One Piece RPG
Contrato de Sangue - Página 5 XwqZD3u
One Piece RPG
Contrato de Sangue - Página 5 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» All we had to do, was cross The Damn Line, Elise!
Contrato de Sangue - Página 5 Emptypor PepePepi Hoje à(s) 17:02

» [Mini-Mila] - Último Capitulo
Contrato de Sangue - Página 5 Emptypor Ryoma Hoje à(s) 16:00

» Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas
Contrato de Sangue - Página 5 Emptypor Kyo Hoje à(s) 15:57

» Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!
Contrato de Sangue - Página 5 Emptypor AoYume Hoje à(s) 13:52

» A HORSE WITH NO NAME
Contrato de Sangue - Página 5 Emptypor Axell Hoje à(s) 13:21

» União Flasco: Inicio do Sonho
Contrato de Sangue - Página 5 Emptypor Dante Hoje à(s) 12:26

» Ficha nova
Contrato de Sangue - Página 5 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 11:35

» Grandhao Scale
Contrato de Sangue - Página 5 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 11:35

» Em Busca do Crédito Perdido
Contrato de Sangue - Página 5 Emptypor PepePepi Hoje à(s) 01:27

» Chapter II: EDEN - Drugs ♪♫♪
Contrato de Sangue - Página 5 Emptypor Nolan Hoje à(s) 00:44

» I - Justiça: Um compromisso obstinado!
Contrato de Sangue - Página 5 Emptypor Hammurabi Hoje à(s) 00:23

» M.E.P - Mini Mila
Contrato de Sangue - Página 5 Emptypor Ryoma Hoje à(s) 00:04

» Vol 2 - The beginning of a pirate
Contrato de Sangue - Página 5 Emptypor Arthur Infamus Ontem à(s) 23:38

» Uma promessa ao céu
Contrato de Sangue - Página 5 Emptypor Bolin Ontem à(s) 23:27

» Ep 1: O médico e o marinheiro
Contrato de Sangue - Página 5 Emptypor TerryBogard Ontem à(s) 23:17

» M.E.P. - MINI AVENTURA HOKI - RECOMEÇO
Contrato de Sangue - Página 5 Emptypor Hoki Ontem à(s) 23:00

» [MINI-HOKI] O Espadachim Negro
Contrato de Sangue - Página 5 Emptypor Hoki Ontem à(s) 23:00

» Entrementes
Contrato de Sangue - Página 5 Emptypor Oni Ontem à(s) 22:44

» Ato I - Antes da tempestade
Contrato de Sangue - Página 5 Emptypor Dante Ontem à(s) 21:15

» Virtudes do ódio, votos de sangue
Contrato de Sangue - Página 5 Emptypor GM.Midnight Ontem à(s) 20:50



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG
Pokémon Adventure RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 Contrato de Sangue

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6  Seguinte
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 77
Warn : Contrato de Sangue - Página 5 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
Localização : Fishman Island

Contrato de Sangue - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Contrato de Sangue   Contrato de Sangue - Página 5 EmptyQui 21 Maio 2020, 12:14

Relembrando a primeira mensagem :

Contrato de Sangue

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Coldraz Vermillion. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
Coldraz
Agente em Treinamento
Agente em Treinamento


Data de inscrição : 12/11/2017

Contrato de Sangue - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Contrato de Sangue   Contrato de Sangue - Página 5 EmptySeg 11 Jan 2021, 10:03

Orgulho Vermillion
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
A primeira parte do exame havia sido bem fácil. Certamente foi bem melhor do que ter que limpar algum cômodo abandonado; ainda me deixava um pouco irritado ter tido todo aquele trabalho no QG de Loguetown a troco de nada, mas certamente havia sido um trabalho bem feito e isso me dava um certo orgulho. Porém, a segunda parte do exame parecia particularmente difícil. Eu já havia sobrevivido a um combate real, ou pelo menos, uma simulação bem realista. Algumas bolas de tênis não eram nada se comparadas a isso. Ainda assim... aqueles olhos julgadores faziam minha confiança vacilar e minhas pernas tremerem um pouco.

Tentava me convencer de que meu medo não fazia sentido, mas ainda assim, eu precisava passar uma boa impressão. Além disso, o que eu faria se fosse reprovado ? Não tinha como eu voltar para casa. Mesmo que eu encontrasse um capitão disposto a me levar de volta, como eu poderia encarar meus pais novamente ? Sem contar que foi meu próprio pai quem me enviou até aqui. De-repente eu me lembrava, não era apenas uma questão de ser ou não aprovado, se tratava da reputação da família Vermillion. Que tipo de boatos circulariam se descobrissem que o filho mais novo do grande Marshall Vermillion é um incompetente incapaz de passar em um simples teste de admissão ?

Quase que imediatamente, o lugar pareceu se fechar ao meu redor, como se toda a atenção fosse única e exclusivamente minha; o que talvez não estivesse tão longe da verdade, mas era sufocante do mesmo modo. Caminhava até o local demarcado a passos lentos, ouvindo as ordens do agente Mackin para que fossem ligadas as máquinas e, finalmente, a ordem mais pesada que havia recebido até o momento — Pode começar, senhor Vermillion! —

Ao ouvir essas ordens, meu instinto dizia para correr a toda velocidade até o pedestal, acabando com o exame imediatamente, fosse qual fosse o resultado, porém, o medo me paralisou e minhas pernas não reagiram. Se isso havia sido uma coisa boa ou ruim, não tinha como saber, mas seria o momento de me acalmar e pensar em um método mais inteligente de ser aprovado. Uma primeira investida rápida e desapegada poderia ter sido a minha melhor chance, porém, essa chance já havia passado e nada se podia fazer a respeito disso, então eu avaliaria a minha condição novamente.

Relembraria de todas as informações recebidas. Minha tarefa era levar o ovo até o pedestal, sem que ele quebrasse ou que eu fosse atingido mais de três vezes. Ele também informou que as máquinas atirariam de forma revezada, duas ou três por vez, sem qualquer ordem ou padrão predeterminado. Com 18 máquinas no total, as minhas chances não pareciam muito boas, então eu observaria por um instante os primeiros disparos efetuados, bem como a posição dos agentes auxiliares e o próprio agente Mackin; era possível que houvesse alguma pista nisso, talvez eles controlassem quais máquinas disparavam, ou tivessem alguma forma de saber previamente antes do disparo. De qualquer modo, não teria grandes esperanças a respeito de descobrir alguma coisa a esse respeito, e mesmo que algum deles me desse uma dica, deduziria se tratar de uma armadilha e não cairia nela.

Tirando proveito da minha noção temporal, tentaria descobrir algum intervalo entre os disparos, era possível que entre determinados intervalos ou máquinas, a velocidade de disparo fosse diferente, me dando a oportunidade de avançar. Finalmente, voltaria a minha atenção para aquela que seria a mais sedutora das opções; observaria a distância que havia entre as 16 máquinas das laterais e as paredes por detrás delas, bem como a possibilidade de passar por elas, diminuindo em 8 o número de máquinas que poderiam atirar em mim, caso fosse possível passar por detrás destas. Também observaria a distância que as bolas de tênis eram capazes de alcançar, bem como o tempo que elas levavam para atingir seu alcance máximo antes de caírem no chão e deixarem de representar uma ameaça; isso poderia ser relevante, ou não, mas informação nunca é demais.

Por fim, também me faria lembrar da forma como o agente Carter e a agente Sanders ligaram as máquinas. Caso tenham usado um interruptor coletivo, desligá-lo seria a resposta mais óbvia, enquanto que interruptores individuais seriam mais fáceis, já que um interruptor coletivo provavelmente estaria mais distante de mim e poderia ser religado facilmente. Por um momento eu me deixaria clarear a mente e controlar minha imaginação fértil; o agente Mackin certamente disse que eu poderia usar qualquer método que eu escolhesse, mas tinha minhas ressalvas quanto a se ele me permitiria desligar as máquinas, o mais provável seria que me repreendesse por pensar em algo tão estúpido, então essa opção estava fora de questão.

Após todas as minhas avaliações serem feitas, eu chegaria a minha conclusão. Para começar, deixaria minha espada no chão perto do local de partida, de modo que ela não pudesse me atrapalhar; eu certamente não tinha esperanças de ser capaz de defletir um disparo com uma espada, imagina o quão surreal isso seria. Não é muito diferente de alguém tentar cortar um projétil; simplesmente impossível e muito ingênuo. Caso houvesse uma passagem por detrás das máquinas laterais, eu então me dirigiria até esta passagem; o lado não importava, mas daria preferência para aquele que parecesse mais seguro, menos propenso a ter armadilhas, fosse mais espaçoso ou que simplesmente estivesse mais distante dos olhos julgadores dos demais agentes.

Porém, supondo que não houvesse como atravessar por detrás das máquinas, fosse por motivos práticos ou pela simples reprovação do agente Mackin diante da minha solução, então eu não teria outra escolha, retornaria para o local onde comecei, ou parando onde estava, caso fosse fora do alcance dos disparos, e então retiraria o meu paletó e a blusa, usando esta última para enrolar em volta do ovo e garantir uma camada protetora para este. Também retiraria os meus sapatos e meias, dobrando a bainha da minha calça para que os meus pés conferissem mais fricção com o solo, facilitando minha movimentação durante o trajeto.

Se eu conseguisse atravessar pelas laterais, me moveria em um ritmo rápido, porém não como uma corrida, evitando assim tropeçar enquanto voltaria minha atenção para o lado onde as máquinas estavam, prestando atenção nas máquinas que, devido ao ângulo, pudessem me atingir. Aceleraria, reduziria, me abaixaria ou pularia de acordo com a situação, sempre fazendo o meu melhor para calcular o tempo até as bolas de tênis me atingirem, modificando minha velocidade de acordo. Exatamente pensando nesse cenário que eu teria, previamente, calculado o tempo que elas levavam para atingir o lado oposto, porém não me limitaria a esses números, modificando eles conforme percebesse variações; era possível que as máquinas mais distantes atirassem mais rápido ou mais longe que as anteriores.

Caso eu fosse obrigado a atravessar pelo meio das máquinas, então eu não teria absolutamente nenhuma outra opção além de correr o mais rápido possível. Porém, visando minimizar a quantidade de disparos que eu pudesse vir a receber, dispararia em velocidade máxima desde o início, mantendo meu corpo baixo para evitar os disparos mais altos, enquanto mantinha minha atenção em apenas metade das máquinas, de preferência, o lado no qual estivessem os agentes auxiliares, já que estes poderiam estar controlando as máquinas de algum modo. Talvez seja loucura, isso significa que qualquer disparo vindo do lado oposto estaria entrando no meu ponto cego, mas dividir a minha atenção poderia ser ainda pior, pelo menos assim eu teria melhores chances de escapar com o mínimo de acertos possível. Assim que chegasse a uma velocidade e distância propícia, eu jogaria meu corpo no chão, tentando uma deslizada com minhas pernas para frente e as costas voltadas para o chão, sempre fazendo questão de proteger o ovo sem pôr muita pressão nele. Caso necessário depois de deslizar, eu me arrastaria até o pedestal. A respeito de disparos vindos na minha direção, tentaria variar a minha velocidade para evitá-los, acelerando ou reduzindo conforme fosse necessário.

Independente de quais condições e eventos me levassem até esse ponto, se eu chegasse até o pedestal sem ter sido reprovado, eu veria o melhor ângulo possível para colocar o ovo no local determinado sem ser atingido pelas últimas máquinas. Nesse ponto eu não me preocuparia em me abaixar, rastejar ou simplesmente passar o braço por cima de uma das máquinas. Terminado isso, eu simplesmente esperaria apreensivo pelo anúncio do agente Mackin a respeito da minha avaliação. Caso tivesse sido aprovado, tentaria esconder o meu alívio, mas deixaria meu corpo relaxar por um instante, e então seguiria as instruções do meu avaliador.

Vale ressaltar que, como o próprio agente Mackin havia destacado, ainda me lembrava da ordem dos testes, por isso sabia o que estava por vir, então estaria preparado para o inevitável confronto. Caso eu tivesse me despido, colocaria de volta as meias e os sapatos, amarrando meu paletó na cintura, levando minha blusa no ombro e a espada na mão, caso não houvesse nenhum protesto contra isso, afinal, eu eventualmente os tiraria novamente durante o teste de combate; porém, se eu recebesse a ordem para me arrumar apropriadamente, obedeceria sem questionar, mas me sentindo um pouco humilhado e rebaixado por minha própria atitude e presunção.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Histórico:
 

Objetivos:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Greny
Civil
Civil
Greny

Créditos : 29
Warn : Contrato de Sangue - Página 5 10010
Masculino Data de inscrição : 31/08/2012
Idade : 21
Localização : No seu coração

Contrato de Sangue - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Contrato de Sangue   Contrato de Sangue - Página 5 EmptyTer 12 Jan 2021, 20:24

z




[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


Contrato de Sangue - 20


O desafio tinha início e a cabeça de Coldraz não tardava a elaborar estratégias de como passar de como concluir aquela etapa de seu alistamento. Primeiramente, contrariando totalmente as expectativas deste que vos narra, colocou sua espada no chão e estabeleceu o que fazer sem ela, pois não considerava plausível se defender das bolas.

Após passar alguns segundos analisando as máquinas, seus padrões e sua disposição espacial no lugar, tomou sua decisão. Não que houvesse conseguido memorizar o padrão das dezoito máquinas, afinal, não era nenhum gênio, mas não estava totalmente despreparado. Foi quando fez algo que fez com que todos os envolvidos se surpreendessem: fora para a lateral da sala. Carter e Sanders se encararam, confusos, enquanto o agente Mackin permaneceu com sua cara de neutralidade.

Uma vez que nada foi dito, começou o percurso por trás das máquinas da esquerda, o que o fazia apenas ser alvejado pelas da direita. Então, começou a atravessar a sala. Algumas, conseguiu evitar que o atingissem. Outras, nem tanto. Foi atingido em cheio na costela, na bochecha e no joelho, o que iria causar dor e incômodo durante algum tempo. Mas, no final, conseguiu pôr o ovo no lugar.

- Desliguem as máquinas - ordenou o superior, que então foi em direção à Coldraz, enquanto a dupla começava a fazer o que fora encarregada. - Esse normalmente é um teste para avaliar a capacidade de esquiva e bloqueio dos candidatos a agentes, então eu poderia dizer que você falhou… -  realizou uma pausa - Mas… passar pela lateral foi um truque muito engenhoso. Você pensa fora da caixa, e isso é ótimo. Portanto, vou considerar essa etapa como concluída. Agora, iremos à etapa final. - anunciou. Talvez ele nem precisasse dizer, afinal, Coldraz já havia realizado um teste de admissão antes, mas confirmou só para não deixar dúvida. - Teste de combate. Eu pretendia designar o agente Spector para ser seu adversário, mas… quero eu mesmo testar suas habilidades. Pegue sua espada.

E então Coldraz teria o tempo de ir até onde deixara sua lâmina. Quando olhasse novamente para Tesla, ele estaria com uma adaga em sua mão direita e a esquerda nas costas. - Primeiramente, entregue sua insígnia da CP-1 ao agente Spector - e, após isso ser feito, diria - Me prove que é merecedor de tê-la de volta. Se conseguir me cortar, você será oficialmente um agente em treinamento. Não se contenha.





Legendas:





Histórico:
 


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Falas (#40FF00) | Pensamento (#BCA9F5)

Objetivos:
 

R.I.P:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Coldraz
Agente em Treinamento
Agente em Treinamento
Coldraz

Créditos : 16
Warn : Contrato de Sangue - Página 5 10010
Masculino Data de inscrição : 12/11/2017
Idade : 23

Contrato de Sangue - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Contrato de Sangue   Contrato de Sangue - Página 5 EmptyQua 13 Jan 2021, 16:42

O Teste Final
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Quando o agente Mackin revelou que eu havia falhado no teste, minhas pernas bambalearam, meu coração parou abruptamente e minha mente pareceu deixar de funcionar. Nem por um instante eu considerei a possibilidade de que ele permitisse que eu continuasse tomando um rumo de ação que, inevitavelmente, me levaria ao fracasso. A sensação de ter falhado miseravelmente me preenchia, e agora o meu maior medo havia se tornado realidade, ou era o que eu pensava; apesar de eu ter claramente falhado em cumprir com o propósito do teste, o agente Mackin deu aquela etapa por concluída. O alívio tomou conta de mim, mas ainda assim, era inevitável pensar que tal decisão branda com relação ao meu fracasso tinha haver com o meu pai. Talvez ele esperasse algo de mim, ou apenas quisesse ficar em bons termos com o meu pai, mas de alguma forma, não sentia que era merecedor de sua decisão.

Porém, eu ainda tinha a chance de juntar os cacos do meu orgulho na próxima etapa. Assim como em Loguetown, eu tinha de enfrentar o comandante do QG, meu próprio avaliador e responsável pela CP-1. Não tinha como não associar tal situação com a que enfrentei contra o capitão Cruzis; na época, eu havia sido simplesmente incapaz de sequer feri-lo, especialmente devido a sua estranha habilidade regenerativa. Imaginava se o agente Mackin também possuía habilidades similares. Desta vez o medo não me acorrentava. Não, o que tomava conta de mim era um desejo de revanchismo. Desde que cheguei ao East Blue, todos os meus adversários apenas destacaram a minha própria impotência; vencer o agente Mackin seria a prova de que aprendi alguma coisa com essas experiências, então faria como ordenado e entregaria a minha insígnia ao agente Carter, apanhando a minha espada em seguida.

— Não se contenha. — Ele disse.

— Eu não vou! — O agente Mackin pode ter conquistado o meu respeito e admiração, mas agora, quando o olhava, tudo que podia ver era a mesma cena que me perseguiu desde Conomi Island. Essa condescendência e jeito esnobe, como se me vissem como menos do que era. A simples possibilidade de ser derrotado era sufocante e enfurecedora. Anos de treinamento, prêmios e vitórias. Teria sido tudo em vão ?! O que me faltava para deixar de ser tão inferior em habilidade ? Eu não me segurei durante as minhas batalhas anteriores, então a fúria não seria o suficiente. Não, eu precisava de algo mais forte do que isso, um verdadeiro instinto assassino. Não apenas um desejo de vitória ou um embate físico, eu precisava avançar com o genuíno desejo de ceifar a vida do meu adversário da forma mais eficiente possível.

Um pensamento desconexo e uma frase surgia em minha mente — Se você está disposto a tirar uma vida, precisa estar disposto a abandonar a sua. — Não me lembrava de onde havia escutado isso. Teria sido meu pai ? Ou quem sabe uma simples criação da minha mente ? Não sabia dizer, mas ela me fazia perceber o que me faltava. Em toda batalha que eu havia entrado até o momento, eu nunca avancei com desapego a vida. Agora eu percebia. Assim como o medo me paralisou tantas vezes; quando escutei o disparo em Loguetown, quando cheguei na base da CP-1, quando foi anunciada a minha falha no teste, e até mesmo quando me recusei a acabar com o marinheiro Scott. Foi sempre o medo que me prendeu. Meus adversários nunca me temeram, eles sempre me viram como inferior. Agora tudo fazia sentido. Deixava um leve sorriso escapar.

Eu só preciso parar de ter medo. Era tão simples que chegava a ser engraçado. Como eu posso entrar em uma luta e esperar não me ferir ? Como eu posso estar tão ansioso em matar alguém, se eu mesmo não estou disposto a abandonar minha própria vida por isso ? Abandonaria minhas ambições e desejos, deixaria a raiva e desgosto tomarem conta da minha mente, me desacorrentando do medo e deixando que apenas uma coisa ocupasse a minha mente: Tesla Mackin tinha que morrer, mesmo que isso custasse a minha vida.

Para começar, eu avançaria em direção ao meu oponente com a [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. Não correria, apenas caminharia em sua direção, jamais deixando o contato visual escapar, sempre olhando diretamente para os olhos do meu alvo, esperando que este indicasse onde pretendia me atacar. Como ele havia escolhido uma adaga como arma, precisaria se aproximar para me atingir, e com uma claymore, o alcance estava a meu favor. Quando chegasse a uma distância onde o balançar da minha espada pudesse finalmente atingi-lo, eu pararia de caminhar. Supondo que ele ainda não houvesse me atacado, esperando que eu fizesse o primeiro movimento, eu faria o meu primeiro ataque, jogando a espada para baixo e então subindo ela em forma de arco contra o meu oponente, visando um simples ataque diagonal contra o seu ombro, no intuito de cortá-lo de uma ponta a outra.

Representação:
 

Eu não tinha ilusões quanto ao sucesso do meu golpe inicial. Manteria contato visual com o meu adversário a todo instante, e quando não pudesse olhar em seus olhos, observaria seus pés e mãos. Este primeiro ataque havia sido intencionalmente aberto, e não atoa. Caso o meu oponente tivesse me atacado antes que eu pudesse realizar esse meu primeiro movimento (caso este em que eu não usaria o ataque antes descrito), ou supondo que este se aproveitasse da minha abertura para atacar, eu então poderia fazer exatamente o que estava planejando; não haveria bloqueio ou esquiva, apenas uma simples reação diante do ataque, uma meia-guarda fechada com o corpo, insinuando uma tentativa de defesa, enquanto esperava a sua aproximação. Eu receberia seu golpe, e no momento em que sua lâmina estivesse prestes a entrar em contato com o meu corpo, usaria a oportunidade para disferir o meu próprio golpe, um corte seco e tão rápido quanto fosse possível. Usaria também a minha aceleração para persegui-lo, caso este tentasse sair do meu alcance. Manteria o corte na altura de sua cintura, de modo que pudesse ajustar a trajetória durante o golpe, caso ele pulasse, se abaixasse ou mudasse de direção, mas se a oportunidade surgisse, eu tentaria atingir seu pescoço e decapitá-lo.

Representação:
 

Quanto mais tempo a luta durasse, mais eu me renderia ao ódio. Começaria a deixar minha raiva transparecer, sem me preocupar com a máscara de agente perfeito. Também não faria questão de me defender dos ataques do meu oponente, deixaria que ele se aproximasse de mim quantas vezes quisesse, permitindo até mesmo que chegasse a me atingir, de forma que entrasse tanto quanto fosse possível no alcance da minha claymore. Ajustaria o golpe da minha espada conforme me parecesse mais apropriado, sempre visando atingir seus pontos vitais, fosse sua garganta ou peito, em algum momento, até mesmo o braço que ele usava para segurar sua adaga se tornaria um alvo atraente; mas também aceitaria qualquer oportunidade de acertar outras partes vulneráveis, sempre com o intuito de dilacerar a sua carne. Estocada, meia-lua, de cima ou de baixo, moveria a lâmina da maneira mais apropriada possível para atingi-lo, avançando com a minha velocidade total em todos os momentos propícios, sempre ajustando a distância para evitar que ele saísse do meu alcance.

Em certo ponto, me permitiria esquecer tudo que me cercava, abraçando o simples desejo de eliminar o meu oponente. Se eu caísse, me levantaria quantas vezes fossem necessárias. Se estivesse sangrando, deixaria que a dor alimentasse minha raiva. Se me mandassem parar... eu continuaria. Minha missão era matar o agente Mackin, me faria lembrar. A falha não era uma opção. Não toleraria ser reprovado, e a única frase que me pararia naquele instante, seria a única palavra que eu queria ouvir "Aprovado". Supondo que o agente Mackin decidisse deixar de avançar, eu mesmo o faria até receber a minha aprovação ou ser incapaz de me mover, e mesmo nesse último caso, continuaria tentando ao máximo para prosseguir na luta.

Porém, vale destacar que, apesar da minha intenção ser precisamente matar o agente Mackin, eu não tinha a menor intenção de assassiná-lo. Além disso, eu ainda o considerava o meu superior, ainda que não houvesse sido formalmente aprovado no governo mundial. Logo, apesar de a contragosto, caso este me ordenasse parar e se negasse a continuar o combate, eu interromperia qualquer movimento que estivesse fazendo e acataria as suas ordens com grande desgosto. Sendo mais claro, as ordens a que me refiro quando digo ignorar, dizem respeito aos agentes Carter e Sanders, bem como qualquer outro indivíduo que pudesse surgir durante o combate. Outro ponto importante diz respeito a sua negação em prosseguir com a luta; eu não aceitaria ser reprovado sem resistir, e caso tivesse sido reprovado antes ou depois de receber a ordem de interromper o combate, eu insistiria em continuar com a luta, porém, supondo esse cenário e aceitando a hipótese de que o agente Mackin não tentasse se defender ou me atacar depois de eu avançar, eu interromperia o golpe por conta própria, aceitando a sua decisão.

Supondo que eu me deixasse levar pela raiva e acabasse extrapolando a respeito das minhas atitudes, o que exigiria explicações a respeito da minha motivação ou o que eu tinha na cabeça, enfim, qualquer coisa que remetesse ao motivo de eu continuar insistindo tão ferozmente, eu diria em alto e bom som — Eu não posso falhar aqui. Eu não vou falhar aqui. Eu preciso continuar, eu preciso me tornar um agente, isso é tudo que eu conheço. É tudo que eu sei fazer! — Caso eu tivesse sido reprovado no meu teste, eu imploraria, até mesmo com reverências se fosse preciso, e diria diretamente ao agente Mackin — Eu faço qualquer coisa! Mato quem você quiser. Vendo quem você quiser. Eu morro se for preciso. Por favor, eu não posso falhar aqui. — E então esperaria pela sua resposta, aceitando qualquer demanda que ele tivesse, sem hesitar.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Histórico:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________

"Sou um homem afortunado e devo buscar minha fortuna."
— Henry Avery, 1694 —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

~ Narração ~
~ Fala ~
~ Pensamento ~
~ Fala NPC Acompanhante ~
~ Fala NPC ~
Voltar ao Topo Ir em baixo
Greny
Civil
Civil
Greny

Créditos : 29
Warn : Contrato de Sangue - Página 5 10010
Masculino Data de inscrição : 31/08/2012
Idade : 21
Localização : No seu coração

Contrato de Sangue - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Contrato de Sangue   Contrato de Sangue - Página 5 EmptyQui 14 Jan 2021, 21:14

z




[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


Contrato de Sangue - 21


Parecia que o dia estava tirando o dia para provocar Coldraz. A cada minuto, a cada palavra proferida à ele, era como se preparasse o que aconteceria naquele momento. O gatilho final fora as palavras de Tesla Mackin, ao dizer que havia falhado com o objetivo real do teste. Nem sequer ter impressionado o superior o suficiente para poder prosseguir com o teste tivera resultado. A falha foi o que ficou marcado. E foi o empurrão necessário para sucumbir a um ataque de fúria.

Tendo o aval para atacar, fora para cima de Tesla visando tirar sua vida, mas sem matá-lo. Seu primeiro ataque parecia ter tido resultado, mas em um piscar de olhos Tesla desapareceu e apareceu pisando em cima da espada de Coldraz. Então, aproveitou a oportunidade para investir contra o aspirante a agente que, ao invés de tentar desviar de seu oponente treinado e armado, esperou o contato e o contato veio. Levou um corte no antebraço, que levou uma lâmina de sangue a subir. Tentou revidar de maneira rápida, mas Mackin deu um salto para trás e, quando a espada parecia que iria o atingir no tronco, seu corpo pareceu esquivá-la, como um papel. - Isso é tudo que você tem? - perguntou.

Então, o embate continuou e Coldraz passou a atacá-lo freneticamente, tal qual um animal, cada vez mais e mais selvagem. Mackin esquivava habilmente de seus golpes, e ainda conseguia atingi-lo em alguns pontos, mas nenhum dos cortes sofridos pelo aspirante a agente fora muito profundo, tendo sido cinco deles no agregado, um no antebraço esquerdo, dois no direito, um no ombro direito e o último no braço esquerdo, além do feito na primeira investida do agente, que fora mais fundo que os outros e fazia seu sangue escorrer pelo braço. A medida que o teste continuava, mais e mais Vermillion parecia despedir-se de sua sanidade. Até mesmo de seus sentidos. Era como se estivesse ficando realmente cego pela raiva. - De onde vem tanta vitalidade? O que lhe move? Qual a sua motivação, Coldraz Vermillion?! - perguntou o agente, que teve a resposta praticamente pronta do espadachim.

A visão ia ficando turva e escurecendo, a imagem de Tesla Mackin ficava embaçada, mas isso não impedia o ímpeto de Coldraz. Podia perceber os lábios do agente se movendo, mas o que fora dito? Vai saber. A voz parecia estar a metros e metros de distância. Coldraz tentou uma estocada, e a última coisa que podia ter certeza de ter visto foi o corpo do superior do governo se aproximando do seu. Então, um movimento de braço, da faca atingindo seu peito e o cortando. Após isso, apagou.

>><<

Após isso, acordou em uma cama, que não precisava ter muito conhecimento para identificar que se tratava de uma enfermaria. Seus sentidos voltariam aos poucos, como se tivesse acabado de acordar de uma longa soneca. Estava com ambos os braços enfaixados e dormentes, além de agora vestir uma daquelas camisolas de hospital. Caso precisasse pegar algo, seria um problema.

A única pessoa além de Coldraz no cômodo era uma figura conhecida: agente Carter Spector, que dormia sentado em uma cadeira encostada na parede, ao lado da cama em que Vermillion estava, a cerca de um metro do mesmo. Estava em um cômodo de 40x40, com outras treze camas, sendo sete de cada lado.



Legendas:





Histórico:
 






____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Falas (#40FF00) | Pensamento (#BCA9F5)

Objetivos:
 

R.I.P:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Coldraz
Agente em Treinamento
Agente em Treinamento
Coldraz

Créditos : 16
Warn : Contrato de Sangue - Página 5 10010
Masculino Data de inscrição : 12/11/2017
Idade : 23

Contrato de Sangue - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Contrato de Sangue   Contrato de Sangue - Página 5 EmptySex 15 Jan 2021, 10:54

Fracasso
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Aprimeira coisa que me veio a mente ao acordar, era uma sensação de relaxamento, como se fosse a primeira vez que eu havia realmente descansado desde que cheguei ao East Blue. A segunda foi toda a dor que percorria meu corpo; meus braços formigavam de dor e sentia o meu corpo pesado, como se fosse feito de pedra. Só então o pensamento me veio a mente — O que aconteceu?! — Forçando um pouco os meus sentidos, conseguia perceber que estava no que parecia ser uma enfermaria, mas as lembranças ainda estavam muito embaçadas na minha mente. Lembrava do agente Mackin segurando uma adaga; eu o ataquei e...

As memórias voltavam todas ao mesmo tempo. Não apenas as imagens, mas as sensações, a raiva e, principalmente, a dor. Conforme lembrava dos golpes sofridos, as cicatrizes destes pareciam responder de acordo, garantindo que não havia sido um sonho. Não me recordava como acabou a luta, mas de uma coisa eu tinha certeza — Eu fui reprovado. — Não precisava ser um gênio para deduzir isso; eu não consegui acertar um único golpe no agente Mackin. Tentava serrar meus punhos e a dor subia aos meus braços. Um único corte. Só um arranhão! Era tudo o que eu precisava, e nem isso eu fui capaz de fazer.

Eu me desesperei tanto. Eu me esforcei tanto. E, mesmo assim, o meu melhor parecia insignificante diante do mundo real. Agora eu entendia o porquê do meu pai ter me menosprezado todos esses anos; ele sabia. Ele podia ver aquilo que eu estava tão desesperadamente tentando negar. Agora eu compreendia. Minha vida é insignificante. Apenas um parasita vivendo as suas custas, e assim que deixei minha casa, assim que deixei a segurança que a minha família proporcionava... Isso era tudo que eu podia fazer. Esse era o mais longe que eu conseguia chegar. Apenas um garotinho fraco e iludido, tentando fazer mais do que era capaz.

Olharia ao meu redor em busca de uma janela e, caso houvesse alguma no local, tentaria me levantar e caminhar em sua direção, tão bem quanto fosse capaz. Se ela estivesse fechada, tentaria abri-la. Então, finalmente, olharia. Primeiro iria observar o céu, as construções e os transeuntes. Em seguida, olharia para baixo; veria a altura e quais obstáculos obstruíam a viagem da janela até o solo. Talvez eu estivesse no térreo, o que seria bem decepcionante, ou talvez eu estivesse no último andar. De qualquer modo, fixaria meu olhar no chão por um breve momento. Sem pensamentos, sem sentimentos, apenas o momento.

Lembraria de todos os insultos e humilhações sofridas durante a minha vida. Não apenas os grandes, mas também os pequenos; principalmente os pequenos! Coisas triviais como a primeira vez em que fui censurado pela minha professora, ou o dia em que fui esnobado pela minha primeira paixão de infância. Também lembraria da solidão e do tempo desperdiçado em aulas de esgrima que, no fim, de nada me serviram. Mas de todos, apenas um viria com força. Uma imagem forte e persistente, uma que eu tentaria inutilmente me esquecer. A única pessoa de quem eu sentiria falta. A única pessoa de quem eu queria me despedir; ver uma última vez. As memórias e lembranças dela se tornando mais fortes e preenchendo a minha mente. Então, me afastaria da janela.

— Não. Assim não! — Seria então preenchido por um sentimento antigo, um que eu já havia me esquecido a tempos. Era ardente, mas não era raiva e nem ódio. Não era algo simples como uma vontade infantil, era algo mais profundo; um propósito, talvez? Fosse o que fosse, havia uma coisa que eu precisava fazer: encontrar o agente Mackin. Eu não deixaria acabar desse jeito. Eu merecia ser um agente, tinha certeza disso. Não apenas para provar ao meu pai, e nem por causa de sua reputação, mas por mim mesmo, Coldraz Vermillion. Nunca que eu aceitaria deixar a minha lenda acabar de uma forma tão frívola. Então eu sairia da sala e iria a procura do agente Mackin, primeiro indo até o seu escritório, e então procurando em cada centímetro daquela base até encontrá-lo.

Não daria muita atenção as pessoas ao meu redor, apenas o suficiente para não acabar tropeçando ou esbarrando em ninguém. Minha mente estaria preenchida por algo mais importante naquele momento. Pela primeira vez, não me importava com a minha aparência ou em manter uma fachada séria, apenas o meu objetivo. Se encontrasse o agente Mackin, diria claramente, para chamar a sua atenção — Senhor! — Em seguida, daria uma pausa para reunir coragem enquanto fitava os olhos dele, e então continuaria — Eu não aceito isso! É verdade, eu falhei nos testes, não consegui vencer ninguém desde que cheguei ao East Blue, e até mesmo fui me alistar no lugar errado. Eu sei que não fiz nada certo desde que cheguei aqui, mas eu também sei que posso ser o melhor agente que já pisou nessa ilha, se o senhor me der mais uma chance! Não por causa do meu pai, ou qualquer coisa do tipo. Eu sei que posso ser o seu melhor agente, por que eu não vou parar até conseguir! — Tentaria parecer tão confiante e polido quanto fosse possível e, ao terminar, esperaria pela resposta do agente Mackin, mantendo o olhar altivo e uma expressão confiável.

Porém, caso eu descobrisse que havia sido aprovado nos meus testes, independente da forma como isso acontecesse; fosse por alguém me informando diretamente, ou através de alguma carta endereçada a mim, toda essa cena dramática antes descrita seria desnecessária. Supondo que a informação fosse ambígua e passível de interpretação como, por exemplo, a minha insígnia da CP-1 ter sido deixada próxima da minha cama, eu então exigiria uma explicação do agente Carter. Porém, se eu descobrisse que havia sido aprovado DEPOIS de ter encontrado o agente Mackin e ter feito todo o meu discurso/desabafo, bom... Para começar, eu me sentiria muito envergonhado, também passaria a tentar evitar contato visual com todos, a menos que isso fosse exigido, e agradeceria ao agente Mackin, fazendo questão também de me desculpar pelo alvoroço que possa ter causado. Finalmente, se ele não tivesse nada contra, eu me retiraria e voltaria para a enfermaria, ou então seguiria as suas instruções, caso este viesse a me passar alguma.

Independente do rumo que tomasse, se eu acabasse sendo aprovado no governo mundial, me sentiria aliviado e contente, mas também me lembraria de questionar a respeito dos meus pertences; me sentia mais confortável de uniforme. Vale destacar que, apesar de ainda ter minhas ressalvas a respeito do agente Carter, ele ainda era o agente com quem eu mais tinha afinidade no local, por isso, sempre que tivesse alguma dúvida ou questionamento, e fosse possível, me dirigiria a ele em busca de respostas.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Histórico:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________

"Sou um homem afortunado e devo buscar minha fortuna."
— Henry Avery, 1694 —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

~ Narração ~
~ Fala ~
~ Pensamento ~
~ Fala NPC Acompanhante ~
~ Fala NPC ~
Voltar ao Topo Ir em baixo
Greny
Civil
Civil
Greny

Créditos : 29
Warn : Contrato de Sangue - Página 5 10010
Masculino Data de inscrição : 31/08/2012
Idade : 21
Localização : No seu coração

Contrato de Sangue - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Contrato de Sangue   Contrato de Sangue - Página 5 EmptySab 16 Jan 2021, 14:32

Plz








[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


Contrato de Sangue - 22


Conforme acordava, Coldraz via todas as suas lembranças retornando de uma tacada só. Todas desde o começo de sua vida, todos os seus fracassos acumulados passavam em questão de segundos por seus olhos, até estar naquele momento, com sua única certeza sendo a reprovação.


Olhou ao redor, mas não havia uma única janela no lugar. A única fonte de iluminação eram as luzes fluorescentes no teto. E mesmo que houvesse, não estava nas melhores condições para ir até uma, nem sequer para abri-la. Restava ao garoto gritar em sua cama, frustrado por ver seu sonho se encerrar ali, daquela maneira. Mas… será? - Hã? - O grito fora o necessário para acordar Carter, que deu um pulo de sua cadeira e começou a olhar para os lados, como se imaginasse estar sob ataque, levando a mão à um apetrecho estranho de seu cinto, muito provavelmente onde guardava sua arma. Então, reparou que Vermillion havia despertado e disse, nitidamente mais aliviado - Ah, finalmente acordou, bela adormecida? Hahahah, você me assustou! Pera aí, vou lá chamar o chefe! - disse e se retirou.


Pouco mais de três minutos depois, entrou na sala acompanhado de Tesla Mackin. Ao ver o agente especial no recinto, Coldraz não pôde evitar de, praticamente, implorar-lhe pela chance de virar um agente. O encarregado pela B.O. ouviu tudo que o espadachim tinha para falar e apenas o respondeu com - Gostaria de lhe pedir para maneirar o tom com que fala com seu superior, agente Vermillion… - levantando as sobrancelhas e dando ênfase na penúltima palavra.


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


Após isso, entregou um papel e uma caneta nas mãos do agente Spector, pedindo - O agente Vermillion ainda deve ficar algumas horas sem conseguir mexer os braços, poderia preencher o formulário no lugar dele? -- Sim, senhor! - respondeu de prontidão, sendo encerrada a interação pelo superior, com - Obrigado. Me entregue depois na minha sala, e quando ele estiver pronto, o leve para ver o Antal. Agentes - e se retirou, fechando a porta.


Nesse momento, Carter se virou para Coldraz e disse - Agora sim, parabéns! - com um sorriso no rosto. Com aquilo tudo podendo parecer minimamente ambíguo, principalmente para alguém neurótico, ele pediu uma explicação para seu, agora, companheiro de profissão. - Bom, vamos lá… - disse, sentando-se na cadeira a qual estava antes - Para virar um agente, você precisava que sua espada cortasse o chefe...


>> Momento Flashback <<


O embate entre o agente e o aspirante continuou, até que sua visão ficou turva e suas últimas lembranças minimamente nítidas eram da adaga de Tesla Mackin cortando-lhe o peito. Após isso, Coldraz perdeu a consciência e seu corpo foi de encontro ao chão, sangrando.


Porém, o seu último movimento foi o de uma estocada contra o corpo do agente. Quando seu corpo tombou, a espada ainda estava em mãos e foi junto. Durante a queda, suas mãos se abriram e a inércia fez com que a espada subisse, atingindo o punho de Tesla, erguido por conta do movimento do último golpe, e o arranhando. Formou um fino filete de sangue, bem tímido, mas… suficiente. - Corte é corte… - disse Mackin, olhando para seu punho, após o machucado - Agente Spector, leve-o para a enfermaria. Pela quantidade de veneno que usei, ele vai perder os sentidos por um tempo, talvez só acorde amanhã. Diga para a enfermeira usar o antídoto número três. À partir de agora, Coldraz Vermillion é um agente em treinamento.


>><<


- E essa é a história. Bem vindo ao Governo Mundial! Seu uniforme acabou sendo destruído durante o teste, então mais tarde vou te levar no Antal, nosso alfaiate. Agora, só tem que preencher esse formulário aqui, mas eu escrevo pra você, já que teus braços tão bichados! Hahahahah. Vamos lá, coisa rápida. Primeiro: Nome completo… - e então esperaria a resposta, escreveria e daria prosseguimento com os demais campos a serem preenchidos. - Idade… Local de Nascimento… Profissão, caso tenha.  Professor, cozinheiro, carpinteiro, músico, essas coisas, caso precise fazer alguma missão que envolva disfarce… Tem lugar pra ficar? Se não, o governo arruma uma casa pra você, já que a base não tem dormitórios. Mas pode ficar lá em casa, se quiser... Pronto, última coisa: Nome e endereço de uma pessoa próxima. Assim eles sabem à quem mandar o saco de cadáver caso você morra em missão. Prontinho, agora eu vou levar isso ao agente Mackin e...- nesse momento, a porta era aberta e entrava uma senhorinha vestida de médica, empurrando um carinho. - Ainda está aqui, Carter? Eu te falei que o horário de visitação terminou ontem! -- Mas… -- Sem "mas"! Já te deixei passar a noite aqui, agora o paciente precisa descansar - disse, empurrando o loiro para fora do cômodo. - Tá bom, tá bom… a gente se fala depois, Cold - e então ela bateu a porta.


Após isso, empurrou o carrinho até a cama de Coldraz. Lá estavam uma tigela de mingau, uma banana, uma maçã, um pudim, uma garrafinha de suco, um comprimido e um copo d'água. - Bebe o remédio, come tudo e descansa, meu filho. Seus braços devem responder se você se mexer devagar. Tira um cochilo que quando acordar já deve estar novinho em folha. Mais algo, meu filho?







Legendas:









Histórico:
 








____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Falas (#40FF00) | Pensamento (#BCA9F5)

Objetivos:
 

R.I.P:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Coldraz
Agente em Treinamento
Agente em Treinamento
Coldraz

Créditos : 16
Warn : Contrato de Sangue - Página 5 10010
Masculino Data de inscrição : 12/11/2017
Idade : 23

Contrato de Sangue - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Contrato de Sangue   Contrato de Sangue - Página 5 EmptySab 16 Jan 2021, 17:56

Conclusão
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Sinceramente, talvez eu precise aprender a falar menos e escutar mais. Apesar de mais um mal-entendido, eu tinha conseguido. Depois de 3 ilhas, um sequestro, apanhar de várias pessoas diferentes, ser manipulado por agentes disfarçados e envenenado pelo meu próprio avaliador, eu finalmente tinha conseguido minha aprovação no governo mundial. Caramba, o recrutamento deles era difícil.

Depois que o agente Mackin se retirou da sala, eu finalmente me senti aliviado. Meu corpo até mesmo parecia mais leve, como se um grande peso tivesse sido retirado das minhas costas. Acho que posso até mesmo ter deixado um sorriso escapar. Deitando meu corpo e recostando a cabeça no travesseiro, eu até mesmo esquecia dos meus problemas mas, como sempre, isso não durou muito. Por mais difícil que tenha sido, esse não era nem o meu primeiro passo, estava mais para a chegada na linha de partida; as coisas só ficariam mais difíceis a partir de agora.

Com a conclusão do meu processo de seleção e o fim da euforia, os velhos fantasmas voltavam a me assombrar e, naquele momento, o mais preocupante deles vinha na forma do agente Carter — Agora, só tem que preencher esse formulário aqui, mas eu escrevo pra você, já que teus braços tão bichados! Hahahahah. Vamos lá, coisa rápida. Primeiro: Nome completo… — Eu não sabia dizer ao certo quando mas, em algum momento, eu acabei começando a confiar nele. Acho que isso só deixava ainda mais evidente o quão astuto e manipulador ele podia ser. Ou talvez fosse alguma carência proveniente da minha falta de amigos durante a maior parte da infância... Não! Certamente era por ele ser um manipulador muito habilidoso, e eu precisava tomar cuidado com isso.

— Coldraz Vermillion. Se escreve com dois L's. — Diria em resposta a sua primeira pergunta, dessa vez com o meu habitual jeito sério e direto. Quanto as demais perguntas, manteria o mesmo padrão para as respostas — Eu tenho 16 anos e venho de Order City, ela fica localizada na 4ª rota da Grand Line. Bom, eu nunca precisei trabalhar antes, mas se estamos falando de habilidades, eu diria que sou um bom cozinheiro. — Porém, quanto a respeito de uma hospedagem, eu daria uma pequena pausa enquanto pensava na proposta do agente Carter. Normalmente eu teria recusado imediatamente; seria perigoso dividir o dormitório com um estranho, mesmo alguém do governo mundial, ele poderia estar me espionando ou qualquer coisa do tipo. Porém, eu ainda queria aceitar a sua proposta. Imaginava como seria dividir a casa com um amigo colega. Por fim, responderia — Eu prefiro ficar sozinho, mas... Obrigado pela oferta. — Faria questão de olhar para o rosto do agente Carter ao dizer essa última parte, mas não teria intenção de parecer mais caloroso ou amigável do que de costume.

A última pergunta foi a mais difícil. A resposta era óbvia mas, ainda assim, a forma como ele colocou me deixava um pouco receoso. Certamente eu valorizava coisas mais importantes do que a minha vida, mas eu não gostava de imaginar o que minha mãe sentiria se descobrisse que eu morri. O simples pensamento fazia o meu estômago revirar, e podia sentir as lágrimas tentarem se fazer notar. Não! Nunca que eu me deixaria ser visto como uma criança chorona no meu primeiro dia como agente do governo. Desviaria o rosto para longe do agente Carter e tentaria contê-las, fechando os olhos se fosse preciso, e então responderia — Melisandre Robbie Vermillion. Ela é minha mãe. A nossa casa fica em Order City, temos uma mansão na parte nobre da cidade. — Depois disso, deixaria de responder ao agente Carter, mas observaria enquanto ele era retirado da sala.

Depois disso, eu não teria muito o que fazer, apenas seguiria as instruções da enfermeira, tomando o remédio e movendo os meus braços devagar, enquanto tentava me alimentar. Caso se interesse pela ordem, começaria pela maçã, que parecia menos propensa a me sujar caso acabasse deixando-a cair, seguiria para a banana, o mingau, pudim e deixaria o suco por último. Só moveria meus braços caso sentisse confiança em fazê-lo, e caso deixasse alguma coisa cair, me contentaria em comer apenas a maçã, banana e beber o suco, ignorando o resto, independente do que eu já tivesse comido.

O que eu faria depois ? Bom, exatamente o que eu podia fazer: nada! Depois de comer, eu tentaria afastar o carrinho com as sobras da minha comida, deixando ele um pouco mais distante da minha cama. Também tentaria sacodir o meu lençol, retirando possíveis migalhas que pudessem ter caído sobre ele. Caso eu tivesse derrubado algo na minha cama, tentaria chamar a enfermeira e pedir para trocar de cama, ou apenas de lençol, dependendo do estrago; seguindo suas instruções ou aceitando a sua decisão, dependendo do que ela dissesse. No fim, tentaria relaxar e voltar a dormir. Mesmo que não conseguisse, me manteria quieto e de olhos fechados, seguindo desse modo até que o início do dia viesse. Sem janelas, eu teria de esperar pela movimentação dos trabalhadores; imaginava que fosse ficar mais barulhento e movimentado conforme o dia fosse avançando.

Quando acordasse, tentaria mover os meus braços e mexer o meu corpo lentamente para avaliar o meu estado. Se fosse capaz de me movimentar corretamente, procuraria por um banheiro onde pudesse tomar um banho e/ou escovar os dentes; higiene sempre em primeiro lugar. Também lembraria de arrumar o cabelo e lavar bem o meu rosto, caso houvesse um espelho no local; também daria uma olhada nos meus machucados, em busca de cicatrizes e hematomas, mas apenas com uma olhada superficial. Finalmente, iria em busca do agente Carter, questionando a respeito do seu paradeiro para quem quer que trabalhasse no local; se o encontrasse, pediria para que me levasse até o Antal para que pudesse pegar o meu uniforme, mas também faria questão de questionar a respeito dos meus pertences, especialmente a minha espada.

Vale destacar que, se necessário, todas as minhas ações seriam feitas lentamente e de forma contida, caso meus ferimentos ainda atrapalhassem minha movimentação. Outro ponto a destacar diria respeito as minhas instruções, eu seguiria as ordens dos meus superiores, mesmo que tivesse minhas ressalvas a respeito delas. Desse modo, se me mandassem fazer alguma coisa ou então me dessem instruções alternativas, eu obedeceria. Mas o que isso quer dizer ? Por exemplo: se o agente Carter me dissesse que eu receberia outra espada, ou se alguém me mandasse ir até o agente Mackin enquanto eu fazia outra coisa, enfim, qualquer ordem recebida teria prioridade, a menos que o locutor desta dissesse o contrário.

Quando terminasse de fazer todas essas coisas, supondo que eu estivesse com o agente Carter, questionaria a ele quando estaria apto para receber a minha primeira missão. Porém, se eu houvesse me separado dele ou estivesse sozinho por qualquer motivo, tentaria apenas me manter a vista e ocupado, oferecendo ajuda aos meus colegas e superiores em suas tarefas diárias, enquanto esperava até ser chamado para a minha primeira missão.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Histórico:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________

"Sou um homem afortunado e devo buscar minha fortuna."
— Henry Avery, 1694 —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

~ Narração ~
~ Fala ~
~ Pensamento ~
~ Fala NPC Acompanhante ~
~ Fala NPC ~
Voltar ao Topo Ir em baixo
Greny
Civil
Civil
Greny

Créditos : 29
Warn : Contrato de Sangue - Página 5 10010
Masculino Data de inscrição : 31/08/2012
Idade : 21
Localização : No seu coração

Contrato de Sangue - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Contrato de Sangue   Contrato de Sangue - Página 5 EmptyQui 21 Jan 2021, 16:57






[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


Contrato de Sangue - 23


Com o formulário devidamente preenchido e agente Carter devidamente expulso do lugar, restava ao levemente emocionado Coldraz seguir as instruções da enfermeira. Ela o ajudou a tomar o remédio, mas a alimentação ficou a cargo do próprio. - Precisando de mais algo, é só apertar a campainha - disse, apontando para um botão anexo ao lado da cama, e então se retirou da sala.

Realmente, seus braços começaram a responder, embora com relativa dificuldade. O lanche que seria feito em quinze minutos, talvez, levou pouco mais de meia hora. Por sorte, a comida vinha em uma bandeja, o que o impediu de derrubar qualquer migalha ou coisa do gênero na cama. Afinal, não teria condição de sacudir o lençol. Terminou sua vagarosa refeição, empurrou o carrinho e deitou para dormir. Talvez fosse a exaustão física, talvez fosse o remédio, mas foi só fechar os olhos que apagou.

>><<

Ao acordar no dia seguinte, seu corpo já respondia, embora pudesse sentir dor por ele todo. Seus movimentos teriam de ser contidos, pois era como se seu corpo estivesse “todo duro” ainda, além de estar levemente dolorido. Mas, tirando isso, já seria capaz de seguir seus afazeres quase normalmente. A enfermeira já estava na sala, e disse para o agora agente em treinamento - Ah, já acordou, meu filho? Se precisar, o banheiro é logo na sala do lado. Se quiser sair, deixaram essas roupas para você vestir. Pode ir tomar um banho, enquanto eu chamo o agente Carter.

Spoiler:
 

E lá estava mesmo, a roupa que nada parecia com a de um agente do governo mundial, junto com um saco de fecho com uma escova de dentes, pasta e um sabonete. Saindo da enfermaria, Coldraz poderia perceber que estava em um corredor totalmente desconhecido, e também sem nenhuma janela. Entrou no banheiro mencionado pela senhora, tomou seu banho, escovou seus dentes, e então foi olhar-se no espelho e avaliar o estado de seu corpo após o teste. A maioria dos ferimentos era superficial e deveriam deixar marcas que sumiriam com o tempo. Talvez algumas semanas, talvez alguns meses. Exceto o do peito, feito no golpe final de Tesla Mackin. Aquela deixaria uma cicatriz que o acompanharia por toda a vida, isso era certo.

Saindo do banheiro devidamente vestido, deparou-se com o quase sempre sorridente garoto de cabelos loiros. - Opa, bom dia! Eu perguntaria se você já está melhor, mas só de te ver se aguentando em pé, acho que eu já sei a resposta! Hahahah - parecia não haver tempo ruim para Carter. Ou ele era só um mentiroso incrivelmente ardiloso e cativante, esperando um mínimo momento de fraqueza para demonstrar sua verdadeira personalidade, assim como Coldraz pensava… vai saber. De qualquer forma, Vermillion pediu para ser levado até Antal, além de questionar sobre o paradeiro de seus pertences. - Não precisa nem pedir duas vezes, vim aqui especialmente pra isso. Vamos? - perguntou, indicando com a cabeça para que o espadachim o seguisse, até o outro lado do corredor, onde havia uma porta. - Teu paletó e camisa foram destruídos no teste, então o chefe mandou queimar. Disse pra fazer a mesma coisa com a gravata e a calça, porque só de olhar ele já lembrava do que rolou em Loguetown e ficava irritado. Agora que você é um de nós, melhor estar avisado: o chefe não tolera nenhum tipo de falha - e chegaram até a porta, a qual não tinha nenhuma maçaneta, mas tinha um botão ao lado, na parede. Carter o apertou e, passados alguns segundos, a porta se abriu. A dupla, então, entrou em seu interior, um espaço metálico de um por um, com um painel com cinco botões, com os seguintes dizeres.

Citação :

  • 2o Andar (esse não havia botão, apenas uma luzinha ao lado, que estava apagada)
  • Térreo
  • -1
  • -2
  • -3 (o qual a luz estava acesa, indicando que era onde estavam)


Talvez o novato se surpreendesse com aquilo, o que levaria Spector a dizer - Ah, acho que ninguém falou com você sobre isso, não é? Hahahah. Aperta o botão do “térreo” - e, após Coldraz seguir esse comando, a porta se fechou. - Não achou que uma base de operações teria só dois andares, pensou? Hahahah - foi quando o elevador começou a se mexer - Bem vindo ao Governo Mundial - e então a caixa de metal chegou ao andar indicado. Eles saíram e então o loiro abriu uma porta branca. Estavam dentro do banheiro, onde saíram de uma cabine, que até então estava trancada, e se abriu para que saíssem. Após isso, trancou-se novamente. Do lado de fora, era possível ver que a cabine em questão levava o dizer “Interditado” em uma placa na porta. - Aqui nós temos que manter as aparências… - disse Carter, olhando para os lados e se certificando de que não haveria ninguém para ouvir - Um prédio discreto de dois andares para a população, mas quase que quartel general subterrâneo para os agentes. Ah, o chefe disse que devolve sua espada depois que você estiver com o uniforme novo. Mas não precisa se preocupar não, você tá sendo escoltado por um agente do governo! Hahahahaha.

Saíram de dentro do banheiro e então se dirigiram até a porta. Passaram por outros dois agentes no caminho, o qual foram cumprimentados pelo loiro e retribuíram. Na rua, o movimento era semelhante ao da última vez que Coldraz passou por ali. Era pouco depois das dez horas da manhã e o sol brilhava no céu. No caminho, era possível ver alguns homens em cima dos prédios com três andares ou mais. - Os sentinelas do xerife Bang. Se você pensar em fazer alguma coisa errada, eles já miram em você. Literalmente… - disse, olhando na direção deles. Foram cerca de quinze minutos de caminhada, até que chegaram, enfim, à "Alfaiataria", como dizia no letreiro.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], a loja parecia, a princípio, estar vazia, mas uma voz vinda dos fundos gritou - Um momento! - e então saiu de lá um senhor, baixinho, com a mesma altura do soldado Coala, o qual usava um pequeno óculos redondo e tinha uma fita métrica pendurada nos ombros. - Óh, Cártér, sér você? Em que podér ajudár? - (ele puxa bastante o “r”, favor ler assim). - Vim trazer nosso o novo agente pra você fazer o terno -- Enténdo. Pór favor, entrar aqui - pediu, apontando para um círculo no chão, no canto da loja, próximo a parede, com meio metro de profundidade. Então, pegou sua fita métrica e começou a medir Coldraz. Antal era forte, então podia machucar o novo agente, quando fosse medir sua cintura, por exemplo. Mas, depois de um minuto e meio, todas as medidas foram tiradas. - Eu já ter tudo que precisar. Em uma hora, o terno estar pronto. Vão ficar pra esperar, ou querer que eu levar até à base? - perguntou. Cabia à Coldraz responder. Talvez, a fome também começasse a dar suas caras, uma vez que ele havia saído da Base de Operações sem ter tomado café.


Legendas:





Histórico:
 


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Falas (#40FF00) | Pensamento (#BCA9F5)

Objetivos:
 

R.I.P:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Coldraz
Agente em Treinamento
Agente em Treinamento
Coldraz

Créditos : 16
Warn : Contrato de Sangue - Página 5 10010
Masculino Data de inscrição : 12/11/2017
Idade : 23

Contrato de Sangue - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Contrato de Sangue   Contrato de Sangue - Página 5 EmptySex 22 Jan 2021, 15:08

Pausa pro lanche
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Era como ser aceito em uma sociedade secreta... Não que eu fizesse parte de uma. Ou será que sim?! Toda a estrutura da base, as mentiras e o sigilo. Era impressionante; me perguntava como era possível ainda ter uma onda tão grande de criminosos correndo a solta pelos mares, quando o governo mundial demonstrava tal nível de tecnologia. Mas, parando para pensar, o mais perto de um criminoso que eu já tinha chegado foi no meu sequestro relâmpago em Conomi Island, desde então eu não tinha visto nem sinal de qualquer crime. Talvez essa visão preconcebida de que estávamos na era dos piratas fosse apenas uma imagem plantada pela mídia alarmista. Eu certamente não ficaria surpreso se este fosse o caso. Não importava como eu olhasse, Gecko Island me parecia um lugar muito calmo e seguro, e ao contrário de Loguetown, essa não era uma região muito movimentada ou importante para o East Blue, até onde eu sabia.

Depois de pegar as medidas para o meu novo terno com o alfaiate, finalmente me renderia a vontade que tive desde que cheguei na ilha, e então diria para o Antal — Acho que eu vou passar no GFC para comer alguma coisa. Agradeceria se o senhor pudesse levar o meu uniforme até a base do governo. — Então daria uma olhada na minha roupa; talvez eles tivessem colocado a minha carteira junto com ela, ou eu tivesse pego a mesma antes de sair, se este fosse o caso, eu então iria me retirar para comprar um pouco de frango frito. Porém, se eu estivesse sem a minha carteira, talvez por ter esquecido ou simplesmente não ter recebido ela de volta, eu diria para o agente Carter — Preciso de dinheiro emprestado, eu estou sem dinheiro no momento. — E só depois de dizer isso eu perceberia a estupidez do que havia feito. Pode parecer bobo, mas mesmo pedir por qualquer ajuda era um pouco frustrante, eu certamente ficaria furioso se ele decidisse me esnobar por algo tão pequeno, mas nem tinha me lembrado disso quando disse. Sem ter como desfazer o estrago, esperaria a sua resposta, essa seria uma boa oportunidade para ele deixar transparecer a sua verdadeira personalidade mesquinha e esnobe.

Supondo que eu tivesse dinheiro, independente de como eu o consegui, iria atrás da lanchonete do GFC que eu havia visto ao lado da base do governo quando cheguei em Gecko Island, ou com outra da mesma franquia, porém que estivesse mais próxima de mim quando eu começasse a procurar. Caso eu conseguisse encontrá-la, seguiria a etiqueta padrão, esperando na fila e olhando as opções no cardápio, supondo que fosse possível ou necessário. Escolheria um balde de frango de tamanho médio ou pequeno, dependendo da quantidade de frango; por mais que me permitisse comer essas coisas de vez em quando, para não acabar tendo problemas metabólicos por comer apenas comida saudável, eu ainda precisava controlar as besteiras que comia, manter a forma era importante, principalmente agora que eu tinha conseguido uma vaga no governo mundial. Também escolheria uma bebida proporcional ao balde de frango frito que eu escolhesse. Supondo que o agente Carter me acompanhasse, eu tentaria ao menos responder as suas perguntas e comentários, socializando um pouco com o meu novo colega de trabalho, e também para matar o tempo enquanto comíamos, mas não falaria de boca cheia, apenas uma questão de educação.

Não me demoraria muito durante o lanche e, após terminar, descartaria as sobras no local apropriado e procuraria por algo que pudesse ser usado para limpar a gordura das minhas mãos e da boca; se não houvesse, eu então questionaria ao agente Carter se havia um banheiro no alfaiate. Supondo que a resposta fosse negativa ou que eu não tivesse como falar com o agente Carter, eu então não teria opção além de ir até a base, em busca de uma pia onde eu pudesse lavar as mãos e a boca. Porém, antes de entrar, daria uma olhada no céu e tentaria usar a minha noção de tempo para saber quanto tempo havia passado; se eu tivesse sido rápido e terminado tudo com tempo de sobra, eu retornaria ao alfaiate depois de me limpar, porém, se faltasse pouco tempo, eu esperaria por ele na base do governo, como havia solicitado. O que determina muito ou pouco tempo?! A distância a ser percorrida em uma caminhada normal e o tempo que eu levaria para fazê-la de volta à alfaiataria. Se fosse possível percorrer esse caminho e ainda me sobrasse 5 minutos ou mais, então isso é muito tempo, caso contrário não.

Porém, supondo que eu fosse incapaz de comer na lanchonete, independente do motivo, eu então voltaria para o alfaiate. Por que eu não tentaria comer na base? Simples, por causa das minhas roupas. Não me parecia nem um pouco profissional comer ao lado de agentes do governo usando algo tão vulgar; muitos poderiam pensar que eu era algum desabrigado ou maluco que invadiu a instalação e tentariam me tirar a força, ou então o agente Mackin poderia me ver e acabar tendo uma péssima impressão ao meu respeito. Na verdade, o único motivo para eu me dispor a ir até o banheiro da base afim de lavar as mãos, era o fato de não estar disposto a sujar de gordura meu novo uniforme feito sob medida, isso seria um pecado ainda maior. Mas mesmo nesse caso, eu só iria em busca de um banheiro na base se não tivesse nenhuma outra opção.

Independente do que acontecesse até aqui, e supondo que eu conseguisse pegar o meu terno novo, agradeceria ao Antal pelos seus serviços e iria até um local onde pudesse me trocar. O que faria com as minhas vestimentas atuais? Dobraria elas cuidadosamente e devolveria ao agente Carter assim que terminasse de me arrumar, ou então para alguém que se dispusesse a dar um fim à elas. Depois que todos os meus afazeres tivessem sido concluídos, eu esperaria por novas instruções. A essa altura, estaria disposto a oferecer ajuda para meus colegas, caso precisassem, ou até mesmo conversar com o agente Carter se não tivesse opção. Caso nada disso fosse possível ou necessário, eu iria para a recepção da base do governo e esperaria lá até receber novas ordens.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Histórico:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________

"Sou um homem afortunado e devo buscar minha fortuna."
— Henry Avery, 1694 —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

~ Narração ~
~ Fala ~
~ Pensamento ~
~ Fala NPC Acompanhante ~
~ Fala NPC ~
Voltar ao Topo Ir em baixo
Greny
Civil
Civil
Greny

Créditos : 29
Warn : Contrato de Sangue - Página 5 10010
Masculino Data de inscrição : 31/08/2012
Idade : 21
Localização : No seu coração

Contrato de Sangue - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Contrato de Sangue   Contrato de Sangue - Página 5 EmptySab 23 Jan 2021, 16:12










[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


Contrato de Sangue - 24


Tendo algum tempo até seu terno estar pronto e vendo seu corpo pedir por alimento, Coldraz viu a oportunidade perfeita para sucumbir ao seu desejo de comer no GFC. E, cá entre nós, quem poderia culpá-lo? O frango deles era famoso mundialmente por uma razão. - Óh! O frango frito deles ser muito bom! Eu levar lá, não ter problema!

Porém, o único imprevisto foi o recurso financeiro, afinal, ele não estava com sua carteira. Seu impulso inicial foi pedir dinheiro emprestado, mas logo se arrependeu, já imaginando a possível resposta que receberia. Resposta essa, que foi: - Hã? Sem problema! Só tem uma condição: deixar eu te acompanhar! Hahahaha - e então a dupla se retirou da alfaiataria, com o terno novo de Coldraz em confecção. Caminharam o caminho que já conheciam e não era tão complicado, e entraram no estabelecimento. A lanchonete era praticamente só deles, tirando uma dupla de trabalhadores sentada no canto, afinal, não era todo mundo que comia frango frito às dez horas da manhã. - Pode sentar, já levo tudo na mesa. Prefere refri ou suco? - e em cinco minutos ele foi até a mesa, levando a bandeja com um balde médio de frango e as bebidas de ambos. Comeram, beberam, conversaram fica à teu critério sobre o que e então lavaram as mãos.

Pela hora, Coldraz poderia perceber que havia pouco mais de uma hora que saíra do alfaiate. Como estava dentro do prazo combinado, foi até a alfaiataria ver se seu terno realmente estava pronto. - Óh, bem na hora! Eu já estar indo lá. Você dar sorte, eu já estar trabalhando em um terno com medidas parecidas, só precisar ajustar - disse, enquanto o novo agente estava no provador se trocando - Pô, aí sim! Esse terno era pra quem, padrinho de casamento? -- Nón, príncipe de quinze anos. Mas, o Governo ser prioridade - e então Coldraz saiu do provador - Vamos, agente? - perguntou Carter, e então a dupla se retirou da loja, agradecendo ao alfaiate por seus serviços. - Eu que agradecer! - exclamou o pequeno senhor.

Retornaram a sua caminhada, ambos devidamente trajados. Uma verdadeira dupla de agentes do governo, com Carter segurando as roupas dobradas que Coldraz antes vestia. O loiro abriu a porta, e entraram na recepção que agora tinha apenas a recepcionista, que conversava com outros dois agentes. - Oi, Rebecca, você pode colocar essas roupas de volta no armário depois, por favor? - perguntou à moça, colocando-as em cima do balcão. - Claro, já faço isso - e então se voltou à Coldraz - Agente Vermillion, o Agente Mackin pediu que fosse à sala dele.

Agora, restava ao agente subir as escadas as quais subira dois dias antes, que davam na porta com os dizeres "Entre sem bater" e descobrir o que seu superior lhe aguardava.



Legendas:









Histórico:
 







Voltar ao Topo Ir em baixo
Coldraz
Agente em Treinamento
Agente em Treinamento
Coldraz

Créditos : 16
Warn : Contrato de Sangue - Página 5 10010
Masculino Data de inscrição : 12/11/2017
Idade : 23

Contrato de Sangue - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Contrato de Sangue   Contrato de Sangue - Página 5 EmptySeg 25 Jan 2021, 09:22

Fim do Processo
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Quando recebi a informação solicitando a minha presença na sala do agente Mackin, a única coisa que passou pela minha cabeça foi — Finalmente! — Eu não queria deixar transparecer minha empolgação agora que estava vestindo o uniforme, mas estava ansioso por essa conversa. Provavelmente alguma formalidade ou procedimento burocrático para oficializar a minha entrada no governo mundial mas, ainda assim, eu não podia deixar de sentir uma satisfação pessoal, um senso de auto-realização. Parecia que todo o estresse acumulado se esvaia. Agente Delaney, Loguetown, até mesmo a luta contra o agente Mackin, era como se tivesse se passado anos desde que tudo isso aconteceu.

— Entendido, estou indo agora então. — Diria em resposta a agente Rebecca, em seguida me retirando e indo em direção a sala do agente Mackin. Apesar de já estar um pouco mais confortável com o agente Carter, não demonstraria reação caso ele tivesse algo a dizer. Naquele instante, a minha mente estava concentrada na minha futura conversa com o agente Mackin. Caminharia normalmente, arrumando as imperfeições que pudesse notar em meu uniforme e aparência, conforme fosse percebendo elas. Quando chegasse em frente a porta do escritório do meu superior, daria uma pausa, fecharia os olhos por um instante e respiraria fundo, em seguida, faria como indicado na placa e entraria sem bater.

— Com licença, senhor. Me informaram que queria falar comigo. — Diria alto o suficiente apenas para me fazer ser notado, mas não o suficiente para parecer grosseiro ou barulhento, e nem baixo demais ao ponto de ser difícil ser escutado ou de modo que me fizesse parecer fraco e assustado. Também prestaria atenção a minha postura, mantendo o olhar altivo e o rosto sério, bem como uma expressão corporal rígida, tal como um subordinado deve se prestar ao se dirigir ao seu superior. Em termos de forma, tentaria imitar a forma como o agente Carter saudou o agente Mackin na primeira vez que fui trazido até esta mesma sala. Depois disso, esperaria pacientemente pela resposta do agente Mackin.

Me moveria segunda as suas instruções e responderia as suas perguntas de forma concisa e direta. Nada mais teria a acrescentar em minhas falas. Caso houvesse mais alguém na sala, ainda assim não desviaria o olhar para bisbilhotar; se fosse da minha conta, certamente que isso me seria dito. Se minhas suspeitas fossem confirmadas e realmente se tratasse da minha oficialização no governo mundial, eu manteria o rosto inexpressivo e deixaria que o agente Mackin terminasse as formalidades. Porém, se eu mais uma vez tivesse me enganado e essa fosse a segunda vez que eu havia sido reprovado no meu recrutamento, deixaria uma pequena centelha de raiva escapar e então diria — Com todo o respeito, senhor... Isso é algum tipo de brincadeira ? — Daria uma pausa, esperando pela resposta do meu superior, caso ela não viesse, ou este pedisse por mais explicações, eu continuaria — Eu já passei por todo o procedimento duas vezes. Fui testado pelo capitão Cruzis Kattleback, o agente Delaney e o senhor, agente Mackin. Se eu não sou qualificado para entrar no governo mundial, vou entender. Mas o que eu não entendo é o porquê de estarem fazendo esses joguinhos comigo. — Deixaria a minha raiva ficar mais nítida a cada palavra, principalmente pela indignação que sentiria, mas não deixaria a raiva tomar conta de mim. Depois de dizer o que tinha a dizer, esperaria pela resposta do agente Mackin; caso eu não houvesse sido aprovado no governo mundial, me retiraria da sala sem nada a dizer, porém, supondo que eu fosse admitido depois de dizer tudo isso, a sensação já teria se tornado amarga e toda a minha empolgação teria escapado, deixando apenas uma semente de rancor contra toda a instituição dentro de mim.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Histórico:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________

"Sou um homem afortunado e devo buscar minha fortuna."
— Henry Avery, 1694 —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

~ Narração ~
~ Fala ~
~ Pensamento ~
~ Fala NPC Acompanhante ~
~ Fala NPC ~
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




Contrato de Sangue - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Contrato de Sangue   Contrato de Sangue - Página 5 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Contrato de Sangue
Voltar ao Topo 
Página 5 de 6Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: East Blue :: Conomi Islands-
Ir para: