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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Busca Implacável   Busca Implacável - Página 2 EmptyTer 26 Maio 2020, 19:57

Relembrando a primeira mensagem :

Busca Implacável

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Noskire M. Hughes. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Busca Implacável   Busca Implacável - Página 2 EmptyDom 14 Jun 2020, 22:00




Busca Implacável — Post 05

"Sério?! De novo?!" Indaguei, enquanto um portal surgia inesperadamente aos meus pés e me levava dali para outro mundo. Ou para um sonho. Ainda não sabia com certeza. Monte de pessoas estranhas e esquisitas, mas após um cochilo, o fim do dia chegou e pude finalmente retornar à minha busca. Por sorte, parecia ter passado apenas um segundo ou dois no "mundo real". "Menos mal!"

- x -

Precisei piscar algumas vezes para me acostumar com a claridade do sol na minha cara e logo me deparei com uma bela e apressada mulher na minha frente. Loir-Não, de cabelos escuros e olhos azuis. Minha visão deveria estar me pregando peças. Seu nome era Elisa e, por um momento, imaginei se seria a líder daquele vilarejo, mas o pintor havia dito outro nome. Ajeitando meu óculos, da forma mais formal possível, disse: — Estou em busca de algum parente deste senhor. — E mostraria o retrato feito por Alan para ela. Caso ela fosse conhecida do homem, agiria de forma similar a como teria feito com o pintor.

Caso contrário, guardaria o papel no bolso mais uma vez. — Uma pena. — Observaria a mulher por um momento, sem saber como prosseguir. Ela não era a tal Saphira e o pintor havia dito que o representante dessa mulher era um homem. Então de onde vinha tanto interesse? "Seria essa mulher um homem?!" Pensei exaltado, lembrando-me de um momento bem peculiar na minha pequena folga obrigatória1. — Você, por acaso, é o associado da senhorita Saphira? — Indagaria, hesitante. No caso de uma resposta negativa, emendaria: — Então qual a sua relação com ela? E porque tanto interesse em mim e meus homens?"Meus homens..." Pensei com um sorriso. "Será que algum dia me acostumarei com isso?"

Se a conversa com a mulher não me levasse a lugar algum, me viraria para os soldados, lembrando-me de que, agora, não precisava mais fazer tudo só. Com Adam e Alan ao meu lado, entregaria o retrato para o cartógrafo, dizendo: — Vejam se encontram algum conhecido dele na estação de trem ou alguma outra informação pertinente. Eu irei em busca do tal associado que o pintor falou. Nos encontramos dentro de trinta, quarenta minutos? — Por mim, seguiríamos em três minutos, mas sabia que era um tempo demasiado pequeno para, basicamente, qualquer coisa.

Restando sete soldados, escolheria os quatro mais próximos, indicando para que eles viessem até mim. — Dividam-se em duplas e dêem uma volta pela vila. Me relatem se virem algo fora do comum. — E, lembrando-me de algo super importante, acrescentei: — Se virem minha irmãzinha, me avisem imediatamente! — Ordenei, embora infelizmente sem muitas esperanças.

Dos três que restaram, fiz um gesto para que me seguissem. — Vamos em busca da estalagem. — Informei, seguindo as indicações me dadas pelo pintor. Ao ver o tal edifício único, provavelmente com Alan e Adam ao meu lado, o que seria um pouco constrangedor — Tipo aqueles momentos onde você se despede de alguém, mas vão ambos na mesma direção. —, apontaria para dois dos soldados e diria: — Fiquem aqui e mantenham atenção. — E, com o último soldado restante, entraria na estalagem.

Para ser sincero, eu sequer sabia o que estava fazendo. Odiava admitir, mas estava meio que imitando o que o Ex-Tenente Marco havia feito. O odiava do fundo do meu ser, mas ele, ainda assim, possuía mais conhecimento do que eu em liderar, tanto que corrompeu parte dos marines de Wars Island. Enfim, a questão era que estava imitando o único superior que havia visto investigar uma área urbana, não tinha sequer escolha diante disso. Entrando na estalagem, buscaria pelo responsável e, mais uma vez, me apresentaria: — Sou o Sargento Hughes, prazer. — Sendo que, desta vez, acrescentaria: — Busco pela senhorita Saphira ou por seu associado.

1Só para esclarecer, no evento eu falei com o personagem do Wander como se fosse um homem, mas ele havia se fantasiado de mulher e se zangou, o que levou o Hughes a pensar que era uma mulher e ele (Hughes) que havia errado.

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MensagemAssunto: Re: Busca Implacável   Busca Implacável - Página 2 EmptyQui 18 Jun 2020, 12:57


Narração



Abordando uma civil, mulher desta vez, o jovem Sargento Hughes ia direto ao ponto – Este homem? Hm... eu me lembro de te-lo visto na estação do trem a pouco tempo atrás. Ele é um fugitivo ou algo assim? – dizia ao ver o retrato pintado pelo marinheiro. Lamentava a falta de mais informações sobre o homem enquanto guardava novamente aquele rosto no papel. Encarava a mulher e lhe lançava outra questão, essa respondia de forma simples e padrão – Não – o Sargento logo se apressava e continuava o questionário, e a moça ligeiramente espantada pela autoridade que ele exercia de um segundo ao outro – Eu não sou um dos associados que você deve estar procurando, se quiser acha-los, vá a estalagem. Eu sou... – uma pausa dramática   – A estilista dela! – fazia um jogo com sua mão, colocando-as na frente como se formassem uma câmera e uma pose sem pé nem cabeça com as pernas – E seus homens não me interessam de forma alguma a não ser pela proteção que eles garantem – olhava de canto ao esquadrão onde se podia ver o Soldado Ismael lançando uma beijoca aérea para a moça, acompanhado de uma piscadela e um sorriso ligeiramente amarelado. Com um olhar enojado, ela voltava sua atenção ao Sargento, que parecia sorrir para o vento, viajando em seu paraíso militar onde ele tinha o poder e o dever de ter seu esquadrão – Eu suponho.... – Terminava a frase não muito confiante sobre o quão longe aquele esquadrão ia seguir – Em fim, eu vou a floresta procurar por algumas espécimes para INS-PI-RA-ÇÃO – Dizia a ultima palavra com os olhos fechados e respirando fundo como uma forma de absorver o sentimento e ideia da palavra dita – Sentiria me segura em ter um Sargento acompanhando... – Dizia driblando o homem e seu esquadrão e saindo em direção contraria àquele bando.

Vendo que abordar civis de forma singular era demasiadamente lento, e nenhum resultado era obtido, Hughes encarregava seus dois soldados, Alan Zoka e Adam Feurbach – Sim senhor! – Diziam com determinação ao ouvirem a ordem se seu superior, ambos os solados batendo continência e saindo logo em seguida. Outro plano do jovem Sargento era o de reconhecimento, apesar do mapa em mãos, uma memória confiável de seus soldados parecia ser mais útil dada a situação. Selecionando um grupo de 4 soldados, dividiam-se as duplas Prime Optimus e Ulrich Feurbach, Thomas Feurbach e Kaneko Ken. Ambas as duplas batiam continência ao Sargento enquanto ele passava a ordem. Concluido, outro – Sim Senhor! – era seguido de dispersão.

Sobrando apenas três soldados consigo, Hughes com um sinal fazia com que os homens o seguissem, esses sendo Thomas, Loso e Ismael. Passava a informação de que iam agora para a estalagem em busca da tal mulher. Seguiam caminhando até o edifício mais destacado. No trajeto, podia ver as casas, pequenas, médias e grandes, porem poucas. Um aglomerado de aranhas aqui e outras ali, mas estas não pareciam atacar, pareciam apenas estarem ali, vivendo. Alguns passos a frente podiam se ver a dupla Alan e Adam, seguindo para a estação do trem.

Enfim, de frente ao maior e mais único edifício que se podia ver naquela ilha, a Estalagem. Apontava para Thomas e Ismael para que ficassem e manterem posição, enquanto que com Loso Almeida adentrava o estabelecimento. Dentro, após a porta de entrada, podia ver duas escadas, uma a sua direita e uma a sua esquerda, e mais a frente, um balcão com um homem e outras duas entradas em cada lado na parede de trás – Ora Ora, o que temos aqui, um Marinheiro! Seja bem vindo a Estalagem, o que posso fazer pelo senhor hoje? – Respondia com um sorriso estático de orelha a orelha o homem. Uma barba volumosa e um cabelo castanho de dar inveja, trajando roupas tipicas de um barman ou tavernero, o homem oferecia a sua atenção àquela dupla diante dele – Sargento hein... um moço tão jovem como o senhor e já ocupa tal cargo hihi imagino que tenha um grande futuro a frente – Soltava ao ouvir a primeira fala de Hughes – Ah... Infelizmente a senhorita não se encontra aqui nesse momento, apenas passa aqui algumas vezes sabe... Mas se procura algum dos rapazes, bom, já encontraste. Me chamo Gerald, prazer. Eu sou, hmpf, o que o senhor procura, o “associado”. Em que lhe posso ser útil jovem Sargento – finalizava o homem com um olhar fixante no jovem Hughes. Ao fundo, podia-se ouvir barulho de pessoas conversando, rindo ou até gritando, um pouco de tudo.

recepcionista:
 

off:
 


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MensagemAssunto: Re: Busca Implacável   Busca Implacável - Página 2 EmptyQui 18 Jun 2020, 19:54




Busca Implacável — Post 06

Eu não recomendo! — Foi o que eu disse para a mulher que disse ir para a floresta. Se estivesse de folga, a acompanharia com prazer. Mas com o desaparecimento de minha irmã e com aquela missão de suporte em mãos, segui-la para um passeio era a última de minhas prioridades. Também não podia impedi-la pois, além de uma mulher feita, aqueles civis provavelmente conheciam o perigo das aranhas muito melhor do que eu. Sendo assim, fiz o que pude: Deixei meu alerta e segui meu caminho.

Todos os soldados acataram minhas ordens de prontidão, o que me parecia super errado! Todos nós fazíamos parte de uma instituição onde a hierarquia era muito importante, um dos pilares da marinha e da ordem que ela exercia. Eu era um sargento e estava, hierarquicamente, acima deles. Eles me deviam obediência! Ainda assim, ver homens experientes em vida e em combate acatando minhas ordens era tão… estranho! Se eu me sentia assim como um mero sargento, imagino como deveria ser a estranheza e o peso nos ombros de um Capitão ou Comodoro. Novamente um sorriso surgiu em meu rosto, angustiado com a perspectiva.

Bem, no fim, não reclamaria de tal obediência. Era uma dádiva não ter que lidar com um soldado que desafiasse cada passo que desse e, apesar da estranheza, estava feliz com isso! Dispersando-os, cada qual com uma missão própria para cumprir, segui com o tal Almeida até a estalagem. Lá, encontramos um carismático homem com um ótimo bom gosto para barba e cabelo. Tentei, por alguns segundos, me imaginar com uma barba como a dele, sem muito sucesso. — Prazer, Geralt! — Baixei minha cabeça levemente em sinal de respeito e tirei meu boné, mostrando meu rosto por completo. — Estou apenas de passagem, mas gostaria de tirar algumas dúvidas sobre a ilha e de comprar alguns mantimentos. Você poderia me ajudar com isso? — Indaguei e, de acordo com a sua resposta, iria até o local ou pessoa sugerida.

Após me darem a oportunidade de prosseguir, diria: — Ontem à noite sofremos um ataque de centenas de aranhas e, embora ninguém tenha se machucado... — Tirando eu, com um buraco na coxa. — Gostaria de saber se vocês possuem algum meio de manter as aranhas afastadas. — Ouviria a resposta atentamente antes de fazer minha próxima pergunta: — E há alguma área da ilha que devo evitar? Temos um mapa de Aracne, mas não há muitos detalhes. Por sinal, você teria um mapa da ilha, algo mais elaborado, com mais detalhes? — Me corroía por dentro para perguntar: "Se você tivesse cinco anos, fosse loira, bonita e esperta, mas se achasse perdida na ilha, onde se esconderia?" Mas não achava que o homem entenderia ou sequer daria uma resposta satisfatória, então mantive a pergunta apenas em minha mente.

Após as informações adquiridas, ou não, partiria para os negócios. — Gostaria de comprar alguns itens, se você os tiver. Basicamente, o necessário para uma noite na mata: Um mapa da ilha... — Começaria com este, se o homem tivesse dito antes que possuía um. — Provisões para dez homens, três lampiões e uma ou duas cordas. Há algo mais que me indica? Quanto ficaria tudo? — Se o taverneiro oferecesse bebida alcoólica, provavelmente a base do seu negócio, negaria com: — Agradeço, mas não beberemos em serviço. — E, virando-me para Almeida, isto se ele aparentasse ser maior de idade, concluiria: — Mas se vocês tiverem interesse, podemos passar por aqui na volta e, quem sabe, eu até pague uma rodada para todos."Para comemorar a minha pequena de volta aos meus braços!" Desejei com todo o meu ser. Antes da negociação ser encerrada, iria adicionar à lista: — Ah… Por acaso o senhor não teria perdido por aí algum clareador dental? — Indagaria, lembrando-me do mulherengo dos dentes amarelados.

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MensagemAssunto: Re: Busca Implacável   Busca Implacável - Página 2 EmptyDom 21 Jun 2020, 17:13


Narração


Se desenrolava ali uma troca de ideias sem previsão para termino. O sargento Hughes cumprimentava o taverneiro, e logo se apressava para lhe arrancar alguma informação, já que aquela pergunta vivia a matutar em sua mente desde o momento em que voltara para aquela ilha – Afastar? As aranhas? Mas elas são o motivo, a razão, o conceito dessa estalagem – dizia o homem do balcão com os olhos arregalados ao ouvir tais palavras do sargento – não imagino o que vocês passaram por fora, na parte mais densa, mas nessa região aqui as aranhas são bem pacificas, elas são o nosso rosto, nossa marca, o motivo de muitas pessoas virem a essa ilha. Então não, eu não sei uma forma precisa para afasta-las, mas... você pode tentar fogo, qualquer animal teme o fogo não? – dizia com uma cara confusa, tentando buscar alguma coisa para dizer.

– De qualquer forma – pausava para dar voz ao sargento – Como eu disse, ficar muito longe da cidade. Não sei ao certo como são as aranhas na parte mais densa do mato, então é preferível que fiquem por aqui – dizia, foleando um grande livro a frente. O sargento logo perguntava sobre alguns itens que ele precisava para passar a noite no mato, Gerald ainda confuso por ver que o homem simplesmente ainda pensava naquilo, apenas deu de ombros e começou a falar – Vejamos... mapa, aqui. provisões.... Imagino que Cereais e Frutas sejam alimentos fáceis de se transportar, e não necessitam de coisas como talheres e pratos para comer. Já para os lampiões hm... esperem aqui – Dizia, se dirigindo a um corredor, e voltando alguns minutos após com três lampiões ligeiramente empoeirados – eh? Cordas também? Já volto – Dizia voltando para o corredor e trazendo duas cordas enroladas com um laço de fácil desmanche – Pronto, tudo o que me pediu, esta aqui. Eu imagino que vocês devam ter água não? Seria ruim passar o dia sem uma gota sequer – pausava por um breve segundo – Que tal uma ceverjinha hum? Cairia bem para acalmar os nervos no lugar para onde vocês vão sabe – dizia novamente com um sorriso estampado no rosto, porem seguia uma leve decepção pelo sargento recusar de forma educada a oferta. Nesse momento Hughes buscava alguma interação com seu acompanhante, soldado Almeida, porém, este apenas olhava o seu Sargento sem demonstrar nenhum interesse naquele futuro, na verdade, quisá parecia estar naquele plano. Como uma estátua, morto, defunto apresuntado, o homem de baixa patente pouco se mexia, não se coçava, tão pouco tossia. Seu ritmo interno parecia lento, quase parando. Era de se espantar como um soldado com aquela feição e jeito conseguiu entrar para a marinha. Quando sua atenção voltava ao taverneiro, este já havia organizados todos os itens em duas bagagens que parecia dos sacos de presentes*.

Antes que pudesse perguntar sobre um clareador dental, um barulho de conversa podia ser ouvido do lado de fora, vozes familiares eram ouvidas. Dessas, Adam que tinha a missão de encontrar informações sobre o morto na estação de trem parecia ter um tom irritado, e outra voz, dessa vez de Ismael. Ambos pareciam discutir sobre alguma coisa – Tudo deu 540,000 $. – O homem esperava ao lado das bagagens pronto para receber o pagamento. Almeida um pouco curioso, abria a porta para ver o que estava acontecendo lá fora, por um momento, por um breve momento, seus olhos saltavam para fora surpreso com o que via lá fora, e lentamente iam voltando ao normal, mas o sentimento de surpresa ainda assim estava expresso em sua face. Do lado de fora, acompanhando Alan e Adam que estava discutindo com Sanches, estava o morto que encontravam mais cedo. Não, morto não, estava vivinho da silva. Um homem com a exata cara pintada no retrato do marinheiro estava ali, de pé ao lado do mesmo, esperando impacientemente com os braços cruzados.


off:
 


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MensagemAssunto: Re: Busca Implacável   Busca Implacável - Página 2 EmptyDom 21 Jun 2020, 20:34




Busca Implacável — Post 07

A reação do homem era quase um tapa em meu rosto. Eu, que tinha como objetivo proteger, pensando apenas em me livrar das aranhas, quando meros civis apenas conviviam pacificamente com as mesmas. Quando foi que me tornei tão belicoso? Com uma mesura, o responderia: — Peço perdão por agir de forma tão desmedida. Acho que os acontecimentos dos últimos dias me afetaram de alguma forma. — E, realmente, após a batalha intensa e inesperada contra os piratas, ter sofrido aquele ataque brutal das aranhas apenas para acordar e descobrir que a minha irmã havia desaparecido… "Será que poderia ser pior?" E, arrependendo-me de minhas palavras, apesar de não pronunciadas, bateria três vezes na madeira do balcão.

Depois, basicamente esperei enquanto o taverneiro separava o material que pedi. O soldado que me acompanhava, o tal Almeida, parecia ter ainda menos interesse em beber do que eu. Na verdade, ele parecia ter ainda menos interesse do que qualquer um, em qualquer coisa. "O chamarei de O Zumbi a partir de agora!" Decidi. Para o meu azar, não demorou muito até que O Zumbi mostrasse reação e contrariasse a minha percepção dele. Graças a ele, no entanto, percebi que os soldados pareciam discutir, embora ainda não soubesse se com alguém ou entre si. A questão era que eu, como superior e responsável deles, teria que me meter e resolver aquela dor de cabeça.

Com um suspiro, contaria e pagaria o homem o mais rapidamente possível, pegando as sacolas ao dizer: — Muito obrigado por tudo, Geralt, e sinto muito pela minha atitude anterior. — Após mais um gesto de cabeça, daria as costas para o homem e me apressaria em direção à porta, pedindo licença ao Zumbi, se necessário, para chegar até os soldados, observando os presentes em busca de algum contexto na balbúrdia. — O que houve? Por que discutem? — E, virando-me para o desconhecido incrivelmente idêntico ao morto que encontramos na mata, diria com uma voz solene: — Senhor, se ainda não lhe comunicaram, peço que sente, pois, infelizmente, encontramos o seu irmão gêmeo morto a poucos minutos daqui. — Informaria, de expressão triste, para o homem.

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MensagemAssunto: Re: Busca Implacável   Busca Implacável - Página 2 EmptySex 26 Jun 2020, 14:06


Narração



A transação era concluída as pressas ao perceber o alarde que surgia do lado de fora. Hughes sacava de seu bolsos um saco de dinheiro e entregava ao felizardo taverneiro o seu suado din din – Muito obrigado – Dizia Gerald com um sorriso no rosto. Almeida, carinhosamente apelidado de Zumbi pelo seu superior, colocava um saco nas costas enquanto Hughes já se apressava para passar pela porta e resolver a situação do lado de fora.

– Você devia sentir vergonha de si mesmo. Com essa atitude e ainda quer se achar certo? – Dizia com um olhar de desprezo um dos irmão Feurbach – Bah Bah, não amola. Eu to fazendo o que me foi dito, apenas estou adaptando para uma ‘fadiga’ menor, se me entendes hun? – Retrucava de volta Sanches, escorado na parede com o seu rifle na apoiado na mesma. Thomas e Alan apenas assistiam sem saber como apaziguar a situação. O civil acompanhante parecia impaciente. Vendo seu superior se aproximar, Ismael ajeitava sua postura apressadamente. Hughes perguntava o estava acontecendo e Adam rapidamente dizia sua versão – Nos estávamos procurando o senhor para levar o civil que batia com a descrição do retrato, quando vimos o Soldado Ismaelcom sua postura desleixada e preguiçosa aqui fora. Ele nem estava empunhando sua arma e tão pouco parecia se importar, se alguém simplesmente corresse numa velocidade normal, conseguiria roubar o rifle antes mesmo dele perceber – dizia com o memo olhar em seu rosto – Hey hey, a minha arma estava no meu alcance, entendeu? Eu poderia pegar ela antes mesmo de qualquer coisa acontecer. Eu só estava aliviando a carga, afinal, não sabemos quanto tempo vamos ficar plantados. Economizar energia, tendeu? –

Terminada a frase do soldado, o civil vinha de encontro a Hughes, enquanto os soldados continuavam a bater boca entre si – Suponho que o senhor seja o superior, encarregado de mandar os soldados me encontrarem. Diga-me, para que vim ao seu encontro? – Dizia ainda com sua expressão impaciente, e num tom um pouco mais acelerado. Recebia a noticia do sargento Hughes de que seu irmão gêmeo havia falecido, e que o corpo havia sido encontrado. A noticia não parecia abalar o civil da forma esperada. Na maioria das vezes, expressões de choque e tristeza sempre seguiam após o uso dessas palavras, mas para ele, apenas uma cara séria precedia o seu discurso – Oh... então é isso? Sinto-lhe informar mas não partilho dessa afinidade com meu irmão – dizia agora, olhando a mochila nas costas de Adam – Imagino que esses sejam seus pertences certo? – Dizia, abrindo a bolsa ainda nas costas do soldado, o fazendo parar suas discussão por breves segundos para se equilibrar novamente. Dentro, peças de ouro, joias e algumas frutas que estavam começando a apodrecer – Veja. O espólio de um pirata. Ele sempre foi assim, preferiu essa vida criminosa a ter uma vida honesta *Tsc Tsc* teve o que procurava. Enfim, nenhum desses itens são relíquia de família e, presumo eu que são todos roubados... - dizia, vasculhando as peças de valor até encontrar um colar peculiar. Com uma jóia azul não muito grande e com detalhes únicos em ouro. Ver esse item fez-se surgir uma expressão de ódio no rosto do homem, e dizia sacando o colar e mostrando detalhadamente ao Sargento – Exceto este. Este era um colar da minha mãe... não acredito que ele teve a audácia de toma-lo também... a morte parecia um destino muito bom para o que você fez, seu maldito –

Colocava a jóia em seu paletó, enquanto dizia ao sargento – Devolverei a nossa mãe com a noticia. Por hora, eu procuraria devolver o restante, eu realmente não me importo com o que irão fazer – Pausava – Ainda precisam de mim por aqui? Ou posso seguir minha vida? – Cruzava os braços novamente, esperando a resposta.


off escreveu:

-540,000 Berrie
+10 cereais
+10 frutas
+3 lampeões
+1 Mapa detalhado de Aracne
+2 Cordas 10m

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MensagemAssunto: Re: Busca Implacável   Busca Implacável - Página 2 EmptySex 26 Jun 2020, 20:58




Busca Implacável — Post 08

Problemas e mais problemas. Suspirei. Com a aproximação do que deduzi ser o irmão do defunto, deixei a discussão dos soldados em segundo plano, dando a notícia com pesar. A reação do homem foi uma surpresa para mim. Ele era, de fato, o irmão do homem morto, mas fez pouco caso do ocorrido, até mesmo agradecendo por ele ter morrido. Sem perceber, cerrei o punho diante de tanto desdém.

Eu próprio tinha uma irmã e ela era tão importante que apenas em não a ter ao meu lado eu já sentia um aperto em meu coração, uma ânsia por tê-la comigo novamente, por vê-la bem e salva. E o sentimento era mútuo. Faria de tudo por minha pequena e sabia que ela faria de tudo por mim. A nossa partida de Wars Island voltou a minha mente, com um leve sorriso surgindo em meu rosto. Parti sem me despedir dela, pois sabia que, se a visse, não conseguiria ir embora. Em contrapartida, ao saber do que planejava, ela fugiu de casa e, por conta própria, invadiu um navio da marinha, lotado de marinheiros, sendo encontrada quando já estávamos na metade do caminho para Lvneel. Seu amor por mim só não era maior do que o meu amor por ela. E, sendo assim, ver um irmão desprezar o outro assim, tão facilmente…

Tsk… Uma pena que seja este o caso. — Disse, com um misto de pena e repúdio em minha voz. — Irmãos deveriam ser os maiores amigos um do outro, sempre juntos, sempre dando suporte um ao outro. — Percebendo que estava passando do meu papel como marinheiro, me apressei em concluir: — Não digo que a culpa foi sua, apenas é uma pena que tenha sido assim. — Após um momento de silêncio, informaria: — Levarei a mochila de volta ao navio e meus companheiros farão o possível para encontrar cada um dos donos e devolver seus pertences. Vá, meu irmão, e dê meu pesar para a sua mãe."Meu irmão..." Nem eu sei porque falei assim! Mas sentia-me genuinamente triste. Perder um irmão, perder um filho… Não importava se ele era um pirata ou não, ainda assim era uma dor colossal que ninguém deveria precisar sentir.

Deixando que o civil se afastasse, me voltaria para… Marcus? Ou era Adam? Aquele com a mochila! E diria: — Desculpe por fazer você carregar isso até voltarmos ao navio. — Ainda não tinha certeza se o peso desmedido daquela mochila era devido a minha perna machucada ou se era mesmo tão pesada como pensei ao pegá-la, mas ainda assim me sentia um pouco incomodado por fazê-lo carregar algo que eu decidi levar conosco. — Se cansar me avise que a levo até você descansar. — Pedi.

Com aquele problema resolvido, olharia para o mulherengo preguiçoso, ajeitando meus óculos com a minha canhota, buscando demonstrar uma postura mais séria, ao mesmo tempo que deixaria a minha destra livre, mas imóvel ao meu lado. — Posso ver a postura em que você estava, soldado? — Indaguei, ainda sério, tentando passar a ideia de que era uma ordem e não um pedido. Esperaria, com meu coração batendo mais rápido do que deveria. "Será que me sentirei assim toda vez que precisar confrontar um comandado?" Eu realmente esperava que não! Se ele não me obedecesse, pediria novamente, tentando impor a autoridade em minha voz: — A postura, soldado!

Assim que Ismael assumisse a tal postura, olharia para Marcus? Adam? O certinho! — Era assim que ele estava? — E enquanto um soldado confirmasse a postura do outro, olharia para Sanches, com a canhota no queixo e soltando um sonoro 'Hm…' concomitantemente a um movimento circular de minha destra, tentando agarrar o rifle e tirá-lo da posse do soldado. Se o soldado conseguisse evitar meu movimento e permanecesse com o rifle, diria: — Ele realmente está atento, deixe-o. — Diria ao irmão, encerrando o assunto e voltando a minha atenção para a compra recente.

Mas caso eu conseguisse desarmá-lo, diria: — Morto! — E jogaria o rifle em sua direção, com uma força considerável. — E como ele se sentiria ao ver a morte de seu companheiro? — Diria ainda olhando para Ismael, mas apontando para aquele que havia ficado de guarda com ele. — Se fossem dois atacantes eles teriam a vantagem agora, já que só restaria um. — Balançaria a cabeça em negativa, antes de continuar: — Estávamos dormindo quando fomos atacados por dois navios piratas, perdemos o navio e quase as nossas vidas! E tudo isso porque o soldado que estava no ninho do corvo dormiu ao invés de manter a guarda. — Daria uma pausa para que não apenas Ismael compreendesse o que falava, mas para todos os outros ao redor. — Depois, na ilha, fomos atacados por uma quantidade absurda de aranhas e novamente lutamos por nossas vidas. — Gesticulei tentando abranger os irmãos, pois eles estavam comigo em ambas as ocasiões citadas. — Nós somos um grupo, tão forte quanto o mais fraco de nós. Então mantenham em mente que cada erro seu pode resultar na morte de um dos seus companheiros! — E, reclamando com o soldado, lembrei-me de Nobert e Julius, mortos em minha frente, enquanto observava infeliz, sem nada poder fazer. Senti meus olhos encherem d'água e me virei, forçando-me a manter o mínimo de dignidade. Mais uma vez mexendo em meus óculos, mudaria de assunto para que aquela angústia desvanecesse.

Bem, vamos ao que interessa! — Vasculhando nas sacolas com as compras, procuraria pelo mapa e o entregaria ao Alan. — Isso terá mais utilidade em suas mãos. — Diria, esperando que ele desse uma olhada no conteúdo antes de continuar: — O taverneiro disse que as aranhas nessa região são inofensivas, mas que podem se tornar mais agressivas nas áreas mais densas. — Novamente uma pausa para que o soldado pudesse me acompanhar. — Sendo assim, o ideal seria nos mantermos em uma região central da ilha, de forma a poder auxiliar os outros dois grupos com maior facilidade, e ao mesmo tempo evitar as áreas mais densas e perigosas. — Mais uma pausa. — Alguma sugestão? — Esperaria pela sua análise e sugestão antes de decidir o nosso próximo passo.

Enquanto isso, minha mente mais uma vez vagava em busca da minha pequena. "Já faz quanto tempo que saímos do navio?" Me perguntaria, olhando para o céu tentando estimar a passagem do tempo, embora o sol me indicasse apenas que era dia ou noite, no caso de sua ausência, e nada mais. "Já era para eles terem me ligado com notícias, não?" Me preocuparia, pensando se meus amigos haviam se metido em alguma encrenca. Do meu bolso, tiraria o den den mushi e o encararia por alguns segundos, indagando para quem quisesse ouvir: — Será que isso não está quebrado? — Cutucaria a concha do animal, desconfiado. — Moshi moshi!

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MensagemAssunto: Re: Busca Implacável   Busca Implacável - Página 2 EmptyQui 02 Jul 2020, 02:08


Narração

O amor entre irmãos claramente não era cultivado por aquele homem. O desprezo e rancor ainda podia ser sentido em sua face e tonalidade de voz. Aquele homem se negava a esboçar qualquer afeto que ele poderia ter para com seu falecido irmão, e essa negatividade afetava diretamente Hughes que passava por um momento difícil com a separação de sua pequena. Com algumas palavras do Sargento marinheiro o engomado lhe lançava um olhar torto com a ultima frase de Hughes – Irmão? – estranhava. Dava meia volta com uma impressão esquisita do superior daquele grupo e partia para sabia se lá aonde o mundo o levara. Aquele assunto de irmãos era realmente algo sensível, não apenas para Hughes, mas para os irmãos Feurbach ainda presentes. Eles se olharam, ambos com olhares preocupados e tristes, partilhavam da mesma dor, do mesmo pensamento e isso sem trocar uma só palavra.

Uma questão a menos, com a resposta do mistério encontrado naquela floresta, o Sargento continuava a solucionar problemas, dessa vez, um mau cumprimento de ordem e dever de um soldado seu. Era novo nesse quesito de se impor, sua vontade deveria ser ordem e esse sentimento ainda não havia feito moradia em sua psique. Com o coração acelerado, ordenava ao seu subordinado, Soldado Ismael, que realizasse a pose que originou o fuzuê – É.... – Se espantava de início, mas logo se desmontava sobre a parede próximo a ele, numa pose relaxada e separado de seu rifle. Pedia a confirmação para algum de seus soldados – Não era assim! – Se exaltava Adam com seu tom de voz alto e grosso – Era exatamente assim que eu tava ô ruivinho! – Retrucava Ismael. Ambos pareciam querer ditar a verdade na base do grito, mas cabia apenas as outras vozes dizerem a verdade. Alan não tentava se inserir naquela discussão, o que sobrava apenas para Thomas dizer o certo – Sanchez... faz logo a pose cara – e parava por ai.

Frustrado, engolia sua saliva e em silencio se soltava mais. Como podia alguém se sentir relaxado naquela posição? Provavelmente resultaria em problemas na coluna se ficasse por horas daquele jeito. Um som comum emitido por aqueles que planejam saia de Hughes, sua presença, naquele lugar aonde estava, quase não podia ser vista ou notada pelo ângulo de visão do homem e, num movimento não tão rápido, porem eficaz, ele tomava a arma de seu soldado. Morto, essa era sua descrição. Esse era o seu fim caso o ladrão não fosse aquele homem de bem. O choque vinha no momento em que recebia aquelas palavras, sem nada a dizer apenas encarava seu superior, perplexo com seu discurso. O ponto de vista coletivo de Hughes não era algo que Ismael partilhava ou talvez, demonstrasse, mas aquilo realmente mexeu com alguma coisa dentro dele. Ele não dizia nada até o fim das palavras de seu Sargento, onde abaixando sua cabeça disse em um tom elevado – Eu peço perdão pela minha falta de vontade, Senhor! – E retornava a sua posição ereta novamente, em silencio. Por poucos segundos durante a sua recomposição, Ismael pode ver os olhos de seu Sargento que se enchia de agua, não sabia se aquele sentimento havia despertado pelo seu erro, ou se era algo que ele o fez lembrar, apenas que aquela imagem ficaria na mente por um tempo.

Juntando seus cacos emocionais, controlava aqueles pensamentos e voltava ao foco da missão, Hughes se tranquilizava e explicava os detalhes ao seus subordinados do que viria a seguir. Primeiro, ele entregava o mapa que acabara de comprar ao seu navegador, um mapa bastante detalhado que fazia o anterior parecer desenho de criança – Esse aqui é bem melhor. Agora poderei ter a certeza de para onde estamos indo sem contar com probabilidades de erros do mapa – Recebia e analisava rapidamente o mapa o Soldado. Ele ouvia o que seu superior pensava e acompanhava de forma tranquila o raciocínio do Sargento com suas pausas durante o discurso – Entendo, se levarmos em conta o fato de que no trajeto que passamos as aranhas não nos atacaram, podemos pensar que por aquela região seria o limite da “área selvagem” dos bichos – fazia aspas com as mãos enquanto circulava com o dedo o mapa, apontando e demarcando o tal limite – Nesse caso, se ficarmos na parte mais baixa da vegetação e próximos do vilarejo, poderemos suprir a necessidade da locomoção rápida e a segurança do pessoal... e esse lugar seria AQUI! – Apontava para o mapa um ponto, onde era praticamente o centro da ilha. Sua mente vagava por um instante, voltado ao Sol que se encontrava ainda no céu, o jovem Sargento se preocupava com o estado de sua pequena irmã, indagando-se do por que a demora, duvidando da integridade do aparelho de comunicação recebido, se estava quebrado ou apenas não era requisitado. A verdade era que o sentimento de perigo ainda continuava ali, por mais que sua caminhada naquela manhã tenha sido no máximo assustadora, nada do que fizera até agora parecia exigir demais de sua pessoa, além de exercer sua função como superior daquele pelotão.

Sua inquietação para com aquele equipamento de comunicação era notável. Cutucando o objeto para checar ele acidentalmente apertava um botão e vários sons saiam rapidamente do aparelho, como se varias teclas fossem apertadas rapidamente, o que poderia ser num outro mundo, algo como ‘discagem rapida’. Após alguns segundos com um sinal recorrente de alinhamento de frequências, o caracol fazia um barulho que era sinal de atendimento *KHACHA*:

*Ting! Bleng! PÁ PÁ!

- AH!!!!!!

*tuc tuc tuc tuc.


Um verdadeiro caos se instalava do outro lado da linha, barulhos de espadas batendo, indivíduos correndo, gritaria, tiros e ao fundo uma voz familiar que com atenção, poderia identificar a sargento Asuna – Recuem para a.../ – era cortado o som. Os soldados ao redor pareciam surpresos com aquilo, uma situação delicada que deveria ser manuseada com pressa porem com cautela. O que Hughes faria com as informações que conseguiu.



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MensagemAssunto: Re: Busca Implacável   Busca Implacável - Página 2 EmptyDom 05 Jul 2020, 12:17




Busca Implacável — Post 09

Ao cutucar o caramujo, ele passou a emitir bipes aleatórios e por muito pouco não o joguei longe, como se fosse uma granada bomba prestes a explodir. — Mas que p— Os bipes foram substituídos por sons de batalha, o que serviu apenas para transformar o meu susto em medo. — NOELLE? JULIAN? — Gritei, receoso. Mas quem me respondeu… Ou melhor, a voz que veio do outro lado foi da loira peituda, amiga do médico e péssima cozinheira. — ASUNA! — Gritei novamente, mas a ligação foi encerrada de forma tão abrupta quanto começou. "MERDA!"Preparem-se para partir! — Ordenei, ainda sem a menor noção do que fazer ou para onde ir. "MERDA!"

Asuna era a única que eu não tinha a menor noção de para onde havia ido. Eu tinha escutado as ordens que Noelle e Julian receberam e os vi partirem, momentos antes de mim. Mas Asuna havia ficado no navio, ainda ouvindo sobre sua missão, antes de minha partida. Os soldados que haviam me acompanhado deveriam saber tanto, ou menos, do que eu. Me esforcei para lembrar as palavras trocadas entre o Capitão e a Sargento, mas a única informação que vinha a minha mente era que a missão da loira era algo relacionado a um "assunto pendente" da marinha, o que não significava bulhufas para mim! — Alan, comece a nos guiar até o ponto indicado. A batalha não é próxima daqui, então melhor seguirmos do que esperar aqui! — Determinei, lembrando-me que a vila era costeira e, portanto, era bem improvável nos distanciarmos ainda mais de Asuna se seguíssemos para o centro da ilha.

De supetão, levei minha mão ao rosto, percebendo como a minha agonia apenas servia para limitar minhas ações. Se aquele caracol havia me conectado à Asuna, distante o suficiente para eu não conseguir ouvir os sons de combate estando na vila, então ele poderia fazer o mesmo com o pessoal do navio. — Alguém sabe o número do Capitão? — Indaguei. Sequer lembrava o nome dele, mas como havia apenas um no navio, imagino que todos fossem entender a quem me referi.

Conseguindo discar para o capitão ou para alguém no navio da marinha, relataria: — Por acidente contactei a Sargento Asuna e descobrimos que ela está no meio de um combate, não sabemos contra quem ou contra quantos, mas sabemos que ela ordenou que o esquadrão recuasse. Também não sabemos para onde, já que a ligação foi encerrada drasticamente. — Informaria, emendando logo em seguida: — Se soubermos para onde ela foi, podemos dar suporte imediato! — Determinado, esperaria pela resposta. Era óbvio que a minha pequena ainda estava em minha mente, sempre presente, mas não podia simplesmente ignorar a vida de Asuna e dos soldados com ela por causa disso. Sequer sabia onde Elicia estava então, até lá, a prioridade passaria a ser auxiliar Asuna e os seus.

Se não conseguisse ligar para o Capitão/Navio ou eles não tivessem nenhuma informação pertinente, guardaria o den den mushi e informaria aos soldados: — Vamos continuar até o centro da ilha, onde poderemos auxiliar mais rapidamente qualquer um, independente de onde estejam."Contanto que saibamos onde ele se encontra!" Esta parte eu mantive para mim. — Mantenham os ouvidos atentos para sons de combate e estejam prontos para lutarem! — Disse, obrigando-me a não olhar para Ismael. Ele já havia tomado um esporro meu, não precisava ser lembrado constantemente daquilo. Sem contar que agora, após pensar melhor sobre aquilo, me perguntava se havia agido de forma correta, repreendendo-o na frente dos demais. "Bem, só o tempo irá dizer." Pensei, tentando reconfortar a mim mesmo.

Se viéssemos a chegar ao ponto indicado por Alan e nada nos alertasse sobre o paradeiro de Asuna, perguntaria a eles: — Alguém aí é bom em escalar árvores? — E, se necessário, me explicaria: — Lá do alto teríamos uma boa noção do que e, talvez, de quem nos cerca. Inclusive do possível paradeiro de Asuna e dos soldados que estão com ela. — Diria apontando para a árvore mais alta da área. Ainda assim, não obrigaria nenhum deles a subir e eu mesmo não subiria, já que, crescendo em Wars Island, onde a ilha era quase inteiramente tomado por casas e indústria, não confiava nem um pouco em minhas habilidades para tal tarefa.

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MensagemAssunto: Re: Busca Implacável   Busca Implacável - Página 2 EmptyDom 12 Jul 2020, 14:08


Narração

O barulho aterrorizante que emanava daquele aparelho de comunicação era o bastante para disparar uma granada de emoções nos corpos dos guerreiros marinhos. Sem noção para que direção exata deveria seguir para ajudar sua companheira Asuna que parecia estar em apuros, Hughes decide dar voz ao seus navegador, Alan, cujo o plano era ir até o local estabelecido pouco antes daquele acontecimento – Sim senhor.  – afirmava o jovem, recolhendo seu material e dispondo em sua mão o mapa que acabara de ganhar. Os outros soldados presentes se preparavam de forma automática, ajeitando todo o material em seus uniformes, agarrando suas armas e estando prontos para a partida imediata.

O capitão. Era uma fonte de informações importantes num momento como aquele. Lembrava da hora em que ouvia o capitão conversar com a donzela em apuros antes, ao passar-lhe uma missão importante para com a marinha. Requisitava o numero para contato de seu superior, e sem demora Alan, o marinheiro que havia entregado o Den Den mushi, lhe dizia as instruções – Tem configurações de discagem rápida. Aperte esse botão[*], e este [0] para contatar o navio senhor! Estão configurados também os números dos outros Sargentos na ilha, sendo os esquadrões Jonhy [1], Noelle [2] e Asuna [4] -Terminava.

Sem perder mais do que um segundo, o homem discava as teclas e o barulho de discagem rodava novamente. Em pouquíssimos tempo, bem mais rápido que a ligação anterior, era atendida pela voz roca e grossa do capitão Rurear Kuzuro – Capitão da Frota dos Peixes Relâmpagos Voadores, Kuzuro na linha! –. Explicava a situação para seu superior o Sargento apressado – Entendo.... Hm... O local que estava marcado para o desembarque da Sargento era ao ponto Oeste da Ilha, de lá, ela deveria seguir si para procurar cumprir sua missão. Não sei ao certo sua localização exata. – Aquela parecia ter toda a informação que poderia conseguir de seu superior no momento – Se necessitar de mais reforços, contate-me novamente, até lá, sugiro que apresse-se para cumprir com a sua missão Sargento! – Dizia desligando o aparelho logo em seguida. Aquilo era o sinal para que Hughes se apressasse para auxiliar sua companheira, afinal, era essa a sua missão designada no começo do dia.

Seguiram em fim para fora da vila, com Alan guiando em ritmo acelerado. Os olhos de Adam e Sanchez eram os responsáveis por manter a vigilância constante enquanto passos ligeiros eram mantidos a frente. Thomas e Loso eram os responsáveis por carregar o peso. Loso apesar de seu jeito para baixo de ser, aparentava ter uma tremenda força, pois conseguia carregar parte dos suprimentos e a mochila de relíquias roubadas do morto, já Thomas, carregava uma mochila com grande parte dos mantimentos do grupo comprados a pouco tempo.

Mata adentro, chegavam ao ponto marcado pelo soldado navegador sem problema algum, e... nada a vista. Apenas arvores a balançar e poucas aranhas pequenas como as de casas velhas, passeando de forma pacifica naquela região – Acho que ainda estamos na região tranquila das aranhas... mas não consigo ver mais nada daqui. Se o que o capitão disse estiver certo, o ponto que eles chegaram na ilha fica a frente, passando pela parte mais densa da mata... – falava com certa relutância o soldado – Se precisarmos passar pela parte escura, devemos ser rápidos e seguir em frente sempre. Passar por ela sem atrair muita atenção das aranhas, e se atrairmos, corrermos e batemos a distância. O que acha Sargento? – . Perguntava o irmão Feurbach. Surgia o pensamento de escalar uma arvore alta para observar os arredores e obter informações dali. Automaticamente Adam olhava para o seu irmão ao ouvir o plano do Sargento – Que? – olhava de volta confuso pelo contato visual de seu irmão. Adam insistia, mas sem dizer nada, apenas com dois acenos de cabeça para a apontava arvore – Olha eu não to entendeno o que cê quer dizer Adam – . Uma expressão de desapontamento, seguido de um tapa em sua própria testa era o que Adam podia responder ao seu irmão – Escalar. Arvore. Hm? – Dizia pausadamente para que seu irmão pudesse entender o seguimento das coisas. O encarava sério novamente, sem entender direito o que lhe era requisitado, até o momento que em parecia que alguém havia apertado um botão e ligado o cérebro do rapaz – Ah! Ta, cê quer que eu suba ai porque eu sou mais ágil. Saquei pô. Falava antes mano. – . Outra expressão desagradável surgia no rosto de Adam, tal expressão parecia se ajustar tão perfeitamente e lindamente ao seu rosto que parecia que ela era recorrente a ponto de seus músculos já estarem acostumados a ela.

Soltava a bolsa pesada no chão o jovem atlético e esguio Thomas. Se alongava brevemente e chegava ao pé da arvore. Olhava brevemente para ela com um olhar determinante, e com um sorriso, começava a escalar e escalar e.... como era possível tal destreza por entres os galhos? O rapaz subia a arvore quase que sem dificuldade, parecia acostumado a escalar, brincava ora ou outra, porem nenhum movimento que parecia dar em algo ruim, um verdadeiro macaquinho. Chegando ao topo da arvore, o rapaz girava no eixo vertical e observava em 360 graus daquele ponto Oh! Que coisa! Consigo ver uma nuvem de fumaça meio distante daqui... mas não é nuvem de fumaça... é de poeira... parece que tem um monte de coisa acontecendo ali – Apontava para a direção que observava. Adam, que tinha uma visão pleno do irmão, repassava a direção debaixo para o navegador Alan, enquanto o mesmo checava o mapa. O ponto parecia em um ponto mais puxado ao noroeste do que para o oeste.

– Oh! Ta se mexendo! Ta se mexendo! - apontava com breves pulinhos – Tão vindo pra cá! – Ao dizer isso, instintivamente Adam sacava seu florete, enquanto Sanches aprontava seu Rifle na direção dita. Alan não parecia ser habituado ao combate, então permanecia próximo ao seu Sargento com um Porrete que parece leve e frágil, porem tem uma dureza esplendorosa. Loso jogava as tralhas no chão e com seus punhos nus parecia pronto para o embate – Thomas! Quanto tempo? – gritava debaixo da arvore o irmão responsável – Eu diria que... hm... uns 3 minutos no máximo! –

– Entendi! Fique pronto e nos avise para qualquer coisa! – . Os nervos pareciam estar querendo saltar da pele daqueles homens, a cada segundo que passava, a tensão aumentava e pouco sabia do que estava para chegar.

*Sheek Sheek* fazia um arbusto que fazia uma clara divisão da parte escura da floresta. Todas as armas e olhos se viravam para o mesmo em segundos. Sanches estava com seu rifle pronto para um disparo e... – Corram! – Saltava um homem, não, um marinheiro do dito arbusto. Sua feição desesperadora continuava a passar por aqueles homens como se não tivesse os visto, porem logo virava o rosto para dar mais um grito antes de continuar correndo – Fujam logo! . Um estrondo começou, e começou a aumentar com o passar de segundos. Outro homem seguido de uma  mulher podiam ser visto mais adiante fugindo de algo grande. Com o passar da parte escura, e revelado pela luz do sol, podia-se ver a Sargento Asuna e outro marinheiro, num ritmo constante correndo como se não houvesse amanha – Ta chegano! –.

Abria as arvores como se fosse palitos uma aranha, ligeiramente menor que Hughes enfrentara a alguns dias atrás. Mas algo peculiar e bem evidente podia ser notado assim que ela atingiu a clareza. Ela estava sendo montada por um homem musculoso, que parecia confortável e sorridente na cabeça do monstro. Acompanhado, haviam 8 aranhas menores de 80 cm de altura ao redor da aranha maior. O homem parecia rir de toa aquela situação enquanto perseguia a bela moça com seu monstro de estimação. As vezes de Asuna, que antes eram um branco com azul representando sua organização, estava praticamente vermelha. O que Hughes fará ao ver tal situação?









[*]

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MensagemAssunto: Re: Busca Implacável   Busca Implacável - Página 2 EmptySeg 13 Jul 2020, 22:07




Busca Implacável — Post 10

Kuzuro… Realmente não conseguia me lembrar do nome do Capitão e agora percebia o motivo: "Mas que nomezinho estranho..." No fim, aquela ligação não havia servido de praticamente nada. Me virei para reunir os soldados para partirem e, para a minha surpresa, já vi todos prontos. Realmente havia tido sorte por ter um grupo tão eficiente sob o meu comando.

De volta a mata, conseguimos chegar ao ponto central indicado por Alan. — É uma boa ideia, apesar de eu não ser bom em bater a distância. — Comentei a sugestão de um dos irmãos, evitando dizer que eu era extremamente ineficiente a longa distância. Não deveria ser algo de valor para adicionar ao meu currículo de superior. Já a ideia que eu tive foi aprovada por Adam e logo Thomas subia a árvore, virando os nossos olhos.

Algo vinha em nossa direção e alguns dos soldados se preparavam para o combate. Fui para a frente do grupo, onde sempre foi o meu lugar, e, com um gesto, chamei Prime para vir para o meu lado. — Prime, me ajude. Os demais fiquem mais atrás! — Tirando os irmãos, não sabia as habilidades de nenhum ali, mas se era para ser o escudo do grupo, quem melhor do que o escudeiro?

Com ele ao meu lado ou não esperamos pelo possível inimigo. Os segundos se arrastaram indefinidamente, com a insegurança me consumindo lentamente. "E se for algum monstro e nos atropelar? Seria melhor dizer para Thomas descer da árvore? Será que não seria melhor nos dividirmos e fazermos uma emboscada? Ou seria melhor correr em direção à isso que vem em nossa direção para ajudar Asuna? E se for ela mesmo que estiver vindo em nossa direção e for derrotada antes de nos alcançar?" E por aí a minha mente seguia, inquieta, insegura. E se? E se? E se? Tantos se's e, quando finalmente algo saiu da mata, percebi que não havia tomado nenhuma ação. "De que adianta pensar e não agir?!"

Aquela situação e minha decisão em relação aquilo teria que ficar para depois, pois no momento que algo saiu da mata eu só consegui contrair meus músculos e esperar pelo pior, imaginando alguma besta nos atropelando. Mas apenas um marinheiro surgiu, assustado e gritando. — EI! — Gritei, mas ele passou reto. Sequer notei que seria impossível para apenas um homem causar toda aquela comoção que Thomas havia nos relatado. Só quando o loiro gritou que estava chegando é que percebi que a verdadeira ameaça ainda estava por vir.

Cerrando os punhos novamente, esperei mais uma vez com Prime ao meu lado ou não enquanto mais dois marinheiros surgiam da mata, Asuna sendo uma. Abri um largo sorriso ao reconhecê-la, mas esse sorriso murchou conforme notei o sangue em seu uniforme. Então realmente havia um inimigo a perseguindo…

Desta vez foram aranhas que saíram da mata, trazendo um formigamento à minha coxa enquanto eu relembrava do ferimento que a última havia me feito. Bem, para ser sincero, o formigamento atingiu todo o meu corpo, pois sentia medo. Medo de ser ferido novamente, de morrer e de deixar aqueles sob o meu comando morrerem. Admito que, por um momento, pensei em me virar e fugir, em gritar, assim como aquele primeiro marinheiro, para todos fugirem. Mas não! Firmei meus pés na terra, como se tentasse impedir a mim mesmo de correr, e gritei: — ATIREM! — Ordenei. No calor do momento, só pensei em Ismael, sem lembrar se havia mais algum atirador além dele.

Não sei dizer o que fez com que permanecesse ali. Minha irmã? Meu pai? Talvez a lembrança de Hikaru e de quando ele me contou que seu pai morreu após seus aliados fugirem e deixá-lo só? Talvez um misto de tudo isso? A questão é que, mesmo sentindo minhas pernas fraquejarem, permaneci ali, de frente para o perigo como fiz muitas vezes, como o escudo que desejava ser. Após o tiro, ou tiros, gritaria: — Acendam os lampiões! Foquem nas pequenas! — Pequenas era uma palavra muito modesta para descrever aquelas aranhas com metade da minha altura, mas, dada a "líder" como comparação, seria facilmente compreendido. — Prime, comigo!

Correria em direção da aranha maior, usando o tempo até alcançá-la para absorver o máximo de informações sobre ela e seu dono. Buscaria ver se o animal possuía as mesmas características da aranha do ataque anterior, que eram patas incrivelmente afiadas e um popô lotado de veneno. Em relação ao homem, tentaria ver se ele estava armado e com qual arma. Uma pistola ou similar poderia nos dar ainda mais problemas. Percebendo qualquer perigo, sussuraria para o escudeiro ao meu lado, alertando-o.

Alcançando o animal, me jogaria com um rolamento para baixo dele e, assim que recuperasse meu equilíbrio, atacaria com um upper. Se funcionou na aranha anterior, o que poderia dar errado contra essa, não é mesmo? Tentaria me manter próximo do seu popô, tentando fazê-la focar em sua traseira e esquecer o soldado a sua frente. Também aproveitaria para ver se havia algo prendendo o homem lá em cima, como uma imitação de sela ou corda. Se houvesse, tentaria desamarrar ou rasgar o que fosse, no intuito de derrubá-lo. Caso contrário, continuaria socando o animal.

Se fosse atacado pelas patas do bicho, daria passos curtos e precisos em busca de evitá-las. Se o animal tentasse me esmagar se "deitando" sobre mim, mais uma vez me jogaria com um rolamento, desta vez para longe do animal, tentando evitar seu peso. Sendo atingido, cerraria os dentes numa tentativa de ignorar a dor e seguir com meu plano. Se conseguisse ferir o animal ou seu treinador e a batalha parecesse pender para o nosso lado, gritaria: — HOJE TEREMOS ENSOPADO DE ARANHA NO JANTAR! — Quem sabe eu não conseguisse assustar uma ou outra das pequenas aranhas?

Legendas:
  • Narração
  • "Pensamentos."
  • Falas.
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Objetivos:
 

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