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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Stairway to Heaven

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MensagemAssunto: Stairway to Heaven   Stairway to Heaven - Página 5 EmptyDom 03 Maio 2020, 15:06

Relembrando a primeira mensagem :

Stairway to Heaven

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) revolucionários Tidus Belmont, Frisk Dreemurr e Helves. A qual não possui narrador definido.


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Volker
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MensagemAssunto: Re: Stairway to Heaven   Stairway to Heaven - Página 5 EmptyTer 16 Jun 2020, 23:07






- Stairway To Heaven -

~ Queen of Thorns ~




Fora questão de minutos até alcançar o foco daquele conflito cuja destruição era facilmente perceptível, guiada pela informação de Angel havia encontrado nenhuma resistência em uma ilha proporcionalmente mais densa do que Karakui com suas baixas temperaturas. Mas ali estava enfim próxima a uma beco até perceber a presença de dois homens, o fim de uma luta mortal, mas cujas probabilidades infelizmente pendia fortemente contra um dos lados. A intenção assassina percorria o local como uma onda densa capaz de remover o fôlego e cortar a coragem daqueles que não estivessem preparados para lidar com o seu perigo, não eram preciso pensar ou verbalizar nada, sabia de quem se tratava aquela pressão e o que veio depois, nada mais era do que algo que já havia visto algumas vezes. - Protejam-se. - comentava, livre da cobertura pela qual cedia para Mindy e Às pudessem se proteger. O balanço de Tentetsutou junto ao Haki produziu um deslocamento de ar poderosíssimo, no entanto se a maioria fugia apavorada, eu apenas contemplava aquele golpe sem me importar com o sopro furioso daquele vento. - Impressionante como sempre. - comentava com um sorriso fugaz estampado na face, enquanto o capuz me fugia da cabeça, mas se mantinha firme junto ao manto. - Decidiu levar a coisa a sério? - pensava, em dúvida a respeito da postura do Duque e da destruição vista, seu potencial era muito maior do que aquele, o que me levava a questão do homem não estar talvez irritado o suficiente para usar todo seu arsenal.

Dailong se aproximava para receber de mim ordens rápidas e simples, um cinturão de proteção, ainda que o Duque não fosse alguém que necessitasse de proteção, era bem pelo menos evitar quaisquer estragos desnecessários ou mesmo surpresas. Daquela distância, podia sentí-lo com meu Haki e seu olhar me fazia ter a certeza de que o mesmo valeria para ele. - Francamente… assim fica difícil fazer uma surpresa. - deixei uma senbon correr pela manga do vestido, furando um papel que tinha entre os dedos antes de jogá-lo na direção de Belmont a uma velocidade na qual ele não teria problemas em interceptar. Preso a agulha fina, um papel curto, com poucas palavras, a mensagem deixada por ele antes de partir. Não era preciso dizer coisa alguma naquele momento, eu estava ali e agora ele sabia, o resto não me preocupava de descobrir, até mesmo porque, tão rápido quanto nossos olhares e presenças se cruzaram, uma explosão vinha de uma região alta alertando-nos e nos despertando a curiosidade tanto quanto a neve que subitamente parecia cair por ali. - Ao menos a baixa temperatura será uma aliada. - pensava com certa graça, colocando o capuz novamente, antes de sinalizar aos revolucionários que avançassem em direção ao local da explosão. - Vamos. - dizia a Mindy e Às. - Espero que Angel não esteja tendo dificuldade nas buscas. - pensava, observando e avançando com cautela em direção ao local, com o Haki presente a todo instante, varrendo o local em busca de ameaças ou uma presença misteriosa.

Permaneceria ao flanco, não me expondo a situações de perigo a menos que fosse realmente necessário, do contrário apenas conduziria junto de Dailong o avanço da falange, direcionando e coordenando os ataques contra inimigos que eventualmente se colocassem no caminho de Tidus, que naquele momento já era uma chamariz bem mais eficiente. Contato direto, somente se fosse extremamente inevitável, recebendo o Duque com um sorriso. - Saudades de mim? - olharia em direção ao foco das explosões. - Onde eles estão? - questionaria a respeito de Frisk e Helves.





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MensagemAssunto: Re: Stairway to Heaven   Stairway to Heaven - Página 5 EmptyQua 17 Jun 2020, 00:31


Stairway to Heaven

O brandir da lâmina negra partia tudo em seu caminho, um golpe limpo e tão veloz quanto - ou talvez até mais - do que um suspiro ou um piscar de olhos, não havia satisfação ou irritação em meu semblante, tomar vidas havia se tornado uma tarefa corriqueira da qual não me orgulhava, se pudesse preferia evitar o derramamento de sangue desnecessário, mas a realidade era outra, só existia uma saída do campo de batalha: a morte. - “Missão cumprida, soldado, você pode descansar agora.” - O embainhar a espada foi seguido de uma espécie de lapso que me forçou a levar uma das mãos até a testa. - “Mas isso… ?” - Memórias de um outro lugar, outra atmosfera me vinham a mente. - “Moonlight?” - Ainda era um pouco confuso, mas meu corpo havia se transportado duas vezes em um instante - instante que mais se pareciam com dias - era difícil dizer o quanto daquilo tinha sido real, mas se algo fosse verdadeiro agora eu sabia onde Frisk estava. - “Moonlight e Trêsze… Uma combinação bem estranha.” - Minha mente ainda estava turva com as noites passadas no resort, mas ao mesmo tempo em que muito tempo parecia ter passado naquele lugar, em Stanford sequer um único minuto se passara.

De qualquer forma aquele salto temporal maluco me fez encontrar com Frisk, se não estivesse delirando agora já sabia para onde ir. - “Esse jogo termina agora, Horace.” - Retornava para a casa onde me encontrava com Missu sozinha. - Uhn? - Olhei curioso para os lados. - Para onde Ivnya foi? - Questionei a garota já que ela deveria ter sido a ultima pessoa a vê-la, era estranho que a mulher tivesse conseguido sair sem que ninguém visse, mas para ser sincero não sabia bem se ali era seguro para um civil, talvez assim fosse melhor.

Enquanto me preparava para partir em direção a mansão suspensa, uma aura familiar me chamou a atenção. - “Isso foi mais rápido do que pensei.” - Um sorriso singelo se formou no canto dos lábios, nesse momento senti algo se aproximando a uma velocidade moderada, estiquei uma das mãos para apanhar o objeto que pelo tamanho, formato e direção só podia significar uma coisa. -  Você ainda vai matar alguém com esse sistema de mensagem. - Murmurei comigo mesmo percebendo que se tratava de uma das armas de Volkerball. - Acho que a ligação não é mais necessária. - Me virei para Missu e apontei na direção na qual encontraria a Rainha. - Vá com Elsa e explique a situação, eu vou atrás de Frisk. Talvez as coisas fiquem um pouco agitadas então avise-a para nos encontrar depois na ilhota flutuante. - Terminava de passar as informações para a garota e saia correndo pela cidade, aproveitava para guardar a bainha composta em sua cápsula novamente.

Uma explosão ao longe alertava de problemas! Cessei a corrida por um momento e me virei na direção do ocorrido. - “E mais essa agora.” - Se a informação de Frisk estivesse correta a direção para qual tinha de ir era outra, então o que mais poderia estar causando tanto estardalhaço? - “Helves?” - Parecia a opção mais viável do momento dado os últimos acontecimentos em Karakui, seu poder era bem… Chamativo se é que podia chamar assim. - “Vou ter de confiar em você, se o que o Dreemurr me disse for verdade a verdadeira ameaça está em outro lugar.” - Dei de costas para a explosão e continuei correndo em direção a mansão flutuante, existia um problema maior nos esperando mais adiante, era hora de colocar a fama de invencibilidade do tal vice-almirante a prova.

Avançaria pela cidade tentando não chamar muita atenção, aproveitaria a possível confusão que a explosão estava causando para me aproximar da ilha flutuante e só então ascender aos céus o mais rápido que pudesse, tentando alcançar uma altura superior a própria construção, mas que ainda me permitisse sentir as auras da construção com intuito de encontrar uma familiar: a de Frisk. Se conseguisse encontrar o garoto desceria em um rasante em linha reta, empunhando a espada com uma das mãos para cortar o telhado ou qualquer outra coisa em meu caminho para que pudesse pousar ao seu lado. -Desculpe, era uma festa particular? - Comentaria batendo a palma da mão contra o solo fazendo com que o poder da leveza destruísse os arredores e empurrasse todos - com exceção de Frisk - com os destroços. Utilizaria o Haki da observação para ficar atento as outras possíveis auras e ameaças, estando pronto para tentar esquivar de suas investidas saltando ou me inclinando para o lado mais propício, se necessário até mesmo abrindo o chão para descer para um possível andar inferior ou voando para um superior. O objetivo ali não era destruir ou matar ninguém - ainda - mas sim resgatar Frisk, com isso em mente estaria atento para possíveis portas que o garoto pudesse abrir, por onde não hesitaria em passar o mais rápido que pudesse.


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MensagemAssunto: Re: Stairway to Heaven   Stairway to Heaven - Página 5 EmptyQui 18 Jun 2020, 11:14



STAIRWAY TO HEAVEN

No meio da minha conversa com Horace, logo depois de eu finalmente chegar em seu esconderijo, eu senti meu mundo girar por um instante. Era uma sensação já um pouco familiar, dados os vários convites de Trêsze pra suas dimensões alternativas, mas a dessa vez foi ainda mais estranha, com toda a festa e tudo mais que rolou por lá. – "Até aquele tal de Moonlight tava lá dessa vez. E eu achando que não tinha como ficar mais bizarro..." – pensei, as memórias surgindo em minha mente conforme eu voltava a realidade. Levei a mão à cabeça por um instante, mas me recompus, sabendo que não era com isso que eu precisava me preocupar agora. Pelo menos, tinha conseguido falar com Tidus-san por lá.

Antes que Horace pudesse começar a explicar as coisas, uma garota que devia ter mais ou menos a minha idade apareceu, tratando o cientista como um parente ou coisa do tipo. Quando ela se apresentou, então, a história de Ivnya me ajudou a ligar os pontos - era a filha do regente da ilha. Sorrindo, eu retribuí com o meu melhor cumprimento formal, tentando me lembrar de como já tinha visto Tidus-san fazer algumas vezes. – Frisk Dreemurr, na verdade. É uma prazer, Madeleine. – ela então seguiu falando sobre o problema que tinha, mas soava um tanto quanto positiva quanto a tudo aquilo. A explicação que Horace tinha lhe dado era claramente uma mentira, mas se isso a ajudava a manter um sorriso no rosto, era justo.

E então, depois do estrondo que provavelmente vinha da luta de Tidus-san chamar a atenção de todos ali, a conversa seguiu até um ponto em que Horace finalmente começou a falar. E eu escutei com atenção, sem intervir, até o último detalhe. Pra ser sincero, eu não sei se eu entendia muito bem o que tinha acontecido, mesmo depois daquilo. O projeto tinha começado como um esforço pra curar Madeleine, mas tinha mudado de rumo depois de descobrirem o que tinha no sangue do meu irmão? Pelo que ele tinha dito, era diferente do meu. – Se meu sangue não tem esses poderes malucos, pra que diabos você precisa dele? Quer que eu acredite que vai usá-lo pra curar a menina? – diria, num tom amargurado.

Se meu sangue fosse ser usado pra ajudar Madeleine, eu não me importava de ajudar, por mais que não gostasse de Horace. Eu não era nenhum médico, mas entendia o suficiente pra tirar um pouco de sangue sem problemas - e assim, eu pegaria a seringa, preenchendo-a com o líquido vermelho ao espetá-la no meu braço esquerdo. Balançaria-a em frente aos meus olhos, vendo o sangue se mexer lá dentro. Se fosse pela menina, tudo bem. Mas se em vez disso eu sentisse malevolência na sua aura, implicando que ele só queria aquilo pra continuar com seus experimentos idiotas, eu não pretendia deixá-lo ficar com aquilo. Tidus-san não ia demorar muito pra chegar, então não iam faltar chances de tomar isso de volta.

Mas antes de entregá-lo aquilo, ele ainda precisava responder uma coisinha.

Ah, sim, só mais uma pergunta. – eu senti meus olhos arderem, mudando de cor, enquanto as palavras de Chara saíam pela minha boca. Foi um pouquinho diferente dessa vez, como quando alguém se intromete no meio de uma conversa - ele simplesmente tinha tomado as rédeas sem avisar. – E quanto a mim? O "outro Frisk", a sombra dele. Eu fiquei me perguntando desde que a gente achou os papéis lá embaixo, mas eu ter nascido foi coisa de vocês também? Sendo cobaia de gente como você, não me surpreenderia ele ficar com uns parafusos a menos. – ele deu o seu sorriso irônico de sempre, mas parecia realmente interessado em ouvir a resposta. "De onde ele tinha vindo, afinal?", ou algo assim.

Independentemente da resposta, porém, Chara só daria de ombros. – Bem, tanto faz. – diria, arremessando a seringa com o sangue na direção do cientista. Agora, Horace tinha o que queria em mãos. – E então? Continue falando. Garanto que o Frisk tá animadíssimo pra ouvir o resto da história. – ele fitou Horace, sério. A brincadeira começava agora.

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MensagemAssunto: Re: Stairway to Heaven   Stairway to Heaven - Página 5 EmptySex 19 Jun 2020, 14:08

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~ Tidus ~

Entre reencontros e chegadas, o Duque por fim tinha seu objetivo bem traçado, suas pendências em solo estavam resolvidas e com Missu sobre os cuidados da Volkerball, era hora de ir atrás de Horace, ou talvez tivesse que enfrentar uma pedra no seu caminho antes, um tal vice-almirante.  Assim, o sub-general começava a correr por aquelas ruas aproveitando o alvoroço criado pela explosão, muitas pessoas se fechavam de casa, outras saiam e corriam para ver o que estava acontecendo na Cidade Alta, já que havia chance do fogo se alastrar até a Cidade Baixa. O fogo ali atrás parecia que não iria dar uma folga tão cedo e isso era toda a distração necessária para o homem.

(Como o superman) Em um salto, o revolucionário reduzia seu peso ao ponto de levitar e ascendia a uma altura superior a ilha flutuante, sentindo até o ar ali ficar rarefeito, efeito de um segundo, na sequencia retornava seu peso ao normal e avançava em uma descendente, puxava sua espada mais uma vez e desferia um forte corte contra o telhado daquela mansão, sua sensação era clara, Frisk, alguma pessoa e outro ser poderoso estavam lá dentro, mas nada impediria a Kokutou de cortar, era quando a lâmina ia chegar no telhado que o sub-general tinha sua primeira frustração, antes que a massa de ar alcançasse a  construção as telhas começavam a mudar de forma, de um jeito até mesmo estranho e cômico e viravam uma espécie de suspensão(amoeba).  A espada cortava a amoeba e relevava o lado de dentro, Frisk parecia preencher um tubo com sangue, Horace olhava para ele e a terceira figura não estava mais lá. Entretanto a visão durava pouco tempo, o suficiente para que o material amorfo se reestruturasse e "colasse novamente".

Se tinha um barulho que era conhecido pelo Duque era o do Soru, desse modo, ouvia-o e sua visão era imediatamente levada para a direita vendo uma sombra que deixava de ser um borrão e se tornava aquele sobretudo tão bem conhecido pelo homem. - Que grosseria. Para a surpresa, ou não, do moreno, o novo inimigo era uma criança de altura e idade próxima de Frisk, o que era até hilário de imaginar a Marinha tendo um vice-almirante desse tamanho. - Acorde. Sussurrava tocando no chão e o mesmo efeito ocorria com aquele pedaço, tornava-se uma espécie de geleia que tomava, dessa vez, a forma de uma mão com o dobro do tamanho do Duque e avançava velozmente contra o homem buscando agarrá-lo.

~ Frisk ~

O segredo por trás do Lost Children finalmente estava sendo desvendado, um plano em que o Governo na verdade só manipulava Andrew como uma marionete e que a chave estava no sangue do irmão de Frisk. - O sangue do seu irmão é muito mais potente que o seu, mas podemos fazer algumas alterações para que ele se torne potente também, só precisamos de uma mostra. Dizia ele estendendo mais a mão, como se estivesse babando por um prato de comida. - Usaremos em Madeleine, e usaremos para muito mais, você não tem noção do quão poderoso isso pode ser. Agora, me dê e eu lhe darei suas respostas.

O Anjo Caído, então, picava sua própria pele e sentia um pequeno incomodo quando via seu sangue preenchendo aquele recipiente, Horace dava mais um passo até que Seizaki saia da parede. - Hmm? Ele resmungava e então deixava aparecer no seu rosto uma certa expressão de diversão, o vice almirante apenas usava o geppou para subir até a altura do telhado e a tocava, na sequencia usando o Soru para estourar uma das janelas e ir para o lado de fora da casa. Frisk conseguia reparar bem no que acontecia, o telhado sofria uma daquelas transformações estranhas e se tornavam em uma espécie de gelatina, que era cortada produzindo um forte estrondo do lado de dentro, quase como um trovão, pela fresta de um corte era possível ver do lado de fora um homem flutuando coma uma tênue aura azul em sua volta - Tidus - .

Então, Chara tomava a vez de fazer suas perguntas e Horace, de começo, estranhava o que acontecia, até que o termo " Outro Frisk" vinha a tona, e nisso a mão do cientista antes erguida apenas caia, como se ele tivesse perdido as esperanças. - "Outro Frisk?" O que é isso? Um efeito colateral? A minha criação não se tornou perfeita? Perguntava o homem levando a mão até a face e dando um grito de dor e agonia, como se estivesse quebrando seu mundo. - O QUE AQUELE MALDITO PIRATA FEZ COM AS MINHAS COBAIAS PERFEITAS ? MINHAS OBRAS-PRIMAS? EU O AMALDIÇOO MARSHALL ROBBINS. Aquele mínimo ataque parecia parar, ele deixava suas mãos penderem mais uma vez, e murmurava algo incompreensível. - Você parece ser bem mais agressivo, isso é bom, talvez tenha algum efeito nos soldados. Ele dizia, mas rapidamente puxava de suas vestes um revolver e mirava-o em direção de Frisk. - Mas eu não suporto coisas imperfeitas. "clack" - "Boom" A bala saia do cano em direção do revolucionário.


~ Helves & Aya ~

A fim de verificar o sucesso da missão, Helves apoiava seu corpo sobre o de Aya, que aceitava, deixando a cabeça da garota contra seu colo,  e assim a moça voltava a usar seus fantasmas, através de seus lacaios espectrais, a revolucionária conseguia ter uma visão melhor do que estava ocorrendo, o fogo estava de fato muito forte, ao ponto de já ter engolido casas próximas e parecia que não iria dar folga, algumas pessoas já tinham chegado com Dials de água, infelizmente estavam longe de ser o necessário, a água ajudava mas não controlava o fogo que continuava a se alastrar. Parecia que havia algum plano para isso, mas talvez levasse um tempo até conseguir um dial que desse conta do recado, sem contar que uma parte das pessoas se perguntava onde estava Andrew nesse momento.

Graças ao seu poder de fantasma que Helves podia responder essa questão, ignorando o fogo, ela entrava dentro daquele inferno de chamas e vagava entre os escombros, das três vítimas, duas estavam confirmadas: haviam os corpos em combustão de quem fora Andrew e sua secretária, o terceiro, aquela mulher de armadura, caminhava vagamente tentando sair das chamas, com certeza sua armadura deveria estar quinze vezes mais pesada e queimando-a agora que estava dentro do fogo, mas afinal o que restava a ela se não a miséria? Havia falhado em proteger o seu chefe e sequer tinha visto por quem.

Eis que quando a garota poderia pensar em acabar com aquela tristeza, sentia uma leve dor no seu corpo e imediatamente retornava sua consciência, cessando seu poder,  Aya olhava para Helves vendo se estava tudo bem. - Ah, me desculpe te chamar tão bruscamente assim.  Falava a sirena esperando que a garota se levantasse e quando ela perguntava o que foi, ela apontava para a ilha flutuante onde, bem, havia uma geleia no lugar de um teto, um ponto que se movimentava no céu e algo que parecia ser uma mão do mesmo material do teto ? - Parece que nem precisamos entrar em contato com eles. Ela dava uma pequena risada e ajeitava-se melhor no banco. - Precisamos de um lugar para ficarmos fora do radar, parece que os meninos já vão chamar atenção o suficiente. O que você encontrou lá ?

~ Let it go ~

O combate tinha terminado, só havia agora um corpo ensanguentado cortado ao meio junto de uma rua e um prédio danificados, enquanto que o Duque Azul, ao rever sua amiga, parecia muito mais ocupado em recuperar Frisk ou aplacar sua raiva em Horace, enquanto deixava Missu sobre os cuidados de Elsa. A menina, ao ouvir as instruções apenas concordava e logo caminhava até a mulher, vendo a Falange. - É bom rever todos vocês. Dizia Missu com um sorriso no rosto enquanto acenava para todos. Ás retribuia o aceno e Mindy sorria calmamente, parecia que mais uma vez toda aquela extensa familia que era a Seasons estava de volta, por mais que esses não fossem dias de paz.

- Bom..por onde começar? O Quartel General deu ordens para Helves de descobrir algumas pistas sobre Andrew Ford e o Governo Mundial, Tidus e Frisk foram ordenados para ajudar ela. Acho que você já deve saber toda a parte do laboratório, então quando chegamos aqui Tidus-san descobriu que Horace também estava em Stanford. Ah! Também achamos os parentes de biológicos de Altair..ou melhor..Frisk. Dizia ela um pouco desconfortável com a ideia. - Ele ainda está pensando sobre tudo isso. Tidus acabou indo atrás de mais informações e Frisk foi no encalço, mas desde então não tenho notícias dele. Dizia ela dando alguns passos com um pouco mais de cautela.

- No primeiro dia eu fui atacada por uma pessoa desconhecida, com um poder estranho, bem parecido com o seu Elsa-san. De repente começou a chover, e eu desmaiei, os meninos falaram que na verdade eu virei tipo um cristal, não era gelo, mas era um cristal, mas Frisk deu um jeito nisso. Ela falava um pouco sem jeito e corada ao pensar sobre isso.

Então, da casa saia correndo e latindo um cachorro, já conhecido por todos, Bancho começava a correr e ao ver a Rainha dos Espinhos latia em felicidade e dava a volta nela, indo até Ás que parecia mais feliz ainda ao ver um cachorro, trazendo um pouco do seu "espírito de criança" de volta, ela se ajoelhava e começava a fazer carinho no animal que respondi com lambidas no rosto dela.

Mindy, ao ver a cena, acabava por dar algumas risadas, parecia até a cena de uma mãe vendo sua criança brincar. Porém, um forte estrondo vinha de um ponto acima deles e quando olhavam para cima podiam notar em uma pequena ilha flutuante algo que parecia ser uma geleia sendo cortada e produzindo um forte estrondo, aquela aura, aquele jeito de agir, era Tidus e bom, provavelmente já tinham a resposta de onde Frisk deveria estar. - Vamos agir? Ainda não sabemos nada sobre Helves, sem contar aquele incêndio na parte de cima, podem ser dois inimigos diferentes, ou um evento não relacionado com o outro. Mindy perguntava à líder do grupo se aproximando mais ela e falando para que somente ela ouvisse, enquanto isso Missu continuava olhando para Elsa e Ás brincava com o cachorrinho, sem haver, ainda, sinal de Angel.

Apesar das cenas bonitas e da neve, Stanford parecia viver um dia de inferno, pessoas começavam a sair de suas casas para ir em direção ao incêndio ver o que ocorriam, outras se escondiam, chamas iam consumindo a parte de cima da cidade. Outras, se perguntava o que acontecia na mansão Ford, e lá um combate começava a ocorrer contra um poderoso inimigo.


Legenda:
 

Legenda Falange:
 

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MensagemAssunto: Re: Stairway to Heaven   Stairway to Heaven - Página 5 EmptySex 19 Jun 2020, 22:37





- Stairway To Heaven -

~ Queen of Thorns ~




Sob um ode de destruição inesperadamente surpreendente, encerrava assim um breve e silencioso reencontro. Havia muito o que falar com os demais, talvez muito a compartilhar sobre um vida simples e alheia aos conflitos dos quais tão indiscriminadamente nos lançamos em todas aquelas missões. No entanto, tal conversa poderia esperar, ao menos até que as pendências de Karakui e Stanford estivessem resolvidas. - É bom estar de volta. - uma resposta curta e direta, mas completa no pelo sentimento de pertencimento era deferida a Missu com um sorriso confiante no rosto, fazia tempo desde que tive contato com a menina e podia muito bem me alegrar por perceber que sua vivacidade permanecia irretocável. - Comece pelo que de fato importa. Eu já tenho noção dos fatos que causaram a destruição do laboratório. - era direta e rígida, sem perder parte da suavidade com a qual media as palavras a fim de não soar inconveniente ou muito menos desfazer o clima de reencontro. - Se Horace está aqui então é necessário lidarmos com ele de forma apropriada. - a voz tornava-se seca, ainda sob efeito do que tinha escutado de Robbins a respeito da origem de Frisk e do que ele havia passado como um experimento da Marinha.

Missu passou a relatar os fatos importante até o momento, ainda não sabia se aquela era toda a informação que a menina continha, embora ter-se tornado cristal durante o primeiro dia deles na ilha tenha a removido de boa parte dos fatos. Do que me era contado, a presença de parentes vivos de Frisk era uma surpresa, tal como seu possível real nome. - Onde estão esses parentes? - fazia a primeira pergunta, enquanto passava a andar cautelosamente em direção a destruição, notando o alvoroço e pânico causados pela mesma. - Missu, em que condições ocorreu essa chuva? - a outra pergunta no entanto vinha em paralelo a percepção da neve que caía naquela ilha, uma ação climática inesperada talvez escondesse perigos em Stanford. Mas se já não bastasse matar as saudades de Missu, Bancho surgia vindo de uma casa, correndo rapidamente em minha direção antes de seguir até Às, fato que parava nossa movimentação por algum tempo. - Como está garoto? - me aproximei do cachorro, para um afago em seus pelos. O fato tanto do cachorro, quanto da menina estarem comigo e não com Frisk, levava-me a considerar o quanto o rapaz poderia estar envolvido naquilo. - Normalmente eles não se desgrudam com facilidade. - pensava a respeito da relação do trio, mas logo algo despertava nossa atenção, um impacto e uma aura conhecida. Tidus parecia ter agido em um ataque e a origem parecia revelar a presença de outra pessoa. - Não se preocupe Missu… - comentei, observando o foco da batalha. - … Frisk está bem. - tornava a observá-la, antes do questionamento de Mindy a respeito do que faríamos a partir daquele momento.

Eu preciso ir lá em cima. - comentava, ainda observando a ilha flutuante onde o ataque de Tidus havia atingido. - Mindy, leve Às e Bancho com você, conduza o avanço de Dailong em direção ao local da primeira explosão, procure por Helves e esteja atenta às pistas de Angel. - olharia com uma elevada seriedade para minha companheira. - Helves foi designada a obter informações, se ela às possui então sua segurança deverá ser preservada a qualquer custo. Fora isso, sua identidade deverá ser preservada, portanto se a encontrar, não estabeleça contato direto, apenas a proteja explorando nossa vantagem de distância. - olharia então para Dailong, sinalizando-o com uma série de comandos básicos, um punho fechado seguido de um punho aberto com os dedos juntos, dois dedos e em seguida apontaria para Mindy até finalizar com os dedos cruzados, Dailong entenderia o recado. “Dividir forças em dois grupos, Mindy irá liderar, permaneça na formação.” - Missu, você seguiria com a outra metade de meus homens, ficarão o mais próximo possível do conflito, mas lutarão a distância caso seja necessário. - Novamente indicaria a outra metade das forças, que seriam lideradas por mim, um gesto com a mão aberta em paralelo ao chão, indicando para que seguissem em minha direção. - Vocês todos agora tem algo a fazer, nosso tempo está correndo e não podemos perder um segundo sequer. - fechava os olhos e respirava fundo, antes de agachar-me levemente. - Vão! - daria o sinal para que cada um seguisse seu caminho e objetivo antes de saltar com o Soru, seria um pulo dos mais altos a medida que projetaria de meus pés uma camada de gelo, o suficiente para que pudesse novamente me impulsionar com outro Soru e assim sucessivamente, saltando de bloco em bloco de gelo até ganhar altura e avançar em direção ao local da batalha.

Saltaria até alcançar o local onde Tidus havia atacado, a todo instante cobrindo a área com meu Haki de Observação até sentir a presença de Frisk. Se o encontrasse antes do ataque de Horace, inclinaria meu corpo na direção dos dois e daria um último e potente Soru até alcançar o rapaz, deslizando pelo chão antes de projetar uma grossa parede de gelo entre ele e o homem, a fim de evitar que a bala atingisse o rapaz. Se o encontrasse, mas percebesse que não havia tempo para uma rápida aproximação, giraria o corpo usando daquilo para disparar uma senbon a fim de interceptar o disparo em sua trajetória antes de me aproximar. Permaneceria atenta a situação ao meu redor, e usaria o gelo para prevenir-me de ataques a distância que pudessem ser direcionados a mim, usando o Soru somente em situações onde julgasse ser necessário realizar a esquiva. Assim que chegasse ao local onde Frisk estivesse, chamaria pelo rapaz. - Espero que não se incomode Altair… - diria com um sorriso. - … ah, desculpe Chara, vocês têm nomes demais que até me confundo.





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~The winter has come
The blood and soul has aceepted their fate
The young viper, now mature, put their children in the hunt
They want to hunt by your lead
Their dreams, liberty and fate
Winter calls with your voice and only the phalanx can survive it!~


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MensagemAssunto: Re: Stairway to Heaven   Stairway to Heaven - Página 5 EmptySab 20 Jun 2020, 01:54

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É claro que um deles sairia vivo. Helves observava os corpos de Andrew e sua secretária já mortos, confirmando sua missão completa, mas ainda sentia que faltava algo. Só de olhar para aquela mulher de armadura andando por aí a deixava preocupada, nenhum ser humano normal sobreviveria ao ataque. "E ela continua andando como se estivesse na praia, que merda é essa? Eu estaria fritando aqui dentro." Não fazia muito sentido ao se olhar daquela forma, porém era óbvio o motivo daquela situação. Ninguém estaria feliz depois de ter seu prefeito morto, principalmente na sua frente e não conseguir fazer nada. Helves sentiria o mesmo se estivesse vendo algum companheiro importante ser morto, principalmente se fosse Aya deitada no meio das chamas. "Não existiu tempo para o proteger, acho que nesse momento eu já teria desistido de fugir e morreria junto dela..." Em um suspiro ela partia para acabar com tudo, matar a guarda seria bom para ambos os lados. "É um favor que estou fazendo para você." Pensou, tentando justificar o que estava para fazer. O problema é que uma dor estranha surgiu, algo que não deveria ocorrer, mas a celestial entendia a razão quando lembrava de Aya.

Sem muito tempo para continuar com os avanços, retornou depois do chamado, finalizando a missão por ali mesmo. "Talvez seja melhor assim, sem mais mortes pelas minhas mãos por hoje." A primeira visão ao abrir os olhos era a mais bela, sorrindo quase que imediatamente para sua amada. Depois de pensar em tudo que viu na casa destruída, todo aquele fogo e destruição causados pela celestial, imaginar Aya na mesma situação a deixou levemente preocupada. O caminho que Helves estava seguindo era um pouco perigoso, provavelmente enfrentaria situações daquele tipo muito mais vezes, mas daquele momento em diante não teria ninguém ao seu lado. Estava dispensada de acompanhar a Seasons, tinha novos objetivos e agora a sirena estaria ao seu lado, mas por algum motivo isso ainda não parecia bom. "Sei que ela treinou e está mais forte... Eu quero acreditar que não vou perder ela de maneira alguma, que poderei a proteger de tudo... E mesmo assim eu me sinto apreensiva." Por alguns instantes a preocupação poderia ser vista no olhar da garota, mas logo se recuperava, piscando os olhos rapidamente enquanto se levantava com cuidado até se acostumar com o corpo novamente. – Não tem problema meu anjo. – dizia assim que escutava o pedido de desculpas, levando sua mão direita até os cabelos da sirena para a deixar mais tranquila agora que estavam reunidas novamente.

Uma geleia? Bem, parecia ser isso que a garota via no céu. Era tudo um pouco estranho, mas fazia sentido assim que pensava nos poderes que aquelas frutas davam. Uma magia muito interessante, porém perigosa. – É, eles vão ficar bem. – comentava, passando a mão direita pela cintura da sirena, trazendo-a para mais perto. – Acho melhor eu não falar muito, era um cenário feio de se ver... A missão está completa, essa é a parte importante. – assim ela mostrava um sorriso fraco, querendo deixar sua companheira um pouco mais tranquila. – Mesmo sendo triste... – murmurava sem notar, imaginando se tinha feito a coisa certa depois de tudo. Agora era um pouco tarde para se arrepender, Helves apenas respirava fundo e começava a descer as escadas. – O barco é a melhor opção, podemos esperar lá. Não é bom sermos vistas com eles nessa confusão toda. – ao menos com isto ela esperava que tudo estivesse decidido, seguindo tranquilamente pela cidade. O capuz estaria sendo usado, preferindo não mostrar muito os cabelos e o rosto. Fora isto a garota também daria alguma blusa para sua companheira, deixá-la cobrindo o rosto um pouco com algum capuz resolveria boa parte do problema que teriam ao encontrar pessoas nas ruas.

Antes de realmente partir para lá a garota esperava encontrar alguma coisa interessante pelo caminho, qualquer coisa que fosse chamativa ao olhar e estivesse em um ponto de fácil acesso. "Não sei bem o motivo, mas estou com vontade de pegar algo desse lugar... Eu devia ter pego algo naquela casa antes de destruir, seria o melhor." Roubar coisas sempre esteve em sua vida, só que fazia algum tempo que a garota não procurava esse tipo de problema. Qualquer pequena coisa serviria, Helves não tinha muito tempo por isso apenas observaria, se aproximaria e então pegaria assim que ninguém estivesse observando. Depois disso poderia seguir para a embarcação, tomando distância da ilha, carregando Aya se andar nas nuvens fosse um trabalho complicado e então subindo para algum dos quartos junto da sirena. – Espero que isso não demore, só preciso avisar os superiores da missão. – como a situação era bem tranquila ela deixou sua mochila com a sirena, pegando apenas o baby den den mushi para realizar a ligação.

Helves desceria até o andar mais baixo da embarcação, fazendo a ligação aos superiores. – Está finalizado, logo devem receber alguma notícia sobre o ocorrido pelos jornais. – diria sem se anunciar, esperando que a pessoa do outro lado conseguisse entender isso. Sem muito mais a ser dito, desligaria após escutar tudo que o superior quisesse dizer. Por hora a celestial retornaria até sua amada, deitando na cama em seu quarto com os olhos fechados. – Não tive nem tempo de aproveitar essas férias, vou precisar de mais algumas antes de fazer outra missão desse tipo... Estou cansada. – na cabeça dela tudo estava terminado do seu lado, só que ainda existia a possibilidade de alguém ter a seguido até o barco. Mesmo que este fosse o caso, não existia nada que a fazia suspeitar e assim Helves esperava descansar os olhos um pouco sem se preocupar com nada, aproveitando a presença de Aya enquanto os garotos resolviam a complicação que apareceu na ilha.


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MensagemAssunto: Re: Stairway to Heaven   Stairway to Heaven - Página 5 EmptySab 20 Jun 2020, 02:21


Stairway to Heaven

O avanço até a mansão suspensa foi um sucesso, todo estardalhaço causado pela explosão parecia estar atraindo toda a atenção - o que poderia acabar se tornando um problema para Helves, contudo todos tínhamos nossos próprios problemas no momento. - “Por que tudo sempre termina assim?” - Um suspiro em meio a um sorriso foi tudo que tal cenário me fez expressar,  fogo e cinzas, tudo sempre se resumia a isso. De qualquer forma finalmente alcançava o local onde Frisk estava! Curiosamente o garoto parecia até mesmo estar colaborando com o suposto inimigo. - “Mas o que está acontecendo aqui?” - Arregalei os olhos ao observar a cena do jovem retirando um pouco de seu próprio sangue.

As surpresas não terminaram na atitude do Anjo Caído, o que antes parecia ser um telhado bem resistente estranhamente se transformava em… Geleia? -  Uhn? - Senti meu corpo recuar por instinto, algo não estava certo, era quase como se estivesse vivo! - Isso é coisa sua? - Uma nova presença poderosa se revelava, uma talvez mais intimidadora do que a de Asmodeus que fez com que meu corpo todo estremecesse e um leve sorriso se formasse. - Um pirralho. - Murmurei ao cruzar olhares com o portador de tal presença, em situações comuns provavelmente aquilo seria um absurdo, mas viajando com Frisk a tanto tempo ver uma criança poderosa já não me surpreendia tanto. - Francamente, o que andam dando pras crianças de hoje? - Novamente levei as mãos até a cintura sacando o par de White Sky.

O vice-almirante possuía uma habilidade bem peculiar, com um toque foi capaz de fazer o que antes era parte do chão se transformar na mesma substância gelatinosa da última vez. - Ho, isso é novidade. - Uma habilidade capaz de transformar e controlar o ambiente? Nossas habilidades pareciam levemente similares nesse ponto, mas talvez eu estivesse na desvantagem. - Mas ainda prefiro os clássicos. - A cor do armamento uma vez mais cobria os antebraços e as lâminas com sua coloração obscura. - Kokutou. - Em meio a um suspiro os músculos relaxaram e logo em seguida se contraíram. - Belmont's Style... - Em queda livre fui em direção aos meu adversário com os braços abertos girando as espadas em minhas mãos. - … Hurricane! -  Chegando perto o suficiente da mão-gelatinosa girei em meu próprio eixo em alta velocidade disparando a técnica revestida com a cor do armamento, um furacão cortante se formaria impulsionado pelo Haki.


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Após a realização do furacão cortante desceria o mais rápido possível em direção ao solo, batendo os dois pés cobertos pela cor do armamento no concreto/terra/pedra ao mesmo tempo em que a cápsula compactadora liberava minha bainha composta. - Isso é um jogo pra dois. - O poder da leveza se espalharia pelo campo de batalha, fazendo com que o solo começasse a flutuar, alguns pedaços de terra se espalhavam pelo céu formando pequenas plataformas/obstáculos ao mesmo tempo em que algumas estalagmites eram criadas em direção ao vice-almirante em uma tentativa de perfura-lo. Após tal investida as espadas que antes tinham sido libertadas da capsula compactadora começariam a se movimentar no céu. - Flying Blade Style… -  As armas se alinhavam em fileiras, formando três círculos em volta da região onde nós dois estávamos enquanto giravam em alta velocidade. - … Cage!


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As habilidades do vice-almirante ainda eram um mistério, sua capacidade de transformar o ambiente naquela geleia-regenerativa era um problemas, mas precisava continuar atacando e pressionando-o para descobrir mais sobre seus limites, com isso em mente sempre que percebesse uma abertura com a leitura de sua aura atacaria com uma das espadas voadoras, lançando-a em sua direção em alta velocidade antes de fazê-la retornar ao círculo, os ataques seriam cadenciados e variados, eventualmente apenas uma lâmina lhe atacaria, enquanto em outras duas, três ou até mesmo cinco de uma vez, a ideia era variar e tornar os movimentos menos previsíveis e me aproveitar de brechas em sua postura. Também manteria o Haki da Observação atento tanto ao garoto quando aos arredores, era possível que ele também conseguisse controlar as coisas a longa distância e se percebesse algo vindo em minha direção tentaria primeiro esquivar flutuando para o lado mais aberto ou apenas ascendendo mais aos céus, permaneceria o mínimo possível no solo já que existia a possibilidade de todo o lugar ser transformado, deste modo avançaria mais pelo céu tomando impulso nas pedras/plataformas que havia formado anteriormente com Soru. Já tendo marcado a ilhota com minhas habilidades eventualmente tentaria lhe atacar formando estacas sob seus pés/costas também e se possível criando barreiras entre seus ataques para atrasa-los/ganhar mais tempo enquanto voava pelo céu para evitar seus ataques realizando manobras acobraticas, girando, subindo, descendo e em ultimo caso fazendo com que as espadas formassem uma barreira para ao menso amenizar o impacto.


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Belmont's Style - Hurricane:
 

Flying Blade Style - Cage:
 

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MensagemAssunto: Re: Stairway to Heaven   Stairway to Heaven - Página 5 EmptyDom 21 Jun 2020, 09:44



STAIRWAY TO HEAVEN

Aconteceu tudo bem mais rápido do que eu esperava. Primeiro, alguma coisa do lado de fora fez com que Seizaki resolvesse se retirar pra ir receber as visitas indesejadas - e como já era de se esperar, era coisa de Tidus-san. Depois disso, no meio da discussão com o Horace, Chara assumiu o controle de repente e começou a falar um monte de coisa. Mas a parte mais estranha foi quando o cientista simplesmente surtou ao descobrir que alguma coisa tinha ido errado com sua "cobaia perfeita", e seu acesso de loucura acabou levando a um disparo na minha direção. Seria um problema bem grande...se eu não tivesse Haki, é claro.

Com rapidez, eu ergueria a mão direita à minha frente, abrindo uma porta para a dimensão de bolso e deixando que a bala passasse direto pro outro lado - em último caso, podia até cobrir o braço no Haki do Armamento, para me defender da bala. Agiria quase que por reflexo, como já tinha feito tantas vezes pra evitar ataques como aquele, mesmo sem saber direito quem é que estava no controle do corpo no momento. Depois de ver Horace perder a razão e disparar, por algum motivo, eu senti minha mente limpa, calma. – Ah...desistiu de contar a história, Horace? Que pena...mas cara, que alívio! A ideia de ter sido criado por gente como você tava me assombrando há um tempo, mas parece que eu me preocupei à toa. Eu sou eu, não um experimento que saiu do controle. – Chara parecia mais animado que nunca, como se um peso tivesse sido tirado dos ombros dele. Era estranho. Como se nós dois estivéssemos ali, ao mesmo tempo, juntos. Talvez fossem os nervos à flor da pele.

E se você atirou primeiro, Horace... – diria, ainda com a porta aberta à minha frente – ...não pode reclamar se eu revidar. – e saltaria pra dentro da Air Door, onde não teria que me preocupar com outros disparos. Sem a ajuda do vice-almirante, Horace não podia estar mais indefeso. Talvez ele tentasse correr quando me visse sumir, mas tudo que eu precisava fazer era segui-lo se acontecesse. – "Não que eu vá deixar acontecer, é claro." – eu não sabia quão forte ele era, mas duvidava muito que estivesse sequer perto de Seizaki nesse quesito. Eu me moveria rápido pela dimensão de bolso, saltando para fora quando estivesse perto o suficiente para simplesmente tocar suas duas pernas, transformando-as em portas giratórias que não conseguiriam sequer mantê-lo de pé. Eu tinha confiança de que era mais rápido, claro, mas por via das dúvidas, ficaria atento à sua aura pra evitar outros ataques.

Quando ele estivesse no chão, seria breve: um soco rápido bem no meio do rosto, com o punho coberto na armadura negra de Haki, cortesia de Chara. Eu preferia não ter que matá-lo, é claro, então a ideia do golpe era só deixá-lo atordoado - e quebrar aquela máscara feia também. – Você não tem que morrer aqui, Horace, por mais horrível que seja. Mas vai ter que contar o restante. – mesmo se estivesse com tudo sob controle, não baixaria a guarda. Só deus sabe quantas vezes já não tivemos de lidar com inimigos que tinham alguma carta na manga que acabava virando a maior dor de cabeça. Por isso, se visse a arma de antes ou qualquer outra perto dele, pegaria e jogaria pra longe. – Ah, mas não me entenda errado. É verdade que eu quero ouvir sobre meus pais, mas eu não faço questão. Eu não sou mais Altair, afinal. Posso viver sem saber. – esperava que aquilo deixasse a mensagem bem clara. Se Horace não começasse a falar logo, eu não ia perder meu tempo esperando ele abrir o bico.

Dali pra frente, então, tudo dependeria do que ele resolvesse fazer. Se contasse o que faltava da história, eu o ouviria com calma, mas nunca relaxando, já que não sabia se ele pretendia tentar mais alguma coisa. Esperava não precisar de nada disso, mas se alguma coisa fora do comum acontecesse, ficaria pronto pra me esquivar, saltando pra longe ou pra dentro da dimensão de bolso, e me defendendo como possível. Por outro lado, se ele resolvesse ficar calado, eu simplesmente daria um longo suspiro - ainda assim, não acho que sentia vontade de matá-lo. Seria diferente numa luta acirrada demais pra me preocupar com a vida dele, mas numa situação daquelas, seria simplesmente cruel. – Você que pediu. – e com isso, daria um golpe em sua nuca com força suficiente só pra deixá-lo desacordado por um tempinho.

Se nesse meio tempo Elsa-san aparecesse na sala, eu arregalaria os olhos com surpresa, já que não esperava vê-la ali em cima. – Elsa-san! Ahaha, eu acho que somos meio que nós dois no momento, então tá mais confuso do que nunca. – admitiria, sem saber direito como explicar. Imaginava de que cor meus olhos estavam àquela altura. – Oh, bem na hora, mulher de gelo. Tava me perguntando como ia fazer pra prender ele, mas nada melhor agora do que fazer picolé de cientista do mal. – Chara sorriria, divertido. Se tudo desse certo ali, só faltaria lidar com o vice-almirante mirim...e isso não era pedir demais, era?

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MensagemAssunto: Re: Stairway to Heaven   Stairway to Heaven - Página 5 EmptySeg 22 Jun 2020, 23:59

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~ Tidus ~

Seizaki continuava a olhar o Belmont da superfície enquanto ele agitava suas lâminas criando um intenso furacão, nisso, o vice-almirante tinha que rapidamente tocar no solo e criar um pequeno apoio para que ele segurasse e não fosse puxado junto pelo vento, sua capa com os símbolos da justiça era arrancada de seu uniforme e voava com o vento, sendo levada para a direção do incêndio. Nisso, quando o vendaval terminava, o homem olhava para o Belmont e se mostrava curioso ao ver as lâminas que começavam a circulá-lo, dando a impressão de que haviam muito mais do que realmente tinham, o garoto começava a, então, bater palmas como se estivesse vendo um espetáculo.

- Incrível !

Entretanto, o sub-general não dava tempo para conversas, Tidus usava aquele momento de distração para tentar atingir o menor e com isso a primeira lâmina ia na direção dele, mas ele conseguia se esquivar, depois duas, três, na quarta obrigava-o a fazer uma manobra acrobática, então cinco dariam. Nisso, na volta das quatro espadas, Seizaki puxava de dentro de suas vestes um dial, apertando-o e emitindo uma pequena nuvem de metal, como o Belmont vira antes, mas ao invés de usá-la para defesa, ele tocava no material, que trocava de forma para uma pequena esfera, quase uma bolinha de gude. Ele arremessava a bolinha na direção do sub-general e as espadas davam a volta, indo agora cinco na direção dele. Entretanto, para a surpresa do general, das cinco, duas literalmente eram atraídas na direção da pequena pedrinha e colavam-se uma em cada lado da rocha, ficando presas, o que nesse instante ficava bem fácil de entender: magnetismo, aquela pedrinha tinha se tornado um superimã. As outras três lâminas continuavam seu trajeto e o vice-almirante ainda se desviada de duas usando seu haki, mas uma raspava seu braço ,deixando um fino fio de sangue.

Ele assobiava e então o imã parava de atrair as espadas, caindo e sendo pego pelo garoto. - Kokutou, espadas flutuantes, matéria flutuante. O famoso Duque Azul. O velhote ia me dar uma bela promoção e me agradecer muito se eu te capturasse aqui, mas sabe, talvez seja sem graça demais. Então, Seizaki colocava a bolinha contra o solo e tocava no solo mais uma vez. - Seu poder é bonito, porém te falta imaginação, Duque. Vamos ver como você vai fazer agora, proteger a vida inocente da criança que mora nessa mansão, ou proteger seus amigos ? A bolinha de ferro se fundia com o solo e o próprio solo parecia se vibrar todo. Subitamente Tidus podia ouvir um som de uma máquina falhando, e o que notava era que, na realidade, a ilha flutuante começava a ceder, indo em direção do solo e ganhando velocidade.

- Sua espada chama Kokutou não é ? Vamos ver o quanto eu posso te mostrar sobre a minha. O garoto sacava de suas costas uma pequena adaga, curta, mas com algumas inscrições na lâmina. - Arashi. Tudo ocorria em um instante, o homem saltava, usava o Soru e o Haki de Tidus ia mais rápido que seus sentidos, piscando seus olhos e vendo a sombra daquele homem na sua frente, uma aura de cor magenta exalando de seu corpo, lembrando muito o poder do seu demônio, mas no fundo, era nada mais do que o cérebro do sub-general lendo a intenção assassina daquele rapaz.


~ Let it go ~

Ás e os demais já tinham as novas coordenadas, deveriam proteger, ou melhor, a pequena e o cachorro deveriam ser protegidos, e para isso ninguém melhor que Dailong, Missu respondia a sub-general antes de saírem, aparentemente a chuva não tinha nenhuma condição especial, era um dia comum, não tinha nenhuma marcação que pudesse dar sinal, o que era ainda mais estranho. Mas exatamente por isso, quem quer que fosse o autor, era forte o suficiente para ter conseguido ter feito aquilo e saído sem sequer ser identificado.

- Entendido, tome cuidado lá em cima, Tidus parece estar levando bem a sério essa luta, digo, para usar tudo isso, eles não devem ser fracos. Ela dizia referindo-se ao pequeno furacão criado pelo revolucionário em defesa do ataque do inimigo.

Por fim, Missu recebia suas outras instruções, ficaria no time a distância junto com metade das tropas da falange, enquanto a outra iria partir para a cidade alta em busca de Helves. Pois bem, a dama do gelo partia usando o Soru para pegar uma boa altitude e o restante era resolvido através de pequenas placas de gelo formadas em seus pés que serviam de impulso. Dessa forma, o movimento dela era acelerado, mas quando pisava na ilha flutuante, ouvia o barulho de disparo e sem pensar duas vezes avançava para dentro da mansão. E enquanto isso,a mais nova começava a aprontar as tropas em solo, ficando logo abaixo da ilha flutuante.

~ Frisk & Elsa ~

O Haki da observação as vezes era um poder bem overpower útil, principalmente em situações como essas, Horace era o primeiro a atirar e de fato suas habilidades com projéteis era exímia, mas a sensação de perigo alertava Frisk e nisso a doa doa era ativada, fazendo com que em uma respiração a bala fosse, ao invés de na cabeça do revolucionário, atingir a parede da casa, tornando-se uma bala perdida em algum canto. O cientista não parava em pensar, e rapidamente disparava mais outro projétil, todavia era surpreendido quando uma das senbons da Volkerball atingia o metal, lançando-o para longe.

Horace primeiramente pensava no que fazer, e visto que sabia que oponentes enfrentava, ele puxava de sua vestes três objetos, dois flashs e uma bomba de fumaça, nisso os objetos iam para o ar enquanto ele salva em direção da seringa com o sangue de Frisk. Nesse meio tempo, o pequeno revolucionário conseguia entrar dentro da dimensão da doa, e por isso a fumaça na verdade seria um elemento contrário contra Horace, o cientista se sentia feliz pelo que poderia acontecer, mas depois que guardava a seringa embaixo do corpo, subitamente, ele gritava ao sentir o que acontecia com suas pernas. Sentia que elas estavam ali, mas não estavam, e ao olhar na verdade tratavam-se de agora portas giratórias.

Frisk o virava e então dava um forte soco contra a face do mesmo, a máscara era retirada com força e o [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] do cientista ficava a mostra, com o nariz inchado e com sangue saindo desse órgão e de sua boca. As palavras eram ouvidas, e então o cientista sorria. - Seus pais? Ele dava uma risada. - ESTÃO TODOS MORTOS SEU PIVETE, ASSIM COMO VOCÊ. O sangue do outro respingava sobre o rosto de Frisk e quando o Dreemur estava pronto para matá-lo uma surpresa chegava para Elsa e seu amigo.

Os dois revolucionários conseguiam sentir uma nova aura ali, não era amedrontadora como a de Seizaki, mas era forte, quando olhavam para cima das escadas, podiam ver um chicote coberto por chamas que ia na direção de Elsa. Graças ao Haki, a mulher conseguia desviar com um rolamento, mas mesmo assim o objeto deixava marcas de fogo pelo chão e queimava o que houvesse de pano ali, além de ter aquecido o ambiente. Acima das escadas um homem olhava toda aquela situação, a fumaça no ambiente se retinha ao andar debaixo, o que complicava um pouco para a Volkerball saber o posicionamento exato de Chara ou de Horace, assim como o mesmo valia para o pequeno. O chicote dava a volta e parava no parapeito de mármore, marcando-o com o fogo. Os olhos daquele que deveria ser o [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] da casa se fixavam e Elsa e mais uma vez ele agitava sua arma.

Ainda assim, o segundo golpe não acertava, por que os três conseguiam sentir algo errado, a mansão estava se movendo? Não..a ilha estava se movendo. Ao olhar pela janela eles podiam ver, não estavam andando para os lados, mas sim para baixo. - SEIZAKI! SEU DESGRAÇADO! Gritava Horace, quando notava o que estava acontecendo, o que quer que fosse. Se quisessem, tanto Elsa quanto Dreemurr poderiam usar seus haki para notar o que acontecia, conseguiriam ter noção da aura de Seizaki ainda mais forte e com uma intenção assassina muito mais amedrontadora do que antes, a aura do novo convidado e além disso, na direção de onde a ilha estava, mas no chão, Missu e metade dos soldados da Falange.


~ Helves & Aya ~


O plano tinha sido um sucesso, Andrew estava morto, e só restava de testemunha os próprios cidadãos e o restante de corpo daquela mulher que estava sendo completamente queimada. Aya falava com Helves e entendi que bem...aquela não deveria ser a melhor paisagem, talvez esse fosse o real lado ruim do trabalho. Então, era hora de mover para a próxima parte do plano, as duas desciam até as ruas e Helves tratava de cobrir-se com um capuz para evitar novas aparições. - Ivnya! As duas ouviam um grito chamando por uma voz e ao longe Helves conseguia apenas ver uma mulher sendo resgatada de uma armadura, ou melhor, aquela mulher, mas pela reação dos habitantes era claro que ela já não estava mais nesse mundo.

Assim, a revolucionária e agora terrorista começava a caminhar pelas ruas de Stanford, indo em direção ao navio junto de Aya, que felizmente não precisava de ajuda nesse quesito, passavam por uma barraquinha e pegavam, além de dois pães doces, conseguiam pegar no caminho um pequeno colar que estava em um banco ,abandonado ali, algumas joias de segunda qualidade, mas que serviam para saciar o vício de Helves.

Enfim, não demoravam muito para que chegassem no navio, subiam para o convés e depois no nível do lastro a garota puxava seu Den Den Mushi, entrando em contato com seus superiores e informando-os sobre o que havia ocorrido. - Certo, sua missão está completada, retorne para Karakui e aguarde novas instruções. Com certeza, para Helves, essa missão tinha sido muito mais fácil do que no laboratório, felizmente tinha até conseguido mais tempo com Aya, ainda que fosse um pouco turbulento e bem, houvessem mais perguntas do que respostas.

Entretanto, quando estava para se mover, ela sentia algo ocorrer com seu corpo pela primeira vez puberdade um frio intenso percorria toda sua espinha e sua visão ficava totalmente turva, era como se tivesse se tornado cega, ela conseguia ver algo como uma mancha acima de si, em uma cor mais rosa, se aproximando, mas sentia que era Aya. Porém, não era só isso, ela via, olhando mais ao norte, onde a ilha flutuante estava, duas intensas manchas de cor vermelha e seu corpo, ao olhá-las suava frio, uma sensação de perigo e morte preenchia ela, obrigando que instintivamente desviasse seu olhar, e depois algo chamava sua atenção, ela olhava para a direita e depois para a esquerda e notava que haviam duas manchas de cor azul, que não conseguia reconhecer, mas se moviam na direção dela e de helves, vindo de direções opostas, não sabia quem era, mas dava para sentir que eram mais fortes que a própria revolucionária.

- Helves ? Está tudo bem? A voz de Aya cortava aquela cena da cabeça de Helves, o mundo voltava ao normal e aquela cena tinha sido momentânea, quase como um sonho, ainda que a sensação de medo ainda percorria o estomago da celestial. Ainda era possível memorar aqueles borrões, o que quer que fossem eles, tal como sabia que dois seres, ou o que quer que significassem aquelas manchas, estavam vindo em sua direção.



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MensagemAssunto: Re: Stairway to Heaven   Stairway to Heaven - Página 5 EmptyTer 23 Jun 2020, 09:01

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Teria sido uma boa missão completa se não fosse pelo objetivo dela e também a forma como acabou completando a mesma. "Já pensei muito sobre isto, vai ser melhor nem falar com os outros... Não preciso preocupar ninguém, nem os deixar irritados se logo vamos nos separar." Voltar para Karakui era a ordem, mas na cabeça da garota não parecia o melhor momento para tal. Principalmente com Marshal a seguindo o tempo inteiro, era cansativo voltar ao lugar. Mesmo que estivesse sendo caçada em Stanford, descer também não era lá muito bom. "Ninguém vai me procurar aqui, eu acho." De qualquer modo não importava, descendo ou não Helves ainda não tinha ordens e poderia aproveitar os momentos tranquilos com sua amada enquanto o resto do pessoal permanecia em combate na ilha. Ao menos era isto que ela estava esperando, só que a vida nunca foi muito boa para a celestial. A sensação estranha do nada a deixava confusa, com medo ao notar sua vista piorar de uma maneira esquisita. "Fui atacada? Não quero morrer ainda, eu, eu..." O medo era real, Helves até pensava em falar algo, mas preferia não preocupar Aya. Adaptar-se ao problema foi sua escolha.

A visão não tinha desaparecido completamente, ainda existia ali, mas estava funcionando de uma maneira diferente. Manchas surgiam, primeiramente a rosada que acabava por ser a sirena bem próxima. Com o tempo foi possível enxergar mais manchas, notando-as na direção da ilha voadora, estas que a deixavam com mais medo ainda. Eram vermelhas, existia um corpo nelas, mas Helves sentia-se em perigo só de observar aquilo, desviando o olhar de imediato enquanto respirava fundo para se acalmar. "Isso é muito esquisito... Só que não parece um ataque." Duas outras manchas surgiam, estas pareciam se aproximar da embarcação, algo perigoso naquele momento. Era como se a força delas pudesse ser sentida só de olhar. Manchas com força? Isso só podia significar que eram pessoas, principalmente ao se observar a forma. "Então a rosa era Aya? Que coisa estranha, parece até que aprendi uma nova magia." Pensar e focar tanto naquilo tinha a deixado um pouco fora de si, voltando apenas quando a voz doce da sirena. – Ahn..? – perguntou-se, piscando os olhos e notando que tudo parecia normal. A visão estranha tinha desaparecido, mas os sentimentos permaneciam.

Helves continuava com medo de tudo que tinha sentido naquele momento, mesmo que fosse um simples sonho ou alguma magia nova, parecia ser bem real na cabeça dela. – Não... Eu... Bem, acho que tem pessoas se aproximando, preciso checar. – dizia levemente preocupada, sua mão direita subia até o rosto de Aya, acariciando-a antes de partir. – Volto logo, fique de olho em tudo. – terminava em um sorriso, liberando sua alma do corpo em vários pedaços. Os pedaços obviamente formariam pequeninos fantasmas que iriam se espalhar, atravessando as paredes da embarcação para observar tudo que ocorria na região. Checaria principalmente os pontos que havia visto em sua visão, imaginando que talvez por lá existiam pessoas, ou manchas. Naquele ponto já não importava se alguém conseguisse ver as criações da celestial, mas tentaria os manter escondidos para observar e escutar tudo. Um ou dois permaneceriam perto do corpo dela, rodeando Aya, mantendo-a por dentro da situação de seu corpo. Com as informações adquiridas pela sua rede fantasma Helves poderia pensar melhor no que fazer, retornando sua alma para o corpo assim que houvesse finalizado a checagem.

É melhor ficarmos preparadas, pode ser perigoso. – seriam suas falas caso não tivesse conhecimento dos desconhecidos. Assim a celestial se levantaria, caminhando para um local aberto junto da sirena. "Lugares fechados comigo dentro não é recomendado, preciso trazer a luta pra fora." Por hora ela apenas ficaria atenta, procurando proteger Aya e também escapar ou bloquear qualquer tipo de ataque. Já se fosse algum conhecido, Helves apenas acordaria com um sorriso, sentando-se ao lado da sirena. – Não precisa se preocupar, está tudo bem. – sem muito mais a ser feito ela abraçaria a sirena, aproveitando para saciar sua vontade de morder algo, mordendo levemente o pescoço de Aya por algum tempo antes dos aliados chegarem. Ao afastar-se um pouco, Helves apenas se manteria encostada na companheira, pegando o colar roubado para observar melhor sua nova aquisição e ver se valia o usar junto de tantas joias valiosas ou não.


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MensagemAssunto: Re: Stairway to Heaven   Stairway to Heaven - Página 5 EmptyTer 23 Jun 2020, 17:41





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~ Queen of Thorns ~



Retornar para meus companheiros havia sido uma percepção ímpar, um desejo associado ao sentimento de que ainda não havia cumprido com meu dever como revolucionária e se aquilo já não fosse razão suficiente para retornar os fatos que se seguiram a respeito de Frisk era o ímpeto que faltava para buscar estar outra vez ao lado deles. O reencontro com o rapaz não era nem um pouco tranquilo, em conformidade às situações anteriores, estávamos novamente eu e o rapaz em meio ao conflito e talvez por isso tivesse contido o desejo de abraçá-lo. - Já estou sabendo de tudo. - aquelas palavras bastavam para que o rapaz soubesse que não estava em Stanford completamente alheia às informações. Um olhar mais preciso da rapaz poderia notar meu olhar e minha feição, um sorriso singelo de felicidade em vê-lo bem uma aura acolhedora e carinhosa. - Que bom que Chara está pensando em picolés, tive receio de que escolhessem outro caminho. - não havia razão para disfarçar minha preocupação do rapaz querer matar, com razão, Horace. O cientista parecia também não muito disposto a nos deixar tão confortáveis na situação e usava de artifícios para ganhar tempo. - Luz e fumaça… parece que ele está sem grandes opções. - comentava sutilmente, enquanto erguia uma parede de gelo a fim de me prevenir-me de eventuais explosões. Frisk no entanto não perdia tempo e o grito de Horace era prova de que o rapaz havia o alcançado. - Parece que não estamos sozinhos… - sentia através de meu Haki uma nova presença, aproximando-se de onde estávamos.

O olhar seguia o caminho percebido pelo mantra, chegando em um homem que não gastava tempo em abordagens dramáticas, um golpe rápido rasgava o ar em um estalido poderoso, obrigando-me a realizar uma rápida esquiva a fim de evitar o golpe. Seu som, tornava fácil identificar o que era, mas o calor e as chamas davam o tom especial. - Um chicote… - o som e a vista da arma reavivam memórias do passado, mas as chamas eram um fator novo. - … de fogo. Porque não estou surpresa? - ria de maneira irônica, levantando-me para observar melhor o semblante daquele homem. - Que tipo de mordomo precisa de um chicote flamejante? - comentei com olhar fixo e haki plenamente atento naquela figura inesperada. O segundo golpe estava pronto para vir em minha direção quando novamente algo ocorria, uma agitação inesperada que parecia fazer Horace praguejar. - Isso não me parece nada bom. - pensei, observando o lado externo e notando que a ilha parecia estar em queda livre. A percepção somente ganhava certeza ao sentir Missu e os demais, compreendendo que de alguma forma eles haviam entrado em meu alcance. - Chara. - chamava pelo rapaz, ainda em meio a fumaça. - Pegue Horace e desça, Missu está com meus homens, você precisa tirá-los do local antes que a ilha os atinja. - era firme na voz e direta nas palavras. Sentia a aura do homem que enfrentava Tidus, as coisas estavam ficando cada vez mais perigosas. - Você parece ter me reconhecido de imediato. - voltaria a falar com o mordomo. - Quem é você? - um sorriso no canto dos lábios surgia, a medida que o olhar se tornava frio e agudo.

Permaneceria atenta ao homem, medindo nossa distância e suas ações, se ele falasse o responderia embora pudesse sentir que talvez o conflito fosse inevitável. - Alguma possibilidade de resolvermos isso na conversa? - estaria relaxa, gesticulando com uma das mãos, disfarçando minhas intenções. - Odeio lidar com oponentes que usam chicotes. - o pensamento corria junto a um falso sorriso. Se o homem voltasse a atacar usaria meu gelo como principal método de defesa para primeiro testar suas força. Do chão faria surgir uma coluna de gelo firme, posicionando-o entre mim e o seu golpe de chicote, mas estaria atenta às imprevisibilidades daquela arma, observando seus gestos a fim de me antecipar as mudanças repentinas que o mesmo poderia executar com o chicote, projetando novos constructos de gelo ou eventualmente usando o Soru para abrir distância, evadindo-me de seu alcance ou me permitindo ganhar tempo para uma esquiva mais acrobática. Se ainda houvesse muita fumaça pelo local usaria o poder de minha akuma para congelar a mesma, reduzindo a temperatura do local antes de projetar delas estacas de gelo, as quais usaria para atacar toda a região em que ele estivesse. - Esse chicote… está com um dial? Ou ele é mais do que aparenta? - comentaria após o fim do possível ataque, permanecendo atenta a sua movimentação mediante o Haki para que pudesse em conjunto do Soru e de minhas acrobacias, evadir-me de maneira efetiva. Ainda era muito cedo para deduzir qualquer coisa sobre o homem, e tomaria partido da melhor abordagem, após aqueles primeiros golpes, caso ocorressem. No entanto, se Frisk sugerisse uma fuga através da Doa Doa, não daria empecilhos para seguir com ele. - Lamento...quem sabe em outro momento? - diria ao mordomo caso vislumbrasse a entrada da Doa Doa, movendo meus minhas mãos de encontro ao solo a fim de formar uma massiva barreira de gelo entre nós e o homem, não apenas para facilitar a fuga, mas para inibir qualquer chegada rápida do mesmo através de sua arma flamejante. Se conseguisse, entraria rapidamente na Doa Doa, conduzindo Frisk até a parte de baixo, onde Missu e os demais estavam.





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~The winter has come
The blood and soul has aceepted their fate
The young viper, now mature, put their children in the hunt
They want to hunt by your lead
Their dreams, liberty and fate
Winter calls with your voice and only the phalanx can survive it!~


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Última edição por Volker em Sex 26 Jun 2020, 14:41, editado 1 vez(es)
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