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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 10º Capítulo - Parabellum!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 6 EmptyDom 26 Abr 2020, 11:36

Relembrando a primeira mensagem :

10º Capítulo - Parabellum!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Masimos Titã Howker, Aaron DeWitt e Draguren Hynno.. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Yami
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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 6 EmptySex 04 Set 2020, 16:52




»» Can't Stop, Won't Stop ««

- Aaron DeWitt -



As dores chegavam a um nível no qual eu precisava gastar toda a minha energia para o simples ato de me manter consciente. As mãos instantaneamente eram levadas à lateral de minha barriga, tentando segurar meus próprios órgãos enquanto eu sentia o corpo colapsar. Lama e sangue se misturavam num único elemento, tornando todo aquele pântano num inferno carmesim. O olhar para trás era tudo o que eu conseguia fazer, observando agora as chamas destrutivas de Kuross se esvaindo na medida que seu corpo começava a cair. Se não fosse por Diana, com toda a certeza aquele final teria sido diferente, e eu precisaria dela novamente se não quisesse que aquele combate terminasse num empate.

Meus passos arrastados exigiam um esforço tremendo para suportar meu corpo, que por sorte era leve o bastante para ser aguentado por mais alguns instantes. Na medida em que ia me aproximando do corpo da Falsa Calamidade, terminaria de expelir Diana de meu corpo, afinal ela seria minha saída dali. Com as mãos ainda em meu estômago, rangendo os dentes e sentindo o gosto metálico de sangue nos lábios, observaria meu inimigo completamente dilacerado, tentando também se agarrar nos últimos suspiros que tinha em vida. — Mais um degrau... A ser superado... — Ergueria então meu pé esquerdo, apoiando em cima do peito de Kuross, enquanto começaria a despejar lama e mais lama ao redor de seu corpo, inundando cada brecha de suas feridas e entrando por suas narinas para preencher completamente seu sistema respiratório. Se existia algum prazer naquela vida que poderia superar as dores que sentia agora, seriam de ver a sua expressão de desespero antes de morrer.

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Observaria por alguns instantes enquanto sentiria as contrações de seu corpo enfim cessarem. Com um suspiro aliviado, olharia para cima, tentando capturar o oxigênio rarefeito daquela atmosfera para preencher os meus pulmões de vida novamente. Entretanto, tal movimento apenas me fazia regurgitar o sangue que estava se acumulando em meus órgãos, que aos poucos começavam a entrar em colapso. A mão se ergueria até a boca, que vomitava uma massa de sangue e pedaços de tecido orgânico, no qual eu rezava para não ser de nenhum lugar muito fatal. — Não vou... Aguentar muito tempo... — Diria, caindo de joelhos e depois virando, para ficar de barriga para cima.

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Com a respiração fraca, e a consciência já se esvaindo, usufruiria da lama que havia sido o caixão de Kuross para expelir o planador, de modo que Diana pudesse acessá-lo. E sabendo que não sobreviveria a tempo para receber um tratamento adequado, expeliria junto o Dr. Kirby, que por mais que tivesse métodos controversos, ainda era um médico e talvez fosse essencial para minha sobrevivência. Ainda assim, com o pouco de forças que ainda me restava, remodelaria meu corpo para que minha cabeça tivesse total visão da área afetada e, tirando de meu corpo também o meu kit de primeiros socorros, tentaria improvisar uma cirurgia de emergência ali e agora. — Caso eu desmaie... Termine. — Diria para Dr. Kirby, que provavelmente tinha ciência de tudo o que estava acontecendo através do meu corpo.

Com as mãos trêmulas, tentaria pegar o bisturi, agulha e linhas, aceitando de bom grado todo o auxílio de Diana e do doutor. Como os golpes não haviam sido feitos por Busoushoku, meu corpo de Logia me daria a regeneração necessária para não morrer, mas eu sabia que aquilo não seria algo tão rápido assim. Com as agulhas em mãos, que eu tentaria revestir em Haki, começaria as suturas necessárias pelos órgãos mais afetados e vitais, costurando-os e tirando com o bisturi as partes que estivessem totalmente carbonizadas com altas chances de necrose. Através de produção de mais lama, teria matéria-prima necessária para restituir as partes que não dessem para salvar completamente, torcendo para que o meu corpo lamacento conseguisse se fundir da forma como eu estava desejando.

A febre já deveria ser possível de ser sentida nessa altura do campeonato, afinal minha consciência não havia sido colapsada apenas por um milagre. Tentaria fechar todas as feridas da melhor forma possível, mesmo sabendo que eu não estava em minhas melhores condições. Caso notasse que iria desmaiar, expeliria o Den Den Mushi para que Diana pudesse se comunicar com os demais, torcendo para que Dr. Kirby finalizasse sem piorar minha situação. Com tudo finalizado, independentemente de como, me deixaria ser levado pelo sono, relaxando o meu corpo com a tranquilidade de saber que havia sido bem sucedido naquele combate. E com Kuross agora pertencendo o meu cemitério pantanoso, saberia que teria todo o tempo do mundo para averiguar todos os detalhes que haviam sido passado despercebidos.





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Marciano
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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 6 EmptySex 04 Set 2020, 22:15



Masimos Titã Howker
A Calamidade Morte
Legendas
FALAS | Narração

Um som particularmente familiar ecoava em minha direção, obviamente o portador de tal efeito era Byakushi. Aquele maldito possuía diversas cartas em sua manga, sua akuma no mi lhe beneficiava bastante. Porém, a minha também permitia diversas capacidades adotando flexibilidade desde que entenda o poder dela; ao qual já vinha compreendendo a um bom tempo.

Byakushi conseguia evitar a bolha de ar pressurizado devido sua capacidade semelhante a intangibilidade, era irritante, mas inegável tal poder. ~ Desgraçado! Proferia enfurecido ao mesmo tempo que seguia outro ataque em conjunto da investida do pirata inimigo. Apesar dessa capacidade ser bastante eficiente para com ataques físicos, impedindo que Byakushi sofresse danos, ele também não conseguia causar dano enquanto permanecesse nessa forma espectral.

Possuía em mente que para ele me atacar haveria de retornar a sua forma física, devido a isso conseguia perceber seu avanço e sua reação para desativar sua habilidade e nesse exato momento atingia em cheio o desgraçado. Seguido de outro ataque, tentando não dar espaço para Byakushi, desferia outro golpe visando o adversário, mas que conseguia reagir e contra-atacar eficientemente ao ponto de inverter nossas posições. O impacto havia causado danos, mas nada que não pudesse me prejudicar, afinal... não só minha resistência física era elevada, mas meu corpo e mente eram sustentados pela minha capacidade de Hipofalgia.

Erguia-me vagarosamente enquanto sentia que algumas costelas haviam sido afetadas, a força do maldito não era pouca, mas se não fosse digno de me causar dano... tudo teria sido em vão. Permanecia de costas para Byakushi, enquanto meus olhos fintavam o horizonte. ~ Kyahahahaha! Kyahahahahaha! Começaria a rir, o que era raro sem dúvidas. ~ Bom... muito bom. Diria ao me virar e encarar Byakushi nos olhos ao mesmo tempo que expressaria uma enorme hostilidade. – Calma, muita calma. Diria para mim enquanto continuaria expressando hostilidade. ~ Você não vai ter o privilegio de morrer rápido! Isso posso lhe garantir! Falaria ao mesmo tempo que ergueria os punhos com as palmas e coxins em direção ao pirata.

Precisava controlar minha fúria e anseio, pois, matar Byakushi rapidamente seria quebrar minha promessa da qual fiz a mim mesmo. Ele vai morrer! Sua alma será um presente para minha Deusa! Mas primeiro... devo mostrar a ele, devo mostrar o porquê a Deusa escolheu a mim como portador da Morte. Sim! Preciso expor meu poder, nem que minha carne seja dilacerada, ele receberá uma punição adequada. Nem mil anos no purgatório se compararam com o que irei fazer com ele. Peço desculpas minha Amada Deusa, pois, irei ser um pouco egoísta pela primeira vez. Apenas aproveite o show e aguarde o maior presente de todos que lhe enviarei.

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Ao invés de adotar a ofensiva como anteriormente, dessa vez, esperaria pela ofensiva do inimigo. Caso o mesmo demorasse a atacar, talvez receio ou cautela, instigaria seu avanço. ~Ora, ora... deve ser ruim para um Shinigami ver seu próprio sangue. Expressaria um sorriso maquiavélico, usufruindo as palavras certas para mexer com psicológico de Byakushi, já que, possuía aptidões para tal feito.

Assim que Byakushi viesse me atacar, já manifestando meu Kenbunshoku no Haki para melhorar minhas capacidades defensivas e tentar estar um passo adianta nas ações ofensivas dele, utilizaria então os coxins de minhas mãos para refletir seus ataques; viessem das laterais, diagonais, baixo ou cima, tentaria defletir de forma rápida para desestabilizar seu avanço. O problema era sua capacidade espectral, mas havia notado que ele possuía um controle bem raso em termos de dimensões para com o combate.

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Considerando que ele viesse a atacar, e usufruísse dessa habilidade, viria então ativar Tekkai para atrair Byakushi e faze-lo sair dessa forma ao mesmo tempo que fortalecesse meu corpo para resistir seu ataque, mesmo se fosse mais de um, tentaria resistir. ~ TEKKAI! Unificaria o Busoushoku no haki para o local do impacto e blindar ainda mais minha defesa, demonstrando minhas tenacidade e determinação em prol de meu objetivo. Meu olhar era voraz, minha fúria era resoluta, então venha! Deixe-me lhe mostrar tudo que tenho, para você mesmo testemunhar o poder daquele que foi escolhido pela propria Deusa da Morte.

Caso percebesse que tekkai e busou fossem insuficientes para aguentar os ataques de Byakushi, prevendo que pudesse ser arremessado devido aos impactos, me anteciparia ao estabilizar meus pés sobre chão com objetivo de fixar eles no como raízes de árvores. A tática era receber apenas um golpe e de imediato contra-atacar, mas precisava ter certeza de que possuiria êxito, supondo que acabasse recebendo mais uns ataques para melhorar minhas chances de contra-atacar eficientemente, sofreria o risco.

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Sabendo que ele teria que desativar sua habilidade para me atingir, estaria disposto a sofrer seu ataque com intuito de buscar uma brecha na sua defesa e então contra-atacar imprevisivelmente. Desferiria um tapa de baixo para cima para refletir o inimigo e faze-lo colidir contra o chão e, rapidamente, desferir outro tapa com outra mão de baixo para cima para fazer Byakushi voar para o alto. Não era necessário usar força, já que, uma das melhores vantagens da Nykiu Nykiu no mi era sua capacidade de refletir sem qualquer força no golpe.

Caso o verme conseguisse evitar o primeiro golpe, que mais seria uma isca para ele evitar mesmo, independe se acertasse ou não, a ideia era fazer o segundo tapa atingir. Centralizaria maior agilidade braçal para atingir com maior destreza e faze-lo ser arremessado para o alto. Havia um proposito para tal ação, pois, queria tempo. Queria utilizar uma das minhas técnicas poderosas, mas para isso exigiria um tempo relevante. Mesmo que fossem segundos, isso em um combate eram cruciais. Caso fosse necessário, durante a evasão ou bloqueio de Byakushi fazendo recuar, avançaria com Dash para tentar lhe atingir no queixo ou estomago e jogá-lo como consequência para o alto, sempre buscando um ângulo da qual o inimigo viesse a ser impulsionado para cima.

Considerando que o desgraçado do Byakushi fosse alvejado e arremessado para o alto, já começaria a ativar uma das minhas técnicas, unindo-a com meu fumetsu gyojin karate, para então acumular o vapor exigido, e aplicando as rotações necessárias, e suprimindo a bolha aquosa entre as palmas das mãos. Após concluir há compressão da bolha, prevalecendo atento para não soltar ela de forma inadequada, lançaria em direção a Byakushi. ~ Fumetsu Gyojin Karate! Hikisakurengoku! Independente se estivesse no ar ou chão, impulsionaria a bolha comprimida para colidir contra ele.

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O vórtice de água emergiria subitamente e causaria danos por toda parte, tanto que viria a utilizar os coxins de minhas mãos para tentar defletir as frenéticas rotações dilacerantes. Certamente Byakushi seria alvejado, pois, mesmo se ele viesse a entrar nesse modo intangível especial, a melhor capacidade dessa técnica era conseguir atingir os logias através do tufão aquático retalhados.

Caso Byakushi conseguisse me empurrar/arremessar com algum ataque ou agarram após utilizar o Tekkai e busou com objetivo de atrair ele para ofensiva, tentaria me recompor e buscar atacar ele rapidamente com mesma sequencia de tapas: o primeiro para camuflar o segundo tapa que possuía intuito de refletir o inimigo para o alto. Apesar do incomodo das costelas nenhum dos movimentos de ataque, presumia eu em virtude dos conhecimentos em anatomia, fariam agravar os danos. Entretanto, para ter êxito em meus ataques e atrair Byakushi, acabaria arriscando receber um ataque direto e agravar os danos. Byakushi muito provavelmente acharia que após seu golpe não conseguiria contra-atacar e, sabendo disso, conseguiria pega-lo desprevenido. Ele era do tipo que confiava em sua força e eu já havia experimentado outrora e agora, detesto admitir, mas sua força é tão alta quanto a minha.

Havia a hipótese de Byakushi conseguir se recompor antes de concluir a constrição total da bolha e vir a me atacar, considerando tal situação, tentaria preservar a compressão enquanto utilizaria partes do corpo para bloquear seus ataques. Usufruiria de minha pele oleosa para bloquear seus golpes e desliza-los. Mesmo que fosse derrubado ou arremessado, tentaria guarnecer e centralizar minha atenção na bolha para não soltar ela. Concluindo o tempo necessário para reflexão da bolha, viria a dispara-la em direção a Byakushi. Seria ruim solta-la a queima-roupa, pois, acabaria me envolvendo no meu próprio ataque, mas não recuaria, se necessário libertaria a bolha mesmo se o inimigo estivesse próximo a mim. No entanto, não permaneceria parado. Assim que a bolha colidisse com Byakushi ele estando perto, viria usufruir de Dashs acelerados para criar distância dele.
[spoiler= Técnica Utilizada]
Hikisakurengoku:
 

Histórico:
 



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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 6 EmptyDom 06 Set 2020, 04:13


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As próximas horas, minutos, seriam de aprendizado, e o que queria aprender? Física, Acrobacia e Montaria. Havia dito para seu grupo, que constituía de: Cuddles, que era o codinome do Tobio, Orochimaru, do Kohebin, o próprio psicopata, “Clark Quente”, Inoguro e Gakhan. A arcanja dizia que poderia ensinar uma das três para o pirata, mas Gakhan não parecia cheia de energia para explicar física para o lunático, podia sentir após o longo suspiro, iria deixa-la para depois, precisaria ver quem mais poderia ensinar para Hynno acrobacias e montaria. O psicopata havia sido pego de surpresa pela fala de Inoguro, o sujeito com rosto afeminado dizia que poderia lhe ensinar as outras duas coisas, a primeira que era acrobacia, Inoguro dizia que aquele loca era ótimo para tal aprendizado, mas sobre montaria, teriam que se mudar para outro local, pois precisariam montar em um animal e não em uma nuvem.

Hynno então caminhava na direção de Inoguro e uma vez próximo dele, entrelaçaria seu braço ao redor do pescoço do skypeano e então, sussurraria, colocando a mão na frente, como uma parede. – Dá para montar em animais e em pessoas também, se é que me entende. E então, retiraria o braço que estava ao redor do pescoço de Inoguro, abaixaria a mão que servia como parede e então, dizia: - Vamos então, me ensine sobre acrobacia. E então, ficaria focado nos ensinamentos de Inoguro, tanto teórico quanto prático. Aquilo iria levar algum tempo, provavelmente tempo o suficiente para que a Arcanja se recuperasse do cansaço. Uma vez finalizado, o espadachim iria até Gakhan e perguntaria: - Consegue andar? Caso a resposta fosse sim, se viraria para Inoguro e diria: - Agora, vamos para outro local, para aprender montaria.

Se Gakhan ainda estivesse cansada, o piromaníaco iria se sentir novamente em uma nuvem e diria para todos: - Vamos descansar mais um pouco, depois iremos sair daqui para onde Inoguro quiser nos levar para me ensinar montaria. E então, após Gakhan se recuperar, pediria para Inoguro levar o grupo até o novo local. No caminho para o novo local, o psicopata procuraria praticar e entender melhor o seu “Haki da Observação”, que havia despertado nos momentos finais da antiga calamidade, Nero, que havia virado um Zumbi mor. Chegando no local, olharia ao redor e perguntaria para Inoguro: - E então? No que iremos montar? Colocava sua mão acima dos seus olhos e ela na horizontal. *Gakhan está aqui perto, logo, não é ela, que animal será?* Tais ações, falas e pensamentos iriam se repetir, para caso após aprender física, Gakhan já estivesse boa o suficiente para andar.




Objetivos:
 

Contador do Piromaníaco:
 

Localização das espadas:
 

Histórico:
 


Supa Supa no Mi:
 

Ferimentos:
Spoiler:
 

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- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 6 EmptySeg 07 Set 2020, 19:08

Marci



Ambas calamidades haviam  mais dentro daquele segundo embate, percebido o real potêncial de seus adversários, Byakushi teria uma leve compreensão do perigo das patas que haviam sobre os gigantescos punhos do roxo e a arma que estava usando até então da intangibilidade, mostrava também o seu ponto fraco, paciência  e inteligencia em um primeiro momento fora o que a batalha pareceu se voltar, pelo menos para Masimos que com a sua lógica procurou no momento encontrar o seu caminho para vitória.

Byakushi teria ido de encontro  a grande massa musculosa que havia a sua frente, suas intenções, claramente eram a de atingir o tritão com o punho enegrecido tanto pelo Haki como por aquela substância asquerosa que havia sobre sua mão na altura de seu peito, como se ele buscasse novamente o golpe finalizador que antes o tritão havia tido um bom vislumbre do que teria acontecido, o  enorme braço se moveu para impedir o pequeno, que mostrou uma aceleração acima do normal, onde  era possível ver algo que poderia pertubar o tritão  minimamente pelo menos ou, dada a tenacidade da batalha, talvez ainda se mostrasse inabalável, era algo que ele vislumbraria no piscar de olhos que eram a execução de seus movimentos mas, ele teria visto a alma de Diana a empurrar Byakushi para baixo, para fazê-lo acelerar na mudança de sua postura, onde um golpe esmagador de pés foi feito contra o tritão para prendê-lo, enquanto uma forte cotovelada teria sido feita na altura do abdomen do tritão.


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A fúria do titã no entanto não poderia ser subestimada  pois ainda que o golpe fosse o suficiente para derrubar qualquer outro homem menos poderoso do que a  divina calamidade, com a combinação de seu Tekkai e busou, ainda que não tivesse diminuído a penetração de alma , evitou tomar um dano absurdo de uma só vez que visava os dois focos e na posição de Byakushi, poucos teriam sido os homens que não tremeriam diante do terror daquelas grandes mãos se aproximando para o golpear, não era uma ou duas vezes mas, várias vezes seguidas, anttes mesmo dele se recuperar da postura de seu golpe, cada golpe que deu, ele havia sentido como se o corpo abaixo dele estivesse aos poucos se quebrando e de fato estava mas, não sem que este resistisse e contra golpeasse, algo que dada a cólera insana do homem roxo, só teria potencializado mais os seus golpes por mais que sua alma começasse a ficar em frangalhos, mais do que o seu corpo que parecia colossalmente inerte, como um monstro.

Byakushi então teria em uma troca de golpes,  bloqueado pela primeira vez o punho do titã, mas ao fazê-lo ele era arrastado metros para trás com a intensidade do poder da calamidade. Quando isso ocorreu, era possível ver algumas fraturas expostas em seu corpo, que estava coberto pelo sangue e outro som horrível começou a ser emanado dele  como se  ele estivesse estilhaçando e rasgando as almas, enquanto mexia o seu punho em um som pertubador[cuidado se estiver de fones) que elas pareciam emanar de forma inscessante. Quando ele o fez, era possível ver uma fumaça saindo do homem e o seu corpo começando a se curar.


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Entre os gritos o barulho visceral dos ossos se movendo era um verdadeiro show de horrores que apenas alguém como Masimos poderia aguentar ver Byakushi começou a ser coberto por aquela aura branca enquanto dizia

– Enquanto eu tiver almas para consumir, eu não irei cair. Você por outro lado? Já vi almas mais inteiras no tártaro.-

Ele diria com um sorriso confiante no rosto, como se tivesse a certeza da vitória. Sua regeneração no entanto não era instantanea, se ele causasse dano o suficiente antes que ele fizesse isso novamente, Masimos ainda teria chances mas nesse momento? Seu corpo poderia estar ainda ali quase intocado mas, sua alma não resistiria muito mais e quando sentiu sobre si um cansaço extremo mesmo que não tivesse feito muito, era que o entendimento viria, ele precisava acabar com aquela luta rápido, usando  o ápice de seu poder.

Quando isso ocorreu, uma segunda investida do homem  era feita, em outro momento, para o titã aquilo seria tão lento para seus olhos quanto uma lesma mas, seus próprios sentidos estavam bagunçados, por efeito dos danos que sua alma haviam levado e quando viu, não fora através da visão mas, do tato, ao sentir o golpe dessa vez pegando em cheio contra o seu rosto, tendo o reflexo apenas para jogá-lo  ao chão e em seguida ao ar, em uma combinação de movimentos ao qual não houve reação do  shinigami dando a ele o tempo para executar sua técnica que o prendeu em um turbilhão, onde nenhum outro mortal teria sobrevivido, ainda mais após tantos danos anteriores mas… Quando a técnica cessou, ainda cheio de  cortes em suas roupas o Shinigami ria, enquanto seu corpo a cada movimento fazia o barulho de estralo como se cada um de seus ossos estivessem quebrados, onde o grito incessante das almas continuou e mais uma vez ele teria sido visto se levantando  e se recuperando dos danos de forma que era assustador.  Ele não parecia que iria atacar até que se recuperasse por completo  ou fosse forçado mas, haviam duas certezas. Era esse o melhor momento para algo que realmente botasse um fim a batalha e a outra é que a sua alma não aguentaria mais o choque caso fosse atingida mais uma vez… Era o momento decisivo, o tudo ou nada… Se todo o seu poder não fosse capaz de  matar Byakushi, a batalha terminaria com o branco como aquele de pé.



Over



Em resposta ao que Inoguro havia dito, a resposta do insano homem teria feito o rapaz por um momento ficar sem entender nada afinal, como diabos se montava uma pessoa? Era o que sua expressão entregava por alguns segundos até que fosse visto  em sua expressão  um pequeno terror, onde ele logo dizia - Me desculpe mas, com todo respeito eu não sou adepto dessas práticas, apenas posso te ensinar a montar animais.- Ele teria dito claramente entendendo tudo errado ao pensar que tratava-se dele a quem a vontade de Hynno queria montar… Pobre inoguro.


Mesmo assustado no entanto o homem começou a ensinar sobre acrobacia ao rapaz, onde o equilibrio era o ponto principal ao qual teria sido o mais difícil de se dominar, os exercicios, vinham de colocar o corpo em posições diferentes do normal no começo, como  erguer uma das pernas ou apoiar-se  sobre as mãos , enquanto o corpo se erguia e logo, conforme ele foi aprendendo, outras coisas continuaram como cambalhotas, saltos e mortais, que começaram no chão para que ele não se ferisse até o momento que ele dominou o suficiente para mover-se no ar com uma liberdade imensa, como um todo foram  algumas horas e o corpo do rapaz mostrava-se  ter resultados, ao sentir agora a leveza de movimentos que antes, nunca sonhara em fazer e claro,  em um cansaço que começaria a minar a sua performance geral.


Ao término, quando questionada Gakhan diria - Já estou bem, a luz em mim é forte.- Ela teria dito dando um sorriso confiante, enquanto teria se levantado, haviam se passado boas horas e eram o suficiente para que ela Estivesse mais do que bem . Ela teria assentido com a cabeça, sem ver muitos problemas em acompanhar e com isso, todo o trio teria se movido a algo que lembravam estábulos, não estava realmente tão longe do lugar em que estavam e lá, Inoguro teria dito - Bom, cavalos são o mais básico e é com eles que você vai aprender a montar… Apenas… Por favor, nada de ideias erradas digo… A honra dos cavalos poderia ser perigosa...- Ele teria dito desconfiado das intenções do piromaniaco de modo bem irritante mas, parecia disposto a ensiná-lo mesmo assim. Gakhan teria encostado em uma das cadeiras e fechado os olhos, sabia que aquilo duraria um bom tempo.




Yami


O fim parecia que chegaria para os dois ali presentes, isso é caso estivessem ambos a sós. Diferente do ruivo, o rapaz havia sido honesto no código de lutas um contra um e apesar de executar  com toda a sua força o que deveria ser o fim para o fantasma, a insanidade deste surpreendeu e deu um fim completamente inesperado para a batalha, de ambas as partes. A dor, era inimaginável o mero estalo de consciência era quase como uma benção pois, todo o corpo parecia querer ruir, cada passo pareceu pesar uma tonelada ou talvez até mais mas, o verdadeiro desespero teria vindo do homem destruição, completamente impotente frente ao ruivo que aos poucos roubaria a vida do  vilão que estava a sua frente, em seus olhos? O desespero misturava-se com a agonia, onde lágrimas sairam de seus olhos, enquanto o sofrimento não foi breve, até que encontrasse o seu fim.

Quando seu inimigo encontrou o fim, pouco antes de perder a sua consciência ele teria espelido o planador e Dr .Kirby  e apesar de sua força de vontade férrea, não fora capaz de fazer mais do que isso, até que a escuridão tivesse lhe tomado a luz da visão e sua consciência ficasse completamente vazia.

Quando acordou, era incapaz de dizer quanto tempo havia se passado mas, pareceu ter sido um longo… Longo periodo,  não sentia mais a dor e a ele estava ligado um acesso venoso, provavelmente tomando alguma coisa que tinha efeito analgésico muito potente. Seu corpo não se movia muito bem e mesmo respirar estava difícil, se havia algo que precisou de explicação, pareceu que Diana havia cuidado.  Era possível sentir que uma batalha intensa ocorria a poucos metros e havia um som distante e horroroso de gritos, aos quais caso o rapaz quisesse levantar-se mais do que estava erguido, precisaria ainda de ajuda,  caso olhasse para o próprio ferimento, estaria tratado e estabilizado e sua vida não correria mais risco.


Histórico:
 

ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 6 EmptyQua 09 Set 2020, 14:30




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- Aaron DeWitt -



A sensação do nocaute era algo que eu não sentia fazia muito tempo. A dor que domava meu corpo era de um nível muito além de tudo o que eu havia sentido em vida e, pela primeira vez desde que minha memória se recordava, eu não tinha sonho algum. Era simplesmente uma escuridão, um frio, um vazio no qual eu me encontrava, perdido em meus próprios devaneios. O solo era lamacento, e uma água escarlate cobria até meus tornozelos. ~ Então... É assim que é estar no interior de meu pântano? ~ O infinito que me cercava me dava essa pista, mas não sabia se era de fato alguma realidade ou se era apenas um reflexo daquilo que acontecia lá dentro.

Acabava por tocar no chão, como se tentasse senti-lo através do tato, quando a consciência começou a me trazer de volta. Um suspiro esforçado tentava trazer o oxigênio de volta para os pulmões, que agora já deveriam ter sido drenados pelo sangue que me afogava. A dor ainda era indescritível, mas a cabeça estava tão zonza que meus nervos pareciam estar adormecidos ainda. Olhava para meu braço, rapidamente entendendo que havia sido salvo com sucesso, me dando a liberdade de relaxar mais e respirar com calma. O som do motor do planador era a única coisa que eu conseguia escutar em um primeiro momento, até virar a cabeça em direção aos bancos do piloto e de carona. — Onde... Estamos? — A dor pulsava em cada sílaba dita, então acabava por me limitar naquele momento.

O som de batalha ao longe começava a me deixar um pouco mais antenado à realidade. Quase como uma reação, tentava me levantar, apenas para gemer de dor e voltar ao meu local de repouso. — Uma ajudinha? — Resmungaria um pouco para então me reerguer, apenas o suficiente para conseguir visualizar o campo de batalha que estávamos próximos. Com a mão em meus ferimentos, tentaria me dar sustentação para olhar com calma lá para baixo, buscando o rosto de algumas figuras familiares. — É a batalha dele. Não devemos e nem conseguiremos fazer algo a respeito. Fique distante e em segurança, não vamos querer chamar mais atenção do que estamos fazendo. — Diria, independentemente de quem fosse ou de como o combate estava indo.

Por não ter sequer condições de me sustentar de pé direito, não poderia nem cogitar ajudar qualquer aliado meu em perigo. Com a mão que estava cobrindo meus ferimentos, tentaria gerar um pouco de minha lama para cobrir a ferida aberta, torcendo para que a lama pudesse preencher os espaços vazios e amenizar minha dor e falta de forças. Talvez, apenas talvez, se isso me permitisse andar normalmente, eu poderia cogitar ficar pelas proximidades e reagir a qualquer coisa fora do controle de meus aliados, mas fora isso... Eu precisaria me contentar em observá-los a distância, estudando seus oponentes e ficando perplexo das capacidades que meus aliados adquiriram ao longo do tempo.



Legendas:

  • Fala
  • Pensamentos




Histórico:
 



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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 6 EmptyQui 10 Set 2020, 15:36



Masimos Titã Howker
A Calamidade Morte
Legendas
FALAS | Narração

A batalha entre mim e o Byakushi estava acirrada, apesar de que a balança estava começando a pender para o maldito pirata. Estava me contendo de certa forma para não dar uma morte rápida demais ao desgraçado, entretanto, isso estava me custando caro. Aquele verme possuía habilidades bastante peculiares; mais uma era exposta quando o mesmo se regenerava numa velocidade drástica e bastante notável. ~ Hmm... que regeneração conveniente. Diria de uma forma a elogiar o inimigo, pois, agora havia me dado conta que poderia utilizar toda minha força sem me preocupar com o mesmo, afinal... ele mesmo havia dito que poderia continuar se regenerando.

Porém, parecia haver certo limite pela forma que ele teria indagado. Talvez seja almas acumuladas ou força vital exigida, de qualquer maneira, essa soberba habilidade haveria de cobrar na mesma moeda. ~ Já viu almas melhores que a minha no tártaro? Falaria com um olhar bastante repulsivo. ~Você nunca viu uma alma igual a minha! Proferia irritado, anojado e bastante furioso. ~ Parece que não preciso me preocupar com o fato de lhe dar uma morte muito rápida, não é mesmo?! Afinal... sua habilidade regenerativa é bastante aperfeiçoada com essa akuma no mi. Falaria enquanto daria um passo à frente e então sentira o baque. Apesar do meu corpo físico estar com poucos danos, só então perceberia que minha alma estava danificada, semelhante há um espelho trincado prestes a virar cacos de vidros fragmentados.

Claro que almejava torturar Byakushi por mais tempo, mas o desgraçado estava exigindo mais de mim do que qualquer outro. Apesar de minha batalha ter sido extrema para com Giovanni devido ao território me desfavorecer, aquilo era puro combate físico versus físico. A diferença maior é que minhas defesas estão sendo burladas facilmente, devido a isso, não consigo evitar danos por mais tempo. Esse maldito realmente tem habilidades uteis e problemáticas de lidar, se não for com objetivo de matar ele, existe a possibilidade de permitir sua fuga num ato desesperado. Tsc. Não esperava que seu poder houvesse melhorado tanto quanto meu, maldito.

Mesmo após utilizar minha técnica de turbilhão aquático retalhador, Byakushi conseguia se recuperar. Mas pelo visto demoraria mais um tempo para que ele conseguisse regenerar todos danos. Era uma ótima oportunidade, uma oportunidade para mostrar minha técnica final; da qual era um tributo especial a Deusa. ~ Hóóóh... entendo. Geralmente não cometo o erro de subestimar meus inimigos, mas admito que a minha fúria e vingança possam ter me ludibriado, mas não mais! Byakushi. Falaria enquanto ergueria as mãos as laterais do corpo e em seguida começaria a comprimir todo ar ao redor. ~ Afinal... conseguiu sobreviver até agora, mesmo depois de experimentar meus terríveis poderes. Já está na hora de eu lhe mostrar, mostrar o verdadeiro motivo da Deusa ter me escolhido. Argumentaria enquanto ressoaria o som da compreensão de ar. ~Admito que seu poder foi desafiador! No entanto, você será apenas um degrau, um obstáculo em meu caminho para minha evolução! Tudo tem um propósito. Continuaria compactando toda enorme bolha até que viesse a ser colhida sobre as mãos. ~ Nenhuma morte até hoje foi pessoal, tudo sempre foi em nome da Deusa. Mas a sua... será pessoal e eu irei desfrutar do caos ao qual os portões da Morte causaram! Terminaria de falar ao posicionar o corpo e em seguida libertar a bolha de ar e direcionar ela rumo a Byakushi.


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~ SHINOMON!!! Pronunciaria o nome da técnica ao mesmo tempo que a mesma viria a eclodir de forma súbita e monstruosamente. A ideia era que a bolha colidisse diretamente em Byakushi, mas mesmo que não acertasse diretamente, ainda sim, dentro da zona viria a gerar danos devastadores. Talvez o desgraçado não morresse, mas continuar usando sua habilidade certamente viria a exigir mais dele, o que resultaria em um desgasto ainda maior que o meu.

Caso Byakushi viesse a me atacar e a técnica ainda não estivesse pronta, tentaria evitar que a bolha fosse atingida, recebendo os golpes do mesmo e usando o corpo oleoso para deslizar os ataques e assim que a bolha estivesse completamente comprimida, nem que fosse a queima-roupa, desferiria de encontro a Byakushi a bolha de vácuo.

A explosão e força de impacto do vácuo era tamanha, que até mesmo eu acabaria sendo envolvido. No entanto, conseguia refletir a sinergia, força do ar e destroços ao usufruir os coxins e, conciliando com Tekkai, fortificaria minha posição para não ser arremessado longe ou atingido pelo meu próprio ataque.

Caso após ataque o pirata ainda continuasse vivo caminharia até ele, mesmo cansado e com um desconforto exorbitante; sentia meu espirito exaurido e minhas forças reduzidas. ~ Sua tenacidade é louvável. Detestava admitir, mas ele ainda estava vivo e deveria reconhecer isso. ~ Mas no fim irrelevante. Agacharia e fintaria por alguns instantes nos olhos do pirata. Minhas pupilas colidiriam de forma fria, já não havendo mais aquela fúria indômita.

~ Eu disse, não disse?! Sua morte será um presente para minha amada Deusa. Então viria a encostar o coxim sobre o tórax do pirata, mesmo se ele tentasse se regenerar ou não. ~ Mas você não terá uma morte rápida e nem descente. Estava cansando? Óbvio. Usar tantas técnicas de compreensão notoriamente exigiriam controle e energia. Estava com espirito exaurido? Mais óbvio ainda. Receber tantos ataques ao qual burlavam minha resistência e atingiam diretamente minha alma seria algo pouco experienciado até momento.

Apesar do cansaço físico e espiritual, não seriam suficientes para parar minha obstinação, devoção e convicção, pois, serviam de pilar para cada movimento a seguir. ~ Mas antes de começarmos... isso me pertence. Viria a apanhar o colar ao qual havia sido roubado por Byakushi. Aquele colar era especial, pois, era um presente da minha amada e que agora viria a entender melhor o motivo de nosso combate não ter tido um fim. A Deusa havia me dado um proposito em me tornar mais forte, em querer agradar ela com a morte de um inimigo verdadeiramente forte. Como sempre ela está sempre olhando por mim, que mulher mais divina.

Retornaria a mão ao tórax do pirata e em seguida, ouvindo ou não as palavras do desgraçado, criaria uma bolha de ar e refletiria a mesma sobre o esterno. Faria de novo e de novo e de novo... até que viesse a ver seu coração ainda pulsando. Agarraria com dois dedos, devido ao tamanho da mão e lentamente arrancaria do corpo. Não desviaria o olhar de Byakushi, queria ver sua vida esvair, queria ver seu sofrimento, desfrutar dele. Queria sentir sua vida sobre a palma de minha mão e da mesma forma ser arrancada.

Apesar de todo meu ódio, minha sede de vingança mais pelo motivo de Byakushi ter me ignorado, insultado e até mesmo roubado um item importante a mim, era impossível negar a obstinação do maldito. No fim... deveria eu lhe dar o respeito merecido? Deveria eu permitir tal benevolência? Independe da audácia e rancor, Byakushi era movido pela sua ambição e própria devoção, poucos possuem essa chama dentro de si, seja qual for objetivo. Devo superar essa fúria, meu rancor foi exposto e esvaído, minha vingança concluída e minha promessa prestes a ser finalizada. ~ Alguns temem a morte como crianças temem a escuridão. Outros, a buscam excessivamente como um peão atrás do rei. Já eu? Antes de arrancar completamente o coração do pirata viria terminar de dizer. ~ Desejo-a! Desejo estar ao seu lado. Desejo ter seu poder. Desejo seu amor. Enquanto uns temem, outros a buscam, eu apenas quero estar ao lado dela. Finalizaria minhas palavras ao arrancar seu coração.

Me levantaria, olharia para o órgão em minha mão e em seguida colocaria a outra mão embaixo para então me ajoelhar e em seguida erguer os braços um pouco mais ao alto como forma de adoração. ~ És para você! Eu daria o meu próprio, mas ainda tenho um longo caminho para merecer estar ao seu lado, minha amada. Diria em uma posição como se estivesse adorando e invocando a própria Deusa da Morte.

~ Sim. Sinto seu anseio; sua determinação; sua paixão. Deleite-se de sua vitória, meu amado. Estarei ao seu lado enquanto acreditar em mim.

Sentia uma brisa ao lado do ouvido, junto a aquela estupenda voz. Uma melodia tão agradável, que minhas forças eram renovadas. Se estava cansado, já nem parecia mais. Falar com minha amada era algo que preenchia meu coração com tamanho amor que era impossível descrever. Um esboço de jubilo se manifestaria ao mesmo tempo que viria a ficar de pé. Desceria os braços e olharia por alguns instantes o coração e em seguida viria a devora-lo.

Já havia comido muitos peixes crus, o que significava carne crua. Já havia comido a própria akuma no mi que era algo ruim, tão ruim que se quer poderia classificar. Comer aquele coração não seria difícil. Seria uma forma de homenagear minha amada e mostrar minha superioridade perante meu inimigo. Antes que o corpo viesse a fraquejar devido à exaustão, ou viesse a sair daquele lugar, agarraria a cabeça de Byakushi e em seguida com o pé apoiado em seu corpo, arrancaria parte do corpo. ~ Sua punição ainda não acabou. Você vem comigo. Possivelmente o corpo e armadura poderiam ser encharcados pelo sangue jorrado. Viria a pilhar o corpo do pirata, algo poderia me chamar atenção, talvez algum documento ou algum objeto, e em seguida buscaria sair daquele local.
Técnica Utilizada:
 

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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 6 EmptySex 11 Set 2020, 03:25


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Seu comentário sobre montaria havia saído por outro caminho, Inoguro achava que era com ele, mas na verdade, o psicopata estava se referindo à arcanja, o skypeano poderia ter um rosto feminino, mas não fazia o tipo e o gênero que o pirata gostava. O espadachim balançava a cabeça diante daquela situação e ignorava aquilo por enquanto, pois Inoguro iria lhe ensinar acrobacias. O Ruivo e o Roxo não estavam no momento, da tripulação, apenas o psicopata estava e em uma nova localização, com Orochimaru, Cuddles, Gakhan e Inoguro, a única mulher do grupo era uma Arcanja da ilha do céu e estava disposta a orar com o psicopata, mas ela era a única que não havia entendido a mensagem por de trás daquelas palavras do pirata, já Tobio, sabia e até aprovava aquilo com um gesto, isto tudo foi antes do surgimento do Zumbi mor e dos menores e agora, apenas aguardaria para o tão aguardado momento de loucura, se contasse para alguém, ninguém acreditaria que uma arcanja havia orado para ele.

E então o aprendizado era iniciado, seu corpo ainda estava se recuperando da luta contra Nero, mas não era um problema durante o aprendizado de Acrobacia, seu corpo começava a se mover livremente, como se nada segurasse ele, leve como uma pena, mas no final, o cansaço começava a se espalhar pelo corpo do piromaníaco. Agora o aprendizado estava finalizado e então, o espadachim questionava a arcanja se ela já estava melhor para andar, a resposta dela era que a luz dela era forte, não sabia o que significava aquilo, apenas dava de ombros e então, o grupo composto por cinco pessoas e uma serpente azul de nome Manda, que deveria ter por volta dos 2 metros. O novo local que o grupo estava se parecia com estábulos, Inoguro citava o que já podia notar, iria aprender Montaria com cavalos, mas mais uma vez, ele citava o erro de interpretação que ele havia cometido anteriormente, fazendo o pirata colocar a mão no seu rosto e balançar negativamente. – Você entendeu errado, mas ok, não posso culpar alguém como você..

Mandaria sua serpente se afastar um pouco do local, ela poderia assustar os cavalos e dificultar o aprendizado de seu dono. – Gakhan, depois deste aqui, será a sua vez de me ensinar física. Diria olhando para ela e então, se aproximaria de Inoguro e aguardaria suas explicações, a parte teórica e depois a prática, desta vez, seria diferente, por precaução, o espadachim iria enegrecer as áreas de impacto, caso caísse do cavalo. De lado iria enegrecer seu braço e quadril, se fosse de costas, a parte de trás de sua cabeça e quadril. Caso fosse para a frente e Hynno fosse cair de cara, enegreceria os braços e colocaria eles na frente do rosto para amortecer a queda. Se fosse apenas arremessado para a frente, isto é, iria parar ao bater numa parede ou algo do tipo, Hynno procuraria parar o seu voo se segurando em colunas ou paredes que tivesse ao lado, com suas garras de aço e mão enegrecida pelo haki. Para todos os casos, iria se precaver enegrecendo áreas importantes. Iria retornar para a aula, caso fosse lançado durante a mesma, caso contrário, apenas se sentaria próximo de Gakhan. – Agora só falta você.




Objetivos:
 

Contador do Piromaníaco:
 

Localização das espadas:
 

Histórico:
 


Supa Supa no Mi:
 

Ferimentos:
Spoiler:
 

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- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 6 EmptySeg 14 Set 2020, 18:05

Yami





A vitória, não havia lhe sido fácil, apesar de ter sido uma batalha rápida, esse era o reflexo de lutadores de alto nível, onde qualquer movimento, qualquer erro poderia culminar no fim de uma das partes e fora exatamente o que aconteceu, diferente dos titãs, esta era a realidade para um combatente como Aaron, uma oportunidade, é todo o necessário.

Quando despertou, era possível sentir ainda um pouco confuso pelo fato de terem o movido, por não saber exatamente onde estava e sua desorientação, era mais do que compreensível e com isso Dianna teria dito - Não se mova muito… Ainda é perigoso que você faça um movimento brusco.-  Sua voz carregava um certo pesar mórbido que muito se assimilava a sensação de preocupação. Era o que ela teria dito, antes de enfim o responder. - Estamos próximos de minha alma… Eles estão lutando.- Ela teria dito já ajudando o rapaz a se levantar, quando ele pediu, era difícil exigir que ele ficasse parado por tempo o suficiente para que se recuperasse, não havia um lugar próprio para isso, também.

Quando se ergueu, pode ver aquele que chamava de capitão, pelo ponto de vista exterior se fazia parecer muito que a vantagem do tritão era absoluta, mesmo com o fato do homem estar se regenerando, o corpo de Massimos parecia pesada, mesmo para um observador distante, como se estivesse próximo de seu limite. Era possível que daquele momento ele pudesse ver mas, não ouvir tudo que aconteceu ao titã.

Marci


Enquanto as palavras do titã ecoaram pelo campo de batalha,  era possível ver um alvoroço das almas, antes de que fossem consumidas e o desespero lhe tomasse, como se a voz da real calamidade da morte vibrasse seus espiritos, como se fosse um sinal de que era amado pela morte. Byakushi recuperava-se ainda do golpe ao qual havia o pego por completo e isso dava tempo para que Massimos começasse a preparar-se para sua técnica, não parecia que ele havia desistido da batalha e a sua mão aberta era um sinal disso, como se também ele estivesse preparando algo.

Um gigante braço translucido fora na direção do  tritão que ainda encolhia sua bolha, tentando evitar que ele pudesse cancelar sua técnica, absolutamente confiante de que ela traria o fim para a batalha e naquele momento o braço teria  acelerado de maneira subita, não era algo físico mas, destinado a romper a ligação que havia ainda da alma com o corpo da calamidade da morte, que agora sentiria o braço como se ele envolvesse todo o seu coração e no momento em que disparou a sua técnica, teria visto o shinigami fechar a sua mão e dizer, em simultaneidade - Soul rip!-  O homem teria bradado enquanto a técnica expandiu-se em sua direção.

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A luz  e o impacto da técnica do tritão teriam por um momento tomado a visão de todos e a violência com que sua técnica arrasou o ambiente, carregava a fúria da própria morte deixando todo o local desnivelado, completamente arrasado, enquanto Byakushi? Agora encontrava-se no chão, mais da metade de seu corpo, não estava mais presente mas seus olhos? Aqueles olhos não conheciam o desespero e mesmo que não fosse tolerante a dor como o tritão era, o desgraçado era determinado o suficiente para ainda ter um sorriso no rosto, pois ainda haviam almas que aos poucos começaram a fazer com que seu corpo começasse a se reconstruir mas, não rápido o suficiente para que ele pudesse lutar, o dano havia sido grande demais.

- Enganasse ao pensar que o encontro com a morte, há de me fazer temer, esta vida é dedicada  a ela, amada profundamente por ela de tantas maneiras, que você nunca será capaz de entender… Ou talvez você entenda agora.-  Massimos que até o momento não havia sentido os efeitos da técnica, começaria a vomitar sangue de maneira violenta de modo que quase teria bronco aspirado com o próprio sangue pois, seus músculos, pareciam tremer quase como uma convulsão, sua visão? Manchada pelo vermelho  e em uma sensação que o pleno choque de toda violência que o rombipento da alma teria causado ao corpo teria destruído a mente de maneira instantanea, deixando apenas um corpo vazio, em Massimos era ainda algo capaz de que ele resistisse, como ele mesmo havia dito, sua alma não era como nenhuma que Byakushi vira,  como senhuma que qualquer outro presenciaria.

Com dificuldade, apanhou  de volta o seu colar, suas mãos ainda estavam tremulas, o gosto de sangue estava presente em sua boca e seu corpo sentia-se ainda fraco como se ele tivesse bagunçado por completo com ele por dentro o silêncio e a paz de Byakushi após ele ter dito sua ultima frase eram pertubadoras, infuriantes e piores do que qualquer coisa que seu físico sentira. Mesmo quando seu coração fora arrancado de si, não havia nele  outra expressão de não a de superioridade, mesmo com o órgão arrancado, ainda  recusava-se a simplesmente cair.

A oferenda a Deusa era feita e pouco a pouco Byakushi encontrou o seu fim e quando isso acontecera, o próprio céu teria ficado negro e várias almas disformes teriam se elevado cada uma delas indo em direção ao seu corpo desesperadamente, enquanto a doce sinfonia das almas, determinou a vitória daquele que tinha a more ao seu lado. Procurando o corpo do pirata, não havia mais do que uma estranha concha em seu Bolso, apesar de não saber, tratava-se de um Water dial de combate, algo que talvez o homem tivesse trazido consigo, na esperança de subjulgar o tritão, antes de ver que seria completamente inutil com seus novos poderes.



Over



Com a clara confusão que Inoguro teve, er adifícil desfazer o mal entendido tão rapidamente, após ele ter formado uma opinião tão adversa sobre ele, pois a ninguém surpreenderia que alguém que tivesse prazer com a mutilação, o procurasse de outras formas e na mente do celestial, mesmo cavalos não se salvavam de tão profana luxuria. O treino no entanto,  seguia normalmente, apesar de só haverem no estabulo cavalos, o homem também teria explicado na parte teórica como deveria lidar com outros tipos de animais, fossem os de corpo mais sinuoso, fossem os mais parrudos, de repteis a até aves, que sim, em alguns lugares era possível de se encontrar seres gigantes desta espécie.

Na parte prática, a parte mais difícil foi aprender a subir sem ajuda mas, Inoguro teria lhe dado apoio e  o segurado em cada uma das vezes que tentou sozinho e não teve sucesso para evitar que ele se machucasse por bobeira, mostrando-se na verdade apesar de temeroso, alguém bem confiável. Além disso, a parte de descer  parecia ser simples mas, houveram vezes que o pé se enrroscou e quase causou um acidente de modo que até mesmo a parte da condução pareceu mais fácil ao piromaniaco do queestes dois pontos, houveram vezes que Inoguro não conseguiu ajudar mas, o Haki teria evitado todo e qualquer problema que não fosse a simples poeira .

Voltou-se então ao anjo, que  teria feito um sinal para que ele esperasse, e era possível a ver procurando por algo no estábulo, que levou um tempinho até que ela encontrasse e retornasse, era possível ver em suas mãos dois lapis e dois cadernos, junto a apontador e borracha, o porquê isso estava lá? Sei lá, talvez Inoguro tivesse pretensões de estudo estranhas, era difícil de dizer. -  Bom, para eu ter uma base, me diga o que você já sabe, assim eu posso me guiar para como te ensinar.- Ela teria dito,o instruindo a explicar pra ela o que sabia, antes de se organizar, era algo para ela necessário para enfim o ajudar e o ensinar.


Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 6 EmptySab 19 Set 2020, 04:02


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Inoguro ainda suspeitava do psicopata, mas agora o espadachim não podia fazer nada e com isso, se iniciava o aprendizado sobre montaria. No local podia ter apenas cavalos, mas Inoguro explicava a parte teórica sobre como o pirata deveria lidar com animais de outros tipos como répteis, aves, animais com corpos parrudos e sinuosos. Após a teoria, a prática se iniciava e para o piromaníaco, a parte de subir havia sido a mais difícil de aprender, precisando de Inoguro para subir, agora para descer era mais fácil, apenas possuía dificuldades para subir, mas Inoguro ajudava nesta etapa, um ser confiável e teimoso. O tempo passou e o psicopata com ajuda de Inoguro, havia conseguido aprender sobre montaria, duas de três já foram feitas, apenas faltava física, que Gakhan iria lhe ensinar. E então, o cenário mudava, a aparência do apresentador mudava, agora ele usava um terno e gravata e seu cabelo era loiro, liso e curto.

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- Agora só falta uma. Aprenda e depois, vai pegar o que lhe foi prometido.

O sorriso mental do pirata era de um psicopata e soltava apenas um: - Pode deixar. Antes de voltar para seu mundo real. Agora, se aproximava de Gakhan, já alertando a mesma que o momento era propício para o aprendizado sobre física e então, com um movimento de mão sinalizando para o espadachim esperar, a Arcanja procurava por algo no estabulo, não sabia o que era até que ela voltava para próximo do psicopata com dois lápis e dois cadernos, somando isto com um apontador e borracha. *Porque tem tudo isto aqui? Depois eu que sou “estranho”* Gakhan então questionava o conhecimento do pirata, ela precisava ter uma base para que ela pudesse se guiar e ensinar para Hynno.

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- Ahñ?

Apontava para Gakhan e dizia: - Eu sei nada, por isso que estou pedindo para vocês me ensinarem. E então, o pirata pegaria o caderno e o lápis, provavelmente a Arcanja iria lhe entregar para iniciar o aprendizado sobre física, mas antes, comentaria com Inoguro, antes do aprendizado começar: - Depois eu que sou estranho. Se referia ao fato de ter cadernos, lápis, borracha e apontador em um estábulo. E então, física seria iniciada e aquilo levaria um tempo, mas após a finalização do aprendizado, deixaria os pertences temporários de lado e se deitaria no chão por alguns minutos. – Valeu galera, conseguimos passar um tempo, enrolando e aprendendo, enquanto o Ruivo e o Xandão estão sumidos. Então, Hynno voltaria a ficar de pé e olharia para os dois Skypeanos. – Agora, para onde iremos? Não se esqueça também do que me prometeu, Gakhan. Daria uma piscadinha discreta para a Arcanja. Ela não sabia do duplo sentido daquele pedido horas atrás, mas o psicopata sabia e buscaria ganhar na loteria com aquilo.



Objetivos:
 

Contador do Piromaníaco:
 

Localização das espadas:
 

Histórico:
 


Supa Supa no Mi:
 

Ferimentos:
Spoiler:
 

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- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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R.I.P:
 


Chibis:
 
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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 6 EmptySab 19 Set 2020, 19:13




»» Reunited ««

- Aaron DeWitt -



A mandíbula chegava a doer na medida em que os meus dentes ficavam rangendo entre si. A dor que acontecia no simples ato de respirar me deixava ainda zonzo, mas a adrenalina aos poucos ia retornando para mim e me dando mais energia para me manter acordado. Observava Masimos de longe, percebendo o nível do combate em que ele enfrentava, me assustando por um momento com o tamanho poderio de ambos os lados. — Por mais que as coisas possam não estar tão ao nosso favor... Não sinto que iremos perder. — Sorria, me apoiando no parapeito do planador, observando aquela batalha titânica com um otimismo no olhar.

Achava que esse otimismo havia morrido junto com Vlad. Vivemos por anos escapando da Rosa Negra, adotando novas identidades e rezando para deuses que nunca escutavam nosso lamento. Mas agora... Parecia que havia de fato uma luz no fim do túnel, de que existia uma chance de acabarmos de uma vez com tudo aquilo e ver o sol brilhar para nosso bando mais uma vez. Ainda não era o momento de comemorar, pois sabia que o inimigo era tão ardiloso quanto poderoso, e suas raízes estavam muito mais profundas do que poderíamos supor.

Sabia bem os movimentos do Titã em seus combates, e por isso sabia que ali não seria um local seguro, mesmo voando de longe. — Recomendo nos afastarmos um pouco. Se Masimos for levar essa luta até o seu limite, toda essa área será comprometida. — Explicava, ao mesmo tempo em que começaria a tentar manipular o meu corpo novamente, afinal precisava saber até que nível de controle eu estava começando a retomar. — E agradeço aos cuidados, Dr. Kirby, mas recomendo que volte. Não podemos arriscar sua vida ficando exposto por aqui. Quando conseguirmos recuperar a alma de Diana, o avisaremos. — Colocando minha mão em seu ombro, começaria a expelir minha lama para começar a absorvê-lo lentamente, muito mais devagar do que eu costumava fazer.

Aproveitando tal controle, puxaria o Den Den Mushi através de meu peito, discando para Hynno, afinal de contas nossa última despedida havia sido bem repentina. — Espero que ainda esteja vivo. Onde estão? Encontrou Luthien? — Diria brevemente, esperando alguma resposta. — Terminei meu combate, mas Masimos ainda está enfrentando Byakushi. Devemos estar próximos quando a batalha acabar. — Com o aviso dado, apenas aguardaria alguma outra resposta e, caso ele estivesse longe demais, sugeriria para Diana ir buscá-lo. De qualquer maneira, economizaria energia e forças pelos próximos minutos, pois até o momento em que eu sentisse a confiança de ficar de pé, aí sim poderíamos ir para terra (ou melhor, nuvem) firme.

Legendas:

  • Fala
  • Pensamentos




Histórico:
 



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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 6 EmptySeg 21 Set 2020, 14:09



Masimos Titã Howker
A Calamidade Morte
Legendas
FALAS | Narração

O último ataque de Byakushi poderia deduzir que seria sua última jogada desesperada. O sangue que escorria pelos olhos; o vomito vermelho que saia pela boca; o liquido vermelho que a tempos não via percorrendo parte do meu rosto até gotejar em minhas mãos, eram a confirmação final de que de fato aquele maldito era forte. Me causar dano era algo árduo para os inimigos, principalmente pelo meu alto índice defensivo. Mas Byakushi havia possuído êxito, havia conseguido ultrapassar minha resistência e bloqueios, e isso não era pouco; detesto admitir.

Todavia, como eu havia dito a ele, eis que estou de pé e sua morte um presente a minha Amada Deusa. Apesar dos músculos estremecerem pelos efeitos colaterais, não me impediriam de cumprir a promessa para com aquele desgraçado; o que viria a seguir seria um ato de adoração a Deusa da Morte.

O céu havia escurecido e as almas prendidas pelo pirata haveriam desprendido de suas amarras, tais quais, poderia concluir que a de Diana seria libertada. ~ Eu jamais deixo de cumprir com minhas palavras! Proferia ainda segurando a cabeça de Byakushi em uma das mãos enquanto os olhos visualizariam o breu do céu. Havia feito uma promessa para a sereia e Aaron, obviamente teria cumprido com a morte do Pirata.

Após pilhar o corpo de Byakushi com intuito de encontrar algo de útil, acabei apenas encontrando um tipo de concha. Se assemelhava aos tais Dials que os habitantes de Skypeia utilizavam. ~ Hmm... interessante. Diria ao analisar e em seguida colocar dentro do bolso, pois, estava cansado; demasiadamente exausto.

~ Hmm? O lacaio havia dito que a morte de um de nós viria a nos libertar desse local. Entretanto... ainda estou aqui. Olharia para Byakushi e seria lógico e obvio sua morte, então a pergunta era: porque ainda estaria lá? Ao deslizar os olhos pelo ambiente foi quando percebi a presença de Aaron a uma considerável distância.

~ Aaron?! Será uma ilusão pelo cansaço?! Questionaria a mim mesmo sabendo que tal hipótese poderia ser possível, mas bastante improvável a meu intelecto. ~ Humph. Certamente arrastaram ele para cá. Byakushi possuía outros que também se intitulavam “calamidades”. Não mais, obviamente. O jubilo viria a preencher meu rosto, afinal... aqueles que haviam tentando usurpar nossos epítetos enfim estariam mortos.

Caso viéssemos a sair daquele local criado pelo poder do usuário de akuma no mi, com passos lentos, viria a me aproximar de Aaron. ~ Devo presumir, pela sua aparência, que a batalha foi árdua. E que sua vitória é evidente. Mas é claro que eu já esperava isso de você. Cuspiria um pouco de sangue que havia restado dentro da boca. ~ Não que meu caso seja diferente. Byakushi estava tentando roubar o título de calamidade e era forte, mas no fim... foi um degrau para aumentar meu poder. Nesse momento então viria a sentar e novamente sentir algo desconfortável; eram as malditas costelas, sabia devido meus conhecimentos em anatomia.

Sentado agora, largaria a cabeça do pirata em frente e em seguida, puxaria um charuto do bolso. ~ Se quiser um, pegue. Ofereceria para Aaron, não possuía memoria de o mesmo gostar de fumar, mas para relaxar um charuto sempre era prazeroso. ~ Tem fogo? Perguntaria para meu aliado, pois, recordaria que não possuía nenhum isqueiro ou fósforos, quem sempre tinha era Bell. ~ Nunca me preocupei em ter fogo para acender os charutos, Bell fumava constantemente e sempre tinha um isqueiro ou fosforo. Me sentia um pouco nostálgico, imaginando quanto tempo levaria para rever meu valoroso aliado. Sabia que a Deusa possuia planos para ele, assim como para mim e todos meus aliados. Entretanto, talvez demorasse um pouco mais do que esperado.

Após acender o charuto, tragaria por alguns instantes e então viria a soltar a fumaça para alto vagarosamente. ~ Chegou a se comunicar com Hynno? Perguntaria para Aaron supondo que ele haveria de ter falado com o nosso aliado. ~ Hmm, entendo. Responderia para o ruivo e em seguida viria a pegar o comunicador em meu bolso e ligar para Lut. ~ Sou eu. E então viria a falar para Luthiem que o líder do exercito que haveria invadido Skypiea estaria morto e daria a tarefa para a mulher-polvo reunir os Arcanjos e trazer eles em nossa localização.

Após desligar o den den mushi e retorna-lo ao bolso, retiraria o capacete e a armadura que cobria parte do meu tronco, deixando-os ao meu lado. Tocaria o local que estaria com as costelas quebradas enquanto tragaria novamente o charuto. ~ Tsk. Maldito verme. Mesmo após sua morte, me ferir dessa forma foi uma façanha bastante impressionante. É uma pena que foi em vão, já que, a dor é quase inexistente para mim. Indagaria com um pouco de respulsa. Caso Aaron se disponibilizasse a avaliar os danos e enfaixa-los, até que os nossos aliados nos encontrassem, permitiria que o mesmo ao mesmo tempo que permaneceria tragando o charuto com desfastio e tranquilidade.
Técnica Utilizada:
 

Histórico:
 



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~Fala / Narração

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