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Cap. 1 - As cortinas se abrem XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 1 - As cortinas se abrem

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap. 1 - As cortinas se abrem   Cap. 1 - As cortinas se abrem EmptySex 24 Abr 2020 - 20:06

Cap. 1 - As cortinas se abrem

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Thumper Bunny Clover. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - As cortinas se abrem   Cap. 1 - As cortinas se abrem EmptySeg 27 Abr 2020 - 9:49

As Cortinas se Abrem
 
Quanto tempo fazia que eu partia de Kingsland? Estava naquela ilha a alguns dias e mesmo assim não conseguia chamar aquele lugar de lar. Bem, acho que nunca mais encontraria um lar, minha casa havia sido deixada para trás, eu fui exilado por Regicídio, por mais que eu tivesse salvo todos em Kingsland de um rei louco eu havia me desonrado. Na verdade eu já havia me desonrado antes, eu cometi diversos crimes, se eu não tivesse sido salvo pelos ursos, acho que já teria colocado um fim a tudo isso. Mas eu fui salvo, bem… Pelo menos para eles a honra não era tudo, eles acreditavam que as vezes era necessário se despir da honra para fazer coisas realmente honradas. Eu acredito na melhora das pessoas, por que eu acredito que eu posso melhorar, mesmo depois de tantas coisas terríveis, eu tenho certeza de que posso melhorar.

Agora, seguiria minha trajetória. Não conhecia quase nada daquele mundo, sabia de algumas coisas poucas, como a marinha, a Era dos Piratas, eu queria explorar os meus caminhos. Também sabia como aquele mundo era perigoso e terrível, sabia o quanto as pessoas eram más, por isso teria que me armar.

Mesmo conhecendo pouco daquela ilha, sabia que havia uma loja de armas em algum lugar. Tentaria de cabeça seguir o caminho daquela loja, afinal precisaria de uma arma para o que viesse a seguir.

Rumaria a passos largos de coelho, digo… coelho anão. Se não me recordasse de completo onde era a loja de armas, procuraria com afinco, a esta altura estaria saltitando animadamente. - Olá, como vai você? Eu, por mais que você não pergunte estou muito bem! - Daria um risadinha. - Eu estou procurando uma loja de armas, você sabe me dizer onde ela fica? - Meus olhos estariam atentos aos lábios do indivíduo enquanto este falasse. - Muito obrigado! - Acenaria enquanto seguiria o rumo para a loja de armas.

Adentraria o lugar a passos largos, olhando tudo ao seu redor, enquanto ao mesmo tempo iria de encontro com algum atendente ou quem aparentasse estar cuidando da loja.

- Olá como vai?
Eu gostaria de uma clava ter
Para que do mal eu pudesse me defender! -


Rimaria com um sorriso no rosto e com os meus dedinhos tocando alguma prateleira, caso houvesse alguma. Por fim pagaria ao bom atendente para que então pudéssemos cada um seguir com sua vida.

- Eu de verdade te agradeço
Por ser capaz de cumprir o meu desejo! -


Me curvaria sutilmente em agradecimento e rumaria desta vez para o QG da marinha.


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Última edição por Vrowk em Seg 27 Abr 2020 - 17:45, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - As cortinas se abrem   Cap. 1 - As cortinas se abrem EmptySeg 27 Abr 2020 - 17:21

Clima: Quente
Temperatura: 28°
Tempo: Céu aberto
Horário: 12:40
Localização: Pé de Yotsuba Island, 4 quadras da Torre Azul, próximo a praia.

Era uma tarde tão quente e pujante, que caminhava o coelho alegre e cantante. Naquela ilha o desconhecido era seu amigo mais fiel, por que nada que se descubra simplesmente cai do céu. Vindo de uma terra habitada por animais, seus costumes e sua vida para ele eram normais. Pena que o triste coelho não conhecia novo mundo, e o poço de sua inocência ainda era muito,muito profundo. Mesmo que fosse um guerreiro feral, naquele mundo novo ainda ele ainda era um animal. Era um nobre e e justo guerreiro mas que para alguns ficaria ótimo num braseiro. Aqui se inicia a aventura do Coelho Poeta que não possuía uma aparência nada discreta. Não usava um capuz, capa ou cobertor talvez por costume ou só pelo calor, mas que o ensinaria uma triste lição sobre a pobreza e a sua dor.

Ele caminhava pelas ruas pobres em busca de uma arma que pudesse lhe servir, mas naquele momento não acharia o que veio pedir. Aquele era o Pé, sabe? O chulé da ilha. Os habitantes não possuíam instrução, muito eram pacíficos, outros não.  Viviam de pescar e colher, muitos não tinham nem o comer, então um guisado de coelho cairia bem para sobreviver.

As casa ao seu redor eram velhas e abatidas, como se tivessem vido muitas vidas. O asfalto era de pedras pobres, pouco nobres. Aquilo dizia muito sobre ser o Pé, sujo, esquecido, ralé. As ruas e vielas que a cortavam eram escuras e as sombras das casas escondiam o sol pujante. E mesmo uma tarde quente e alegre a se tornava fria e cortante.

O coelho ao caminhar nas ruas recebia olhares desconfiados, seu pelo tom de ouro atraia olhares afiados, crianças gritavam:
-Mamãe, mamãe, olha que coelhinho mais fofinho-
As mães a afastavam e se pergutavam o que gente daquele povo fazia ali sozinho.
Como o desconhecido ainda era seu amigo, era melhor que tivesse tomasse cuidado para não ser visto ouvido. Mas, já havia se tornado uma grande atração e em volta dele já se formava uma enorme multidão. Gritos, sussurros, palavra de amor, medo e até alegria, mas o que o aguardava ele não de certo não sabia. A multidão o cercou por todo lado e dela veio um grito desengonçado:
-O COELHO É MEU!!!
O grito acionou a multidão que desesperados se aglomeravam em torno ao coelho pimpão.

Ele estava perto de uma praça com casas a sua volta, 4 ruas transversais desembocavam naquele lugar sendo ela o seu centro angular. A multidão o cercava por todos os lados dando pouquíssimo espaço para fugir. O que seria do coelho? Ele morreria ali?Vamos descobrir.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - As cortinas se abrem   Cap. 1 - As cortinas se abrem EmptySeg 27 Abr 2020 - 23:44

Caminho das Sombras
Uma criança havia falado e eu nada bobo tinha escutado, me encontrava caminhando desleixado. Estava muito quente quando aquela multidão se amontoou ao meu redor, era um lugar desolado, em tantos locais horríveis já havia estado. Em Kingsland havia uma periferia onde se praticava canibalismo um ato terrível, devido a fome causada por um rei desprezível.

Encarei a todos ali presente, não havia nenhum rosto familiar. Tentava compreender o que se passava ali e por mais que não soubesse o que estava por vir, sabia que devia partir. Em meio a multidão me senti preocupado, quando ouvi alguém berrando, tive certeza de que realmente precisava sair dali.

- Olá, como estão vocês? - Mostraria um sorriso fofo que era a minha especialidade, não de propósito, afinal praticamente todos os meus sorriso eram fofos. Os encararia de cima para baixo, aquela cena era aterradora mas não poderia perder a calma. - Algum de vocês poderia me dizer onde eu estou? - A minha voz doce sairia de meus pequenos lábios, de forma devagar para não atiçar nenhum deles a me atacar ou sabe se-lá o que eles poderiam fazer.

“Coitado deles, vivendo em um lugar tão ruim…” Meus olhos se arredondariam enquanto deixaria o cenho solto, tentaria não transparecer mas estar ali me causaria um pouco de receio e medo, ainda mais em meio a tanta gente.

- Depois de muito tempo vagando. Em um dia escaldante. Vocês estão estão honrando. Esse coelho saltitante! - O medo estaria me apunhalando cada vez mais fundo. - Gostaria de poder ficar mais. Por um motivo em particular não posso. Tem algo de que estou atrás! -

Respiraria tentando encontrar alguma daquelas pessoas que poderiam estar felizes com a minha presença, e que estivessem me enviando palavras de amor, se assim encontrasse tocaria em sua mão ou onde fosse possível com minhas patinhas peludas e demonstrando um sorriso meigo. - Todos vocês são uns amores. Gostaria de lhes dar os meus louvores. - Daria uns toquinhos na pessoa que estivesse segurando e apontaria com a outra mão, como se quisesse sair dali.

- Se não for de muito incômodo. Procuro onde haja armas a rodo. Pois uma delas preciso comprar. Para por um sufoco não mais passar! - Faria essa pergunta esperando que alguém me respondesse, não apenas isso, me ajudasse a sair.

Se alguém tentasse me pegar, com o intuito de me fazer o mal, tentaria me defender empurrando a mão do inimigo para longe de mim e tentando acertar um soco em quem quer que fosse, afinal eu poderia ser um coelho mas não era bobo ou tão indefeso.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - As cortinas se abrem   Cap. 1 - As cortinas se abrem EmptyTer 28 Abr 2020 - 14:44

Clima: Quente
Temperatura: 28°
Tempo: Céu aberto
Horário: 13:05
Localização: Pé de Yotsuba Island, 4 quadras da Torre Azul, próximo a praia.

A grande multidão o cobria como um véu, o coelho de tão apertado quase não achava o céu. O berro que havia ouvido, muito o assustava, parecia não haver saída era aquilo que ele pensava. Foi então que uma garotinha da multidão ao lado dele o cutucou, abriu um doce sorriso e a ele sussurrou:
-Ei, Coelho, finge comigo!
Era uma garotinha ruiva, sardenta, e com uma roupa meio nojenta. Mas de um sorriso tão radiante que entoou assim cantante:
-Oh Nobre senhores, este é meu coelhinho que a tanto tempo perdi. Tenham dó de mim, e me deixem levá-lo comigo. É meu tão querido e mais amado amigo. O perdi na floresta e tanto procurei, mas agora estou tão feliz que meu querido encontrei.
A menina se pós na frente de tão enorme multidão, queria salvar o Coelho que não conhecia nem a mão. Ela olhou para o Coelho e esperava uma reação. Mas não dependeria só dela o salvamento, por que o Coelho precisava, entrar naquele evento.

A multidão olhava estranha para a menina, alguns desconfiados outros encantados com a pequenina.
Ao longe então se ouviu passos e uma marcha retumbante, dali a alguns minutos o exército vinha marchante. Um Coelho perdido seria uma suspeita interessante, então seria melhor que ele dali estivesse distante. Veremos no próximo capítulo a história deste vagante.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - As cortinas se abrem   Cap. 1 - As cortinas se abrem EmptyTer 28 Abr 2020 - 23:24

Caminho das Sombras
Uma garotinha surgiu para me ajudar, não tinha muita certeza o por quê dela fazer aquilo, no entanto ela parecia muito fofinha, apesar de suas roupas estarem sujas e nojentas. Ela parecia estar ali para me ajudar, não faria descaso da sua ajuda, principalmente de um ato tão nobre como ajudar um estranho.
-Oh Nobre senhores, este é meu coelhinho que a tanto tempo perdi. Tenham dó de mim, e me deixem levá-lo comigo. É meu tão querido e mais amado amigo. O perdi na floresta e tanto procurei, mas agora estou tão feliz que meu querido encontrei.-

“O que um coelho faz? Acho que só vou agir livremente, seguindo meus instintos animalescos.”Após o que ela disse, deixaria meu cenho solto, lábios repousando em tranquilidade, tentando parecer o menos “humano” possível e mais animalesco, até mesmo sentaria um pouco, com as patas traseiras como apoio, então lamberia meu pêlo. Nunca havia atuado antes, aquilo poderia parecer um pouco tosco e inverídico.

Me moveria quadrúpede ao redor da garota e esfregaria a bochecha na mão dela, esperando que o grupo se dispersasse antes que aquele dito exército viesse ao meu encontro. Assim que percebesse que havia um caminho para passarmos, agarraria o braço da garota e sairia correndo dali o mais rápido que pudesse, tentado despistar quaisquer um que pudesse ter alguma suspeita sobre a minha pessoa.

- Hi,hi,hi, enganamos eles. - Diria um pouco empolgado por aquilo ter dado certo. Já longe, voltaria minha atenção a jovenzinha. - Essa foi por pouco! Muito obrigado, senhorita! - Lamberia o pelo da palma da mão, para limpa-la e então ofereceria a mesma para para a garota. - Me chamo Thumper, a quem devo o prazer de conhecer? - Ouviria o nome da jovenzinha, com um simplório sorriso brincando por baixo do focinho, as sobrancelhas erguidas formando um semi-circulo. - Que nome bonito! -

Continuaria caminhando com a garota. - Muito obrigado por ter me salvado! Sem você lá, sabe-se lá o que poderia me ter acontecido. - Daria alguns passinhos para frente depois alguns para trás. - Você sabe me dizer onde tem uma loja de armas por perto? - Após receber a informação, me curvaria perante a garota. - Muitíssimo obrigado! Você poderia me dizer onde você mora? Quando algum dinheiro eu conseguir ganhar, com algo eu quero te recompensar! - Diria aquela prosa um tanto animado por ter escapado do perigo.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - As cortinas se abrem   Cap. 1 - As cortinas se abrem EmptyQua 29 Abr 2020 - 15:37

Responder EmptySeg Abr 27, 2020 5:21 pm  
Clima: Quente
Temperatura: 28°
Tempo: Céu aberto
Horário: 13:15
Localização: Pé de Yotsuba Island, 4 quadras da Torre Azul, próximo a praia.

OOOOWWWNNNTTT! Todos mundo se dispersando,o coelho é dessa fofurinha! Que bom que você achou seu coelhinho menininha!- A garotinha tinha uma voz tão doce, e era tão fofa que como mágica a multidão começou a de dispersar.
Após aquele teatro muito bem aceito pelo público feito pela menininha eles puderam caminhar pela pequena praça do Pé de Yotsuba Island.
A garotinha o respondeu após o ocorrido:
Não há de que coelhinho, é bem raro aparecer Minks por essa cidade, na verdade acho que é o primeiro visto por tudo mundo aqui, meu pai me contava histórias sobre o seu povo, ele lia muito. Eu não sei onde é que tem uma loja de armas, eu sou uma criança! O meu nome é Annie! Thumper é um nome muito bonito, posso te chamar de Tumtum?- A menina agradeceu o elogia do coelho e disse:
-Nunca me disseram que meu nome é bonito então obrigado Tumtum. Eu moro numa casa a 2 esquinas daqui você quer ir lá?.
Annie:
 
Era um convite que Thumper poderia aceitar, e talvez encontrar um lugar para descansar após o susto ou continuar a procura da loja onde ele pudesse conseguir algo para se defender em sua jornada.
-E eu agradeço por oferecer ajuda, um dia com certeza vou aceitar.

A Marinha que vinha naquela marcha antes estava colocando cartazes na cidade de um grupo de ladrões que estavam roubando caixas de alimentos que seriam entregues no porto da cidade. Então, um grupo de guardas que vinham estavam dizendo:
- Devem ser alguns dessa gente daqui! Um bando de ladrões e pobres, com certeza é alguns deles!-
-Não sei por que o prefeito ainda mantém esse bando de barraco em pé, deveriam expulsar todo mundo e dar lugar pra gente de verdade.! Os marinheiros falavam isso num tom muito alto que acabou atraindo a atenção de alguns moradores que estavam antes reunidos naquela multidão

-Quem vocês pensam que são pra falar assim da gente??- Era o tipo de fala que se ouviam de alguns.
--Vocês da marinha são pagos com os impostos que a gente soa pra pagar seus desgraçados. Foi então que outro tumulto começou quando alguns dos cidadãos começaram a trazer pedaços de pau, e pedras e que parecia que uma briga estava prestes a começar. Os marinheiros levantaram armas contra a população que parecia estar disposta a manter o seu orgulho. Como o Pé da cidade era realmente um lugar quase esquecido, não era difícil acontecerem conflitos entre os moradores e a marinha, mas com uma onda de roubos que estava acontecendo na parte média da cidade que inclusive marinheiros estavam sendo mortos o clima na cidade não estava muito bom e os nervos estavam a flor da pele.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - As cortinas se abrem   Cap. 1 - As cortinas se abrem EmptyQua 29 Abr 2020 - 22:44

Caminho das Sombras
- Claro, mocinha, você pode me chamar do que quiser! - Sorri para ela para então ouvir sua segunda frase. Logo compreendi onde ela disse que morava, em breve lhe faria uma visita, mas dessa vez com certeza teria algum presente em mãos, como forma de agradecimento.

Uma bagunça estava prestes a acontecer, os ditos marinheiros estavam indo de encontro com a população, parecia que não ia conseguir ter um dia em paz para alcançar meus objetivos, para ser franco, aquele era um dos dias mais agitados que eu tive em tempos.

A poucos minutos estava apenas tentando alcançar alguma loja de armas, mas agora eu me via em uma situação ainda pior do que a anterior. Eu sou um herói, ou melhor, sou alguém tentando se tornar um herói, por mais que estivesse ficando um pouco com medo do que estava por vir ali, cabia a minha pessoa me intrometer e ajudar a população.

- Annie, eu te vejo mais tarde, parece que o dever me chama! - Me curvaria silenciosamente a garota em reverência a sua pessoa. Eu não tinha certeza do que estava acontecendo, mas parecia extremamente sério, mais a frente eu teria que ler os cartazes que os soldados havia colocado por ali. Caminharia a passos largos por ali, iria em direção ao meio do furacão, onde havia tanta emoção. Gritaria para todos ali presentes, o mais alto que minha voz aguentasse. - Não briguem! - Faria aquilo para chamar a atenção, então pularia para que eles vissem de onde vinha o som caso ainda não tivessem enxergado um coelho de 1 metro de altura. - Eu não sei o que está acontecendo, mas acho que eu posso ajudar. Eu trabalhei como soldado por um tempo, lá onde eu nasci, eu posso ajudar! - Com isto esperava que os ânimos tivessem se acalmado, ou pelo menos que tivessem me notado.

- De qualquer forma, por favor me contem o que está ocorrendo, quando eu for sabendo, com certeza poderia ajudar, mesmo que de cansaço isso vá me matar! - Rimaria aquelas palavras, já que estaria me sentindo um tanto apreensivo até.

- Algum de vocês pode me dizer o que exatamente está acontecendo? - Ouviria com atenção as informações que alguém me desse, para que então pudesse seguir adiante.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - As cortinas se abrem   Cap. 1 - As cortinas se abrem EmptyQui 30 Abr 2020 - 14:26



Adapted &  Directed by Greny
Localização: Pé de Shell Town
Tempo: Céu aberto - Quente - 28°
Horas: 13:20
Era perceptível a tensão no ar presente naquele momento entre os moradores e os marinheiros. Qualquer um que fosse de fora pensaria que estava prestes a começar uma confusão, como era o caso de Thumper. O coelho, preocupado com o que pudesse vir a acontecer, se despedia de sua salvadora mirim e dava um salto em direção à multidão, gritando um pedido para não brigarem. Todas as atenções se voltavam novamente para ele, alguns por achar uma cena curiosa, achá-lo adorável ou se encantarem com a sua voz. Podia perceber que alguns tinham um sorriso no rosto, outros - principalmente os marinheiros - tinham uma sobrancelha erguida, enquanto ele se botava de prontidão para ajudar no que fosse preciso, por conta de seu passado como soldado.

Mas, era possível ver uma mudança de comportamento por parte do grupo a sua frente. Muitos dos marinheiros arrumavam sua postura, e ainda cutucavam os que ainda não haviam o feito. Logo, o coelho poderia ver uma sombra enorme se formando atrás dele, cobrindo-o por completo. - Te-tenente Harrison?? - gaguejou um dos marinheiros, nitidamente surpreso. - O que o senhor faz aqui? - perguntou um segundo, que foi complementado por um terceiro - Achamos que o senhor tivesse sido promovido pra Torre #2! - e isso revelava um costume da ilha. Os comandantes das torres da marinha poderiam ser realocados semanalmente.

O coelho podia perceber que o homem que estava atrás dele possuía, pelo menos, o dobro de sua altura. Carregava consigo uma feição séria e comia um saco de biscoitos. Houve um silêncio de aproximadamente cinco segundos, só sendo possível ouvir as mastigadas. Sim, eu fui - após engolir, começou a falar o tenente atrás do coelho, com sua voz trovejante e potente, parecia ser proporcional ao corpo - Mas consegui convencer o Capitão a me deixar trocar com o Sargento Pimenta, então espero que estejam preparados, porque vamos ter pelo menos mais um mês juntos - alguns dos marinheiros se entreolhavam após o anúncio de seu superior. Agora, a missão de vocês era colar cartazes e reforçar o toque de recolher ou arrumar confusão com a população? Ao trabalho! - encerrou, de forma firme o marinheiro, sendo respondido por um uníssono “sim senhor”. Logo, os soldados voltavam a andar para colar cartazes, passando pelo seu superior e pelo membro do clã Clover.

Então, o tenente Harrison voltava sua atenção para o coelho e se ajoelhava em frente a ele, que insistia para saber o que estava acontecendo. Era possível ver os farelos de biscoito ao redor de sua boca. - É raro ver um mink por aqui… - começou a falar - Nós da Marinha preferimos tratar o assunto como confidencial, mas como Shells Town não é tão grande, praticamente todo mundo já sabe mais ou menos o que está acontecendo. Como você é de fora, não custa nada te explicar, afinal, você precisa ter cuidado também. Algumas semanas atrás, começou uma onda de furtos pela cidade, tanto aqui quanto na Baixa Shells Town. Nunca pegamos o responsável, mas ninguém deu muita atenção. Só que isso foi evoluindo, até termos casos de latrocínio. Desde então, as mortes têm sido cada vez mais frequentes. Acreditamos ser a mesma pessoa. Começou com civis, aí houve um boato que estavam exterminando os mais pobres e a Marinha não se importava com isso, talvez até estivesse envolvida. Só que começaram a matar marinheiros e surgiu outro boato, de que o assassino podia ser alguém que mora aqui no Pé da Cidade. Ontem mesmo, um marinheiro foi assassinado. Então, ficamos com essa situação, em que o povo não confia na marinha e vice versa. Isso que você presenciou tem virado recorrente, ninguém confia em ninguém, os nervos estão a flor da pele, as mortes continuam e a investigação não tem nenhum avanço. Mas nunca houve agressão, apenas discussões e ameaças. Você quer ajudar? Tem uma coisa crucial que você pode fazer… - faria uma pausa momentânea e prosseguiria - Esse é meu último pacote de cookies diet de pasta de amendoim com coco. Você pode comprar mais pra mim? Tenho que ir para a Torre #4 o quanto antes, estou com muitos relatórios para ler em pouco tempo. Não é longe daqui, você sobre a escadaria que liga o Pé à Baixa Shells Town e vira a esquerda. Depois, vira a direita e segue reto. Passa pela cafeteria, pelo asilo, pela loja de fantasias e você chegou a loja de biscoitos orgânicos, em frente à loja de armas. Pode fazer isso para mim? - ele perguntava para o coelho, mantendo-se incrivelmente sério enquanto falava, dando a entender que era realmente importante.

Era possível ver que dois marinheiros estavam colando cartazes na parede atrás do tenente, mas pararam após ouvirem o pedido de seu superior, arregalaram os olhos, se entreolharam e ficaram encarando os dois, esperando qual seria a resposta. Parecia que algo que foi dito os preocupava. Restava saber o que Thumper faria, ele tinha duas opções: comprar os biscoitos ou não. Se procurasse por Annie, acabaria por perceber que ela não estava mais ali, e nem sequer havia sinal de aonde a mesma teria ido. Agora, restava saber o que o mink faria, visto que agora já sabia o caminho para a loja de armas.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - As cortinas se abrem   Cap. 1 - As cortinas se abrem EmptyQui 30 Abr 2020 - 22:12

Caminho das Sombras
Havia alcançado uma vitória naquele instante, fiquei um pouco empolgado admito. Era muito bom saber que havia conseguido parar uma briga, foi então que me deparei com um homem, um grandalhão musculoso que exalava vitalidade. Aparentemente todos ficaram impressionados com a presença dele, sabia muito bem o que era aquilo, antigamente muitas pessoas ficavam impressionados com a minha presença também. “Ele é um homem muito importante, respeitado e forte.” Pensei ao ver o tenente Harrison.

Recebi uma torrente de informações, devido a pergunta que fizera. Aceitaria o pedido do homem, chacoalharia minha cabeça para cima e para baixo rapidamente, meus dentes ficariam a mostra ao passo que as pontas de meus lábios subiriam naquele sorriso ingênuo. - Vou dar o meu melhor, Senhor Tenente! - Diria aquilo, animado por ter algo a fazer. Por algum motivo ficaria na minha mente, a imagem daqueles dois soldados se entreolhando por sabe-se lá o motivo.

Antes de partir procuraria pela pequena Annie, olharia ao redor buscando-na, mas não a encontraria, o que me faria pensar. “Vou procurá-la outra hora, para retribuir o favor.” Com aquele pensamento, partiria rumo a minha “missão”, comprar biscoitos diets para o tenente. No caminho pararia para olhar de fora a loja de fantasias, não me recordaria a ultima vez que havia olhado um lugar como aquele mas logo prosseguiria exatamente o que ele havia dito, chegaria ao local onde havia a loja de armas e a loja de biscoitos.

Depois de tantos problemas, precisaria de uma arma, pois precisaria me defender. Caso a loja de armas estivesse aberta, rumaria para dentro desta, observaria muito bem que tipo de lugar era aquele. - Oi, como vai você? - Diria isso direcionado a algum vendedor do lado de dentro. - Eu gostaria de comprar um martelo de uma mão, você teria algum? - Ao pegar o martelo, prenderia ele em algum lugar que fosse possível em minhas roupas.

Iria para o estabelecimento que vendia os biscoitos orgânicos. Do lado de dentro, mostraria minha simpatia para quem estivese atendendo. - Olá, tudo bem? O tenente Harrison me enviou aqui para comprar um pacote de cookies diet de pasta de amendoim com coco. - Pagaria pelos biscoitos. Daria uma volta dentro da loja enquanto pensaria se seria possível comprar outro pacote de biscoitos, caso fosse possível iria de encontro com novamente com quem estivesse vendendo os produtos. - Oi de novo, você tem algum biscoito de cenoura? - Se o tivessem, compraria-os. Conseguindo ou não comprar os meus biscoitos voltaria para o local onde havia conversado com o tenente.

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