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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [LB] O Florescer de Utopia II

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 8 EmptyQua 25 Mar 2020, 01:43

Relembrando a primeira mensagem :

[LB] O Florescer de Utopia II

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiros Calros Lazo, Karyo Shen, Laith Kinder feat Marinheira jr. Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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GM.Midnight
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 8 EmptyQua 20 Maio 2020, 23:01





A droga aos poucos ia se dissipando pelo organismo e perdendo seu efeito, com certeza não estava livre ainda do efeito anestésico, todavia já era bem melhor do que momentos atrás, seu corpo parecia já recobrar uma parte significante dos sentidos, afinal conseguia distinguir o medico balofo do restante do grupo, tal como o tenente esqueleto e o leão da capitã. Ainda que ouvisse as falas deles, ainda era muito difícil fazer alguma linha de raciocínio, observava também uma figura que não tinha visto antes e perguntava quem era o insano de estar encarando a capitã daquele jeito. Lazo era o primeiro que vinha oferecer as felicitações pelo tratamento do ninja, o qual eram aceitas com um aceno de cabeça. - Bom ver que também não morreu.


- Quem é o homem que estava aqui agora pouco brigando com a capitã ? Perguntava Laith ao sentar em uma das camas para aproveitar aquele momento de descanso e tentar por em ordem a cabeça, sua memória retornava um pouco e a única coisa que lembrava era de ter tomado o tiro e praticamente estar entre a vida e a morte já que sangrava e todos ao redor pareciam sequer saber o que fazer. " Preciso ficar mais forte, milagres assim não acontecem duas vezes, se ficar preso com esse esquadrão de idiotas novamente vou morrer..se bem que o tenente Shen já conseguiu escapar da morte, talvez ele seja o único salva-vidas desse circo." Olhava para uma sombra, algo, talvez uma pessoa, que tinha se escondido dele por algum momento, mas preferia não ir atrás do assunto.


O tenente, então, apoiando-se onde pudesse tentaria se levantar e olharia novamente para o médico ou para algum soldado. - Ei, me relate o que aconteceu desde o começo do ataque. Após isso, refletiria sobre o assunto por um momento, estava decidido, precisava ficar mais forte e urgentemente, mas quem procurar? A capitã sabe-se lá como encontraria ela, e provavelmente ela não o ouvira nesse momento, agora o novo convidado...bom, no mínimo ele deveria ser forte, para Katt não ter mandado seu leão matá-lo.


- Aquele comodoro..como era o nome mesmo? Para onde ele foi?[ Sabendo a resposta, seguiria pelos corredores do QG, como possível, até o local indicado. Mas se ninguém soubesse, perguntaria para algum marinheiro por ali sobre o oficial. Encontrando-o, abordaria-o com uma continência. - Senhor! Tenente Laith Kinder se apresentando! Venho com um humilde pedido, no recente ataque, ficou provado que os tenentes desse quartel general precisam melhorar suas artes, sendo assim, imploro que compartilhe de seus ensinamentos e poder comigo, ensine-se me uma arma nova para poder aplicar a justiça contra os inimigos da ordem! As palavras, dentro do possível, sairiam em um tom comovente, passional, isso graças a sua atuação, mas é verdade que talvez ainda teria uma dificuldade devido ao efeito da droga.










~ Histórico ~



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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 8 EmptySex 22 Maio 2020, 22:01



[LB] O Florescer de Utopia II — 014

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Com algumas dezenas de cutucadas ( ͡° ͜ʖ ͡°) o sargento Lazo conseguiu acordar seu superior do seu sono profundo. Após sacudir sua cabeça com veemência e dar alguns tapas em seu rosto, no intuito de despertar sua mente, o atirador se forçou a se levantar da cadeira e começou a se encaminhar rumo à seu quarto. — É, uma boa ideia. — Após Calros indicar sua dúvida sobre o poder do tal Mestre, Günter disse: — Bem, eu descobri sobre Akuma no Mi a poucos dias graças ao Karyo, então não sou nenhum especialista. Mas usando conceitos bases, supondo que estes conceitos sejam respeitados pela possível akuma desse inimigo que enfrentamos, podemos deduzir algumas coisas baseados no que você relatou. — Sua voz estava clara como sempre, embora ele andasse quase como um zumbi, de olhos meio fechados e pendendo de um lado para o outro a cada passo. — Ele deve poder escolher falar com uma ou mais pessoas simultaneamente. Talvez ele não possa escolher a dedo o grupo, mas sim todas dentro de uma área ou região? Ou talvez ele tenha pensado que vocês agiriam de acordo com a vontade dele. — Os três marines se encontravam em uma corredor vazio, além deles. Günter brecou seu avanço e olhou temeroso para trás, para os dois ouvintes que o seguiam. Um segundo depois ele balançou a cabeça e voltou a seguir seu caminho, com um leve sorriso no rosto. — Perdão, estou confuso devido ao sono. — Tirando dos bolsos um papel dobrado, ele entregava para Calros, mas quando este fosse pegar, Günter manteria o aperto, dizendo para o ruivo: — Só por garantia, não veja o que está escrito aí. Nenhum dos dois. — E, com o alerta, ele soltava o papel, entrando em seu quarto e deixando os dois à sós no corredor.



O Sargento Lazo aproveitava o momento para descobrir o sexo da soldado à sua frente e via a expressão inicial de dúvida dela mudar gradativamente para uma de vergonha. Tocando os indicadores e cabisbaixa, ela respondeu em voz baixa, quase sussurrando: — Sou uma menina, mas sempre me falaram que sou muito masculina e por isso sempre confundem. Eu já me acostumei, então pode me chamar como quiser. — Após alguns segundos de silêncio constrangedor, ela completava: — Você é muito perceptivo! — O sargento continuava com as suas perguntas e a garota respondia: — Sim. Eu pensei que era alguém falando ao meu lado, mas eu olhei e não vi ninguém! — Após um ou dois segundos ponderando, acrescentou. — A imagem do rosto dele surgiu na minha frente como num raio, desaparecendo logo depois. Só fui associar que as palavras se referiam a ele depois da confusão. — Mais perguntas do Sargento. — Karin estava com a aranha e... — A soldado parecia um pouco insegura se deveria continuar ou não, mas decidiu prosseguiu: — Bem, a aranha parecia machucada, mas o médico disse que não podia fazer nada por ela. Depois de algum tempo com eles discutindo, a loirinha saiu correndo com a aranha, não sei para onde. Até tentei segui-la, mas... — Kyo dava de ombros, demonstrando que sua ação não havia dado frutos, ao mesmo tempo que acrescentava baixinho, como se falasse apenas para si: — Ela é rápida...



Enquanto Calros procurava pela garotinha e por Gwen, Laith se informava com um soldado qualquer sobre o mais novo integrante do QG e Karyo se dirigia até o almoxarifado. O esqueleto ambulante chegava primeiro ao seu destino e questionava o soldado responsável pelo local. O jovem sequer precisava olhar para a sua prancheta, fazendo uma careta antes de responder: — Sinto muito, senhor. Sei de qual caixa o senhor está falando. E sei seu conteúdo. — Após olhar para os lados e se aproximar do tenente, mesmo sem mais ninguém no cômodo, ele sussurrou: — Era uma Akuma no Mi! — Após a fofoca, recuou um passo e voltou a falar normalmente: — Infelizmente, ela simplesmente sumiu, provavelmente roubada. Só notamos que ela havia desaparecido ontem à tarde e a Capitã Katt foi avisada mais tarde, provavelmente foi por isso que ela estava tão estressada! — Karyo poderia lembrar de um momento em particular na noite anterior, quando encontrou a Capitã após resgatar Amanda e ela o saudou com: — Pois não, tenente Shen. Que seja uma boa notícia! — Será que esse era o motivo por trás de tamanho estresse?



De uma forma ou de outra, Karyo voltava à enfermaria, de mãos vazias. Calros, após procurar em uma dezena de locais, acabava por retornar a enfermaria também de mãos vazias, sem encontrar sequer um vestígio da loirinha e de seu animal. Os dois se encontravam com Kyo na entrada do local, com o esqueleto podendo repassar a informação sobre a akuma roubada ou não. Laith, por outro lado, chegava ao gabinete da Capitã, onde o informaram que o Comodoro poderia estar e viu algo… Espetacular? Estranho? Assustador? Apenas o ninja poderia decidir.



O Comodoro encontrava-se de costas para a porta, lendo oito livros. Ao mesmo tempo. Com o auxílio de oito patas. Sim. OITO. PATAS! Toda a atuação do Tenente foi para o lixo quando se deparou com algo tão inesperado. O Comodoro se virou em sua direção, seu corpo parcialmente coberto por um exoesqueleto negro e espesso. — Hmm?! — Indagou com um resmungo, sua expressão fechada como sempre. Laith se recuperou do baque e ministrou suas palavras, buscando conhecimento e poder. — E precisa ser comigo?! — Ralhou, bem desanimado com a ideia. — Tch! Que seja... — Estalou a língua, jogando os livros em cima da mesa da Capitã, mudando sua forma para o modelo humano. Após analisar o tenente por uns segundos, indagou: — Que tal uma forma de evitar tomar chumbo? O Kami-e?






Algumas horas depois...



Katherine e Helena tinham uma breve conversa antes da primeira se afastar em busca de outro livro, as duas com sorrisos no rosto. Mas bastou a Major sumir de vista para a marinheira suspirar, deixando os ombros caírem levemente. — Foi uma resposta… normal. — Comentou para si mesma. Guardou a pequena faca que tinha escondido ao lado da perna e, com um gesto, comandou que o sargento escondido saísse dali. — Com tudo isso acontecendo, como podemos confiar nos nossos próprios companheiros? — Lamentou consigo mesma.



Não demorou para Katherine voltar e ser recebida por outro sorriso da ruiva. — Olá, vai ler sobre o que agora? — Vendo a capa do livro, Helena rapidamente o reconheceu e logo comentou: — Oh, esse livro é do Krause, ótimo tutor! Se quiser saber mais sobre Nutrição, eu posso ajudar! — Dali em diante, Katherine se focou em sua leitura, com Helena comentando vez ou outra sobre alguma particularidade ou dando uma dica sobre o tema. Uma hora se passou até a Major terminar o livro, mas a marinheira começou a ensiná-la por conta própria, dividindo seu conhecimento com a outra durante mais algumas horas. Após concluírem o estudo, Katherine poderia notar por uma janela próxima que o céu escurecia. — UAU, como o tempo voou! — Helena disse após olhar através da mesma janela. — Que tal batermos um rango? — Indagou, descontraída.



Legendas:
  • Marine
  • Capitã Katt
  • Comodoro Hall Jackson
  • Tenente Helena
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza
  • Sargento Amanda
  • Karin Shinonome
  • Soldado Kyo
  • Tritões
  • Revolucionários
  • Marines Corrompidos


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Calros Lazo:
 
Histórico:
 

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Gwen:
 

Comodoro:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 8 EmptySeg 25 Maio 2020, 19:49





Minha conversa com a ruiva era repleta de sorrisos e com isso podia entender que estávamos nos dando bem pelo menos nesses primeiros momentos sozinhas. Ela ainda me ajudava em meu estudo - Assim eu fico te devendo mais uma hein? diria com um sorriso no rosto em tom de brincadeira. Além de me ajudar com comentários durante a leitura, Helena dividia o seu próprio conhecimento comigo por mais algum tempo naquela biblioteca. No fim de tudo eu podia perceber que já estava escurecendo - Realmente, o tempo passou praticamente num instante comentaria após a fala dela.

A fome novamente poderia já estar presente em mim e o convite feito por ela vinha realmente a calhar - Vamos lá! diria empolgada e logo me levantaria da cadeira. Mais uma vez esticaria o corpo para que a tensão se aliviasse momentaneamente e deixasse o meu corpo até que enfim eu pudesse descansar - Depois disso, vou tomar um banho para ir dormir comentaria quando começasse a andar ao lado da ruiva. O dia fora realmente exaustivo e precisava encerrá-lo com “chave de ouro”.

Dessa vez seria um pouco mais comunicativa, não deixando que o silêncio se instaurasse entre nós duas - E então pode me contar um pouco sobre você? questionaria olhando diretamente para ela. Meu olhar provavelmente estaria mostrando certa curiosidade para saber sobre ela - Pode começar contando como entrou na marinha ou então algo que ache interessante prosseguiria dando uma espécie de dica para que ela pudesse iniciar. Escutaria com atenção cada detalhe que fosse dito por ela reagindo adequadamente dependendo da situação em que estivéssemos - Entendo era o que diria em qualquer uma das circunstâncias. De maneira geral era interessante conhecer um pouco mais sobre ela até porque já nos considerava amigas e isso aumentaria a nossa intimidade.

Quando chegássemos no refeitório logo iria pegar um prato e colocaria uma quantidade razoável de comida para que pudesse me alimentar. Após isso me sentaria no mesmo lugar que Helena - A comida aqui é boa né? diria para descontrair caso o gosto fosse realmente agradável. Permaneceria ainda escutando o que ela tinha para dizer e responderia se ela também quisesse ouvir sobre mim - Eu entrei para a revolução em Wars Island com o desejo de fazer a verdadeira justiça talvez ela não se interessasse na minha vida como revolucionária, mas achava importante compartilhar isso também.

Até o presente momento nunca estive tão confusa quanto continuar a ser uma revolucionária, afinal não levava Azura a sério. Esse então era um bom momento para questionar uma outra pessoa além de Calros - O que é ser da marinha para você? por um momento demonstraria seriedade - E até que ponto você acha que a organização pode ser alterada por dentro? Sabe, acabar com as raízes ruins emendaria outra pergunta. Uma pluralidade de opiniões me faria formar um pensamento próprio e consequentemente chegaria em uma decisão final. Talvez isso não fosse o suficiente para me convencer, mas acabaria por fazer com que minha escolha fosse mais consciente.




~ Histórico ~



Ganhos: Itens do inventário, dívida com a marinha de B$ 7.460.000 (montante total: B$ 8.500.000, parcialmente pago com o dinheiro do inventário)
Perdas: Todo o dinheiro,
Posts: 15
Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
Personalidade atual: Katherine  


Objetivos:
 



Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 8 EmptySeg 25 Maio 2020, 21:35





As pessoas dizem que surpresas costumam vir em momentos oportunos, mas bem, uma surpresa como aquela talvez não concordasse completamente com o dito popular. O corpo do marinheiro parecia bem melhor do que antes por causa da droga, seus sentidos já estava bem melhores, e no caminho até o escritório da capitã conseguia já entender quem era e pensar algumas hipóteses sobre o que tinha ocorrido.


" Ok, fomos atacados por algo externo, e por algum motivo ele queria dar cabo no tenente óculos, mas, temos a presença de um outro elemento. Arrumar Utopia, o que será que eles querem dizer de verdade por trás disso? Tem alguma verdade que o alto comando desse lugar não quer revelar ?"


Ao chegar no local, a primeira coisa que acontecia colocava a prova a sanidade do rapaz, ou então se ele já estava fora da ação da anestesia, olhava bem para o superior e via uma, duas ,três...não podia estar certo, o homem piscava algumas vezes, todavia a cena continuava ali. "Esse só poder ser o circo das aberrações, eu deveria ter virado empreendedor ao contrário de marinheiro, estaria rico, poderia comprar toda A Corte e as cabeças deles." Pensava enquanto olhava para o superior sem expressar algo no começo, mas depois emitia seus desejos conforme conseguia.


- Kami-e ? Perguntava de forma retórica. - Bom senhor, dado o meu desempenho no último combate, acho que essa habilidade seria uma ótima aquisição ao arsenal, me ajudaria muito. Poderia fazer a gentileza de ser meu mestre nisso? Perguntava olhando para o homem, pensando se teria que desenvolver mais braços para fazer tal habilidade, ou se ele iria fazer algo estranho. Enfim, tomaria o tempo necessário ali, junto do mestre, para aprender o Kami-e.


 Após o aprendizado, pediria licença ao superior e andaria em direção da base, indo em direção da saída. Caso encontrasse o tenente esqueleto, abordaria-o  brevemente. - Olá tenente Shen, fico feliz que ainda esteja bem, não consegui ver direito na enfermaria, mas como está Amanda?[ Perguntaria forçando um falso sorriso e tom de preocupação, afinal mais queria era saber se seu sangue tinha sido em vão ou não. Após a resposta do homem(ou ex-homem), partiria em direção do centro da cidade, para resolver seu assunto já tão pendente, procuraria o alfaiate, se possível, para encomendar-lhe seu novo uniforme personalizado, já que o antigo estaria manchado para sempre com a vergonha.










~ Histórico ~



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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 8 EmptyTer 26 Maio 2020, 23:12





"— Uma Akuma no Mi?! - exclamava. Qual eram as chances?! Desde que havia entrado na Grand Line, esse fruto demoníaco havia infestado a minha vida. Havia colocado-a de cabeça para baixo. Como o nome dava a induzir, ela realmente não era algo bom. Ainda assim, era um fruto poderoso, o qual precisava ser bem guardado e mantido longe das mãos erradas! — Como algo assim pôde acontecer?! - indagaria, consternado. "Bem, se a Capitã já sabia, não há o que ser feito neste momento" - respiraria fundo. Havíamos sofrido mais que uma perda hoje. Eram derrotas consecutivas. Derrotas que explicavam o porque minha superior estava tão estressada — Pois bem, soldado, mantenha os olhos atentos! - ordenei, deixando o local.


De mãos vazias, cheguei até a enfermaria novamente, onde dei de cara com o Sargento Lazo e o pequeno Ryo — Mais más notícias. Tivemos uma Akuma no Mi roubada. Não sabíamos sequer o que ela fazia - compartilharia a informação com o Sargento — Achei que aquele tesouro pudesse estar conectado com o nosso caso, de alguma forma, mas tudo que recebi foram mais notícias desagradáveis - desabafaria, olhando para Ryo, o qual sabia ao que me referia — E vocês? Alguma informação nova? - olharia para Lazo, a quem esperava que tivesse algo a me contar. Esperava que ele conseguisse juntar mais algumas peça àquele grande quebra-cabeça após falar com o garoto.


Bem, então nos encontraremos mais tarde, na sala de interrogatórios - me despediria, por hora, ao ter uma resposta negativa. Do contrário, me exultaria — Conte-me mais! Você acha que pode ser mais alguma coisa? - perguntaria, a fim de me esclarecer por completo. De toda sorte, ao final, iria até a prisão, pronto para proceder com os interrogatórios — Começarei como dito, pela Tenente Erza. Tente não se atrasar - avisaria o Sargento Calros, rumando até a prisão — Soldados, me ajudem a conduzir a Tenente Erza até a sala de interrogatório - se ela estivesse algemada, deixaria-a como estava; não estando, apenas faria a escolta, sem impor os grilhões a ela — Ainda és uma marinheira, apesar de ontem, por isso não a algemarei - pois, se não haviam feito, não via a necessidade de impor este constrangimento a ela.


Entre e sente-se, por favor, daquele lado - indicaria o local mais longe da porta — Vocês ficam do lado de fora, de guarda. Não relaxem, mantenham-se atentos - advertiria. Quando as condições fossem cumpridas, me manteria em pé, ao lado da cadeira — Tenente Erza... você tem prestado um trabalho tão valoroso, o que houve? Não me parece que alguém como você, pelas impressões que tive até agora, se comportaria daquela maneira - diria, introduzindo o interrogatório. Por óbvio, seria algo mais leve, tratando-se de uma companheira. Esperava deixá-la confortável para falar ao reconhecer o mérito dela e deixá-la à vontade, sem a sensação de estar presa.






.






~ Histórico ~




Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 15
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Lâminas Gêmeas - Projeto; Chaves das Celas B12 e B13.
Perdas:B$: 3.600.000

NPC's: Atualizar Soldado Ishisaki (Oota); Ramsés; Karin; Yuki Kobayashi; Hector, Cross of Pain; Masaki Tadakuni; Comodoro Hall Jackson; Vice-Almirante Kurt Storm.
Players Atualizar Katherine Silverstone.
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 1/3 - Recarga - 4/5; Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.







Objetivos


Spoiler:
 


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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 8 EmptyQua 27 Maio 2020, 02:34





Posts em Utopia - 60
Acordar o tenente foi difícil, ele realmente estava muito cansado. Pelo menos ele me ouvia e ia para um local mais aconchegante para dormir. Ele concordava com algumas falas minhas e no último instante até se virava e olhava para nós dois por um instante antes de sair me deixando um papel. – Pode deixar, não irei olhar. – Falava realmente com vontade. Me parecia obviamente um teste para ver se eu seguiria as ordens dele ou não como meu superior. Claro que estou um pouco curioso para ver o que poderia ter sido escrito no papel, mas estava ainda mais curioso para ver se eu mesmo seguiria a ordem ou se me moveria contra a minha vontade. Guardaria o papel no meu bolso. De qualquer forma, não tinha por que pensar tanto nisso naquele momento. Comecei a ouvir a fala de Ryo.

A coitada simplesmente se acostumou a ser chamada de menino? Isso me parecia extremamente errado, teria que dar um jeito naquele povo idiota que não percebia como isso poderia afetar uma criança. – Se você não se vê como menino não tem porque se acostumar com isso. – Falaria com um tom realmente preocupado. – Depois tenho que bater na cabeça de alguns idiotas se eles estão fazendo uma criança achar isso normal. – Porém isso infelizmente ficaria para depois, provavelmente teria que conversar com vários marinheiros, principalmente o tenente Karyo, não é algo que imagino que eles percebam como pode afetar uma criança.

E infelizmente isso ficaria para depois mesmo, pois eu simplesmente não encontrava Karin independente da dezena de locais que procurei. Poderia agradecer o fato de ser calmo de forma natural, pois agora estou realmente preocupado. Até pouco tempo imaginava que por ela ter saído com alguns marinheiros, que algum teria olhado para a pequena, mas pelo visto ela simplesmente sumiu.

E não bastava a menina desaparecer... o tenente Karyo me informou que uma akuma no mi havia desaparecido. – Nada que eu pense como realmente relevante agora infelizmente senhor. – Diria, mas comentaria ao mesmo tempo olhando para Ryo. – Porém eu preciso perguntar para você Ryo. Foi a primeira vez que você ouviu a voz? E você já sentiu outro arrepio? Aquelas dúvidas atiçavam a minha mente tinha um tempo. falei que ia perguntar isso caso ela não tivesse ido comigo procurar a pequena, mas não tive essas respostas, então a gente tenta até conseguir :you : – Quando sentir um arrepio avise eu ou Karyo, quem estiver mais perto, ok?

Só que isso realmente era um problema menor para mim do que o desaparecimento de Karin. Viraria para Ryo e indicaria para a menina me seguir por um tempo, mas antes comentaria para o Karyo, provavelmente ele iria querer interrogar o povo agora. – Senhor, infelizmente surgiu um imprevisto e vou ter que me ausentar do interrogatório no primeiro instante. – Diria para o tenente esqueleto. – Vou levar Ryo comigo para tentar resolver o mais rápido possível e então partirei para o interrogatório. – Diria esperando que ele me liberasse junto de Ryo sem nenhum problema, havia um motivo para eu pedir especificamente pela menina.

Não acho que ele iria se importar com isso realmente, mas se ele me perguntasse por que eu precisava me ausentar eu diria. – A pequena Karin sumiu após toda a luta e não a encontrei em lugar algum. –Provavelmente deixando até mesmo a minha calmaria sumir um pouco do meu rosto. Naturalmente ele entenderia isso como motivo o suficiente para me ausentar do interrogatório por um tempo.

Na verdade não seria estranho até mesmo ele se juntar a nós para procurar pela menina. Nessa hipótese eu comentaria. – Ok. Ryo, você cuida das áreas que só mulheres podem acessar. Karin pode estar em algumas dessas áreas e por isso que eu não a encontrei. – Diria demonstrando para a criança como ela deveria realmente não se sentir acomodada a pensarem que ela era um menino. – Tenente Karyo se não for problema, eu vou olhar no meu quarto e no de Karin, ela pode ter ido para lá desde a última ronda que fiz procurando por ela. Depois irei procurar sem ter um rumo específico, provavelmente pela enfermaria e seguindo pelas áreas que passei com ela desde o dia de ontem. – Diria para o tenente, não sei como ele poderia ajudar exatamente. – Se encontrarem ela, nos vemos no hall de entrada do quartel general. Lembrando tenente que estou com um mini den den mushi também. – Diria já começando a andar na direção dos quartos.

Caso ele não perguntasse nada, mas eu pudesse procurar com Ryo, falaria para ela procurar nos locais que comentei antes e procuraria por conta própria nos locais que havia pensado, começando pelos quartos. – Me encontre na entrada do quartel general com ela se a encontrar ou ouvir alguma coisa dela. – Falaria para ela antes de liberá-la para a busca.

Se não encontrasse a pequena e não recebe qualquer aviso de Karyo, iria até o saguão de entrada do quartel general. Caso Karin não estivesse lá com Ryo, perguntaria para a pessoa que estivesse lá. – Você viu uma criança com uma aranha que é quase metade do tamanho dela? – Perguntaria torcendo para que ela pelo menos não tivesse saído do quartel general.

Para qualquer caso onde eu acabasse encontrando com a pequena, eu agiria como pensei na primeira vez que procurei ela que agora já está no post anterior. E caso a menina me informasse que queria ir para casa, olharia para Ryo e comentaria. – Bem, preciso levá-la para casa. Ryo vá para o interrogatório do tenente Karyo, quando ele terminar o primeiro avise que fui levar Karin para casa e que me juntarei assim que puder.

Caso eu simplesmente não encontrasse a menina em nenhum dos locais que eu procurei e Ryo também não a encontrasse. Bem, nesse ponto realmente não me importaria mais com qualquer outra coisa. Sairia gritando o nome dela pelo quartel general inteiro procurando por ela. E assim o faria até encontrá-la ou até ficar constatado que ela simplesmente não estava no quartel general. Nessa procura olharia para o alto das paredes tentando verificar se existia aqueles den den mushis chiques que funcionam para ver através de outro local.

Caso ficasse constatado de alguma maneira que ela não estava no quartel general a minha única hipótese e obviamente a pior possível era básica. Que Karin estava andando por aí e viu quem quer que tivesse roubado a akuma no mi e por isso foi sequestrada. Caso houvesse aqueles den den mushis de observar os outros como câmeras, iria até a sala deles, precisava verificar algo com eles.




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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 8 EmptyQui 28 Maio 2020, 00:32



[LB] O Florescer de Utopia II — 015

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Karyo se aproximou de Calros e Kyo, contando as más novidades descobertas a pouco. A soldado pareceu a mais afetada pela notícia, quase gritando: — Roubaram a minha akuma?! — Levou suas mãos à têmpora, sem acreditar. — Me falaram que poderia a comer quando virasse tenente! — Disse, quase chorando. Karyo não lembrava dela lhe dizer nada em relação a akuma desde que a tinha posto sobre a sua asa, muito menos sobre seu desejo em comê-la, descobrindo ambas informações ali, no calor do momento.



O sargento Calros, após indicar ao tenente que nada havia a acrescentar, perguntou novamente à soldado: — Foi a primeira vez que você ouviu a voz? E você já sentiu outro arrepio? — A garota estava de costa para ele, ainda mirando na direção de Karyo, perturbada. Ainda assim foi possível ouvir a sua resposta: — Você está surdo? Já disse que sim. Senti um arrepio e logo em seguida vi o rosto do tenente Günter surgir à minha frente. Foi a única vez que isso aconteceu comigo. — Apesar do desacato, sua voz estava apática. Shen, distraído, ouviu apenas a segunda parte da resposta, alheio a pirraça da garota. — Pode deixar que eu aviso algum de vocês. — Dizia, desta vez obedientemente.



Sem se importar com o problema do seu subalterno, o tenente Karyo seguiu seu rumo, com Calros e Kyo partindo em busca da pequena Karin. Enquanto o sargento passava pelos dormitórios, o tenente ia até a prisão e escoltava Erza até a sala de interrogatório. Após alguns minutos, Calros chegou à recepção, sem sucesso até então, e viu Kyo, sozinha, próximo à porta, de costas para ele. Se aproximando, a garota ouviu seus passos e se virou, vendo o ruivo e abrindo um sorriso zombeteiro. Apontando para o lado direito (esquerda do sargento), disse: — A encontrei ao acaso quando passei em frente ao laboratório. — Olhando na direção apontada, veria a pequena Karin sentada com Gwen no colo. Ela irradiava felicidade e, se levantando, correu na direção do sargento, estendendo a aranha para ele. — Tcharan!



Olhando com atenção, seria possível notar que o tiro de antes havia decepado parte da pata do aracnídeo. Ainda assim, onde antes havia uma pata animal, agora havia um cilindro metálico a completando. Gwen parecia estranha com aquilo, provavelmente levaria alguns dias para se acostumar, mas conseguia se locomover tão bem quanto antes, subindo pelo braço do ruivo até descansar em seu ombro. Karin observou tudo, contente.



Karin:
 

Kyo informava: — Parece que ela não achou um veterinário e resolveu fazer o que podia. — Para o que a garota complementava: — O cara chato do hospital quis deixar a aranhinha cotó!!! — Reclamou! — Mas eu fui e fiz uma protesezinha para ela. Hihihi... — Sobre estar bem, a menina respondia: — Estou sim! — Afirmava esticando seu polegar na direção do sargento, eufórica. Sobre voltar para casa, ela prontamente negava. — Em casa tem muitos livros legais, mas aqui tem o laboratório cheio de coisas diferentes. Quero ficar aqui até o Otousama voltar! — O sargento então voltou seu foco para seu animal, desculpando-se e lhe prometendo comida. A aranha pareceu satisfeita, ao tempo que Karin gritou: — EU QUERO PIPOCA! — Kyo gargalhou com a ação inusitada da garotinha.



Mais abaixo, na sala de interrogação, Karyo observava a antes bela e austera tenente Erza tremer da cabeça aos pés, a despeito da temperatura elevada e de não estar com febre. Sua pergunta pareceu sequer chegar a sua mente, pois não houve nenhuma resposta. A ruiva apenas ficou lá, sentada, olhando para o vazio. O silêncio perdurou por alguns segundos, até estes formarem minutos completos. — Estou enlouquecendo. — Disse ela, por fim. Sua voz baixa e rouca, quase ininteligível.






Demonstrando seu desejo em aprender, o Comodoro gesticulou para que o Tenente o seguisse, deixando estampado em seu rosto todo o desprazer que sentia em ensiná-lo. — Kami-e é um dos Rokushiki, assim como Tekkai, Geppou, Shigan, Soru e Rankyaku. — O akumado então explicou sucintamente a funcionalidade de cada um e explicou que, apesar de ser habilidades normalmente utilizadas por Agentes, marinheiros também conseguiam aprendê-las.



Passando rapidamente pela área exterior do QG, o homem pegou um punhado de pequenas pedras, e, após chegarem em uma sala de treino, ampla e vazia, deu essas pedras para a Serpente Vermelha, dando um passo para trás e ordenando que as pedras fossem jogadas em si. Obedecendo seu superior, Laith arremessou as pedras contra ele e o viu desviar de todas, realizando movimentos sutis para passar pelas pedras sem ser atingido. Daí em diante foram horas de treino, com uma base teórica antes de partirem para a parte prática, onde o pobre tenente foi atingido inúmeras vezes pelas pedrinhas antes de finalmente pegar o básico do Kami-e.



Saindo da sala, o Comodoro comentou: — Lhe ensinei o que pude, o resto é com você! — Sua voz, grave como sempre. Sem mais, volveu os pés e partiu, deixando o tenente para trás. Laith, por sua vez, também partiu, rumando para a cidade.



Enquanto o Tenente saía do QG, Katherine e Helena caminhavam até o refeitório, aproveitando o momento para se conhecerem um pouco melhor. — Hm… Algo sobre mim? — Ponderou, levando o indicador de sua mão canhota aos lábios, ao passo que olhava para o alto. Quando Katherine sugeriu começar por sua entrada na marinha, um sorriso divertido e saudoso surgiu em seus lábios. — Ah… Bons tempos! Tinha uma cabeça de vento, cheia de sonhos! — Seu tom parecia censurar à si própria, embora ainda estivesse sorrindo. — Depois do teste de admissão, passei bons meses na cozinha. Foi árduo, mas como sempre gostei de cozinhar, não me importei muito. Só que, na época, queria mais ação, queria ir para a vanguarda, fazer diferença… Pfft! — A Tenente assoprava com o canto da boca, cheia de desdém com sua versão do passado, gesticulando com a mão que aquilo havia acabado.



Ao chegarem ao refeitório, o encontraram limpo e arrumado, sem vestígios do ataque, salvo uma marca profunda na parede próxima a entrada, causada pelo machado do Tenente Hector. Uma dezena de marinheiros já se alimentavam, com um silêncio pairando sobre eles, quase como se estivessem com medo de falarem. Seus olhos zanzavam de um companheiro para outro, desconfiados, como se qualquer um ali pudesse se levantar e atacar os demais novamente. Katherine se dirigiu para pegar sua janta, mas Helena passou seu braço pelo dela e começou a puxá-la rumo à cozinha. — Vamos preparar nossa comida desta vez! — Avisou, animada, sem deixar espaço para negativas.



Ao entrarem na cozinha, um senhor quase obeso, de bigode avantajado, olhou para as duas irritado, mas nada disse ao ver a patente da ruiva. Haviam mais três soldados rasos, ajudando o senhor a preparar a refeição para os demais marinheiros. Helena levou Katherine até a bancada mais afastada, mantendo-as fora do caminhos dos demais marinheiros. Com uma careta (forçada?) levantou seu braço direito, enfaixado, por alguns centímetros. — Vou precisar da sua ajuda. Hehe... — Informou, apontando para alguns ingredientes próximos para que Katherine os pegasse e os colocasse sobre a bancada.



A Major aproveitou o momento para falar sobre o seu ingresso no exército revolucionário e a tenente prontamente indagou: — E qual seria essa tal Justiça? — Após a resposta, Katherine emendou outra pergunta, recebendo a seguinte resposta: — Essa é difícil… Ser da Marinha é buscar por um mundo melhor, proteger os mais fracos. — Mais uma vez ela dava aquele riso de deboche. — Ou, ao menos, era nisso que eu acreditava... — Sua expressão era um misto de tristeza e cansaço. E, em relação à última pergunta da Major, ela respondia: — A única coisa que eu posso mudar é como eu trato aqueles abaixo de mim. E nada mais!



Laith, a várias quadras dali, via um senhor fechando sua lojinha. O estabelecimento estava bem destruído, mas havia uma placa, igualmente acabada, com os dizeres: 'Crawford Alfaiataria'. O velho suspirou enquanto fechava a porta e buscava a chave em um molho para trancá-la. — Ahhh… Meu filho tinha razão, nenhum cliente apareceu hoje. E dúvido que algum vá aparecer tão cedo... — Desanimado e de coluna curvada ele buscava pela chave, passando uma a uma sem pressa. Ainda assim, estava muito bem vestido e, se ele tivesse confeccionado as próprias roupas, era um ótimo alfaiate. Trancando a porta, o senhor se virava e se deparava com Laith a poucos passos de si, gritando de puro pavor ao ver o marinheiro!



Laith Kinder:
 

Legendas:
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  • Marine
  • Capitã Katt
  • Comodoro Hall Jackson
  • Tenente Helena
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza
  • Sargento Amanda
  • Karin Shinonome
  • Soldado Kyo
  • Tritões
  • Revolucionários
  • Marines Corrompidos


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Última edição por GM.Noskire em Sex 29 Maio 2020, 11:26, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 8 EmptyQui 28 Maio 2020, 03:59





Posts em Utopia - 61
Ao ouvir as palavras de Karyo me preocupava um pouco com a situação, mas achava realmente interessante a reação de Ryo. Ela ficara nervosa com aquilo tudo. Não sei qual a grande vantagem de uma akuma, pelo menos o tenente ali só virou um grande esqueleto. Mas o que achei ainda mais interessante é que como ela estava nervosa, ela brigava comigo indagando sobre porque eu repetia uma pergunta. Como o tenente Karyo não parecia ter problemas com tudo aquilo, eu agradecia o mesmo com um aceno de cabeça e partia com Ryo indicando as ordens para ela.

Enquanto o tenente Karyo saía na direção da prisão eu falaria para Ryo antes de partir na direção do dormitório. – Interessante você falar que eu repeti uma pergunta. – Diria já com um sorriso meio sarcástico no rosto. – Porque lembro de ter pedido para você me avisar sobre um arrepio na próxima vez que o sentisse. – Comentaria dando um tempo para ela. – E você só confirmou essa ordem dessa vez. Talvez por não ter falado nada sobre isso que a primeira resposta tenha fugido de minha mente. – Concluiria, demonstrando para a soldado que ela havia gritado com um superior. E isso logo após não ter respondido um pedido anterior deste superior.

De qualquer forma, saí em busca de Karin e infelizmente os resultados iniciais era: sem resultados. Aquilo já estava me deixando maluco até eu finalmente ver Karin com Ryo na entrada do quartel general. Ainda bem que a minha teoria estava errada. E achava incrível como a menina tinha nervos de aço e queria ficar por ali ainda. Mas o que me deixou realmente com coração partido foi ver Gwen com um cilindro de metal em sua pata. – Obrigado Karin por tudo. – Diria realmente agradecido enquanto via a coitada da Gwen subindo no meu ombro com dificuldades por causa da perda de parte de seu membro.

A situação ia desenrolando e Karin pedia por pipoca. Respirava fundo feliz de ver que realmente até o fato de um homem ter morrido perto dela parecia simplesmente não afetar a pequena. Talvez ela não tivesse reparado no que de fato havia ocorrido. – Ok... – Diria olhando para Karin com uma sobrancelha erguida. – Você quer pipoca no almoço? Seu pai iria concordar com isso? – Perguntaria num tom sério, não acho que isso era o correto, não podia mimar a filha de outra pessoa.

Se ela falasse que sim, sendo obviamente uma mentira, eu iria rir e falar. – Ainda bem que não sou o seu pai. Você irá comer algo mais saudável no almoço. A tarde poderá comer pipoca. – Diria agachando perto dela e tocando no nariz da pequena enquanto falava, tentando deixar o tom mais leve apesar de negar o pedido dela. Agora, se ela falasse um sim realmente verídico, que ficava difícil de duvidar, eu indicaria para as duas irem andando comigo para o refeitório, mas no caminho perguntaria para Karin. – E exatamente o que você almoçava todos os dias? Já que estava sozinha. – Se ela falasse pipoca ou qualquer outra coisa menos saudável, eu responderia no mesmo instante. – Então chega né. Vamos comer algo mais saudável para te fazer crescer direitinho.

Me sentia mais leve por ver que ela estava bem, agora só precisava pensar em onde ela poderia ficar enquanto eu ia até a prisão para o interrogatório com Karyo. Ao chegar no refeitório veria como estava a situação, se alguém já havia limpado o sangue do local ou qualquer coisa do tipo. Veria se já estavam servindo o almoço e qualquer coisa do tipo. Se o almoço já estivesse sendo servido, eu falaria para a pequena. – É, já até cozinharam o almoço de hoje. Acho que a pipoca terá que ficar para mais tarde mesmo. – Falava num tom claramente falso de pena. E serviria uma refeição para ela. Antes de servir para mim, iria até a cozinha e pediria por um pouco de carne crua. Que daria para Gwen, para então sim ir me servir.

Caso o local estivesse vazio e ainda não tivessem começado a fazer o almoço, eu respiraria fundo derrotado. Até poderia fazer um almoço, mas isso demoraria bem mais que fazer pipoca para a pequena e eu precisava ir para o interrogatório com o tenente Karyo. Por isso me dirigiria para a cozinha e veria se encontrava milho de pipoca para fazer um pouco. Também procuraria por carne crua para Gwen. Não me preocuparia com comer naquele momento, só com a coitadinha e a pequenininha.

Independente da situação, após terem terminado de comer. Começaria a andar enquanto falava para Karin. – Quem estava lá no laboratório com você? – Se fosse um marinheiro teria que pedir para ele vigiar a Karin por um tempo enquanto ia para o interrogatório. – Já que gostou do laboratório, acha que pode ficar por lá enquanto eu faço outras coisas? – Perguntaria só para confirmar, mas acho que a resposta já era bem óbvia por si só.

Ao chegar no laboratório, que sinceramente até me perguntava o que poderia ter em um laboratório de um quartel general. De qualquer forma, ao ver o possível marinheiro iria me identificar. – Sargento Calros Lazo. – Esperava e torcia para que a pessoa se identificasse também. – Preciso cuidar de um interrogatório com o tenente Karyo Shen, fiquei sabendo que a pequena Karin aqui estava por aqui antes, tem algum problema deixá-la mais um tempo? – Perguntaria torcendo para uma resposta positiva. Iria me despedir de Karin e iria com Ryo e Gwen para o interrogatório do tenente Karyo.

Caso não houvesse nenhum soldado no laboratório, olharia meio preocupado para a situação. Não queria deixar a pequena sozinha e não queria que Ryo saísse de perto de mim, não sei quando ela teria outro arrepio ou ouviria novamente a voz. Respiraria fundo pensando naquilo por um instante. Retiraria meu baby den den mushi do bolso e entregaria para Karin. – Vou te deixar sozinha aqui no laboratório para você se divertir. – Diria num tom meio preocupado, mas empurrava a preocupação para longe, ninguém machucaria uma criança tão doce como ela do nada. – O tenente esqueleto tem um igual a esse. Se qualquer coisa estranha ocorrer ligue para ele imediatamente. Ok? E fique aqui até eu vir te buscar. – Diria lembrando que ela realmente gostara do esqueleto gigante. Caso ela não soubesse usar o den den mushi, a ensinaria, sem ligar exatamente para Karyo, mas mostrando como era feito o processo. Após isso indicaria para Ryo que iríamos para o interrogatório do tenente Karyo.




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Última edição por PepePepi em Sab 30 Maio 2020, 16:28, editado 1 vez(es) (Razão : Para o Noskire entender uma frase que ele não entendia nem por reza)
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 8 EmptyQui 28 Maio 2020, 20:40





Inacreditável, essa a única palavra que poderia descrever a situação na qual o tenente havia se metido. Se por um lado ele achava interessantissima aquela habilidade, por outro, o treinamento havia mostrado a ele que sua ascenção estava longe de acontecer e ainda havia um longo caminho de lama para ser cumprido.


Rokushiki, as seis artes, esse era então um dos segredos da marinha e do Governo Mundial que tornavam em boa parte os oficiais dessas organizações em nomes temidos pelos mares e garantia que pudessem ser executores de ponta, de fato, ter a hegemonia dessa arte era o suficiente para que conseguisse um poderio bélico no mínimo desleal, será que haviam membros revolucionários e piratas que poderiam aprender isso também de forma ilegal?


"Então, era isso que ele queria dizer a respeito de desviar como um papel, interessante como se é possível fazer isso, será somente uma ilusão? Aqueles outros como o Geppou e Shigan parecem interessantes também" Pensava Laith enquanto observava o movimento do Comodoro, a forma como seu corpo desviava era no mínimo bizarra, quase irreal, ver um corpo se defletir contra o próprio ar deveria ser impensável, mas acontecia ali na frente, se bem que, comparado com os eventos anteriores, essa era a menor bizarrice de todas.


Mais uma pedra era jogada em direção do superior e mais uma vez ele esquivava-se dela, será que aquela técnica tinha alguma falha bruta? Talvez se o adversário tivesse uma velocidade ridiculamente superior? O marinheiro acabava por soltar um leve sorriso ao ter o novo desafio de aprender aquilo, seu poder poderia aumentar e muito. Dessa vez, era seu turno, e inicialmente o homem dava uma explicação sobre aquilo, mover seu corpo como uma onda, aproveitar o movimento, bla bla bla. Enfim, a prática tinha seu turno e na mente do seu assassino ele era um prodígio, aquilo seria momento, isso no plano ideal claro. A primeira pedra acertava o rosto deixando um belo roxo na testa, teria falhado só por desatenção? Talvez, valia a pena tentar denovo. Mais uma, outra, outra e outra. " Esse desgraçado deve estar forçando para cima de mim" pensava o tenente já sentindo um pouco de raiva, seu rosto doía e preferia não contar quantas pedras havia recebido, mas já deveria fazer um bom tempo.


O treinamento prosseguia por mais um período e cessava quando Laith, com um olho já inchado e seu corpo quase instintivamente se desviando das coisas entendia a teoria, aproveitar o movimento, era isso, seu corpo já estava acostumado como Kami-e, bastava aceitar isso e permitir que ocorresse e era assim que acontecia. Seu corpo tomava a liberdade necessária e o tenente desviava pela primeira vez como um papel.


- Obrigado senhor, vou fazer bom uso dessa habilidade. Afirmava o oficial sendo liberado e partindo atrás da sua próxima descoberta, algo que pudesse trazer a tona sua personalidade, a fim de usar melhor suas habilidades de lideranças, líderes eram pessoas que tinham características únicas e agora que sua patente permitia maior liberdade, poderia usar algo que marcasse sua identidade.


De início, o Kinder estranhava a reação do velho, mas bastava um minuto para entender o que acontecia, bem, seu rosto não desvia estar apresentável devido ao treinamento. - Não se preocupe, não estou aqui para fazer mal, sou um cliente, um cliente que paga bem, preciso de um sobretudo preto e diferente dos demais, algo que seja único, e que tenha na ombreira as identificações de um tenente da marinha. O oficial apontava para seu próprio ombro, mostrando seu uniforme. - Em quanto tempo consegue fazer ? Assim, caso conseguisse sua nova vestimenta, voltaria para o QG afim de ir para a enfermaria colocar um pouco de gelo no ferimento e diminuir o edema, caso contrário, ou se algo acontecesse, ficaria ainda ali com o alfaiate.










~ Histórico ~



Ganhos: Kami-e(Rokushiki)
Perdas:
Posts: 16
Relações com personagens:
~ Legenda ~

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 8 EmptyQui 28 Maio 2020, 23:16





Assim que a ruiva ouviu o que tinha sugerido, um sorriso apareceu em seus lábios numa mistura de diversão e saudosismo. Ela terminava de falar com certo tom de desdém quanto a sua versão passada - Temos algo em comum, eu também gosto de cozinhar diria com um sorriso no rosto - Mas, parece que ainda não amadureci já que quero fazer a diferença faria referência a sua última fala de forma divertida. Helena parecia ter presenciado algo que havia mudado sua forma de pensar, talvez alguma situação em que viu seus esforços serem reduzidos a nada ou algo ruim em relação a marinha “Se eu insistir será que ela conta?” me perguntaria nesse instante.  

Não houve tempo para que eu pudesse pegar a comida já que ela logo me puxava para dentro da cozinha - Tudo bem então procuraria ficar animada como ela. O clima amistoso prosseguia entre nós duas e isso com certeza seria bom para uma formação de laços entre nós duas. Um dos homens que estava na cozinha nos olhava irritado, mas acabava por não se manifestar muito provavelmente por conta da patente da ruiva - É uma bobinha mesmo riria da careta feita por ela e em seguida iria pegar o que havia sido pedido pela mesma - Posso saber o que vamos fazer senhorita? questionaria em tom de brincadeira.  

Ela me fazia uma pergunta interessante ao falar sobre que tipo de justiça eu queria fazer quando entrei para a revolução - Talvez eu tenha ainda uma ideia errada quanto a isso, mas sinto a necessidade de ajudar a todos aqueles que são desprezados pela sociedade utilizaria um tom sério por ora - Vocês podem enxergar o método dos revolucionários como ruim, mas no fim estamos ajudando a todos os que precisam de auxílio diria em seguida. Apesar do tom debochado ela ainda demonstrava certeza tristeza em suas respostas para os meus questionamentos o que certamente era interessante devido as palavras que esta me dizia.

A ajudaria nos processos necessários para preparar o que iriamos comer e logicamente aplicaria minhas habilidades para que as coisas dessem certo. Aproveitaria para continuar o assunto em alguns momentos - Não sei se estou sendo invasiva, mas pode me dizer o porquê de você pensar assim agora?   não poderia negar a minha curiosidade. Se ela demonstrasse certa resistência em falar encerraria a conversa por ali e trocaria o tema - Me desculpa, acho que é melhor falarmos de outras coisas então  faria o pedido e logo começaria a pensar em alguma outra coisa que pudesse se tornar a tônica principal. Caso ela não visse problemas em falar eu então a escutaria atentamente para ter algo a dizer quando terminasse.

Ficaria em silêncio por algum tempo enquanto pensava em algo para que pudéssemos fazer naquele momento - Já sei! diria animada quando chegasse a uma conclusão - Cada uma pergunta o que quiser para a outra, que tal? olharia diretamente para ela com um sorriso - Eu deixo você começar falaria por fim. Faria essa gentileza para que ela se sentisse um pouco mais confortável para que nossa interação continuasse de maneira saudável para ambas - Vale qualquer coisa reforçaria a minha primeira afirmação quanto a “brincadeira” que estávamos fazendo. Quando terminássemos de cozinhar seria a minha vez de puxa-la, desta vez a tiraria do refeitório - Vem, vamos nos sentar! mostraria a minha empolgação para ela.  




~ Histórico ~



Ganhos: Itens do inventário, dívida com a marinha de B$ 7.460.000 (montante total: B$ 8.500.000, parcialmente pago com o dinheiro do inventário)
Perdas: Todo o dinheiro,
Posts: 15
Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
Personalidade atual: Katherine  


Objetivos:
 



Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 8 EmptySex 29 Maio 2020, 00:46







Tão logo transmitia a informação para Calros, recebia outra inesperada surpresa do pequeno Ryo — Sua akuma?! Comê-la?! Você sabe no que está se metendo?! - colocaria minha mão à frente do rosto do soldado, virada para mim, com os dedos contraídos — Isso é uma maldição. Não subestime o que essas frutas podem fazer com você - me recomporia, trazendo o braço de volta à lateral do corpo — Mas, sim, se você virasse Tenente, isso mostraria que sabe cuidar de si... com certeza poderia comer uma, se encontrasse - complementaria, aliando o sermão com um quê motivacional — Mas, afinal, quem lhe disse isso? - indagaria, curioso.


Chegada a hora de deixar o grupo e cumprir com os meus deveres, conduzia a Tenente Erza para a sala de interrogatório, onde agora encontrava-se sentada. O caminho tranquilo, sem resistência, me dava esperanças com aquela empreitada. Talvez aquele interrogatório viesse a ser frutífero — Tenente Erza? - era cedo demais para comemorar. Me dava a perceber que a mulher estava trêmula dos pés à cabeça — Tenente Erza? Está tudo bem?! - era óbvio que não estava — Precisa de uma copo d'água? Te alimentaram bem durante as refeições? - indagava, mas nada parecia adiantar — O que disse? - perguntaria; evidentemente, em vão. "Enlouquecendo? Foi isso que ouvi?" - questionava a mim mesmo.


A situação estava por demasiado estranha. E só então me liguei. Estaria Erza sendo atormentada por aquelas vozes?! As mesmas que levaram o Tenente Hector a fazer coisas inexplicáveis? A mesma que o pequeno Ryo e o Sargento Lazo escutaram? Mas por que ela não me atacava? Por que Lazo e Ryo não ficaram agressivos? As condições eram diferentes de pessoas para pessoa? Isso era mesmo um poder de Akuma no Mi?! — Tenente Erza... se escutei bem, acredite em mim, você não está enlouquecendo... você anda escutando vozes? - indagaria — E o que anda escutando? - continuaria. A este ponto, minhas mãos estariam próximas de minha foice, ainda que não estivessem repousadas nela, a fim de não chamar a sua atenção.


Havia sido pego de surpresa antes, e não seria uma segunda vez. Pronto para um ataque repentino, estando de pé, jogaria a cadeira contra a agressora e bloquearia o caminho da porta, já brandindo a minha foice — Tenente Erza, recomponha-se! - exclamaria — Soldados! Peçam reforços para os superiores! - ordenaria para os subalternos do lado de fora — Tenente Erza, não irei lhe ferir seriamente, mas se der mais um passo, não posso garantir sua total integridade - ameaçaria, de modo intimidador. E, ao seu avanço, responderia imediatamente, guardando a foice e partindo para a trocação franca de socos. Uma foice para uma foice e mãos nuas para mãos nuas! Este era o meu jeito de ser.


Todavia, se a Tenente Erza apenas não esboçasse reação, me levantaria — Acabamos por hoje, me acompanhe - a conduziria de volta para a sua cela, junto dos soldados, me certificando que a cela ficasse bem fechada e me apropriando da chave — Vamos ter outra conversa posteriormente - e, quando ela estivesse presa, testaria algo — Mestre. Isso lhe soa familiar? - perguntaria, do outro lado da cela, em uma última esperança.










~ Histórico ~




Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 16
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Lâminas Gêmeas - Projeto; Chaves das Celas B12 e B13.
Perdas:B$: 3.600.000

NPC's: Atualizar Soldado Ishisaki (Oota); Ramsés; Karin; Yuki Kobayashi; Hector, Cross of Pain; Masaki Tadakuni; Comodoro Hall Jackson; Vice-Almirante Kurt Storm.
Players Atualizar Katherine Silverstone.
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 0/3 - Recarga - 0/5; Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.







Objetivos


Spoiler:
 


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