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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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  As mil espadas - As mil aranhas

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: As mil espadas - As mil aranhas    As mil espadas - As mil aranhas - Página 3 EmptyQua 27 Maio 2020, 15:27

Relembrando a primeira mensagem :

As mil espadas - As mil aranhas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Julian D'Capri. A qual não possui narrador definido.


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jonyorlando
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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil aranhas    As mil espadas - As mil aranhas - Página 3 EmptyQui 09 Jul 2020, 12:17




Quietude! O cais fantasma!
Julian D’Capri

O sargento mais uma vez conseguia se impressionar com as habilidades dos soldados que o rodeavam, Noami surpreendia outra vez com suas incríveis vantagens de rastreador entregando um relatório visual motivador, era como ter um anjo da guarda, a soldado de certo era especial e não só era uma honra a ter por perto, como te-la do lado da marinha também era um grande alívio na busca pela justiça, porém, outra vez, o superior questionava-se como que alguém como ele é que estava no comando?

Sem muito tempo para reflexões filosóficas a ignorância do loiro agiu, ocultando e guardando seu pensamento no baú mental, enquanto a mente dele pensava no que fazer em seguida, se os “donos” do cais não estavam por perto, tinham que ter ido para alguma outra localidade e provavelmente apenas a trilha lhes daria tal resposta.

Desligando-se um pouco da mente o jovem acabava por voltar ao momento em que os comentários sobre a “Pantera” estavam no ar, talvez um bom apelido para se colocar na soldada, que realmente se assemelhava em mais de um aspecto com o predador, um sorriso de canto era esboçado por D’Capri ao processar os cochichos que ouvia.
- Grato por suas palavras soldada Noami, bom trabalho. - Dizia relaxando, dissipando um pouco da tensão que sentia em seus ombros. - E é bom ver uma conterrânea por aqui. - Completava com um comentário casual, uma vez que o samurai também vinha da mesma ilha.

Prosseguindo com a missão o superior terminava de verificar os barcos junto dos soldados e com a inspeção rápida de um dos seus homens era esclarecido que todos os produtos mais valiosos eram todos falsos, o que deixava uma pulga atrás de sua orelha, no primeiro momento em que a capitã Kokai e todos chegaram à praia, foi confirmado que em caixotes haviam substâncias suspeitas, provavelmente drogas, ao contrário desses barcos, haviam algumas possibilidades do porquê disso:
- 1: Aqueles barcos abatidos pelos marinheiros eram os únicos que transportavam as drogas
- 2: Esses barcos já tiveram as substâncias descarregadas e esses itens estavam sendo usados como distração
- 3: São dois bandos de piratas diferentes
D’Capri acreditava mais na segunda opção.

Com todo o reconhecimento da área feito só havia mais uma opção a ser seguida, explorar a trilha que os levaria para o fundo da mata, tomando a frente e encarando os soldado outra atualização na missão seria feita.
- Daqui para frente deveremos encontrar alguns empecilhos em nosso caminho, vamos seguir trilha vegetação a dentro e descobrir até onde isso leva, olhos abertos e que nossa sorte esteja em dia. - Antes de dar as costas e seguir o loiro daria mais uma observação. - Ah, informar isso também é importante... - Sussurrava. - Quando aqui cheguei com minha capitã descobrimos que os piratas carregavam consigo caixotes cheios de substâncias suspeitas, não atirem em nenhum caixote que virem, vai que isso manda todo mundo pelos ares.

Agora sim Julian estava pronto para seguir pela trilha enquanto os piratas não vem apenas dando ordens para que uma formação de combate fosse formada, igual a que fizeram quando seguiram mata adentro pela primeira vez, Julian e Noami a frente, ela por ser rápida e a rastreadora (e amuleto da sorte), Julian por ser o mais resistente e superior, atiradores no meio junto de um combatente (caso houvesse um para isso, e o restante de combatentes na retaguarda, com o espaçamento entre os grupos de no máximo dois metros.

Enquanto não estivessem em batalha o espadachim estaria um pouco mais relaxado, porém não desatento, verificando sempre seus arredores e com uma mão apoiada na bainha infinita pronto para sacar uma espada.

O superior também achava-se na obrigação de agradecer Noami, sua ajuda na missão até agora foi imprescindível, assim como Majolu suas ações lhe destacavam bastante.
- Obrigado por seu esforço soldada Noami, você foi uma das peças chaves nessa missão, sei que não sou o melhor, por isso agradeço a seu apoio e paciência.

Como outrora havia pensado, Julian nunca presenciou um trabalho em equipe de uma forma tão vívida quanto essa, estava acostumado a apenas fazer tudo sozinho ou com pouca ajuda, dessa vez ele tinha certeza que sem aqueles homens não teria nem mesmo saído da floresta das aranhas, quiçá do barco, então não sabia como reagir direito a tudo isso.
- Obrigado pela sorte também. - Um pequeno sorriso seria esboçado pelo sargento. - Acho que quanto maior o gato maior a sorte.

Seu último comentário fazia ponte com o tal apelido "Pantera" que a jovem aparentemente tinha, já que gatos são conhecidos por trazer energias positivas e sorte, na cabeça dele foi uma ótima analogia e elogio.

Continuando o caminho o loiro manteria-se focado na missão e na trilha, quando observasse qualquer movimento não natural ou fosse alertado disso por alguém entraria de imediato em uma pose de batalha, ou mandaria todos se esconderem, se houvesse como, caso achassem alguma área suspeita o loiro mandaria todos começarem a adotar um andar mais discreto, para que pudessem seguir sem chamar a atenção e observarem o que estaria acontecendo para bolarem um plano de ação (Modo stealth), nesse primeiro o samurai não queria entrar em combate para não chamar a atenção e consequentemente piorar a situação que os marinheiros se encontravam, todos estavam em um ambiente desconhecido e sem informação do que estaria ocorrendo mais a frente, mais piratas poderiam surgir e prender os marinheiros, usando-os como reféns ou simplesmente como exemplo e os executando.

De qualquer forma nenhuma das opções era boa, a não ser fazer o reconhecimento da área antes de uma possível batalha.


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil aranhas    As mil espadas - As mil aranhas - Página 3 EmptyDom 12 Jul 2020, 21:19


Narração
Horário: Dia
Clima: Primavera
Localização: Floresta Paradisíaca - Ilha Aracne

Julian D'Capri



Todos acenavam em positivo para as declarações do sargento, ouvindo-o atentamente sobre como seguiriam a trilha adiante e sobre os caixotes da outra missão alheia. Compartilhar informações poderia ser um grande risco, mas também poderia salvar uma vida - era como o comandante dizia, dependeria somente da sorte para dizer em qual das situações aquela atitude influenciaria no futuro. Enfim, colocavam-se novamente em formação de combate e partiam rumo ao desconhecido naquela intensa mata.

O caminho que percorriam, embora tivesse a existência da floresta envolta, era estranhamente "aberto" pela vegetação e traçava unicamente para uma direção que levemente se curvava a medida que avançavam. Não era preciso ser um especialista para ao menos questionar sobre aquele ponto, entretanto, a falta de um também não garantia de que receberia uma resposta caso o fizesse. Embora mantivessem a atenção com os arredores, ou pelo menos aparentavam, alguns marinheiros conversavam entre si e uma vez ou outra realizavam alguma brincadeira - nada muito chamativo, exceto o fato de estarem saindo de sua posição em certos momentos.

Aproveitando-se de que estava na companhia e próximo de Noami, Juliian iniciava um breve dialogo com a rastreadora. Os agradecimentos e elogio repentinos a faziam arquear as sobrancelhas de surpresa, porém, ineditamente, conseguia pela primeira vez um pequeno sorriso de canto da marinheira que sempre permanecia com uma feição irritada e severa. - Eu disse que seria, não disse? - Brincava, lembrando-se de seu comentário de outrora com o sargento, ela dizia enquanto voltava seus olhos para sua garra metálica acoplada em uma das mãos. - Irei deixar meus agradecimentos para o final de vossa missão, afinal, qualquer um pode sair dos trilhos durante a missão. - Continuava sua pronuncia olhando desta vez para trás, encarando com desprezo algum dos companheiros que ainda brincavam no momento.

Depois de uma caminhada extensiva, finalmente chegavam ao que parecia ser o fim da trilha. Um grande aglomerado de plantas parecia impedir o caminho, criando uma cobertura que impossibilitava um pouco da visão dos marinheiros de tão densa que era. Entretanto, diversos pontos de luz ultrapassavam as estreitas não cobertas, indicando que existia algo incomum do outro lado. Noami se aproximava de um desses pontos e tentava visualizar o que tinha além daqueles arbustos fortificados, surpreendo-se com o resultado.

- Pelo que parece, existe um vilarejo do outro lado. Consigo visualizar algumas moradias; uma faixa de trem, provavelmente do Expresso Atlântico da ilha; uma estrutura incomum que se destoa bastante das demais e... Marinheiros?


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil aranhas    As mil espadas - As mil aranhas - Página 3 EmptySeg 13 Jul 2020, 23:42




O vilarejo oculto da aranha!
Julian D’Capri

Por sorte, nada de incomum além da escuridão da trilha, por algum motivo a vegetação daquela ilha era sempre densa e mesmo naquele local mais “aberto” as árvores pareciam criar um ambiente quase de penumbra, mesmo durante a manhã, de certo um ponto curioso a se destacar, vez ou outra o jovem botânico pegava-se questionando como tal evolução aconteceu, mas sua falta de interesse no assunto claramente o trazia de volta ao presente e a sua caminhada.

Ao menos a companhia que tinha era agradável, seus homens pareciam aproveitar o tempo que tinham livres e tiravam alguns momentos para brincar, era bom valorizar a vida e esses poucos segundos que todos tinham de diversão, apesar de que sair da formação não era a ideia mais inteligente, nada que pudesse ser feito. D’Capri compreendia as palavras de sua companheira, Noami estava certa, porém suas palavras pareciam dizer que ela fatiaria todos os soldados ali, talvez quando for uma líder será uma do tipo séria e intimidadora, cada um tem sua maneira e ideal de liderança, se der certo então esse é o caminho.

A caminhada continuou por mais algum tempo, tempo suficiente para o loiro começar a sentir falta da tagarelice de sua amiga, a atiradora fazia falta, mas ao lembrar que provavelmente não haveria um momento de paz como esse o marinheiro logo voltaria a apreciar os momentos de silêncio e os sons harmoniosos da natureza, isso até tudo desmoronar com os movimentos de Noami, era sinal de trabalho.

O sargento ficaria atrás de sua rastreadora, no fundo sabia que tentar olhar pelos arbustos não seria uma tarefa na qual obteria sucesso então poupar energia e aceitar sua falta de especialidade, ou vantagens naturais, seria muito menos desgastante, portanto esperar pelos resultados da soldada era a melhor opção. Era o que o samurai pensava até começar a ouvir as palavras, quando a última palavra fora proferida o rosto de D’Capri aproximaria-se rapidamente dos arbustos, enquanto suas mãos tentariam abrir caminho para seus olhos.
- Onde? - Perguntaria, tentando vislumbrar o cenário que a rastreadora havia lhe descrito. - Consegue ver algo mais? Detalhes?

O superior não tinha muito o que fazer senão aguardar e entender o que estava ocorrendo, os marinheiros vistos poderiam estar apenas patrulhando ou a paisana, até compreenderem a totalidade da situação a “unidade dos peixes-voadores” não poderia agir, Julian sempre gosta de ter um plano de ação a mão, entrar correndo nunca foi uma estratégia inteligente (Não na maioria dos casos).

O que o jovem tentaria ver era como o ambiente estava e como a movimentação estava ocorrendo, caso os marinheiros, que lá estavam, estivessem em batalha a unidade de D’Capri deveria de imediato servir como reforço, aproximando-se pela mata e posicionando-se de forma favorável para um ataque surpresa, pegando cobertura da vegetação e rochas, caso houvessem. Se os marinheiros estivessem agindo de forma suspeita, ou parecessem reféns, o que eles poderiam fazer no momento era observar para depois agir.

Caso o vilarejo ainda estivesse muito longe, os marinheiros deveriam aproximar-se o máximo possível para terem uma melhor visão da situação que haviam encontrado, com cautela para não serem pegos em armadilhas, tanto de aranhas quanto de humanos.


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil aranhas    As mil espadas - As mil aranhas - Página 3 EmptyQua 15 Jul 2020, 22:30


Narração
Horário: Dia
Clima: Primavera
Localização: Floresta Paradisíaca - Ilha Aracne

Julian D'Capri



Os marinheiros que outrora se encontravam vadiando pela retaguarda e centro da formação, seguindo logo atrás da dupla que possuía mais relevância, entretanto, logo estabeleciam um silêncio mútuo enquanto observavam o sargento se aproximando da "parede" que bloqueava o restante do caminho. D’Capri optava por seguir uma abordagem mais racional e passiva da situação, uma atitude sábia para um líder, deixando que sua subordinada realizasse aquele procedimento no qual parecia estar mais habituada que os demais.

- Não consigo enxergar muito além disso, essas raízes atrapalham muito e são extremamente resistentes. - Noami comentava enquanto revela novamente uma de suas neko-tes e rapidamente tentava cortar as plantas da "parede" a frente, mas sem sucesso. - Mas pelo que parece, não existe nenhuma movimentação suspeita até onde vejo, são quatro marinheiros em duplas de dois se locomovendo pelo recinto na direção Norte e Centro-Oeste. - Continuava sua descrição, mas era perceptível a frustração da rastreadora pela escassez de informação. - Como procedemos? Devemos retalhar essa vegetação?

Jullian conseguiria sentir a dúvida de seus companheiros o cercando, os quais lhe encaravam no aguardo de uma resposta ou ordem segura do comandante. Não existia muitas opções ou mistérios de fato, mas a aparição de agentes da marinha fora o "esquadrão de caça" só podia significar mais problemas adiante. Caso Jullian ultrapasse a "parede", independente da forma, poderia visualizar com mais clareza o novo cenário que Noami havia descrito anteriormente.

Os marinheiros perceberiam que estavam um pouco além do centro da cidade, pois seria possível visualizar a fachada de entrada da própria cidade muitos metros longe de onde estavam. A paisagem do local era tomada pela abundância de casas feitas em sua maioria de madeira, além dos mais variados tipos de palmeiras espalhados pelo vilarejo. Uma pequena quantidade de pessoas andava pelas ruas, além dos outros soldados que logo notavam a presença da tropa, pareciam um acuadas com a presença de mais autoridades no local e era visível que algumas aceleravam o passo depois de vê-los. No fim, também era reconhecido o prédio que a rastreadora destacava em sua explicação, uma estrutura que se assemelhava a uma estalagem e taverna, junto de uma estação e linha de trem oriunda do Expresso Oceânico da ilha.


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil aranhas    As mil espadas - As mil aranhas - Página 3 EmptyQui 16 Jul 2020, 23:46




Suspeitas! Vilarejo? Marinheiros?
Julian D’Capri

Era estranho ouvir de Noami que apenas haviam quatro outros marinheiros no recinto, uma tática de defesa que seria bem falha para falar a verdade, ainda mais levando em consideração que as aranhas vencem por números, a unidade de caça era um ótimo exemplo, eles não tinham números tão grandes, mas já eram praticamente o dobro daquela quantidade que estava pelo vilarejo, e seu objetivo não era lutar, aquela pequena quantidade apenas faria sentido caso todos os marinheiros fossem de uma patente superior, como capitães, ainda sim essa explicação não faria muito sentido, já que D’Capri não tinha conhecimento de nenhum outro marinheiro de patente superior e ele esperava ser alertado caso um fosse enviado ou estivesse presente.

De qualquer forma o cenário que havia era esse e de forma alguma aquelas pistas poderiam ser ignoradas, finalmente os defensores estavam chegando a algum lugar, não seria agora que seus passos seriam desfeitos por inseguranças ou achismos, a investigação continuaria.
- Vamos prosseguir. - Diria o sargento sacando sua espada e partindo para cima da vegetação, visando a retalhar com a lâmina afiada de sua espada.

Uma vez com o muro natural fosse derrubado a trilha estava limpa para ser seguida, ainda que com cautela, o superior conseguia sentir seu cérebro tremelicar buscando sanar as dúvidas em sua cabeça, aqueles homens podem apenas ter sido deixados para trás para guardar o vilarejo enquanto um grupo maior limpa ou explora a área, ou há mais homens dentro dos prédios, haviam algumas explicações plausíveis no imaginário, porém ele queria entender o que estava acontecendo.

Enquanto caminharia pela trilha o loiro logo direcionaria sua atenção e andar para os marinheiros presentes, acenando com a cabeça para eles.
- Olá senhores, sou o sargento D’Capri e esses sãos os homens do meu esquadrão, o que está havendo aqui? - Perguntaria, procurando uma resposta do porquê da presença dos homens ali, e se fosse questionado da sua, responderia. - Estamos em uma missão de caça, existem alguns piratas fugitivos pela ilha e estamos os procurando.

Se não fosse informado quem seria o superior dos homens o sargento os questionaria.
- E quem seria seu superior? - Diria aguardando a resposta. - Vocês são os únicos pela cidade? - Indagaria D’Capri, querendo sanar sua dúvida estratégica.

Independente das respostas dos defensores o espadachim acabaria os perguntando sobre os piratas.
- Vocês ouviram alguma história de piratas à solta? Ou algum sinal de movimentação suspeita? Achamos que os foragidos restantes podem ter seguido nessa direção.

Com o “relatório” pego, o loiro agradeceria com a cabeça e logo voltaria a andar, o que de certo mais chamaria seu senso de perigo era a taverna, o lugar preferido para criminosos e foras da lei, poderia não haver ninguém por ali, mas o prédio certamente chamava a atenção.

D’Capri apenas não pararia para olhar o local caso a fala dada pelos marinheiros que encontraram indicasse que o restante deles estivesse com problemas ou então alguma pista em uma determinada localização, ou até a localização de algum time por perto. Caso contrário, ele manteria sua ideia e iria até o estabelecimento.
- Soldada Noami, posso pedir para que analise os arredores da vila? Talvez seus olhos treinados consigam visualizar alguma pista de uma rota de fuga ou algo mais precioso, leve três soldados consigo. - O loiro diria com um olhar confiante para a rastreadora. - Soldado Majolu, gostaria que você e alguns homens montassem guarda aqui pelo lado de fora, cerquem o prédio, eu vou entrar sozinho, fiquem atentos para qualquer um que possa sair.

E o samurai seguiria solitário, adentrando a taverna e indo de imediato verificando todo o recinto com seus olhos, vasculhando, quase que como um scanner de um robô, por suspeitos e rostos conhecidos, mas claro que ele não ficaria parado e iria até o balcão de atendimento para comprar alguma bebida não alcoólica, como água ou suco, e no caso de não haver uma o garoto então pediria a mais fraca e todas, pagando-a com o dinheiro que tinha no bolso.
- Desculpa a intromissão, mas poderia me dar uma informação? - O garoto diria para que fosse o servir, tentando falar o mais baixo possível, para que a conversa apenas ficasse entre os dois. - Estou procurando alguns fugitivos, por acaso ouviu algum boato?


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil aranhas    As mil espadas - As mil aranhas - Página 3 EmptyDom 19 Jul 2020, 16:30


Narração
Horário: Dia
Clima: Primavera
Localização: Floresta Paradisíaca - Ilha Aracne

Julian D'Capri



Demandava certo tempo para que Jullian conseguisse ultrapassar aquela barreira de plantas, apesar de receber auxilio de Noami e seus soldados, foram necessários muitos cortes e tentativas para que o caminho fosse enfim liberado. Sem hesito, os marinheiros do "esquadrão de caça" adentravam finalmente ao vilarejo da Ilha Aracne, o qual já cansei de descrever o cenário, todos caminhavam próximos uns aos outros esperando algum comando do líder loiro, mas este último já estava decidido a solucionar as duvidas que existiam em sua mente e partia em direção a primeira dupla de agentes que encontrava no caminho.

Para a surpresa de Jullian, quando abordava a dupla, percebia que ambos eram simples soldados carregando alguns Kit's médicos em mãos. A outra dupla também se aproximava de onde eles estavam e conseguia ouvir as palavras iniciais do médico espadachim. - É um prazer conhece-lo, sargento D'Capri, estamos numa missão em conjunto do Capitão Kuzuro. Fazemos parte da esquipe médica, viemos, pois um dos soldados contactou o capitão com um moshi moshi e relatou a existência de combates acontecendo na ilha. - As explicações vinham junto das apresentações, embora outras dúvidas pudessem existir a partir daquele ponto.

- Capitão Rurear Kuzuro? Ele está aqui? - Majolu questionava ao lado de Jullian, era visível a surpresa do primeiro com aquelas palavras. - Sim, ele está dentro da estalagem. - Um dos soldados respondia, apontando para o prédio que D'Capri já tinha intenções de investiga-lo inicialmente. - Desculpe, mas não sabemos nada sobre esses piratas, senhor. - Outro soldado respondia a segunda pergunta feita pelo sargento, deixando alguns dos marinheiros da outra tropa desanimados.

- Sugiro que converse com o capitão, sargento D'Capri, ele também está buscando informações e talvez ele possa lhe ajudar com alguma coisa. - Enfim, novamente o primeiro dos soldados voltava a comentar com o espadachim. Todos estavam observando a agitação que acontecia no centro, tanto os soldados quanto alguns dos habitantes que passavam próximos do grupo, não era todo dia que marinheiros passavam por aquele local e em grande número...


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil aranhas    As mil espadas - As mil aranhas - Página 3 EmptyQua 22 Jul 2020, 00:51




Capitão Rurear?! O prédio de informações!
Julian D’Capri

Era um tanto quanto cômico perceber que uma de suas batalhas mais dificultosas no dia havia sido contra uma parede de plantas, apesar disso tal combate não chegou a ser complicado uma vez que seus aliados o ajudaram, o que torna a situação ainda mais estranha, mas tudo era por uma boa causa, chegar até o vilarejo.

Apesar de toda a trama, quase escandalosa, que o jovem havia montado em sua cabeça, que não era tão incomum assim de acontecer, sua imaginação fértil era quebrada assim que os poucos marinheiros presentes começassem uma breve introdução, qualquer teoria que o jovem tinha na cabeça caia por terra, afinal de alguma forma o loiro sempre tratava de esquecer qualquer especulação que havia bolado para escutar as palavras de terceiros, talvez uma vantagem natural sua, ou algo de sua própria natureza, nem o próprio preguiçoso sabia dizer ao certo.

Mesmo assim as palavras do soldado deixavam outras questões no lugar das antigas, sendo a primeira delas a existência de palcos de batalha, o sargento tinha certeza que nenhum de seus soldados havia informado focos de combate, tanto que eles nem mesmo viram algo assim, ou seja essa ordem partiu de outro esquadrão e ele sabia que além do esquadrão de caça havia apenas outros três, todos liderados por seus companheiros, Asuna, Noelle e Noskire, isso fazia o marinheiro preocupar-se já que a mensagem deve ter passado de um desses, ele torcia para que seus companheiros estivessem bem.

A outra questão que surgia era o nome mencionado pelo soldado, o tal capitão Kuzuro, o sargento por poucos segundos perguntava-se quem deveria ser essa pessoa, lembrando ao mesmo tempo que Majolu tomava a iniciativa de questionar os soldados, o homem que fora mencionado era Rurear, aquele que estava comandando, praticamente, todos os marinheiros presentes na ilha Aracne, o porque do capitão estar agindo pessoalmente era algo que provavelmente somente ele poderia responder, mesmo assim era curioso.
- Tudo bem, agradeço por suas palavras. - Respondia o espadachim, com uma leve reverência. - Suas informações foram de grande ajuda.

Era hora do próximo passo, ir até a estalagem e procurar o capitão que lá estava, porém seus homens provavelmente não poderiam seguir com ele, se o superior havia entrado lá sozinho fora para não chamar atenção então D’Capri deveria fazer o mesmo, visto que até os civis que caminhavam pelo vilarejo se espantavam com a presença dos defensores.
- Certo, então devo ir só até o local, estamos criando uma certa comoção aqui. - O sargento olharia seus aliados. - Soldados, estão dispensados podem descansar, porém ainda estamos em missão, portanto estejam alertas, se puderem verifiquem os arredores ou perguntem dos civis por boatos, tem sempre alguém que sabe de algo. - Diria, confiando nos instintos dos, e em, seus homens, enquanto se afastava. - Não andem sozinhos. - Daria seu último e mais importante aviso, já de costas e com um curto aceno de mão.

Se algum de seus homens questionasse sua decisão de ir sozinho ou perguntasse o motivo, ele responderia.
- O capitão está lá dentro por um motivo, provavelmente só para não chamar tanta atenção, por isso eu também vou só, desejem-me sorte.

O líder do esquadrão de caça então caminharia solitário até a estalagem, com convicção de que tudo daria certo, uma vez que precisava de seu azar fora da jogada, o mesmo entraria no edifício e analisariam com os seus olhos de forma rápida as pessoas presentes, na tentativa de reconhecer algum dos piratas ou o capitão Rurear, não que pudesse ser difícil achar um marinheiro em meio a tantos civis, mas nunca se sabe.

De toda a forma o garoto andaria pelo local até a mesa ou algum lugar que estivesse próximo do capitão, isso caso ele estivesse presente naquele andar ou ambiente, isso não sendo visível então o sargento se aproximaria de algum bartender, ou atendente livre, e o questionaria.
- O(A) senhor(a) por acaso viu alguém com as mesmas vestes que as minhas passar por aqui? - Em caso positivo o loiro continuaria. - Poderia me dizer para onde ele foi? - Caso a resposta fosse para esperar ele o faria, sentando em algum lugar livre ou em pé mesmo, se pudesse seguir para onde encontraria o capitão ele agradeceria com um aceno e iria até onde lhe fosse indicado.

Independente de como encontrasse o capitão assim que estivesse em sua companhia realizaria uma curta reverência respeitosa e apresentaria-se.
- Sargento D’Capri senhor, é bom o ver por aqui capitão Rurear, mas daria-me a permissão de saber o por quê? - Questionaria próximo ao superior e sussurrando caso mostrasse necessário (com ele pedindo ou analisando o clima do ambiente), já sabendo que tratava-se de informações ele gostaria de saber quais eram essas informações, tendo sanadas suas dúvidas, ou não, ele continuaria. - O senhor recebeu o relatório de combates, não foi? Gostaria de saber se há algo em que eu possa ajudar ou saber? - Independente da resposta de Rurear Julian ainda queria fazer uma pergunta. - O senhor sabe se todos os grupos estão bem? Os liderados por Asuna, Noelle e Noskire?

Caso o capitão questionasse o andamento da missão D’Capri prontamente responderia.
- Estamos coletando informações, os foragidos se dividiram em dois grupos, o maior foi morto pelas aranhas e o menor aparentemente veio para essa direção. - Com uma pausa para o entendimento do superior o líder da caça voltaria a falar. - O senhor por acaso teria ouvido falar de algo?

Em um último momento de conversas enquanto conversavam, ou não, sobre suas missões, o loiro voltava a se perguntar sobre sua posição de líder e gostaria de fazer uma última pergunta, a que provavelmente somente o capitão podia responder, mas ele não a faria, pois ele ainda tinha que mostrar serviço e acabar sua missão, só então poderia perguntar se sua posição foi um erro...
"Por que eu sou o líder?"



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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil aranhas    As mil espadas - As mil aranhas - Página 3 EmptySab 25 Jul 2020, 18:26


Narração
Horário: Dia
Clima: Primavera
Localização: Estalagem - Ilha Aracne

Julian D'Capri



A mente do jovem comandante permanecia trabalhando a todo vapor, embora algumas perguntas fossem respondidas outras continuavam sem respostas, novas informações eram recebidas de maneira repentina e em larga escala, assim, criando novas dúvidas que matutavam na cabeça do rapaz; contudo, de uma coisa ele estava certo e possuía certeza, todas as respostas, ou a maioria delas, estariam com o capitão que se encontrava dentro da estalagem a poucos metros de distância.

Decidido, Jullian agradecia pela cooperação e começava a instruir sua tropa. Suas ordens eram firmes e centradas, mesmo com a oferta de um descanso primeiramente, alguns dos soldados como Majolu pareciam contentes com aquilo, poderiam tranquilizar os nervos após diversas caminhadas tensas; entretanto, outros como Noami ainda ficavam satisfeitos com a permissão de continuar o reconhecimento na área. De maneira geral, ninguém demonstrava querer contrariar as ordens do loiro e ficavam contentes com suas funções.

No trajeto para a estalagem, Jullian poderia ver as casas, pequenas, médias e grandes, porem poucas. Um aglomerado de aranhas aqui e outras ali, mas estas não pareciam atacar, pareciam apenas estarem ali, vivendo. E mais alguns metros distantes, conseguiria visualizar alguns trilhos e seguindo-os observaria uma estação de trem pelos fundos da vila.

Chegando à frente da porta do estabelecimento, sem hesitar, o sargento adentrava ao recinto analisando o novo cenário que lhe era revelado. Poderia ver duas escadas, uma a sua direita e uma a sua esquerda, e mais a frente, um grande salão no quais mesas e cadeiras se encontravam espalhadas, com algumas estando ocupadas por pessoas aproveitando dos serviços do local, e no fim, um balcão com um homem atrás e outras duas entradas em cada lado na parede de trás. Enfrente, mas próximos ao balcão, outras cadeiras de estilo alto poderiam ser encontradas, com uma estando ocupada por uma figura que Jullian reconhecia facilmente pelas vestimentas. Um marinheiro, de alta patente, Capitão Rurear Kuzuro.

Todavia, para a surpresa e (in)felicidade de Jullian, o sargento conseguia encontrar uma outra figura muito conhecida no local. Estranhamente, ela estava usando roupas diferentes do comum, mas sua fisionomia loira e bobinha era inconfundível para D'Capri. Noelle Eisenhower estava do lado oposto para onde Jullian caminhava, acompanhada de mais dois homens; um genérico de primeira vista e outro cheio de hematomas que visivelmente estava cortejando a marinheira.


- Ora ora, parece que um de seus soldados deseja falar com você, Capitão. - O taverneiro dizia com um sorriso de orelha a orelha, demostrando o tom forte em sua voz, ele possuía uma barba volumosa e um cabelo castanho de dar inveja, trajava roupas tipicas de sua profissão. O capitão se virava para entender sobre quem se tratava e ficava surpreso ao encarar o loiro de frente. - Sargento D'Capri! Mas que ótimo vê-lo por aqui, e principalmente de encontra-lo em boas condições! - O homem cumprimentava o sargento de maneira formal, devolvendo continência pela força do hábito. - Estou aqui para conseguir algumas informações, apenas. - Ele respondia a pergunta do loiro de maneira rápida, desviando seu olhar para o taverneiro. Entretanto, novamente ficava surpreso ao presenciar que Jullian tinha conhecimento dos relatórios, o sargento em seguida fazia uma série de perguntas que deixavam o superior num beco sem outra opção a não ser responder.

- Sim, eu recebi. Os relatórios foram dados pelo Sargento Hughes, ele comunicou que a Sargenta Asuna estava no meio de um conflito e que sua comunicação com ela foi encerrada abruptamente... Lamento, D'Capri, mas isso é apenas tudo que sei. - Ele bufava aquelas palavras com pesar, sabia que a informação sobre a companheira tagarela infligiria o loiro de alguma forma, entretanto, Rurear logo continuava com sua fala. - Contudo, é justamente por isso que estou aqui. Eu não poderia ficar parado sabendo que meus colegas estão em apuros, logo decide adentrar a ilha junta a equipe médica do navio para apoia-los caso fosse necessário. - Terminava sua explicação com o punho sobre o peito, seria mais perceptível para D'Capri o quanto Kuzuro era dedicado pelos seus companheiros com aquela cena toda.

- Aproveitando que está aqui, diga-me um relatório de sua missão atualmente. - O capitão "ordenava" de maneira tranquila, sendo correspondido rapidamente pelo sargento, e se impressionava com a resposta. - Entendo... Acredito que o nosso "colega" aqui pode nos dizer algo a respeito, estou errado? - Kuzuro se dirigia ao taverneiro, este que logo abria outro sorriso e se virava para ambos os marinheiros. - Por favor, sejam mais específicos, esse tipo de informação chega aqui o tempo inteiro e de todos os lugares que puderem imaginar. - O homem dizia com um semblante calmo, ainda mantendo o seu sorriso. - É um prazer conhecer outro sargento tão jovem, o meu nome é Gerald. - Terminava sua fala se dirigindo a D'Capri, dando a deixa para que o loiro voltasse a falar.


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil aranhas    As mil espadas - As mil aranhas - Página 3 EmptySeg 27 Jul 2020, 23:26




O Capitão, o Sargento e o Taverneiro
Julian D’Capri

De certo o local parecia bem maior em seu interior que do lado de fora, pelo menos na imaginação do sargento, mas era interessante notar que mesmo cercados pelo perigo constante aqueles moradores não deixavam de se divertir, talvez fosse uma maneira que achassem de descontrair ou esquecer essa tensão constante, para o loiro viver numa condição daquelas certamente faria ele viver em uma zona de preocupação constante, aranhas gigantes estavam simplesmente circulando pela ilha.

Por sorte o capitão estava em um local de fácil acesso, e visualização, então não se tornaria dificultoso aproximar-se deste, apesar de que outra figura também estaria ali e seria muito mais surpreendente a ver, mesmo que trajada com roupas bem… Faltosas de tecido, Noelle, sua parceira que havia conhecido em Karate Island, se Julian fosse o tipo de pessoa mais sentimental provavelmente estaria saltando para cima da sargento e abraçando-a, mas graças ao seu raciocínio rápido o loiro deduziria que ela estava disfarçada, provavelmente cumprindo sua missão, portanto se aproximar não era uma opção.

Mas mesmo que o jovem não pudesse ir até ela e cumprimentar-lhe em sua mente ele agradecia por vê-la bem, saber que seus companheiros estavam bem era sua melhor recompensa, talvez ele comentasse algo mais tarde quando pudessem estar reunidos… Ou apenas apreciaria a vista momentaneamente antes de partir para seu dever, deixando um sorriso de canto e seu desejo de sorte para Noelle.

Ao voltar sua atenção para o dever, o marinheiro se deparava com o excêntrico taverneiro e seu capitão ali sentado, que por sorte emprestava sua atenção para o espadachim e também suas palavras, infelizmente não revelando as melhores notícias, primeiramente respondendo sobre o combate, Hughes era o sobrenome de Noskire, então o mesmo devia estar bem e pela ilha, cumprindo sua missão, mas ao ser mencionado o nome de Asuna, sua amiga, Julian ficaria extremamente preocupado, ela estava em perigo e ele nem mesmo podia ir a seu encalço, mesmo assim seu humor não podia ser afetado por isso, tinha que ter confiança em seus aliados, Noskire é uma pessoa boa e que provavelmente está indo ajudar Asuna, sem mencionar que a atiradora também não é indefesa, podendo defender-se muito bem, mas mesmo assim isso transtornava o espadachim.

Mesmo diante de tal cenário o superior não deixava-se abater, e mesmo que sua missão não envolvesse nenhum dos soldados e sargentos em campo ele parecia disposto a acompanhar todos de perto, oferecendo seu próprio auxílio, aquelas eram palavras fortes e belas, palavras que o loiro esperaria de um capitão, palavras que ele queria poder dizer e demonstrar em ações, D’Capri entendia um pouco mais de seu capitão e ficava orgulhoso por ter o conhecido e aprendido com ele, assim como fizera com os anteriores.

Com o assunto entre os “superiores” encerrado o loiro era introduzido ao taverneiro, uma figura um tanto quanto chamativa e única, Gerald, o informante que o capitão fazia questão de chamar para a conversa e que provavelmente era a pessoa certa para o serviço, já que é bem comum a taverna deter conhecimentos dos mais variados tipos.
- Prazer senhor Gerald, sou o sargento D’Capri. - Apesar de ficar curioso para saber quem seria o outro jovem sargento que ele havia conhecido o loiro prefere ignorar tal questão no momento. - Como deve ter notado estou procurando algumas informações, especificamente sobre piratas, o senhor, por um acaso, ouviu falar de algum tipo de grupo clandestino, desconhecido, ou homens suspeitos passando por essas redondezas? - Questionaria olhando em volta. - Ou de algum esconderijo que não existia antes e passou a existir agora?

D’Capri aguardaria as respostas do taverneiro, torcendo para que estivesse inteirado ou pudesse fornecer qualquer tipo de pista sobre quem os marinheiros estariam procurando, independente das respostas o garoto armazenaria todas as informações, ao mesmo tempo que cavaria por mais.
- O senhor também saberia de algum carregamento suspeito que estaria ocorrendo? Ou teria ouvido falar de algum negócio que está acontecendo às escuras? Como contrabando, por exemplo. - Se alguém, dos que estivessem participando da conversa, questiona-se o porquê de tal questão levantada, o sargento diria. - Há alguns barcos atracados no porto aqui perto, porém a tal “mercadoria” ainda está lá, por isso acho que o verdadeiro carregamento já foi levado para onde deveria e aquilo é apenas uma isca.

Se para ouvir alguma resposta o jovem tivesse que pagar com dinheiro, ele então faria, isso se não passasse de um preço de 1 milhão de berries, caso viesse a passar o loiro questionaria.
- E porque deveria pagar um preço tão alto? Não poderia diminuir? O preço máximo que posso pagar é 800 mil. - Se infelizmente não houvesse maneira de o convencer o jovem então pagaria o valor que estaria sendo estipulado.

Terminada a conversa e a reunião de informações o jovem agradeceria às palavras de ambos e despediria-se, devendo se reunir com sua equipe para partir para investigar algum local que pudesse ter sido indicado por Gerald.
- Ambos me ajudaram muito, obrigado senhor Gerald, grato capitão Rurear. - O espadachim faria uma curta reverência a ambos. - E obrigado pelas palavras capitão, talvez elas tenham me esclarecido algo que eu não teria visto só. - Mas antes de sair o marinheiro então encararia seu líder. - Se eu puder ajudar com algo, o senhor me avisaria, certo?

E o loiro iria para fora, encontrar seu aliados, ao chegar próximo a todos, indagaria caso faltasse algum.
- Onde ele(a) está? Tenho um norte para seguirmos. - Dada a resposta o sargento então partiria para procurar o faltoso. - Certo, vamos procurar, temos que partir o quanto antes.

Se antes de partir seu grupo acabasse esbarrando com o quarteto médico do capitão Rurear o loiro acenaria com a cabeça.
- Estamos de partida, desejo-lhes boa sorte em qualquer que seja sua empreitada. - Diria, despedindo-se.


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil aranhas    As mil espadas - As mil aranhas - Página 3 EmptySex 31 Jul 2020, 23:09


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Julian D'Capri



Sem perder tempo Jullian se apresentava igualmente para o homem barbudo e logo fazia uma série de perguntas que surpreendiam o taverneiro, mas este rapidamente correspondia mais uma vez com um simples sorriso.  - Piratas? Eu não sei nada sobre, mas sobre os outros... - O homem pegava um copo de vidro enquanto falava, limpando-o com um lenço que estava próximo do balcão. - Faz três dias desde que alguns homens chegaram ao vilarejo, eu trabalho aqui há muitos anos, reconheço um forasteiro quando vejo, e eles não pareciam estar em boas condições, entretanto, ainda sim possuíam dinheiro suficiente para comprar quatro quilos de comida, após isso eles simplesmente sumiram da vista de todos. - Ele continuava sua fala enquanto sacava uma garrada de álcool por debaixo da mesa, abrindo-a e colocando uma quantidade moderada do líquido no copo.  - Nesse meio tempo alguns também dizem terem ouvido gritos pelas regiões mais profundas da floresta, não sei se tem alguma relação, mas seria difícil alguém sobreviver andando por essa parte da ilha. - O homem dava uma risada enquanto servia outro cliente que chegava ao balcão, voltando rapidamente sua atenção para os marinheiros curiosos.  - Mas então, vão querer alguma coisa? Vocês apenas pediram informações, mas garanto que uma boa rodada de cerveja ajudaria a pensarem melhor! Também vendemos outras coisas aqui, desde mapas até armas! - O homem gargalhava orgulhoso de sua proposta, esperando que os vigilantes do mar lhe dessem uma resposta positiva.

Contudo, a felicidade do taverneiro parecia sumir completamente ao perceber que o sargento se despedia, dando brecha para que um semblante de decepção fosse visível em seu rosto, permanecendo em silêncio enquanto ouvia o outro marinheiro falar em tom de felicidade. - Fico contente de saber que está progredindo, tanto na missão quanto como pessoa, está fazendo jus a sua fama e patente, Sargento D'Capri! - Dizia com um sorriso no rosto, levantando-se de seu assento logo em seguida. - Eu também estou de saída, ainda tenho que averiguar a posição dos esquadrões de Noskire e Asuna... Espero que no final minha preocupação tenha sido à toa. - Ele dizia com uma entonação entristecida, mas seguia com sua forte postura diante a preocupação constante.

Antes que os marinheiros chegassem a caminhar em direção a porta de saída, outra figura chegava ao balcão próximo aonde o trio conversava. O homem batia continência de maneira afobada, sendo reconhecido facilmente pelos dois comandantes. - Soldado Majolu! É um prazer vê-lo novamente, Capitão Kuzuro! - Majolu cumprimentava o capitão rapidamente, sendo correspondido por um gesto de mão que sinalizava uma ordem de descanso. - Desculpe-me incomodá-los, principalmente pela sua ordem anterior Sargento, mas acho que vocês dois vão querer ouvir quem encontramos pelos arredores da vila. - O homem explicava suas intenções sem muitas delongas, esperando induzir os dois superiores para o lado de fora e resolver o misterioso problema.

O sargento possuía a chance de tomar a iniciativa da situação, poderia escolher desde continuar conversando com o taverneiro agora deprimido ou ir de encontro do urgente compromisso. Olhando para os arredores, perceberia que Noelle também não se encontrava mais no recinto...

Caso o sargento seguisse para fora da estalagem, sem muitas dificuldades encontraria todos os soldados se reunindo em um ponto a poucos metros de distancia da entrada do prédio. Incluindo os médicos que acompanhavam o Capitão. Provavelmente eles teriam relatórios para comunicar ao sargento... Entretanto, para a surpresa de Jullian, um novo e pequeno grupo de marinheiros se faria presente em meio aos demais, e antes que D'Capri pudesse questionar sobre eles outra voz tomaria o seu lugar. - Soldado Optimus, soldado Ken, soldado Ulrish e soldado Marcus Feurbach, que ótimos vê-los por aqui! Onde está o Sargento Hughes e outros?

- Nós não sabemos... -


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Última edição por Revescream em Ter 11 Ago 2020, 18:10, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil aranhas    As mil espadas - As mil aranhas - Página 3 EmptyQua 05 Ago 2020, 00:04




O chamado do dever! Ajuda!
Julian D’Capri

Para o sargento era surpreendente ouvir que os tais homens, que poderiam muito bem ser os piratas, chegaram em uma situação “maltrapilha” e mesmo assim possuíam riquezas o suficiente para comprar tanta comida, de fato era uma observação um tanto quanto interessante e que ajudava na investigação, porém os tais gritos faziam o marinheiro pensar se ele agora estava livre do trabalho ou não, de qualquer forma o preguiçoso sabia que teria de averiguar a floresta e afirmar com mais certeza qual seria a situação atual dos foragidos, se prender em achismos não era uma opção em sua profissão, infelizmente liderar uma outra missão de exploração não era muito bem o que gostaria de fazer no momento, e dada a observação do taverneiro o superior e sua unidade estão vivos graças a sorte.

D’Capri realmente estava pronto para ir embora, de fato, porém uma coisa havia chamado a atenção do jovem, a parte dos mapas, antes em sua mente tudo que poderia haver naquela taverna era inútil já que ele nem mesmo bebia, talvez no armazém do homem houvessem novas lanternas e tochas, utensílios que o loiro julgaria necessário ter em sua próxima empreitada, que provavelmente envolveria explorar a floresta (O que foi confirmado mais tarde).

Antes que sua atenção pudesse ser puxada para tais pensamentos o capitão presente começou a conversar, fazendo elogios e relatando seus próximos planos de ação ao loiro, deixando-o orgulhoso de poder estar sob os comandos de alguém como Rurear, um marinheiro, e pessoa, que podia ser julgado como exemplar, Julian também encarava não ser merecedor de tais palavras, mas a confiança que seu superior trazia com elas o fazia querer honrar e provar que elas eram verdade, ele evoluiria e melhoraria, todavia após o capitão outro marinheiro entrava em cena, o soldado Majolu e uma frase que fazia a atenção do sargento se voltar totalmente para seu colega.
- Certo, guie-nos. - Diria prontamente, dando atenção completa para a problemática que havia surgido, seguindo Majolu para onde ele quisesse o guiar.

O espadachim estava preocupado, seus passos estariam apressados e apenas não ultrapassaria o soldado por não saber para onde ir, anteriormente ele havia recebido uma notícia preocupante sobre um de seus parceiros, Nokire, e sua amiga Asuna, certamente sua cabeça estava focada totalmente nisso assim que Majolu disse “quem encontramos”, para ele podiam ser desde os próprios até homens que estavam em seus esquadrões, de qualquer forma o andar do jovem diria tudo, talvez até mais do que sua boca ou feição apática.

Tendo chegado aos defensores que estavam ali por perto e que agora estavam reunidos com outras faces, das quais algumas eram conhecidas, como os irmãos Feurbach, o sargento ficaria impressionado, afinal de contas ele sabia que aquelas pessoas eram pertencentes a unidade do sargento Noskire, mas não era isso que mais impressionava D’Capri, e sim a resposta dada à pergunta do capitão Rurear.
- Não sabem? Por acaso se separaram deles? - Indagava, ainda procurando alguma esperança para se agarrar.

O espadachim aguardaria uma resposta clara dos homens, para esclarecer os fatos em sua mente que ainda andava na penumbra, claro que se eles não começassem a falar ele pediria para que o fizessem, isso se o capitão não fosse mais rápido.
- Poderiam relatar o que ocorreu até o momento? - Ele perguntaria, fazendo uma pergunta mais adiante. - Onde vocês estavam juntos pela última vez?

Julian ouviria pacientemente as palavras dos soldados que ali estariam, sua mente começaria de imediato maturar as palavras e juntá-las em seu armazém para as organizar, ele podia não saber tanto de estratégia estratégia, mas bolava ao menos um plano de ação paliativo, mesmo assim para ele era claro que sua unidade deslocaria-se para prestar assistência aos seus colegas, o samurai não viraria as costas para esse problema, mesmo que o relatório entregue oralmente não revelasse nenhum problema mais grave.
- Certo, então seremos o reforço, temos que agir imediatamente. - Se por um acaso Rurear tentasse impedir o loiro de ir, o mesmo negaria-se de cumprir qualquer que fosse a ordem. - Me nego a abandonar um companheiro, irei com o senhor.

Caso Rurear comentasse da missão que Julian ainda tinha que completar o garoto diria.
- O senhor ouviu, os piratas podem estar mortos, eu apenas preciso verificar, minha missão está praticamente finalizada, deixe-me ir. - Se o capitão ainda não quisesse o sargento envolvido, por causa de burocracia, o loiro não daria-se por vencido. - Então emita uma outra ordem, me dê uma missão de resgate, estou indo salvar meus colegas, o senhor mesmo disse, nenhum homem fica para trás.

A seguir o sargento iria até a estalagem, pedindo para os marinheiros aguardassem um momento, isso se o relatório não mostrasse uma urgência imediata, o que faria o marinheiro desistir da estalagem e partir para a missão.
- Tenho que falar com o taverneiro, preciso comprar algumas coisas, me dêem alguns segundos.

O que o jovem faria era comprar alguns itens preparativos para salvar seus companheiros e garantir a sobrevivência de sua equipe, ele não sabia se teria que batalhar ferozmente, mas poupar seus homens era uma ótima ideia, em sua lista de compras estariam:
- Gerald, certo? - Diria o jovem ao se aproximar da bancada. - Preciso de favores, e todos referentes a compras, preciso de um mapa, garrafas vazias e que você as encha com álcool, pelo menos duas, e preciso também de tochas e lanternas, pelo menos duas de cada, rápido por favor. - O garoto pagaria por tudo, mesmo que necessitasse pagar pela bebida que estivesse nas garrafas e fosse ser desperdiçada, ele não estava se importando muito com preço naquele momento, apenas pagaria. - Grato.

E antes de sair da estalagem o loiro daria-se ao luxo de perguntar ao homem ali presente aquilo que ele antes ouviu, mas não teve vontade ou se deu ao luxo de o fazer.
- O senhor poderia me dizer quem foi o outro sargento que conheceste? - Se a resposta por um acaso envolvesse Noskire ou Asuna, o jovem continuaria. - Ele(a) comentou algo sobre uma missão ou para onde iria, ou até queria informações sobre algo em específico?

Se Gerald acabasse perguntando o porque de Julian estar comprando aquelas coisas ele falaria.
- Estou indo salvar um companheiro.

Caso não houvessem os itens solicitados pelo médico, todos ou alguns, o mesmo se contentaria no que poderia ter e pagaria por estes, agradecendo da mesma forma e seguindo apenas com as informações.

Julian voltaria em seguida com todos os utensílios em mãos apresentando-os visivelmente para todos.
- Acho que é tudo o que preciso, podemos partir. - Se estivesse com o mapa ele o entregaria para Majolu, que logicamente o usaria melhor que o superior, visto que era um navegador. - Soldado Majolu, aqui.

E assim que fosse dado o sinal, por si ou pelo capitão o loiro pretendia obedecer e partir em busca de seu companheiro Noskire e com sorte achar sua amiga junto, ele os ajudaria e traria ambos de volta para a segurança.


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