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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Stairway to Heaven   Stairway to Heaven - Página 4 EmptyDom 03 Maio 2020, 15:06

Relembrando a primeira mensagem :

Stairway to Heaven

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) revolucionários Tidus Belmont, Frisk Dreemurr e Helves. A qual não possui narrador definido.


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Ryoma
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MensagemAssunto: Re: Stairway to Heaven   Stairway to Heaven - Página 4 EmptySab 06 Jun 2020, 19:28

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A ligação começava bem, saber que tinha feito um bom trabalho na missão e ainda recebia outra de grande importância logo na sequência. Helves não estava preparada para aquele tipo de missão, ao menos não naquele momento depois de ter encontrado e conversado com seu futuro alvo. "É sério? Ele pode ter sim envolvimento, fez muita merda para chegar até aqui... Matar não é muito?" Até aquele ponto a garota tinha investigado Ford e ele tinha seu envolvimento nos problemas de Stanford e também nos experimentos, mas o matar depois de concluir isso não fazia tanto sentido aos olhos da celestial. – Entendo... –  dizia baixo, engolindo em seco sem muita reação para as ordens. Era sua primeira missão onde o objetivo era realmente matar a outra pessoa sem ela ter muita escolha. "Já tive que passar dos limites outras vezes, explodi coisas por aí e até tentei matar outras pessoas para proteger meu segredo. Isso é só um assassinato sem sentido ao meu ver, mas como ele é um perigo... Terei que fazer como ordenado." A ordem era clara e Helves não podia colocar seus sentimentos pessoais naquilo, ainda tinha um longo caminho pela frente. Sua decisão de seguir aquele estilo de abordagem para missões acabava por fazer dela a melhor pessoal para tal, mesmo que não pudesse usar sua máscara por agora.

O fim da ligação apenas fazia a garota suspirar, guardando seu comunicador enquanto subia a torre sem muito a ser dito, sentia que precisava se preparar mentalmente para aquela missão e também envolver Aya no assassinato de Ford. "Não é bem isto que eu planejava." O toque da sirena acalmava um pouco o coração de Helves, trazendo sua companheira para mais perto em um abraço enquanto suas testas se tocavam. – Eu sei, vai dar tudo certo. Mesmo que eu tenha de fazer isso usando meu rosto verdadeiro. – ela nunca se imaginaria matando alguém se não fosse algo muito necessário, como salvar uma pessoa que ama. Matar tinha entrado tanto em sua vida que Helves não mais poderia se considerar um anjo, ela já estava um pouco distante disso, mesmo tentando muito era impossível fugir do que sua vida estava se tornando. Ao se afastar de Aya, com bastante cuidado e carinho a celestial dava um beijo na testa de sua companheira. – Eu vou te proteger, não deixarei que nada aconteça contigo enquanto meu corpo possuir forças para lutar. – dizia com um sorriso nos lábios, acariciando os cabelos da sereia. – Apenas confie em mim e não se coloque em perigo sem necessidade... É um trabalho sujo, não quero que se incomode tanto por isso. Eu lidarei com a parte complicada enquanto você me acompanha... Só preciso da sua presença para me dar forças, sem ela eu não acho que poderia fazer isto. – o sorriso da garota ficava um pouco mais fraco, parecendo até mesmo triste com a situação, conseguindo apenas acariciar os cabelos de sua companheira em silêncio após tudo que tinha dito.

Os olhos então se focavam na ilha, procurando qualquer coisa que pudesse auxiliar naquela missão complicada. Helves até se esforçava para pensar em outras coisas, talvez até se desligar por hora dos sentimentos e assim encontrar o caminho correto para finalizar com sucesso a ordem dada, só que parecia um pouco complicado para ela fazer isto sabendo que mesmo sendo um humano podre, Andrew não merecia morrer sem antes ser julgado ou até mesmo se defender corretamente sobre suas ações até os dias atuais. – O jeito é chegar no topo, assim ninguém vai me dar ordens que eu não quero seguir. – murmurava, vendo a cena esquisita de Ford e mais duas pessoas conhecidas caminhando rapidamente para algum local isolado. Era um caminho estranho, não muito convencional, mas parecia a forma certa para esconder algo da população e também de quem estivesse o procurando. "Então existe a possibilidade de ter que matar mais do que uma pessoa... E talvez exista resistência, eles estão lá para o proteger, vão lutar para isto." Um pouco incomodada ela se encostava na parede, dando algumas olhadas para Aya durante o pouco tempo que passou pensando sobre tudo aquilo. "É bem possível que eu não veja os garotos outra vez, já até mesmo fui dispensada de os acompanhar... Era o esperado, certo?" Deixar a Seasons para trás até parecia um erro e possivelmente era, mas o caminho da celestial era único, não poderia envolver pessoas tão ativas e poderosas. Isso só os atrasaria mais. Quem estava para alcançar o topo não precisava dela, não agora. Helves faria questão de ser útil no futuro, até lá os seus objetivos não se alinhavam diretamente com eles. Talvez até mesmo sem um adeus.

É hora de nos movimentarmos. – diria já se movendo para descer a torre, indo até mesmo com um pouco de pressa. – Ford vai morrer após um confronto com a pirata Helves, não preciso dar muitas explicações. É tudo pelos celestiais, sei que não vai ter nenhum envolvimento com os nosso companheiros. – qualquer outro método provavelmente não seria muito efetivo. A máscara a faria ser reconhecida como uma revolucionária, algum disfarce não deixaria clara a razão da morte de Andrew e um assassinato sem ninguém saber de nada poderia também ser usado pelo governo para acusar a revolução. – A melhor forma é me usar, eu posso aceitar essa culpa. – não seria nem mesmo necessário retirar o disfarce. Só de usar sua magia já faria simples reconhecer quem ela era. Como o objetivo já estava bem alinhado não restou muito a ser feito, Helves simplesmente iria seguir pela direção por onde viu Andrew ir, acelerando o passo e até mesmo carregando a sirena se a velocidade da mesma não fosse compatível e estivesse atrasando a perseguição. Os olhos permaneceriam atentos, procurando qualquer perigo e atalho que pudesse ser usado, indo furtivamente, evitando encontrar guardas ou qualquer pessoa suspeita que pudesse atrapalhar seu avanço. A garota não queria lutar com ninguém agora, apenas acompanhar seu alvo de uma distância segura enquanto criava o plano de ataque após observar por quem teria de passar até chegar no prefeito.


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MensagemAssunto: Re: Stairway to Heaven   Stairway to Heaven - Página 4 EmptyDom 07 Jun 2020, 01:39


Stairway to Heaven

As habilidades dos guardas de StanFord iam além de minhas expectativas, provavelmente muitos marinheiros e agentes com o qual havia entrado em confronto no passado teriam sucumbido. - “Este mundo está repleto de pessoas formidáveis.” - Um leve sorriso se formou no canto dos meus lábios, todo combate fosse contra soldados ou capitães acabava sendo um aprendizado e não sabia ao certo como me sentir sobre isso. De qualquer forma o inimigo acabava sendo localizado e neutralizado com sucesso, ao que tudo indicava existia um limite para a utilização de suas técnicas. - “Os dials ficaram sem carga?” - Curioso arqueei uma das sobrancelhas, aquelas ferramentas eram realmente úteis mas continuavam limitadas, era bom lembrar disso no futuro.

Com o guarda rendido finalmente tive tempo para questiona-lo, mas a resposta que obtive em resposta era… Inesperada? - “Claro, a guarda não sabe de nada.” - Decepcionado suspirei, talvez tivesse criado expectativas demais, era claro que os guardas não passavam de peões que eram mantidos no escuro. - Entendo. - Traguei o resto do cigarro em meus lábios, soltando a fumaça lentamente enquanto tentava organizar meus pensamentos. - E não, eu não acho que um soldado tenha medo da morte, afinal de contas eu também sou um. - Removi a bituca dos lábios e a joguei no chão, pisando sobre com uma das botas. - Um soldado tem medo de continuar vivo e não ser capaz de fazer a única coisa que aprendeu a fazer. - Ergui o punho esquerdo que empunhava o cabo da espada que outrora havia desmontado. - Mas essa guerra não é sua, apenas descanse, soldado. - Ao mesmo tempo em que os fragmentos retornavam e formavam a espada uma vez mais, os poderes da akuma no mi faziam o solo se movimentar novamente, desta vez ondulando até o soldado-alado, em uma tentativa de soterra-lo quase que por completo, deixando apenas sua cabeça para fora. - Isso é muito maior do que o seu mundinho suspenso, vocês não estão mais isolados do mundo exterior a muito tempo.

Terminado o confronto com o primeiro soldado recolheria minhas armas e sairia dali em meio a um zunido provocado pela técnica do governo mundial. O próximo objetivo seria encontrar Frisk, se o garoto ainda estivesse dentro da dimensão de bolso seria complicado - pra não dizer impossível - mas ao menos sabia parcialmente para onde o mesmo havia se dirigido: o segundo guarda que tinha atirado a granada de luz, com isso em mente avançaria para a última direção na qual senti sua aura, tentaria encontrar sua presença novamente enquanto avançava pela ruas da cidade, precisávamos nos apressar e sair dali o quanto antes já que aqueles soldados rasos provavelmente não nos ajudariam em nada, para resolver esse caso de uma vez por todas tínhamos de procurar a fonte por trás de toda essa confusão: Andrew, se existia alguém naquela ilha que sabia de algo tinha de ser o prefeito.

Continuaria tomando cuidado com novas presenças, se notasse algum novo adversário no meio do caminho utilizaria as espadas em minha bainha para ataca-lo, fazendo com que flutuasse em sua direção em linha reta visando perfurá-los com estocadas em regiões específicas, como pernas e articulações, preferia não ceifar vidas inocentes desde que não me forçasse a tal, tentaria sempre evitar seus golpes flutuando ou avançando com Soru para direções mais aberta ao mesmo tempo em que erguia algumas colunas de terra para bloquear sua aproximação, meu objetivo no momento era encontrar Frisk e não entrar em outro confronto com soldados. Se porventura encontrasse o soldado que o garoto estava perseguindo mas não o próprio, visaria sua neutralização, novamente fazendo com que White Sky se desfizesse em diversos pedaços para destruir a armadura do guarda, começando por suas pernas já que aparentemente utilizavam algum mecanismo naquela região para se locomover com velocidade, enquanto lhe atacava com as pequenas lâminas faria uma das espadas em minha bainha composta flutuar em uma tentativa de golpear sua nuca com o cabo da arma para nocauteá-lo. - Ei Frisk, terminamos aqui, vamos. - Comentaria caso conseguisse derrotar o soldado e não encontrasse meu companheiro.


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MensagemAssunto: Re: Stairway to Heaven   Stairway to Heaven - Página 4 EmptySeg 08 Jun 2020, 21:04



STAIRWAY TO HEAVEN

Sigh...por que é sempre atrás de mim que vocês vem primeiro? – eu suspirei, mas dei um breve sorriso ao olhar nos olhos do rapaz que tinha aparecido na minha frente. Eu não sei se eu ficava mais surpreso por um vice-almirante ter resolvido fazer uma visitinha ou porque a armadura que ele estava vestindo tinha virado um pedaço de pano. – "Vice-almirante? Ele deve ser perigoso...tão forte quanto eu? Talvez tanto quanto o Tidus-san." – eu o observei atentamente por um instante, imaginando se lutar seria mesmo uma boa ideia. Acho que pela primeira vez em muito tempo um inimigo me oferecia a opção de não lutar, apesar dos motivos dele pra evitar um combate serem claramente diferentes dos meus.

Franzindo o cenho, eu o olhei com um pouquinho mais de atenção. – Você é bem jovem. Quase tanto quanto eu. Não é tão fácil achar gente da nossa idade nesse...nível. – eu sorri amigavelmente mais uma vez, apesar estar claramente com a guarda alta. Ergui levemente as mãos, mostrando que também não queria lutar. Por enquanto, pelo menos. – Eu também adoraria não ter que lutar se for possível, mas sem ofensa, eu realmente não confio no Horace. Como eu sei que não tá me levando direto pra uma armadilha? – pra ser sincero, eu não esperava que ele fosse me dar algum tipo de garantia, mas por enquanto eu só precisava continuar puxando conversa. A ideia era perigosa, mas era uma chance das grandes também.

Primeiro de tudo, eu não fazia ideia se conseguia ganhar dele numa luta direta, ainda mais quando ele já estava dentro da dimensão de bolso. Isso já acabava com qualquer estratégia de me esconder ali dentro pra pegá-lo de surpresa. Mas fora isso, se o que ele tinha dito era verdade, segui-lo me levava direto pra quem eu queria chegar - se eu não fosse agora, quem sabe quando diabos eu conseguiria farejar o rastro desse cientista maluco. Esperaria uma resposta de Seizaki, mas estaria pronto pra dar minha sugestão também: – Então que tal assim? – levantaria o indicador, como que pra chamar sua atenção – Você me leva até o Horace, mas nós vamos por dentro dessa dimensão de bolso. Assim, sem chances de emboscadas ou coisa do tipo até chegarmos lá. Saímos quando acharmos ele... – explicaria com um sorriso, mas mostraria um olhar sério nesse momento – ...e de preferência, sem esses truquezinhos de ilusão, ou nada feito. – eu não confiava nem um pouquinho nele, afinal.

Depois de dizer tudo isso, eu engoliria em seco, sem saber ao certo o que viria a seguir. Mas de um jeito ou de outro, eu não tinha nada a perder tentando convencê-lo. Se por algum motivo eu desistisse da ideia no meio do caminho, a situação não mudava muito - desde que eu não abrisse uma porta pro lado de fora, a luta seria somente entre nós dois, ali dentro, sem interferência nenhuma. – "E se ele negar, só fica mais na cara que estava armando alguma coisa pra mim quando chegássemos lá." – dei de ombros. O que eu tinha de fazer por enquanto era manter o meu Haki atento, pois contra aqueles truques estranhos ele seria mais importante que qualquer sentido. Não pretendia lutar ainda, mas se precisasse, faria de tudo pra evitar as ofensivas por parte do marinheiro, me aproveitando das propriedades estranhas dessa dimensão. Como não dava pra destruir nada do outro lado, qualquer coisa podia servir como um escudo poderoso, e era mais fácil de esquivar se não me preocupasse em revidar.

Mas se eu desse sorte, não precisaria me preocupar com isso por enquanto. – Ótimo. Mostre o caminho. – diria, no caso de uma resposta positiva. Não dava pra saber direito o que me aguardava lá, mas eu não pretendia me entregar fácil. Horace que me esperasse.

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MensagemAssunto: Re: Stairway to Heaven   Stairway to Heaven - Página 4 EmptyTer 09 Jun 2020, 17:48

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~ Tidus ~

Decepcionado, essa era uma boa palavra para definir o sub-general naquele momento, mesmo com seu discurso sobre a natureza dos soldados, o guarda celestial parecia não ceder em sua resposta, e em virtude disso o revolucionário apenas usava seu fruto, revolvendo aquela terra e criando uma crosta que prendia o inimigo. O Belmont, então, fitava o inimigo e esperava para ver alguma reação, mas nada, nesse instante, começava a organizar sua espada novamente e dava as costas, caminhando alguns passos.

Todavia, para sua surpresa, ouvia um forte barulho de explosão e virava seu corpo, o soldado antes preso tinha liberado uma onda de energia suficiente para quebrar aquela camada de corpo, obviamente fruto de algum Dial que ele tinha guardado, a mão do ex-prisioneiro logo ia em direção a sua espingarda, que ao alcança-la tentava disparar, tolo engano, Belmont, através do Haki, conseguia desviar facilmente dando apenas um movimento rápido para o lado. Por mais que aquele soldado não pudesse ser subestimado, ele agora mais parecia derrotado, faltavam pedaços de sua armadura, sua respiração estava ofegante e aparentemente seu corpo tinha sofrido um dano colateral com a explosão de impacto.

Mesmo assim, naquele instante que usara o Haki da observação, outra coisa era notável, a aura de Raven havia sumido dali, indicando que não estava mais nessa dimensão, tal como o do suposto atirador, na verdade, ele sentia outra aura, diferente da antes, que vinha em outra direção, descendo da cidade alta e ia em direção do sub-general. Alguém estava a caminho e enquanto isso havia um soldado praticamente derrotado a sua frente.

~ Frisk ~


Seizaki, em seus movimentos, não parecia intimidante, tinha um sorriso um pouco perturbador, de fato, ainda assim, suas ações tomadas até então não revelavam desejo de luta, somente mostravam a vontade até então dita pelo mesmo, acabar com aquilo, para evitar gerar mais dores de cabeça para todos.

O marinheiro ouvia atentamente o que o garoto tinha a dizer e levava a mão ao queixo, pensando um pouco a respeito. - É verdade mesmo Frisk Dreemurr, há poucos com nossa idade que pensam igual a nós dois. Bom, na verdade não é uma questão de ter emboscada ou não, é que eu não preciso disso. O homem falava as palavras com certo grau de simplicidade e com nenhuma expressão de superioridade no seu rosto, em seu âmago era nisso que acreditava, que seu poder estava superior ao do Anjo Caído e que talvez não tinha capturado-o ainda apenas por uma questão de curiosidade.

- Mas a sua ideia é bem mais divertida, façamos assim então. Eu te levo até lá, sem ilusões e você sem chamar amiguinhos ou truques, você encontra o Horace, ele pega o que quer, eu termino isso e posso voltar pros meus afazeres.

O Vice-almirante, então, batia uma palma como se estivesse fechando um acordo, nisso, a ilusão em que estava ia se desfazendo e Frisk conseguia ver que estava de volta na velha cidade baixa. O homem levava uma mão para dentro da roupa pegando um dial, ele apertava o botão e dele saia um pedaço de nuvem, nisso, encostava na nuvem e imediatamente ela começava a mudar sua foram, como se estivesse sendo redesenhada, sua forma ia mudando, torando uma nuvem um pouco mais baixa e larga, permitindo que duas pessoas ficassem ali, mas o mais engraçado era que de certa forma ela parecia...viva ? Ao ver Seizaki, a nuvem balançava seu "corpo "de um lado a outro, dava a volta no loiro, ficava ao lado dele e de forma bizarra lembrava muito o comportamento de um cachorro, tal como Bancho.

Então, Ai subia na nuvem e esperava o revolucionário fazer o mesmo. - Espero que cumpra seu acordo, Anjo Caído. Dizia ele e depois que Frisk subisse, a nuvem disparava, indo rapidamente em direção do pedaço de terra flutuante. Chegavam lá em coisa de um minuto e ao encostarem no solo, a nuvem simplesmente se desmanchava, tornando-se um apanhando de bolhas de sabão que subiam para acima espaço. O oficial olhava para Dreemurr, fazendo um sinal para que o acompanhasse. O terreno em cima da ilha flutuante era simples, até pequeno, um humilde jardim, um pequeno caminho, e a entrada de uma mansão que tinha um tamanho grande para uma casa, mas não tão grande quando se imaginava uma mansão de alguém rico.

Por fim, o homem abria a porta, revelando que estava aberta, e davam em uma sala com lareira, havia cerca de 6 poltronas em forma de C, e em uma delas havia uma figura mascarada sentada, olhando para a lareira acessa. - Ok, sua vez. Dizia o vice-almirante olhando agora para o subversivo.

~ Helves & Aya ~

Aya parecia estar um pouco mais tranquilizada com Helves, a presença e a forma com que a celestial falava com a sirena de certa forma acalmava-a, para ambas na verdade. A mulher pensava a respeito do que fora dito pela outra, é verdade, se estivesse no topo não teriam que se importar com nada disso, nada de ordens. - Sim, as vezes a revolução não é tão bonita como falam, lembra do Major? Ele morreu em combate, foi debaixo dessa bandeira que ele pereceu, pelo bem dela, emblematizam ele como um mártir no Quartel General, porém, não consigo ver isso como algo belo. A moça falava ficando um pouco cabisbaixa enquanto refletia sobre suas memórias, aquele fatídico dia foi quando os caminhos das suas meninas se separavam e felizmente reuniram-se no futuro, hoje.

- Fui levada para treinar, no começo não queria, só queria fugir daquilo tudo, mas um dos generais me convenceu de que parte da morte do Major foi culpa minha, pela minha fraqueza, e foi mesmo. Então, eu comecei a treinar, treinei e treinei, e herdei a vontade do Major. Entretanto, não consigo concordar com muitas coisas dos Generais, em especial de um deles, as vezes a sede de vingança e a violência parece uma opção mais viável do que resolver pela via pacífica.

Aya, então, balançava a cabeça negativamente, e segurava as mãos da amiga. - Você não vai lutar sozinha, não mais, eu também fiquei forte, confie em mim Helves. Dito isso, as duas partiam em direção de Andrew, demorava um pouco mas conseguiam acompanhar, um pouco mais distante o passo do prefeito e das outras duas pessoas, eles seguiam até que Andrew adentrava em uma casa. Nisso, a sirena tirava sua velha ocarina de um dos bolsos e aproximava-se da casa, começando a tocar algo, era uma doce melodia, a qual a pirata já tinha ouvido antes, após seu treino de Rokushiki.

Ela aproximava-se da porta, então, e fazia um sinal para que a revolucionária decidisse entrar ou não, por já conhecer essa habilidade, deveria saber que todos ali dentro, teoricamente, estavam sobre o efeito da ilusão, ou seja, vulneráveis, ainda assim, cabia à espiã decidir como fazer o crime.



Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Stairway to Heaven   Stairway to Heaven - Página 4 EmptyQui 11 Jun 2020, 01:22


Stairway to Hell

Um bom soldado até o fim, há quem pudesse dizer que aqueles homens eram soldados perfeitos, não questionavam e nem pensavam, apenas seguiam ordens mesmo que isso custasse suas vidas. - “Que seja.” - Estava prestes a recuar quando o sujeito preso em meio as pedras simplesmente se explodiu para se libertar. - “Esse cara… !” - Surpreso com sua atitude arregalei os olhos ao mesmo tempo em que evitava seu ataque sorrateiro, sinceramente até que ponto aqueles homens eram capazes de ir? Jogando sua própria vida fora para deter um suspeito? Tinha de elogiar sua força de vontade, mas infelizmente força de vontade sozinha não era o suficiente. - Você…

Aquele mero peão estava me fazendo perder tempo demais, tempo esse que havia me feito perder Frisk de vista. - “Estranho, não sinto mais a presença de Frisk a um bom tempo, ele deveria ter voltado a essa dimensão para atacar o outro soldado, o que aconteceu?” - Em meio a um suspiro o semblante relaxado dava lugar a uma expressão séria, quase ameaçadora. - Me desculpe Elsa, eu realmente tentei. - Murmurei comigo mesmo, empatia… Era mais difícil do que imaginei. - Tudo bem soldado, vou lhe presentear com o que tanto almeja. - Guardei as duas espadas na bainha em minha cintura novamente e me inclinei um pouco, levando a mão direita até o cabo da arma lendária. - Kokutou. - A cor do armamento se estendeu do antebraço até a ponta da lâmina, ao mesmo tempo em que minhas duas pernas, até a altura dos joelhos também eram cobertas pela coloração negra. O poder do demônio em meu corpo ressoava com o exterior, erguendo alguns pequenos cascalhos a minha volta e criando um leve tremor no solo. - Soru. - E guiado pelo haki da observação meus pés arrancaram em direção ao soldado talvez mais rápido do que nunca antes, a força da Akuma no Mi transbordava deixava um rastro de destruição, lançando detritos de concreto e terra para os lados como se estivesse rasgando tudo por onde passava. E assim que alcançasse o soldado um rápido saque seria realizado, fatiando tudo que estivesse na minha frente com um corte horizontal que acenderia levemente para um diagonal, uma lâmina de vento seria liberado no mesmo do saque na direção da nova presença que estava se aproximando ao longe, cortando tudo em seu caminho bem como destruindo levemente o cenário a minha volta com o poder da leveza.


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- Devia ter ficado onde estava. - Com um balançar do braço que empunhava a espada, a lâmina uma vez mais retornaria a sua bainha. Manteria o Haki atento as redondezas e se mais auras continuassem a se aproximar esticaria uma das mãos em sua direção. - A furtividade nunca foi o meu forte, a brincadeira acabou. - Aos poucos o solo e outras estruturas próximas que estavam sob meu domínio começariam a se desmanchar em diversos detritos. - Bender Style... - Os detritos voariam na direção da(s) intenções hostis em uma tentativa de imobilizá-las e uni-las em um único ponto, uma grande esfera do que um dia havia sido parte da cidade. - … Death Star!  - E então uma explosão! Esmagando tudo e todos em seu interior.

Se conseguisse me livrar dos incômodos tentaria buscar por Frisk. - FRISK! SE ESTIVER POR AI ME RESPONDA OU DE ALGUM SINAL! - Gritaria em uma tentativa de alcançar o garoto em algum lugar, seu poder as vezes podia ser um incomodo já que era impossível saber se ele estava ao meu lado ou no outro lado do oceano azul. Se não obtivesse uma resposta e não houvessem mais ameaças retornaria a casa da mulher que havia nos ajudado anteriormente. - Eles sabem que estamos aqui. - Comentaria com Missu. - Ligue para Elsa e diga que é uma emergência, é possível que tenham pego Frisk. Eu vou até a casa de Andrew resolver isso com minhas próprias mãos, volte para o navio e fique de prontidão, é possível que tenhamos de sair rápido. - Diria em um tom sério, mas ao fim de tudo daria um leve sorriso confiante. - Não se preocupe eu vou trazê-lo. - Repousaria uma das mãos sobre seu ombro. Antes de partir caminharia até o quarto onde havia deixado o Flame Dial e guardaria em meu casaco novamente. -  “Nem que tenha que matar todos em meu caminho pra isso.” - Por fim sairia da casa, indo em direção a mansão flutuante.

O plano seria correr pela cidade e me afastar de onde havia acontecido o confronto para me aproximar da mansão flutuante sem chamar mais atenção e assim que chegasse próximo o bastante voaria até alcançar alguns metros acima da residência, de onde seria difícil de me observar a olho nu. Durante o avanço até a mansão ou até mesmo se não conseguisse me livrar dos soldados, manteria meu haki atento as redondezas bem como meus cinco sentidos, sempre pronto para tentar reagir a tempo e evitar um golpe direto me inclinando para o lado mais aberto ou correndo com Soru/flutuando por cima, o que mais mais eficiente, também utilizaria as armas em minha bainha composta para tentar bloquear os golpes se não fosse possível esquivar ou já tivesse acabado de esquivar e tentasse me pegar desprevenido.


Histórico:
 

Bender Style - Death Star:
 

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MensagemAssunto: Re: Stairway to Heaven   Stairway to Heaven - Página 4 EmptyQui 11 Jun 2020, 04:01

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Não era bonito mesmo. Ao menos aquele lado ainda parecia um pouco mais correto do que a justiça atual do mundo. "Não saber de nada as vezes é bom, eu nunca teria me enfiado nessa vida naquele tempo." Saber o quanto Aya sofreu por conta dos superiores acabava por deixar Helves irritada, era óbvio que existiam alguns idiotas em cargos elevados, mas ela conseguia ter esperança no exército revolucionário ao olhar para a Seasons. O duque, Elsa e Frisk tinham uma boa cabeça para comandar e dificilmente escolheriam um rumo sangrento para os lutadores da liberdade. "É a melhor forma, não me vejo seguindo um caminho para liderar o exército um dia. Alguém tem que fazer o trabalho pelas sombras, mesmo que isso me faça seguir ordens desse tipo." Por hora a celestial sorria, concordando com sua companheira naquele momento complicado. Sua única ação diferente foi segurar a mão da sirena mais firme, aproveitando o pouco tempo de paz que teriam até encontrarem o alvo.

Os superiores queriam um atentado, algo que com toda a certeza não ligaria a revolução ao ataque. "Já apareci com revolucionários antes, mas nunca falei sobre aliança com eles ou coisas do tipo... O jeito é chamar muita atenção, fazer todos verem que eu fiz isto." Ter Aya ali dava a energia necessária que faltava para Helves, deixando-a bem tranquila sobre tudo que teria de executar nos momentos seguintes. A música da sirena era incrível como sempre, aquele tipo de habilidade auxiliaria muito em futuras missões que ambas teriam de fazer. Mas por hora não era necessário entrar, na realidade nem fazia sentido se colocar no risco de cair em uma emboscada. "Eles podem estar me esperando, ou talvez nem mesmo estejam nessa casa mais." De imediato a garota se apoiaria em Aya, lançando sua alma para fora, dividindo-a em alguns fantasminhas pequenos que dariam uma boa olhada nos arredores e também no interior da casa. "Onde está escondido?" Faria questão de localizar todas as pessoas naquela casa, assim como as possíveis saídas que poderiam ser usados por Andrew. E somente quando estivesse satisfeita com tudo visto que retornaria ao seu corpo.

Helves balançaria a cabeça um pouco, esfregando os olhos e então puxando Aya para longe da casa. – É hora de mudar um pouco as coisas por aqui. – sem dizer muito para sua companheira a celestial começaria a criar diversos fantasmas explosivos, aumentando o tamanho deles ao máximo que sua força atual aguentava, principalmente pela quantidade que tinha acesso até aquele ponto. – Tome cuidado, vai explodir. – diria com um sorriso, movendo os fantasmas para rodear a casa, focando um pouco nos pontos onde tinha visto pessoas. Faria questão de explodir todos ali dentro, mas somente o faria se Andrew realmente estivesse lá depois de checar. Se o homem já tivesse partido, Helves simplesmente procuraria o acompanhar mais uma vez, deixando aquela casa para trás. Só que se ele realmente estivesse ali, vulnerável por conta das habilidades de Aya, então restava para a garota apenas continuar com o ataque. O disfarce já não importava muito, depois daquela missão tudo estaria bem e pouco importava se eles realmente a reconheceriam ou não. Rapidamente a garota recuaria após ter posicionado os fantasmas, ficando sempre na frente da sirena para a proteger. E assim que estivesse em um posicionamento seguro começaria as explosões de todas suas crias ao mesmo tempo. – Boom... – murmuraria, olhando com um semblante levemente triste para a situação que estava na sua frente.

Os momentos seguintes seriam importantes. Helves iria caminhar na direção da casa provavelmente destruída, observando com cuidado os destroços e quem possivelmente tinha sobrevivido o seu ataque. – Será que exagerei? – comentaria, ainda tomando cuidado com qualquer possível inimigo ainda vivo depois daquilo. Por hora a garota apenas olhava, mas se algum ataque estivesse indo em sua direção, faria questão de recuar, saltando para longe junto do movimento de seu corpo que usaria para esquivar de golpes mais complicados. "Aya é mais importante do que tudo aqui." Sua amada não poderia ficar desprotegida, por isto Helves permaneceria sempre perto dela, auxiliando em bloqueios, esquivas e também em mudar a direção de golpes, projéteis e qualquer outra coisa que estivesse atacando sua companheira. A última opção obviamente seria receber o golpe, sacrificando um dos braços nisso ou mesmo alguma parte do corpo que não fosse a impossibilitar de lutar e mover-se pelo resto do combate. Assim que a poeira estivesse mais baixa, além de novos oponentes surgirem, obviamente a garota liberaria mais de suas criações, fazendo estes cercarem os inimigos para impedir qualquer um de escapar daquele lugar, os jogando de volta com alguma explosão se estivessem fugindo. – Acho bom ficarem parados, estou um pouco irritada hoje. – diria seriamente, mantendo um semblante calmo e que ao mesmo tempo mostrava sinais de tristeza. Ela não queria estar ali, mas também não podia fugir do que escolheu seguir. Mesmo que isso estivesse a fazendo se tornar um monstro aos olhos da população. O importante era ter Aya do seu lado depois de tudo isso, mesmo com o mundo a vendo de modo diferente.


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MensagemAssunto: Re: Stairway to Heaven   Stairway to Heaven - Página 4 EmptySex 12 Jun 2020, 19:06



STAIRWAY TO HEAVEN

"Ele é bem confiante. Até demais, se você me perguntar." – eu pensei, depois de ouvir a resposta do vice-almirante. Era como se ele não tivesse a menor dúvida de que podia acabar comigo sem nenhuma dificuldade, e enquanto isso era meio irritante, pelo menos ajudava a deixar a guarda dele mais baixa. – "Eu não faço ideia de quão forte ele é de verdade, mas se chegar a isso, eu espero que consiga fazer alguma coisa..." – suspirei, seguindo o rapaz enquanto via os arredores voltarem ao normal depois da ilusão se desfazer. Imaginava como exatamente funcionava aquele poder dele. Ele não tinha como afetar o outro lado, então talvez a ilusão só fosse visível pra nós dois, que estávamos na dimensão de bolso?

De qualquer forma, mais surpreendente que isso foia nuvem estranha que ele fez sair de dentro de um Dial que carregava - eu já tinha ouvido falar dessas, mas a parte estranha foi quando ele a tocou. Foi como se a nuvem de repente criasse vida, movendo-se ao redor de Seizaki como um cachorro. – Oh, tá aí algo legal. – era realmente interessante, mas essa demonstração despreocupada de poder dele também me deixou um pouco preocupado. O poder dele não tinha a ver com aquelas ilusões? Como diabos ele estava dando vida a um monte de nuvens agora? As duas coisas não tinham relação nenhuma. – Não que fosse ser um problema pra você se eu não cumprisse, né? – responderia com um sorriso ao subir na nuvem, tentando soar tão amigável quanto meu nervosismo deixava – O que é...isso? Até onde eu sei, as nuvens que saem dos Dials não se mexem assim. – eu me ajeitaria na nuvem portátil, já meio acostumado a esses objetos voadores por causa dos tapetes de Tidus-san.

Era uma cena no mínimo engraçada. Eu, um oficial do exército revolucionário, passeando por aí num pedaço de nuvem logo ao lado de um vice-almirante. Alguém até nos confundiria por colegas por causa da idade próxima, não fosse o fato de ninguém poder nos ver naquela dimensão, e a tensão perigosa no ar que nos cercava. – "Eu sei que existe muita gente boa na Marinha por causa do Till-san...mas esse aqui é perigoso. Não dá pra relaxar nem um pouquinho do lado dele." – eu respirei fundo, parte de mim querendo dar o fora dali. Mas eu não podia. Aquela era minha melhor chance de descobrir onde o Horace estava antes que ele resolvesse se enfiar em algum buraco de novo, e eu não podia perdê-la. Depois de um tempinho, nós chegamos até a ilha flutuante acima da cidade, que acabou sendo o palpite certo no fim das contas. De lá, fomos direto pra dentro de uma mansão.

Lá, sentado numa poltrona de uma sala com uma lareira, uma figura mascarada parecia esperar por alguma coisa. – É ele? – a pergunta era retórica, já que a resposta era mais do que clara. Com o poder da Doa Doa no mi, eu casualmente agarrei o ar à minha frente, como se estivesse girando uma maçaneta, fazendo uma Air Door se abrir para nos levar até o outro lado. Imaginava se Horace ficaria surpreso de alguma forma, mas não era como se desse pra ver o rosto dele com aquela máscara. Aberta a porta, eu sinalizaria com a cabeça para que o vice-almirante passasse: – Não quer ficar preso aí dentro, quer? – e assim, quando nós dois estivéssemos do lado de fora, eu fecharia a porta atrás de mim. O que diabos eu estava fazendo, sinceramente? Agora estava cercado por inimigos, bem no meio do ninho deles.

Mas eu não podia dar pra trás agora. – Horace. – chamaria pelo seu nome, como um cumprimento. Tinha certeza de que ele já sabia quem eu era, então não acho que precisava me apresentar. – O Seizaki falou que você queria um exame de sangue ou algo assim. – eu daria um sorriso leve, mas não me daria o trabalho de esconder a inimizade nos olhos. Não gostava nem um pouco dele, e só de pensar em tudo que ele já tinha feito eu ficava com ânsia de vômito. – Eu não sei onde você quer chegar com isso, apesar de agradecer por não ter partido pra violência logo de cara. – olharia pra Seizaki, ainda meio intrigado com o jeito misterioso dele. – Mas se você quer que eu ajude, então quero que escute meu pedido também. Eu quero saber tudo. Sobre mim, sobre meu irmão, sobre o que aconteceu no laboratório.

Com os nervos à flor da pele, eu sabia que não podia baixar a guarda ali. Estaria pronto pra me defender com ambos os Hakis e a saltar pra dentro da dimensão de bolso na menor das oportunidades se precisasse. Mas mais do que isso, eu queria saber.

Me conte sobre o Lost Children.

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MensagemAssunto: Re: Stairway to Heaven   Stairway to Heaven - Página 4 EmptySeg 15 Jun 2020, 18:55





- Stairway To Heaven -

~ Queen of Thorns ~



Um estalar de dedos, um passo a frente, o tempo de um piscar de olhos, muito curto para ter sentido qualquer mudança no tempo, na realidade mudança alguma se passava na realidade, como um flash a sensação de duas realidades se chocarem e eu ter em mente tudo o que havia passado naquele lapso de milésimos de segundo. Memórias de três dias em uma ilha paradisíaca, de um possível sonho com muitos rostos conhecidos. Parava o avanço, como se processasse aquela informação enquanto instintivamente me colocava fora de evidência naquelas ruas vazias marcadas por um rastro de conflito. - Foi real? - pensei, embora soubesse da resposta, buscava apenas uma confirmação, enquanto a memória parecia fixar o que havia sido vivido e experimentado. Havia Alipheese Fateburn, Shaanti e Emily, rostos conhecidos em jornais marinheiras cuja fama eram de conhecimento público e notório. Havia também Mao, Gregory e Azura, revolucionários com os quais havia me relacionado com certa intimidade, havia Tidus também, uma conversa descontraída, muito diferente da realidade em que estava agora. Mas havia ela também, Karelina, essa tinha vívida em minha mente e lábio, pois sentia o gosto frutado de ambos seus lábios em minha boca, lembrava-me de tudo dela e ela sim me fazia ter a certeza de que tudo fora real. - Até um dia, talvez… - pensei, olhando para o horizonte. - … esperarei ansiosa. - sorria, a ansiedade em muitas escalas, lascivas com Karelina, desafiadoras com Alipheese e seus companheiros, esperançosas com meus irmãos de sangue e de revolução.

Mas aquele momento se encerrou, o evento passou e era a hora de retomar as rédeas de minha realidade. - Estou bem. - comentei com Mindy e Às, sorrindo para as duas. O tempo poderia ter passado em um segundo, mas estava inegavelmente com saudade delas. - Parece que ainda está ocorrendo uma batalha. - comentei, observando o rastro de feridas e soterrados pelo caminho. Nenhum deles parecia estar em condições de solicitar ajuda, o que dificultava até mesmo saber se estavam vivos somente pelo olhar. - Vamos nos apressar. - comentei, aumentado o passo a medida que observaria as ruas laterais, a procura de meus homens que já havia espalhado em formação de guerrilha. Seguiria assim o caminho indicado por Angel, que provavelmente daria de encontra a um de meus companheiros, mas assim que pudesse observar quem era, manteria a distância e sinalizaria para os demais fazerem o mesmo. Sinalizaria para que Dailong se aproximasse, para que pudesse lhe dizer. - Ainda temos a vantagem do elemento surpresa, vamos garantir que nada chegue perto da região. - diria com seriedade, enquanto observava de quem era a aura que estava lutando. Permaneceria a distância, observando a situação e, caso notasse a chegada de potenciais inimigos, sinalizaria para que meus homens disparassem, respeitando a formação já estabelecida, atacando rapidamente e se nos posicionando de forma a dificultar nossa localização. Com o capuz sobre a face, tentaria passar incógnita junto de Mindy e Às, buscando regiões mais escuras e protegidas para garantir o avança de meus companheiros, caso não encontrassem dificuldades na batalha.






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~The winter has come
The blood and soul has aceepted their fate
The young viper, now mature, put their children in the hunt
They want to hunt by your lead
Their dreams, liberty and fate
Winter calls with your voice and only the phalanx can survive it!~


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MensagemAssunto: Re: Stairway to Heaven   Stairway to Heaven - Página 4 EmptyTer 16 Jun 2020, 15:04

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~ Tidus ~

De fato existia entre os guerreiro um "código de honra", uma espécie de conduta que permitia aos soldados se enfrentarem mortalmente e na derrota interromper a vida de outro como uma última ação honrosa, afinal, morrer na batalha era mais vantajoso do que morrer naturalmente. Assim, para atender ao desejo do outro, Belmont levava sua mão até a lâmina lendária, pronunciava seu nome e do seu corpo começava a emanar a aura do seu poder latente, em um piscar de olhos a lâmina percorria o ar e depois o corpo do homem cortando-o em dois, o sangue jorrava de seu tronco e a vida esvaia aos poucos de seus olhos.

Antes de poder chamar por seu amigo, Tidus podia notar algo engraçado, não tinha reparado devido ao combate, mas o "céu" estava bem mais fechado, e dele começavam a se precipitar pequenos flocos de neve que iam caindo pouco a pouco. Caiam sobre o sangue do morto criando uma neve sanguinolenta e algumas poucas pessoas, ao verem o resultado daquele combate, aproximavam-se lentamente, com medo nos olhos, já que a sua frente deveria haver um assassino.

Apesar disso, o sub-general sabia bem onde deveria ir agora, assim usava sua técnica criando projéteis que iam em direção da aura sentida antes, e depois não tinha nenhum sinal. Por fim, chamava Frisk, porém não tinha resposta, decidia, então, voltar para Missu e a alertava sobre o que viria a acontecer, pegava o Flame Dial e guardava. Porém, quando ia partir para a próxima parte, seu Haki disparava, e ele sentia uma aura que não era estranha, na verdade a conhecia bem, Elsa já estava na ilha. Além disso, outro ponto, Ivnya parecia não ter voltado até o momento, e o Duque sequer tinha a visto no caminho.

Por fim, quando tinha ciência de onde Elsa estava, uma forte explosão ocorria na Cidade Alta, a ponto de ser ouvida da Cidade Baixa. Não era possível saber exatamente de onde, mas sabiam que Helves ainda deveria estar por lá ou talvez Frisk tivesse também envolvido.

~ Frisk ~

A resposta para a pergunta era óbvia, a sua frente estava Horace, e depois que o celestial saia da dimensão de bolso, junto do vice-almirante, o outro imediatamente se levantava e ao ouvir a voz de Frisk esboçava um sorriso, de ponta a ponta, mesmo que a máscara não permitisse que isso fosse visto. - Bem vindo minha criação! Anjo Caído Frisk Dreemurr! Seizaki era o primeiro que começava a andar em direção da janela e ficava contra a parede, olhando de soslaio o que acontecia no lado de fora enquanto sua atenção parcialmente ficava em direção do revolucionário.

Horace ouvia as indagações de Frisk e ao ouvir elas seus olhos brilhavam, como se fosse o melhor cenário possível. - Está certo, não faz sentido nós começarmos uma guerra aqui em uma ilha como essa. Além do mais, devido à natureza da Doa Doa, seria uma perda de tempo total, você poderia escapar facilmente. Então, quando o homem ia continuar suas falas, Frisk ouvia algo vindo da escadaria, pensava que poderia ser um inimigo e seu Haki logo sentia a aura, mas a aura de uma criança e estranhamente alguém totalmente indefesa ou sem nenhum tipo de intenção ruim, a jovem descia as escadas correndo em direção do cientista do Governo Mundial e o abraçava como se fosse uma criança encontrando seu padrinho.

- Tio Horace, por que não avisou que tinha chegado! O cientista segurava a criança e a levantava, olhando-a no ar e girando um pouco. Se o Anjo Caído desconhecesse quem era Horace de verdade, talvez caísse nessa farsa de bom homem. A menina era colocada no chão e ela olhava para Dreemurr um pouco confusa. - Quem é ele? - Seu nome é Frisk, um amigo meu, por que não  se apresenta para ele ? A garotinha caminhava até o rapaz e abaixava um pouco o vestido em uma espécie de cumprimento extremamente formal. - Prazer, sou Madeleine Ford. Seu nome é apenas Frisk? Perguntava ela com ampla simpatia. - Você fez sua lição de casa Madeleine? Por que não conta para meu amigo o  que a gente estava conversando? Ela ficava pensativa, com o dedo indicador no queixo, e dava de ombros. - Tio Horace fala que eu tenho uma espécie de talento raro, ou algo assim, digo, eu sou muuuuuuuito boa em desenhar e tudo mais, mas eu fico doente muito fácil! Algo como uma balança, por eu ser muito talentosa, acabo sendo fraquinha nisso, ai o tio Horace vem sempre aqui para me dar um remédio! Falava a garota com certo tom de animação.

Subitamente era possível ser ouvido um forte estrondo vindo do lado de fora da casa, na verdade deveria estar longe, provavelmente acontecendo no "térreo" de Stanford. Um leve clarão atingia a janela e Maddie parecia mais surpresa do que todos. - Ei, fogos de artificio, por que não vai ver eles do seu quarto Maddie?! Falava Seizaki dando a deixa para que a garota fosse e ela aceitava a proposta, correndo entusiasmada para ver os tais fogos de artifícios. - Parece que seus amigos estão aprontando lá embaixo. Falava o Vice-Almirante pegando de dentro do seu casaco uma caneta e arremessava ela em direção do revolucionário, nesse meio tempo ele estralava os dedos e ela se tornava uma seringa retrátil.

- O projeto Lost Children, ou no seu nome inicial, Projeto de Cura Latente. Madeleine é uma criança que possui uma doença rara, sabemos que há algum fato no sangue dela que provoca uma queda drástica em sua imunidade. Foi uma surpresa quando encontramos em Karakui um homem chamado Andrew Ford pedindo ajuda para salvar sua filha, em um acordo pegamos a tecnologia dos Dials e prometemos estudar a cura para a doença dela, enquanto dávamos uma nova cara para Stanford. O fato é que a tecnologia dos Dial se mostrou muito boa, mas tinha algo bem interessante nesse meio tempo.

- Fizemos vários testes com cobaias, mas nenhuma resposta positiva, até que notamos que os humanos que tinham contato com o sangue de Madeleine tinham os mesmos sintomas que ela, mas e se usássemos celestiais? Ou melhor, celestiais da mesma idade? Em um acordo com um pirata conseguimos a colaboração forçada de algumas crianças para nosso projeto, 11 ao todo, e você e seu irmão estavam juntos.

Os olhos de Horace fitavam diretamente Frisk com certa expressão de deleite, como se estivesse olvidando dias de glória. - Ficamos tristes quando descobrimos que o fator do sangue dela também afetava celestiais, mas ele era significantemente menos letal em celestiais. Então, você e seu irmão desenvolveram resistência a isso, as duas crianças mais tímidas, extremamente colaborativas, talvez por que esperavam encontrar seus pais novamente. Eles tinham descido em busca de vocês e sabíamos disso, uma pena que o reencontro não ocorreu. Depois, fizemos alguns testes, e qual foi nossa surpresa ao saber que ambos tinham a resistência, mas seu irmão era totalmente diferente, o sangue dele era tão potente que aumentava consideravelmente a imunidade dos celestiais e dos humanos, ajudava a melhorar a recuperação muscular, fortificação, era quase um hormônio miraculoso.

O cientista fazia uma pausa e então seus olhos cerravam. - Mas ai o maldito Marshall se rebelou como uma criança mimada, invadiu o laboratório com a escória de piratas dele, raptou todas as 11 crianças, conseguimos apagar algumas, mas nossas duas cobaias mais promissoras escaparam na fase final do projeto. O Governo Mundial interviu para esconder as provas, renomeou o projeto, escondeu os arquivos e construiu o laboratório K para evitar que a verdade do projeto de Cura Latente viesse a público, criar um soro capaz de melhorar a habilidade militar de todos os marinheiros sem gastar anos de treinamento, essa era a verdadeira natureza desse projeto.

- Mesmo sem seu irmão, seu sangue já é muito valioso, agora, Frisk Dreemurr, preencha essa seringa e irei concluir todo seu pesadelo e contar o que aconteceu com seus pais. O homem esticava a mão, esperando que o revolucionário desse a seringa com o líquido rubro.


~ Helves & Aya ~

O "céu" começava a se fechar em Stanford, na verdade algumas nuvens começavam a ficar acima da cidade e devido a altitude em que estavam, um efeito engraçado começava a acontecer, alguns flocos de neves começavam a precipitar, entretanto, apesar do gelo da neve, a situação de Helves estava longe de ser congelante assim, muito pelo contrário. Aya tinha habilmente parado os inimigos através das suas habilidades, na verdade estava mais para uma emboscada, então restava para que a Máscara da morte se aproximasse e sentenciasse Andrew e os outros para a morte. A garota adentrava na casa primeiro e para sua surpresa de fato estavam ali, tanto o prefeito quanto sua guarda costas e infelizmente sua secretária, bem, as vezes mortes indesejadas aconteciam quando atos dramáticos como atentados aconteciam.

Um grande fantasma era gerado, o suficiente para explodir a existência do magnata e seus amigos, até mesmo de alguns metros de raio. Desse modo, a dupla começava a correr para longe dali, a fim de não serem pegas pelo impacto e então "boom". Todavia, ao invés de um sussurro, o fantasma explosivo se tornava em uma bomba de canhão, explodia, fazendo um imenso estrondo e obrigando Helves e Aya a levarem o braço a frente do rosto para se protegerem da poeira levantada pela onda de choque. Imediatamente sentiam o cheiro de cinzas e fogo, as labaredas lambiam o que restava daquela casa e dos corpos que foram aquelas três pessoas e começava a consumir os locais em volta. O clima contrastava, enquanto havia uma luminosidade mais baixa, frente ao sol que era parcialmente coberto, uma forte luz estava onde era quase o topo de cidade alta, assim como mesmo com o frio da neve, o fogo aquecia e comia tudo que estava em seu caminho, como um demônio.

Imediatamente sinos começavam a ser tocados, a dupla de revolucionárias podia começar a ouvir gritos vindo de casas mais distantes, o que era até irônico já que estavam na parte nobre, parecia que sem seus vassalos a nobreza sequer sabia o que fazer ali, perdidos como galinhas quando seu cerco é quebrado. A dupla caminhava em direção da grande fogueira que era aquela casa e até ficavam alguns bons metros afastadas  dela devido a intensidade do calor. - Acho que talvez tenha exagerado um pouquinho. Dizia Aya em um leve riso e logo puxava a manga da roupa da celestial a fim de saírem dali, primeiro por que sirenos e fogo não se davam bem, segundo por que algumas pessoas das casas não destruídas já olhavam por fora da janela e com certeza haviam gravado o rosto de Helves.

Felizmente, até o momento, não haviam encontrado nenhum inimigo, significando que os garotos estavam mantendo todos ocupados. Assim, Aya tentava puxar sua companheira, e caso concordassem, estariam de volta na torre para conseguirem observar uma vista panorâmica, a neve caia e acumulando sobre algumas casas, em especial na cidade baixa, enquanto que a norte uma imensa cortina de fumaça e um grande incêndio começava a se alastrar, com certeza ele seria controlado, já que a ilha continha os Dials, mesmo assim, levaria um tempo. - Então, o que vamos fazer enquanto isso? Você quer esperar e depois tentar confirmar que Andrew morreu mesmo ?  Perguntava Aya olhando para a parceira.

~ Let it go ~

Depois da exagerada inusitada chegada na ilha do céu, Elsa e sua falange estavam já pisando sobre Stanford, a missão parecia simples, chegar ali, recuperar Frisk, ajudar no que fosse possível e teriam terminado. Mas para sua felicidade, ou não, sinais de batalha eram possíveis de serem encontrados e , bom, considerando quem estava na ilha, era bem possível que Tidus estivesse envolvido.

Depois de sua pequena digressão ela voltava ao normal e encontrava seus soldados já prontos para a incursão, os oficiais se arrumavam enquanto a recém sub-general começava a andar por ali em direção do caminho que havia sido indicado por Angel. A glacial começava a caminhar, passando por algumas esquinas e becos até que chegava em uma virada, olhava mais ao fim dela e via diagonalmente um homem deitado e conseguia sentir a aura de quem estava logo a frente dele, Belmont, subitamente uma intenção assassina era sentida por todos da falange e a única reação que Ás e Mindy tinham era se proteger daquela onda de vento produzida pela Kokutou, não estavam surpresas, afinal já sabiam que ele era desse nível de poder.

Por fim, restava apenas o cadáver fatiado ao meio e Elsa chamava Dailong, que respondia o chamado e ao ouvir as ordens confirmava com um aceno de cabeça e voltava para os outros soldados dando ordens para que se espalhassem formando um arco e impedissem qualquer um suspeito. Tidus se retirava dali, indo em uma casa, mas na saída parava e seus olhos iam em direção do beco onde Elsa e os oficiais da Falange estavam.  A neve começava a ser mais perceptível para os revolucionários na sombra e ficava um pouco mais forte, o que era até cômico se considerar que a Rainha dos Espinhos estava ali.

Por fim, quando tinha ciência de onde Tidus estava, uma forte explosão ocorria na parte alta da cidade, a ponto de ser ouvida da Cidade Baixa. Não era possível saber exatamente de onde, mas ainda não sabia nada de onde Helves ou Frisk poderiam estar.


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Stairway to Heaven   Stairway to Heaven - Página 4 EmptyTer 16 Jun 2020, 21:24

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Era a segunda vez que Helves fazia algo daquele tipo. Explodir um lugar, deixar tudo destruído e pegando fogo era um pouco chamativo demais para ela. – Vou ficar conhecida por coisas assim... É um pouco estranho até. – ria baixinho depois de explodir o lugar junto do alvo e outras pessoas, aproveitando-se das habilidades de Aya para tal. De uma distância segura as duas garotas se protegiam brevemente, observando a grandiosa fogueira que era criada após a fumaça permitir a vista. – Ando exagerando muito desde que cheguei aqui, não sei se gosto disso. – sentia um gosto amargo na boca, fazer tal estrago em uma cidade que até o momento não tinha lhe feito nenhum mal provavelmente a categorizava como uma vilã. "Faz parte do meu trabalho, acontece." Suspirou em meio as puxadas de Aya, sorrindo para sua companheira já desconfortável com a situação quente. – Sim... Acho que já terminei meu trabalho aqui. – claro que ainda restava a identificação dos corpos, mas Helves não faria isto agora com sua amada ao lado. Era melhor retornar depois e ter certeza que sua missão estava completa depois de tudo.

Até ali nenhuma das duas tinha saído ferida, um sucesso bem maior do que a celestial estava esperando. Não deixar a companheira participar dos combates fazia muito mais sentido quando se podia explodir tudo, fazendo até parecer algo interno se ninguém tivesse visto as duas por lá. – Ainda bem que me viram, não sei se só isto já me liga ao ataque... Deve servir. – comentava pelo caminho, chegando na torre depois de algum tempo. Já no topo, Helves observava o fogo de longe, relaxando um pouco naquele momento de calma que tinha antes de toda a guarda da ilha ir atrás dela. – Vou checar agora, é melhor que eu aproveite enquanto ainda está perigoso... Depois eles podem se esconder e ai teremos problemas. – sua voz estava bem séria, já se preparando para sua saída, ajeitando as vestes, além de livrar-se do disfarce por hora. Não seria mais tão necessário ter o cabelo daquela cor, retornando ao seu normal. As lentes e todo o resto também seriam retirados, deixando até mesmo as roupas de lado para vestir algo que usava nos tempos de pirata. Uma blusa de capuz vermelha, junto de uma calça também vermelha. Sapatos brancos, camisa branca por baixo. – Tome conta do meu corpo... E ligue para o Jecht, avise sobre nossa situação enquanto estou fora. É bom que eles saibam quem fez aquela bagunça, assim podem ficar mais tranquilos. – diria já se encostando em sua companheira, liberando sua alma do corpo na forma natural.

A qualquer momento pode me beliscar, eu voltarei imediatamente para te ajudar. – sorria para Aya, flutuando para longe assim que sentisse que fosse o momento correto para tal. O destino não deveria ser tão longe assim, chegar voando até as chamas provavelmente seria bem fácil. O maior problema ali seria encontrar Andrew e os outros que estavam na casa. Helves simplesmente atravessaria tudo para ver se achava os corpos deles ou algum rastro, podendo seguir este rastro até os alvos ou apenas explodir o caminho com fantasmas novos até ter Ford e seus protetores no seu alcance. "Foi uma ordem..." Não tinha muito a ser dito naquele momento, Helves apenas seguiria seus alvos se ainda estivessem vivos e fugindo. lançaria fantasmas negativos para os deixar mais lentos, fazendo explosivos surgirem e assim finalizarem os inimigos enquanto eram afetados pela negatividade. Fora isto a celestial apenas confirmaria o estado dos corpos, até mesmo entrando dentro deles para observar se ainda estavam vivos ao diminuir seu tamanho e explorar o interior deles. Ford era o principal ali que teria de morrer, ela garantiria isso mesmo que tivesse de colocar fantasmas explosivos dentro do prefeito e o destruir por dentro. Sua missão era mais importante que o estado mental depois de tudo aquilo.

"Um dia eu vou passar por cima dessas ordens, quando eu for mais forte. Quando eles não puderem mais me controlar de forma alguma. Só preciso aguentar mais um pouco." Proteger sua amada era mais importante do que manter-se fiel ao que sempre foi. Com Aya segura e viva a celestial poderia se recuperar de tudo isso, principalmente se ela estivesse lá para acolher e abraçar Helves nos momentos complicados. – Foram crimes complicados de deixar passar... Meus iguais não podem sofrer na mão de um governante tão ruim, eles vão ficar melhor sem você. – comentaria no meio de tudo aquilo, mantendo-se séria o tempo inteiro. A qualquer sinal de dor em seu corpo a garota faria questão de terminar o serviço ali rapidamente, explodindo os alvos logo com suas criações e então retornando para os braços de Aya. Protegeria sua amada de imediato, ficando na frente dela se algum perigo estivesse próximo e assim a deixar mais segura não importando a situação. – Estou aqui, não se preocupe. – falaria tranquilamente enquanto sorria e aguardava as palavras da mesma para entender melhor a situação atual. Se nenhuma dor fosse sentida, Helves só retornaria quando a confirmação da morte de Andrew fosse feita.


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MensagemAssunto: Re: Stairway to Heaven   Stairway to Heaven - Página 4 EmptyTer 16 Jun 2020, 23:07






- Stairway To Heaven -

~ Queen of Thorns ~




Fora questão de minutos até alcançar o foco daquele conflito cuja destruição era facilmente perceptível, guiada pela informação de Angel havia encontrado nenhuma resistência em uma ilha proporcionalmente mais densa do que Karakui com suas baixas temperaturas. Mas ali estava enfim próxima a uma beco até perceber a presença de dois homens, o fim de uma luta mortal, mas cujas probabilidades infelizmente pendia fortemente contra um dos lados. A intenção assassina percorria o local como uma onda densa capaz de remover o fôlego e cortar a coragem daqueles que não estivessem preparados para lidar com o seu perigo, não eram preciso pensar ou verbalizar nada, sabia de quem se tratava aquela pressão e o que veio depois, nada mais era do que algo que já havia visto algumas vezes. - Protejam-se. - comentava, livre da cobertura pela qual cedia para Mindy e Às pudessem se proteger. O balanço de Tentetsutou junto ao Haki produziu um deslocamento de ar poderosíssimo, no entanto se a maioria fugia apavorada, eu apenas contemplava aquele golpe sem me importar com o sopro furioso daquele vento. - Impressionante como sempre. - comentava com um sorriso fugaz estampado na face, enquanto o capuz me fugia da cabeça, mas se mantinha firme junto ao manto. - Decidiu levar a coisa a sério? - pensava, em dúvida a respeito da postura do Duque e da destruição vista, seu potencial era muito maior do que aquele, o que me levava a questão do homem não estar talvez irritado o suficiente para usar todo seu arsenal.

Dailong se aproximava para receber de mim ordens rápidas e simples, um cinturão de proteção, ainda que o Duque não fosse alguém que necessitasse de proteção, era bem pelo menos evitar quaisquer estragos desnecessários ou mesmo surpresas. Daquela distância, podia sentí-lo com meu Haki e seu olhar me fazia ter a certeza de que o mesmo valeria para ele. - Francamente… assim fica difícil fazer uma surpresa. - deixei uma senbon correr pela manga do vestido, furando um papel que tinha entre os dedos antes de jogá-lo na direção de Belmont a uma velocidade na qual ele não teria problemas em interceptar. Preso a agulha fina, um papel curto, com poucas palavras, a mensagem deixada por ele antes de partir. Não era preciso dizer coisa alguma naquele momento, eu estava ali e agora ele sabia, o resto não me preocupava de descobrir, até mesmo porque, tão rápido quanto nossos olhares e presenças se cruzaram, uma explosão vinha de uma região alta alertando-nos e nos despertando a curiosidade tanto quanto a neve que subitamente parecia cair por ali. - Ao menos a baixa temperatura será uma aliada. - pensava com certa graça, colocando o capuz novamente, antes de sinalizar aos revolucionários que avançassem em direção ao local da explosão. - Vamos. - dizia a Mindy e Às. - Espero que Angel não esteja tendo dificuldade nas buscas. - pensava, observando e avançando com cautela em direção ao local, com o Haki presente a todo instante, varrendo o local em busca de ameaças ou uma presença misteriosa.

Permaneceria ao flanco, não me expondo a situações de perigo a menos que fosse realmente necessário, do contrário apenas conduziria junto de Dailong o avanço da falange, direcionando e coordenando os ataques contra inimigos que eventualmente se colocassem no caminho de Tidus, que naquele momento já era uma chamariz bem mais eficiente. Contato direto, somente se fosse extremamente inevitável, recebendo o Duque com um sorriso. - Saudades de mim? - olharia em direção ao foco das explosões. - Onde eles estão? - questionaria a respeito de Frisk e Helves.





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~The winter has come
The blood and soul has aceepted their fate
The young viper, now mature, put their children in the hunt
They want to hunt by your lead
Their dreams, liberty and fate
Winter calls with your voice and only the phalanx can survive it!~


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