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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante

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AutorMensagem
ADM.Senshi
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MensagemAssunto: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 3 EmptyTer 02 Jun 2020, 13:12

Relembrando a primeira mensagem :

Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) revolucionários Azura V. Pendragon, Duncan Dellumiere, Garfield Henryford e Naomi Yumi. A qual não possui narrador definido.


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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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AutorMensagem
PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 3 EmptyQui 18 Jun 2020, 05:31


Narração
Sensação térmica: Frio
Chovendo
Localização: Farol
À noite





Naomi
A menina percebera que aquele homem era inteligente e no mínimo sagaz o suficiente para simplesmente controlar as informações que ele queria com facilidade. Claramente estava agindo como superior da situação porque simplesmente parecia ser essa a conjuntura atual.

Com a chuva forte batendo em todos, começavam a se dirigir em direção a costa. Naomi pela primeira vez ficava quieta e focada em simplesmente não ser notada. Algo no mínimo interessante, a jovem parecia desconfiada até da própria sombra já que até o momento o homem, que nem sabia se era um pirata ou não, sequer havia demonstrado qualquer tipo de intenção maligna.

No caminho para o barco, tanto Naomi quanto M-4 notaram algo interessante logo a distância, o barco estava em pé. Outra informação interessante era que Duncan e Azura pareciam se distanciar da embarcação, o jovem que a liderara anteriormente parecia contar com duas lanças e ambos andavam na direção da Red Line. – Não vamos nos meter nisso. – Ouviu a comandante falando para ela num tom que provavelmente só elas podiam ouvir, afinal, a chuva era tão forte que até mesmo essa fala quase lhe passava desapercebida.




Azura, Duncan e Faust
Realmente não tem muito o que narrar aqui

Azura falava algumas coisas que soavam completamente malucas para Faust, esse obviamente fazia diversas piadas por causa disso. E assim o clima ia indo até finalmente chegarem no navio. Lá viram Duncan partindo, este estava milagrosamente curado de toda aquela fadiga muscular que eu calculei no último post. Os dois acabavam interrompendo o progresso de Dellumiere e ouviram toda a sua explicação. O homem parecia meio maluco das ideias, pois comentava sobre uma ilha paradisíaca, a mulher também havia comentado de uma ilha, provavelmente fumaram alguma coisa juntos.

Porém o importante não era isso, seus amigos haviam sido sequestrados e por isso precisavam partir para resgatá-los. Faust, no entanto, demonstrava um pouco de interesse em ir até o navio para pegar um novo par de botas. Nesses instantes em que o palhaço se dirigia para o barco, os dois de patente mais elevada partiam em direção a Red Line.



Azura e Duncan
Só havia um problema em partir para a Red Line. Que apesar de saber que o Garfield estava bem e tals... ele não fazia a mínima ideia de onde naquela parede gigantesca ele se encontrava. E isso ficou claro quando realmente chegaram perto dela. Viam com facilidade diversos piratas, todos abrigados da chuva. Mas nenhum com gaiola e também nenhum que parecia ter muita vontade de andar na chuva para sequestrar alguém.

Bem, se nenhum daqueles que olhavam seriam os prováveis criminosos, provavelmente era fácil de achar um caminho pela caverna e achá-los, não? Claro que não, para ambos era perceptível que existiam diversas cavernas e mesmo essas pareciam simplesmente se expandir em curvas, ou pelo menos era a impressão que ficava, pois não era possível ver o fim delas de onde estavam. Olhando para todos aqueles piratas, observando tudo, Azura acabava por espirrar.


Faust e Naomi
Quando Naomi chegava a uma distância menor da embarcação notava que ela estava de pé, mas que todos os revolucionários ali pareciam ter sumido com exceção de Hugo que parecia exatamente vigiar a situação. Até esse momento Georg já havia se aproximado o suficiente e visto que o barco possuía uma parte do casco amassada graças ao tombo que levara ao chocar-se no chão após sair da cabeça do animal gigantesco. Era basicamente impossível dizer se aquilo poderia “desamassar” ou não.

Dentro do navio, Faust viu que realmente todos seus companheiros machucados estavam ali dentro tentando se aquecer e secar as roupas absurdamente molhadas por causa da chuva. Eles inutilmente tentavam acender uma fogueira dentro do barco, longe da melhor das ideias, mas claramente os homens e mulheres que ali estavam pensavam simplesmente no bem estar de seus corpos e não no provável desastre que isso poderia ocasionar. Era nesse instante que o próprio Georg acabava por espirrar.

Enquanto o grupo de Naomi se aproximava um pouco mais, viram que Hugo logo ficou em uma postura mais ereta, para demonstrar que não estava cansado ou que havia deixado qualquer coisa passar desapercebido. – Comandante. – Falava ele esperando qualquer tipo de ordem para ele. – Pode relaxar. Só nos conte o que aconteceu aqui. – Respondeu M-4. O homem que estava com Morgana não parecia se importar muito em perceber que M-4 era a superior ali, talvez ele já tivesse deduzido isso? Era difícil saber, mas agora ele possuía uma informação a mais delas e elas não sabiam nada dele. Hugo parecia perceber isso também, pois ele não sabia se respondia ou não na presença daqueles desconhecidos. M-4 fez um gesto com a mão dispensando aquela preocupação.

Dentro do navio Faust ouvia tudo e já havia encontrado um bom par de botas para ele. – Fomos atacados por piratas. Achamos que são vendedores de escravos, levaram Garfield, Zhac, Snowflake, Lenora e Katie. – Informava ele rápido. – O major Duncan colocou o navio em pé para podermos nos abrigar da chuva e saiu aparentemente com a major Azura para tentar resgatá-los. – Continuava ele informando, parecia interessante que levantar o navio ao invés de refazer a tenda de lona fora a escolha dele. Aquela série de informações faziam um sorriso surgir no rosto do homem de nome desconhecido. – Realmente vocês não são só meninas pequenas e indefesas. – Falava o homem olhando para Naomi. – Parece que os homens são indefesos também. – O tom de zombaria dele era até mesmo um pouco arrogante. Mas ele ignorava qualquer comentário que Hugo fazia por causa daquilo e continuava ao passar a mão na madeira do navio. Faust ouvia as batucadas que ele dava no casco do navio pelo lado de dentro, mas não chegava a ver o homem, só ouvia tudo que eles falavam. – O casco não está muito danificado, a quantidade de madeira que vão precisar é bem pouca até na verdade. – Falava ele olhando para o estrago que havia no navio.

Para Naomi e até mesmo para Georg parecia que o casco estava severamente danificado do lado que havia se chocado no chão. Talvez a quantidade que ele pensava era em relação a que ele mesmo necessitava, pois fazia um barco basicamente do zero. – Se vocês possuírem madeira ali dentro, podemos fazer de forma simples. Eu conserto o navio e o que sobrar da madeira de vocês eu levo para o meu próprio navio. – Oferecia ele em proposta para M-4, já que esta era a comandante ali. M-4 olhava para a situação pensando em quão boa era essa proposta. – Ok. – Falava ela ao perceber que na verdade não possuía nenhuma opção além de aceitar.

O interessante para Faust é que ele ouvia agora outros revolucionários espirrando também.


Garfield
Como num passe de mágica, provavelmente um “sim salabim rigel me cure porque sim”, o pernas longas parecia extremamente bem.

Pelo menos fisicamente, pois afinal, Garfield e a palavra “bem” mentalmente com certeza não andavam de mãos dadas. E em sua simples loucura o revolucionário realmente surgia com um plano genial para lidar com aquela situação. Ele chamava a atenção daquele bêbado de antes e fazia ele se aproximar um pouco. O homem era facilmente influenciado pela voz doce daquele pernas longas. Mal sabia o pobre pirata como a mente daquele ser era desprezível, amando crianças e odiando outras raças.

O interesse do pirata em Garfield partia de alguns detalhes, para começar, ele provavelmente nunca imaginara que realmente um futuro escravo o responderia, além da voz de Garfield realmente chamar a atenção e por isso o homem respondia as perguntas quase que num transe. – Tenho vinte e oito anos. – Respondeu para a primeira pergunta e só balançou a cabeça negativamente para as próximas que envolvia filhos. – Revolucionários? – Ouvia o homem perguntar imediatamente após a sua própria fala, até interrompendo um pouco Henryford, que precisou retomar sua linha de raciocínio. – É claro que é pelo dinheiro. – Respondeu o pirata com a voz ainda meio boba. – Tudo que importa nesse mundo é dinheiro. Falam de família, falam de saúde, falam de muita baboseira. Mas o dinheiro compra tudo. – A visão dele era simples, talvez até realista, mas ainda assim, simples.

Percebendo que estava indo bem, o pernas longas continuava com seu basicamente controle mental naquele pobre bêbado. juro que fiquei com vontade de fazer o bêbado perguntar: se você já não está vivo, por que não foge? Que fantasma bosta que você é – Me chamo Os... Oscar Vera. – Respondia o homem com um problema para falar a primeira parte do seu nome, arrotando e soltando um cheiro forte de álcool na cara de Garfield. No entanto, o passo que Henryford deu foi arriscado, muito, ele jogou verde sobre a opinião sobre escravidão, e não notou nenhum tipo de traço naquele bêbado sobre ele realmente se importar com aquilo. A situação piorou um pouco mais quando ele indagou sobre o que ele faria se tivesse todo o dinheiro do mundo. – Provavelmente... – Ele parava, não para pensar, mas simplesmente para tomar folego e não ter que parar mesmo estando muito bêbado. – Provavelmente teria milhares de escravas sexuais do nível daquelas suas amigas ou superior. Não teria que mover um músculo para nada, pois pagaria para fazerem tudo para mim, até me levarem para o banho e me banharem. Só teria que me preocupar em comer, seja comida, seja gente, e viver em paz sem ter que fazer mais nada. – Aquela visão era tão maluca que provavelmente para a maioria das pessoas já quebraria o seu plano por ali, mas Garfield também não era das pessoas mais normais que você enxerga por aí e por isso continuava.

A história que ele contava a partir desse ponto era bem maluca para provavelmente qualquer pessoa sóbria, para a sorte daquele que contava a história, o homem a sua frente estava bêbado. E quando terminou de contar tudo, não sabia dizer quanto daquilo realmente fora o suficiente para convencer o homem, mas foi o suficiente para ele se levantar e partir para dentro do acampamento, entrando numa tenda. Se ele fora pegar a chave claramente teria que procurar e isso poderia demorar um pouco naquele estado afetado que o homem se encontrava.

Enquanto esperava, outro desenvolvimento interessante acontecia naquele acampamento. Garfield viu que Lenora e Katie apareciam, vestidas ainda, e eram jogadas juntas numa outra gaiola. Agora, a configuração das gaiolas eram simples: As duas médicas estavam a sua esquerda pouco mais de uns três ou quatro metros de distância, numa gaiola maior, mas que mesmo assim era apertada demais para as duas; a sua direita estava Zhac em sua gaiola de passarinho, a uns dois metros e depois de mais dois metros estava Snowflake, numa gaiola de tamanho normal.

Os piratas que jogaram as duas não pareciam muito felizes com elas, mas não pareciam tê-las machucado também.


Legenda:
 


Histórico:
 
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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 3 EmptyQui 18 Jun 2020, 12:31


O Eclipse

We are Revolution!






Azura parecia disposta a ir comigo até a Red Line e Faust decidia ficar para pegar um par de botas, ao menos era um bom cenário para que não nos faltasse força em nenhum dos dois cenários. Mesmo com toda a chuva, andávamos até a Red Line sem pensar duas vezes, mas ao chegar lá percebemos que não seria tão fácil. O lugar era um labirinto. O segundo espirro de Azura me fazia questionar se a garota estava bem, mas preferia guardar este pensamento para mim mesmo naquele momento.

Entre diversas cavernas escuras e que faziam curvas, haviam piratas escondidos em diversas entradas, muitos parecendo apenas querer se esconder daquela maldita e inconveniente chuva. Nenhum daqueles homens, entretanto, parecia um mercador de escravos “Mas mercadores de escravos podem ser qualquer tipo de pessoa, qualquer um desses homens pode ser culpado” Pensava. Isso era antes de me vir a imagem dos Vermyllion a cabeça.

Mesmo com toda a urgência do momento, eu percebia que uma abordagem raivosa e impensada apenas faria com que jamais encontrássemos nossos companheiros. Eu precisava de um plano se quisesse chegar até eles o mais rápido possível, e eu tinha um - Procure por pistas - Diria a Azura. Olharia em volta com cuidado, tentando buscar entre a chuva e a entrada daquelas cavernas alguma pista que pudesse indicar para onde nossos companheiros foram levados.

Caso nem eu e nem Azura tivéssemos sucesso na busca, eu ainda possuía um plano B. Me aproximaria o máximo possível para que diversos daqueles grupos piratas pudessem ouvir minha voz e então gritaria - Todo o dinheiro do meu bolso para quem puder me levar até um grupo que passou por aqui levando um homem coelho, um pernas longas e duas gostosas! - Bradaria aos sete ventos para quem pudesse ouvir. Observaria atentamente a reação daquelas pessoas, mesmo se ficasse sem uma resposta direta sabia que suas expressões e corpos poderiam me responder. Caso alguém se candidatasse a me levar até o lugar, diria - Você vai na frente - E deixaria que nos guiasse. Caso mais de um se candidatasse, eu pediria por detalhes da aparência de meus companheiros. Aquele que desse mais detalhes corretos, seria quem eu optaria por seguir. Se nada desse certo, voltaria a procurar por pistas esperando que Azura tivesse uma ideia melhor.



Post: XX ~ Rename: O Eclipse ~ Location: Calm Belt

Notes: •Ganhos:

•Perdas:

Legenda: Falas
"Pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico (Geral):
 

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Em homenagem aos que se foram::
 
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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 3 EmptyDom 21 Jun 2020, 11:35



Minhas atitudes mostravam-se talvez um pouco desconfiadas demais, mas aquele homem não me inspirava confiança. Fosse por seus modos rudes ou por suas constantes tentativas de parecer superior à gente, eu sentia que, bom ou não, ele tentaria nos passar a perna na primeira oportunidade que tivesse. Juntamente a isso, a tensão de me portar como a líder do grupo também deixava-me um pouco mais arisca, uma vez que compreendia que um erro meu poderia causar danos não somente a mim, mas também a todo o grupo.


~ Como Duncan ficou tão tranquilo com o cargo...? Vou perguntar a ele depois.


Qual não foi a minha surpresa eu notar o barco de pé. Não fazia ideia de como haviam conseguido fazer isso, mas talvez, com isso, não precisássemos mais da ajuda desse homem. Minhas esperanças, contudo, caíam por água abaixo (com o perdão do trocadilho), ao ver Azura e Duncan indo na direção oposta do navio, estando fortemente armados. Algo ali não estava certo e, num primeiro momento, meu impulso foi virar na direção deles e interceptá-los, a fim de descobrir o que acontecera. Mas M-4, sabiamente, comentava comigo para deixar aquilo de lado. Ficava confusa por um momento com relação àquela ordem, mas logo compreendia.


~ Se desviarmos nosso caminho para lá, estaremos deixando o barco e quem está aqui à mercê... Os dois sabem o que estão fazendo, se precisassem de mais homens iriam chamar por ajuda, certo?


Ao me aproximar mais do navio, observava que não mais haviam pessoas do lado de fora, à exceção de um. Deduzia que o coitado havia sido quem perdera na sorte para fazer o primeiro turno de vigia. Normalmente ninguém gostava de estar debaixo de chuva, ainda mais uma tão pesada como essa. Foi somente quando chegamos ao navio e o homem reportava-se diretamente a M-4 é que minha ficha caiu. Não pude evitar de deixar minha boca cair um pouco, antes de recobrar a compostura.


~ É ISSO! Agora entendi porque M-4 me pediu para negociar. Se eu me portasse como a comandante do grupo, ela ficaria mais livre para observar e saber como nos portar, uma vez que a atenção estaria voltada para mim. Genial, M-4!. Mas acho que não cumpri meu papel muito bem... Eu realmente preciso aprender a como ser uma líder melhor, gomen...


Pensava, colocando em minha cabeça a ideia de que precisava aprender a comandar pessoas e a como lidar com situações adversas, como a que estávamos. As próximas falas do homem provavelmente me teriam feito corar, mas por sorte a chuva intensa deixava minha pele gelada o bastante para não demonstrar isso. Meu impulso era de responder e fazê-lo se arrepender por nos menosprezar, mas espelhava-me em M-4, que mais parecia tranquila com tudo aquilo.


Respirava fundo à medida que tentava me acalmar e raciocinar como eu poderia ajudar. A essa altura não adiantava mais fingir que eu estava à frente, pois claramente notava-se que ocorria justo o contrário. Além disso, estava extremamente furiosa com a notícia de que nossos amigos haviam sido sequestrados. Desconhecia raça mais nojenta que alguém que escravizava a outros. A liberdade era um bem precioso demais para ser retirado de alguém. Queria correr e ir atrás de Duncan e Azura, mas não poderia fazê-lo sem ordem da M-4. Além disso, dada a situação do navio, sentia que também não podia deixá-la ali sozinha, pois ela devia ser uma das poucas pessoas ainda em condições de lutar, se preciso fosse.


— M-4, como posso ser útil no momento?


Minhas palavras saíam um pouco abafadas, dada minha respiração ruidosa de quem tenta se acalmar. Não conseguia deixar de lado o pensamento que esse homem podia ter a ver com isso, de alguma forma. Talvez Morgana estivesse presa a ele de alguma forma, com correntes que não seriam facilmente destruídas. Não conseguia ver a mulher como alguém ruim, mas não sentia que a relação dela com esse homem era uma boa relação também. Talvez ela tenha sido obrigada a contar sobre nós para ele e, dessa forma, ficamos completamente sob sua mão.


Talvez também eu estivesse errada e havia sido apenas uma infeliz coincidência isso acontecer justamente quando havíamos saído com ela para buscá-lo. Mas até ter certeza de suas inocências, eu não mais conseguia relaxar.



Objetivos:
 

Citação :

Contagem

Posts: 4
Ganhos: -
Perdas: -
Relações: M-4: em construção
Morgana: em construção

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Sagashi
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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 3 EmptySab 27 Jun 2020, 20:14


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Lenora e Katie haviam sido jogadas dentro da cela, o homem aparentemente se retirava momentaneamente para pegar alguma coisa dentro dos seus estábulos. Aquilo não me cheirava nem um pouco bem, sentia que tudo era um prelúdio para o início do som do caos, da discórdia e injustiça. Não pareciam feridas, mas ainda sim sentia a necessidade de perguntar. Segurava as barras que me impediam de sair daquela pequena jaula e aproximava meu rosto. — Lenora, Katie! Eles fizeram alguma coisa com vocês?! — Sussurrava forte, de forma suficiente para que me escutassem. — Ficaremos todos bem! Acreditem em mim, conversei com o Eclipse! — Olharia para os lados freneticamente, tomando cuidado para não acabar falando perto de algum carcereiro.

Passaria as mãos nas grades e testaria sua resistência, isto é, se eu percebesse que ninguém estava olhando. Procuraria por algum cadeado, alguma coisa que fosse a responsável por eu estar preso. Seria um trabalho rápido, pois voltaria a colocar as mãos nas costas segundos depois, a fim de continuar fingindo estar preso. Caso o homem bêbado voltasse, esperaria que chegasse perto da minha cela e chamaria sua atenção novamente. — Venha cá! Onde você foi? — Esperaria sua resposta. Se não tivesse encontrado a chave, diria: — Não? Ah. Pegue alguma coisa cortante e me dê, eu me viro. — E aguardaria que me trouxesse alguma coisa cortante. Se tivesse encontrado e me libertado, sairia da cela e esticaria as pernas. — Brilhante decisão. Você agora é um aliado do Sol! Venha, vamos libertar os outros campeões, sim? — Daria dois tapas no seu ombro e primeiro me dirigiria à cela das garotas, buscando quebrar o cadeado ou as grades, da mesma forma que eu mesmo havia me libertado. Faria com o resto e diria: — Faremos silêncio e sairemos desse lugar de uma vez por todas. O Oscar vem com a gente. — Esperaria que concordassem comigo e analisaria o perímetro com os olhos.

No caso de eu não ser solto, do homem estar buscando apenas alguma coisa para me mostrar, aguardaria-o e esperaria para ver o que é. Sendo algo ruim, interviria: — Oscar, como você quer ter uma vida de rei se não age como um? — Continuaria, tentando me fazer piedoso o suficiente para não estourar a jaula e pular no seu pescoço. — Você disse que o dinheiro compra tudo. Família, amigos, amor, entre outros. Mas você não acha que a ideia do dinheiro é usar para comprar tudo isso? — Riria compassivamente. — Sabe o que é melhor do que ficar preguiçoso na cama, tendo tudo e todos que sempre quis? — Esperaria que indagasse. — Ter tudo e todos que sempre quis sem precisar pagar um tostão para isso. Ter tudo e todos sem nem mesmo precisar adquirir o dinheiro antes. Ouça-me, Oscar: imagine um paraíso que tudo o que você imagina se torna realidade? É o grande palácio do Sol, Oscar, você deveria conhecer. Ficará livre de qualquer tabu dos seres mortais e comerá uvas verdes quando quiser! É o palácio dos sonhos e das virtudes. Entretanto… — Levantaria um dedo. — … para entrar no palácio das virtudes, é preciso ser virtuoso, antes. As pessoas buscam família, amigos e amor para conseguirem virtudes e finalmente ter acesso ao paraíso. Deixe-me contar uma história… — Talvez continuasse ouvindo? Pararia o discurso caso fizesse algo extraviado. Senão, prosseguiria. — O Sol se aproximava das terras de Alabasta, reza a lenda que seja uma ilha da grande linha. Havia um rei chamado Salomão, que tinha tudo e todos. Andava com jóias brilhantes e sandálias douradas, com duas acompanhantes lhe afagando a todo momento e quanto vinho quisesse ter em mãos. O Sol então se aproximava e dizia à ele que sua ganância o cegaria, afinal, quem luta pela espada, morre pela espada. Salomão disse “eu sou rico, tenho tudo que você sempre sonhou, portanto sou superior à você, e você me inveja”. O Sol, muito sábio, respondia “pois bem, se você é isso que diz, dê todas as suas riquezas ao povo. Se você realmente é rico, conseguirá toda a riqueza de volta, pois é rico. Senão, você só tem acúmulo de pertences, é um relés mortal desvirtuado como muitos outros”. Salomão jamais teve coragem de entregar suas riquezas ao povo, pelo medo de não ser retribuído. O Sol, por outro lado, era dono do mundo, dos universos, das dimensões — de tanto ser dono, transbordava, atribuía ao mundo seus pertences. — Aguardaria pelas suas reações sobre a história.

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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Dá meus 10kk de recompensa pf.
— Me tira desse farol.
— Deixa eu forjar uma paradinha mec.

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Kenshin Himura
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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 3 EmptyDom 28 Jun 2020, 03:24



A chuva batia no meu corpo, com os dizeres do palhaço não sabia dizer se oque tinha ocorrido naquela ilha tinha sido verdade ou não, mas conflitava com as minhas novas roupas de baixo, e com todas aquelas memórias, não só as vividas na ilha, mas tudo que Mao havia me mostrado. “Logo mais a verdade vem a tona!” Pensava caminhando em direção ao barco.

Ao chegarmos lá, a que ergueram o barco para ao menos servir de abrigo para os feridos, algo bem pensado para falar a verdade, em seguida o mesmo informava que estava seguindo para ir acabar com algum tipo de problema, e ao ver as lanças em suas mãos, um breve sorriso confiante em meu rosto, julgava que era um tipo de problema que eu adoraria ajudar a resolver.

Mas antes que eu pudesse falar algo, Duncan logo explicava como ficou sabendo do problema, aparentemente tudo aquilo que tinha acontecido na ilha era verdade, e Duncan me confirmava isso. “Foi tudo real...” entrava em um pequeno devaneio olhando para o nada, quando voltava minhas atenções a Duncan. - Eu também estive nessa ilha, Não vi vocês lá, mas como você me confirmou que tudo aquilo fora real, julgo que temos muitas coisas para conversar depois que recuperarmos aquele idiota! Falava voltando a ficar séria, meu punho se fechava ao ver que mercadores de escravos estavam tentando capturar um dos meus guardiões, mesmo sendo irônico qual deles tinha acabado entrando em uma gaiola.

- A única negociação que se tem com mercadores de escravos e com minha bota afundando o crânio deles, sou com meu salto enfiado no cu deles, o que for mais viável no momento! Falaria indo para o lado do guardião da tempestade. Com toda aquela informação sentia meu coração pegar fogo, é claro que ficaria com raiva só da presença desse tipo de gente, isso que não poderia chamá-los de gente, são a escória da sociedade.

- Eu acabaria com a raça deles só por serem quem são, e recuperar nossos amigos, mas terem pego o pequeno Zach? Isso é inaceitável! Falaria apertando meu punho. - Eu vou acabar com todos! E quando eu terminar eles não vão ser reconhecidos pelas próximas vidas! Falaria mostrando todo meu ódio em meus olhos, de todas as pessoas Zach era o único a qual eles não deveriam ter posto nem mesmo o dedo.

- Meio irônico terem levado logo a pessoa que fez um pequeno discurso racista pró escravidão! Falava debochando um pouco da situação, assim suspirava, mantendo o foco, não importava a quantidade de escravistas eu acabaria com todos. - Apesar dos erros dele, é um dos meus guardiões, já basta terem pego meu pequeno, ainda pegam um dos meus guardiões, não vai ficar barato! E não se preocupe, não foi sua culpa eles terem sido capturados, estávamos todos de guarda baixa. Falaria reconfortando Duncan.

Assim que adentrávamos em uma das várias cavernas da área observava, Duncan ser um tanto passivo quanto a situação oferecendo dinheiro para a informação e aquilo me deixava incomodada, dava alguns passos a frente e com todo o ódio em minhas entranhas começaria a falar. - É o seguindo bando de filho da puta, quero saber para onde foram as pessoas que levaram meus amigos, acho melhor vocês responderem o Duncan e falarem aonde eles estão! Se não eu não perguntarei novamente e a coisa não vai ficar bonita para vocês! Falaria tentando demonstrar todo o ódio que estava presente em mim, e eu não estava blefando, não bateria em inocentes, e não estava com paciência para joguinhos naquele momento, acho que nem todo sexo e bebida do mundo poderiam me distrair naquele momento.

Historico:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 3 EmptyQui 02 Jul 2020, 04:41


Narração
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Chovendo
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À noite





Naomi
Várias fichas mentais iam caindo para Naomi. Ela percebia que M-4 possuía um pensamento bem mais avançado que o dela na situação. Isso infelizmente veio só quando o disfarce dela ser a líder já havia caído. Agora a circunstância atual era horrível e talvez por isso que a líder em comando acabava por aceitar a proposta do homem que Yumi ainda desconfiava.

Apesar da situação ruim, a menina queria ser útil naquilo tudo. M-4 a olhava, mas preferia dar a ordem para Hugo primeiro. – Hugo, mostre a madeira que temos disponível para o nosso convidado por favor. – Falou ela educadamente e os dois se retiraram para dentro do navio enquanto Morgana ficava tomando chuva junto das duas, provavelmente para escutar tudo que elas fossem falar e reportar depois.

Nessa situação que M-4 virava-se para Naomi e aí sim falava com ela. – Sinceramente não vejo muitas opções de ajuda sua aqui. Eu imaginei que algo ruim havia acontecido quando vi aqueles dois andando juntos na direção da Red Line, mas nem se passou pela minha cabeça que era algo tão ruim. – A loira sacudia um poutco a cabeça aparentemente querendo afastar os pensamentos ruins da situação. – Eu acho que Hugo e eu seremos o suficiente para proteger o barco e estou realmente preocupada com a situação daqueles dois... – Falava ela olhando na direção que Duncan e Azura haviam ido.

Ela respirava fundo. – Digamos que Duncan não consegue se manter calmo... e que Azura não se dê muito bem com essas situações de escravos. Estando nessa situação tão absurda de resgate imagino que calma é a única coisa que eles não vão ter. – Aquilo contrastava tão forte com a visão que a pequena possuía de Dellumiere que parecia estranho. – Além disso, viajar sem ter nenhuma madeira com a gente é no mínimo arriscado.

Ela dava uma pausa por um tempo. – Sei que falei para não nos metermos nisso, então vou te ordenar algo diferente do normal. – Ela mostrava um leve sorriso sapeca. – Você não vai só seguir os dois. Quero que mantenha uma certa distância, pois com certeza aqueles dois vão fazer muita besteira e um apoio que nem eles esperam vai ser muito bem vindo. Você vai ser um fator surpresa contra os possíveis inimigos. – Falava ela. – Não quero que só ajude no resgate, como aproveite essa sua visão mais longínqua para completar uma segunda missão. Conseguir a madeira que os sequestradores provavelmente possuem. Se eles sequestraram pessoas de diferenças raças, provavelmente querem vende-las como escravos, então possuem um método para saírem daqui, já que claramente não seriam os piratas daqui os compradores. – Era fácil entender o porquê disso, ninguém que Naomi passou perto parecia minimamente rico naquele farol, praticamente impossível imaginar eles comprando escravos. – Talvez tenham madeira o suficiente para terminar o barco de nossos colegas aqui e ainda para termos mais alguma para nós mesmos. – Comentava ela olhando de lado para Morgana já que a sereia ouvia toda a conversa.

Parecia que a sereia ia falar alguma coisa, mas acabavam ouvindo a voz do homem que voltava com um sorriso. – Gostei da ideia da baixinha loira. Morgana, vá com ela e ajude nessa empreitada, mais madeira seria ótimo para gente. – Falou ele com uma ordem bem simples, realmente gostando do que ouvira. Naquele momento ouviam um espirro vindo de dentro do navio.


Garfield
O pernas longas esmagava seu próprio rosto contra as barras da gaiola e comentava que havia falado com Duncan logo após ter perguntado se elas estavam bem. Katie parecia mais assustada que Lenora, que respondeu num tom bem... calmo, não era exatamente calmo a palavra que se usaria nessas condições. Ela parecia aceitar a situação e tinha realidade do que aconteceria, por isso as palavras delas pareciam soar até como alguém que aceitaria que não havia nada que podiam fazer. – Só pediram para curarmos a mulher do capitão. Ele proibiu que... abusassem da gente... diminuiria o preço do produto de acordo com ele. – O tom fazia Katie ficar ainda mais nervosa, ela provavelmente não era muito acostumada com uma situação daquelas.

Garfield até ouviu Lenora perguntando “Como assim falou com Duncan?”, mas não teve tempo de responder pois percebeu que o homem bêbado que havia conversado com ele antes parecia aos poucos voltar. Os dois homens que haviam levado as médias para a gaiola passaram por ele e com um simples esbarrão ele caiu no chão. Esse simples movimento foi o suficiente para que o pernas longas ouvisse. Sim... sua audição sempre tão boa lhe ajudava a ouvir o barulho de uma chave que estava com aquele pobre bêbado.

Ele se aproximava aos poucos da gaiola de Garfield com um sorriso no rosto. – Só consegui... uma chave. – Tentava falar o pobre homem bêbado enquanto enfiava a chave na tranca da gaiola de Garfield. Ele tinha claras dificuldades para fazer aquilo. – O capitão... está por algum motivo com as outras... – Ele dava uma pausa tentando lembrar alguma coisa. – E deixou uma delas com alguns homens aí. – Provavelmente a chave das médicas, que acabaram de ser colocadas em sua respectiva gaiola. Mas aí vinha uma “notícia” triste para Henryford. Pelo simples barulho da chave ficou claro que aquela pequena chave não era de sua gaiola. Parecia uma chave bem menor, aparentemente para um pequeno baú, ou para alguma outra coisa. — Estranho... – Falava o bêbado retirando a chave da gaiola e encarando ela. – Tinha certeza... que abria alguma delas, mas parece pequena. – O homem claramente havia bebido ainda mais enquanto procurava pela chave, provavelmente para se convencer do que estava fazendo.


Azura e Duncan
Azura reagia muito a tudo que era contado para ela. Toda a situação envolvendo não só escravos, como o sequestro do pequeno Zhac simplesmente faziam a mulher perder a razão, ela estava em um estado puro de fúria, que Duncan conhecia muito bem. Sua fúria era tamanha, que tanto faz se ela espirrou ou não, provavelmente nem notou isso, havia coisas mais importantes para serem feitas.

Duncan era um bundão que queria procurar pistas. Azura jorrava palavras raivosas, parecia haver um conflito em querer proteger o ser que era pró-escravidão e ao mesmo tempo seu aliado. O seu braço direito falava sobre pagar aqueles piratas para conseguir informações, mas isso estava longe dos ideais de Pendragon e insultando todos aqueles piratas acabava por exigir informações dos piratas.

Aquilo era uma situação inusitada. Não precisava de muito para perceber que as ameaças da revolucionária não levaram ao ponto que ela queria. Muitos simplesmente não se sentiam ameaçados mesmo por serem orgulhosos demais para tal e a presença dela não emitir nada realmente ameaçador. Já outros não se sentiam ameaçados por um motivo muito mais... pervertido mesmo. Um grupo gigantesco de homens, claro que havia algumas mulheres aqui ou ali, mas a maioria esmagadora eram homens. E aí surgia Azura, ensopada, com aquele colete grudando em seu corpo e falando aquilo, parecia até que alguns simplesmente queriam apanhar mesmo.

Como a revolucionária estava em um estado completamente furioso, o que ela via a sua frente não passava de vários homens, alguns rindo da fala dela, outros pareciam querer levá-la para a cama. Já para Duncan, que estava completamente tranquilo até então, algo diferente parecia se destacar um pouco, uma mulher pirata, lá no fundo, parecia apontar para alguma direção.


Off:
 

Legenda:
 


Histórico:
 

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Última edição por PepePepi em Qui 23 Jul 2020, 04:46, editado 1 vez(es) (Razão : Eu errei a cor da fala do cara :()
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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 3 EmptySab 04 Jul 2020, 04:23


O Eclipse

We are Revolution!






Por mais que as palavras de Azura não demonstrassem tanta raiva, sua expressão e seu tom de voz não deixavam dúvidas do que se passava dentro da garota. Ela parecia muito preocupada com Zhac, até demais, referindo-se a ele quase como se fosse uma propriedade, chamando-lhe de meu, mas imaginava que provavelmente a garota não havia percebido que falava desse jeito. Talvez ela fosse mais parecida com Garfield do que imaginava. No fim das contas, preconceito e racismo eram realmente ideologias embutidas em nossa sociedade e todos estamos sujeitos a agir desse modo.

Outra coisa que também me incomodava era como Azura parecia só se importar com Zhac e Garfield. Ela sequer havia ouvido que Lenora também havia sido levada? A médica estava com a gente desde o começo em Conomi Island, e era no mínimo estranho você não se importar com o que homens desconhecidos poderiam fazer ao sequestrar uma amiga. Isso sem contar com Snowflake ou Katie que eram membros do nosso grupo a tanto tempo quanto o pequeno Zhac.

De qualquer forma, mesmo aquelas palavras furiosas serviam para me confortar um pouco ao dizer que não foi minha culpa, talvez eu precisasse ouvir aquilo. É claro que no fundo só me sentiria bem comigo mesmo quando todos estivessem sãos e salvos, mas era bom ouvir aquelas palavras reconfortantes para poder me acalmar ainda mais e pensar melhor.

Quando finalmente chegamos até a tal Red Line, eu estava disposto a negociar com os piratas para conseguir as informações o mais rápido possível, afinal, com toda aquela chuva encontrar pistas óbvias seria provavelmente uma tarefa bem difícil. Era então que via minhas palavras serem seguidas por um esbravejar de Azura que, bizarramente, ameaçava todos os piratas ali. Naquele momento, sentindo que poderiam haver problemas, eu apertava o cabo das lanças e me preparava para o que estava por vir, era então que as gargalhadas dos piratas ameaçados faziam com que eu me acalmasse. Ao fundo, uma mulher indicava uma direção.

- Azura! - Chamava a atenção da mulher - Essa atitude só vai nos fazer perder tempo e o rastro dos nossos amigos. Se quiser comprar briga, que seja, mas eu não te acompanharei - Dizia de maneira bem ríspida - Se acalme, você terá um momento para descontar toda a raiva, mas não é agora. Desse jeito só vai fazer a história da nossa primeira missão se repetir - Por fim, respirava fundo e abria um sorriso - Além do mais, com a roupa colada assim por causa da chuva eu tenho certeza que metade desses caras estão implorando para levarem uma surra - Brincava para tentar acalmá-la, e por fim dava a informação mais importante - Enfim, vamos embora. A gentil moça ali na frente deu a informação que precisávamos! - Dizia usando a lança para indicar a mulher que havia me mostrado o caminho.

Dito isso, caminharia em direção a pirata esperando ser seguido pelo Arauto do Céu. No caminho, tiraria 500 mil berries de meu bolso, sem demonstrar que havia mais ali - Sabe mais alguma coisa? Algum detalhe? - Questionaria. Em todo caso, daria o dinheiro para a mulher e iria embora seguindo o caminho indicada após piscar para ela caso fosse uma moça bonita. Como havia dito para Azura, a hora de descontarmos a raiva chegaria. Agora, era melhor mantermos a calma.



Post: XX ~ Rename: O Eclipse ~ Location: Calm Belt

Notes: •Ganhos:

•Perdas:

Legenda: Falas
"Pensamentos"

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars


Historico (Geral):
 




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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 3 EmptySab 04 Jul 2020, 17:17



As primeiras palavras de M-4 me esfriavam mais do que a própria chuva. Eu sentia que a tinha decepcionado ao não compreender o porquê dela me pedir para fazer a negociação antes e por isso ela não encontrava serventia para mim. Mas as suas próximas palavras me deixavam em alerta... E tal qual eu previ, minha próxima missão era dada. Dessa vez eu iria fornecer o apoio a ambos pelas sombras. E o plano de nossa líder realmente era bom. Se pudéssemos obter mais madeira, resolveríamos todos os problemas de uma só vez.


Assentia ao compreender sua ideia e preparava-me para chamar Morgana para ir comigo. Antes, entretanto, que eu pudesse falar algo, o homem ordenava a sirena para ir comigo.


— Vamos, Morg-san! Vai ser um prazer te ter comigo!


Dava um sorriso para a moça, prontamente me despedindo e preparando para sair do barco. Enquanto começava a andar, fazia uma checagem rápida de todos meus pertences, em especial minhas armas e minhas munições. Se estas estivessem em pouco número ou encharcadas poderia ter problemas e, portanto, as reporia rapidamente antes de sairmos.


— Ah, e M-4-senpai, não sei se você ou Hugo possuem conhecimentos médicos, mas parece que tem gente demais espirrando por aqui. É bom ao menos verificar se estão todos aquecidos e confortáveis...


Dizia rapidamente, antes de sair. Já havia ouvido alguns espirros antes e mais esse agora. A última coisa que precisávamos é das pessoas ficarem doentes, além de já estarem feridas. Faria sinal para que Morgana me seguisse. Eu não era boa rastreadora, mas o caminho inicial nós sabíamos, o que facilitava o trabalho. Além do mais, com uma chuva tão forte, não precisava preocupar-me demais em cobrir meus passos, pois o barulho era constantamente abafado pelo ruído da água caindo.


— Morg-san, por acaso você tem habilidades em rastreio e em furtividade? Creio que será necessário para nós, quando nos aproximarmos da red line novamente.


Falava com a garota, à medida que nos afastávamos do barco. Eu estava esperando por um momento propício para poder conversar com ela a sós e esse parecia o momento mais apropriado, uma vez que já estávamos longe o bastante para sermos ouvidas pelos que ficaram para trás, ao mesmo tempo que não estávamos perto demais de nosso objetivo para termos de tomar cuidado em não conversar.


Respirava fundo antes de tocar no assunto. Sabia que aquilo era algo delicado e, dependendo de como eu abordasse, poderia afastá-la de mim em vez de aproximá-la, que era o que eu tinha em mente. Escolhia as palavras cuidadosamente, usando de todo meu charme e encanto para tentar transpassar que minhas intenções eram boas ao dizer:


— Morg-san, desculpe a minha pergunta e, se não quiser falar sobre, tudo bem, mas... Você tem medo do seu chefe?


A escolha de palavras como chefe em vez de líder e a escolha do sentimento de medo eram propositais. Tentava demonstrar que entendia que ela estava seguindo ordens, mas buscava também a confirmação de algo que eu suspeitava: apesar da gratidão por ter sido liberta da vida de escrava, Morg não conhecia de fato o que era a liberdade. Aquele homem parecia não somente mandar nela, mas também menosprezá-la. E talvez essa fosse uma boa hora para conseguir confirmar essa informação.



Objetivos:
 

Citação :

Contagem

Posts: 5
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Perdas: -
Relações: M-4: em construção
Morgana: em construção

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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 3 EmptyDom 05 Jul 2020, 01:28



Nos encontrávamos dentro de uma das cavernas da Red line, meu corpo completamente molhado pela chuva, mas aquilo não era o importante naquele momento, estava transbordando em raiva ao ver que meus amigos foram capturados por escravistas, olhava para todas aquelas pessoas em minha frente, não estava em tempo para papo como Duncan queria, tínhamos de encontrar o pessoal o quanto antes possível.

Dava alguns passos para frente com a ira em meus olhos, exclamando para que falassem aonde estavam os mercadores de escravos, mas aparentemente aquilo não surtia efeito, pois via alguns homens rindo de mim, oque fazia a minha raiva interior me consumindo cada vez mais. “Todos eles são cúmplices!” Uma voz vinha em minha cabeça, imediatamente reconhecia essa voz. “Não tenho tempo para isso Urias, desapareça!” Tentava ficar focada naquele momento, a voz da mulher misteriosa em minha mente não podia me encher mais.

Escutava Duncan proferindo algumas palavras em minha direção, mas com tudo que estava acontecendo, vendo todos aqueles homens rindo e obviamente estando com segundas intenções comigo não ajudavam eu manter minha sanidade naquele momento. “Mostre o poder de uma amazona!” A frase de Urias, ecoava em minha mente quando caminhava em direção de um dos homens que julga ser o mais “porco” dali assim que estivesse próximo do mesmo, provavelmente ele olharia para meus seios molhados pela chuva, tentaria dar um gancho de direita o mais forte possível para mostrar que eu não estava de brincadeira naquele momento.

Caso o mesmo desviasse ou tentasse contra-atacar, instintivamente daria alguns saltos para trás para assim esquivar do ataque, em seguida colocando meu escudo em meu braço para enfim poder lutar com todo o potencial possível. Mas caso tivesse acertado apenas me afastaria olhando para Duncan falando. - Ameaças de não me ajudar não me ajudar… Isso não me impediria de arrancar informações desses idiotas, e algo em minha cabeça me diz que eles são cúmplices do que esta acontecendo com nosso grupo! Falava tentando manter a calma, mas obviamente era algo que eu não conseguiria tão facilmente.

“Você é o espirito da liberdade, esses piratas podem estar colaborando com os escravistas!” Urias voltava a proferir palavras em minha mente, e pareciam ser bem mais altas do que a ultima vez, quase como se a mesma começasse a criar uma vontade em meu corpo e um momento de raiva.

- Espero que essa garota que você tenha encontrado nos fale a verdade, ou ela pagara pelo erro de nos fazer de idiotas! Falava com uma voz ríspida ao guardião da tempestade, já estava ficando sem paciência com tudo aquilo.

Assim que via Duncan mostrando dinheiro para a garota olhava rispidamente para ela. - Ele esta sendo muito mais generoso com sua possível informação do que eu já mais poderia ser garota! Falava olhando fixamente nos olhos da mesma. - E reze para não ser mentira pois depois que eu encontrá-los você será a próxima! Falava segurando meu punho direito com a mão esquerda, meu corpo pedia para bater em todos ali até encontrar meus amigos, mas tentaria me manter o mais sã possível caso contrário a menina seria a primeira a levar uma surra ou segunda dependendo dos casos.

Historico:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 3 EmptySeg 06 Jul 2020, 05:22


Narração
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À noite




Naomi
Naomi estava feliz que podia fazer grupo com Morgana. Só que antes de partir precisava avisar sobre os espirros. A resposta de M-4 quanto a isso era a pior possível. – As nossas duas médicas foram sequestradas... – Ou seja, eles simplesmente não possuíam mais ninguém ali que poderia fazer qualquer coisa quanto a isso. O capitão de Morgana não pareceu muito feliz com a ideia de trabalhar cercado de gente doente, mas não comentou nada quanto a isso, a ideia da madeira parecia mais importante que um simples resfriado.

As duas então começavam a se afastar, Morgana estava calada e parecia focada em sua nova tarefa. Yumi perguntava sobre furtividade. – Não... por algum motivo eu sempre chamo mais atenção do que quero. – Falava ela meio triste. O motivo era meio óbvio quando você olhava a sereia em si, mas o que poderia falar disso. – Minhas habilidades são mais pro ramo culinário. – Comentava ela, demonstrando que talvez não fosse a melhor das pessoas para um resgate de sequestro.

Enquanto andavam na chuva a parede da Red Line ia se tornando mais e mais imponente novamente à medida que se aproximavam. A pequena estava séria, pensando quando que seria a melhor hora para tocar num assunto delicado. Foi então que a própria Naomi acabou por espirrar. Sim. Ela também espirrara. Veio do nada. Não se sentia ruim de qualquer forma, não sentia nem calafrios ou qualquer outro mínimo indício de o que poderia ser, era só um espirro mesmo.

Demorou um pouco para voltar a seriedade e enfim perguntar para Morgana sobre seu “chefe”. Quando perguntou, a sereia continuou andando, não encarou Yumi ou qualquer coisa do tipo. – Até tenho um pouco, ele é forte. Mas tenho muito mais do homem que precisamos resgatar. – Falava ela lembrando provavelmente de Garfield. A situação era no mínimo bizarra. Henryford falara coisas horríveis e agora precisava ser salvo pela pessoa que ele queria escravizar basicamente. – O que aquele povo está fazendo? – Falava ela olhando para frente, talvez só querendo mudar o assunto.

Porém, foi quando Naomi viu na Red Line, já em uma parte que não chovia, Azura. Aparentemente diversos piratas iam atacá-la, já a cercavam. Porém não era só isso que a pequena via. Ela via Duncan lá no fundo aparentemente paquerando com uma pirata.


Azura e Duncan
A situação era minimamente estranha. Os piratas riam da ameaça de Azura e a moça chegava à conclusão de que simplesmente todos eles eram cumplices dos sequestradores. Mesmo com Duncan falando algumas coisas, tudo parecia passar batido para a revolucionária. Ela se aproximava furiosa do pirata mais próximo e o acertava com um gancho que o derrubava no chão.

Como o próprio Dellumiere havia avisado Pendragon, ele não a acompanharia naquela loucura e por isso simplesmente seguiu na direção da mulher pirata que estava apontando para algum lugar. Saindo da chuva finalmente e entrando na parte das cavernas, o revolucionário já começava a retirar dinheiro de seu bolso. A pirata em questão era simplesmente linda eu falei pro próprio Wesker mandar um pp de pirata bonita, então bate nos gostos dele mesmo.

Quando ela via o dinheiro nas mãos dele seus olhos já brilhavam, mas não só olhos chamavam a atenção. Um sorriso realmente safado surgia nos lábios dela. Duncan percebera que havia um bando de piratas que olhavam para os dois, provavelmente o grupo dela. – Eu acho que sei de quem você ta falando. – Falava ela pegando o dinheiro e apreciando a sensação dos berries em suas mãos. – Aqueles bandos de bostas simplesmente tentam sequestrar todos... já conseguiram, costumam vender o povo e ficar por aqui, ninguém vai reclamar jamais se piratas virarem escravos. – Ela se aproximava ainda mais de Duncan, claramente não havia nada de perigoso na intenção dela. Ela colocava ambas as mãos na parte detrás da cabeça dele. Como se o abraçasse e se preparasse para beijá-lo. – Que tal você me pagar com outra coisa e aí eu te conto tudo que você precisa saber? – Falava ela descendo um pouco o rosto sem nenhum pudor para as partes íntimas de Duncan.

Enquanto o major estava numa situação no mínimo inusitada. A major estava na situação mais óbvia de ocorrer após você chegar em um local, ameaçar os piratas, dar a sorte deles te ignorarem... e você se aproxima de um e o soca. Um grupo de piratas, que ela nem conseguia contar em toda a sua fúria, simplesmente parou de rir. Provavelmente o grupo aliado daquele que fora socado e todos partiram para cima de Azura. Pendragon se via sendo atacada por literalmente todos os lados, por homens que estavam com espadas, bastões e até mesmo sem nada.



Explicações escreveu:
Cara... sei nem por onde começar, vamos lá Kenshin. Eu acho que um dos problemas do post foi eu ter deixado a Azura falar ainda que com raiva as últimas falas do seu post (a parte do sagashi lá). Fúria a pessoa perdeu a linha já, as falas desse post estavam simplesmente limpas e lindas demais para uma fúria convencional e eu pensei que tinha deixado claro no off do último post que você já estava falando as coisas de forma bem raivosa e que nem deveria pensar muito...

Só que isso está longe de ser o problema principal do post (na minha visão pelo menos). Você fez a Urias surgir e falar com você porque você está em fúria. Se o avaliador não for o mesmo da última aventura ele já ficaria 1000% perdido nisso aí e foda-se né? Porque a Urias não é citada na sua ficha em lugar algum, então estou colocando uma explicação aqui para ele entender de onde veio isso no mínimo, apesar de estar completamente errado mesmo assim.

Kenshin na última aventura decidiu que queria uma segunda personalidade. Ele “introduziu” essa segunda personalidade num [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]... mas ele não teve literalmente nada na aventura anterior que tornasse o começo dessa desvantagem minimamente possível (isso considerando as condições impostas literalmente no post de regras de vantagens e desvantagens). Tanto que eu não coloquei nos ganhos dele e nem o avaliador também não adicionou nos ganhos, e nem ele reclamou, simplesmente não tinha onde ter isso de ganho.

E aí vem o problema principal do post do Kenshin, como diabos você simplesmente me narra uma mulher do nada surgindo na sua cabeça e te influenciando assim? Você ta invocando e forçando algo totalmente impossível. Você em fúria já ta comportado pra caramba, mas eu nem estou conseguindo julgar se a Azura comportada na fúria é pior ou melhor que o surgimento aleatório da Urias.

Se você ler o post sem ler nada anteriormente aparenta ser uma mulher que está com raiva (longe de estar em fúria) que tem esquizofrenia onde imagina uma mulher chamada Urias conversando com ela. O que claramente não é a situação real do post.

Agora sobre a fúria em si. (essa parte aqui fica mais como um off para você kenshin)

Fúria (Ganha 2 pontos)
Sempre que você sofre um dano mais elevado (perdendo em apenas um turno 50% de HP restante em relação ao que você já possui - no caso de PvPs) e/ou fica irritado por algum motivo (a critério do narrador), você passa a ser mais vulnerável a provocações, atacando e agindo de forma irracional, até regenerar o HP ou permanecer o número de posts necessários para se acalmar (após o término da situação adversa que te enfureceu).

Existem duas formas de entrar em fúria e cada uma é relacionada ao próprio término.
1 – Apanhando – regenerando HP
2 – Alguma condição a critério do narrador – Após a condição acabar

A condição a "critério do narrador" no caso foi o pedido do player a situação adversa: "geral sequestrado para ser vendido como escravo". Como a personagem tem histórico de ser escrava em sua história, eu achei justo o suficiente o pedido para ele entrar em fúria então deixei. Mas como podem ver na descrição, fala de duas condições para sair da fúria que é regenerar HP ou sair da situação adversa.

Como a origem da fúria não tem relação alguma com HP, ela tava livre leve e sã na situação, existem duas formas de você sair da fúria (que eu imagino que seja a intenção já, porque foi uma fúria bem comportada, se não é a intenção aí só ignora essa parte off mesmo): ou a Azura desmaia de tanto apanhar, ou a condição do povo sequestrado acabar...

E um PS: a forma de você ganhar a desvantagem esquizofrenia ou dupla personalidade é descrita:
Como: Insano poderá ser adquirido com situações que comprometam a sanidade mental do usuário. Golpes fortes na cabeça, combates que deixem sequelas psicológicas, visão de uma situação aterrorizante, tudo isso poderá resultar em algum tipo de insanidade. Desde problemas simples de ansiedade, quanto terror de uma cena vista que volta a atormentar a pessoa em seu dia a dia.

Na situação atual está até bem fácil de você começar a desenvolver mesmo dupla personalidade, se quiser mesmo só dar um toque.

Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante   Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante - Página 3 EmptyQui 09 Jul 2020, 19:53


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”Droga, essa chave com certeza não serve para a jaula… ou não para a minha, pelo menos.” Escutava o tilintar das chaves e percebia que o homem estava bêbado demais para ter noções de dimensão. Cabia a mim guiar o abastiado de liberdade que paradoxalmente se punha em uma relação de escravidão com a bebida, portanto, diria: — Apoie-se em algum lugar, dê uma respirada antes de tentar abrir. — Diria compassivamente, atirando o olhar para o coelho e o anão. ”A gaiola do capitão é de passarinho. Talvez a chave sirva para ele. Ou então, abra algum outro compartimento menor ainda…” Olharia para o homem novamente. — Tenta usar na de passarinho ali. Se não conseguir, não tem problema, você deu o seu melhor. — Esperaria que se retirasse ou que sentasse na minha frente.

No caso de se retirar, rapidamente viraria o rosto para Lenora e Katie, e diria: — Se acalmem, ninguém fará mal a vocês, eu não permitirei que isso aconteça. — Agora, se ele ficasse lá ou não, prosseguiria do mesmo jeito. — Garotas, vocês conseguiram curar a mulher do capitão? — Esperaria com o coração que a resposta fosse não, para que assim eu pudesse colocar uma esquematização em prática. Sendo não, diria ao homem: — Chame seu capitão, diga que sei como curar sua mulher. Sou um homem que cura por meio da religião, por meio do brilho do grandioso Sol. Tudo que preciso é da esposa dele, ao meio-dia, em um altar ao meu alcance. Eu a curarei independente da doença. — Sorriria para o homem.

Entretanto, se Lenora e Katie tivessem sido exímias em seus serviços, franziria a testa e olharia para baixo. ”Maldição…!” Pararia para pensar e voltaria ao homem novamente. — Seu Oscar, estou com sede, presumo que meus colegas também estejam. Traga um pouco dessa sua bebida para mim e ofereça a eles também, depois, sente aqui na minha frente, temos bastante coisa a conversar. Chame um amigo seu também, se possível, para que estejamos todos mais confortáveis. — No fundo, queria apenas coletar o máximo de informações possível, portanto quanto mais pessoas, melhor.

Se Zhac fosse libertado, rapidamente diria a ele: — Arranje um lugar para se esconder, Zhac. Se todos nós morrermos ou formos vendidos aqui, você pelo menos se safa. — Sorriria esperançosamente para ele. Viraria para Oscar. — Eu quero ser o primeiro a ser levado, se formos vendidos. Estou disposto a dar o que vocês quiserem pela liberdade de meus companheiros. Não me importo com meu corpo físico, afinal, meu verdadeiro corpo é extrasensorial. — Finalizaria olhando para todos ao redor.

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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

— Dá meus 10kk de recompensa pf.
— Me tira desse farol.
— Deixa eu forjar uma paradinha mec.

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