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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [LB] O Florescer de Utopia II

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

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MensagemAssunto: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 9 EmptyQua 25 Mar 2020, 01:43

Relembrando a primeira mensagem :

[LB] O Florescer de Utopia II

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiros Calros Lazo, Karyo Shen, Laith Kinder feat Marinheira jr. Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Kekzy
Tenente
Tenente


Data de inscrição : 06/11/2013

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 9 EmptySex 29 Maio 2020, 00:46







Tão logo transmitia a informação para Calros, recebia outra inesperada surpresa do pequeno Ryo — Sua akuma?! Comê-la?! Você sabe no que está se metendo?! - colocaria minha mão à frente do rosto do soldado, virada para mim, com os dedos contraídos — Isso é uma maldição. Não subestime o que essas frutas podem fazer com você - me recomporia, trazendo o braço de volta à lateral do corpo — Mas, sim, se você virasse Tenente, isso mostraria que sabe cuidar de si... com certeza poderia comer uma, se encontrasse - complementaria, aliando o sermão com um quê motivacional — Mas, afinal, quem lhe disse isso? - indagaria, curioso.


Chegada a hora de deixar o grupo e cumprir com os meus deveres, conduzia a Tenente Erza para a sala de interrogatório, onde agora encontrava-se sentada. O caminho tranquilo, sem resistência, me dava esperanças com aquela empreitada. Talvez aquele interrogatório viesse a ser frutífero — Tenente Erza? - era cedo demais para comemorar. Me dava a perceber que a mulher estava trêmula dos pés à cabeça — Tenente Erza? Está tudo bem?! - era óbvio que não estava — Precisa de uma copo d'água? Te alimentaram bem durante as refeições? - indagava, mas nada parecia adiantar — O que disse? - perguntaria; evidentemente, em vão. "Enlouquecendo? Foi isso que ouvi?" - questionava a mim mesmo.


A situação estava por demasiado estranha. E só então me liguei. Estaria Erza sendo atormentada por aquelas vozes?! As mesmas que levaram o Tenente Hector a fazer coisas inexplicáveis? A mesma que o pequeno Ryo e o Sargento Lazo escutaram? Mas por que ela não me atacava? Por que Lazo e Ryo não ficaram agressivos? As condições eram diferentes de pessoas para pessoa? Isso era mesmo um poder de Akuma no Mi?! — Tenente Erza... se escutei bem, acredite em mim, você não está enlouquecendo... você anda escutando vozes? - indagaria — E o que anda escutando? - continuaria. A este ponto, minhas mãos estariam próximas de minha foice, ainda que não estivessem repousadas nela, a fim de não chamar a sua atenção.


Havia sido pego de surpresa antes, e não seria uma segunda vez. Pronto para um ataque repentino, estando de pé, jogaria a cadeira contra a agressora e bloquearia o caminho da porta, já brandindo a minha foice — Tenente Erza, recomponha-se! - exclamaria — Soldados! Peçam reforços para os superiores! - ordenaria para os subalternos do lado de fora — Tenente Erza, não irei lhe ferir seriamente, mas se der mais um passo, não posso garantir sua total integridade - ameaçaria, de modo intimidador. E, ao seu avanço, responderia imediatamente, guardando a foice e partindo para a trocação franca de socos. Uma foice para uma foice e mãos nuas para mãos nuas! Este era o meu jeito de ser.


Todavia, se a Tenente Erza apenas não esboçasse reação, me levantaria — Acabamos por hoje, me acompanhe - a conduziria de volta para a sua cela, junto dos soldados, me certificando que a cela ficasse bem fechada e me apropriando da chave — Vamos ter outra conversa posteriormente - e, quando ela estivesse presa, testaria algo — Mestre. Isso lhe soa familiar? - perguntaria, do outro lado da cela, em uma última esperança.










~ Histórico ~




Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 16
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Lâminas Gêmeas - Projeto; Chaves das Celas B12 e B13.
Perdas:B$: 3.600.000

NPC's: Atualizar Soldado Ishisaki (Oota); Ramsés; Karin; Yuki Kobayashi; Hector, Cross of Pain; Masaki Tadakuni; Comodoro Hall Jackson; Vice-Almirante Kurt Storm.
Players Atualizar Katherine Silverstone.
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 0/3 - Recarga - 0/5; Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.







Objetivos


Spoiler:
 

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ADM.Noskire
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 9 EmptySab 30 Maio 2020, 23:35



[LB] O Florescer de Utopia II — 016

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O tom de Karyo fez com que a garota recuasse. — Mas, mas... — Buscou palavras, mas não conseguiu retrucar, findando cabisbaixa, mostrando por um momento a inocência da sua idade. Com a pergunta de quem havia lhe dito tal coisa, ela prontamente respondeu: — Quando eu reclamei por terem à confiscado, sendo eu que a achei, a Capitã Katt disse que eu poderia a comer se me tornasse um tenente. — Lembrando-se de algo a mais, provavelmente devido à reação do esqueleto, completou: — Se ainda a quisesse.



Com a saída do tenente, Calros questionava a garota referente à última conversa deles, recebendo a seguinte resposta: — Ah… Eu balancei a cabeça, você não deve ter visto. Mas eu aviso sim. — E, após um momento, confidenciou com a voz baixa: — Mas espero que isso não aconteça uma segunda vez...



Momentos depois, já com Karin ao seu lado, Calros indagou se o pai dela a permitiria almoçar pipoca, para o que ela respondeu: — Sim! — Seu sorriso maior do que o normal, suas mãozinhas para trás, seus olhos desviando do olhar do sargento, seu tom falso e sua cara deslavada indicavam que não. — Ahhh... — Lastimou com a negação recebida, mas não chegou a reclamar mais do que isso.



Chegando ao refeitório, viram três soldados limpando e arrumando a bagunça anterior. Ainda haviam algumas mesas e cadeiras fora do lugar, além de uma poça de sangue sendo gradativamente diminuída por um deles. Kyo foi perspicaz e apressou o passo, se pondo entre Karin e o líquido rubro, bloqueando a visão da pequena. O sangue deixado pelos corredores durante a fuga já havia sido limpo. Um quarto soldado estava bem na entrada, agarrado ao machado de Hector, com um dos pés na parede, mas sem muito sucesso em retirá-lo do lugar.



A comida disposta era parca e simples: Arroz, legumes cozidos e peixe frito. Ainda assim, os três conseguiram se alimentar, com Calros tirando um tempinho para conseguir carne crua para Gwen, que devorou avidamente. A medida que o grupo se alimentava, Karyo interrogava Erza, recebendo uma resposta inesperada da mesma.



O tenente pensava por alguns segundos, enquanto a ruiva permanecia em silêncio, olhando para as suas mãos apoiadas em seu colo. Sua fala e postura havia sido quase uma confissão, o motivo por trás dos seus atos, uma criminosa assumindo seu crime, arrependida. Contudo, ao citar 'as vozes', a ruiva levantou sua cabeça tão rapidamente que seu pescoço deu um leve estalo em protesto. Seu olhar esgazeado encarava o vazio no rosto do esqueleto e seu corpo moveu-se para frente, batendo na mesa com ambas as mãos, vigorosamente.



Karyo levava a mão até sua foice, lentamente, mas o movimento brusco o fez agarrar o cabo da arma com firmeza. A mulher sequer pareceu notar. — Você também o ouve?! — Sua voz estava mais rouca do que antes, provavelmente não havia se alimentado e/ou hidratado bem desde a noite anterior, ficando com a garganta seca. — Não, não, impossível! — Afirmava, jogando-se de volta à cadeira. — Ele me oferece fama, riqueza, poder… O que eu quiser, ele me conta segredos, ele me diz o que acontece por quase todo o QG, onde alguém está ou o que está fazendo, ele mandou eu fugir, eu matar, eu roubar, o tenente, o bonitinho, Günter, ele mandou eu o matar, matar... — Ela dizia uma coisa por cima da outra, atropelando as próprias frases, as próprias ideias. Suas mãos eram levadas a cabeça e ela começava a se mover para frente e para trás, visivelmente instável.



De volta ao refeitório, com as cadeiras repostas e o chão limpo, os quatro soldados se aglomeravam na lateral da entrada, lutando para retirarem a excalibur o machado da parede. Por fim, com Calros e seu grupo já se retirando do local, a lâmina finalmente cedia, com os quatro caindo de bunda no chão. Kyo e Karin riram do ocorrido, mas nenhum dos soldados se importou, com dois deles rindo junto. Dali eles foram até o laboratório no andar acima, com várias bancadas vazias e prateleiras nas quatro paredes lotadas de diversos utensílios, alguns que Calros sequer imaginava para o que serviam. Não havia ninguém ali fora eles, o que não pareceu surpreender Karin. Deixando o den den mushi com a pequena, o qual ela sabia usar perfeitamente, Calros e Kyo se retiraram do local. Já nos corredores, Kyo indagou: — Se eu entendi bem, vocês vão interrogar um pessoal… E eu?






Laith Kinder explicava sua situação para o alfaiate, que se mantinha curvado, com uma das mãos apoiando-o na parede e a outra no coração. — Que susto! Não tenho mais idade para isso! Estou morrendo, estou morrendo... — Contudo, quando o tenente mencionava o 'pagar bem', o homem endireitou sua postura, ficando até mesmo mais alto do que o ruivo, deu o mais largo e brilhante dos sorriso e, com uma mesura respeitável, disse: — Venha, jovem mestre, lhe mostrarei meus artigos!



O civil abriu a porta recém fechada e entrou, gesticulando para que o marinheiro o acompanhasse. Seus modos eram tão requintados quanto os de um nobre, bem diferente do velho assustado de antes. A loja dele era toda de madeira escura, limpa e bem iluminada. Ainda assim, era possível ver algumas marcas de depredação, fogo e buracos muito mal remendados. Ele e seu estabelecimento não haviam tido sorte durante o Caos que houvera naquela ilha.



O vendedor fechou a porta atrás dos dois e seguiu para os fundos, pedindo que Laith esperasse por ali. — Só um momento, jovem mestre. — Após uns dois minutos, ele retornava com as mãos cheias. Na destra havia um maço de grandes folhas brancas, tão finas que chegavam a ser transparentes, além de alguns lápis e pincéis. Na canhota uma bandeja com algumas garrafas, um copo e um balde de gelo. A bandeja foi posta sob uma baixa mesa de madeira clara, próxima ao tenente e ao lado de uma confortável cadeira. Nela havia uma garrafa de rum, outra de vodka e uma cerveja escura, levemente rubra. — Sinta-se a vontade, jovem mestre, mas peço que venha até aqui, por um momento.



Os papéis eram dispostos sobre uma larga bancada de fundo alvo como a neve, enquanto o comerciante informava: — Me chamo Edward Crawford. Como devo chamá-lo, jovem mestre? — Após ouvir seu nome, o homem o olharia da cabeça aos pés, medindo-o, antes de voltar-se para os papéis. Com cinco ou seis riscos — ou foram mais? — o homem fez um esboço de um sobretudo com a facilidade que Laith tinha para apunhalar um inepto distraído.



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Após desenhar um rascunho com as opiniões do marinheiro, jogando duas de suas folhas no lixo, o alfaiate informou: — Agora preciso tomar suas medidas. — E passou a medi-lo com uma fita amarela, anotando cada medida na mesma folha onde o sobretudo havia sido desenhado. Terminando, disse: — E sobre os materiais? Tenho da mais pura seda até o couro mais resistente! — Informou, levando Laith até uma estante próxima, mostrando-o diversos materiais e cores.



Enquanto isso, no refeitório, a tenente respondia a major: — Vamos fazer um Rainbow Terrine! — Com seus conhecimentos em Culinária, Katherine poderia reconhecer o prato, um prato difícil até mesmo para alguns profissionais da área. Helena começava o preparo do prato, vez ou outra pedindo o auxílio da revolucionária, enquanto esta tentava explicar sua visão da justiça. — Pff… Essa é a sua justiça? Proteger os mais fracos? — Balançando a cabeça em negação, com seus olhos e mão focados no bown à sua frente, ela continuava: — Isso não é justiça, é desejo! A marinha tenta trazer Justiça com leis, e aplica essas leis com força, se necessário. Talvez não seja o ideal, nem o mais eficaz, mas usualmente funciona. — Dizia, ainda focada na receita, desta vez cortando alguns vegetais. — Os revolucionários se acham melhores do que nós, acham que estão acima da lei e passam essa ideia para os demais. Se fossemos ambas revolucionárias, você considerasse um ato como correto e eu o considerasse errado? Quem estaria certa? Iriamos sair no tapa para decidir o correto? Você seria presa por cometer um ato que eu, apenas eu, considero errado? Teríamos que falar com o líder do exército para decidir por nós? Veja, sem leis há apenas a anarquia!



Embora não tivesse olhado para a lutadora nenhuma vez, suas palavras tinha peso, convicção. Colocou os ingredientes em uma pequena forma e a levou à um forno, escutando a pergunta da major e dando um longo suspiro, encostando-se à bancada recentemente usada antes de responder. — As leis são tão falhas quanto os homens que as criaram. E não acho que seria muito diferente se fosse eu a fazê-las. — Disse, baixinho, para que os cozinheiros não à ouvisse. — Sendo assim, há horas que sinto que o certo é fazer algo, mas a lei ou algum superior me demanda fazer outra coisa. — Suspirou novamente, apenas uma jovem mulher sob a casca de tenente. — A razão acima dos sentimentos, o melhor para todos ao invés do melhor para um. Acredito que essa seja a ideia, ao menos. O jeito é seguir a correnteza ao invés de morrer nadando contra ela.



Katherine sugeria uma brincadeira de perguntas e respostas entre elas, tirando o peso daquela conversa mais séria e substituindo por um clima mais relaxado. Com a refeição pronta e as duas voltando para o refeitório, atraindo os olhares de alguns dos presentes devido ao ótimo aroma vindo de seus pratos, a ruiva perguntava: — Como é uma ilha do céu? — Dizia apontando para as asinhas da chifruda, com os olhos cheios de curiosidade.



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Legendas:
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  • Marine
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  • Tenente Helena
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 9 EmptyDom 31 Maio 2020, 05:51





Posts em Utopia - 62
Tudo correu bem. E para falar a verdade melhor do que eu imaginava. Ryo havia falado claramente com a voz do tal mestre que estava na minha cabeça. Provoquei ela de forma sarcástica querendo ver se a irritaria para falar com aquela voz de novo, mas não aconteceu nada. Depois basicamente a ignorei com medo de que ela falasse algo com aquela voz diferente perto de Karin, mas em geral a criança marinheira parecia simplesmente normal. Estou completamente dividido entre ela saber mais e ter mentido ou aquilo ser a influência da pessoa.

Respiraria fundo enquanto ela me perguntava o que ela faria. A verdade é que nem eu sabia se era uma boa a colocar perto do povo que íamos interrogar. Se ela de alguma forma consegue soltar essa voz e dar ordens para a pessoa no meio da entrevista, poderia dar muito ruim. Eu precisava tirar a prova real de o que poderia ser isso tudo.

Olharia para ela. – Você vai participar ou não dependendo de algumas coisas que vamos discutir antes. Preciso te conhecer melhor, vi você perdendo a calma mais cedo e isso não é bom num interrogatório. – Falaria olhando para a minha volta, a verdade é que eu não sei interrogar e muito menos como interrogar uma criança. Só iria me parecer maldade, nem ser sarcástico para irritá-la eu conseguia. – Enquanto isso, vamos andando para o local das salas de interrogatório. – Diria num tom calmo e descontraído indicando para ela andar ao meu lado.

No meio do caminho eu começaria a puxar um papo com ela. – E então. Você ficou bem nervosa mais cedo. Estava preocupado com Karin e por isso não dei tanta bola para o assunto naquele momento. Mas por que você quer comer uma akuma no mi? – Indagaria num tom curioso e casual. – Os poderes são bem aleatórios, não? Quer virar um esqueleto igual o tenente Karyo? – Uma das minhas teorias era da pessoa ter comido a akuma a pouco tempo e por não saber controlar seu poder que eu ouvia a ordem e sabotava o plano da própria pessoa, combinava com Ryo tendo comido a akuma que aparentemente obteve a pouco tempo com o tenente Karyo.

Só que essa teoria era muito ruim porque simplesmente não faria sentido com tudo que ocorria... ou fazia? Ryo era órfã, o Ishisaki aparentemente teve algo a ver com órfãos... e quando o tenente Günter ia denunciar o passado do homem ele foi atacado por alguém que sabia o que estava sendo dito. Somente Ryo teve a imagem mental de Günter passando pela sua cabeça, poderia ser que ela estava mentalizando nele para dar a ordem para os outros? Eu só não consigo ver como ela já teria controle de três marinheiros de patente maior. E o mais importante, eu a conheci hoje, como ela já estaria me dando mensagens ontem? Eu já havia chegado a uma conclusão que era Ishisaki porque só conheci ele basicamente no dia anterior para ter feito algo comigo, apesar de nem saber direito o que... ele mal havia me tocado. Ainda faltavam peças nesse quebra cabeça.

Após as respostas dela eu perguntaria. – E poderia me explicar se você sentiu algo mais além de raiva quando gritou comigo? – Diria ainda num tom casual, só seguindo o assunto, como se não quisesse nada além de conversar, talvez ela estranhasse algo, mas estava de olho nela. Queria ver qualquer sinal de que ela poderia passar sem querer.

Quando chegássemos no local do interrogatório, averiguaria se havia mais de uma sala de interrogatório. Se houvesse, perguntaria para qualquer soldado por ali qual sala o tenente Karyo estava e quem ele estava interrogando, não entraria ainda, iria para a sala ao lado e indicaria para Ryo entrar comigo. Se ela indagasse o motivo disso, responderia sem problema. – Não terminamos de conversar e acho que você não quer qualquer um ouvindo as respostas. – Diria indicando para ela entrar.

Já dentro da sala eu indagaria sem pestanejar. – Você não percebeu que a sua voz mudou por completo quando você perguntou “Você está surdo?” – Meu tom era bem mais sério agora. Se ela indagasse como assim, eu falaria ainda sério. –Você falou exatamente igual a voz “mestre” que deu ordens para matar Günter. – Diria com total confiança de que isso era certo, quer ela soubesse que havia feito isso ou não.

Nesse momento já estava esperando ordens mentais ou até mesmo algum ataque da pequena. Se ela desse qualquer passo na minha direção eu ficaria em posição de guarda. Se ela me atacasse eu esperaria ela me acertar e seguraria o braço ou perna dela que me acertasse.

Independente dela fazer algo ou não eu continuaria falando. – Você é órfã e o Ishisaki possuí relação com órfãos. – Soltaria sem problemas, pelo que me lembro ela ainda não havia se juntado a gente quando o Günter explicava isso. Queria arrancar algo com aquilo, ver qual desculpa ela daria. Se ela não falasse nada eu continuaria. – Tudo bem que você disse que o armazém veio antes de você virar órfã, mas como posso confiar nisso após eu ouvir a voz vindo de você? – Indagaria, eu queria extrair algo disso, nem que fosse ele falando através dela. E se ela houvesse me atacado eu complementaria. – Principalmente com você me atacando.

Se ela respondesse que percebeu que falou com a voz, mas não fizesse nenhuma ação eu perguntaria. – Por que não me falou nada? – Esperaria algum tipo de resposta, mas duvido que ela fosse realmente me convencer naquele momento com algo simples como “eu não sei”. – Não possuí nenhuma explicação para isso? – Indagaria se ela realmente não explicasse nada, mas aceitasse o fato de que havia falado algo com aquela voz. – Acho que você entende que não posso te deixar andar simplesmente solta por aí agora. Se você for inocente ele pode estar literalmente vendo e falando através de você. – Diria indo até a porta, mas ainda de olho nela. Abrindo a porta pediria para os soldados do lado de fora uma algema para prendê-la.




Histórico:
 

Ficha para ajudar:
 

Inventário Atual:
 

Objetivos:
 

Gwen - Pet Normal:
 

Quem dera fosse npc acompanhante:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 9 EmptyDom 31 Maio 2020, 15:34





No fim, se você não fosse um tritão, o dinheiro era, de fato, a língua universal do mundo. Não por menos aquele velho decidia se mover a respeito disso e logo mudava toda a sua compostura a respeito do antedimento, mudando logo a forma de atender para uma bem formal e entusiasmada. Desse modo, adentrava na loja junto do mesmo e esperava enquanto ele começava a arrumar seu equipamento de alfaiate.


- Pode me chamar de Laith, meu bom homem. Essa era uma boa oportunidade para começar a testar suas habilidades de liderança e entusiasmo, talvez conseguisse trazer aquele homem para o seu lado e com isso abocanhar um bom desconto? O rapaz olhava ao redor, observando a loja e pensando no que poderia falar primeiro. - Utopia parecia um local tão belo, você mora aqui a muito tempo senhor Crawford? Perguntava ouvindo a resposta do mesmo e depois continuando. - Entendo, é de fato uma pena, um local tão importante para o mundo ser reduzido a destroços, por isso que a própria justiça é algo relativo. A propósito, o que é a justiça para você meu caro?


"Conquiste sua empatia, sua atenção, e a partir disso seu coração, feito isso, terá um verdadeiro exército pronto para servir ao seu rei."


- Justiça para mim tem muito a mais a ver com o sentimento, poder viver sem medo, uma vida digna, lutar pelo que é correto, essa é a visão que eu quero carregar. Concorda? Essa talvez foi a mais descarada mentira que Laith dissera na vida, mas funcionava para conquistar as pessoas, justiça? Um puro conto de fadas, tudo que importava no mundo era força, os mais fortes subjugavam os mais fracos, aos poderosos todas as riquezas e tesouros, aos servos apenas o lugar que lhe era de direito e as sobras. E que se não gostassem, que quebrassem essa corrente através da força, se é que pudessem fazer isso. Instituições como a Revolução ou a Marinha eram só peças desse tabuleiro.


- Acho que podemos encontrar o meio termo nisso não? Uma parte interna mais confortável e que permita maior mobilidade, algo próximo da seda? Enquanto na parte de fora um tecido mais resistente? Afinal, minha profissão frequentemente me coloca em combate, então algo feito de uma seda fina não poderia me ajudar tanto. Dizia enquanto se levantava e esperava o homem terminar as medidas. - Sabe meu caro Crawford, essa vida ao lado da lei nem sempre é fácil, as vezes o sacrifício é maior do que os olhos comuns podem ver, que bom que podemos contar com bons cidadãos como o senhor. Dizia, depois reforçando o pedido para colocar a patente de tenente no ombro e depois de acertar o preço deixava pago, retirando-se dali.


A Serpente Vermelha então caminhava em direção do QG, e chegando lá sabia aonde deveria ir, seu primeiro local era a prisão, queria ainda ver Erza e verificar o que tinha acontecido desde o último dia, parecia que algo não encaixava no tabuleiro, haviam muitas peças soltas e poucas respostas, e talvez ela tivesse alguma resposta melhor do que o circo. Então, quando chegasse na prisão, se o tenente Shen ainda estivesse lá logo o abordaria. - Olá tenente Shen, que bom que está melhor! O que o trouxe aqui? Mas, se o esqueleto não estivesse mais ali, só continuaria seu trajeto. Depois que respondesse, Laith olharia para os tritões prisioneiros, ficando um pouco distanciado da cela. - Então, prisioneiros, mintam para mim e digam que não tem nada a ver com esse ataque. Ou, eu posso propor para vocês um acordo de liberdade, desde que me contem o que souberam no submundo a respeito disso tudo. O homem olhava agora para Erza, notando o estado dela,  e assim se agacharia na altura dela. - Princesa, vejo que isso está a perturbando, não se preocupe, vai passar em breve. Agora, o sargento Lazo me falou a respeito das vozes, desde quando e em que situações ela aparece?


Após interrogar provisoriamente, e com as devidas respostas dos tritões, apenas sairia dali, caso tudo ocorresse bem, e caminharia em direção da enfermaria primeiramente para tratar seu rosto. Após isso, tinha um plano muito claro. "Ikesaki, os números, as vozes, a rebelião, estamos enfrentando um inimigo invisível, mas sabemos oque ele quer, nossa informação, nosso conhecimento, precisamos colocar o inimigo contra a parede e somente o tenente óculos pode fazer isso." Dito isso, Kinder pegaria seu den den mushi, entrando em contato com os outros tenentes e Calros. - Precisamos nos reunir, é hora de dar um contra-ataque, sei que o tenente Shen não vai gostar disso, mas precisamos de um peão para conseguirmos engolir o rei, além disso, precisamos discutir isso em um lugar seguro. As paredes daquele QG não eram mais seguras, por mais irônico que fosse, e dentro desse cenário, somente a cidade, onde eram odiados, era o local mais seguro.











~ Histórico ~



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"Pague o preço do seu karma e aceite-o."
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Vincent
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 9 EmptySeg 01 Jun 2020, 00:35





Helena sabia bem o que estava fazendo já que havia escolhido um prato de relativa dificuldade para ser preparado e dessa forma eu acabava por apenas a auxiliando no que podia. Apesar de querer fazer mais isso acabava por não me incomodar tanto e ficaria atenta em seus movimentos. Ela dizia coisas interessantes a respeito de justiça dizendo que o que eu tinha comigo era um desejo de ajudar os mais fracos - É, talvez você tenha razão quanto a isso diria sorridente cedendo as suas palavras parcialmente - Nunca pensei dessa forma revelaria antes de continuar falando - Em uma situação dessas acredito que aquela que estivesse certa estaria mais próxima do ideal revolucionário responderia a pergunta feita por ela.

Quando ela colocou a forma contendo o alimento no forno enfim se virou em minha direção para dar solução aos meus questionamentos anteriores. A ruiva falava em um tom baixo - Você pode até achar que sou inocente ou idiota, mas eu vejo que há situações que devemos agir utilizando a razão e outras a emoção também falaria baixo - Falando de mim mesma, eu quero fazer a diferença prosseguiria - Então, se for necessário vou nadar contra a correnteza para defender o que vejo como algo correto terminaria a minha fala. Esperaria por alguma reação dela antes de dizer uma última coisa - Talvez algum dia você devesse experimentar fazer isso sorriria fitando seu rosto.

Com a comida pronta nós voltávamos para o refeitório e ela aceitava a brincadeira que havia proposto me perguntando como era uma ilha do céu. Ficaria pensativa por alguns segundos, apesar de não ter lembranças muito boas de Skypiea esta ainda era a minha terra natal - Bem, se você gosta de nuvens posso dizer que é um lugar com muitas! diria rindo - Há muitos animais exóticos diferentes do que encontramos por aqui, de forma geral é um lugar bonito continuaria mantendo o sorriso no rosto conforme lembrava das coisas - Me diverti bastante lá, embora tenha passado por alguns maus bocados com os cidadãos de skypiea recordaria esta parte um pouco triste.

Era bem provável que ela perguntasse a respeito disso, afinal seus olhos esbanjavam curiosidade. Antes de responder qualquer questionamento pegaria um pedaço do Terrine e o levaria até a boca - Hum, isto está bom mesmo desviaria o assunto por um momento e sorriria. A resposta era difícil já que teria de lembrar de um pouco do que sofri, mas se quisesse afirmar que havia superado tudo isso teria de enfrentar meus medos - Tudo começou quando eu era pequena, sempre gostei mais de brincar com os garotos e por esse motivo me chamavam de “Maria-Moleque” essa talvez fosse a parte mais divertida dessa história - Bem, eu como garota imatura batia em quem me chamava disso admitiria sentindo um pouco de vergonha.

Passaria para a próxima parte avançando um pouco na história para quando comecei a namorar - Aos 17 anos comecei a me envolver com um garoto, mas infelizmente fui traída por ele agora sim poderia ficar triste - Talvez o meu jeito o levou a fazer isso, mas nunca entenderei o motivo dele me fazer novamente ser motivo de chacota suspiraria. Faria uma pausa antes de continuar falando - Para piorar a situação isso aqui nasceu apontaria para o chifre em minha testa - Isso fez com que as pessoas acreditassem que eu era amaldiçoada e que na verdade era filha de um demônio conhecido como “O Vingador” essa associação até que idiota - Mesmo que comprovadamente eu dissesse que isso era uma doença alguns permaneciam com medo de mim, talvez fosse amaldiçoá-los daria outro suspiro.

Após isso, eu novamente tinha a missão de quebrar o clima ruim que se formaria entre nós duas - Obrigada, eu nunca deixei que isso me abalasse mesmo sendo algo ruim colocaria novamente um sorriso no rosto. Me animaria com a chegada da minha vez - Agora sou eu que pergunto! riria e novamente estaria pensando em algo - De que fruta você gosta? um sorriso peculiar se formaria em meus lábios. Se ela entendesse errado teria de explicar - Eu estou falando de outro tipo de fruta! me aproximaria dela como se estivesse indo beija-la - brincadeirinha! antes de qualquer coisa voltaria para a minha posição original rindo de sua provável reação.





~ Histórico ~



Ganhos: Itens do inventário, dívida com a marinha de B$ 7.460.000 (montante total: B$ 8.500.000, parcialmente pago com o dinheiro do inventário)
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Kekzy
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 9 EmptySeg 01 Jun 2020, 22:41







Tão infrutífero quanto poderia ser, o interrogatório não levou a lugar nenhum. Continuava na estaca zero, sem nenhuma informação nova que pudesse clarear a mente a respeito de toda aquela trama ardil. E manteria-se assim, se eu não possuísse uma última carta na manga. Ao mencionar das vozes, eu tinha puxado a Tenente Erza de seu estado absorto e trazido-a de volta à realidade. Ou quase isso.


"Isso! Preciso mantê-la aqui, comigo!" - comemorava internamente, me aproximando da cela — Escuto o que outros companheiros nossos escutam! - não estava disposto a mentir, mas deixaria a frase propositalmente ambígua — Você não está sozinha. Você não está enlouquecendo. Alguém está fazendo isso com você e tememos que este alguém seja o ex-agente Ishisaki Oota, o dito Mestre - revelaria. Usar o seu nome e o seu passado, junto do termo "Mestre", era mais um dos meus truques naquele interrogatório. Eu precisava me certificar que as identidades batiam, além de mensurar a extensão de seus poderes e os efeitos.


Isso porque a Tenente Erza havia dito que a contava segredos, o que acontecia em todo o QG, além do que alguém estava fazendo e onde estava. Me soava, então, como se ele não apenas pudesse se comunicar com seus alvos, mas também que eles pudessem fazer o contrário, intencionalmente ou não. Se fosse o caso, esperava que a minha provocação fosse respondida; não a toa estava perto da cela, mantendo o meu corpo despretensiosamente exposto. Deixaria, até mesmo, a chave da cela do atirador à exposição, fazendo-a acreditar que pertencia, na verdade, à sua — E ainda descobri algumas informações importantes a respeito dele... mas creio que não possa contá-la agora - continuaria a provocação, pronto para recuar e proteger a chave, caso ela avançasse, descontrolada. Esta seria uma prova que ele podia manipular as ações ou induzi-las, além de captar o que era dito aos "infectados".


Não obstante, continuaria o interrogatório, algo acontecesse ou não — E o que ele te diz mais? Qual foi a primeira coisa que ele te disse? E a última? Tenente Erza, você é uma mulher forte! Peço que resista e aceite que escutará estas vozes, mas lute para que isso não tome conta de sua cabeça! Pense que você está interceptando uma ligação, como se estivesse usando um Black Den Den Mushi! Você consegue fazer isso? - indagaria. Tendo algum acalento, prosseguiria — Então, sempre que escutar algo, relate peça para um soldado chamar algum dos Tenentes, a Capitã ou o Comodoro. Se for urgente, diga diretamente para ele e peça para repassar para nós - combinaria. Havendo uma recusa, daria de ombros — Então terminaremos por aqui. Descanse, Tenente. E boa sorte. Estaremos lutando por você, a fim de resolver essa situação o mais rápido possível - e deixaria a sua companhia, rumo às celas B12 e B13.


Soldados, me ajudem a escoltar o Tenente Hector para a sala de interrogatório - ordenaria. Diferente da Tenente Erza, não pegaria leve com ele. Algemá-lo era a única forma de manter a segurança de todos — Tenente Hector, como você está? - perguntaria, antes de tirá-lo da cela. Adotaria os procedimentos de segurança necessários, estando atento às resistências que ele poderia opor, as quais seriam devidamente reprimidas. Na sala de interrogatório, para onde nos dirigiríamos, manteria-o preso à cadeira ou mesa — Você pode começar se explicando, Tenente. O que aconteceu? Por que fez aquilo? E quem é aquele que vocês se referem como "Mestre"?" - indagava.  












~ Histórico ~




Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 17
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Lâminas Gêmeas - Projeto; Chaves das Celas B12 e B13.
Perdas:B$: 3.600.000

NPC's: Atualizar Soldado Ishisaki (Oota); Ramsés; Karin; Yuki Kobayashi; Hector, Cross of Pain; Masaki Tadakuni; Comodoro Hall Jackson; Vice-Almirante Kurt Storm.
Players Atualizar Katherine Silverstone.
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 0/3 - Recarga - 0/5; Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.







Objetivos



Spoiler:
 


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ADM.Noskire
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 9 EmptyQua 03 Jun 2020, 21:52



[LB] O Florescer de Utopia II — 017

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A ruiva encarava o esqueleto, surpresa em saber que não era a única a ouvir aquela voz. — Quem? — Indagou, ao ouvir o nome do ex-agente. Se forçasse a sua memória, Karyo poderia lembrar que a ruiva havia se afastado do grupo, junto ao tenente Kinder, antes do soldado se apresentar. O tenente tentou provocá-la, esperando por algum avanço, mas a mulher permaneceu sentada, com apenas a mesa da sala de interrogatório separando-a do esqueleto vide Off. Contudo, agora ela olhava para o chão, com suas mãos apoiadas na mesa de metal.



Karyo continuava com o interrogatório, embora houvesse ternura em sua voz pela companheira. Fez mais algumas respostas e, novamente, a mulher manteve-se em silêncio por um longo momento antes de vir a responder. Contudo, antes da resposta, um estalo. Alto o suficiente para sobressaltar até mesmo os soldados do lado de fora, abrindo a porta para verificarem se estava tudo bem. Olhando para a ruiva, Karyo a veria com os dentes cerrados, emanando uma aura quase assassina. A mesa havia cedido perante seus dedos, com o metal dobrando-se por cima de si mesmo, o motivo do tal estalo.



Levantando-se, disse: — Então eu não estou louca? É um canalha qualquer me atormentando? — Após um momento, seu olhar foi atraído para os soldados na entrada, ambos armados e tremendo da cabeça aos pés. Seus olhos assumiram uma expressão de surpresa, antes do restante do corpo relaxar e a mulher suspirar longamente. Se jogando de volta à cadeira, murmurou: — Perdão.



De braços cruzados, e pernas também, disse: — Se [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] de ontem, quando nos encontramos todos no QG, cada um vindo de uma direção? Então, foi a primeira vez. Helena perguntou onde estava aquele soldado que encontramos mais cedo, aquela sargento que estava com você perguntou qual, e eu ouvi alguém falar: 'Só agora que eles perceberam?' Mas não havia ninguém ao meu redor. — Ela parava por um momento, se ajeitando na cadeira, desconfortável. — Depois disso, eu passei a ouvir essa voz cada vez mais. Ele que me alertou do tritão escondido, da água no chão... — Esta informação poderia ser compreendida por Calros, caso ele estivesse por ali, o que não era o caso. — Foi quem sugeriu que eu sacasse a minha arma e chamasse os tritões de perdedores para amedrontá-los. Era como se fosse meu próprio pensamento, um instinto ou algo do tipo, me auxiliando. Então, quando o tritão me chamou de vagabunda e meu inst… essa voz... — Seu tom ao pronunciar a última palavra estava repleta de desprezo. — Gritou para atacá-lo, eu ataquei! — Envergonhada, baixou o rosto e cobriu-o com as mãos. — Passei a noite inteira ouvindo-o murmurar. Ele me disse como arrombar a porta da cela; como atrair os soldados que vigiavam os tritões e nocauteá-los com um golpe, roubando suas chaves; onde eu poderia achar minha espada; como eu deveria me vingar, não apenas dos tritões, como da Capitã também… realmente achei que estava ficando louca! Mas após a ordem para matar Günter, ele sumiu. — Informou, voltando a olhar para o tenente.



Karyo pedia para que ela relatasse caso ouvisse a voz novamente e ela acenava positivamente. Contudo, quando o esqueleto falava: — Estaremos lutando por você... — A mão destra, e não algemada, da mulher movia-se rapidamente, segurando na região do pulso da destra do esqueleto e puxando-o para si, com força. Aquele aperto poderia ser comparado com um grilhão e soltar-se seria árduo. — Eu vou junto! Quando você o enc— A mulher tremia, quase como se tivesse sentido um calafrio, seus olhos assustados, o aperto aumentando ainda mais de intensidade. — Eu… Eu... — De supetão, ela jogava o braço do tenente para o lado, voltando-se à sua cadeira, de braços cruzados e emburrada!



Sem mais para tirar da mulher, Karyo a escoltava até sua cela com a ajuda dos dois soldados. Após passar pela cela do tenente Hector, o qual lutava por um momento antes de ser algemado e subjulgado pelos dois soldados, Karyo retomava seus passos, com o objetivo de dar prosseguimento aos interrogatórios. Mas sabia ele que a sua protegida, soldado Kyo, estava sendo interrogada, neste exato momento, pelo sargento Calros!



Calros começava citando o momento em que a jovem havia perdido a calma e, envergonhada, ela disse: — Ah, por causa da akuma? Eu meio que estava me esforçando por causa dela… Desculpa. — Eles andavam por um momento, com apenas os sons dos seus passos ecoando no longo corredor e o canto de alguns pássaros distantes. — Quero ficar mais forte… Não quero ficar a mercê dos outros, como antes. — Disse, triste, perdida em memórias do passado. Mas, ao citar o poder do tenente Shen, a menina riu. — Não, eu com certeza não quero virar uma esqueleto! Quero manter meu corpitxo! HAHAHA! Quem sabe soltar fogo pelas mãos ou me transformar numa mulher-tigre, sei lá, já ouvi coisas assim! — Brincou.



Os dois continuaram seu caminho, agora descendo uma escada com dois lances. Ainda no primeiro lance, com um leve sorriso no rosto da garota, o sargento soltou: — E poderia me explicar se você sentiu algo mais além de raiva quando gritou comigo? — A soldado se virou para ele, confusa, girando sua cabeça para o lado, quase igual a um passarinho. — O quê? Eu não gritei com você. — Afirmou, recebendo de volta apenas o silêncio do sargento. No fim das escadas, haviam duas salas que serviam para interrogação e afins. Por coincidência, Calros viu quando dois soldados abriram a porta da segunda sala, forçando Hector para dentro, com Karyo logo atrás. Karyo também viu quando Calros e Kyo saíram das escadas para aquele corredor. Contudo, o sargento parou na entrada da primeira sala e, abrindo-a, fez menção para que a soldado entrasse. A menina parecia incerta, olhando para Karyo por um momento antes de obedecer o ruivo, que a seguiu. — Tudo pronto, senhor! — Um dos soldados informou, atraindo a atenção do Tenente. Hector estava algemado na cadeira, com os braços para trás, e pronto para ser interrogado.



Com os dois, Calros e Kyo, a sós na pequena sala, o sargento começava o seu interrogatório. — O quê? — A menina gritou com a primeira acusação. E gargalhou com a segunda. — Isso não faz nem sentido! — O sargento continuou com seus devaneios, para os quais a garota respondeu, dessa vez séria e de olhar desafiador: — Então por que você não pesquisa o dia e a causa da morte dos meus pais? Daí você vai saber se eu estou mentindo ou não! Mais fácil você ter ouvido a voz do que eu ter falado com ela! — Disse, já quase gritando. Kyo estava em pé, do outro lado da mesa, e começou a andar em direção à porta, por onde sairia se o Sargento nada fizesse.



Alguns metros dali, na outra sala para interrogatório, Karyo se via frente a frente com Hector, o qual ainda tentava se soltar, inutilmente. Ele parecia olhar para todas as direções, menos para os olhos do esqueleto. Seria medo? Vergonha? Ou seria alguma outra coisa? Karyo fazia suas perguntas, mas o Cross of Pain não parecia muito a fim de falar, mantendo seus olhos baixos, forçando a algema vez ou outra.






Num futuro distópico A Serpente Vermelha aproveitava o momento calmo para conversar, super extrovertido e carismático, embora fizesse perguntas estranhas para um desconhecido. Ainda assim, o homem ao seu lado tentava responder da melhor forma. — Oh, eu nasci aqui, mestre Laith. Ahn… O que é justiça? — A confusão no rosto do homem era clara, não esperava por um debate filosófico num horário tão tardio de um longo dia exaustivo. — Eh… Acredito que seja criar normas e regras para que todos possam conviver em harmonia e punir aqueles que façam diferente, prejudicando outros. — A definição do senhor e do mais jovem eram até similares, se não se levasse em conta que a do segundo era a mais pura mentira.



O tenente retomava a discutir sobre o projeto e o alfaiate ficou contente com a mudança de tópico, concentrando-se naquilo que sabia. — Um meio termo, ein? — Ele repetia a pergunta, passando suas mãos por diversos materiais, como se sentí-los o auxiliasse em se decidir. Após elogiar o homem, Laith indaga sobre o custo do projeto e senhor ponderava por longos minutos antes de responder: — Para ser sincero, eu até pensei em cobrar um pouco mais caro dada a minha situação. Mas o que o senhor falou é verdade e trouxe minha consciência de volta. Um preço justo seria de quatrocentos e cinquenta mil berries, mas lhe darei um desconto de dez por cento! Vejamos... — O homem pegava um ábaco e movia as pecinhas para cá e para lá antes de responder. — Quatrocentos e cin— Quatrocentos mil! — Com o negócio fechado e a promessa da roupa ser entregue dentro de três dias no próprio quartel, Laith seguiu seu caminho e o senhor começou a trabalhar.



Enquanto o tenente caminhava, sozinho, pelas ruelas escuras e perigosas de uma Utopia destruída, Katherine e Helena comiam e conversavam no refeitório. A marinheira ouvia a história da revolucionária com atenção, sua expressão mudando de acordo com a parte da história. E, embora tivesse se interessado muito mais pela parte dos 'animais exóticos', principalmente com as comidas que poderia fazer a partir deles, aceitou quando Katherine resolveu partilhar da sua juventude e dos seus momentos tristes. — Ah, tadinha. — Disse, por fim, acariciando o rosto da outra para consolá-la. — Mas, pra ser sincera, pensei que era algo normal do pessoal de lá. Você foi a única que eu conheci, então... — Disse, apontando para o chifre. Após um suspiro, continuou: — Infelizmente, parece que há pessoas maldosas até mesmo no céu!



Katherine então insistiu ser sua vez, vendo o ânimo da cozinheira voltar, excitada com a expectativa. — Amora! — Respondeu de supetão. — HAHAHA! Agora sou eu! Tem interesse em ser marinheira? — Indagou, com um sorriso maroto no rosto.



Laith, por sua vez, tinha interesse em se encontrar com Erza. Desceu as escadas e passou pelas salas de interrogatório, ambas vazias. A ruiva ainda estava em sua cela, de olhos fechados e murmurando baixinho algum som. Os tritões haviam sumido! Contudo, tudo parecia em ordem. Provavelmente haviam sido transferidos dali, como a Capitã havia mencionado no dia anterior. A tenente só notou a presença do assassino quando este se dirigiu a ela, se levantando e se aproximando das grades.



Laith tentava ser gentil com suas palavras, mas a mão da mulher vinha em sua direção e puxava-o para si, até as grades brecarem seu avanço. Aproximando seus lábios carnudos do ouvido do homem e mantendo seus olhos fechados, ela sussurrou, tão baixo que era quase incompreensível: — Eu sei quando "ele" vem, não quando vai. — Após dizer o que queria, soltou o homem e voltou a sentar-se no chão, de costas para a grade, de olhos fechados e murmurando repetidamente algum som.



Legendas:
  • Civil
  • Marine
  • Capitã Katt
  • Comodoro Hall Jackson
  • Tenente Helena
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza
  • Sargento Amanda
  • Karin Shinonome
  • Soldado Kyo
  • Tritões
  • Revolucionários
  • Marines Corrompidos


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Calros Lazo:
 
Histórico:
 

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Karyo Shen:
 
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Katherine Silverstone:
 
Histórico:
 

NPCs, Pets e Afins:
 

Gwen:
 

Sobretudo Personalizado:
 

OFF:
 

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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 9 EmptyQui 04 Jun 2020, 03:29





Posts em Utopia - 63
Enquanto conversávamos ouvia os sonhos da criança. Se ela fosse a culpada era uma ótima atriz. E percebi mais uma vez a minha falta de tato para falar com a pequena marinheira, não quis dizer no sentido literal de gritar, algo mais figurativo, para dizer que ela discordou de mim... ou será que ela havia entendido certo e só estava me enganando?

Com essa dúvida em mente eu via a pequena querendo sair da sala de interrogatório. – Não dei permissão para você sair ainda. – Falaria sério e já me levantaria para ir para frente da porta que ela queria usar para sair, me colocando entre ela e a porta. – E não terminamos de conversar. O seu superior não te liberou. – Diria ainda mais sério, indicando para Ryo voltar para o lugar dela. Não que fosse soar autoritário, acho que eu nem era capaz disso.

Quando ela o fizesse começaria novamente agora em um tom mais calmo que relaxasse um pouco ela. – Você mesma acabou de falar um ótimo ponto. Eu posso ter ouvido a voz, mas não deixa de ser estranho ele falar num timing tão perfeito com o seu. – Comentaria, mas aí outra hipótese se abriria em minha mente. – Vamos ver isso por outro ângulo então já que obviamente nós dois sempre vamos alegar inocência. O tenente Karyo nos juntou justamente para conversamos e entendermos o poder maluco que fala comigo e com você. Eu te acuso justamente para ver as reações que você tem. Se te achasse completamente culpada só teria te prendido de uma vez. – Explicaria tentando deixá-la mais calma num todo. Respiraria fundo e olhando para ela perguntaria. – Quando eu te perguntei se foi a primeira vez que você sentiu o arrepio. O que você falou exatamente? E como você falou? – Indagaria esperando uma resposta.

Minha mente se dividia em algumas possíveis opções do que a soldado poderia falar agora como resposta. Ela poderia dizer exatamente a mesma coisa que eu ouvi, claro que não esperava que ela se lembrasse palavra por palavra, geralmente o povo tem problema com esse tipo de coisa. Porém, de qualquer forma, ela não sabia qual entonação eu ouvi, já que eu falei que ela havia gritado comigo.

Se a entonação fosse completamente diferente eu perceberia que o tal mestre havia controlado como eu havia ouvido a fala dela. Para o caso de a entonação ser diferente eu comentaria. – É... o que eu ouvi você estava completamente apática. – Falaria, demonstrando que o “gritou” anteriormente era outra forma de falar que ela discordara de mim e não que havia gritado. – Isso é preocupante, ele pode alterar como nós ouvimos as coisas que outras pessoas falam... ou pode alterar como eu te ouço e você me ouve porque ambos estão sobre o efeito do poder dele. – Diria simplesmente jogando algumas alternativas no ar, para ver se alguma realmente fazia sentido para mim.

No entanto, se até mesmo a entonação fosse igual eu acabaria rindo. – Ok. Você falou exatamente isso, mas por algum motivo a primeira parte eu ouvi com a voz do tal mestre. – Diria. Essa era a pior opção possível... ele simplesmente era ela? Ele falava por ela o tempo todo? O que era verdade e o que não era? Ou ele estava fazendo eu ouvir isso tudo de novo da mesma forma? Era simplesmente um beco sem saída essa opção, não dava para deduzir nada com essa resposta já que não havia mais ninguém que havia ouvido a fala dela para eu comparar.

Outra opção possível era que pelo o “o quê?” dela eu não conseguia nem saber se ela de fato falou aquilo ou se só eu ouvi aquilo. Se a fala dela fosse completamente diferente da que eu ouvira, iria sorrir e comentar. – Eu ouvi algo completamente diferente do que você está falando agora. – Falaria, só que o sorriso era de preocupação. – Esse tal mestre consegue mudar a própria entonação para a gente ouvir como se fosse outra pessoa falando... o que é realmente problemático principalmente para den den mushi’s. – Diria, ele só conseguira fazer isso porque eu não estava olhando para a boca da menina, ou acabaria estranhando a boca dela se movendo de uma forma e a fala ser outra. – Além é claro de que isso demonstra que ele está de alguma forma ouvindo ou vendo tudo que nós dois estamos fazendo.

Uma terceira opção é que somente o “você está surdo?” ela não se lembrava de ter dito ou que ela havia falado outra coisa nesse pequeno trecho. Esse caso me dava duas alternativas malucas em mente. A primeira sendo que o tal mestre começava a falar comigo diretamente, percebeu que não podia e foi falar pelo corpo dela sem Ryo perceber que estava sendo controlada. Com isso a mente dela ouviu ela falando a segunda parte enquanto a primeira só eu ouvi. Isso explicaria que não foi que ele tinha um bom timing, e sim que ele a controlou sem ela perceber, explicando o tom apático dela na fala. A segunda opção é que o timing dele é perfeito demais para não falarmos que ele está nos vigiando, então ele claramente está conseguindo ver ou ouvir o que estamos fazendo e falando, ele reagiu a minha pergunta ao mesmo tempo que ela e ele teria uma “preferência” mental que me fez ouvir ele falando, mas não a ouvir.

Independente da resposta e das conversas eu respiraria fundo e pararia para pensar por uns dez segundos. – Bem. Como eu falei, após a conversa iria decidir que você poderia ou não participar do interrogatório comigo e com o tenente Karyo. – Começaria. – E acho que você provou que pode sim participar. Então vamos para a sala ao lado ver como ele está. – Diria indicando para ela seguir comigo para a sala do interrogatório, ou seja, apesar do “pode”, era claramente uma ordem para que ela fosse participar. A verdade é que simplesmente não aceitaria ela saindo de perto de mim antes de entender aquilo tudo, já havia pegado algumas ideias malucas com essa conversa, agora precisava falar com os outros que também ouviam vozes para ver o que realmente estava acontecendo.

Por isso ao sair da sala iria até a porta da sala de Karyo e bateria. – Sargento Lazo e soldada... – Pararia e olharia para ela. – Qual o seu nome completo? – Com a resposta eu falaria. – Sargento Lazo e soldada sobrenome dela aqui entrando para ajudar no interrogatório. – E então abriria a porta para entrar.




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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 9 EmptySex 05 Jun 2020, 18:59





"Acho que a loucura chegou para todos do circo dos estranhos" esse era o primeiro pensamento que cruzava a mente do ruivo quando ouviu a garota falar a respeito da voz estranha, então havia de fato um "ele", uma voz masculina e desconhecida por todos, mas que tinha um poder gigantesco de controle e sedução, de certa forma era até lamentável ver a garota assim, alguém bela chegar ao ponto de se tornar louca, Erza já estava quebrada e aparentemente não havia conserto, o que restava a ela era uma vida em um manicômio qualquer, uma pena."


O marinheiro balançava a cabeça negativamente e assim se levantava, caminhando um pouco e parando frente a cela dos tritões, olhava toda ela, refletindo sobre a situação. " Bem, eu até pretendia me divertir com Erza, mas esse desgraçado fez questão de estragar ela, me sinto uma criança que teve o doce roubado. Sobre nosso convidado, sabemos que ele consegue invadir o pensamento dos outros e de alguma forma os controlar só com isso, um poder de um fruto, ou então uma habilidade especial. " O homem parava por um momento e levava a mão até o queixo, pensativo. "Sobre as condições de ativação, isso é o maior problema, não há um padrão, parece que ele mantém essa conexão e consegue usar, a pergunta é por que ele não atacou o tenente Gunter diretamente, o que o impediu de fazer isso? Uma condição? " A Serpente se sentia levemente intimidada nesse momento e em resposta, um sorriso levemente maniaco estampava seu rosto, entretanto voltava ao normal em seguida. - Agora virou pessoal.


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O oficial, então, voltava a andar agora em direção da enfermaria para tratar seus ferimentos, chegando lá, procuraria o médico de plantão. - Tive alguns ferimentos em treino, poderia cuidar deles por favor? Então, continuaria a refletir, em silêncio, além do desconhecido tínhamos a questão de Ishiaki. Nesse momento, o tenente ficava perplexo, era isso, tinha esquecido um elemento muito importante, as ondas de ataque começaram simultaneamente com Amanda, pelos relatos dados o homem estava mais próximo de Ishiaki, ou seja, provavelmente estávamos tratando de duas pessoas distintas, se o traidor tivesse esse poder telepático, não havia sentido dele eliminar Amanda, a não ser que ela tivesse visto um segredo muito grave. Não era estranho que haviam duas questões totalmente a partes, os Números e a propaganda negativa a marinha. - Doutor, a marinheira Amanda já acordou? Esperava então que o médico falasse, e caso a resposta fosse positiva, agradeceria e pediria para ser direcionado a cama dela, ou então que indicasse aonde ela estava. Caso negativo, falaria. - Seria possível tirá-la do coma por meio de medicação? Questão emergencial.


Se conseguisse achar Amanda, e ela estivesse acordada, logo falaria. - Olá sargento Amanda. Preciso conversar com você. Pausaria por um instante para dar sequência. - Sobre a noite do ataque, tenho duas perguntas, você ouviu uma voz? Segundo, você chegou a ver o criminoso? Entretanto, se ela não estivesse acordada, ou não fosse possível achar a marinheira, o ninja iria então para o refeitório em busca de se alimentar.









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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 9 EmptyDom 07 Jun 2020, 16:10





Eu ficava feliz com o carinho que recebia por parte da ruiva e sorria em sua direção antes de voltar a falar com a mesma - Bem, comum não é diria inicialmente - Mas, não posso te afirmar com certeza se não tem também alguém por lá com chifre seguraria sua mão em meu rosto retribuindo o afeto recebido. A decepção vinha a seguir já que ela respondia de forma errada o meu questionamento por não ter entendido ou então só não quis me responder da maneira certa - É uma boa fruta mesmo fingiria que nada havia ocorrido.  

Helena me fazia um novo questionamento interessante, mas dessa vez não responderia de imediato - Não sei, talvez se você me pedir com jeitinho eu considere sorriria em sua direção. Obviamente a verdadeira resposta vinha a seguir, estava querendo manter um clima descontraído ainda - Brincadeiras à parte, tudo que eu ouvi aqui foi interessante falaria um pouco mais seriamente. De qualquer forma acabaria ficando com eles por algum tempo já que teria de esperar pela recuperação de Battos - Não tenho intenções de deixá-los, então quem sabe eu não acabe virando uma marinheira piscaria para ela mostrando também um sorriso.  

Essa não era uma mentira, afinal eu realmente havia achado interessante o que tinham me dito ao ponto de ficar indecisa sobre qual caminho seguir. Não estava sendo ruim ficar com os marinheiros e até era um pouco divertido estar conhecendo pessoas novas que mostravam o lado “bom” da organização. A certeza de me tornar ou não uma marinheira acabaria ficando para o futuro quando Battos voltasse ao seu estado normal, enquanto isso poderia aproveitar um pouco as pessoas. Não havia também muito o que fazer, além de interação com aqueles que conhecia ali somente poderia auxiliar no que precisassem quanto a luta ou qualquer outro assunto que se enquadrasse dentro das minhas habilidades “Você já pode esquecer isso de revolução e seguir como marinheira né? Já deu” ela aparecia para dizer besteira.

Após responder o questionamento dela a minha vez chegava novamente, todavia dessa vez não diria algo com um duplo sentido já que estaria interessada nela em si. Pensaria por alguns segundos até chegar a alguma conclusão que fosse interessante - Com quem você aprendeu a cozinhar? questionaria a olhando de forma curiosa pela resposta. Talvez fosse algo não muito relevante para se saber, mas acabaria nos dando um pouco mais de intimidade - Que legal! diria quando ela terminasse de falar. Estava agindo de forma verdadeira com ela até porque não tinha muitos motivos para agir com falsidade diante dela ainda mais por conta dos objetivos que tinha por trás disso.  




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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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Última edição por Vincent em Sex 12 Jun 2020, 19:29, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 9 EmptyDom 07 Jun 2020, 18:39





Não esperava que, além do interrogatório, eu conseguisse trazer a Tenente Erza de volta, nem que por alguns instantes. Desde a sua pegada ao seu olhar, tudo nela era intimidador. Era um Tenente que eu não duvidava que daria trabalho para a Capitã, ou até fosse o suficiente para o cargo, ao ver a demonstração de sua força. Para meu fortuito, havia agarrado o lado da corda com força, naquele inaudito jogo de cabo de guerra. Mas não pretendia soltar! "Não perderei!" - havia ganho uma ligeira vantagem naquele momento e precisava trabalhar mais naquilo. Só assim teríamos-a de volta. Só assim ela não cederia à eloquência do vilão Ishisaki Oota!


Um canalha qualquer? Não. Um grande canalha! O maior que encontrei até hoje... nem a ex-Tenente Eisenberg... - ponderava. Os atos de ambos haviam sido horrendos, mas ao menos, a minha antiga superior agia por coação, a fim de resgatar a sua filha Unmei, que agora se encontrava em Calmaria, disfarçado e sob a tutela da marinha. Ishisaki não tinha pudor! Detestava o fato que ele brincava com nossas vidas sem ao menos dar as caras. Não havia o mínimo de decência em suas ações — É sempre a mesma voz? Nenhuma diferente? - me referia ao "Só agora que eles perceberam?". A depender da resposta, poderia concluir que o seu poder envolvia, de fato, uma via de mão dupla. Do contrário, sem mais indícios, estava para descartar a hipótese.


Já estava de saída, quando fui surpreendido — Tenen-! - era óbvio que ela queria lutar ao nosso lado ao descobrir que estava sendo manipulada. Todavia, a situação não lhe era favorável, por ela estar infectada. "Se ao menos pudéssemos garantir que ela não se rebelasse que nem os outros..." - ponderava. Tinha que ter um jeito de lidar com esta situação! Como?! "Há tantas questões... e tanto que não medito. Estou deixando algo passar? Minha mente está nublada, certamente clareá-la me trará algum benefício..." - suspirava, diante daquele dilema.


Antes de me despedir de vez e deixar a Tenente Erza para trás, falaria com toda a sinceridade em meu coração, ainda tendo em mente a sua estranha hesitação. Por que uma mulher como ela desistiria? Estava tão excitada em lutar ao nosso lado e de repente... Uma chama tão ardente não poderia se apagar apenas com um sopro. Era necessário muito mais que isso —
Tenente Erza, minhas últimas palavras. Mantenha-se firme e, independentemente do que esteja passando e de suas condições, saiba que estamos com você. O caminho de um marinheiro é de sacrifícios e não hesitarei, como não o fiz ao perder minha primeira vida, em fazer mais para alcançar o nosso objetivo. A paz que almejamos é algo muito maior que nós e jamais poderemos ceder ao mal, às chantagens, à ganância e à depravação - diria. Com isso, esperava reviver em sua mente o que era ser uma marinheira, pois temia que, no fundo, ela precisasse se agarrar a tudo que podia para resistir ao destino que os outros marinheiros tiveram.


[...]



Já adiantando o interrogatório do Tenente Hector, Cross of Pain, me deparava com o Sargento Calros entrando em uma sala de interrogatório com o Pequeno Ryo. "Então ele realmente acha que há um fio a se desembaraçar em relação a ele... - apenas olhava para ambos, assentindo com a cabeça para o Sargento e, por fim, entrando na sala. Ele não era o único que tinha interrogatórios a fazer — Tenente Hector, Cross of Pain! - exclamaria. O homem não parecia em seu estado normal, tal como a Tenente Erza. Será que o mesmo truque funcionaria com ele? — Me diga, o que um marinheiro tão forte e grande teme mais que abandonar os seus próprios princípios? - seria a minha indagação de abertura, pois claramente havia algo o incomodando — Hector... me conte um pouco sobre você. De onde veio? Como está a sua família? Alguém importe que queira que eu transmite uma mensagem? O que deseja? Qual sua inspiração na marinha? -diferente da Tenente Erza, começaria com outra abordagem, pois outrora estava enervado, de sangue quente, o que me levou a pular algumas etapas que deveria ter seguido.


Era uma regra básica que havia ignorado. Se queria saber algo sobre alguém, deveria antes saber a sua história. E estava de ouvidos abertos para conhecer o marinheiro que ganhou a alcunha de Cross of Pain.








~ Histórico ~




Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 18
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Lâminas Gêmeas - Projeto; Chaves das Celas B12 e B13.
Perdas:B$: 3.600.000

NPC's: Atualizar Soldado Ishisaki (Oota); Ramsés; Karin; Yuki Kobayashi; Hector, Cross of Pain; Masaki Tadakuni; Comodoro Hall Jackson; Vice-Almirante Kurt Storm.
Players Atualizar Katherine Silverstone.
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 0/3 - Recarga - 0/5; Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.







Objetivos



Spoiler:
 


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