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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Escuridão total sem estrelas

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MensagemAssunto: Escuridão total sem estrelas   Escuridão total sem estrelas - Página 5 EmptySab 09 Maio 2020, 18:04

Relembrando a primeira mensagem :

Escuridão total sem estrelas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Kenzö Tenma. A qual não possui narrador definido.


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K1NG
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MensagemAssunto: Re: Escuridão total sem estrelas   Escuridão total sem estrelas - Página 5 EmptySex 10 Jul 2020, 19:17




Escuridão total sem estrelas

Nunca abaixe sua espada!



Os dizeres do soldado faziam o cego titubear por instantes, mas aquilo não era nada aceitável. “Agora não... esqueça o medo e enfrente-o como um homem!” Segurava ainda mais firme a bainha da espada e se punha de forma imponente, sem demonstrar fraqueza ou medo, frente ao oficial. – Entendido, senhor! – Respondia com firmeza em sua voz. Tenma teria que provar, na prática, que era capaz de realizar aquele teste e principalmente se sair vitorioso no mesmo. A vitória não seria vencer o marinheiro, mas sim se alistar finalmente. Suas mãos seguravam a espada como se fossa sua última esperança, o que de fato não deixava de ser um ponto de ignição ou para seu sucesso e de seus sonhos ou para de seu fracasso e decadência. Era simplesmente a honra ou a vergonha, tudo dependia daquele singular combate.

Se seguiria da forma mais árdua possível, logo, era óbvio de se esperar uma grande experiência do militar, assim como grande diferença entre sua força e a dele. O militar tinha uma infinidade de formas de lhe atacar, e era facilmente entendível que ele portava uma lâmina. - ... – Tenma engolia a seco ao ouvir aquele barulho, se relembrando de seus anos no dojô. “É só se lembrar do treinamento, defesa e ataque básico, se defenda e conseguirá revidar. Não tenha medo, não tenha medo, não tenha medo...” levava uma das mãos ao cabo da espada se preparando para sacá-la.

O cego estaria preparado para iniciar aquele confronto. Se atentaria a cada mínimo detalhe ouvido no campo de combate. A caixa de areia era ainda melhor, afinal o som dos passos não ecoava pelo ambiente, sendo de mais facilidade localizar a direção e distância para com o atacante. Estaria atento a como ele se movimentava, com alta velocidade ou não, além da direção que tomava, esquerda ou direita. O cego também se prepararia para qualquer movimento em sua direção efetuado.

Sua defesa seria padrão, porém ainda mais preparada para golpes rápidos e pesados. A lâmina, que cantava ao sair da bainha, estava a frente de seu corpo, erguida como um poderoso deus. Ele não a movimentava a princípio, porém ouvindo a direção do golpe o cego rasgaria o ar contra a direção da outra espada. Não teria dó em explodir em força uma espada conta a outra. Rangeria os dentes ao tentar sobrepor o impacto, dando o melhor de si naquele golpe. Seu corpo arqueado e pronto para atingir uma aceleração elevada era preparado para se impulsionar e adquirir velocidade e força de impacto ao dobrar as pernas. Movimentos frontais seriam bloqueados por cortes horizontais caso fossem verticais e vice versa. Movimento laterais seriam bloqueados por cortes rápidos e pesados horizontalmente, deslizando a lâmina no ar contra o corpo e espada do oponente.

Caso encontrasse algum tipo de som inabitual o cego executaria um corte rápido na direção do mesmo. Faria um rápido “dash” contra o oponente, com a espada lateralmente caída e para adquirir mais força de corte ao ter mais espaço de giro ao tentar dilacerar qualquer parte do corpo do oponente alcançada com o deslizar da lâmina. Teria força e velocidade ao tentar executar aquilo.

Sua mente excluiria qualquer som externo, dando ainda mais evidência a cada detalhe exposto pelo soldado. Sua respiração, som de seus passos e movimentar de membros, rugidos e gritos energéticos além de bufar e paráfrases de combate. A lâmina soaria pelo ar, ao erguer sua delicadeza e poder em cortar o vento. Seus olhos poderiam não ver o oponente, mas com certeza o ouviria com toda a atenção do universo. “Único, singular. A única flor no canteiro.

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MensagemAssunto: Re: Escuridão total sem estrelas   Escuridão total sem estrelas - Página 5 EmptyQua 15 Jul 2020, 02:38


Narração
Primavera
Localização: Dawn Island

Kenzo Tenma




O estágio final do recrutamento de Kenzo estava finalmente ali, praticamente em suas mãos, no entanto seu próximo obstáculo era impiedoso e extremamente desafiador. Pensar que teria de enfrentar um superior com muito mais experiência em um combate direto era algo que o cego jamais pensou que iria realizar e sabia que provavelmente não teria uma vitória ali, então tentaria aguentar o máximo possível.

Ouvindo a lâmina da espada de seu oponente se movimentar, Tenma se movia em alta velocidade e força para interceptar o movimento e era recebido com um golpe muito mais poderoso do que ele planejava, fazendo com que seu corpo fosse facilmente lançado para trás. Conseguindo ainda se manter de pé, Kenzo não tinha um segundo para pensar no que havia ocorrido e já conseguia novamente perceber mais ataques vindo em sua direção, estes no entanto pareciam ser mais rápidos, o que foi quase uma vantagem para o homem e o mesmo conseguia bloquear facilmente boa parte dos ataques por terem sua força reduzida. Não levou muito tempo até outro ataque forte ser executado e o cego ser obrigado a colocar tudo que podia em se manter de pé, era uma luta realmente assustadora.

Após alguns momentos da trocação de golpes, um certo silêncio reinava e isso causou certa suspeito em Tenma, que ficando atento a qualquer tipo de movimentação estranha, conseguiu sentir uma mudança no comportamento do marinheiro e com mais um passo para conseguir localizar aonde ele se encontrava, Kenzo avançou contra ele com um dash e executou um giro forte e rápido para conseguir usar da maior força possível e conseguir machucar seu adversário, no entanto, foi inútil. Inexplicavelmente, Tenma sentia um frio em sua espinha e um som de respiração batia em seu ouvido, até que quando percebeu, ele havia sido jogado no chão pela força de um contra ataque executado por seu oponente. Sua espada voando para longe.

Logo que tudo acabou, o cego foi ajudado a se levantar por seu adversário e apesar de não conseguir enxergar, apenas pelos gestos do homem, Kenzo conseguia dizer que ele estava sorrindo. Sua bengala foi entregue de volta para ele e junto disso, seu próprio uniforme da Marinha, agora com um boné e algumas roupas brancas básicas, ele era finalmente um membro da Marinha. - Entre no QG e descanse, rapaz! Logo irá receber suas primeiras missões, até lá, tenha um bom relaxamento. Espero ouvir muito de você depois! - o marinheiro falava, enquanto pedia para um dos soldados levar Tenma com ele até dentro do quartel e possivelmente entregar um lugar para o mesmo relaxar.

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Escuridão total sem estrelas   Escuridão total sem estrelas - Página 5 EmptySeg 20 Jul 2020, 15:51




Escuridão total sem estrelas

Enfim marinheiro!



A batalha lhe esquentava o sangue. Parecia bombear como uma dinamite prestes a explodir com o bradar das lâminas dilacerando o ar e também se chocando. Sentia seus braços e mãos tremendo com a luta. - ... – Se esforçava cada vez mais o cego, era impecável ver sua mentalidade totalmente focada naquele confronto. “Falta pouco, muito pouco.” O fim da batalha lhe trazia um alívio angelical. O respirar preenchia seu peito como algo que lhe faltava a séculos. Uma paz e tranquilidade ao tocar o chão. A voz do soldado após ajudar Tenma se levantar a proclamar seu alistamento foi algo inumano, uma alegria imensa junta de uma felicidade anormal.

- Consegui... – Lágrimas relutavam em descer no rosto barbado do cego. – Pai, eu consegui... – Proferiu em sussurro após o soldado o deixar para sair do lugar, caso não o fizesse este preferiria aguardar ao se recompor e tomar ar e descansar. Se lembraria de quando criança ouvindo as embarcações da marinha atracarem no porto com piratas sendo levados presos. Era como se sentia a mão firme de seu pai apertando a pequena mão do Tenma criança, ele descrevia como os marinheiros eram fortes e poderosos, carregavam espadas, lanças e foices, além de grandes rifles e destrutivas pistolas. Como eles passavam uma sensação de paz e principalmente como sentiam seus corações espalhar a justiça por onde passavam. Sentia a voz trêmula do pai descrever cada detalhe do mesmo uniforme que agora o antigo florista pegava com as próprias mãos, sentia o tecido da farda.

Sabia facilmente que o futuro seria cada vez mais difícil, além de que teria uma vida com os dias contados, mas isso eram meros detalhes diante da vastidão de comprometimento com os incapazes que teria. – Se não por eles, então por quem seria? – Sussurrou como motivação. – Vou exterminar com todos que praticam o mal, todos os vermes sujos e nojentos. Acabarei com todos os piratas como eu acabo com pestes no meu jardim. – Disse em um tom mais sério, porém sem deixar a feição de “conquista” sair de seu rosto.

Trataria de se recompor por completo, pegar sua farda e caminhar até dentro do quartel, procuraria por um alojamento e tomaria um longo banho assim como trocaria suas roupas. Depois de um bom descanso, revigorante assim esperado, então procuraria pela área onde eram guardadas as armas para os soldados, procuraria pegar uma espada simples.

Kenzö trataria enfim de procurar por uma missão para iniciar suas atividades no corpo da Marinha. Buscaria por alguma que estivesse a seu alcance, além de uma condizente com sua patente. Um sorriso era estampado em seu semblante, como uma criança procurando por presentes novos. – Heh...

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MensagemAssunto: Re: Escuridão total sem estrelas   Escuridão total sem estrelas - Página 5 EmptyQui 23 Jul 2020, 16:42

Narração





-Belo discurso, de onde vem tanto ódio?- Tenma se surpreendia, não havia percebido a aproximação do homem que agora bem próximo, face a face, falava com ele, talvez por estar absorto em suas emoções em lembranças, talvez pelo homem ser silencioso demais- Eu vou acompanhá-lo até as ocupações do Quartel General e a partir de hoje reportará a mim, tudo bem? Sou tenente Gerd, pode me chamar de senhor ou Gerd se preferir. Venho o observando desde que se apresentou para o alistamento e acompanhei todo o processo, agora me siga, tenho um encontro com capitão e me distrai com você faz algumas horas então, posso dizer que estou bem atrasado, vamos- caminhando a frente de Tenma, Gerd estalava o dedo e falava constantemente para compensar pelo silêncio de sua existência- Esse Quartel é de pequeno porte pois Goia possui sua segurança própria que responde diretamente a realeza, a Polícia de Goa, eles fazem até um bom trabalho e a cidade é incrivelmente segura para todos que podem permanecer nela- ele se limita a assobiar por um tempo, o sons de gritos e movimentos dos soldados é abafado pelas paredes do Qg, agora pode se ouvir escapando pelas frestas das portas, diálogos sérios e descontraídos, canetas grafando papéis e roncos de dorminhocos.

-Bem, o reino está bem seguro dentro de seus muros, então porque estamos aqui? Mesmo se algo de terrível acontecesse só possuímos cinquenta cabeças em nosso quartel então  não somos de tanta ajuda assim, então… porque estamos aqui?- ele apoia a mão no ombro de Tenma e o vira- A sua frente está o dormitório e atrás de você o banheiro com as duchas. Todos dormem em beliches e ao lado de cada beliche há um armário para dividir com um colega, coloque seus itens pessoais no armário e descanse um pouco, quando eu precisar o chamarei. Ah! E tende se adaptar bem a o quartel e aprender oque fica a onde para não precisar dessa bengala aqui dentro- com a voz diminuindo e desaparecendo na curva de um corredor o Tenente se vai.

O banho relaxa o corpo e da um alívio que Tenma sequer sabia que precisava, sentindo a agua banhar seu corpo e lavar as preocupações o cego sorria para o futuro que o aguardava. Outros também se banhavam ali e conversavam como de cotidiano, tateando pelas cabines para se trocar um dos banhista comunica- É do outro lado e cuidado algumas cabines estão sem assento e outras entupidas- seguindo as instruções e encontrando as cabines para se trocar podia ouvir um cochicho dos mesmos soldados- Não sabia que aceitavamos cegos- diz o segundo- Aceitamos qualquer um que passe pelos testes e tenha justiça no coração- responde o primeiro- Eu sei mas gostaria de ter visto ele passar pelo teste de combate! Alguma ideia de em qual pelotão ele vai ingressar?- os chuveiros são desligados e os dois se trocam fora das cabines encontrando com Tenma- Provavelmente está com Gerd, não faz muito tempo que foi promovido e ainda há vagas em seu pelotão. Boa sorte companheiro sua missão não será fácil- anuncia o primeiro e dois tapas leves nas costas dele são ouvidos- Bora, a Ten. Batista está esperando e não quero ter de limpar latrinas por causa de atraso, de novo. Boa sorte amigão.

Saindo do banheiro e seguindo para o quarto, Tenma consegue distinguir que há umas oito cabeças descansando ali, havia som de baralhos, paginas de livro e roncos além dos dialogos mundanos. Do fim da sala uma voz feminina surge do topo de um beliche- Pelo visto você é o famoso Tenma, Gerd me mandou para ajuda-lo, você ficará nessa beliche abaixo de mim. Mas estou virada faz três dias então deixa eu tirar um ronco antes de irmos- seguindo a deixa dela Tenma aproveita e descansa um pouco sobre a cama dura com espuma de dois dedos.

Um tempo depois pouco mais de uma hora, Tenma e acordado com violência, sacudido de um lado para o outro- Acorda barbudinho vamos, vamos! Temos trabalho a fazer, Gerd quer que eu leve você para conhecer o lixão mas primeiro vamos apanhar uma espada para você- ela o guia através dos corredores até uma com cheiro de poeira e ferrugem após uma porta metálica com um cadeado pesado e barulhento. Uma lâmina foi desembainhada e embainhada novamente com um belo assobio, entregue as mãos de Tenma- Aqui está uma bela Katana simples, guarde com carinho nosso arsenal é precário e não podemos ficar repondo armas o tempo todo- os dois sobem dois andares e entram em uma sala com sacada, banhando o ambiente com os sons da cidade e uma brisa suave. Apoiado na sacada Gerd, batucava na proteção com o fundo do copo - Aceita um pouco de Rum SD.Tenma? - mais um copo era enchido e o do Tenente reposto pela dama que acompanhou o barbudo- Vejo que já conheceu sua Sargento Ella, ela o acompanhará no seu primeiro mês para entender bem nossa missão e garantir que não vire estatística, ela é um pouco carrancuda e direta então por favor sem mágoas. Agora, você tem duas opções de missão: você pode ficar de sentinela, plantado e aguardando o perigo ou pode fazer a proteção de uma operação. Ao escolher seu destino acompanhe a bela dama e se prepare psicologicamente.

Ele vira tudo do copo de uma vez e retoma- Aliás descobriu o por que estamos aqui? E, alguma dúvida?



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MensagemAssunto: Re: Escuridão total sem estrelas   Escuridão total sem estrelas - Página 5 EmptySab 25 Jul 2020, 10:28




Escuridão total sem estrelas

A primeira missão!



Talvez o nervosismo não deixasse Tenma responder a tudo o que diziam com o que realmente queria falar. Ele escutava tudo que o militar lhe dizia, guardava as informações, e tentava de algum modo continuar com a conversa em tom moral que havia, porém ele não conseguia entrar na mesma com algo interessante a se falar. Aguardava então outra oportunidade em se apresentar e demonstrar que era apenas cego e não mudo também. No banheiro ele fora recepcionado pelo que já ouviu falar ser a “nata da marinha”, os soldados levantavam vários assuntos, além de ter aquela visão dura e árdua sobre as coisas, o que não deixava de ser verdade em vários pontos.

Após o descanso, conhecendo a dama que lhe acompanharia nas póstumas missões, ele enfim reencontrava o militar. Não tinha muito o que fazer ali, além de acenar com a cabeça e responder a aquela resposta em tom meio... ímpar com o que acontecia na ilha. A dúvida e incerteza pairavam sobre a mente do rapaz, sem nenhuma resposta concreta sobre o que dizer deixava as palavras saírem de sua boca naturalmente, esvaziava a mente com o que dizia sem se atentar em como o militar reagiria. – É nossa obrigação, não precisamos de um motivo para proteger um lugar. – Finalizou, sua fala era simples e bem direita, porém com profundo respeito. “Merda, tô ferrado depois dessa...”. O cego continuava ouvindo as instruções sobre a missão que estava inserido, seu coração palpitava por instantes e ele sentia um calor surgir em seu peito, talvez a adrenalina se encontrava com a realidade naquele momento. Tentava se concentrar antes de indicar sua posição sobre a missão. – Ficarei com a proteção da operação, creio que minhas habilidades se encaixam melhor assim. – Suas mãos seguravam o cabo da nova espada que empunhava, ele segurava firme, principalmente agora que deixava guardada sua primeira espada e seu guia, por assim dizer.

Fardado e armado ele se sentia muito poderoso, aquela brisa batia em seu rosto tal qual em livros épicos onde os heróis se punham frente a um enorme adversário, mas ainda assim não deixava nada o abalar. Ele via que era uma outra oportunidade de se provar, lembrava dos dizeres de um ignorante “Estamos aceitando cegos?” e via aquilo como um empurrão para seus verdadeiros propósitos, além de ser um incentivo ígneo para com suas motivações altruístas. Tenma olhava para o horizonte, deixando a mente divagar por segundos, antes de seguir a moça. Esperava certamente o pior daquela missão, como imaginado anteriormente, após terminar a última parte do alistamento, ele teria seus dias contados a partir de agora.

Dirigiria a voz para a sargento, com educação certamente. – De que se trata esta missão? – Perguntaria e escutaria com grande atenção. Daria principalmente ouvidos para como ela descreveria as características e objetivo da missão, afinal, pelo tom dado parecia ser algo bem grande. Daria atenção também ao local em que se dirigiam. Ouviria se havia outras vozes e passos, bradar de lâminas e disparos de armas ou até mesmo objetos sendo movidos. Por se tratar de um lixão também se prepararia para o péssimo cheiro emanado do ambiente, tentaria ter em sua mente a fragrância das flores, tentando ignorar onde estavam e ter algo para distrair em sua mente.

Tenma seguiria as orientações dadas pela militar com total vontade, ele tinha concluído o objetivo principal e agora era hora de continuar dando o seu melhor!

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MensagemAssunto: Re: Escuridão total sem estrelas   Escuridão total sem estrelas - Página 5 EmptyQui 30 Jul 2020, 14:41


Narração




Uma risada alta era ouvida, sarcástica do início ao fim- Estamos aqui porque a porra do capitão chorou e usou boa parte de suas cartas para fundar essa companhia na terra natal dele, mas quase ninguém sabe que estamos por aqui. A marinha não é esse mar de rosas cheio de justiça e devoção que você imagina, se estamos em algum lugar é por pura questão estratégica, os malditos em Mariejois tem algum interesse naquele local e…- sentada à mesa e bebendo do copo destinado a Tenma a sargento não media suas palavras mas um grande pigarro de Gerd a interrompe- Chega Ella, a marinha também não é um lar de corrupção, nossos membros se esforçam pelo bem e muitos lutam para fazer a diferença mesmo com todas as limitações impostas. Mas chega de distrações e vamos ao que importa, na verdade estamos aqui por um motivo realmente nobre, a Polícia de Goa lida apenas com a proteção dos que estão desse lado do muro e jogam fora qualquer um que indique um aumento no índice de pobreza então, como ela disse estamos aqui porque o Capitão articulou seus recursos porque Goa é a terra natal do Capitão porém ela esqueceu de mencionar que ele veio do outro lado dos muros, do pútrido lixão. E o sonho dele é tornar o Lixão em uma vila útil ao império para que o alcance da polícia se estenda até as redondezas, mas para isso diversos passos são necessários, diversos recursos, diversos esforços, e um desses é nossa função, a função de meu pelotão, somos os protetores do lixão em parceria com o pelotão da Ten.Batista- ele faz uma pausa para respirar e enche o copo mais uma vez, aproveitando seu sabor em pequenos goles durante seu diálogo- No entanto essa é a visão macro da coisa, o foco agora é: chegou um carregamento de materiais para começar uma importante construção, e cabe a Sarg.Ella garantir que a carga chegue em seu devido lugar, você deve aprender com ela, mas…

Sobre a mesa um som esquisito surge, repetitivo e constante- Infelizmente eu tenho de atender a está então, qualquer outra coisa Tenma é só perguntar a Ella, tudo bem? Tudo bem, agora vão- ele se dirige a mesa e atende - só um segundo.

Ella acompanhada por Tenma atravessou o pequeno quartel entrando em diferentes ambientes e requisitando diferentes soldados, a primeira era mais alta que Tenma e mais pesada também, seus passos eram firmes e confiantes mas havia uma certa brutalidade, em suas costas uma marreta balançava, Jorja era seu nome. O segundo a ser requisitado, Zimmer, fedia a cigarro e era da mesma altura que nosso herói mas seu porte físico era claramente mais robusto, não por causa de sua camisa que roçava em seus músculos torneados, mas pelo bruto impacto dos pesos que levantava sendo largados em seu suporte. O terceiro fumava do lado de fora, folheando um livro, de guarda com um rifle encostado na parede o homem mais velho pediu a outro soldado para que o substituísse. O grupo seguiu até o grande portão de Goa, a passagem para o terminal cinza, a magnanimidade dos muros podia ser sentida por sua sombra e movimento dos portões. Próximo a passagem três policiais discutiam com um grupo de civis, um homem estava a frente exigindo um pouco de paciência dos policiais mas sua atenção veio ao grupo e o alívio dos civis e descontentamento dos policiais era óbvio- Esses dejetos pertencem a você, Ella?- a sargento ordena ao grupo que ajude o civis com a carga que transportavam- Sim Donnie, esses ‘’dejetos’’ são propriedade da marinha, mas não se preocupe pois esses adoráveis senhores a retiraram de sua bela cidade utópica- o silêncio é sinal da tensão entre os dois, os grupos partem em silêncio.

A carroça era bem grande e parecia transportar bastante materiais de construção, longas peças de madeira e metal balançavam ao passar pelo terreno arenoso. O lixão era empesteado com cheiros de óleo, mofo, madeira velha, ferro enferrujado, carne podre e o famoso chorume. Entre as pilhas de lixo haviam estradas irregulares, ao entrar no lixão o transporte ficou a cargo dos civis e os marinheiros protegiam cada um uma ponta do veículo, Tenma ficou encarregado da lateral esquerda na parte de trás. A justificativa para a escolha estratégica de Ella foi " Se sua audição é tão extraordinária quanto Gerd disse, você vai cuidar de nosso 6 com Zimmer, qualquer som suspeito avise ao seu parceiro vou estar a frente da carroça. Atenção! Lembre-se que aqui é terra de ninguém".

O trajeto era tranquilo,  a princípio a presença deles afugentava problemas e Tenma conseguia ouvir alguns insultos e lástimas de pessoas a espreitar. Lá na frente  Ella conversava com o civil- Serão mais quatro viagens, muito material chegou mas só vamos começar a construção amanhã se conseguirmos trazer tudo hoje. Assim que terminarmos vamos se juntar ao acampamento de Batista para fazer a segurança.



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MensagemAssunto: Re: Escuridão total sem estrelas   Escuridão total sem estrelas - Página 5 EmptySex 31 Jul 2020, 16:18




Escuridão total sem estrelas

A primeira missão!



A missão parecia ser algo que lhe custaria sua carne e sangue no mais literal e brutal sentido das palavras. Sem sombra de dúvidas o esforço e empenho seriam necessários, mas algo não lhe caía bem aos ouvidos. A responsável pela designação era alguém que tinha feridas, tal qual uma flor que tem dificuldades em desabrochar. Tenma percebia isso, mas não comentava, apenas acenava com a cabeça positivamente enquanto se preparava para a missão. - Espada aqui e uniforme certinho... ok... vai dar tudo certo... - Pensou alto, sem perceber que sua voz saía como um vergonhoso sussurro de sua boca. Seus olhos brancos tentavam enxergar o local onde estavam, mas o cheiro insuportável era o suficiente para indicar. – O lixão...? – Disse com certa certeza.

A principio ele ignorava completamente o desnecessário a ser ouvido, mas não deixava de se atentar aos tão não aguardados passos em sua direção. Não queria ter problemas em sua primeira missão, mas sabia que teria. Tão certo quanto o sol nasce todo o dia ele teria que enfrentar alguma coisa perigosa durante sua estadia na guarda e segurança do comboio com os materiais. Sua companhia era bem característica e distinta. Sentia o cheiro de cigarro, fazendo seus olhos e nariz cerrarem em repúdio, mas também ouvia os passos pesados de alguém carregar alguma coisa pesada. – Só pode ser ela. – Sussurrou ao perceber a brutalidade dos mesmos. Ele nada fazia além de segurar com mais firmeza o cabo de sua espada, tentando encontrar e concentrar o máximo de coragem possível. Ecoava em sua mente “Aqui é terra de ninguém”, enquanto ele guardava a carga da marinha. Seu ouvido era atento a qualquer movimentação e barulho ímpar, e ao sinal de algum destes avisaria a um marinheiro próximo com um: - Alguém se aproxima! – Ou até mesmo um: - Atenção! – Não era difícil de avisar o que fazer, o problema seria se defender do que apareceria. Felizmente eles conseguiram chegar ao destino, pelo menos por enquanto eles carregavam a primeira parte da carga. – Ok, só mais quatro. – Se confortou, enquanto passava a mão na nuca tentando relaxar.

Era visível seu nervosismo. Ele se preocupava demais nas possibilidades de sofrer alguma perda e não se perdoaria por isso, logo, como uma forma de tentar precaver algo indesejado, teria sempre atenção redobrada durante todo o trajeto e durante todas as viagens necessárias para carregar os materiais. Sua espada em sua mão estava preparada para se defender de investidas, não só as barulhentas como também as mais silenciosas, afinal, ladrões não são barulhentos e esperam o momento em que você está menos preparado. - ... – Suspirava forte e continuava com total atenção aos sons no ambiente.

Finalizar a missão a tempo seria ótimo, mesmo sem descanso o problema da movimentação deixava o grupo bem indefeso quanto ao que o cercava. Ao menos em um local fixo eles teriam mais facilidade em assegurar de que nada de mal aconteça com os materiais. Enfim, o cego tinha sua parceira naquele momento e não tinha medo de usá-la quando necessário. Seus cortes eram precisos e rápidos, perfeitos contra ladrões e bandidos que para Tenma nada significavam do que a escória suja da sociedade.

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MensagemAssunto: Re: Escuridão total sem estrelas   Escuridão total sem estrelas - Página 5 EmptySab 01 Ago 2020, 04:59

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Narração




O dia se foi, a viagem demorava quase uma hora através do lixão e na capital foram mobilizados alguns marinheiros ociosos para trazer as próximas cargas do porto para os portões para o pavilhão cinza. A tensão da possibilidade de um ataque cansava tanto quanto o trajeto, na quarta viagem o nervos de Tenma já estavam a flor da pele e sua atenção a todo detalhe em seu alcance tomou toda sua atenção. Já era final de tarde e a última carga estava a caminho, o arfar dos civis dava destaque ao cansaço deles pois toda viagem o maior trabalho físico estava nas mãos deles e a última carga parecia especial para eles e Tenma, o peso da última era sutilmente maior mas os corpos cansados dos trabalhadores sentiram cada grama a mais mas não reclamaram ou diminuíram o passo, Tenma conseguiu distinguir que diferente das outras essa trazia sons mais peculiares, era em sua maioria metal trabalhado com detalhes aqui e ali, algo em grande quantidade e que caberia em suas mão ou de qualquer homem.

O trajeto já estava quase gravado em sua mente, não todo ele mas principalmente um pequeno pedaço do quarto final da viagem em que faziam uma curva fechada para esquerda e havia uma barra de ferro que atingiu o estômago de Tenma na primeira viagem mas agora com o local gravado na cabeça nosso herói já sabia melhor onde pisar. A carroça estava fazendo a curva quando Tenma ouviu um som distinto, como se duas pessoas nas laterais da trilha produzissem um chiado com os lábios pedindo silêncio, e antes de seu pé atingir o chão ele entendeu aquele som, gritando de imediato- ATENÇÃO!- e Ella e Jorja foram as segundas a compreender, houve apenas tempo para Jorja proteger os civis com seu corpo e Ella gritar- Pro chão!- a explosão veio e derrubou a todos a poucos metros à frente da carroça as laterais explodiram e pilhas de lixo deslizaram e fecharam o caminho. Alguns detritos voaram e cortaram Tenma superficialmente, mas o estrondo da explosão foi o pior, ele parecia entrar no seu corpo e engatilhar adrenalina como outra bomba armada em seu coração que pulsa alto. A distância poupou o espadachim de danos a seus preciosos ouvidos mas não poupou outros, gritos podiam ser ouvidos, apenas duas pessoas Jorja e um civil, a mulher praguejava e o civil balbuciava em prantos. Logo Ella gritou- Emboscada, se preparem!- e Tenma podia ouvir vindo do caminho por onde vieram e por trás dos montes de lixo um grupo de talvez oito ou onze, que Zimmer já se apressou a derrubar dois com disparos precisos através do peito e joelho fazendo com que o que caísse derrubasse o grupo da direita, corpos rolaram pelo monte e insultos foram feitos.

Os soldados estavam cercados e a frente de Tenma havia cinco homens, o primeiro avança com um corte vertical desleixado contra Tenma que não tem dificuldade de apará-lo e com uma bala na cabeça o agressor cai para o lado- Eu te cubro barbudo, apenas um bando de amadores com espadas, moleza- dois outros avançam brandindo no ar suas espadas.



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MensagemAssunto: Re: Escuridão total sem estrelas   Escuridão total sem estrelas - Página 5 EmptySeg 03 Ago 2020, 16:05




Escuridão total sem estrelas

A primeira missão!



O barulho em seus ouvidos era muito mais do que necessário para sua cabeça doer. Suas vistas embaçavam por curtos segundos e suas pupilas se apertavam, tentando reprimir aquele incômodo barulho que lhe dava muita agonia. Não só isso como também os gritos dos civis que lhe davam ainda pais ansiedade, só de pensar que eles poderiam estar em uma situação crítica deixava os cabelos de seus braços arrepiados. – Calma, calma, calma, está tudo sobre controle. A marinha está aqui! – Bradou com confiança se preparando para o pior. A mão direita ia à bainha da lâmina com firmeza e poder, um sorriso meio idiota crescia em seu rosto, porém que destacava sua confiança em seus aliados. – Vamos lá, é hora de mostrar que eu não sou um peso morto! – Exclamou se pondo em posição de combate. Poderia ser só impressão sua, mas o grito de preparo de sua superior parecia meio tarde ante as ações que o cego já fazia.

Ouvir que o atirador do grupo estava lhe cobrindo era perfeito para sua liberdade do brandir da espada. A dança da lâmina seria breve e poderosa, mortal como uma dioneia e serena como uma cinerária. Ouvir que haviam dois partindo em sua direção era o suficiente para por em prática sua técnica especifica para situações como esta. O movimento, no entanto, seria duplo, porém não seria nada inferior. Caso haja a diferença de distância entre ambos os oponentes, notável através de sua audição para com os passos e gritos dos mesmos, Tenma posicionaria seu corpo de modo a adquirir velocidade e impulso. O tronco curvo e espada levemente abaixada daria ênfase ao movimento mortal que o cego executaria. – Saque Rápido: Lírio! – Cortaria o primeiro alvo com tamanha velocidade e precisão. Em seguida aproveitaria da velocidade da espada não para embainhar a lâmina, mas sim para continuar com o trajeto da mesma de modo a bloquear o golpe do próximo oponente.

Caso os movimentos fossem inúteis em tal situação ele nada faria além de preparar um bloqueio duplo ao executar dois cortes longos e pesados, um da horizontal e outro na vertical. Seu objetivo seria adquirir distância para que o atirador executa os disparos com mais precisão e tranquilidade. – Seus olhos veem mais do que os meus, heh, não desperdice isso... – Pronunciaria em um tom cômico.

Se defenderia de qualquer outra investida de modo padrão para com a arte da espada. Sua lâmina estaria erguida a frente de seu corpo e ao ouvir o mínimo movimento em sua direção, seja através do som de lâminas rasgando o ar, seja através do barulho de passos ou até mesmo de gritos, ele cortaria tudo a sua frente com grande força, executaria longos deslizes verticais, de baixo pra cima, com velocidade, e de cima pra baixo, com força, bloqueando os movimentos contra ele com brutalidade, porém sem faltar-lhe técnica.

Suas mãos largariam a bainha da espada para ter total poder em seus movimentos, a direita e a esquerda empunhariam a sua salvação em suas mãos, afinal um espadachim sem sua companheira nada é além de um peso morto, sendo um peso morto duplo no lugar do cego afinal ele era... cego. Os ouvidos estariam atentos a todos os sons possíveis em seu campo de audição, não só isso como também a qualquer movimento peculiar, assim como antes foi feito uma rápida identificação da movimentação inimiga seria também muito proveitoso ele repetir isso. Outras explosões poderiam ocorrer, o que não deixava dúvida, e os civis poderiam ser feridos ainda mais, o que levava seu coração a palpitar com velocidade e ansiedade. – Malditos bandidos, vermes imprestáveis... – Enunciava com rancor e raiva.

Tenma sabia que qualquer descuido ali seria fatal, logo tentaria aproveitar de seu treinamento com bloqueio para defender investidas de outras fontes também, sejam chutes e socos, usaria também da sua mortal lâmina para isso, interceptando seja qual for o golpe com sua espada, sendo algo de duplo efeito, tanto para bloquear o ataque como também atacar com o rasgar da lâmina.

Seus olhos branco-azulados pareciam sem vida, mas suas mãos e seu sangue estavam quentes, fervendo o suficiente para fazer com que sua motivação e instinto justo não se rebaixasse ao nível desprezível daqueles seres inferiores. - ... – Rugia o cego com muita insatisfação do que acontecia, seu medo não era perder a vida, mas sim outros terem suas vidas tiradas por conta daquelas pragas de canteiros abandonados. – Todos precisam ser cortados como as ervas indesejáveis.

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