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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 7 EmptyQua 25 Mar 2020, 04:43

Relembrando a primeira mensagem :

[LB] O Florescer de Utopia II

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiros Calros Lazo, Karyo Shen, Laith Kinder feat Marinheira jr. Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Kekzy
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 7 EmptySex 15 Maio 2020, 01:51





Finalmente os traidores estavam encarcerados. Haviam prejudicado os seus próprios companheiros de forma irreparável. Não entendia quais eram as circunstâncias, em sua totalidade, mas seria difícil conseguir perdoá-los pelos seus atos, mormente o atirador que havia nocauteado. E, falando em confiança — Reconheci o valor dela e o desejo de ser uma das nossas. Reconheço a intenção de alguém ao brandir uma arma. Ainda assim, precisamos ficar atentos... O inimigo pode estar em qualquer lugar  - comentava a respeito de Katherine Silvertone, a revolucionária que pagava a sua dívida com a marinha, a fim de limpar o seu nome. Meneava a cabeça, olhando de um lado para o outro, no fito de perceber se estávamos sendo espreitados.


Havia muito a se falar; muito a ser feito. Não a toa possuíamos pendências, tal como a questão da Tenente Erza — Me dói ver uma marinheira atrás das grades... mas da forma que se apresentou, acredito que seja o mais seguro, por agora - falaria, escutando o que Calros tinha a dizer — Certamente, certamente... os interrogatórios são nossa melhor chance de compreender o poder do inimigo ou conseguir alguma pista sobre o seu paradeiro. Quem sabe até uma forma de nos protegermos deste feitiço, ou seja lá o que for. Uma Akuma no Mi, imagino? - deliberaria. Desde que havia chegado à Grand Line havia conhecido poderes e indivíduos únicos, estranhos e imprevisíveis — Ainda preciso descobrir o que é isto - ergueria a mão à altura dos olhos de Lazo, mostrando o cintilante rubi cravado em meu osso.


O meu encontro com o Sargento Lazo era um ponto nevrálgico nesta trama, pois era o homem mais inteirado entre todos nós. Compartilhar informações sempre tendia a nos levar a algum lugar — Controle mental?! - batia na parede, com a palma da mão, incrédulo. E o local que a nossa conversa parecia estar me levando era ao precipício da insanidade — Bem, é possível... - suspirava fundo, olhando para os meus braços e mãos. "Tudo aparenta ser possível neste mar de fantasia" - ponderava. E cada vez mais ele me pressionava contra o abismo da loucura — Matem-no?! Na sua cabeça?! - continha a voz, quase que cerrando os dentes com força, a fim de abafar o som — Quanto a este soldado a quem se refere, não havia soldado comig... você diz o pequeno Ryo?! - desta vez, não conseguia me controlar, reconhecendo que minha voz havia extrapolado, junto ao outro tapa na parede. A última coisa que esperava era que o pequenino Ryo estivesse envolvido nessa.


Passava algum tempo ali, fitando o Sargento Lazo. Suas revelações e teorias eram um tanto difíceis de engolir - o pior era que já havia percebido o tipo de homem que ele era. "Estes não mentem para um companheiro nem por um decreto" - sabia, pois também era assim — Tomarei em consideração todas as suas preciosas observações, Sargento Lazo. Fico grato pelo excelente trabalho. São poucos os homens que possuem olhos como os seus e os de Gunter - observava, alternando o olhar entre ambos. E era verdade. Os dois, junto a Amanda, eram os três mais inteligentes que conhecia — Sim! Estou quase certo. Do contrário, com quantas facções estaríamos lidando? E logo quando você desvendava informações sigilosas sobre ele? Coincidência demais para deixar passar... - mensurava — Armazéns?! - Gunter havia achado pistas e, ao que pareciam valiosas — Prossig-! - mas, quando o estimular, sentia o chão sobre os meus pés tremerem.


O-O quê... - senti um frêmito em minha espinha. Era um rugido. O rugido de um grande leão. Sem sombras de dúvidas se tratava do animal da Capitã Katt. Porém, para mim, também parecia o leão de uma história que havia lido por conta de Gunter, quando estávamos viajando entre Lvneel e Wonderful Land — É como se o seu canto emanasse a Magia Profunda... ou talvez, até mesmo, a Magia Mais Que Profunda - meus ossos vibravam, enquanto comentaria com Gunter, que não deixaria de entender a referência ao livro que havia me apresentado: "O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa"¹.


De toda sorte, se a Capitã havia chegado, era tempo de nos apressarmos e irmos de encontro à sua presença — É melhor estarmos o mais rápido possível - comentava com meus companheiros. Tinha certeza que eles entendiam a razão. E assim fazíamos. Logo estávamos à presença da excelentíssima; na verdade, ela que havia nos encontrado. Ergueria a cabeça, virando-me para a Capitã e fazendo uma reverência. Como era de praxe, bocudo como era, o Sargento Lazo já começara a falar antes mesmo de eu completar o ato ecumênico — Foi um ataque relâmpago. Devo reforçar as palavras do Sargento. Seria apropriado conversamos em um canto mais seguro - comentaria. Olhando para a Capitã, percebia um insólito brilho em seus olhos. Seu gesto de carregar a marinheira morta parecia o gesto de uma mãe. Imediatamente sentia uma grande alfinetada onde um dia estivera o meu coração. Era certo que era algum ente querido — Depois de darmos um enterro digno a esta marinheira, a qual bem serviu a organização enquanto estava ao vosso lado - abaixaria a cabeça.


"Este sentimento... esta responsabilidade..." - tudo o que sentia era culpa. Desde que havia chegado em Utopia. Essa ilha não havia me trazido muitas coisas senão aquele intenso sentimento pesaroso. A morte de Kurai; o atentado contra Amanda; contra Gunter; a perda de aliados sobre a cavidade que representava o meu nariz... Tudo isto me levava a manter a cabeça baixa. Entretanto, como o justiceiro compromissado com o dever que era, fugir nunca era uma opção — Me permita erguer a pá. É o mínimo que posso fazer por compartilhar da culpa deste ocorrido - me oferecia, em um tom lúgubre; o tom de quem buscava a redenção.


Toda aquela situação havia me obstado de notar o que, alhures, seria a primeira coisa a atrair o meu olhar. Ao lado da Capitã Knockout estava ninguém menos do que a figura de um Comodoro da marinha. Não o reconhecia, mas sabia - e como não poderia?! - que era uma patente acima da própria Capitã. Nossos reforços haviam chegado. Senti um alívio - mas, também, um sentimento de impotência, por não ter sido o suficiente para conter uma tragédia daquelas. Precisava treinar - muito! Só assim faria jus aos kanjis que o homem à minha frente carregava. "Justiça" - era o que precisava ser feito.


E poderíamos começar com o relatório que havia solicitado — Se aproxime! O destino que recai sobre nós é o mesmo, não há necessidade de se esconder ou hesitar. Se temer os nossos, o que fará com os outros? - era a minha visão. Apenas com coragem poderia se desempenhar genuinamente o papel de um bom marinheiro — Fez um bom trabalho. Infelizmente, a situação não nos permite descansar. Creio que o Sargento Lazo tenha algum pedido e, assim, eu também. Porém, este último pode delegar a outro soldado - diria, fazendo uma breve pausa para que Calros falasse.


Ansiava - e muito - por ver Amanda e o pequeno Ryo, a fim de ver os seus estados. Todavia, precisava conversas com a Capitã urgentemente, junto ao Sargento Lazo e ao Tenente Gunter. Ainda, com o que Calros havia me revelado, Ryo seria de boa serventia neste momento — Fico grato por tanta diligência - agradeceria ao soldado  — Ainda, devo pedir que traga o Pequeno Ryo à nossa presença. É um assunto de grande importância - diria a ele. Precisava saber o que mais o Ryo havia escutado - se é que ele havia. Quem sabe ele não pudesse colaborar mais conosco; e, de toda forma, preferia que ele estivesse ao meu lado, enquanto o clima ainda me torturasse.


Dessa forma, acompanharia a Capitã até o lado de fora do QG, a fim de escavar um túmulo - com uma pá - para a marinheira abatida, se assim ela desejasse. Do contrário, seguiria para o local mais reservado que havíamos sugerido, seguindo a Capitã - provavelmente para a sua sala — Perdoar-me pela ignorância, mas quem seria este nobre Kurt a quem se refere? - indagaria para o Comodoro, estabelecendo nosso primeiro contato — Há de me perdoar novamente pela má educação. As coisas têm estado tão loucas que mesmo na morte não pude sossegar. Tenente Karyo Shen. Será um prazer trabalhar ao lado de um homem tão digno - também o reverenciaria à distância.



Noutra via, quebraria o silêncio — Estou bem, com apenas três ossos raspados que ardem, mas não chegam a ser um problema, mas meu companheiro não. Te acompanho até a sala ou podemos seguir à enfermaria, juntos? - esperaria pela resposta dos meus superiores, de modo que iria ao local indicado. Na enfermaria, buscaria por Amanda, Laith e até mesmo Ryo, adiantando a minha ordem dada ao soldado. Não deixaria de avaliar bem o estado dos nossos outros irmão de guerra. Em contrapartida, na sala da Capitã, começaria a falar — Este ataque começou quando o Tenente Gunter estava nos contando algumas coisas que descobriu sobre o Ishisaki. Temo que ele seja o mentor desta atrocidade. Gunter, se puder nos contar mais sobre o que viu - estimularia, dando o espaço para que ele compartilhasse tudo que havia de ser compartilhado.






¹ O Gunter, o meu NPC ainda não companheiro, mas que está comigo desde a segunda aventura, sempre lê livros. Em algumas ocasiões, eu os li in-game, em outras, aproveito algumas lacunas no tempo para inserir estes roleplays e referências, aproveitando do que já acontece.






~ Histórico ~




Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 12
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Lâminas Gêmeas - Projeto.
Perdas:B$: 3.600.000

NPC's: Atualizar Soldado Ishisaki (Oota); Ramsés; Karin.
Players Atualizar Katherine Silverstone.
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 1/3 - Recarga - 2/5; Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.







Objetivos


Spoiler:
 

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ADM.Noskire
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 7 EmptySab 16 Maio 2020, 01:26



[LB] O Florescer de Utopia II — 012

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Katherine aproveitava o momento para se informar e seu companheiro não demorava a responder: — Quando eu acordei, eles já haviam partido. Me falaram que eles foram liberados. — Ele parecia meio indeciso se aquilo era verdade ou não, mas deu de ombros antes de esticar seu pulso mais uma vez para a Major. Contudo, ela parecia estar em uma página diferente do Revolucionário e suas palavras alteraram gradativamente a expressão dele de entusiasmo para um misto de confusão e desprezo. — Você foi solta. — Acusou. Estas foram as suas últimas palavras para a mulher, ouvindo-a e olhando-a com desprezo até a mesma sair dali e ser ocultada pelas cortinas.



Enquanto isso, nos corredores do QG, Calros explicava sucintamente o ocorrido e, quando a Capitã ligava as pontas, deixava seus braços caírem para o lado do seu corpo, enquanto a chicoteadora estatelava-se de cara no chão frio de pedra. — Ah! — Tal ato retirava da boca do ceifador as palavra de consolação ao luto já que, obviamente, seriam desnecessárias. O Comodoro apenas observava, inexpresivo, enquanto o Mr. Juba cheirava o defunto, em dúvida.



Com a deixa de Calros e Karyo, o soldado se aproximava dos figurões, engolindo em seco antes de bater continência com mais força do que o necessário e informar: — S-Senhores! Estas são as informações que consegui reunir sobre os mortos e feridos devido à este ataque… inesperado. — Dito isto, passava a buscar em seus bolsos por algo. Mais próximo, era possível perceber que era bem jovem, não mais do que dezoito anos, de cabelos curtos e negros, o rosto sem barba. Achando e tirando uma folha rasgada de um dos bolsos, limpou a garganta e começou a ler: — Soldado Masaki Tadakuni com ferimento na perna, tratado. Soldado Yoshitake Tanaka com ferimento na perna, tratado. Soldado Hidenori Tabata com ferimento na perna, tratado... — Para Karyo e Calros, presentes na confusão, seria fácil lembrar que todos haviam sido atingidos por tiros. Também dava para notar que aqueles três poderiam ter sido resumidos em uma única sentença, mas o soldado continuava lendo sua colinha. — Sargento Golden Afro, m-morto! — Gaguejava, como se lesse aquela palavra pela primeira vez. A Capitã também abria a boca num 'o' de surpresa. — Tenente Helena com ferimentos no braço, atualmente sendo tratada. Tenente Laith Kinder com ferimentos no tronco e braço, em cirurgia.



O soldado dava uma leve pausa, lendo a próxima parte do seu script. — Em relação aos agressores, alguns dos presentes os reconheceram. Eles são: Sargento Toshiyuki Karasawa, inconsciente e preso. Sargento Yuki Kobayashi, morta. — O soldado apontava para a mulher no chão, uma revelação e tanto para os presentes. — E Tenente Hector Cross of Pain, preso. — Terminando a sua leitura, o jovem guardou o papel de volta no bolso e endireitou a postura. — Sobre a relação entre eles, não descobri nada. — Afirmou, após a conclusão de uma tarefa bem feita. Havia esquecido de mencionar o sargento que vertia sangue à sua frente, mas talvez fosse normal dele, vai saber?



A capitã pensou por um momento, mordiscando uma das unhas no processo. — Mr. Juba, leve-a! — Com a ordem, o animal mordia a calça da mulher com suas presas e passava a arrastá-la para longe dali, sabe-se lá para onde. O Comodoro ficou olhando para o animal arrastando o cadáver até este fazer uma curva e desaparecer de vista. Enquanto isso, a Capitã fez sinal para que Calros seguisse até a enfermaria e o acompanhou até lá, com Karyo e Gunter os seguindo. O soldado aproveitou para desaparecer de vista antes de mais algum pedido concomitantemente ao Comodoro perceber que estava sendo deixado para trás e apressar o passo para acompanhar o grupo.



No caminho, Gunter resolvia também dar sua parcela de informações para a Capitã. — Passei a noite pesquisando sobre o soldado que invadiu nossas dependências ontem, seu nome é Ishisaki Oota. — O nome surpreendeu a Capitã, mas esta nada falou. Com um sorriso brotando em seus lábios, o tenente comentava como que para si mesmo. — Melhor eu ir logo pro fim, dessa vez... — Sacudindo a cabeça para clarear as ideias, continuava: — Ele se tornou agente e completou incontáveis missões. Em sua última ele foi morto, apesar de o vermos ontem, em carne e osso! — Momentaneamente seus olhos se desviavam para Karyo, com um sorriso zombeteiro transparecendo rapidamente.



Ao chegarem à enfermaria, uma enfermeira com as bochechas vermelhas de vergonha (?) vinha prontamente atender o sargento Lazo. O oficial agradecia ao passo que a mulher dizia: — G-gomennasai! — Curvando-se, antes de encaminhá-lo até uma maca e começar seu tratamento, com as bochechas ainda mais vermelhas do que antes, se isso era possível. O restante do grupo preferia ignorar aquela atitude pitoresca e prosseguiram com a conversa ao passo que seguiam o sargento, para o manter à par da situação.



Com Calros sendo suturado, Gunter continuava: — Mas na penúltima, ele veio até Utopia com a missão de desmantelar uma célula de revolucionários que usavam diversos galpões espalhados pela ilha como base. — A boca em forma de 'o' voltava ao rosto da Capitã. — Pelo o que eu entendi, ele passou algumas semanas estudando os revolucionários, seguindo-os, descobrindo os galpões que eles utilizavam, seus horários… No fim, ele descobriu quando seria uma reunião deles, armou uma emboscada e os matou. — Katt se demonstrava cada vez mais perturbada, dando alguns passos para longe do grupo, mostrando suas costas esguia enquanto murmurava: — Então foi ele...



Gunter continuava: — Ao investigar os outros galpões, buscando por armas ou informações sigilosas, ele encontrou apenas órfãos. — O tenente dava uma pausa, deixando que a informação fosse assimilada pelos demais. — Os revolucionários dessa célula acolhiam pessoas carentes, principalmente crianças, e davam-lhe roupas, brinquedos e comida. E Oota havia matado a todos. No fim, algumas das crianças acabaram se aliando à marinha enquanto as demais voltaram às ruas, não havia como a Marinha as acolher como os revolucionários haviam feito. Isso pareceu afetá-lo consideravelmente, já que encontrei alguns arquivos de consulta dele com alguns psiquiat— A Capitã voltava e agarrava o tenente pela gola da camisa, puxando-o até si! — É claro que isso o afetou! — Bradava para o subalterno, seus olhos arregalados a poucos centímetros do rosto dele.



A enfermeira se sobressaltava e espetava a pele do sargento com a agulha, causando uma pontada de dor. O Comodoro, por sua vez, dizia apenas uma palavra, quase num resmungo. — Capitã. — A loira soltava o quatro olhos, o qual alisava seu pescoço, aturdido, enquanto ela voltava a ficar de costa para eles. — Tch! Ele faria de tudo por uma criança! Como que não seria afetado por algo assim! — Para o Tenente Shen, que havia tido uma conversa particular sobre Ishisaki Oota com a mulher, aquela afirmação teria uma base sólida à comprovando. — Então foi por isso que ele foi embora sem se despedir... — Sussurrou, como que para si mesma, ignorando os presentes.



Seu brado anterior havia atraído a atenção de alguns presentes e era nesse momento que Helena surgia, com seu braço enfaixado, correndo até Calros. — Você está bem? — O homem respondia sem emoção enquanto a enfermeira terminava de costurá-lo e passava a enfaixar seu tronco. Kyo aparecia por ali, passando desconfiado pelo outro lado da ala. Karyo o via, podendo chamá-lo ou não. Amanda não estava por ali, pois estava em um quarto separado daquela ala de emergências e parecia ser o mesmo para o Tenente Laith. A pequena Karin e Gwen também não eram vistos por ali. O tenente esqueleto aproveitava o momento para interagir com o Comodoro, o qual o dava um olhar frio em resposta.



Após um resmungo de puro descontentamento, ele falava: — Sou o Comodoro Hall Jackson e vim a mando do Vice-Almirante Kurt Storm. Ele deve chegar na próxima semana e minha missão é pôr ordem nessa bagunça antes disto! — Suas palavras eram ríspidas, secas, quase como se sua garganta não estivesse acostumada a ser usada e as palavras rasgassem seu caminho para fora do homem, arranhando suas entranhas! — Você enfraqueceu com o tempo, Capitã Knockout. O ocorrido na ilha pode ter sido inevitável, mas não… isto! — Gesticulava como se tentasse abranger o QG como um todo. A expressão da mulher azedou com o comentário, mas nada disse. — Estou revogando oficialmente a sua autoridade e, até a chegada do Kurt-sama, eu serei o comandante deste QG.Obedientemente, ela batia continência para o seu superior. A enfermeira terminava de enfaixar o sargento e buscava por uma pomada para passar nas marcas do chicote.



Voltando-se para todos os presentes no local, bradava: — Descansem, pois a partir de amanhã só irão descansar novamente após a restauração desta ilha! — Poderia até parecer exagero, mas sua voz e postura não possuíam um pingo de humor ou mentira. Voltando para a Capitã, continuou: — Espero que não haja mais surpresas. — E, coincidentemente, era neste exato momento que a Major Katherine Silverstone aparecia passando por ali, tornando-se visível por todos do grupo. O Comodoro a observava por algum momento, a única no local sem uniforme da marinha ou do ramo da medicina, até finalmente apontar para a mesma e indagar à Capitã: — O que uma Mink Rinoceronte está fazendo aqui? — Enquanto esperava a resposta, a enfermeira terminava de cuidar do sargento e passava a examinar a perna de Gunter, inchada na altura do tornozelo.



A poucos metros dali, em uma pequena sala, Laith Kinder despertava de seu sono. Ainda se sentia grogue devido à anestesia, com sua visão embaçada, seus pensamentos sem foco e seu corpo aparentemente afundado em melaço. — Opa, sem movimentos bruscos! — Pedia um homem próximo à si. Com algum esforço, conseguiria distinguir a silhueta deste como sendo a do médico que o diagnosticou anteriormente. — Estou acabando de lhe costurar, fique quieto! — Pediu mais uma vez. Com o passar de um minuto, o tenente recuperaria seus sentidos quase que inteiramente, restando apenas um formigamento nas extremidades do corpo e um leve atraso entre seus pensamentos e ações. Seu tronco já estava enfaixado e, após colocar uma ferramenta de lado, o médico começava a enfaixar seu braço também. — Agora resta descansar por uns dias e estará novo em folha! — Informou, sem muita animação em sua voz.



Legendas:
  • Marine
  • Capitã Katt
  • Comodoro ???
  • Tenente Helena
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza
  • Sargento Amanda
  • Karin Shinonome
  • Soldado Kyo
  • Tritões
  • Revolucionários
  • Marines Corrompidos


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 7 EmptySab 16 Maio 2020, 04:34





Posts em Utopia - 58
O soldado não me ajudava de forma alguma, incrível como eu não conseguia informações novas para resolver esse mistério todo. De qualquer forma, fomos para a enfermaria e uma mulher de cabelo rosa começou a me tratar enquanto Günter ia explicando todos os pontos que ele tinha descoberto. Com as informações uma série de falas de Katt ia ocorrendo e ela ia ficando muito emotiva quanto ao acontecido. Karyo aproveitava e indagava sobre o comodoro.

E que homem diferente do normal, ele retirava Katt do comando do quartel general. - Que gentileza. - Falaria após a capitã bater continência por ter sido destituída do cargo. - Agora ela é muito mais livre para poder investigar a situação do Ishisaki por conta própria. - Falava feliz pela liberdade que ela havia recebido, por mais que isso acabava demonstrando para o comodoro que talvez essa não fosse a melhor das ideias retirá-la do cargo. Afinal, ela estava ligada de alguma forma ao nosso suspeito.

Quando ele seguia falando, ele falava sobre descansarmos e eu sinalizava um obrigado para a menina de cabelo rosa que havia cuidado de mim. O problema era que o comodoro já emendava ao ver a Katherine simplesmente passando por ali, ela já podia receber um prêmio de pior timing possível para aparecer do nada. - Ela é uma ex-revolucionária que está nos ajudando com o caso já que ela já enfrentou os piratas Números. - Diria, demonstrando quão confusa a situação estava, eu disse ex-revolucionária para amenizar um pouco a situação, mas não sabia qual seria a reação dele.

Provavelmente aquilo não seria o suficiente para ele aceitar quão confusa a situação estava, então eu continuaria falando mesmo se ele começasse a reagir de alguma forma. Se ele começasse a falar eu provavelmente teria que aumentar meu tom de voz um pouco para ele me ouvir. - Eu ainda preciso contar tudo que descobri... e existem algumas coisas que realmente não podem ser só deixadas para lá já que finalmente estou vendo alguma chance de descobrir como o poder funciona. - Se ele pela reação demonstrasse que ainda não estava convencido, eu falaria ali para os dois – Comodoro Jackson e Capitã Katt – ouvirem claramente. - Desde ontem eu já ouvi uma voz na minha cabeça duas vezes e eu acho que não falta muito para ela soar pela terceira vez. A opinião de vocês dois, que provavelmente já enfrentaram pessoas com akuma no mi pode me ajudar muito aqui. - Não pararia por aí, mas isso com certeza teria chamado a sua atenção. - Além disso, temos os prisioneiros para interrogar que também ouvem a voz, pois foi justamente por ouvir a voz que eu consegui impedir a morte de Günter. - Diria e caso Karyo houvesse chamado o soldado para a conversa, comentaria ainda. - E envolve até mesmo ele, pois tenho quase certeza de que ele também a ouviu. - Diria apontando com meu dedo indicador da mão direita para o pequeno soldado, apesar de não querer envolver uma criança naquilo.

Se eu tivesse conseguido a atenção dele com tudo aquilo e ele me desse permissão para falar, ou quisesse que seguíssemos para algum lugar e lá falássemos, assim o faria. - Ontem, pouco antes da tenente Erza cortar os dedos do tritão eu ouvi uma voz em minha mente falando “Ihh… Cutucaram a besta com vara curta!”, foi tão rápido e tão do nada que realmente parecia só um pensamento avulso meu na hora. Só que pouco antes disso eu havia sentido um calafrio por todo o meu corpo. - Daria uma pausa para ver a reação do soldado Ryo. - Hoje de manhã eu senti outro desses calafrios e acabei ouvindo uma ordem de “MATEM-NO” no refeitório, desta vez o tempo entre o calafrio e fala foi bem maior. De qualquer forma foi ouvir aquilo que permitiu que eu salvasse o tenente. - Eu daria outra pausa e olharia para o soldado. - Enquanto eu pulava no tenente Günter, eu ouvi você perguntando “Quem disse isso?”. Não precisa explicar ainda, mas eu quero saber se você também sentiu um calafrio pouco antes da fala, ou até mesmo num geral de hoje.

Se a resposta fosse positiva, eu comentaria. - Eu senti um terceiro calafrio logo após você falar do Kurt-sama. - Diria já olhando para o comodoro dessa vez. - Ainda não ouvi a voz, mas imagino que vá escutá-la se seguir esse padrão...

Caso o soldado Ryo falasse que não lembrava de nenhum calafrio. - Então eu realmente não sei por que eu os sinto... - Diria me perdendo um pouco em meu próprio raciocínio, parecia tão certo. - Seria eu pressentindo o perigo? Não me parece muito certo... só se envolvesse a moeda... - Diria para todos, mas mais para mim mesmo.

Respiraria fundo. - Eu não faço a mínima de como funciona o poder do inimigo, não consigo entender exatamente o motivo de eu ouvir a voz dele. Não sei nem se ele controla isso ou não. Não vejo motivo algum para ele querer que eu ouvisse a ordem de “MATEM-NO”, isso não o ajudou em nada. - Explicaria. - Como eu sei que os traidores também ouviram a ordem e até mesmo o chamam de mestre, preciso que alguém os interrogue para entendermos como esse poder funciona. Não existe nenhum motivo para esperar até amanhã para isso, não sabemos o que esse poder pode fazer comigo e possivelmente com ele. - Diria apontando para o soldado Ryo. - Além de eu querer ver se a tenente Erza também ouve a voz ou não. Uma teoria que eu havia criado era de que ele controla a mente do povo. Se for provado isso, eu e o soldado aqui estamos provavelmente sob perigo de sermos controlados alguma hora. - Complementaria, isso provavelmente seria o que daria o maior nó na história, teríamos quer ser vigiado constantemente se fosse o caso.

Com tudo aquilo dito, eu perguntaria realmente sério para o comodoro. - Realmente quer que descansemos pelo resto do dia? - Se fosse a ordem dele eu não poderia fazer nada quanto a isso, mas me parecia simplesmente insanidade parar naquele momento.




Histórico:
 

Ficha para ajudar:
 

Inventário Atual:
 

Objetivos:
 

Gwen - Pet Normal:
 

Quem dera fosse npc acompanhante:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 7 EmptyDom 17 Maio 2020, 00:20





Minhas impressões sobre a relação da Capitã com a Sargento Yuki eram devoradas pelo Mr. Juba, enquanto me mantinha boquiaberto, alternando o olhar entre o leão - que carregava o corpo - e a Capitã Knockout. "Cuidado de mãe..." - repeti para mim mesmo. Não era a toa que havia errado tão drasticamente. Afinal, como poderia reconhecer algo que nunca tive? Havia crescido sob a tutela apenas da minha figura paterna, o qual havia me adotado e nutrido com todo o amor que um homem poderia dar. E, em troca, havia ficado ao seu lado até a última batida de seu coração - o chamado para que  eu conhecesse o mundo. E para que o mundo me conhecesse.


Neste mar vasto, entretanto, eu não era o único que tinha ou pretendia ter o meu nome reverberado. E alguns conseguiam isso de formas indesejadas. "Sargento Golden Afro..." - havia conhecido o homem e, apesar do pouco tempo ao seu lado, tinha-o como um marinheiro justo — Que a morte possa reconfortá-lo em um lugar melhor. Tomarei as providências para que a sua família seja comunicada - diria. Era sobre tratar as pessoas com a devida humanidade. E só ao pensar nisso que aquela lâmpada se acendia sobre o meu crânio — Capitã Katt Knockout! Não me diga que o Mr. Juba irá... Aprecio muito a senhora e tudo que tem feito, mas eu não posso permitir isso! Todos têm o direito a um enterro digno! - exclamaria, fitando a mulher nos olhos.


Não obstante, escutava o breve relatório de Gunter, o qual revelava informações preciosas sobre Ishisaki. "Tem foi assim... foi assim que mais um homem se corrompeu, em razão das falhas da marinha" - ponderava. Não era a primeira vez que testemunhava um bom homem deserdar da marinha e do Governo Mundial em razão das falhas destes. O mesmo havia acontecido com o meu prezado amigo Kurai Hoshiken.¹ Reconhecia que eles tinham os seus motivos, principalmente o Kurai, o qual não tinha mais opção, após ver a crueldade dos Tenryuubitos. Todavia, Ishisaki havia fugido de seu dever ao não arranjar meios para que as crianças fossem cuidadas. Não passava de um ato de covardia. "Tsk" - estava um tanto decepcionado. Por óbvio, não falaria isso na frente da Capitã, em respeito aos seus sentimentos, os quais eram mais íntimos do que havia imaginado.


De toda forma, a depender dos crimes que ele havia cometido, estava disposto a tentar trazê-lo de volta. Havia prometido à Capitã que tentaria colocá-lo na linha novamente. E, se ele era um bom homem como ela relatava; se o seu espírito fosse tão forte e flamejante como o de Hoshiken, suas mãos não estariam manchadas de sangue. Porém, francamente, eu duvidava disso, após o incidente com Amanda. "Ao menos um bom soco no rosto eu lhe darei..." - independentemente, isso era algo que não abriria mão.


De soslaio, avistava Ryo passando de um lado para o outro da sala, momento em que me distraí de todos esses pensamentos e imediatamente levantei a mão — Ryo! - chamaria. Quando ele se aproximasse, o introduziria — Ryo, este é o Comodoro Hall Jackson - apresentaria-o — E este é o Soldado Ryo, um jovem promissor, apesar de um pouco emburrado - comentaria, apresentando a todos os presentes, que poderiam não conhecê-los — Para mim, ele representa a esperança deste povo. A chama que só a juventude possui. O sangue novo que a marinha tanto precisa - declararia, sem receio em minha constatação. Em seguida, viraria apenas para ele — Peço que fique um pouco com o Sargento Lazo. Creio que uma conversa entre vocês dois seja muito frutífera para a nossa missão. Desculpe por interromper a sua folga, hei de dá-la outro dia - daria um tapinha em sua cabeça.  


Não me passava despercebido que o Comodoro Hall Jackson havia mencionado o Vice-Almirante Kurt Storm - e que havia revogado a autoridade da Capitã sobre o QG, o que era natural. Não conhecia a figura, mas não duvidava de que era uma personalidade e tanto. "Em breve estarei entre um Vice-Almirante e um Comodoro... - olharia para o teto, imaginando onde havia chegado. E aquilo ainda era tão pouco. Eu precisava ir muito mais além! Era como o homem dizia, não teríamos mais descanso após entrarmos de cabeça nesta empreitada. E hoje havia sido o divisor de águas. Precisávamos nos recompor do ataque; mas, quando atirássemos a primeira pedra, a montanha inteira ruiria junto, em uma intensa avalanche.


Há muito a ser feito, Comodoro. Creio que a palavra "descanso" sequer seja capaz de nos contemplar - diria, com educação — Pois bem, tenho uma visita a fazer. Sargento Lazo, logo mais me juntarei a você na sala de interrogatório. Podemos começar com a própria Tenente Erza - ficaria mais um tempo ali, a fim de escutar o que o Sargento Calros tinha a dizer, junto ao Soldado Ryo. "Quanta sorte teríamos se o Ryo soubesse de algo?" - me indagava, colocando a mão nos ombros do rapaz — Não tenha receio de falar tudo que andou escutando. Você não está sozinho nessa. Inclusive, Ryo, creio que você é o único que já foi um civil desta ilha. Nessa condição, você sabe algo sobre armazéns de órfãos? O povo de utopia comentava algo a respeito? - comentaria, estimulando-o a não deixar nada passar.


Ainda, o Comodoro indagava a respeito de Katherine Silverstone, momento que interviria — Posso atestar que ela foi uma aliada valiosa neste ataque surpresa. Não teríamos conseguido reagir tão rápido sem ela e o Sargento Calros, que foram as peças principais em preservar a vida do Tenente Gunter e a nossa maior fonte de informações sobre o caso que estamos em mãos - acrescentaria, após o Sargento Lazo apelar ao lado da revolucionária — Concordo que devemos manter um olho nela, mas também devemos reconhecer quando alguém faz o certo pelo certo - comentaria.


Após ouvir o que havia de ser ouvido, me despediria, por ora — Hei de me juntar novamente a vocês em breve. Se me permitem, irei visitar alguns feridos - faria uma breve reverência, deixando o grupo e adentrando a fundo da enfermaria, buscando por Amanda. Ao encontrá-la, colaria ao lado de sua cama — Você está bem? Precisa de algo? - indagaria. Olharia bem o seu estado; não com o coração apertado, mas com um sentimento de angústia — Me desculpe. Me desculpe por ter deixado isso acontecer. Ainda não encontramos o responsável, mas... iremos! Se você lembrar de algo, não deixe de me contar - seguraria a sua mão entre as minhas — Jamais me perdoaria se perdesse uma companheira como você - diria. Não sabia se Amanda estaria acordada ou não; mas, de toda sorte, falaria como se estivesse.




¹ Antigo personagem do jogador darkmills, o qual fazia parte do mesmo grupo que o Karyo.






~ Histórico ~




Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 13
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Lâminas Gêmeas - Projeto.
Perdas:B$: 3.600.000

NPC's: Atualizar Soldado Ishisaki (Oota); Ramsés; Karin; Yuki Kobayashi; Hector, Cross of Pain; Masaki Tadakuni; Comodoro Hall Jackson; Vice-Almirante Kurt Storm.
Players Atualizar Katherine Silverstone.
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 1/3 - Recarga - 2/5; Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.







Objetivos


Spoiler:
 


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 7 EmptyDom 17 Maio 2020, 03:02





Felizmente, Tin e Charlotte pareciam ter sido liberados pelos marinheiros dessa forma eu poderia ficar um pouco mais aliviada quanto a situação deles. Mas, esse sentimento era facilmente substituído pela indignação diante da reação que o homem tivera ao ouvir minhas palavras "Qual o motivo disso?” me questionava enquanto o olhava. Ramiro parecia me acusar de algo “Certamente ele deve ter entendido que você entregou alguém pra ser solta”  ela dizia como se fosse a coisa mais óbvia do mundo “Eu nunca faria isso!” diria convicta “Ele não sabe que você é idiota a esse ponto” ela me ofendia.

Após esse encontro com Ramiro eu acabava em uma outra situação que com certeza era ainda mais desagradável para mim. Coincidentemente em minha caminhada pela enfermaria acabava por encontrar os outros conversando com a capitã e mais um outro homem, este começava a me encarar fazendo uma pergunta para a mulher logo em seguida - Que mal educado você hein? Eu lá tenho cara de animal? questionaria. Eu nem sei o que é um mink, mas sabia que ele estava me comparando a um rinoceronte por causa do chifre - É isso que recebo como agradecimento por ajudar vocês? Se soubesse disso antes nem tinha perdido meu tempo falaria em seguida.

Com toda certeza estava irritada diante disso, todavia não faria nada além de falar já que poderia acabar em uma situação ruim. Calros e Shen acabavam por se manifestar indicando a ele quem eu era - Isso mesmo, me chamo Katherine Silverstone diria ainda de maneira indiferente. Pela forma que agiam diante dele, talvez fosse alguém tão importante quanto a capitã ou até mesmo algum superior novo que aparecerá recentemente. Não devia obediência alguma a ele e por isso me sentia na liberdade de perguntar quem ele era - E você? Quem é? diria tranquilamente. Após sua resposta não mais me manifestaria por algum tempo e somente me focaria no que tinham a falar, esperando uma nova oportunidade para poder falar.

Quando essa hora chegasse já teria pensado no que iria fazer em seguida e a partir disso faria um novo questionamento - Há alguma biblioteca por aqui? Tem um livro que eu gostaria de ver olharia de modo geral para todos os que estavam ali presentes. Independente da pessoa que me desse a resposta agradeceria e com isso seguiria o meu caminho pelo QG - Muito obrigada sorriria ao olhar para a pessoa - Se cuidem vocês passaria a fitar Calros e Shen caso não fosse nenhum deles a dar a resposta. Se dessa vez resolvessem se incomodar comigo andando pelo lugar já teria o que dizer praticamente na ponta da língua - Já que é assim, deixem que alguém me acompanhe falaria primeiramente - Mas, se quisesse fugir já poderia ter feito até porque vim até aqui sozinha mesmo daria com os ombros  

Sozinha ou não seguiria até a tal biblioteca para que pudesse conseguir o livro que desejava e quando chegasse no local iria procurar primeiramente por um balcão. Assim que o visse chamaria por alguém - Olá, há alguém por aqui? perguntaria - Eu gostaria de pegar um livro sobre Química faria o meu pedido quando alguém aparecesse por ali. Com o livro em mãos o próximo passo era buscar por um lugar para poder me sentar e daria início ao processo de aquisição do conhecimento presente no objeto. Leria atentamente e repetiria isso até que realmente tivesse aprendido o que estava escrito, mesmo que isso significasse ficar por ali por um bom tempo. Ao término da leitura devolveria o livro para o bibliotecário ou qualquer outro marinheiro que estivesse por perto.





~ Histórico ~



Ganhos: Itens do inventário, dívida com a marinha de B$ 7.460.000 (montante total: B$ 8.500.000, parcialmente pago com o dinheiro do inventário)
Perdas: Todo o dinheiro,
Posts: 13
Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
Personalidade atual: Katherine  


Objetivos:
 



Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 7 EmptyDom 17 Maio 2020, 15:08





Quando dava conta de onde estava, Laith só conseguia entender que tinha um homem segurando algo, não compreendia direito o que falava, algo sobre costurar, seus sentidos iam recobrando lentamente a capacidade, quando sentia algo que passava por seu peito. "Que merda é essa?" Lembrava, então, que havia sido baleado, e que talvez estivesse sendo tratado. Não conseguia recobrar diretamente os sentidos do que havia acontecido desde o momento do choque até a sua situação atual, a memória parecia nebulosa por algum motivo.


O tenente tentava se mover, mas seu equilíbrio pendia e bruscamente apoiava-se sobre a mesa, com sorte sem que seu machucado abrisse. - Que merda é essa? Me drogaram? Perguntava notando que seu corpo não parecia responder completamente os comandos. Assim, com certa cautela e cambaleando. O marinheiro tentaria sair daquele pequeno cubículo e tentar andar, mesmo que aos poucos, pela enfermaria, tentando recobrar o sentido. Apesar de sua visão não parecer tão distorcida, sua linha de pensamento estava toda confusa, afinal drogas anestésicas eram assim mesmo e não seria estranho se no dia seguinte não lembrava de nada.


"Com certeza eu vou matar aqueles soldados traidores " pensava a Serpente enquanto continuava a caminhar aos trancos, até que encontrasse o grupo na enfermaria, tentaria olhar para eles, mas claramente não conseguiria assimilar muita coisa. Pelo nervosismo, talvez, o sorriso levemente maniaco estaria sobre o rosto de Laith que olharia para os presentes. - Vocês tem um gosto estranho para festas.









~ Histórico ~


Ganhos:
Perdas:
Posts: 13
Relações com personagens:
~ Legenda ~

Fala: #DEB887
Pensamentos: #D2691E


objetivos:
 

Mini-ficha:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 7 EmptySeg 18 Maio 2020, 23:34



[LB] O Florescer de Utopia II — 013

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Ainda nos corredores, Karyo questionou sua superior sobre a ordem dada ao Mr. Juba e, após alguns segundos matutando, é que a Capitã finalmente entendeu o que ele quis dizer e, com um sorriso, explicou: — HÁ! Mr. Juba não come qualquer besteira! Ele a está levando até o legista. — Dali eles continuaram até a enfermaria, onde os demais eventos ocorreram.



Por fim, o Comodoro encarou a Major sem saber sua filiação, ignorando a sua resposta mal criada, até Calros o informar melhor sobre. — Hm. — Grunhiu em concordância, sem dar muita importância ao fato. Já havia se inteirado sobre o ocorrido naquela manhã sangrenta e, no caminho até ali, Katt havia lhe informado sobre os demais assuntos pertinentes. Restava sentar e analisar aquele quebra cabeça, até t— O quê?! — Indagou, voltando-se para o sargento ruivo. Calros, conciso como sempre, não demorava a mudar de assunto, dando um arrodeio para explicar o motivo de ter uma revolucionária perambulando pelo QG da marinha, já considerado um dos melhores do Paradise. Katherine aproveitou o momento para sair em busca de uma biblioteca e Helena a acompanhou. — Vou com você, pelo jeito aqui vai demorar... — Suspirou e caminhou ao lado da Major, guiando-a até seu objetivo.



Enquanto Lazo explicava que ouvia vozes, algo que poderia facilmente ser confundido com esquizofrenia, Shen acenava e chamava sua pupila. A pobre Kyo brecou no meio do seu passo, lamentando ter olhado para ver se eles estavam bem. Sem escolha, se aproximou, cabisbaixa. Karyo, por sua vez, não poupou esforço em envergonhar a menina, usando termos como "Esperança do Povo" e "Chama da Juventude" para descrevê-la. De rosto rosado, encarou o vazio com os punhos cerrados e o rosto inexpressivo, sem saber como reagir e sem nenhum buraco próximo para se esconder.



Jackson, no entanto, mal deu bola para o Esqueleto e seu pupilo, ainda ouvindo a longa explicação do sargento, seu extremo oposto na arte de comunicação. Por um momento, o pescador mudava o foco da conversa apontando para a jovem soldado. — EHHH?! — Mas logo atraia a atenção de volta para si, falando por mais um bocado de tempo. Karyo aproveitava para indagar a soldado sobre seu passado na ilha, mais precisamente sobre algo relacionado a 'armazéns de órfãos'. Kyo assumiu uma expressão tristonha antes de responder: — Isto foi antes de eu virar órfã… Mas ouvi falar sobre um pessoal que cuidava de crianças órfãs e carentes pela cidade. Algumas pessoas falavam bem deles, mas outras diziam que deveriam ter segundas intenções. Do nada eles sumiram e as crianças voltaram para as ruas, sem explicação. Isso deve significar que eles tinham segundas intenções, não é? Para sumirem assim... — Comentava, meio que para si mesma, sem ter o contexto explicado por Gunter a poucos minutos.



Calros mais uma vez jogava a peteca de volta para o soldado. — Eu, eu… Eu senti… Algo… Um frio na espinha, antes de ouvir a ordem para matá-lo. E, por meio segundo, vi seu rosto, mesmo sem vê-lo. — Apontou para Günter enquanto dizia a última frase, tremendo dos pés à cabeça devido à memória. O tenente franzino ponderou aquilo e tudo o mais dito por Calros, mas, no momento, nada disse. O ruivo tomou a palavra mais uma vez, retornando ao seu monólogo por mais alguns minutos.



Quando finalmente se calou, concluindo com uma pergunta para o Comodoro, este suspirou pesada e longamente antes de responder: — Lhe ouvir cansa! — Mais um suspiro. — Faça o que quiser, sargento, só não venha me pedir folga amanhã! E quanto à você... — Se virou para a Major, apontando em sua direção com a testa franzida. Mas… — Ca-Cadê ela? — A Capitã Knockout foi quem lhe respondeu, visivelmente segurando um sorriso. — Ela foi embora a alguns minutos com a Tenente Helena, Comodoro. — O homem a observou de olhos semicerrados, não muito feliz, antes de grunhir algo ininteligível e se virar, saindo dali e deixando todos para trás.



Karyo também se despediu do grupo, indo em busca de sua aliada Amanda. — Me avisem se descobrirem algo! É uma ordem! — Intimava para os presentes, incluindo Karyo, enquanto este ainda estava se afastando do grupo. Ela própria ia embora, sem indicar para onde. Restava Calros, Kyo e Günter, visivelmente sonolento. A enfermeira de cabelo rosado também estava por ali, terminando de cuidar do tornozelo do tenente. — Então ele fala com alguns, dá ordens que alguns seguem cegamente, mas outros simplesmente ignoram… Algum tipo de controle? Não, está mais para algum tipo de comunicação... — Tentava compilar as informações recebidas, embora sua mente já sucumbisse à exaustão, deixando sua voz arrastada enquanto sua cabeça pendia para trás na cadeira em que estava sentado.



Era nesse momento que Laith Kinder aparecia por ali, com um sorriso psicopata no rosto, olhos semicerrados e um médico ao seu lado, tentando segurá-lo. — P-pare! Você precisa descansar! — Ele mencionava algo sobre uma festa enquanto a enfermeira dava um leve gemido de susto ao ouvir sua voz e começava a tentar se esgueirar para longe dali, passando por baixo da cortina que dividia a maca onde Calros estava sentado e a maca ao lado.



Karyo encontrava sua amiga num quarto separado, entubada. Battos também estaria num quarto separado, não fosse um revolucionário, ficando com os demais na ala de emergência devido à este pequeno detalhe. O ceifador sentava-se ao seu lado e segurava sua mão, dizendo palavras ao vento. Mas, apesar dele pôr seus sentimentos em cada palavra, a mulher sequer reagiu.






Enquanto a conversa ainda acontecia na enfermaria, Helena e Katherine chegavam à biblioteca. Após a indicação do responsável pelo local, a Major seguiu em busca de um livro. Helena pretendia fazer o mesmo, mas o marinheiro do local começou a bombardeá-la de perguntas. — Ei, ei, que barulhos foram esses? Fomos atacados? Por quem? Traidores?! pikachu Não acredito! Eles foram presos? Alguém saiu ferido? — Estas foram apenas as primeiras, as quais Katherine escutou antes de se afastar da dupla. Helena parecia angustiada, mas permaneceu respondendo as perguntas do homem enquanto tentava se desvencilhar dele, sem sucesso.



Não havia mais ninguém na biblioteca além deles três. Os livros eram bem organizados nas estantes e foi fácil para ela encontrar o livro que buscava. A revolucionária sentou em um canto bem iluminado, acompanhada apenas do silêncio e de sua outra personalidade, sempre espreitando. Leu durante algumas horas, começando na introdução da matéria e passando por vários conceitos chaves, até utilizar tal base para a construção de conceitos cada vez mais complexos. Sua Genialidade nata a auxiliou em devorar o livro e aprender seu conteúdo como se possuísse uma vocação inata para a área.



Após concluir seu aprendizado e fechar o livro, sentindo-se um pouco rija após tanto tempo sentada, Helena reapareceu, sentando-se ao seu lado sem sequer pedir licença. Na verdade, a tenente praticamente se jogou na cadeira. — Pensei que ele não iria se calar nunca! — Comentou do bibliotecário, jogando seu rosto sobre a mesa. Após alguns segundos em silêncio, indagou: — O que faremos se Calros não foi mais confiável? — Embora ainda estivesse com o rosto escondido, sua voz era séria e clara. — A Tenente Erza foi presa ontem, após atacar um prisioneiro desarmado. O que faremos se ele nos atacar? — Girando a cabeça, direcionou seu olhar para a Major, esperando sua resposta.



Legendas:
  • Marine
  • Capitã Katt
  • Comodoro Hall Jackson
  • Tenente Helena
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza
  • Sargento Amanda
  • Karin Shinonome
  • Soldado Kyo
  • Tritões
  • Revolucionários
  • Marines Corrompidos


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Calros Lazo:
 
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NPCs, Pets e Afins:
 

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OFF:
 

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Última edição por GM.Noskire em Qua 20 Maio 2020, 01:23, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 7 EmptyTer 19 Maio 2020, 17:53





Posts em Utopia - 59
O comodoro Jackson era uma pessoa interessante? Ele não falava nada de tudo que eu falei além de um simples “Faça o que quiser”, nada sobre alguma ideia do poder do mestre desconhecido ou qualquer coisa do tipo. Talvez ele tenha se encantado demais com a Katherine, apesar de duvidar que tenha sido isso, porque Hall nem percebeu ela saindo com a tenente Helena.

Bem, tirando isso, havia conseguido a liberdade para fazer o que quisesse, ou seja, voltei para como estava antes do café da manhã, onde iria fazer o que quisesse para descobrir mais sobre os números e sobre todo esse problema. Via que o tenente Laith estava bem e falando sobre festas. Não me importava muito com a alucinação de um marinheiro sonolento pós cirurgia. – Que bom ver que você está bem tenente. – Diria para o tenente Kinder. – Incrível você já estar de pé. – Falaria, mas a realidade é que queria continuar a conversar com Ryo e Günter.

Por isso me viraria para o tenente e ao vê-lo dormindo pensaria que no mínimo fazia sentido. Cutucaria o coitado até acordá-lo. – Tenente, sei que está com sono, mas não acha melhor terminar de falar tudo que descobriu e ir dormir em seu quarto? Com certeza a cama é muito mais confortável do que essa cadeira. – Quando percebesse que ele acordou continuaria a falar. – Também acho que o poder combina mais com algum tipo de comunicação. – Falava realmente confiante de ser esse caso e provavelmente ao concordar com ele fazia ele prestar atenção um pouco mais na situação. – Só não sei o motivo de Ryo e eu ouvirmos também. – Em minha mente eu só conseguia imaginar que o homem realmente não conseguia controlar o seu próprio poder. Ou algo me tornava imune ao seu controle mental. Afinal, a história dessa criança que o esqueleto fala parecia bem suspeita. Era órfã e não sabia tanto... inclusive isso atinava a minha mente para algumas coisas.

Olharia para Ryo. – Bem, o tenente Karyo foi bem enfático em falar para você me seguir, então eu preciso só entender algo para não te irritar muito no futuro, pois sei que essa questão é importante para as pessoas. Você prefere ser chamada em termos masculinos ou femininos? – Indagaria para a criança. – Só vi o tenente se referindo a você como um menino, sempre chamando de jovem, soldado, entre outros termos. Mas você em sua história falou claramente que era “órfã” e não órfão. – Não queria incomodar chamando-a pelo sexo que ela não se identificava, então era melhor eu retirar esse tipo de problema de minha vista. Quando ela respondesse eu falaria então. – Ok então. Soldado(a) Ryo.

Independente disso, a informação de Ryo era interessante. – Voltando para o caso. Você falou que viu o rosto de Günter. – Balançaria um pouco a minha própria cabeça demonstrando que aquilo não fazia muito sentido. Mesmo sem ver o rosto de Günter eu simplesmente deduzi que era ele que era o alvo pela situação... mas isso deixa claro que para os que estão sendo controlados quem era o alvo... será que Ryo está do lado deles? Precisava deixar essa criança por perto sendo esse caso. – Você sentiu alguma coisa diferente quando viu o rosto de Günter? Algum tipo de raiva... alguma vontade inexplicável? – Perguntaria.

Porém com a situação agora travada ali, precisava pensar em alternativas do que faríamos. – A única coisa que quero fazer antes de irmos interrogar é ver onde Karin e Gwen estão. Eu vi enquanto era enforcado que a tenente Helena pulou para salvar a pequena Karin e depois vi a baixinha pegando Gwen... mas elas não estavam com ela. Até pensei em perguntar, mas ela saiu junto de Katherine. – Explicaria, se não me engano Ryo estava próxima também da confusão. – Você viu a menina pequena e a aranha? Quero checar que está tudo bem com elas antes de voltarmos totalmente comprometidos ao caso.

Se Ryo soubesse onde elas estavam, pediria para ela me indicar o caminho. – Günter vai com a gente? – Perguntaria e caso a resposta fosse negativa, faria um pedido já com um adendo. – Eu acho que você precisa ir dormir... mas poderia por favor escrever os endereços desses galpões escondidos? – Após a resposta eu seguiria com Ryo para a direção de Karin e Gwen. Nesse caminho indagaria para ela. – Essa foi a primeira vez que você ouviu a voz? – Se a minha hipótese estava correta, ela ter ouvido a voz logo após o arrepio significava que havia sido a primeira vez. E se fosse o caso, poderia até indagar. – E você já sentiu outro arrepio depois desse primeiro? – A resposta nesse caso poderia ser negativa. Pela lógica que eu estava pegando do poder, quanto mais vezes você ouvia a voz do tal mestre, mais distante ficava o arrepio da mensagem, como eu estava na terceira vez e ela estaria na segunda, haveria um gap entre o momento que eu sentiria o arrepio e o momento que ela sentiria. Caso ela não tivesse sentido o arrepio eu comentaria. – Quando sentir me avise imediatamente. Ok?

Ao chegar lá perguntaria para Karin primeiro. – Está tudo bem? Você se machucou de alguma forma? – Se estivesse tudo bem, comentaria. – Foi assustador, não é? Pensava que aqui seria mais seguro para você, mas pelo visto me enganei, quer voltar para a sua casa? – Era uma pergunta sincera e válida, provavelmente teria que adiar alguns planos se ela falasse que sim. Se ela não estivesse bem, perguntaria bem mais preocupado procurando onde ela estaria machucada. – Alguém já cuidou de você? – Se não tivesse eu olharia se eu mesmo não poderia tratar sendo algo simples, se fosse algo complexo a levaria para a enfermaria. Logo em seguida passaria para a Gwen. – E você como está? – Já falaria tentando pegá-la, sabia que ela havia levado um tiro quando eu pulei para proteger Günter. Pegaria Gwen no colo e falaria olhando para o possível machucado, aquilo me doeria no coração. Se ela estivesse com o machucado “resolvido” por assim dizer, ou seja, eu percebi que não era necessário tratá-la no momento, diria. – Desculpe por isso, vou pegar algo para você comer e depois vamos ter que dar um jeito de te treinar, para você sempre saber o que fazer... se eu conseguisse te ensinar alguns sinais do que fazer... – Falaria para ela apesar de imaginar que ela mesma nem entenderia o que eu queria falar. Se fosse perceptível que ela necessitava de algum tipo de cuidado médico, iria sair a procura de Katt, não que imaginasse que ela soubesse tratar Gwen, mas provavelmente saberia de alguém que soubesse. Caso as duas estivessem “bem”, seguiria para a enfermaria procurar o tenente Karyo, que se me lembro bem disse que ia checar a colega, mas disse que queria ir com a gente.

Se Ryo não soubesse onde elas estavam, a ordem seria diferente. – Ok... vamos fazer o seguinte. – Começaria a falar, mas olharia para Günter. – Você claramente está morrendo de sono. É melhor descansar um pouco... mas não quero que a sua pesquisa da noite inteira não resulte em nada por agora. Acha que pode passar os locais por escrito para Ryo enquanto eu procuro pela pequena e pela aranha? – Perguntaria para o tenente. No caso afirmativo eu agradeceria, indicaria para Ryo ficar na enfermaria me esperando quando conseguisse o papel com tudo escrito e seguiria numa busca pela Karin e Gwen. Quando as encontrasse seguiria com as mesmas perguntas e ações descritas anteriormente.

No final, com Karin e Gwen já comigo e Ryo também. Caso a soldada não tivesse me indicado o caminho, indagaria as questões sobre ter sido a primeira vez que ela ouvira aquilo tudo ou não e se já havia sentido outro arrepio em sua espinha ou não. Estava finalmente tendo informações valiosas novas.




Histórico:
 

Ficha para ajudar:
 

Inventário Atual:
 

Objetivos:
 

Gwen - Pet Normal:
 

Quem dera fosse npc acompanhante:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 7 EmptyQua 20 Maio 2020, 20:49









As palavras da Capitã me aliviavam, de modo que me sentia obrigado a me curvar — Peço desculpas pela minha insolência - se o corpo da mulher seria bem tratado e passaria pelos procedimentos corretos, não havia o que reclamar. Inclusive, me indagava o quão forte podia ser um animal. Podia sentir a sua força de espírito; era um leão majestoso. Talvez eu também devesse adotar um companheiro?


Era um questionamento que deixaria para depois. No momento, o pequeno Ryo revelava informações interessantíssimas, as quais lentamente iam montando as peças daquele quebra-cabeça. "Deve ter sido difícil levar uma vida assim. Não havia ninguém para protegê-lo... não a toa o encontrei naquelas condições" - ponderava. Precisava tirar um tempo para conversas com Ryo. Desde o nosso primeiro encontro, na verdade, que eu tinha coisas para indagar. "O que aconteceu com aquela caixa, afinal?" - rememorava. Após a apreensão, provavelmente ela havia ido ao depósito da marinha, como um mero objeto confiscado. "Não custa ir ver, agora que estou com tempo..." - pensava.


De toda forma, o depoimento de Ryo confirmava o que constava nos relatórios, apesar de não acrescentar nenhum fato novo. "Na situação que estamos, é melhor agir com a certeza..." - eis o motivo que considerava o relato de grande valor. "Sobre ele ter visto Gunter, imagino que tenha sido a forma de repassar quem era o alvo do ataque. O que também confirma minha primeira impressão" - refletia, enquanto me dirigia à enfermaria.


Ali, ao lado de Amanda, podia ver a sua pele alva e seus cabelos castanhos. Mesmo entubada, havia um quê angelical em seu rosto. "É algo que ela e Elena compartilham em comum...¹ - pensava. Segurando a sua mão, balançava a cabeça, dispersando o pensamento — Espero que esteja de volta em breve - falava baixo, repousando delicadamente a sua mão de volta à cama e saindo da ala médica.


De tal sorte, podia voltar a minha atenção para um dos assuntos não resolvidos. "Por que eles estavam atrás daquela caixa? Por que o Ryo sabia da localização dela?" - era um assunto que havia deixado de lado, com tanta confusão acontecendo ao mesmo tempo. Porém, os outros rapazes eram adolescentes, um pouco mais velhos que Ryo. "Ele disse que foi um pouco antes de virar orfão²... dada ao comportamento deles, não seria difícil dizer que cresceram na rua. E, se cresceram, provavelmente não tinham pais para educar-lhe apropriadamente - aos poucos, ia formulando o pensamento. "Pode ser que o que existe naquela caixa seja algo de comum interesse aos órfãos desta ilha..." - não era uma teoria inabalável, mas se existia uma chance daquele "tesouro", como haviam chamado, estar ligado ao nosso caso, eu precisava averiguar.


Rumaria para o depósito da marinha e imediatamente começaria a procurar pela caixa. Pediria ajuda se houvesse algum soldado no local — É uma pequena caixa azulada, deste tamanho - gesticularia com as mãos — Você sabe onde está? Chegou no mesmo dia que eu cheguei a este Quartel - informaria. Se achasse o objeto, levaria-o comigo e procuraria pelo Sargento Calros e o Pequeno Ryo — Sargento, que bom que estão juntos. Ryo, quando o encontrei, aqueles delinquentes estavam atrás disso, não é? - ergueria o tesouro, colocando em sua linha de visão — Há uma pequena chance dela ter algo de nosso interesse - dizia, abrindo a caixa, na frente deles, se estivesse com a chave³ — Você possui a chave? Acho que ficou com o Gunter... Senão, sabe onde está? Como encontrá-la? - indagaria, não estando em sua posse.




¹ Elena Selena, é a paixonite de Karyo.


² O Karyo não percebeu que ele/ela falou "orfã", ele é bitolado.







~ Histórico ~




Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 14
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Lâminas Gêmeas - Projeto.
Perdas:B$: 3.600.000

NPC's: Atualizar Soldado Ishisaki (Oota); Ramsés; Karin; Yuki Kobayashi; Hector, Cross of Pain; Masaki Tadakuni; Comodoro Hall Jackson; Vice-Almirante Kurt Storm.
Players Atualizar Katherine Silverstone.
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 1/3 - Recarga - 3/5; Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.









Objetivos



Spoiler:
 


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 7 EmptyQui 21 Maio 2020, 01:15





O homem me ignorava e antes que pudesse dizer mais alguma coisa em minha presença eu saía dali juntamente de Helena. Seria ela que iria me guiar até a biblioteca que nesse horário estava praticamente vazia - Muito obrigada por me acompanhar sorriria gentilmente antes de nos separarmos no local. A ruiva acabava por ser parada por um marinheiro que transbordava curiosidade ao enchê-la de perguntas “Ainda bem que não fui envolvida nessa” suspirava de forma aliviada enquanto pensava. Já havia me livrado do outro indivíduo e seria uma tremenda falta de sorte se agora ficasse envolvida em uma conversa desnecessária.

Dessa forma fazia a minha leitura de forma solitária e levava algumas horas para terminar o livro me sentindo feliz por adquirir mais conhecimento. Coincidentemente Helena aparecia nesse instante se sentando ao meu lado - Imagino como deve ter sido irritante diria rindo do seu comentário enquanto levantava um pouco da cadeira para esticar o corpo buscando me livrar da rigidez depois do tempo que tinha ficado sentada. A ruiva voltava a falar e me fazia um questionamento interessante a respeito de Calros, algo que até então não havia se passado pela minha cabeça. Será que agiria da mesma forma de quando fui atacada pelo Alexander? Ou a situação acabaria por ser totalmente diferente?

Isso me faria ficar pensativa por algum tempo já que estaria imaginando bem o que iria dizer para ela em resposta - Eu prefiro acreditar que isso é improvável de acontecer buscava agir seriamente também - Ele me parece uma pessoa forte mentalmente continuaria falando - Não que a Tenente não seja também, mas ele é diferente estava convicta em minha afirmação. Faria uma pausa antes de continuar a falar para ver se ela diria algo - Mas, se acabar acontecendo a gente vai fazê-lo voltar ao normal nem que seja na porrada! falaria de forma sorridente e riria em seguida para cortar um pouco do clima que poderia acabar se formando ali “Você realmente pensa como uma verdadeira idiota” Ela estava lá para me criticar novamente.

Eu entendia a preocupação dela ao estar diante de tantos fatos que haviam ocorrido entre ontem e hoje de manhã, todavia pensar em muitas possibilidades acabariam por não ajudar em nada Procure não se preocupar tanto ok? voltaria a falar seriamente. Nesse momento ficaria mais próxima dela e beijaria sua bochecha - Eu estou aqui para te ajudar se precisar de alguma coisa colocaria um sorriso em meu rosto dessa vez demonstrando gentileza e carinho. Após isso me levantaria novamente e iria atrás de um novo livro, desta vez meu interesse estava em nutrição - Agora, se me der licença vou pegar outro livro piscaria em sua direção.

Spoiler:
 


Se fosse necessário iria mais uma vez até o balcão para perguntar sobre o que queria para logo ir atrás - Olá, preciso agora de um livro sobre nutrição diria com um novo sorriso nos lábios. Quando conseguisse o que queria voltaria a me sentar onde Helena estava - Voltei rápido né? brincaria com ela. Estava disposta a ser sua amiga e por isso agia da maneira mais amigável possível para conseguir uma amiga com quem pudesse conversar ou dividir segredos. Caso ela estivesse disposta poderíamos até mesmo ir além disso, porém isso seria assunto para um outro momento. Quando ela não tivesse mais nada para falar me concentraria totalmente no livro e o leria cuidadosamente para conseguir aprender o novo assunto, o objetivo era evitar que alguma coisa passasse despercebida por mim.





~ Histórico ~



Ganhos: Itens do inventário, dívida com a marinha de B$ 7.460.000 (montante total: B$ 8.500.000, parcialmente pago com o dinheiro do inventário)
Perdas: Todo o dinheiro,
Posts: 14
Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
Personalidade atual: Katherine  


Objetivos:
 



Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 7 EmptyQui 21 Maio 2020, 02:01





A droga aos poucos ia se dissipando pelo organismo e perdendo seu efeito, com certeza não estava livre ainda do efeito anestésico, todavia já era bem melhor do que momentos atrás, seu corpo parecia já recobrar uma parte significante dos sentidos, afinal conseguia distinguir o medico balofo do restante do grupo, tal como o tenente esqueleto e o leão da capitã. Ainda que ouvisse as falas deles, ainda era muito difícil fazer alguma linha de raciocínio, observava também uma figura que não tinha visto antes e perguntava quem era o insano de estar encarando a capitã daquele jeito. Lazo era o primeiro que vinha oferecer as felicitações pelo tratamento do ninja, o qual eram aceitas com um aceno de cabeça. - Bom ver que também não morreu.


- Quem é o homem que estava aqui agora pouco brigando com a capitã ? Perguntava Laith ao sentar em uma das camas para aproveitar aquele momento de descanso e tentar por em ordem a cabeça, sua memória retornava um pouco e a única coisa que lembrava era de ter tomado o tiro e praticamente estar entre a vida e a morte já que sangrava e todos ao redor pareciam sequer saber o que fazer. " Preciso ficar mais forte, milagres assim não acontecem duas vezes, se ficar preso com esse esquadrão de idiotas novamente vou morrer..se bem que o tenente Shen já conseguiu escapar da morte, talvez ele seja o único salva-vidas desse circo." Olhava para uma sombra, algo, talvez uma pessoa, que tinha se escondido dele por algum momento, mas preferia não ir atrás do assunto.


O tenente, então, apoiando-se onde pudesse tentaria se levantar e olharia novamente para o médico ou para algum soldado. - Ei, me relate o que aconteceu desde o começo do ataque. Após isso, refletiria sobre o assunto por um momento, estava decidido, precisava ficar mais forte e urgentemente, mas quem procurar? A capitã sabe-se lá como encontraria ela, e provavelmente ela não o ouvira nesse momento, agora o novo convidado...bom, no mínimo ele deveria ser forte, para Katt não ter mandado seu leão matá-lo.


- Aquele comodoro..como era o nome mesmo? Para onde ele foi?[ Sabendo a resposta, seguiria pelos corredores do QG, como possível, até o local indicado. Mas se ninguém soubesse, perguntaria para algum marinheiro por ali sobre o oficial. Encontrando-o, abordaria-o com uma continência. - Senhor! Tenente Laith Kinder se apresentando! Venho com um humilde pedido, no recente ataque, ficou provado que os tenentes desse quartel general precisam melhorar suas artes, sendo assim, imploro que compartilhe de seus ensinamentos e poder comigo, ensine-se me uma arma nova para poder aplicar a justiça contra os inimigos da ordem! As palavras, dentro do possível, sairiam em um tom comovente, passional, isso graças a sua atuação, mas é verdade que talvez ainda teria uma dificuldade devido ao efeito da droga.










~ Histórico ~



Ganhos:
Perdas:
Posts: 14
Relações com personagens:
~ Legenda ~

Fala: #DEB887
Pensamentos: #D2691E


objetivos:
 

Mini-ficha:
 

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