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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 10º Capítulo - Parabellum!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 62
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Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
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MensagemAssunto: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 4 EmptyDom 26 Abr 2020, 11:36

Relembrando a primeira mensagem :

10º Capítulo - Parabellum!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Masimos Titã Howker, Aaron DeWitt e Draguren Hynno.. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Marciano
Emissário da Morte
Emissário da Morte


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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 4 EmptySeg 29 Jun 2020, 01:15



Masimos Titã Howker
A Calamidade Morte
Legendas
FALAS | Narração

A colisão dos ataques faziam jus aos estragos a seguir, já que, um estrondo repleto de caos emergiria de forma violenta e impetuosa. Não só havia neutralizado o ataque do inimigo, mas como também obtinha exito em atingi-lo; ainda que com força reduzida devido o primeiro impacto com a lança. Todavia, a maldita mulher acabava sendo alvejada e sentirá os efeitos; até eu sentia, pois, Reikoku Raimei também me propagava danos, isso ocorria devido a grande concentração de energia gerada pela bolha de ar.

As mãos, e algumas parte do corpo, apesar de resistirem acabavam recebendo uma parte dos danos referente o impacto de ambos ataques como principalmente a sobrecarga da técnica; não que viesse a ser um problema, já que, minha defesa física era extraordinária para suportar. Era visível que a lanceira não era muito persistente quanto a ferimentos, me beneficiando disso, conseguia capturar ela sem problemas.

Enquanto uma das mãos, ainda fumegante, apanhava o pescoço da mulher deixava a outra para interceptar qualquer ataque vindo da mesma. Chutes eram direcionados a mim, mas acabam sendo inúteis, pois, o coxim de minha mão refletia-os sem dificuldades. ~ Tola! Parece que ainda não entendeu sua situação. Diria em resposta aos insignificantes ataques dela. Não eram fracos, mas isso era irrelevante para mim, afinal... quanto maior o poder desferido a contra mim, maior será de volta; sem dúvidas a Nikyu Nikyu no mi era um poder, um presente de minha amada, magnifico e digno da Calamidade Morte.

Após efetuar algumas perguntas, utilizando minhas capacidades em interrogatório, não demorava muito para a mulher começar a falar. A resposta já havia ouvido outrora, me deixando um pouco mais irritado. ~ Tsc. De novo esse enigma, maldição! Proferia apertando um pouco mais a jugular da mesma, mas logo afrouxando suavemente para não mata-la, ainda. A verdade era que quanto mais sabia sobre a rosa negra mais perguntas surgiam, quase parecendo um labirinto sem fim.

Uma ação suicida era tão obvia que até mesmo um macaco poderia precaver. Havia agarrado a lança e tirado das mãos da mulher e jogado a arma no chão. ~ Tão... previsível. Falaria com um ar de desgosto e desprezo para com a inimiga. No entanto, suas breves palavras faziam me recordar da tal profecia e do tal "Conquistador", suposto líder da rosa negra. ~ Hmm. Admito que por alguns momentos perdia-me em meus pensamentos, pois, o que em si significava: "Sangue para regar o jardim de rosas negras." Apesar de ouvir pela segunda vez, ainda se perpetuava um enigma tão misterioso que nem mesmo um especialista como eu conseguia desvendar, por enquanto.

Minha atenção era chamada quando ouvia a voz de Lut ecoar de dentro da floresta, conseguia distinguir bem devido meus sentidos aguçados. ~ Luthiem!? Proferia logo assumindo que a mesma havia sido capturado, em razão de que, seu tom de voz nunca havia chegado a tal entonação elevada.

Havia duas hipóteses nessa situação, a primeira era que: um dos arcanjos teria capturado a mulher-polvo, o que seria menos provável dado a força dos mesmos; isso considerando que todos fossem equivalentes aos dois arcanjos que encontrei posteriormente. Segunda e mais provável: a lanceira estava com algum aliado monitorando a longa distância; não seria surpresa de houvesse mais de um. ~ MALDIÇÃO!!! Quem ousa profanar aquela sobre meu comando? APAREÇA! A face antes irritada, se transformava em fúria.

Momentos se passavam e ninguém surgia, exceto um ataque que haveria reagido antecipadamente com o uso do Kenbunshoku no haki. Refletia, o que parecia ser um tipo de cubo, para longe e evitando que o espadachim fosse alvejado e, enfim, confirmando que o alvo era o mesmo da lanceira; agora sabendo que o outro inimigo seria de fato outro membro da Rosa Negra.

Uma entrada dramática era orquestrada pelo maldito membro da rosa negra, ficava ainda mais evidente ao perceber sua mascara ao qual estampava lealdade para com a maldita organização. A forma que o homem haveria surgido se demonstrava peculiar , mas não única. Afinal, já haveria visto poderes de Akumas semelhantes. Meu semblante não havia mudado em nada, nem se quer havia piscado.

Se a raiva estava alta, o ecoar das palavras do estranho homem, indagando sobre Byakushi, apenas consolidavam e incentivavam minha fúria que estava tão próxima de erudir quanto um vulcão na ativa. Entretanto, minha preocupação não era a lanceira, o espadachim ou o inimigo a minha frente, mas sim em saber a localização de Lut, afinal... não poderia atacar sem estar ciente de seu paradeiro. Não iria arriscar a vida de Lut, a serva que a tempos serve a mim e a Deusa de forma disciplinada.

O homem fazia uma proposta, deixando já claro suas intenções, apesar de que estaria ciente logo ao entender que o mesmo não havia matado Lut por um motivo óbvio: barganhar. Estava ainda mais ciente de que não seria a mulher sobre minha posse, pois, se ela antes estava se esforçando para capturar o alvo, obviamente seria o mesmo para aquele homem. Sua missão estava mais clara quando ele confirmava minhas suspeitas.

Antes mesmo de concluir, começaria a virar meu corpo em direção a ele enquanto carregaria a lanceira, mas logo dando um fim a sua vida refletindo uma bola de ar sobre o coxim de minha mão e defletindo de dentro da traqueia da mesma, destruindo por completo sua jugular e, possivelmente, explodindo seu pescoço com choque da bolha; criando e eclodindo bolha instantaneamente.

~ Um acordo? Proferia enquanto largaria o corpo, ou apenas cabeça, da lanceira. ~ Tática correta, abordagem errada. Falaria ao mesmo tempo que fintaria os olhos do homem, emanaria um olhar frio, destemido e voraz. ~ O que deseja com esse humano, afinal? Questionaria o homem ao mesmo tempo que tentaria notar se haveriam mais. A força do sujeito era incontestável devido ter capturado sem qualquer ferimento Lut; não era algo fácil.

A explicação do mascarado não revelava muita coisa, o que ele dizia boa parte já sabia. No entanto, algo haveria chamado minha atenção: "Descendente"? Seria um membro da realeza ou algo do gênero? É uma possibilidade. Não tenho nada a ganhar em querer lhe proteger, nessa insurgente situação. Mas por outro lado tenho muito a ganhar, mesmo não possuindo total certeza. Poderia prejudicar os planos do Conquistador, talvez atrasar ou até mesmo impedi-lo de algo. Mas a pergunta era: o que? O que exatamente eu iria ganhar com isso? Obviamente desejo destruir essa organização, talvez não tanto quanto Aaron, mas em certa ponto sim. Porém, desejo arduamente matar Byakushi! Esse é meu objetivo e me apossar do amuleto que a Deusa haveria deixado para mim. Claro que entrar em combate agora seria desperdício de tempo e principalmente de energia. Todavia, pode ser que isso venha me penalizar mais a frente.

~ Hmm. Havia cruzado os braços enquanto expressava estar pensativo e, ainda, olhando nos olhos do homem permaneceria com um silencio. Tanto que até mesmo poderia gerar um desconforto ao membro da rosa negra. Foi então que obtive um lapso em resposta. O homem havia dito que teria seguido outro caminho, semelhante a Aaron de certa forma, mas devido a um favor, ou uma obrigação se preferir, acabou sendo cobrado e está pagando para se livrar da Rosa Negra. Logo devo acreditar em tal balela? Não que houvesse motivo para mentir ou dizer tais informações. Talvez por respeito a mim ou para evitar um confronto desnecessário, devo assumir que suas palavras tem lógica e astucia quanto a situação; ainda que seja imperdoável sua audácia em capturar minha aliada.

Contudo, sua tática de negociação era boa e direta, detesto admitir. Eu poderia utilizar como contra medida uma mentira, dizer que não me importo com Lut e negar o acordo. Entretanto, não é do meu feitio utilizar tais artimanhas e exatamente por não utilizar, seria tolice tentar agora. No entanto, se esse verme acha que tem a vantagem... está estupidamente enganado!

Se ele quer aquele garoto e a lanceira não havia matado-o, devo assumir que sua morte seria uma perda fatal, isso é tão obvio quanto a cor vermelha do sangue. Claro que a Lut está sendo feita de refém, mas exatamente por saber disso, se ele viesse a mata-la perderia sua carta de vantagem e arriscaria a segurança do garoto, isso é logico, pois, se ele pudesse sequestrar o garoto em segurança já haveria feito. Mas por ter errado antes, sabe que errara de novo e poderá acarretar na morte do espadachim ao entrar em conflito contra mim. Exatamente por isso está tentando entrar num acordo, além é claro de sair sem qualquer ferimento, não perderá tempo ou arriscara sua vida por um favor apenas com o líder da rosa negra. Seu intelecto estratégico não é ruim, talvez apenas limitado quanto a situação.

O problema foi a lanceira nisso tudo, se ela tivesse tentando matar o garoto ou demonstrado maior hostilidade para com ele, mostrando que a vida do mesmo não valia nada e que só buscavam matar-lhe, certamente a barganha dele obteria sucesso comigo. ~ Diga-me... Nesse momento apontaria minha mão para o garoto
[/b]... Acha que tem o direito de propor um acordo para a Calamidade Morte? Sem que eu deseje.[/color][/b] O rosto ainda expressaria uma cólera, salientando um rancor. ~ O quanto você perderia se a vida dele fosse extinguida? Uma bolha de ar seria gerada, mas contida com um pouco de esforço. ~ Serei sincero quanto a sua atitude. Se você viesse a matar minha valorosa companheira, seria uma trágica perda para mim, não nego! Ela é devota, disciplinada e fiel, coisas raras nesses mares e que poucos tendem a valorizar, mas que são de extrema relevância para mim. Você não só despertaria minha fúria, mas como também se tornaria meu alvo; assim como Byakushi! Não se engane, afinal... foi você que cruzou meu caminho, não eu o seu! Falaria com imponência, sinceridade e com uma pitada de egoismo. ~ É óbvio sua falta de vantagem nessa situação! Ainda mais óbvio seu receio quanto a uma batalha e principalmente sua cautela para com a vida do garoto. A capacidade em ocultar, ou talvez a inexistência, de sua sede de sangue era notória. Não sabia se aquele homem era forte ou apenas muito bom de lábia. Mas certamente ele não esperaria tal atitude de minha parte, seria visível em seu rosto caso demonstrasse surpresa ou talvez raiva devido ter notado e apresentando claramente a situação.

~ É verdade que seria benéfico para mim não entrar em um combate contra você ou outros, mas não é como se estivesse evitando isso. Naturalmente terei que matar alguns que cruzarem meu caminho até concretizar minha vingança; como pode ver. Diria caso houvesse matado ou incapacitado a lanceira. ~ Devo supor que sua força é no minimo superior a de Luthiem, mas isso não significa que é superior a minha. Então alvejaria e dispararia a bolha de ar até que atingisse a árvore onde o espadachim haveria colidido, demonstrando uma advertência tanto para o garoto quanto o inimigo a minha frente. Expressaria um ar horripilante e intimidante para o garoto não fugir, como também para demonstrar ao membro da rosa negra, voltando a lhe encarar, que estava convicto quanto a matar o garoto a qualquer momento, se assim quisesse.

~ Existe um antigo ditado: "O que não te mata, só lhe fortalece." Continuaria apontado para o garoto enquanto permaneceria olhando nos olhos do homem a minha frente. Não hesitava, acreditava em meu intelecto e força para lidar com a situação; ainda que não soubesse com total certeza que atitudes o inimigo viria a decidir em durante nosso diálogo.

Possivelmente o mascarado tentaria impedir e perderia o foco de Lut que estaria trancafiada dentro de uma pequena caixa. E abusaria disso para vir a tirar ela das mãos dele, isso é claro, se um conflito viesse a ocorrer. Mas da mesma forma que não estaria disposto a arriscar a vida de Lut, o homem não estaria disposto a arriscar a vida do garoto. O proposito das minhas palavras era tentar administrar a situação. Claro que havia dito que ele não possuía vantagem, mas da mesma forma eu também não possuía sobre ele. Era um impasse daqueles clássicos do xadrez.

Em nenhum momento havia presumido, tão arrogantemente, que meu oponente seria fraco. Já havia lutado com muitos da rosa negra e, grande maioria, eram fortes. Todavia, estava disposto a testar e confiar em minhas capacidades analíticas quanto estratégicas para extrair o máximo de informações do homem quanto principalmente sua atitude a seguir.[/color]
Técnica Utilizada:
 

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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 4 EmptySab 04 Jul 2020, 15:12




POST

8


10º Capítulo
Parabellum!




POST 8
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Mesmo oculto nas trevas e com toda a claridade das explosões, eu esfregava meus olhos como se estivessem nublados por uma densa neblina. Como aquilo poderia ser real? Não que eu tivesse acreditado que Nero tivesse morrido, mas trabalhando para a Rosa Negra? Ou estaria apenas enfrentando Hynno por não saber a sua ligação conosco? Não... O seu tom de pele, a gravidade de seus ferimentos e sua contínua sede por batalha indicavam que sua vida já havia se esvaído a muito tempo. Os lábios tremiam, assim como os dedos que tanto queriam agir, mas com uma respirada mais forte, o meu corpo se estabilizava completamente. O luto pela sua partida já havia sido sentida, remoída e selada, e não iria me deixar abalar novamente por isso.

Ergueria-me, saindo assim de meu esconderijo para ir a passos lentos para o campo de batalha. Diana poderia ficar surpresa, mas com certeza entenderia minha ação diante da presença de um antigo companheiro. — Parece que não aprendeu nada conosco, Nero. — Chamaria a atenção de todos para a minha presença agora, enquanto meu corpo franzino começava a se aproximar do centro do campo de batalha. Deixaria que os ataques efetuados em minha direção dos zumbis skypieanos fossem apenas abatidos por Diana, ou ignorados completamente diante de minha intangibilidade. — Nós cultuamos e levamos os outros à morte, mas nunca nos unimos à ela. Esperava vê-lo ainda em vida novamente, meu amigo. — Meu olhar estava vazio de vida, e minha expressão estava mórbida, claramente com minha alma ferida ao ter que lidar com os fantasmas de meu passado.

Olharia para Hynno, que talvez não tivesse entendido tanto das coisas até o momento, mas com um aceno de cabeça para ele, indicaria que poderia prosseguir. — Não se preocupe com o resto. Termine o que começou. — E sem sequer mover um músculo, com meu Kenbunshoku ativo, emanaria meu elemento pelo meu corpo para que começasse a se espalhar no chão como uma enorme poça. Dela, tentáculos de lama surgiriam e atacariam cada um dos zumbis no qual o meu Haki conseguisse pressentir, constringindo-os e os drenando o mais efetivamente que eu era capaz. Meu olhar permaneceria estático e fixo em Nero, observando os movimentos de meu antigo companheiro como um dejavú. Eu sabia bem o que ele era capaz de fazer, sabia ler seus movimentos como se fossem meus, mas se eu fosse fazer parte daquele combate, cada adaga contra sua carne putrefata seria como uma estocada em meu próprio corpo. Além disso, sabia bem que tipo de provação Hynno estava passando agora, e eu não me perdoaria por intervir naquele embate de Calamidades.

Caso alguns dos zumbis no local demonstrassem resistência ou força mais elevada para serem puxados ao pântano como eu imaginaria, os olharia com uma fúria no olhar, com o semblante semelhante com o de Masimos quando emana seu Haoshoku. Naquele momento, o garoto indefeso e que se esconde nas sombras havia sumido por completo, pois seria através da minha determinação que eu iria subjugar todos aqueles que erguessem suas armas contra mim. Meu pântano prenderia a todos como as almas condenadas do Rio Estige, puxando-as para suas profundezas para que abraçassem o sofrimento eterno, mas se isso não fosse o suficiente, encontrariam em minhas lâminas o fim de suas pós-vidas mais rápido do que havia sido seus últimos suspiros.







Legendas:

  • Fala
  • Pensamentos






Histórico:

Spoiler:
 






CRÉDITOS Roevs

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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 4 EmptyDom 05 Jul 2020, 02:28


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"Como você venderia a morte? Literalmente a experiência definitiva! Sem seguro, sem enjoo, sem discussão, uma viagem só de ida"
Post: 08 | Localização: Upper Yard




Zumbis sangravam? Se eles já estavam mortos, não era para sangrarem feito pessoas normais, seria o cowboy um transformado recente que ainda era humano? Isto é, não havia sido morto faz tempo, seu corpo não estava putrefato, parecia estar em ótimas condições. O atirador então se ajoelhava, caia de joelhos, havia sobrepujado o cowboy, mas o psicopata não estava feliz, o oponente ainda estava vivo e avançava contra o zumbi mor, para mais ataques e com sorte, a finalização o único problema foi não ter raciocinado, o cowboy não era um zumbi qualquer, não era um oponente qualquer. Cowboy ainda conseguia se afastar, mas porquê? Bem, ele havia se esquivado do ataque e Hynno caído em seu truque, ele era como um mágico, usava truques como “desvio de atenção” para aquelas cartas, onde precisava escolher o que fazer, não sabia quantas cartas iriam surgir, mas agora, estava esperto nos ataques do zumbi mor, mas o que não esperava era que havia pisado em um explosivo. Havia caído em mais um truque, encenação, se o cara já é um zumbi, ficar de joelhos para que? Zumbis já estão mortos, não sentem dor, apenas havia pensado em acabar com o cowboy, não havia ligado os pontos e agora, estava encrencado.

Buscava se afastar do local, até o uso do haki do armamento estava na busca, mas a explosão havia pego o pirata e assim, prejudicando assim suas pernas e a sua velocidade, o que no final, não iria ajudar o psicopata no embate contra o cowboy. Se já estava tendo dificuldades com as cartas e os truques dele, com sua mobilidade prejudicada, iria para os ares suas chances de se esquivar. Nesse momento, Cowboy começava a arremessar cartas, Hynno então sacava sua Jigoku e com Ymir junto, buscava fazer movimentos nas diagonais, com ambas as armas brancas enegrecidas, além das partes vitais de seu corpo, seu objetivo? Usar suas espadas para bloquear as cartas. *Uma, duas, três... Treze. Tudo ou nada? Com pressa?* Questionava o piromaníaco enquanto buscava os bloqueios. Suas ofensivas ficavam menores, o cowboy consiga se esquivar de todas, mas fazia igual o atirador, imprevisibilidade. Sacava sua pistola e atirava no zumbi mor, o inimigo nunca imaginaria aquilo, o tiro acertava o peito, o seu alvo era a cabeça, mas ainda estava treinando e por isso, se contentava com o tiro no peito.

O zumbi como próprio dito, se recuperava do disparo, por ser um morto vivo, o buraco no peito fazia a menor diferença, ele não iria morrer com aquilo, Hynno também sabia daquilo, se o disparo fosse um sucesso, a luta teria acabado, pois provavelmente a cabeça do morto vivo iria explodir por causa do disparo a queima roupa. O cowboy reagia lançando uma carta, o psicopata já ficava na defensiva com Ymir preparada, descobria então que a carta era uma explosiva, mas a mesma se ativava antes de chegar no espadachim, mas ainda seria atingido pela explosão e por isso, Hynno enegrecia sua espada de gelo e a girava na horizontal com as duas mãos, na intenção de criar uma ventania, uma divisão para que as chamas da explosão fossem cortadas e passassem ao redor de Hynno, uma divisão, como botar o dedo em uma mangueira, não iria eliminar a explosão com aquela tática, apenas desviaria as chamas para os lados e sair do foco. Mas era jogado para trás e caia no chão, sua adrenalina aumentava, sua dor diminuía enquanto a adrenalina aumentava, poderia aproveitar isso mais tarde, mas não agora.

Se levantava rapidamente só para ver Poe indo na direção do cowboy, como uma forma de ajudar seu dono, Hynno via seu corvo cair, provavelmente morto ou provavelmente vivo, mas no momento, não se importava, tinha que acabar com o zumbi mor. Quatro cartas vinham em sua direção, mas algo nele estava diferente, de repente, duas daquelas quatro começavam a brilhar. *Reflexo de alguma luz nas cartas? Não, é algo diferente, pois se fosse isso, todas teriam emitido a luz e não metade. Seria indícios de que essas duas são as explosivas?* E de repente, um sujeito surgia em sua frente, não era alguém de carne e rosto, era alguém imaginário, da mente de Hynno, onde o mesmo via plateia e tinha um apresentador. O mesmo tinha cabelos pretos e longos, uma cartola negra, em seu olho esquerdo um lenço preto estampado, uma camisa de uma época antiga, um colete preto, calça e sapato preto, também.

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Foi então que voltava a si. *Sério? Quem é você?*, Hynno sacava novamente Jigokui e se preparava para um bloqueio das quatro cartas, giraria as espadas para evitar as explosões e bloquear as afiadas. Ambas as armas brancas estariam enegrecidas para não serem prejudicadas, principalmente Jigoku, já que a de gelo tinha uma propriedade regenerativa. – Bem, eu sou quem você quiser. Dizia a voz de antes, sua forma então mudava, para o apresentador de máscara e roupa social, depois para um esqueleto e por fim, no próprio protagonista. – Posso ser, quem você quiser e na hora mais oportuna ou inoportuna, senhor. E então, ele voltava com a aparência de antes, pegava um cigarro e o acendia. – Não perca o foco. Chacoalhava a cabeça e finalmente, voltava ao mundo real.

Nesse meio tempo entre diálogo, havia perdido a entrada do ruivo, não havia notado a aparição dele, apenas pegando o final, “Nero”. Provavelmente era conhecido do ruivo e do roxo, ocorria um diálogo lateral, sem uma resposta ainda por parte do zumbi mor, o cowboy, Nero. Deixava o diálogo rolar, enquanto empunhava suas espadas, pensando no que poderia fazer e então, Aaron dava uma espécie de permissão para acabar o que havia começado. O que faria de começo, era avançar normalmente contra o cowboy, Nero, mas antes, iria acender sua Jigoku, já estava na hora das chamas retornarem para a sua espada infernal. Seu avanço era muito simples, nada de diferente ou anormal, mas também buscava ativar a sua intuição, como ele havia dito e como havia presenciado, aquilo poderia lhe ajudar no seu avanço e na ofensiva.

A primeira leva era isso, procuraria bloquear as cartas que viessem em sua direção, girando suas espadas na horizontal, assim, fazendo as afiadas se chocarem e caírem ou serem repelidas para algum outro lado e as explosivas, a explosão não seria focado no psicopata. Próximo do cowboy, Hynno tentaria um movimento de tesoura no pescoço de Nero, como Inoguro havia tentado antes de toda aquela bagunça estar instaurada. O que faria depois? Iria se afastar dando uns passos para trás e guardaria Ymir na bainha e apenas ficaria com Jigoku. Não queria fazer isso, mas precisaria fazer outra coisa. Pegaria dois explosivos, tinha dinamite o suficiente para explodir alguns locais e mais uma vez, precisaria usar em coisas desnecessárias como: Serpente colossal e agora, Nero. Usaria sua espada infernal como um isqueiro e iria acender o pavio dos dois explosivos e iria arremessar em Nero. Seu objetivo? O mais claro possível: Explodir o zumbi mor. Mas claro, tinha outra função, abrir uma cortina de fumaça. Explodindo no zumbi ou tendo um fim prematuro, isto é, Nero lançar cartas nas dinamites e elas explodindo antes ou então, pegando quase Nero, isto é, o cowboy se afastando antes da explosão, todos esses casos, abriria uma cortina de fumaça e aquele era o momento, a hora para um ataque de verdade.

O que faria? – O que vocês acham que ele vai fazer? Agora, o núcleo mudava, agora mostrava o palco, Hynno não estava lá, mas estava a plateia e o apresentador, o mesmo tirava o cigarro da boca e soltava uma fumaça que formava uma caveira. – Bloody Hell? Peão Peãozinho? O Barril de Amontilado?  Ou será que ele vai usar Shred Rotation? Ou Slice and Stab? Os gritos da plateia eram diversos, desde Peão Peãozinho até Slice and Stab. Voltando ao núcleo original, Hynno colocava sua perna esquerda para a frente, Jigoku inclinada para a esquerda, estes eram os movimentos iniciais de uma de suas técnicas, O barril de Amontilado. Após dois segundos, o psicopata então avançaria, sua espada brilhava ainda mais, tanto pela aura, quanto pelas chamas proporcionadas pela habilidade de Jigoku. Lembra da adrenalina? O pirata buscava utilizar o último fôlego, o último resquício de sua velocidade, naquela técnica. Depois daquilo, tudo seria reduzido e provavelmente, seria sobrepujado pelo cowboy. Por isso, a cortina que seria feito era essencial, próximo do zumbi, inclinava Jigoku para o lado oposto, para a direita e então, a continuação, a etapa final da técnica. O corte em arco na horizontal seria feito no pescoço de Nero.

Um golpe arriscado, um avanço arriscado, uma área pequena e tinha tudo para perder, mas contava com sua alta velocidade para passar pelos contra-ataques de Nero e contava com ela para ter a mão superior, ser mais rápido para que o cowboy não tivesse a oportunidade de contra-ataca-lo ou se esquivar do corte de Jigoku. Procuraria então se afastar do zumbi mor, se tivesse executado a técnica, provavelmente estaria atrás de Nero e por isso, iria se virar e procuraria ganhar distância. Agora, com ou sem a realização da técnica, iria buscar uma distância boa. Para ataques de Nero após a técnica, Hynno sacaria rapidamente Ymir mais uma vez e iria bloquear elas, com suas armas enegrecidas e girando na horizontal. – É, parece que foi O Barril de Amontilado. Dizia o apresentador, se sentando em sua cadeira, enquanto fumava seu cigarro e assistia a luta por um telão, junto com a plateia.






Objetivos:
 

Contador do Piromaníaco:
 

Localização das espadas:
 

Contador de cartas:
 

Histórico:
 


Supa Supa no Mi:
 

O Barril de Amontilado:
 

____________________________________________________

- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 4 EmptySeg 13 Jul 2020, 17:22



THE CALAMITIES


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Post 8 - A Shadow Hand




Alpha



Matar Tamara não foi uma tarefa difícil agora que já tinha o pescoço dela em suas mãos, mas Masimos ainda tinha dúvidas sobre a força daquele que estava à sua frente lhe propondo um acordo, e por isso precisava ser cauteloso quanto às ações que iria tomar para lidar com o fato de que o mascarado tinha Luthiem como refém. Por mais que não tivesse a resposta para essa pergunta, a Calamidade não deixou de ter confiança diante da situação, pois da mesma maneira que ele tinha algo a perder, o homem que o desafiava também tinha, a diferença é que para o tritão essa perda provavelmente traria grandes consequências.

- Na teoria eu não perderia nada… Mas quero evitar botar a responsabilidade dessa perda nas minhas mãos e a ira do Conquistador nas minhas costas. - Respondeu o mascarado quando a pergunta de Masimos foi feita. Então o tritão ergueu a mão e preparou um ataque contra Daityr, o que rapidamente levou Joseph a ficar em alerta e flexionar os músculos do corpo para um avanço. - Está cometendo um erro, Emissário. Acha que consegue disputar em velocidade comigo?

- Hey, cara, calma aí, não precisamos resolver as coisas desse jeito. - E óbvio que ao perceber que estava sendo ameaçado, Daityr começou a recuar aos poucos, tentando com palavras convencer o tritão a mudar de ideia.

O mascarado estava pronto para avançar caso percebesse que a ofensiva de Masimos não era um blefe. Quando o disparo daquela bolha de ar comprimida foi realizado, Joseph já sabia o que viria a acontecer devido a leitura das reais intenções da Calamidade através do Kenbunshoku, ainda assim ele partiu em disparada com o seu Soru para encurtar a distância entre eles. Nesse momento o Haki da Observação do homem-carpa lhe faria vislumbrar o mascarado cortando sua garganta com sua alta velocidade, a intenção de Joseph era clara e os reflexos de Masimos poderiam levá-lo a tentar defender isso ao mesmo tempo que poderia arriscar uma chance de recuperar Luthiem.

Acontece que de alguma forma, provavelmente sendo uma força superior a melhor maneira de explicar como ele conseguiu, Joseph foi capaz de alterar rapidamente a sua rota de movimentação e ao invés de atacar o Emissário como fez parecer, ele desviou para Daityr, que já sabia que não seria atingido. O tritão talvez ficasse confuso com a finta realizada pelo mascarado, e se ele gostava e comparar isso com um jogo de xadrez, a jogada agora realizada por Joseph era semelhante a do cavalo.

O mascarado já estava com as mãos prontas para agarrar o “descendente” e cravar de vez a derrota tática de Masimos, porém aquela lâmina de ar que avançou em sua direção fez o homem ser obrigado a colocar a sua adaga na frente do corpo e bloquear o golpe que poderia cortar seu pescoço. Mesmo reagindo a tempo, o corte não foi totalmente defendido e sangue jorrou pelo corpo do mascarado, manchando inclusive um pouco da sua máscara de nariz pontudo. Isso por si só já seria o bastante para neutralizar o ímpeto de Joseph, mas o responsável pelo ataque surgiu com velocidade na frente dele e o atacou com um chute, mas esse chute tinha como intenção acertar a caixa que prendia Luthiem e tentar libertá-la.

Aquele que viera a aparecer ali era Garlik, e seus ataques não apenas salvaram Daityr, como também libertaram Lut, que saiu voando da mão de Joseph dentro daquela caixinha transparente que ao atingir o chão se fez em pedaços como se fosse vidro. Agora livre novamente, a mulher-polvo retornou ao seu tamanho original, e o mascarado que há segundos atrás estava com a vitória nas mãos, agora não tinha mais absolutamente nada.

- Me surpreende vê-lo novamente com a Rosa Negra, Joseph. Por acaso está tendo dificuldades com os negócios? - Comentou Garlik parecendo saber muito bem quem era a pessoa que atacou.

- Tsc… E eu te conheço? - Reclamou ele que mesmo de máscara era notável que não fazia a menor ideia de quem era a pessoa na sua frente.

Por conta da distração que estava se formando aqui, Daityr perceberia um momento perfeito para começar a correr e fugir, mas se Masimos não o impedisse, o ex-Rosa Negra o faria. - Se der mais um passo seria obrigado a quebrar suas pernas.

- Ok, parece que não tenho mais motivos para insistir nisso… - Comentou Joseph recuando imediatamente mais alguns metros de distância para ficar em um posicionamento seguro, afinal lidar com o Emissário da Morte parecia estar dentro do que ele achava que seria capaz de fazer, agora com Luthiem livre e mais um aliado do tritão na jogada, a confiança do mascarado não se mantinha mais tão alta. - Enfrentar tantos de uma vez não vai ser fácil. Não vou me desgastar dessa maneira só por causa desse garoto. - Ele então começou a criar uma caixa gigante ao seu redor. Por mais que estivesse rejeitando continuar um combate, a maneira como ele falava ainda dava a entender que ele acreditava ser capaz de vencer. - Considere-se com sorte, Calamidade, você não gostaria de me ter como seu inimigo aqui hoje. Boa sorte contra Byakushi… Com o seu Haki atual, acho que você vai precisar.

Spoiler:
 


Ele então entrou de vez na caixa gigante que se formou ao seu redor e esta desapareceu sem deixar rastros ou qualquer sinal de que ele ainda estava ali.

- Aquele era Joseph Boxell, um membro da Shadow Hand… Um grupo que atua no submundo da Grand Line. Ele já fez parte da Rosa Negra, mas acredito que após um acordo com o Conquistador para ampliar a influência da organização, Joseph foi liberado para agir em outro tipo de serviço. Se me lembro bem a recompensa dele é de 300 milhões de berries, certamente um inimigo que eu e você teríamos dificuldade em enfrentar, portanto acho que saímos no lucro com a fuga dele. - Explicou Garlik virando agora a sua atenção para Daityr. - Precisamos interrogar esse aí… Também estou curioso para saber qual é o interesse da Rosa Negra nele. E eu também fui até as ruínas escondidas desse lugar, encontrei um arcanjo chamado Lufihar que disse que Byakushi e outros dois aliados dele estão no Templo de Deus que fica no alto daquele pé de feijão. - Por fim, Garlik passou as informações que adquiriu em seu trabalho solo no grupo Omega, agora restava a Masimos decidir o que fazer com tudo isso que agora sabe. Fazer mais perguntas ao aliado também poderia ser útil, já que ele entrou em poucos detalhes a respeito de tudo que acabou de contar.




Beta



Diante do cadáver reanimado de seu antigo companheiro de navio, Aaron já não tinha o que se lamentar e aceitou o fim que o Conde havia tido, essa não era a maneira como ele queria reencontrá-lo, mas agora não tinha mais jeito, portanto ali naquele momento fez a sua despedida e deixou para Hynno o dever de dar ao corpo de Nero o descanso eterno… Resta saber se a alma dele também já seguiu esse caminho ou está presa nas mãos de Byakushi assim como a de Diana, as amigas de Vayu e de diversas outras pessoas que estavam presentes no Necrotério de Fish no dia do Cair dos Mortos.

Desde que estivera no Reino Sakura, Aaron vem lidando constantemente com obstáculos do gênero “zumbi” ou até mesmo usando-os ao seu favor. Combinar seus poderes da Numa Numa no Mi com o seu Haki da Observação não seriam tarefa tão complicada, mas para isso ele precisou se concentrar e permanecer imóvel durante o tempo em que seu pântano se espalhava pelo cenário e os tentáculos de lama puxavam os corpos que ele queria para o interior infinito de seu corpo. Por serem Soldados Divinos, muito deles por instinto conseguiam se livrar dos tentáculos, mas como haviam ali aliados de Aaron para dar suporte, eles atacaram os zumbis em meio a tentativa de fuga e assim permitiram que fossem agarrados e levados pela mão de lama. Somado aos seus já presentes 22 cyber-zumbis do Necrotério de Fish, agora o ruivo também teria em seu exército interno mais:

Spoiler:
 

- A gente aqui sofrendo esse tempo todo e você chega e faz só isso? Ah, tá de brinks. - Reclamou Tobio puto pela facilidade em que a Calamidade conseguia lidar com inimigos desse tipo.

- QUE TIPO DE BRUXARIA É ESSA? VOCÊ É UM DEMÔNIO DA LAMA! - Gritou Inoguro cruzando suas espadas como se fizesse um sinal de cruz.

Aaron provavelmente nem daria muita atenção a esse grupo, a chance de haver mais inimigos ao redor eram altas e por isso era necessário ficar atento. Contudo, seus sentidos de rastreio não identificarão a presença de mais ninguém nas proximidades, levando o ruivo a deduzir que talvez estivessem com a situação sob controle e um contato com Masimos poderia ser necessário para saber o que deveriam fazer a seguir. Retornar para a cidade dos anjos… Ou seguir de uma vez para o ataque à Byakushi e as Falsas Calamidades?




Gamma



Hynno estava começando a reparar algo de estranho naquelas cartas arremessadas pelo zumbi cowboy, ou Nero, como Aaron havia acabado de revelar para ele. Talvez fosse por conta da adrenalina do seu corpo ou da dor das queimaduras espalhadas pelos seus membros, ou quem sabe seja parte da sua loucura, afinal ela parece estar evoluindo um pouco nessa batalha. De qualquer forma, no fundo o piromaníaco conseguia sentir que era de fato algo que fazia sentido, pois somente aquelas que iriam explodir emanavam uma coloração diferente, como se fosse um indicativo de que eram as mais perigosas.

Sem mais delongas, o espadachim acendeu novamente a sua espada Jigoku e avançou para mais uma ofensiva contra Nero. Nesse momento, o “carteiro” arremessou mais cinco cartas contra Draguren, e ali estavam as auras novamente, duas das cartas nas extremidades a possuíam, enquanto as três do meio não. Sabendo que as brilhantes provavelmente eram as que iriam explodir, o espadachim pode fazer a movimentação para se livrar delas e alcançar o atirador para tentar cortar-lhe o pescoço.

Nero desviou saltando para trás, pois ter a cabeça arrancada seria o fim da sua volta dos mortos, e então arremessou mais uma carta, um ás que brilhava mais do o normal e isso só poderia significar perigo em dobro. Hynno recuou imediatamente, ganhando tempo para conseguir se defender e não ser atingido de maneira crítica como nas vezes anteriores. De maneira veloz, o piromaníaco puxou suas dinamites e arremessou contra o zumbi, combatendo fogo contra fogo. Sequer seria necessário acender os explosivos, já que eles acabariam atuando como o escudo que se chocaria contra o ás.

O plano de Hynno era usar dessa explosão para criar fumaça e assim poder avançar para o seu verdadeiro ataque, ou melhor, seu último ataque, pois este era o último esforço que poderia fazer com seus membros já muito cansados devido às explosões que receberam. Por mais que a fumaça estivesse cobrindo sua visão, Draguren conseguia ver perfeitamente a aura da presença de Nero se movimentando do outro lado, e o zumbi parecia estar aproveitando a falta de visão do adversário para esconder alguma coisa no chão. Talvez fosse difícil para Hynno esconder a felicidade de ver o quão errado seu oponente estava, pois agora ele não estava apenas conseguindo ver a movimentação de Nero, como também enxergar o brilho dos explosivos escondidos no chão.

A Calamidade zumbi já estava posicionada para o avanço do espadachim pelo campo minado que certamente com os ferimentos que tinha resultariam na sua morte… Ele então puxou mais algumas cartas da cintura e se preparou para arremessá-las no momento certo, no momento que percebesse a chegada de Hynno ou no momento que mais explosões fossem ativadas. Acontece que esse momento não chegaria, pois com sua técnica de corte utilizando uma só espada junto da sua mais nova habilidade despertada, o piromaníaco poderia avançar desviando dos explosivos e então atacar de uma vez só.

Não havia muito sangue para sair do corpo de Nero após receber o ataque de Hynno, mas aparentemente a espada havia atingido um bolso no casaco do mágico onde ele escondia um baralho extra. E da mesma forma que um Power Ranger solta faíscas, o Nero Zumbi morreu “jorrando” cartas. A batalha entre as duas Calamidades havia sido decidida com a vitória de Hynno, porém ele também veio a perder as forças logo depois e precisou sentar um pouco… Por mais que vencer fosse bom, a sensação que Draguren tinha é que talvez se estivesse enfrentando a versão vida desse cowboy, o resultado poderia ter sido outro.

(Se quiser catar umas cartas, fique a vontade kkkk.)




Cena



Não muito distante da área da floresta onde Hynno e Aaron estavam, um homem parecia observar tudo em cima de alguma coisa, provavelmente uma pedra. Ele usava uma luva verde suja de sangue em sua mão canhota, enquanto a destra era na verdade um braço mecânico. Esse desconhecido observava através de um binóculo a facilidade com que o Fantasma Escarlate derrotava os zumbis e também a queda do Nero Zumbi pela espada de Hynno, até que o Baby Den Den Mushi em seu bolso tocou e lhe interrompeu.

- Tsc, eles derrotaram as minhas crianças com uma facilidade imensa, ainda tenho muito o que melhorar. ... Alô? - Disse ele ao mesmo tempo que atendia a ligação.

- Leto, venha ao meu encontro. As Calamidades do Emissário da Morte já estão na ilha do céu e é melhor não nos desgastarmos entrando nessa guerra que não é nossa. - Disse a voz de Joseph do outro lado da linha.

Spoiler:
 

- É, eu já os encontrei… Eles estão com a minha arcanja, grrrr, eu realmente quero levar essa pra minha autópsia. - Ele então deu um tapinha na coisa onde estava sentado e essa começou a se mexer, revelando ser na verdade um zumbi de quase sete metros de altura (tamanho do Kuma), e então ele começou a se afastar, sumindo assim dos alcances dos ouvidos de Aaron antes mesmo dele suspeitar que chegou a ter mais alguém ali. - Ok, vamos pegar tudo e sair daqui… Mas se eu ver de novo a minha belezinha eu vou ter que levá-la comigo.

- Faça o que você quiser, desde que não atrapalhe nossos planos aqui. Te encontro lá. - Katcha. E o Den Den Mushi foi desligado.


OFF Geral:
 

HISTÓRICO DA AVENTURA:
 

FERIMENTOS (Atualizado):
 


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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 4 EmptyQua 15 Jul 2020, 00:44


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Post: 09 | Localização: Upper Yard




Aquela luta havia sido difícil, assim como havia sido contra Darius Murph, um dos subordinados de Kellig. O primeiro avanço era simples, o melhor viria depois e nesse avanço, o cowboy lançava cinco cartas e novamente, duas das cinco brilhavam, eram as explosivas. As do meio eram normais e afiadas, Hynno conseguia tempo para se esquivar daquelas cartas e avançava contra o atirador e como já previsto, o zumbi mor se esquivava, saltando para trás e conseguia manter a cabeça no lugar e agora, o zumbi lançava uma carta explosiva, conseguindo recuar e então, era o momento, o momento que viria o plano do psicopata: Lançar duas dinamites. Até havia acendido com Jigoku os pavios, mas no final, não seria necessário, pois elas eram feitas de alvo pelas cartas e com isso, a fumaça vinha e seu plano era executada, o último.

Todas as suas forças eram postas naquela técnica e naquele ataque, tudo ou nada, conseguia ver uma aura, a aura do zumbi quando a fumaça vinha e não era um problema. De alguma forma conseguia ver a aura do cowboy e os brilhos das cartas, provavelmente o zumbi planejava minar a área próxima dele e explodir o pirata com as cartas. Durante aquela luta, havia destravado alguma habilidade diferente, uma habilidade de ver auras e aquilo havia ajudado o psicopata naquele ultimo avanço. No final, conseguia se salvar e finalizar a luta e ao invés de sangue, jorrava cartas e finalmente, a luta havia acabado. Sem forças nas pernas, acabava por ceder e cair no chão, de joelhos. Seu corpo estava cansado, dolorido e queimado, mas o psicopata se arrastava para coletar o máximo de cartas possíveis do baralho do zumbi, mas claramente, não pegaria os que havia visto brilhar antes de seu avanço, pilharia os que havia saído dele.

Ficaria deitado no chão, tinha um mink médico para isso. – Ae Tobio, estou com ferimentos, venha como um bom médico me tratar. Depois veja o Poe. No chão, olharia de canto para Aaron: - Então, prevejo que Nero era uma das calamidades, estou certo? Aguardaria uma resposta e então, se sentaria no chão, isto é, levantaria as costas. – Gakhan, deixa o Tobio tratar dos seus ferimentos e do Inoguro, mais tarde a gente ora. No final, voltaria a se deitar, havia se erguido só para falar com a Arcanja e mais uma vez deitado, se notasse que o mink amarelo havia ido no corvo e o animal estivesse morto, diria. – É uma pena, agora me traz essa carta e o corpo do Poe, hoje teremos corvo assado.. Como se não tivesse nada para fazer e estivesse na hora do lazer, pegaria um cigarro e com Jigoku ainda acessa, acenderia o cigarro e o levaria até a boca, onde seguraria com os lábios, enquanto isso, apagava as chamas da espada infernal e colocava na bainha, não tinha mais propósito no momento.

Dava um trago e então, com o polegar e indicador direito, retirava o cigarro e soltava a fumaça no ar. – Ruivo, você também tem a habilidade de ver auras? Ou ela é só dada para os psicopatas? Dava uma risada psicótica após perguntar para Aaron e então, levava seu cigarro de volta para a boca e apreciaria a paisagem e o descanso. Iria cobrar a oração de Gakhan depois, precisariam ter seus ferimentos tratados primeiros e resolver aquilo, mas claro, se ela fosse ousada o suficiente para fazer a oração antes de resolver toda aquela confusão, era o tipo para o pirata. *Melhor ilha possível, se ela realmente cair nisso.* - Concordamos e nós, veremos de camarote. O apresentador aparecia com a mesma aparência de antes e depois, ele começava a dar mortais para trás e a plateia aplaudindo. – O que você está fazendo? Dizia em um tom audível, ao invés de falar para si mesmo. – Exercícios, quer ver algo novo? E então, ele se partia ao meio, virando dois, depois virou quatro, oito, dez, no final, tinha quarenta do mesmo apresentador. – Acho que isso se chama mitose. E com uma sonoplastia de palmas, trinta e nove explodiam em fumaça. – Tarããã O primeiro e único apresentador estava com os braços abertos e com um sorriso no rosto. – Virou mágico de entretenimento?




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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 4 EmptyQui 16 Jul 2020, 21:48



Masimos Titã Howker
A Calamidade Morte
Legendas
FALAS | Narração

A resposta por parte do inimigo a minha frente era óbvia, tão óbvia quanto a transparecia da água ou fluxo das correntezas marítimas. Não havia blefe em minhas palavras, tanto que, havia presumido e antecipado as reais intenções do humano a minha frente. Entretanto, as palavras deles me faziam analisar a situação de uma forma um tanto diferente. De fato, para ele nada haveria de perder, caso o garoto viesse morrer. No entanto, viria a sofrer com sua negligencia; tal coisa que não fora feito por ele, afinal... assim que ameacei matar o garoto, há ação impulsiva do inimigo fora rápida.

Apesar de estar considerando um possível ataque inimigo, a velocidade do homem havia sido maior do que esperado, já que, conseguia encurtar a distância entre nós facilmente. Todavia, o kenbunshoku permitirá antecipar os movimentos do inimigo e visualizar um ataque bastante brutal, se claro viesse a deixar, o que logicamente não deixaria. “Ver” e “acontecer” são uma linha de um ponto interligados, mas distantes.

Havia assumido uma posição defensiva prestes a defender o ataque e contra-atacar. No entanto, talvez o inimigo tenha lido minhas intenções ou desde o inicio nunca fora o objetivo dele um combate direto, faz sentido em razão do mesmo tentar um acordo ao invés de um combate. O humano mascarado me driblava e passava por mim; me deixando bastante aborrecido devo dizer. Era bastante ágil e ardiloso.

Quando o membro da rosa negra havia largado aquela caixa que continha aprisionada Lut, devido um ataque inesperado, quase que instantaneamente ignorei sua presença e fui de encontro a mulher-sereia. ~ Está tudo bem Lut? Perguntaria assim que viesse a apanhar a mulher caso ela viesse cair. Caso ela permanecesse de em pé, tocaria em seu ombro para lhe transmitir minha segurança quanto a situação, afinal, essa ação era uma das hipóteses presumidas em minha mente.

A habilidade do maldito era bastante intrigante, além de útil. Parecia ser algo com compressão ou retenção de seres vivos, talvez até mesmo objetos. Realmente uma capacidade bastante ardilosa. Garlik havia surgido e interrompido as ações do inimigo, vindo a ser útil em tal ocasião; parece que no fim foi uma sábia decisão ter feito ele um aliado.

As palavras de Garlik para o homem afiliado a rosa negra demonstra que ele o conhecia, mas já o inimigo não sabia quem era Garlik. ~ Hmm. Expressava-me estar pensativo quando notei que o garoto espadachim estava para fugir, uma ação natural, mas logo viria a ser confrontado por Garlik que lhe ameaçava quebrar as pernas caso viesse a correr. ~ Lut fique atenta e não deixe o garoto fugir! Nesse momento viria a olhar de relance para Luthiem, sabendo que ela viria a entender, e em seguida teleportando ela para o lado do garoto.

O homem utilizava outra habilidade, prestes a fugir de mim, mas não antes de falar de forma audaciosa e petulante. ~ Humpf. Para que Sorte!? Se eu tenho a morte ao meu lado. Não venha dizer asneiras! Você acha que me conhece? Acha que já viu meu poder? Tudo que você viu até agora foi apenas a ponta do Iceberg. Então não ouse dizer que meu nível não se compara com de Byakushi, ele que não se compara a mim! Responderia de forma egocêntrica e aborrecida, emanando uma aura rancorosa e um olhar destemido.

Após o tal homem desaparecer chamado de Joseph Boxell, segundo Garlik, viria a me aproximar do antigo membro da rosa negra e dialogar com mesmo. ~ Entendo. Diria ao escutar e analisar a situação quanto a esse inimigo que fazia parte de outro grupo do submundo, conforme Garlik explicava. ~ Ele não parecia ser fraco, mas não tão forte quanto você exalta. Parece que ele preferiu deixar suas outras habilidades ainda ocultas, pode ser que ele venha a ser um problema... é melhor presumir que possivelmente ele retornará. Cruzaria os braços enquanto refletia sobre a fuga de Joseph, afinal... se ele era tão forte como Garlik proferia, há de haver um motivo para sua súbita retirada.

~ Concordo. Ratificava as palavras de Garlik quanto a interrogar o espadachim, pois, realmente era um mistério o motivo da rosa negra estar tão interessada nele. Porém, as palavras a seguir de Garlik me fazia ascender um sorriso largo, grotesco e bastante horripilante. ~ Hóóóh... saber sobre isso realmente me alegra, Garlik. Era impossível esconder o jubilo, pois, ao ouvir o antigo membro da rosa negra confirmar ter falado com um dos arcanjos e principalmente o paradeiro de Byakushi, seria impossível esconder minha sede e anseio por vingança.

Logo aquela expressão endiabrada viria a ser contida e então deduzindo viria proferir. ~ Suponho que esse último arcanjo, Lufithar, esteja disposto para guerra. Então falta apenas juntar todos e ir até esse local. Viria a apontar para o cume daquele enorme pé de árvore. ~ Mas antes. Andaria até Lut e o espadachim, expressava um olhar bastante sério. ~ Diga-me garoto... quem é você? O que faz nessa ilha? E por último, mas não menos importante, porque diabos a rosa negra está lhe caçando? Caso ele demonstrasse medo, hesitação ou tentasse mentir, devido minhas capacidades em observar e analisar, viria dizer. ~ Façamos um acordo, garoto. Se me dizer a verdade... asseguro que não irei ceifar sua vida. Falaria com convicção e serenidade.

Após ouvir o garoto, viria a falar com Garlik novamente. ~ Onde vieste a encontrar com Lufithar? Está na hora de convocar todos e arquitetarmos o plano de invasão e enfim... destruir Byakushi e todos seus seguidores! Terminaria de falar demonstrando bastante ódio e vontade, enquanto me atentaria as palavras do ex-assassino. A vontade e o desejo por guerrear estava alta, o impeto de ir e rasgar a carne de Byakushi era maior que de um animal faminto, se não fosse pelo meu intelecto certamente haveria ido as cegas. Mas devo ser paciente, devo conter essa cólera e guardar tudo e unicamente para concretizar minha vingança de forma sublime, pois, não me bastará apenas matar Byakushi, será necessário destruir seu espirito e devastar sua alma para enfim lhe mostrar o desespero eterno daquele que foi escolhido pela propria... MORTE.
Técnica Utilizada:
 

Histórico:
 



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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 4 EmptyDom 19 Jul 2020, 15:25




POST

9


10º Capítulo
Parabellum!




POST 9
Dead and Buried




Os olhos permaneciam fechados, talvez em concentração, talvez ainda tentando repreender o misto de sentimentos que transbordava de minha mente. Já havia visto a cena da morte de Nero em meus sonhos e devaneios, e achava que não precisava concretizar aquela cena com meus olhos, portanto apenas mantive-me isolado na escuridão de minha mente, totalmente isolado ao mundo exterior. Os zumbis iam se tornando um só comigo, desaparecendo de meus sentidos na medida em que sumiam nas poças como mágica. Reabria os olhos ao ouvir os protestos de Tobio e do outro homem esquisito, olhando para o lado com certa frieza. — E você é...? — Diria ao homem que não demonstrava ações hostis, e apesar de me chamar de "demônio da lama", ele não estava de todo errado.

Enquanto a batalha se desdobrava, pegaria meu den den mushi, meio receoso de entrar em contato com Masimos e dar-lhe as notícias. — Estou com o time Gamma em Upper Yard. Já estão podendo nos encontrar? Não temos notícias muito boas... — Engoliria um seco, mas tentava manter o foco onde realmente era importante. Olhava para Diana, que provavelmente sentia-se cada vez mais próxima de sua alma, o que poderia acarretar numa explosão de adrenalina para acabar logo com o problema. — Estaremos prosseguindo, caso não tenha mais objeções. — Desligaria, enquanto o local ficava aos poucos mais silencioso.

Me aproximaria do corpo de meu antigo companheiro de navio, observando seu semblante e imaginando se era o mesmo que tinha quando havia partido pela primeira vez. Com a lama escorrendo pelos meus pés, absorveria o seu corpo, talvez para dar-lhe um enterro mais digno do que aquele. — Ele se juntou com a gente antes de termos esse nome. Tivemos grandes batalhas juntos, mas ele acabou ficando para trás em determinada ilha. Masimos não apreciava tanto o humor ácido dele... Então achamos que ele apenas havia se desligado por vontade própria. Não imaginava que havia sido por isso. — Diria olhando para o corpo, que deveria estar quase completamente coberto naquele momento.

Observaria os arredores em busca de maiores informações do que aconteceu por ali, enquanto o Piromaníaco acendia um cigarro e aos poucos ia se recuperando do combate. — Pelo jeito tiveram trabalho por aqui. Alguma outra coisa nova aconteceu em nossa ausência? — Perguntava meio que só por perguntar, mas ainda atento às suas palavras. Referente à sua pergunta, eu arqueava uma de minhas sobrancelhas, tentando entender do que ele estava se referindo. — Está falando do Kenbunshoku no Haki? É, eu aprendi a controlar um pouco, mas ainda estou aprendendo. Masimos sabe mais do que eu no momento.[/color] — Em contrapartida, eu era muito mais habilidoso com o Busoushoku no Haki do que ele, mas não era capaz de manifestar o Haoshoku como ele, e duvidava ser um dia capaz disso.

Mas parecia que Hynno estava ocupado com seus próprios devaneios, me fazendo suspirar meio decepcionado. ~ Desisto de tentar entender... ~ Resmungava mentalmente, até ver que o seu companheiro coelho tratava de seus ferimentos. Caso ele demonstrasse dificuldade para fazer algo ou fizesse de maneira errada ou pouco eficaz, opinaria a melhor maneira de realizar o tratamento, emprestando meu kit de primeiros socorros se fosse o caso. Com ele devidamente tratado, suspiraria e voltaria ao foco do ambiente ao meu redor. — Não abaixem a guarda ainda. Podemos estar sendo observados. Para onde agora? O Templo de Deus? — Questionava aos outros se os planos ainda seguiriam esses, mesmo sem a presença de Masimos conosco. E, dessa maneira, com o time um pouco maior do que eu gostaria que estivesse, lideraria todos o trajeto para a melhor emboscada que fosse possível, afinal se fôssemos de fato enfrentar Deus, precisávamos de toda a vantagem que pudéssemos adquirir.








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  • Fala
  • Pensamentos






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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 4 EmptyQua 12 Ago 2020, 12:56



THE CALAMITIES


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Post 9 - A Caixa Negra




Alpha



Com a derrota de Tamara e o recuo de Joseph após a chegada de Garlik, ele e Masimos decidiram que seria melhor fazer umas perguntas ao tal “descendente”. Daityr contra sua vontade acabou optando por permanecer ali e colaborar, ele já estava acuado e sabia que não teria a menor chance de fugir destes que não eram tão heróis assim. Ao ouvir as perguntas do tritão, Daityr se manteve sério e até mesmo deixou escorrer um pouco de suor pelas têmporas devido ao nervosismo, pois revelar tudo aquilo que ele queria esconder para desconhecidos não era uma boa ideia… Mas ele não tinha muitas opções, portanto escolheu sabiamente confiar na palavra do Emissário da Morte de que sua vida não seria ceifada.

- Ok, então me dê sua palavra de que independente do que eu diga, minha vida não corre perigo. - Essa era a única arma que Daityr poderia usar, ou melhor, o único escudo que poderia ter… E mesmo sendo loucura querer acreditar na palavra de um pirata, isso era ainda a melhor coisa que ele podia tentar fazer. Caso tivesse a confirmação ele diria: - Meu nome é Daityr Parvak, sou um dos descendentes da família Albaresh, e é por isso que a Rosa Negra está atrás de mim e meu irmão. - Essa informação final seria suficiente para Masimos associar o espadachim ao pequeno Qityr que também estava sendo perseguido pela Rosa Negra e agora está desaparecido. - O motivo para eu estar aqui em Skypiea é porque estou atrás da Cidade de Ouro, e com dinheiro eu tenho certeza que consigo fugir ou quem sabe até me livrar da Rosa Negra. E o motivo para eu estar fugindo deles é… Que o meu sangue tem o poder que eles precisam. A família Albaresh foi uma das seis famílias que há milênios atrás salvou o mundo da destruição, porém eles não erradicaram o poder responsável por esse mal, mas sim o prenderam no que hoje é chamado de Jóias do Apocalipse. A única maneira de extrair por completo o poder das jóias e trazer de volta o caos é colocando todas as seis na Coroa do Apocalipse e fazer o ritual com o sangue de seus criadores… Ou seja, como sou descendente dos Albaresh, fica óbvio o motivo pelo qual eu e meu irmão somos alvos daqueles que querem trazer de volta o apocalipse.

- É… Isso explica muita coisa. Estarei supondo que aquilo que não foi dito é porque não faz parte de seu conhecimento, mas talvez Masimos tenha mais curiosidade e dúvidas do que eu. - Disse o ex-membro da Rosa Negra deixando aberto para a Calamidade perguntar o que quisesse.

Em algum momento dessa conversa, um ser mascarado vestido de preto apareceria no local chamando a atenção dos ali presente. Era certamente um membro da Rosa Negra, mas a julgar pela sua aparência genérica era suposto que fosse um mero peão, no caso uma Pétala do mais baixo nível. Ele trazia consigo uma caixa negra na mão bastante semelhante aquela que Joseph usou para tentar capturar Daityr, mas antes que Masimos ou Garlik agissem em uma reação defensiva, o assassino se curvou ajoelhando-se para o tritão e ergueu a mão para lhe entregar a caixa.

- Masimos “Titã” Howker, o Emissário da Morte, venho a pedido de Byakushi para lhe entregar isso. - Explicou ele se referindo a caixa negra. - Usando-a você será capaz de ir de encontro a ele para travarem sua tão esperada última batalha. - O homem mascarado estava totalmente livre de qualquer hostilidade e demonstrando total submissão. Caso Masimos achasse suspeito demais ou desconfiasse da verdade da informação dita, algo em seu espírito iria contra sua racionalidade, quase como se seu instinto de Calamidade e sua fé na Deusa da Morte dessem a ele a certeza de que sim… Aquela caixa o levaria até Byakushi caso ele a usasse. - A caixa só pode transportar uma pessoa. Ao ativá-la você será levado para uma dimensão paralela e verá uma porta que te levará até a caixa irmã dessa aqui que está justamente com Byakushi. Isso é tudo que me pediram para dizer. - E com isso, o homem já não era mais necessário… E parte dele parecia saber disso, tanto é que se fosse decisão de Masimos matá-lo após pegar a caixa, o mascarado sequer reagiria. Se por algum milagre ele fosse deixado vivo, o homem apenas levantaria e iria embora, sem nunca mais ser visto.

(Tá aí o adiantamento de plot para compensar o atraso kkkk)

Com a caixa negra especial e as informações dadas por Daityr, agora cabia a Masimos decidir o que fazer e quando fazer. Agora ele poderia ir de encontro a Byakushi a hora que quisesse para travar com ele o Duelo do Apocalipse pelo título de Calamidade Morte… Apesar de que, para o titã, não havia dúvida de que esse título nunca deixou de ser seu. Outra coisa que o tritão poderia fazer é contactar seus companheiros, e ao fazer isso, descobriria que eles, ou melhor, Aaron, também recebeu uma caixa que o levava diretamente para o encontro de uma Falsa Calamidade.




Beta e Gamma



Diferente de Aaron que conseguiu eliminar os zumbis com facilidade usando os poderes do seu pântano, Hynno não teve essa mesma sorte na hora de lidar com o zumbi da antiga Calamidade Peste. Com ferimentos pelo corpo, o piromaníaco teve que ser tratado pelo amigo mink, que mesmo reclamando bastante fez o serviço para dar uma amenizada nas queimaduras pelo corpo do espadachim. Depois de tratar Draguren, Tobio iria também olhar o corvo Poe e depois daria uma ajudinha nos demais aliados, mas somente Gakhan estava com feridas que precisavam de atenção.

- Ihhhh, pelo visto o corvinho foi de beise. - Disse o coelho não tendo muita empatia pelo animal morto pela carta que atravessou seu peito. Ele então pegou o corvo pela pata e ergueu no ar mostrando que ele já não se mexia mais… E o pior é que Hynno ainda disse que poderiam usá-lo para fazer um almoço. Tobio riu. A carta que matou seu mascote era um ás de espadas e foi entregue ao espadachim junto ao cadáver do pássaro negro.

Já com os ferimentos devidamente limpos e tratados, Hynno ficou sabendo por Aaron sobre Nero e o Haki da Observação, enquanto isso o médico fazia o seu trabalho na arcanja, que o agradeceu com poucas palavras devido a dor que agora ia se intensificando por conta da queda na adrenalina. Kohebin também ia retornando a sua forma “normal” e Inoguro permanecia em estado de alerta, indo buscar sua cabeça de javali para se sentir mais confortável escondendo a sua… beleza. Mais diálogos poderiam ser feito entre eles, mas dependeria do que o ruivo e o piromaníaco gostariam de falar com os habitantes do céu.

Em algum momento após a interação entre Aaron e Hynno, um ser mascarado vestido de preto apareceria no local chamando a atenção dos ali presente. Era certamente um membro da Rosa Negra, mas a julgar pela sua aparência genérica era suposto que fosse um mero peão, no caso uma Pétala do mais baixo nível. Ele trazia consigo uma caixa negra na mão bastante semelhante aquela que a sereia zumbi havia usado para fugir do ruivo, mas antes que Aaron ou Hynno agissem em uma reação defensiva, o assassino se curvou ajoelhando-se para o Fantasma Escarlate e ergueu a mão para lhe entregar a caixa.

- Aaron Dewitt, o Fantasma Escarlate, venho a pedido de Kuross para lhe entregar isso. - Explicou ele se referindo a caixa negra. - Usando-a você será capaz de ir de encontro a ele para travarem sua tão esperada última batalha. - O homem mascarado estava totalmente livre de qualquer hostilidade e demonstrando total submissão. Caso Aaron achasse suspeito demais ou desconfiasse da verdade da informação dita, algo em seu espírito iria contra sua racionalidade, quase como se seu instinto de Calamidade e seu conhecimento sobre o comportamento de membros da Rosa Negra dessem a ele a certeza de que sim… Aquela caixa o levaria até Kuross caso ele a usasse. - A caixa só pode transportar uma pessoa. Ao ativá-la você será levado para uma dimensão paralela e verá uma porta que te levará até a caixa irmã dessa aqui que está justamente com Kuross. Isso é tudo que me pediram para dizer. - E com isso, o homem já não era mais necessário… E parte dele parecia saber disso, tanto é que se fosse decisão de Aaron matá-lo após pegar a caixa, o mascarado sequer reagiria. Se por algum milagre ele fosse deixado vivo, o homem apenas levantaria e iria embora, sem nunca mais ser visto.

Esse item recém adquirido era bastante valioso e Aaron precisava pensar bem em que momento iria usá-lo, pois só poderia fazer isso uma vez. Certamente seria sábio da parte dele conversar com Masimos o que poderiam fazer a respeito disso, inclusive se o contato fosse feito, acabaria descobrindo que o tritão também recebeu uma caixa igual a dele para ir até Byakushi. As coisas pareciam estar se adiantando para o objetivo final da ida deles até essa ilha do céu, mas isso não significa que eles também precisariam ter pressa, pois tinham agora tempo suficiente para se preparar e ir para o combate no momento que achassem que estão mais preparados.

Hynno não recebeu nenhuma caixa… Mas talvez nem se importasse com isso, afinal ele poderia ter outras coisas em mente que julgava mais importante antes de enfrentar alguma Falsa Calamidade, inclusive havia acabado de derrotar um zumbi que também já teve título de Calamidade e não foi nada fácil, enfrentar mais um adversário de mesmo nível ou até superior não poderia ser feito sem estar um pouco mais recuperado.

OFF:
 

HISTÓRICO DA AVENTURA:
 

FERIMENTOS (Atualizado):
 


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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 4 EmptyQui 13 Ago 2020, 01:31



Masimos Titã Howker
A Calamidade Morte
Legendas
FALAS | Narração

Era compreensível a desconfiança do garoto perante minha proposta, isso ocorre devido em grande parte os piratas serem difamados por trapaças e atos traiçoeiros. No entanto, além de possuir orgulho perante o titulo dado pela minha amada Deusa, também possuía orgulho por sempre preservar minha palavra; independe da situação. Se eu disser que irei fazer... eu farei.

~ Humph. Se eu lhe propus tal pacto, obviamente conservarei minha palavra. Se minha intenção fosse lhe enganar, torturar ou interrogar, não perderia meu tempo lhe beneficiando com tal proposta. Falaria com um tom sério, semblante imponente e olhos fixados nas pupilas do garoto. Não demorou muito para Daytir Parvak, segundo ele dizia ser seu nome, começar a falar sobre o motivo da Rosa Negra estar lhe perseguindo.

Daytir proferia ser de uma antiga família, conhecida como Albaresh. Admito que não reconhecia esse sobrenome, apesar de todo conhecimento que possuo, até mesmo para mim fugia tal informação. Talvez seja pelo fato de ser muito antiga, talvez por ter sido esquecida ou simplesmente apagada da história. Não só nome e sobrenome, mas também a semelhança agora ficava mais clara; Daytir era irmão de Qityr. Então é esse garoto que veio para ilha do céu e deixou seu irmão em Jaya. Até agora as coisas faziam sentido e alguns pontos começavam a esclarecer.

Antes que pudesse continuar meu raciocínio, recebia ligação de Aaron. ~ Estão em Upper Yard, excelente. Iremos lhe encontrar dentro de pouco tempo. Tentem descansar se necessário, mas permaneçam alertas, pois, território inimigo é difícil adivinhas quais armadilhas ou quantidade de inimigos na espreita. Logo após Aaron desligar, retornaria o comunicador ao bolso e retomaria minha linha de raciocínio.

Então como eu havia deduzido, faltava uma chave para esse tal Conquistador obter em prol de usar essa coroa misteriosa. A chave seria o sangue dos remanescentes Albaresh!? Hmm... não tem como ser mentira, tudo se encaixa perfeitamente. Por outro lado, as informações se encaixam tão bem que faz parecer ser mentira. ~ Então o conquistador não só estava em busca das joias, mas como também do sangue os descendentes da família Albaresh. E, supondo que ele consiga ambos, poderá obter esse poder misterioso que tanto a Rosa Negra diz valioso. Foi nesse momento que ocorreu um lapso em minha mente, quase como um balão explodindo. ~ Kyahahahaha! Tolos... tolos demais. Diria expressando uma risada convicta e eufórica.

~ Agora eu entendo. Agora faz sentido. Como demorei tanto a perceber? Foi nesse momento que viria a olhar para Garlik e proferir. ~ Esse tal conquistador é um mero manipulador.; um orquestrante de uma seita que busca algo ilusório. Diria lembrando de alguém que era hábil nessa arte antiga de controlar marionetes. ~ Essa organização, Garlik, é um culto. Basicamente resumiria a Rosa negra em uma palavra. ~ Um culto de adoradores que foram enganados por um falastrão que diz estar em busca de conquistar o mundo. É possível que sua força não seja pouca, para tantos lhe seguirem, mas certamente sua arma secreta é controlar aqueles com as mentes fracas. Agora faz sentido o motivo de alguns terem saído, além de Byakushi e seu grupo terem desvinculado da organização. Todas aquelas informações fragmentadas que eu possuía, unindo as que Daytir informava, agora chegavam a uma conclusão tão obvia que chegava a ser cômico.

~ Como pude perder tempo odiando alguém tão... simplório. Diria isso devido a zanga contida pelo fato de que muitos inimigos da rosa negra haviam cruzado meu caminho. Apesar de quase todo ódio ser especialmente cultivado por Byakushi, a organização havia sim conquistado minha atenção, pelo menos até agora. O garoto não falava mais nada e nem era necessário, já havia compreendido o objetivo e aquele que estava por trás disso; independe se sua identidade fosse um mistério, isso agora pouco importava, já que, sua ambição havia sido esclarecida para mim.

Antes que pudesse continuar meu dialogo com Garlik, outro inimigo havia surgido. A julgar pelo seu semblante e aura, além da falta de hostilidade, poderia concluir que não estaria lá para nos atacar. Entretanto, não baixaria a guarda em hipótese alguma. ~ Hmm. Eu deveria elogiar sua coragem... ou estupidez? Diria ao virar o rosto e encarar o sujeito com um olhar frio, centrado e bastante hostil; ainda que permanecesse sem qualquer ação ofensiva.

Não tardou para o membro da rosa negra mostrar uma caixa, mesma usando pelo outro inimigo. Foi então que o homem insinuou estar lá para uma convocação. Um convite para mim direto de Byakushi. ~ Como é?! Está me dizendo que esse maldito ousa me chamar para seu território assim sem mais e sem menos? Diria ao virar meu corpo para o mensageiro enquanto pisaria no chão com mais força devido a rápida explosão de adrenalina.

Isso é alguma piada? Estive esse tempo todo lhe caçando e você simplesmente manda um lacaio me convocar?! Qual o motivo para logo agora? Será pelo fato de eu estar em posse de Daytir?! Não, não! Se fosse o caso ele teria se aproveitado do embate entre mim e membro da rosa negra momentos antes para raptar o garoto. Diabos! Uma armadilha?! Isso seria obvio demais, ele não perderia seu tempo com algo tão chulo. Mas talvez... talvez ele tenha percebido que seria inevitável eu alcançar ele, além de nosso combate final. Talvez ele esteja tentando me tirar de cena, para se aproveitar e me segurar dentro dessa tal dimensão enquanto seus lacaios guerreiam.

Qualquer um acharia essa convocação uma armadilha bastante desesperada e sem fundamento, e estaria certo no fim. A tática de Byakushi é me tirar de cena, impossibilitando agrupar meus aliados e o exercito em prol de lhe atacar com maior destreza e exatidão. Mas isso é uma jogada perigosa! Da mesma forma que ficarei impossibilitado de atuar na linha frente, ele também estará ocupado comigo. Por outro lado, se o líder inimigo cair, fim de jogo. Então ele está dizendo que é superior a mim? Está dizendo que se eu for vencerá a mim e facilitará sua vitória durante a guerra? Como ousa! Seu verme maldito. A face começaria a expor algo diabólico, uma fúria contida e a muito tempo reprimida. Semelhante um vulcão prestes a eclodir. ~ Espere aí e não se mexa se quiser permanecer vivo. Diria para aquele rato que segurava a caixa misteriosa.

Após um tempo pensando, maior do que costume, me viraria e olharia para Lut. ~ Luthiem... está encarregada de assegurar a vida desse garoto. Leve-o até Aaron em Upper Yard e explique a situação. Seguida, fintaria Garlik. ~ É bastante evidente o plano do inimigo, Garlik. Talvez já tenha notado, mas Byakushi me quer fora da guerra central. Além disso, está ainda mais claro que ele acha que tem vantagem contra mim. Logicamente irei responder a esse plano audacioso e bastante... tolo. É possível que vocês fiquem ocupados confrontando os lacaios no território ocupado por Byakushi. Mas quando eu vir a tomar a vida dele, isso colocará um fim nessa petulante jogada dele. Avise os arcanjos, Garlik, e mande-os com seus aliados atacar. Voltaria a olhar para Lut. ~ Assim que você encontrar Aaron, peça para ele manter Daytir no pântano. Assim você poderá atuar com maior liberdade. Por fim... diga que Aaron está no comando. Talvez eu venha a demorar, afinal... isso dependerá do quanto Byakushi aguentará todo meu ódio. Nesse momento começaria a caminhar até o lacaio enquanto manifestaria um olhar bastante vingativo, sentiria a adrenalina aumentar radicalmente.

Antes de empunhar a caixa, viria a tocar meus braços, pescoço, mexer os ombros, pernas, estalar os dedos e após uma breve checagem, proferiria. ~ Ótimo. Perfeitas condições físicas e mentais. Viria a pegar a caixa e por fim dizer. ~ Hmm! Mais uma coisa... diga para Hynno que ele pode libertar todo desejo latente dele por sangue nessa guerra. Sabendo que o espadachim ainda era novo no bando, mas principalmente por ter avaliado uma vontade profunda em decepar seus inimigos, se ele viesse a libertar toda essa sede certamente seria uma arma valiosa. Terminaria de dizer enquanto esperaria a caixa me levar até o local designado. Já fazia um tempo que estava me contendo ao máximo, mas agora? Agora poderei despertar toda essa angustia, cólera e sede por sangue que a tempos me afligi! Espero que você suporte toda fúria que reprimi, cultivei e guardei exclusivamente para você.
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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 4 EmptySab 15 Ago 2020, 14:28




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- Aaron DeWitt -




Observava o cansaço de Hynno como se escaneasse suas reações após o combate contra Nero. Sabia que Nero era um oponente difícil de lidar, mas ver que o Piromaníaco havia conseguido sair vencedor era, de certa forma, um alívio ao imaginar que ao menos ele conseguiria combater frente à frente os inimigos que enfrentaríamos adiante. E logo após, começaria a observar o peculiar homem, que buscava uma cabeça de javali para esconder seu rosto. — E quem é esse? Imagino que não seja um dos Skypieanos. — Graças às suas vestes e par de asas, conseguia chutar que se tratava de um Shandian, mas por qual motivo estaria ajudando Hynno? Teriam se aliado no momento de desespero? — Bem, vamos prosseguindo ent... — Antes de complementar a frase, meu instinto me alertava de algo próximo, me fazendo notar a presença de um membro da Rosa Negra.

Entretanto, existia nenhuma hostilidade vinda de sua parte, portanto ou era um mensageiro ou conseguia mascarar perfeitamente seus instintos assassinos. Minhas lâminas estavam quase se projetando de minha mão quando o vi se ajoelhando, esticando a caixa para mim, e mencionando um nome que me fez gelar. Olhava imediatamente para Diana, tentando estudar suas expressões, afinal o ódio dela por Kuross era tão latente quanto o meu. — Então Kuross cansou de se esconder? Bom. — Pegava a caixa com certa brutalidade, mas enquanto encarava o aparato, tentaria equilibrar minha respiração para não deixar o ódio me consumir novamente, afinal ele seria a minha ruína se eu fosse retornar para um combate com a Falsa Calamidade. — Não confio muito no que isso possa fazer... Mas quero que vá comigo, Diana. Vamos vingar o roubo de sua alma juntos. — Entretanto, escutaria o Den Den Mushi se pronunciar sob a voz de Masimos, que aparentemente estava se dirigindo para onde estávamos também.

Ouviria seu aviso, mas com a novidade, replicaria logo em seguida. — Na verdade, terei que me ausentar por um tempo... Eu e Diana iremos de encontro com a Falsa Calamidade Kuross. Nos encontraremos depois onde quer que estiverem. — Desligando, analisaria a situação com mais calma, olhando a quantidade de gente que haveria ali. — Hynno, fique por aqui e aguarde os outros, está bem? Eu e Diana iremos nos ausentar por um tempo. Sinta-se à vontade para fazer as coisas do seu jeito, mas tente descobrir mais sobre onde estarão todos. — E, olhando para o assassino mensageiro, via que o mesmo já havia abdicado de sua vida no instante em que soube que deveria entregar a mensagem. — Quanto a você, sabe que nem sua vida lhe pertence mais... Hynno, tente extrair informações desse daí. Descubra de onde ele veio e teremos algum caminho para seguir. Depois, faça o que quiser. — Não tinha prazer nenhum em mortes gratuitas assim, afinal não me agregaria em nada assassinar um simples mensageiro, por mais que ele pudesse significar algum problema no futuro.

Já pronto para minha partida, deixaria que Diana se aproximasse e fosse absorvida pelo meu pântano, afinal apenas um seria capaz de usufruir do artefato de teleporte, mas imagino que não haviam pensado sobre minhas habilidades antes dessa restrição ser criada. — E Hynno, acima de tudo... Não morra. — Diria antes de apertar o tal botão, deixando o corpo ser levado até o desconhecido. Lá, tentaria recompor meus sentidos e me situar no local onde estava, olhando os arredores para estudar todo o ambiente que seria nosso campo de batalha. Respirando fundo, tentando não deixar as chamas do ódio me consumirem, atravessaria o portão para encontrar aquele que havia escapado da morte através de minhas adagas no passado, já deixando minhas lâminas surgirem entre meus dedos na medida em que avançava. — Fico feliz de saber que cansou de fugir, Kuross. Agora irei terminar algo que deveria ter feito há muito tempo... — Expressaria na mesma medida em que deixaria Diana começar a sair de meu corpo, deixando-a fitar também aquele que havia sido responsável pelo roubo de sua alma.



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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 4 EmptyTer 18 Ago 2020, 18:48


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"Como você venderia a morte? Literalmente a experiência definitiva! Sem seguro, sem enjoo, sem discussão, uma viagem só de ida"
Post: 10 | Localização: Upper Yard




Pegava diversas cartas que o zumbi mor usava, agora entrava em suas aquisições, estava fumando enquanto Tobio via Poe e dizia que ele havia ido de base, morreu, apenas dava de ombros. Guardava o ás de espada, a carta que havia finalizado Edgar e também o corvo, o mink tratava suas feridas, Aaron contava sobre o zumbi que o psicopata havia acabado de encerrar a vida mais uma vez e também dizia sobre o haki da observação, aquilo que o espadachim havia despertado nos últimos minutos da batalha, o ruivo dizia que ele havia aprendido a controlar não fazia muito tempo, mas o Roxo sabia melhor do que ele. Tobio agora tratava de Gakhan, Orochimaru voltava para o estado normal dele, isto é, com o pescoço normal, já o Inoguro, buscava aquela sua máscara de javali, mas ficava no estado de alerta. – Menor ideia, ele foi o primeiro a surgir putaço, me confundindo com alguém, depois veio a Arcanja e depois, os zumbis. Respondia para o Ruivo.

Então, um sujeito mascarado e vestido de preto surgia, Hynno apenas tirava o cigarro da boca e soltava a fumaça para cima, não precisava fazer nada e nem iria, o sujeito se ajoelhava e segurava uma caixa preta. Era endereçada para o Ruivo, segundo o mensageiro ao abrir a caixa, ele iria ser levado para o local para a tão aguardada batalha com “Kuross”. Jogava o cigarro no chão e pisava no mesmo para apaga-lo, enquanto escutava o que o Ruivo dizia para o espadachim, ele e Diana iriam se ausentar e que ele poderia fazer o que quisesse com aquele mensageiro, mas era para extrair informações dele. – Ok. E então, caminhava para ficar de frente para o mensageiro, sorria para a cobaia, de maneira psicótica. – Pode deixar. Respondia para o ruivo, sem olhar para o mesmo. – Vamos começar? E então, antes de perguntar algo, dava um cruzado de direita no rosto do mensageiro. – Me diga, de onde você veio? Digo de Skypiea. Com uma resposta ou não, daria um tapa bem dado, da direita para a esquerda no rosto do mensageiro. – Cadê os outros? Quero a localização deles e quantos são. Tal pergunta só seria feita se não obtivesse a resposta da primeira pergunta.

Nesse momento, o psicopata procurava ativar o seu haki da observação sob o mensageiro, procuraria não deixá-lo se matar ou fugir, a diversão estava apenas começando. Se notasse tal movimento, pegaria a bainha do seu lado esquerdo e bateria como porrete, se fosse tentativa de fuga, enegreceria o porrete improvisado e bateria no joelho esquerdo dele, na minha visão, era o direito. Iria bater na intenção de quebra-lo, faze-lo perder o movimento daquela perna, faze-lo cair no chão. Se fosse um ato de tirar sua própria vida, faria a mesma ideia do porrete, mas bateria na boca do estômago dele, com a intenção de fazê-lo perder o ar e provavelmente, desmaia-lo e por fim, colocaria a bainha de volta no lugar. Se o mensageiro desmaiasse, seria bom, pois então diria para Tobio. – Ae Tobio, vou me divertir com ele aqui. O que tu acha de me ajudar? Vou ferir ele, você faz um curativo meia boca, só para ele não morrer de sangramento e assim a gente continua. Ou então, você pode usar o que comprou em Endeavor para dopar ele. Por fim, dava um sorriso macabro.

Caso o mensageiro não optasse por fugir ou tirar a própria vida, continuaria a sua brincadeira, mas, caso ele ainda não revelasse a localização dos outros, de onde ele havia vindo com a caixa ou quantos eram, diria. – Diga logo. E então, pegaria a mão esquerda dele e como se cortasse o bico do charuto, pegaria o polegar dele e colocaria entre dois dedos de Hynno, o do meio e o indicador, com um movimento de tesoura, cortaria aquele dedo do mensageiro. Deixaria o dedo no chão mesmo, teria serventia para o futuro. O decepamento daquele dedo era um aviso: “Me conte ou terá mais”. Ou poderia interpretar como: “Acha que estou brincando?”. Tal ação ofensiva iria ocorrer com o mensageiro, mesmo se ele tivesse contado tudo para o psicopata. Passaria de dedo em dedo, com resposta ou sem e após não ter mais dedos daquela mão, chamaria Tobio. – Estanca aqui, nem precisa caprichar, só não deixa ele morrer.

O que faria depois? Iria roubar o mensageiro, isto é, se ele ainda carregasse alguma coisa, pois o mesmo estava disposto a morrer após entregar a caixa. Com alguma coisa nos bolsos ou sem, Hynno iria dar uma rasteira no mensageiro e com seu pé direito enegrecido, pisaria no joelho esquerdo do membro da rosa negra, pisaria com vontade, para quebrar e assim que escutasse o som familiar, partiria para o próximo joelho. Olharia para o mink e caso ele viesse para tratar, diria: - Não precisa. Seu objetivo ali era impossibilitar a locomoção do mensageiro. E se naquela situação, ele não tivesse contado nada ou já tivesse aberto a boca sobre os outros, nada mais importava, apenas armazenaria as informações recolhidas daquele mensageiro.

Tais atos iriam ocorrer no caso de impedi-lo de tirar a própria vida, com um golpe na boca do estômago, com ele desmaiando ou não. Agora, caso ocorresse o caso de ele tentar fugir e o psicopata bater no joelho do mensageiro, fazendo-o cair e provavelmente quebrando a perna do mesmo, Hynno seria o bom samaritano e o ajudaria com seu conhecimento de anatomia humana, olharia o joelho do membro da rosa negra e diria: - Uhm, Tobio, acho que não tem jeito de arrumar, temos que amputar. Preciso de sua ajuda, use aquilo que você comprou em Endeavor. Depois, trate-o após a operação. Esperaria o mink apagar o mensageiro com sua dose e então, como um açougueiro, cortaria com Ymir enegrecida um pouco acima do joelho. – Não o deixe morrer. Se precisar de faixa, tala, arranque pedaços da roupa dele para usar. Limparia sua espada e guardaria na bainha.

No final das contas, independente dos casos, o mensageiro estaria sem dedos na mão esquerda, com os joelhos quebrados e com isso sem a possibilidade de se mover ou então, com apenas uma perna. Não mataria aquele mensageiro, não naquele momento, mas se por um acaso, ele morresse por choque ou pela falta de sangue, seria uma pena. Se fosse este o caso, pilharia o mensageiro e se aproximaria de Orochimaru, Inoguro e Gakhan, esperava que Manda viesse para perto de seu novo dono. – Então? Vamos para onde agora? A pergunta era direcionada para Gakhan e Inoguro. Se os dois se desentendessem, isto é, os dois querendo ir para locais diferentes, fitaria ambos e diria: - Nós todos vamos para o mesmo local, não se esqueça da oração, Gakhan. Antes de sair, pegaria os cinco dedos do mensageiro e guardaria consigo e então, retornaria para perto do grupo e diria: - Se decidiram para onde vamos? Agora, caso o mensageiro ainda estivesse vivo, arrancaria um bom pedaço da roupa do membro da rosa negra e tamparia a boca do mesmo. – Tobio, se eu arrancar os globos oculares, você consegue salva-lo? Independente da resposta, retiraria na mão mesmo, guardaria e limparia a sujeira que iria receber na mão.

Com ele sobrevivendo ou não, retornaria para perto da Arcanja e dos outros. – Bem, alguém saberia algo de montaria? Gostaria de aprender como montar em animais que são montáveis... Quem souber, iremos para o local que esta pessoa quiser. Diria esta última parte para caso houvesse discordância entre a Arcanja e Inoguro para onde ir, visto que provavelmente ninguém iria querer ficar no mesmo local por muito tempo. E claramente Aaron não iria retornar naquele ponto, logo, apenas seria perda de tempo ficarem parados por lá e aquela cobra de tamanho colossal poderia retornar, não sabia e nem pagaria para ver, mas não sabia para onde ir e por isso tinha Inoguro e Gakhan lá, mas não sabia para onde eles queriam ir e se ambos iriam concordar ou se ambos iriam se separar, mas o psicopata poderia tirar proveito dos dois, da Arcanja já tinha até programado, mas Inoguro ainda poderia ser extraído algum proveito.



Objetivos:
 

Contador do Piromaníaco:
 

Localização das espadas:
 

Histórico:
 


Supa Supa no Mi:
 

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- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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R.I.P:
 


Chibis:
 
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