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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante

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AutorMensagem
ADM.Senshi
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ADM.Senshi

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MensagemAssunto: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 4 EmptyTer 02 Jun 2020, 13:12

Relembrando a primeira mensagem :

Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) revolucionários Azura V. Pendragon, Duncan Dellumiere, Garfield Henryford e Naomi Yumi. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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AutorMensagem
Sagashi
Revolucionário
Revolucionário


Data de inscrição : 17/01/2014

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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 4 EmptyQui 09 Jul 2020, 19:53


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”Droga, essa chave com certeza não serve para a jaula… ou não para a minha, pelo menos.” Escutava o tilintar das chaves e percebia que o homem estava bêbado demais para ter noções de dimensão. Cabia a mim guiar o abastiado de liberdade que paradoxalmente se punha em uma relação de escravidão com a bebida, portanto, diria: — Apoie-se em algum lugar, dê uma respirada antes de tentar abrir. — Diria compassivamente, atirando o olhar para o coelho e o anão. ”A gaiola do capitão é de passarinho. Talvez a chave sirva para ele. Ou então, abra algum outro compartimento menor ainda…” Olharia para o homem novamente. — Tenta usar na de passarinho ali. Se não conseguir, não tem problema, você deu o seu melhor. — Esperaria que se retirasse ou que sentasse na minha frente.

No caso de se retirar, rapidamente viraria o rosto para Lenora e Katie, e diria: — Se acalmem, ninguém fará mal a vocês, eu não permitirei que isso aconteça. — Agora, se ele ficasse lá ou não, prosseguiria do mesmo jeito. — Garotas, vocês conseguiram curar a mulher do capitão? — Esperaria com o coração que a resposta fosse não, para que assim eu pudesse colocar uma esquematização em prática. Sendo não, diria ao homem: — Chame seu capitão, diga que sei como curar sua mulher. Sou um homem que cura por meio da religião, por meio do brilho do grandioso Sol. Tudo que preciso é da esposa dele, ao meio-dia, em um altar ao meu alcance. Eu a curarei independente da doença. — Sorriria para o homem.

Entretanto, se Lenora e Katie tivessem sido exímias em seus serviços, franziria a testa e olharia para baixo. ”Maldição…!” Pararia para pensar e voltaria ao homem novamente. — Seu Oscar, estou com sede, presumo que meus colegas também estejam. Traga um pouco dessa sua bebida para mim e ofereça a eles também, depois, sente aqui na minha frente, temos bastante coisa a conversar. Chame um amigo seu também, se possível, para que estejamos todos mais confortáveis. — No fundo, queria apenas coletar o máximo de informações possível, portanto quanto mais pessoas, melhor.

Se Zhac fosse libertado, rapidamente diria a ele: — Arranje um lugar para se esconder, Zhac. Se todos nós morrermos ou formos vendidos aqui, você pelo menos se safa. — Sorriria esperançosamente para ele. Viraria para Oscar. — Eu quero ser o primeiro a ser levado, se formos vendidos. Estou disposto a dar o que vocês quiserem pela liberdade de meus companheiros. Não me importo com meu corpo físico, afinal, meu verdadeiro corpo é extrasensorial. — Finalizaria olhando para todos ao redor.

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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Dá meus 10kk de recompensa pf.
— Me tira desse farol.
— Deixa eu forjar uma paradinha mec.
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Akuma Nikaido
Pirata
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Akuma Nikaido

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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 4 EmptyQui 09 Jul 2020, 20:20



Se por um lado me desanimava a resposta de M-4 a respeito de conhecimentos médicos, por outro a de Morgana me deixava bem empolgada. Não conseguir passar desapercebida em uma missão de resgate? Ok, talvez não tão bom. Mas habilidades culinárias? Meu estômago revirava só de pensar.


— Quando isso tudo passar, me deixe provar uma de suas comidas? Meu estômago já tá roncando só de pensar!


E de fato podia realmente senti-lo roncar, fosse só uma impressão ou não. Obviamente eu conhecia bem minhas prioridades. Nosso caminho continuava pela Red Line quando, de repente, eu também espirrava. Sentia-me bem, apesar disso.


— Ah, gomen... Será que estão falando de mim?


Nota cultural do titio Akuma:
 

Um pensamento passava pela minha cabeça, nesse momento: todas aquelas pessoas espirrando no navio, anteriormente. Será que estavam assim como eu? Mas se aquilo não era um resfriado, o que poderia ser?


Minha mente começava a trabalhar nessa ideia, mas a fala de Morgana a respeito de Garfield me relembrava das coisas horríveis que ele falara pra ela mais cedo. Como poderia esperar que ela ficasse confortável com essa missão?


— Morg-san, se quiser me esperar aqui, eu posso prosseguir sozinha... Sei que não se sente confortável perto do Garfield, e não te culpo. Mas se quiser vir, quero que saiba que eu jamais deixaria ele te fazer algum mal. Não acho que ele não mereça essa desconfiança, inclusive de minha parte, mas vamos tentar trabalhar para torná-lo alguém melhor. Ele é meio insano, então às vezes a comunicação pode ser meio difícil, mas...


Não conseguia sequer terminar minha frase. A frase de Morgana me desviava a atenção e olhava para onde ela estava mirando. E bem a tempo. Via Azura cercada por pessoas que aparentavam querer atacá-la e Duncan... flertando com uma garota? Bom, quem era eu pra julgar, não é mesmo?


Respirava fundo enquanto pegava minha besta, armava-a e começava a fazer a mira. Era um movimento já quase que automático, bastante treinado por mim e que já não me dava mais tanto trabalho.


— Morg-san, você sabe lutar? Se não, deixe que eu te protejo!


Naquele instante eu não tinha muito o que fazer. Mesmo que conseguisse disparar repetidas vezes, eram pessoas demais querendo a cabeça de Azura. Mas havia algo que me atrapalhava de compreender a dimensão da situação: por que Duncan não estava ajudando? Digo, tudo bem que ele parecia estar com uma mulher maravilhosa, mas ele não deixaria que Azura apanhasse por isso... Talvez houvesse algum motivo. Além disso, preferia evitar machucar pessoas possivelmente inocentes, se desse.


Assim, analisava rapidamente o local e procurava por algum objeto, de preferência metálico, no qual eu pudesse atingir. A pancada de um dardo voando nele serviria de distração por um momento, e sua aparição do nada poderia suscitar dúvida e até mesmo medo em alguns. Se conseguisse fazê-los correr ou se esconderem já era o bastante para salvar Azura.


Se encontrasse local propício, atiraria nele, fazendo a mira mais precisa possível, levando em consideração o vento, a chuva e o desnivelamento de altura. Assim que disparasse, já posicionaria novo dardo, preparando novo tiro, se julgasse ser preciso.


Entretanto, se não encontrasse algum lugar adequado, miraria na pessoa que estava mais próximo de atacar Azura. Preferia evitar, mas ao menos se alguém caísse do nada poderia fazer com que os outros perdessem a coragem.


Estaria preocupada, ainda, com um possível ataque a Morgana ou a mim, dando prioridade para nossa defesa caso observasse isso. Por mais que a sirena não tivesse habilidades de furtividade, a forte chuva e o barulho que ela fazia tornava nossa localização mais difícil de ser encontrada, nos dando ao menos esse elemento surpresa de vantagem. Esperava que isso fosse o bastante.



Objetivos:
 

Citação :

Contagem

Posts: 6
Ganhos: -
Perdas: -
Relações: M-4: em construção
Morgana: em construção

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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 4 EmptySex 10 Jul 2020, 00:21


O Eclipse

We are Revolution!






Ignorando totalmente minhas palavras, Azura simplesmente partia para atacar os piratas como se pensasse que eram cúmplices dos sequestradores. Por alguma razão, ela vinha mostrando palavras e ações que pareciam bem mais controlados do que eu esperava para alguém com o mesmo problema que eu então eu simplesmente deduzia que ela não havia me dado ouvidos e pensava que seu plano era o mais eficaz.

- Tsc... - Dava de ombros deixando-a fazer o que quisesse, eu pretendia cumprir minha promessa de não me envolver e esperava que com isso talvez ela pudesse aprender uma lição valiosa, líderes impulsivos apenas colocam todo o seu grupo em risco. Se ela continuasse assim, com certeza nos levaria a morte um dia.

Ao ponto que eu já estava ao lado da mulher que havia apontado uma direção, Azura derrubava um pirata aleatório com um gancho. Era aí que eu finalmente reparava com quem estava negociando. Uma mulher bonita, com cabelos castanhos e uma tatuagem um tanto quanto exótica que não deixava dúvidas de que era uma pirata.

O sorriso em seu rosto indicava mais que um gosto por dinheiro, e eu gostava daquilo. Ela parecia saber bastante sobre o grupo de sequestradores mas naquele momento era quase uma luta moral continuar prestando atenção em suas palavras. Não tinha estado com uma mulher desde que deixei Dawn Island, muito menos uma como aquela. Infelizmente, entretanto, aquele não era um bom momento para isso.

Após prender uma das lanças nas costas eu alisava seu cabelo com minha mão direita mas logo levantava a mulher suavemente - Eu adoraria te mostrar a minha melhor lança, mas não posso deixar meus amigos na mão agora - Dizia tentando demonstrar em minha voz que sentia muito por aquilo - Pode ir comigo espancar aqueles caras, aposto que gostariam disso. Depois, a gente pode resolver essa questão também - Dizia por fim com um sorriso sedutor e alisando de leve a bochecha da mulher com a palma da mão direita, como quem estava prestes a beijar a mulher.

Azura naquele momento parecia cercada pelo bando enfurecido do cara que ela havia nocauteado. Sabia muito bem que ela havia causado aquilo para si mesma, mas confiava o suficiente na major para saber que ela era forte o bastante para vencer aqueles caras sozinha. Pretendia deixá-la ali para aprender a lição, mas mantinha ainda uma certa atenção no combate para ver como iria se desenrolar.

Quanto a pirata, esperaria por sua resposta. Não me importava muito se iria me seguir ou não, mas teria uma resposta diferente para cada cenário. No caso de concordar em vir comigo, eu daria as costas e seguiria o grupo após sacar novamente a segunda lança. Deixaria que me guiassem até o local onde os sequestradores estavam mas manteria sempre a guarda alta. Caso a resposta fosse negativa, eu perguntaria - Então pode me passar a informação? Quero acabar com isso o mais rápido possível para não correr o risco de perder alguém. Quando tudo acabar, teremos um tempo para nos conhecermos melhor - Depois disso, olharia para Azura uma última vez para ver como estava se saindo. Em todo caso, antes de partir prestaria atenção na luta da amazona e caso percebesse que a situação não estava boa, ficaria ali e observaria bem a situação para descobrir a melhor forma de interferir.



Post: XX ~ Rename: O Eclipse ~ Location: Calm Belt

Notes: •Ganhos:

•Perdas:

Legenda: Falas
"Pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico (Geral):
 



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Em homenagem aos que se foram::
 
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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 4 EmptySex 10 Jul 2020, 02:04


Estava completamente fora de mim, dava um soco em um dos porcos que ignoravam minhas palavras, sentia algo bem satisfatório vendo o mesmo sendo jogado ao chão, mas aquilo estava bem longe de extravasar toda a raiva que estava em meu coração, não me sentia assim desde Conomi. Quando dava por mim via oque era mais obvio acontecer, vários dos piratas que provavelmente eram companheiros do que eu tinha socado vinham em minha direção.

- Isso foi tão gostoso! Falava me virando para o resto do grupo. - Muito bem, hora de achar um novo brinquedo! Falava em um tom completamente raivoso.

Assim daria início a corrida em zig zag em direção aos que estivessem a minha frente, enquanto correria posicionaria meu escudo em minha mão destra, preparando-a para algum tipo debloqueio caso fosse pega de surpresa. Tendo alcance o suficiente de qualquer um dos piratas, saltaria por sobre o seu corpo e ainda por detrás dele, almejando pegá-lo de surpresa, e impulsionando-me ao ar o máximo que conseguisse, girando-me de forma vertical para a frente e esticando a perna destra poucos momentos antes de voltar a cair. Procuraria atingir o corpo do pirata com a maior força possível para que ele fosse ao chão do porto, enquanto fazia os meus movimentos usava o máximo de força possível, pois estava tentando extravasar toda quela raiva dentro de mim.

Caso em meio a esse ataque algum deles tentassem me atacar arquearia meu escudo na altura do ataque dos piratas apoiando com os dois braços para que o bloqueio não me jogasse para trás, em seguida jogaria meu corpo para frente com o escudo a fim de desequilibrar a pessoa que estivesse me atacando. Depois agacharia o mais rápido possível esticando minha perna direita fazendo um movimento em meia lua da direita para esquerda afim de dar uma rasteira no inimigo. Assim que o mesmo tivesse no chão para enfim acabar com o mesmo levantaria e arquearia minha perna para cima e desceriam com um poderoso chute de calcanhar em seu crânio.

Após iria de encontro ao próximo inimigo sempre correndo em Zig Zag afim de esquivar de qualquer projetil que possa vir em minha direção, assim que tivesse bem próximo do inimigo, com um sorriso no rosto de quase encostar a cara um no outro me agacharia colocando a palma das mãos no chão, para me apoiar, jogaria meu corpo em cima dos braços em seguida esticaria minha perna destra em direção da cabeça do homem assim efetuando um poderoso chute na vertical de baixo para cima no queixo do homem.
Caso alguém desferisse algum golpe em minha direção em meio a esse ataque rapidamente elevaria meu escudo de lado fixando minhas pernas no chão para poder receber todo impacto do golpe.

Caso os golpes que estivesse efetuando estivessem dando certo me distanciaria por um segundo falando. - Vamos lá porra, isso é tudo que vocês tem para oferecer? Esbravejava com toda a minha fúria

Assim entraria em posição de combate novamente ficando minhas pernas no chão e esperaria o próximo movimento de um dos inimigos, assim que um deles viesse em minha direção, com o escudo ainda em meu braço direito levantaria para tentar bloquear o golpe como pudesse, jogando seu corpo para frente afim de desequilibrar o inimigo sempre atenta a minha volta para outros ataques alheios e pronto para se desviar como pudesse caso estivesse com meu escudo ocupado, na primeira brecha que achasse faria o meu contra-ataque. Quando um dos inimigos atacassem, tentaria me desviar para qualquer lado que conseguisse e assim com a ajuda da minha acrobacia daria um grande salto procurando ficar acima da cabeça do pirata, nem que tivesse que dar um salto no braço do oponente para depois saltar novamente, ou até mesmo um dos outros adjacentes. Quando estivesse acima da cabeça o oponente, com certeza o mesmo tentaria olhar para cima. Enquanto estivesse no ar, daria dois giros no ar e no final do segundo daria nem que fosse um pouco de impulso, e no momento certo tentaria acertar a cabeça do homem com o calcanhar usando toda a sua força física combinado com o impulso que havia pego. Caso não me atacassem, tentaria o forçar a fazer um movimento, indo pra cima e como era mais rápido tentaria usar um ataque falso para forçar uma defesa do oponente e assim prosseguir com o meu plano.

Se tudo ocorresse como esperado, mesmo talvez sendo melhores que os primeiros, seguiria minha sequencia de golpes para o próximo inimigo. Pularia na direção do mais próximo com o escudo na frente visando evitar qualquer golpe vindo do mesmo, tentaria desequilibrá-lo para em seguida ao tocar o chão, ficaria de cabeça para baixo com as mãos esticadas apoiando-se no chão com as duas mãos e flexionando um pouco os joelhos e no momento em que as mãos tocassem no chão também as flexionariam para não receber muito dano com o seu peso e logo em seguida usando toda a força em seus braços iria se impulsionar-se contra o inimigo esticando suas pernas com força para acertar com os dois pés bem no meio do queixo do oponente.

Colocaria toda a minha força nesse golpe, e logo depois tentaria voltar a uma posição defensiva enquanto observaria a minha situação em meio ao combate. Ao mesmo tempo sempre tomando cuidado a minha volta, sempre tentando se esquivar da melhor maneira possível, ou colocando o escudo na frente do golpe que estivesse vindo em minha direção. Assim focaria no próximo inimigo, correria em sua direção em zigue zague usando chegando em uma distância boa do mesmo daria um pulo girando 360º e tentaria atingir o adversário com o calcanhar na lateral de sua cabeça. Logo em seguida, independente de ter nocauteado ou não o oponente, iria se focar na defensiva tentando me defender como pode, usando tanto minha acrobacia, quanto meu escudo. Se em algum momento falhasse na execução de seus golpes, rapidamente recuaria dando saltos para trás com o escudo a minha frente e manter sua guarda bem fechada sempre priorizando o bloqueio com minha mão direita com o escudo e se não fosse possível tentaria me esquivar ao lado contrário do golpe sempre tomando cuidado para não esbarrar a minha volta. Tentaria fazer todos esses movimentos repetitivamente até não sobrar mais nenhum inimigo em minha frente, esperando que derrotando a maioria o restante me levasse mais a sério naquele momento, mas sempre atenta a minha volta para não ser pega de surpresa.

- Espero que tenha sido tão bom para vocês quanto fora para mim!
Dava uma pequena pausa olhando os homens caídos. - Não!? Que pena! Falava com a voz ríspida, olhando quem ainda estivesse de pé. - Acho melhor me falar para onde foram as pessoas que pegaram meus amigos, ou querem experimentar todo o meu potencial! Tentava intimidar as pessoas em volta sabia que não era meu forte, mas esperava que a situação ajudasse nisso.

Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 4 EmptySex 10 Jul 2020, 23:55


Narração
Sensação térmica: Frio
Chovendo
Localização: Farol
À noite




Garfield
O bêbado tentava abrir a gaiola inutilmente. Garfield olhava para a chave e percebia com facilidade que era impossível que ela abrisse qualquer uma das gaiolas maiores. Por isso ele sugeria para o homem abrir a do cabo Zhac. O homem sorria para ele, soltando um pouco o bafo bêbado dele no rosto de Henryford.

Oscar dava um passo na direção da gaiola pequena e acabava por cair no chão quando queria só se agachar para ficar mais fácil de abri-la. E a abriu com facilidade. Garfield indicava para o pequeno “sumir” e se salvar e ouviu ele falando baixinho que iria buscar por ajuda enquanto saía correndo daquele lugar.

Com aquilo resolvido e o bêbado ainda se recuperando da queda, Henryford se virou para as mulheres e aos poucos tentava acalmá-las. Mas não era só isso que ocorria ali. O pernas longas também queria saber algo importante. – Sim. Ela não tem nada demais na verdade... Um pouco de descanso e ela vai estar ótima já. – Falava Lenora que não parecia realmente triste de ter tratado a mulher, talvez o orgulho de médica impedia que ela tentasse algo em troca de curar a pirata.

Sem muitas opções, Garfield virava-se para Oscar que aos poucos ia se levantando e pedia por uma bebida. Mas aquilo ficaria para depois. Pois os piratas começavam a sair do acampamento e ir na direção das gaiolas. O capitão do sequestro estava com um den den mushi diferente com ele. Era grande e vigiava as gaiolas com atenção. – Essas são as presas da vez. – Falava ele primeiro mostrando a cela de Katie e Lenora, depois passava os olhos do den den mushi para a de Garfield e então chegou na de Zhac. Foi quando ele parou e falou com raiva. – Oscar! Onde o baixinho está?! – Oscar que estava em pé do lado da gaiola de Henryford pensou em falar alguma coisa, mas a chave da gaiola do anão caiu da gaiola e bateu no chão. O capitão retirou sua espada com raiva e o revolucionário nada pôde fazer além de ver a cabeça do bêbado sendo decepada e o corpo dele caindo no chão sem vida. O capitão olhou para o próprio den den mushi e falou com ninguém. – Já já estaremos de volta. – Falava ele e outro pirata jogava um pano em cima do den den mushi.

O capitão então olhava furioso para Garfield, que era o mais próximo. – Onde o baixinho está?! – Ele perguntava já levando o seu braço esquerdo para trás e estalando os dedos algumas vezes. – Tragam os colares. – Falava ele e depois ele apontava para as meninas na gaiola.


Azura, Duncan e Yumi
A situação era no mínimo complicada para a jovem Yumi entender. A sua companheira de revolução estava cercada e ela não sabia se era sério ou não porque Duncan parecia tranquilo. Mesmo assim instintivamente a jovem pegava sua besta e se preparava para ajudar como poderia. Procurava por algo de metal para atirar, mas o local estava cheio de piratas, a chance de atirar daquela distância e acertar alguma coisa específica de metal era basicamente nula, a chuva não ajudava, o povo movimentando não ajudava, nada ajudava.

Naomi notava que eram pelo menos quinze os piratas que aparentavam querer atacar, mas percebia que havia mais piratas cercando Azura, provavelmente alguns estavam só querendo ver a luta, era difícil realmente saber. Dos quinze não parecia que todos atacavam, porque eles simplesmente não tinham espaço literalmente para atacarem a revolucionária todos ao mesmo tempo, a situação não era tão simples que uma mera distração fosse servir de alguma coisa.

Trazendo Naomi para a realidade próxima ouviu a sereia falando. – Posso lutar sim, mas deixei meu arco e flecha no nosso navio... – Respondia Morgana vendo a confusão, provavelmente indagando se seria uma boa escolha entrar no meio daquilo tudo. – Não pensei que teria que lutar indo arrumar o navio de vocês e mesmo se tivesse, o capitão estava com a gente...  – Falava ela meio desacreditada com a situação que acabara entrando.

Já lá dentro, onde não chovia, Duncan flertava com a pirata. – Eu adoraria te mostrar a ... – Começava a falar Dellumiere, mas ele acabava parando a frase no meio do caminho porque espirrava do nada. A mulher fechava os olhos e se afastava numa simples reação aquele ato. Ouvia alguns dos piratas que pareciam estar com a bonita pirata a sua frente comentando que aquele espirro era meio estranho por vir do nada como veio.

Enquanto a pirata fazia isso, a revolucionária começava a se movimentar em zigue zague, quando ela pulava para tentar dar um mortal por cima de um dos piratas. Outro pirata a acertava pelo lado com um bastão e fazia ela cair desequilibrada no chão da redline. Não demorou para ela sentir sua pele cortando com o corte de uma espada do lado direito, a sua barriga sentiu o corte que ia até a cintura e chegava provavelmente a metade da coxa direita.

Não demorou nem mesmo mais do que alguns segundos para Naomi perceber que a luta de Azura não era comum ou tranquila, era inexplicável porque Duncan estava tranquilo flertando com alguém. O pirata que Pendragon estava avançando simplesmente descia o calcanhar com força na barriga dela. Fazendo saliva e sangue se misturarem enquanto saíam pela boca da revolucionária. A revolucionária furiosa chegava a chutá-los enquanto estava caída no chão, mas seus golpes estavam longe de ter o mesmo impacto sem o apoio e movimento necessário. Três dos piratas até começavam a segurar a perna esquerda dela.

Se recuperando do espirro, Duncan chamava a pirata para ir espancar os sequestradores com ele, mas a moça o olhava meio espantado. – E ela você vai ignorar? – Perguntava apontando para o lado da Azura. Quando Duncan olhasse veria a sua companheira no chão, com vários homens a cercando, vários a chutavam. Alguns cuspiam nela e chamavam ela de “vagabunda maluca”. – Apesar... que se vocês não fizerem nada talvez consigamos acalmá-los e deixar por isso mesmo... – Falava ela pensando na situação, só que nesse momento todos viam um virote de besta acertando as costas de um dos piratas que ia acertar a revolucionária no rosto com o bastão. Nesse momento Dellumiere viu a pequena Naomi na chuva do lado da sereia já com outro virote na mão. Os piratas começavam a gritar e apontar na direção de Yumi. – Imagino que é aliada de vocês... – Falava a pirata desacreditada da coragem da pequena. – Pelo menos ela é fofa... talvez poupem o rostinho...


Off - Kenshin:
 

Legenda:
 


Histórico:
 

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Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 4 EmptySab 11 Jul 2020, 02:15


Sentia a situação se complicando para meu lado, não esperava que os piratas pudessem ler meu movimentos, o sangue escorrendo por minha perna junto da dor o sangue quente tomando minha pele que a alguns minutos estava encharcada de sangue. Fazia com que sentisse nada além de uma raiva encarnada em meu peito, caída no chão trincava meus dentes estava me sentindo envergonhada com aquela situação lembrava que Duncan estava perto de mim e gritava o mais alto possível para que o mesmo escutasse.

- Duncan não ouse interferir em minha luta, isso é uma ordem! Ou eu não te perdoarei! Esbravejava o mais alto possível, sabia que minha perna direita poderia sofrer depois com o esforço que poderia esta fazendo, mas foda-se não precisava de ajuda de ninguém.

Aproveitando o foco deles em minha perna tentando ignorar a dor em meu abdome ergueria meu busto a noventa graus a fim de estar próximo e com o braço direito daria um soco na lateral do crânio do pirata mais perto, caso ele tentasse contra-atacar instintivamente colocaria o escudo em minha frente, e em seguida colocando o braço esquerdo para dar apoio ao meu corpo, mesmo sentindo a dor rasgando em minha perna tentaria dar um chute com minha perna direita, o mais forte possível afim dos piratas se chocarem e assim me verem livres.

Caso desse certo, com o uso de acrobacia tentaria dar um trezentos e sessenta com as pernas a fim de me posicionar novamente para o combate, mas dessa vez era diferente, minha cabeça estava vazia, minha visão estava como se tudo estivesse em vermelho, destacando apenas os piratas a minha frente, oque não eram poucos, mas aquela altura já não importava.

Minha posição de combate agora era completamente diferente, visto somente por Lenora em conomi island em uma de minhas batalhas, estava em uma posição mais animalescas, apoiando minhas mãos e meus pés ao chão como se fosse uma verdadeira animal, algo bem característico em forma de luta de algumas guerreiras do antigo bando de minha mãe, daria alguns saltos para trás afim de tomar distancia sem perder a posição em que me encontrava.

Naquele momento já nem estava ligando para a dor em meu abdome ou minha perna, tudo que queria era acabar com a raça daqueles piratas. Passava a língua em volta dos meus lábios como uma  verdadeira cobra, visto que o animal mais comum em minha ilha de origem eram ophidios. Assim esperando o primeiro movimento do inimigo para que assim pudesse dar o primeiro bote.

Caso viessem em minha direção, usando de minha aceleração correria o mais rápido possível em direção do que tivesse feito o movimento, assim que estivesse o mais perto suficiente, usando meus braços como base arquearia meu corpo para frente entrelaçando minhas pernas no pescoço do alvo, caso conseguisse apertando com o máximo de força possível prendendo as pernas, em seguida usaria minha força mais o nosso peso em conjunto para poder jogar a cabeça do inimigo para trás a fim de enterrar a cabeça dele no chão. Caso tivesse um contra ataque ou apenas um ataque de lados inesperados, tentaria colocar o escudo em minha frente ou somente pulando para o lado oposto a fim de esquivar do golpe inimigo, e em seguida tentaria fazer o mesmo movimento.

Caso tivesse feito o movimento com sucesso e percebesse que haviam inimigos se aproximando de mim, ainda com as mãos no chão como apoio para meu corpo, faria com que minhas pernas ficassem retilíneas como se meu corpo fosse um grande “T”. em seguida começaria a movimentar minhas mãos para que meu corpo começasse a girar, utilizaria minha aceleração para isso, a fim de chutar o máximo de inimigos possíveis que estivessem se aproximando de mim, tentaria ignorar toda ou qualquer dor que meus ferimentos pudessem estar me causando, e utilizar disso para ganhar mais energia para continuar lutando.

Ilustração do movimento

Após esses movimentos, voltaria a me distanciar a fim de observar meus inimigos, minha lingual do lado de fora da boca balançando como se realmente fosse uma cobra, quanto mais lutava, mais sentia energia para continuar independente dos ferimentos que eu tivesse, ou como ficaria depois de tudo aquilo, meu objetivo ali era acabar com aqueles idiotas e ir atrás dos meus amigos.

Ainda em vista que tinha mais inimigos a minha frente, sairia correndo em zig zag na direção do mais próximo, assim que estivesse de frente com o inimigo, aproveitando que minha posição já estaria mais baixa, apoiando com os dois braços no chão, esticando as duas pernas juntas para a fim de dar uma rasteira no inimigo, caso alguém tentasse me parar ou o mesmo tentasse fazer algo em meio meu ataque, instintivamente tentaria pular para o lado oposto do golpe, ou bloquear com meu escudo e em seguida contra atacando com um gancho de esquerda em seu rosto. Depois voltaria ao movimento original.

Caso conseguisse efetuar a rasteira pularia em cima do corpo do inimigo e com os dois polegares enfiaria eles em sus olhos apertando com o máximo de força que conseguisse a fim de estourar seus olhos, caso alguém tentassem me parar em cima do inimigo, usando acrobacia, fazendo força com as minhas pernas, mesmo com uma delas meio debilitada tentaria dar um mortal para trás tentando cair na mesma posição animalesca que tinha começado o segundo round da batalha.

Olhando fixamente para o próximo inimigo, assim que minha visão estivesse travada nele correria o mais rápido possível em sua direção, assim que estivesse a uma distância curta, jogando meu corpo para cima e apoiando meus braços no chão começaria a dar algumas cambalhotas em direção alvo, a fim de evitar algum ataque imprevisto, em seguida, assim que tivesse bem próximo daria um salto sobe o inimigo, e assim que tivesse nas costas dele antes de cair no chão tentaria dar um poderoso chute com minha perna esquerda a fim de acertar a coluna do mesmo. Assim empurraria o mesmo e com o impulso do corpo do homem daria uma pequena cambalhota no ar tentando cair na mesma posição animalesca, lambendo meus lábios como uma cobra.

Ilustração do movimento

- Com vocês não tem mais conversa! Eu quero é sangue! Gritava olhando para os inimigos restantes, e tentaria repetir alguns movimentos já feitos para eliminar mais alguns inimigos e em seguida voltaria a me distanciar, agora começando a sentir o verdadeiro incoomodo do ferimento, assim tentaria ignorar e ficar atenta para ver se havia mais algum para que eu pudesse erradicar.

Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 4 EmptySeg 13 Jul 2020, 01:57


O Eclipse

We are Revolution!






Droga… Acho que fiquei muito perto da Azura...” Pensava descontente após o espirro inesperado interromper meu flerte “Mas talvez tenha sido melhor assim” Concluía ao me lembrar do que estava para falar e por isso acabava precisando conter uma risada. De qualquer forma, sabia muito bem que não era o momento para aquilo e logo propunha para que a mulher e seu grupo viessem comigo como reforços para derrotar os sequestradores. Confusa, a pirata me mostrava a luta de Azura e era nesse momento que eu percebia a proporção da confusão que a líder havia se metido.

Aquela altura Azura já estava cercada, sendo segurada e cuspida por diversos homens além de possuir um corte bem feio na região da cintura. Eu já esperava que ela tivesse arrumado uma confusão maior do que ela mesmo esperava, mas aquilo realmente havia saído do controle. Se antes eu até gostava da ideia de ela apanhar um pouco pra aprender as consequências de seus erros, agora me preocupava que ela poderia não sair viva daquela situação.

Naquele momento apertava com força o cabo da lança, com um misto de rancor e frustração. Deveria ter dado um jeito de impedi-la de fazer aquela maluquice, mas como poderia? Conhecia a garota bem o suficiente para saber que era muito cabeça dura quando colocava algo na cabeça. Meu trabalho como seu braço direito era justamente dar-lhe essa razão que lhe faltava, mas como fazer isso se ela simplesmente não ouvia? A sensação de impotência que surgia me tomava aos poucos, e entre pensamentos furiosos “Garota imbecil… Mate todos eles… Imbecil… Mate… Mate…” percebia aos poucos um desejo primitivo de matar todos aqueles que faziam mal aos meus amigos.

As palavras da mulher, aquela altura, mal podiam ser ouvidas por mim e o motivo nada tinha a ver com a forte chuva que insistia em cair. O exercício de respiração de Lenora era o que fazia com que eu não avançasse de forma desgovernada “Mate… Mate...” mas aquela altura eu não sabia por quanto tempo funcionária. Era nesse momento que ouvia a voz de Azura rasgar os ares e chegar até meus ouvidos. Ouvir sua determinação era o suficiente para trazer de volta minha sanidade.

Hmpf… Uma ordem...” Pensava de forma irônica a fim de me acalmar novamente. Percebia olhando ao longe que Yumi também estava no local e que havia trazido consigo aquela sereia. Provavelmente uma ordem de M-4 e um reforço que seria bem vindo. Com um sorriso confiante surgindo em meu rosto, percebia na determinação de Azura um sinal de amadurecimento. Ela havia percebido seu erro e provavelmente não queria deixar que nossos amigos sequestrados fossem punidos por ele. Que tipo de braço direito eu seria se não realizasse seu desejo e ainda permitisse que nossos amigos fossem vendidos como escravos? Mais importante, que tipo de braço direito eu seria se não confiasse na força da minha líder? Olhando para o anel da tempestade em meu dedo anelar, eu sorria e respondia com confiança a pirata - Ela não precisa de ajuda!

Sendo sincero, não tinha total certeza de minhas palavras. Sabia, entretanto, que precisava confiar em Azura e em sua força. Não sabia se Yumi pensaria como eu, também não desejava forçar a sua decisão. Nesse momento, apenas dava dois passos a frente e gritava com toda a força que meus pulmões permitiam - AZURA! - Chamava primeiro a atenção - Eu vou na frente então! Não ouse perder, Arauto do Céu! - Com aquelas palavras, recuava com a confiança revigorada e finalmente perguntava a pirata:

- Preciso fazer a minha parte e salvar meus amigos, ou ela não vai me perdoar. Pode me apontar a direção? - Esperaria pela resposta e então iria na direção apontada. Antes de sair, porém, olharia para trás e perguntaria com um sorriso - Você vem? - Depois disso, seguiria em frente sem olhar para trás, confiando que Azura seria forte o suficiente para vencer todos aqueles homens. Minha preocupação nesse momento se voltava para nossos companheiros que estavam realmente indefesos em gaiolas e poderiam ser vendidos a qualquer momento.



Post: XX ~ Rename: O Eclipse ~ Location: Calm Belt

Notes: •Ganhos:

•Perdas:

Legenda: Falas
"Pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico (Geral):
 

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Akuma Nikaido
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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 4 EmptyQua 15 Jul 2020, 00:09



Quanto mais eu olhava aquela situação, menos crédula eu ficava. Como diabos os dois haviam se metido nessa? Eu sequer podia usar algum barulho alto como distração, o que tornava as coisas ainda mais complicadas. Raciocinava nas minhas opções enquanto ouvia a fala de Morgana, o que tornava a situação ainda mais séria. Eu precisava proteger não só a mim e à Azura, mas também à sirena.


— Não se preocupe, Morg-san. Eu vou proteger a todas nós.


Falava, tentando demonstrar confiança. Eu acreditava que era capaz? Sinceramente não. Mas deixar Morgana aflita ou com medo só pioraria as coisas. Além disso, não demorava para que Azura fosse atacada em bando e, por mais que não conhecesse bem suas habilidades ou entendesse de medicina, dava para ver que aquilo ia muito mal. Nessa hora não pensava duas vezes e fazia o primeiro disparo.


A lógica aqui era simples: se eu não tentasse pará-los, Azura morreria. Se eu tentasse, talvez alguns se ferissem, mas ninguém sairia morto. Esse era o máximo que eu podia esperar.


— NÃO ACHAM QUE ELA JÁ APANHOU O BASTANTE? VAMOS PARAR POR AQUI A BRIGA E NINGUÉM MAIS RECEBE UM DARDO. CUIDEM DE SEU AMIGO FERIDO, NÃO ATIREI PRA MATAR!


Gritava, parte para ser ouvida, devido a chuva, parte em uma postura de autoridade. Eu podia não saber ou entender muito sobre liderar as coisas, mas entendia que uma postura que emanasse força e autoridade às vezes era o suficiente para evitar uma briga. E tinha conhecimentos em atuação suficientes para saber como o fazer. Mesmo que minha aparência inofensiva não ajudasse nesses momentos, a ideia de receber outros dardos podia fazê-los hesitar.


De toda forma, eu estava pronta para ver meu blefe falhar e, nesse caso, se notasse alguém tomando a iniciativa, fosse vindo em minha direção, fosse tentando mirar em mim ou fosse ainda para voltar a bater em Azura, não hesitaria para atirar um novo dardo. Miraria na pessoa buscando seu ponto futuro, de forma a dificultar uma esquiva, uma vez que o movimento já havia sido iniciado.


— AINDA QUEREM CONTINUAR?


Diria, fingindo estar me divertindo e tendo prazer em vê-los cair. A verdade é que me incomodava profundamente machucá-los, mas conseguia compreender o suficiente a situação em que nós estávamos para ser ingênua e não fazer nada. Feridas podiam ser curadas. Machucados sumiam com o tempo. Mas eles não pareciam que iriam parar somente nisso. E talvez usando o primeiro corajoso de exemplo os outros ficassem com medo para não prosseguir.


Se, entretanto, não desse certo, repetiria o processo de mirar e atirar no alvo mais perigoso naquele momento, procurando recuar enquanto ganhava terreno para manter a distância daqueles que se aproximassem.


— Morg-san, se notar alguém se aproximando da gente, me avise... Não vou deixar que nos machuquem


Diria, em uma altura que somente ela ouvisse. Por também ser uma arqueira, ela provavelmente entendia o suficiente para perceber meus movimentos e compreender os recuos ocasionalmente feitos. E assim seguiria, até que por fim a luta estivesse encerrada.


Vendo que os piratas se afastaram ou vendo-os todos ao chão, garantiria a nossa segurança antes de me aproximar de Azura. Somente então estenderia a mão para ela, perguntando:



— O que aconteceu, Azura-senpai? Ainda consegue lutar? Precisamos continuar para resgatar nossos amigos!



Pensava novamente no fato de que Katie não tivera tempo de me ensinar o básico sobre medicina ainda. Poderia pelo menos ajudar um pouco Azura se soubesse. Mas nesse caso nosso tempo era crucial. Precisava me apressar, mesmo que isso significasse deixar a Major para trás nesse momento. Esperava conseguir seguir o rastro de Duncan.



Objetivos:
 

Citação :

Contagem

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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 4 EmptyQui 16 Jul 2020, 06:08


Narração
Sensação térmica: Frio
Chovendo
Localização: Farol
À noite




Azura, Duncan e Yumi
A situação era complicada e acabava ficando “mais complicada” quando a moça enfurecida cercada e que apanhava simplesmente gritava várias vezes. Aos poucos perceberam que os gritos de fúria formavam uma “frase”. Azura estava gritando “Duncan”, “Não”, “Interfira” aos poucos. O arauto da tempestade aproveitava a brecha criada pela furiosa e gritava que ela não precisava de ajuda. Provavelmente isso era um grito para Yumi, mas essa estava totalmente focada no caos que estava ali e que precisava salvar a major peituda cercada.

Duncan perguntava para a pirata como ele chegaria até lá e ela começou a explicar. Virar à direita na primeira encruzilhada, esquerda na próxima, esquerda depois de novo, direita... foi quando o revolucionário percebeu duas coisas, a primeira e mais óbvia, é que ela não iria com ele, pois se fosse não teria porque explicar aquele caminho absurdamente complexo para ele, pelo jeito que ela descrevia, o local era provavelmente um labirinto. O segundo e talvez até mais importante, é que parecia infinita a descrição dela e isso quando você decidia simplesmente ignorar sua companheira apanhando era algo importantíssimo, pois Dellumiere ia ouvindo os chutes. Ouvia os dardos e ouvia os gritos de Yumi pedindo para eles pararem aquela maluquice. Foi então que uma voz conhecida dele acabou por soar. – Achei vocês! – A voz era muito conhecida para Duncan, havia passado horas e horas com o pequeno aprendendo e por isso não tardou a reconhecer.

Azura no meio de sua fúria pode ter simplesmente recordado da voz do pequeno em seu frenesi para empolgá-la a voltar para a luta. Por isso, após ouvir tal frase a revolucionária acabava ganhando forças para mudar sua posição após literalmente socar um dos piratas. Yumi que observava tudo acabava percebendo que era uma posição bem mais animalesca do que o normal para alguém que estava cercada daquele jeito. Duncan acabava perguntando para a pirata se ela iria com ele e ela só fez com que não com a cabeça. Provavelmente achava alguém que abandonava seus amigos daquela forma não muito digno de atenção, era só um rostinho bonito no fim das contas, pelo menos deu grana para ela. O anão percebia que apesar da situação ruim da revolucionária, que era melhor se apressar e ir até seus companheiros, para Dellumiere pelo menos se manter informado da situação.


Azura e Yumi
Com as forças renovadas, não era difícil mentalmente para a revolucionária animalesca simplesmente se atirar em batalha. Apesar de ela ignorar a dor pela simples fúria que sentia, era óbvio que seu corpo não reagiria totalmente como queria no estado que estava. Ao se virar e ficar de quatro carinha aquela Azura viu um chute dos vários chegando até si. Afinal, eles não haviam parado de fazer isso após a possível reviravolta da major.

O chute pegava em cheio em seu rosto e Azura ficava até mesmo um pouco tonta com aquele golpe claramente potente. Nesse momento outro virote de Naomi acertava e os piratas começavam a ficar divididos entre os que queriam bater na maluca que chegou socando e os que queriam ir atacar a maluca que estava atirando sem motivo.

Naquele momento, meio tonta ainda, Azura acabava por ficar em bananeira rapidamente e girar seu corpo. No começo era um movimento quase como se o pião fosse parar de rodar porque tonta como estava acabava fazendo seus movimentos irem de forma mais diagonal do que como queria que fosse. Apesar disso acertava diversos piratas porque estavam bem perto dela. E isso ia ocorrendo de forma ótima até que a revolucionária simplesmente espirrar novamente. Aquilo fez a maioria ali ser pego de surpresa, o que fez a animal ferida se distanciar com facilidade de seus adversários.

Os piratas, no entanto, não ficariam surpresos por muito tempo e começaram aos poucos a se aproximar de Azura novamente. Até que uma voz bem chamativa ecoou pela caverna. – Meus amigos, não tem porque lutar. – Yumi era a única que via a figura do pirata que falava isso. Afinal, Pendragon só via inimigos por todos os lados. – Aquele homem que estava com ela espirrou. Ela espirrou. Eles claramente foram marcados pelo Mai Kanaka. – Afirmou o homem e a pequena atiradora e a sereia perceberam que diversos daqueles piratas mais curiosos que haviam simplesmente se aproximado por curiosidade de ver a boa luta começavam a se afastar.

Alguns dos piratas que haviam machucado Azura pareciam até querer desistir de lutar depois de ouvir aquilo. Só que havia obviamente um empecilho nisso que era a própria “maluca” que começara a batalha. Aproveitando aquele momento de hesitação de seus adversários, começava a correr na direção de um deles e dava uma rasteira e em seguida pulava em cima do pirata onde simplesmente estourava os olhos deste com seus dedos. A cena grotesca chamava a atenção principalmente porque parecia um milagre para muitos ela conseguir se mover ainda, pois seu corpo já estava num estado péssimo após todos aqueles chutes. Claramente com vários hematomas para todos os lados.

O grito de dor do homem fazia o pequeno momento de lucidez dos piratas simplesmente ir por água abaixo. Yumi percebeu que até os piratas que apontaram para ela e que pareciam que uma hora iriam atacá-la acabaram por desistir por completo disso e voltaram suas atenções a Pendragon mais uma vez. – Esse seu grupo é completamente maluco. – Ouvia a sereia falando literalmente com nojo ao ver aquilo.

E todos ouviam a revolucionária gritando SANGUE para todos eles. Seus movimentos começavam a ficar repetitivos e os próprios piratas também começavam a perceber isso. Ela era acertada para cada dois que acertava. Ao perceber estava encarando pelo menos mais cinco, os cinco mais fortes. Os outros caídos no chão não pareciam que levantariam... mas também não parecia que Azura conseguiria lutar mais.


Duncan
Enquanto se distanciavam da confusão, Duncan ouvia o pequeno Zhac falando. – É um longo caminho! – A voz dele estava apressada e ele claramente estava preocupado, não só com sua amiga que abandonava no meio de piratas. Como de seus outros amigos que estavam em gaiolas. – Não sei como você pode chegar sem ser visto. – Alertava o baixinho. – Eles foram espertos, mas podemos usar isso contra eles. Como é muito difícil de chegar lá, com certeza só existe um caminho de entrada e saída, que é esse que estamos fazendo. – Falava ele.

Era perceptível para o revolucionário que era impossível Azura e Yumi o seguirem de forma simples, até Duncan poderia se perder lá se não prestasse atenção ou simplesmente fosse mais acostumados com mapas iguais era. O local totalmente cavernoso parecia simplesmente se repetir de novo e de novo. O pior não era nem isso, era que havia escurecido e parecia um simples milagre não tropeçar a cada passo que dava. Um milagre ainda maior era Zhac não se perder. E tudo “melhorou” quando finalmente chegaram numa “reta” que no final parecia iluminada porcamente. Ao se aproximar e olhar de soslaio percebeu que os piratas estavam lá, via Garfield e os outros em gaiolas.

A geografia do local era bem complicada. Bem distante, próxima das paredes da caverna estavam várias barracas que os piratas provavelmente usavam para dormir. As gaiolas eram claramente pouco aconchegantes. Garfield estava apertado numa e via que a maior era a que Lenora e Katie estavam juntas. Porém não era isso só que chamava a atenção. Ambas e Snowflake estavam com colares em volta de seu pescoço.

Voltando no tempo para explicar já que o Garfield não postou, ou seja, isso aqui se torna basicamente um trecho para o Sagashi.

Após a fuga do pequeno e a aparição do pirata. Uma pergunta foi feita para o pernas longas quanto a localização do pequeno. A realidade é que nem este sabia realmente. Então mesmo que falasse alguma coisa seria a mais pura enrolação ou mentira.

O fato é que o pirata não se importava muito com qual seria a situação da fala de Garfield, pois os colares que ele queria colocar eram independentes disso, eram para proibir mais fugas. Era uma determinação já criada a partir do segundo que o baixinho havia fugido. Por isso, poucos instantes após os estalos dos dedos e o pedido do capitão, colares surgiram e foram colocados em volta do pescoço das duas mulheres. O pirata indicava para colocarem no coelho também.

– Espero que tenham entendido a situação de vocês. Com esses colares um passo e eu explodo a cabeça de vocês. – Falou ele em leve tom de ameaça para os ali presentes.


E após isso tudo Duncan e Zhac voltaram para poderem ver o que estava acontecendo. Foi quando viram que descobriam um den den mushi e o capitão pirata começava a falar. – Desculpem a pausa que dei. Mas como tivemos problemas técnicos tivemos que colocar os colares mais cedo do que o previsto. – Falava ele com um colar na mão e depois apontando para as celas das duas meninas e do coelho. – Eu vou colocar esse colar aqui após o leilão inicial. Lembrando que meu caroneiro está chegando daqui poucas horas, se é que já não aportou no farol. A carga de vocês não irá demorar a chegar. – Falava com uma voz clara de vendedor, alguém que estava literalmente leiloando algo. – Esse aqui é uma espécime rara. – Falava ele aproximando da jaula de Garfield e batendo com as mãos no topo dela. – Um pernas longas. E ainda parece meio idiota, então não vai ser problema algum fazê-lo cumprir ordens simples que exigem a força de suas pernas. Tenho certeza de que ele daria conta do recado facilmente. – Continuava o homem. – Lance inicial em cem mil berries? – Indagava ele para o nada.

A situação para Duncan era péssima, não havia só o capitão lá, percebia a presença de vários piratas. Pelo menos uma dezena. E havia um corpo e uma cabeça no chão. Sangue espalhado pelo chão por algum motivo. Ouvia Zhac comentando meio triste. – Foi ele que me soltou...


Off:
 

Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 4 EmptySab 18 Jul 2020, 08:46


Sentia as dores de todos os golpes que tinha levado até aquele momento, mas nenhum deles me impediria de continuar lutando, tinha que reaver meus amigos, enquanto meus amigos não estivessem bem, eu estaria pronta para destruir tudo a minha frente para tê-los de volta. Ia derrubando um a um dos piratas que estavam ali não conseguia ver mais ninguém além de inimigos a minha frente, minhas vistas avermelhadas, destacando apenas os piratas.

“Eles não são inocentes… São piratas...” Passava pela minha cabeça enquanto avistava os que faltavam a serem derrubados.

Depois de tudo que tinha feito, ainda restava cinco inimigos, ao menos cinco que estavam em meu campo de visão. Ainda me encontrava de quatro em minha posição animalesca, estava ofegante, olhando fixamente para os próximos alvos, esperando o primeiro movimento deles pronta para dar o bote, minha língua saia lambendo meus lábios olhando friamente seus movimentos.

- Meus… Amigos… Matarei… todos... vocês! Falava olhando com um ódio mortal para o quinteto, não estava diante de minhas faculdades mentais, mas não suportava o modo que me trataram e muito menos ocultando informações de onde estavam meus amigos. - Matar…

Assim que um deles fizesse o primeiro movimento, movimentaria minha língua como de uma cobra, e usando de minha aceleração começaria a correr ainda de forma animalesca em sua direção, quando tivesse perto o suficiente, utilizando tanto das pernas quanto dos braços para pegar impulso e em seguida dar algumas cambalhotas em direção ao inimigo, quando a cambalhota estava bem próxima do pirata, visando acertar sua cabeça, esticaria minhas duas pernas para dar um poderoso chute duplo. Caso algum deles tentasse me acertar enquanto estive-se fazendo meus movimentos, tentaria colocar o escudo na direção do golpe, ou se for mais fácil, esquivar para o lado contrário, e voltar a tentar fazer o golpe. Caso o mesmo bloqueasse o golpe usaria do bloqueio dele para ganhar impulso para trás pousando de quatro e voltando a fazer o ataque.

Ilustração

Caso desse certo, utilizando do corpo do inimigo, tentaria pegar impulso para o que estivesse mais próximo, tentando girar o corpo com minha perna arqueada para que assim acertasse a cabeça do inimigo, caso o mesmo tentasse bloquear ou esquivar, aproveitaria para me abaixar voltando para minha posição inicial e em seguida arquear minha perna esquerda, e assim com um movimento de esquerda para direita, dar uma rasteira no inimigo. Mas caso não desse para usar o corpo do inimigo, como base para efetuar o golpe, me aproximaria do próximo alvo e em seguida saltaria apara enfim ficar na altura da cabeça e executar o movimento giratório com minha perna.

Ilustração

Caso tivesse conseguido efetuar os golpes, correria na direção dos próximos adversários, sempre correndo em zigzag com minha aceleração para que tivessem dificuldade de acompanhar meus movimentos, mesmo machucada estaria em sincronia com minha fúria. Quando estivesse bem próxima, com meu punho direito daria um grande soco no primeiro inimigo, aproveitando o leve atordoamento tentaria dar uma joelhada no inimigo ao lado, caso tentassem bloquear ou me atacar em meio aos ataques tentaria colocar o escudo na frente, já que o mesmo está em meu braço direito, ou simplesmente dar várias cambalhotas para trás para tomar distancia e voltar a posição de ataque.

Ilustração

- Amigos… Matar… o sangue estava em meus olhos  a minha sanidade já não estava das melhores.

Voltaria a correr para o próximo inimigo, sempre em zig zag, com o maximo de velocidade possível, assim que tivesse a pouca distância do inimigo saltaria arqueando a perna esquerda e mantendo a direita reta, tentando acertar o tórax com um poderoso chute, caso acertasse usaria como impulso para dar alguns giros para trás e voltar a pousar como um animal. Mas caso bloqueassem ou alguém tentasse me acertar em meio aos meus ataques, tentaria colocar o escudo na frente, ou apenas esquivar para o lado oposto do golpe a fim de me distanciar e ter uma visão melhor dos inimigos.

Ilustração

Após isso tudo tentaria repetir alguns dos golpes a fim de finalizar os inimigos restantes e enfim ir atrás dos meus amigos.

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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 4 EmptySab 18 Jul 2020, 22:08


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De todas as coisas que aconteciam, a pior delas era lembrar da cabeça de Oscar decapitada no chão, pintando o terreno cavernoso do chão de vermelho, dando a visão grotesca para meus aliados que possivelmente sairiam com sequelas daquilo tudo. Antes de sair da caverna, ainda vendo o corpo morto de Oscar no chão, diria para quem estivesse me carregando: — Nós nem tivemos chance de tomar um último copo juntos. — Esperaria por uma possível resposta. Breve pausa feita, prosseguiria: — Vou voltar para buscar a cabeça, mais tarde. — Guardaria a raiva para mim pelo momento, para descarregá-la futuramente. Então, permitiria-me ser carregado para qualquer destino que o vendedor decidisse me carregar, isto é, se a princípio fosse fazê-lo.

Com olhos de raiva para o vendedor, ouviria todas as informações sobre o caroneiro, o colar e quando ele colocaria em mim, supostamente. Fecharia os olhos e rangeria os dentes. ”Me ajude, Sol! Faça-me pensar! Pense… pense…” Levantaria uma sobrancelha e manteria apenas um olho aberto, olhando para a multidão de piratas na minha frente. ”O que o Eclipse teria feito nessa ocasião?” Fecharia os olhos novamente e respiraria fundo para pensar direito, até finalmente soltar um sorriso de canto de boca e ter a esquematização pronta na cabeça. Enquanto o homem falava pro nada, ou melhor, para um dispositivo-caramujo-ou-sei-lá, ouviria-o dizer: — Esse aqui é uma espécime rara. — Ergueria um rosto zombeteiro, típico de um sedutor, mesmo que, talvez, sem sucesso de fazê-lo tão bem quanto meus aliados, até mesmo que o palhaço. — Um pernas longas. E ainda parece meio idiota, então não vai ser problema algum fazê-lo cumprir ordens simples que exigem a força de suas pernas. Tenho certeza de que ele daria conta do recado facilmente. — Responderia, mesmo não tendo sido para mim: — Oh, não seja por isso. Tenho bastante força nos braços, também. — Diria calmamente. Esperia uma reação natural dos piratas de me mandar calar a boca ou algo do tipo, mas não é como se fossem superiores à mim o suficiente para me darem uma ordem. — Lance inicial em cem mil berries? — Interromperia-o no “berries”. — Não, seu burro! — Poria o rosto mais a frente. — Será que sou melhor do que você até em negociar preços de coisas que eu nem concordo que vendam?! — Colocaria um sorriso zombeteiro forçado. — Sou o maior e mais forte não só da minha espécie, mas dos meus companheiros de cela também. Abata o valor deles no meu corpo: estamos em cinco, certo? Lance inicial de seiscentos mil. Assim você limita a concorrência para ricaços, além de sair no lucro somente com a minha venda. E, em troca… — Riria baixinho.

Ficaria em silêncio por alguns segundos, somente para que prestassem atenção em mim. Se não prestassem, hô-hô, prestariam depois disso.

— Em troca, o anão libera a esposa do capitão, que está sendo mantida de refém sob meu comando de morte.

Esperaria pela reação do vendedor. Dessa vez, me deliciaria da possível reação negativa de seu semblante. — Oh-hô?! Seria você o capitão? — Sorriria. — É isso mesmo, pateta. Aquele homem, o Oscar, tornou-se aliado meu ao descobrir a verdade absoluta. Contou sobre a sua enferma esposa e soltou o anão logo em seguida. Ordenei que ele fosse manter sua esposa de refém, e, se não me soltasse em uma hora, mataria-a degolada. Dei o alvará para que fizesse o que quiser com o corpo. — Seria o momento propício para desferirem algum golpe em mim, ou tentassem me colocar a tal da coleira. Se tentassem fazer esse segundo, finalmente revelaria que minhas mãos estavam desatadas, ao passar a mão pela grade e segurar o pescoço do indivíduo que tentasse me colocar. Não soltaria do pescoço, pelo contrário, manteria-o pressionado até o desmaio. Entretanto, se não fizessem nada a respeito, prosseguiria com as negociações. — Vamos às negociações, capitão. Lance inicial: a vida da sua esposa e meio milhão de berries em troca da liberdade das duas damas e do coelho. As autoridades não podem fazer nada se vocês forem denunciados, porque tenho um cartaz pela minha cabeça vivo maior ainda. Valho aproximadamente sete milhões. — Daria de ombros. — Me matar aqui mesmo e pegar três e meio? É de se pensar. Mas três e meio vale a vida da sua esposa, capitão? Pense bem. O fio da adaga do anão escorregando pela pele macia da sua donzela, pintando aquela obra de arte de vermelho… ela jamais poderá te ver de novo, estará casada com a morte. — Aguardaria pelas negociações.

Respiraria ofegantemente diante da grande mentira. Para mim, sempre foi muito difícil deixar de ser impulsivo, agir pelas emoções, o momento requeria seriedade, entretanto, portanto havia de mim não dar para trás.

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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Dá meus 10kk de recompensa pf.
— Me tira desse farol.
— Deixa eu forjar uma paradinha mec.

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