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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 4 ~ Falência Articulada

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada EmptyTer 09 Jun 2020, 20:49

Apresentação 4 ~ Falência Articulada

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçadora de recompensas Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada EmptyQua 10 Jun 2020, 20:19

Apresentação ~ 4: Falência Articulada.




- Eu não poderia permanecer exclusiva em uma organização, é apenas um traje temporário, mas talvez eu deva repreendê-la por desacato a autoridade? - Dizendo em resposta a Vick, iria apoiar ambas as mãos na cintura e encará-la perversamente enquanto sorrio deixando a malícia tomar conta de meus lábios. - É uma piada, não leve a sério. - Antes mesmo que Vick pudesse comentar algo eu iria balançar a mão em negação, desfazendo o semblante travesso.

O Capitão Monotonia apesar de toda sua incrível capacidade de estragar prazeres, principalmente o meu, até que ele teve uma idéia interessante. "Mostrar o log pose para as crianças do farol? Talvez eu me divirta com suas expressões desiludidas ao me verem entrando na casa do Sr. Farol (Karthus) com o log em mãos." Ah sim, claro, é algo importante blahblahblah… E como sugerido pelo capitão, no caminho para a residência do Sr. Farol eu estaria a caminhar segurando o log em uma das mãos, balançando os braços mais do que o normal enquanto faço questão de acentuar o balançar de meu quadril para atrair mais olhares, enquanto despreocupadamente sigo até meu destino, ostentando o tal log pose em minha posse para quem desejasse olhar.  Porém se os olhares não se desgrudassem de mim, eu cederia a natureza provocativa que habita meu interior. - Perderam alguma coisa? - Falando devagar deixando a voz soar bem irônica, iria segurar o log ao lado de meu rosto, enquanto me permito a sorrir com sarcasmo excessivo, então seguiria majestosamente até a residência de Karthus, após ter tentado atiçar ainda mais as crianças do farol.

>><<

Não tive nenhuma surpresa com o jantar inicialmente, ele nunca aparentou ser um cavalheiro, apenas lamento por ele não ter ganho mais de minha generosidade agindo apenas como um velho sem etiqueta. Porém algo inesperado ocorreu, Vick sendo tão abusada e falando com tanta naturalidade após tomar cerveja, eu poderia gastar algum tempo tentando digerir essa nova informação, mas as palavras ditas por ela me pareceram audaciosas demais. - Ei! Quanta petulância por parte de vossas pessoas, brindando as minhas custas. - Protestando com a voz elevada numa entonação aguda iria olhar feio para Vick e o Sr. Farol, mas estar irritada o suficiente para estragar o jantar por causa de um comentário inconveniente, talvez o álcool tenha me deixado mais tolerante a desaforos irrelevantes, então apenas suspirei me conformando com a situação. - Ao menos Poky está do meu la…-  E quando eu acreditava que poderia contar com alguém para me defender, a bolinha de pelos também se juntava ao grupo dos traidores no brinde. "É um motim!!" Agora engolindo a seco o sabor da traição, iria fixamente olhar para cada um dos ali presentes pesando em centenas maneiras de realizar uma vingança, enquanto sem perceber beberia lentamente toda a cerveja dentro da caneca observando-os friamente. - Pode encher a minha também? - Estenderia a caneca pedindo para que o Sr. Farol me servisse mais cerveja, não estaria sorridente, apenas estou cansada física e mentalmente,  desejando por uma boa noite de sono, então não me sinto empolgada para gerar conflitos.

Sim, eu sei, é estranho, mas eu beberia cerveja, apenas me pareceu deprimente tomar uma garrafa de vinho sozinha, e também não teria ninguém para me servir.

- Ker? É a primeira que escuto essa. - Com um ar de dúvida pairando sobre minha cabeça iria olhar na direção de Vick, mas não daria muita importância, não acho que ela vá sair me contando tudo sobre sua vida e não estou interessada em saber pela boca de outra pessoa. Mas se Vick desejasse contar por livre vontade meus ouvidos estariam abertos para escutar. "E Poky é do Leste?" Eram muitas informações novas sobre os seres que me acompanham, e saber disso por um desconhecido é estranho, como se o Sr. Farol pudesse conhecê-los melhor do que minha pessoa.

E ao que parece o dito Log Pose é prioridade máxima para se sobreviver neste mar, então eu deveria tentar conseguir outro? Afinal não quero ficar viajando junto do capitão chato pelo resto da eternidade. "Na verdade posso apenas conseguir outra carona, com alguém que possua outro log." E felizmente minha grandiosissima pessoa, foi capaz de brilhantemente sanar o próprio questionamento. "Em último caso posso extraviar a bússola do capitão."

- Diversão? Não creio que há alguém decente para me proporcionar algum entretenimento, nem mesmo nesse mar. - Apesar das palavras prepotentes, eu não diria com intenção de me gabar ou  parecer esnobe, eu diria na verdade como se estivesse triste, e suspirando quase beirando a depressão, por eu ser ridiculamente incrível e o restante dos mundanos serem medíocres e insignificantes, assim como poderia eu não ficar entediada neste mundo?

>><<

Na manhã seguinte se o navio estivesse pronto para zarpar como previsto. - Obrigada pela hospitalidade Sr. Farol. - Em um generoso agradecimento para Karthus iria me curvar um pouquinho, enquanto o reverencio em despedida, assim ele poderia ter uma gentil visão de minha pessoa para se lembrar, e como graças a ele eu provavelmente tive uma melhor noite de sono, não me importaria de permanecer alguns segundos com o corpo inclinado para frente antes de retornar e seguir até o navio de partida. E claro carregando todos os pertences de volta para a embarcação, junto do log pose.

- Aqui está capitão, são e salvo. - Entregaria a bússola pessoalmente nas mãos do capitão, e para a infelicidade dele eu não estaria trajando a roupa de policial, na verdade eu a deixaria na residência de Karthus. Mas em contrapartida acredito que os demais marinheiros não se importem tanto com as vestimentas que trajo, e por tal motivo eu iria brincar mais um pouco com eles, mas apenas se eu estivesse recebendo olhares felizes por parte deles, e também se o convés estivesse de fato limpinho. - Vejo que fizeram um bom trabalho rapazes! - Segurando as mãos atrás das costas iria observar a todos dizer num tom alto, mantendo a voz firme, mas também fazendo soar como se eu estivesse orgulhosa com os tripulantes. - Continuem assim, e então eu irei pessoalmente recompensar aquele que trabalhou mais duro e com mais dedicação para me levar em segurança até a próxima ilha! VOCÊS ENTENDERAM!!? - Agora minhas palavras não iriam soar apenas como ordens, eu diria elas prazer e intensidade, para que eles fiquem bem revigorados e mais dispostos a cumprirem com seus deveres. "Eu não consigo evitar tanta excitação." Não conseguiria evitar que o prazer de ser obedecida percorresse meu corpo, mesmo que o capitão não goste ou que o motivo seja diferente de lealdade e obrigação.

- As acomodações onde fiquei no início da viagem permanecem as mesmas? - Perguntando ingenuamente para o capitão a respeito do quarto onde antes eu precisava dividi-lo com mais duas pessoas, e que devido a morte de alguns tripulantes agora poderia ser habitado somente por mim, Vick e Poky. "Só espero que o capitão tédio não tenha inventado de colocar outras pessoas para dividí-lo comigo…"


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada EmptyQui 11 Jun 2020, 12:20




- Não estou brincando Senhorita. Também não foi qualquer crítica. - Vick após o Brinde olhava para Kare. - Eu aprecio seus exageros. - Seu tom era tão sóbrio quanto de costume, o que indicava que ao menos nisso falava com bastante seriedade.

Karthus voltava a encher o caneco de Kare que havia bebido enquanto fuzilava-os com os olhos. - Aos seus exageros Senhorita. - Vick ergueu o copo, desta vez em direção a Kare. - Aos meus. - continuou falando enquanto esperava que Kare a brindasse. - E aos que faremos daqui pra frente. - Sustia o copo esperando que a morena a brindasse e que isso voltasse a amainar os ânimos.

Kare pouco a pouco rendia-se a alguns dos atos barbáries dos mundanos como o costume de beber cerveja em canecos o que estranhamente começava mostrar que sua necessidade de ser "cortês" supera em muito qualquer frescurite que pudesse nela existir.

- São poucos que nos conhecem. - Começou Vick. - A grande maioria foi vendida como escravo. Mas isso foi a muito tempo. Então Vick olhava para Karthus. - Sou mestiça. - Aparentemente este assunto havia dissipado a "embriaguez" de Vick. - Hnm, entendo. Sinto muito ter falado disso. - Karthus também havia se mostrado desconcertado com o assunto agora que sabia que Vick era uma mestiça, Kare por sua vez que o tópico era incômodo a sua companheira não insistiu no mesmo. - Não tem problema. Não foi tão ruim assim…. Não é agora.

>><<

- Não foi nada Oficial Lawford. - Respondia Karthus encostado na soleira da porta do farol com um sorriso no rosto enquanto observava Kare com muita satisfação. Ainda que Kare já não estivesse mais vestida de tal forma.

>><<

- Deviam ter vindo mais cedo. - O capitão mal agradecido reclamava ao pegar de volta o Log. Bem… Certamente era um tanto tarde naquele momento e… bem… o capitão estava com um olho roxo.
Vick a suas costas surrou assim que avançaram um pouco mais para dentro do barco, visto que o capitão estava lhes esperando em solo. - Ele tentou nos chamar a umas três horas. Karthus o impediu. - Vick explicava. - pokyun pokyun pokyun pokyun . - Poky saltou rampa acima correndo pelo Deck enquanto se esquivava por entre os pés dos soldados.

Enquanto o capitão mandava subir âncora e a ponte Kare agraciou os soldados com sua aprovação ao trabalho dos mesmos, o que de certa forma era um incentivo muito mais bem vindo que o simples dever.

- Ayeh. - Hap. - Sim. - HIII. - Conte com a gente.

Naquele momento a jovem começava a apreciar o sentimento de "comandar", embora ainda não fosse alguém eficiente nisso e só conseguisse motivar homens a atender seus caprichos da melhor forma já lhe era um bom começo, pois sua voz e beleza certamente faziam com que aqueles soldados lhe dessem atenção, ainda que pelos motivos errados.

>><<

- Sim, o mesmo. - Ele meio "rabugento" respondia enquanto passava em direção ao timão e começava a bradar novas ordens e também preces de uma viagem mais tranquila do que a subida.  

Kare todavia descobriu com felicidade que embora as acomodações ainda fossem a mesma e ainda fossem beliches ela não teria mais outros colegas de quarto, aparentemente as perdas lhe haviam permitido ter ao menos aquele pequeno cômodo só para si, o que ainda era longe de ser agradável.

Sentiu o navio começando a se mexer, o dia estava até o momento ensolarado. Poky estava deitado aos pés da cama cochilando enrolado em si mesmo, Vick ocupava-se em sua cama desmontando suas armas para limpeza
.

>><<

Algumas horas se passaram com essa aparente calmaria, mas logo as coisas não se mostrariam tão promissoras e o navio começaria mais uma vez a ser jogado para cima e para baixo como se uma criança diabólica estivesse brincando com eles em uma enorme banheira de água fria.
Poky se mexeu de sua posição e enfiou-se embaixo do lençol da cama, aparentemente tentando teimosamente se manter dormindo enquanto fazia sonzinhos de pokpokpok.



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Última edição por GM.Furry em Sex 12 Jun 2020, 09:12, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada EmptyQui 11 Jun 2020, 18:08



A justificativa de Vick não me desagradou, na verdade confesso que apreciei o soar das palavras, e com os olhos fechados cubro a boca utilizando os dedos deixando um risinho abafado escapar. - Aos nossos exageros, e aos próximos que serão feitos. - Fitando Vick com um olhar de satisfação ergo a caneca para o brinde, dizendo empolgada num tom ligeiramente perverso.

Se o capitão desejasse tanto que eu chegasse antes deveria ter demonstrado mais ímpeto ao tentar me acordar, uma lástima que apenas pude descobrir o motivo após me afastar dele, perdendo o "timing" de fazer um comentario debochado sobre o olho roxo.

>><<

Apesar dos pesares eu tinha um quarto praticamente exclusivo no navio. "Ao menos assim não preciso me preocupar com exploradores indecentes no meio da madrugada." Estaria deitada na cama com as mãos entrelaçadas atrás do pescoço e de pernas cruzadas tendo um bom devaneio.

"Então vossa pessoa possui o necessário para se impor e traçar o próprio destino?" Com o canto dos olhos iria silenciosamente observar Vick limpando suas armas. "Mas se fosse de outra maneira acho improvável que estaríamos juntas." Então após relembrar um pouco os assuntos da noite anterior voltaria a relaxar fechando os olhos despreocupadamente. Mas Vick pode acabar notando meu olhar, quer dizer eu fiz sem perceber num momento de distração, então creio que não seria tão discreto. - Estou apenas pensando em como formamos uma dupla peculiar. - Diria com bastante casualidade num clima relaxado, se caso Vick comentasse algo por minha pessoa estar observando-a.  

>><<

E a pacificidade momentânea de relaxamento logo se foi com o chacoalhar caótico da embarcação. "Outro ataque de peixes terroristas?" Tendo um pensamento irônico, não iria me desesperar ou algo do tipo, ficaria deitada por mais alguns segundos, então iria me espreguiçar confortavelmente, esticando os braços e deixando um gemido aliviante fluir de minha boca, até finalmente me levantar. - Não vá ser esmagado enquanto dorme Poky. - Comentando a respeito da doninha dorminhoca. Porém se o titubear do navio fosse forte o suficiente para me derrubar da cama eu me veria obrigada a segurar nas pernas do beliche enquanto me sento.
Tendo criado coragem para levantar eu calçar-ia as tornozeleiras e iria apanhar a lança. " Apenas por precaução." Assim seguiria do quarto até o convés para o caso de outra cena de combate estiver se desenrolando.

Mas se for apenas uma tempestade, não teria muito o que eu pudesse fazer para resolver a situação e não iria esfolar a delicada e macia pele das palmas de minhas mãos puxando cordas feito uma louca. Porém, acho que posso estimular os tripulantes para se dedicarem com maior vigor, e também porque é engraçado quando eles me obedecem. - Não amoleçam agora homens. - Diria alto e impondo minha voz diante a fim de ser escutada por todos os tripulantes, enquanto iria cravar a lança no convés segurando o cabo com uma mão, tentando parecer mais heróica. - Não deixem que esse mísero chuvisco subjulgue a volumosa resiliência de seus corpos. E agora usem sua robusta fonte de vigor e me façam transbordar de satisfação ao nos tirarem desta maldita tempestade! - Com o jeitinho super meigo de uma militar tirana autoritária eu iria propagar a voz por todo o navio, mas nas últimas frases haveria uma notável mudança no tom, faria minha voz soar mais libidinosa, e assim recompensar os exploradores com esta injeção de moral. - ENTENDIDO!? - Apenas o grito final carregado de intensidade e ímpeto, e se me permitem o uso de uma metáfora. Seria como "acender o pavio de seus explosivos". Mas se eles me ignorarem por causa da suposta tempestade ou alguma outra razão, eu não me importaria de qualquer maneira, no máximo me sentiria entediada pelos meus brinquedos terem ficado defeituosos, mas não é o fim do mundo, é só descartado os quebrados conseguir brinquedos novos, sempre fiz isso e nunca deu errado.

Pronto fiz o que podia, hora de voltar para o quarto, e tentando desviar de exploradores que viessem bruscamente no sentido oposto ao meu, e sobre o capitão, como ele não se comportou bem vai ficar sem meus estímulos moralizadores, se é que compreendem-me.
E de volta ao quarto eu avisaria Vick o que está ocorrendo se ela tivesse optado por ficar no cômodo. - Uma tempestade qualquer, os tripulantes lidam com ela. - Dizendo sem dar muita, ou nenhuma importância para a água que cai do céu e as ondas um pouco maiores do que outras ondas quaisquer. E como creio que não poderei dormir, eu colocaria Poky em meu colo, deixando-o enrolado na coberta se fosse possível, enquanto tento permanecer firme apoiando as costas na parede da embarcação, ou me segurando nas pernas da cama, e na medida do possível iria fazer carinho em Poky, na nuca, atrás da cabeça e orelhinhas, bem devagarinho com a ponta dos dedos e unhas, para que ao menos ele possa dormir tranquilamente, enquanto eu fico entretida com essa minimamente adorável doninha felpuda.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada EmptySex 12 Jun 2020, 09:15




Os pés de Kare, ao se espreguiçar, acharam Poky que se mexeu de seu esconderijo coberto e começou a rastejar cama acima após receber o aviso da morena. O montinho vinha subindo pelo lado de Kare até que a cabeça o pequenino saiu pela parte de cima do lençol. - Pokyun ? - olhava para Kare com a cabeça parcialmente tampada e inclinada para a direita.

A ondulação aumentava progressivamente ao ponto que praticamente já não era possível relaxar. Nem mesmo o despreocupado Poky conseguia dormir agora e embora continuasse tampado era possível lhe ouvir reclamando. Água invadia o deck inferior e já cobria alguns centímetros do chão de modo que Kare molhou os pés quando se levantou. Vick havia terminado e guardado suas armas e agora olhava compenetrada um ponto fixo na parede.

- Entediada Senhorita? - Vick perguntava ao ver Kare vestindo suas armas, a empregada no entanto não parecia estar muito disposta a se juntar a verificação agora que havia finalmente conseguido limpar e secar suas armas.

>><<

Como suposto por ela…. Ela realmente uma tempestade…. Bem… não que está fosse muito normal.

O deck estava uma tremenda confusão com os homens correndo de um lado para o outro enquanto o navio subia por correntes marinhas que pareciam vivas ao se erguerem do mar elevando o navio a muitos metros acima do que seria sua altitude normal. Era como se navegassem por rios aéreos… ou em uma visão mais fofa…. Grandes arcoires tempestuosos.

- CAPITÃO….. TORNADO A FRENTE….

No entanto esse não era o único desafio, ondas e tornados, pois o desafio na verdade era endender aquele mar.

O capitão encontrava-se no meio da ordem para evitar o tornado quando tudo se acalmou. As ondas pararam, os ventos, o mar, tudo havia ficado em silêncio agora. O céu estava claro e faltava somente haver passarinhos cantando.

Logo o céu começou a nublar novamente em um tom cinza. - Isso… é
.. neve?
- Os primeiros flocos caíram esfriando a temperatura de repente.

Kare naquele momento também estava em meio a sua frase motivacional, de modo que suas palavras praticamente fizeram acontecer o que ela pedia. Em pé, segurando-se em sua lança ela parecia ter orado aos deuses e sido atendida em seu apelo. Nenhum dos soldados havia de fato conseguido ouvir em completo as suas palavras devido a tempestade, mas o súbito silenciar fizeram com que o último trecho do seu pedido fosse claramente por todos escutado.

- Ela mandou a tempestade parar e ela parou? - um dos soldados a olhava agora, a neve começando a cair ao seu redor como um halo sagrado.


Bem… se ela não era uma santa ao menos poderia ser uma demonia com poderes sobre o tempo… quem sabe?

>><<

- As coisas se acalmaram derrepente. O que aconteceu Senhorita? - Vick perguntou quando a mesma ao quarto retornou.

Agora diferente de antes o navio perneceu calmo, na verdade calmo até demais. Não havia qualquer movimento, não havia vento, nem barulho do mar. A temperatura baixou e Vick pegou uma coberta mais grossa para Kare. Poky se aninha a enrolado em seu colo enquanto a jovem relaxava afagando-lhe o pelo macio.

Vick assim como sempre não utilizava outras proteções ao clima além da roupa vestida. Mais tarde a empregada trouxe comida para todos e frutinhas para Poky que negou-se a sair da coberta.

>><<

- Senhorita? - Um soldado estava parado a porta do cômodo. - Eu e alguns homens gostaríamos de saber se a Senhorita não poderia pedir por vento novamemente? E talvez um pouco de sol? - ele parecia meio sem jeito de estar falando aquilo, segurava o capacete a frente do peito. Vick por sua vez olhava um tanto quanto surpresa para Kare.




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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada EmptySeg 15 Jun 2020, 00:15




Demorava alguns segundos até que eu me ficasse acostumada com a sensação de "estar de volta", sentada na cama do navio com Poky no colo que iria terminar de mastigar a última uva daquela ilha fantasiosa. - Até parece que tudo não passou de um sonho. - Pensaria alto ainda com as lembranças frescas do episódio anterior em minha mente, enquanto ainda estaria a fazer carinhos na doninha.


De muito que havia se passado naquele lapso segundo da realidade teria alguns momentos que me lembrava com mais facilidade, a disputa do esporte chamado keijo com a gigante que mudava a cor de seus cabelos e pele, a mulher-peixe azulada muito escandalosa mas com alguma dignidade e no fim parecia ser decente além da criança que a acompanhava, tornando a dupla bem interessante apesar das desavenças que de alguma maneira conseguiam complementar uma a outra.

Ah… E havia ela, sim, as memórias mais intensas e experiências calorosas compartilhadas com a dama de gelo, com certeza não me esqueceria de Elsa, apesar de nossos cargos atuais serem conflitantes meu único interesse seria entrelaçar-me novamente a ela, era como se ainda pudesse sentir o toque de seu corpo ao meu, assim como a voz estimulante que atravessou-me os ouvidos até o mais profundo e lascivo de meu interior. Dos presentes no episódio, definitivamente ela é a que mais anseio por reencontrar. "Está começando a esquentar." Puxaria a gola da camisa com dois dedos afastando-a do pescoço tentando aliviar o calor daquelas roupas que pareciam mais apertadas além do habitual. "Melhor eu não devanear agora." Afinal ainda estava naquele navio deprimente da tropa de exploradores, e pode ser um erro deixar-me ser consumida pela ardência de minhas lembranças com aquela mulher gélida.


>><<


Ooook……? A tempestade teve seu fim num instante deveras oportuno, mas como eu poderia evitar? O próprio clima me reconhece como aquela soberana, se curvando ao meus caprichos, e o próprio sol não é capaz de ficar escondido atrás de nuvens quando estou bem abaixo delas iluminando o dia com a mais pura perfeição.


Mas eu não contava que aqueles exploradores fossem deduzir que minha pessoa foi a responsável por encerrar a tempestade. "Como podem ser tão desprovidos de inteligência?" Pensando no quanto aquilo parecia esquisito. " Mas, eu ainda posso tirar algum proveito e me divertir com eles." Com a ponta do dedo indicador ao lado da boca e olhando para cima ficando pensativa, eu teria tido um bom plano. - Na verdade… Arrrn! - Apoiando das costas da mão na testa e curvando a cadeira para trás eu digo como se estivesse terrivelmente abatida. - Eu precisei usar muito de meus poderes místicos para interromper aquela intensa tempestade, e agora necessito passar por um período de recuperação. - Agora com a voz fraquejando iria demonstrar que estou muito ofegante por conta da .
"exaustão". - Mas… - Então esboçando um minúsculo sorriso e os observando discretamente com os olhos parcialmente fechados, seria a hora de ganhar alguns mimos. - Dois exploradores destemidos e cheios de vitalidade como vocês são capazes de acelerar a recuperação de minha energia. - Dizendo com seriedade mas mantendo um ar generosidade e benevolência na hora de falar, para fazê-los pensar em mim como uma santa. - Se me trouxeram um pouco de chá ou chocolate quente, o calor dessas bebidas doce é capaz de restaurar minha essência mágica, além de deixar minha pessoa muito, mas muiiiiito agradecida. - Diria a última frase num tom de voz sugestivo, não sendo totalmente inocente, enquanto tento alcançar seus instintos lascivos para me usufruir de falsa generosidade.


- Mas não se preocupem comigo, logo estarei devidamente recuperada, e os ventos irão novamente soprar, até sugiro que conservem energias para enfrentarmos as próximas tempestade. - Se eles continuassem no assunto eu diria tais palavras como maneira de me desfazer deles, mantendo essa baboseira de poderes mágicos e capacidade de governar o clima. - Mas não fiquem acuada, eu irei fazer minhas preces para manter vossos corpos rígidos esbanjando virilidade, e assim serão capazes de lidar com qualquer tempestade e até mesmo tornados como se fossem apenas uma brisa matinal de verão. - Falaria com a voz mais calorosa e doce, mantendo o brilho bondoso em meu olhar, apesar de propositalmente escolher palavras sugestivas para brincar com suas mentes luxuriosas.


E bom, uma massagem nos pés definitivamente seria algo que eu iria exigir por parte de meus súditos fiéis, mas. " Não julgo ser uma boa idéia deixar que exploradores devassos toquem em meus pés tão sofisticados com suas mãos brutas, acredito que uma oportunidade melhor surgirá. -


E se eles permanecessem no quarto após me trazerem algo para beber, é óbvio que eu iria dispensá-los. - Por gentileza poderiam me deixar esse cômodo? Eu preciso de paz e tranquilidade e assim entrar num estado profundo de meditação para recuperar meu poder, se permanecerem aqui a aflição presente no interior de vocês irá me desconcentrar. - Com as bochechas coradas e respirando fundo em meio gemidos agiria como se estivesse "sentindo dor" por causa da insegurança deles.


E se Vick me olhasse com estranheza após ficarmos novamente sozinhas no cômodo. - Deseja um pouco de chá ou algo para comer? Acho que consegui alguns súditos fiéis. - Diria casualmente em um tom descontraído, enquanto fecho os olhos e me permito a sorrir de forma meiga. E caso Poky acorde eu também perguntaria se ele está com fome.


E no mais iria apenas aguardar no quarto junto de Poky e Vick, até os ventos eventualmente voltarem, e não duvido se eles associarem a mim esse evento ao invés de enxergarem o óbvio, e se viesse uma tempestade repentina, eles devem acreditar que estou orando por suas vidas, talvez funcione como um placebo.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada EmptySeg 15 Jun 2020, 11:46




Kare se encontrava em uma situação deveras inusitada, em um momento era tida como o demônio encarnado já agora era vista como alguma "divindade" e respeito dos deuses, ao menos para alguns dos homens um pouco mais supersticiosos. Não era que eles fossem tolos ou burros, eram apenas ingênuos para com aquele mar, haviam desde jovens sonhado em se juntar a tropa de exploração encantados pelas histórias sobre o mundo que os mais velhos contavam. Mentes sonhadoras e ávidas por vivenciar os fatos que um dia haviam ouvido nas suas histórias preferidas.

Se achavam realmente que ela tinha poderes? Talvez não, mas muito provavelmente torciam para que sim, pois assim a sua jornada seria muito mais emocionante, poderiam, quando voltar, gabar-se para seus conhecidos que haviam viajado com um deusa, não só em sua beleza, mas uma deusa real com poderes inimagináveis. Diriam que sua voz ressoava como um poderosa trovoada, que até mesmo os céus e os mares, que a ninguém se curvam, a temiam e obedeciam.

Kare, ainda que soubesse a verdade, ou achava saber, tirava proveito da situação apenas para seu próprio deleite em ver os esperançosos exploradores lhe servindo com entusiasmo. Eles a olhavam, temendo interrompê-la enquanto a mesma explicava as dificuldades pela qual passava naquele momento… Sim, parecia correto, afinal era uma tempestade enorme e era muito plausível que ela estivesse cansada… Não podia ser assim tão fácil na verdade mudar o clima não é mesmo?

O Soldado que ali estava bateu no peito logo após vestir novamente seu elmo e sumiu da vista da mulher, muito provavelmente em direção a cozinha. Diferente do que Kare havia esperado, não houve qualquer insistência naquele momento, afinal… Quem seria o tolo que ficaria ali exigindo algo de alguém que acreditava ter poderes místicos.

>><<

Infelizmente para Kare não havia chocolate, bem… Não era algo que exploradores fossem carregar afinal, mas ele havia conseguido chá e depois de entregue ele desejava que Kare se recuperasse rapidamente de sua fadiga, mas antes mesmo que ele tivesse chance de deixar o quarto ouviam-se gritos vindos do convés.

- VAMO HOMENS, O VENTO VOLTOU. DEEM TODO O PANO. VAMOS RECUPERAR O TEMPO PERDIDO. - Ao ouvir essas palavras o soldado ingênuo caia de joelhos no quarto. - OBRIGADO SENHORITA. - Apressadamente se levantou e voltou correndo para o convés, provavelmente para espalhar que logo após oferecer uma oferenda para a "deusa" os ventos haviam retornado.

>><<

- Obrigado Vossa Santidade. Estou bem. - Vick responde, e era possível vê-la balançando a cabeça muito sutilmente em uma negativa. - Pokyun? - O pequeno Poky voltava a se enrolar no colo dela enquanto a mesma podia voltar a degustar o seu chá.

>><<

Os ventos se mantiveram calmos e firmes por algum tempo, noutros houveram rompantes de agressividade que logo cessaram. Esfriava, esquentava. Em resumo era uma verdadeira misturança indecisa, mas nada fora tão ruim quanto aquela primeira tempestade.

>><<

Seria por volta do meio da tarde, que do Deck o trio ouviria a consagrada frase: - TEEEERRAAAAVISSSSTAAAA.

Ao longe, no horizonte poderiam ver, se ao deck fossem, uma ilha. A maior parte de sua visão seria coberta por florestas, com somente uma pequena região urbanizada. Quanto mais se aproximasse mais perceberam que assim o era.

O porto era pequeno e havia uns 5 barcos de bom tamanho ancorados ali, próximo e ao alcance da visão havia algo que chamava a atenção, algo que Kare nunca havia antes visto. Parecia um "barco" estranho feito completamente de metal, mas era comprido e dividido em seções retangulares. Não só ela nunca havia visto, mas todos os tripulantes olhavam para aquilo sem palavras enquanto cochichos curiosos se espalhavam.  

Para atrás do porto, logo que desembarcassem veriam uma grande construção de madeira que cobria quase que completamente a vista assim que cruzassem pela rua principal. Em sua fachada veria-se escrito: Estalagem.

Todavia não poderiam simplesmente desembarcam, pois assim que o navio fosse atracado seriam imediatamente abordados por um homem loiro até que bem apessoado. que estava provavelmente perto da casa dos trinta anos, mas mantinha seu físico bem cuidado. - BEM VINDOS A ARACNE VIAJANTES. - Como se esperando essa deixa uma pequena aranha escala e fica parada ao seu ombro, enquanto o grupo também pode ver passando por trás do mesmo, na rua principal, uma carroça de madeira sendo puxada por uma aranha de 1,5m de altura, peluda e de corpo robusto. - De onde vocês vieram? Tiveram uma viagem difícil? Esse primeiro trecho da Grand Line é especialmente complicado. Eu me chamo Nimura, estou responsável pela recepção dos viajantes a nosso pequeno pedaço do paraíso. - Ele tinha um sorriso caloroso cheio de dentes perfeitamente brancos.





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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada EmptySeg 15 Jun 2020, 17:43




Ser adorada como uma divindade não era de maneira nenhuma algo ruim, mas também não havia razão para para eu me sentir orgulhosa ou privilegiada por receber tal tratamento, quer dizer, é o mínimo que os mundanos deveriam fazer em relação ao meu grandiosíssimo ser, apenas a honra de estarem diante de mim deveria ser suficiente para idolatrarem-me. Então apenas certifiquei-me ficar o mais confortável possível, sem maiores preocupações vendo o soldado explorador deixar o quarto.

Como não houve maiores comoções em relação ao clima ou eventos inesperados, ataques de animais ou piratas, o restante da viagem iria passar com Poky e Vick, afinal não acho que haveria algum outro tripulante que pudesse fazer o trajeto em alto mar parecer menos tedioso. Eu só evitaria ao máximo frequentar o banheiro, por puro capricho higiênico, a menos que algum grupo de soldados quisesse prestar mais "oferendas para a deusa", neste caso. - Naturalmente que para eu me manter saudável e poder ter minhas preces divinas concedidas é necessário que meu ser sempre esteja em contato com ambientes limpos e harmoniosos, então se vocês puderem manter a embarcação limpa, principalmente antes de eu fazer uso do cômodo, isso fará com que o clima sempre fique propício para navegarmos, além disso vocês terão com toda a gratidão de meu corpo e essência. - Diria ainda no papel de deusa benevolente, mas que deixa escapar algumas palavras ditas duvidosamente num tom mais malicioso, e assim talvez os padrões de higiene melhorem, principalmente a respeito do banheiro, onde eu me arriscaria a entrar se eles de fato limpassem.

>><<

Ao desembarcar na ilha achei que meus problemas em relação a conforto finalmente teriam uma pausa, agora sem mais tempestades, peixes assassinos, uma tropa de exploradores libidinosos, definitivamente o pior já havia passado, correto? Errado! - Mas que é tipo de aberração é aquela coisa? - Pensando alto sem perceber a falta de cortesia inclino meu corpo para o lado, para poder melhor observar o aracnídeo de proporções cavalares, de início ignorando o sujeito que veio nos receber. Então pisco os olhos duas vezes querendo acreditar que apenas uma miragem ou ilusão, depois viro o corpo na direção de Vick, então volto a olhar para aranha enorme, e em seguida voltando a observar Vick. - Nós precisamos sair o mais rápido possível. - Dizendo um pouco perplexa e desconfortável, com os lábios e olhos tremendo, por conta da monstruosidade de oito perna. - Cuidado onde pisa Poky, ou uma daquelas aranhas gigantes podem acabar devorando uma doninha tão pequena igual a você. - Não sei como ainda era capaz de fazer piadas nessa situação, talvez seja apenas meu prazer em implicar com a bolinha de pelos.

Tendo me recuperado do baque inicial finalmente notaria o homem loiro diante mim, e, outra aranha, dessa vez no ombro do sujeito, tudo bem, uma aranha puxando a carroça já me mostrou que está ilha é um tanto exótica, então no ombro dele pode ser um animal de estimação? "No pior dos casos, espero que não seja venenosa." Ao menos ele não é desagradável aos olhos, e parece recepcionar quem chega na ilha, talvez possa ser útil tê-lo como guia turístico nessa ilha de terror. - Perdoe minha deselegância cavalheiro, estou a dias viajando desde o North Blue, e confesso ter sido surpreendida pela fauna desta ilha. - Diria me fazendo de arrependida, enquanto coloco o cabelo atrás da orelha com os dedos, mas não esconderia um belo sorriso arrogante, afinal não acho que alguém se irritaria por um simples descuido de minha tão magnífica pessoa. - Chamo-me Karelina Lawford a honra é inteiramente sua, e o prazer todo meu. - Me apresentando formalmente, então iria estender o braço com as costas de minha mão voltada para ele, entonando a última frase para soar de forma sutilmente maliciosa. Talvez eu esteja julgando o livro pela capa, mas ele me parece ser do tipo charlatão galanteador, que vem com conversas moles, se for assim, ficarei bem satisfeita, afinal é bem fácil para mim lidar com gente dessa estirpe.

- Nim, vossa pessoa poderia fazer a gentileza de contar-me se há alguma maneira deixar essa ilha rapidamente? Eu possuo assuntos em outra ilha que necessitam de ser tratados com urgência. - Usando a velha tática de me referir a pessoa apenas com uma versão curta do nome para parecer que é um apelido carinhoso, quando na verdade só não quero gravar o nome iria falar com o loiro, numa conversa mole deixando a voz soar bem doce. Eu não faria segredo sobre ir para Tuntz Tuntz, é que talvez ele não conheça a ilha por nome, então apenas por isso não falei logo de início meu local de destino, mas se ele perguntasse eu responderia com sinceridade sem maiores problemas.

E para caso eu precise ficar mais de um dia de na ilha. - E existe algum tipo de repelente para estas aranhas? - Falando de forma casual, e talvez eu seja indelicada nesse momento, afinal as aranhas aqui parecem ser utilizadas no dia a dia. Mas não me importo, pois eu acredito que minha retratação será perfeitamente aceitável para ele, me aproximando mais do loiro, ficando com o rosto ao lado do dele, mas no ombro sem a aranha. - Por favor não me interprete mal, mas digamos que eu prefira ter outras coisas subindo em minhas pernas antes de adormecer. - Iria dizer mais baixo para que apenas ele escutasse, como um sussurro caloroso, deixando que minha adorável voz estimule sua imaginação. Além de claro eu poder ter a segurança de dormir tranquila sem correr o risco de ser atacada pelos aracnídeos.

Talvez eu esteja monopolizando o responsável por receber os visitantes da ilha, mas pouco importa-me, e não creio que Niruma possa desgostar de minha presença. - Sabe Nim, eu estou com um pouco de dificuldade em prosseguir no meu próximo negócio, na verdade me falta informações sobre quem eu desejo encontrar, talvez vossa pessoa que conhece tão bem está ilha possa satisfazer-me, dizendo se há algum local ou alguém que possa fornecer-me as informações que busco. - Agora deixando um pouco de lado a personagem tolinha e ingênua, diria mantendo a voz baixa, numa entonação mais duvidosa, envolvendo-o num ar de mistério, enquanto mantenho-me próxima. E se ele demonstrasse interessado no assunto, eu daria continuidade. - E obviamente estou disposta a pagar o preço adequado pelo serviço, mas se a qualidade do que busco exceder minhas expectativas, talvez minha pessoa fique cativada a oferecer um bônus generoso, como forma expressar gratidão pelo excelente trabalho concluído. - Diria bem devagar, e apesar de minha voz aveludada soar doce, seria notável o tom malicioso como um sedutor veneno, para fazê-lo querer se aprofundar cada vez mais nas teias trançadas em forma de palavras, então o iria encará-lo profundamente nos olhos, e me permito a sorrir de forma meiga.

>><<

No mais eu me hospedaria na ESTALAGEM, quer dizer, nem se eu quisesse ser cega, seria difícil não enxergar o letreiro. Ou então pelo menos iria entregar meus pertences para Vick resolver as chatices enquanto sigo brincando colhendo informações com o Nir. Mas antes se possível, eu iria atrás do tal repelente ou qualquer outra coisa que mantenha as aranhas longe, prioridades, apenas prioridades.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada EmptySeg 15 Jun 2020, 18:44




Nimura piscou umas duas vezes antes de dar-se conta de que a jovem e bela mulher olhava para um ponto atrás de si, não só ela, pois alguns membros com o capitão incluso olhavam para a aranha/cavalo. - Ah, é uma Taratus. São comuns por aqui. Em aracne quase todas os animais domesticados são aracnídeos. Mas não precisam se preocupar, as que vivem na cidade e arredores são perfeitamente inofensivas. - Ele então olhava para Poky. - Eu só tomaria cuidado com a doninha. -POKYUNNN. - Poky correu para trás das pernas de Kare, momento o qual a jovem alertava seu pequeno companheiro para tomar cuidado. - … foi… o… que… eu…. disse… - O loiro atraente parecia ter murchado caindo em depressão, sua postura era curvada como se tivesse sofrido uma grande derrota. A aranhazinha em seu ombro parecia alarmada enquanto fazia um cricrilar tentando o animar. - UOHHHHHH, VOCÊ ESTÁ CERTA MATILDA. - Ele reviveu, suas pernas firmaram-se no chão e fogo queimava em seus olhos enquanto ele lançava seu grito empolgado olhando para os céus.

- HunHun. - O capitão limpava a garganta chamando a atenção do loiro de volta para si. - Ah, certo. Haha, eu me empolguei. Onde estavamos… De onde vocês são caros viajantes? - Somos da tropa de Exploração de Lvneel North Blue, sou o Capitão de Fragata Backman.

Enquanto essa conversa ocorria entre Backman e Nimura a jovem morena começava a se recuperar podendo agora ter em sua vista o belo loiro e a versão "Poky" da ilha no formato oito pernas. Enquanto Kare olhava a aranha com todos o seu montante de olhos olhava-a de volta.

Ao voltar a si Kare interrompia a conversa que seguia-se entre o loiro e o capitão que parava em meio a sua frase com sua boca semi aberta, mas o loiro que aparentemente possuía um grande senão, gigante fraco para mulheres bonitas acabava por rapidamente ignorar o capitão virando-se para Kare e tomando uma de suas mãos com a sua. - Não há com o que se preocupar. - Dizia ele após dar um beijo suave nas costas da mão dela, o beijo que demorou um tantinho a mais do que a etiqueta ditaria enquanto ele lentamente voltava a se erguer ainda mantendo por poucos segundos as mãos dela entre as suas. Ela então se apresentava o que arrancava um sorriso sedutor do loiro que passava a mão em seus cabelos levando-os para trás. - Me chamo Nimura Hexstock…. - Senhor Nimura estav... - Nimura ergue um dedo a frente em direção ao capitão. - Só um momento, estou ocupado agora. - Cortava o mesmo. - Então Senhorita Lawford, o que me diz sobre me permitir lhe proporcionar um pouco mais de prazer?

Todavia naquele exato momento Kare não parecia exatamente ansiosa por sentir prazer e sim por descobrir um jeito de sair dali o mais breve possível, mas para alguém da laia de Nimura aquilo também era uma oportunidade. - Hnm… Realmente. Sim existe algumas formas sem que seja necessário esperar o Log calibrar, mas talvez eu não queira que uma preciosidade que nem você deixe a ilha. - Ele sorria para ela, a aranha em seu ombro nesse momento corria por seu corpo descendo e indo em direção a algum lugar enquanto atravessava a rua principal. - Mas talvez você possa me persuadir, digamos, durante uma refeição? - Ele girava postando-se quase ao lado de Kare enquanto oferecia a morena seu braço, como se a convidando a um passeio.

Kare inicialmente olhava-o e percebendo que isso exigiria passar mais algum tempo ali ela perguntava sobre repelente para aranhas aproximando-se do mesmo, agora que a aranha não estava mais no ombro do mesmo pode fazer isso com tranquilidade. Um sorriso cheio de confiança e safadeza surgiu no rosto de Nimura que mais uma vez faria sinal ao seu braço em "gancho". - Se me acompanhar todos esses pequenos problemas poderão ser facilmente contornados. - Senhor Nim... - Capitão, estou muitíssimo ocupado nesse momento, tenho muitas atribuições na ilha que precisam da minha mais urgente atenção. Se precisar de mais informações vá a Estalagem, o pessoal lá é bastante competente. Passarei aqui mais tarde para falarmos da taxa portuária. Agora se me dá Licença. - Com uma voz muito mais serena voltava-se para Kare. - Kare… Posso lhe chamar assim? - Ele então novamente repetiria o nome como ela disse para falar e completaria. - Me acompanha?

Kare então se encaixava nele, mas antes de partir Vick avisava. - Senhorita. Levarei Poky e arrumarei um quarto na Estalagem. - Com isso pegava a Doninha e a bagagem de Kare.


>><<


Enquanto andavam Kare puxava novamente o assunto do seu interesse. - Como eu disse antes. - Ele se virava para ela e com uma voz baixinha e cheia de maldade repetia. - Todas essas pequenas dificuldades podem ser resolvidas, tudo que preciso é. - Ele erguia a outra mão. - Estalar os meus dedos e se eu quiser será fácil assim, mas neste momento estou mais tentado a aproveitar-me da Honra de vossa companhia. Karelina-Sa-ma. - Terminou de dizer com perversão em direção a ela. - Lhe garanto que não terá nenhum arrependimento.


De algum jeito eles pareciam ter se dado "bem". - Inclusive, vou adorar ouvir mais sobre os seus desejos para Melhor servi-la Karelina-Sa-Ma. - Ele continuava a guiá-la em direção a um restaurante com sua "presa" arrebatada, ou ao menos o que ele achava ser isso.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 4 ~ Falência Articulada   Apresentação 4 ~ Falência Articulada EmptyTer 16 Jun 2020, 12:08




- Obrigada Martha pela gentileza. - Casualmente falando com ela, ao mesmo tempo que lhe dou os pertences, sorrindo de maneira amável como uma boa amiga.

E com minha mão gentilmente enlaçada no braço de Nimura iria aproximar meu corpo ao dele, então toda trabalhada no deboche e falsidade me viro para o capitão ostentando um sorriso super meigo e aceno duas vezes com os dedos da outra mão, como se quisesse dizer. "Bye bye." E sendo muitíssimo fofa iria virar o rosto enquanto jogo o cabelo para o lado, deixando assim o capitão ter mais uma vez a visão de minhas costas se afastando, enquanto eu desfilo ao lado do loiro, mantendo um pé na frente do outro a cada passo, evidenciando o mover sinuoso do quadril ao caminhar. "Sinto muito capitão, mas vossa pessoa nunca foi a prioridade." O pensamento de lamentação para com o capitão me faria expressar um sorriso aparente, com uma sutil pitada maliciosa.
Ao ser chamada por um apelido iria desviar meu olhar do dele, querendo esnobá-lo. - O correto seria dirigir-se a mim como Srta. Lawford. - Falaria fingindo estar desgostosa com a aquela forma de tratamento informal e deselegante (o que não é totalmente mentira). - Mas… - Dizendo agora de forma mais calorosa por assim dizer, mas ainda evitaria o contato visual, só pelo suspense. - Você, eu permito que me chame de Karelina-sama. - Diria como se estivesse concedendo a ele um privilégio, ao mesmo tempo que meus olhos se movem lentamente de encontro aos dele, tendo também uma nítida tonalidade perversa nas palavras.

De maneira repentina o aperto de meus dedos ficaria forte, mas apenas por um instante, e um calafrio percorrendo todo meu corpo me faz arrepiar, enquanto involuntariamente inspiro fundo prendendo a respiração logo em seguida. "Eu realmente adoro quando se comportam assim." Sentindo toda superfície de pele eriçada permaneço estática por um instante, então o ar ardente sairia de meus pulmões no momento que eu expirar bem devagar pela boca. - Claro… Será um prazer lhe fazer companhia. - Com a voz genuinamente calorosa diria pausadamente, sentindo como se uma chama fosse acesa em meu íntimo, e isso seria notado em minhas bochechas e lábios um pouco mais avermelhados, então involuntariamente passo a sorrir, revelando a líbido que preenche meu ser neste momento, fechando parcialmente meus olhos que pareciam brilhar num laranja de maior intensidade, quase que o devorando com eles, e mesmo que umidade tenha aumentado além das minhas vestes de repente ficarem mais justas e apertadas no busto, isso não iria atrapalhar meu digníssimo andar, mas desde então o laço de meus dedos permanecer-iam com mais firmeza em torno de seu braço, e sutilmente seria puxado, tendo dessa forma maior contato com meu corpo calorosamente acolhedor.

Deixando que Nimura guia-se não poderia deixar de sentir um grande apreço por tamanha demonstração de boa vontade, apesar de tal prestatividade provavelmente ter seus próprios interesses. - Bom, confesso ter desejos ainda insaciados, e acredito que vossa serventia possa satisfazê-los. - Fazendo um pouco de mistério diria maliciosamente, brincando um pouco com as palavras, para estimular mais do lado "altruísta" de Nimura. E durante esse passeio daria um pouco mais atenção ao caminho, não apenas para retornar até a estalagem, mas também a fim de guardar na memória alguma livraria se caso eu passar próximo em algum estabelecimento do gênero, e de um mercado com frutas, mas não ficaria procurando por esses comércios, até porque não desejo que o Nimura ache que não estou demonstrando interesse no oferecido por ele.

>><<

No restaurante eu deixaria que o cavalheiro escolhesse a refeição assim como a bebida, para que ele possa tentar me agradar mais, e também não iria tratar imediatamente de negócios, afinal ele se comportou bem, então não vejo problemas em deixá-lo provar um pouco de minha companhia com assuntos triviais. - Suponho que como anfitrião dessa ilha vossa pessoa possua algum cargo de importância, estou enganada? - Questionando-o com casualidade, aparentando interesse em saber mais a respeito dele, profissão, uma simples pergunta do dia a dia, sem segundas intenções (neste caso). E também estaria aberta a receber perguntas sobre minha pessoa, pois é perfeitamente natural que meu tão belo ser instigue a curiosidade nos outros.

- Nesta ilha acredito que os moradores tenham lidado bem com a fauna, conseguiram domesticar os animais, isso desperta um pouco de meu interesse. - Diria sem maiores demonstrações sentimentais, apenas como um comentário sobre a ilha. - Domar feras selvagens até que se tornem obedientes e disciplinadas, essa idéia me excita, talvez eu me dedique em aprender as técnicas adequadas para o adestramento, e também as pratique. - Agora diria com a voz mais lasciva com um tom de diversão, podendo dar a entender que minhas técnicas de domagem seriam praticadas com o loiro.

E se ele tocasse no assunto de quem busco, minha postura não mudaria muito, mas permaneceria sigilosa. - Existe alguém que desejo chamar a atenção, e para isso acredito que em Tuntz Tuntz eu possa cativar essa pessoa a me perseguir, afinal prefiro que venham até mim, então eu gostaria da informação correta para causar um grande estardalhaço nos negócios dessa pessoa. - Apesar dele não querer revelar o nome pessoa imediatamente, Nimura notaria que minha voz estaria carregada de perversidade, e meu olhar ficando afiado o legítimo desejo sádico de caçar, a ponto de sentir meus lábios ressecando o que me faria percorrê-los brevemente com a língua, na sequência tomaria um gole da bebida.

E se Nimura não mostrasse aversão a esse meu interesse, eu não guardaria mais segredos. - Ela é conhecida por Lust, aparentemente a líder de uma grande organização criminosa, o que apenas a torna mais atrativa, imagino que será recompensador detê-la, em Tuntz Tuntz é onde recebiam a carga dos vinhos mais caros e também armas provenientes do North Blue. - Nesse momento eu teria ficado mais morna, sem desejo ou cobiça, ficando quase desinteressada por se tratar de algo desestimulante, mas ainda estaria dialogando normalmente.

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