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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Regresso do Anjo Torto

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O Regresso do Anjo Torto   O Regresso do Anjo Torto EmptyDom 3 Maio - 15:06

O Regresso do Anjo Torto

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Daniel Joseph. A qual não possui narrador definido.


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DanJo
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MensagemAssunto: Re: O Regresso do Anjo Torto   O Regresso do Anjo Torto EmptySex 8 Maio - 18:53

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Tudo havia voltado a mim, todas minhas lembranças, todos meus traumas, todas as cicatrizes. A alguns meses estou casado com uma bela moça, um pouco temperamental talvez, mas boa para mim; sua gentileza aqueceu meu coração e me trouxe alegria, não a alegria da servidão como antes havia experienciado com Nila mas uma alegria de viver, algo delicioso a alma, algo que não deveria abandonar no entanto aqui estou no porto e lá em meu antigo lar está a carta de despedida a ela, agradecendo pelos melhores meses da minha vida e me desculpando pelos 50.000 berries que peguei emprestado, a unica coisa que trouxe comigo além das roupas do corpo: uma camisa branca, calça preta com suspensórios e sapato social marrom. Um parte minha ainda sofre o abandono desta felicidade, um melancolia no quarto vazio de minha alma me observa da escuridão aplicando seus efeitos com um simples olhar, trazendo um sufoco constante a minha garganta e nublando meu dia.
     Observo a paisagem sentindo o vazio a mim retornar, como areia movediça me engolindo aos poucos e trazendo a insanidade que habita meu para se apossar em passos letárgicos mas firmes. Ouço-a se aproximar, ela que reina sobre meu ser e controla meu mundo. Ela, que detém o poder de tomar minhas pernas, minha visão, minha fala, ela que tomou minhas emoções para que eu nunca me considere ao executar uma missão e seguir ordens. Ela, que atende pelo nome de Nila, a muito tempo morta mas assombra minha vida com sua resplandecência pútrida; posso sentir seu cheiro, uma estranha mistura de sangue, mofo e pólvora; posso sentir seu toque áspero dos dedos desprovidos de carne.
     A vejo parada sobre as águas,nua exibindo seu corpo púbere parcialmente carbonizado pela explosão que quase a matou deixou boa parte de sua carne em péssimo estado, seu braço esquerdo se fora até o cotovelo, sua face, abdômen e seios enegrecidos e o nariz descamando para carne viva. Fita-me com seus olhos carbonizados. Sua boca murmurava algo inaudível pela distancia, mas não demorará muito para que se aproxime e comece a influenciar minhas ações. Mas sei bem oque ela deseja.
     Eu sabia oque fazer desde a noite passada mas estava ocupado revivendo meus traumas e moldando minha mente, eliminando os novos ideais  e condutas desnecessários a vida que seguirei. Pensando no objetivo da última missão que recebi de sua dona em vida: ascender na hierarquia do governo e proteger e executar os interesses dos Dragões Celestiais. Por isso ali estava seguindo em direção ao QG da Marinha , para se inscrever como Agente do Governo Mundial, determinado a chegar em seu destino independente dos empecilhos em seu caminho, tentaria se manter determinado em seu objetivo. Seus olhos estariam vidrados em seu caminho evitando contato ocular com os transeuntes em seu caminho, com as mãos nos bolsos como de costume sentindo um incomodo com a ausência de pedras ou areia, uma certa insegurança. Mas talvez fosse bom a ausência de seu jogo sujo, gostaria de manter uma boa aparência para seus futuros companheiros e lideres antes de ter certeza se o método condizia com as condutas dos agentes. Talvez seus métodos sejam comuns a organização e possa retomar seu hobby de torturar criminosos. Um dos prazeres ensinados em sua juventude, a execução de seus inimigos traz a si um prazer sexual, uma obsessão doentia, praticamente um fetiche pela dor e sangue alheio.
     Tanto em meu caminho, caso consiga prosseguir sem interrupções, quanto em algum dialogo, o formigamento virá por baixo da pele, e precisarei me segurar para manter uma postura discreta, a dor da volta das criaturas, dos amaldiçoados, dos pecadores a rastejar em minha carne, murmurando blasfêmias, xingando ou sussurrando sugestões para oque fazer com os transeuntes. Rastejarão de volta a seu lugar, habitando a pele de meus braços como tatuagens macabras urrando com seus olhos vazios, em meu pescoço reservado a ela estava Nila, seu rosto angelical tatuado com uma coroa de espinhos; tatuagens essa visíveis apenas a mim. Assim que as almas tomarem seu lugar virá a pulsação vindo da única marca visível em meu corpo a pata dos dragões Tenryubito no centro de minhas costas onde um dia houve minhas asas que me foram arrancadas como punição. Mesmo sem minhas asas me foi mantido minha celestialidade, ainda sou o anjo da justiça celestial.
     Caso chegue ao mesmo destino, procurarei um oficial para me inscrever; anunciarei.
     -Me chamo Daniel e gostaria de me inscrever para o governo mundial.
     Preencheria qualquer formulário a mim entregue e seguiria as ordens a risca.

Histórico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: O Regresso do Anjo Torto   O Regresso do Anjo Torto EmptySex 8 Maio - 21:20



O Regresso do Anjo Torto #1




Com a consciência levemente pesada pelo abandono de sua amada, e a constante assombração de seu passado sombrio, Daniel caminhava com nada além das roupas que vestia e alguns trocados no bolso. O rapaz parecia perturbado, mas mantinha a compostura e seguia firme em seu caminho.

Não foi difícil achar seu objetivo, o Quartel da Marinha, visto que a cidade de Toroa era pequena se comparada com o território total da ilha. Primeiro ele caminhou até a região portuária, passando por inúmeros transeuntes que olhavam de relance, o clima estava fresco e agradável; nem muito quente, nem muito frio, com uma brisa refrescante vinda do oceano.

No porto, Daniel se deparou com inúmeras lojas do ramo marítimo: lojas de souvenires, lojas de pesca, loja de barcos e tudo o mais que envolvia o ramo. Mas nada disso interessava-o, então caminhou pelas ruas até a entrada do quartel da marinha. — Auto! Identifique-se e diga o motivo de sua vinda! — Um par de marinheiros guardava a entrada, e com rifles equipados com baionetas eles barraram a passagem de Daniel, cruzando as armas à sua frente.

O gatuno explicou-se, um motivo nobre, que fez os homens baixarem a guarda. — Muito bem, aguarde um momento. — Disse o mesmo homem que o abordou, virando-se de lado e chamando outro marinheiro. — Esse aqui quer se alistar pro governo. — Pontuou, a pessoa que surgiu era um rapaz de estatura mediana e aparentemente um cadete também. — Ótimo! Venha comigo. — Disse a nova figura, guiando Daniel pelo quartel até um homem bem vestido que trajava um terno preto e fumava um charuto observando um esquadrão de marinheiros novatos treinarem. — Senhor? Um novo recruta. — Alertou o guia de Daniel, fazendo o homem se virar e encará-lo de cima a baixo.

— Hmmm. Você parece ter sangue, mas deve provar isso primeiro. — Com um assobio ele chamou um novato qualquer que lhe trouxe um balde e um esfregão, o qual repassou para Daniel. — Primeiro limpe todo o piso do quartel, exceto nas salas trancadas, essas você não tem permissão de entrar. Todo o resto, como dormitórios, corredores, sala de treino, quero ver brihando. — Ele acendeu seu charuto e deu uma tragada antes de continuar. — Quando acabar me chame, não tirarei dúvidas. Se não me achar, pergunte pelo "Agente Superior". Isso é tudo, dispensado.

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MensagemAssunto: Re: O Regresso do Anjo Torto   O Regresso do Anjo Torto EmptySab 9 Maio - 12:07

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       De certa maneira a moça alimentava uma certa dependência psicológica minha, no entanto um leão alimentado com um pouco de ração nunca estará satisfeito. Ela era mandona de uma maneira gentil e preocupada, então todo o tempo com ela eu podia "servir" e alimentar essa necessidade, no entanto no fundo eu sentia saudade da rigidez de um "superior". Essa sensação começava a me inundar assim que avistei o QG e me vi em uma euforia que tive que conter. Após caminhar bastante finalmente vejo alguém com rostos, o dois oficiais que me recepcionaram possui suas faces e emitiam um brilho próprio tímido simbolizando sua lealdade a justiça.

   Meus olhos inspecionam cada centímetro do lugar impressionado com a beleza do forte celestial, talvez aqui sera minha nova casa, segura para que eu possa me perder em pensamentos entre uma missão e outra. Retornando do refugio distópico de minha mente reparo que estou seguindo algum tipo de recruta sem rosto residente provavelmente pois caminhava pelo quartel com certa segurança. Sou guiado até um ser mais superior, com boas vestes e um olhar sombrio, acima de sua cabeça uma aureola incandescente e atrás dele dois pecadores sem face montam guarda, de seus peitos perfurados uma corrente desce, carne de seus corpos esta podre e empoeirada, moscas sobrevoam as criaturas. Uma certa repulsa sobe junto a um pouco de bile em minha gargante e tento ao máximo disfarçar o nojo.

-Hmmm. Você parece ter sangue, mas deve provar isso primeiro- meus olhos focam o brilho azul da autoridade tentando esquecer as criaturas, ele assobia e recebo um balde e esfregão- Primeiro limpe todo o piso do quartel, exceto nas salas trancadas, essas você não tem permissão de entrar. Todo o resto, como dormitórios, corredores, sala de treino, quero ver brilhando- as duas criaturas se movem, caminham em minha direção e param ao meu lado, um cheiro de chorume toma meu nariz, agora posso ouvir o zumbido das moscas e ver que a muito mais delas neles entretidas com o devorar de sua carne. O brilho da chama recobra minha atenção- Quando acabar me chame, não tirarei dúvidas. Se não me achar, pergunte pelo "Agente Superior". Isso é tudo, dispensado- mal consigo ouvi-lo entre os zumbidos, mas gratificação de um ínfimo proposito leva um pequeno sorriso ao meu rosto e supera o nojo.

-Retornarei em breve- anuncio levando meus utensílios para o comodo mais próximo disponível a mim, chegando la analisarei o espaço interno para deduzir o melhor lugar para terminar de maneira que meus sapatos não sujem onde já limpei. As criaturas me seguem, as correntes a elas presas estão algemadas a minhas pernas oque dificulta meu movimento e me faz mancar, acabo me demorando um pouco mais que desejava no primeiro comodo e reparo que as moscas começaram a devorar minha carne também- não não não, não não não não não, sou um ser celestial- murmuro inquieto começando a tremer- não podem, não podem, malditos- me arrastando para fora do lugar tento terminar minha tarefa. Finalizando o primeiro passo se possível, vejo o braço de um dos empoeirados cair no chão e desaparecer, um sorriso exagerado contrai minhas bochechas e uma risada maniaca escapa- acho que já sei como me livrar de vocês desgraçados- tentando superar a o nojo e o medo, me determino a realizar minha tarefa mais rápido antes que eles tomem mais de minha carne. Tentando novas maneiras mais rápidas e eficientes de limpar o chão otimizando a tarefa. Assim que achar que estou terminando, me consultarei com um marinheiro para ter certeza se me esqueci de algum comodo, indicarei por todos onde já passei com perfeição, e seguindo para o lugar indicado. Tentarei realizar essa de tempos em tempos, para garantir que não haja espaço para falha. Assim que terminar e me ver livre do fardo dos empoeirados e de minha tarefa se possível, procurarei pelo Agente Superior, questionando o primeiro marinheiro que encontrar dando a descrição física do agente e patente, caso o oficial o desconheça questionarei o próximo até conseguir a informação desejada e conseguir chegar até o Agente.

   Assim que o encontrar, direi- Retornei senhor, a tarefa que requisitou esta completa- entregarei o esfregão e balde caso solicitado, Olharei no fundo dos olhos do Agente- Senhor, se me permite gostaria de saber seu nome ou codinome, oque preferir. Me chamo Daniel Joseph.

   Minha tarefa a principio havia sido completa, mas o reconhecimento viria a trazer o prazer que meu corpo tanto ama, talvez a expectativa refletisse em meus olhos. Os anos perdidos, enfraqueceram minhas técnicas, não consigo esconder minhas sensações do mundo exterior como antes, e não tenho certeza se conseguirei esconder minha loucura por muito tempo. Não demora muito para uma crise e espero que não destrua as relações que me elevariam, apesar de preferir manter distancia de outros, um parceiro me parece necessário para sobrevivência estou longe de ser algo bom o suficiente para encarar as diversas barreiras em minha jornada sozinho.

   Tentarei sorrir de maneira carismática e ouvirei com atenção, procurando me ater as informações mais importantes para minha próxima tarefa.  
 




Falas: color=#cc99ff

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Última edição por DanJo em Sab 9 Maio - 19:45, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O Regresso do Anjo Torto   O Regresso do Anjo Torto EmptySab 9 Maio - 16:50



O Regresso do Anjo Torto #2




Ouvindo as instruções enquanto tentava ignorar os ruídos tenebrosos e as visões macabras projetadas por sua mente, Daniel tomou posse dos utensílios de limpeza e deu início a sua tarefa. Era um lugar grande, então esperava-se que teria alguma demora.

Em uma espécie de guerra mental, o rapaz esfregava repetitivamente o piso, algumas vezes deixando escapar murmúrios ou risadas que faziam os que estavam ao seu redor olharem-no de maneira esquisita. Limpou o chão dos corredores, passando por cada uma das salas abertas, algumas vezes teve de esperar os marinheiros terminarem seus afazeres e outras vezes limpou com eles ainda ocupando o espaço.

— Acabei, ou tem algo mais?

Ele questionou um dos marinheiros, que não tinha a menor ideia do que ele estava falando e somente o olhou torto antes de dar as costas e ir embora, talvez não tivesse dirigido sua pergunta de maneira correta. Para ter certeza, esfregou um pouco mais os pisos e procurou por seu recrutador, perguntando a um marinheiro qualquer — dessa vez obtendo resposta.

— Ele está na área comum de treino.

Alertou um dos soldados, trajando o uniforme padrão e um boné da marinha, ele logo se despediu pois parecia estar com pressa. Daniel seguiu procurando pela área, sem saber bem como se locomover no forte militar, mas com alguns minutos achou a área que parecia correta; e lá, o homem que procurava.

Daniel alertou do término de sua tarefa, e perguntou pelo nome do agente. Ele ainda fumava um charuto, mas não o mesmo, apoiava as costas e um dos pés na parede e uma de suas mãos estava dentro do bolso da calça social.

— Termine todas as tarefas e eu lhe contarei. Por hora, me chame de Senhor, é melhor ir se acostumando com a hierarquia.

Ele deu uma tragada, estalou os dedos e um recruta apressou-se a surgir praticamente do nada, tomando as ferramentas de limpeza de Daniel e levando consigo antes de sumir.

— Você provou que sabe limpar um chão, parabéns. Preciso saber se você aguenta o tranco, então irei lhe passar uma lista de coisas que quero que faça.

Ele apontou para alguns equipamentos: uma barra fixa, um supino com pesos de concreto e uma pista de corrida com obstáculos para serem pulados.

— Dê seu máximo em cada um desses, não há número mínimo nem máximo, apenas dê seu sangue em tudo que fizer. Se ficar de moleza está reprovado, e eu vou pessoalmente olhar.

Com isso, ele tirou o charuto da boca e soltou uma pequena nuvem de fumaça que dissipou-se rapidamente.

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: O Regresso do Anjo Torto   O Regresso do Anjo Torto EmptyDom 10 Maio - 5:07

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Lá estava ele, contra parede performando uma pose. Ele que logo me traria o prazer de cumprir uma ordem e adiaria minha crise de abstinência. A frente de seus pés uma criatura de cócoras arfava como um cão, sua pele se fora graças a suas próprias unhas e em seus musculos expostos diversas feridas pulsavam e sangravam. Ele coçava as costelas retirando feixes de carne que caiam no solo e pude sentir seus olhos focados em mim enquanto o Senhor fala.

-Termine todas as tarefas e eu lhe contarei. Por hora, me chame de Senhor, é melhor ir se acostumando com a hierarquia- me acostumar? Não, eu vivo pela hierarquia e aimda preciso resolver comigo mesmo oque fazer quanto estiver mais acima e possuir mais liberdade, como minha obsessão evoluira para que eu possa, ainda, ser fucional e eficiente.

-Você provou que sabe limpar um chão, parabéns. Preciso saber se você aguenta o tranco, então irei lhe passar uma lista de coisas que quero que faça- me indicou alguns equipamentos e uma pista de corrida.

-Dê seu máximo em cada um desses, não há número mínimo nem máximo, apenas dê seu sangue em tudo que fizer. Se ficar de moleza está reprovado, e eu vou pessoalmente olhar.

Havia um certo tempo que não treinava minha rotina de exercícios diários para manter minha performance exímia. É claro que os trabalhos no porto evitaram o atrofiamento de meus músculos no geral, carregar caixas com balas de canhão, alimentos, barris de água e et cetera, exigem um esforço colaborativo de todo seu corpo. Agora agradeço aquele emprego medíocre.

Paro diante da barra fixa e um berro lunático me assusta me fazendo saltar para longe da origem, a criatura sem pele parada próxima agora sorria a sua maneira sem lábios. Tento recobrar minha compostura mas evito olhar para o Superior, apenas sigo com minha nova tarefa como se nada houvesse ocorrido disfarçando o nervosismo. Com um pequeno salto alcançarei as barras alinhando os braços com os ombros,  a criatura se aproxima e me escala se posicionando em minhas costas como uma mochila grotescas exarcada de sangue que oriçava os pelos do meu corpo ao escorrer até meus pés; apesar de esqualida ela parecia pesar uma tonelada e tento subir a primeira barra com um esforço surreal . Arfando proximo à meu ouvido ela lambe meu rosto e sussura rouca- uuuuuummmmm!- entendo o princípio do movimento tento executar com mais qualidade - dooisssss!- novamente tento melhorar a qualidade- trêssssss -  então subo a velocidade harmonizando minha respiração- quaaatro, ciiinco, seeeisss, seeete... viintee noooove, TRINTA- meus braços queimavam, minha respiração não sabia mais de harmonia e minha cabeça latejava um pouco; a criatura descia como se soubesse que dali não passaria e quando me esforço para mais uma repetição meus dedos falham e caio. Sentindo meus braços como pesos mortos sigo para os supinos de concreto mexendo os dedos como aranhas e andando de um lado para o outro dando um descanso a meus braços. Após cinco minutos o esqualido retorna ao meu lado - SENTA!-  ordena e obedeço , levanto o supino e posiciono contra o peito, perco o folego quando a criatura empurra o peso para baixo mas exijo o máximo de meus braços para produzir vinte repetições se possível largando o peso no suporte exausto, dolorido sentindo os músculos de meus braços se contraírem e produzir espasmos dolorosos . Repito o intervalo de cinco minutos e começo a correr pela pista tentando manter uma velocidade boa - CORRA ATÉ CAIR, CORRA CORRA CORRA- berrou a criatura, repito a segunda volta buscando melhorar meu tempo, aumentando o ritmo a cada volta totalizando sete, arfo exausto. Minhas pernas tremem e minhas coxas ardem em chamas doloridas.

Caminharei devagar até o Agente e tentarei me manter em pé enquanto digo- Atualmente este é meu maximo senhor. Peço desculpas caso não seja o suficiente, se quiser posso fazer mais algumas.

Uma certa expectativa me anima, disfarço um sorriso de canto de boca imaginando sobre futuras missões e torcendo para serem tão divertidas quanto as que executei em meu passado. Talvez meu corpo não concorde com meu entusiasmo mas seguirei minha próxima ordem com determinação



Falas: color=#cc99ff
Pecadores: color=#ff3333

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MensagemAssunto: Re: O Regresso do Anjo Torto   O Regresso do Anjo Torto EmptySab 16 Maio - 18:40



O Regresso do Anjo Torto #3




Daniel realizou todos os exercícios solicitados enquanto seu superior o observava de longe, meio despreocupado e talvez desinteressado nos resultados do rapaz, assim parecia ao menos. Quando terminou, retornou para o homem bem trajado e o avisou da conclusão.

Tsc. Certo, então vamos pro último teste. Que arma você usa, rapaz?

Assim que ele dissesse qual arma usaria, elas seriam rapidamente entregues por um marinheiro júnior, que se retiraria em seguida. Os murmúrios começariam imediatamente após o novato receber as armas em mãos. “Ei, é aquilo! Vai acontecer de novo!” A multidão se formava ao redor de ambos, os cercando para formar um perfeito ringue circular.

Se já entendeu a situação, então me ataque com tudo que têm. Esse é seu teste final!

Disse confiante, sem sequer atirar o charuto que estava fumando.

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: O Regresso do Anjo Torto   O Regresso do Anjo Torto EmptyDom 17 Maio - 10:52

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-Tsc. Certo, então vamos pro último teste. Que arma você usa, rapaz?


Eu arfo. O suor escorre de meu corpo e apoiado com as mãos no joelhos eu fito o Superior, talvez surgisse algum outro recruta em um estalar de dedos mas eu sabia que não.

- Adagas, duas se puder senhor.

Com as laminas em mãos minha pulsação sobe, uma ansiedade toma conta e meus olhos devaneiam de um lado para o outro, saltam para a origem dos cochichos, para o Superior e sua coroa incandescente, para as laminas agora turvas com almas sedentas por sangue, para o chão imaginando ser possível chutar areia ou terra, para a plateia que nos rodeia, de volta para o chão, para cima...

Se já entendeu a situação, então me ataque com tudo que têm. Esse é seu teste final!

Um formigamento desce da cabeça ao meus pés; a tempos não sentia essa excitação, não sentia o peso de uma lâmina feita para o abate, não sentia o nervosismo e insegurança que me mantem vivo até hoje, essa inquietação em desejar o fio dividindo a pele e extraindo o sangue é um prazer que nunca me canso. Seguro as adaga com punho invertido e inclino meu corpo ao dobrar os joelhos. A confiança demonstrada indicava um nível de habilidade superior ao meu e a certeza de que eu não poderia fazer muito contra ele, oque indubitavelmente é verdade mas pode ser aproveitado. Pelos cochichos ele deve apenas contra-atacar a principio '' corte-lhe as pernas, arranque um olho, dilacere os tendões, talvez mutilando ele você receba uma promoção. Ataque com tudo que tem afinal, ordens são ordens''... não me parece uma ideia ruim.

Avançarei para fintar um corte em seu rosto e pisar em seu estomago caso desvie apenas com a cabeça ou resetar meu ataque se recuar, no entanto se após recuar ou quando eu fintar o corte ele contra-ataque desviarei para o lado por pouco se for destro o suficiente ou girando o corpo para reduzir o impacto e mantendo minha aproximação, tentarei atingir a junta do membro a desferir o golpe com uma estocada rápida e outra contra a coxa em caso de chute/ axila em caso de soco. Se eu for jogado para trás ou não recuarei para avaliar os danos e o tempo de seus ataques. Estou indeciso se ele luta utilizando mais socos ou chutes, é difícil tentar imaginar pela sua postura. Parado ainda segurando as adagas até os dedos ficarem brancos observo o Superior torcendo para não ter perdido muito tempo em meus devaneios, talvez o tempo tenha enferrujado a velocidade de meu raciocínio e ele dirá algo me dando oportunidade para avançar e tentar aplicar minha primeira sequencia.

Mas essa ansiedade me enerva, talvez um murro na cara me coloque nos eixos.

O formigamento em meus braços e pequenos espasmos me lembram dos pecadores se contorcendo desejando mais uma alma.

Com um pouco de suor nas mão tentarei executar minha estratégia, restando o improviso aos próximos movimentos. Após a falha o sucesso tentarei avançar novamente para dessa vez realmente cortar seus olhos girando para encravar a adaga acima da cintura e chutar-lo para longe. Mantendo sempre um antebraço próximo  ao rosto e outro do estomago para me defender.




Falas: color=#cc99ff
Sussuros dos pecadores: color=#cc3300
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Objetivos:
 

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Viktor II
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MensagemAssunto: Re: O Regresso do Anjo Torto   O Regresso do Anjo Torto EmptyQui 4 Jun - 0:44


A figura imponente a frente de Daniel, o agente, parecia mais preocupado com seu vício do que o próprio celestial prestes a lhe atacar. Com uma das mãos no bolso e a outra por segurar seu charuto com os dedos, ele diz. - Você tem problema de audição, ou simplesmente está hesitando? - Suas palavras vinham recheadas de fumaça e a fragrância do tabaco se espalhava pelo ringue de curiosos. Logo Daniel avança em direção ao agente desferindo um corte contra o rosto do mesmo. O agente recua e desvia do corte inclinando a cabeça para trás, preocupando-se em não deixar o charuto ser atingido. Daniel, em relance, desfere um chute visando o estômago de seu adversário, mas não o atinge. - Uhm… Então você sabe alguns truques… - Diz o agente com dificuldades por estar ocupado tragando seu fumo. Ele tira sua mão do bolso. - Minha vez agora. - Comenta. Havia algo nas mãos, um brilho dourado era visível. Os marinheiros cochichavam. “Esse é o tal soco inglês que tanto falam?” O agente franzi a testa encarando Daniel. Abruptamente avança contra o celestial com seu soco inglês dourado. O homem desfere um soco contra o estômago do gatuno, que por reflexo, ameniza os danos girando o corpo. -Tsc- O agente deixa escapar um sorriso ao mesmo tempo que retira do outro bolso, outro soco inglês. E com um golpe diagonal vindo de cima pra baixo, ele acerta a cabeça de Daniel com um cascudo dolorido, atordoando o jovem e forçando-o a se ajoelhar, dando-lhe o devido tempo para se recompor.

O agente se afasta saltando para trás, tomando distância do recruta em sua frente. - Percebi como você me olhou… Não era medo. Nem hesitação… Era como se estivesse me vendo morrer… - Ele recompõe sua postura, joga fora seu charuto e continua. - Levante-se! Venha contudo! O governo precisa de homens que não hesitam. - O agente ergue a guarda, como um verdadeiro pugilista. Encara o celestial e diz. - Se você conseguir me matar… Dou meu posto a você! - O homem sorri. Todos ao redor emitem um som de espanto, como um coro. - O que acha de uma promoção?
off:
 

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- Fala - ; "Pensamento" ; Ação/Narração


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MensagemAssunto: Re: O Regresso do Anjo Torto   O Regresso do Anjo Torto EmptyQui 4 Jun - 8:54

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  O Cascudo me faz ajoelhar e um uppercut entre os olhos abre minha cabeça, sinto meus olhos espremidos para fora das órbitas e meu cérebro colidindo com o fundo do meu crânio- Patético- Por um segundo o vazio da morte toma meu corpo e com um piscar a realidade retorna. Um chiado cresce em minha mente como uma forte chuva sem aviso tomando todo o silêncio no entanto me permitindo ouvir apenas as palavras do pugilista, enquanto ele fala vejo se esgueirar para parte interna do ringue meu cadáver com a face esmagada, o agente me propõe uma oportunidade improvável.

Eu não estou enferrujado, meu corpo se move exatamente como quero e ainda sim não foi o suficiente. Algo estava faltando, um clique em meu raciocínio para trabalhar com a criatividade e instinto, a capacidade de prever golpes e saber onde ferir. Uma ansiedade me inunda me enforcando com suas mãos invisíveis me fazendo sorrir com a ironia de minha própria morte, assim como eu meu cadáver do outro lado do ringue sorri porém ele levanta o punho e com um polegar levantado  desenha um corte no próprio pescoço.

Levanto avançando contra o Agente, não havia tempo para parar e imaginar as possibilidades apenas tentar usar todos recursos a minha disposição, estudar o tempo de seus golpes e  usar o ringue para reduzir suas opções de fuga. Coloco uma adaga entre os dentes e tento apunhalar seu rosto ainda avançando reduzindo a distância entre nós para mantê-lo o mais próximo possível onde posso fatiá lo e cortar a potência de seus golpes, assim que errar a punhalada usarei a agilidade de minhas mãos para girar a adaga e tentar cravar-la em seu ombro ou peito, desviando para o lado oposto a possíveis golpes laterais caso venham e puxando a adaga para dilacerar. Estremecendo de prazer ao sentir a lâmina cortar.Tentarei manter a distância de um palmo entre nós, desviando para o lado e tentando apunhalar suas costelas enquanto não consigo segurar seu pulso, caso consiga apanhar o mesmo e evite o outro punho tentarei torcer seu braço e cortar seu pulso. Talvez não consiga alcançá-lo então tentarei ler seus ombros e pés para deduzir como virá o punho e tentar cortar seus dedos, punho e antebraço, aparando os golpes. Caso seja atingido novamente com o cascudo tentarei reduzir o dano me abaixando e cravando a adaga em seu pé e retirando a outra da boca para apunhalar sua coxa em seguida tentar abraçar-lo para morder seu pescoço e perfurar suas costas abaixo das costelas quantas vezes eu conseguir antes que consiga se desvencilhar.

- Estou começando a relembrar o prazer- direi independente do resultado- espero que o governo tenha muitos inimigos para aniquilar- escapa de meus lábios, arregalando os olhos eu riria.

Quanto mais o acerto mais sorrio, não mais conseguindo esconder a loucura.






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