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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Busca Implacável   Busca Implacável EmptyTer 26 Maio 2020, 19:57

Busca Implacável

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Noskire M. Hughes. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Busca Implacável   Busca Implacável EmptyTer 26 Maio 2020, 20:17




Busca Implacável — Post 01

Meu estado deplorável após os últimos combates me levaram a um estado febril, acamado e com apenas pesadelos entre os intervalos em que permanecia perdido na escuridão da inconsciência. Após algo em torno de um dia, acordei. Infelizmente, para um pesadelo muito pior do que todos os tidos durante meu breve período em coma, ou quase isso.

Ao despertar, me deparei com um médico qualquer, o qual mal me lembrava de seus traços agora. Cabelo curto e preto… Ou era castanho? Seu semblante foi de surpresa, pois, de acordo com as suas próprias palavras: "Não esperava que acordasse tão cedo!" Contudo, ao perguntar por meus companheiros, sua expressão mudou gradativamente, conforme listava os nomes dos marines salvos em Aracne e seus estados físicos. Ora, se estavam todos bem, por que ele olhava para mim com tanta pena?

Eu mesmo estava bem, na medida do possível. Ainda sentia um leve torpor devido aos medicamentos tomados e, depois de alguns exames de praxe, fui acometido por uma tênue vertigem ao me levantar, fazendo o possível para ocultar o fato do médico à minha frente. — Muito obrigado por tudo! — Disse ao médico. — Vou tomar cuidado, descansar e evitar fazer esforço. — Afirmei, pegando meus óculos e colocando no rosto, ajustando-os enquanto minha visão parecia melhorar 100%. — Sabe me informar onde minha irmã está? Queria vê-la.

Perguntei enquanto vestia a minha camisa, ajeitando o lenço no pescoço, mas a resposta não veio. Olhei para trás, em busca do motivo do silêncio, e me deparei com os seus olhos cheios de pena. Fiquei sem entender por alguns segundos, até que a ficha finalmente caiu.

Gritei, como nunca havia gritado antes, e agarrei o médico por seu colarinho, puxando-o para mim. — Minha irmã? Cadê?! — Berrei como se ele estivesse a quilômetros de distância, apesar de estar tão próximo que meus perdigotos atingiram sua face. Agora, percebo que poderia ter perdido meu cargo por um ato tão imprudente. Também percebo que o trabalho de um mensageiro pode ser bem perigoso. Mas, no calor do momento, gritei, e puxei-o para mim, irado, sem querer acreditar que algo de ruim poderia ter acontecido à minha pequenina. Por fim, entre soluços e gaguejos, ele me murmurou que ela havia simplesmente sumido, desaparecido antes do navio da marinha chegar para nos resgatar. Ninguém sabia para onde ou por qual motivo, apenas que o pato estranho havia sumido junto.

Joguei-o sobre a maca e sai, apressado, buscando a prancha do navio para voltar à terra firme e procurá-la imediatamente. "O que diabos eles fizeram até agora?" Pensei, julgando todos os marinheiros do local como incompetentes por não terem encontrado a minha irmã até então. O navio estava atracado em alto mar, mas isso não me impediu de pular na água e nadar até a costa.

Acordei no dia seguinte, amarrado à maca, com o médico me observando à distância. Ele disse que eu quase morri por minha imprudência, sendo resgatado do mar após apagar devido ao esforço, mas não havia — e ainda não há! — nenhuma gota de arrependimento em minha mente. Minha irmã estava sozinha em uma ilha desconhecida, cercada de mato e aranhas, e isso era inadmissível!

Sem opções, já que estava bem amarrado — bem até demais! —, permaneci descansando na pequena enfermaria do navio, esperando nem um pouco pacientemente pela missão prometida. Finalmente veio o terceiro dia e fui solto, podendo me vestir com as vestes características de um Sargento, cobrindo parcialmente meus olhos com o boné me dado. Após três dias preso e aflito, pensando em todas as terríveis possibilidades que a minha irmã poderia se encontrar, estava angustiado, impaciente, com os punhos coçando por um vilão para aliviar meu estresse! Enquanto marchava para o local designado pelo Capitão, o ex-tenente Marco veio a minha mente, responsável por raptar minha mãe e irmã quando ainda estava em Wars Island. "Se alguém foi responsável por raptá-la..." Pensei, sentindo a fúria me consumir como o fogo consome lenha seca.

Disparando olhares zangados para todos os que passavam por mim, esperando que o boné ocultasse meu estado de espírito, parei em frente ao capitão, batendo continência. Sem soltar um pio, o ouvi designar missões para Julian, Noelle e Asuna, enquanto eu recebia a "missão" de esperar. "Filho de uma p—" Sim, foi o que recebi! Três dias esperando, preso, sem poder ir atrás da minha pequena, apenas para receber a missão de esperar. "Claro, por que não? Vou esperar até ela virar ossos, depois pó, e mais um pouco!" Praguejei mentalmente, marchando para longe do Capitão antes que apanhasse feio! o desse uma surra!

Agora, estou num botezinho qualquer, com um monte de marmanjo desconhecido, esperando! "ARGH! Nunca odiei tanto uma palavra!" Meus olhos estavam fixos na ilha, na floresta outrora paradisíaca que a rodeava, varrendo minuciosamente o litoral, em busca de minha irmã, de uma pista, por menor que fosse, que me permitisse encontrá-la.

A única coisa que ainda me trazia certo alívio era saber que a loirinha atiradora estava responsável por encontrá-la. Com seus olhos de águia e seus disparos mortais, a encontraria e a salvaria se ao menos tivesse a sorte de passar próximo dela. Do outro lado, Julian perseguia os piratas fugitivos e, se algum deles tivesse raptado a sua irmã como refém, o espadachim o encontraria e a salvaria. Confiar naqueles dois trazia um mínimo de paz de espírito para o boxeador, apesar de tudo. Ainda assim, e se Elicia não estivesse com os piratas? E se ela não estivesse no caminho seguido por Noelle? E se… E se… E se… Chegando à margem, olharia para a floresta como um todo por uma última vez, com uma promessa brilhando em meus olhos. "Destruirei até a última árvore, até o último animal, se for o necessário para encontrá-la!" Jurei!

Deixando meus subalternos para trás por um momento, me aproximaria da floresta, o mais próximo possível sem entrar de fato no matagal. Se algum soldado tentasse falar comigo, apenas levantaria a minha mão em um sinal para que eles esperassem. Respiraria bem fundo, deixando o cheiro do local inundar meus pulmões, sentindo toda e cada fragrância que havia por ali, fechando os olhos no intuito de melhorar minha percepção olfativa. No caso de sentir o cheiro de minha irmã, seguiria gesticulando para que os outros me seguissem. Não sentindo o cheiro dela ou de nada que pudesse me ajudar, respiraria bem fundo novamente, desta vez usando o diafragma e, após meio segundo prendendo o ar, gritaria o mais alto possível:

ELIIIIIIIIIIIIIIIICIIIIIIIIIAAAAAA
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!


Após o último suspiro lhe escapar e sua voz morrer, fecharia os olhos novamente e, desta vez, focaria em minha audição, buscando uma resposta para o meu chamado. Ouvindo minha irmã, correria em sua direção sem pensar duas vezes em pensar duas vezes, mais uma vez fazendo um sinal para que os demais me seguissem. Caso meu grito fosse ineficaz para encontrá-la, me voltaria para os soldados presos à mim e diria, calmamente, como se nada de estranho tivesse ocorrido: — Alguém aí tem um mapa?

Só então é que eu olharia para os rostos dos soldados sob meu comando. Como era estranho pensar que tinha subalternos para comandar. Ainda mais estranho era pensar que aquele Capitão havia confiado a vida deles à mim. Por mais que doesse admitir, eu estava quebrado fisicamente, cheio de hematomas e ferimentos das últimas lutas, e mentalmente, com o desaparecimento da minha irmã. Nem mesmo eu confiava em mim mesmo! Ainda assim, eles estavam ali e eu tiraria o máximo de proveito com isso.

Com o mapa ou não, mas com a mente trabalhando a mil, diria para aqueles ao meu redor: — Para quem não me conhece, sou o Sargento Hughes, boxeador, e irei liderá-los nessa missão simples, mas crucial! — Buscava pelas palavras com dificuldade, já que a necessidade em correr floresta adentro em busca de minha irmã ocupava quase metade do meu ser! — Apresentem-se! — Ordenaria. Apesar do meu estado instável, tentaria me atentar ao dito por cada um. Havia feito uma promessa, não apenas à mim, mas a minha irmãzinha também, de que me importaria mais com aqueles abaixo de mim e era isso o que eu faria. Os levaria em busca da minha irmã sem eles saberem? Sim. Os colocaria em riscos desnecessários? Provavelmente sim. Ainda assim, se a merda fosse grande, arriscaria a minha própria vida para salvá-los, se este fosse o preço pela minha desobediência!

Com o mapa em mãos — ou não — e com as apresentações feitas — ou não — , focaria no que deveria ser feito à seguir e como manipular nossas ordens para o prol de encontrar minha pequenina.

Legendas:
  • Narração
  • "Pensamentos."
  • — Falas.


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MensagemAssunto: Re: Busca Implacável   Busca Implacável EmptySeg 01 Jun 2020, 18:12


Narração


Após três dias de murmúrio e alucinações internas, a mente preocupada de Noskire desenhava situações e mais situações perigosas que a pequena irmã Elicia podia se meter. Uma jovem garotinha adorável de mente limpa e inocente do perigo, vagando sem rumo por uma ilha perigosa como aquela, certamente deixaria o seu protetor maluco com as incertezas.

O dia não era claro, tão pouco podia-se notar a presença do sol. As nuvens se juntavam como um véu ligeiramente espesso sob o céu, deixando a paisagem geral levemente acinzentada. O céu sem vida podia ser visto pela janela circular do quarto onde o Sargento Hughes se arrumava. Suas ações conflitantes com o seu estado físico e ordens diretas do Capitão do navio, o fizeram ficar recluso a quatro paredes por três longos dias, onde suas feridas e as dos outros homens foram sendo cuidadas com cautela. Ao fim, ele se vestia com seu uniforme característico de sua patente. Seu boné colocado para evitar maus olhares disparados por ele aos seus companheiros não tinha tanta efetividade, seus homens que o acompanhavam à apresentação para a ordem do dia do Capitão no convés sentiam o mau humor e a fúria de seu Sargento, que penetrava e incomodava deixando todos em um sinal de alerta e bastante apreensivos, atraindo todos os olhares que podia atrair.

Em uma postura de respeito, batendo continência em frente ao seu Capitão, o Sargento esperava pela designação de sua missão, essa que não coincidia com seus planos pessoais — Vocês não estão totalmente recuperados, então serão o grupo de apoio. Dei a um dos meus soldados um Mini Den Den Mushi para cada esquadrão. Eles devem te repassar em seguida. Sua tarefa será manter contato com os dois esquadrões anteriores e se posicionar de forma que possa dar suporte rápido para ambos. Não subestimem este dever, pois ser o fator que decide a vida e a morte de nossos companheiros! — pausava pensando no poder que suas palavras tinham sobre aquele especifico homem — Sargento Hughes, entenda que não posso deixá-lo participar das buscas por sua irmã neste estado. E, considerando os laços afetivos, não quero que o seu julgamento seja afetado... Dispensados! — Falava em alto e bom tom para todo o esquadrão ouvir.

Antes que pudesse descer do navio por botes em direção a ilha novamente, o Sargento pode ouvir parte da conversa do Capitão com a Sargento Asuna, o assunto, era uma missão especial que a Sargento estava sendo incumbida, e nada mais...

O leve solavanco cotidiano do mar era ainda mais evidente em uma embarcação pequena como aquela. Alguns botes foram preciso para levar todo o esquadrão para a praia. Junto ao Sargento Hughes, estavam dois irmãos Feurbach, Adam e Thomas, e mais um soldado novo atribuído. *Tuk Tuk* podia-se ouvir os sons das botas de Thomas baterem nas de Adam, de forma discreta, porem falha. Adam por sua vez percebia o chamado de seu irmão, que parecia ter um tique no pescoço que o fazia inclinar para o lado, apontando para o Sargento Hughes que ao longe observava a ilha intermitentemente. Adam observa o Sargento por um breve momento, e volta sua atenção ao seu irmão, com uma feição séria indicando para deixar o pobre homem em paz.

Enfim, chegando em terra firme, enquanto alguns soldados se asseguravam dos botes, Hughes se afastava de seus homens e se aproximava da mata, mais precisamente, onde arbustos começavam a bloquear parte dos caminhos adentro. Fechando os olhos e confiante em seu invejável poder olfativo o Sargento em uma grande fungada buscava o cheiro de sua preciosa pequena, o menor resquício que seja... porem nada, nada lhe vinha além do cheiro de algumas poucas flores por perto e um cheiro podre mais distante. Esse cheiro característico da decomposição vinha da exata direção aonde tiveram o embate com uma gigantesca aranha a poucos dias atrás. Antes que pudesse prosseguir com seus planos mirabolantes, Adam Feurbach se aproximava para lhe avisar do asseguramento dos botes, porem antes que pudesse se quer bater continência, o homem era parado pelo sinal de Hughes, que novamente puxava o ar para dentro de seus pulmões, dessa vez, com o intuito diferente — ELIIIIIIIIIIIIIIIICIIIIIIIIIAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!! — Berrava o Sargento em busca de uma resposta. O som que saía de sua boca ecoava pela floresta ao mesmo tempo que diminuía gradativamente com o passar dos segundos. Alguns pássaros se assustaram com tal barulho e bateram suas asas desesperadas para cima, mas... nada, nenhum sinal esperado pelo homem aflito pela dúvida. Os homens que esperavam por novas ordens do seu mandante em postura descontraída e um pouco relaxada logo se apressaram ao encontro do Sargento para ver o que estava acontecendo.

Parados e quase formando um semicírculo, os soldados com seus olhos atentos encaravam o Sargento enquanto o mesmo pedia por um mapa a quem quer que fosse, com um semblante calmo que não condizia com a expressão esperada por seus homens logo após tal barulho — É... Aqui senhor — Um soldado recém atribuído dava um passo a frente e entregava a Hughes um mapa ligeiramente gasto, porem legível, com uma legenda apontando detalhes — E aqui também está o Mini Den Den Mushi que o Capitão lhe enviou — Entregava o outro item. O clima era estranho, ninguém sabia ao certo como aquilo ia se suceder ou mesmo o que cada um tinha que fazer, todos os soldados, incluindo os irmãos Feurbach estavam estáticos esperando ordens.

Era chegada a hora da introdução, assim passava pela cabeça de Hughes. Com um discurso simples e direto, ele se introduzia aos seus subalternos — Para quem não me conhece, sou o Sargento Hughes, boxeador, e irei liderá-los nessa missão simples, mas crucial! — Dito isso, o Sargento ordenava a apresentação dos seus homens, e um a um se posicionavam em uma fileira. Quando prontos, cada um batia continência ao Sargento enquanto falava sua patente e nomes.

— Soldado Adam Feurbach senhor!
— Soldado Ulrish Feurbach senhor.
— Soldado Marcus Feurbach senhor!
— Soldado Thomas Feurbach... senhor!
— Soldado Alan Zoka senhor.
— Soldado Ismael Sanches senhor.
— Soldado Loso Almeida senhor.
— Soldado Kaneko Ken senhor!
— Soldado Prime Optimus senhor!

Finalizada as apresentações individuais, os homens se mantiveram em suas posições de sentido esperando novas ordens, enquanto Hughes tinha em suas mãos um mapa e um Den Den Mushi que ainda não estava apitando...

MAPA:
 

OFF:
 


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- Fala -
"Pensamentos"

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MensagemAssunto: Re: Busca Implacável   Busca Implacável EmptySeg 01 Jun 2020, 21:38




Busca Implacável — Post 02

Recebi o mapa pedido e o mini den den mushi citado pelo capitão. Segurei aquele minúsculo caramujo em minha mão e o encarei como se fosse um inimigo. A Sargento Noelle havia prometido me avisar assim que encontrasse a minha irmã, mas nada de ligação. Tudo bem que faziam o quê? Uns dez, quinze minutos desde que saímos do navio? Ainda assim, nem para me inteirar sobre seu progresso? 'Achei uma trilha!', ela poderia dizer, 'Com um lindo sapatinho rosa jogado à esquerda e com marcas de mordidas…' Bem, no fim, talvez fosse melhor nenhuma ligação no momento. Com um leve calafrio, guardei o pequeno animal no bolso direito da minha calça, onde esperava que ele ficasse à vontade.

Me apresentei e esperei que os soldados fizessem o mesmo. Apesar do nervosismo — Ou talvez exatamente devido à isso! — um sorriso surgiu em meu rosto. Essa era a primeira vez que eu era o líder de uma missão, deveria ser um momento de orgulho, de exaltação. Contudo, olhe minha situação, é de dar pena! Sem a minha irmã ao meu lado, me sinto vazio, e, sabendo que ela pode estar em perigo ou até mesmo machucada, é difícil até mesmo manter a razão. O que daria para senti-la, mesmo à quilômetros de distância, para alcançá-la e protegê-la de tudo e de todos? Esta é uma pergunta retórica, pois sei que daria a minha vida, a minha alma, por "apenas" isso. Para piorar, desejava que os soldados me dessem uma leve compreensão sobre as suas habilidades, assim como eu havia feito: "Hughes, boxeador, líder." Mas eles sequer haviam entendido, ou então desconsiderado. "Que seja!" Pensei, mal humorado. "Ia esquecer com o tempo mesmo..."

Deixando-os de lado por um momento, abri e observei o mapa em minha frente. Precisei me segurar para não dar uma gargalhada, levantando o mapa para ocultar minha expressão dos soldados. "Por que diabos eu pedi um mapa? Não sei nem para onde fica o Norte!" Percebi uma legenda num canto e girei a folha para poder ler. Desta vez, não consegui ocultar a surpresa em meu rosto ou voz. — Expresso Oceânico? Vilarejo? — Então havia vida naquela ilha, além das terríveis aranhas?!

Tal informação fazia minha mente voltar à mil. Elicia havia escapado do combate com o pato estranho de gravata, não sabia de muito mais após isso, além dos dois terem sumidos. Sendo assim, poderia assumir que ela ainda estava com ele? E se ele a tivesse levado para a cidade? E SE o dono dele estiver na cidade e o pato retornou para ele, com minha irmã ainda na cela? Uma infinidade de possibilidades, positivas e negativas. Mesmo assim, acreditava ser muito mais prático buscar por minha pequena em um vilarejo do que no meio de uma Vegetação Espessa, como o próprio mapa informava.

Olhei novamente para o mapa, pensativo, antes de indagar mentalmente: "Onde eu tô?" Seria naquela 'Praia' ali embaixo? Não lembrava de ter visto nada referente à um Expresso Oceânico — Na verdade, mal sabia o que era além de vagas citações ouvidas durante minha juventude em Wars Island. — ou a um vilarejo próximo. Não apenas isso, como não fazia a menor ideia da escala daquele mapa. Será que um dedo meu, no papel, equivalia à 1km, à 10km ou a 1000km? Balançando levemente a cabeça, censurando eu mesmo e a minha falta de conhecimento, devolveria o mapa ao… Como era o nome mesmo? — Obrigado, Alanzoka, já vi o que precisava. — Diria, tentando parecer austero, apesar das incontáveis incertezas em minha mente. — Você consegue nos guiar até a cidade? — Em caso de uma resposta negativa, indagaria aos demais? — Alguém consegue… ler esse mapa e nos guiar até o vilarejo?

Independente da resposta anterior, precisava liderar meu grupo até lá. Até podia ser um sargento "experiente", mas duvido manter nove soldados sob meu comando se aparentar estar fora do controle. Eu mesmo, quando soldado, já havia ido contra um superior, mais de uma vez até, ao acreditar que ele estava errado. O que impediria daqueles nove se revoltarem contra mim? E o que seria de mim se isto ocorresse? Seria preso novamente na enfermaria, tendo que esperar "pacientemente" pelo retorno de minha irmã? Nunca! Olhei para o céu, vendo as nuvens pesadas e a parca iluminação que o sol conseguia nos prover. Da última vez que desembarquei em Aracne, os monstros vieram após o pôr dele, será que estaríamos seguros durante o tempo em que ele estivesse lá no alto, nos protegendo com sua luz?

Respirando fundo, tentando manter o controle e trazer razão às minhas palavras, disse: — Da última vez, fomos atacados por aranhas ao pôr do sol. — Apontaria para os irmãos Feurbach, que estavam comigo durante o ataque. — Sendo assim, não pretendo ser pego de surpresa novamente. — Olharia para o céu novamente, buscando por qualquer coisa que pudesse dar mais ênfase à minha fala. — Iremos seguir até o vilarejo, um ótimo local para esperar por um pedido de suporte dos outros esquadrões. Lá, conversaremos com os habitantes em busca de qualquer informação sobre El— "Merda!"Que possa ser útil para nós ou para a marinha em geral. — Me viraria durante a última fala, como se observasse a mata próxima, usando o momento para respirar fundo e tentar me acalmar após o deslize. — Eles também devem possuir meios de manter os aracnídeos afastados durante a escuridão e tal informação nos será de suma importância ao partir em auxílio dos nossos companheiros."E de minha irmã!"Alguma dúvida?

Em caso de dúvidas, ouviria com atenção para poder responder o mais habilmente possível no próximo post. Após tudo ser esclarecido, faria um movimento com minha destra indicando para que Alanzoka ou outro nos guiasse até o vilarejo. Seguiria logo atrás dele, observando os arredores com atenção e confiando em minha visão e olfato para me avisar do perigo o quanto antes, alertando os demais sem demora. Se nenhum dos soldados pudesse nos guiar, daria um longo suspiro ao me virar, ficando com o mar para a minha direita, e começar a caminhar seguindo a costa. — Se eu estiver certo, iremos encontrar o Expresso Oceânico nessa direção e poderemos o seguir até a cidade. — Informaria, já marchando rumo ao tal Expresso Oceânico. "Realmente espero que estejamos na 'praia', ou vamos rodar essa ilha inteira!"

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MensagemAssunto: Re: Busca Implacável   Busca Implacável EmptyQui 04 Jun 2020, 13:19


Narração



O estresse de ser um superior que precisava traça os planos a serem seguidos começava a afetar o nosso jovem Sargento. Sua intenção era boa ao se introduzir para seus soldados, e ele esperava conhecer com mais detalhes cada um daqueles homens da mesma forma como ele havia se introduzido, porem o fato de estarem ali para executar ordens diretas e pelo próprio treinamento, apresentações tais como o próprio Sargento havia feito não eram muito comuns a meros soldados. Com o objetivo de seguir como uma força única, ouvir e executar a ordem do seu superior, explorar esse parte mais profunda de cada soldado era com toda certeza um desafio a se superar, talvez com o passar do tempo e um pouco mais de dedicação pessoal possam surgir algo mais daqueles homens, cujas únicas informações eram seus nomes e patentes.

Próximo ao mar em um trecho de transição de vegetação, o Sargento se indagava se realmente precisava daquele mapa – Senhor? – fala o soldado cujo mapa retornava em mãos – Guiar? É claro senhor, é... deixe-me ver aqui... – analisava por alguns minutos o mapa, outrora olhando o mato, outrora olhando os céus. Por um momento se atrapalhava ao ver que o sol não podia ser uma fonte confiável, já que mal podia ser visto. Com seu cantil, ele colocou um pouco d’agua na tampa, uma folha e uma agulha que havia em uma pequena bolsa. Um experimento cientifico amador usado até por crianças para criar uma mini bussola. Olhava novamente o mapa para certificar-se da onde estava e quando estava certo de sua localidade, esperava o discurso de seu mandante acabar.

Feurbachs’ claramente relembravam o terror que havia sido aquela noite citada por Hughes, exceto por Marcus que parecia esboçar mais raiva do que preocupação com o seu olhar. Os outros soldados recém chegados não haviam ideia do terror que ali habitava, e ouviam aquele discurso como uma criança ouve seu avô contando uma estória de terror próximo a uma fogueira, e seu olhar destemido aos céus só enfatizada todo o cenário caótico construído por ele.

Dando vez ao seu subalterno, Alan indicava o caminho a ser feito para seu superior no mapa – Bem, por mais que eu prefira uma bussola convencional, acredito que a que eu fiz improvisada sirva... como pode vez, nós estamos aqui... – Apontava com o dedo no mapa o local – Levando em conta que geralmente os mapas são feitos com o norte sempre apontando para a parte de cima dos desenhos e, o vilarejo deve ficar ao norte dessa praia... Se seguirmos por esse caminho, poderemos chegar lá com mais rapidez... o problema é que teremos que cruzar esse área mais densa de mato e... bem, o senhor mesmo disse o quão perigosa essa ilha é né? – encarava a mata o jovem rapaz, talvez curioso para ver algo dela, ou apenas o medo implantado pelo discurso de seu Sargento deixava a duvida e a insegurança em seu olhar – De qualquer forma, se seguirmos em ritmo acelerado, acredito que não vamos encontrar nenhum problema... – Dizia, guardando os matérias usados em seu experimento de bússola .

Dez homens em duas filas, uma do lado da outra, adentravam aquela mata que parecia mais profunda e escura à medida que andavam, Hughes tinha fé em seu talento para prever possíveis ameaças, e não demorava muito para notar o que começava a aparecer. Poucas aranhas ali, espalhadas porem estáticas. Seus olhos carmesins pareciam brilhar evidentes naquelas sombras, sua sede de sangue atormentava a mente e os sentidos dos marinheiros que estavam alertas o tempo todo. Hughes podia sentir o cheiro de algumas ervas pela mata, porem o mesmo cheiro podre ao longe ainda se mantinha... na verdade, podia se notar outro cheiro podre, esse com um ar mais ácido e que vinha se evidenciando cada vez mais a medida que andavam para frente – Tenho certeza que se andarmos mais alguns minutos, chegaremos na parte mais baixa da veg... – * CRACK!* Um som maldito de algo se quebrando podia ser ouvido. Soldado Ismael que acompanhava ao lado de Alan erguia seu pé para se deparar com um liquido vinho... ou ao menos era como podia ver aquela cor. Em seus pés jazia um corpo totalmente desconfigurado com inúmeras marcas que rasgavam partes suas vestes e maculavam a cor sua pele – Ah merda... tinha acabado de limpar elas... –. O cheiro forte expelido pelo buraco no corpo fazia ações indesejadas nos estômagos de todos ali.

O corpo era de um homem, suas vestes eram espessas, um sobretudo pesado e uma blusa azul escuro, uma calça de pano branco sujo e botas de expedição. Podia-se notar uma mochila de couro, e que o corpo parecia ter pouco menos de um dia de morte. O corpo tinha consigo um alfange bem sujo com uma crosta ligeiramente grossa de substancias. Os soldados paravam, Alan esperava alguma coisa de seu Sargento sobre aquilo antes que pudesse seguir adiante.

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MensagemAssunto: Re: Busca Implacável   Busca Implacável EmptySex 05 Jun 2020, 21:21




Busca Implacável — Post 03

Devolvi o mapa ao tal Alanzoka e este pareceu ainda mais perdido do que eu. Será que seria uma boa ideia de fato confiar nele para a tarefa? Os segundos passavam lentamente até se transformarem em minutos, mas o homem permanecia girando o mapa para um lado e para o outro, olhando ao redor, completamente perdido. Ao menos, era isso que aparentava para mim. Minha mente permanecia perdendo o foco daquele momento, voltando-se para a minha irmãzinha. Ela estava perdida, solitária, talvez com medo, e eu ali, perdendo tempo. "Como isso é frustrante!" Esperar por boas notícias, esperar pelas ações dos outros… Será que se fosse o contrário, eu seria tão complacente quanto os outros estavam sendo? Ou será que era apenas a minha impaciência me fazendo implicar com os demais?

De qualquer forma, o homem fazia uma… coisa interessante. Não sabia como funcionava, mas o soldado afirmou ser uma bússola improvisada. Faria questão de memorizar aquilo, para uma possível necessidade futura. Também fiz questão de registrar a expressão de um dos irmãos Feurbach, o de cabelo meio alaranjado, meio ruivo. Seus olhos brilharam com ira ou foi minha impressão? Será que algo aconteceu na luta contra as aranhas que eu não fiquei sabendo? No momento, tentava liderar o grupo para a cidade e preferia questioná-lo num momento mais oportuno. Sendo assim, voltei a minha atenção para a explicação do Alanzoka e logo seguíamos rumo à civilização. Ou, ao menos, assim eu esperava.

Incontáveis aranhas pelo caminho, mas enquanto elas permanecessem quietinhas, apenas observando com seus olhos assustadores, nós também continuaríamos andando, seguindo nosso rumo até sair daquela mata o mais rápido possível! No entanto, no meio da mata densa e dos aracnídeos, também haviam plantas bem diferentes, de odores chamativos, e isso atraiu minha curiosidade. Se eu entendesse melhor sobre plantas e afins, será que poderia achar algo raro por ali? Talvez tivesse acabado de passar por uma planta super rara, de valor e propriedades inestimáveis, e a tivesse deixado para trás por pura ignorância. "Está um pouco tarde para querer aprender sobre plantas agora." Sem contar que, no momento, a minha busca era por algo bem mais complexa e impulsiva do que uma planta, com cachinhos dourados e um lindo sorriso!

A marcha continuou por alguns minutos, com todos nós em silêncio, até que um estalo atraiu a atenção do grupo. Precisei me segurar para não gritar "UM ATAQUE!" ou algo assim, lembrando-me tardiamente que, além das aranhas, também haviam piratas fugitivos por ali. Saber que Julian os estava caçando era um alívio, mas mesmo com toda a sua habilidade, capturar os doze cavaleiros de ouro fugitivos em tão pouco tempo era quase impossível. Mais uma coisa para me lembrar: Avisar os soldados sobre os piratas.

O estalo veio do corpo de um homem, morto a um bom tempo, pelo que tudo indicava. O corpo serviu para me alertar, pois sentia seu odor pútrido a um bom tempo, pensando que era da aranha gigante a qual matamos a alguns dias. Estava relapso, o que era de se esperar dado o sumiço de Elicia. Ainda assim, um erro como esse poderia levar todos nós à morte e, então, o que seria da minha pequena? Agachando ao lado do homem, lamentei sua morte genuinamente, pois quem merecia morrer assim? Destroçado e solitário? Após um longo suspiro, disse: — Descanse em paz! — E voltando-me para os soldados, indaguei: — Alguém aí sabe desenhar ou algo assim? É provável que ele seja conhecido na vila e seu óbito deve ser avisado aos familiares. — Explicaria, pedindo ao desenhista do grupo, ou o mais próximo do cargo, para fazer um breve retrato do morto. Enquanto isso, pegaria a mochila dele e jogaria sobre o ombro. — Devolverei seus pertences à sua família! — Prometi.

Após o desenho ser feito, ou caso este demorasse mais do que o previsto, me viraria para o grupo e informaria: — Soldados, permaneçam atentos! Além das aranhas, também há piratas foragidos na ilha. O Sargento D'Capri os persegue nesse exato momento, mas não relaxem! — Apesar da minha fala, o aviso também era para eu mesmo. — Permaneçam juntos e relatem sempre que julgarem necessário. Somos tão fortes quanto o mais fraco de nós. — Afirmou, sem olhar para ninguém em específico.

Após retomarem a marcha, se moveria de forma a ficar lado a lado com o irmão semi-ruivo. — Tudubom? — Perguntaria, de forma relaxada, esperando uma resposta antes de perguntar o que realmente queria saber. — O que houve na noite das aranhas para lhe despertar tanto ódio? — Se ele lhe respondesse, ouviria atentamente. Caso ele não quisesse responder, diria: — Sem problema. Se mudar de ideia e quiser conversar, é só me avisar. — Após isso, iria acompanhar o guia Alanzoka, deixando o ruivo para trás, provavelmente mais calmo sem a minha presença.

Em relação ao nosso progresso, seguiria o meu próprio conselho e avisaria os demais soldados se notasse algo incomum, como um odor estranho ou um movimento em meio à vegetação espessa. Se julgasse necessário, pararia meu avanço e gesticularia para que os demais fizessem o mesmo, observando os arredores em busca de algum perigo. Se viesse a alcançar à vila, gesticularia minha destra em cumprimento ao primeiro habitante encontrado, saudando-o ao dizer: — Ohayo. Sou o Sargento Hughes, prazer. — Esperando a resposta, olharia os limites do vilarejo em busca de algo que pudesse indicar como eles mantinham os animais afastados à noite, se é que isto ocorria de fato.

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MensagemAssunto: Re: Busca Implacável   Busca Implacável EmptyQui 11 Jun 2020, 15:38


Narração


Por entre as matas de Aracne, o Sargento Hughes e seu esquadrão acabaram por encontrar um corpo desfigurado. Toda a dor e sofrimento do momento de sua morte eram visíveis em cada canto que se procurava naquele peso sem vida. Se agachava ao lado o jovem Sargento, analisando o corpo e aflito pela sua situação. Pedia por um desenhista, alguém que pudesse traçar o rosto daquele pobre homem em papel para que ao menos sua face seja reconhecida por alguém na vila. Os homens se olharam esperando que alguém com tais requisitos se apresentasse, mas... aparentemente ser um artista era uma das poucas qualidades que poderiam ter na marinha, e com certeza naquele esquadrão não havia um – É... eu tenho praticado o desenho de mapas senhor... – dizia Alan Zoka – Desenhar rostos pode ser um pouco diferente mas eu posso tentar... – Se agachava junto ao seu Sargento e com um pedaço mediano de papel de sua bolsa começava a desenhar... ou ao menos tentava como o dito. O traçado não tinha sombreado e tão pouco muitos detalhes, dificilmente um crânio humano teria aquela anatomia ligeiramente... não... bastante torta. – Um pouco de cabelo aqui... um pouco de barba aqui... um nariz meio assim e...  Voilá – Pronto, o desenho era feito com algumas características que podiam ser vistas do defunto, tentando recriar a sua imagem sem sua aparecia putrefata.

Em quanto o processo de identificação se estendia, os homens alertas começavam a notar a aproximação das aranhas. Não ficam diretamente a eles, mas pouco a pouco elas vinham cercando espaços, quase que preenchendo buracos em possíveis rotas, e isso os deixava apreensivos, a cada segundo mais pertos... – Sargento Hughes, as aranhas estão se movendo de forma estranha... Não sinto que isso seja um bom sinal - Dizia Prime sacando sua espada e escudo e encarando ou poucos olhos carmesins mais próximos de si. As aranhas paravam em meio ao percurso, e subitamente começavam a retornar estranhamente para a mesma direção como se estivessem se reagrupando – E isso foi mais estranho ainda... – Relaxava o nobre soldado ainda vendo os aracnídeos se afastarem. Hughes com um pouco de atenção podia perceber que a direção das aranhas coincidia com outro cheiro podre, talvez de outro cadáver? Ou talvez outra coisa...

Colocava a mochila do morto em suas costas e Hughes não compreendia o peso que continha, parecia são simples com apenas algumas coisas, mas que lhe faziam pesar de forma a se esforçar para andar – Aqui – Tomava a mochila de seu Sargento o irmão Adam Feurbach – Se o Senhor pretende levar isso, por favor, deixe que eu carrego... O senhor não deveria se forçar tanto depois dos ferimentos - . O peso não parecia um problema para Adam como era para Hughes, talvez pelo seu porte ser ligeiramente mais alto e robusto que o sargento? Ou apenas a pouco força que sua perna recém curada tinha a oferecer é que causava o desafio? Ambos pensamentos eram certos.

Marchavam adiante agora mais tranquilos sem olhares predatórios a espreita. Hughes se aproximava de Marcus Feurbach para ver o que deixava o jovem rapaz com aqueles sentimentos negativos – Hein... – Se espantava com o repentino interesse do Sargento ao ser abordado – É... nada – Dizia direto com um sorriso forçado, claramente não querendo falar sobre aquilo no momento. Os outros irmãos olhavam tal interação e sabiam exatamente o problema, porem nenhum achava necessário intervir com algo a acrescentar no diálogo. O sargento se afastava, deixando o claro o apoio que está disposto a dar ao seu soldado caso precisasse de uma palavra.

O percurso parecia finalmente estar acabando, quase que como magica o céu se abria para isso ao perceberem uma troca nítida de vegetação, com poucos arbustos, uma grama baixa e espaços maiores entre as arvores de tamanho médio – Aqui. Agora com mais visão e mais espaço, acredito que nós podemos antes sem toda a preocupação, e com mais velocidade. Devemos chegar a qualquer momento no vilarejo – Dizia Alan Zoka estendendo o mapa ao seu Sargento para lhe lembrar do percurso e do atual progresso. Continuaram a marchar por mais alguns minutos quando chegaram ao vilarejo. Curiosamente, não haviam muros altos, tão pouco lanças estrategicamente postas para defesas, parecia... um vilarejo normal. Como raios aquelas pessoas se defendiam das aranhas daquele lugar? Algumas casas esteticamente bonitas se encontravam no entorno daquela civilização, um degrau para uma estrada de pedra e outros componentes, de forma parecer tudo uma paisagem era o que compunha as ruas daquele lugar. Alguns civis passavam por ali admirando tudo o que viam, alguns até sentados em bancos pintando alguma coisa.

O civil mais próximo e que era abordado pelo Sargento era nada menos que um pintor, talento esse que era preciso a alguns minutos atrás. Eles se encontrava virado para fora da cidade, pintando as arvores ao fundo – Ó céus... as nuvens saíram do sol.... justo agora que eu havia estabelecido a coloração da paisagem geral... ó... Marinheiros – Dizia ao notar o Sargento – Bom díía meu bom Sargentô. o que o trraz a esse luguiar nesta manhã pequiuliar? – dizia o civil com um sotaque forte que em algum mundo poderia ser chamar Francês. O civil falava ao homem enquanto alternava o olhar para a pintura, paisagem e pessoa. O pintor exalava um perfume bem característico, doce mas não enjoativo. Sua pele branca acompanhava de pelos loiros na cara e cabeça.

Os Soldados pareciam se dissipar um pouco, pareciam estar se aliviando do estresse que tiveram por passar em uma região perigosa. Ao lado de Hughes se encontrava Alan que o havia acompanhado inconscientemente achando que era para esperar uma ordem para descansar. Atrás do Sargento, o soldado Kaneko Ken e Adam Feurbach estavam pelo mesmo motivo.

Caso observasse o vilarejo em si, Hughes poderia perceber que a rua levava ao centro, e mais ao lado, podia perceber uma grande edificação.

retrado feito pelo ALAN:
 
civil:
 
Citação :
Ganho: Retrato de homem desconhecido

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MensagemAssunto: Re: Busca Implacável   Busca Implacável EmptyQui 11 Jun 2020, 19:44




Busca Implacável — Post 04

Alan vinha mais uma vez em meu auxílio, passando as características do morto para o papel com habilidade e, embora sua obra não representasse a realidade, tinha seu quê de arte. — Ficou ótimo, Alan. — Agradeci, recebendo o retrato falado e guardando-o após dobrá-lo o mínimo possível. — Você tem talento para a coisa. — E realmente acredito no que disse, se não fosse um marine, poderia se tornar um artista renomado algum dia, com pinturas distópicas e além do seu tempo. Mas isso é uma discussão para outra hora!

Cambaleando com o peso inesperado da mochila, foi a vez de um dos Feurbachs vir me ajudar, o loiro espetado. — Obrigado. — Disse, sem jeito. Para ser sincero, sequer lembrava dos meus ferimentos da última batalha, mas a fala do loiro trouxe as memórias de volta e uma leve expressão de dor ao rosto, enquanto revivia a aranha gigante perfurando minha perna com uma de suas patas. Instintivamente, minha destra desceu até minha coxa, alisando-a numa tentativa vã de aliviar a leve dormência que senti. "Dor fantasma, que chamam?" Adam também havia se ferido quando ainda estávamos no navio, quando um tiro de canhão resultou em um pedaço de madeira atingindo a sua cabeça. — Que bom que você está bem. — A mochila foi para ele e logo me virei e segui o caminho indicado por Alan.

A atitude obediente e protetora dos soldados me fazia sentir-me culpado por enganá-los. Mas o que deveria fazer, ignorar a minha irmã? A marcha continuou, com o Feurbach semi-ruivo preferindo manter-se na sua, como imaginei, e eu logo me peguei olhando para o escudo do… "Primo? Prime! Isso." Usar um escudo para proteger os outros, era algo que já havia passado em minha mente. Mas como usar um escudo quando eu lutava com meus punhos? Será que aquele soldado conseguiria me auxiliar em pensar em algo funcional para mim? Bem, mas isso era outra coisa que teria que ficar para depois, pois finalmente saímos da mata para a civilização.

E a civilização era… Comum. "Oxe, como é possível?" Me perguntei, procurando por sistemas de defesa e sem achar nenhum. "Será que deixam uns pães nos limites da vila, as aranhas comem e vão embora?" Imaginei, embora nem eu mesmo acreditasse que algo assim fosse possível. "Deve haver um prefeito ou algum tipo de líder com o qual eu possa conversar e tirar essa dúvida. Não é possível que a única fraqueza das aranhas seja fogo!"

Enquanto eu me aproximava do civil mais próximo, boa parte dos soldados se espalharam por conta própria. "Não acho que seja um procedimento padrão, mas de nada adiantaria ter todos a minha cola. Talvez descubram algo de valor." E segui, sem me importar muito com isso. O civil aparentemente era um pintor, embora ainda não fosse possível saber se era por profissão ou hobby, e o odor exalado por ele era doce, lembrando-me do perfume floral que fiz para a minha pequena. "Elicia, onde você está?!" Ele foi cortês e, tentando manter minha preocupação sobre controle, respondi de acordo: — Desculpe incomodá-lo, senhor, mas gostaria de lhe fazer algumas breves perguntas. — Retiraria do meu bolso o retrato feito por Alan, mas, pensando melhor, o manteria em minhas mãos, dobrado, deixando aquele assunto por último. — Primeiramente, você viu uma garota de cinco anos, nesta altura, loira e muito bonita? — Indagaria, colocando a destra um pouco acima de minha coxa para indicar a altura de minha irmã. Após a resposta, continuaria: — Gostaria de falar com o prefeito ou líder da vila, sabe onde posso encontrá-lo? — Ouviria atentamente as indicações do homem e, só então, desdobraria o retrato e o passaria para ele. — Reconhece essa pessoa? Sabe me indicar alguém que possa reconhecê-lo?

No caso do pintor o reconhecer, tiraria o meu boné e colocaria-o sobre o peito, num gesto de compaixão, informando logo em seguida: — Minhas condolências, mas este homem foi encontrado morto a poucos metros daqui! — Se ele indicasse que iria até a mata recuperar o corpo, me viraria para os soldados e diria em alto e bom tom: — Alan, Prime e… Ulrick! — Apontaria para cada um ao falar seu nome, indeciso se acertara o nome do último. — Acompanhem e protejam este homem, por favor."Ordenaria", sem perceber que havia adicionado um 'por favor' no fim da ordem. — Voltem antes que escureça! — E, desta vez, soaria como uma ordem!

Independente do pintor conhecê-lo ou não, e ir atrás do corpo ou não, sua prioridade seria: Seguir indicações sobre sua irmã, procurar pelo prefeito/líder, procurar por alguém que pudesse reconhecer o morto. E, com isso em mente, seguiria as indicações dadas pelo pintor. Encontrando alguém pelo caminho, faria igual fizera com o pintor, acenando e dizendo: — Sou o Sargento Hughes, prazer.

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MensagemAssunto: Re: Busca Implacável   Busca Implacável EmptyDom 14 Jun 2020, 13:17


Narração

O jovem sargento Hughes encontrava naquele dia um pintor de sotaque e aroma únicos. Ouvindo o que o oficial tinha a dizer o pintor logo respondia as perguntas sem demora – Um garrotínha assim? Você deverria serr um pouco más especifico meu jovem, ha muitas garrotínhas com essa descrrição no mûndo, yo mesmo tenho uma filinha com essa descrrição – Respondia com relação a Elicia

– Prrefeito? Yo non sei sobrre o prrefeito dessa cidadezinha, mas posso dizer que uma dama mui biela e sus colegas tomam conta das cosas porr aqui. Seu nonme erra... Senhorrita Saphirra eu acho? Em fim, um dos associados a ela se encontrra na Estalagem daqui, é bem fácil de encontrrar até, fica prróximo ao centrro. Um edifício unic, bem de frrente a estácion do trem – Apontava, quase que mostrando o trajeto para o Sargento. Enquanto isso, os soldados pareciam estar agrupados novamente, não em forma, mas juntos.

Hughes sacava então o retrato do homem morto que encontrara no mato, perguntando ao pintor se o rosto lhe era familiar – Esse carra? Eu vi esse carra ainda hoje, na estacíon do trem, porr quie a pergunta? – Se fazia de curioso com um olhar fixante para o papel – Esse é um belo retrratto... Dizia o homem admirando o traçado único no papel. Para ele, um pintor, aquele estilo era completamente novo, um pintura monocromática com trais traços, criando uma imagem ainda assim perfeita num estilo único... era admirável.

Hughes seguia então para outro civil para continuar a procura de mais informações enquanto seus homens o acompanhavam a poucos metros de distancia na mesma velocidade. Uma moça de cabelos negros, um lindo rosto e vestes chiques era sua próxima fonte de conhecimento. Ele se introduzia com seu nome e patente e ela lhe respondia uma uma feição ligeiramente séria – Elisa, prazer. O que um sargento faz nessas ruas com sua tropa nessa manhã? – Perguntava logo de imediato, antes mesmo que o próprio sargento pudesse falar qualquer coisa. A mulher não tinha nenhum interesse em conversar e tampouco parecia se importar com o marinheiro. Cruzava os braços e começava a bater a ponta do pé (Sânic), que com um pouco de estudo comportamental, saberia descrever como pressa ou impaciência.

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MensagemAssunto: Re: Busca Implacável   Busca Implacável EmptyDom 14 Jun 2020, 22:00




Busca Implacável — Post 05

"Sério?! De novo?!" Indaguei, enquanto um portal surgia inesperadamente aos meus pés e me levava dali para outro mundo. Ou para um sonho. Ainda não sabia com certeza. Monte de pessoas estranhas e esquisitas, mas após um cochilo, o fim do dia chegou e pude finalmente retornar à minha busca. Por sorte, parecia ter passado apenas um segundo ou dois no "mundo real". "Menos mal!"

- x -

Precisei piscar algumas vezes para me acostumar com a claridade do sol na minha cara e logo me deparei com uma bela e apressada mulher na minha frente. Loir-Não, de cabelos escuros e olhos azuis. Minha visão deveria estar me pregando peças. Seu nome era Elisa e, por um momento, imaginei se seria a líder daquele vilarejo, mas o pintor havia dito outro nome. Ajeitando meu óculos, da forma mais formal possível, disse: — Estou em busca de algum parente deste senhor. — E mostraria o retrato feito por Alan para ela. Caso ela fosse conhecida do homem, agiria de forma similar a como teria feito com o pintor.

Caso contrário, guardaria o papel no bolso mais uma vez. — Uma pena. — Observaria a mulher por um momento, sem saber como prosseguir. Ela não era a tal Saphira e o pintor havia dito que o representante dessa mulher era um homem. Então de onde vinha tanto interesse? "Seria essa mulher um homem?!" Pensei exaltado, lembrando-me de um momento bem peculiar na minha pequena folga obrigatória1. — Você, por acaso, é o associado da senhorita Saphira? — Indagaria, hesitante. No caso de uma resposta negativa, emendaria: — Então qual a sua relação com ela? E porque tanto interesse em mim e meus homens?"Meus homens..." Pensei com um sorriso. "Será que algum dia me acostumarei com isso?"

Se a conversa com a mulher não me levasse a lugar algum, me viraria para os soldados, lembrando-me de que, agora, não precisava mais fazer tudo só. Com Adam e Alan ao meu lado, entregaria o retrato para o cartógrafo, dizendo: — Vejam se encontram algum conhecido dele na estação de trem ou alguma outra informação pertinente. Eu irei em busca do tal associado que o pintor falou. Nos encontramos dentro de trinta, quarenta minutos? — Por mim, seguiríamos em três minutos, mas sabia que era um tempo demasiado pequeno para, basicamente, qualquer coisa.

Restando sete soldados, escolheria os quatro mais próximos, indicando para que eles viessem até mim. — Dividam-se em duplas e dêem uma volta pela vila. Me relatem se virem algo fora do comum. — E, lembrando-me de algo super importante, acrescentei: — Se virem minha irmãzinha, me avisem imediatamente! — Ordenei, embora infelizmente sem muitas esperanças.

Dos três que restaram, fiz um gesto para que me seguissem. — Vamos em busca da estalagem. — Informei, seguindo as indicações me dadas pelo pintor. Ao ver o tal edifício único, provavelmente com Alan e Adam ao meu lado, o que seria um pouco constrangedor — Tipo aqueles momentos onde você se despede de alguém, mas vão ambos na mesma direção. —, apontaria para dois dos soldados e diria: — Fiquem aqui e mantenham atenção. — E, com o último soldado restante, entraria na estalagem.

Para ser sincero, eu sequer sabia o que estava fazendo. Odiava admitir, mas estava meio que imitando o que o Ex-Tenente Marco havia feito. O odiava do fundo do meu ser, mas ele, ainda assim, possuía mais conhecimento do que eu em liderar, tanto que corrompeu parte dos marines de Wars Island. Enfim, a questão era que estava imitando o único superior que havia visto investigar uma área urbana, não tinha sequer escolha diante disso. Entrando na estalagem, buscaria pelo responsável e, mais uma vez, me apresentaria: — Sou o Sargento Hughes, prazer. — Sendo que, desta vez, acrescentaria: — Busco pela senhorita Saphira ou por seu associado.

1Só para esclarecer, no evento eu falei com o personagem do Wander como se fosse um homem, mas ele havia se fantasiado de mulher e se zangou, o que levou o Hughes a pensar que era uma mulher e ele (Hughes) que havia errado.

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