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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [LB] O Florescer de Utopia II

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 10 EmptyQua 25 Mar 2020, 01:43

Relembrando a primeira mensagem :

[LB] O Florescer de Utopia II

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiros Calros Lazo, Karyo Shen, Laith Kinder feat Marinheira jr. Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Kekzy
Tenente
Tenente


Data de inscrição : 06/11/2013

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 10 EmptyDom 07 Jun 2020, 18:39





Não esperava que, além do interrogatório, eu conseguisse trazer a Tenente Erza de volta, nem que por alguns instantes. Desde a sua pegada ao seu olhar, tudo nela era intimidador. Era um Tenente que eu não duvidava que daria trabalho para a Capitã, ou até fosse o suficiente para o cargo, ao ver a demonstração de sua força. Para meu fortuito, havia agarrado o lado da corda com força, naquele inaudito jogo de cabo de guerra. Mas não pretendia soltar! "Não perderei!" - havia ganho uma ligeira vantagem naquele momento e precisava trabalhar mais naquilo. Só assim teríamos-a de volta. Só assim ela não cederia à eloquência do vilão Ishisaki Oota!


Um canalha qualquer? Não. Um grande canalha! O maior que encontrei até hoje... nem a ex-Tenente Eisenberg... - ponderava. Os atos de ambos haviam sido horrendos, mas ao menos, a minha antiga superior agia por coação, a fim de resgatar a sua filha Unmei, que agora se encontrava em Calmaria, disfarçado e sob a tutela da marinha. Ishisaki não tinha pudor! Detestava o fato que ele brincava com nossas vidas sem ao menos dar as caras. Não havia o mínimo de decência em suas ações — É sempre a mesma voz? Nenhuma diferente? - me referia ao "Só agora que eles perceberam?". A depender da resposta, poderia concluir que o seu poder envolvia, de fato, uma via de mão dupla. Do contrário, sem mais indícios, estava para descartar a hipótese.


Já estava de saída, quando fui surpreendido — Tenen-! - era óbvio que ela queria lutar ao nosso lado ao descobrir que estava sendo manipulada. Todavia, a situação não lhe era favorável, por ela estar infectada. "Se ao menos pudéssemos garantir que ela não se rebelasse que nem os outros..." - ponderava. Tinha que ter um jeito de lidar com esta situação! Como?! "Há tantas questões... e tanto que não medito. Estou deixando algo passar? Minha mente está nublada, certamente clareá-la me trará algum benefício..." - suspirava, diante daquele dilema.


Antes de me despedir de vez e deixar a Tenente Erza para trás, falaria com toda a sinceridade em meu coração, ainda tendo em mente a sua estranha hesitação. Por que uma mulher como ela desistiria? Estava tão excitada em lutar ao nosso lado e de repente... Uma chama tão ardente não poderia se apagar apenas com um sopro. Era necessário muito mais que isso —
Tenente Erza, minhas últimas palavras. Mantenha-se firme e, independentemente do que esteja passando e de suas condições, saiba que estamos com você. O caminho de um marinheiro é de sacrifícios e não hesitarei, como não o fiz ao perder minha primeira vida, em fazer mais para alcançar o nosso objetivo. A paz que almejamos é algo muito maior que nós e jamais poderemos ceder ao mal, às chantagens, à ganância e à depravação - diria. Com isso, esperava reviver em sua mente o que era ser uma marinheira, pois temia que, no fundo, ela precisasse se agarrar a tudo que podia para resistir ao destino que os outros marinheiros tiveram.


[...]



Já adiantando o interrogatório do Tenente Hector, Cross of Pain, me deparava com o Sargento Calros entrando em uma sala de interrogatório com o Pequeno Ryo. "Então ele realmente acha que há um fio a se desembaraçar em relação a ele... - apenas olhava para ambos, assentindo com a cabeça para o Sargento e, por fim, entrando na sala. Ele não era o único que tinha interrogatórios a fazer — Tenente Hector, Cross of Pain! - exclamaria. O homem não parecia em seu estado normal, tal como a Tenente Erza. Será que o mesmo truque funcionaria com ele? — Me diga, o que um marinheiro tão forte e grande teme mais que abandonar os seus próprios princípios? - seria a minha indagação de abertura, pois claramente havia algo o incomodando — Hector... me conte um pouco sobre você. De onde veio? Como está a sua família? Alguém importe que queira que eu transmite uma mensagem? O que deseja? Qual sua inspiração na marinha? -diferente da Tenente Erza, começaria com outra abordagem, pois outrora estava enervado, de sangue quente, o que me levou a pular algumas etapas que deveria ter seguido.


Era uma regra básica que havia ignorado. Se queria saber algo sobre alguém, deveria antes saber a sua história. E estava de ouvidos abertos para conhecer o marinheiro que ganhou a alcunha de Cross of Pain.








~ Histórico ~




Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 18
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Lâminas Gêmeas - Projeto; Chaves das Celas B12 e B13.
Perdas:B$: 3.600.000

NPC's: Atualizar Soldado Ishisaki (Oota); Ramsés; Karin; Yuki Kobayashi; Hector, Cross of Pain; Masaki Tadakuni; Comodoro Hall Jackson; Vice-Almirante Kurt Storm.
Players Atualizar Katherine Silverstone.
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 0/3 - Recarga - 0/5; Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.







Objetivos



Spoiler:
 

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ADM.Noskire
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ADM.Noskire

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Masculino Data de inscrição : 22/02/2012
Idade : 28
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 10 EmptySeg 08 Jun 2020, 20:52



[LB] O Florescer de Utopia II — 018

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De forma sucinta, o Sargento Lazo impôs sua hierarquia à soldado, obrigando-a a permanecer na sala. A jovem o olhou com seus olhos brilhando de raiva, mas por fim cedeu, voltando e sentando-se a cadeira, de braços cruzados e bochechas infladas de ar. — Que saco! — Resmungou. Calros retomou seu raciocínio, tentando explicar-se para acalmar a jovem. Não foi muito eficaz.



O Sargento pediu para que Kyo repetisse sua fala referente à sentir o arrepio pela primeira vez. — De novo com isso?! — Indagou, revirando os olhos. Mas após um momento, e um longo suspiro, tentou se lembrar e voltou a dizer: — Já disse que sim. Senti um arrepio e depois vi o rosto do tenente Günter surgir na minha frente. Foi a única vez que isso aconteceu comigo. — O tom de sua voz era quase o mesmo de antes, apesar de ser possível notar um quê de tédio desta vez. As palavras eram as mesmas de antes, ou tão próximas que sequer dava para notar a diferença. Após isso, o sargento se colocou num estado de semi-meditação onde ponderou diversas possibilidades e casos, perdendo-se nas suas divagações por incontáveis minutos, enquanto a pobre soldada acenava para ele vez ou outra, indecisa de como agir. — Moshi, moshi… Alguém aí?



Na outra sala, o Tenente Shen observava Hector, ainda pensando na resposta da ruiva à sua pergunta. — Sempre a mesma voz... — Ela havia dito. Contudo, agora havia outro prisioneiro e o tenente logo voltou a sua atenção para ele. Logo após a sua primeira pergunta, o Cross of Pain começava a rir. Mas não era por achar engraçado ou por ironia, era um riso de puro nervosismo. — Princípios? Isso n-não passa de uma palavra bonita usada por i-inocentes! — Dizia, gaguejando vez ou outra. — A m-marinha é corrupta. O Mestre me f-fez ver i-isso! M-mudaremos isso! Ah, sim, mudaremos! — Afirmou, apesar do terror estampado em seu tom não passar muita confiança.



Karyo o fez mais algumas perguntas, só que, ao se calar para ouvir as respostas, Hector permaneceu atento, como se ainda o ouvisse falar. — Q-Quer saber o que é t-temer, Tenente? — Pouco depois, disse, desta vez com uma voz mais firme do que antes: — Vim de Wars Island, no North Blue. Meu pai adotivo morreu e os meus pais biológicos eu sequer conheci. Alguém importante? Vejamos… Talvez seja bom mesmo eu enviar uma mensagem para Günter, adormecido em seu quarto; Amanda, pobrezinha, ainda na enfermaria; Kyo, que em breve estará entre nós; e Elena, ah... Elena, será que ela vai conseguir sobreviver ao calor de Alabasta? — Um sorriso zombeteiro vacilou no seu rosto, enquanto a porta se abria e Calros anunciava: — Sargento Lazo e soldada Chiba entrando para ajudar no interrogatório.






O Tenente Kinder, após verificar o estado não muito estável de sua companheira de viagem, se dirigiu à enfermaria, onde recebeu uma compressa de gelo para colocar no rosto. Lá, aproveitou para perguntar sobre a tenente Amanda, obtendo a seguinte resposta: — Ainda não, infelizmente. O estado dela é estável, graças à transfusão que ela recebeu, mas no momento nos resta apenas esperar. Sobre acordá-la com medicamentos… Bem, poderíamos injetar uma dose de adrenalina em seu sistema, mas o efeito é imprevisível. Se ela estiver num estado de coma mais leve, pode acordar assustada e, quem sabe, permanecer acordada por alguns minutos ou se recuperar de vez. No entanto, se estiver em um estado de coma mais profundo, os danos sofridos podem ser irreversíveis. Então, não, é melhor esperarmos até ela acordar por conta própria. — Com a negativa, o tenente se dirigiu até o refeitório para se alimentar.



Enquanto isso, Katherine dava uma resposta evasiva para Helena, aproveitando a sua vez de perguntar para mudar o foco da conversa. A Tenente respondia: — Ah, aprendi com meus pais. — Sua voz e expressão tomados de saudade. — Minha mãe me ensinou a caçar... — Disse tocando carinhosamente em seu arco e na faca em sua cintura. — E o meu pai me ensinou a preparar as caças nos mais variados pratos. — Riu com gosto por alguns segundos antes de completar. — Lembro uma vez que minha mãe abateu um lobo enorme que invadiu a cidade e o pessoal começou a parabenizar o meu pai. HAHAHA! Ele não consegue atingir uma maçã a cinquenta metros de distância! HAHAHAHA! — Riu novamente, sem perceber que o normal era não conseguir atingir!



A vez de perguntar ia novamente para a Tenente, mas ela começava a acenar para a entrada do refeitório. Se Katherine olhasse, veria o Tenente Laith Kinder se aproximando. — Perfeito! — Comentou baixinho para a celestial. — Tenente Kinder! Que bom vê-lo! Se você me ajudar com um favor, eu lhe dou um pouco do prato que eu mesma fiz! Está delicioso! — O tentou, sorridente, mostrando o prato vazio das duas mulheres.



Se ele aceitasse, a ruiva voltaria à cozinha, de onde viria com um prato cheio de Rainbow Terrine. Contudo, ela não daria o prato para o homem, passando próxima a ele para que o excelente odor atiçasse seu paladar e seguindo para fora do refeitório, gesticulando para que os dois celestiais à seguissem. Iria caminhar por breves minutos até uma sala bem espaçosa, com diversos equipamentos e aparelhos para musculação, além que uma pista de 100m para corrida. Só então deixaria que o Tenente pegasse o prato de suas mãos, assim como os talheres e um guardanapo. — Tenente Kinder, a jovem Katherine deseja se aliar a nossa filiação e acredito que devido à sua ajuda no ataque, podemos confiar nela. Então, apenas por burocracia, iremos testar suas capacidades físicas. Ideias, Tenente? — Apesar de toda a iniciativa, a mulher jogava quase que toda a responsabilidade do teste para A Serpente Vermelha, como se fosse sua subordinada ao invés de sua igual, esperando ansiosamente por sua resposta.



Legendas:
  • Civil
  • Marine
  • Capitã Katt
  • Comodoro Hall Jackson
  • Tenente Helena
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza
  • Sargento Amanda
  • Karin Shinonome
  • Soldado Kyo
  • Tritões
  • Revolucionários
  • Marines Corrompidos


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Calros Lazo:
 
Histórico:
 

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Sobretudo Personalizado:
 

OFF:
 

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Última edição por GM.Noskire em Ter 09 Jun 2020, 22:36, editado 1 vez(es)
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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 10 EmptyTer 09 Jun 2020, 05:25





Posts em Utopia - 64
O resultado de toda aquela situação era interessante. A primeira vez possuía o “Você está surdo?”, tirando isso só uma palavra de diferença que possuía basicamente o mesmo significado. Então a hipótese em minha mente estava consolidada naquele momento. E essa consolidação não durou nada. Ryo havia respondido com precisão o que eu perguntei, mas não gostava de imaginar que ela estava sendo controlada, até porque eu mesmo não me sentia sendo controlado. Ainda era a situação mais possível em minha mente, talvez ele atingisse com mais força o sexo feminino e por isso a tenente Erza também foi afetada? Isso se ele realmente controlar a ruiva, precisava perguntar sobre para ela ou para o tenente Karyo caso ele já houvesse interrogado ela. Com isso em mente, precisava naquele primeiro instante precisava trabalhar com um caso onde ele não nos controlasse ainda. Afinal, a única outra opção que eu conseguiria imaginar era que ele falou “você é surdo?” comigo perdendo a calma e nos deixou em paz, por assim dizer, o que mostraria que ele é bem menos calmo do que eu poderia imaginar para alguém que saí por aí controlando as pessoas mentalmente.

Enquanto pensava nisso e perguntava o nome da pequena, percebia que ela me falava Kyo Chiba perguntei em off se ela tinha respondido ou não a minha pergunta. Após falar que entraríamos cochicharia para ela. – Mas nem o seu nome ele me falou certo? – E assim ficaria quieto ao observar a sala de interrogatório a minha frente. Indicaria para Kyo ir andando comigo e me colocaria um pouco atrás de Karyo. Ficaria calado naquele primeiro instante esperando ver se o tenente me colocaria a parte da situação ou se o tenente Hector estava falando alguma coisa.

Como não sabia como o tenente estava controlando o interrogatório, deixaria ele falar e ficaria ouvindo as respostas. Só me pronunciaria caso eu percebesse que o tenente Hector não estivesse ajudando de forma alguma, eu mesmo tomaria um pouco a frente quando o tenente Karyo estivesse calado e comentaria. – Tenente Karyo, eu percebi na nossa batalha anterior que ele era bastante ligado a honra, ou que finge ser. O que é meio estranho já que ele é um traidor qualquer. – Diria justamente para irritá-lo, meu tom irônico sairia naturalmente, eu só conseguia ver o tenente Hector como um inimigo.  – Afinal aquele mestre parecia disposto a sacrificar todos eles igual a gente mataria uma simples formiga. – Atacar o tal ideal de seu mestre era a minha resposta aquilo, para que ele se irritasse mais um pouco. – Que tal tenente Hector, você explicar para gente por que alguém tão honrado quanto você segue um bosta que saí falando na mente de pessoas alheias sem permissão e que tenta matar pessoas inocentes. – Eu não acho que ele falaria algo, só queria irritá-lo mesmo, mas lembrando dos meus resultados com Kyo imagino que não seria muito bem sucedido.

Se falasse ótimo, ouviria tudo com um sorriso no rosto. Porém, para o caso dele continuar calado, eu falaria com ele, só que de outra forma. – Já que o senhor honrado não consegue abrir a boca e falar, que tal você que está aí ouvindo a gente? – E balançaria a cabeça por um instante. – Vou tentar uma abordagem diferente senhor. – Diria já tomando a dianteira do tenente Karyo. Para o caso onde ele respondesse, após toda a fala dele, eu falaria. – Bom, posso mudar um pouco o rumo da conversa? – Diria olhando para o tenente Karyo.

Tomando a iniciativa, ou esperando uma pequena confirmação do tenente Karyo, seguiria. – Ainda não peguei em quantas mentes você pode estar ao mesmo tempo, já que ordenou pelo menos cinco pessoas lá no refeitório, mas eu imagino que você está ouvindo a gente aqui, ou você deixaria o seu subordinado livre para falar tudo de você? – Perguntaria para Hector, mas na verdade era para outra pessoa. – Eu sei que você consegue se comunicar com a gente. – Continuaria olhando para Hector, imagino que o mestre estava no mínimo com ele, ou estaria com todos os três ali. Como o tenente chamava a pessoa de mestre, se havia alguém que poderia “ativar” esse canal por conta própria, ou que sabia como “pedir para abrir o canal” era ele. – Cadê você ó grandioso mestre? – Diria em um tom irônico se o homem já não houvesse dado algum sinal de vida. – Tem coragem de mandar outros atacarem por você, mas não tem coragem de conversar com a gente mesmo sem podermos te ver? – Iria provocar mais um pouco.

Com aquelas provocações eu esperava sentir algum arrepio para ele se comunicar comigo, como eu havia ouvido a voz dele na conversa com a pequena imagino que havia acabado aquele “uso” por assim dizer. Isso ou eu acabaria simplesmente ouvindo e pronto. Naquele momento eu já havia aceitado que tudo indicava para o poder ser algum tipo de “canal” que ficava aberto como um den den mushi. Se fosse isso, não saberia quando esse “canal” seria fechado e isso era algo bom de perguntar para Hector.

Se caso o tal mestre não se pronunciasse, imagino que aquilo no máximo teria deixado o Hector um pouco mais tenso por perceber que eu também escutava a voz, ou pelo menos já sabia dela. Por isso eu olharia para ele e tentaria sorrir de forma mais maligna, lembrava daquela honra que ele citava e do medo de ser acertado nas partes intimas. – Tenente Hector, já que o seu chefe medroso não fala nada, que tal você me responder no lugar dele? Acho que você lembra da minha facilidade de mirar em suas partes íntimas, então você sabe que eu não tenho muito pudor em ferir outras pessoas sem problemas. – Era uma mentira naquele caso, já que eu provavelmente nunca machucaria um homem preso, mas ele não sabia disso e por isso tentaria alimentar a situação com o temor dele por mim. – Que tal você me falar tudo que sabe sobre como funciona essas mensagens mentais do seu mestre? Como ele consegue mandar para algumas pessoas específicas e para outras não. O tempo que ele consegue falar. Coisas desse tipo. – Meu tom seria o mais sádico que eu conseguisse, o que eu sinceramente não sei quanto era perto do normal.

Naquele momento, com ele respondendo ou não eu pensaria em exatamente como o tal mestre fazia aquilo. Na minha mente e provavelmente como hipótese mais certa, o tal mestre era o Ishisaki, só assim para explicar o temor dele por termos descoberto algo. E mais importante, era o único que eu consigo pensar que possuía alguma relação mínima com o que estávamos fazendo e que eu tive contato... que eu tive contato... aquilo abria algo em minha mente. Lembrando da noite anterior lembrava também que a tenente Erza também o tocou. Porém só nós dois o tocamos. Ele acariciou Gwen em meu ombro e protegeu a tenente de cair no chão. O resto não o tocou, pelo menos que eu me lembre, e por isso o resto não ouvia a voz dele. Eu precisava confirmar que ele falava com a tenente, mas o tenente Karyo já havia interrogado ela. Será que ele havia retirado aquela informação?

Caso ele não falasse nada, eu falaria me impondo um pouco, projetando o meu corpo para frente e colocando as mãos na mesa na frente do tenente Hector. – Sabe que ficar quieto é pior para você, não é? Vocês já fizeram um marinheiro morrer e estão envolvidos em traição do provavelmente pior tipo possível, a prisão é uma certeza, quanto tempo ou que tipo de prisão depende de o que você vai nos contar. – Diria ainda no melhor tom ameaçador que conseguisse, mas balançando a cabeça de forma cínica. A partir desse ponto olharia para o tenente Karyo, independente do Hector ter falado algo ou não, e perguntaria. – Eu imagino que a tenente Erza falou que ouve voz também, não é tenente Karyo? – Indagaria para o homem ao meu lado, esperando muito que a resposta fosse positiva. Se ela não fosse, eu simplesmente comentaria meio triste. – Oh, então ela é realmente uma louca qualquer? Ainda mais interessante.

Porém, para o caso de a resposta ser positiva, eu comentaria. – Como imaginava. Ontem, só eu e a tenente Erza fomos tocados pelo Ishisaki. Ele me tocou quando acariciou Gwen em meu ombro. E tocou na tenente quando a impediu de cair no chão. – Daria um pequeno instante antes de continuar. – Ele precisa tocar na pessoa para falar com ela. E eu já percebi que sempre que ele “vem” falar comigo que eu sinto um calafrio. Só que aí temos alguns pontos interessantes. – Falava ainda forçando o sorriso sádico e irônico em meu rosto, não sei quão diferente seria de um sorriso normal irônico meu, mas valia a tentativa. – O intervalo dessa porcaria simplesmente não faz sentido. Então a única hipótese que realmente faz sentido para mim é que quando o calafrio vem é que ele está comigo a partir daquele momento, provavelmente ficando o tempo que ele quer, ou saindo após um limite tão grande que eu ainda nem fui capaz de descobrir. – Falaria ainda sorrindo para Hector. – Então a partir do calafrio ele simplesmente está comigo, vendo e ouvindo tudo, é por isso que ele sabia quando mandar atacar o tenente Günter. É por isso que ele reagiu a minha fala com a soldada Kyo aqui. – Falaria indicando-a com a cabeça. – Quando eu falo para você abrir a boca e falar, é para você basicamente confirmar outras hipóteses que eu já tenho. Eu vou prender esse seu mestre de bosta de qualquer forma. Eu já tenho várias pistas do poder dele, já temos as localizações, porque foi isso que ele queria impedir que descobríssemos quando ele mandou matar Günter. – Eu daria uma pequena pausa para ele perceber quão ruim era a situação dele. – Então eu estou te oferecendo a opção de não ter uma prisão tão ruim assim e abrir a boca e falar agora, antes que simplesmente seja tarde demais e você vá para uma cova igual a sargento Yuki. Duvido muito que os outros presos iriam gostar de dividir a cela com um ex-marinheiro. – Terminaria num tom fúnebre ao lembrar daquela marinheira levando uma bala na cabeça de seu próprio “aliado”.

Caso o tal mestre realmente surgisse na minha mente, ou falasse através de Hector ou Kyo, eu comentaria animado. – Olha só, você não é tão medroso quanto eu imaginava. – Um sorriso era visível em meu rosto, o sorriso irônico que acabaria fazendo de qualquer forma por saber que estava falando com um inimigo, e um dos piores deles. – Senhor Ishisaki. – Diria mesmo se não tivesse a confirmação de ser ele. – Está realmente sendo uma experiência interessante deduzir o que o seu poder faz. Mas imagino que nem você saiba exatamente o que ele faz. – Meu tom mais irônico iria aparecer aos poucos. – Imagino que esteja bem triste de ser tão burro a ponto de ter me falado para matar o tenente Günter. – Provocaria. – Inclusive essa burrice que prejudicou entender tudo, não fez o menor sentido para alguém que parecia planejar as coisas tão bem para não ter sido pego até então, mas imagino que alguém que traiu a marinha não pode ser realmente alguém inteligente. – Continuaria provocando e até mesmo sorrindo para o nada se ele estivesse em minha mente, ou sorrindo para Hector/Kyo se ele tivesse falado por um deles. – Provavelmente existe alguém inteligente perto de você que te ajuda, não é? E você acabou agindo baseado na emoção mais pura e acabou fazendo merda com toda a sua vida. A capitã em especial parece bem chateada com a sua traição.

Daria uma pausa para ver se ele falaria alguma coisa, mas eu realmente duvidava. – Mas sabe o interessante de eu conversar com você? Eu vou perguntar algo diferente do que você espera ó grande mestre. – Diria num tom irônico naturalmente para ele – Não importa quão burro você seja, você não se entregaria e imagino que não vá me atacar no meio do quartel general com um comodoro por aqui. Provavelmente alguém com uma akuma dessas nem deve ter força para atacar aqui, por isso manda seus soldados fazerem algo enquanto está seguro por aí. – Comentava, era obvio que ele já sabia dessa informação se estava vendo/ouvindo tudo que eu e Kyo vimos.

Respiraria fundo antes de começar, porque eu provavelmente o enlouqueceria. – Eu ontem estava atrás de um grupo maldito que até mesmo matou a minha possível irmã. – Falaria para demonstrar que era algo realmente pessoal. – Aí você surgiu nas nossas vidas demonstrando ter uma quantidade de informação absurda. Isso chamou e muito a minha atenção. Só que o tenente Karyo aqui te levou e por isso não pude continuar conversando com você. E você se aproveitou dele não se interessar realmente por você para simplesmente sumir. – Comentaria, torcendo para que o tenente Karyo não pensasse que a culpa daquilo tudo fosse dele. – Só que o interessante é que até então você não tinha nenhum crime. Podia reaparecer falando alguma merda qualquer quando perguntássemos. Mas você sumiu.

Daria outra pausa para ele perceber que ele que havia cavado a própria cova. – Você possui uma rede de informações provavelmente absurda por causa desse seu poder e eu realmente adoraria ter acesso. E aí que vem a minha pergunta. Você já ouviu algo sobre o grupo pirata Números? – Quando eu soltasse aquilo eu iria olhar para qualquer possível reação de Hector e até mesmo de Kyo. Estávamos simplesmente procurando por pistas dos números e tudo começou, nunca vi um desvio tão forte numa missão igual aquele. – A missão que a capitã deu para todos nós ontem foi perseguirmos os Números. – Diria para ele caso ele não falasse nada. – E você que foi simplesmente burro, como aparentemente sempre é com esse seu poder a ponto de me avisar, e decidiu desaparecer sem nenhum motivo. Se você ficasse do lado do tenente Karyo simplesmente nunca teria sido descoberto caso soltasse alguma mentira boa quando eu falasse com você.

A minha intenção era mostrar que o plano dele realmente cavava a própria cova. – O interessante disso tudo, é que você simplesmente não é a nossa ordem, a nossa ordem é prender os Números. Então porque você, que com certeza sabe algo com essa sua rede de informações maluca nos conta o que sabe deles e assim nós te deixamos para o comodoro e para a capitã lidarem? – Ainda não sabia se ele podia efetivamente ler a minha mente, mas eu simplesmente queria ver o que ele falaria naquilo tudo. – Pode ter certeza de que eu prefiro muito mais ir atrás de um grupo pirata que matou a minha irmã do que de um homem que eu nem sei qual o crime além de não querer que o passado seja descoberto. – Comentaria ainda esperando que ele falasse algo. – Afinal, a gente suspeitou de você, mas não temos prova de que você machucou Amanda, o que eu nem sei por que você fez na verdade. Não sabemos por que você se escondeu, não sabemos nada de você além do que o Günter nos contou e o único motivo de termos suspeitado de você desde o primeiro momento é porque você mesmo sumiu. Não temos prova de que você é o tal mestre. Não tem como prender alguém porque alguém ouviu uma voz em sua mente mandando matar alguém, vão falar que a pessoa só enlouqueceu. – Diria dando opções de “fuga” para ele. – Nós estávamos indo interrogar tritões quando você decidiu sumir e iniciar tudo contra você mesmo. Só que isso não é problema meu, eu quero prender os Números. – Insistiria pela última vez, torcendo para ele falar algo, qualquer coisa, mas duvidando realmente que ele falasse. Eu queria prender ele também, mas que mal havia em falar aquilo tudo, não é mesmo?




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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 10 EmptyTer 09 Jun 2020, 21:18





Por um momento, o tenente olhava para Amanda com um pingo de pena, talvez a situação dela o tivesse amolecido? Não, estava mais para o fato de que seu sangue estava ali, dentro dela, de certa forma ela tinha um pouco dele dentro de si e ver esse potencial jogado fora assim parecia tão triste. A sargento tinha sobrevivido ao Ishiaki e isso por si era um feito em tanto, por isso, dentre o circo das aberrações, ela poderia ser um dos maestros.


Depois de ter seus ferimentos do treino levemente tratados, o tenente saia da enfermaria caminhando em direção ao refeitório e quando chegava notava que havia alguém acenando em sua direção, pausava seu olhar por alguns instantes e era ninguém menos que Helena, pelo menos havia alguma boa notícia no dia! O oficial começava a caminhar, com um sorriso gentil no rosto, e quando chegava perto notava que havia alguém perto dela. " Ah sim..quase tinha me esquecido dela.." o olhar do marinheiro era uma mistura de sorriso sínico com olhar de raiva, pelo fato de que se Katherine tivesse feito besteira, era a cabeça da Serpente que iria rolar, ou seja, ela era seu Calcanhar de Aquiles, e estava na hora de terminar com isso.


- Seu prato? Perguntava o marinheiro tendo seu instinto de raiva cortado, de fato estava com fome, mas Helena cozinhar era algo surpreendente, considerando que vivia com o sargento aranha,  ainda mais uma tenente cozinhar. - Qual favor? Mas vindo de você não vejo por que falar não, minha querida. Dizia com um sorriso tênue a ela e de soslaio reparava em Katherine, tinha que eliminar ela e rápido.


O trio então se movia para a sala de treinos da marinha e a princípio Laith não entendia por que estavam ali, ela queria testar alguma capacidade física dele? Queria testar alguma coisa? Tinha algo na comida? Mas então, com a doce notícia da decisão do ingresso de Silverstone, o rapaz abria um sorriso de felicidade para a tenente Helena. - Oooh, fico feliz que posso cuidar dessa situação, pelo jeito alguém decidiu tomar a decisão correta, não é ? Perguntava o homem virando então para a ex-revolucionaria, agora com um sorriso totalmente de deboche. " Dois coelhos em uma cajadada só, isso que é sorte."


- Me diga aspirante Silverstone, o que é justiça para você? Perguntava o oficial dando uma garfada na refeição e provando-a. - A propósito, pode me responder isso fazendo 30 flexões, para aquecer, você vai precisar. Então, dava outra garfada e colocava o prato em algum lugar que podia apoiar, ele olhava para os presentes e batia palma para chamar a atenção, estava na hora de testar mais uma vez seu carisma de líder. - Meus queridos companheiros, devo lhes dar a maravilhosa notícia que temos aqui alguém que deseja sua redenção. Dizia apontando inicialmente para Katherine. - Uma ex-criminosa que, após devidamente pagar sua pena, agora deseja viver sua vida protegendo as pessoas e a justiça. Nisso, o tenente procurava algum lugar para subir, a fim de atrair mais atenção, e por fim moldava seu tom de voz e sua postura, trazendo algo mais épico e dramático para o chamado. - Entretanto, todos aqui passamos pelo rito de ingresso, e nessa última etapa, é necessário um teste de combate. Katherine Silvestone já foi conhecida como uma grande revolucionária, suas habilidades de combate eram ímpares, e desse modo, apenas um combate seria algo injusto para a fama e talento dela. Desse modo, proponho um desafio! Venham os marinheiros que desejam provar sua força! A Serpente Vermelha descia então do lugar onde estava e ficava de costas para o público.


- É claro, também, que haverá um prêmio para quem conseguir vencer ela, algo como um dia de folga amais anima vocês ? Considerem uma brincadeira de incentivo aos que desejarem. Nisso, ele irava-se para a dupla de garotas e pegava seu prato, dando outra garfada, sentava e voltava a comer, parando por um segundo. - Ah, tenente Helena, você poderia se inscrever também por obséquio? Gostaria de ver todo suas habilidades de combate. E logo voltaria a comer, assistindo o que viria a seguir.









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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 10 EmptyTer 09 Jun 2020, 23:57





O interrogatório com o Tenente Hector prosseguia a todo o vapor, com o homem abrindo a boca. Parecia mais disposto a falar do que a Tenente Erza. Ainda assim, não tão convicto quanto ela. "Há hesitação em sua voz..." - observava, enquanto ele falava. Em um "piscar de olhos" passava um flash em minha mente, de quando havia trocado golpes com o Cross of Pain. Com a minha experiência em batalha, sabia dizer quando alguém estava hesitante ou não. "E ele definitivamente hesitou naquele momento..." - não podia deixar de associar esses dois fatores. Seja lá o que ele estivesse falando, ele sequer tinha certeza sobre aquilo.


Inocentes que perderam suas vidas! E que continuarão perdendo! - bateria as duas mãos nas mesas, me projetando para cima dele, com os braços bem arqueados para aumentar a figura que se erguia sobre ele — Escutei aqui, Hector! - chamaria apenas pelo seu nome — Ou "Mestre", ou melhor, ex-agente Ishisaki Oota, se estiver certo! - vociferaria — Você acha que me fala algo novo? Deixe-me falar, então, algo verdadeiramente novo! Você, Hector, Ishisaki, ou seja lá quem for, são uns covardes! Vocês acham que fazem algo grande? Covardes! Vocês só fazem se esconder, porque seus espíritos são fracos! Suas vontades são fracas! Vocês não aguentam a verdade e se escondem em qualquer sombra que possa ocultar-lhes! - bateria na mesa uma segunda vez, respirando fundo.

Você acha que, EM DUAS VIDAS, eu não testemunhei a corrupção na marinha?! EU VI COM MEUS PRÓPRIOS OLHOS! EU SENTI COM A MINHA PELE! COM A MINHA CARNE! EM MEU PRÓPRIO SANGUE! ATÉ QUE ME RESTASSEM APENAS OSSOS! - bradaria, sustentando o olhar Intimidador contra Hector — E deles não sobrarão mais nada, porque continuarei lutando daqui de dentro para mudar a marinha! Continuarei a sacrificar cada parte de mim para acabar com a corrupção! E vocês, o que fazem?! Cometem crimes! Matam inocentes! E assim também irei acabar com os falsos salvadores! Pois é apenas isso que vocês são! Covardes que se dizem melhores que os outros, mas cometem atos tão horrendos quanto! E também se escondem nas sombras que nem os canalhas corruptos! Qual a diferença entre vocês?! Eu, Karyo Shen, que fui ruído pelos vermes possuo mais coração que vocês! E continuarei lutando, sob os meus princípios, para alcançar o que vocês dizem querem alcançar! - bateria a ponta do dedo na mesa, a cada exclamação — De forma nobre! De forma justa! Porque tenho coragem de enfrentar o que quer ou quem quer se oponha contra o que é justo! Um verdadeiro marinheiro não é aquele que pertence à marinha, é aquele que segue os seus princípios! É aquele que se opõe à terra e aos céus! - respiraria, novamente, abaixando a cabeça.

Em seguida, retomaria, de forma mais branda — Você entende o que falo? Arrisco tudo que tiver que arriscar, como já fiz tantas vezes. Perdi família, perdi amigos, perdi minha vida. Arrisquei tudo, quase que ainda em meus primeiros dias como marinheiro, que podia arriscar. Você sabe como os céus são? São cheios de horríveis dragões - indagaria e comentaria. Se havia um céu, com certeza este pertenciam aos Tenryuubitos, os Dragões Celestiais; e esperava que ele entendesse a referência — Você sabia, seu covarde? Aposto que sim, já que me vem com estas ameaças veladas. E, mais uma vez, escancaro quem vocês são. Vocês são isso. Esta ralé. E apenas isso. Continuem ameaçando e matando pessoas inocentes, achando que fazem justiça. Eu continuarei a me opor aos céus e a qualquer hipócrita como você que entre em meu caminho. E espero poder encontrar o seu "Mestre" em breve, o qual arrastarei até os confins do mundo para fazê-lo olhar nos olhos da Capitã Katt, a quem este decepcionou, para depois jogá-lo em uma cela escura, onde ele passará o resto de seus dias, repensando nos crimes que cometeu nesta vida - me viraria, indo em direção a porta — Sargento Calros, conclua o interrogatório deste e do atirador. Considere uma ordem do seu superior. Assino o que tiver que assinar depois. Volto em breve - oportunamente, o Sargento Lazo surgia, de modo que o deixaria assumir o interrogatório, por já ter me envolvido emocionalmente demais.


Apoiaria as minhas mãos contra a parede, do lado de fora, permitindo-me respirar e me acalmar. No final das contas, ele que havia brincado comigo. De todo modo, esperava que houvesse alguém do outro lado da linha escutando - e esta era a minha melhor aposta. Podíamos ter perdido até então, mas se Ishisaki Oota fosse o responsável por aquilo e tivesse, ao menos, um pouco do homem que a Capitã Katt descreveu restando nele, não tinha dúvidas que minhas palavras o impactariam. Sentia isso. E sentia porque havia me identificado no indivíduo que a Capitã descrevera para mim. "Talvez não fôssemos tão diferentes... apenas escolhemos caminhos opostos... por ter faltado um pouco de coragem - e eu odiaria, com todo o meu âmago, escutar tudo o que falei, principalmente sabendo que não havia tido coragem o suficiente para encarar o cruel destino que se agigantava sobre mim. E era por isso que preferia a morte a trair os meus princípios, tal como levei a minha vida até o fim.


"Elena... em Alabasta..." - de todos os entes queridos, era a que mais me preocupava, pois não estava ao meu alcance. Havia salvo Amanda e Gunter, tal como daria tudo de mim para salvar aqueles ao meu redor, mas tão distante... Eu não podia fazer nada a respeito. No Governo Mundial, já não acreditava que usava o mesmo Den Den Mushi que quando trabalhávamos juntos. "Droga!" - socaria a parede, com bastante força e os punhos milimetricamente cerrados. "Espero não ter estrado tudo... onde estava com a cabeça!?" - os últimos dias haviam sido extremamente estressantes, de modo que a minha tensão havia explodido após este evento.


Daria uma boa respirada e abria a porta novamente, voltando para a sala de interrogatório. Todavia, não pretendia mais fazê-lo, pois já havia rompido o limite e me envolvido demais - e esta era uma das regras dos interrogatórios: não se envolva demaisSargento Calros - cumprimentaria novamente — Soldado Kyo - olharia mais para este último, a fim de me certificar que estava tudo certo com ele - apenas preocupações bestas de tutor, ou responsável. Sentaria-me na cadeira, suavemente, tentando manter a compostura e ignorando o fato - e a dor - que eles provavelmente teriam escutado a pancada na parede. "Extravasei... agora só posso colaborar com o Sargento Lazo - ponderava, mas confiava que o marinheiro faria um bom trabalho.


Acompanharia o que o Sargento tinha a dizer, assentindo com a cabeça em silêncio para as suas afirmações e, quando oportuno, respondendo ou acrescentando detalhes — Comentei tudo que havia que comentar acerca de tal honra - susteria o olhar em direção ao Tenente Hector. "Onde você quer chegar, Calros..." - ao passo que estava ali, analisava as habilidades e a trajetória que o Sargento conduzia o interrogatório. "Então você também acha que o "Mestre" pode ver ou ouvir através deles" - ponderaria. Havia chegado à mesma conclusão mais cedo. Era bom saber que não pensava na hipótese isoladamente, o que fazia meus atos de há pouco serem mais plausíveis. As coisas estavam indo bem, de modo que assentiria novamente à pergunta do Sargento, deixando-o confortável e autônomo para guiar o interrogatório.


Na verdade, me surpreendia mais ainda que o Sargento tratava a questão com bastante convicção e seus pontos era memoráveis. Só podia concordar mentalmente, assistindo com interesse. "Não tenho mais dúvidas que ele está ali, do outro lado, nos escutando" - para mim, considerava isso uma vitória. Um grande passo. "Se descobríssemos mais detalhes..." - desejava. Precisávamos decifrar a extensão dos poderes do inimigo para combatê-lo. Era um jogo de gato e rato, mas por informações. Já estaria ficando absorto, ao mencionar da Tenente Erza — Sim, sempre a mesma voz, sempre o mesmo covarde se escondendo atrás dos outros - diria, erguendo a cabeça, reforçando o meu posicionamento.


E tudo que o Sargento Lazo dizia era verdade. O Ishisaki sequer era a nossa missão. Havia brotado em nossas vidas como uma peste que atacava as plantações. Se quisesse ir atrás dele, precisava pedir permissão ao Comodoro, tendo em vista que, até o momento, não tinha sequer um indício de que ele estava conectado aos Números — ex-Agente Ishisaki - arriscaria — Pense bem. Essa é a sua última chance de ter a coragem que lhe faltou. Ao menos, colabore conosco e busque redenção, se ainda resta um terço do homem que a Capitã Katt disse que você foi. No mais, jamais poderei parar de te procurar. É um fardo que teremos que carregar até que um de nós vença. Ainda assim, você tem a sua chance de fazer as coisas melhores. O tempo do perdão já passou... mas você ainda pode ser o inimigo que eu me arrependerei de prender e carregarei amargura por vislumbrar o que você poderia ter sido. Este é o momento em que você pode levar uma vida sem mais arrependimentos! - daria o meu ultimato. Se conseguíssemos trazer Ishisaki para o nosso lado, como um colaborador temporário, poderíamos dar um grande avanço em relação aos Números, caso eles não tivessem envolvido - e, quem sabe, mesmo estando.










~ Histórico ~




Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 19
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Lâminas Gêmeas - Projeto; Chaves das Celas B12 e B13.
Perdas:B$: 3.600.000

NPC's: Atualizar Soldado Ishisaki (Oota); Ramsés; Karin; Yuki Kobayashi; Hector, Cross of Pain; Masaki Tadakuni; Comodoro Hall Jackson; Vice-Almirante Kurt Storm.
Players Atualizar Katherine Silverstone.
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 0/3 - Recarga - 0/5); Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.







Objetivos



Spoiler:
 


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 10 EmptySex 12 Jun 2020, 21:01





Helena mais uma vez me dizia algo interessante ao falar sobre sua família e o que seus pais a haviam ensinado - Que legal diria em resposta rindo também. Mas o que vinha a seguir me deixava um tanto incomodada com a atitude dela, afinal Helena não me perguntava nada.  O tenente ruivo aparecia no refeitório e vinha em nossa direção, a mulher primeiramente pedia um favor para ele - Até eu quero saber o que é perguntaria com um ar de curiosidade. Sem revelar nada ela nos fazia ir até uma outra sala com diversos equipamentos o que me deixava ainda mais confusa para entender o que estava acontecendo.

No local, a ruiva finalmente explicava dizendo a ele que eu queria nesse momento entrar para a Marinha - Ei, eu não disse que iria virar marinheira agora! retrucaria após a fala dela. Aliás, será que ela não tinha uma escolha melhor? Algum outro tenente mais amigável ou só educado - O vendo agora não poderia dizer isso com tanta certeza responderia sua pergunta sorrindo, também com deboche. Apesar de estar claramente incomodada com a situação eu teria de acabar cedendo, afinal de um jeito ou de outro iria me juntar a Marinha pelo até a recuperação total de Battos já que não poderia simplesmente ir embora.  

Ainda assim era irritante ter de seguir as ordens dele, até porque o ruivo me mandava fazer algo no minimo ridículo - Tá falando sério? questionaria um pouco incrédula e demonstrando o quão brava havia ficado com isso. Não tinha muito o que fazer e por isso apenas suspiraria antes de começar a fazer as flexões - Justiça pra mim é poder ajudar a todos aqueles que necessitam e como aprendi com a Tenente Helena, ela vem através de leis que visam beneficiar todas as pessoas possíveis falaria meio aos meus movimentos. Procuraria falar pausadamente para que não fosse atrapalhada se acabasse ficando ofegante entre as subidas e descidas do exercício - E então, ficou satisfeito? perguntaria quando terminasse as 30 flexões.

Após isso, ele buscava chamar a atenção de todos os outros marinheiros que estavam presentes ali os convidando para lutar comigo - Tudo bem, se você quer me ver derrotando mais pessoas daria com os ombros se me importar muito, talvez encontrasse alguém que fosse forte. Nesse momento me colocaria em posição aguardando os primeiros que iriam se oferecer “Só assim pra resolver as coisas com idiotas como você, na base da briga mesmo” ela aparecia para me irritar também “Acho melhor ficar calada, se não vai sobrar pra você” era o que diria para ela já se muita paciência.

O homem ainda convidava Helena para participar do embate e faria questão de sua participação mesmo que ela tentasse rejeitar - Ei, você não vai fugir não viu? olharia para ela - Me meteu nisso, vai me ajudar agora diria em seguida. Não perderia muito tempo e avançaria diretamente naquele que iria enfrentar aplicando um chute lateral na altura da cabeça seguido de outro nas pernas para desestabilizar meu oponente totalmente.  




~ Histórico ~



Ganhos: Itens do inventário, dívida com a marinha de B$ 7.460.000 (montante total: B$ 8.500.000, parcialmente pago com o dinheiro do inventário)
Perdas: Todo o dinheiro,
Posts: 19
Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
Personalidade atual: Katherine  


Objetivos:
 



Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 

Birl:
 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 10 EmptySab 13 Jun 2020, 20:10



[LB] O Florescer de Utopia II — 019

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Calros Lazo entrava na sala bem a tempo de ver o tenente Shen explodir, vociferando com o prisioneiro e batendo na mesa a cada afirmação. Hector, apesar das palavras desafiadoras de antes, apenas se encolhia a cada palavra dura do outro tenente, como se atrofiasse a cada segundo, apequenando-se cada vez mais. Kyo, movendo-se logo de início para um dos cantos da sala, observava seu salvador boquiaberta. Nunca o havia visto daquela forma e o acompanhou com os olhos quando ele saiu da sala.



Hector, apesar de todas as provocações, permaneceu calado. Após a saída do Tenente, o sargento tomava a liderança do interrogatório e começava a falar, ora com o prisioneiro, ora com o possível Mestre deste. Contudo, suas perguntas foram todas respondidas com o silêncio do tenente. Mesmo quando um estrondo veio do outro lado da parede e Hector se retesou com o barulho. Mesmo quando Calros ameaçou as partes íntimas dele, fazendo-o se mover inconscientemente para o mais longe possível que podia do sargento, levando em conta as algemas e o braço da cadeira em seu caminho, o prisioneiro apenas balançou a cabeça em negativa. Apesar do medo que aparentava sentir dos dois interrogadores, e até mesmo da punição que receberia da marinha, seus lábios permaneceram selados.



Karyo retornou à sala, vendo Kyo recuada num canto, os olhos meio arregalados. Seria por causa da sua reação ou por causa dos métodos do Sargento? Não dava para saber no momento. A tenente Erza era citada por Lazo e Shen confirmava a suspeita dele, o que levava o sargento a expor tudo o que havia deduzido sobre aquele poder misterioso. E era quando o interrogatório chegava no clímax! Com um monólogo que apenas ele podia fazer, Calros insistia para que Hector desse informações sobre o tal Mestre e se livrasse de toda aquela confusão, enquanto que Karyo prometia caçá-lo até capturá-lo ou ser derrotado tentando! Hector tremia da cabeça aos pés, aterrorizado, mas ainda em silêncio. Kyo permanecia no cantinho, imóvel.



Até que, após alguns segundos do mais profundo silêncio… — Vocês são interessantes... — Calros ouvia em sua própria mente, uma voz que parecia rir. Seus olhos buscavam os outros dois ouvintes, mas não notavam nenhuma reação por parte deles. Corajoso, começou a conversar com a voz, buscando intimidar ou zangar o dono desta. Hector e Kyo olharam para o sargento, surpresos, enquanto que Karyo via seu companheiro conversando com o vazio à sua frente. Após mais um de seus monólogos, o Sargento ouviu novamente. — Você está meio certo... — Era impressão sua ou ele estava rindo novamente? — Se são tão corajosos, porque não seguem as indicações do atirador? Prometo que descobrirão um pouco mais sobre mim. — Por fim, concluiu: — Estaremos esperando!



E, com isso, o silêncio mais uma vez reinava, tanto na pequena sala de interrogatório, como na mente do Sargento ruivo. Após um minuto, ou quase isso, um soldado bateu a porta e pediu para que o Tenente ou o Sargento, ou ambos, o acompanhasse por um momento. Após um ou ambos saírem da sala, o soldado fecharia a porta e anunciaria: — O Sargento Toshiyuki Karasawa foi encontrado morto. Mordeu a própria língua, acabamos de descobrir.






A Serpente Vermelha mostrava suas presas, tentando transformar um treino burocrático em um combate feroz. Katherine, por sua vez, não demonstrava hesitação, aceitando o desafio prontamente. Helena, no entanto, levantava os braços na defensiva, começando a falar que não pretendia lutar contra a ex-revolucionária, quando a própria Katherine a desafiou para o combate. — Ah… Ok, ok... — Suspirou.



Além dos três, haviam dois homens treinando seus músculos superiores. Com apenas a calça e uma regata branca, não era possível estimar a patente destes, embora seus rostos desconhecidos para Helena e Kinder indicassem serem, no máximo, sargentos. Com o chamado do Tenente e a promessa, não tão atraente, de uma folga prolongada, os dois homens se precipitavam contra a celestial.



Com um chute lateral, Katherine arremessou o primeiro e mais forte para o lado, nocauteando-o antes mesmo que atingisse o chão. O segundo foi atingido por um chute nas pernas, o qual o deixou de joelhos e o fez levantar a mão pedindo clemência. Com isso restava apenas a ruiva. Buscando-a, foi atingida no rosto por algo pequeno, mas duro como pedra. Após recuperar o equilíbrio, Katherine pôde ver Helena no outro lado da sala, com uma cesta em mãos cheia de bolas de tênis. Tais bolas são muito usadas em treino de reflexo para boxeadores, mas a tenente acabou por encontrar outro uso para elas. Um sorriso zombeteiro brotou no seu rosto enquanto arremessava outra das bolas em Katherine.



Legendas:
  • Civil
  • Marine
  • Capitã Katt
  • Comodoro Hall Jackson
  • Tenente Helena
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza
  • Sargento Amanda
  • Karin Shinonome
  • Soldado Kyo
  • Tritões
  • Revolucionários
  • Marines Corrompidos


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 10 EmptyDom 14 Jun 2020, 03:59





Posts em Utopia - 65
Imaginara muitas situações possíveis para aquele interrogatório. Mas eu realmente jamais imaginara que a primeira coisa que ocorreria seria ver o tenente Karyo Shen em um surto de raiva. O que será que Hector havia falado com ele? Essa dúvida ficou comigo por todo o interrogatório, pois não importava o que eu falava, aquele homem simplesmente tremia e se negava a falar qualquer coisa.

A resposta para o silêncio veio de uma forma triste. Aquele homem ficara calado porque ele mesmo era um inútil, quem mandava era o tal mestre e por isso eu entendi quando ele finalmente se pronunciou em minha mente. Provavelmente usara o Hector para falar com o tenente Karyo já que ele não pode ouvir a voz do “mestre”. Ele até falava que eu estava meio certo e desafiava irmos para onde o “atirador” falou. No primeiro instante me veio em mente que o tenente já havia interrogado o sargento, porém lembrava que o tenente Shen havia ordenado que eu cuidasse de ambos os interrogatórios. Então ele se referia ao tenente Günter. Após esse desafio recebi silêncio em minha mente. Ninguém falava nada, até porque provavelmente nem sabiam que eu e o Ishisaki já havíamos parado de conversar. Foi quando alguém bateu na porta.

Tantas coisas ocorrendo que não havia muito o que fazer mais. – Tenente, eu “conversei” com o Ishisaki... se é que isso foi uma conversa. Ele falou quase nada em tudo isso que você me ouviu falando. – Diria para indicar que ele não havia me contado quase nada. – Ele até chegou a comentar que eu estava meio certo. E desafiou irmos até lá. Então acho que não temos mais o que fazer com o tenente Hector. Acho que levá-lo de volta para a cela e começar o outro interrogatório é a melhor ação aqui. – Diria quase como que uma ordem, não sabia se a ordem que ele havia me dado antes ainda valia, mas imagino que sim, provavelmente ele não estava calmo ainda e achasse melhor que eu continuasse no controle da situação.

Me levantando iria indicar para o tenente Hector ir comigo enquanto saía da sala. Do lado de fora acabei recebendo a informação que o outro sargento havia se matado. – O seu mestre é realmente um covarde. – Diria para Hector não acreditando em como Ishisaki podia simplesmente desperdiçar a vida de seus aliados. Algo indicava em minha mente que o homem fora ordenado a fazer isso. – Vamos levar esse aqui de volta para a cela, e eu quero alguma forma de averiguar que ele vá ficar vivo, nem que para isso vocês precisem enfiar algo na boca dele. – Diria para o soldado levando Hector comigo para a cela. Quando esse estivesse preso, falaria para os soldados por ali também. – E eu adoraria que alguém me arranjasse um relógio, eu irei para o laboratório, me entreguem o relógio lá por favor... se eu não estiver lá ainda entreguem para uma menina chamada Karin que está por lá. – Informaria.

Se o tenente Karyo tivesse saído comigo da sala de interrogatório, após a prisão do tenente Hector eu comentaria com ele. – O “mestre” nos “convidou” para irmos até ele. Porém não me falou nada dos números. – Enquanto isso iria até a porta e falaria com Kyo. – Infelizmente o outro sargento se matou. Então você está liberada soldada Kyo. – Diria para ela esperando ver alguma reação positiva, ela provavelmente estava cansada da loucura que era me seguir ultimamente.


Caso o tenente não houvesse saído comigo da sala. Eu voltaria para ela e comentaria. – Infelizmente o sargento Karasawa se matou. – Aquilo realmente quebrava o clima. – Acho que podemos liberar a soldada Kyo e considerarmos o dia como terminado tenente, posso te explicar por que enquanto vamos até a pequena Karin, não quero deixá-la sozinha por mais tempo do que o essencial.

Pediria com um gesto de mão para o tenente ir andando comigo se não fosse pedir demais. Começaria a andar na direção do laboratório que havia deixado Karin. – Como ele não falou nada dos números, me vem duas coisas em mente: ou ele não sabe nada deles, ou ele é aliado deles. – Comentaria, mas já emendaria. – Com esse poder absurdo dele, a chance de ele não saber nada é basicamente nula, então eu vou considerar que ele é um aliado daqueles piratas.

Eu daria uma pausa para ver se o tenente comentaria alguma coisa sobre isso. – Tendo em vista que ele pode ser um potencial aliado dos Números, não vejo problemas em cairmos na isca dele e irmos para os pontos que o tenente Günter achou. – Tentaria manter minhas falas mais simples para não encher muito o tenente, não sei quão nervoso ele estava ainda. – Só que aí temos alguns “problemas” por assim dizer. Ele merece dormir por um bom tempo depois de ter virado a noite em sua pesquisa. Além de como pode acabar envolvendo os Números, seria interessante chamarmos a tenente Helena, o tenente Kinder e Katherine para irem com a gente, como envolve o Ishisaki de qualquer forma, a soldada Kyo pode querer ir também. Mas depois que o comodoro liberou os tenentes pelo resto do dia, se torna meio ilógico tentarmos forçar isso neles hoje. – Diria meio triste, minha vontade era realmente de irmos agora, mas não acho que só nós dois, três se Kyo estivesse com a gente e indicasse que queria ir, seríamos o suficiente para uma missão contra possíveis Números, eles poderiam ter um número absurdo de pessoas com eles.

Daria uma pausa para ele perceber onde eu queria chegar com aquilo. – Acho melhor gastarmos o nosso dia nos preparando para a possível luta com ele amanhã. – Exporia meu ponto de vista naquele momento. – Isso se não tivermos que conversar com o comodoro, ele pode mandar não irmos e nos focarmos nos Números, já que não existe ligação real entre Ishisaki e eles ainda. – Se ele concordasse comigo, eu falaria então. – Ok... eu vou tentar me focar em um aprendizado pessoal que pode me auxiliar a entender esse poder dele... além de poder ser melhor eu ficar longe de marinheiros que vão comigo amanhã, já que ele pode ver tudo que eu vejo. – Explicaria, dando a deixa para eu provavelmente sair de perto do tenente. – Amanhã no café da manhã nos vemos então? – Perguntaria para ele.

Com uma possível resposta positiva ou com outro local de encontro, iria me despedir do tenente e iria para o laboratório. Meu relógio ou chegaria ou já teria chegado. Perguntaria para Karin sobre o objeto para ver se ela já havia recebido por mim. Ela poderia estar curiosa do porquê de eu querer um relógio, independentemente de estar ou não, como eu queria que ela ajudasse acabaria por comentar. – Eu quero ver se consigo me acostumar mais com a passagem de tempo... quando eu receber o relógio comece a me perguntar as horas de forma aleatória. Ok? – Diria passando a mão no topo da cabeça dela sorrindo.

Com o relógio em mãos, iria agradecer o soldado pelo serviço, ou Karin por ter pegado o relógio para mim, e o colocaria no pulso para começar meu treinamento. Deixaria Gwen com Karin se a menina e a aranha quisessem e indicaria que iria ficar sentado no canto caso ela quisesse algo comigo. Eu ainda não sabia como funcionava o poder do Ishisaki por completo, não consegui reparar se havia algum tipo de relação com o tempo. Não tive nenhum calafrio e mesmo assim ele havia falado comigo. Se havia um limite de tempo era extremamente necessário que eu conseguisse saber quanto era esse tempo de cabeça e para isso eu precisava transformar em algo natural a contagem do tempo em minha mente.

Começaria olhando que horas eram e tentaria sempre fazer um TIC mental quando passasse um segundo. Precisava começar a me acostumar com o tempo exato de cada TIC. Iria começar contando TIC a TIC durante pelo menos dez minutos sem retirar os olhos do relógio, precisava literalmente firmar aquele pequeno intervalo de tempo em minha mente.

Após esse tempo inicial tentaria me focar no mesmo TIC, TIC, TIC, só que dessa vez ficaria de olhos fechados. Meu objetivo com isso era ver se o tempo firmara em minha mente o suficiente para que eu conseguisse realizar uma contagem fixas de TIC e o tempo exato havia passado. Para isso, começaria com a tentativa de meio minuto. Faria trinta TICs seguidos mentalmente e de olhos fechados. Quando o tempo completasse, abriria meus olhos e veria se havia acertado o tempo com exatidão ou não. Se houvesse falhado, tentaria com um tempo menor de quinze segundos. Se mesmo esse fosse uma falha. Voltaria para os simples TICs mentais olhando o relógio, onde gastaria ainda mais tempo desta vez.

Sempre que Karin me perguntasse as horas, eu falaria imediatamente. Seja eu estando olhando o relógio ou não, imagino que mesmo de olhos fechados eu não teria perdido tanto a contagem de tempo para não valer a pena contar para a pequena. Porém, sempre que eu falasse a hora para ela de olho fechado, em seguida abriria meus olhos e veria a hora exata, para ver se havia acertado com exatidão ou não.

Caso a minha tentativa de TICs de olhos fechados fossem um sucesso, tentaria ir aumentando o intervalo com o tempo. De trinta segundos para um minuto, de um minuto para dois, de dois para cinco, depois de cinco em cinco. Sempre que Karin me interrompesse perguntando a hora, eu veria se conseguiria continuar contando o tempo mesmo com a interrupção, esse era o objetivo final, não perder a noção de tempo que ia passando mesmo quando alguém falava comigo. Não sei se seria possível naquele começo, mas espero que com o tempo isso se torne algo mais natural. Sempre que eu errasse a contagem de olhos fechados eu retrocederia para o intervalo anterior. Se eu errasse dois intervalos seguidos eu voltaria a encarar o relógio de olhos abertos por pelo menos dez minutos tentando memorizar os TICs mentalmente.

Não seria uma das tardes mais interessantes que eu já tive. Mas eu faria isso por vários motivos. O principal era para realmente ganhar uma noção do tempo e tentar usar isso contra o Ishisaki caso fosse possível. O segundo era que isolado num canto do laboratório vazio seria mais fácil de eu reparar em qualquer pequena coisa que ocorreria comigo. Se ele ficasse enjoado do que eu estava fazendo, o que não seria difícil dada a situação, e “saísse” de minha mente, eu esperava sentir alguma coisa que indicasse aquilo. A terceira era que realmente não queria que ele visse o que meus aliados estariam fazendo e um lugar isolado assim era a melhor opção de longe. Por isso gastaria a minha tarde inteira nessa tarefa entediante sem problema algum.

Quando fosse de noite, lá pelas sete da noite, eu perguntaria, provavelmente de olho fechado se meu treino estivesse indo bem, para Karin. – Você costuma dormir que horas? – Dependendo da resposta dela teríamos que partir para a janta já que eu não queria estragar o relógio biológico da pequena basta o meu da realidade. Com a resposta iria simplesmente concordar com a cabeça e tentaria “deduzir” quando fosse exatamente uma hora mais cedo, para partirmos para a janta nesse momento. Ou seja, se ela falasse vinte e uma iria tentar olhar para o relógio exatamente as vinte, se fosse vinte e duas tentaria olhar para o relógio exatamente as vinte e uma, e assim indo.

Quando desse a hora, quer comigo acertando ou não a hora de sairmos, me levantaria e falaria para as duas. – Bora jantar. – Indicaria para Gwen ir para meu ombro se ela quisesse. – Depois da janta, você vai tomar um banho e ir direto para a cama hein. – Falaria para Karin e não queria nem que ela discutisse comigo sobre isso.

No refeitório imagino que já houvessem cuidado da situação... após aquela bronca do comodoro seria estranho se ele não houvesse colocado o lugar em ordem. Veria se havia alguma refeição servida e serviria Karin. Novamente procuraria alguma carne para Gwen e somente depois disso que iria me servir. Após a janta eu mesmo iria para o banheiro e tomaria um banho e escovaria meus dentes. Não sei se Gwen toma banho... mas bem, que mal faria não é? Seria estranho é ela ficar fedida no meu ombro, seria até engraçado dar um banho numa aranha. Após aquilo tudo olharia para aquela gema em minha mão indagando o que era aquilo, mas não havia muito o que fazer com aquilo no momento e sinceramente acho que até me lembrava daqueles akumados poderosos fazendo algo quanto a isso.

Iria para cama deitar-se para dormir após aquele dia maluco. Deitado olhando para o teto escuro do quarto pensaria um pouco no que estava fazendo naquela ilha. Virei marinheiro para ir atrás de um meio-tritão. Estava indo atrás de um grupo que matara uma possível irmã e nisso estava atrás de um homem que eu nem sei quem era. Parecia que cada vez mais me desviva do que eu realmente tinha pensado em ir atrás. E o mais interessante de tudo. Apesar de querer prender Himeriko, conseguia imaginar Mona realmente satisfeita com o que eu estava fazendo. Então fechar os olhos e ir dormir se tornava algo realmente fácil no final desse dia.




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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 10 EmptySeg 15 Jun 2020, 20:30





O teatro estava indo melhor do que esperado, afinal,  em condições anteriores provavelmente era o tenente que estaria ali no meio daquele combate todo. Quando o primeiro inimigo era nocauteado, a Serpente tentava se mover para evitar que o adversário chegasse perto e enquanto isso, pegava mais uma naca da sua comida, levando aos beiços e saboreando, bom, não era o melhor prato do mundo, mas estava feliz de já poder comer.


Então, o combate seguia com um homem recebendo um chute no membro entre as pernas e a sobrancelha de Laith se erguia, não pelo fato da empatia para com o soldado, mas sim pelo fato de Katherine ter usado aquele tipo de tática, uma coisa era fazer isso com um qualquer na rua, outra era fazer com marinheiros treinados, talvez ela fosse mais que apenas uma carinha bonita? Eis que o pensamento do oficial era cortado, ou melhor, amassado por uma pequena bola de tênis que acertava o rosto dela. "Duas beldades se enfrentando, não é algo que eu possa ver todos os dias."


Ainda assim, havia um risco de acidentalmente acabar sendo atingido por uma das bolinhas. Desse modo, caso visse uma das esferas de treino vindo em sua direção, o ninja tentaria testar sua nova habilidade, Kami-e, para desviar da bola e conseguir um melhor desempenho em manter sua moral perante as duas. Além disso, gostaria de ficar mais tempo observando os movimentos que elas faziam.


Entretanto, se ao invés da bolinha alguém tentasse vir em sua direção, o tenente rapidamente largaria o prato onde pudesse apoiar e imediatamente tentaria se afastar correndo para o lado oposto e tentando um "carrinho" como um desvio, a fim de evitar entrar no fogo cruzado.


Por fim se nada ocorresse, Laith continuaria a observar ambas enquanto pensava, havia muita coisa a ser discutida, Ishiaki, Erza, os ataques, os números, muitos mistérios e pouco tempo, era como se estivessem com uma bomba relógio no colo e só passando de um lado a outro, isso sem contar a súbita mudança de comando no QG o que poderia gerar uma boa dor de cabeça em muito breve, afinal mares calmos raramente se mantinham assim. " Talvez o circo de esquisitos possa ser mais útil do que eu pensava". O tenente então se levantava a batia palmas buscando a atenção das garotas.


- Certo! Com isso concluímos a fase de combate, Katherine, faça o favor de fazer alguns polichinelos e pronto, seja bem vinda à Marinha! Espero que possamos contar com sua força a partir de agora por que, bem, vamos precisar. O homem fazia um sinal para que ela o acompanhasse e primeiramente iria em direção ao almoxarifado, onde requisitaria uniforme para a garota. - Bom soldado, agora pode aproveitar seu tempo livre ou vagar por ai com tenente Helena, recomendo que descanse, amanhã será um dia longo. Após isso, a liberaria e então seguiria para o dormitório, onde poderia dormir e deixando a nova








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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 10 EmptyTer 16 Jun 2020, 00:49





O interrogatório estava em seu fim e não havíamos tido mais resultados. Ao menos, era o que pensava. Apenas o Sargento Lazo conseguia se comunicar com O Mestre, de modo que só fui informado dos fatos posteriormente. E isso só reforçava que deixá-lo tomar as rédeas havia sido a melhor decisão. Um bom superior não precisava se agarrar à hierarquia. Era um dos ensinamentos que havia absorvido do Capitão Eric, quando ainda estava em Lvneel, como o segundo em comando do QG e, por algumas vezes, o único presente. A responsabilidade entre os marinheiros era compartilhada — Faça como achar necessário, Sargento - confiaria nele, tal como um dia confiaram em mim — Até mesmo a mordaça. É para o bem dele - diria, em tom de lástima, após escutar as notícias.


Mais um marinheiro havia perecido pelas ações daquele vilão. E, após o meu discurso, se havia alguma chance para ele, este havia deixado claro que a rejeitava, dado o ato. Ademais, escutar as ponderações do Sargento a respeito dos fatos criava um caminho mais claro em minha mente — Com certeza. Também creio que seja o melhor a se fazer - concordaria, conduzindo o Tenente Hector até a sua cela e providenciando a mordaça, lembrando de trancá-lo, visto que me encontrava com a chave das Celas B12 e B13 - das quais apenas uma seria devolvida, sendo esta a do finado Sargento Toshiyuki Karasawa.


Seguiria com o Sargento pelos corredores, escutando os seus dizeres — Será um dia agitado amanhã. É o mais sensato, nos preparar, pois eles já estarão prontos - me referia ao Mestre e, possivelmente, Os Números, segundo a teoria do Sargento Lazo — Convocaremos a todos que participaram das diligências, pois para todos os fins, formamos um time neste caso. A ajuda de todos será essencial, apesar que creio que o Soldado Ryo ainda não esteja preparado para algo desta magnitude - me lembrava de Amanda ensanguentada sobre meus braços. Não queria que Ryo tivesse um destino pior — Passar bem, Sargento, e sim, até amanhã - selaria o nosso reencontro.

Após toda aquela cena, me sentia no dever de dar explicações para o Pequeno Ryo, ao qual não daria as costas — A vida de um marinheiro é complicada. Cada dia é um verdadeiro teste em que você tem que matar um leão - conversaria — Após isso passar, poderei explicar e responder tudo que quiser, além de dar maior atenção ao seu treinamento. Desculpe-me por isso. Ainda, peço que fique em segurança, pois me preocupo com você - daria uma batidinha em sua cabeça — Descanse. E lembre-se que aqui pode não ser o seu lugar favorito, mas é o lugar ao qual você pertence agora - dispensaria-o, seguindo em frente.


Por fim, voltaria aos dormitórios e escreveria uma pequena carta para o Tenente Laith, a qual vincularia à sua arma, que deixaria em cima de sua cama. No pequeno papel, deixaria escrito:

Citação :
Caro Tenente Laith Kinder,

Considere este uma torcida pela sua rápida recuperação. Reconheço seu sacrifício este dia e espero que isto o fortaleça, após o dia de hoje. Amanhã teremos um dia complicado e daremos um passo ousado. Espero que, com isso, você esteja melhor preparado para os desafios que virão e se alie conosco nesta empreitada. Garanto que é uma arma de boa qualidade. Você irá gostar.

Cordialmente,
Tenente Karyo Shen


Ainda, passaria novamente na enfermaria para prestar outra visita à Amanda. Não esperava que ela estivesse acordada, mas alguns minutos do meu tempo não fariam diferença. Após, buscaria saber se Gunter ainda encontrava-se dormindo e botaria em dia tudo que houvesse de papelada para revisar ou outras "marinhices" para fazer.


Feito isso, retiraria-me para o meu aposento, onde fecharia os olhos e dormiria, dirigindo-me ao refeitório após acordar, a fim de tomar café junto aos demais. Precisaríamos do apoio de todos amanhã e já podia contar com o Sargento Lazo e o Tenente Gunter. Esperava ter dado um passo a mais para que o Tenente Kinder se sentisse motivado, apesar de suas condições, além do restante desta nova equipe. Que viesse o dia D.









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Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Chave da B13 - Tenente Hector.
Perdas:B$: 3.600.000

NPC's: Atualizar Soldado Ishisaki (Oota); Ramsés; Karin; Yuki Kobayashi; Hector, Cross of Pain; Masaki Tadakuni; Comodoro Hall Jackson; Vice-Almirante Kurt Storm; Sargento Toshiyuki Karasawa.
Players Atualizar Katherine Silverstone.
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 0/3 - Recarga - 0/5); Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.







Objetivos



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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 10 EmptyQua 17 Jun 2020, 23:06





Não havia aparecido muitos marinheiros para lutar comigo, além de Helena que aceitará com contragosto lutar comigo apenas dois homens vinham em nossa direção. E bem, eles não apresentaram muita dificuldade - Isso foi mais fácil do que pensei dizia sorridente. Com isso somente a ruiva restava que atirava em meu rosto uma bola de tênis - Ei, do que está rindo? diria mantendo o sorriso nos lábios e me animando um pouco, afinal ela seria uma oponente mais formidável que os outros dois.

Antes de ser novamente atingida pela bola, eu me movimentaria para o lado contrário de sua trajetória quando ela estivesse a uma distância considerável. Repetiria o mesmo processo algumas vezes jogando o corpo para os flancos o mais rápido que pudesse enquanto pensava em alguma forma de avanço. Inicialmente correria em linha reta para que ficasse mais fácil "prever" para onde ela jogaria a bola, assim eu poderia me movimentar e evitar com sucesso o objeto. Se necessário me jogaria ao chão em um rolamento e logo em seguida levantaria para não perder muito tempo durante o caminho - Lá vou eu exclamaria demonstrando toda a minha animação.  

Caso ela acabasse por mudar a quantidade de força utilizada para alterar a trajetória da bola eu procuraria por uma sequência para que pudesse me adaptar. Mas, se ela apenas jogasse aleatoriamente seria forçada a correr em ziguezague para que fosse mais difícil me atingir - Será que você vai conseguir me acertar? faria uma provocação caso estivesse tendo sucesso.  Enquanto me aproximava já começaria a pensar em meu ataque, aproveitando a minha corrida eu iria realizar um salto para fazer um chute voador buscando atingir a região de seu tórax. A intenção era fazer com que ela desviasse ou bloqueasse para que então eu pudesse prosseguir lhe aplicando uma rasteira praticamente em seguida - Te peguei! riria ao vê-la no chão.

Se não conseguisse derrotá-la apenas com isso, pensaria em uma outra alternativa e primeiramente recuaria para que pudesse planejar isso corretamente. Assim que tivesse algo em mente avançaria mais uma vez em sua direção, quando estivesse perto dela novamente ergueria a minha perna o mais alto que pudesse. Usaria o axe kick ao descer a minha perna rapidamente visando atingir a região do pescoço com o calcanhar, de novo o objetivo era fazer com que ela evitasse isso para que eu pudesse derrubá-la em seguida. Caso eu fosse atingida por uma bola durante a trajetória, trocaria minha estratégia de avanço optando por correr em ziguezague.  

Quando a nossa disputa acabasse olharia para o Tenente batendo palmas e escutaria suas novas instruções - Tudo bem suspiraria demonstrando um pouco de cansaço. Faria os polichinelos em um ritmo tranquilo para não me desgastar muito mesmo já tendo que ir dormir evitaria exceder o meu limite - Pronto diria ao terminar. Ainda me sentia incomodada com suas escolhas, mas acabaria por relevar para não me estressar mais com ele - Obrigada, eu acho... falaria sem saber reagir muito. Caso me fosse entregue um uniforme, me trocaria apenas no dia seguinte já que iria diretamente para o dormitório descansar - Ei, tá na hora de dormir olharia na direção de Helena a chamando. Obviamente tomaria um bom banho para que não fosse dormir com o corpo coberto pelo suor que sobrava do treinamento.




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Ganhos: Itens do inventário, dívida com a marinha de B$ 7.460.000 (montante total: B$ 8.500.000, parcialmente pago com o dinheiro do inventário), perícias Química e nutrição, Grupo: Marinha
Perdas: Todo o dinheiro, Grupo: Revolucionários
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Pensamentos: Katherine - Azura
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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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