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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Hello darkness my old friend...   Hello darkness my old friend... EmptyTer 26 Maio 2020, 19:57

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Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Sidney Thompson. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Hello darkness my old friend...   Hello darkness my old friend... EmptyTer 16 Jun 2020, 01:42

   
Um piscar de olhos, foi apenas o tempo que levou. Quando os olhos de Sidney novamente abriram, ele estava novamente em Utopia.  - Hum? – O garoto olhava em volta, a sua frente estava um grupo de marinheiros vivos e armados. Próximos a ele, um grupo de marinheiros mortos, carregando mais corpos que ainda não se moviam. E em suas mãos, seus sapatos. – Que? – Olhando em direção aos pés, estavam descalços, assim como as roupas, sujos de areia de praia. Por três dias tinha dormido nas praias de uma ilha desconhecida, e agora estava de volta no mesmo segundo em que havia deixado o campo de batalha, era inexplicável, mas tal eram os poderes dos grandes seres existentes naquele imenso mar.

- É... Mas eu ainda tenho que lidar com eles... – O garoto suspirava em desanimo ao tornar a atentar-se aos soldados inimigos. “Eu tava indo pra uma torre de rádio?... Ah, esquece, eu já decidi na ilha esquecer dessa expedição furada de qualquer jeito. Só vou meter o pé dessa ilha o quanto antes.”

Soltando seus sapatos no chão. Sid sentava logo em seguida, começava a despreocupadamente tirar a areia dos pés antes de vestir os calçados. – Não precisam esperar por mim. Acabem com eles enquanto isso. – Ordenava aos soldados mortos e para a própria sombra que agia independente enquanto seu dono se demorava limpado a areia das roupas.

Isso devia ter sido tempo o suficiente para o confronto se iniciar e ver quais zumbis necessitariam de auxílio. Com o Soru, se mover pelo campo de batalha sem ser notado era brincadeira de criança. Usaria disso para diminuir a distancia e chegar dando voadoras. Uma vez que dentro do combate, sacar suas adagas congeladas e sair retalhando qualquer um que ficasse no caminho. Uma vez que o grupo fosse contido, partiria para o próximo. Sua sombra se encarregaria de enfrentar o tenente enquanto os zumbis mais fracos terminariam de lidar com os soldados. Talvez ele até pudesse conseguir durar alguns minutos.

Na hipótese de algum marinheiro sobreviver ao confronto, ele seria arremessado em um beco escuro e despido de sua sombra, que seria melhor aproveitada em um dos corpos mortos que estava sendo carregado. Quando terminasse por ali, poderia seguir com seus objetivos, encontrar seus companheiros e sair daquela ilha.


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MensagemAssunto: Re: Hello darkness my old friend...   Hello darkness my old friend... EmptyQua 17 Jun 2020, 03:12





Sidney Thompson

Início da manhã. Utokata. Céu nublado com chuva.



A súbita mudança de Sidney, em frente aos marinheiros, deixava-os perplexos por alguns instantes. Como se já não bastasse a confusão criada pelos marinheiros zumbis, que tornava ainda mais difícil para os marinehrios vivos identificarem uma forma de agir naquela situação, eles ainda percebiam que, do nada, Sidney mudava um pouco a sua roupa, e passava a ficar descalço, com os sapatos nas mãos, algo que não estava assim outrora.

- Algo aconteceu, tenente. - Sidney conseguia ouvir a voz de um homem assustado do outro lado do Den Den Mushi que possuía. O garoto suspirava, quase como se já não lembrasse a situação em que estava em Utopia, lembrando-se naquele momento que ainda precisava lidar com aqueles marinheiros que tinham surgido, e o pior de tudo: Os seus pés estavam cheios de areia, e isso era algo extremamente desconfortável, ainda mais com a chuva fraca que ainda perdurava, que não era suficientemente forte para lavar seus pés, mas suficientemente fraca para tornar a areia grudenta e incômoda.

Era um belo dia de bosta.

- Não precisam esperar por mim. Acabem com eles enquanto isso. - O garoto se sentava lá mesmo onde estava, por sobre o chão de paralelepípedos de pedra, batendo os seus pés com as mãos e bater os sapatos antes de calçá-los. A ordem era simples, e o cumprimento era imediato. O grupo de zumbis não demorava para avançar contra o grupo de cinco marinheiros que estavam logo a frente. A reação atrasada dos marinheiros, ao ver o rosto de seus companheiros, assim como seus fardamentos, trazia destinos cruéis a eles, que eram rapidamente agarrados por um ou mais dos zumbis, e despedaçados com mordidas, arranhões e cortes profundos. Os gritos de dor dos marinheiros chamavam a atenção do povo que já estava se espalhando para fugir daquela cena, mas que vez ou outra olhavam para trás, curiosos por ver a desgraça alheia.

O Tenente, que estava um pouco mais separado dos outros homens, chegava ao campo de batalha um tanto quanto atrasado: Seus homens agonizavam de dor no chão, esparramando imensas quantidades de sangue pelo solo de pedra, que escorria juntamente da água da chuva, diluindo-se e lavando a rua de um jeito brutal. - Eu te conheço, seu moleque imprestável! O que foi que você fez?! - O Tenente ignorava os zumbis, rotacionando ao lado deles e avançando contra Sidney, aproveitando-se de que o garoto ainda arrumava suas vestes e preparando um golpe de suas Jittes.

Já tinha sido tempo o suficiente para que o Mestre dos Zumbis se reerguesse, sumindo de vista com um Soru, deixando para trás apenas a sua sombra, que erguia-se do chão e bloqueava o golpe do marinheiro. O tenente olhava para os lados, confuso, antes de ser atingido pelo forte impacto de uma voadora contra as suas costas, desnorteando-o e abrindo espaço para que a sombra o agarrasse, imobilizando-o. Dois golpes rápidos chegavam na sequência por parte de Sidney, dilacerando as costas do homem, que agora sangrava bastante e parecia incapaz de continuar no combate, mas ainda respirava.

- Tenente?! - Uma voz gritava do outro lado do den den mushi, falando um pouco pela estática provocada pela chuva. Sidney também pôde ouvir o grito fora do aparelho de comunicações: Vinha do alto de um dos prédios naquela rua. Se Sidney olhasse naquela direção, perceberia um soldado franzino segurando um binóculos numa mão e um den den mushi na outra. Ele parecia assustado depois de ver seus companheiros serem brutalmente assassinados.





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MensagemAssunto: Re: Hello darkness my old friend...   Hello darkness my old friend... EmptySex 19 Jun 2020, 21:08


O clima estava terrível não colaborava muito com a situação em que já se encontrava. Mas com muito desanimo a situação foi resolvida sem grandes complicações, mais um batalhão estava derrotado e o único que havia evitado tudo aquilo deliberadamente revelava sua posição pelo pânico. “Obrigado por facilitar meu trabalho.” Pensou consigo mesmo demonstrando por meio momento um esboço de felicidade.

O pequeno demônio emitiu um assovio longo que a sombra se encarregaria de entender. “Transforme-se em pássaro, voe até perto daquele cara. Não ataque, apenas fique completamente imóvel e deixe que eu faça o resto.” Era o comando. Enquanto o pássaro negro fazia o trabalho de encurtar a distância, sua atenção foi direcionada ao grupo de zumbis. – Juntem os mortos em um montinho daquele lado. – Apontou para um canto qualquer. – E os que ainda estiverem vivos dentro... – Olhando em volta, procuraria uma casa de aspecto abandonado ou desocupado, ou qualquer lugar próximo que servisse para depositar os vivos longes da luz do sol. – Ali! – Apontaria então para o local adequado. “O clima nublado pelo menos nisso vai facilitar.”

Finalmente, atenção seria dada ao Den Den Mushi. – Então, calma aí parceiro. Eu dei a chance deles liberarem caminho, eles escolheram lutar. Não faça o mesmo erro. – Quando o pássaro assumisse sua posição, Sidney trocaria de lugar com o amontoado de sombras. O pássaro permaneceria ainda imóvel na mesma posição, obedecendo instruções prévias.

- Eis o negócio, você não será ferido. Eu quero que você ajude seus amigos que ainda estão vivos, eles morrerem também não é benéfico pra mim. E eu também quero fazer algumas perguntas e finalmente que você passe adiante algumas mensagens. – O garoto guardaria suas armas, puxaria um cigarro e seguiria falando despreocupadamente.

- Eu vim pra essa porcaria de ilha pra matar uma pessoa que não realmente me interessa, então eu não dou a mínima pro tal Ogata que o Vergil pediu pra matar. O que eu realmente queria era matar o Fish, mas eu aparentemente mudei de ideia, eu só queria ele pra chegar até o cérebro, mas se o que eu ouvi estiver certo, vocês se encarregaram de eliminar esse problema, estou certo? – Daria tempo de uma resposta curta. Mas logo retomaria ao falatório.

- Pois bem... Fish vai ficar tranquilo, e eu nunca quis problema com a marinha ou o governo, vocês que começaram essa putaria de me caçar. Fiquem longe do meu caminho, não tentem me parar e eu não vou massacrar vocês, fechado? Passe isso pros seus superiores, eu já vou sair da ilha de qualquer forma, só não deixem a coisa mais difícil do que precisa ser. – Aproveitando a menção, Sid observaria o Log Pose que havia pego com Ruffus, o 22. Ele queria saber se o objeto ainda estava inteiro. Se Estava em seu pulso, ou se já apontava para a próxima ilha.

- Quanto aos seus amigos, vai querer ajuda-los? Eu terei o maior prazer em deixa-lo ajudar os que ainda estão vivos... – Apenas fez questão de omitir o que planejava fazer com eles antes disso. Uma das vozes reagia com um incomum elogio. – Olha só, o garoto ta aprendendo, cheio das eloquências e manipulações... Ai sim.


Historico:
 


OFF: Esse log pose eu pedi pro Ruffus quando tava chegando na ilha, acabou não indo pra ficha. Pelo numero de posts acho que já calibrou o log.

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MensagemAssunto: Re: Hello darkness my old friend...   Hello darkness my old friend... EmptyDom 21 Jun 2020, 03:16





Sidney Thompson

Início da manhã. Utokata. Céu nublado com chuva.



A sombra soltava o Tenente ferido, levantando voo na forma de uma ave, que batia as suas asas em um único impulso para rapidamente alcançar o topo do prédio, de uma só vez. O marinheiro lá no alto gaguejava, soltando o binóculos, que caía daquela altura e se espatifava no chão de paralelepípedos. Sidney pegava o seu den den mushi em mãos, e começava a dialogar com o marinheiro. Enquanto isso, sua trupe de zumbis trabalhava sem titubear, carregando os corpos dos cinco marinheiros mortos para um canto, ao lado da entrada de uma taberna que ainda não tinha aberto aquela manhã. Lia-se "Frutas e Vegetais frescos" na placa de madeira acima da pilha de corpos. Aparentemente agora eles teriam carne fresca também. O tenente ferido, ainda vivo, era deixado em uma das casas abandonadas naquela mesma rua.

O marinheiro assentia com a cabeça rapidamente, demonstrando ter bastante medo do que lhe poderia acontecer caso negasse, principalmente após ter visto a morte de vários de seus companheiros. Sidney então fazia uma rápida troca com a sua sombra, assumindo a sua posição bem a frente do marinheiro, que se assustava ao ver um rosto humano onde antes era apenas uma sombra negra em forma de pássaro. - Ah! - Dava um grito abafado.

- Eis o negócio, você não será ferido. Eu quero que você ajude seus amigos que ainda estão vivos, eles morrerem também não é benéfico pra mim. E eu também quero fazer algumas perguntas e finalmente que você passe adiante algumas mensagens. - As adagas de gelo eram guardadas e um cigarro era acesso. Enquanto isso, o marinheiro se afastava um pouco, arrastando a bunda na superfície molhada do telhado do prédio enquanto se reposicionava, tateando os bolsos e puxando de lá um bloco de notas e um lápis, como se esperasse por o que quer que Sidney quisesse passar adiante.

- Eu vim pra essa porcaria de ilha pra matar uma pessoa que não realmente me interessa, então eu não dou a mínima pro tal Ogata que o Vergil pediu pra matar. O que eu realmente queria era matar o Fish, mas eu aparentemente mudei de ideia, eu só queria ele pra chegar até o cérebro, mas se o que eu ouvi estiver certo, vocês se encarregaram de eliminar esse problema, estou certo? - O marinheiro respondia com um rápido e desajeitado assentir da cabeça durante os primeiros instantes, passando logo depois a responder verbalmente. - S-sim... - E o Mestre dos Zumbis rapidamente voltava a falar, sem dar muito mais tempo para que o marinheiro falasse mais do que precisava.

- Pois bem... Fish vai ficar tranquilo, e eu nunca quis problema com a marinha ou o governo, vocês que começaram essa putaria de me caçar. Fiquem longe do meu caminho, não tentem me parar e eu não vou massacrar vocês, fechado? Passe isso pros seus superiores, eu já vou sair da ilha de qualquer forma, só não deixem a coisa mais difícil do que precisa ser. - Dessa vez, o marinheiro apenas assentia com a cabeça de forma apressada, como se estivesse negociando com o demônio e estivesse pensando em como iria informar esse tipo de coisa aos seus superiores na ilha. Enquanto isso, Sidney erguia o braço e via o Log Pose em seu pulso, aparentemente apontando para algum outro lugar que já não era mais essa ilha.

- Obrigado, g-garoto... M-muito obrigado pela misericórdia...! - O homem respondia, trêmulo, à última fala de Sidney. Ele então se preparava para poder descer do prédio por uma escada lateral que dava em um beco imundo. Caso Sidney resolvesse permanecer ali por mais algum tempo, perceberia que o homem passava pela pilha de corpos, olhando seus companheiros e averiguando a situação de saúde deles, que era deplorável. Media a pulsação de alguns, e balançava a cabela negativamente, com bastante pesar, antes de anotar os nomes de seus companheiros no bloco de notas que tinha em mãos. Por fim, ele ia até a casa abandonada em que o Tenente ferido ainda vivia, pulando pela janela quebrada e encontrando o corpo do outro marinheiro. A pulsação ainda existia e rapidamente o homem cochichava alguma coisa em seu den den mushi, que se Sidney estivesse atento o suficiente perceberia ser um chamado por socorristas.

A partir daquele momento Sidney possuía uma leva de opções. Estava no meio de uma rua que parecia já ter sido um grande centro comercial no passado, hoje coberta de pequenos estabelecimentos que ainda não estavam abertos. A chuva começava a se dissipar, mas o tempo nublado parecia que ainda duraria bastante. Seguindo um caminho pela rua, iria para o distrito do porto, enquanto que pelo outro, adentraria ainda mais na cidade, onde, ao longe, podia ver enormes prédios de aparência muito superiores aos que o rodeavam no momento.





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MensagemAssunto: Re: Hello darkness my old friend...   Hello darkness my old friend... EmptySab 04 Jul 2020, 00:40


Sidney se teleportava até onde o soldado sobrevivente agora tomava notas. As coisas progrediam bem uma vez que ele se demonstrava colaborativo e confirmava aquilo que sabia mas preferia acreditar que não fosse verdade. “Com o Cérebro morto toda minha expedição é inútil... Perdi gente pra vingar a Eva, no fim ela não precisava ser vingada.” O garoto era tomado por uma sensação de vazio interno que era apenas intensificado pelo súbito silencio das vozes imaginárias. E talvez essa seja a causa de sua reação exagerada.

- Do que é que você me chamou? – Disparou de imediato ao ouvir o “garoto. – Garoto é a puta que te pariu, seu pedaço de lixo miserável. – E a reação mais comum a tudo isso, claro, era dar uma bela bicuda no joelho do ofensor. – Eu sou Sidney Fodendo Thompson, o Senhor do Escuro, o Lorde das Sombras e Rei da noite, não um garoto, ou como vocês mongoloides dizem, Filho do Demônio. Refira-se a mim de forma equivocada novamente e eu não vou ser tão misericordioso. – Uma vez que as cartas estavam dadas, Sid podia se acalmar e recompor as aparências. – Bom, quanto ao seu amigo, vá ajuda-lo, mas lembre-se de não deixa-lo exposto ao sol, e lembre-o que isso será permanente, caso você não siga essas instruções, os resultados serão tenebrosos... Agora, com sua licença... – E novamente trocaria de lugar com o pássaro de sombras, deixando a criatura agitar suas asas em seu lugar para assustar ainda mais o pobre sobrevivente, e se deslocar de onde ela havia ficado para dentro da Taberna.

Não gastaria muito tempo ali, apenas removeria a sombra do marinheiro ferido e a colocaria no melhor corpo em sua disposição. Uma vez que tivesse reorganizado os zumbis, iria guiar o caminho do topo dos prédios, enquanto sua pequena tropa seguia carregando mais corpos por ruas escuras e escondidas.

Precisava apenas retornar ao esconderijo improvisado e juntar-se com os membros sobreviventes que ali estavam de seus novos planos. – Hora de sairmos desse buraco. Comecem a se preparar para partir. – A rota de fuga ainda não existia, mas imaginou que não devia ser tão difícil roubar um barco dos vários no porto. Tinham força bruta o bastante, mas restava uma dúvida. – Alguém entende alguma coisa de navegação aqui? Eu até posso conduzir o navio. – A perda de Rufus começava a ser sentida com mais força nesse momento. O que era um problema que teria de ser improvisado, talvez com um prisioneiro do navio saqueado, ainda que não fosse a melhor aposta.

- Ow, mendigo, algum bar que eu possa usar pra recrutar a bandidagem da ilha? De preferencia um navegador? Algum comerciante que não ligue de negociar com piratas talvez? – Ainda que ele não soubesse, já era parte do bando. – Afinal, qual seu nome?


Historico:
 


OFF: Avisa quando for pra mudar nos ganhos o número de zumbis e com a quantidade S2.

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MensagemAssunto: Re: Hello darkness my old friend...   Hello darkness my old friend... EmptyQua 08 Jul 2020, 00:10





Sidney Thompson

Início da manhã. Utokata. Céu nublado.



Mesmo na total submissão do marinheiro, perante à grande demonstração de força e brutalidade de Sidney e de seus zumbis, o Filho do Demônio colocava ainda maior ameaça sobre o marinheiro, agora com relação ao fato de ter sido chamado de garoto, algo que possivelmente o incomodava um pouco. O marinheiro assentia ao ouvir as indicações de Sidney a respeito do Tenente que era seu companheiro, e enquanto o fazia, o Lorde das Sombras arrancava o conteúdo negro dos pés do Tenente, puxando-a como uma borracha até o ponto em que ela se esticava o suficiente para que, com um movimento rápido, a adaga de Sidney deslizava pela sombra do Tenente, separando-a de seu corpo.

A nova sombra era colocada em um dos corpos que parecia ser o mais forte daqueles que os seus zumbis carregavam, e por fim, um novo zumbi estava de pé, pronto para servir. Sidney então voltava ao topo dos prédios, seguindo pelo caminho que se lembrava até o esconderijo de outrora. Nas ruas escuras abaixo, os zumbis passavam por vielas um tanto mais estreitas e sem tanta população, o que apesar de difícil, não era impossível, visto que boa parte daquelas ruas estava um tanto destruída por algum outro acontecimento anterior, e havia pouca movimentação de civis. Alguns dos que ainda estavam passeando por ali, curiosos com o que acontecia, ficavam ainda mais surpresos ao ver a trupe de homens de pele podre carregando cadáveres inanimados em seus ombros, enquanto seguiam pelas ruas como se nada de estranho estivessem fazendo. Era como uma procissão feita por mortos.

Sidney alcançava o esconderijo: Um belo buraco quebrado na parede de um antigo prédio abandonado. O buraco ligava a um túnel fedorento e pouco iluminado até chegar a uma sala bagunçada. Sidney adentrava, tendo que abaixar um pouco a cabeça para entrar na sala após o túnel. O cheiro forte de charuto e conhaque lhe invadia as narinas. O som baixo e lento de uma canção tocada numa vitrola podia ser escutado por ele em algum canto da sala. Para o seu lado direito, à entrada, havia um largo sofá de couro completamente perfurado e com boa parte de seu estofado para fora. Acima dele, o mendigo de antes estava deitado, dormindo. Nas paredes próximas, diversas janelas estavam abarrotadas com pranchas de madeira e tecidos escuros que impediam grande parte da iluminação de entrar. Ao chão em frente ao sofá, as duas 2 também dormiam, agarradas uma a outra de forma bem desengonçada e espalhafatosa, de forma que Mikayla estirava as suas pernas para o alto, apoiadas no sofá em que o mendigo dormia. Sua boca estava bem aberta, respirando pesadamente em um sono profundo. Já Naevys estava dormindo de forma um pouco mais delicada, apesar de que seu rosto estava completamente enfurnado nos seios da outra enquanto o fazia.

Ao lado esquerdo da entrada, havia uma bancada de madeira parcialmente destruída, em frente a uma vitrine de bebidas que já não possuía bebida alguma, apenas cacos de vidro e moscas, que repousavam por sobre pedaços de carne podre e velha. Pela intuição de Sidney, era possível supor que aquele lugar já tinha sido um bom lugar para pedir uma bebida no passado, mas que agora não passava de um bom abrigo para meliantes. Junto à bancada havia ainda uma mesa circular de poker, com sua característica coloração verde-gramado. Sentados em volta dela estavam 20 e 13, em um acirrado jogo de cartas, que parecia puxar boa parte de sua concentração.

Poucos instantes após a chegada de Sidney, 13 lançava a sua mão de cartas para longe, enraivecido com alguma jogada que aparentemente tinha levado à sua derrota. Por fim, ele percebia a chegada do Lorde das Sombras, acenando. - Então você voltou? - Ele dizia, um tanto surpreso pelo retorno de Sidney antes do previsto. Aparentemente todos ali esperavam que o garoto demorasse um pouco mais para retornar.

- Eu. - Pearl levantava uma das mãos, a que carregava um charuto aceso preso entre os dedos. A boca se abria para falar, e juntamente das palavras, uma núvel tóxica de fumaça saía, carregada de um cheiro amadeirado forte que intensificava aquele que já estava no lugar. - Sei levar um navio de um lugar pro outro. - Ela resumiu bem as suas habilidades, afinal, ela não considerava-se exatamente uma navegadora. Mas na necessidade, saberia se virar.

Sidney então aproximava-se do mendigo, pouco se importando se ele estava dormindo. A voz do garoto era o suficiente para acordar alguém que estava acostumado a dormir nas ruas, pronto para correr no primeiro sinal de perigo. - Etioha tem alguns bares. Já aqui em Utokata...? Bom, no porto tem alguns. Mas são uns lugar bem bosta. - O mendigo resumia a sua opinião. O seu linguajar era um tanto característico, e suas madeixas permaneciam constantemente bagunçadas. As roupas que trajava eram ligeiramente sociais, ou pelo menos lembravam roupas sociais, se não fossem os diversos rasgados e sujos que se espalhavam por todo o conjunto. - Meu nome é Miguel.





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MensagemAssunto: Re: Hello darkness my old friend...   Hello darkness my old friend... EmptyQua 08 Jul 2020, 23:59


Sidney retornava ao esconderijo com um novo grupo de zumbis para servir de linha de frente em emergências. Já do lado de dentro a decoração parecia ter melhorado consideravelmente, o que só fazia o pirata lamentar-se. “Uma pena que vamos abandonar o lugar, até parece confortável por agora.” Também podia notar que os tripulantes estavam bem a vontade, mas que aos poucos iam se tornando alertas com sua chegada.

- Eu reuni mais alguma força bruta e também confirmei o que o Miguel tinha dito, o Cérebro está morto. Em outras palavras nossa vinda pra ilha foi pouco mais do que uma perda de tempo e pessoal. Não tem por que irmos atrás do Fish uma vez que o cara que estava acima dele faleceu. – Dando de ombros, o pequeno demônio procurava um local confortável para sentar e preparar um de seus baseados para aliviar a língua, desta vez colhendo o fumo da plantinha em seu colar.

- Bom, temos um médico, um navegador, um log pose. Podemos seguir viagem, só precisamos de um navio. – Disse em um tom mais baixo, como um murmuro consigo mesmo. – Falta um músico. – Aconselhava Jamal. – Um cozinheiro. – Lembrava Lucrécia. – As meninas devem saber cozinhar. – falou Sid. – Isso foi sexista.

- Pra pegar o barco acho que vamos fazer o mesmo esquema de Chaos. Só invadir um barco decente, desce o cacete na tripulação e sair logo. Estamos com pouco pessoal, mas eu sozinho devo dar conta de todos, só fiquem em segurança e ajudem os zumbis a dizimar as tropas inimigas. – Todos ali deviam estar bem atentos nessa parte, mesmo os mais fracos podiam ser uteis como membros de suporte se bem posicionados. – E eu não quero perder mais ninguém. – Não que isso fosse sentimentalismo, era apenas uma visão objetiva, menos aliados implicava em um exército mais fraco.

- Mas pelo visto vocês estão cansados... Talvez possamos descansar um pouco enquanto isso... Ver se tem alguma coisa que não encontramos nesse lugar. Enquanto isso, Miguel, seu nome é uma bosta, agora você é o Seis e quero que dê uma olhada naqueles corpos que eu trouxe, e nos zumbis. Faça os reparos necessários e mantenha-os conservados e com um cheiro tolerável. – A última parte se dava principalmente pelas reclamações constantes de Lucrécia. – Tudo bem ficar carregando corpos ensanguentados e andando com mortos-vivos, mas se esse povinho começar a feder eu vou embora daqui!

Enquanto todos os preparativos eram feitos pelos tripulantes, o garoto exploraria o local, procurando possíveis tesouros não notados, ou mesmo algum entretenimento, como livros. Muito podia ser extraído deles.

~ Aprendizado de Perícia – História. ~

Remexendo no meio das tralhas, esperava encontrar pouco na verdade, apenas alguns relatos históricos, informações sobre construção de estruturas marcantes, certamente notícias relacionadas ao Fish. Ele era um alvo interessante ainda que não fosse mais uma prioridade, e uma parte de si não queria abandonar por completo a ideia, mesmo que não tivesse utilidade nenhuma mata-lo, tinha prometido a si mesmo que o faria. “Mas não agora... Haverão outras oportunidades.” Mas deixando Fish de lado, seu principal foco era em assuntos de datas e fatos históricos, referentes aquela ilha em especial ou em qualquer fato global de interesse.

~ Fim de aprendizado. ~

Terminado suas explorações, quer tivesse ou não encontrado alguma coisa para se entreter, o garoto retornaria até o restante do grupo, procurando conforto ao deitar junto as garotas e espantando qualquer brutamontes fedorento de perto. Ainda precisavam calcular o melhor momento para realizar o furto do navio, provavelmente a noite, isso significava acordar um pouco antes do crepúsculo para fazer os preparativos finais.


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MensagemAssunto: Re: Hello darkness my old friend...   Hello darkness my old friend... EmptyDom 12 Jul 2020, 01:03





Sidney Thompson

Manhã. Utokata. Céu nublado.



Sidney retornava ao esconderijo e rapidamente já passava a informação daquilo que tinha descoberto lá fora, comunicando os seus companheiros acordados de que o alvo de sua vingança na verdade já estava morto. - Entendo. - O espadachim balançava com a cabeça, parando para prestar um pouco mais de atenção às cartas que tinham sido jogadas por sua adversária, que sorria de forma confiante após a vitória.

Miguel, Pearl e Iesuke ainda estavam prestando atenção às novas informações que Sidney trazia, assim como os objetivos que o garoto pontuava naquela ilha e sobre como eles deveriam poder sair da ilha após roubar um barco.  - E eu não quero perder mais ninguém. - Aquela parte tocava mais especificamente o capitão Iesuke, que assentia firmemente com um semblante pesaroso, como se soubesse que ele mesmo não queria perder mais companheiros. Ele não falava muito mais após aquele breve discurso, mas o seu semblante era perceptível.

Finalmente Sidney se comunicava novamente com Miguel. - Tá... Seis, né? Vou tentar lembrar. - Ele se levantava do sofá, com cuidado para não pisar nas garotas que dormiam e seguia até os zumbis de Sidney, que já estavam dispostos por toda a entrada do esconderijo e do túnel de entrada. Com algumas ferramentas que ele tirava de uma bolsa parcialmente rasgada que deixava ali ao lado, ele seguia a identificar e costurar os ferimentos nos corpos, aos poucos colocando-os em "perfeito estado".

Enquanto isso, Iesuke e Pearl iniciavam um novo jogo de cartas e Sidney aproveitava do tempo de descanso para explorar o esconderijo, que agora que parava para prestar maior atenção, se mostrava ser bem mais interessante. No entanto o máximo que o garoto encontrava eram alguns jornais espalhados por trás do balcão, com diferentes datas distantes e alguns livros que tratavam a respeito de algumas histórias da ilha, de seus regentes anteriores e de algumas outras ilhas interessantes da Grand Line, mas que Sidney nunca sequer tinha escutado sobre.

Alguns livros chamavam bastante atenção, e o garoto passava algum tempo lendo-os com maior atenção. Um deles tratava de uma ilha próxima, e que provavelmente era a que viria após Utopia naquela rota. Com um pouco mais de leitura, o garoto descobria que a ilha, chamada Jaya, era envolta por diversas lendas a respeito de ilhas celestiais onde os anjos de Deus descansavam antes de descer aos mares para proteger as pessoas do bem. O livro explicava, no entanto, que a origem das lendas vem do fato do campo magnético da ilha estranhamente forçar o Log Pose a apontar para cima ao invés de apontar para a ilha seguinte, mas logo em seguida fazia uma explicação enorme na tentativa de explicar esse fenômeno e negar a existência de ilhas no céu.

De qualquer forma, Sidney conseguia novos conhecimentos durante a sua pesquisa.





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MensagemAssunto: Re: Hello darkness my old friend...   Hello darkness my old friend... EmptySex 11 Set 2020, 22:00

~ Aprendizado de Perícia – Ciências Proibidas. ~



Era uma noite tranquila para os padrões de um pirata, Sidney estava lendo livros que havia encontrado em seu refúgio. Estava em um canto mais afastado de seus companheiros, tentando manter o silencio enquanto apreciava as histórias que encontrará a respeito de Jaya. Eram interessantes em sua totalidade, desde a tentativa de refutar algo inexplicável até toda a origem de fundo, especialmente as menções de anjos e deuses. “Eu não sabia que eles faziam ilhas lá em cima.”

- Sim. Fazem, eu vim de lá. – Uma de suas vozes imaginárias respondia. “Isso é novo... Você nunca mencionou isso antes.” Por um momento interrompeu sua leitura, para dar atenção aos devaneios. – Nunca tinha precisado... Até por que seria estranho. Oh, eu vim de uma ilha no céu, eu tenho asas nas costas, você não pode me ver mais confia em mim. – A menção de asas o pegava de surpresa. – Ué, você tem asa?Não cara, eu sou um ser imaginário e invisível. Do que você tá falando? – Jamal respondia de imediato e subitamente todas elas se calavam. “Hahaha muito engraçado pessoal... Bando de babacas....”

A ideia infelizmente não conseguia morrer ali, anjos alados... ele mesmo era considerado um demônio, que tipo de outros mitos e criaturas eram conhecidos ou mencionados em histórias como aquela? A curiosidade o fazia abandonar tudo que estava fazendo e seguir vasculhando livros a respeito por ali no esconderijo. Ou caso necessário, procurando pelo território em volta. Talvez alguma biblioteca tivesse sobrevivido a destruição no distrito. Queria saber tudo que pudesse sobre coisas que não deveria saber. Fenômenos estranhos e de cunho sobrenatural, seres do fundo do oceano, céu ou espaço sideral.

~ Fim de aprendizado. ~

Depois de seus estudos, antes de ir ao seu descanso, daria uma observada em como andava o lado de fora. Sid não daria ordens nem chamaria reforço, tentaria passar despercebido por seus aliados e pelas tropas que poderiam rondar a região. Seguiria com uma movimentação furtiva e acrobática pelos telhados para fazer o reconhecimento da região uma ultima vez. Estudando a rota que usaria para chegar ao porto, já vendo quais ruas ficavam sem vigia e identificando a longa distância um possível barco adequado para o sequestro.

Sid também usaria estas últimas horas esperando encontrar possíveis aliados perdidos pela cidade e fazer contato. Mas evitaria massacres por hora, optando apenas por contornar os problemas e se manter longe dos holofotes. Fumaria dois baseados e dois cigarros com um intervalo de meia hora em um telhado adequado para observar a movimentação e tentar colher dados sobre as tropas de segurança e períodos entre as rondas.

Terminando o reconhecimento, o garoto retornaria até seu esconderijo, silencioso para não acordar os dorminhocos e então procurando um local para descansar. Idealmente iria deitar com suas duas acompanhantes, chutando qualquer outro homem para fora da cama.

Na manha seguinte imaginava que seria um dos últimos a acordar. O que significava que era obrigação de seus subordinados já terem preparado seu café. – EU QUERO CAFÉ! EHHH! – Demoraria um longo tempo fumando mais um baseado primeiro e um cigarro em sequência. Beberia o café em paralelo. E finalmente comeria alguma coisa se tivesse algo. – Bom... Todo mundo pronto pra ir saquear um barco e meter o pé dessa porcaria?... – Meio que cancelando tudo que tinha dito a pouco olharia em volta procurando por uma figura peluda e familiar. – O Bolinha tá por aqui?


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