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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 10º Capítulo - Parabellum!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 5 EmptyDom 26 Abr 2020, 11:36

Relembrando a primeira mensagem :

10º Capítulo - Parabellum!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Masimos Titã Howker, Aaron DeWitt e Draguren Hynno.. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

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AutorMensagem
OverLord
Pirata
Pirata


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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 5 EmptyTer 18 Ago 2020, 18:48


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"Como você venderia a morte? Literalmente a experiência definitiva! Sem seguro, sem enjoo, sem discussão, uma viagem só de ida"
Post: 10 | Localização: Upper Yard




Pegava diversas cartas que o zumbi mor usava, agora entrava em suas aquisições, estava fumando enquanto Tobio via Poe e dizia que ele havia ido de base, morreu, apenas dava de ombros. Guardava o ás de espada, a carta que havia finalizado Edgar e também o corvo, o mink tratava suas feridas, Aaron contava sobre o zumbi que o psicopata havia acabado de encerrar a vida mais uma vez e também dizia sobre o haki da observação, aquilo que o espadachim havia despertado nos últimos minutos da batalha, o ruivo dizia que ele havia aprendido a controlar não fazia muito tempo, mas o Roxo sabia melhor do que ele. Tobio agora tratava de Gakhan, Orochimaru voltava para o estado normal dele, isto é, com o pescoço normal, já o Inoguro, buscava aquela sua máscara de javali, mas ficava no estado de alerta. – Menor ideia, ele foi o primeiro a surgir putaço, me confundindo com alguém, depois veio a Arcanja e depois, os zumbis. Respondia para o Ruivo.

Então, um sujeito mascarado e vestido de preto surgia, Hynno apenas tirava o cigarro da boca e soltava a fumaça para cima, não precisava fazer nada e nem iria, o sujeito se ajoelhava e segurava uma caixa preta. Era endereçada para o Ruivo, segundo o mensageiro ao abrir a caixa, ele iria ser levado para o local para a tão aguardada batalha com “Kuross”. Jogava o cigarro no chão e pisava no mesmo para apaga-lo, enquanto escutava o que o Ruivo dizia para o espadachim, ele e Diana iriam se ausentar e que ele poderia fazer o que quisesse com aquele mensageiro, mas era para extrair informações dele. – Ok. E então, caminhava para ficar de frente para o mensageiro, sorria para a cobaia, de maneira psicótica. – Pode deixar. Respondia para o ruivo, sem olhar para o mesmo. – Vamos começar? E então, antes de perguntar algo, dava um cruzado de direita no rosto do mensageiro. – Me diga, de onde você veio? Digo de Skypiea. Com uma resposta ou não, daria um tapa bem dado, da direita para a esquerda no rosto do mensageiro. – Cadê os outros? Quero a localização deles e quantos são. Tal pergunta só seria feita se não obtivesse a resposta da primeira pergunta.

Nesse momento, o psicopata procurava ativar o seu haki da observação sob o mensageiro, procuraria não deixá-lo se matar ou fugir, a diversão estava apenas começando. Se notasse tal movimento, pegaria a bainha do seu lado esquerdo e bateria como porrete, se fosse tentativa de fuga, enegreceria o porrete improvisado e bateria no joelho esquerdo dele, na minha visão, era o direito. Iria bater na intenção de quebra-lo, faze-lo perder o movimento daquela perna, faze-lo cair no chão. Se fosse um ato de tirar sua própria vida, faria a mesma ideia do porrete, mas bateria na boca do estômago dele, com a intenção de fazê-lo perder o ar e provavelmente, desmaia-lo e por fim, colocaria a bainha de volta no lugar. Se o mensageiro desmaiasse, seria bom, pois então diria para Tobio. – Ae Tobio, vou me divertir com ele aqui. O que tu acha de me ajudar? Vou ferir ele, você faz um curativo meia boca, só para ele não morrer de sangramento e assim a gente continua. Ou então, você pode usar o que comprou em Endeavor para dopar ele. Por fim, dava um sorriso macabro.

Caso o mensageiro não optasse por fugir ou tirar a própria vida, continuaria a sua brincadeira, mas, caso ele ainda não revelasse a localização dos outros, de onde ele havia vindo com a caixa ou quantos eram, diria. – Diga logo. E então, pegaria a mão esquerda dele e como se cortasse o bico do charuto, pegaria o polegar dele e colocaria entre dois dedos de Hynno, o do meio e o indicador, com um movimento de tesoura, cortaria aquele dedo do mensageiro. Deixaria o dedo no chão mesmo, teria serventia para o futuro. O decepamento daquele dedo era um aviso: “Me conte ou terá mais”. Ou poderia interpretar como: “Acha que estou brincando?”. Tal ação ofensiva iria ocorrer com o mensageiro, mesmo se ele tivesse contado tudo para o psicopata. Passaria de dedo em dedo, com resposta ou sem e após não ter mais dedos daquela mão, chamaria Tobio. – Estanca aqui, nem precisa caprichar, só não deixa ele morrer.

O que faria depois? Iria roubar o mensageiro, isto é, se ele ainda carregasse alguma coisa, pois o mesmo estava disposto a morrer após entregar a caixa. Com alguma coisa nos bolsos ou sem, Hynno iria dar uma rasteira no mensageiro e com seu pé direito enegrecido, pisaria no joelho esquerdo do membro da rosa negra, pisaria com vontade, para quebrar e assim que escutasse o som familiar, partiria para o próximo joelho. Olharia para o mink e caso ele viesse para tratar, diria: - Não precisa. Seu objetivo ali era impossibilitar a locomoção do mensageiro. E se naquela situação, ele não tivesse contado nada ou já tivesse aberto a boca sobre os outros, nada mais importava, apenas armazenaria as informações recolhidas daquele mensageiro.

Tais atos iriam ocorrer no caso de impedi-lo de tirar a própria vida, com um golpe na boca do estômago, com ele desmaiando ou não. Agora, caso ocorresse o caso de ele tentar fugir e o psicopata bater no joelho do mensageiro, fazendo-o cair e provavelmente quebrando a perna do mesmo, Hynno seria o bom samaritano e o ajudaria com seu conhecimento de anatomia humana, olharia o joelho do membro da rosa negra e diria: - Uhm, Tobio, acho que não tem jeito de arrumar, temos que amputar. Preciso de sua ajuda, use aquilo que você comprou em Endeavor. Depois, trate-o após a operação. Esperaria o mink apagar o mensageiro com sua dose e então, como um açougueiro, cortaria com Ymir enegrecida um pouco acima do joelho. – Não o deixe morrer. Se precisar de faixa, tala, arranque pedaços da roupa dele para usar. Limparia sua espada e guardaria na bainha.

No final das contas, independente dos casos, o mensageiro estaria sem dedos na mão esquerda, com os joelhos quebrados e com isso sem a possibilidade de se mover ou então, com apenas uma perna. Não mataria aquele mensageiro, não naquele momento, mas se por um acaso, ele morresse por choque ou pela falta de sangue, seria uma pena. Se fosse este o caso, pilharia o mensageiro e se aproximaria de Orochimaru, Inoguro e Gakhan, esperava que Manda viesse para perto de seu novo dono. – Então? Vamos para onde agora? A pergunta era direcionada para Gakhan e Inoguro. Se os dois se desentendessem, isto é, os dois querendo ir para locais diferentes, fitaria ambos e diria: - Nós todos vamos para o mesmo local, não se esqueça da oração, Gakhan. Antes de sair, pegaria os cinco dedos do mensageiro e guardaria consigo e então, retornaria para perto do grupo e diria: - Se decidiram para onde vamos? Agora, caso o mensageiro ainda estivesse vivo, arrancaria um bom pedaço da roupa do membro da rosa negra e tamparia a boca do mesmo. – Tobio, se eu arrancar os globos oculares, você consegue salva-lo? Independente da resposta, retiraria na mão mesmo, guardaria e limparia a sujeira que iria receber na mão.

Com ele sobrevivendo ou não, retornaria para perto da Arcanja e dos outros. – Bem, alguém saberia algo de montaria? Gostaria de aprender como montar em animais que são montáveis... Quem souber, iremos para o local que esta pessoa quiser. Diria esta última parte para caso houvesse discordância entre a Arcanja e Inoguro para onde ir, visto que provavelmente ninguém iria querer ficar no mesmo local por muito tempo. E claramente Aaron não iria retornar naquele ponto, logo, apenas seria perda de tempo ficarem parados por lá e aquela cobra de tamanho colossal poderia retornar, não sabia e nem pagaria para ver, mas não sabia para onde ir e por isso tinha Inoguro e Gakhan lá, mas não sabia para onde eles queriam ir e se ambos iriam concordar ou se ambos iriam se separar, mas o psicopata poderia tirar proveito dos dois, da Arcanja já tinha até programado, mas Inoguro ainda poderia ser extraído algum proveito.



Objetivos:
 

Contador do Piromaníaco:
 

Localização das espadas:
 

Histórico:
 


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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 5 EmptyDom 30 Ago 2020, 15:06



THE CALAMITIES


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Post 10 - Revanche




Masimos



A explicação feita por Daityr trazia algumas respostas para Masimos a respeito dos objetivos do Conquistador, e como o Emissário havia prometido, a vida do descendente dos Albaresh foi poupada, concedendo a ele ainda um direito extra de se manter seguro no pântano de Aaron, mas antes de dizer isso, o tritão foi surpreendido com a aparição de um membro de Rosa Negra que veio lhe entregar uma caixa alegando que essa o levaria até Byakushi. Antes de ir até o entregador, Masimos deu à Luthiem a missão de proteger a vida de Daityr e levá-lo até a Calamidade ruiva em Upper Yard, obviamente a tritã não recusou a palavra de seu mestre, porém o jovem espadachim se mostrou receoso em aceitar.

- Espera, não estou entendendo… Pântano? Você está sugerindo que vai me ajudar a lidar com a Rosa Negra? - Claro que ele iria ficar um pouco recuado, afinal Masimos não era o tipo de pessoa com uma aparência inofensiva e ou uma aura confiável, principalmente para alguém como Daityr que já está em estado de alerta e em constante fuga. - Olha, se for me pedir dinheiro em troca de proteção, eu não tenho nada, ainda estou procurando a cidade de ouro e se eu não encontrá-la não poderei retribuir a ajuda. - O que ele estava querendo dizer é: se Masimos ajudá-lo, muito provavelmente não receberá nada de valor em troca… Ao menos por agora. Se o tritão estivesse de acordo e não ligasse para isso, o espadachim aceitaria seguir com Lut.

- Tem certeza que não prefere que eu vá com você? Não é subestimando sua força, mas sem dúvida alguma venceríamos Byakushi mais facilmente se lutarmos juntos. - No caso, a caixa só poderia levar uma pessoa, mas como Garlik estava sugerindo uma batalha em duplas, a ideia dele é de que o Emissário descartasse a opção de ir sozinho e talvez até mesmo entrar em uma armadilha. - Você também não tem garantia nenhuma de que o que esse lacaio falou é verdade… Me parece arriscado demais. - De qualquer forma, Masimos já parecia decidido, portanto o ex-Rosa Negra não teria outra opção a não ser seguir para a floresta junto com Luthiem e Daityr. - Ok, então seguirei com os demais pelo caminho tradicional e lidaremos com o resto do exército dele.

Feita a aproximação de Masimos até o mensageiro, ele o entregou a caixa negra mágica transportadora e assim que o tritão estivesse com o objeto em mãos, Garlik usaria um rápido Soru para se aproximar do lacaio e matá-lo quebrando-lhe o pescoço rapidamente. O titã não havia mencionado sua vontade de deixar aquele homem vivo, portanto o ex-membro da Rosa Negra agiu como achou melhor e se livrou do peão antes que ele pudesse tentar alguma coisa ardilosa.

Para ativar a caixa negra, o Emissário só precisaria tocar no centro dela para fazê-la se expandir ao seu redor, engolindo-o para uma realidade paralela completamente escura onde a única coisa que ele poderia ver seria um retângulo de luz no horizonte. Esse lugar misterioso parecia não possuir nada e sequer era possível dizer se havia fim, sendo além de escuro, completamente silencioso e com uma temperatura neutra. A caminhada até a porta de saída levaria apenas alguns segundos e antes mesmo de passar por ela, Masimos já seria capaz de sentir a presença de Byakushi do outro lado.

Quando saiu de dentro da caixa, a Calamidade estava no topo das nuvens… Ou melhor, no topo das nuvens que já estavam sobre Skypiea, ou seja, ele estava ainda mais alto agora e em um cenário onde o branco era abundante junto ao azul claro do céu. Mas Masimos provavelmente não se importaria com o que estava ao seu redor, pois logo a frente dele estava seu alvo… O homem pálido de vestes negras que se auto intitulava Calamidade Morte.

- Não conseguiu viver com o seu próprio fracasso, e onde isso lhe levou? ...

Byakushi estava de costas para ele e então se virou para encará-lo quando chegou.

- De volta para mim.


Spoiler:
 

O segundo confronto entre as Calamidades Morte estava prestes a começar… A questão é: Masimos seria capaz de lutar com calma e cautela como normalmente faz, ou seu ódio por Byakushi já o faria entrar em estado de fúria antes mesmo do primeiro golpe?

Dessa vez apenas um dos dois sairá vivo, pois hoje uma Calamidade Morte morrerá no céu.



Hynno e Aaron (Parte 1)



Da mesma forma que um mensageiro foi até Masimos lhe entregar uma caixa que o transportaria até Byakushi, um mensageiro também veio até Aaron lhe entregar uma caixa, mas esta que o levaria até Kuross. O ruivo pegou o objeto que reconhecia e sabia como funcionava por conta da sereia zumbi, e pediu para Diana vir junto com ele, afinal estavam nessa juntos. Ela concordou em acompanhá-lo e foi de bom grado para o pântano dele, pois essa seria a única maneira de transportar mais de uma pessoa pelo item especial. Hynno e os demais ficariam ali na espera da chegada dos aliados, inclusive Aaron já deixou claro que o espadachim poderia fazer o que quisesse com o mensageiro da Rosa Negra.

Enquanto o ruivo era engolido pela caixa mágica, aqueles que ficavam reagiam de maneiras distintas. Kohebin parecia analisar o funcionamento do item que desapareceu junto com Aaron, como homem da ciência ele suspeitaria que aquilo provavelmente não era tecnologia. Gakhan arregalaria os olhos espantada, mas seu conhecimento era grande o bastante para reconhecer os poderes das frutas do diabo vindas do Mar Azul… Diferente de Inoguro que não tinha essa informação e simplesmente pulava para longe acreditando que aquilo era mais uma bruxaria realizada pelos habitantes do mar debaixo.

- VOCÊS SÃO TODOS DEMÔNIOS! Bem que ouvi boatos sobre o Mar Azul ser o inferno! - Exclamou ele recuando para uma distância segura próximo de árvores que poderia fazer de escudo. Ele não estava fugindo de medo, mas sim de cautela, pois se fosse necessário atacar ou se proteger ele faria sem pensar duas vezes.

A verdade é que ninguém estava nem aí para Inoguro, pois Tobio continuava tratando as feridas de Gakhan e Hynno estava mais interessado no membro da Rosa Negra que poderia lhe entreter nos próximos minutos. Um soco e o lacaio já foi direto ao chão, mostrando não ser tão poderoso assim, resta saber se seu psicológico também era fraco ou ele resistiria a intimidação do interrogatório do piromaníaco. Em resposta a primeira pergunta, o capanga apontou para o enorme pé de feijão que crescia no centro de Upper Yard e podia ser visto dali mesmo se olhassem para o céu a noroeste (se não estou enganado em relação a posição atual de vocês).

- Aqui no céu são poucos, apenas as Calamidades, algumas Pétalas e uma dupla da Shadow Hand com seu exército de zumbis. - Era possível notar o medo na voz trêmula deste que parecia ser apenas um garoto, provavelmente um novato na organização.

Seu corpo, tal como sua mente claramente mostraram que ele não estava preparado para os planos doentios que pairavam sobre ele, o suor escorreu com um nervosismo aparente, seu corpo tremia e mesmo seus dentes naquele momento em que estava a frente de seu provável algoz batiam-se uns contra os outros com violência, como se as negras intenções que haviam no homem lhe percorressem de maneira suja pelo corpo. Em um primeiro momento, no primeiro impacto, era possível ouvir a sua agonia, era visível que seu coração havia acelerado de maneira absurda de maneira que seu barulho se fez audível mesmo para aqueles ao seu redor.

O Mink começou a caminhar na direção do prisioneiro, seus olhos estavam levemente arregalados, como se estivesse presenciando algo um tanto inédito e de fato, presenciara. Pois antes que Hynno parasse Tobio, era possível ver o homem naquele momento entrar em choque, o alto som das batidas de seu coração, cessaram quando um pequeno som mais forte se fez. Tobio aproximou-se e ao checar os sinais vitais teria afirmado o mesmo que Hynno poderia ver se colocasse a mão próxima de seu peito ou medisse o seu pulso, ele já não estava mais sobre o mesmo plano. Os olhos que antes continham a luz da vida, agora eram como janelas vazias e mais dúvidas poderiam ser levantadas com aquele nefasto acontecimento. Havia o piromaníaco quebrado a mente do rapaz tão rápido? Sua mente estava frágil a este ponto? Ou teria sido a obra de um fator externo?  Eram todas perguntas válidas para que ele se fizesse naquele momento.




Aaron (Parte 2)



A sensação de ser levado para dentro dessa realidade paralela no interior da caixa poderia fazer Aaron sentir algo parecido com o que aqueles que ele puxa para o seu pântano sentem. O interior da caixa era um breu total e tudo que ele conseguia ver era a luz retangular indicando a porta de saída alguns metros à frente de onde estava. Esse lugar misterioso parecia não possuir nada e sequer era possível dizer se havia fim, sendo além de escuro, completamente silencioso e com uma temperatura neutra. A caminhada até a porta de saída levaria apenas alguns segundos e antes mesmo de passar por ela, Aaron já seria capaz de sentir a presença de Kuross do outro lado.

A Falsa Calamidade da Fome estava esperando por Aaron sentado nos destroços de uma construção sobre as nuvens. Se olhasse para os lados, o ruivo conseguiria identificar que ainda estava em Skypiea, mas provavelmente em um lugar um pouco acima de Upper Yard e muito próximo do pé de feijão gigante. O solo onde estava era feito de nuvens, mas o mais chamativo do local eram os destroços de construções antigas cobertos por musgos (localidade de Skypiea: Nuvem Deserta). Aparentemente não havia ninguém ali além dos dois, e Kuross já estava esperando por Aaron, sentado em um desses destroços. Quando a porta da caixa negra se fechou, o objeto que trouxe ele até ali desapareceu, deixando-o assim sem lugar para voltar.

Spoiler:
 

- Eu não estava fugindo… Apenas tinha assuntos para resolver mais importantes do que você. - Disse o jovem de cabelos negros se levantando e instantaneamente fazendo chamas azuis explodirem em suas mãos e começarem a se expandir pelo seu braço. - Da última vez que nós nos enfrentamos eu confesso que te subestimei, Fantasma Escarlate… - Então o fogo continuou a se espalhar pelo corpo de Kuross, começando assim a fazer alterações no seu físico quase como se fosse uma Zoan ou mesmo uma Logia. - Mas dessa vez eu não cometerei o mesmo erro… Mostrarei a você minha verdadeira força.

Spoiler:
 

E aquele garoto de aparência jovial agora havia se transformado em um ser demoníaco cujas chamas azuis iam aos poucos pulverizando tudo o que tocavam. Se Aaron ainda se lembrasse da batalha anterior que tiveram, Kuross também chegou a ativar uma habilidade onde suas chamas azuladas destruíam tudo o que tocavam, inclusive a simples aproximação do ruivo já era suficiente para fazer seu corpo sofrer danos… Se nessa forma o poder de Kuross estava ainda maior, isso significa que praticamente existe um campo de calor ao redor do seu adversário que lhe causará danos caso se aproxime demais sem a devida proteção ou prudência. Entretanto, Aaron também havia ficado mais forte de lá para cá e inclusive não apenas descobriu o que é o Haki, como também aprendeu a usá-los.

HISTÓRICO DA AVENTURA:
 

FERIMENTOS (Atualizado):
 

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Marciano
Emissário da Morte
Emissário da Morte
Marciano

Créditos : 48
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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 5 EmptySeg 31 Ago 2020, 22:54



Masimos Titã Howker
A Calamidade Morte
Legendas
FALAS | Narração

Após indagar as ordens para Lut, como sempre acatando de bom grado, o garoto demonstrava receio perante minhas palavras. Já nas bastasse lhe poupar sua vida, ainda continua não confiando em minhas palavras? Hmm... é compreensível de certo modo, afinal, deve achar que não ganharei nada com isso, assim como ele comentou momentos atrás. ~ Dinheiro? Sua ignorância não me espanta, mas sua tolice sim. Comentaria ao olhar de forma fixa para o rosto do espadachim. ~ Suas informações permitiram desvendar um quebra cabeça que a tempos a Rosa Negra demonstrava ser; devo dizer até bastante decepcionante. Enfim, foram bastante uteis para mim. Após a morte de Byakushi e com nosso retorno para a Grand Line, estará livre. Apenas aceite minhas ordens e meu bom humor, garoto. Diria finalizando com uma expressão mais séria para pôr fim às preocupações do espadachim juvenil.

Em seguida, Garlik começava a proferir sobre minha decisão e sobre preferir me ajudar para aumentar a chance de sucesso, não demonstrando duvidar de minha força, mas sim dizendo o óbvio. Não que fosse uma ideia ruim, obviamente era a melhor opção em uma tática ofensiva, afinal... quanto maiores as chances de sucesso, evidentemente melhores as chances de êxito. Não restava duvidas que o homem possuía bom raciocínio e tato para estratégias. No entanto, existe um propósito em minha vingança, como também em provar a minha amada Deusa de que sou, e sempre serei, o portador da Morte. Era algo que precisava fazer sozinho, independe dos obstáculos, da quantidade de inimigos ou das artimanhas fajutas do maldito pirata. Eu irei atravessar a tudo, defletir a tudo e enfim matar Byakushi. Isso era algo que jamais deixou de estar em minha mente como principalmente meu triunfo.

Admitia que a ansiedade estava alta, já que, havia um bom tempo que ansiava concretizar minha vingança para com Byakushi. ~ Arriscado? Isso é bastante óbvio, não?! Diria ao olhar de relance para Garlik. ~ No entanto... o que devo temer, se não temo a morte!? Falaria com uma voz intensificada e um olhar destemido, sedento e recheado de autoconfiança. Não era algo habitual, mas sabia que desde o combate contra esse maldito pirata que plagiou meu titulo como também roubou a joia que era um presente de minha amada, meu poder havia florescido exponencialmente. Tanto que havia até mesmo obtido um poder especial dado pela minha amada Deusa. Estava em um outro patamar, tal qual Byakushi talvez se quer imaginasse. Claro que poderia ser um pensamento precipitado, mas até agora eu não havia usado todo potencial de minha akuma. Giovanni poderia ter explorado minhas fraquezas em Alabasta, mas desde aquele combate em tais situações desfavoráveis, tudo havia me fortalecido.  

Parando para pensar melhor agora, talvez fosse o proposito de minha amada. Sacrificar meus dons aquáticos, em prol de um poder superior e único. Jamais duvidei que a Deusa da Morte estava olhando por mim, mínimo que devo fazer é corresponder a Ela de forma... equivalente. ~ Apenas esperem meu retorno. Diria finalizando minhas palavras já com a caixa em mãos e a ativando.

Após ser sugado pela aquela peculiar caixa, me deparava com um ambiente bastante obscuro. Qualquer um poderia ficar intimidado ou com medo, mas isso eram coisas da qual desprovia-a. Afinal, estava habituado a visitar minha amada Deusa em seu reino que era muito mais fascinante. ~ Hmm. Expressava compreensão enquanto analisaria todo ambiente, que por sinal estava escasso de qualquer coisa se não... escuridão. ~ Os vermes habitam o subsolo que são locais escuros devido ao medo instintivos deles. Combina mesmo com você. Proferia em um tom arrogante, intimidador e bastante rancoroso.

Começava a caminhar em direção ao único resquício de luz que lá havia. Não demorou muito para vir a sair por uma porta e sentir a presença do maldito pirata. Logo ao sair, ou talvez entrar, me deparava com nuvens embaixo da sola dos pés e por todo resto. O breu desaparecia e apenas branco com azul tomava parte do cenário. Notava estar ainda mais alto que a ilha de Skypeia, o que seria interessante e chamaria minha atenção em outro momento, senão fosse meu foco em apenas encontrar Byakushi; me deparando a seguir com o pirata.

Fazia tempo que meu ódio não eclodia tão rápido. Ver novamente Byakushi florescia uma cólera a tanto tempo estava guardada que as mãos estremeciam. O sangue bombeava tão rápido que fazia a adrenalina chegar no pico máximo em segundos. Ouvir a voz do desgraçado instigava um desejo de ódio profundo. Relembrava imediatamente de sua audácia em tomar o título de “Calamidade Morte” e no mesmo instante ecoava uma vontade latente em profanar sua aura impiedosamente. Por um momento, numa fração de segundo, todos os sentidos haviam desaparecido, mas retornavam ainda mais afiados, aguçados e preparados para serem usados numa escala jamais explorada antes.

Eu sou um ser que sempre pensa antes de agir, graças a meu intelecto desenvolvido, doutrinado e vivenciado, permitiam permanecer calmo e lutar com sagacidade sempre. Porém, estar diante daquele Pirata acabava me fazendo manifestar toda fúria, angustia e rancor reprimidos vir à tona; como uma besta com fome e que apenas visa matar sua presa. O mais estranho era que eu já sabia disso, sabia que poderia perder a calma e não controlar minhas emoções; o que é algo raro. No entanto, estranhamente conseguia permanecer sob controle. Poderia estar parecendo calmo, talvez ele achasse isso. Mas não era isso, poderia notar pela expressão maquiavélica e infernal percorrendo cada traço do rosto.

Andaria lentamente em direção a Byakushi até parar alguns metros do mesmo, lhe fintando nos olhos com bastante intensidade. ~ Tsk, Meu fracasso? Estou vivo, lhe caçando e inevitavelmente diante de você. No meu ponto de vista... o único fracasso aqui foram suas tentativas de fugir de mim. Estalaria o pescoço ao mesmo tempo que assumiria uma posição de tradicional de combate. ~ Não se sinta muito honrado ou especial, no fim... sua morte será apenas um presente para minha amada, como todos os outros. Proferia rangendo os dentes. ~ Mas não antes de experienciar toda minha fúria! Bradaria de forma voraz e obstinada. ~ Fumetsu Gyojin Karate! KAIMETSUNOIKI! Desferia um ataque em área com objetivo de atingir Baykushi através de minha técnica em manipulação do vapor e lhe alvejar em larga escala.

Possuindo êxito ou não, tentaria acompanhar os movimentos de Byakushi para vir a investir contra ele. Se necessário, ativaria o Kenbunshoku já tendo em mente as capacidades do mesmo, além de me precaver para caso o mesmo possuir outras. Executaria meus Dash’s para atacar de frente e atingir uma saraivada de golpes seguidos de golpes visando todo e qualquer ponto do corpo; independente se ele estivesse com a defesa alta, centralizaria todos socos para debilitar pouco a pouco sua musculatura.

Atingindo ou não a saraivada de golpes, visaria acompanhar qualquer evasão ou bloqueio do mesmo, deixando até mesmo ele me atingir se necessário, mas ativando o Tekkai para amenizar ou neutralizar os possíveis danos, em prol de tentar agarrar precisamente alguma parte do seu corpo e com um giro lateral em alta velocidade fazer o corpo do maldito atingir a palma da minha outra mão, com uma sincronia elevada, com proposito de redirecionar ele e contra-atacar de forma agressiva, defletindo e causando danos na mesma ação.

Caso Byakushi viesse a utilizar qualquer habilidade oculta, tentaria preservar o Kenbunshoku para guarnecer minha defesa e refletiria qualquer golpe dele de forma furtiva ou buscando alguma brecha. ~ Surpreso? Diria, caso percebesse o espanto do inimigo pelo fato de não ter consciência dos meus poderes, no momento que refletisse o ataque dele com um sorriso horripilante. ~ Vamos ver até onde você consegue permanecer seguro de si mesmo. Comentaria ao cerrar os punhos e encarar o pirata, expressaria um olhar vingativo, determinado e inabalável em minha vitória.
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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 5 EmptySeg 31 Ago 2020, 22:58




»» Sweet Revenge ««

- Aaron DeWitt -



O toque suave naquela nuvem solidificada era totalmente livre de sons. A maciez daquele solo acomodava meus pés dum jeito peculiar, me levando não apenas a dar uma atenção especial a ele, mas também a todo o ambiente ao nosso redor. Como em um choque de culturas e realidade, uma grande vegetação se destacava entre as ruínas de uma cidade ancestral, e se não fosse pela presença de Kuross logo adiante, aquele seria um ótimo lugar para se passar um tempo. — Claro, apenas teve que resolvê-las em um momento muito conveniente. — Me abaixaria, tocando o chão, como se o estudasse enquanto o combate ainda não se iniciava. Os dedos se enfiariam no chão, como se testasse a sua densidade e facilidade para parti-lo, pois por mais que demonstrasse densidade o suficiente para nos sustentar, seria importante ter aquela informação em mãos. No interior de meu corpo, como se fosse a voz de minha consciência, projetaria para Diana um simples comando. — Não se aproxime dele. Me dê cobertura. — Pensaria, ao mesmo tempo em que sentiria os meus Hakis fluírem ao redor de mim.

Lama começaria a surgir de meus dedos fincados no solo, projetando uma poça de lama próxima para expelir lentamente Diana dali. Ao mesmo tempo, caso minhas suspeitas se confirmassem, enviaria uma boa quantidade de meu elemento para dentro da nuvem-terra, ocultando-a por baixo de nossos pés. — Pena que não haverá outra oportunidade para subestimar outro oponente. — E, ainda abaixado, deixaria as lâminas saírem de meus dedos, relembrando das habilidades da Calamidade Falsa. Sabia que não poderia ficar tempo demais próximo dele e, graças ao meu corpo de Logia, teria uma proteção extra antes de sentir os verdadeiros danos, mas não podia abusar, afinal ele estava num patamar completamente diferente. Uma respiração pesada me daria a calma necessária para o primeiro passo, ou melhor, o primeiro avanço. — Thunderclap... Flash.

E com um estalo, como o flash de luz de um trovão, tentaria fazer um corte rápido, limpo e preciso horizontalmente ao corpo flamejante de Kuross. Com a mesma lógica de não se queimar ao passar o dedo rapidamente por uma brasa, imaginava que iria vencê-lo na velocidade, pois algo que eu havia aprendido ao longo de todos esses anos era de que um golpe preciso, exatamente onde era necessário, era melhor do que uma bomba explodindo toda uma cidade. Havia sido treinado para dar fim a reis e nobres, acabar com impérios e governos, e não seria agora que eu começaria a desejar governas as cinzas.

O primeiro corte não seria minha única ação, é claro. Eu precisava estudá-lo novamente para entender melhor os níveis de seus poderes desde nosso último encontro. Sendo assim, sabendo que haveria uma aura destrutiva ao seu redor, me manteria afastado com esquivas ágeis, jogando meu corpo em um mergulho direto ao solo, para então prosseguir correndo com uma cambalhota, ou até mesmo remodelando meu corpo para escapar de disparadas de chamas à distância. Além disso, enquanto correria ao redor de Kuross, analisaria o impacto de sua aura destrutiva com o ambiente, afinal o solo e as estruturas ao nosso redor deveriam começar a ruir com o passar do tempo, o que poderia me dar uma imensa vantagem.

Enquanto correria ao redor de meu oponente, despejaria lama sob meus pés de modo a começar a transformar o campo de batalha em meu próprio domínio. Dessa forma, seria questão de tempo até que eu não precisasse mais correr e começasse a deslizar pelo solo, aumentando exponencialmente minha velocidade. Além disso, caso eu me encontrasse numa situação complicada de me esquivar, eu apenas me misturaria ao chão, me fazendo surgir instantaneamente em um outro local, mais seguro. E isso não seria apenas para mim, pois se conseguisse visualizar com meu Kenbunshoku que Diana estivesse em perigo, rapidamente alertaria minha aliada. — Mergulhe!! — E, ajudando-a com um movimento de sucção, permitiria que a sereia viajasse pelo meu pântano como se ela fosse a própria usuária, viabilizando assim um reposicionamento muito mais útil para uma atiradora feito ela.

A cereja do bolo não seria apenas isso, é claro. Kuross poderia rapidamente ressecar partes do meu pântano com seu calor, mas ainda existiria terra seca após toda a água evaporar, o que deixaria o solo estável para mim. Não apenas isso, pois com o pequeno furo que eu havia feito no solo no começo do combate, continuaria a bombear lama mais e mais para seu interior, como se estivesse recheando uma gigantesca torta, que com sorte após um bom tempo estaria pronta para o prato principal.

OFF:
 


Thunderclap Flash:
 



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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 5 EmptyTer 01 Set 2020, 00:16


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"Como você venderia a morte? Literalmente a experiência definitiva! Sem seguro, sem enjoo, sem discussão, uma viagem só de ida"
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Tinha tantos sonhos e havia planejado muita coisa para aquele momento, o garoto iria se formar e graduar na escola do futuro, onde o pirata era o professor. O Ruivo era sugado pela caixa, o psicopata mostrava indiferença com aquilo, Orochimaru como um homem da ciência, buscava analisar o funcionamento daquilo, que havia sumido junto com o Ruivo. A Arcanja apenas arregalava os olhos, diferente de Inoguro, que do nada, pulava para longe, como um gato assustado, para trás de uma árvore, o que ele dizia? Estava nem aí, pois estava graduando o mensageiro da Rosa negra. Com apenas um soco simples, o pirata derrubava o mensageiro, fraco demais. A primeira pergunta era respondida com um apontar de dedo para um pé de feijão, para a outra, o garoto respondia verbalmente. Calamidades, provavelmente as falsas, “Pétalas”, uma dupla da “Shadow hand” com o seu exército de zumbis. O erro de Hynno foi não questionar sobre as pétalas e shadow hand, mas era passado, pois a tortura começava.

Era a escola da tortura e do medo, o grito de agonia era um deleito para o psicopata, uma pena que o garoto não resistia por muito tempo, o mink vinha na direção do prisioneiro, mas antes de qualquer ação ou ordem, não era médico, mas a expressão do mensageiro já lhe dizia o que imaginava, morreu com o choque, os olhos agora ficavam sem vida aparente.
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- Oi?
E então, ficaria sobre ele, isto é, uma perna de cada lado, olharia para o rosto sem vida dele e o encararia. - Você é fraco.

E então, o psicopata iria arrancar todos os dedos da mão do rapaz morto e guardaria consigo na mochila, além de arrancar os olhos e repetir o processo de guardar consigo.
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- Gakhan, Inoguro! Vocês que são daqui, sabem se essa ilha tem borda? Isto é, você vai até a borda, olha para baixo e vê o mar azul ou então, uma ilha? Se a resposta fosse positiva, pilharia o rapaz morto e o colocaria nas costas, como uma garupa. – Me levem até lá.  E então, seguiria viagem com os dois celestiais até a borda da ilha. Uma vez lá, o que faria? Desmembramento, é claro. Primeiro, começaria a arrancar as mãos sem dedos e então, jogar na borda, para cair seja lá onde. Depois das mãos, seria os braços, depois os pés, pernas, orelhas, nariz e então, arrancaria a cabeça por fim. Consigo apenas ficaria um corpo sem braços, pernas e cabeça, mas ainda tinha coisas para fazer nele. Não era médico, mas abriria o corpo do mensageiro, arrancaria tripas e jogaria para fora, depois os pulmões, fígado e por fim, o coração. Para finalizar aquilo, lançaria o corpo vazio. – Agora, Gakhan e Inoguro, vamos para algum lugar? Gostaria de aprender algumas coisas.  Trataria aquilo como se fosse nada, como algo normal. – Se tiverem rixas, podemos ir para um local neutro. E então, seguiria eles, como se nada tivesse ocorrido.

Caso aquela ilha não tivesse borda, oras, era uma ilha flutuante, poderia haver algo do tipo. Se não houvesse, brincaria ali mesmo. Desmembraria o corpo inteiro e alguns órgãos como o coração, tripas e rins. Com os corpos, escreveria “E.N.D”, os pontos seriam colocados com o coração após o D, as tripas enroladas após o N e os rins após o E. Limparia suas mãos e se aproximaria da arcanja e de Inoguro, esperando que Manda seguisse seu novo dono. Procuraria limpar suas mãos apenas sacudindo as mesmas para tirar o sangue e sujeira. – Gakhan, Inoguro, o que acham de irmos para outro local? Tem algumas coisas que gostaria de aprender, principalmente sobre esta ilha. Se houvesse rixa entre a Arcanja e Inoguro, fitaria os dois e bateria palmas. – Vocês são crianças? Vamos para um local neutro, se algum de vocês não queira ir para o local do outro, saca? Apenas vamos. Esta última diria em um tom sério, seu olhar era do mesmo timbre da voz.




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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 5 EmptyTer 01 Set 2020, 02:00

Massimos




A aproximação de Massimos havia se dado, cada passo representava a cólera do titã que antes havia sido humilhado pela falsa calamidade, o homem ao qual não só havia roubado dele a alma de companheiros mas, queria roubar-lhe mesmo o seu direito perante a sua amada. O mais frustrante desta situação, era o paralelo que se fazia da fúria do gigante roxo em comparação a serenidade que havia na feição de Byakushi que sentia-se plenamente confiante em sua superioridade,  algo que agora era possível sentir através do Kenbun de maneira irritante.

O homem frente a preparação havia colocado apenas uma das mãos a frente, por onde um pequeno  liquido negro pareceu vazar de suas mãos, como algo gosmento, sujo e decrepito,  onde um forte odor poderia ser sentido, aquele que Massimus teria para ele, como uma fragrância a ele muito conhecida,  aquela era a fragrância da morte. Do liquido, formou-se uma manopla negra que mais parecia ter lhe dado garras, não em duas das mãos mas, em apenas uma, mostrando o quanto estava naquele momento sendo subestimado. Quando este movia sua mão, era possível ver que o liquido continuava a cair e o som de grilhões se fazia alto a cada mínimo movimento, como se aquela fosse a mão que puxava as correntes do próprio Tártaro.

Ambos pareciam prontos para o combate mas, a iniciativa inevitavelmente veio do tritão que intensamente aplicou um movimento súbito que naquele momento, pareceu veloz demais para que Byakushi reagisse mas… Se esta era a realidade, porquê havia um sorriso de satisfação tão grande sobre o rosto da falsa calamidade?  A pressão do golpe do tritão se fez, onde toda a imagem do corpo de Byakushi pareceu tremer, quase como um grande borrão, tudo com exceção da mão enegrecida como uma garra que permanecia esticada da mesma forma, sem que ele se movesse um centímetro sequer. Era um truque ao qual mostrava que se Massimos havia se fortalecido, o mesmo também aplicava-se ao pálido que mostrava-se uma figura totalmente diferente naquele momento.

Sem importar-se com o sucesso de sua técnica, a fúria do tritão teria vindo dentro de uma sequência longa de golpes, algo que refletia-se também no modo como Byakushi resolveu começar aquele combate, Byakushi era capaz de  redirecionar uma grande porção dos golpes pelo ultimo milésimo de segundo e quando o fazia, de imediato teria vindo uma espalmada de sua parte contra o corpo do titã, golpes estes que eram pesados pois,  mesmo com as suas defesas protegendo o seu corpo, sentia-se como se o oponente ali violasse sua alma o fazendo ter reflexos no corpo similares ao de um golpe que tivesse o pego distraído e isso era algo assustador. No entanto, mesmo que naquele momento parecesse desvantajoso para o tritão, sua alma, tal como seu corpo eram fortes o suficiente para continuar a golpear  e o corpo de Byakushi teria mostrado sofrer também com o impacto de cada poderoso golpe que lhe era acertado.

Uma espécie de energia começou a correr pela mão de Byakushi, que com uma estocada súbita de sua parte, era possível que Massimos por um momento não só tivesse graças ao Kenbun sentido a sua intenção de atravessar o seu peito como, teria um vislumbre, do futuro do que aquele golpe causaria caso fosse bem sucedido e com um movimento veloz o bloqueio era efetuado de modo que o braço de Byakushi, junto ao próprio teriam sido jogados para trás. Era possível ver a sua expressão claramente confusa.

[blur]-Parece que eu terei de levá-lo um pouco mais a sério?-[/blue] Diria o homem em um tom de desdem.

Diferente de Massimos que pelo exterior não parecia pela troca de golpes ter sido tão afetado assim o branco das roupas de Byakushi mostrava-se agora manchado pela troca de golpes que acontecera ali, ainda assim apesar do que aparentava o exterior, o emissário sentia uma sensação forte e intensa que lhe causava desconforto, não era exatamente dor mas, sentiu como se houvesse um peso a pressionar as regiões atingidas de modo que ele sabia, que por mais que qualquer um pudesse dizer que a troca havia ido a favor do tritão, ele poderia sentir que ele não estava em uma situação melhor que seu inimigo.

Byakushi aos poucos parecia ter seu cabelo branco aumentando, como um sinal de que a partir daqui ele assumiria o seu manto como Shinigami, era o ponto onde verdadeiramente a batalha começaria.





Aaron




Se a situação contra a calamidade da morte era de alguém que considerava-se superior e portanto poderia cometer erros, Kuross mostrou claramente que ele havia entendido o poder, havia entendido o perigo que representava o fantasma escarlate, não haveriam ou deveria se esperar rodeios  e diferente do poder e da personalidade do ruivo, as chamas da destruição não precisavam de mais do que uma ofensiva brutal para lhe colocar sobre a vantagem no combate.

Se o avanço  do fantasma era como um relâmpago vermelho, Kuross, colocava-se ao ar com uma única e poderosa impulsão, onde era possível ver pelas suas pernas a chama azulada a sair e a começar a impulsioná-lo como um foguete na direção de Aaron que por um momento poderia sentir que aquele seria o momento perfeito para golpear com o seu primeiro corte, sentia através de seu Haki a sensação do sucesso, onde a confiança de que a troca de golpes teria feito o combate encerrar com um único movimento se fez intensa de modo que por um momento, quase fora tentado ao pior erro que ele poderia cometer. A propulsão tornou-se tão intensa que por um momento, o homem não parecia menos que um  mero traço de uma luz azulada a rasgar o céu em sua direção, uma luz que o teria rasgado ao meio caso ele tivesse caído na armadilha de continuar o golpe.


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Sua natureza cautelosa no entanto o fez recuar e o local onde o homem caíra com seu chute meteórico, teria se formado uma cratera pequena e  era nesse momento que Aaron poderia perceber, com a sua força total mesmo o fato de ele ser uma Logia, não era mais motivo para calma, um golpe bem feito do homem poderia ter encerrado o combate e a sensação de perigo poderia apitar de maneira absurda em sua cabeça, Kuross aproveitou do momentum criado e da posição em que estava e teria feito mais um avanço contra o ruivo, em uma sequência veloz de golpes que começou com uma tentativa de pisão para segurar um dos pés de Yami e de seus pés, teria surgido quase que tão rápido quanto o golpe, um pequeno pilar de chamas que teria avançado como um espinho na direção do rapaz, que recuara do primeiro ataque e quase era atravessado pela continuação deste. Kuross, não parecia que lhe daria muito espaço para lutar e Diana? Estava muito claro que do momento em que saísse do corpo de Aaron, apenas teria lhe guardado um fim instantaneo pelas chamas da destruição que motraram-se opressoras.

Nesse momento, Aaron teria percebido que a pressão que o mesmo estava fazendo era grande o suficiente para que seus pés, naquele momento mal tivessem tempo de ter contato com o chão antes de ser forçado a uma nova esquiva, se ele queria algum espaço para tentar mais do que apenas sobreviver, ele precisaria criar esse espaço e rápido, pois seria muito fácil ver como cada um de seus golpes estava mais próximo de ser um sucesso, como se aquele padrão de esquivas, estivesse ficando mais claro para o homem. O que a mente do ruivo poderia perceber é, que usar da agressividade ao seu favor, se é que seria capaz, poderia ser o caminho para ter algum progresso. Além disso, ele ainda não havia tomado a sua forma mais poderosa, seria o resultado de Aaron ainda não ter mostrado ser necessário?



Hynno




A morte havia talvez, salvo a alma, a mente do mensageiro de sofrer ainda mais nas mãos do piromaniaco mas, o que seria feito com a sua carne? Hynno já tinha um destino mais do que traçado para o que ele gostaria de fazer e enquanto duas das calamidades enfrentavam seus Nemesis, o piromaniaco tinha seus próprios demônios para saciar naquele momento, estes que clamavam pela dor, pela crueldade como se seus apetites ainda não tivessem sido saciados. O anjo loiro teria sido aquela a lhe responder, onde ela ainda apoiava-se sobre sua espada para melhor manter-se erguida naquele momento. - Há uma borda mas, temo que levaremos um tempo para a alcançar.- Gakhan comentou com um tom mais ameno, seus olhos celestiais e sua expressão não continham o horror que  se instaurou sobre o outro homem que acompanhara a bestialidade do rapaz como se mesmo ferida, sua luz fosse ainda forte o suficiente para a proteger.

Ninguém parecia muito motivado dado o longo caminho, aos ferimentos e a própria situação, no entanto ainda assim, pareceram não resistir a ideia de guiá-lo, que o homem encontrasse sua paz, dada a situação, não seria menos pra eles do que um alívio e se  levar o homem para a borda, seria o preço necessário, era um custo muito pequeno a se pagar. A caminhada teria durado algum tempo, e era possível ver  que ela havia consumido bastante a todos, pois apesar de tranquila, se fazia dificultosa, em especial para Hynno, dado ao fato de carregar um corpo consigo. Como um corpo inerte, ele seria capaz de realizar suas intenções, de satisfazer a crueldade em seu interior de modo que ele poderia notar que nenhum dos celestiais e mesmo Tobio que acompanhara, teria prestado muita atenção no que ele estava fazendo com o pobre cadáver. A loira repousava sobre uma nuvem, sentada de pernas crusadas de modo que mesmo com a armadura que vestia, ainda era possível ver o destaque que se fazia sobre  suas grossas coxas.

- Eu preciso de um tempo, não acho que na posição em que estamos há qualquer risco de algo vir a pertubar… Insisto que pelo menos por um pouco fiquemos nesse lugar.-  Ela teria dito com alguma firmeza na voz, poderia ser um pouco frustrante para o rapaz mas, Inoguro não parecia no momento querer discutir aquilo e Tobio? Não poderia ligar menos para onde iam. Parecia que pelo menos no momento, eles não iriam se mover do local onde estavam.

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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 5 EmptyQua 02 Set 2020, 13:56



Masimos Titã Howker
A Calamidade Morte
Legendas
FALAS | Narração

Eu já havia suspeitado que o pirata poderia ter ficado mais forte, mas de fato minha iniciativa fora não só uma ação impulsiva ou rancorosa, mas como também para testar o poder de Byakushi, havendo intuito de averiguar se ainda era o mesmo. Odiava ter que admitir, mas o maldito havia se fortalecido também. ~ Bom, muito bom. Se você viesse morrer facilmente, perderia toda a graça. Diria expressando um rosto diabólico e um tom de voz imponente.

Havia sido uma sabia decisão prevalecer com kenbunshoku ativo, pois, devido a ele conseguia reforçar minhas defesas e assim impedir a ofensiva de Byakushi; tal qual demonstrava ser bastante poderosa, diferente de sua defesa. Entretanto, ainda assim alguns ataques conseguiam me atingir e apesar de não causar danos, estranhamente causava algo que já havia sentindo em nossa primeira batalha. Era algo como se ele conseguisse atingir diretamente minha aura, como se conseguisse penetrar meu espirito através de minhas defesas físicas; uma habilidade bastante irritante devo dizer.

Byakushi havia estado surpreso com minhas capacidades novas, me refiro aos poderes da Nykiu no mi, ao ponto de dizer que iria me levar a sério?! E esse desgraçado não estava me levando a sério até agora? Como ousa? Seu... seu pedaço de lixo. ~ Quanta petulância de sua parte... verme. Diria com palavras raivosas e indignado pela audácia do pirata.

~ Já chega de formalidades! Ire lhe mostrar o verdadeiro poder de uma calamidade! Proferia ao mesmo tempo que ergueria a palma da mão e ativaria minha técnica com objetivo de alvejar Byakushi. ~ KAATSU KUUKI TAIHOU! Desferiria imediatamente a bolha de ar em alta velocidade, ainda maior que as habituais, para tentar atingir o pirata. Mas diferente da capacidade normal, essa técnica tinha como foco penetrar as defesas do oponente, assim como Byakushi havia usado suas capacidades de antes, demonstraria que também conseguia tal feito.


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Além da velocidade de reflexão extrema, tem como meta transpassar o corpo do alvo, gerando diversos danos. Logo em seguida, sincronizando com o disparo, utilizaria Dash’s em alta velocidade, devido minha aceleração e estilo de combate especializado, para aproveitar caso desgraçado do Byakushi tentasse esquivar, bloquear ou no fim recebesse o ataque diretamente. Visando tentar pegar ele desprevenido ou diminuindo suas chances de defender o meu próximo ataque; ao qual viria de uma forma ainda mais agressiva.


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Desferiria um soco com o punho em forma de Shuto de cima para baixo, se assemelhando há uma guilhotina se soltado prestes a cortar a cabeça do preso. Tentava centralizar mais força do que precisão, para ferir a parte do pescoço ou crânio e assim causar danos cerebrais. Acertando ou não, avançaria novamente com intuito de não dar tempo do inimigo contra-atacar. Caso o golpe tivesse acertado e empurrado o inimigo, se necessário, acompanharia em alta velocidade e atacaria o mesmo em movimento com o outro punho em forma de Kumade para atingir lateralmente a cabeça. Rapidamente, buscando a imprevisibilidade nos golpes, tentaria desferir em conjunto outro ataque com outro punho, mas esse com a palma aberta no queixo, ou estomago se percebesse maior facilidade, para refletir o corpo do Byakushi para o alto. Tal ataque, se possuído êxito, me permitiria tempo para canalizar forças e assim usar uma de minhas técnicas poderosas e terrível da qual exigia maior tempo de concentração.


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Eu precisava mostrar meu poder, precisava mostrar minha determinação, precisava apresentar o que era ser uma verdadeira Calamidade, só depois disso... poderei enfim mata-lo e envia-lo a minha Deusa. Na hipótese de ter atingido Byakushi ou inverso, viria a falar com um sorriso bastante exentrico, horripilante e resoluto. ~ Sua farsa está prestes a terminar, Byakushi! Mas não antes você ter o privilégio de experimentar o terror de meu ódio cultivado e trazido até aqui! Terminaria de falar ao cerrar o punho em direção a ele e encará-lo de forma fria, destemida e inabalável perante meu objetivo.


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Todavia, apesar de guarnecer minha defesa com bloqueios eficientes e tentar defletir os golpes de Byakushi e redireciona-los contra ele mesmo se possível, agravando os danos para ele com seus próprios ataques, meu foco estaria no ataque. Se necessário sacrificaria defender alguns ataques dele, deixando minha resistência física e vigor elevados se sobressaírem através do Tekkai, se percebesse que poderia aproveitar para ter maior chance de conclusão em minha ofensiva. No entanto, obviamente, defenderia ataques da qual meus instintos e Haki indicassem que seriam perigosos em pontos vitais ou equivalente em danos.

Já havia visto uma das habilidades de Byakushi que era bastante irritante, algo semelhante a furtividade ou intangibilidade, sabendo disso tentativa ficar a par quando ele viesse a usar, não sabendo exatamente quanto tempo ou quantas vezes ele poderia usar, mas calculando em média o tempo em que ele permanecesse utilizando. Devido ao Kenbunshoku no haki, presente excepcional de minha amada Deusa, conseguiria me precaver de seus ataques que outrora seriam impossíveis de vislumbrar.

Apesar da fúria e sede de vingança, conseguia permanecer calculando meus ataques e defesas, o que era estranho, mas não surpreendente. Provavelmente fosse meu intelecto e experiencia falando através de meu corpo, algo natural durante combates. Byakushi poderia achar que conseguiria vantagem de ações impulsivas e desordenadas, mas certamente se sentira frustrado pelo fato de eu não apresentar tais comportamentos. Esse maldito apresentava estar calmo, mas isso não significa que ele realmente esteja. Irei ouvir seus gritos de dor, irei ouvir ele implorar pela sua vida, mas primeiro ele irá testemunhar o poder concebido a mim pela Deusa da Morte.
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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 5 EmptyQua 02 Set 2020, 16:22




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- Aaron DeWitt -



As narinas queimavam apenas com o movimento ofegante de recuperar o fôlego. A proximidade com Kuross era muito mais perigosa do que havia sido no passado, e meu Kenbunshoku fazia questão de alertar isso em minha mente a todo momento. E eu sabia que Diana não poderia sair sob nenhuma circunstância, pois seria questão de segundos até que ela fosse pulverizada. — Mantenha-se pronta... — Expressaria para o meu interior, esperando que a mensagem a alcançasse. Meus pés ainda não alcançavam o solo quando notava um novo ataque se aproximando, o que me deixaria encurralado em situações comuns. — Então é assim que vai ser? — Diria antes de quebrar completamente a expectativa de Kuross em desviar para os lados ou me jogar para o solo, projetando o meu corpo com força total para cima com o meu Geppou.

Estabelecendo a partir de agora o meu verdadeiro papel como predador, projetaria minhas adagas para fora em um movimento natural, enquanto ainda no ar, acima de Kuross, eu dispararia o meu corpo para baixo com o geppou, diretamente contra seu corpo flamejante. Ao redor de meu corpo, faria uma espessa camada de lama para proteger as partes mais vitais, enquanto meus braços e lâminas ficariam enegrecidas pelo meu Busoushoku. Disparando em direção ao solo como uma guilhotina, começaria a tentar virar o jogo ao meu favor ao sobrecarregar Kuross de ataques. Assim, independentemente do golpe atingi-lo ou não, após fincar a adaga ao solo, faria um rápido movimento circular ao redor de meu eixo, girando meu corpo em altíssima velocidade enquanto despejava lama para todos os lados, criando não apenas uma película protetora em minha volta, mas também espalhando pelo chão o meu elemento. — Corkscrew Craaaashhh!!!  

Com o movimento em espiral, sairia disparado em direção ao Kuross, utilizando do Kenbunshoku para me guiar. As lâminas fincando no solo me dariam sustentação o suficiente para avançar com extrema velocidade, esperando despedaçar seu corpo com as lâminas em um rápido movimento, sem sequer dar brecha para que respirasse ou se tocasse o que estaria acontecendo. Após persegui-lo, no instante em que fosse atingi-lo, faria uma rápida análise do Kenbunshoku antes de dar a próxima investida. Se eu notasse que seria seguro golpeá-lo com a técnica, assim o faria, rasgando seu tórax num movimento rotatório ao mesmo tempo que começaria a me projetar para cima. Entretanto, se eu notasse uma possível investida contra minha aproximação, eu "quicaria" no chão para me impulsionar para cima, desfazendo a técnica em pleno ar enquanto Kuross ainda estivesse processando a informação de que eu não estava mais na frente dele. Dali de cima, realizaria um movimento semelhante ao que fiz anteriormente, mas agora me jogaria para próximo de suas costas, me dando a oportunidade perfeita para estocar meu punho inteiro de adagas diretamente contra suas costelas, jogando-o para o mais longe que pudesse e torcendo para que o Busoushoku me protegesse das queimaduras.

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E se o fato de atingir meu oponente, sentir as queimaduras começando a incomodar e vê-lo se afastando seria o bastante para me fazer parar, ele estaria muito enganado em pensar assim. No instante em que me afastasse dele, demonstraria que não temia mal algum, e ele quem deveria se manter na defensiva se quisesse sobreviver. Para lidar com suas chamas, despejaria quantidades grosseiras de lama entre nós, "resfriando" aquele calor nem que fosse por um microssegundo para me permitir sobreviver. Além disso, lama também começaria a ser espalhado pelo ambiente na medida em que o combate avançaria, me dando maior versatilidade de combate do que antes. E se eu não era capaz de abrir uma brecha segura para Diana ser expelida, combinaria então o melhor de nossas habilidades ao meu corpo para que, no instante em que Kuross estivesse mais longe de nós, deixaria que a atiradora colocasse para fora apenas a parte de cima de seu tórax, permitindo que ela conseguisse atirar enquanto eu permaneceria em movimento. Em um caso de urgência, a puxaria rapidamente para o meu corpo para efetuar uma esquiva mais bem elaborada.

E dessa forma, suprimindo cada vez mais as chamas de meu inimigo e sua latente tentativa de me finalizar, substituiria as minhas esquivas costumeiras que eu fazia através de fugas e ganhando espaço para realizar esquivas que me permitissem continuar próximo do meu alvo. Assim, modelando meu corpo para que seus golpes passassem direto ou até mesmo me deslocasse apenas para escapar de uma torrente de fogo, manteria minha investida cada vez mais massante, me aproximando cada vez mais de um golpe vital e finalizador.




Corkscrew Crash:
 

Histórico:
 



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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 5 EmptyQui 03 Set 2020, 00:12


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Tinha consigo dez dedos da mão e os dois olhos do mensageiro, além de estar carregando o corpo morto do rapaz e seu objetivo era fazer chover partes humanas do céu lá embaixo, apenas precisava assinar um atestado, dizendo que aquilo era obra dele, mas no momento, não tinha ideia de como. Para a sorte do psicopata, Gakhan dava uma afirmativa para ele, dizendo que eles tinham uma borda, mas iriam levar um tempo para chegar lá, mas o espadachim não tinha nada para fazer no momento, apenas estava relaxando e se divertindo, se curando da batalha contra o Zumbi mor. A caminhada era tediosa, ninguém estava motivado, o psicopata apenas queria lançar partes humanas pela borda. A caminhada era tranquila, sem interrupções por alguma coisa ou alguém, dentre todos, o piromaníaco era o único que pegava pesado, pois carregava consigo, o corpo morto sem olhos e dedos do mensageiro, mas no final, valeria a pena.

Ninguém contemplava as ações do psicopata espadachim, também, Hynno não almejava um holofote, mas é claro que, ser aplaudido seria bacana. Gakhan ficava sentada em uma nuvem, Hynno olhava para ela de cima a baixo, parava seu olhar no destaque que se fazia sobre as coxas dela. – Se lembre, depois da oração, vem a hóstia. Dizia o apresentador, fazendo o psicopata sorrir psicóticamente. Agora, o espadachim não estava na ilha do céu, Skypiea, estava em um palco e em sua frente, arquibancadas, o apresentador estava lá, fumando seu cigarro. – E depois vem a consumação, não é? Os dedos das mãos do pirata começavam a se mover e nesse momento, o apresentador soltava a fumaça do cigarro que formava um “Sim” e com uma explosão de fumaça, o psicopata voltava para o mundo real.

Gakhan insistia que o grupo ficasse por lá e descansasse um pouco, sua voz era firme, provavelmente não iria recuar com a palavra, Inoguro parecia não querer discutir aquilo naquele instante, Tobio estava nem aí, assim como o espadachim. – Por mim sem problemas. E então, o pirata procuraria se sentar em uma daquelas nuvens, assim como Gakhan estava fazendo. Pegaria então de seu bolso um cigarro com a mão direita, levando ele então até a boca e com a esquerda, retiraria uma caixa de fósforo, se deparava com o último palito e então, causava a fricção na lateral da caixa, acendendo a cabeça do palito e levando então até a ponta do cigarro e assim, acendendo o mesmo. Sacudia o palito até a chama cessar e colocaria dentro da caixa mais uma vez e como um lançador, jogaria para fora da ilha, assim como havia feito com os pedaços do corpo do mensageiro da rosa negra. Dava uma tragada no cigarro e com a mão esquerda, segurava aquilo e tirava da boca, o psicopata soltava a fumaça para cima. – E então, alguém de vocês sabe algo de Física, Acrobacia ou então Montaria? E então, levaria o cigarro de volta para a boca.




Objetivos:
 

Contador do Piromaníaco:
 

Localização das espadas:
 

Histórico:
 


Supa Supa no Mi:
 

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- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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R.I.P:
 


Chibis:
 
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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 5 EmptyQui 03 Set 2020, 15:06

Massimos




A colossal batalha pelo verdadeiro posto como calamidade da morte se colocou a prova de modo que nenhum dos dois lados parecia ceder, havia fúria, rancor mas acima de tudo a devoção era aquilo que movia verdadeiramente ambas as partes. Ser subestimado era algo que por vezes dava um sentimento pior do que a própria derrota e Masimos mais do que todos era aquele a saber o que havia guardado em seu peito e o quanto essa batalha era necessária para que seu espirito encontrasse algum acalento.

- Petulância? Parece que ainda não o fiz entender a diferença que há entre nós.- Ele comentou enquanto pareceu preparado para um grande avanço de seu corpo pareceu daquele momento um som agoniante começou a ser emanado de seu corpo como se mil almas sufocacem… Era realmente algo bizarro de se estar a presença mas, não parecia ali que haveria um recuo de qualquer parte.

Enquanto Masimos usou de sua técnica, também havia usado Byakushi afinal, a intenção de ambos ali era causar um grande impacto. - Death Step!- bradou o homem em conjunto com o tritão, em uma sincronia assustadora, nesse momento era possível o ver se mover como se não tivesse peso, sua velocidade e seus movimentos enquanto avançou em direção  Masimos mostravam como ele transitava entre o espiritual e o físico, novamente mostrando aquela capacidade irritante de assumir uma forma fantasmagórica, algo que se não tivesse percebido antes, agora perceberia que ele só poderia fazer isso enquanto atacava ou pretendia lançar um ataque.


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Seu avanço, havia o feito evitar completamente o golpe aplicado contra ele mas, seu controle de distâncias ainda não era perfeito, o fazendo ficar colado  ao ponto que o rosto da falsa calamidade quase tocava diretamente o tritão, que com sua mão havia descido imperdoavelmente na direção do cranio do homem que havia ido diretamente ao chão pela primeira vez, quando isso ocorreu, tendo seu corpo sofrido um impacto para até mesmo quicar no chão, mostrando uma ausência de peso imensa que havia como reflexo da técnica do Shinigami, Pareceu ali a oportunidade perfeita para encaixar um segundo golpe no entanto, quando o golpe que levaria o homem a seu provavel fim encaixaria, Masimos teria visto sua mão atravessar o corpo do branco que no ar, teria girado e agarrado o seu gigante braço e com um grande puxão, ele sentiu que sua base e contato com o chão logo teriam desaparecido, quando este havia lhe feito um movimento que teria o jogado contra o chão com violência de modo que suas fortes costas teriam sido aquelas a aguentar o impacto.


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Graças ao seu grande peso e a força aplicada, uma cratera funda teria se feito, onde o seu corpo teria afundado ao chão, algo que lhe daria um pequeno tempo para que quando fosse se levantar tivesse de fazer um esforço a mais, era possível ver que o local onde atingira Byakushi estava sangrando, o vermelho rapidamente destacava-se frente aos cabelos brancos mas, quando fosse se levantar, também era fácil sentir a dor  na parte de suas costas  de modo que apesar de ser plenamente capaz de resistir, saberia que duas de suas  costelas haviam se partido, algo que ele deveria levar em consideração em seus movimentos para que ele mesmo não acabasse fazendo com que seu pulmão fosse perfurado no processo.

O branco teria se afastado e naquele momento, ambos precisariam se recuperar de seus golpes bem sucedidos antes que continuassem a batalha que ainda parecia longe do fim. No entanto, agora Masimos tinha uma informação importante… Como ele usaria disso para ganhar sua vantagem no combate, seria o decisivo entre a vida e a morte.


Yami





Comunicou-se com Diana, do modo como Kuros estava, era loucura deixar que mais alguém saísse, quando ele mesmo  mal havia conseguido evitar os golpes devido a ter se focado de maneira absurda em sua própria defesa em um primeiro momento,  a moça teria apenas concordado com um - Ok.- feito de maneira que ali, não era necessáriamente muito expressiva. O flamejante teria continuado sua proximidade, fosse para os lados, para trás ou para baixo,  ele não pareceu que deixaria no chão ele ter qualquer espaço e fora nesse momento que Aaron havia sido genial, quando avançou com seu Geppou, reflexivamente o homem teria dado um passo atrás, jogando suas chamas para frente e fora este o seu próprio erro, ao faze-lo, se tivesse sido um sucesso teria sido sua vitória no entanto, ele criou um ponto cego para si mesmo naquele momento.

Este momento permitiu que Aaron, no ar estabelecesse sua posição predatória e já tivesse se impulsionado como um meteoro em direção a Kuross que teve sua reação atrasada onde jogou uma quantidade absurda do fogo da destruição na direção do ruivo, que  mesmo com a sua camada de proteção, era completamente envolvido pelas chamas azuis de maneira completamente assustadora, de modo que qualquer um que estivesse do lado de fora observando simplesmente teria dito, que o fantasma escarlate havia encontrado o seu fim.


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A realidade no entanto não era tão feliz para a falsa calamidade, vários pequenos pontos do corpo de Aaron, haviam se despedaçado próximo das bordas de seu corpo causando a ele uma dor insuportável e enlouquecedora no entanto isso não havia sido o suficiente para impedir o momentum feito pelo movimento  loucamente suicida do ruivo que arriscou-se e começou como um triturador a agir contra Kuros de modo que suas laminas teriam naquele momento quase  o aberto ao meio, se ele não tivesse agora, coberto todo o seu corpo com o elemento da destruição de modo que as laminas teriam causado um ferimento quase mortal no infernal inimigo a sua frente que urrou de forma gultural de dor em sua forma mais assustadora.


As chamas, estavam prestes a engolir Aaron, quando uma nova impulsão para o céu havia sido feita, pelo modo como sua técnica fora forçadamente interrompida para que seu corpo não fosse completamente desintegrado naquele momento, quando o fez no entanto mesmo em meio ao ar, com suas laminas manchadas pelo sangue do inimigo, era onde ele mais poderia sentir e até mesmo ver o que o golpe de seu inimigo havia lhe causado, poderia ver que ambas as bordas de suas mãos e braços, tal como também de suas pernas e cintura, pareciam ter sido arrancadas pela mordida de um tubarão e isso dificultava, mesmo a sua empunhadura pois, a parte de seus mindinhos de suas mãos  era profundamente afetada ao ponto de que se ele fosse observador, poderia notar que teria um osso exposto neste mesmo dedo.  No entanto, emsmo com a dificuldade e com feridas assustadoras, ele continuou em sua investida kamikaze, nenhum de seus ferimentos havia sido fatal, mas a sua presa no entanto parecia estar próxima da morte, desde que ele continuasse a pressionar.


Com esse pensamento em mente, ainda que tomasse pequenas precauções, ele teria ali tomado uma decisão que no futuro poderia ter sido a melhor decisão de todas, que teria sido expelir Diana de seu corpo, enquanto  ele havia invertido a situação, onde com mais um avanço em um movimento similar ao feito anteriormente, Kuross logo teria sentido a lamina dedo ruivo o perfurar de maneira profunda de modo que o reflexo de seu movimento, por todos os sentidos possíveis, seria possível Aaron ver diversos vislumbres com o flertar com o futuro que seu Kenbonshoku permitia, a mão coberta de chamas de Kuro aproximava-se de seu corpo de maneira implacável de modo que ele também não poderia ver um modo de aquela distância escapar por completo. O golpe do homem mirava o centro de seu corpo de modo que o sucesso ditaria o fim do rapaz mas, Com um disparo que Diana teria feito, naquele microsegundo em que o golpe levou para conectar por completo, a mão de Kuros havia se desviado levemente fazendo com que o golpe não fosse imediatamente mortal… Ainda que naquele momento significasse também o fim da batalha.


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Grande parte da lateral de seu corpo havia sido consumida pelas chamas da destruição de modo que mesmo sua consciência, não duraria por muito tempo, dada a dor lacerante que sentia e o ironicamente frio grande que sentiu dado a perda excessiva de sangue. Kuross também não estava melhor, estava agora de joelhos, incapaz de levantar, como se o golpe de  Aaron o tivesse o tirado a capacidade de respirar, era como se a morte sorrisse para ambos, como se a luz os chamasse para fazer parte de um todo, aquele era o precoce fim, da batalha de duas calamidades.


Over


Com seu coração coberto pela malicia, Hynno tinha  completamente um tipo de ideia macabra ao qual esperava a inocente celestial que parecia não estar  em uma mesma sintonia que ele, não só por não entender o prazer que havia no que ele havia feito, como também não entender o que exatamente havia de tão empolgante em sua expectativa sobre a oração e o fato que a celestial no momento era incapaz de compreender fazia-se muito fácil de ler pela sua expressão mais do que seria em palavras.

No entanto, ele concordou e não criou problemas em ficarem por ali um pouco mais, onde ele mesmo buscou um pequeno momento de relaxamento ali com seu cigarro, perguntando sobre o que para ele era interessante de aprender, por algum motivo era fácil de entender o porquê ele poderia se interessar em acrobacias mas, sobre física e sobre sua vontade de montar, era algo que ninguém ali presente havia decifrado. Cada um teria falado de maneira  espaçada entre a fala anterior. - Eu posso ajudá-lo em relação a física. Gakhan teria dito após um longo suspiro, olhando para  os próprios pés no momento, ainda visivelmente cansada, o que talvez fosse melhor a deixar ensinar por ultimo.

Enquanto isso, inoguro diria -  Eu posso te ajudar com as duas outras coisas, acrobacia seria algo que aqui não seria um mal lugar para te ensinar, sobre montaria… A menos que você queira montar uma nuvem… O ideal seria que nos movessemos para conseguir uma para você aprender.- o Homem teria constatado o obvio ali naquele momento, dando a Hynno algumas opções de como ele poderia querer prosseguir com aquela conversa.

Histórico:
 

ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 5 EmptySex 04 Set 2020, 16:52




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- Aaron DeWitt -



As dores chegavam a um nível no qual eu precisava gastar toda a minha energia para o simples ato de me manter consciente. As mãos instantaneamente eram levadas à lateral de minha barriga, tentando segurar meus próprios órgãos enquanto eu sentia o corpo colapsar. Lama e sangue se misturavam num único elemento, tornando todo aquele pântano num inferno carmesim. O olhar para trás era tudo o que eu conseguia fazer, observando agora as chamas destrutivas de Kuross se esvaindo na medida que seu corpo começava a cair. Se não fosse por Diana, com toda a certeza aquele final teria sido diferente, e eu precisaria dela novamente se não quisesse que aquele combate terminasse num empate.

Meus passos arrastados exigiam um esforço tremendo para suportar meu corpo, que por sorte era leve o bastante para ser aguentado por mais alguns instantes. Na medida em que ia me aproximando do corpo da Falsa Calamidade, terminaria de expelir Diana de meu corpo, afinal ela seria minha saída dali. Com as mãos ainda em meu estômago, rangendo os dentes e sentindo o gosto metálico de sangue nos lábios, observaria meu inimigo completamente dilacerado, tentando também se agarrar nos últimos suspiros que tinha em vida. — Mais um degrau... A ser superado... — Ergueria então meu pé esquerdo, apoiando em cima do peito de Kuross, enquanto começaria a despejar lama e mais lama ao redor de seu corpo, inundando cada brecha de suas feridas e entrando por suas narinas para preencher completamente seu sistema respiratório. Se existia algum prazer naquela vida que poderia superar as dores que sentia agora, seriam de ver a sua expressão de desespero antes de morrer.

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Observaria por alguns instantes enquanto sentiria as contrações de seu corpo enfim cessarem. Com um suspiro aliviado, olharia para cima, tentando capturar o oxigênio rarefeito daquela atmosfera para preencher os meus pulmões de vida novamente. Entretanto, tal movimento apenas me fazia regurgitar o sangue que estava se acumulando em meus órgãos, que aos poucos começavam a entrar em colapso. A mão se ergueria até a boca, que vomitava uma massa de sangue e pedaços de tecido orgânico, no qual eu rezava para não ser de nenhum lugar muito fatal. — Não vou... Aguentar muito tempo... — Diria, caindo de joelhos e depois virando, para ficar de barriga para cima.

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Com a respiração fraca, e a consciência já se esvaindo, usufruiria da lama que havia sido o caixão de Kuross para expelir o planador, de modo que Diana pudesse acessá-lo. E sabendo que não sobreviveria a tempo para receber um tratamento adequado, expeliria junto o Dr. Kirby, que por mais que tivesse métodos controversos, ainda era um médico e talvez fosse essencial para minha sobrevivência. Ainda assim, com o pouco de forças que ainda me restava, remodelaria meu corpo para que minha cabeça tivesse total visão da área afetada e, tirando de meu corpo também o meu kit de primeiros socorros, tentaria improvisar uma cirurgia de emergência ali e agora. — Caso eu desmaie... Termine. — Diria para Dr. Kirby, que provavelmente tinha ciência de tudo o que estava acontecendo através do meu corpo.

Com as mãos trêmulas, tentaria pegar o bisturi, agulha e linhas, aceitando de bom grado todo o auxílio de Diana e do doutor. Como os golpes não haviam sido feitos por Busoushoku, meu corpo de Logia me daria a regeneração necessária para não morrer, mas eu sabia que aquilo não seria algo tão rápido assim. Com as agulhas em mãos, que eu tentaria revestir em Haki, começaria as suturas necessárias pelos órgãos mais afetados e vitais, costurando-os e tirando com o bisturi as partes que estivessem totalmente carbonizadas com altas chances de necrose. Através de produção de mais lama, teria matéria-prima necessária para restituir as partes que não dessem para salvar completamente, torcendo para que o meu corpo lamacento conseguisse se fundir da forma como eu estava desejando.

A febre já deveria ser possível de ser sentida nessa altura do campeonato, afinal minha consciência não havia sido colapsada apenas por um milagre. Tentaria fechar todas as feridas da melhor forma possível, mesmo sabendo que eu não estava em minhas melhores condições. Caso notasse que iria desmaiar, expeliria o Den Den Mushi para que Diana pudesse se comunicar com os demais, torcendo para que Dr. Kirby finalizasse sem piorar minha situação. Com tudo finalizado, independentemente de como, me deixaria ser levado pelo sono, relaxando o meu corpo com a tranquilidade de saber que havia sido bem sucedido naquele combate. E com Kuross agora pertencendo o meu cemitério pantanoso, saberia que teria todo o tempo do mundo para averiguar todos os detalhes que haviam sido passado despercebidos.





Histórico:
 



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