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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Una Regazza Chiamata Pericolo

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Una Regazza Chiamata Pericolo   Una Regazza Chiamata Pericolo - Página 4 EmptySeg 20 Abr 2020, 11:51

Relembrando a primeira mensagem :

Una Regazza Chiamata Pericolo

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Phill Magestic. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Una Regazza Chiamata Pericolo   Una Regazza Chiamata Pericolo - Página 4 EmptySex 17 Jul 2020, 11:46

Capítulo 1:

Agora? Engenharia...




Feliz com as novas aquisições eu saio da forja e caminharia calmamente até o meu retorno na clínica onde estava Eleonora. Encosto-me na parede e então bateria na janela da casa tomando cuidado para não quebrar nada por ali.

- Por obséquio, em que quarto está Eleonora? Ah, certo, obrigado. Poderia manter essa luz acesa? Ou acender alguma das luzes aqui de fora?

Perguntaria caso não tivesse nenhuma luz ao lado de fora acesa, caso tivesse então eu não falaria a última frase e simplesmente aguardaria por notícias da pequena. Assim que soubesse qual o quarto de Eleonora ficaria com os ouvidos atentos.

Eu então aproveitaria as luzes acesas e iria ler um bocado daquele livro de Mecânica até que me desse sono…


- APRENDIZADO MEC NICA -


Começaria a ler o sumário para entender o que cada ponto me daria de ensinamento. E então após ler o prólogo eu começaria do capítulo 1 - Introdução à Mecânica e leria até me cansar naquela noite, o que daria até o capítulo 4 - Apertando parafusos e afrouxando engrenagens.

Os ensinamentos eram muito didáticos o que facilitava o entendimento, o uso de imagens e explicações era algo que ajudava bastante. A nomenclatura das ferramentas, como usar, para que lado apertar o parafuso. Porque é importante ter roelas além das porcas. Era algo simples, mas de fato eu não entendia os motivos reais até ler no livro.

Aquelas ideias iniciais sobre mecânica mostravam que fazer um barco era muito mais que colocar as madeiras e pregos, montar a estrutura e tudo mais. Com o conhecimento de engenharia era mais fácil entender onde colocar cada estrutura, saber sobre a física me permitia ter noção de como ele se manteria sobre as águas e por fim, a mecânica iria me permitir compreender melhor sobre o funcionamento dos canhões, essenciais em um barco hoje em dia, afinal de contas ninguém quer se meter em uma briga e perder. Seja pirata, revolucionário ou marinheiro. E isso com certeza a mecânica me ajudaria, fazer um barco mais robusto, e consequentemente escrever meu nome na história.

Quando a coisa começou a ficar muito complexa eu resolvi relaxar um pouco e descansar, terminaria no outro dia…

Após o meu sono, caso tivesse conseguido dormir sem problemas, o que talvez fosse graças aos homens de Salvatore trocando os turnos e se  mantendo de vigia, eu tentaria acordar com os primeiros sinais do dia, tentando saber exatamente que horas eram. A minha intenção além de tudo era futuramente ser alguém que soubesse com exatidão sobre o tempo, ter uma noção exata do tempo era algo que me teria muita serventia. Mas agora era hora da Mecânica!

Eu retomaria os estudos então! Capítulo 4 - pertando parafusos e afrouxando engrenagens.
Interessante que esse tipo de conhecimento também é aplicado em Ciborgues. Acho justo já que eles são meio máquinas, não é? Bem, um dia estudo sobre eles também.

Eu começo a compreender melhor como funciona a mecânica e qual o uso poderia ser feito.
Continuo a ler os capítulos duas vezes se possível para entender e melhorar o meu compreendimento sobre cada um dos fatores, afinal de contas quando fosse possível eu já partiria para o uso desses novos conhecimentos. Até já começava a me sentir como um bom ferreiro, tendo conhecimento de Forja, Engenharia e Mecânica poderia me aprofundar nesse conhecimento, uma vez que com a carpintaria vindo de berço, era mais fácil entender e melhorar outra profissão agora. Seria o primeiro Tritão Carpinteiro e Ferreiro a ter uma famiglia da máfia linda e imortalizada. É um sonho possível sim.

Continuo a ler meu livro e começo a pensar em cada um dos detalhes, ao terminar o útlimo capítulo fico extremamente feliz ao saber que poderia contar ao velho como tudo havia ficado mais claro em minha mente.


Fim do Aprendizado - Mecânica


Aguardaria Eleonora acordar e então diria a ela que teria que resolver mais umas coisas antes de voltar e resgatá-la, nesse período ela poderia se recuperar mais calmamente dos ferimentos e ficar mais tranquila para voltar para casa.

Caminharia até a forja e com o livro em mãos devolveria ao ferreiro.


- Muito grato, meu bom homem! Veja, agora podemos conversar sobre como as coisas são nesse mundo! Acredito que os seus ensinamentos me seguirão eternamente, e sou muito agradecido por isso. Vou tomar conta do seu barco agora, tudo bem? Eu acredito que um dia de trabalho por completo resolva os casos, e é isso que vou fazer! Até mais!

Iria até o barco do ferreiro e olhando para ele, começaria a contabilizar o que precisaria para arrumar o barco. Caso fosse necessário compraria de meu bolso o material para consertar o navio e fazer o melhor trabalho possível, e com certeza assinaria no casco do navio, Phil Magestic como prova que havia sido meu aquele trabalho. Por fim, pegaria as ferramentas de carpinteiro e iniciaria o trabalho. Caso tivesse muito a ser feito me preocuparia com os detalhes só no fim do trabalho. Caso fosse algo mais simples, eu faria com o máximo esmero e então terminaria colocando enfeites e entalhes para deixar o barco mais chique e mais rentável ao homem. Do lado de dentro do navio eu iria melhorar a cozinha, acomodação, melhoraria o convés e deixaria os mastros firmes e prontos para uso. Faria uma armação mais resistente para aguentar enfrentamento de pedras e até mesmo para que não afundasse caso achasse alguma barreira de corais, o que me levava a pensar que também precisaria de ferramentas de ferreiro, e claramente de material para reforçar o barco. Bem… Trabalho é o que não me falta, e por Barracudas, que bom que tenho uma boa reserva em dinheiro. Assim pago os preços sem maiores problemas.

Caso precisasse de madeira e ferro além dos equipamentos de ferreiro eu iria primeiro à loja que Jhonny me levou da primeira vez para comprar os materiais e compraria madeira suficiente para resolver o navio. Pediria para entregar no endereço onde está o barco.

Depois iria até uma loja onde pudesse comprar equipamentos de ferreiro e perguntaria a todos até encontrar uma. Por fim ao entrar na loja iria pedir:


-  Muito bom dia meu consagrado. Que bela loja o senhor possui. Adoraria comprar um Kit de aço e também ferramentas de ferreiro, por gentileza. E poderia mandar o Kit para esse endereço?

Caso conseguisse comprar tudo e fosse falado que iria receber, pagaria por tudo, também, no ato. Após pagar por tudo iria até o barco e aguardaria a chegada.

”Hora de trabalhar Magestic..”

bichaelson



Itens que desejo comprar> Segue como estão na loja pra facilitar o trampo da narradora.

Loja de Itens escreveu:

Kit de madeira
Descrição: Kit de madeira utilizado para reparos, se seu navio for avariado durante uma viagem um carpinteiro pode ser capaz de realizar reparos simples.
Restrição:Necessário um carpinteiro para o manuseio e realização dos reparos.
Preço por tamanho: Pequeno/Médio: 200.000

Kit de aço
Descrição: Kit de aço utilizado para reparos, se seu navio ou submarino for avariado durante uma viagem um carpinteiro com as pericias de forja e mecânica ou um ferreiro com carpintaria e forja pode ser capaz de realizar reparos simples.
Restrição: Necessário um carpinteiro que possua forja e mecânica (se for um submarino ou exista algum mecanismos metálico) ou um ferreiro com carpintaria e forja para o manuseio e realização dos reparos.
Preço por tamanho: Pequeno/Médio: 300.000

---
Martelo(1), Bigorna(1), Cinzel(1), Bacia para tempera(1), óleox10l(1), Morsa(1), Lixa 15 usos (1), Lima(1), Par de Luvas de couro(1), Serra(1), Soprador(2)  - Ferreiro

----

Mochila Grande
Preço: 100.000
Quantidade:  1
Inventário: +20w no inventário.

-----

Damasco x4
Preço: 50.000 <  200.000 < 1.000.000 até 10.000.000
Quantidade: 1 Suficiente para forjar uma lamina de tamanho comum, Laminas pequenas forjam 2, laminas para gigante precisa de 4.
Inventário: 2w

Código:

OBJETIVOS:
[X] Encontrar NPC Companheira - Jinx Mafiosa (Eleonora Matuvarios)
[X] Aprender Forja
[X] APRENDER ENGENHARIA
[  ] Aprender Mecânica
[  ] Encontrar meu Barco

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MensagemAssunto: Re: Una Regazza Chiamata Pericolo   Una Regazza Chiamata Pericolo - Página 4 EmptySex 17 Jul 2020, 17:37




narração - una regazza chiamata pericolo


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Fazendo seu caminho até a clínica, o tritão anda calmamente e feliz, pensando em seus aprendizados. Ao chegar em seu destino, Phil bate em uma das janelas da casa, na esperança de pedir que liguem uma luz para ele, além de perguntar sobre Eleanora. Para sua surpresa, quem abre é justamente ela.

- Ahh, oi Phil, não sabia se voltava hoje. Como está? - Ela perguntava amarrando a corda de seu roupão, cobrindo o pijama emprestado que usava. Ela parecia bem melhor em comparação a última vez que a orca tinha visto. - Precisa de uma luz? Deixa comigo!  - Ela acende a luz da varanda de seu quarto, o tritão se deita abaixo do piso e se põe a ler.

Começando pelo sumário, assim como um bom leitor, Phil lê toda a extensão de 4 capítulos do livro, aprendendo muitas coisas com ele, as imagens e explicações didáticas facilitavam, e muito, no entendimento. Com sua genialidade, Phil conseguia absorver facilmente tudo o que lia, além de combinar suas novas capacidades mentais com seu ofício pré existente, pensando sobre como aprimorar um navio usando tudo o que aprendera. Até mesmo canhões atravessaram sua mente, ele divagava sobre seu futuro, será que ele seria um famoso carpinteiro através de uma de suas criações? Sonhando sobre isso, ele adormeceu, com o livro ainda aberto em seu peito, e a luz cálida da varanda de Eleanora iluminando seu rosto. Com o raiar de mais um dia, ele acorda com sua pequena protegida falando com ele, olhando para o sol, o tritão tenta adivinhar as horas, ele chuta 7h e erra por pouco, com mais treino, facilmente identificaria o horário sem precisar de um relógio.

- Eeei, acorda grandão, já são 7:30!!  - Disse encostada no parapeito olhando para baixo, onde Phil jazia deitado.

Após uma boa noite de sono, sentido-se relaxado por estar em um local sob constante vigia, ele então retoma seus estudos de onde parou, o capítulo 4. Lá ele entende que a mecânica possui várias aplicações possíveis, inclusive nos ciborgues, seria bem interessante estudar sobre eles, se um dia ele encontrasse algum, saber mais viria a calhar. Terminando sua leitura, após repetir algumas vezes para ter certeza que havia sanado todas as suas dúvidas, ele se dá por satisfeito.

Chamando a atenção de Eleanora, que vai até a varanda falar com Phil, ele avisa que precisará sair de novo, mas que não demoraria para buscá-la. Ela então, com um sorriso responde.

- Tá bom, não demora mesmo não, já estou ficando entediada aqui.

Phil faz o caminho contrário ao que fizera antes, de volta à forja, onde encontra o velho e devolve o livro que havia pegado emprestado e avisa que vai ver o barco para consertar.

- Hein? Falar com você sobre as coisas do mundo? Eu gosto dos meus ouvidos íntegros rapaz.  - Ele diz disfarçando um sorriso e continua. - Não precisa ficar melodramático, vá logo ver meu barco!

O tritão chega até o local, para sua surpresa, nem dentro d'água o barco está, ele possui alguns buracos no casco, um dos mastros caiu e a madeira parece velha e ressecada. Aparentemente Phil tinha um longo dia pela frente. Percebendo que precisaria de algumas coisas para arrumar a embarcação, ele segue até a loja de suprimentos que estivera antes com Jhonny, ele fala com o recepcionista, que logo responde dizendo.

- Obrigado pelo elogio.... - Ele olha Phil de cima a baixo, com certo receio por sua aparência e continua. - Sim, posso entregar, vai custar 1.890.000.

Voltando para o barco, Phil já encontra os materiais que precisa, dispostos perto da embarcação. Pegando suas ferramentas ele se põe a trabalhar, o barulho do martelo batendo, a madeira sendo serrada, o puxar das cordas, a lixa regularizando as superfícies e o suor do esforço molhando as roupas da orca. Ele agora tinha uma vantagem, punha em prática tudo o que havia aprendido, mesclando suas perícias e concluindo um trabalho exemplar, os toques finais foram feitos delicadamente, o que parecia irônico, vindo de um ser tão enorme, mas tudo estava bonito, refinado e o melhor, resistente. Por fim, o tritão assina seu nome no barco, que agora estava pronto para venda, e com certeza, valeria mais do que 15 milhões.

Lista de compras em off, brigadinha <3

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MensagemAssunto: Re: Una Regazza Chiamata Pericolo   Una Regazza Chiamata Pericolo - Página 4 EmptySeg 20 Jul 2020, 10:22

Capítulo 1:

C’est Magestic!




Muitas marretadas, marteladas, tábuas colocadas, reforçar com aço, arrumar e polir, dar acabamento e um beijo no barco. E pronto. Estava terminado.
Era com certeza uma das minhas grandes obras. E um dia ainda farei um barco do zero por completo para mim e minha famiglia. Ao terminar o barco eu dou uma olhada feliz pelo resultado.


”Ah, com certeza valeu a pena os 1,8 milhões investidos aqui. Sem contar que olha, é um trabalho que vai deixar o velho bem contente e me deu experiência, algo que é excelente nessa vida.”

Olho para o céu e tento perceber que horas são, e então caminharia até Eleonora mais uma vez. Até chegar lá vou fazendo em minha mente o que seria o caso perfeito.

”Volto com Eleonora e pergunto se ela gostaria de voltar a casa do pai ou se prefere ficar comigo. Durmo e no outro dia as 10 horas estarei no atol para ver o que acontece por lá. Entrego as notícias e novidades ao Jhonny e então pergunto o que mais poderia fazer por eles. Falo com Eleonora caso ela fique na casa do pai e vejo como ela está. Pego algumas outras coisas que vou precisar e descubro mais sobre a raposa.

Verdade, preciso vender essas facas. Ou entãos as uso para aprimorar o machado. Depois disso preciso conseguir achar mais alguém para seguir viagem para a Grand Line. Não dá para ficar aqui a vida toda…”


Então caso eu chegasse à casa/clínica chamaria sentaria novamente no mesmo lugar de antes e bateria levemente na janela.

- Eleonora, voltei. Eu vou descansar e amanhã preciso ir ao atol. Gostaria de ir comigo? Será interessante, eu acredito. Você só vai precisar de algo para cobrir seus belos cabelos. Afinal de contas, não quero que saibam facilmente que é você e eu corra o risco de te ver machucada novamente, tudo bem?

Falaria para a mulher. E então, caso nada acontece durante a noite, na manhã seguinte acordaria, esticaria o corpo, faria alguns exercícios e então após alongar os braços chamaria por Eleonora, próximo destino.. Atol. As 10 horas aconteceria algo, mas o que seria?

bichaelson



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MensagemAssunto: Re: Una Regazza Chiamata Pericolo   Una Regazza Chiamata Pericolo - Página 4 EmptySeg 20 Jul 2020, 12:09




narração - una regazza chiamata pericolo


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Phil admirava seu trabalho, estava satisfeito, pensava quando faria um barco para si e sua famiglia, talvez ainda demorasse um pouco, mas por hora, o tritão estava feliz com o resultado, e não se arrependia do dinheiro investido, além disso todos sairiam ganhando com aquilo. Caminhando de volta até a clínica, ele olha para a posição do sol, deduzindo que seriam quase 13h, era hora do almoço, provavelmente Eleanora batia uma boquinha.

Pensando em suas estratégias durante o caminho, Phil faz todo um plano de ação em sua cabeça, com muitas possibilidades a serem resolvidas, será que sua protegida iria com ele? Deveria usar as facas ou vendê-las? O que diabos tinha naquele atol? Eram muitas perguntas sem respostas, mas em breve, todas seriam resolvidas.

Ele finalmente alcança a clínica, batendo na janela, Eleanora aparece novamente e ouve a orca falando, ela pensa um pouco sobre o que preferia fazer e diz.

- Acho que meu pai pode esperar mais um pouquinho.... Ainda não estou satisfeita de aventuras! - Disse em tom animado enquanto alcançava um lenço azul claro com estampa floral branca e jogava em sua cabeça, dando um laço e perguntando. - Que tal?

A noite passou tranquila novamente, os dois jantaram e foram dormir. Ao acordarem no outro dia, enquanto Phil se exercitava, sua companheira dava um jeito de se disfarçar, quando chamada pelo grandalhão, ela já estava pronta. Eles seguem então para o atol, os dois pegam um bote para chegar no destino, parando um pouco distantes.

O relógio marcava 10h,  eles viam um barco ancorado, caixas enormes no solo e algumas pessoas de carater duvidoso conversando. Uma das caixas foi aberta, Eleanora estava atônita, não sabia o que dizer, levando as duas mãos a boca, ela apenas encarava a cena. Ao olhar mais atentamente, Phil também entendia o que se passava, de dentro das caixas saiam pessoas, mas não humanos, e sim raças variadas. Haviam tritões, minks, anões, eram vários deles, acorrentados, magros, maltratados e sem esperança.

Os homens ostentavam chicotes em suas mãos, e conversavam com um casal que parecia bem abastado. O homem e a mulher entregam certo dinheiro para os escravocratas, seguram as coleiras de corrente de um mink e de um tritão, e seguem para um barco menor que estava ancorado ao lado. O que acontecia ali era claro como a manhã daquele atol em Newberry City. Uma bandeira ostentava um símbolo ao tremular pelo vento, a raposa.
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MensagemAssunto: Re: Una Regazza Chiamata Pericolo   Una Regazza Chiamata Pericolo - Página 4 EmptySeg 20 Jul 2020, 15:42

Capítulo 1:

A raposa




Feliz com sua companheira de aventuras. Esse era eu no momento. Ela estava uma gracinha com aquele “disfarce” dela. Mas não era hora de pensar nisso. Preparava-me para agir a qualquer instante, mas o fato de ter mais de um homem portando chicotes, muitos seres ali sofrendo eu achei por bem só olhar, examinar, guardar cada detalhe e então tentaria sair dali e passar a notícia de tudo o que vi ao Jhonny, afinal de contas eram esses os caras que estavam atrás de tudo. Certamente Fidno, aquele presunto sem qualidade estava envolvido com esses vermes escravocratas, e Jhonny sabendo disso não o deixava colocar isso na cabeça do Don.

Eu não acredito que Don Salvatore fosse compactuar com um tipo como esse. Se eu pudesse fazer algo, com certeza faria. E acho que já tinha algo para ser feito. Eu ainhda tinha um bocado de dinheiro em mãos e então observaria a situação e tentaria me aproximar fingindo ser um comprador. Mas não hoje. Precisava me arrumar melhor, guardar aproximadamente 1 milhão de berries para que pudesse fazer essa compra falsa e então poderia me vestir como alguém de muitas posses. Uma ou outra joia, um terno de melhor corte. E então estaria pronto. Era um dinheiro que não havia como correr. Para quem havia começado o dia pouco mais que 3 milhões no bolso, era algo a se pensar. Uma roupa mais adequada, um relógio bonito no braço. Na companhia de uma Eleonora disfarçada com o lenço e um óculos de sol na cabeça já seria algo a ser compreendido. Minha voz encantadora viria a calhar nesse momento.

Arrumo-me ali e fico encarando os homens. Assim que possível sairía dali e iria até a loja que Eleonora comprou. Iria até o comunicador e então entraria em contato com Jhonny. Caso ele atendesse, falaria:


- Oi meu consagrado. Tudo bem Jhonny? Pois bem, descobri algumas coisas quanto a raposa. Eles são na verdade um bando de escravocratas filhos de uma meretriz de quinta categoria caolha e manca. Eles estão contrabandeando Minks, tritões e uma espécie de humano tamanho miniatura com uns rabinhos bem fofos. Eu estou com Eleonora sim, ela está bem. Pode dizer ao senhor Matuvarios que ela está em segurança e que já comprou uma loja para ela. Estamos seguros sim. Tive que dar um jeito em um macaco e um gato careca, que já foram para os peixes. Eu acredito que eles devam estar bem chateados pela perda dos dois, mas é a vida. Bem, eu vou tentar saber mais sobre o caso, penso em fingir ser um comprador para ter mais novidades. E caso a coisa aperte, eu tento derrubar um ou outro deles e então saio de lá. Certo. Até mais Jhonny.

Desligaria o telefone e então olhando para Eleonora diria:

- Você queria que fosse mais ativo, não é? Bem, acho que a gente precisa ir as compras de novo… Preciso de um terno novo e bonito e um belo relógio.

Buscaria com ajuda de Eleonora uma boa loja para comprar roupas que não fossem tão caras, mas que mostrassem que eu era de uma certa estirpe diferenciada. Então entraria na loja de cócoras e diria:

- Olá meu consagrado. Eu busco roupas para alguém de meu tamanho que sejam boas o suficiente para lembrarem de mim por minhas ótimas vestimentas. E não quero nada muito barato, ou de material sem qualidade. Gostaria de uma roupa para um baile formal. Uma roupa social com um terno bem cortado. Gostaria também de um bom relógio que caiba em meu punho. Quanto possuo? Bem o equivalenta a 1,6 milhões. Espero que seja o suficiente. Eu aguardarei ao lado de fora, para que não lhe cause alarde ou qualquer empecilho. Ah. Sim é a senhorita Matuvarios. Acredito que não tenha problema, certo?

Eleonora era conhecida ponto de não precisar apresentá-la por ali, mas era melhor me certificar que o homem dono da loja sabia com quem estava lidando para não tentar qualquer gracinha. Se eu conseguisse minha roupa procuraria um lugar para me trocar e provar a roupa, então olharia para Eleonora e daria uma volta mostrando a nova aquisição. Novamente trocaria a roupa e então voltaria até a jovem.

- Vamos dar uma volta pelo centro, ver se você não quer comprar outra loja?

Mataria o tempo naquele dia para que na manhã seguinte pudesse seguir com o plano de encontrar os homens e fingir um negócio. Será que isso vai dar certo?

bichaelson


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MensagemAssunto: Re: Una Regazza Chiamata Pericolo   Una Regazza Chiamata Pericolo - Página 4 EmptyTer 21 Jul 2020, 13:04




narração - una regazza chiamata pericolo


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Phil, perdido em sua alegria de ter uma companheira tão bela e fofinha, se preparava para agir, mas não agora, como ele mesmo havia percebido, aquela era uma situação bastante delicada para ações impensadas. Sua prioridade era alertar Jhonny e descobrir quem estava por trás daquilo, era inconcebível que sua famiglia estivesse de conluio com tal escória.

O plano estava traçado na cabeça de Phil, ele precisava se passar por um comprador de alta estirpe, adquirir algum dos escravos e, com isso, aprender mais sobre os negócios da tal Raposa. Ele decide seguir para a loja de Eleanora, e conversa com Jhonny.

- Olá amigo, tudo bem por aqui. E vocês, como estão? Comprou uma loja?! Bom, não posso dizer que estou surpreso, isso indica que ela está bem. Sobre a Raposa? Escravocratas? Macaco e gato careca? Mama mia Phil, quanta coisa! Bom trabalho em descobrir tudo isso, o patrão ficará feliz com você, mas bem estressado com essa organização. Se disfarçar como comprador me parece um bom plano, se descobrir algo novo, me mantenha informado. Até mais.

Desligando o telefone, o tritão decidido olha para Eleanora e proclama o que parecia música para os ouvidos da pequena.

- Já sei onde devemos ir, mas é difícil que tenham seu número pronto, teremos que esperar um pouco para o alfaiate fazer, não se preocupe, eles são rápidos. - Ela diz pegando a enorme mão de Phil e o guiando para fora.

Entrando na outra loja e falando com o recepcionista, o mesmo olha a orca de cima a baixo, calculando quanto tecido precisaria para fazer um terno de qualidade, ele até pensava em cobrar mais, mas ao ver a senhorita Matuvarius decide fazer um desconto.

- Ora, isso é mais do que o suficiente... Meu consagrado, vamos fechar por 1,3 milhões, em respeito a minha amizade com a família Matuvarius! Só peço que espere do lado de fora enquanto trabalho. - Ele diz já puxando um tecido branco muito bonito.

O alfaiate pega todas as medida de Phil e começa a trabalhar. Tendo tempo, os dois aventureiros decidem ir no centro. Durante o trajeto, Eleanora admira as lojas e fica encantada com alguns objetos, mas o passeio é interrompido por um marinheiro estranho que seguia os dois há um tempo, o que ele queria? E mais importante, como Phil lidaria com o stalker?

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MensagemAssunto: Re: Una Regazza Chiamata Pericolo   Una Regazza Chiamata Pericolo - Página 4 EmptyTer 21 Jul 2020, 13:53

Capítulo 1:

Será o Benedito?




Enquanto caminhava feliz com Eleonora após ter pago menos que o esperado na loja, eu não esperava que algo do tipo pudesse acontecer. Divertia-me enquanto Eleonora brincava entrando de loja em loja e vendo coisas para comprar. Era inacreditável a energia da moça para gastar dinheiro. Espero que ela tenha o mesmo ânimo para conseguir fazer dinheiro também, pois não é nada fácil essa situação de gastar, gastar, gastar… Enfim, vocês entendem. Eu sei bem como é isso, pois eu sou alguém que sempre soube pensar no amanhã e ver como cada moeda gasta pode voltar para o meu bolso, seja como favor, ou como bens.

Olhava para ela e ficava feliz com o jeito de ser da garota. Passei as mãos pelo terno enquanto arrumava para que sempre mantivesse a boa aparência, ou ao menos uma tentativa em manter-me desta maneira. Passo as mãos pelo rosto para coçar enquanto olho para os lados e percebo um homem nos seguindo. Fingindo que nada estava acontecendo continuo andando e assim que a ruiva entrasse em alguma loja eu me aproximaria do homem que estava nos seguindo já com uma das mãos na marreta do lado interno de meu terno. Caso ele fosse hostil, eu já teria como agir antes de qualquer coisa. Assim que chegasse mais perto falaria:


- Boa tarde meu consagrado. Poderia por obséquio elucidar-me em uma questão? Há algo que tenha necessidade de fazer por aqui? Qual o seu interesse por aqui? Estaria buscando algo para sua diversão, seria algo comigo? Ou será que é só uma doce coincidência?

Iria escutá-lo calmamente e mantendo o meu temperamento calmo manteria meus olhos atentos enquanto pensaria com calma.

Caso ele tentar algum movimento agressivo contra minha pessoa usando os seus braços, eu me colocaria de prontidão dando o ombro para ele bater, encurtando a distância e mantendo o corpo extremamente resistente para que não sofresse dano, esse movimento poderia ser o suficiente para bloquear uma investida com os seus braços, mas também poderia falhar. Pensando nisso, caso ele conseguisse passar pela primeira barreira, eu colocaria o outro braço como uma barreira defensiva, também mantendo o corpo rígido evitando maiores danos. Nesse primeiro cenário eu buscaria uma brecha para bater nele usando o que tinha nas mãos, Educação, para que pudesse encaminhar o homem a sua pancada letiva. Buscaria acertar o seu tronco o lançando para o alto. Se ele tentasse me bater com o seu braço direito, eu bateria da esquerda para a direita, usando o espaço sem defesa abaixo de seu braço para local de primeiro impacto. Caso fosse o outro braço, faria o mesmo, porém do outro lado.

Caso ele tentasse algo com as pernas eu levantaria a perna oposta ao golpe que ele está dando da seguinte forma, deixaria a coxa e o joelho fazendo um angulo de 90º onde o pé estivesse para baixo e todo o meu corpo permaneceria firme, mantendo a perna um pouco mais leve para amaciar o golpe sem maiores problemas. Nesse caso eu buscaria bater em sua virilha usando a marreta também. Caso fosse tentado um chute com a perna esquerda, bateria na perna direita, caso contrário bateria na outra perna. Assim ele poderia até mesmo perder o equilíbrio.


Caso ele tentasse algo com uma arma de fogo eu tentaria usar o meu braço para tentar me defender do seu tiro, deixando o corpo resistente o suficiente para não sentir tanto o impacto do tiro e indo de encontro ao ponto de partida da arma, já fazendo um movimento para segurar a sua mão e bater com a marreta em sua cabeça, buscando já terminar aquela situação.

Caso ele tentasse qualquer manobra usando uma arma branca eu daria um passo para trás mantendo certa distância e voltaria para frente batendo com a marreta em seus braços buscando fazer com que ele perdesse o domínio de sua arma.

Porém, se nada disso acontecesse e só tivessemos uma conversa amigável, eu manteria minha mão dentro do terno segurando a marreta e falaria:


- Peço que evite nos seguir, rapaz. É deselegante. Seus sapatos estão um nojo, certamente seu superior não vai gostar disso. Há uma boa loja no quarteirão de trás, deveria ir lá ver. Até mais e uma ótima tarde ao senhor.

Caso ele fizesse mais alguma coisa, ou tentasse qualquer tipo de agressão física ou verbal comigo de costas, iria fingir que não era comigo. E falaria sem me virar.

- Não me faça te ensinar a ter “Educação” senhor…



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MensagemAssunto: Re: Una Regazza Chiamata Pericolo   Una Regazza Chiamata Pericolo - Página 4 EmptyTer 21 Jul 2020, 20:42




narração - una regazza chiamata pericolo


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O tritão estava perplexo por receber um desconto, aquele tipo de coisa não acontecia com pessoas como ele, portanto, estava bem feliz, contudo, a preocupação o atingia, percebendo que ser um sugar daddy era mais difícil do que havia antecipado.

Phil estava se divertindo com Eleanora, que saltitava por ai e olhava animada as lojas, o seu companheiro, arrumava suas vestes de vez em quando, em uma dessas, ele percebe algo diferente, um homem com uniforme da marinha os seguia, mas o que ele queria? Esperando sua protegida estar de fato nessa condição, ele aborda a figura.

- Olá tritão, na verdade, percebemos que você anda muito ligado com assuntos relacionados à raposa, talvez queira ser uma de nossas mercadorias? Valeria uma fortuna... - Ele diz sorrindo maliciosamente já alcançando seu senbon embebido em sonífero.

O primeiro ataque é do marinheiro, que atira suas agulhas na direção de Phil, que por sua vez, muito rapidamente, coloca seus braços na frente do corpo, sua pele áspera e resistente faz com que as agulhas batam e caiam inofensivamente no chão, dando uma oportunidade de ataque para o tritão. Com seus punhos, ele investe em um ataque direto no tronco de seu oponente, que é atingido em cheio e voa para o alto, mas de alguma forma, ainda está em condições de lutar, ruins, mas são condições. Ainda arranja fôlego para irritar Phil.

- Então vai bancar o difícil? Não seja assim, meu salário não paga a vida cara que levo, você e a gracinha ruiva seriam ideais para ganhar um dinheirinho extra...

Ele ataca novamente, dessa vez, já sabendo que precisaria de mais força para atravessar a carapaça alvinegra que Phil chamava de pele, com um puxão forte na corda do mecanismo, o marinheiro mira na ilha de sangue do tritão, um local onde a pele é naturalmente menos resistente, ou ele esperava que fosse. A agulha acerta em cheio, mas não seria atordoado imediatamente, até por seu porte físico, que era quase igual ao de um prédio. Aproveitando a surpresa do homem que não viu o edifício chamado Phil cair, a orca se adianta em direção ao inimigo, segura suas mãos e bate a marreta com força, quebrando os membros superiores do oponente.

Ele vai ao chão segurando suas mãos contra o peito, sentindo uma dor latejante que se espalhava por todo seu corpo. Ele corre em disparada para o lado oposto ao de Phil, que ainda solta gracejos na direção do fujão. Aquele era realmente um marinheiro bem ruim, o pouco salário que recebia era mais do que justo. Phil sente suas pernas bambearem, a visão escurecer... E cai. O estrondo pôde ser ouvido por qualquer um que ali passava, inclusive Eleanora, que sai da loja e fica ao lado de seu amigo, tentando acordá-lo. Ela é bem sucedida, aquela quantidade de sedativo não era o suficiente para um ser daquele porte, além de péssimo marinheiro, o homem também era horrível em matemática.

- Phil!! Você tá legal?? O que aconteceu? Eu entrei por 5 minutos e quando volto você ta no chão assim! - Ela falava em tom preocupado e indignado ao mesmo tempo.

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MensagemAssunto: Re: Una Regazza Chiamata Pericolo   Una Regazza Chiamata Pericolo - Página 4 EmptyQua 22 Jul 2020, 11:05

Capítulo 1:

Será o Benedito?




A batalha com aquele marinheiro tinha sido no mínimo algo para elucidar alguns pontos perdidos na história.

Quando ele abre a boca e começa a falar sobre os motivos eu descubro mais algumas coisas sobre a maldita Raposa. Antes que pudesse ir atrás do homem com os braços quebrados e certamente bem machucado, eu sinto meu corpo começar a pesar. Minhas pernas não tem firmeza, meu corpo começa a ficar mais mole e de repente tudo escureceu...


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Eu ainda era um pequeno no meio de um bando de tritões e não sabia direito o que acontecia por ali. A ilha dos tritões é algo sensacional para se viver quando se é um tritão, obviamente. Na árvore 4 onde morávamos era um canto especial. Nada ali parecia mudar o rumo das coisas e ter minha família por perto me deixava contente. até o dia em que aconteceu, tive que me voltar contra o até então patrão de meu pai e fugir de lá como podia para não ser caçado pelos capangas.


Enquanto minha mãe cozinhava eu cheguei e disse que estava saindo de lá, pois havia me vingado e o choque de realidade não me deixou prestar atenção naquele dia, mas hoje com a cabeça mais calma e após descobrir as coisas de Don Salvatore era claro… Alphonso, morto no cais por várias caixas de aço caindo sobre ele e sendo praticamente triturado pelos soldados após minha saída era realmente meu pai. Eu era de fato especial e muito agraciado por ser filho de um homem que certamente era um mafioso. Ou será que não?

A minha mente mostra diversas imagens e eu nem sei porquê estou pensando nisso tudo…
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Sou acordado por Eleonora após um curto filme passar na minha mente e trazer algumas coisas para pensar. Eu olho para a jovem e então tiraria as agulhas, caso estivessem ainda em mim.

- Tem um bastardo de um marinheiro, ele estava nos seguindo e então ele conseguiu me atingir com essas merdas. Devem ser drogas de algum tipo. Não sei. Eu sei que eu apaguei, Eleonora. E pelo visto eles tem algum tipo de ligação com a Raposa. Eles são mesmo vendedores de escravos e parece que é algo que complementa a renda de um bom número de pessoas. Eu acho que a ideia do Jhonny é válida. Vamos fingir que somos compradores e aí levamos alguma mercadoria para a gente. Assim temos uma prova concreta e posso dar uma surra no infeliz que fez isso comigo.

Levantaria de vez, e então procuraria a loja. Caso estivesse pronta a roupa eu iria pegar, e então olharia para Eleonora e perguntaria:

- E hoje? Onde dormimos?

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MensagemAssunto: Re: Una Regazza Chiamata Pericolo   Una Regazza Chiamata Pericolo - Página 4 EmptyQua 22 Jul 2020, 11:55




narração - una regazza chiamata pericolo


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Sem conseguir perseguir seu agressor, Phil vai ao chão. Apagado na sarjeta, ele se lembra de como tudo havia começado, sua ilha, seu pai e o patrão dele, que acabou se revelando ser seu verdadeiro pai, ou seria um paitrão? ~ me perdoa ~ Ele sonhava sobre seu passado, sem saber o motivo, talvez seu subconsciente quisesse lhe dizer algo, ou talvez seja só o efeito da droga. De qualquer forma, não dura muito tempo.

Acordando vagarosamente, o tritão olha para Eleanora, se senta e começa a tirar as 3 agulhas que haviam ficado presas em sua pele, olhando para os lados, tentando achar o homem que fugiu, ele fracassa e conta tudo para sua companheira, que perplexa responde.

- Os marinheiros têm ligação com a raposa? Não é de se admirar ne... - Ela diz pensativa e continua ouvindo Phil, para então complementar. - Então o que vimos realmente era tráfico de escravos, a aparência daqueles pobres coitados. Vamos ajudá-los Phil!! Acho que o plano vai dar certo.- Seus olhos brilhavam ao dizer isso, aquela menina realmente tinha uma veia para aventuras.

Levantando-se, assumindo novamente seu tamanho original, com Eleanora batendo em seu joelho, os dois seguem para a loja em que haviam encomendado o terno. Ao chegarem lá, o alfaiate já tinha uma caixa enorme pronta e diz.

- Ahh, vocês voltaram! Por favor, experimente e veja se está de seu agrado! - Ele falava com Phil, mas olhando para Eleanora.

Enquanto trocava de roupa, o tritão perguntava para uma Eleanora de olhos fechados onde dormiriam hoje, ela então responde.

- Podemos ir para minha casa, não estou machucada mais, e meu pai ficará feliz de ver que estou bem, também é uma oportunidade boa de contar o que descobrimos, o que acha?

Agora Phil tinha uma opção de onde dormir, as pontas começavam a ser resolvidas, mas esse caso estava longe de acabar.

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MensagemAssunto: Re: Una Regazza Chiamata Pericolo   Una Regazza Chiamata Pericolo - Página 4 EmptyQua 22 Jul 2020, 15:20

Capitulo 1:

Belo Terno.




Ao chegar ao alfaiate já me sentia melhor e bem mais preparado para o que poderia vir. Visto o novo traje e… Uau! Eu estava maravilhoso naquele terno todo branco com uma espécie de capa preta para trás. Era clássico, elegante e dizia : “Tenha postura”.
Era exatamente o que eu gostaria e por um preço razoável. O relógio é colocado no pulso e ajusto a hora de acordo com o que eu teria visto na loja, caso não tivesse ajustado.

Troco novamente para uma roupa mais confortável e usual que o terno recém comprado. E então olhando para Eleonora eu diria:



- Com certeza, Eleonora. Será uma honra ir até sua casa, e se puder repousar por lá também ficarei feliz. Assim consigo contar o que descobrimos, como falou. Vamos sim, pequena.

Caminharia junto a Eleonora até a casa do Sr. Matuvarius e então aguardaria ser convidado a entrar, mesmo que estivesse com a filha do dono, não poderia entrar sem ser convidado, é uma falta feia de etiqueta.

Assim que fosse convidado pediria perdão por quaisquer incômodos que pudesse causar e então caso avistasse a figura paterna de Eleonora diria:


- Senhor Matuvarius, que honra ser recebido em sua residência. Obrigado. Eu gostaria que se fosse possível, pudesse falar com o senhor sobre algumas coisas que descobri, aguardarei Jhonny e então podemos nos reunir. Acredito que Don Salvatore já saiba de algumas coisas, mas caso não saiba, através de Jhonnny ele acabará por descobrir.

Caso tivesse um jantar, ou uma reunião de cavalheiros para conversar sobre os acontecimentos eu ouviria cada um e quando pudesse falar eu contaria sobre os casos com o marinheiro, a chegada do barco com a marca da raposa e o tráfico de escravos, assim como ter visto a compra de um deles e meu plano de me infiltrar fingindo ser um comprador para então ter mais detalhes sobre os filhos da mãe e se possível já dar uma “educada” neles.

Caso me fosse autorizado eu me arrumaria e me preparia para a manhã seguinte.


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