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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 10º Capítulo - Parabellum!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 3 EmptyDom 26 Abr 2020, 11:36

Relembrando a primeira mensagem :

10º Capítulo - Parabellum!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Masimos Titã Howker, Aaron DeWitt e Draguren Hynno.. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

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AutorMensagem
Yami
Super Nova
Super Nova


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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 3 EmptySex 05 Jun 2020, 12:13




POST

5


10º Capítulo
Parabellum!




POST 5
Undead's Attack




A abrupta interrupção daquele projétil avermelhado me fez ficar com os sentidos extremamente desorientados, principalmente após aquele chute em minha têmpora. ~ Esse desgraçado acabou de usar Busoushoku?! ~ Concluía ainda me erguendo após o golpe em cheio, sentindo o sangue subir à cabeça. Milhões de perguntas eram feitas em muito pouco tempo, mas visualizar a outra oponente me fazia concluir algumas coisas. — Pelo jeito são frutos da Joia da Alma, Diana. Não os subestime. — Teria adiantado o meu raciocínio em concluir que aquela batalha não seria tão simples quanto eu gostaria que fosse e, na medida que minhas adagas iriam sendo projetadas entre meus dedos, já notaria a segunda movimentação da dupla, que já havia estabelecido os oponentes.

Talvez pelo Kenbunshoku ainda estar ativo, ou talvez pela minha audição mais afiada, conseguia perceber com mais clareza os movimentos do ruivo do que da atiradora, e apesar de não me agradar nada deixar Diana sozinha contra ela, cada um de nós precisaria travar suas próprias batalhas agora. Percebendo que o pé de JJ iria atingir em cheio minha face novamente, tentaria reagir com um timing preciso. Para isso, eu iria recolher minha cabeça para dentro de meu corpo pantanoso, como se fosse uma tartaruga, mas em seu lugar eu deixaria uma densa esfera de meu elemento. O motivo daquilo seria para servir de alvo ao canibal e, como não fazia parte de meu corpo original, o mesmo atingiria aquilo e não iria me ferir no processo. Ao atingir, esperava que o impacto reduzisse a velocidade do movimento do mesmo e, se possível, até mesmo o "agarrasse" com a perna esticada, pois o meu movimento seguinte aproveitaria da brecha que sua perna fazia.

E assim, com a perna esticada para mim e meu tronco pronto para o ataque, utilizaria do Kenbunshoku para me guiar enquanto eu não fosse capaz de enxergar para fincar minhas adagas na parte interna da coxa de JJ, utilizando de meus conhecimentos precisos de médico para cortar sua artéria femoral e desencadear uma hemorragia descontrolada. Sendo um zumbi, eu duvidava muito que isso fosse tirá-lo de combate logo de cara, mas com seus músculos perdendo todo o sangue, esperava que isso inutilizasse ou enfraquecesse suas pernas, visto que eram sua fonte de combate. Sendo um corte absurdamente rápido, deixando a maior parte do movimento do corte com o próprio movimento da perna do canibal, me afastaria antes que sua perna tocasse no chão novamente, recuando com algumas cambalhotas para trás enquanto estruturaria o meu corpo novamente em sua forma original, já numa distância segura.

Mas sequer deixaria que o canibal tivesse tempo de se recompor ou reagir, pois no instante em que conseguisse me estruturar novamente, utilizaria do geppou para me projetar em sua direção, mas usando o ar ao meu favor, para ficar longe do alcance de seus chutes em minha face. Sabendo do que ele era capaz, não poderia me basear no uso da intangibilidade da Numa Numa no Mi, me obrigando a ficar atento para efetivas esquivas. E, com isso em mente, avançaria de forma implacável em sua direção, segurando a respiração para que meus movimentos não se desvencilhassem de um corte perfeito. Durante o meu disparo em sua direção, com os olhos fixos em seu corpo, que ainda estaria se ajeitando após o fim de seu golpe contra mim, utilizaria o Kenbunshoku para prever sua próxima movimentação, conseguindo enxergar em minha mente quase uma linha até meu alvo, indicando o caminho a ser feito.

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Com as lâminas de minhas adagas enegrecidas se projetando de minhas mãos como garras afiadas, moveria o meu corpo como num passo de dança, deslizando o corte de forma precisa para um corte limpo, mirando majoritariamente no pescoço de JJ. A ideia seria de aplicar uma velocidade e firmeza tão absurda em minhas lâminas que eu poderia cortar aço e sequer perceber a resistência do material em meus punhos. Me atentaria sempre numa reação com o Soru para se afastar, mas sabendo bem como funcionava aquela técnica, sempre me colocaria a um passo na frente, pois com o Haki da Observação, conseguiria sempre notar para onde ele estaria indo, podendo cancelar o meu corte para então me direcionar ao local onde ele ainda não estava, mas eu sabia que iria estar momentos após.

Por sorte eu já havia coletado informações o bastante de meu adversário para ter uma boa reação nesse momento, então eu precisava ser implacável, usar isso ao meu favor antes que ele soubesse melhor sobre as minhas capacidades ofensivas, uma vez que ele só havia visto eu utilizar da Numa Numa no Mi, então exatamente por isso estava abusando de meus outros atributos em combate. E em caso dele conseguir reagir a tempo, utilizando de sua extrema velocidade e resistência para se aproximar, mesclaria meus movimentos com deformação de meu corpo lamacento para garantir uma esquiva perfeita. Para isso, sempre que visualizasse um chute sendo projetado em minha cabeça, iria me encolher numa poça de lama, projetando meu corpo por debaixo da perna do meu alvo e me jogar para longe, mas não sem antes deixar um fino corte em sua panturrilha. Caso o chute viesse a ser no meu tronco, ao invés de desviar, eu me aproximaria com tudo, afastando-me da área de seu pé e canela e ficando na área mais próxima da coxa, onde não havia tanta potência como haveria nas extremidades de seus membros. Com a proximidade feita, a vantagem seria minha para realizar uma estocada no abdome de JJ, empurrando-o com toda a força para longe enquanto perfuraria seus órgãos com uma torção de meu punho. E, caso fosse realizado um chute rasteiro, utilizaria do geppou para esquivar e sair da área de ataque, aproveitando da situação para me jogar em cima de JJ, mas agora perfurando seu trapézio ao enfiar minhas lâminas diretamente ali, permitindo que eu desse uma cambalhota por cima de seu corpo e puxasse as lâminas para potenciar o corte, e ao mesmo tempo me colocar para longe.

E em todos os momentos, durante os meus cortes, expeliria de meus pés uma boa quantidade de lama para que ela começasse a transformar o terreno em um pântano, dando-me maior vantagem em meu domínio. Faria isso apenas durante meus ataques para que JJ estivesse prestando atenção no local do dano, e não no que eu estava fazendo abaixo de meus pés, permitindo que ele tivesse o deslize de pisar em minha lama posteriormente. Como ele era usuário de taekwondo e utilizava o Soru, eu sabia que ele dependia muito do chão para lutar, diferente de mim que lutava saltando e usava do Geppou, permitindo mesclar meu combate entre o chão e o ar. Além disso, eu já havia testado as forças do canibal enquanto o prendia em meu pântano, pois se não fosse a interferência da sereia, significava que minha força conseguia sobrepujar ao do ruivo. Isso me fazia concluir de que, caso eu conseguisse prender os seus pés depois de expelir mais lama, ele não conseguiria sair por conta própria, me fazendo ganhar aquele combate antes mesmo dele ter iniciado pra valer.







Legendas:

  • Fala
  • Pensamentos






Histórico:

Spoiler:
 






CRÉDITOS Roevs
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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 3 EmptyDom 07 Jun 2020, 00:58



THE CALAMITIES


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Post 5 - Os inimigos na floresta




Gamma



Tobio reclamava de dor após receber o cascudo daquele punho de aço que criou um calombo quase tão grande quanto a cabeça do coelho. Ignorando os xingamentos do mink, Hynno seguiu na direção de Kohebin que havia o chamado para ver o mesmo que ele: um filhote daquela cobra gigante, e que de acordo com o cientista, era uma fêmea. Diferente da provável mãe, a pequenina poderia ser bem mais fácil de se domar, e os conhecimentos de Draguren no assunto davam para ele mais confiança de que seria possível. Usando então suas técnicas de doma, o espadachim conseguiu convencer a pequena serpente a confiar nele e após alguns minutos de tentativa ela até subiu em seu braço e rastejou pelo seu corpo até ficar ao redor do seu pescoço como um cachecol azul.

- Esse aí gosta mesmo de pegar na cobra, já tem talento, oh lá. - Disse Tobio quase rindo da própria piada que tinha a intenção de provocar seu companheiro. Se Hynno viesse a se irritar de alguma forma ou mesmo tentar dar outro cascudo no mink, este por ser um ninja explodiria uma bomba de fumaça e desapareceria com velocidade para evitar qualquer tipo de ataque. - Mas fica com a boca fechada que essa é diferente da que você gosta de engolir. HIHIHIHRHRIHI! - E completaria a provocação alguns metros de distância do espadachim que erraria qualquer ataque por conta da fumaça. OBS: Para não arriscar, Tobio explodiria a bomba de fumaça e se afastaria de Hynno independente da reação que ele tenha, pois já estaria com medo de tomar outro cascudo. Há sim a possibilidade do espadachim simplesmente rir junto ou revidar com palavras do mesmo nível.

Após toda essa cena puxada para o lado cômico, o piromaníaco nomearia a sua nova amiga de Manda, e logo em seguida a narrativa já descrita envolvendo a aparição do espadachim com cabeça de javali e o ataque dele ocorreria.

O alvo do celestial era o cientista, talvez por julgá-lo um alvo mais fraco ou simplesmente por estar mais próximo, porém isso pouco importa, já que Hynno teve sucesso em defender o aliado se movendo com velocidade na frente dele para realizar o bloqueio com suas duas espadas. Tentando não iniciar um combate desnecessário, o Piromaníaco tentou explicar para o javali-alado que ele e seu grupo haviam se aliado à Mikhan, mas o que ele não esperava é que isso iria ter um efeito muito pior apenas deixaria o espadachim mais irritado.

- COVARDES! SE ALIARAM AOS DEMÔNIOS DO MAR AZUL PARA NOS DESTRUIR COM MAGIA NEGRA! - Gritou o homem logo depois atacando de maneira aleatória, mas com muita violência, as espadas de Hynno na esperança de que fosse conseguir passar pela defesa dele.

- Deixa que o Tobio salva o dia! - Disse o coelho saltando de onde estava para arremessar shurikens na direção do inimigo enfurecido e assim forçá-lo a se afastar como era o que Draguren queria.

- QUE?!!! QUE BICHO FEIO É ESSE?? - Gritava o celestial ao perceber a presença de Tobio tendo que pular para trás para não ser atingido pelas estrelas ninja.

- NÃO TEM ESPELHO EM CASA, FILHO DA PUTA?!!!! - E como resposta, o mink gritaria de volta.

Aproveitando o momento que o javali se afastou, Hynno avançou com velocidade para atacá-lo, um ataque com a Ymir e o outro com a Jigoku. A espada gélida teria sua rota alterada por um ataque do celestial que visava atingir a lâmina inimiga com força e assim evitar ser atingido. E aqui, para a surpresa do piromaníaco, o cabeça-suína não se movimentou para bloquear ou se esquivar da espada infernal, sua intenção era tentar acertar o pirata mais rápido e assim usar do conceito de “a melhor defesa é o ataque”, mas que de certa forma também mostrava uma inexperiência por parte do estranho. A lâmina flamejante saiu rasgando a pele do espadachim-celeste, porém, novamente para a surpresa de Hynno, ele conseguia fazer o mesmo, cortando a barriga de Draguren de baixo para cima antes de ser arremessado para trás pela força superior do corte do Piromaníaco.

- CORTE CORTA BUCHO! - Bradaria o desconhecido ao aparentemente utilizar uma técnica para conseguir penetrar a resistência do pirata, e pela terceira vez seguida, o fato dele também usar Haki em seus ataques poderia ser uma surpresa.

O celestial foi jogado pelo impacto do corte que fazia o sangue jorrar de seu corpo, entretanto ele não se deu por vencido ao cair no chão e rapidamente voltou a se levantar para ficar atento ao próximo ataque de Hynno. O que o homem não esperava é que isso acabaria por fazer a sua cabeça de javali sair de seu corpo e revelar sua aparência jovial e extremamente bela se comparado ao estilo bruto e selvagem anterior.

- Filho da puta… Pior que o desgraçado é bonito! KKKKKKKKKKKKKKKK! - E o coelho cairia na gargalhada não conseguindo mais se concentrar na luta.

- MALDITO! EU VOU TE MATAR! - Ameaçou o jovem espadachim ficando ainda mais irritado com a situação.

Acontece que nesse momento da batalha, um barulho vindo da floresta revelava a chegada de mais uma pessoa, dessa vez não usava máscaras e parecia estar bastante ferida, pois se mantinha em pé usando as árvores e a própria espada como apoio. Apesar do cabelo curto e a armadura que são mais comuns de ser visto em homens, os traços do rosto dessa pessoa indicavam que talvez fosse uma mulher.

Spoiler:
 

- Gakhan!! - Exclamou o javali ao ver a cavaleira de cabelos loiros. Nesse instante, o espadachim ignorou completamente a existência dos outros três e avançou com velocidade para cima da mulher. - Isso é pelo meu povo, sua maldita!

- Inoguro, espere! - Pedia ela levantando sua espada para realizar o bloqueio do golpe realizado por aquele que agora havia sido revelado se chamar Inoguro. - A ilha do céu está sobre ataque de invasores do Mar Azul, nós skypieanos também fomos prejudicados! - Então ela olhava para Hynno com as chamas da fúria queimando em suas íris. - Eles são os inimigos!

- MENTIROSA! Ele disse que se aliou ao Mikhan! - Respondeu com raiva girando suas espadas para tentar atacar de outro ângulo, mas novamente a mulher se mostrou habilidosa e conseguiu bloquear os ataques mesmo estando cheia de ferimentos e ensanguentada. O homem-porco também teria reflexos bons o bastante para tentar bloquear ou se afastar caso o pirata viesse atacá-lo enquanto se focava na arcanja.

- Eita, porra, que confusão do caralho. - Comentaria Tobio já não entendo nada do que estava acontecendo com relação a alianças e inimigos.

Como se a festa já não estivesse cheia o bastante, mais barulhos vindo da floresta indicavam a chegada de mais pessoas. Dezenas de celestiais armados com lanças iam surgindo ao redor deles, cercando-os por praticamente todas as direções. Tratando-se de habitantes do céu, era esperado que ou Gakhan ou Inoguro ficassem tranquilos com a chegada deles, mas na verdade ambos mostravam-se preocupados com essa aparição.

Spoiler:
 

- Covardes sem honra! Eu não estou com meus homens aqui, isso é golpe baixo! - Reclamava Inoguro ao ver a enorme quantidade de inimigos que surgiu para cercá-lo e deixá-lo praticamente no um contra vinte, porém quando um desses celestiais tentou atacar Gakhan, o espadachim ergueu as sobrancelhas confuso.

- Afaste-se! - Ordenou ela para o líder dos shandian enquanto bloqueava a lança atacante ao mesmo tempo que empurrava o mais novo para o “centro do círculo”.

- Mas que diabos… Por que um soldado divino está te atacando, Gakhan?! - Perguntou Inoguro completamente confuso, então sua primeira reação foi se virar novamente para Hynno e se preparar para atacá-lo, talvez fosse culpa dele, mas o piromaníaco também havia acabado de ser alvo de um desses lanceiros. - Que porra está acontecendo aqui?

E no fim, Hynno, Tobio, Kohebin, Inoguro e Gakhan estariam lado a lado no centro de um círculo formado por soldados celestiais que pareciam tratar qualquer um deles da mesma forma: como inimigos. Quando percebeu o que estava acontecendo, o cientista de cabelos longos sorriu.

- Eles são corpos sem alma que foram reanimados… Quem diria que depois de tanto tempo eu iria reencontrá-lo aqui. - Explicou Kohebin deixando um pouco mais claro a razão do porquê os soldados de Gakhan estavam a atacando. Percebendo que seria obrigado a lutar para aumentar as chances de sobreviverem, o cientista injetou no próprio corpo uma droga que estava guardada dentro de uma seringa. Isso rapidamente fez com que sua aparência fosse se tornando mais reptiliana, mas o mais bizarro era o fato de que seu pescoço se esticou como se fosse o corpo de uma cobra. Kohebin na verdade era um membro da tribo dos pescoço-de-cobra.

Spoiler:
 

- Sabia que essa merda era magia negra... MAS QUE DEMÔNIO É ESSE?! - Comentava Inoguro a respeito da primeira parte da fala do cientista, e então se assustou com a transformação dele, fazendo a típica cara de One Piece com os olhos saltados.

- E quem são vocês? - Perguntaria Gakhan para Hynno, afinal ela também estava confusa com toda essa situação. Independente da resposta ela completaria: - Tsc… Tanto faz, se também estão contra os invasores então não me importa. Não sei como eles fizeram isso, mas alguém do lado de lá parece ser capaz de controlar aqueles que foram derrotados… Fui pega completamente de surpresa por essa habilidade, e não me sinto confortável em atacar meus próprios aliados.

- Que lindo, mas pelo visto eles não parecem ter esse mesmo problema. - Comentaria Tobio atento aos soldados que se aproximavam lentamente com as lanças erguidas.

- Ainda existe a possibilidade de recuperá-los… Acredito que o que os reanimou é uma droga poderosa, mas para ela ter efeito é preciso que o corpo do alvo esteja morto. Portanto, se seus soldados morreram por causas naturais em combate, agora eles são apenas marionetes e jamais voltarão a ser quem eram… Porém, se eles perderam suas almas pela habilidade de Byakushi, talvez se este for derrotado essas almas voltem para seus corpos originais. - Explicou Kohebin.

- Acredito que estamos lidando com a segunda possibilidade… Então por favor, se for possível, não destruam seus corpos. - Pedia Gakhan se preparando para o combate que iria começar.

- HAHAHAHA! É óbvio que eu não vou perder a oportunidade de enfiar minhas espadas na cabeça de um maldito soldado de vocês… Será uma pena que não poderei vê-los gritando de dor. - Respondeu Inoguro com um sorriso sádico no rosto. A arcanja claramente se incomodou com tais palavras, mas infelizmente ela não poderia fazer nada nesse momento crítico.

Quando a batalha explodisse e os soldados divinos “zumbis” avançassem contra o quinteto, cada um teria que se defender da sua própria maneira, pois o número de oponentes era muito maior e dava praticamente uma média de três ou quatro adversários para cada. Apesar dos ferimentos anteriores, Hynno e Inoguro conseguiriam continuar lutando mesmo assim, o que não era o caso de Gakhan, visto que a mulher apresentava um número bem maior de machucados pelo corpo e isso parecia estar enfraquecendo sua eficiência. Tobio e Kohebin conseguiam fazer um bom trabalho, o mink com seus ataques ninja e o cientista com um estilo de combate ágil, cheio de esquivas e aparentemente algumas mordidas venenosas.

Apesar da desvantagem numérica, Hynno sabia que sua força era superior a desses soldados se colocado para enfrentá-los em um contra um, talvez fosse por conta da zumbificação ou eles realmente não eram muito fortes antes. O problema, no entanto, viria daquele homem que se aproximava do local emanando uma estranha aura assassina que para o piromaníaco era impossível não perceber, quase como se existisse uma “força maior” que o fizesse olhar naquela direção. Este homem também tinha a aparência pálida como a dos outros soldados, porém seus olhos e braços emanavam um brilho azul claro como se fosse uma energia vinda diretamente do submundo.

- Fiquem atentos com aquele... - Comentaria Gakhan ao perceber que mais um inimigo havia chegado, mas pelo visto esse era diferente dos outros.

Seria ele o responsável por transformar o exército divino em marionetes? Talvez, mas ele parecia ser apenas mais um deles, só que por algum motivo bem mais poderoso que os minions que os atacavam agora. O homem ergueu a cabeça para encarar Hynno, levantou um pouco seu chapéu triangular com a ponta do dedo indicador esquerdo, e então com a mão destra mostrou uma carta coringa antes de arremessá-la na direção do piromaníaco. A diferença desse ataque é que quando essa carta aparentemente inofensiva estivesse chegando bem próxima de Draguren, ela explodiria revelando-se como um tipo especial de bomba… E dessa vez o espadachim não teria como reagir a tempo devido a surpresa, mas ao menos no reflexo alguma coisa para diminuir os danos poderia ser feito.

Spoiler:
 




Beta



Por mais que estivessem acontecendo simultaneamente, Diana e Aaron não conseguiam travar uma batalha em dupla, pois a sereia inimiga preferia confiar na força individual de cada um deles, principalmente porque o Melancólico outrora tivera uma recompensa de 270 milhões pela sua cabeça. Entretanto, se ele de fato ainda tinha a mesma força e periculosidade que fez juz a esse valor, somente o decorrer do restante desse combate seria capaz de provar.

Usando da estratégia da tartaruga, Aaron evitou o primeiro chute de JJ recolhendo sua cabeça e colocando uma bola de lama no lugar para ser atingida, porém a força do ataque do ruivo zumbi havia aumentado consideravelmente para essa esfera não ter o efeito que o Fantasma Escarlate procurava. Sem a perda de velocidade da perna de Jullian, Aaron não poderia usar o seu movimento seguinte na maneira que desejava, já que o seu ponto alvo se movimentou rápido demais.

De toda forma, o ruivo ainda poderia mudar o seu foco para atacar outra região do Melancólico, porém dessa vez seria impedido por um bloqueio do taekwondista que usaria uma das mãos enegrecidas contra o braço de Aaron para repelir sua adaga. A velocidade e precisão de JJ em atacar e se defender poderiam indicar que o Armamento não era o único Haki que ele sabia usar, por isso mesmo morto, o Melancólico deveria estar pelo menos no mesmo nível do Fantasma Escarlate.

Provavelmente foi nesse momento que o jovem Dewitt se deu conta de que precisaria de mais concentração para vencer essa batalha, caso contrário não seria capaz de superar o Kenbunshoku do seu adversário. Controlando a respiração e aumentando a concentração, Aaron avançou de maneira veloz fazendo uso do geppou para se movimentar pelo ar e assim tentar achar o ponto fraco da próxima movimentação do oponente. JJ também era rápido e correu na direção do ruivo para tentar atingi-lo e aqui tudo dependeria de quem conseguisse ser melhor que o outro. O chute de Jullian ou o corte de Aaron os dois a 80km/h qual venceria?

O sangue jorrou do pescoço de JJ enquanto o gatuno conseguia pousar tranquilamente do outro lado sem ser atingido, pois sua esquiva, movimentação e uso do Kenbunshoku conseguiram ser melhores nessa situação. E claro, como o próprio akumado já havia imaginado anteriormente, esse tipo de ataque não seria o bastante para vencer o combate, mesmo que contra um inimigo comum já significasse o fim dela. Em meio a grunhidos de dor, se é que ele ainda era capaz de sentir esse tipo de sensação, JJ avançou novamente com velocidade para cima de Aaron, visando atingi-lo com mais um chute.

Notando a direção e como o ataque seria feito, o garoto-pântano visou repetir o movimento de se encolher em lama, porém não contava com a velocidade que Jullian B. Joy tinha para poder produzir a finta que iria mudar por completo a rota e até mesmo a perna que usaria para acertar a cabeça de Aaron com um golpe de calcanhar de cima para baixo. A pancada desse chute era tão poderosa que assustava, pois por um momento a Calamidade poderia jurar que perderia a consciência. Essa era então a verdadeira força do Melancólico?

Sangue seria cuspido pelo ruivo e seus conhecimentos ainda poderiam arriscar um traumatismo craniano. Entretanto, seja por um milagre, por mérito total da força física de Aaron ou por enfraquecimento do corpo zumbi de Jullian, o Fantasma Escarlate foi capaz de resistir ao dano sofrido e antes que sua mente apagasse por completo, conseguiu também revidar perfurando o abdômen inimigo com suas adagas e assim levar ambos para o chão.

Caindo por cima do zumbi e podendo usar o peso ao seu favor enquanto mantinha as adagas presas ao corpo dele, Aaron só precisaria se manter assim se quisesse vencer a batalha, pois com a lama que ele já havia espalhado pelo chão anteriormente, bastaria que ele voltasse a se unir a ela para aumentar os efeitos de sua fruta em aprisionar e absorver seu oponente para o interior de seu pântano. Acontece que JJ não deixaria isso acontecer tão facilmente, usando a força de suas mãos enegrecidas, o Melancólico agarraria o pescoço de Aaron com uma força absurda que em poucos segundos seria capaz de não apenas matá-lo enforcado, como talvez até quebrar seu pescoço.

O medo de não conseguir ser rápido o bastante existia, mas não chegaria a se concretizar, pois a vitória seria do Fantasma Escarlate uma vez que ele seria capaz de absorver Jullian B. Joy antes da força do zumbi garantir a sua derrota. Entretanto, engana-se se acha que essa vitória viria sem sequelas, pois a sensação de ainda estar sendo estrangulado por JJ permaneceria no pescoço de Aaron, tirando-lhe o ar por mais alguns segundos.

Sua vista começaria a ficar embaçada durante esse tempo e sua audição muito distorcida, mas ele poderia concluir durante esse momento que Diana não parecia estar tendo o mesmo resultado que ele na batalha contra a sereia trintona, por isso assim que conseguisse se recuperar seria melhor correr para tentar ajudá-la de alguma forma, caso contrário acabaria vendo-a morrer pela segunda vez.

- Aaron, quando isso acabar, solte-me junto deste que acabou de enviar para cá… Quero analisá-lo melhor. - Pediria Dr. Kirby de algum canto no interior do pântano de Aaron. Talvez ele tivesse alguma informação importante para passar, e claro, se fosse para tirar o Melancólico do pântano que fizesse isso da maneira mais segura possível. É importante deixar claro também que para Dr. Kirby fazer tal pedido, Jullian ainda precisaria estar vivo.




Alfa



Após a saída de Shido e Rakhan do altar, Masimos decidia que ele e Lut deveriam seguir pelo caminho que os levaria até as tais ruínas ao qual eles já tinham informação sobre a existência e localização. Após descerem do local onde estavam, a dupla precisaria seguir pela floresta de Upper Yard em direção ao norte para conseguirem achar as ruínas, claro que com os conhecimentos atuais de navegação o tritão conseguiria localizar o norte com facilidade, porém também seria possível chegar até lá apenas usando o pé de feijão gigante como ponto de referência.

A intuição de Masimos lhe apontava para algumas suposições, mas sua prioridade no momento era encontrar os demais arcanjos e esperava que fosse capaz de ter bons resultados indo até as ruínas. Boa parte do caminho até lá foi tranquilo e sequer sentiu a presença de outras vidas por perto, e isso talvez fosse por conta da sua aura intimidadora de Emissário da Morte que estava fazendo, por instinto, os animais ao seu redor se afastarem dele.

Antes mesmo de chegar até as ruínas, os sentidos da Calamidade identificariam os primeiros seres vivos pelo caminho, estes não eram animais, pois era fácil perceber que se tratavam de vidas inteligentes. O primeiro era um jovem de cabelos castanhos que empunhava uma katana, ele parecia estar enfrentando outra pessoa, e esta o tritão poderia ver que se tratava de um mascarado com vestes negras, o que a essa altura já era bem fácil para ele identificar a que grupo este pertencia. O mascarado usava lanças e parecia estar com vantagem na batalha contra o espadachim que já apresentava ter uma série de ferimentos.

Spoiler:
 

- Não tenho autorização para matá-lo, então não me force a arrancar suas pernas para poder fazê-lo parar de fugir. - Disse o mascarado para Daityr, e pelo timbre de sua voz aparentemente tratava-se de uma mulher.

- Eu só ouço você falar, mas não vejo você conseguindo cumprir. - Respondeu o espadachim avançando para tentar cortar a lanceira com um corte de cima para baixo. O ataque era facilmente bloqueado por ela que em seguida acertava um chute na barriga do atacante para jogá-lo para trás. - ARGH!

- Não me faça rir… - E ela poderia atacar novamente Daityr, mas Masimos nem precisaria se aproximar muito para ela perceber a chegada dele muitos metros de distância, ainda que este estivesse de alguma forma tentando ser discreto. Sem nem pensar duas vezes a mascarada arremessou contra o tritão uma de suas lanças vermelhas, tendo como objetivo atingir a sua cabeça em um golpe fatal. - Tsc, bem que ele disse que você chegaria.

Spoiler:
 

Enquanto isso, em algum lugar não muito distante dali, pois era possível ver perfeitamente a cena acontecendo, alguém estava os observando. Apesar da claridade do dia, essa pessoa observava de um ambiente mais escuro e sua visão parecia bloqueada por alguma parede transparente. Ele tinha um Den Den Mushi de casco negro e uma mascarazinha branca com um nariz pontudo, provavelmente a mesma que ele usava. Por conta da voz, era identificável que tal pessoa era um homem, e este falava pelo caramujo:

- Acabei de encontrar Tamara enfrentando Daityr na floresta, e aparentemente o Emissário acabou de chegar aqui com a sua companheira polvo. - Informou o homem falando em um tom bastante audível para a audição aguçada de Masimos, porém da mesma maneira que ele não pode vê-lo ali, o tritão também não conseguia ouvi-lo.

- Hm… Então a alma de Tamara certamente será enviada para a Deusa em breve. Você terá que enfrentá-lo, mas pegue leve, pois sou eu quem deve matá-lo, portanto apenas dê um jeito de pegar o descendente e saia daí depois que conseguir. - Respondeu o Den Den Mushi reproduzindo a voz de outra pessoa.

- Tentarei fazer o possível… Mas não garanto a parte sobre não matá-lo. Kakaka... - Disse o mascarado dando uma leve risada no final.

- Não o subestime, Joseph.

E então a ligação foi encerrada, mas os olhos do mascarado continuavam a observar seus alvos.

HISTÓRICO DA AVENTURA:
 

FERIMENTOS (Atualizado):
 


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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 3 EmptySeg 08 Jun 2020, 22:18



Masimos Titã Howker
A Calamidade Morte
Legendas
FALAS | Narração

O percurso até as ruínas acabava sendo tranquilo e rápido. No entanto, logo ao me aproximar da entrada do inexplorado local, poderia avistar dois seres vivos; pelo visto em combate. Obviamente reconheceria aquela maldita mascara, apesar de não reconhecer o outro humano. Não nego que cerrava os punhos severamente, sentindo o impulso de ceifar aquele maldito membro da organização. Entretanto, optava por aguardar mais um pouco e avaliar melhor a situação, afinal... não sabia se era apenas "um" ou "grupo" da rosa negra em ação.

O desejo se tornava mais forte em atacar aquele desgraçado ou melhor dizendo, desgraçada já que era uma mulher em um tipo de armadura excêntrica. Seria tolice tentar qualquer tática furtiva, sabendo bem que essa era uma das capacidades básicas da maioria dos membros. Além disso, não fazia muito do meu feitio ataques sorrateiros. Passo-a-passo seguia em linha reta até ficar alguns metros de distancia, notando que minha presença teria sido notada; já algum tempo por sinal.

Uma lança era desferida contra mim e instintivamente viria a bloquear com a mão, impedindo o ataque entre os dedos, demonstrando a ponta da lança poucos centímetros perto do rosto. ~ Hóóóh... ora, ora quanta coragem! Ou devo dizer petulância? Proferia ao mesmo tempo que abriria os dedos deixando a lança cair sobre o chão.

Antes que retornasse a falar, conseguia ouvir uma voz sussurrando a uma boa distância, mas devido meus sentidos era possível ouvir claramente. Pela resumo da conversa era possível identificar que a inimiga a minha frente não estaria atuando sozinha, pois, possuía um aliado observando em uma posição segura. ~ Hmm...Talvez um atirador? Diria em um tom de voz baixo, já deixando Lut atenta quanto a outro elemento. Estava supondo que a distancia do homem seria para lhe favorecer, ainda que fosse algo hipotético e incerto.

Ouviria uma segunda voz, possivelmente dialogando em um den den mushi, que logo viria a identificar o dono dela. Toda a compostura e calma que eu havia demonstrado, o rancor que estaria guardado, uma fração disto viria a se romper. ~ BYAAAAAAAKUSHI!!! SEU VERME! Vociferaria ao mesmo tempo que pisaria sobre a lança expondo grande ódio pelo pirata. Por um momento, quase haveria esquecido que o inimigo permanecia ha minha frente.

Ainda que a veia em minha testa estivesse prestes a explodir referente a manifestação da fúria, o intelecto tentava perseverar. Porque diabos aquele maldito não vem me encontrar? Qual era o proposito dele em querer permanecer distante, por mil demônios! Estou bem aqui! Porque não vem me enfrentar, maldito! Acha que pode escapar de mim!? Seu verme repugnante, só está adiando o inevitável. Sua morte será um troféu a minha amada Deusa.

Soltaria um suspiro intenso e, ao retomar o raciocínio da situação, viria a pegar em meu bolso o gravador que Mikhan haveria me fornecido. ~ Pelo visto ficarei ocupado, Lut. Devido a situação, deixarei você encarregada de encontrar os dois últimos arcanjos; Gakhan e Lufihar. Informe a situação para eles e façam ir para onde Mikhan está. Falaria durante o tempo que entregaria o Dial e tocaria no ombro da minha fiel aliada. ~ Não se preocupe... parece que a Deusa fará um banquete hoje. Seria impossível esconder os olhos sedentos pela morte, como principalmente a morte de meus inimigos.

Utilizaria minha habilidade em refletir, teleportando a mulher, para longe em algum ponto que meus aguçados olhos pudessem visualizar; uma centena de metros a nossa frente. Possibilitando a continuação da busca sem que Lut se tornasse um alvo. Em seguida, viria a me dirigir a palavra com o espadachim que estaria confrontando a lanceira. ~ Ei, garoto. Proferia enquanto caminharia vagarosamente em direção a ele e meu inimigo. ~ Espero que não se aborreça, mas... você está com a minha presa. Estalaria os dedos das mãos ao mesmo tempo que exibia um rosto carregado de sicário e retornaria a falar. ~ Caso não tenha percebido...existe outro deles lhe observando a uma boa distância, devo dizer, e se quisessem você morto, já estaria de fato. Após me aproximar de forma ousada, quase como se estivesse pedindo para ser atacado, o que de fato estaria, novamente proferiria. ~ Talvez a Deusa da Morte queira que você continue vivo, afinal... nossos caminhos se cruzaram. Nesse momento viria a fintar com zanga, expressando um olhar tão assassino e intimidador possível quanto a hostilidade que estaria exaurido pelo corpo todo. ~ O que está esperando? Sua morte já foi decidida, sinta-se honrada em tê-la pelos punhos da verdadeira Calamidade "Morte"! Terminaria de proferir aguardando pelo avanço da lanceira, o que seria lógico devido a afronta e minha capacidade em psicologia para instigar o ataque do inimigo de uma forma não perceptível.

Assim que mulher atacasse, já estaria canalizando a energia necessária para ativar minha técnica defensiva. ~ Tekkai! Shahei! Com propósito de neutralizar, ou diminuir, todos danos e assim avaliar a força do oponente, bem como sua capacidade ofensiva e inclusive sua destreza em combate; ao utilizar a lança já deixava um tanto obvio sua maestria, mas poderia ser perita em outras formas. Caso fosse empurrado pela força ou permanecesse no mesmo local, voltaria a provocar a mulher. ~ Hunf, isso é tudo? Independente se o dano fosse alto ou não, estava utilizando um tática para desestabilizar o raciocínio dela enquanto esperaria pelo ataque furtivo do outro inimigo, ou da mulher novamente. Nesse momento utilizaria meu estilo de combate especializado para bloquear, ao mesmo tempo que agarraria pelo membro/arma do adversário e com um Dash junto de um giro viria a arremessar o oponente contra o chão. Rapidamente desferiria um conjunto de dois ataques em sequencia contra o adversário, ainda no chão, visando atingir seu cranio, peito ou membro com intuito de esmagar ou quebrar seus ossos e assim prejudicar seus movimentos.

Caso fosse atacado pelas costas, frente ou laterais, visaria utilizar então minhas capacidades da Nykiu Nykiu no mi e refletir o ataque calculando a posição exata para o punho/arma voltar contra seu portador; fazendo o inimigo lhe causar danos contra ele mesmo. Enquanto estaria lidando com um e fosse atacado por outro, percebendo a ineficiência em lidar com os dois, tentaria perseverar com a ativação do Tekkai para diminuir os danos enquanto centralizaria em um todos os ataques e assim impossibilitasse o mesmo. A estratégia de lidar contra dois oponentes fortes, ainda que não tivesse total certeza se eram, estava na essência de incapacitar as ações de um enquanto lida com outro. Mas caso apenas a lanceira viesse me atacar, seria ainda mais eficiente minha tática defensiva quanto ofensiva.

Todavia, caso viesse a errar a tentativa de agarrar, utilizaria de Dash's acelerados pela lateral para chegar em suas costas e agarrar seu corpo e após jogar contra o solo desferir a mesma sequencia de golpes. Possuindo em mente que o inimigo poderia possuir capacidades da Akuma no Mi, tentaria identificar e caso necessário permanecer mais na defensiva, apenas refletindo os seus ataques, para avaliar e contra atacar se possível. Tendo em mente que poderia estar lidando com um usuário de logia, revestiria os punhos com Busoushoku haki para ter eficiência em lhe atingir o corpo como também maior dano.

Havendo a hipótese de ter exito em meus ataques, viria a questionar a mulher a inimiga. ~ Eu geralmente viria a lhe propor para você em me dizer onde estaria Byakushi e como recompensa lhe deixar viva, para não desperdiçar meu tempo. Mas estou bastante aborrecido e disposto a lhe torturar para obter o que desejo! Mas me pergunto se seu comparsa virá lhe ajudar. Falaria expondo uma face maquiavélica e rancorosa, mesmo que aquela mulher não fosse a culpada pelos atos de Byakushi, apenas por fazer parte da Rosa Negra bem como aliada do pirata, certamente mereceria morrer cruelmente pelas minhas mãos! Não só ela é claro, mas como também aquele outro que permanece distante, não que vá durar por muito tempo. Minha ira chegará a ele logo, logo.
Técnica Utilizada:
 

Histórico:
 



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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 3 EmptyQui 11 Jun 2020, 02:42


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"Como você venderia a morte? Literalmente a experiência definitiva! Sem seguro, sem enjoo, sem discussão, uma viagem só de ida"
Post: 06 | Localização: Upper Yard




A dominação sobre a serpente, cujo nome agora era Manda, havia sido um sucesso e agora, ela se enrolava no pescoço de Clark Quente, mas não de forma á estrangular, mas sim, como se o psicopata fosse uma espécie de cabide. Cuddle fazia uma piada sobre aquele momento, Hynno buscava aplicar outro cascudo, mas o mink era mais rápido e soltava uma bomba de fumaça, era uma cortina para a fuga dele do cascudo. Dito e feito, após a fumaça, Tobio se afastava. – É você que tem que tomar cuidado, “Cuddle”. Manda é maior que ti e a minha é maior que você.. Começava a rir do que havia dito e então, toda a ação se iniciava. Conseguia salvar Orochimaru, se colocando na frente e bloqueando o corte em tesoura do cabeça de javali e achava que dizer que tinha aliança com Mikhan iria solucionar aquilo, mas o efeito foi reverso, ele ficava mais pistola com o trio e começava a agir como um animal irracional e buscava passar pela defesa do pirata e então, Tobio decidiu fazer algo, buscou atacar o cabeça de javali com estrelas ninjas, fazendo o sujeito cair no plano do espadachim. Houve uma troca de palavras entre o mink e o sujeito, após o lançamento de Cuddle.

Com uma abertura, Hynno executava seu plano ofensivo e o que intrigava o psicopata foi no momento do avanço de Jigoku, geralmente seus oponentes buscavam bloquear ou se esquivar dos ataques, mas o cabeça de javali não, ele apostava em um contra-ataque e acabava por fazer um corte na barriga do pirata, mas o javali também era e ao cair no chão, o mesmo se erguia rapidamente e nesse momento, a cabeça suína saia e dava para ver o rosto de verdade do sujeito e quem diria, o sujeito tinha um rosto delicado, como o de uma mulher. Tobio caia na gargalhada com aquilo, o sujeito, chamaria assim, pois mesmo com o rosto feminino, não possuía seios, ficava irritado, mas antes de qualquer coisa, pela terceira vez, um barulho vindo da floresta surgia e então, via o que era. Diferente de antes, não era uma serpente colossal e nem alguém usando máscara, essa pessoa usava uma armadura, além de ser uma espadachim e uma adição era que a mesma estava machucada. O nome dela era revelado pelo cabeça suína, que também tinha seu nome revelado em uma resposta imediata de Gakhan e seu nome? Seu nome era Inoguro.

Sua fúria agora do trio havia ido para a nova integrante do cenário, Gakhan. A mulher conseguia bloquear os golpes de Inoguro, mesmo estando ferida e ainda citava sobre a ilha estar sendo atacada por invasores do “Mar azul” em seguida, ela olhava para o psicopata e acusava o trio de serem os inimigos, mas a salvaguarda era que havia dito para Inoguro que havia se aliado com Mikhan, tinham uma briguinha, na verdade, só Inoguro partia para cima de Gakhan, Hynno apenas olhava aquilo. – É, tem razão Tobio. Mas vamos continuar com o de sempre. Avançou contra a gente, matamos. Dava o aviso para Orochimaru e Cuddle, provavelmente nem precisava salientar aquilo para o resto do grupo Gamma. Mais barulhos surgiam da floresta, o que fazia o psicopata comentar: - Parece que as florestas dessa ilha estão bombando de pessoas e animais. Quarta vez, que algo vem delas. Da floresta, dezenas de sujeitos de asas, habitantes daquela ilha, surgiam e cercavam o grupo, o mais estranho era fazer um cerco contra dois habitantes da ilha e pela boca de Inoguro, descobria que aqueles novos elementos, eram chamados de “Soldados divinos”. Ainda empunhava suas espadas, o cabeça suína olhava para o pirata, como se ele fosse o culpado, mas nesse mesmo tempo, notava que um desses soldados com lança, se preparava para atacar o psicopata.

Sobre este lanceiro, o psicopata procuraria se afastar da melhor forma possível e com uma brecha, procuraria fazer uma ofensiva simples, corte de tesoura na vertical e nas mãos daquele soldado, procuraria decepar as mãos dele e não só isso, se agacharia rapidamente e procuraria fincar as espadas nos pés dele. Jigoku e Ymir estariam enegrecidas e uma vez com sua segunda ação ofensiva feita, iria pular na direção do rosto do soldado e com o indicador e o do meio da mão direita laminadas na ponta, procuraria furar o olho direito do soldado e então, puxaria as espadas de volta. Então, segundo Kohebin, eles eram corpos sem almas, reanimados. Só precisava impedir que eles ficassem mortos, mas deixaria aquele lanceiro no estado impossibilitado, via agora Orochimaru adotando uma ação adequada e esquisita, após injetar algo, o cientista mudava um pouco a aparência o mais estranho era ver o pescoço de Kohebin se esticar, como de uma cobra. A mulher então se dirigia para Hynno, questionando quem eles eram. – Somos do mar azul e o bando encontrou Mikhan e pelo que entendi, já que eu sai de lá antes, formamos uma aliança com ele. Ela citava sobre como havia sido pega de surpresa por aquele tipo de habilidade e como ela não estava confortável em atacar os soldados dela. Tobio constatava o óbvio para a mulher.

Kohebin então começava a soltar informações úteis sobre os soldados divinos e o melhor ponto era: Derrotar Byakushi, o líder da Rosa negra, era esse o nome? Se questionava sobre o nome da organização que Masimos havia citado. Aquilo fazia o psicopata abrir um sorriso, pois se seus três ataques fossem um sucesso e o líder fosse derrotado e as almas forem devolvidas, aquele soldado seria uma perda. Sem as mãos, caolho e com seus pés feridos por duas estocadas com as espadas do pirata enegrecidas. Gostaria muito de ver o retorno do soldado no final, se ele ficasse “vivo” até lá.  – Concordo com Inoguro. Não vou atacar para não matar. O que posso fazer, é deixá-los indisponíveis para sempre. Sem pernas, braços.. E você, Gakhan, não está em posição para exigir nada. Antes de tomar uma ação ofensiva, brincaria com palavras para a mulher. – Então Gakhan, em troca de ajuda-la, o que acha de você orar na minha frente depois disto tudo? A palavra orar teria outro significado, além de que, ao falar tal palavra, deixaria exposto em seu tom o que realmente queria dizer com aquilo. Iria ajudar a diminuir o número de uma forma rápida, não iria usar explosivos, mas sim, sua técnica: Peão Peãozinho. O avanço da técnica seria para um lado onde seu grupo não estivesse por perto, poderia ser uma perda de tempo o uso da técnica? Sim, mas ajudaria a limpar mais rápido a leva de zumbis.

Algo chamava a atenção do psicopata e era nada mais, nada menos do que uma aura assassina, uma intenção de matar como a de Hynno, o que fazia o pirata olhar para a direção que vinha e a aparência do sujeito era como a de um zumbi, como as dos soldados divinos, mas parte de seu corpo emanava uma espécie de aura azulada e Gakhan nem precisava avisar, podia sentir que aquele ali, era mais problemático do que os que cercavam o quinteto. – Eu cuido dele. Tobio e Kohebin, cubram a mulher. Quando acabarem com os zumbis fracos, todos nós iremos fazer um cerco nesse cara, por enquanto, vou na frente. Um cowboy? Erguia a sobrancelha ao observar o gesto que ele fazia com o indicador esquerdo. Notava um coringa na mão direita, porque a carta de baralho era arremessada? Seria aquele seu estilo de luta? Hynno então apenas buscava dar alguns passos para o lado, mas então, um brilho começava a surgir. – Oi? E então, o psicopata colocava seus braços na frente de seu rosto e enegrecia seu braço e espadas, além de um pulo para trás na intenção de escapar da área da explosão. – Parece que tem cartas explosivas, quero ter essas cartas também.. Era a última coisa que dizia, antes de começar sua ofensiva contra aquele zumbi mor. Sinalizaria para Manda descer de seu pescoço e ficar fora daquilo, não havia treinado ela para ofensivas ainda.

Seu avanço seria o usual, uma corrida somada com aceleração e um uso de Soru para não dar espaço para aquele cara fazer algo. Próximo dele, buscaria fazer uma estocada com Ymir enegrecida no meio da testa do inimigo enquanto que com Jigoku também enegrecida, procuraria desenhar um arco no ar e na horizontal, visando o pescoço do zumbi mor. Se o cowboy se afastasse para se esquivar dos ataques, no primeiro sinal da esquiva, utilizaria por uma segunda vez, o Soru para diminuir ainda mais a distância entre eles e continuaria suas ofensivas. Se ele se agachasse, com Ymir que iria ser uma estocada, se transformaria em um corte de cima para baixo e então, abriria um espaço entre ele e seu oponente. Caso fosse uma esquiva lateral, provavelmente seria para a esquerda, onde seria o destino final de Jigoku, que iria fazer o desenho do arco na horizontal inicialmente. Se este fosse o caso ou fosse para a direita mesmo, buscando ser mais rápido que o golpe de Hynno, o pirata iria avançar usando Soru mais uma vez e então, Ymir que era para ser uma estocada, viraria um corte na horizontal, buscando cortar os olhos e a parte do nariz para cima da cabeça do sujeito enquanto que com Jigoku, buscaria mais um corte na horizontal, no mesmo local, no pescoço dele e então, se afastaria do sujeito.

Agora era a hora de pensar em suas defensivas. Se mais cartas fossem arremessadas, pois não era possível aquele zumbi mor ter apenas um coringa explosivo para uma luta, se tinha um coringa, provavelmente teria mais cinquenta e uma cartas, totalizando cinquenta e dois, o número de cartas de um baralho, por isso, ficaria atento com os lançamentos. Contra as cartas, procuraria se esquivar para os lados para evita-las, se fosse no meio das ofensivas, continuaria o avanço após se esquivar dos ataques e se fosse igual ao coringa, iria enegrecer as partes próximas da carta e buscaria continuar o avanço, se necessário, um Soru para continuar e enegreceria a parte de trás de suas pernas e costas, por precaução. Se a explosão fizesse o psicopata perder o equilíbrio, caindo ou barrando um avanço, iria se recompor e continuar o avanço. Se caísse no chão e ele lançasse cartas, iria rolar para o lado e então, buscaria se levantar rapidamente e continuar a sua ofensiva. Caso nos seus ataques, o cowboy usasse as cartas para se defender, isto é, bloquear os ataques de Ymir e Jigoku, se fosse com Ymir, apenas persistiria com a estocada. Se fosse com Jigoku, no contato entre armas, desceria para um corte na diagonal, isto é, se no bloqueio, a carta não fosse cortada. Estes casos seriam se o cowboy utilizasse as cartas de baralho como uma espécie de arma branca improvisada para bloquear os ataques do psicopata.

Agora, se o zumbi mor não usasse cartas para atacar o pirata, mas sim o combate corporal, como um soco direto, procuraria se esquivar com um salto para o lado e ao mesmo tempo, usaria um contra-ataque de tesoura naquele braço do zumbi, sua intenção era corta-lo e deixa-lo com apenas um, o que iria resultar em uma eficiência menor em seus ataques e defesas, pena que não iria sentir dor. Se fosse cruzado, iria se agachar, se fosse na cabeça e após se agachar, Hynno ergueria seus braços na direção da cabeça do cowboy, os braços estariam cruzados, faria um movimento de tesoura no pescoço dele, com as lâminas enegrecidas, é claro. Em seguida, se afastaria dele. Se o cruzado fosse em outro local, procuraria fazer igual Inoguro. Iria enegrecer a área que seria atingida e com Ymir e Jigoku, procuraria perfurar os olhos dele, isto é, fazer a lâmina transpassar até o outro lado da cabeça. Se o golpe fosse um gancho, no lugar de um direto ou cruzado, Hynno apenas daria um salto para trás para se esquivar do gancho e então, daria um impulso para a frente e faria um “X” no peito do Zumbi mor e em seguida, se afastaria do mesmo. Agora, se não fosse uma ofensiva com os braços, mas com as pernas, procuraria bloquear os golpes enegrecendo suas espadas e as usando como defesa, a defesa era o melhor ataque, se fosse tudo bem, ele iria receber cortes ou até mesmo, perder parte da perna com o impacto, só não teria os gritos. Em seguida, daria uma distância.





Objetivos:
 

Contador do Piromaníaco:
 

Localização das espadas:
 

Histórico:
 


Supa Supa no Mi:
 

•  
Peão Peãozinho:
 

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- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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R.I.P:
 


Chibis:
 


Última edição por OverLord em Sex 12 Jun 2020, 03:41, editado 1 vez(es)
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Yami
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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 3 EmptyQui 11 Jun 2020, 23:50




POST

6


10º Capítulo
Parabellum!




POST 6
Swamp Victims




Aquela batalha era questão de tempo até sair um vencedor. De um lado, meu pântano engolia mais uma vítima, com um movimento de sucção nunca antes realizado para drenar aquele maldito para as profundezas do inferno, enquanto suas mãos enegrecidas pressionavam minha garganta, cessando qualquer passagem de oxigênio até o meu cérebro. Os olhos começavam a revirar e a boca levemente a espumar pela falta de controle de meus pensamentos, mas era graças aos meus instintos que conseguia permanecer absorvendo-o cada vez mais e mais. Seu corpo já havia desaparecido em meio a lama, mas a sensação terrível de seus dedos ao redor de meu pescoço mantinham-se por um bom tempo, me fazendo cair ao solo com a consciência se esvaindo.

Quando enfim a maldita sensação cessava, sugaria o ar de volta aos meus pulmões, que gritavam por socorro. A dor que minha garganta fazia ao respirar era mortal, e ao tocá-la conseguia sentir as escoriações por conta do forte aperto. Sentado ao chão, tentando recobrar os sentidos, começaria a me acostumar com o oxigênio voltando a circular em meu cérebro, que por conta da fortíssima pancada recebida antes, também estava extremamente desorientado. — Preciso... Ajudar Diana... — Tentaria me colocar de pé como um bêbado recém expulso de um bar, usando o apoio das mãos enquanto ouvia a voz interior de Dr. Kirby, que aparentemente já havia se deparado com JJ. — Talvez demore um pouco. Se conseguir analisá-lo por aí enquanto isso, ele deve estar contido o suficiente para não causar problema. — Diria para mim mesmo, até sentir as forças preenchendo meus músculos de novo para correr em direção à minha companheira.

Em meu dash em direção à Diana, saltaria em cima dela e a absorveria imediatamente, utilizando o meu corpo e minha extrema velocidade para me esquivar de qualquer disparo que ela fosse receber naquele instante. Com um rolamento para começar a frear minha corrida, pararia alguns metros depois, encarando a sereia atiradora com o olhar afiado, enquanto minhas adagas iam surgindo em meus punhos. — Como você está? Pronta para continuar? — Caso a resposta fosse positiva, não iria libertar Diana - ao menos, não completamente. Ao invés disso, continuaria a fornecê-la o meu corpo como meio de locomoção, deixando que sua cabeça começasse a sair por detrás da minha, assim como seus braços para viabilizar sua mobilidade com seus tiros.

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Isso iria não apenas deixá-la participar da luta, mas também em cobrir todos os meus pontos cegos. Com o auxílio de seus disparos e meu corpo em movimento o tempo todo, seríamos uma dupla imbatível. — Vamos acabar logo com isso. — Minha frase terminaria com um movimento explosivo do meu corpo correndo para a lateral, tentando contornar a sereia atiradora. Apesar de não possuir a confirmação se ela era habilidosa com o Busoushoku, o fato de possuir tiros que assemelhavam-se à líquidos me preocupava, uma vez que poderia acabar atingindo o meu corpo de alguma forma efetiva.

Com essa nova configuração, avançaria pelo campo de batalha em movimentos zigue-zague, utilizando de meu Kenbunshoku para me precaver de situações onde eu seria atingido, utilizando-o como uma premonição para evitar qualquer dano. Desviaria conforme meus instintos fossem me dizendo, até aproximar o suficiente da criatura para que Diana já pudesse começar os disparos na mesma. Quanto a mim, por outro lado, daria um forte pisão no chão para erguer um pequeno morro de lama entre mim e a atiradora, deixando que servisse de alvo para seus tiros ao invés de mim. Ao mesmo tempo, contornaria o monte com extrema velocidade, realizando uma finta rápida para estocar minha adaga diretamente contra suas costelas, aproveitando minha baixa estatura.

Somando os tiros de Diana com meus rápidos cortes, acrescentando mais a minha extrema velocidade de movimento e a tentativa de me aproximar da atiradora, esperaria ser capaz de aos poucos começar a lotar o ambiente com meu elemento de novo, deixando que Diana sempre tomasse conta de minha retaguarda para que o combate fosse cessado de maneira mais ágil. E assim, com a armadilha pronta e a atiradora próxima o suficiente de mim, faria com que as poças de lama se erguessem e a agarrassem como tentáculos saindo das profundezas do oceano, arrastando sua presa para o mais profundo abismo. Com alguns tiros de Diana para complementar, esperaria que ela perdesse as forças para resistir, completando assim a segunda vítima daquele pântano infinito.







Legendas:

  • Fala
  • Pensamentos






Histórico:

Spoiler:
 






CRÉDITOS Roevs

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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 3 EmptyTer 16 Jun 2020, 02:51



THE CALAMITIES


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Post 6 - Não vai ser fácil




Gamma



Após a chegada dos Soldados Divinos zumbificados, Gakhan, Inoguro e o grupo do Mar Azul acabaram sendo forçados a lutar lado a lado para parar aquela ofensiva de um inimigo em comum. Enquanto a arcanja queria ser mais generosa nos ferimentos que causaria aos seus antigos companheiros, Inoguro e Hynno concordavam que não atuariam tanta piedade assim daqueles que tentavam lhes matar. Quando o piromaníaco perguntou se Gakhan topava “orar” na frente dele em troca de ajudá-la, a primeira reação da cavaleira foi de estranhar, pois não sabia que o espadachim era religioso também.

- Orar é uma das minhas paixões e uma das coisas que eu mais gosto de fazer junto com manusear uma grande e boa espada, então você nem precisa pedir, eu certamente o farei quando essa batalha terminar. - Respondeu ela para Hynno, porém certamente os dois estavam interpretando isso de maneiras diferentes.

Diferente da ingenuidade da arcanja, a mente de Tobio não tinha toda essa inocência, e por isso a reação dele para o companheiro foi exatamente essa:

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Sem mais tempo para perder com isso, a equipe humano-coelho-javali-cobra-anjo partiu para o ataque, cada um fazendo uso de suas habilidades e estilo de combate para lidar com com os soldados que não eram tão difíceis de serem derrotados, porém é a velha história de vencer pelo cansaço devido a quantidade de inimigos que precisavam enfrentar. O fato de aparentemente eles não terem mais alma acabava fazendo com que eles fossem mais persistentes, levantando-se mesmo depois de sofrer ferimentos graves ou perder muito sangue. Eles faziam jus ao título de zumbis.

Apesar de não saber quem era aquele humano atirador de cartas, Hynno perceberia pelo estilo dele que este não era um soldado de Skypiea, assim como também conseguiria sentir que havia nele algo além de uma força mais elevada… Era quase uma sensação estranha que fazia os pelo da nuca do piromaníaco ficarem arrepiados, quase como se o destino tivesse colocado os dois ali para travarem essa batalha.

A carta coringa arremessada por Nero explodiu quando chegou perto o bastante do espadachim, que por puro reflexo conseguiu colocar os braços na frente e pular para longe, bloqueando o dano, mas sofrendo umas queimaduras leves no processo mesmo fazendo uso do armamento. O mais importante é que Manda não havia se ferido com isso tudo, e ela certamente poderia ter vindo a óbito se a reação de Hynno fosse alguns milésimos mais lenta. Agora com um pouco mais de raiva e até mesmo inveja do ataque adversário, o piromaníaco avançou contra a antiga Calamidade Peste.

Draguren queria apostar que seria capaz de superar a velocidade do zumbi-atirador e por isso avançou com Soru para atacar usando suas duas espadas em golpes distintos, mas mesmo os primeiros, ou os segundos, Nero estava tendo bastante sucesso na execução de suas rápidas evasivas. Cortes horizontais, curvados, diagonais, estocadas, meia lua baixo baixo bolinha, tudo era desviado pela Calamidade, que precisava de uma boa evasiva para lidar com inimigos como Hynno e depois poder contra-atacar assim que conseguisse recuperar a distância. E sim, o zumbi também era capaz de usar Soru, o que poderia ser uma surpresa para o piromaníaco ou mesmo ainda mais motivo para se entusiasmar com esse confronto.

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Quando uma boa distância entre Hynno e Nero se estabeleceu novamente, a Calamidade voltou a disparar suas cartas contra o espadachim, os números e naipes agora eram aleatórios, portanto não será preciso (para nós de fora) se atentar a isso, mas devido a genialidade do piromaníaco, talvez ele gostasse de ficar contando mentalmente quais cartas já haviam saído do baralho. O arremesso básico de três cartas tinha o objetivo inicial de atingir o tronco de Hynno, portanto ele poderia desviar facilmente pulando para outra direção como disse que faria, a preocupação no entanto seria se elas iriam explodir como o coringa anterior… Mas nada aconteceu, pois na verdade algo ainda mais curioso lhe pegou de surpresa agora: uma carta lhe perfurou o abdômen.

E então: BOOM!

A explosão iria doer, afinal foi a queima roupa, literalmente, e o impacto causado por ela levaria Hynno a ser arremessado um pouco para longe, mais uma perna de equilíbrio do que um impacto poderoso propriamente dito. O dano poderia ser reduzido de diversas maneiras, mas a queda do espadachim não poderia ser evitada. O fato daquela carta ter parado na sua barriga sem ele ter percebido era um problema bastante perigoso, e Draguren poderia concluir que o zumbi tinha algum tipo de talento na área da manipulação, induzindo-o a se focar em algo quando na verdade serve apenas como uma distração, algo que os mágicos gostam de chamar de: misdirection.

Quando começasse a tentar ficar de pé novamente, mais cartas seriam arremessadas na direção de Hynno, e seria aqui que o espadachim iria perceber que enfrentar esse inimigo não seria nada fácil. No instante que outra carta veio ao seu encontro, era apenas uma, o que por si só já era suspeito, o que poderia levar o piromaníaco a pensar “tem outra vindo escondida por algum lugar”, sim, de fato tinha, ela vinha na direção do seu pescoço e estava escondida na “sombra” da outra carta. Draguren já sabia que essas cartas eram afiadas e mais resistentes que o normal, pois havia sido perfurado há pouco antes de uma explodir, portanto se deixar ser atingido no pescoço seria praticamente morte certa.

E quer saber onde está a dificuldade? Enquanto a segunda carta viria com tudo para lhe cortar a jugular, a primeira carta arremessada também se mostraria ser uma carta explosiva, ou seja, no momento que o foco do espadachim fosse lidar com a segunda, a explosão da primeira iria engoli-lo, mas se escolhesse priorizar a carta explosiva, a carta oculta lhe cortaria o pescoço. Entendendo agora como Nero Blackwater gosta de agir, ficava mais claro o quão difícil era lidar com seus ataques, pois era impossível saber quando uma carta iria explodir e quanto ela iria apenas servir como distração.

Somente a mistura perfeita entre o foco e a calma poderiam fazer Hynno ter uma chance de vencer essa batalha, pois ainda por cima, ele precisava achar um jeito de superar a alta agilidade de seu oponente.




Beta



A vitória de Aaron contra JJ se oficializou no instante que o corpo do morto-vivo foi completamente absorvido pelo seu pântano, porém deixando para trás algumas consequências que duraram por mais alguns segundos, como a falta de ar que quase lhe fazia perder por completo a consciência. Sabendo que Diana ainda estava correndo perigo ao enfrentar sozinha a outra adversária, o ruivo não podia se dar o luxo de desmaiar agora, por isso que depois de resistir e conseguir se manter de pé novamente, o Fantasma Escarlate não pensou duas vezes em ir de encontro a sua companheira para salvá-la.

Também absorvendo-a para o seu pântano, Aaron evitava que ela fosse atingida pela sereia-zumbi que estava tendo uma grande vantagem nesse confronto de atiradoras. Falando em pântano, Dr. Kirby havia pedido pedido para sair dali junto do corpo de JJ para analisá-lo melhor, mas tratando-se da situação atual, Dewitt optou por manter as coisas como estavam e pediu que o cientista desse um jeito de fazer o que tinha que fazer ali mesmo. Com a chegada do garoto de lama para atrapalhar sua batalha, Sara sorriu mostrando seus dentes sujos de sangue.

- Ou você é mais forte do que parece, ou J.J não estava mais tão forte quanto antes… Hmmm, em qual das duas devo acreditar? -  Comentou ela já preparando seu estilo de combate para disparar mais um pouco de líquido vermelho com as mãos.

- Sim, eu posso. - Respondeu Diana a pergunta feita por Aaron sobre ela poder continuar lutando ou não.

Diferente do que ela estava pensando que iria acontecer, o Fantasma Escarlate não a libertou por completo, e sim apenas a sua cabeça e braços para que pudesse ainda mirar e atirar. Por mais bizarro que Aaron tivesse ficado visualmente, essa era uma ideia extremamente efetiva para usar todo o potencial da sereia em um combate terrestre, pois se o ruivo pudesse se mover por ela, sua precisão e rendimento em combate se tornaria muito maior.

- Bem pensado… Cuidado com os disparos de sangue dela, são mais rápidos do que parece! - Disse Diana elogiando o parceiro e logo em seguida alertando sobre os ataques da inimiga.

Com as movimentações veloz do Fantasma, desviar dos primeiros ataques não seria um problema, porém alcançar a sereia também não seria fácil. Diferente de Diana, Sara já havia passado dos trinta anos e por isso tinha a cauda bifurcada, o que a permitia andar como um humano e consequentemente ser tão ágil em terra quanto é na água. Entretanto, com a ajuda de Diana para disparar com precisão contra a inimiga zumbi, a pressão que ela sofria no combate deixava-a claramente acuada e preocupada, pois nessa fusão de estilos de combate e dois corpos em um, as fraquezas de um eram cobertas pelo outro.

- Enquanto eu puder me mover nessa velocidade, meus disparos serão sempre superiores aos seus! - Bradou Diana neutralizando todos os disparos de sangue de Sara e ainda conseguindo atacar mais rápido do que ela, atingindo-a algumas vezes com seus tiros e assim dando a oportunidade para Aaron chegar e perfurá-la nas costelas com sua adaga.

- ARGH!!! - E em uma atitude desesperada, a sereia usou um turbilhão de sangue expelido da própria mão para acertar a barriga da Calamidade. O dano não seria preocupante, pois a intenção de Sara era usar isso como um propulsor para se afastar da zona lamacenta, e claro, também de seus inimigos.

Mesmo sendo um zumbi, a falta de sangue em seu corpo era um problema para a sereia e depois de usar muito de seu Karatê Tritão especial, já estaria na hora dela se “reabastecer”, pois seus movimentos estavam ficando bem mais lentos e seu corpo claramente mais pálido. Depois de ter criado a distância de Aaron, Sara caiu no chão um pouco fraca, o que a tornaria um alvo fácil para os tentáculos de lama da Fome, porém com o resquício de força que ela tinha, a sereia puxou das vestes uma caixinha negra e a pressionou contra o corpo em uma última atitude desesperada.

- Até mais, queridos. - Disse dando uma piscadinha antes de ser “sugada” para o interior da caixa como um Pokémon é sugado para uma Pokéball. E se isso já não fosse bizarro por si só, Diana e Aaron ainda ficariam mais surpresos quando a caixa desaparecesse, dando a entender que o pequeno objeto havia sido “teletransportado” para algum lugar.

- Ela era uma akumada? - Indagou a sereia que talvez já pudesse ser expelida por completo do pântano. As perguntas poderiam ser criadas, mas respostas certamente eles não teriam, pois tanto a sereia-zumbi quanto a caixa onde ela desapareceu, não deixaram rastros.

- Aaron, sou eu, Kirby. - Disse o cientista novamente de dentro do pântano. - Eu analisei o corpo e não tenho dúvidas de que ele foi revivido da mesma maneira que fizemos com Diana. Essa técnica foi desenvolvida por, Leto, um cientista que também trabalhava no Necrotério do Fish, mas ele acabou sendo expulso porque seus métodos eram um tanto quanto bizarros demais… Até mesmo para os critérios do Shichibukai. No começo tínhamos receio de fazer o mesmo com Diana, pois não queríamos usar do trabalho daquele cara, mas acreditamos que com ela seria diferente, pois de certo modo ela ainda não estava completamente morta quando aplicamos o experimento. É possível que Leto tenha aperfeiçoado sua experiência ou tenha tido ajuda da jóia de Byakushi para criar essa nova versão de zumbis, ou talvez até mesmo as duas coisas. Já tem uns anos que não o vejo, não sei o que tipo de poderes ele adquiriu ou que cartas na manga ele esconde agora, mas para estar aqui junto da Rosa Negra ele não é mais o mesmo cara com quem eu trabalhei.

- Temos que nos reunir logo então. Quando lidamos com poderes assim, quanto mais aliados nossos eles derrotarem, maior será o exército deles.



Alfa



Naquela área da floresta de Upper Yard, Masimos se deparou com duas pessoas, um homem espadachim e uma mulher mascarada atiradora de lanças, sendo que esta segunda estava a perseguir o primeiro por algum motivo desconhecido. Era claro que a lanceira era um membro da Rosa Negra, agora o espadachim poderia ser tanto um celestial com as asas ocultas, quanto um habitante do mar debaixo, o que já dava alguns indícios de quem ele poderia ser. A assassina começou um ataque contra o tritão no mesmo instante que sentiu a presença dele se aproximando, porém este não teve dificuldades em bloquear o ataque segurando a arma antes de atingir seu rosto.

(Infelizmente um mal entendido acabou acontecendo, talvez eu não tenha escrito da melhor maneira possível essa parte no meu post passado, portanto tive que reforçar isso de novo agora e por consequência algumas ações feitas acabaram por não se concretizar. Realmente é importante que isso siga dessa forma, se não eu simplesmente deixaria de lado, então peço perdão pelas ações que foram "parar no limbo". O que eu quis dizer nos últimos parágrafos foi:)

Masimos não era capaz de ouvir qualquer sussurro indicando que havia mais alguém por perto. Sim, essa pessoa que os observava não estava muito distante dali e ele podia ver perfeitamente o cenário onde o tritão estava, ele também não estava cochichando, falava em uma altura e distância que os ouvidos do titã seriam facilmente capazes de ouvi-lo, porém por um motivo ainda não especificado ele não pode ser detectado seja pelos sentidos básicos de visão, olfato e audição ou por Haki. Tudo que se sabe é que o lugar da floresta de onde ele observa é aparentemente mais escuro e existe também uma "parede transparente" entre ele e o cenário "normal".

Sabendo disso, todas as frases de Masimos sobre a presença de um possível atirador nunca existiu e portanto, ele, Luthiem ou Daityr nunca ficaram atentos a essa possibilidade. Consequentemente a ira do titã a respeito de Byakushi também não foi despertada e tudo isso não deve ser considerado nesta parte da aventura.

Ainda assim, Masimos era capaz de pedir a Luthiem que seguisse sozinha na missão de encontrar os arcanjos restantes e avisá-los sobre Mikhan e Rakhan. - Ok, mestre, tome cuidado. - Diria ela em resposta, mostrando-se um pouco preocupada em deixá-lo sozinho nesse cenário repleto de inimigos, mas ainda assim aceitando a ordem que lhe foi dada. Com o uso da Nikyu Nikyu no Mi, o tritão a repeliu para um local mais distante e então se focou na oponente que estava a sua frente.

- O que um tritão faz numa ilha do céu? - Se perguntou Daityr assim que virou alvo das palavras do titã. Era notável pela postura de sua katana que ele ainda queria lutar, mas ferido do jeito que tava, ele não iria durar nada contra Tamara.

- “Droga… Não posso perder tempo enfrentando o Emissário da Morte, minha prioridade é capturar o descendente, se eu tirar o olho dele um segundo posso acabar deixando-o escapar.” - Pensou a mascarada já colocando a mão em uma de suas lanças, pois agora ela precisava pensar e agir depressa, portanto escolheu já atacar com uma técnica mais poderosa e assim tentar ganhar tempo.

Puxando sua lança vermelha e girando-a ao mesmo tempo que a arremessava, Tamara disparou contra Masimos uma “flecha gigante” giratória que avançou com velocidade e muita força de rotação na direção do peito do titã. Enquanto a arma seguia sua trajetória, a mascarada correu na direção de Daityr, precisando chutar a espada dele e em seguida lhe dar um soco na cara para não deixá-lo ter chances de reagir. O tempo que ela ia até o tal descendente, era o tempo necessário para a Calamidade parar a lança vermelha com o seu Tekkai Shahei sem sofrer muitas consequências do dano quase nulo.

- Tsc… Droga! - Reclamou a lanceira no momento que percebeu que seu ataque anterior não serviu para muita coisa e o pirata avançou na direção dela com um dash para tentar agarrá-la e jogá-la no chão.

Nesse momento, Tamara seria obrigada a abrir mão de fugir com Daityr se quisesse evitar ser pega por Masimos, e sem pensar duas vezes ela pulou para trás afastando-se do espadachim desarmado e arremessando duas lanças vermelhas na direção do tritão. E como foi dito que este faria, o Emissário usaria de suas mãos refletoras para mandar de volta os ataques na direção da atacante, que até conseguiu evitar danos críticos, mas os ferimentos de raspão já faziam seu rosto e cintura começarem a sangrar.

- Saia do meu caminho, Emissário! - Gritou ela puxando mais uma lança, ela não queria perder tempo ali e o tritão estava atrapalhando sua missão de capturar Daityr. Fazendo uso de toda sua força corporal, a mulher avançou novamente na direção do oponente e pulou antes de arremessar com potência e precisão a sua enorme flecha vermelha visualmente equipada com uma aura energética de mesma cor. - CRIMSON GRAVE!

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Tamara estava confiante de que iria conseguir causar um estrago com essa técnica, que de fato não poderia ser subestimada por Masimos e ele provavelmente seria capaz de perceber isso antes de precisar lidar com a habilidade inimiga. Devido a posição em que se encontrava agora no campo de batalha, desviar do Crimson Grave poderia pôr em risco a vida daquele desconhecido, o que não trazia qualquer desvantagem para o tritão, já que quem tinha interesse nele era a própria atiradora de lanças.

Contudo, não faz o estilo do Emissário da Morte desviar de ataques, portanto era até que alta a chance dele ser o escudo desse cara, mesmo que indiretamente. Agora a respeito das formas que Masimos teria para se defender dessa poderosa técnica, provavelmente de nível supremo, é que refleti-la com os poderes da Nikyu Nikyu no Mi seria arriscado e não aconselhável. Também não há garantia que apenas a resistência do tritão somada com suas habilidades defensivas dará conta de parar por completo esse ataque sem nenhuma consequência. A verdade é que independente do que a Calamidade escolha fazer, o impacto da força do Crimson Grave irá arrastá-lo alguns metros, deixando um rastro no chão que levaria até o corpo do tritão… Talvez caído e ferido por conta do dano, ou quem sabe, ainda de pé firme e forte.

OFF:
 

HISTÓRICO DA AVENTURA:
 

FERIMENTOS (Atualizado):
 


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Marciano
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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 3 EmptyQua 17 Jun 2020, 04:13



Masimos Titã Howker
A Calamidade Morte
Legendas
FALAS | Narração

A força da mulher, que trajava a tipica mascara da rosa negra, era de fato notoria. Entretanto, fora insuficiente para conseguir penetrar minha técnica defensiva Shahei. A lanceira parecia estar preocupada com o espadachim, talvez alguma intriga ou quem sabe... sua missão?! O garoto não parecia ser habitante do céu, visto que não possuía asas, então provavelmente era do mar abaixo. Devo supor que ele é alguma fonte importante para rosa negra ou talvez Byakushi, apesar de ser apenas uma suposição é melhor tê-lo vivo e interrogá-lo para ter certeza.

Ainda que fosse incerto a origem do espadachim, o que realmente me interessava era o fato da maldita estar priorizando ele do que a mim; o que poderia apenas enfatizar minha suposta hipótese. Admito que havia me aborrecido, pois, o inimigo optava por me ignorar. Entretanto, havia sido uma péssima decisão por parte dela, afinal... atacava de forma feroz e, consequentemente, não permitia que a mesma capturasse o garoto. Acabava me posicionando a frente do espadachim e fintava a lanceira com um olhar avassalador; um predador certo do abate de sua presa.

Após refletir as lanças, notava que o tom  da voz e expressão corporal da mulher emitiam ansiedade e aflição. ~ Hóóóh.. parece estar com pressa. Não se preocupe, pois, sua alma logo será enviada a Deusa da Morte. Pronunciaria com objetivo de desafiar e instigar a investida desenfreada da mesma e me beneficiar de sua imprudência. Durante minhas falas aproximaria de meu corpo minhas mãos e criaria uma bolha de ar e imediatamente começaria a defleti-la constantemente de um lado para o outro.

~ Ei garoto... é melhor você se proteger. Mas não fuja de mim, pois, depois que eu aniquilar esse verme inconveniente você me dirá porque se tornou alvo dela. A lanceira começava a canalizar um ataque que certamente seria poderoso, poderia sentir pela manifestação em seu corpo.

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Logicamente viria a corresponder da mesma forma. ~ Defletir? Bloquear? Kyahahahaha! Não vou perder meu tempo com meros lacaios! Terminaria de proferir ao expressar uma face diabolica unidamente a uma risada macabra.

Ativaria minha técnica que se criaria e propagaria uma carga poderosa de energia sobre os coxins de minhas mãos, até sintetizar e carregar tanta energia que manifestaria pura eletricidade. ~ Morra! Após recrutar a energia necessária e canalizara em abundancia, viria a posicionar as mãos para frente e então liberar minha técnica junto do ataque inimigo.

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~ REIKOKU RAIMEI!!! Uma descarga, quase como se fosse uma rajada de relâmpago provinda dos céus, emergiria das minhas próprias mãos liberando assim um ataque extremamente poderoso; talvez até letal.

Obviamente que viria a desferir o raio contra a lança investida com a finalidade de tentar destruir e assim atingir junto o inimigo. A propagação de caos viria a acontecer, mas não possuía total certeza se seria suficiente para impedir o ataque como também matar a lanceira. Caso ela viesse a sobreviver, caminharia em  sua direção. ~ Humpf. Nada mal. É admirável sua tenacidade, mas totalmente inútil perante o portador da Morte! Assim que me aproximasse do corpo da mulher, viria a agarrar pelo pescoço com uma das mãos. ~ Onde está Byakushi? Dependendo de sua resposta, talvez lhe proporcione uma morte mais rápida. Havia lhe agarrado com uma das mãos com o proposito de deixar a outra para defletir qualquer ataque vindo da mulher, apesar de que talvez estivesse debilitada ou enfraquecida, independente, não subestimaria seus últimos suspiros, tentaria bloquear com punho evitando ser atingido.

Enquanto pressionaria seu pescoço, sufocando-a agressivamente, antes da lanceira vir a responder aproximaria a palma de minha mão em seu diafragma e então ocasionaria uma explosão de choque provinda da minha capacidade de deflexão e em seguida de novo, de novo e de novo. Alvenaria o mesmo local para tentar gerar sérios danos, durante o tempo que desproveria de ar e assim diminuiria, possivelmente, sua resiliência física quanto mental. ~ Até quando aguentará permanecer sem falar nada. Questionaria esperando pela resposta da mesma. Havia a possibilidade da mesma perder a consciência, devido aos danos, ferimentos e pressão psicológica que seria exposta. Todavia, existem formas de recobrar a consciência de quem está sendo torturado, sabia bem devido minhas aptidões para com tal pericia.

Bastasse um balde de água, um osso quebrado ou até mesmo um forte peteleco no local exato da têmpora que sua mente retornaria. ~ Só isso!? Pelo menos se esforce, já que é subordinada daquele maldito pirata! Acertaria alguns petelecos na têmpora para acordar enquanto continuaria a sufocar, contendo a força para não esmagar seu pescoço.

Havia a hipótese da lanceira tentar se suicidar de alguma forma, vendo sua ineficiência em fugir de mim. Talvez tentasse deslocar o pescoço ou quem sabe tentasse se auto infligir algum golpe. Nesse momento, usaria o Kenbunshoku para antecipar sua tentativa e assim evitar alguma ataque contra ela mesmo segurando seu membro. ~ Ora, ora... pobre criatura tola. Falaria de forma arrogante ao mesmo tempo sádica, quase como se estivesse exaurindo o próprio desejo de matar, ainda que estivesse me contendo. ~ Acalme-se, logo obterá sua tão deseja morte..., mas não antes de me falar o que desejo! Só depois disso lhe permitirei ir para o reino de minha Amada Deusa. Terminaria de proferir enquanto fintaria a mulher com um olha frio, destemido e sedento por vingança.

Caso ambas nossos poderes colidissem e gerasse uma onda de choque muito poderosa, podendo me arremessar para longe, tentaria prevalecer com Tekkai ativado devido conciliar com a liberação dos raios. Me beneficiaria das capacidade de refletir para redirecionar parte da onda de choque e assim continuar no mesmo local ou mais próximo possível; devido meu tamanho, peso e capacidades defensivas certamente contribuiriam.
Técnica Utilizada:
 

Histórico:
 



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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 3 EmptyTer 23 Jun 2020, 19:10




POST

7


10º Capítulo
Parabellum!




POST 7
Science, Bitch!




Os pés tentavam frear o impacto recebido pelo turbilhão carmesim criado pela sereia, mas sem sentir o impacto característico de quando alguém consegue atravessar minha intangibilidade. E, no breve instante em que estabilizei meu corpo e pude ordenar que a lama no solo pudesse atacá-la, rapidamente a mesma desapareceu em um artefato misterioso, nos deixando sozinhos naquela floresta. — Eu duvido... Ela teria utilizado no combate se tivesse tal controle. É só um dispositivo de fuga. — O corpo ainda não relaxava, mantendo-me a atenção como se ainda permanecesse no combate, enquanto aos poucos liberaria Diana de meu corpo. — Está bem? Algum ferimento grave? — Olharia para a minha companheira com um olhar analítico, planejando algum tratamento emergencial se fosse o caso ali mesmo.

E começando a ouvir minha voz interior, deixaria que Dr. Kirby saísse do pântano momentaneamente, para que Diana também pudesse escutá-lo sem que eu precisasse repetir. — Um outro cientista?! Agora faz sentido o jeito desses dois e o caniba... — Olharia para Diana antes de concluir a frase, percebendo que estava falando sobre ela também ao mesmo tempo, resolvendo interromper o raciocínio. — Bem, precisaremos achá-lo o quanto antes. Se conseguiram fazer isso com esses dois, não quero nem pensar o que mais podem ter preparado com outros corpos mais fortes. — Explicaria, meio receoso. — De qualquer forma, consegue fazer uma engenharia reversa e "desativar" o JJ? Não quero arriscar soltá-lo ou que ele arranje alguma forma de escapar. — Apesar de nunca ter visto acontecendo, não queria arriscar que houvesse uma primeira vez de alguém escapar da minha prisão corporal.

Com todos devidamente informados, colocaria Dr. Kirby novamente em meu corpo para que então puxasse meu den den mushi, tentando contato com Hynno mais uma vez. — Tivemos problemas no caminho. Onde se encontram? Já estou em Upper Yard. — Diria, esperando alguma resposta do outro lado. Durante a conversa, iria verificar o corpo no qual JJ estava devorando, e tendo em vista que haviam um par de asas, sacaria minha adaga e cortaria as mesmas, absorvendo em meu corpo logo após. Assim, semelhante com o que eu havia feito com o corpo de Diana, deixaria as asas penduradas em minhas costas,  Caso o mesmo respondesse, começaria a caminhar na direção no qual ele fosse me indicando, seguindo com a devida cautela entre as árvores para que não fosse pego desprevenido por outro aliado de Byakushi ou até mesmo um dos Shandians.

O caminho tenderia a ser traiçoeiro, mas com a ajuda de Diana esperava que a empreitada não fosse tanto assim. Tentaria me aproximar do local onde Hynno poderia estar agindo, buscando pelo chão e nos arredores traços marcantes do Piromaníaco, afinal a Rosa Negra não era a única que deixava um rastro de sangue por onde andava. Caso encontrasse o mesmo, me aproximaria mais relaxado, vendo o estrago que provavelmente havia nos arredores. — Vejo que esteve ocupado. O que houve até agora? Alguma informação nova? — Diria, caso encontrasse meus aliados devidamente inteiros. Se, entretanto, verificasse que havia um confronto entre eles e outros adversários, manteria minha posição privilegiada, mantendo-me nas sombras até o momento mais oportuno.







Legendas:

  • Fala
  • Pensamentos






Histórico:

Spoiler:
 






CRÉDITOS Roevs

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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 3 EmptyQua 24 Jun 2020, 02:52


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"Como você venderia a morte? Literalmente a experiência definitiva! Sem seguro, sem enjoo, sem discussão, uma viagem só de ida"
Post: 07 | Localização: Upper Yard




Sua brincadeira com Gakhan dava certo, a arcanja se passava por inocente, mas Hynno e Tobio não eram, este que olhava para o psicopata e o pirata assentia de volta. – Agora você pode falar para ela deixar derreter. Alguém da plateia fazia aquele comentário, resultando em um sorriso por parte de Hynno, que estava indo enfrentar o zumbi mor. O cowboy era diferente, sabia disto desde o início que havia sentido a presença dele, aquele homem seria o verdadeiro desafio para o psicopata, sofria queimaduras leves com a explosão daquela primeira carta, Manda ficava ilesa graças à reação do espadachim. Agora, o psicopata fazia o seu avanço, apostava suas fichas, que era mais de trinta, na velocidade que poderia passar a de reação e jogada do cowboy, mesmo com rapidez, o zumbi conseguia se esquivar dos ataques, nenhum cortava o zumbi, só que tinha um fator que não havia calculado ou imaginado, o cowboy usava o artifício da velocidade rápida, o Soru. Cartas que explodiam e o uso de Soru, o que mais o cowboy poderia estar escondendo? Só o tempo diria.

A distância entre eles voltava a ser estabelecida e o zumbi retornava os arremessos das cartas, começava a analisar as mesmas, números e naipes, foram três cartas e fora a primeira, haviam sido quatro de cinquenta e dois. Conseguia se esquivar daquelas três, mas nada ocorria, só que houve um transtorno não calculado, era atingido no abdômen por uma carta, havia sido arremessado quatro? Não esperava aquilo, mas será que iria explodir também? Tempo era o que não tinha e por isso, enegrecia a maior área possível na área do abdômen para diminuir o possível impacto e então, aconteceu. A onomatopeia surgia e era arremessado para longe, perdendo o equilíbrio, mas logo tratava de recobrar o que havia perdido momentaneamente, pois precisava continuar e não perder tempo. Se ergueria rapidamente e guardaria Jigoku de volta na bainha. *Como ele usou a quarta carta? Será que ele usou de sombra? Ou ele esperou eu focar a atenção nas cartas para arremessar uma quarta? * Se questionava sobre o ocorrido, mas ainda mantinha uma postura defensiva, agora apenas empunhando Ymir.

Agora com seu centro de gravidade de volta, já de pé, mais cartas vinham, apenas uma, mas não podia deixar ser enganado de novo, algo estava estranho, aquela carta deveria ser apenas uma distração, outra deveria estar vindo, o cowboy deveria ser uma espécie de mágico que trabalho com a manipulação e por isso, não poderia ser enganado mais, sacava rapidamente e mais uma vez Jigoku com sua mão esquerda e enegrecia suas duas armas brancas e o que faria? Iria cortar as cartas ou pelo menos, tentar, pois as mesmas eram tão afiadas e tão resistentes, que penetravam o corpo de aço de Clark Quente, tal era o codinome do líder da equipe Gamma. Com Ymir, tentaria cortar a primeira carta e no caso da segunda, procuraria se jogar para o lado oposto da primeira carta, mas ainda assim, colocaria o seu haki na lateral de seu corpo, para se proteger e diminuir o impacto da explosão do primeiro ataque. Duas cartas foram usadas, já haviam sido sete de cinquenta e dois, não poderia marcar bobeira, poderia muito bem ficar na defensiva até todas as cartas serem usadas, mas ainda tinha muito para isso ocorrer e poderia sofrer queimaduras pelas explosões.

Mais uma vez, guardaria Jigoku na bainha e então, utilizaria uma de suas técnicas contra o cowboy, seria a Bloody Hell. Avançaria com tudo que tinha de direito, além do que a técnica lhe proporcionava. Sabia das cartas e das cartas explosivas, por isso, seu avanço contra o zumbi mor iria com 100% e subindo, utilizaria as vantagens da técnica, como: Corrida, Aceleração, Soru, além das normais, o Soru para aumentar aquilo, então seria uma contagem de dois usos, um terceiro seria usado apenas para se exibir e deixar o cowboy sem espaço. O cowboy poderia usar a mesma técnica de rokushiki para se afastar para trás e era o que o psicopata queria, uma lâmina de ar iria em linha reta e iria atingir o zumbi, se o mesmo se esquivasse para trás. Sua Ymir estaria enegrecida no momento do ataque, além de sua parte frontal do corpo.

Após a técnica, Hynno continuaria avançando contra o zumbi mor, em ziguezague para evitar cartas e enegrecendo as partes que estariam na explosão, se fossem cartas explosivas. Mais uma vez próximo do cowboy, tentaria uma estocada no meio do peito dele com a de gelo enegrecida e com sua mão esquerda, faria um movimento de felino, procuraria arranhar, vulgo cortar, o rosto do zumbi, da esquerda para a direita em uma diagonal. As pontas de seus dedos estariam laminadas em um comprimento de quatro centímetros e ambos os dedos laminados estariam enegrecidos. O objetivo não era apenas arranhar, era para dilacerar o máximo possível, arrancar a carne morta, os olhos, tudo que estivesse em seu alcance. Caso o cowboy se esquivasse da estocada, se afastando para trás, usaria corrida e aceleração para continuar sua ação, sem dar espaço para ele puxar outra carta. Se ele se esquivasse para algum dos lados, apenas daria um impulso para o lado e iria girar seu corpo, transformando a estocada em um corte na horizontal, focando o pescoço do zumbi, já o ataque da mão esquerda, se fosse uma esquiva para a direita, tentaria prender os dedos laminados na lateral da cabeça do cowboy e então, tentaria arrancar a mesma, mas sem prejudicar a própria mão, se notasse que teria um revés na mão, pararia aquilo e se afastaria do zumbi. Se a esquiva dele fosse para a esquerda, a parte de cima de seus dedos estariam laminados ao invés das pontas e então, daria um tapa com as costas da mão no rosto do atirador de cartas e por fim, se afastaria. Caso o zumbi se agachasse, a estocada iria virar um corte vertical e o alvo era parti-lo ao meio, já o golpe da garra iria ser revogado, sacaria sua pistola e atiraria à queima roupa, não sabia atirar, estava aprendendo, mas até em queima roupa, um amador acertaria o alvo.

Sim, um zumbi já está morto, um disparo seria nada, mas a queima roupa, dependendo do modelo, poderia explodir a cabeça do cowboy e com isso, teria um fim aquela luta, mas se não fosse explodido ou tivesse um bom estrago, seria apenas um disparo ineficaz, para Hynno, o disparo havia sido apenas um treino, estava aprendendo a atirar com pistola e futuramente com estrelas ninjas, que já estava em desenvolvimento fazia um tempo. Após o disparo, Hynno se afastaria do zumbi e guardaria de volta a arma de fogo e ficaria numa posição defensiva, aguardando a jogada do cowboy. Cartas arremessadas contra ele, seria utilizado a manobra de esquiva para o lado, para evitar a carta e se notasse que fossem explodir, buscaria cobrir a parte mais próxima da explosão com o haki do armamento para diminuir o impacto. A manipulação das cartas era a tática do cowboy e por isso, após a esquiva, se notasse uma próxima carta ao mesmo tempo da esquiva ou próximo do timing, iria fazer um rolamento no chão para se esquivar daquela, além de enegrecer a área mais próxima de uma possível explosão.

Se a esquiva fosse impossível de ser feita momentaneamente, procuraria bloquear a carta com um contra-ataque nela, enquanto que já sacava Jigoku, esperando uma segunda carta a ser arremessada, onde iria bloqueá-la com a espada infernal, enquanto buscava se esquivar para o lado. Em todos os casos seria isso, esquivas para o lado, cambalhota, contra-ataque nas cartas como Inoguro havia feito contra o pirata no início, um contra-ataque era a melhor defesa, enegrecimento da área da explosão mais próxima. Se em algum momento, o den den mushi tocasse, fincaria facilmente a espada infernal no chão. – Espera um minuto aí, cowboy. E então, atenderia o caracol, mas sem perder o foco no zumbi mor. – No mesmo local de antes. O primeiro problema foi resolvido, mas o segundo, bem vou resumir em: Garoto mulher, Gakhan, esta vai orar na minha frente, zumbis e parece que tem um cowboy entre eles... Caso o atirador não respeitasse o pedido do psicopata, o mesmo iria executar o mesmo plano defensivo, mas agora apenas com Ymir. Mais uma coisa, quando citava o cowboy, descreveria o mesmo para o ruivo. – Caralho, para de lançar cartas! Eu falei para dar um tempo, cowboy! Diria com o caracol ainda ligado, para Aaron escutar. - Bem, como pode escutar, temos um líder zumbi vestido de cowboy e fica atirando cartas de baralho, explosivas e normais, ambas me perfuram, o Clark Quente. Se por algum acaso, o cowboy respeitasse o pedido de Hynno, esqueça a última fala e venha para essa: - Bem, estou enfrentando um cowboy zumbi, que atira cartas afiadas e explosivas, mais resistentes que o normal e que penetra aço. Além do mesmo saber usar o Soru e se ele pode usar o Soru, eu posso supor que ele tenha haki. Por fim, desligaria o den den mushi, guardaria no lugar e já puxava Jigoku do chão, como a espada lendária, excalibur.





Objetivos:
 

Contador do Piromaníaco:
 

Localização das espadas:
 

Contador de cartas:
 

Histórico:
 


Supa Supa no Mi:
 

Bloody Hell:
 

____________________________________________________

- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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R.I.P:
 


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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 3 EmptySex 26 Jun 2020, 06:34



THE CALAMITIES


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Post 7 - Vazio




Beta



Após a vitória de Aaron e Diana contra aquela estranha dupla de canibais, o Dr. Kirby explicou aos dois vencedores quem ele achava que estava por trás disso tudo, o que deixava um pouco mais claro todo o assunto envolvendo a ressuscitação de Diana e os efeitos colaterais disso ser tão semelhante com aqueles que acabaram de enfrentar. Aaron até evitou comentar demais sobre o assunto para que sua companheira não se sentisse ofendida. Por mais que essa técnica tivesse sido aplicada por Kirby e seus cientistas, era difícil negar que as chances altas do estado de Diana piorar ao ponto de se tornar algo como JJ.

- Eu posso tentar, acho que não deve ser tão difícil. - Respondeu o cientista a respeito de “reverter” a situação de Julian e fazê-lo voltar a ser um simples corpo sem vida. - Mas acredito que eu precisarei da Diana para que isso seja possível.

- Hunf… Ok, desde que seja rápido. Não quero ficar parada enquanto a busca pela minha alma continua acontecendo. - Disse ela concordando em ser levada para o interior do pântano junto com Kirby.

- Certo, não deve demorar muito. - Falou o velho sinalizando rapidamente com a cabeça para que Aaron puxasse os dois com a sua lama.

Agora sozinho na floresta de Upper Yard, o ruivo fazia mais uma ligação para Hynno para saber onde ele estava, e dessa vez ele atendeu. O espadachim respondeu as perguntas feitas por Aaron, porém acrescentou algumas informações que o deixariam bastante intrigado. De acordo com Draguren, ele também estava enfrentando zumbis e havia no meio destes um cowboy atirador de cartas… Descrição bastante curiosa, visto que haviam poucas pessoas no mundo que Aaron conhecia e que usavam um estilo de luta como esse. Talvez as Calamidades estivessem perto de finalmente terem a resposta de uma pergunta muito antiga.

Para chegar até Hynno, o Fantasma Escarlate teria que retornar parte do caminho feito para chegar até aqui, mas antes de fazer isso, o ruivo arrancou as asas do celestial que havia sido morto por JJ e as colocou nas suas próprias costas, tornando dessa forma mais parecido com os nativos da ilha.




Gamma



Sabendo que era melhor não subestimar as explosões do adversário, Hynno cobriu com Haki as regiões do seu corpo que seriam atingidas pelas chamas, tanto na ataque da primeira carta explosiva, quanto no da segunda. Isso reduziu bastante o dano que ele iria receber originalmente, mas se continuasse sendo atingido dessa forma as queimaduras se acumulariam até se tornarem algo mais grave e perigoso. O espadachim sabia que a vantagem do atirador era grande por conta dos ataques a distância, e se não conseguisse se aproximar para finalizar a batalha, acabaria recebendo mais e mais ataques.

Partindo para mais uma ofensiva veloz, Hynno usou de suas habilidades para aumentar sua velocidade e então aplicou sua técnica Bloody Hell. A intenção do piromaníaco era fazer Nero recuar e em seguida ser atingido pelo verdadeiro ataque, um corte de ar afiado que avançaria em linha reta e consequentemente perseguiria o movimento evasivo do atirador de cartas que apenas saltou para trás para se esquivar. Mesmo sendo um zumbi, o Conde ainda sangrava e receber esse corte na barriga revelava isso e ainda o forçava a cair de joelhos no chão, abrindo a brecha para Hynno se aproximar novamente para mais ataques.

Acontece que Nero ainda era ágil, mesmo tendo acabado de ser atingido ele recuou pulando para trás para se afastar antes de ser atingido pelo seu adversário… E é aí que mais uma das surpresas do Conde Flagelo surgia, pois no instante que botasse os pés no local onde o atirador estava, o chão explodiria. Não seria preciso pensar muito para saber que ele havia escondido um explosivo no solo quando caiu de joelhos, indicando assim que provavelmente havia sido uma encenação… Afinal zumbis nem sentem dor.

Essa explosão bem nos seus pés era bem mais difícil de se defender do que as anteriores, portanto o Busoushoku não poderia ser utilizado aqui e o dano consequentemente foi maior. A dor em suas pernas agora é um problema que continuará presente pelo restante da batalha, o espadachim ainda vai ser capaz de andar, mas não poderá mais fazer uso de todas aquelas vantagens que lhe dão velocidade, principalmente o Soru. Sem a mobilidade para poder desviar dos ataques inimigos ou competir com a agilidade de Nero, a dificuldade desse confronto iria aumentar alguns níveis.

Aproveitando esse momento de desestabilização do adversário, Nero começou a disparar com velocidade algumas cartas contra o piromaníaco, mas como ele priorizava nesse momento mais a quantidade do que a qualidade, todas eram apenas afiadas, sem explosivos. Mesmo sendo cartas, o impacto e a dor que elas causavam era considerável e ele continuaria a arremessá-las por alguns segundos. Caso seja do interesse do espadachim continuar contando-as, nesse movimento seriam arremessadas treze delas, um naipe inteiro. Hynno era um combatente de esquiva, então perder parte dessa qualidade era algo complicado, principalmente porque os treze disparos de Nero eram totalmente capazes de acompanhar sua movimentação com as pernas feridas. Aumentar sua resistência ou arriscar bloqueios simples seria provavelmente a melhor defesa para esse ataque.

Consideramos que a ligação de Aaron chegou durante a execução desses ataques e as respostas de Hynno condizem com este momento.

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Apesar de ferido, isso não impedia Hynno de continuar atacando, portanto depois que Nero terminasse de atirar essas treze cartas, aquelas ações que iria tentar fazer antes da explosão poderiam ser feitas agora… A diferença é que com as pernas mais lentas e possivelmente cheio de cartas presas em seu corpo como um cacto tem espinhos, o espadachim não teria a mesma eficiência que teria um minuto atrás. Sabendo disso, toda as esquivas de Nero aos ataques do piromaníaco se tornaram bem mais fáceis, seja as estocadas, os cortes no pescoço, ou na face, a velocidade do zumbi, ironicamente, estava maior que a do humano.

Percebendo que estava sendo frustrante demais errar todos os seus golpes, Hynno arriscou pela imprevisibilidade, foi então que ao invés de cortar como havia fazendo até então, ele puxou sua pistola e disparou quase que a queima-roupa contra Nero… Funcionou, não na cabeça onde achou que atingiria, mas no peito, o que já era alguma coisa. Após receber tal ferimento, o Conde se recuperou bem mais rápido do que uma pessoa comum e quase sem atrasos, já girou seu corpo para disparar mais uma carta especial pronta para explodir. Esse ataque era quase como se ele estivesse dizendo “é assim que se atira”, e então o projétil explodiu durante a viagem, antes de chegar a tocar o corpo de Hynno, portanto o perigo ali seriam as chamas que avançaram na sua direção.

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O movimento de defesa que Draguren está acostumado a fazer inclui uma esquiva, mas com as pernas debilitadas talvez ele só tenha tempo de usar do Haki para aumentar a resistência. O impacto da explosão o jogaria para trás e faria cair de costas no chão, sentindo o calor do fogo cobrir seus braços e aumentar ainda mais sua adrenalina, talvez se ela continuar aumentando assim ele consiga suprir as dores por um momento e usar mais um Soru… Mas sem saber quando era o momento certo, poderia errar e jogar tudo a perder. No pior dos cenários, receber mais ataques de Nero iriam destruir não apenas suas pernas, mas também seus braços.

Percebendo que seu dono estava em perigo, Poe avançou com velocidade na direção de Nero para poder tentar ajudar de alguma forma, mas o corvo foi facilmente parado pelo Conde do Flagelo, que arremessou com precisão uma carta contra o pássaro e o fez cair no chão logo em seguida. Era difícil saber se o animal havia sido atingido de maneira fatal, talvez ainda houvesse chance de salvá-lo se recebesse ajuda rápida, de toda forma, ver seu pet ser ferido dessa maneira pelo inimigo poderia despertar algum sentimento em Hynno.

Spoiler:
 

Com ou sem um sinal ofensivo do espadachim, mais algumas cartas seriam arremessadas por Nero para tentar parar seu avanço ou simplesmente atingi-lo caso ficasse parado. Com a emoção da batalha aumentando, Hynno acabaria notando algo de diferente em uma das cartas arremessadas pelo zumbi, durava meio segundo, mas ele podia ter certeza de que duas daquelas quatro cartas haviam brilhado, como se houvesse uma aura diferente nelas… E então logo depois disso duas explosões ocorreriam vindo das quatro cartas disparadas.

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Por conta desse estranho reflexo, Draguren poderia se defender melhor usando o Haki do Armamento no lugar e momento certo, fazendo assim com que os danos fossem reduzidos, porém como dito anteriormente, de pouco em pouco eles acabariam evoluindo para algo mais sério. Mais queimaduras sendo somadas ao corpo de Hynno fariam não apenas suas pernas doerem, mas também seus braços ficariam cada vez mais quentes. A batalha não podia demorar mais… E talvez a paciência do piromaníaco já esteja no limite. Quem sabe seja agora a hora de mostrar quem sabe explodir de verdade.




Beta



Aaron havia seguido o caminho que achava que levaria até Hynno e para isso pensou até em usar técnicas de rastreio, mas a verdade é que o barulho das explosões e do combate que acontecia não muito distante dali já seria suficiente para indicar ao ruivo para onde ele deveria ir. Assim que chegasse lá, a Calamidade daria de cara com o combate de Kohebin (que estava com o pescoço comprido como o de uma serpente) e Tobio ao lado de dois desconhecidos contra cerca de duas dúzias de soldados celestiais provavelmente zumbis.

Não tão afastado desse grupo, e também de onde vinha o barulho das explosões, estava Hynno em sua batalha contra… Nero Blackwater. A princípio Aaron poderia duvidar do que estava vendo, mas não tinha erro, mesmo sem se aproximar muito ele poderia ter certeza não apenas pelas vestimentas, mas também pelas cartas que estavam sendo arremessadas de maneira bem semelhante com o antigo parceiro que desapareceu sem dizer o porquê. Agora ele havia descoberto a razão disso: Nero havia sido morto, pois somente assim ele poderia ter se tornado um zumbi.

Vale lembrar que o fato de Diana ainda ter consciência se deve ao fato de que haviam ainda resquícios de sua alma no corpo que não foi de fato morto, e como os cientistas explicaram também, esse restinho poderia não ficar por muito mais tempo dentro da sereia, fazendo-a se tornar igual todos estes que estão agora enfrentando seus aliados.

A escolha de Aaron aqui era simples, poderia tanto ir até o quarteto e por um rápido fim aos soldados zumbis, ou então poderia ajudar Hynno em seu combate contra o Nero zumbificado. O ruivo mais do que ninguém saberia que essa batalha do piromaníaco não era coincidência, e se Masimos estivesse aqui ele com certeza diria que essa era a maneira de Draguren se provar como uma verdadeira Calamidade. Ainda assim, nada o impediria de se aproximar em algum momento, seja para se despedir, ver o companheiro lutando uma última vez ou então levar o seu cadáver para seu pântano quando tudo terminar.

Mesmo que não interfira no duelo, ela poderia ter algum peso para Aaron, pois havia se aproximado bastante do Conde quando este ainda estava vivo e sentia como se estava começando a desenvolver uma amizade com ele (tá na ficha isso ae kkk), mas agora é óbvio que isso não seria mais possível. Nero o fazia se lembrar de Vlad, e esse era o diferencial dele para os seus outros companheiros de navio. Mais uma vez a morte chegou cedo para alguém próximo do ruivo, talvez Bell também tivera o mesmo destino e, se não vencerem essa guerra, o mesmo provavelmente acontecerá a Diana.

Nesse ponto de sua jornada, o Fantasma Escarlate já está tão acostumado com a dor da perda que seria fácil superá-la, isso é se vai sequer chegar a senti-la, pois ironicamente estava ficando cada vez mais claro para Aaron que não importa o quão cheio ele consiga deixar o seu pântano, no fim, continuará se sentindo vazio por dentro.

OFF:
 




Alpha



A escolha de Masimos para se proteger da poderosa lança de Tamara era a de usar fogo contra fogo, pois assim também poderia testar a força de seu novo ataque ao usar pela primeira vez sua técnica Reikoku Raimei. Provavelmente essa era de fato a melhor decisão que o tritão poderia tomar, já que todas as outras maneiras que ele poderia usar para lidar com esse ataque inimigo eram arriscadas. O disparo de eletricidade do Emissário da Morte avançou de maneira veloz ao encontro do Crimson Grave da Pétala e uma explosão de energia foi gerada criando um clarão que se expandiu pelas proximidades da floresta e também gerou uma onda de impacto capaz de agitar as folhas das árvores e quem sabe até desequilibrar os mais leves, algo que Masimos portanto não precisaria se preocupar.

Uma peculiaridade do Reikoku Raimei era a sua capacidade de se propagar pelo ar e ainda poder atingir mais de um alvo além do principal, que nesse caso havia sido a lança arremessada, portanto o foco secundário da técnica passaria a ser Tamara, que receberia um dano reduzido em comparação ao potencial máximo. A lanceira não estava preparada para lidar com essa habilidade usada pelo adversário, portanto acabou sendo atingida por uma das ramificações de eletricidade e perdeu sua compostura por um instante. A ferida não era mortal, mas a deixava debilitada tempo suficiente para permitir que Masimos se aproximasse dela e a agarrasse pelo pescoço para impedi-la de fugir novamente.

Diferente do titã que além de ter parado o ataque supremo de Tamara, também foi capaz de resistir sem dificuldades ao impacto da explosão gerada pelo encontro dos dois poderes, Daityr teve sorte de estar apoiado com as costas em uma árvore grossa que o impediu de sair voando. O humano colocou os braços na frente do rosto para aliviar a pressão do vento, e pareceu ficar bastante surpreso com aquele que havia, talvez indiretamente, salvado sua vida.

- Mas que diabos… Quem é esse cara? - Se perguntou o rapaz que provavelmente nunca havia visto alguém tão poderoso.

No instante que Tamara foi capturada pelos grandes dedos de Masimos, ela sabia que se libertar seria uma tarefa complicada, porém não deixaria de tentar, chutando as costelas do tritão com uma sequência de chutes. Mesmo os chutes não fazendo parte do estilo de combate da mulher, a força dela era alta, portanto seria melhor para a Calamidade aumentar sua resistência na região ou então bloquear os ataques. O Emissário também poderia ignorar esses chutes se assim quisesse, isso por dois motivos, o primeiro é que o dano provocado não era alto o bastante para fazê-lo sentir dor, e o segundo é que mesmo a força dela sendo capaz de causar algumas fraturas nas suas costelas, aquilo não o mataria. Como o próprio havia dito, a tenacidade de Tamara era admirável, mas inútil contra ele. Agora a mulher precisava dizer o que Masimos queria saber sobre Byakushi, caso contrário teria seu pescoço esmagado.

- Sangue… - Começou a mascarada a falar. - Para regar… - E aqui o Emissário nem precisaria de Haki para saber o que ela iria fazer em seguida, pois já havia ouvido essa frase completa antes. - O jardim de rosas negras! - Então com o restante das forças que ela tinha, a mulher puxou uma de suas lanças e a moveu para um ataque. Sua intenção a primeiro momento poderia ser atacar Masimos, mas o que ela faria de fato seria perfurar o próprio coração. E teria conseguido se o tritão não tivesse a impedido. - Tsc…

- MESTRE! - Ouviria os ouvidos aguçados do homem-carpa a voz de Luthiem gritar do interior da floresta. Isso aconteceria logo depois da segunda ordem dele para Tamara falar onde está Byakushi.

Para a tritã ter gritado desse jeito e naquele tom, era fácil deduzir que ela estava em perigo. Julgando pela força de Lut, a menos que a natureza desconhecida de uma ilha do céu seja realmente muito absurda, somente a aparição de outro inimigo poderia fazê-la reagir dessa maneira. A pergunta é: mais um dos arcanjos ou mais um Rosa Negra? Daityr, mesmo que não tivesse sido capaz de ouvir o grito, estava atento, e como ele era o alvo do grupo de assassinos, ele rapidamente se esforçou para ficar de pé e se aproximar daquele que parecia estar disposto a ajudá-lo.

Cerca de meio minuto depois da voz de Luthiem chegar aos ouvidos de Masimos, um objeto negro em formato cúbico surgiu do nada e avançou com velocidade na direção de Daityr. Como provavelmente o tritão já estaria preparado para a chegada de um ataque surpresa, seu Haki da Observação seria capaz de detectar essa aproximação e, se ele quisesse, poderia refletir o objeto para longe do espadachim e salvá-lo seja lá do que. Se porventura o Emissário optar por deixar o humano ser atingido, algo bastante curioso iria acontecer, mas isso ficará mais claro ao final desse post, portanto a narração a seguir considera que Daityr foi protegido (e que Tamara ainda está viva e presa na mão de Masimos).

- Ora, ora… A polvinha era mais ágil e esperta do que eu imaginei, o aviso dela pelo visto acabou estragando a minha surpresa. - A princípio seria complicado entender de onde estava vindo essa voz, já que ela não estava muito distante e ao olhar na direção do som, nada seria encontrado. Até que uma “porta” negra se abriu alguns metros de distância do trio e um homem a atravessou, revelando-se. Depois de passar por ela, a porta se fechou como se não existisse nada ali (atenção: não é a Doa Doa no Mi, óbvio, mas considere visualmente parecido com ela). - Masimos “Titã” Howker, não é minha intenção atrapalhar o seu futuro duelo com Byakushi e deixá-lo ferido antes da hora, então que tal fazermos um acordo onde nós dois saímos felizes?

A aparência deste homem era bem simples, sendo facilmente descrito por usar terno e gravata, portanto o que mais chamava atenção nele era a sua máscara branca com um “nariz” pontudo e o chapeuzinho que lembrava vagamente uma casquinha de sorvete. Os membros da Rosa Negra usavam máscaras, logo, seria deduzível que Joseph era também um dos assassinos dessa organização.

- Vamos fazer uma troca, eu lhe dou algo que tenho, e você me dá algo que você tem. - Ele então ergueu a mão direita e mostrou uma caixa transparente que tinha o tamanho exato para poder ser agarrada pelos seus dedos.

Apesar da distância segura entre eles, Masimos com sua visão aguçada poderia ver claramente que dentro daquela caixa havia uma versão miniatura de Luthiem batendo desesperadamente contra as paredes transparente… Seria a verdadeira mulher-polvo, ou algum tipo de truque criado pelo poder desse homem? Se Joseph queria fazer uma troca de prisioneiros, então ele devolveria Luthiem à Masimos, e Masimos daria Tamara para o mascarado… Não, o tritão talvez sequer cogitasse que ele tinha tamanha empatia pela lanceira. Seu objetivo ali já havia ficado claro antes mesmo de sua aparição.

- O humano pela tritã. - Esclareceu ele, e caso Tamara tivesse criado alguma expectativa, estas teriam ido por água abaixo agora. - Me parece uma troca mais do que justa… Onde eu trabalho eu ganharia bem mais com ela. - Não seria difícil entender o que Joseph queria dizer com isso, porém o que importa mesmo é saber o porque ele está se dispondo a essa negociação… O que Daityr tinha de tão especial? Se Masimos perguntasse, a resposta dada pelo mascarado deixaria algumas coisas mais claras, como por exemplo para quem ele está trabalhando. - Ele é de interesse do Conquistador… Ainda devo um último favor a ele, por respeito às minhas origens. - Ele apontou para a máscara. - Eu segui por um caminho diferente, mas coincidentemente ele se cruzou novamente com o da Rosa Negra aqui em Skypiea, como falei, ainda devo um favor ao Conquistador, mas estou aqui atrás de algo completamente diferente. Portanto, Emissário, não é de meu interesse atrapalhá-lo ou impedi-lo de nada, apenas me entregue o descendente e depois disso provavelmente só nos veremos de novo se estiver afim de se envolver com a parte sombria da Grand Line.

Por mais que Joseph não estivesse emanando hostilidade, a tranquilidade em que ele falava com Masimos poderia significar que ele estava confiante de que não estava preocupado com a escolha que o tritão faria, sinal de que tinha total confiança na sua própria força… Ou quem sabe soubesse fingir muito bem e estivesse fugindo de um confronto justamente por saber que não era forte o bastante para derrotar a Calamidade. A decisão do Emissário da Morte era crucial e bastante arriscada, pois por mais que o mascarado estivesse mentindo em todas as suas palavras, uma coisa era verdade: lutar agora contra um inimigo poderoso poderia lhe trazer danos que o atrapalhariam na sua futura batalha contra Byakushi.

- Então, o que me diz? Fechamos esse acordo ou…? - E hora de Masimos responder havia chegado. Entregaria Daityr em troca de Luthiem como Joseph queria, ou arriscaria lutar para tentar garantir terminar com ambos?

E como disse anteriormente, caso o tritão sequer tivesse se dado ao trabalho de bloquear aquele cubo que atingiria o humano, então este seria sugado para o interior do objeto e terminaria preso dentro da caixa assim como mostrado que aconteceu com Lut. O cubo desapareceria em seguida e Joseph surgiria mostrando este na sua mão esquerda, enquanto a caixa de Luthiem estaria na direita. Um cenário bem mais complicado para negociações, porém se viesse a acontecer, talvez levasse a um diálogo bem diferente, ou uma fuga mais fácil.

HISTÓRICO DA AVENTURA:
 

FERIMENTOS (Atualizado):
 


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Marciano
Emissário da Morte
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MensagemAssunto: Re: 10º Capítulo - Parabellum!   10º Capítulo - Parabellum! - Página 3 EmptySeg 29 Jun 2020, 01:15



Masimos Titã Howker
A Calamidade Morte
Legendas
FALAS | Narração

A colisão dos ataques faziam jus aos estragos a seguir, já que, um estrondo repleto de caos emergiria de forma violenta e impetuosa. Não só havia neutralizado o ataque do inimigo, mas como também obtinha exito em atingi-lo; ainda que com força reduzida devido o primeiro impacto com a lança. Todavia, a maldita mulher acabava sendo alvejada e sentirá os efeitos; até eu sentia, pois, Reikoku Raimei também me propagava danos, isso ocorria devido a grande concentração de energia gerada pela bolha de ar.

As mãos, e algumas parte do corpo, apesar de resistirem acabavam recebendo uma parte dos danos referente o impacto de ambos ataques como principalmente a sobrecarga da técnica; não que viesse a ser um problema, já que, minha defesa física era extraordinária para suportar. Era visível que a lanceira não era muito persistente quanto a ferimentos, me beneficiando disso, conseguia capturar ela sem problemas.

Enquanto uma das mãos, ainda fumegante, apanhava o pescoço da mulher deixava a outra para interceptar qualquer ataque vindo da mesma. Chutes eram direcionados a mim, mas acabam sendo inúteis, pois, o coxim de minha mão refletia-os sem dificuldades. ~ Tola! Parece que ainda não entendeu sua situação. Diria em resposta aos insignificantes ataques dela. Não eram fracos, mas isso era irrelevante para mim, afinal... quanto maior o poder desferido a contra mim, maior será de volta; sem dúvidas a Nikyu Nikyu no mi era um poder, um presente de minha amada, magnifico e digno da Calamidade Morte.

Após efetuar algumas perguntas, utilizando minhas capacidades em interrogatório, não demorava muito para a mulher começar a falar. A resposta já havia ouvido outrora, me deixando um pouco mais irritado. ~ Tsc. De novo esse enigma, maldição! Proferia apertando um pouco mais a jugular da mesma, mas logo afrouxando suavemente para não mata-la, ainda. A verdade era que quanto mais sabia sobre a rosa negra mais perguntas surgiam, quase parecendo um labirinto sem fim.

Uma ação suicida era tão obvia que até mesmo um macaco poderia precaver. Havia agarrado a lança e tirado das mãos da mulher e jogado a arma no chão. ~ Tão... previsível. Falaria com um ar de desgosto e desprezo para com a inimiga. No entanto, suas breves palavras faziam me recordar da tal profecia e do tal "Conquistador", suposto líder da rosa negra. ~ Hmm. Admito que por alguns momentos perdia-me em meus pensamentos, pois, o que em si significava: "Sangue para regar o jardim de rosas negras." Apesar de ouvir pela segunda vez, ainda se perpetuava um enigma tão misterioso que nem mesmo um especialista como eu conseguia desvendar, por enquanto.

Minha atenção era chamada quando ouvia a voz de Lut ecoar de dentro da floresta, conseguia distinguir bem devido meus sentidos aguçados. ~ Luthiem!? Proferia logo assumindo que a mesma havia sido capturado, em razão de que, seu tom de voz nunca havia chegado a tal entonação elevada.

Havia duas hipóteses nessa situação, a primeira era que: um dos arcanjos teria capturado a mulher-polvo, o que seria menos provável dado a força dos mesmos; isso considerando que todos fossem equivalentes aos dois arcanjos que encontrei posteriormente. Segunda e mais provável: a lanceira estava com algum aliado monitorando a longa distância; não seria surpresa de houvesse mais de um. ~ MALDIÇÃO!!! Quem ousa profanar aquela sobre meu comando? APAREÇA! A face antes irritada, se transformava em fúria.

Momentos se passavam e ninguém surgia, exceto um ataque que haveria reagido antecipadamente com o uso do Kenbunshoku no haki. Refletia, o que parecia ser um tipo de cubo, para longe e evitando que o espadachim fosse alvejado e, enfim, confirmando que o alvo era o mesmo da lanceira; agora sabendo que o outro inimigo seria de fato outro membro da Rosa Negra.

Uma entrada dramática era orquestrada pelo maldito membro da rosa negra, ficava ainda mais evidente ao perceber sua mascara ao qual estampava lealdade para com a maldita organização. A forma que o homem haveria surgido se demonstrava peculiar , mas não única. Afinal, já haveria visto poderes de Akumas semelhantes. Meu semblante não havia mudado em nada, nem se quer havia piscado.

Se a raiva estava alta, o ecoar das palavras do estranho homem, indagando sobre Byakushi, apenas consolidavam e incentivavam minha fúria que estava tão próxima de erudir quanto um vulcão na ativa. Entretanto, minha preocupação não era a lanceira, o espadachim ou o inimigo a minha frente, mas sim em saber a localização de Lut, afinal... não poderia atacar sem estar ciente de seu paradeiro. Não iria arriscar a vida de Lut, a serva que a tempos serve a mim e a Deusa de forma disciplinada.

O homem fazia uma proposta, deixando já claro suas intenções, apesar de que estaria ciente logo ao entender que o mesmo não havia matado Lut por um motivo óbvio: barganhar. Estava ainda mais ciente de que não seria a mulher sobre minha posse, pois, se ela antes estava se esforçando para capturar o alvo, obviamente seria o mesmo para aquele homem. Sua missão estava mais clara quando ele confirmava minhas suspeitas.

Antes mesmo de concluir, começaria a virar meu corpo em direção a ele enquanto carregaria a lanceira, mas logo dando um fim a sua vida refletindo uma bola de ar sobre o coxim de minha mão e defletindo de dentro da traqueia da mesma, destruindo por completo sua jugular e, possivelmente, explodindo seu pescoço com choque da bolha; criando e eclodindo bolha instantaneamente.

~ Um acordo? Proferia enquanto largaria o corpo, ou apenas cabeça, da lanceira. ~ Tática correta, abordagem errada. Falaria ao mesmo tempo que fintaria os olhos do homem, emanaria um olhar frio, destemido e voraz. ~ O que deseja com esse humano, afinal? Questionaria o homem ao mesmo tempo que tentaria notar se haveriam mais. A força do sujeito era incontestável devido ter capturado sem qualquer ferimento Lut; não era algo fácil.

A explicação do mascarado não revelava muita coisa, o que ele dizia boa parte já sabia. No entanto, algo haveria chamado minha atenção: "Descendente"? Seria um membro da realeza ou algo do gênero? É uma possibilidade. Não tenho nada a ganhar em querer lhe proteger, nessa insurgente situação. Mas por outro lado tenho muito a ganhar, mesmo não possuindo total certeza. Poderia prejudicar os planos do Conquistador, talvez atrasar ou até mesmo impedi-lo de algo. Mas a pergunta era: o que? O que exatamente eu iria ganhar com isso? Obviamente desejo destruir essa organização, talvez não tanto quanto Aaron, mas em certa ponto sim. Porém, desejo arduamente matar Byakushi! Esse é meu objetivo e me apossar do amuleto que a Deusa haveria deixado para mim. Claro que entrar em combate agora seria desperdício de tempo e principalmente de energia. Todavia, pode ser que isso venha me penalizar mais a frente.

~ Hmm. Havia cruzado os braços enquanto expressava estar pensativo e, ainda, olhando nos olhos do homem permaneceria com um silencio. Tanto que até mesmo poderia gerar um desconforto ao membro da rosa negra. Foi então que obtive um lapso em resposta. O homem havia dito que teria seguido outro caminho, semelhante a Aaron de certa forma, mas devido a um favor, ou uma obrigação se preferir, acabou sendo cobrado e está pagando para se livrar da Rosa Negra. Logo devo acreditar em tal balela? Não que houvesse motivo para mentir ou dizer tais informações. Talvez por respeito a mim ou para evitar um confronto desnecessário, devo assumir que suas palavras tem lógica e astucia quanto a situação; ainda que seja imperdoável sua audácia em capturar minha aliada.

Contudo, sua tática de negociação era boa e direta, detesto admitir. Eu poderia utilizar como contra medida uma mentira, dizer que não me importo com Lut e negar o acordo. Entretanto, não é do meu feitio utilizar tais artimanhas e exatamente por não utilizar, seria tolice tentar agora. No entanto, se esse verme acha que tem a vantagem... está estupidamente enganado!

Se ele quer aquele garoto e a lanceira não havia matado-o, devo assumir que sua morte seria uma perda fatal, isso é tão obvio quanto a cor vermelha do sangue. Claro que a Lut está sendo feita de refém, mas exatamente por saber disso, se ele viesse a mata-la perderia sua carta de vantagem e arriscaria a segurança do garoto, isso é logico, pois, se ele pudesse sequestrar o garoto em segurança já haveria feito. Mas por ter errado antes, sabe que errara de novo e poderá acarretar na morte do espadachim ao entrar em conflito contra mim. Exatamente por isso está tentando entrar num acordo, além é claro de sair sem qualquer ferimento, não perderá tempo ou arriscara sua vida por um favor apenas com o líder da rosa negra. Seu intelecto estratégico não é ruim, talvez apenas limitado quanto a situação.

O problema foi a lanceira nisso tudo, se ela tivesse tentando matar o garoto ou demonstrado maior hostilidade para com ele, mostrando que a vida do mesmo não valia nada e que só buscavam matar-lhe, certamente a barganha dele obteria sucesso comigo. ~ Diga-me... Nesse momento apontaria minha mão para o garoto
[/b]... Acha que tem o direito de propor um acordo para a Calamidade Morte? Sem que eu deseje.[/color][/b] O rosto ainda expressaria uma cólera, salientando um rancor. ~ O quanto você perderia se a vida dele fosse extinguida? Uma bolha de ar seria gerada, mas contida com um pouco de esforço. ~ Serei sincero quanto a sua atitude. Se você viesse a matar minha valorosa companheira, seria uma trágica perda para mim, não nego! Ela é devota, disciplinada e fiel, coisas raras nesses mares e que poucos tendem a valorizar, mas que são de extrema relevância para mim. Você não só despertaria minha fúria, mas como também se tornaria meu alvo; assim como Byakushi! Não se engane, afinal... foi você que cruzou meu caminho, não eu o seu! Falaria com imponência, sinceridade e com uma pitada de egoismo. ~ É óbvio sua falta de vantagem nessa situação! Ainda mais óbvio seu receio quanto a uma batalha e principalmente sua cautela para com a vida do garoto. A capacidade em ocultar, ou talvez a inexistência, de sua sede de sangue era notória. Não sabia se aquele homem era forte ou apenas muito bom de lábia. Mas certamente ele não esperaria tal atitude de minha parte, seria visível em seu rosto caso demonstrasse surpresa ou talvez raiva devido ter notado e apresentando claramente a situação.

~ É verdade que seria benéfico para mim não entrar em um combate contra você ou outros, mas não é como se estivesse evitando isso. Naturalmente terei que matar alguns que cruzarem meu caminho até concretizar minha vingança; como pode ver. Diria caso houvesse matado ou incapacitado a lanceira. ~ Devo supor que sua força é no minimo superior a de Luthiem, mas isso não significa que é superior a minha. Então alvejaria e dispararia a bolha de ar até que atingisse a árvore onde o espadachim haveria colidido, demonstrando uma advertência tanto para o garoto quanto o inimigo a minha frente. Expressaria um ar horripilante e intimidante para o garoto não fugir, como também para demonstrar ao membro da rosa negra, voltando a lhe encarar, que estava convicto quanto a matar o garoto a qualquer momento, se assim quisesse.

~ Existe um antigo ditado: "O que não te mata, só lhe fortalece." Continuaria apontado para o garoto enquanto permaneceria olhando nos olhos do homem a minha frente. Não hesitava, acreditava em meu intelecto e força para lidar com a situação; ainda que não soubesse com total certeza que atitudes o inimigo viria a decidir em durante nosso diálogo.

Possivelmente o mascarado tentaria impedir e perderia o foco de Lut que estaria trancafiada dentro de uma pequena caixa. E abusaria disso para vir a tirar ela das mãos dele, isso é claro, se um conflito viesse a ocorrer. Mas da mesma forma que não estaria disposto a arriscar a vida de Lut, o homem não estaria disposto a arriscar a vida do garoto. O proposito das minhas palavras era tentar administrar a situação. Claro que havia dito que ele não possuía vantagem, mas da mesma forma eu também não possuía sobre ele. Era um impasse daqueles clássicos do xadrez.

Em nenhum momento havia presumido, tão arrogantemente, que meu oponente seria fraco. Já havia lutado com muitos da rosa negra e, grande maioria, eram fortes. Todavia, estava disposto a testar e confiar em minhas capacidades analíticas quanto estratégicas para extrair o máximo de informações do homem quanto principalmente sua atitude a seguir.[/color]
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