros sacudindo a cada risada, o som ensandecido que misturava-se a todo o ambiente e depois o superava, a loucura que até mesmo superava a opressão por Sapphira gerada. Os pássaros gritavam acompanhando com seu gargalhar a risada que da jovem morena surgia.

Sapphira só podia sorrir, era uma das poucas vezes que ela sentia aquilo, aquele frio percorrendo seu corpo, não importava se estava em águas quentes, pois ali mesmo ela sentia-se arrepiada com a demonstração que ocorria em sua frente. A debandada de pássaros voou para longe, outros animais abandonaram completamente a prudência e correram para o mais longe possível dali. A própria Sapphira em certo momento sentia por seus instintos o perigo que da jovem emanava, mas ela desejava aquilo, almejava-o.

A risada liberava uma dezena de sentimentos diferentes, transformava a bela jovem ali em algo realmente parecido com um demônio em pele de mulher, mas assim como ocorria com Sapphira, aquilo também durou apenas um instante, os sentimentos dentro de Kare acalmavam-se, pois no final nada daquilo importava. Quem eram? Quem seriam? Quanto, onde, quem, porque! Todas essas coisas eram completamente irrelevantes ante sua luxúria sem fim, ante o seu desejo. Títulos? Nomes? O que eles importavam naquele momento? Nada, ali, tudo que ali havia era exatamente o que ela dizia. Apenas duas mulheres dominadas por seus desejos, que viviam aquilo que sentiam sem se importar com nada a mais.

Jogou seus cabelos molhados para trás, em seu rosto apenas o mais puro desejo transparência. Sapphira mais uma vez se arrepiava ao ver aqueles olhos cobiçosos dirigidos em sua direção, eles a congelaram ali por um momento fazendo-a parar de se afastar, novamente ela se punha de pé a espera de Kare.

Sapphira estava em silêncio, sentindo o martelar de seu coração no peito… A quanto tempo não sentia essa emoção? Ela sabia bem, haviam ai ao menos 4 anos desde então. Mordeu seus lábios desejosa. Ela nesse momento se permitia se entregar, se permitia ser levada enquanto era ela agora a dominada pela presença de Kare, dominada por aquela loucura e aquela sede a pouco mostrada.

As mãos dela acompanharam as de Kare, postando-se sobre as da morena que agora estava em seu pescoço. Suas respirações eram curtas e seu olhar intensamente atento ao olhar da morena. Deixou-se guiar, sua outra mão ao meio das pernas da jovem a sua frente, suspirou ao ali ser presa. Agora obedecia e sentia seu coração pulsando por isso.

A regente entregava-se naquele beijo, tudo o resto deixava de importar, apenas queria aquilo, desejava. Não havia sido um beijo demorado, mas haviam ambas tido seus fôlegos roubados, seus seios pulsavam uma contra o da outra, seus olhos mantinham-se cravados um no outro. - Me dê Sapphira respondeu a morena entregando seu pescoço ao domínio da outra, gemeu alto sem se importar com mais nada, sua mão correu e puxou a cabeça de Kare com força ao seu encontro, seus dedos se enlaçam nos cabelos molhados prendendo-se ali na tentativa de não perder aquele momento. Ela libertava sua outra mão, abraçando e cravando suas unhas nas costas de Kare, sua perna subiu até o quadril da morena envolvendo-a a si.

Ela suspirava e gemia, ofertando-se a Succubus que a devorava. - AHHHHHH, HMMMM. - Um grito misturado ao prazer correu pela noite.

Seu busto subia e descia ofegante, olhava para além de Kare, agora com seus rostos grudados um no outro permitindo a morena falar-lhe ao pé do ouvido prometendo-lhe muito mais do que ela pudesse esperar. - Então me mostre tudo que você tem a me oferecer. - Ela respondia também ao ouvido de Kare logo fazendo sua língua percorrer ali em um toque sutil. Mas logo Kare tomava novamente posse do que a pertencia, beijando e mordendo a orelha/pescoço da regente que entregava-se mais uma vez, aos prazeres a ela ofertados.


- Aonde pensa que vai. - Sapphira quase não percebia Kare se afastando, tão perdida da realidade que se encontrava aos toques da morena. Novamente sua mão se fechava com força no pulso de Kare forçando-a a voltar a se aproximar. - Você só irá embora daqui depois que me der tudo. - Falava com brutalidade enquanto seus olhos negros penetravam o olhar alaranjado de Kare, mas estes logo voltavam a cor original enquanto Sapphira com um sorriso excitado completava. - E também levar tudo. - Ela libertava o aperto e mais uma vez era guiada por Kare enquanto retornavam a pedra.

Entre beijos chegaram até o local. - Nunca achei que me arrependeria. - Confessou enquanto inclinava-se sobre a pedra com a água correndo por baixo do seu corpo expondo-se indefesa a perversidade de Kare.

Sapphira no entanto não era alguém assim passiva, mantendo durante todo o tempo a mão atrás da cabeça de Kare segurando-a pelos cabelos enquanto sempre lutava para reter os lábios da morena nas áreas que mais lhe davam prazer, abraçava-a com as pernas puxando-a para si enquanto pelas costas da jovem marcava o seu território, uma "dor" constante e prazerosa envolvia Kare com esse contato. - Me beija. - Pediu desejando mais uma vez os lábios de Kare nos seus.

Suas pernas haviam se afrouxado em seu aperto dando a morena bastante liberdade ali, e não precisou muito para sentir seus dedos cobertos pelo Mel de Sapphira que soltou um prazeroso suspiro ao ser atiçada.

Kare sentia cada vez mais a respiração da regente alterar-se, via-a segurando o fôlego e tensionando suas pernas antes de soltar e relaxar por um momento para em seguida se ver novamente ficando rígida. - Não… Não para. - As duas mãos da platinada moveram-se para as costas de Kare cravando-se nas omoplatas da jovem. - Não para. - Pedia com a voz repleta de prazer.

[Fazendo amor com Sapphira]

Sapphira se inclinava para frente abraçando Kare, suas mãos já não pressionavam com força as costas da jovem. Um riso solto escapava dos seus lábios, meio ofegante e bastante contente. - Ainda bem que não é só isso. - Ela voltava a se endireitar. - Foi ótimo, mas ainda está longe de ser o suficiente. - Suas forças começavam a voltar e ela lançava suas pernas ao redor do quadril de Kare. - Eu quero tudo. - Sua mão deixou as costas da morena e veio a tocar os lábios. - Quero sentir essa boca linda em todo o meu corpo. - Tirou os dedos dos lábios de Kare e tocou os seus próprios. - E quero com os meus explorar todo o seu. - Segurou o queixo da morena e aproximou seus lábios agora com um movimento lento muito diferente dos anteriores dando um beijo macio e carinhoso que diferia muito do estado mostrado até então. - E não quero ver apenas um dos seus lados, eu quero te ter por inteira, mesmo que isso leve a noite toda e o dia de amanhã. - Ela voltava agora a beijar, dessa vez com intensidade apaixonada.

Ela agora começava a se inclinar para trás, levando suas mãos para sua própria nuca e deixando-se na pedra com suas costas arqueadas. Soltou as mãos às fazendo percorrer seu próprio corpo, apertando seus seios e deslizando por seu abdome. - Me mostre… mostre todo o prazer que uma mulher que nem você pode me proporcionar. - Abriu suas pernas em um auspicioso convite.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada - Página 4 EmptyTer 23 Jun 2020, 18:40





Eu não teria negado os beijos pedidos, iria beijá-la indiscriminadamente, expressando toda minha líbido, apesar de algumas vezes eu teria provocando-a um pouco, movendo o rosto em sinal de negação com nossas bocas próximas, como se estivesse fazendo carinho nos lábios dela com os meus, apenas instigar a regente, antes dos merecidos beijos. Os arranhões doíam, e eram tantos, mas eles faziam com que meu interior ardesse cada vez mais, e me motivava a demonstrar meu afeto de maneira mais vigorosa. O beijo gentil seria muito recebido e retribuído, comigo tendo lhe feito carinho no rosto e puxando-a pela cintura. E aqueles olhos negros cheios de ferocidade apenas por eu ter ameaçado parar, mostrava o quanto ela me desejava, fazendo eu me sentir ainda mais estimulada a satisfazê-la.

Admito que o convite era extremamente cativante aos olhos, tanto que a princípio eu apenas me limitei a devorá-la com o olhar totalmente indiscreto e perverso, lambendo maliciosamente os lábios sedentos, eu a deixaria ali totalmente exposta para mim, sem dizer uma única palavra apenas deleitando-me com a visão da regente por longos segundos.

- Já que deseja por conheça todas minhas facetas, talvez eu deva mostrá-la aquela que provavelmente é mais cruel e sádica. - Dizendo em tom de dúvida, admirando Sapphira em sua posição tão exposto com olhos luxuriosos e um sorriso de puro prazer, colocando a ponta do dedo indicador sobre o lábio inferior. - E ao mesmo tempo é a mais dedicada em agradar. - Diria agora com mais afeto na voz, e de maneira gentil iria segurar nos pulsos de Sapphira e levar suas mãos até acima dos joelhos. - Não importa o que eu faça, você deve permanecer assim, talvez isso a enlouqueça um pouco, e irei torturá-la lentamente com bastante prazer, e você irá me desejar cada vez mais, porém no fim… - Não iria concluir a fala deixando que a curiosidade possa cativá-la. E assim começaria minha diversão, beijando primeiro a lateral interna dos joelhos enquanto iria me apoiar com a mão sobre as pernas da platinada de olhos sedentos, e devagar começaria a descer, beijando, mordiscando, cada pedacinho de sua perna até a coxa, não teria pressa, ao dar beijos molhados e morder levemente a mesma região por algumas vezes, deixando-a sentir minha respiração na pele, e quanto mais fosse descendo mais demorado seria, passando bem de levinho onde teria acabado de mordiscar com meus lábios quase tocando na parte interna das coxas, prendendo a superfície da pele na boca e puxando-a devagar, chegando na virilha eu começaria a também lamber, primeiro percorrendo grande parte da região apenas com a língua, em seguida lhe daria beijos indecentes usando a língua, até abocanhando com maior sutileza, somente para depois assoprar bem de levinho, e dedicar a mesma atenção generosa ao outro lado da virilha, evitando propositalmente o local mais ao centro, aproximando-me dos lábios de forma lenta com as demonstrações de afeto proporcionadas por minha boca.

Finalmente chegando onde Sapphira provavelmente estaria ansiosa, beijando-a em abundância, percorrendo minha língua carinhosamente mantendo o ritmo desacelerado, hora para um lado, hora para outro, para cima, para baixo, circulando-a por completo, explorando toda a superfície a fim de dedicar bastante atenção para Sapphira, então seria o momento de me dedicar ao ponto onde ela sentiria mais prazer, novamente usando primeiro a língua para os estímulos, e depois o envolvendo entre meus lábios chupando enquanto minha língua carinhosa continuaria a mover-se por todo aquele ponto. Dois dedos logo iriam adentrar e seriam abertos e fechados, explorando aos poucos as paredes do interior da regente. Durante todo o processo eu teria mantido um grande contato visual com Sapphira com meus olhos brilhantes de felicidade, demonstrando o quanto eu me deliciava com a prazerosa travessura sendo feita, propositalmente tendo produzido sons indecentes e gemendo luxuriosamente me deleitando com a regente tão receptiva. Nesse ponto eu não confiaria em suas palavras, por mais que ela implorasse, apenas escutaria os sinais sinceros de seu corpo, quando o quadril começasse a se contorcer indiscriminadamente eu iria intensificar minhas demonstrações afetuosas serpenteando os dedos por seu interior como um só, para Sapphira poder ter uma experiência exageradamente satisfatória. Havia ficado bem claro também que eu não conseguiria disputar forças com elas, então no caso dela ser incapaz de conter-se, e me pressionar contra si eu não teria problema algum em seguir direto para o último passo e poder saciar sua ganância bem rápido, eu apenas teria um pensamento divertido nessa última ocasião. "Talvez eu tenha exagerado com ela..."

E após a terceira vez da regente, eu me colocaria de pé cima da pedra, com as pernas ao lado da cintura de Sapph, levando alguns dedos abaixo do púbis, e começaria a me estimular na frente de Sapphira, comigo provavelmente muito úmida, mas não somente por causa da fonte, enquanto iria apertar firme um dos seios com a outra mão. - Veja como você tem me deixado até agora. - Mordendo os lábios durante um sorriso malicioso diria num tom manhoso soltando gemidos devassos ficando ali rebolando e me contorcendo excitada na frente de Sapphira, então sentaria sobre os joelhos dobrados com as pernas ainda em torno da platinada, levando meus dedos melados até os lábios da regente e se ela permitisse eu os colocaria dentro de sua boca. - Sinta o sabor de toda a excitação que me causou. - Comentando de maneira provocativa sem esconder toda luxúria estampada em minha face avermelhada e sorriso perverso, "me deitando" por cima da regente de forma a fazer a ponta de nosso busto se tocar, então iria segurá-la pelo pulso usando a outra mão e levá-la até minha região úmida, rebolando de forma obscena nos dedos da regente como se pedisse para eles entrarem, ficando nessa brincadeira de provocar Sapphira até ela se recompor de minha última travessura.

- Permaneça assim, quero lhe fazer mostrar outra experiência prazerosa. - Diria maliciosamente com um ar mistério no olhar, mas sem soar como uma ordem. Se a regente aceita-se eu iria me desvencilhar dela, e novamente sentar sobre os joelhos mas dessa vez com os joelhos ao lado de seu pescoço na direção dos ombros, agora bem exposta e com minha intimidade molhada próxima do rosto de Sapphira iria começar mover o quadril fazendo uma dança íntima e provocativa para a regente. - Se antes você devia se conter, agora quero que deixe ser dominada por seus instintos mais primitivos e vorazes, não se contenha, me consuma com toda vossa ganância. - Uma euforia enérgica percorria por todo meu ser nesse momento, estando ali tão como uma presa vulnerável em frente a predadora, meu quadril parecia dançar por vontade própria num ritmo vulgar e cativante. Imagino que Sapphira não demore muito para libertar sua voracidade, e eu apoiaria minhas mãos no busto da regente para apertá-lo indelicadamente enquanto apenas aproveitaria a sensação de ter a platinada abaixo de mim. - Não consigo me conter mais. - Dizendo com dificuldades por causa dos gemidos perversos e suspiros de alívio, eu estaria provavelmente exibindo minha face mais luxuriosa agora, com um largo sorriso de puro prazer, com os olhos revirados e trêmulos. Iria novamente deitar sobre Sapphira dessa vez envolvendo meus braços por suas pernas e apertando com força a parte interna das coxas, nessa posição eu iria beijá-la freneticamente pressionando meu rosto contra o local, tentando explorar o máximo de seu interior com a língua, ao mesmo tempo que iria rebolar e empurrar meu quadril contra a face da platinada, desejando-a por sentir cada vez mais de sua natureza feroz, ficando nesse estado de euforia e cobiça até nós duas ficarmos saciadas, ao menos por enquanto.

Em seguida eu teria engatinhando até me deitar ao lado de Sapphira, com nossos rostos próximos, comigo ainda ofegante e expressando o sorriso libidinoso de satisfação. - Espero que vossa pessoa não esteja exausta, pretendo satisfazer ainda mais sua cobiça. - Dizendo em tom de brincadeira maliciosa, mas ela notaria facilmente meus sinais de cansaço momentâneo, apesar de meus olhos continuarem a desejá-la. Cuidadosamente iria passar o braço por baixo da cabeça de Sapphira e com a outra mão iria segurar na coxa da regente e puxá-la para cima de mim, lhe dando um longo beijo carregado de afeto, deixando-o que ela deitasse por cima de mim, enquanto lhe iria acariciar os cabelos e as costas, percorrendo também minha mão por toda a cintura, até o bumbum, mas num toque com maior doçura, beijando brevemente a superfície dos lábios, o canto da boca, a bochecha, até próximo a orelha, sendo bem mais carinhosa nesse momento. Por fim iria mantê-la envolvida com uma firmeza delicada na segurança de meus braços enquanto poderia descansar um pouco. "Nem nos meus piores sonhos imaginei que iria deitar-me sobre uma pedra, apesar do contexto e companhia tornarem essa experiência até mesmo agradável…" Permaneceria assim por alguns minutos fazendo carinhos com as costas dos dedos sobre o rosto e cabelo de Sapphira, ainda não acreditando como poderia estar relaxada ali. - Esta é uma face que descobri apenas a pouco tempo, quando estiver assim comigo não tenha medo de parecer frágil, Saph pode se entregar para mim, eu também posso ser muito cuidadosa. - Diria com sinceridade baixinho num tom doce próximo ao ouvido de Sapphira, retirando minha mão de seu corpo para poder entrelaçar nossos dedos, então levaria as costas de sua mão até minha boca e iria beijá-la de forma galante e gentil prolongando um pouco o contato de meus lábios e a mão dela, em seguida iria manter as mãos juntas entre nossos corpos, ainda continuando com as carícias suavizada sobre o rosto da regente.

Quando estivessemos recompostas. - Essa fonte quente de águas naturais me fez ter uma idéia, mas o ideal seria um local mais raso. - Diria agora mais maliciosamente apesar de continuar com os carinhos adocicados na regente. - Poderia mostrar-me o caminho? - Comentando de forma ingênua com um sorriso suspeito repleto de inocência. E se Sapphira fosse na frente eu avançaria subitamente contra ela, logo levando os dedinhos travessos até meio o meio das pernas, e com a outra mão iria apalpar um dos seios. - Ara ara… Está tão alagado aqui que acabei escorregando. - Dizendo com falsa ingenuidade fingindo muito mal não ter feito de propósito, para deixar a mentira bem clara. - Por que paraste andar? - Iria provocá-la num tom divertido, enquanto iria estimulando-a pelo caminho, não apenas com as mãos indecentes, mas com beijos molhados por cima dos ombros e também no pescoço, mordiscando as orelhas e deixando que ela sentisse minha respiração calorosa, a idéia seria apenas tornar a trajetória mais árdua e prazerosa, enquanto a atiço. - Essa é uma outra faceta. - Assim que chegássemos ao local mais raso, eu teria comentado ainda com o ar mais cômico de travessura impertinente.

Então me sentaria sobre a parte rasa com minhas pernas abertas, esperando que Sapphira fizesse o mesmo, e assim iria nos entrelaçar de forma que nossas regiões sensíveis pudessem se tocar e eventualmente estimulando-nos ao mesmo tempo. - Relaxe o quadril e tente mover somente, eu vou começar bem devagar para que possa me acompanhar. - Eu estaria com uma mão apoiada na areia da fonte, enquanto a outra iria segurar no quadril de Sapphira com certa firmeza. - Siga o meu ritmo. - Diria de maneira calma e relaxante, quando estivessemos devidamente entrelaçadas eu começaria a rebolar devagar, esfregando-nos sensualmente uma outra, tentando conduzi-la com a mão apoiada sobre o corpo da regente, como se estivesse a ensinando a dançar. - Isso… - Dizendo em meio um gemido abafado enquanto continuaria a dançar junto de Sapphira, aos poucos aumentando o ritmo e ao invés de apenas rebolar iria começar a empurrar meu corpo contra o dela, quando Sapphira houvesse se acostumado a rebolar comigo eu iria acelerar e intensificar nossa, ainda segurando com uma no quadril dela para permanecer conduzindo-a nessa coreografia excitante que poderia nos saciar ao mesmo tempo, compartilhando sensações com a regente enquanto a água aquecida estaria a nos envolver. E depois eu permaneceria sentada mas iria trazer Sapphira para mais próximo, deixando-a "sentar no meu colo" e iria abraçá-la com força com o corpo ainda trêmulo. - Nessa fonte privativa há um local mais adequado para passarmos a noite? - Perguntando enquanto ofego luxuriosa ainda com Sapphira abraçada em mim, e assim daria outro beijo caloroso na regente cheio de intensidade e muito demorado, mas não seria agressiva ou perversa iria mostrá-la o quanto também posso ser muito amável e extremamente carinhosa, esperando que ela pudesse nos levar até um quarto para dormir ou continuar com as brincadeiras.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada - Página 4 EmptyTer 23 Jun 2020, 21:36




- Está gostando do que vê? - a regente falava ao perceber que era devorada com os olhos. Suas mãos deslizavam indo até suas partes mais íntimas. - Porque não as admira mais de perto?

- Hmmmm. - Sapphira gemeu baixinho enquanto sorria. - Assim você aumenta as minhas expectativas. - Ela desejava conhecer o quão cruel poderia ser o que Kare planejava lhe mostrar.

- Tão mandona, se eu soubesse. Teria trazido umas algemas. - Provocou a regente que agora colocava suas mãos sobre os joelhos. Enquanto Kare lenta, demorada e prazerosamente começava a distribuir sutis beijos e mordidas enquanto explorava cada pequena parte das pernas da mulher a sua frente. - Tão cruel… - Falou lentamente a platinada enquanto suspirava e se arrepiava a cada beijo recebido. Entre suspiros ela ameaçava a tirar as mãos do joelho, louca para conduzir a cabeça de Kare logo para o que lhe matava, suas pernas se mexiam ansiosas, mas ela se forçava a permanecer como havia sido mandada, era-lhe afinal, uma experiência nova e… Estava tão bom aproveitá-la como devia ser. - Essas pernas nunca pareceram tão … tão… longasss. - Suspirou e logo riu um pouquinho quando Kare mordiscou e assoprou.

- SIIIMMM. AHHH. AI. - Kare mal havia a tocado lá, mas havia estimulado a mulher a tal ponto que o simples primeiro toque havia enviado pelo corpo da mesma um onda elétrica que a fez arquear as costas e cravar as unhas nas próprias pernas.

Kare estava só brincando, ao menos do seu ponto de vista, a verdadeira diversão ainda nem havia começado. Assim Sapphira estava rapidamente chegando onde Kare queria. - Ah...Ahhh..Ahh.. não para. - Sapphira tinha dificuldade em se controlar, seu corpo tinha pequenos espasmos a cada movimento realizado por Kare.

A visão de Kare era também das melhores, via a mulher deitada a sua frente com sua visão atravessando as suaves colinas dando-lhe vista dos lábios vermelhos de Sapphira que eram vorazmente mordidos e retidos entre cada suspiro por ela dado, seus olhos fechados não se atreviam a abrir deixando-a naquele mundo da imaginação do qual ela não se atrevia a sair.

Sapphira estava sendo ''paciente'' ou melhor dizendo, não tinha mais nada do que reclamar e só apreciava tudo que lhe era dado, permitindo que Kare naquele momento tivesse o domínio sobre o seu corpo, sua única preocupação havia se tornado aproveitar aquilo por completo.

A primeira vez havia chego bastante rápido, a segunda tão pouco havia demorado, mas talvez fosse apenas a percepção de tempo das duas ali, mas neste momento Sapphira não mais aguentava ficar com as mãos nos joelhos e soltou suas pernas agarrando seus seios um com cada mão usando das pernas para abraçar Kare pelo quadril começando a rebolar no rosto de Kare, era um rebolado lento de quem buscava aproveitar por completo aquilo.


Sapphira ofegava quando abriu os olhos, a sua frente Kare erguia-se sobre ela proporcionando-lhe uma das melhores, se não a melhor, visão que havia tido na vida. Sua língua escapou por seus lábios, com uma das mãos fez sinal, chamando Kare para si, mas seu pedido foi negado enquanto a morena continuava a se acariciar enquanto rebolava para o deleite da regente.

Os lábios avermelhados expuseram a língua rosada de Sapphira aos dedos que lhe eram ofertados, sua mão segurou o pulso de Kare, apenas firme sem qualquer força dominante enquanto conduzia os dedos para sua boca e língua, segurando-os ali para seu próprio contento enquanto brincava minuciosamente de saboreá-los.

"Presa" Kare começou a descer, "sentando-se" sobre o corpo de Sapphira que continuava a saboreá-la enquanto entregava a Kare sua outra mão. Sapphira nesse momento abocanhava os dedos de Kare, enquanto Kare lhe retribui abocanhando também os seus.

Tirando os dedos de Kare de sua boca disse com um sorriso. - Eu quero mais. - Sua mão escorregou de dentro de Kare indo para atrás da jovem enquanto ela parecia ter a mesma ideia que a morena sobre o que viria a seguir. - Mas antes. - Sua mão que ainda segurava o pulso de Kare puxou a mesma para deitar-se em cima. - Quero sentir aqui. - Soltou o pulso prendendo agora os cabelos da jovem puxando-a para um beijo sedento, sem qualquer resguardo ou cuidado. Sapphira desejava sentir a si própria através de Kare, cada pequeno sabor. - Agora o seu. - Sapphira apertou a bunda de Kare enquanto a morena subia pelo corpo da regente posicionando-se de maneira propícia. Sapphira naquele ponto, com todo o estímulo, já havia perdido o receio, mas era claro sua falta de prática. Felizmente havia tido uma boa professora que havia pacientemente lhe mostrado tudo e talvez por ato de vingança a primeira coisa que ela fez foi morder com força e voracidade o lado interno da coxa de Kare sugando a pelo e soltando-a com um som molhado. - Com essa voracidade? Perguntou com uma voz repleta de maldade de quem havia entendido o que fora dito, mas ainda propositalmente agia de modo cruel. - Ou assim. - Abocanhava agora da mesma forma a outra coxa enquanto movia ambas as mãos para a bunda de Kare agarrando-a com força enquanto lhe empurrava um pouco mais pra cima. - Ou ainda. - Ergueu um pouco Kare permitindo que sua língua fosse fundo na morena, direto a fonte do mel que havia provado enquantos aos poucos liberava a pressão fazendo Kare escorregar por seu rosto e língua enquanto voltava a posição de origem.

Sapphira havia fechado os olhos, deixando a morena deslizar lentamente de volta para logo a empurrar para cima de novo repetindo o movimento. As mãos de Kare agarravam-se com firmeza as seus seios enquanto seu quadril pouco a pouco era libertado permitindo-a dançar com voluptuosidade. Nessa posição, onde conseguiu conduzir a dança ela alcançou com bastante rapidez o que queria, mas quando planejou sair de cima para beijar Sapphira sentiu o aperto de ferro da regente a retendo. - Onde pensa que vai? Ainda não acabei com você. - Aparentemente a mulher era do tipo que aprendia rápido. - Irei fazer da forma mais perversa e prazerosa possível. - Elas girou as mãos afastando um pouco as nádegas da jovem apertando-as com vontade enquanto puxava novamente os lábios de Kare para sua língua. Sapphira tinha uma veia bastante vingativa correndo por seu corpo, assim como um certo alguém.

Três vezes, esse foi o numero que Sapphira reteve Kare presa naquela posição, antes de se sentar segurando a morena no seu corpo puxando-a ofegante para um beijo. - Acho que não poderia cansar com você aqui. - As mãos ainda nas nádegas puxaram Kare para junto do seu corpo enquanto ela tinha um sorriso contente olhando para a morena. Enquanto se beijavam com suavidade foram rolando sobre a pedra, suas posições pouco a pouco se invertendo até que Sapphira estivesse deitada por cima de Kare. Beijos curtos e estalados as permitiam respirar enquanto recompunham-se da experiência tida até ali.


- Por outro lado essa foi uma coisa que aprendi a muito tempo e que foi duramente gravada em mim, de jamais parecer frágil. - Ela havia afastado seu corpo olhando Kare de um pouco mais de longe enquanto seus dedos tocavam suave o rosto da morena. - Mas isso não quer dizer que eu seja somente bruta. Enquanto descansamos… - Sapphira olhou para o lado. - Mandei preparam uma cidra. - Convidava para beberem um pouco enquanto ela mesma já engatinhava para fora de Kare dando alguns beijos no abdome da moça que a fazia se arrepiar.

Kare que havia permanecido na pedra logo era servida com uma taça de vidro fino e corpo alongado com uma bebida clara e gasosa de gosto refrescante e ao mesmo tempo adocicado.

Dado um momento saiam dali, seguindo para mais perto da borda quando Kare ''escorregava'' indo sobre Sapphira que parava sentindo seus corpos novamente juntos, sua mão moveu-se sozinha em direção a cabeça de Kare puxando-a sobre o seu pescoço ofertando-o. - Parei porque adoro essa posição. - Ela passou a outra mão para trás puxando o corpo de Kare para junto do seu e rebolou uma vez suave no quadril da morena, seus dedos se lançaram com um pouco mais de força na nuca de Kare. - Aqui. - Moveu seu rosto roçando-o suavemente ao da outra enquanto esperava que seu desejo fosse atendido.

Entre estes beijos e carícias com seus corpos encaixados foram andando até a margem arenosa.

>><<

A água saltava do encontro dos seus corpos enquanto elas se jogavam uma contra a outra, Sapphira não chegava a perto de ter uma desenvoltura apropriada ao rebolado, talvez está não fosse realmente uma de suas habilidades e acabava que essa posição era um pouco frustrante talvez… Bem, nem sempre tudo dá certo. Por fim estavam ofegantes e Sapphira com a respiração pesada soltou um risinho. - Essa última é divertida, mas confesso que com algo mais ela se torna melhor. - Ela se referia ao algo que nenhuma das mulheres tinha.

- Sim, tem um pequeno quarto um pouco além das árvores. - Sapphira tinha seus braços sobre os ombros de Kare. - Ainda tem mais coisas para me mostrar? - Perguntou ela logo depois mordia os lábios. - Ou.. - Puxando o cabelo de Kare para trás e expondo seu pescoço. - Talvez seja a hora de me aventurar e desbravar por mim mesma todos os segredos aqui escondidos? - Falou ao ouvido da morena enfiando sua língua após dizer.


>><<

Realmente era um quarto simples, só uma espaço com uma cama e um pequeno banheiro com chuveiro. Haviam toalhas e tudo estava limpo. A roupa de cama era totalmente negra e a construção de madeira pintada de marrom avermelhado.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada - Página 4 EmptyQua 24 Jun 2020, 02:16




Se eu tivesse de descrever em uma palavra a experiência de ter a regente de Aracne embaixo de mim, seria intenso, sim, fiquei com dificuldade de até mesmo formular pensamentos, como se algumas vezes minha mente simplesmente desligasse enquanto Sapphira demonstrava sua perversão. Não conseguia conter os movimentos do quadril, e mesmo se eu pudesse controlar continuaria rebolando de forma que a platinada pudesse provar o máximo de mim, não me dei o trabalho de contar quantas vezes foram, apenas aproveitei a sensação de ser devorada, enquanto a regente gananciosa extraia o mel da luxúria que fluía de mim. O aperto dominante me deixava muda por um segundo, meus olhos logo se arregalaram enquanto inspirava fundo pela boca, soltando imediatamente as mãos de Sapphira e contorcendo os braços dobrados ao lado do corpo. - Vadinnnngghm!! - Dizendo durante um longo gemido libidinoso. - Continua! Não para, não para! - Apenas conseguia pedir por mais e mais, querendo sentir toda perversão que Sapphira causava em mim, tendo diversos gemidos prazerosos arrancados de mim a cada instante, sentindo minha traseira rebolar como se tivesse vida própria sedenta por aquela excitação.

Com o corpo ainda trêmulos depois de vários espasmos orgásticos eu me deitava na pedra ao lado de Sapphira após ela ter finalmente me libertado, nesse momento eu já estava esbaforida demais para importar-me em deitar naquela rocha. - Eu irei adorar provar mais desse prazer perverso. - Sapphira poderia notar facilmente que havia "acabado comigo" com algumas mechas cabelo provavelmente grudadas na face, ofegando bastante, e apesar de precisar de um tempo para me recompor, minha pessoa apenas conseguia sorrir de maneira impertinente enquanto mordia os lábios já pensando na próxima vez.

Acho que posso supor alguns motivos para Sapphira não gostar de demonstrar fragilidade, insegurança, medo, mas simplesmente não desejo aprofundar-me nesse mérito, e foi ela quem desejou por conhecer todas minhas facetas, mas tudo bem, uma boa artista sabe como atender as exigências e caprichos de seu públicos, e convenhamos que boa é um adjetivo minimamente ridículo para descrever minha dádiva em satisfazer os fãs.

- Pois bem, mas apanhe apenas uma taça além da garrafa. - Dizendo com um jeitinho malicioso, querendo dar a entender que era para compartilhamos, e também um motivo para continuarmos próximas com a bebida refrescante. Se ela assim fizesse eu a teria convidado para sentar-se em meu colo chamando-a apenas com o mover dedo indicador, e dessa forma bebermos um pouco enquanto teríamos trocado mais alguns beijos afetuosos, aproveitando também para eu poder acariciar o corpo da regente e brincando um pouco de fazê-la tomar alguns goles enquanto seguro a taça apenas para beijá-la logo em logo em seguida com seus lábios embebidos de cidra.

- Não posso negar que se houvesse um aditivo poderíamos ter aproveitado diferentes estímulos, mas. - Concordando com a regente a respeito de algo que nós duas não temos, e pausando propositalmente a fala para causar um suspense e poder instigar um pouco a curiosidade dela. - É algo pode ficar cada vez melhor apenas com a prática. - Comentando num tom de malícia, enquanto bem devagar movia o quadril de maneira sensual na frente de Sapphira, querendo atiçar um pouco mais seus olhos avermelhados.

>><<

Já no quarto o que chamaria minha atenção de imediato seria o quão simplista é o cômodo, apesar minha pessoa interpretar o cenário de maneira um tanto… maléfica por assim dizer. - Ter um quarto assim, no meio de dessa fonte privativa, me parece um terrível desperdício vossa pessoa ficar a sós. - Iria dar uma obscena apalpada nas curvas acima das pernas de Sapphira querendo puxá-la para mais perto e dizer num tom bem indecente próximo ao ouvido dela, tentando deixar bem claro como planejo tirar o melhor proveito do espaço.

Mas antes eu iria me secar com as toalhas, afinal iremos dormir naquela cama, e adormecer numa cama alagada não me parece muito confortável. Além de claro poder brincar de provocar um pouco mais com a regente, me oferecendo enxugá-la, e dando uma atenção especial para suas curvas. - Não desejo que fique resfriada por minha causa. - Dizendo de maneira mais divertida mas num tom cheio de malícia para a regente, deixando bem claro que era apenas uma desculpa ruim para tocá-la, passando a toalha impertinente pelos seios, barriga, percorrendo também as coxas, as nádegas, querendo deixar a regente bem sequinha.

Depois de estarmos devidamente enxugadas, eu teria largado as toalhas em qualquer. - Terminei. - Diria animada ao mesmo tempo que iria estapear a nádega de Sapphira só como uma travessura impertinente. Então estaria atrás dela e iria segurar firme por trás dos cabelos trazendo a regente para mais perto, enquanto minha outra mão teria ido até a intimidade da platinada. - Olhe bem para esse quarto, e imagine o quanto poderemos nos esbanjar por cada canto dele. - Dizendo com muita perversão na voz, enquanto estaria estimulado tanto a superfície da regente com os dedos ali em baixo, quanto o lado mais libidinoso de sua mente. E como um incentivo a mais eu iria beijá-la vigorosamente após ter dado a Sapphira um tempinho para explorar a imaginação. E se ela realmente apreciasse essa posição a ponto de não querer ir direto até a cama, eu não me importaria nem um pouco de manter os estímulos até os momentos finais.

Eu não teria saído detrás da regente, e a levaria até cama com as "rédeas curtas" nos cabelos, e iria deitar Sapphira na cama enquanto me apoio sobre os joelhos no colchão ficando ao lado/atrás da platinada. Pressionando a cabeça dela contra o lençol e introduzindo os dedos da outra mão. - Agora você irá dançar conforme eu dito o ritmo. - Comentando de maneira lasciva, como uma ameaça prazerosa. - Dobre os joelhos. - Dizendo de forma autoritária, no caso dela ter ficado totalmente deitada, e ao mesmo tempo iria estapear novamente a bunda da regente como uma forma de repreensão ou incentivo… E com a regente tendo ficado empinada na cama meus toques ficariam mais obscenos, introduzindo e removendo os dedos por seu interior, mas dessa vez não os moveria aleatoriamente, mas sim tentaria reproduzir os toques que mais davam prazer a regente, de acordo com meu conhecimento prévio de seu corpo e reações. E pouco antes de Sapphira ficar plenamente satisfeita eu simplesmente iria interromper os estímulos dos dedos. - Silêncio! - Outra bofetada no bumbum. - Quero fazê-la sentir-se ainda melhor. - Diria agora com mais malícia na voz ao invés do tom de ordem. Então esperando que Sapphira se mantivesse na posição atual, eu iria até atrás dela, me certificando de usar os dedos apenas para deixá-la mais exposta e assim começar a beijar aquela região com muita voracidade, deixando que a língua a percorrer pela superfície e também o interior mantendo o foco em fornecer uma exagerada satisfação para a regente cobiçosa.

Tendo feito novamente algo que provavelmente irá fazer Sapphira se vingar, eu iria apenas deitar-me ao lado dela, e erguer totalmente uma perna enquanto a seguro pela coxa a fim de manter a perna levantada. - Sinta-se livre para fazer suas descobertas da maneira que desejar. - Dizendo perversamente enquanto mordo o lábio inferior, sorrindo de maneira travessa, querendo desafiá-la e também exibir um pouco minha flexibilidade. Assim iria me divertir na cama com a regente até adormecemos.

>><<

Eu teria dormido envolvendo Sapphira em meus braços e também a envolvendo uma das pernas. - Eu realmente não esperava que fosse um membro da organização a qual persigo, mas confesso apreciar o fato de vossa pessoa desejar por mais a ponto de não se submeter às possíveis retaliações, independente disso ainda pretendo manter meu planejamento de ir até Tuntz Tuntz. - Tendo acordado e agora com os ânimos mais fáceis de se controlar, eu diria um pouco pensativa para a Sapphira, se ela ainda estivesse comigo, enquanto iria acariciar os cabelos. - Mas agora imagino que possa ter mais informações sobre as operações daquela ilha, porém, não há necessidade de presa. - Teria terminado de dizer esboçando um sorriso gentil, e iria segurar carinhosamente o queixo da regente com os dedos e beijá-la demonstrando bastante afeto.

No mais minha pessoa apenas optaria por tomar banho na suite. - Deseja que eu lave vossas costas? - Comentando num ligeiro tom malícia, para caso da regente querer se divertir mais um pouco ainda de manhã. E de banho tomado eu iria trajar o vestido presenteado por Sapphira e voltaria para a estalagem, preferencialmente de maneira rápida e evitando o maior contato possível com transeuntes e funcionários da estalagem até que eu chegasse até o quarto para trocar de roupa.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada - Página 4 EmptyQua 24 Jun 2020, 11:04




Sapphira olhava nos olhos de Kare enquanto dividiam a taça, era um momento mais relaxante que elas tinham ali, sua mão agora gentilmente deslizava pelas costas da jovem tocando suavemente as marcas que ali ela havia gravado. Como ela mesma havia dito, era uma amante de histórias e por algum motivo era disso que falava enquanto relaxavam.

- Quando achei esse lugar eu quis ele só pra mim. Lembrava-me muito uma lenda que ouvia quando ainda criança. - Tomava um gole da cidra e compartilhava um beijo suave com Kare. - Uma história contada pelos mais supersticiosos homens. Ela fala sobre a - Sapphira se aproximava do ouvido de Kare deslizando a mão pelo rosto da jovem no lado oposto. - A mais bela de todas as sereias que habita os rios. - Ela vinha a frente e ficava com sua rosto de fronte ao da morena. - Diz a lenda que sua beleza era tamanha que ela cegava aqueles que a olhavam, mas que nem isso conseguia afastar os homens que entravam em seu reduto com a esperança de tê-la em seus braços. - Bebia mais um gole fechando seus olhos enquanto elevava seu rosto ao céu sem lua. - Assim… - Abaixou seu olhar negro se focando nos olhos de Kare. - ela levava para a morte incontáveis aventureiros que se arriscaram em seus domínios. - Beijou Kare com mais vontade nesse momento cravando novamente sua mão nas omoplatas da jovem e mordendo seus lábios rosados.

>><<


Havia algo que Kare tinha-se esquecido ao chegar no quarto. Era Sapphira que estava ali com ela e as palavras anteriormente ditas pela regente davam claramente a entender que "domá-la" não poderia ser assim algo tão simples, seus planos? Bom, Sapphira tinha seus próprios planos aparentemente. Havia ali aceito que Kare a ajudasse a se secar, mas quando a jovem estava para terminar secando suas pernas Sapphira a interrompe segurando-a pelos cabelos impedindo-a de se levantar, ali, olhando-a de cima a regente poem uma de suas pernas sobre a cama enquanto fica exposta a Kare abaixada a sua frente. - Faltou secar um lugar. - Um sorriso safado toma conta do rosto da platinada enquanto puxa para seus lábios a face de Kare "obrigando" a jovem a terminar de "secá-la" bem.  

- Agora sim você terminou. - Sapphira abaixa a perna puxando  a morena para cima dando-lhe um beijo. - Obrigada. - Sapphira a envolvia em um abraço e com seus corpos colados começavam a caminhar lentamente em direção a cama.

A outra parte que a jovem se enganava era que aquele não era um momento de apenas divertimento e prazer e sim uma verdadeira batalha muito mais difícil de vencer que quaisquer outras que havia tido, embora certamente muito mais prazerosa. Sapphira ao entrar no quarto havia se tornado novamente indomável, embora por vezes fosse dominada pelo ímpeto de Kare e aceitava de bom grado um período de submissão, mas assim como um animal selvagem ficava apenas pronta para um pequeno deslize de seu predador para inverter a situação.

Montava sobre a morena retendo-a pelos pulsos e prensando-a na cama enquanto observava do alto com olhos deleitosos a presa que tinha em sua teia. Sorria de forma cruel sempre que mergulhava distribuindo chupões pelo corpo indefeso dela. Alguns doíam e arrancavam pequenos gemidos de dor e prazer da jovem, mas isso parecia fazer apenas a platinada se sentir ainda mais estimulada enquanto cumpria o que havia prometido. Desbravar por completo os segredos do corpo de Kare.

Lutaram entre si muito aquela noite e apenas uma coisa era certa no final. Ambas haviam vencido.

>><<

Quando acordou a jovem encontrou-se sozinha deitada na cama. Havia em uma pequena cômoda um leve café da manhã e junto a este um pequeno bilhete escrito por Sapphira.

Citação :

Tive de deixá-la cedo, assuntos indesejáveis necessitam de minha atenção. Se for do seu agrado podemos nos encontrar amanhã na mesma hora.

Ao final havia uma assinatura com o nome da regente. O café era algumas frutas e um suco natural, além de sanduíches de frios. O vestido por Kare utilizado estava agora sobre a cama, muito embora tenha anteriormente ficado no chão da terma.


>><<

Kare poderia aproveitar o dia seguinte e o próximo da maneira que quisesse, terminando seu treinamento e até mesmo indo no ultimo dia apenas para brincar com o Tigre. Vick teria usado bem este tempo pegando o que fosse possível de informações com Gerald sempre que o dono da Estalagem estava livre.

Vick também entregou para Kare o cartão do trem, bem como a passagem. Partiriam ao meio dia do terceiro dia, talvez depois de mais uma noite de prazeres com Sapphira.

Suas conquistas naqueles dias eram uma grande coleção de arranhões e nódoas das investidas vorazes que a regente lhe propiciava, mas para a felicidade de Kare todas eram aparentemente em locais bastante íntimos e discretos. Seus seios, suas coxas e sua bunda.

Sapphira nesse dia teria-lhe acompanhado até o três após terem acordadas juntas, isso é claro se Kare houvesse voltado a vê-la na noite do dia seguinte no mesmo local.

- Lust esteve aqui, não ela de fato… Como posso lhe explicar. Haviam três, todas eram ela, mas nenhuma ao mesmo tempo. Parece ser o poder da Akuma no mi dela, embora eu não o entenda. Elas em si, não eram muito fortes, mas… começaram a tomar o controle de pessoas que moram aqui. Naquele dia matei cerca de vinte dos meus empregados até que consegui me livrar dela. - Ela fazia uma pausa antes de continuar.

- "Elas" sempre ficam ruivas, deve ser talvez a cor original do cabelo dela, eu não sei e sempre houve um beijo antes de alguém mudar… Tem mais uma coisa que me lembro, ela sempre chamava de "Querida". - Isso poderia ser importante no futuro.  

- No fim isso se repetiria, outra e outra e outra vez então acabei precisando ceder para ter tempo de armar o que precisava para virar o jogo. - Sapphira explicava para Kare enquanto seguiam o caminho para o trêm. - Porém eu engravidei… - Sapphira dava a entender que Ruby havia se tornado para ela algo importante, precioso, mas também era um grande ponto fraco. - Estou trabalhando isso no momento e já tenho uma ideia do que fazer, vai ser melhor para ela. - Ela não parecia ter alegria ao falar sobre isso. - Tenha certeza de não ter ninguém de quem você gosta por perto quando for enfrentar Lust. - Dava o aviso mais importante.

>><<

- Espero que este lhe sirva bem, pedi para que levassem a sua amiga na noite passada. - Sapphira indicava um báu de mais ou menos 1m de comprimento que era carregado por dois rapazes para dentro do trêm. - Acredito que sua colega pegou todos as informações importantes com Gerald de modo que não preciso tornar esse momento tedioso. Quando você terminar, voltaremos a conversar.

O trem soltava atrás delas um rastro de fumaça para o céu, os barulhos mecânicos do seu motor era facilmente ouvidos por Kare naquele local. Vick há havia ido para dentro junto com Poky e o báu.

Não haviam outras pessoas embarcando naquele momento, aparentemente o trem realmente só estava a espera de Kare. Na porta de acesso havia um único homem magro de uniforme azul que pediria a Kare a passagem no momento em que ela decidisse entrar.

[Seu próximo post é o embarque, teremos 6 de viagem e o Desembarque.]



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada - Página 4 EmptyQua 24 Jun 2020, 17:40





Irei lhes confessar que não estava esperando por toda a imposição, prendendo-me com força pelos cabelos, e me ordenando a secá-la, logo mordi os lábios ficando também de olhos fechados sem esconder o sorriso libidinoso. - Irei dar uma atenção especial para esse local. - Dizendo sedenta ao mesmo tempo que percorro meus lábios rapidamente com a língua, estando a admirar lascivamente o local mostrado pela regente. E essa atitude da regente, me atiçou de uma maneira tão voraz, a ponto de eu só conseguia pensar em "secar" tudo. Iria cravar minhas mãos nas nádegas da regente, e apertá-las com força puxando Sapphira pela bunda ao mesmo tempo que meu rosto seria pressionado ali, e com muita devoção eu a teria deixado bem "sequinha", com beijos ardentes e cheio de paixão, manteria durante boa parte do tempo meu olhar luxurioso erguido de encontro aos olhos avermelhados de Sapphira, expressando o quanto eu estava a adorando naquele momento, a ponto de só querer sair dessa posição quando sentisse as pernas da regente fraquejando.

- O prazer foi todo meu. - Diria muito alegre após terminar de enxugar o lugar no qual Sapphira prontamente mostrou-me, sorrindo num ar de travessura perversão, imaginando o quanto eu poderia fazer isso, de novo, e de novo, sem nunca achar entediante. E o beijo dado em Sapphira seria igualmente caloroso por minha pessoa ainda estar em êxtase devido última posição.

>><<

O dia parecia ter amanhecido perfeitamente maravilhoso, eu me espreguiçava pela cama, esticando os braços pelo colchão e contorcendo as pernas, deixando um longo gemido preguiçoso de prazer matinal fluir de minha de boca, eu logo sorri enquanto passava a mão por baixo da franja e colocando os cabelos para trás. Ficando assim por alguns minutos apenas aproveitando a sensação de acordar bem humorada, enquanto as memórias da intensa e fervorosa batalha que tive com Sapphira vinham a mente, deixava que alguns risinhos impertinentes escapassem antes de sentar-me na cama.

Era um tanto desanimador não ter Sapph em meus braços ainda de manhã, contudo havia aquela carta, que tinha grande potencial de tornar minha estadia na ilha em um período extremamente agradável. "Nesse caso eu apenas preciso deixá-la mais confortável amanhã." Segurando a carta com delicadeza na ponta dos dedos iria sorrir perversamente, afiando meu olhar em direção ao nome da regente assinado, planejamento algumas atividades para fazer Sapphira ficar bem relaxada e confortável até o amanhecer. E assim eu iria aproveitar plenamente meu desjejum, tomar banho, o único problema seria conter a imaginação e pensamentos devassos, pois desejo guardá-los até estar na companhia da regente, então trajei o vestido e deixei a fonte privativa indo até a estalagem. Ao menos até o anoitecer…

No geral minha experiência em Aracne foi boa, minhas expectativas eram realmente bem ruins devido a infinidade de aranhas, e algumas com mais de um metro de tamanho, mas isso fez as experiências boas parecerem ainda melhores, apesar de eu não entender como algo assim pode acontecer, quer dizer, mesmo com minhas expectativas sendo baixíssimas nos mundanos, eles conseguem se superar em me decepcionar…

E também me causava um pequeno aperto no peito ter que deixar Aracne sem o gatinho gigante junto de mim, no terceiro dia eu teria ido lá só para ficar brincando e mimá-lo um pouco, com afagos e petiscos, principalmente nas orelhinhas felpudas, e se o felino realmente estivesse de banho tomado eu até mesmo teria o abraçado e feito carinho no pelo recém lavado esfregando meu rosto próximo ao dele. Mas eu teria ido brincar com ele vestindo a Wild Wars clothes, não iria simplesmente cometer o erro de usar uma roupa minimamente decente para deixá-la coberta de pelos. E depois de me despedir do gatinho enorme. - Tchau Edd, imaginei que sua companhia seria mais irritante. - Iria acenar animada para Eddie comentando de maneira implicante e um pouco infantil, sorrindo de maneira maliciosa. Sim, eu teria me despedido do tigre primeiro…

>><<

- Akuma? Acredito que nunca escutei tal palavra antes. - Observaria Sapphira pelo canto dos olhos, confusa e curiosa para saber do que ela está falando. "Beijos, várias Lusts, cabelo vermelho, chamar de querida… Sapphira deve ter uma imaginação bem fértil... " A confusão seria mais perceptível em minha face, arqueando as sobrancelhas num semblante de maior dúvida, felizmente o motivo de meu olhar confuso poderia ter inúmeras interpretações por parte de Sapph.

- Receio que será impossível manter Lust totalmente distante da pessoa na qual me importo. - Comentando após um suspiro profundo pelo nariz, num ar tranquilo e bem pacífico olhando para frente. - Contudo, se alguma desventura do tipo ocorrer sem que eu tenha chance de evitar… - Era apenas um simples pensamento, uma vaga idéia percorrendo pela superfície de meus pensamentos, mas, foi somente eu imaginar essa hipótese que eu senti como se minha mente desligasse, um incêndio descomunal parecia ter explodido subitamente em meu interior, meus olhos com as pupilas dilatadas pela adrenalina se moveram lentamente em direção e Sapphira, e assim permaneceram, como se eu quisesse exibir as piores crueldades que minha pessoa poderia fazer, o restante do corpo teria quase que congelado, com meu semblante sem esboçar nenhum sentimento além da frieza perturbadora. - Irei me certificar de trazer todo o inferno a terra para fazer o culpado sofrer como ninguém jamais fez. - Minha voz iria estar carregada desse sentimento hostil, e terrivelmente cruel, com os olhar penetrante ainda grudado em Sapphira, mas ela não seria o foco de toda essa ira, ela apenas estava no lugar errado, era como se aquele súbito ódio fosse em relação a tudo que pudesse causar algum mal a quem se tornou importante em minha vida. E assim como surgiu, logo esse surto de ódio iria passar, comigo voltando a expressar um discreto sorriso meigo. - Mas desde que minha pessoa possa lidar com a situação, não haverá motivos para preocupações desnecessárias. - Dizendo como se fosse algo perfeitamente simples de se fazer enquanto sorrio sem dar muita importância ao assunto.

- Se aquela pequenina é tão importante assim vossa pessoa deveria se esforçar para ter o poder suficiente de proteger duas pessoas. - Diria num tom de sugestão, sem de fato saber muito como Sapphira poderia fazer algo assim, foi apenas a conclusão que cheguei em relação a Apressadinha após a batalha contra Kaleo.

No mais eu iria me despedir da regente, abrindo os braços para um receptivo abraço por trás dos ombros. - Lembre-se de ter algum tempo para momentos prazerosos. - Comentaria cheia de malícia bem baixinho perto do ouvido de Sapphira, no caso dela ter me abraçado, aproveitando para mordiscar a pontinha de sua orelha. - Porque não me passa o número do seu den den mushi? Assim poderemos continuar mantendo contato mesmo que a distância. - Se Sapphira não se importasse eu me manteria abraçada com ela, colando nossos corpos e continuando a falar com o tom mais caloroso. Se eu notasse que a regente ficou mais afetuosa com nosso abraço, eu iria segurar gentilmente no queixo dela com uma mão e abraçá-la firme pela cintura, dando um belo e estimulante beijo de despedida em Sapph. - Até breve Sapph. - Diria enquanto sorriria de maneira me divertindo descaradamente por ter beijado a regente da ilha em público. Por fim daria um selinho, e iria mordiscar o lábio inferior apenas para deixá-la mais fogosa.

E no caso de Sapph ter uma caneta/pena mas não ter um papel ou algo assim, eu simplesmente iria puxar a blusa para o lado, exibindo boa parte de meu seio para ela, e lhe daria uma piscadela, querendo dizer que ela poderia anotar ali.

Assim daria as costas para Sapph acenando com as costas da mão e rebolando sensualmente ao caminhar na direção do trem, apenas porque eu acredito que a regente estará me admirando vorazmente. Iria então entregar a passagem e mostrar o ticket que Vick me deu para o funcionário. E no caso dos outros que carregavam o baú se descuidarem eu obviamente iria repreendê-los. - Tomem mais cuidado! O que há dentro desse baú vale mais do que 10 anos de vossos salários. - Esbravejando contra os funcionários incompetentes, espera do que se recomponham e fiquem mais cuidadosos. Em seguida iria virar com todo carisma do mundo para Vick e Poky. - Vamos? - E assim teria embarcado no trem.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada - Página 4 EmptyQua 24 Jun 2020, 18:40




Kare conseguia constatar que a ilha havia sido para ela uma estranha e grata surpresa, talvez fosse mais uma daquelas lições que seu pai talvez esperasse que ela aprendesse: "Não julgue o livro pela capa". Bem, sim, era provável que seu amado pai talvez esperasse que em algum momento ela chegasse a essa conclusão, cabia apenas a ela agora entender esta lição.

>><<

- Digo o mesmo, supus que você seria menos competente. - Eddie também parecia ter julgado o livro pela capa quando viu Kare pela primeira vez, ficando provavelmente contrariado e ter que despender seu precioso tempo com uma jovem mimada, mas para surpresa dele, estava errado visto que a jovem não era somente bela e atraente como também boa em praticamente tudo que faz.

>><<

Shaapira olhava para Kare muito surpresa. - Por essa eu não esperava, é uma conhecimento bem comum ao menos saber sobre a existência e menção delas, porém compreendê-las é outra história. Existem no mundo frutas que as lendas dizem serem possuídas por poderes de demônios, isso no entanto, na minha opinião não passam de besteiras de supersticiosos, mas… O fato ainda permanece, essas frutas existem e são chamadas de Akumas no Mi, quem as come se torna incapaz de nadar, pois o mar lhe rouba todas as forças, todavia ganha poderes que seriam de outra forma inexplicáveis. As Logias transformam quem as come em um elemento da natureza como a Luz por exemplo, as paramécias são diversas e concedem o mais variado tipo de Habilidades é deste tipo o poder que suponho que Lust possua… E por fim as zoans…  - Sapphira interrompe sua fala, no lugar de palavras Kare ve o corpo humano da regente pouco a pouco se alterando, chifres começam a se erguer de sua cabeça as aranhas ao redor congelam ou recuaram de suas posições afastando-se de onde elas estão. Mesmo as pessoas da ilha, muitas delas já bem cientes das habilidades de sua governanta param o que estão fazendo entrando todas elas em estado de alerta.

O corpo da regente não cresce muito, mas estava definitivamente mais alta, sua pele em uma coloração totalmente acinzentada e até mesmo seus cabelos haviam trocado de cor alcançando agora um branco puro da mesma cor das teias de aranha. - As zoans dão o poder de um animal a quem as come, melhorando muito as capacidades físicas do usuário. - Sapphira começa a retornar a sua forma humana. - No meu caso, uma aranha. A explicação já longa teria de ser muito mais se lhe fosse contar tudo, mas de toda forma deve ser um conhecimento que você pode adquirir com outras pessoas, apenas tome cuidado com usuários de frutas do diabo, pois até que você seja capaz de entender a profundidade do poder que eles possuem será difícil manter uma luta segura, a única fraqueza realmente comum entre todos é a incapacidade de nadar.  - Sapphira terminava de explicar arrumando agora o seu cabelo que havia despenteado por causa dos chifres.

Após um possível breve choque momentâneo, se não pela aparência exótica que Sapphira revelou, então pela absurda quantidade de informações a jovem voltava a conversa de despedida com a regente.

>><<

- Eu me lembro. - Sapphira retribuir o abraço. - O problema está em encontrar pessoas que possam me dar isso. - Sua mão deslizou apertando a bunda de Kare em retribuição a mordida que recebi na orelha. Ambas tinham a mesma ideia no momento seguinte, pondo-se frente a frente e beijando-se antes de finalmente se desvencilhar. E embora houvesse sido em público não pareceram haver muitas pessoas dispostas a espiar, todos continuavam passando como se nada estivesse acontecendo, os poucos que olharam eram certamente visitantes na ilha, os quais provavelmente poderiam nem saber quem era aquela mulher.

- Sua amiga já o recebeu. - Sapphira falava sobre o numero do Den den, realmente Kare talvez pudesse literalmente parar de se preocupar com essas pequenas coisas. - Gerald parecia encantado por ela, disse que nunca encontrou alguém tão eficiente, mas ficou se lamentando por ela ser tão śeria. - Sapphira poz a mão em frente ao rosto ocultando seu sorriso.

>><<

O vagão onde entrou estava vazio, exceto é claro pela presença de Vick e Poky em um assento junto a uma mesa. O chão era acarpetado o interior tinha basicamente tons que puxam mais para o vermelho e marrom. Bancos duplos estavam dispostos junto a mesas dando assim um certo aspecto de restaurante o que de fato na verdade era realmente a função daquele vagão.

Vick estava sentada de forma plácida na mesa enquanto bebia um chá, do outro lado. Havia uma xícara para Kare e um pequeno bule de metal no centro da mesa junto a uma ''molheira'' com creme para o chá. Poky estava se embugando de uvas que acumulavam-se em um grande cacho na mesa a sua frente.

- Senhores passageiros, peço que todos se acomodem. O Expresso Oceânico estará partindo em alguns minutos assim que concluirmos o carregamento. - A voz soou de um den den mushi que estava preso junto a porta que dava acesso a outros vagões.

- A viagem até Tuntz deve demorar pouco mais de dois dias Senhorita, Felizmente a Senhorita Sapphira providenciou para que tivéssemos acomodações no trem. - Assim que Vick terminava de falar sentiam o primeiro solavanco, rijo que as fez sacudir-se em seus assentos, mas logo e pouco a pouco o movimento foram se estabilizando. - Parece muito mais prático que andar de Navio. - Comentou Vick enquanto olhava para a paisagem passando pela Janela enquanto o trem contornava a ilha de aracne mostrando mais e mais florestas. - A única desvantagem parece ser a acessibilidade. - Haviam de fato tido que desembolsar um valor substancial para poderem acessar o veículo.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada - Página 4 EmptySex 26 Jun 2020, 07:59




- Parece uma fábula infantil, frutas mágicas que dão poderes a quem come…- admito que minha primeira reação seria a de rir muito, pensando no quanto essa história parece ridícula de acreditar, mas quando minha atenção retornou para Sapphira, ela estava um pouco…. Mudada? - Vossa pessoa tem um argumento que julgo ser irrefutável. - Na verdade a regente estava bastante diferente, literalmente transformada em algo. Minha pessoa ficou bem perplexa diante daquela regente, pisquei os olhos algumas vezes ainda incrédula, com meus lábios tremendo um pouco devido a surpresa, talvez eu também não queira acreditar em nessas frutas mágicas, mas esteja me forçando a crer. - Estas frutas podem tornam os acontecimentos futuros menos desinteressantes. - Um sorriso aparente formava-se em meus lábios, após superar o choque inicial com a aparência da regente. "Espero não me desapontar muito com a Lust." Foi um pouco divertido imaginar como a mulher que persigo poderia me entreter com os poderes de sua fruta, apesar do desfecho final ser inevitável, afinal minha pessoa pode facilmente superar obstáculos assim, mesmo sem a necessidade de um aditivo de poder.

- Ara ara… É realmente algo do feito dela ser exatamente eficiente. - Comentaria de maneira bem humorada, cobrindo os lábios para rir da situação. - Eu tento fazer com que ela se solte um pouco e tente aproveitar mais os momentos de calma, mas a seriedade excessiva é algo incrustado em sua natureza. - Diria despreocupadamente com um ligeiro ar malicioso, então iria suspirar me conformando com a situação de Vick.

>><<

Já no trem. - Vamos apenas continuar a pesca de peixinhos valiosos e eventualmente a acessibilidade irá se tornar irrelevante. - Diria com bastante casualidade e sorrindo como se fosse algo perfeitamente simples e natural de se fazer.

- E atualmente creio que nossas preocupações deveriam ser outras. - Ainda me portando de maneira descontraída ao falar, eu iria passar algumas informações para Vick, isso se ela já não souber. - Vossa pessoa sabe o que é uma akuma. - Se a resposta fosse negativa eu daria a Vick uma explicação resumida do que Sapphira me falou, sobre serem frutas mágicas que dão poderes a quem come, mas a pessoa perde a capacidade de nadar, e também citando que a três categorias dessas frutas. No caso de Vick já ter conhecimento, ou após a explicação. - Na verdade a Sapph me contou que Lust possuí uma dessas frutas, provavelmente paramecia, como se ela pudesse infectar o corpo de alguém através de um beijo, e passa a controlar a pessoa beijada, e pelo que entendi pode ser mais de uma pessoa ao mesmo tempo. - Mesmo com a seriedade do assunto, com essa situação podendo se agravar, eu ainda permaneceria calma e relaxada, afinal não motivos para ficar tensa agora, e meus últimos três dias foram bem proveitosos, e não seria essa conversa tediosa que iria arruinar meu humor. - A alguns detalhes também, segundo Sapph quem é beijado fica com os cabelos vermelhos, e passa a tratar os outros como querido ou querida, mas isso deve ser algum vício de linguagem da Lust, ela me tratou assim algumas vezes durante a ligação em Wars. - Nesse momento eu começaria a brincar um pouco com Poky, fazendo carinho no topo de sua cabeça. - Na verdade essa última parte me uma certa dona de companhia de teatros, talvez aquela bruxa velha já tenha sido "infectada" ou é apenas paranóia. - Admito que mencionar a Sra. Badeaux me deixava um pouco apreensiva, mas não acho que seria viável teorizar milhares de possibilidades baseadas somente em boatos e hipóteses, então não iria criar rugas com isso.

- Uma último detalhe. - Agora eu estaria sorrindo meio sem graça como uma criança arteira, que fez algo de errado mas esconde dos pais. - A Sapph é um dos pilares da organização.- Meu sorriso então teria um ar mais travesso, imaginando que as consequências agora não serão tão graves. - Eu não lhe contei antes pois não sabia como iria reagir, e isso poderia dificultar nossa parceria com a regente de Aracne, mas estou lhe contando agora pois não quero esconder segredos de sua pessoa. - Observaria Vick num semblante bem pacífico. - Creio que podemos confiar na Sapph por enquanto, mas nada deve impedi-la de se voltar contra nós quando Lust cair, então é bom estarmos preparadas para o pior. - Agora me resta apenas esperar a retaliação por parte de Vick, afinal não sei suas reais motivações, e o quanto ela deseja realmente destruir toda a organização e seus membros. Ah, eu teria também tomado cuidado para manter o tom de voz baixo e conversar somente quando não houvesse ninguém por perto ou que estivesse visivelmente tentando prestar atenção na conversa, e também iria responder que o "codinome" da Sapph é Greed, no caso de Vick perguntar.

>><<

Após ter compartilhado todas as informações adquiridas com Vick, eu começaria meu processo de distração durante essa longa viagem de trem. Pegando o diário de bordo junto da pena e tinta, e também os livros de hipnose. E assim iria transcrever os livros no diário de bordo usando a mão esquerda. Eu pensava em transcrever os livros na estalagem, mas meus dias em Aracne foram muito "atarefados".

Primeiro eu iria me acostumar a segurar na pena com a mão esquerda, imitando a "pegada" da mão direita, e assim escrever da direita para a esquerda até o final da linha, e "voltar" escrevendo da esquerda até a direita, fazendo esse ciclo, até terminar a página. Eu realmente não teria pressa, até porque serão dois longos dias de viagem… Eu iria escrever com calma, tentando fazer as letras bem feitas mantendo o traçado firme e contínuo, exercitando melhor a destreza da mão esquerda para tarefas mais delicadas, também me iria me focar em escrever as frases em linhas retas até percorrer toda a lateral da página. Porque estou transcrevendo especialmente os livros? Apenas me pareceu mais simples copiar palavras ao invés de pensar em frases aleatórias no momento de escrever.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada - Página 4 EmptySex 26 Jun 2020, 12:40




- Eu não sei se lhe falta juízo. - Sapphira mordia o lábio fazendo uma pausa. - Ou lhe sobra ousadia, mas eu gosto disso. - Dizia a Regente sobre Kare estar achando que a existência das akumas no mi poderia tornar sua vida menos desinteressante.

- Eu te invejo por ter conseguido alguém assim… Se alguns dos meus fossem parecidos com ela eu teria uma vida mais fácil. - Em um certo quarto de enfermaria um certo homem loiro sentia sua orelha esquentar.

>><<

- Sim Senhorita, é um conhecimento bem popular, embora complexo de entender. - Kare continuava a explicação. - Suspeitei que Sapphira tinha algum envolvimento mais profundo com Lust, mas acabei não conseguindo descobrir nada a esse nível. Os métodos de investigação da Senhorita foram realmente efetivos aqui. - Vick parecia não ter realmente nenhum comentário ou preocupação para com o poder descrito por Kare, na verdade a única parte do assunto que ela parecia ter se importado era com o fato da sua jovem mestra ter conseguido tal nível de informação. - Pensando nisso eu guardei os livros de Interrogatório da Senhorita. - Vick bebeu seu chá. [/color] - Ela se referia aos livros que Kare havia tentado esconder e abandonado em Wars. - Mas creio que eles sejam agora completamente desnecessários.

Todavia a placidez de Vick acabou por ser levemente abalada no restante da informação. - Eu senti alguma familiaridade durante a ligação, mas a voz era tão diferente que achei estar imaginando. …. - Estou novamente surpresa com a Senhorita por ter-se lembrado da forma como Lust falou ao telefone. -  …. Vick estava brincando com ela? Talvez… Mas seu rosto e voz eram de tal forma sérios que era mesmo difícil dizer. - Concordo que a descrição lembra muito da Senhora Bellatrix, seu envolvimento com Henry e a ligação de Henry com Lust tornam isso plausível. Enquanto estávamos em Lvneel a Senhorita Lícia foi informada que a companhia havia fechado, esse foi um dos motivos que a incentivou a permanecer na casa dos pais da Senhorita. Se for assim mesmo, devemos considerar uma sorte a Senhorita Lícia não ter retornado para Budou. - Esse momento poderia talvez fazer Kare sentir que havia se escapado de um excelente laço no pescoço, mas de toda forma a analogia alcançada por Vick era de alguma forma ainda assim preocupante.


E assim como que por vingança por Vick tê-la feito se preocupar a jovem e perspicaz morena dá um "tabefe" na cara da empregada e tem a rara oportunidade de ver Vick congelando, algo rápido, mas que por um segundo havia feito a xícara de chá pender no ar entre a mesa e a boca de Vick. - Confesso que tenho um pouco de medo do jogo que a Senhorita está armando e também me sinto triste por saber que não é capaz de confiar no meu auto-controle. - Vick abaixou a xícara na mesa. - Pareço impulsiva para a Senhorita? - Vick parecia realmente ter se incomodado com a implicação das palavras de Kare, não por Sapphira ser parte da organização, ela havia simplesmente ficado "irritada" pela mulher em quem confiava não ter confiado nela. Não havia em seu comportamento nenhum desejo homicida para com Sapphira, o que talvez fosse uma grande incógnita para Kare que esperava que Vick desejasse eliminar todos os membros da organização. - POKYUN ?? - Vick baixava o olhar para Poky e concordava com ele. - Sim, imagino que seja isso Senhor Poky. - Pokyun Pokyun . - Enfiou uma frutinha na boca.

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- Realmente a fome de conhecimento da Senhorita não possui fim. - Vick a observava por cima do livro que estava lendo, sua atenção focada nas páginas que Kare vinha escrevendo ao copiar dos livros de hipnose. Poky por sua vez estava dormindo enrolado no colo de Kare. - Primeiro hipnose e agora está praticando criptografia, não imaginei que a senhorita se interessava por esses assuntos. …. Criptografia? Vick estava insinuando que aquilo que Kare escrevia não podia ser outra coisa se não um código indecifrável?

- Senhores passageiros, estamos chegando em instantes na estação de Endeavor Try, aqueles que forem desembarcar por favor preparem seus pertences. - Anunciou a voz pelo Den Den Mushi.

Minutos depois o trem realmente fez uma pequena parada em uma nova ilha, mas tudo que conseguiam ver era basicamente uma única e gigantesca montanha que tampava completamente a visão, construções pareciam cravadas nessa rocha e pessoas completamente cobertas andavam no "porto".

Algumas poucas pessoas embarcaram no trem nesse local, todas elas vestindo roupas que cobriam-nas por inteira em colorações mais neutras como marrom e caqui. Eram três pessoas, mas passaram direto pelo vagão restaurante. Era ainda meio da tarde, talvez outras pessoas voltassem ao local para mais próximo da janta.

Pouco depois o trem mais uma vez partia.

- Acho que a Senhorita se daria melhor desenhando. - Sugeriu Vick assim que o trem começou novamente a se mover. Talvez desenhar pudesse realmente se tornar mais divertido do que copiar as mesmas linhas de texto que já havia lido. - A Senhorita tem um senso bem peculiar para vestimentas.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada - Página 4 EmptySex 26 Jun 2020, 17:46




Quando Vick comentou do livro de interrogatório minhas bochechas logo ficariam avermelhada, e meu olhar seria desviado para o lado comigo estando visualmente envergonhada. - Ei! Você não devia ter bisbilhotado! - Reclamaria indignada com as bochechas cheias de ar, tentando fazendo uma feição muito assustadora. - Não era para vossa pessoa ter descoberto que eu tentei aprender sobre interrogar os mundanos. - Ainda irritadiça iria encarar Vick com um ar aborrecido, então iria inspirar fundo segurar um pouco o ar e expirar me acalmando. - Mas agora sabemos que métodos chamativos também podem funcionar. - Iria sorrir com um ar de convencimento e malícia para Vick fazendo uma piada irreverente com a situação, já não dando mais tanta importância ao fato dela ter achado os livros, afinal é nada mudaria esse ato concluído.

E Vick ter falado da companhia de teatros ter fechado enquanto estávamos em Lvneel me deixaria séria, com os olhos parcialmente cerrados e sem sorrisos dessa vez. - Isso me faz começar a crer que não são apenas coincidências. - Eu teria parado de fazer qualquer coisa, e prostrados os pulsos sob a mesa, olhando diretamente, mas não estando focada somente nela, e sim imersa em alguns pensamentos relembrando os acontecimentos no North. - Nesse caso devo fazer Lust virar os holofotes para mim, e felizmente é exatamente no que pretendo fazer em Tuntz Tuntz. - Toda a seriedade inexpressiva de meu rosto daria lugar a um olhar obstinado quase que sádico e meus lábios iriam curvar-se ligeiramente num sorriso perverso. Afinal assim eu poderia proteger a Apressadinha me tornando o foco da organização, e também estaria no centro de todas as atenções.

Minha pessoa já esperava por uma reação ruim por parte de Vick, devido minha falta de total confiança, mas ainda sim é algo exaustivo mentalmente de se lidar, as palavras pesadas de Vick deixavam-me apreensiva por alguns instantes, fazendo minha pessoa precisar novamente respirar fundo pois de alguma forma eu também ficava um pouco cabisbaixa com a tristeza demonstrada por Vick, me causando um vazio junto de um aperto desconfortável dentro do peito. - Eu não tinha certeza de maneira que vossa pessoa iria reagir se soubesse do envolvimento de Sapph com a organização, definitivamente vosso autocontrole é satisfatório, porém não sei o quanto está envolvida emocionalmente nessa causa a ponto de apresentar alguma instabilidade, e diante tal incerteza me senti mais confortável em guardar essa informação até agora. - Mesmo com esse diálogo desconfortável e aparentando-me ser mais simplesmente desviar do assunto ou ignorá-lo, eu teria forçado-me a olhar diretamente nos olhos de Vick, conversando calmamente apesar de ter precisando me acalmar por alguns segundos para não gaguejar ou titubear durante o diálogo. - Mas sua reação de agora me faz acreditar que cometi um equívoco, e descuidos assim não ocorrerão novamente. - O fato de Vick ficar entristecida por eu não confiar totalmente nela, fazia com que eu pudesse acreditar em suas capacidade mais facilmente a partir deste momento, terminando de falar eu iria esboçar um pequeno sorriso satisfeito. E apesar de ter usado o passado oculto de Vick como justificativa eu não tocaria no assunto, afinal se faz irrelevante agora.

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Vick estava com sua feição de inabalável seriedade como o habitual, mas minha pessoa sentia algumas "alfinetadas" maldosas naquelas palavras elogiosas. - Na verdade não estou apenas praticando criptografia, ainda a uma segunda atividade que estou exercitando nesse exato momento. - Iria afiar meu olhar em direção a Vick, dizendo também com seriedade na voz, e em seguida iria arrancar uma folha do diário de bordo que já estivesse totalmente preenchida, amassá-la com a mão esquerda até tornar-se um bola, apertando o papel com mais força do que o necessário como uma maneira de descontar a raiva/frustração momentânea, e então arremessaria bem fraco na direção de Vick usando a mão esquerda, querendo que a bola fizesse uma pequena parábola e acertasse no meio dos olhos de Vick. - Viu, também estou exercitando minha pontaria. - Manteria o olhar compenetrado de seriedade, mas minha voz soaria num sutil tom de sarcasmo. E no caso de eu errar e Vick fizer outro comentário provocativo sobre minha pontaria precisar de melhoria, eu apenas iria e folhear o diário na frente. - Felizmente eu tenho muitas tentativas para me aperfeiçoar. - Comentando agora de maneira num tom mais cômico de travessura, e logo cobriria os lábios para rir baixinho, sem me estressar com as provocações feitas por Vick.

A primeira parada ocorria, o anúncio propagado pelos den den mushis me fazia perder brevemente o foco da escrita, apenas iria olhar rapidamente pela janela para ver como a ilha se parecia, sem prestar atenção nas pessoas que subiam e logo retornava para a escrita. A crítica feita por Vick em relação às letras de minhas escrita com a mão esquerda, me fez entender onde eu deveria focar inicialmente.

Iria manter o aperto firme na pena, mas sem forçar além do necessário, e iria escrever com mais lentidão, tentando manter o traçado contínuo da escrita cursiva, e concentrando em escrever perfeitamente cada letra, mesmo que isso prolongue o preenchimento das páginas, eu estaria me focando corrigir imperfeições e assim poder tornar minha letra com mão esquerda tão bonita quanto direita. Ainda seguindo com a escrita começando no lado esquerdo da página e indo até o direito, e depois vindo da esquerda até a direita. Manteria também o diário imóvel em minha frente e moveria apenas o braço em conjunto do punho e mão para escrever. Se começasse a doer ou ficar desconfortável eu faria pequenas pausas, esticando os dedos, abrindo e fechando a mão e girando o punho devagar, como se fosse um alongamento/aquecimento, e depois permaneceria mais alguns minutos com a mão esquerda repousando antes de voltar com a escrita.

- Nunca cogitei desenhar ou costurar minhas próprias roupas, na verdade prefiro comprá-las de estilistas renomados, mas é extremamente irritante encontrar alguém assim no North. - Reclamaria ao vento um pouco emburrada, lembrando o quanto é problemático encontrar vestimentas com qualidade realmente boa nos Blues, fazendo uma pausa na escrita para descansar a mão esquerda e respondendo Vick sobre minha pessoa tentar desenhar. - Mas agora que mencionou, talvez algum dia eu tente criar minha própria grife quando estiver entediada. - Diria de maneira bem despreocupada, enxergando a idéia de ter minha própria coleção de roupas desenhadas como nada mais além de um possível hobby.


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