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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Saindo das sombras

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MensagemAssunto: Saindo das sombras   Saindo das sombras - Página 4 EmptyQua 08 Abr 2020, 21:45

Relembrando a primeira mensagem :

Saindo das sombras

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Joey Jacobs. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Saindo das sombras   Saindo das sombras - Página 4 EmptyDom 31 Maio 2020, 09:34


Cindy Vallar  


Cindy Vallar não se sentiu intimidada ao ver seu cartaz de procurado. Pelo contrário, sentiu-se honrada e sem arrependimentos pelo crime cometido. Mas as pessoas que acompanhavam esperavam algum tipo de resposta. Por mais que tivesse opções de se explicar, Cindy decidiu manter-se orgulhosa. E, com sua rigidez de guerreira intacta, apenas circulou a palavra “VIVO”. Todos ficaram em silêncio por alguns instantes. Quando Cindy fez uma careta com o café amargo, arrancou um sorriso de Bia.

- Ainda não sei porquê, mas gosto de você. – disse a jovem mecânica. -  Você precisa de um chip para droid, é? Imagino que para o Kelvin completar mais um de seus projetos.

Bia apoiou-se na mesa, olhando atentamente para Cindy. Havia algum tipo de faísca em seus olhos.

- Eu tenho um. Em perfeito estado. Posso te dar, mas, o que você pode oferecer em troca? Ou o que você pode fazer para mim em troca?

Ao seu lado, o tritão revirou os olhos.

- Lá vem... – murmurou ele, como se já tivesse visto aquela cena antes. Depois, virou-se para Cindy -– Boa sorte.  

Histórico:
 

Joey Jacobs


Meio atordoado com o beijo inesperado, Joey deixa a garota seguir com seus próprios objetivos. Ao mesmo tempo, ele sentiu-se interessado por um cachorro que latia de forma incessante para uma montanha de lixo. Enquanto caminhava até o local, lembrou que ainda precisava de algo que pudesse ser utilizado como braços. Haviam alguns objetos cilíndricos, mas todos ou eram imensamente grandes ou bem curtos.

Próximo a montanha, ele viu uma espécie de mangueira mais rígida, bem grossa e consistente. Havia também um cilindro fino e comprido, que poderia ser partido em dois. E alguns pedaços de metal de tamanhos diferentes.

Chegando a montanha e ao cachorro, o animal pareceu ignorá-lo, focando no lixo. Observando com atenção para o lugar que ele latia, era possível observar uma espécie de.... movimento? O entulho se mexia, como se algo ou alguém estivesse lá embaixo. Não dava pra ver nada e os latidos abafavam qualquer som. Mas, definitivamente, algo estava se debatendo embaixo daquele monte de velharias. O que Joey faria?

Histórico:
 
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MensagemAssunto: Re: Saindo das sombras   Saindo das sombras - Página 4 EmptyDom 31 Maio 2020, 19:15

Qualquer um.
 




- Ainda não sei porquê, mas gosto de você. - O gosto amargo em sua boca contrastava com o teor do comentário. Com um olho maior do que o outro tentando se adaptar ao gosto, a amazona tentava transformar a careta em sorriso simpático. - Você precisa de um chip para droid, é? Imagino que para o Kelvin completar mais um de seus projetos. - Assentia devagar com um movimento de cabeça, ainda tentando se adaptar ao sabor amargo.

A forma como Bia se apoiou na mesa e a encarou chamou sua atenção. Uma fagulha em seus olhos; Cindy não poderia ficar atrás. - Eu tenho um. Em perfeito estado. Posso te dar, mas, o que você pode oferecer em troca? Ou o que você pode fazer para mim em troca?

A Procurada fecharia os olhos bem devagar, ainda sentada de pernas cruzadas, e então levaria a boca bem devagar à xícara de café, projetando os lábios para a frente e sorvendo enquanto giraria os pulsos a fim de virar a xícara contra a própria boca, levando a cabeça para trás e engolindo a bebida de forma contínua e direta, visando terminá-la de uma vez.

Resistiria ao gosto amargo e ao calor com uma expressão determinada, abrindo os olhos e expondo as íris castanho-claras como se o calor delas escapasse.

Levantaria-se sem o apoio das mãos, apenas descruzando as pernas e ficando de pé, e marcharia firme mas um tanto gingada na direção da mais nova desafiante.

Poria a xícara na mesa, e estapearia a mesa com firmeza, apoiando-se nela e combatendo a fagulha do olhar da mecânica com a sua própria. Aproximando os olhos dos dela, fechando as órbitas como um fole incita a forja.

- Lá vem... - Sustentaria seu olhar contra a nova desafiante. Ensaiaria um princípio de sorriso. Tentaria ignorar o sabor amargo e o ímpeto a fazer outra careta. – Boa sorte.

Se afastaria da mesa e procuraria um espaço grande o suficiente para tentar apresentar exatamente quem era naquela garagem.

Começaria dando um salto mortal buscando cair no mesmo local, abusando do máximo da sua acrobacia. Caso houvesse como, correria na direção do portão da garagem e o escalaria expondo suas habilidades em alpinismo, terminando o movimento com um outro movimento acrobático de salto mortal, buscando cair no chão com os dois braços bem abertos e com o máximo de graça que conseguisse. Na hipótese de encontrar algum arame e algum cadeado, trancaria o cadeado e o arrombaria com o arame, deixando a peça de ferro sobre a mesa, provando suas capacidades de arrombamento. Encontrando alguma peça robótica mal encaixada ou incompleta em que pudesse pôr suas capacidades mecânicas em ação, buscaria se aproximar dela e terminar o que pudesse, a fim de demonstrar que também entendia de mecânica.

Mas o seu verdadeiro talento não se tratava de nada daquilo, mas de guerrear.

Pegaria o seu bastão e o seguraria com bastante força entre os dedos da mão direita e a palma da mesma.

De olhos fechados e abusando do máximo de sua audição aguçada, começaria a girar o bastão entre os dedos aumentando progressivamente a velocidade.

No breu formado pelas suas pálpebras seria fácil lembrar-se da sua batalha contra o Agente no dia anterior. A capacidade dele de bloquear os seus ataques era simplesmente aterradora. Praticamente todos os seus ataques eram interceptados pelos punhos dele, e a amazona teve de usar absolutamente todos os seus conhecimentos e técnicas para tentar ultrapassá-lo, misturando tudo o que possuía para criar brechas em sua guarda e distrações. Giraria o bastão com cada vez mais velocidade... Afinal de contas, todas as brechas e distrações que havia criado o haviam deixado apenas em uma situação de empate para com ela. Seu acerto contra o bloqueio dele. Uma lança medíocre contra um escudo quase impenetrável. Aumentaria ainda mais a velocidade do bastão entre seus dedos... Afundando-se ainda mais na escuridão de suas pálpebras.... Poderia sentir os ataques contidos e o esforço necessário para ultrapassá-lo, todas as vezes em que tentou atingi-lo em vão... Giraria ainda mais o bastão, visando o máximo de velocidade que poderia, colocando a mão esquerda para apoiar os giros do bastão à frente do corpo se necessário para demonstrar o seu máximo...

... A velocidade que teve de atingir para vencê-lo de uma vez por todas. Sua destreza que poderia ser considerada do nível de uma especialista.

Abriria os olhos vibrantes e misturaria sua capacidade de manipular o bastão com a sua Acrobacia, que a permitiria fazer malabarismo com a mesma, e então giraria a arma em alta velocidade ao longo de todo o corpo, girando em diversos ângulos e direções assim como giraria também o próprio corpo, voltando a fechar os olhos e demonstrando o seu máximo durante alguns instantes... Desacelerando progressivamente como havia acelerado, e terminando em uma posição com as duas pernas bem abertas e esticadas e o corpo sobre uma delas, segurando o bastão bem próximo ao rosto e entre as mãos dos dois braços abertos, disposto diagonalmente como o próprio corpo curvado.

Respiraria fundo e se levantaria. O queixo alto e orgulhoso, o sorriso humilde mas sem falsa modéstia, vigiando o julgamento dos que a observaram.

Seguiria rumo a qualquer que fosse o desafio indicado por ela, seguindo suas instruções, caso ela a julgasse digna para tanto após a demonstração.



Histórico escreveu:


Número de Posts: 6
Ganhos:
Perdas:
Usos da caneta: 2/34
Folhas do caderno: 1/13




objetivos escreveu:

[ ] Chip do DroidSucata
[ ] NPC Acompanhante tritão com Karatê Tritão
[ ] Ir para Torino Kingdom
[ ] Conseguir dinheiro
[ ] Me divertir

____________________________________________________

''.....''

- Cindy Vallar  

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MensagemAssunto: Re: Saindo das sombras   Saindo das sombras - Página 4 EmptySeg 01 Jun 2020, 08:47

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Em sua mente Joey estava a relembrar o momento do beijo ocorrido a poucos segundos enquanto começava a voltar a seus planos do dia, percebia que Bela não havia dado muita importância para aquilo então tentava agir de acordo ao se afastar sem olhar para trás da mesma forma que a garota parecia fazer. Seu foco agora era tomado de supetão por latidos de um cachorro que não havia notado até então, poderia ser um grande achado ou alguma coisa que incomodasse os sentidos do animal. De qualquer modo estava disposto a descobrir. Um pensamento então corria em sua cabeça, faltavam braços para finalizar a estrutura do droid e isso também estaria na sua lista de coisas a serem observadas no local.

Ao observar as montanhas de entulhos em seu caminho ao local onde o cachorro fazia seus latidos Jacobs enxergava algo que em sua visão mostrava ter uma grande utilidade. Um cilindro fino e comprido que aparentava ser de certa forma maleável, aquilo sem dúvida ia de encontro com seus pensamentos de focos e objetivos para a utilidade do droid que estava tentando arrumar. Com braços longos e finos sabia que um dia existiria uma situação que possa ser vantajoso esse estilo de caracteristicas. Joey tentaria manter essa peça com ele de modo a não perder e nem causar algum dano adicional a mesma.

Continuando seus passos até o local que o havia chamado atenção anteriormente podia perceber que o cachorro estava realmente bastante focado no entulho e lixo. Seja o que fosse que estivesse por ali parecia ser relevante para o cachorro naquele momento. Com esse pensamento Joey tentaria se valer de suas habilidades furtivas para que o cachorro continuasse a não se importar com sua presença no local. Entretanto uma coisa inesperada estava acontece por ali, de tudo que poderia ter imaginado sobre o possível motivo para a ação do cachorro não havia considerado o fato de poder observar o entulho se movendo em sua frente. Graças ao som gerado de perto e incessantemente pelo cachorro nao é possivel afirmar o que causava os movimentos com 100% de certeza porém aquilo era suficiente para encher os limites curtos da curiosidade de Joey.

Com as mãos prontas para o serviço Joey se colocaria a retirar com certo cuidado as pilhas daquela montanha de entulho buscando assim não causar potencialmente um grande colapso no local visto que tinha de certa forma algum tempo para agir. Ao modo que se fosse possível começar a ver ou ouvir a causa daquela movimentação peculiar do cachorro bsucaria auxiliar esta saída da montanha. Caso possível tentaria checar o som emitido pelos movimentos ressonantes no ferro velho buscando assim obter algumas dicas sobre o que estaria por ali.

- Estou chegando. Vou te ajudar a sair dai, seja la o que for. Mantenha a calma e respire o máximo que der. A ajuda está a caminho. - Enquanto estivesse realizando este trabalho de liberação de caminho buscaria tentar tranquilizar o que quer que estivesse abaixo de tudo aquilo com o uso de sua voz e algumas palavras de cunho mais tranquilizante.


Fala:
Pensamento:

Objetivos:
 

Histórico de Joey:
 

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MensagemAssunto: Re: Saindo das sombras   Saindo das sombras - Página 4 EmptyTer 02 Jun 2020, 08:07


Cindy Vallar  

Todos os olhares da garagem estavam completamente focados em cada movimento de Cindy. Era tão fluido e natural que parecia uma dança. Era tão impactante que só poderia ser mortal. Bia não ousava piscar e havia um sorriso orgulhoso nos lábios do tritão.  Quando provou suas habilidades de arrombamento, um sorriso também surgiu nos lábios de Bia, como se Cindy tivesse feito exatamente o que ela queria. E os conhecimentos em mecânica só arrancaram mais admiração da jovem.  E, após demonstração final, não haviam dúvidas que a desconhecida tinha mais habilidades que era possível imaginar. A forma como controlava seu bastão, com tanta destreza e confiança, provavam sua força e experiência. Cindy havia, sem dúvidas, provado o seu valor.

- - Você é ainda mais foda do que eu imaginava. – confessou Bia, olhando para a guerreira com admiração e um pouco de incredulidade. Em seguida, se levantou e foi até um armário trancado no fundo do cômodo.

- Foi incrível – disse Zaki, dando uma piscadinha para Cindy enquanto esperavam Bia retornar. E ela voltou com um papel e um canetão vermelho. Tirou tudo que estava em cima da mesa e colocou ali uma planta baixa de uma casa enorme.

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- - Eu quero invadir essa mansão e roubar todo o dinheiro do cofre. – disse Bia, com um brilho nos olhos. - - Prestem atenção. Saindo do pátio atrás da casa, tem uma porta que dá direto para a sala principal. Eles não costumam usar essa entrada, preferem entrar pela garagem ou pela entrada principal. Então, só precisamos arrombar e entrar. Entrando na sala, temos que seguir para o corredor até o quarto principal que fica atrás da escada que leva para o segundo andar. Bem no final do quarto tem uma estante de livros e precisamos puxar um deles para abrir a entrada para o cofre. O livro não tem nome, apenas o número 571 na lombada. E então precisamos abrir o cofre. – Bia olhou para Cindy - - Não sei se suas habilidades de arrombamento são suficientes para abri-lo, mas se não forem, estou terminando de fazer um dispositivo explosivo para arromba-lo. – enquanto falava, ela desenhava todo o trajeto no mapa. - - Para sair, entramos no banheiro da suíte e fugimos pela janela. Não é tão grande, mas dá pra gente passar.

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Ela fez uma pausa demorada.

- Temos que ir entre as 08:00 e as 10:00 da manhã de quarta-feira. É o único momento em que nenhum deles está em casa. Mas ainda têm 1 empregada e 1 vigia, que normalmente fica na entrada. Podemos tentar fazer tudo sem eles perceberem. Mas existe a possibilidade de precisarmos enfrentá-los.

Zaki fazia uma expressão de desaprovação. Ele não era ladrão e amiga sabia disso. Mas a jovem olhou diretamente para ele, segurando em suas mãos.

- Essa é sua chance de ir embora daqui, Zaki. E é a minha chance de vingança.   – com um sorriso animado nos lábios, ela completou. - - Tem, pelo menos, 500 mil berries naquela porra de cofre.

Sua atenção se virou para Cindy.

- E então? Está comigo? Além do chip, dividimos parte do dinheiro com você.

Histórico:
 

Joey Jacobs


A curiosidade de Joey estava sendo testada. Ele começou a tirar com cuidado as pilhas daquela montanha de entulho, fazendo com que, aos poucos, ela diminuísse. Com a voz calma, ele dizia palavras de apoio para o quer que estivesse lá embaixo. O cachorro ainda latia e aquela movimentação atraiu a atenção de algumas pessoas do ferro velho. Logo, estava rodeado de curiosos.

Quando tirou um pedaço maior de madeira, uma fumaça roxa tomou conta do lugar e o tronco de um droid ficou pendurado entre os destroços. Ele estava quente e movia apenas, e de forma precária, a cabeça. Seus olhos robóticos estavam com a luz acesa e ele emitia apenas um som que mais parecia um chiado.

- ho – do – r – ho – do – r – ho

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Não havia corpo. Sua cabeça com um pedaço do tronco estava pendurada por fios. Mas, talvez, ainda houvesse um chip de memória em sua estrutura. Isso explicaria as luzes acesas em seus olhos. Um dos curiosos a sua volta parecia ter pensado a mesma coisa.

- Só não vou abrir essa lata velha agora porquê você que encontrou, garoto – disse um homem mais velho, com os braços cruzados. -  E eu respeito a lei do ferro velho. Mas, se você não for pegar, já digo que esse droid fodido é todo meu.

- Seu? – questionou uma garota ao seu lado – E porquê você teria mais direito?

- Chega disso. – disse um terceiro, que já começava a se afastar. – O garoto achou, é dele. Se ele não for usar, que leve para vender na cidade. Deixem-no em paz.

E, assim, a multidão começava a dispersar. Mas alguns continuaram por perto, esperando ver o que o Joey faria com aquele pedaço quase sem vida de droid.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Saindo das sombras   Saindo das sombras - Página 4 EmptyQua 03 Jun 2020, 20:55

Apresentações
 




Cindy apoiava as pontas dos dedos das duas mãos inclinando-se sobre a mesa e ouvia atentamente a descrição de Bia sobre o plano.

Acompanhava dirigindo os olhos para os pontos em que ela indicava no mapa, tentando ouvir o plano complexo e absorvê-lo ao mesmo tempo. Nunca havia recebido nenhuma missão tão bem detalhada e com indicações tão estritas do que deveria ser feito, nem mesmo em suas simulações de guerra há tempos.

Arqueava as sobrancelhas como que impactada e projetava o corpo para trás devagar após terminar de ouvir tudo. ''Dois assaltos... Em dois dias na ilha...

Como uma leoa faminta ela lambia os lábios de forma contida embora voraz ao projetar o futuro.

- Essa é sua chance de ir embora daqui, Zaki. E é a minha chance de vingança. - Sem mover a cabeça ou olhar diretamente na direção deles, focaria sua visão em dois flashes rápidos e curiosos para os rostos dos dois. ''Ora, ora...'' - Tem, pelo menos, 500 mil berries naquela porra de cofre. - Embora a quantia fosse alta não era isso o que chamaria a atenção de Cindy. ''Ela quer vingança...'' comprimiria os lábios para dentro da boca, pensativa. Visaria Zaki de soslaio. ''...E ele não parece confortável com isto...''

Fecharia um punho e encostaria a ponta da falange do indicador no lábio, ainda pensando na proposta.

Abaixando o punho até a altura coxa ela assentiria com a cabeça, concordando com o plano.

Era óbvio que concordaria.

''Meu Reino foi extinto antes que eu pudesse ver uma estrategista em ação...'' refletiria sobre suas incompletudes. Mas era mais do quê isso. ''...E eu preciso entender mais sobre vingança.''

Amazonas não tem espaço para sentimentos pessoais. Tudo o que sentiam eram pelo exército, pela sua nação, pelas ordens que eram obrigadas a receber. Despersonalizada durante toda a vida e em busca de compreender melhor até mesmo o que sentia... ''E se não for isso que eu queira contra o Governo Mundial?'' apertaria os olhos refletindo sobre a decisão difícil. Olharia para o contra-ponto à sua vingança... O incômodo Zaki, que apesar de ter que abandonar a sua família não pretendia se vingar. ''O que ele está pensando?''

Mesmo que Cindy pudesse falar e não tivesse tido sua voz roubada ela muito provavelmente seria calada e durona, exatamente como já é. ''Mas nestes momentos eu gostaria de poder perguntá-lo diretamente...'' iria até o monte de papéis dos quais Zaki havia tirado o seu cartaz de procurada e estenderia as mãos para pegá-los.

Fazia sentido que ele tivesse o cartaz dela e o houvesse conseguido ao mesmo tempo em que percebeu o seu próprio, e que provavelmente o cartaz estaria naquele bolo. Cindy buscaria o cartaz do tritão ali dentro folheando as páginas e o ergueria alto para mostrá-lo para ele.

Olharia-o nos olhos segurando o panfleto, esperando que ele entendesse que ela estava perguntando pela sua história.

Era um dos seus sonhos de infância participar de uma invasão militar planejada por um estrategista como fora ensinada. ''Mas logo virou um sonho de vingança quando destruíram tudo...'' e agora ela sequer sabia se era de fato o que queria. Ou sequer o que era querer vingança. ''Em algum lugar entre os dois...'' ela sopesaria. ''O que eu quero está em algum lugar entre os dois''

Ouviria a história do tritão e então se viraria de braços cruzados para Bia, esperando que ela contasse a sua própria.

Embora talvez possa parecer que não... Tudo o que ela estava fazendo ainda era sobre entender o chip. Pois primeiro teria que entender a si própria.



Histórico escreveu:


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Usos da caneta: 2/34
Folhas do caderno: 1/13






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[ ] Chip do DroidSucata
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[ ] Ir para Torino Kingdom
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MensagemAssunto: Re: Saindo das sombras   Saindo das sombras - Página 4 EmptySex 05 Jun 2020, 04:47

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Joey havia novamente sido pego totalmente de supresa pelos acontecimentos. Jamais esperaria encontrar naquele ferro velho um droid que parecia estar em pleno funcionamento apesar de não possuir muito além de sua cabeça e parte de seu torso. Podia percerber que as pessoas que haviam se aglomerado em volta dele tinham interesses no que havia encontrado e isso o deixava nervoso. Não sabia ao certo quais intenções passavam na mente destas pessoas e nem o quanto eles estariam dispostos a agir para adquirir o que havia encontrado. Podia ouvi-los discutindo em volta dele.

- Mas que diabos de barulho é esse que esse resto de robo está fazendo? E da onde surgiram tantas pessoas interessadas no que estou fazendo??? Melhor tomar cuidado.

- Só não vou abrir essa lata velha agora porquê você que encontrou, garoto – disse um homem mais velho, com os braços cruzados. -  E eu respeito a lei do ferro velho. Mas, se você não for pegar, já digo que esse droid fodido é todo meu.

- Seu? – questionou uma garota ao seu lado – E porquê você teria mais direito?

- Chega disso. – disse um terceiro, que já começava a se afastar. – O garoto achou, é dele. Se ele não for usar, que leve para vender na cidade. Deixem-no em paz.

Apesar de não ter muito conhecimento sobre eletrônicos e mecanôides Joey conseguia de certa forma perceber uma certa importância naquela peça pelo alvoroço que estava causando no local. Tudo indicava que devido a uma "lei do ferro velho" não seria sumariamente atacado no local pelo seu achado. Com tudo isto em mente, decidia por tentar carregar o que havia encontrado para a oficina Ri-Sucata. Caso fosse necessário deixaria escondido em um canto os materias encontrados e guardados anteriormente e buscaria fazer uma viagem rápido para a oficina tentando voltar novamente para o ferro-velho para pegar os materiais que faltavam antes que alguém pudesse pegar algo que havia separado.

Caso fosse possível atingir seus planos com perfeição buscaria por Pin na oficina para informar que havia conseguido alguns materiais e pedir a opinião dele sobre eles. Estava realmente animado com o pensamento de finalmente ter terminado sua correria para conseguir um droid.
- Vamos lá Pin, me diga que eu acabei por favor. Faça sua mágica.



Fala:
Pensamento:

Objetivos:
 

Histórico de Joey:
 

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MensagemAssunto: Re: Saindo das sombras   Saindo das sombras - Página 4 EmptyTer 09 Jun 2020, 09:57


Cindy Vallar  

Bia sorriu animada ao perceber que Cindy concordara com o plano. Zaki ainda estava incomodado com a ideia, com o semblante bem pensativo. A jovem amazona pegou os papeis de procurado e não foi difícil achar o de Zaki. Ao apontar o papel para o homem-tritão, ele soltou um grunhido incomodado.

- Já era bem tarde. – começou a contar Zaki, parecendo buscar forças para contar e ao mesmo tempo desejar tirar tudo aquilo de dentro do seu peito. – Eu estava nas docas, conversando com um amigo sobre o mar. A noite estava tranquila. De repente um conhecido chegou correndo desesperado dizendo que alguém havia sido assassinado em um dos barcos. Em pouco tempo, a marinha apareceu.

Ele respirou fundo por um tempo.

- Eu conhecia o cara. Eu estava tentando comprar o barco dele a um tempo, a gente estava negociando. Bastou um cara qualquer comentar que já me viu naquele barco que eu me tornei o principal suspeito, absolutamente sem nenhuma razão consistente. Só porque eu sou quem sou. – Ele fez uma pausa novamente, olhando as próprias mãos. – Você sabe, um tritão. Ainda tem muito preconceito. Na verdade, a maioria das pessoas preferiam que eu sumisse de vista, só pra não ter que encarar o diferente.

Ele engoliu seco, pensando naquele dia. Era doloroso como as memórias o atingiam.

- Quanto mais diferente você é, mais suspeito você se torna. E foi isso que aconteceu. Me deixaram preso por três dias. Depois, ouvi falar que me levariam para outro quartel, longe da cidade. Era uma desculpa para darem um sumiço no tritão que “poluía” a cidade deles. Foi uma merda. – Ele se levantou, andando pela garagem. – Aí eu decidi fugir. Eu também sei lutar. Aprendi o karatê tritão muito novo e na primeira oportunidade usei ele para fugir. Primeiro, vim para Latem City com a Alice e o filho dela. Mas não adiantou, os cartazes de procurado chegaram e todo mundo estava me procurando. Por isso preciso ir embora. Só preciso de um barco.

- E você vai conseguir, Zaki. – disse Bia. – Com essa grana, você pode ir embora daqui.

Depois disso, Cindy virou-se para Bia, como se esperasse algo.

- O quê? Quer a minha história também? – perguntou Bia, sentando-se ao lado da amazona. – Não sou boa em contar histórias como o grandão. Basicamente, a casa que vamos roubar é a mansão dos meus tios. Fui criada por eles. Ou melhor, fui deixada na porta deles quando era bem pequena e eles foram covardes demais para me matar de uma vez. Ao invés disso, fizeram da minha vida um inferno e eu saí de lá no momento que eu aprendi a conseguir meu próprio sustento. – Ela sentou-se mais confortavelmente na cadeira, cruzando os braços. – Também tenho meus planos de sair de God City. E para isso preciso da grana suja delas. E não posso resistir ao gostinho de ver aquelas caras nojentas se remoendo ao perceberem que foram roubados. É um extra.

- Mas e você? Não sabemos nem seu nome. – disse Zaki, olhando para Cindy.

- Você sabe escrever, né? – perguntou Bia, pegando um caderno velho, uma caneta vermelha e entregando para a amazona. – Conta aí algo sobre você. Seu nome, para começar. E o nome do seu pato.

Clap deu um chiadinho ao perceber que falavam dele e Bia deu uma risada.

- Ele é tãaao fofo.

Histórico:
 

Joey Jacobs


Aquela cabeça de droid era, sem dúvidas, importante. As pessoas ao seu redor comprovavam isso. Agora era hora de levar tudo para a oficina. Foi necessário fazer três viagens e, quando finalmente estavam com tudo na oficina, Pin olhou para ele com admiração.

- Muito bem, garoto. Vou chamar o Kelvin para cuidar de tudo para você.

Outros mecânicos já apareceram, organizando a bagunça de materiais do ferro velho para que Kelvin pudesse trabalhar. Todo mundo olhava para Joey com um olhar empolgado. Os droids pareciam fazer sucesso naquele lugar e todo mundo gostava de acompanhar o processo.

- Interessante. Como conseguiu uma cabeça tão em bom estado? – perguntou Kelvin, olhando para o item encontrado. Os olhos ainda estavam acessos. - Isso é coisa boa. Vamos conseguir fazer um droid muito bom.

Ele continuou mexendo nas peças, reclamando de alguns tamanhos e espessuras, mas acabou concluindo com “mas eu dou um jeito”.

- Agora preciso de tempo para trabalhar. Pode voltar aqui só no final do dia. E não esqueça de trazer o toque final para seu droid ganhar vida: algum líquido de sua preferência. Só não pode ser água nem água do mar.

Assim, Kelvin começou a se organizar para trabalhar. E Joey tinha o dia inteiro pela frente com a missão de escolher e adquirir o líquido do seu droid.

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MensagemAssunto: Re: Saindo das sombras   Saindo das sombras - Página 4 EmptyQui 11 Jun 2020, 10:33




Cicatrizes



- E você vai conseguir, Zaki. - ''Não é só isso...'' sua expressão era dura e compreensiva. ''Eu mais do que ninguém sei que é muito mais do que fugir'' – Com essa grana, você pode ir embora daqui.

Mas Cindy sabia.

''É tudo uma questão de a ilha conseguir ir embora dele.'' Engoliu em seco. Se virou para Bia de braços cruzados.

- O quê? Quer a minha história também? - Seguia ela com os olhos conforme ela sentava do seu lado. – Não sou boa em contar histórias como o grandão. Basicamente, a casa que vamos roubar é a mansão dos meus tios. Fui criada por eles. Ou melhor, fui deixada na porta deles quando era bem pequena e eles foram covardes demais para me matar de uma vez. Ao invés disso, fizeram da minha vida um inferno e eu saí de lá no momento que eu aprendi a conseguir meu próprio sustento. Também tenho meus planos de sair de God City. E para isso preciso da grana suja delas. E não posso resistir ao gostinho de ver aquelas caras nojentas se remoendo ao perceberem que foram roubados. É um extra.

''Todos estão tentando resolver o próprio passado...'' - Cindy encarava o chão em um transe profundo. Refletindo sobre sua existência. Ela não sabia como era ter uma família, pois fora treinada desde muito nova apenas para ser uma Amazona, mas sabia como era ter seu passado roubado de si. ''Como robôs sem passado se decidem?'' comparava a vida dos dois ali à mecânica. Buscando compreender mais profundamente as relações da alma.

Como no dia em que pegou o elefante de guerra e cavalgou-o para além da zona de treinamentos, explorando a floresta pois algo a chamava, Cindy queria ser além do que seu passado a havia programado para ser. ''Eu não acho que o que eu sinta é desejo por vingança... refletiria para si mesma. ''Eu só preciso entender a área de treinamento antes de escapar dela.''

Sua jornada em busca do que aconteceu com Zomana e na compreensão sobre o Governo Mundial era exatamente isto: Compreender, se entender, se explorar. Não ser programada pelo passado, mas redescobrir para o que foi feita, entender seu futuro. E vingança não tinha muito a ver com isto. ''Acho que entendi como o chip funciona... Eu não quero ser isso...''

- Mas e você? Não sabemos nem seu nome. - Seu transe era quebrado. Um tanto espantada, tirava o olhar do chão e percorria os dois.

- Você sabe escrever, né? - A amazona aceitava a caneta e o papel. – Conta aí algo sobre você. Seu nome, para começar. E o nome do seu pato.
- Cindy sorria olhando para o seu pato por cima do ombro.

Começaria pelo nome dele.

CLAP. - Escreveria e apontaria para ele. Para explicar melhor o nome, bateria palmas para ver o animal se assustando. Uma de cada vez, com um espaçamento grande entre as duas. E então apontaria de novo para o papel. CLAP.

''Agora meu nome...'' aquela era a parte fácil. ''Não existe um som que possa eu dizê-lo como as palmas que significam clap. Eu costumo preferir demonstrar com atitudes marcantes. Mas assinar não é um problema...'' ela havia assinado num dos caixotes que havia roubado na McAnic. E fazia questão de assinar cada ataque contra o Governo Mundial dali adiante.

CINDY VALLAR. escreveria no papel que havia recebido dela.

''E agora... A parte difícil...''

Sentiria a corda em chamas apertando seu pescoço, as narinas respirando calor e a garganta se dilatando em sufoco conforme fumaça densa queimava sua voz. As flâmulas arraigadas ao seu passado brotavam através de suas cicatrizes, e o fulgor fustigava seus olhos a cegando com o brilho. Ela só queria entender o que estava acontecendo...

Seria impossível saber suas razões, e se suas mãos começaram a tremer realmente por causa da quantidade enorme de cafeína que haveria ingerido pela primeira vez e de estomago vazio, mas neste momento Cindy se tornaria incapaz de escrever.

Suas mãos tremelicariam e sua letra começaria a borrar o papel em símbolo indistinguíveis. Não conseguiria escrever seu complexo passado.

De olhos arregalados e sem entender muito bem o que estaria acontecendo, a garota se levantaria e tentaria manter a pose, fazendo uma mistura de expressão de surpresa, fascinação e de riso contido, levantando a própria mão à altura dos olhos e a vendo chacoalhar.

Um sorriso enorme se abriria com o efeito da bebida, e ela olharia para os outros dois. Sentiria a energia fluir através do seu corpo, e a eletricidade a tomar.

Ainda no mesmo lugar e sem conseguir manter a pose começaria a dar vários pulinhos na ponta dos pés. Faria uma expressão de maníaca e olharia de um para o outro e então do outro para o primeiro diversas vezes seguidas, até que começaria a pular e girar em torno de si, desta vez com um pedido de socorro no olhar por não conseguir parar de se mexer.

Caminharia de uma parede à outra na sala marchando em alta velocidade e com o caderno e a caneta em mãos, tentando lutar contra a tremedeira e escrever coisas simples. REINO DE ZOMANA EXTINTO. GOVERNO MUNDIAL. SOBREVIVENTE. ROUBO MCANIC. ENTENDER. - E então escreveria a mais importante de todas. O substrato do que haveria resolvido ao conversar com os dois. DESEJOS? FUTURO... -  Afinal, era aquilo o que importava. O que os fazia ser mais do que seres programados.

Cindy era uma procurada, não uma fugitiva. Estava atrás de algo, nem que fosse a busca pela busca. Mostraria o papel principalmente para Zaki, pondo a parte ''DESEJOS? FUTURO...'' diante dos olhos dele com as suas mãos tremendo. ''Ele só disse o que precisa... Mas não o que quer... E isso é tudo o que importa.''

A verdade é que Cindy já sabia o que queria na ilha.

Seu último desejo para que pudesse se despedir dela.

Já havia compreendido o desejo de vingança de Bia. Já havia compreendido o preconceito que Zaki sofria junto com o desejo puro de sobreviver do mesmo... Havia visto isso em níveis mitigados contra seus companheiros Dan e Vergil... Mas havia um único lado que era absolutamente incompreensível para ela.

''Como os nobres se sentem?'' ela se perguntaria. ''Como eles acham que estão certos?''

Em segredo e grata por ser muda e imprevisível, Cindy começaria a maquinar como conversar com os nobres durante o roubo.

Mas, por enquanto, apenas acompanharia Zaki para onde quer que ele fosse.






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''.....''

- Cindy Vallar  

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MensagemAssunto: Re: Saindo das sombras   Saindo das sombras - Página 4 EmptySex 12 Jun 2020, 15:14

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Assim que terminava sua árdua tarefa de carregamento o garoto conseguia ouvir a voz de Pin vindo em seus ouvidos. Estava cansado porém o fato de saber que sua parte estava basicamente completa o agradava demais.

- Muito bem, garoto. Vou chamar o Kelvin para cuidar de tudo para você.

Joey tentava esconder sua satisfação atrás de um sorriso meio amarelo de volta para Pin, não pensava que conseguiria atingir algo que fosse digno de avaliação dos mecânicos de Latém City mas parecia ter passado pelo teste.

- Tudo bem, fique a vontade. Vou descansar um pouco. Tem mais algo que eu possa fazer?

O garoto conseguia sentir os olhares que eventualmente eram direcionados em sua direção porém tentava novamente ignorar e não agir de forma diferente ao habitual. Agora finalmente estaria na presença imediata de Kelvin e isso o deixava um pouco nervoso pois conhecia da influência e importância do homem para o funcionamento daquela comunidade.

- Interessante. Como conseguiu uma cabeça tão em bom estado? Isso é coisa boa. Vamos conseguir fazer um droid muito bom.

- Eu dei muita sorte pra ser sincero, estava procurando as peças e resolvendo questões pessoais que estavam em aberto quando ouvi um barulho estranho vindo de uma montanha de peças. Pra minha surpresa estava essa belezura no final de tudo. Algo chamado a lei do ferro velho me livrou de ter problemas para trazê-la.

- Agora preciso de tempo para trabalhar. Pode voltar aqui só no final do dia. E não esqueça de trazer o toque final para seu droid ganhar vida: algum líquido de sua preferência. Só não pode ser água nem água do mar.

- Tudo bem, vou deixar vocês trabalhrem em paz. Até o final do dia, trarei comigo o líquido. Obrigado novamente, bom trabalho.

Joey tinha seu tempo livre agora e não sabia muito o que fazer, seguiria andando por Latém City sem rumo até que tivesse organizado seus pensamentos para ter um foco. Em sua caminhada tentaria se manter atento aos detalhes da comunidade buscando algo que lhe desse uma faísca de animação. Aproveitaria esse momento para utilizar seus recém recuperados cigarros artesanais, colocaria um deles na boca e acenderia lentamente se utilizando de seu isqueiro e dando uma longa e calma tragada na fumaça expelindo com suavidade a mesma logo após.

Subitámente Joey se lembrava da situação que havia passado mais cedo com Bela, e fazia a conexão em sua mente que não poderia mais estar numa situação de não entender corretamente as intenções de outra pessoa. Apesar de ter em sua voz uma de suas maiores qualidades Joey queria aprender mais sobre o mundo onde falas não existiam. Saia andando então em busca de pessoas que soubessem executar a linguagem de sinais e que estariam dispostas a ajuda-lo. Sabia que precisava arranjar algum líquido para seu droid porém isso era apenas o foco para o final da tarde e deixava sua busca por um mentor com mais prioridade agora.


Fala:
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Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Saindo das sombras   Saindo das sombras - Página 4 EmptyDom 21 Jun 2020, 03:42



Cindy Vallar


Zaki e Bia demonstravam ansiedade em saber mais sobre a garota, ao ler CLAP e ver a mesma apontado para o pato e batendo palmas, logo os dois entendiam que esse era o nome de seu pato, então Bia, após umas gargalhadas dizia a Cindy: — Hah... Depois de saber essa só consigo achar ele mais fofinho, então você se chama Clap, que fofinho!  - Diria e assim olharia sorrindo para o pato. Zaki por sua vez que a pouco tempo estava meio tenso, conseguia agora relaxar, assim responderia a informação que tinha recebido: —Então o grandão aqui se chama Clap... hmmm - Diria enquanto olhava para ele, assim finalizaria dizendo: —Bem, não é que esse nome combina mesmo com você? Huahuahu – rindo, daria uma leve descontraída em seus ombros que antes estavam rígidos.Seguindo, a garota agora que escrevia no caderno que havia sido emprestado, o nome CINDY o que na hora clareava a duvida dos dois que ali estavam com ela. Com um olhar surpreso, Zaki dizia:  — Cindy? Antigamente eu tinha uma amiga que se chama Cindy! Nome familiar sabe? Huahu, pois bem, prazer então Cindy! –  Durante sua fala demonstrava uma feição de felicidade em ouvir este nome, seriam lembranças que o mesmo teria de uma velha amiga? Então Bia que havia demorado pra pegar a informação de que aquele era o nome da menina, agora falava: —Uau! Que lindo nome! Cindy! Agora sim, conhecendo o seu nome e o do meninão, sinto-me mais calma e relaxada perto de você – Falava assim de forma descontraída e tentando ser simpática.

Não demorou muito tempo para que Cindy tive lembranças ruins de um passado conturbado, junto da cafeína que a mesma absorveu do café que ela havia tomado, essa combinação não fez muito bem para a mesma, vendo a situação difícil que ela ali passava, Bia não demorou muito saia atrás de uma garrafa com água, coisa que poderia ajudar Cindy, visto que poderia ajudar o seu sistema a diluir a cafeína de forma mais rápida, —Ajuda ela Zaki, vou procurar uma garrafa com água pra ver se pode ajudar. – Dizia saindo do cômodo e procurando em sua geladeira uma garrafa. Durante a procura, o Homem tritão que agora tentava ajudar ela, lia as coisas que eram escritas pela mesma, sem ainda não ter compreendido muito o sentido das coisas ele falava: — Cindy, não sei o que está passando pela sua cabeça, mas tente se acalmar – Segurando ela de forma leve, continuava:  —Vejo pelo o que foi escrito que você veio de Zomana e parece que o governo não foi muito bom com sua terra natal, bom do governo ser ruim, eu entendo bem e posso imaginar talvez agora um pouco mais sobre o que esta acontecendo, desejos? Futuro? Se for uma pergunta a mim, bom nunca pensei tão a frente e sim no dia de amanhã, nunca sabemos o que pode acontecer, se for sobre você, talvez você possa não ter seus desejos ainda, não sei, mas com a vida andando, nós descobrimos eles e assim que descobertos devemos realizarmos. - mais serio e ainda sim com suavidade, ele tentava ajudar ela nesse momento, pegando a garrafa com água que Bia havia achado, ele agora entregava para Cindy.

Ao fim dessa situação, Bia falava: —Bom, que bom conhecer melhor você, espero que possamos nós dar bem e também que a água tenha te ajudado,  de qualquer forma o plano acontecerá amanhã, nós encontramos então aqui, as 07:30?Para assim seguirmos juntos até a mansão ok? Zaki então respondia: —Certo, vou atrás de algumas coisas que preciso e amanhã 07:30 já estou aqui! – Assim se despedindo e saindo do local. Já após o meio dia, se iniciando a tarde, o que Cindy faria com esse tempo que lhe sobrou?


Joey Jacobs


Andando pela cidade que naquele momento estava bem movimentada, o mesmo começava a fumar um de seus cigarros. Joey em meio aquela multidão de pessoas, via algumas coisas que podiam ser de seu interesse, seguindo e entrando em um beco a sua esquerda, havia uma placa que dizia “PRECISA DE UMA ARMA? NOSSA LOJA TEM AS MELHORES DA REGIÃO”. Seguindo o caminho, a direita via um escadaria que levava a uma parte inferior de um antigo prédio, lá em baixo ficava uma comunidade de estudantes de diversões assuntos, como o estudo de diferentes tipos de linguagem e escrita, como o braile, tinha também história, geografia e até o ensino de certas técnicas mais “ilegais”. No prédio agora na parte superior via um restaurante que emanava um ótimo odor. Com tantas opções de coisas a se fazer, o que o garoto decidiria fazer ?

Logo após lembrar dos problemas que havia passado hoje mais cedo com a garota, Joey se decide em procurar alguém que pudesse o ajudar no seu aprendizado de linguagem de sinais, de fundo ele conseguia ouvir um homem subir as escadas que se encontravam a sua direita, este mesmo que pela sua fala demonstrava certa raiva dizia: —Que merda! Estudar línguas é muito complexo prefiro tomar uma gelada e depois penso nisso. – assim o mesmo jogava um certo caderninho que em sua capa estava escrito “Estudo de línguas”, parecia ser um caderno usado pelo o moço para praticar seus estudos. Seria esse um bom lugar para procurar um professor ou alguém que pudesse o ajudar com sua vontade?

Chegando perto da escada, o jovem via lá em baixo, algumas pessoas que estavam a estudar e praticar diferentes tipos de linguagens, faltava saber se lá havia o que o garoto tanto procurava.
 


informações:
 

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MensagemAssunto: Re: Saindo das sombras   Saindo das sombras - Página 4 EmptyDom 21 Jun 2020, 17:18




Riquezas.




Conforme saltitava caminhando de um lado para o outro por efeito do excesso de café, a amazona fora jogada em um portal.

~ FLASH BACK~


Nos três dias em que ela passou no resort, a sua maior e melhor descoberta certamente foi Dellumiere, o revolucionário que a explicou que seu exército resistia contra o Governo Mundial e suas perversidades. Comeu churrasco que ajudou a abater o efeito do café no estômago vazio, subiu a um farol e o acendeu explorando a ilha com a sua luz, perdeu em uma competição de Weavers contra Dellumiere e jogou uma partida de truco contra um público muito estranho. Ainda acredita sequer saber das regras.

Mas o fato realmente importante é que, ao fim dos três dias, no momento de voltar, a Amazona ainda estava usando biquíni.


~ FIM DO FLASH BACK~


Repentinamente se mostrando de biquíni e muito mais calma, Cindy aceitava a garrafa d'água deles.

Pareciam não ter reparado ou se importado em como ela havia mudado de roupas em apenas um segundo, e Cindy segurava as trouxas com suas roupas de amazona em uma das mãos e o o recipiente d'água na outra.

...desejos? Futuro? Se for uma pergunta a mim, bom nunca pensei tão a frente e sim no dia de amanhã, nunca sabemos o que pode acontecer, se for sobre você, talvez você possa não ter seus desejos ainda, não sei, mas com a vida andando, nós descobrimos eles e assim que descobertos devemos realizarmos. - Ainda se adaptando à situação de ter voltado pelo portal ela ouvia o fim desta frase. Quase havia se esquecido da própria pergunta que havia feito a ele, mas aos poucos se lembrava... ''Então ele... Não tem sonho algum?''

O olhar dela se encaixava na linha do horizonte e sua visão se afundava em um blur típico de quem cai em uma transe. O olhar se afastava, e ela estava em um outro mundo. Os sons de tambores de guerra, os passos pesados dos elefantes de armadura, a rotina constante. O dia em que Cindy planejou pela primeira vez roubar um elefante para romper a área de treinamento, a sua vontade pujante e pulsante de escapar e ver o que tinha para além da fronteira que haviam desenhado para ela. Seu ímpeto de ir além para descobrir os próprios sonhos.

O sentimento que quase fora apagado pelo enforcamento, mas que ainda existia nela.

''Isso é muito triste... Mas neste sentido ele é igualzinho a mim.'' a visão se focava novamente e a névoa do transe sumia, e ela piscava os olhos voltando à realidade. ''Assim que eu descobrir sobre o que houve com Zomana, sobre como os Nobres funcionam eu vou descobrir sobre mim. E então vou estar livre para descobrir meus sonhos.'' ela se virava para observá-lo, com um menear de lábios tendendo a sorrir que era um olhar de admiração.

Bebia cada uma das gotas da água de forma rápida e eficiente, como fora treinada no exército, e então se dirigia até a pia para limpar a garrafa; não conseguia escapar de sua disciplina militar e educação estrita.

Vestia as roupas por cima do biquíni - não por vergonha (embora não gostasse de mostrar as cicatrizes no pescoço) já que havia crescido ficando nua próxima a suas companheiras de treinamento como se fosse normal, mas por praticidade, - e  em frente à pia seguia limpando a garrafa - e procurando onde poderia enchê-la novamente caso não fosse do tipo descartável.

—Bom, que bom conhecer melhor você, espero que possamos nos dar bem e também que a água tenha te ajudado, de qualquer forma o plano acontecerá amanhã, nos encontramos então aqui, as 07:30? Para assim seguirmos juntos até a mansão ok? - Cindy assentiria com a cabeça.

—Certo, vou atrás de algumas coisas que preciso e amanhã 07:30 já estou aqui!

Com a ponta dos dedos da mão direita apontada na direção de Zaki, como se buscasse chamá-lo de longe, a pirata assistiu o tritão ir embora antes que pudesse expressar sua vontade de segui-lo.

Voltaria-se para Bia e faria um gesto de despedida para ela, acenando com a mão em um tchau em frente a ela e se curvando de leve em um gesto respeitoso, anunciando a própria saída.

Com um aplauso duplo, chamaria a atenção de Clap para que ele se aproximasse dela. Buscaria o local onde poderia abrir a porta da garagem, ou simplesmente se aproveitaria caso ela ainda estivesse aberta da saída de Zaki. Subiria nas costas do seu pato e aplaudiria mais uma vez e em seguida se seguraria às rédeas, esperando que ele disparasse na direção da saída.

Não sabia muito bem como montar em seu pato ainda, e conforme sentisse a capacidade dele de acelerar sentiria uma vontade ainda maior de vê-lo chegar à velocidade máxima. ''Eu...'' uma selvageria rugiria em suas íris, e as pálpebras lutariam debilmente em enjaular tamanha energia. ''...Quero sentir o risco.''

Como um touro encarando o vermelho ou um tubarão detectando gotas de sangue no oceano o seu coração se debateria conforme andasse em qualquer velocidade que não fosse a máxima do seu animal. E da mesma forma, com este desejo quase como que um carnívoro por carne fresca, ela começaria a posicionar o pulso em direção ao movimento que faria o pato atingir velocidade máxima...

Com um esforço que fez suas veias saltarem por um instante e que a obrigou forçar o maxilar com força para se controlar, a sua autodisciplina a fez lembrar ''Eu tenho uma missão amanhã...''

Com uma aura pesada de quem estava se controlando e um desconforto visível, a amazona ajeitou-se sobre Clap e buscou respirar fundo e segurar seus ímpetos. Tudo o que restou de concreto da sua vontade prestes a se realizar de correr risco de vida foi seu coração acelerado, escondido por trás de sua face mais inexpressiva e controlada e de sua postura ereta e altiva enquanto cavalgava.

Caminharia em torno do lixão usando a sua audição aguçada para captar os movimentos nos arredores, usando isto como sua segurança para se afastar de qualquer perigo usando o seu pato.

Durante o caminho olharia os restos do lixo dos dois lados, estaria atrás de coisas que pudessem ajudá-la na missão do dia seguinte. Dan e Vergil, companheiros que havia feito no dia anterior, a haviam ensinado sobre as preciosidades que poderiam encontrar no lixo, e ela valorizava aquele conhecimento tanto quanto os amava. Estaria atrás de equipamentos de alpinismo, como ganchos amarrados a cordas, ou ao menos ganchos e cordas de boa qualidade, bem como pedaços de arame que a pudessem ajudar a arrombar fechaduras. Tentaria avaliar bem o local também, para ver se não poderia surgir algo no lixão que a chamassem a atenção que ela não previa poder usar. Algo que poderia ajudá-la bastante com Clap seria uma sela, ou ao menos uma cesta para poder levar tudo em cima do pato. Ficaria o máximo de tempo que pudesse para conseguir tudo aquilo, explorando onde fosse.

Durante toda a sua rota estaria atrás de um local bastante afastado do lixão, com poucas pessoas e talvez uma área que pudesse usar para correr com Clap, ou ao menos algo que se aproximasse disto. ''Eu não vou conseguir.'' chegava à conclusão sobre a sua ansiedade crescente e à sua necessidade como que fisiológica se apossando do seu corpo. ''Eu tenho de matar este desejo.''

Desceria de Clap e o olharia nos olhos, tentando se comunicar com o pato através da visão, esperando que ele usasse seus sentidos para compreendê-la, e também tentando ouvi-lo de sua maneira muda de se comunicar, tentando tornar uma via de mão dupla. Seu desejo era bem simples: Estava pedindo-o permissão, sabedoria e paciência para que ela aprendesse como montá-lo.

Alisaria a cabeça do pato e respiraria fundo para se acalmar, tentando não demonstrar nenhuma energia nociva, como já havia visto os treinadores de elefantes fazendo. Ou ao menos era o que ela acharia estar fazendo. ''Vamos lá, Clap... Nós podemos fazer um acordo.'' colaria seus olhos o mais próximo dos dele que pudesse por vários segundos, e então subiria nele novamente.

Esperaria para ver se ele aceitaria ser o seu mestre sobre como montá-lo.






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