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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 6 EmptyQua 25 Mar 2020, 01:43

Relembrando a primeira mensagem :

[LB] O Florescer de Utopia II

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiros Calros Lazo, Karyo Shen, Laith Kinder feat Marinheira jr. Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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Kekzy
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 6 EmptyQua 06 Maio 2020, 23:40





"Hector, Cross of Pain!" - ao avançar, ficava frente à frente com o temível marinheiro. Sim, marinheiro! Não eram invasores, mas um dos nossos! Traidores?! Não. Não podia ser. Estava frente à frente com ele. Nossos rostos tão próximos um dos outros; olhos nos olhos. Já estava no campo de batalha havia um bom tempo. Desde que criança que lutava; desde essa época que enfrentava o medo face a face. Eu o reconhecia. Sabia dizer quando alguém estava lutando por algo que acreditava ou não. Sabia quando o coração hesitava ou não. Sabia; apenas sabia.


Não pretendia machucar um companheiro que não desejava me machucar. Não sabia por qual razão ele estava fazendo isso, mas pouco importava agora — Hector! Largue a arma! - exclamaria, na tentativa de convencê-lo a parar com aquilo — Isso é loucura! Veja o que está fazendo! Não são estes os seus companheiros?! Não são estes que você protege?! Esta não é a atitude de um Tenente! RECOMPONHA-SE! - bradaria.


Não sabia que fim teve o meu discurso, no entanto, pois logo o meu desvio de atenção me custou alguns tiros que rasparam em minhas costelas. "Urrgh!" - ainda sentia-os doer. Não tanto quanto antes, mas não deixava de ser doloroso. Entretanto, levar um tiro não tinha mais o efeito debilitante de antes. E conhecia bem como era a sensação desde a minha primeira missão pela marinha, quando escoltei o Sr. Makal¹. Felizmente, sabia que jamais sentiria novamente aquela dor - ao menos, não daquela forma.


E enquanto volvia a cabeça em direção ao atirador, parecia que um milhão de coisas aconteciam. Não conseguia acompanhar tudo, mas via o Sargento Calros se jogar contra o Tenente Hector, enquanto o Tenente Laith caía sobre ambos. Com os dois, a situação deveria ficar controlada. Só ali. Tão logo visualizava o atirador, tudo me passava como se fosse em câmera lenta, com os disparos saindo de suas pistolas, em direção à chicoteadora que encontrava-se no chão, imobilizada pela dita revolucionária. Havia tantas coisas acontecendo que não tinha tempo para processar tudo! Uma revolucionária ajudando os marinheiros; os nossos nos atacando... E tudo que fazia naquele momento era gritar — NÃO! -  minha palavra não poderia parar os projéteis. Já era tarde.


Uma marinheira havia perecido em minha frente. Sob os meus olhos. Morta pelas mãos de quem acreditava estar ao seu lado. O Quartel havia virado o próprio Inferno e estávamos dentro de uma das obras dantescas as quais o Gunter me narrara. Uma havia caído, e eu não podia fazer mais nada a respeito. Não era possível mudar o passado. Me restava proteger aqueles que sobraram — PARE! - não o pararia assim, mas não aguentava prender o grito. Sentia que o "trabalho" do atirador não havia acabado. Se havia sacrificado a sua companheira, o próximo seria... "Hector!" - retiraria rapidamente o meu Eisen Dial, apertando-o concomitantemente atirava-o em direção ao Tenente Cross of Pain e Laith, além do Sargento Lazo. A nuvem de ferro poderia protegê-los. O ferro sempre vos protegia; esta era a crença de um devoto ferreiro.


Não obstante, não me manteria apenas na defensiva. Se não quisesse mais vítimas, deveria parar o atirador com as minhas próprias mãos! Ou melhor; com a minha própria foice — Soru! - daria o dash na direção do agressor, visando me aproximar rapidamente; se necessário, complementaria a distância com outro soru, valendo-me dele para desviar da próxima saraivada de tiros — O QUE HÁ COM VOCÊS?! - colocaria a minha foice em movimento circular, aproveitando do alcance e desferindo um golpe - com a parte não cortante - na direção das mãos do atirador. Em seguida, executaria a única técnica em meu leque que me permitia dar um fim menos sangrento àquele horror — Kōshukei no Otoko! - realizaria o movimento e, quando a lâmina alcançasse o ápice, desceria-a com a parte não cortante no queixo deste, no fito de deixá-lo inconsciente.


Temo que não poderei perdoá-lo por seus crimes, mas você ainda terá muito a nos dizer - rapidamente o algemaria, chutando as armas para longe — HOMENS, EVACUEM OS FERIDOS PARA A ENFERMARIA! PATRULHEM AS REDONDEZAS! CHEQUEM AS PRISÕES! REPORTEM QUALQUER COISA SUSPEITA! - sairia apontando para os marinheiros que ainda estivesse parados ou perdidos, distribuindo as tarefas para os destacamentos à medida que me voltaria a me aproximar da mesa onde comíamos — Tenente Hector, você também está preso - jogaria a minha segunda algema na direção dos marinheiros que tivessem-o parado, se assim o fosse — Gunter! Ryo! - exclamaria, em busca deles, checando se estavam bem e fazendo o perímetro, atento às novas ameaças.





¹ Foi a minha primeira missão pela marinha, na aventura [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. O NPC consta na ficha.






~ Histórico ~




Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 10
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Lâminas Gêmeas - Projeto.
Perdas:B$: 3.600.000

NPC's: Atualizar Soldado Ishisaki (Oota); Ramsés; Karin.
Players Atualizar Katherine Silverstone.
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 0/3 - Recarga - N/A); Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.







Objetivos


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 6 EmptyQui 07 Maio 2020, 22:24



[LB] O Florescer de Utopia II — 010

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Os soldados atrás da mesa não demoravam a levantá-la brevemente, o necessário para que Günter puxasse a sua perna direita e se protegesse devidamente do atirador. Hector bradava seu machado, cravando-o no chão ao lado de Laith, enquanto buscava um apoio para se firmar. A Serpente se limitava a recuar, rastejando em busca de proteção. Duas mãos o agarrava e puxava-o, auxiliando em sua fuga. Kyo, o jovem que parecia ser conhecido do Tenente Shen, o observava de olhos arregalados. — T-tenente? — Observava seus ferimentos, sem saber como proceder. Não demorou para Laith notar que ele não era o único sangrando ali!



Katherine ignorava os inimigos e também buscava proteção, alcançando a parca cobertura do móvel pouco depois do tenente moribundo. Seus olhos buscaram a garotinha, sentada ao chão com Gwen no colo e os olhos cheios de lágrimas. Sua veste, antes branca, agora com manchas carmesins. Esticando o animal para a Major, como se esta pudesse curá-la, lamuriou: — A aranha-chan… BWAAA! — Soluçou, sem conseguir terminar a frase. Além do tenente Kinder e da aranha, Katherine também viu dentre os feridos os dois marinheiros atingidos nas pernas pelo atirador e a sargento Helena, jogada ao chão enquanto um dos soldados fazia o possível para parar o seu sangramento. Outro soldado ia até o tenente, prestando os primeiros socorros.



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Enquanto isso, o atirador mirava na direção do careca, buscando uma brecha por entre Karyo e Calros, prestes a pressionar o gatilho, quando uma nuvem de ferro surgia em seu caminho. — MAS QUE MERD— Bradejava. Sem tempo a perder, com os espadachins em seu encalço, continuava o seu avanço, circulando a mesa e flanqueando os antes protegidos por esta. Katherine era a primeira à vê-lo. Esperava pelos disparos e pelo recarregar das armas, mas o atirador simplesmente brotava à sua frente, distante dos seus chutes, enquanto ela própria não estava distante dos seus tiros. Ninguém estava!



O atirador brecava seu avanço com tanto ímpeto como quando o começou. Os dois sargentos corriam em sua direção, espadas em punho; Katherine avançava, destemida; Karyo investia com o Soru, quase como um espírito vingador. Ainda assim, o atirador respirava fundo, focado, e apontava suas duas pistolas em direção à Günter e aqueles ao seu redor. — Cero-Metralleta! — Dizia, suave, enquanto a sua arma adquiria um leve brilho azulado.



A perna da Major atingia a coxa direita do atirador, desestabilizando-o, ao mesmo tempo que a lâmina do Tenente atingia suas armas, fazendo-as se chorarem. O atirador não era desarmado com o ataque, mas o suave brilho desaparecia e, aparentemente, a técnica era desfeita. Com um estalo de língua, o homem tentava recuar, desta vez apontando uma arma para cada um dos heróis à sua frente. Katherine não recuava, chutando a cabeça dele e acertando-o com potência, fazendo seu óculos voar para longe. Karyo também atacava, atingindo as pernas do atirador com brutalidade e derrubando-o. A cabeça do traidor quicava no solo antes da foice voltar contra seu queixo, nocauteando-o de vez.



Os dois sargentos que perseguiam o atirador haviam brecado o avanço com a aproximação e o ataque em conjunto da desconhecida e do Tenente Esqueleto, ficando boquiabertos com o trabalho em equipe executado. Katherine chutou as armas para longe do atirador, enquanto que o tenente Shen o algemou.



Próximo dali, com Laith sendo arrastado e uma muralha de ferro aparecendo às suas costas, restava apenas Calros e Hector em uma batalha corporal. Numa confusão de membros, o boxeador tentava se manter por cima, aproveitando sua posição para atacar com uma cotovelada os países baixos do careca. Prevendo o movimento sujo, o homem girava o corpo e recebia o golpe com a lateral de sua coxa direita, onde ficaria marcado por dias. — Desgraçado! Onde está sua honra?! — Gritou, indignado, enquanto brandia sua lâmina, atingindo o rosto do sargento e jogando-o para o lado.



Sem Calros sobre ele, Hector se apoiava a se levantava, mas seu oponente era persistente e mais uma vez atacava às suas bolas. O tenente repetia o movimento anterior, preferindo ser atingido na coxa. Desta vez, no entanto, haviam espinhos que perfuravam sua pele e causavam uma dor tremenda, fazendo-o se curvar levemente. Com um grito de dor e fúria, o homem mais uma vez atacava o sargento, cortando seu tronco com sua arma num movimento ascendente. O movimento amplo obrigava-o a dar um passo à frente, pisando com sua perna machucada e caindo devido à falta de equilíbrio. Sua mão livre movia-se instintivamente para o machucado em sua coxa. — Como você pode ser tão desonrado?! — Indagava, incrédulo, apesar de tudo.



Karyo disparava ordens e os subalternos corriam para atendê-lo. Calros podia ver quando Helena era levada carregada para fora dali. Laith também era levado por um dos soldados, que apoiava-o enquanto este mancava em direção à enfermaria. Kyo corria junto aos outros, para bem longe dali, levando consigo Karin, que ainda segurava Gwen. Günter, no entanto, permanecia.



Após os sons de passos no corredor desaparecerem, sobravam no refeitório: Katherine Silverstone, com uma leve ardência no pescoço avermelhado; Karyo Shen, com uma ardência similar nos ossos atingidos; Günter, em pé por trás da mesa, mancando devido à pancada da mesa no tornozelo; Calros Lazo, ferido; e Hector, também ferido. O corpo da chicoteadora permanecia por ali, esfriando aos poucos, enquanto que o atirador, também ali, estava inconsciente, algemado e desarmado. Hector se encontrava no meio dos demais, sentado, com sua perna destra bem machucada e apenas um dos seus machados, olhando de um para outro, apontando seu machado para todos, mas sem atacar. — E agora, o que eu faço, Mestre? — Indagou, de forma reverente, para ninguém em particular.



Mancando e sendo carregado pelos corredores do QG, Laith Kinder via enquanto outros marines vinham naquela direção, alertados com o barulho de tiros. Os novatos eram atualizados pelos marines saudáveis e logo auxiliavam no encaminhamento dos feridos até a enfermaria. Aparentemente, tudo havia se resolvido, então nenhum seguia até o refeitório. Um médico, diferente daquele responsável pela sua transfusão, recebia o grupo, claramente atordoado. — Isso é um teste? — Perguntava, confuso, antes da ficha cair e designar macas para os pacientes.



Com seu olhar clínico, o médico analisava aqueles que pareciam em situação mais grave primeiro. Golden Afro, carregado até ali por dois soldados, era deitado em uma das macas, ainda completamente imóvel. O médico levava dois dedos ao seu pescoço, mas não demorava até demonstrar uma expressão triste e sacudir a cabeça negativamente. — Hora do óbito: Oito horas e vinte e sete minutos. — O próximo era Laith, tendo sua camisa rasgada para uma melhor inspeção. — O bala trespassou seu braço, mas não o seu tronco. Será necessário uma breve cirurgia, mas não é nada grave. Próximo! — Gritou, deixando o tenente à mercê de uma de suas enfermeiras. Helena havia sido atingida no braço, mas, assim como os outros marines feridos, não era nada grave e os primeios socorros foram iniciados. Gwen havia perdido uma de suas patas e Karin ficava empurrando o animal para o médico, insistentemente, para que ele a montasse de volta. — E-eu não posso fazer nada! Já disse! — Ralhava com a garota, que continuava a chorar.



Legendas:
  • Marine
  • Capitã Katt
  • Tenente Helena
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza
  • Sargento Amanda
  • Karin Shinonome
  • Soldado Kyo
  • Tritões
  • Marines Corrompidos


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Calros Lazo:
 
Histórico:
 

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Histórico:
 

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Gwen:
 

Mapinha para referência:
 

Chegada:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 6 EmptySex 08 Maio 2020, 20:15





Depois de pensar que aquele seu fim, talvez, por sorte mesmo, ainda havia aqueles que sonhavam com esperança. Para ser sincero, tinha pensado que naquele tiroteio o tal "tenente esperto" tinha morrido. Todavia, ele parecia ter sobrevivo ao acidente com a mesa, não só isso, quem sabe estivesse envolvido até nessa operação de resgate.


Pelos seus sentidos não estarem perfeitos, o militar não conseguia entender por completo, mas captava que havia chegado reforço de alguma forma, provavelmente fruto das ordens dos tenentes em ação. Aparentemente a maré tinha mudado para o lado daquele time, o qual tinha uma péssimo curso de ação. Assim, acabava sendo praticamente carregado pelo corredor, a mão ainda travada sobre o ferimento.


Passava-se pouco tempo e logo se via deitado na enfermaria, um médico, tentava se lembrar do outro do dia anterior mas sentia-se fraco demais para isso, desde que fosse tratado não importava quem era. Então na sua vez, só podia ver o homem sobre seu corpo e analisando o ferimento. "Só trate isso logo, balofo." Era o que conseguia pensar, mas preferia não falar. Por fim, uma enfermeira chegava para cuidar da Serpente, era bonita, de fato, todavia a condição não era perfeita para fazer algo. - Estou com frio. Dizia o tenente na esperança de que ela o aquecesse ou algo assim.


Com certa dificuldade, Laith passava os olhos pelos presentes na sala, Helena, o tenente óculos, a garota pequena e a tal aranha na mão dela, inclusive era curioso como que a pequena não estava gritando de medo do animal. " É o inferno". Pensava de imediato o homem, encostando sua cabeça ali e pensando, por alguns instantes, sobre o que se passava, sentia-se um pouco mais aliviado, mas não estava fora de perigo.







~ Histórico ~


Ganhos:
Perdas:
Posts: 11
Relações com personagens:
~ Legenda ~

Fala: #DEB887
Pensamentos: #D2691E


objetivos:
 

Mini-ficha:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 6 EmptySab 09 Maio 2020, 00:38





Tão rápido como começou, o ataque cessava. Isso havia sido um assalto rápido, não uma guerra. Não seriam três gatos pingados que desbancariam a marinha. Dia após dia as pessoas que trabalhavam aqui lidavam com um fardo muito maior do que o arruaceiro que havia sido responsável por tudo aquilo. E este tinha um nome. "Mestre..." - refletia acerca do termo que os traidores haviam usado. "Ishisaki..." - cerraria o punho, olhando para Gunter. Ele era o alvo daquela incursão. Isso havia ficado visível em meu combate com Hector. E, se o meu amigo havia descoberto informações importantes sobre Ishisaki, certamente era ele que estava por trás de tudo aquilo. "Mas como...?!" - me indagava.


De toda forma, há pouco havia nocauteado o atirador, protegendo quem quer que fosse o seu alvo. "Se ele sacrificou a sua companheira, provavelmente estava mirando em Hector, vendo que a investida deu errado... Isso só pode significar que o Mestre não quer que descubramos algo... Não quer que os interroguemos! - concluía. A situação era fotuita, entretanto, visto que tínhamos dois dos três invasores vivos. Com certeza poderíamos descobrir algumas coisas. Coisas que Ishisaki não gostaria que soubéssemos. E, junto das informações de Gunter, as quais ele ainda precisava revelar, sentia que estávamos cada vez mais próximos de seu paradeiro. Cada vez mais próximos de nos encontrarmos.


O pensamento fazia algo arder em mim. Ou talvez fosse apenas os ferimentos dos projéteis que haviam raspado as minhas costelas. "Ardem" - dizia para mim, tocando os lugares feridos. Outrora meus dedos estariam tingidos de vermelho, mas aquela maldição havia me negado até mesmo o que remontava às minhas origens. Suspirei fundo ao observar o refeitório. Os feridos estavam sendo conduzidos à enfermaria, tal como havia ordenado. A situação estava sob controle, agora — Ainda terá que dar muito duro para conquistar a minha e a nossa confiança - meneava o braço, expondo todos os meus companheiros — Apesar disso, seria injusto não reconhecer o seu valor nessa luta. Obrigado - estenderia o punho cerrado, oferecendo um toque de mão para a revolucionária.


Em seguida, rumaria até Gunter, pegando de volta os meus Dials e juntando a papelada dos documentos confidencias de Ishisaki, que possivelmente havia se espalhado, no caminho — Como está, amigo? - pararia à sua frente, olhando para os lados, atento a novas ameaças. Não me daria o luxo de relaxar — Sargento Lazo, eu vi o que fez. Obrigado - agradeceria ao homem. Se houvesse algum soldado parado por perto, ordenaria — Faça um relatório na enfermaria. Quero o nome de todos os marinheiros feridos e mortos, além de seus estados de saúde. Diligencie junto aos médico-chefe para descobrir o tipo sanguíneo de quem precisar, caso estejamos sem estoque. Após, venha me deixar o relatório. É uma tarefa mais importante do que parece - mandaria.


O cargo me impedia de eu mesmo fazer tal incumbência, pois o dever me forçava a realizar tarefas mais urgentes — Certifiquem-se de que ele está bem algemado - me referiria ao Hector, ao passo que voltaria e pegaria o corpo do atirador, carregando-o acima do ombro, tal como havia feito com Ryo, quando ele desmaiou em nosso primeiro encontro. "Ryo?! - olharia em volta, procurando pelo garoto — Alguém avistou o pequeno Ryo?! - exclamaria, esperando por uma resposta. Não havia-o visto, mas se não estava ali, acreditava que estava bem; afinal, ali era o pior lugar para se estar, dentro de nossas dependências.


Em comparação, só perderia para a prisão, para onde rumaria — Tragam o Tenente Hector! Levaremos-os ao cárcere e procederemos com o interrogatório logo após! Gunter, você precisa ir para a enfermaria ou consegue me acompanhar? - indagaria. Destarte, realizaria a escolta dos prisioneiros pessoalmente, guiando-os até as suas respectivas celas e me certificando que estava tudo em ordem — Manteremos-os em celas separadas - diria, alocando-os em espaços distintos, se possível — As chaves destas celas ficarão comigo. Vigiem o lugar. Reportem qualquer atitude suspeita, assim como quando eles acordarem - instruiria os soldados da prisão, confiscando as chaves da cela. Estariam mais seguras comigo. Não sabia quem estava de que lado.


Ainda, enquanto os dois prisioneiros não acordavam, iria até a enfermaria, a fim de checar o estado de saúde dos meus companheiros, em especial Amanda, Gunter (se ali estivesse) e procurar por Ryo. Ademais, colheria o relatório do soldado, quando ele terminasse — Fez um bom trabalho, Soldado... - acrescentaria o seu nome, se conseguisse identificá-lo — Como se sente? - perguntaria, na hipótese de Gunter ter necessitado de cuidados médicos — E o que você estava prestes a revelar? Precisamos saber! - exclamaria.


Ao fim, pegaria o meu Den Den Mushi e ligaria para a Capitã Katt — Mushi, mushi. Capitã, tenho más notícias. O Quartel sofreu um ataque interno. Três marinheiros tentaram assassinar o Tenente Gunter. Entre eles, o Tenente Hector. Temo que precisemos de vossa companhia o mais rápido possível. A situação já está sobre controle, mas tivemos alguns feridos. Quando chegar, me certificarei de atualiza-la. Câmbio, desligo. - desligaria o aparelho, olhando para baixo, com amargura. Uma das piores partes de ter um cargo com alguma relevância era dar estas más notícias. Com o caracol desligado na palma de minha mão, sentia o fracasso pesar sobre ela. Porém, era nesses momentos que um homem deveria dar a cara a tapa. Era isso que meu velho havia ensinado. Encararia a fúria da Capitã de cabeça erguida, pronto para seus pesados dizeres.











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Nome do Player: Karyo Shen
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Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Lâminas Gêmeas - Projeto.
Perdas:B$: 3.600.000

NPC's: Atualizar Soldado Ishisaki (Oota); Ramsés; Karin.
Players Atualizar Katherine Silverstone.
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 1/3 - Recarga - N/A); Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.







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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 6 EmptyDom 10 Maio 2020, 02:10





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A luta “acabava” e me via no refeitório com poucos restantes naquela confusão. O careca durante a luta ficava falando sobre honra. A primeira coisa que eu faria seria partir na direção dele para retirar o machado de sua mão a força e jogá-lo longe de todos que haviam ali por perto. Não era um ataque, então só me aproximaria o mais rápido que desse de seu braço que segurava a arma para realizar tal ato. - O seu mestre não vai te responder agora, não está vendo que vocês estão sozinhos aqui? - Falaria após fazer aquilo deixando claro que eu não entendia como ele poderia conversar com seu mestre. Até me aproximaria um pouco e fingiria olhar para os ouvidos do tenente para ver se havia algo ali para comunicar com ele. Como estava perto do tenente e as ordens eram para prendê-lo, caso alguém me oferecesse uma algema, a pegaria e o algemaria.

Eu precisava entender como eu ouvia esse tal mestre também. E o mais importante, ele falando desse jeito era porque o tal mestre ouvia? Se era o caso e eu também ouvia, tudo que eu falava o tal mestre ouvia também ou tinha algum tipo de ritual que tinha que ser feito? Se fosse simplesmente ele me ouvindo era melhor demonstrar ignorância nesse primeiro momento... talvez teria que começar a escrever o que estava pensando? Ou o poder do homem era ainda mais profundo e ele poderia ouvir o que eu estava pensando? Porém o que me preocupava nessa história, era que se eu ouvia o homem, porque eu não fui controlado pelo homem para atacar Günter e os outros sim? Estaria enganado nessa história toda de controle mental? A tenente Erza e o Alexander simplesmente surtaram do nada?

Bom, não dá para deduzir esse tipo de informação, então eu precisaria adquiri-las pelo interrogatório. Para isso precisava tratá-lo de uma maneira mais neutra para ele não saber que eu sabia demais. - E um traidor reclamando de honra é para ser uma piada? - Indagaria para ele com um sorriso no rosto, esse mais verdadeiro, eu estive concentrado pelos últimos momentos porque queria manter Günter a salvo, mas era no mínimo curiosa aquela situação maluca de um traidor falar de honra. - Você deveria agradecer que usei golpes assim para só te fazer parar de lutar e não para tentar te matar logo de uma vez. - Falaria tentando intimidá-lo um pouco, verdade seja dita, eu não teria coragem de matar alguém assim tranquilamente, mas ele não sabia disso, então algo do tipo poderia ser útil.

Eu possuía várias perguntas que eu queria fazer para os dois. A situação estava bem maluca, via que o tenente Karyo já começava a tomar as rédeas da situação. - Por nada. - Falaria com o esqueleto. - E eu falei que soltar Katherine era uma boa. Ela tem umas ideias meio malucas por aí, mas ainda é uma boa pessoa. - Diria, mas não seria só isso, viraria para ela e agradeceria. - Apesar do resultado triste, obrigado por derrubar a chicoteadora. - E então viraria para o soldado que o tenente Shen deu a ordem e comentaria. - E eu quero que você aumente um pouco esse relatório, mas eu quero casos específicos. Eu quero saber sobre a pobre coitada ali. - Diria apontando para a chicoteadora que havia morrido. - E esses dois. Quero saber por onde eles andaram, se fizeram missões juntos, se possuem o mesmo tipo sanguíneo. Basicamente... desses três eu quero o relatório completo. Até se são nativos da mesma ilha, parentes em comum, qualquer coisa que relacione os três. Pode entregar o relatório do tenente primeiro, imagino que será necessária uma pesquisa menor para o pedido dele.

Era literalmente a primeira vez que eu pedia um relatório? Acho que sim. Independente disso, esperaria as coisas desenrolarem. Estava preocupado com a pequena Karin, com Gwen que eu vi que sofrera um tiro, e com os tenentes Kinder e Helena, mas agora eu precisava escoltar os prisioneiros para a prisão. Como o tenente careca estava acordado, só com a perna machucada, provavelmente seria o primeiro a ser interrogado. Indicaria para ele que eu o ajudaria a ir para a região da prisão. - Não vai tentar nada de engraçadinho comigo aqui, não é? - Diria com um sorriso, ele havia me acertado e até incomodava, doía e eu precisava me tratar, mas acho que assim ele poderia pensar que eu era muito mais forte do que ele e não tentar nada.

No caminho eu comentaria com o Karyo. - Tenente Karyo, ontem a tenente Erza foi presa após cortar os dedos de um prisioneiro tritão. Depois de interrogar o careca aqui, acho que podemos passar para ela se o atirador ainda não tiver acordado. - Diria isso mesmo levando o tenente negro careca, eu queria ver que tipo de reação ele teria a aquela fala. Quando o colocássemos na sala de interrogatório, eu indicaria para o tenente Shen que eu gostaria de falar com ele a sós por um instante antes do interrogatório.

Se ele aceitasse o pedido e nos isolássemos um pouco do careca, eu falaria para o tenente Karyo. Respiraria fundo e pensaria por um instante se aquele risco valeria a pena, se o tal mestre ouvisse o que eu falava isso poderia ser um grande tiro no pé, mas bem, escrever isso tudo demoraria demais. - Ontem após a tenente Erza ter cortado os dedos do tritão, eu levantei a hipótese de ser algum tipo de controle mental já que tanto ela quanto o revolucionário Alexander, que traiu a Katherine, apresentaram comportamentos diferentes do usual. - Falaria começando a explicar aquilo para ele, era importante ele ver meu ponto de vista pois poderia ser essencial para o interrogatório. - Ontem eu ouvi uma voz falando comigo pouco antes dela cortar o dedo do tritão: “Ihh… Cutucaram a besta com vara curta!”. - Diria tentando imitar a entonação que lembrasse daquela fala. - Como o tritão estava literalmente brincando com ela, eu pensei que eu havia simplesmente imaginado isso pois não havia ninguém por perto para comentar isso comigo. - Comentaria isso por mais que soasse como alguém completamente maluco que estivesse ouvindo vozes. - Porém, quando o Günter estava explicando eu ouvi a voz de novo gritando “matem-no”, por isso eu reagi antes de todos e pude salvar o tenente. - Diria demonstrando que havia algo errado ali. - Pelo que percebi o soldado lá que estava com você também ouviu a voz, já que ele reagiu a ela também, só de maneira diferente da minha, depois temos que conversar com ele... - Daria uma pausa pensando nas hipóteses. - Não sei qual a lógica para quem ouve ou não, mas o ponto é... esse tal “mestre” provavelmente teria algum retardo se ele sabe que eu ouço e mesmo assim fez eu ouvir... já que eu pude salvar Günter assim... então imagino que ele não tenha o tal controle de quem ouve ou não saiba que eu o ouço. Independente disso... não está me controlando... pelo menos não ainda, não sei como funciona o poder dele. - Daria de ombros por um instante mostrando que estava meio perdido quanto a qual opção era a mais provável. - Então talvez tanto a Erza, quanto o revolucionário Alexander, quanto esses três, pode ser que nenhum foi controlado. Mas você sabe que pelo menos eu e aqueles três ouvimos a voz em nossa cabeça. Acho essa informação importante para você interrogá-lo, porém, por favor, tente interrogar o careca ali sem deixar isso explícito. Eu acho que ele não sabe que eu ouço o mestre e por isso ele não sabe que eu sei isso tudo. - Falaria, era um pedido estranho. - Se ele souber se comunicar com o tal mestre e por algum motivo eu ouvir isso tudo, talvez dependendo das perguntas que você fizer eu posso acabar ouvindo alguma comunicação do tal mestre. - Complementaria por fim.



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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 6 EmptySeg 11 Maio 2020, 16:27





A menina se encontrava em lágrimas com a aranha em mãos atrás da mesa e quando me via estendia o aracnídeo em minha direção. Isso realmente era entristecedor assim como a situação dos outros que se encontravam por ali como Helena e os outros soldados - Fique tranquila, vai dar tudo certo está bem? falaria de forma sorridente buscando confortá-la naquele momento. Passaria também a mão sobre sua cabeça e lhe daria um beijo na testa - Não conte isso pra ninguém, mas mais tarde eu vou te mostrar uma coisa bem legal okay? esperaria até que ela respondesse ou assentisse.

Não fora possível calcular o tempo das ações do atirador com a arma já que ele simplesmente aparecia em minha frente pronto para disparar. Assim, eu era forçada a avançar até ele dá forma que podia nesse instante e isso acabava por dar certo. O homem ainda tentava algo mais poderoso quando fazia ambas as pistolas em suas mãos brilharem, todavia antes de qualquer estrago eu conseguia evitar isso com a ajuda do tenente esqueleto. Acabávamos por fazer uma sinergia que curiosamente fora um sucesso, afinal não fazia muito tempo que nós havíamos nos conhecido.  

Com a derrota do atirador somente restava o careca dos machados, porém ele estava com uma de suas pernas machucadas e provavelmente acabaria por se render. A nossa vitória era iminente e por isso poderia começar a relaxar um pouco - Por nada, quando a questão for essa vocês podem contar comigo sorriria “Eles não se convencem tão facilmente, mas se continuar nesse ritmo logo vou conseguir o que quero” pensava comigo mesma enquanto ainda olhava para Shen retribuindo o toque de mão. Calros começava a falar em seguida e me agradecia pela ajuda contra a chicoteadora - Prefiro considerar que são ideias imprevisíveis riria com meu comentário - É pra isso que servem os amigos né? manteria a expressão sorridente no rosto.  

Ambos tinham outros problemas para resolver quanto ao resultado do nosso embate contra os traidores - Bom, parece que acabarei sobrando por aqui diria inicialmente direcionando meu olhar para os dois - Então, se me derem licença vou dar uma volta pelo QG falaria já me virando e indo em direção a saída do refeitório. Era bem provável que eles se mantivessem receosos quanto a mim e por isso teria algo em mente - Como não conheço muito daqui vou precisar de alguém me acompanhando, assim todo mundo sai ganhando passaria a observar os soldados. Caso me deixassem livre para perambular realizaria um questionamento a quem estivesse mais próximo de mim - Pra que lado fica a enfermaria? iria atrás dos meus amigos. Faria a mesma pergunta se houvesse alguém para me acompanhar pelo local.

Passaria silenciosamente pelos corredores do lugar, não sentia muita necessidade de conversar com ninguém que encontrasse pelo caminho e tampouco com quem estivesse comigo.  Quando chegasse na enfermaria procuraria por um médico ou alguma enfermeira que pudesse me ajudar a encontrar eles - Você pode me informar onde estão os revolucionários? questionaria - Obrigada agradeceria a pessoa que me dera a informação. Se eles haviam sido tratados a possibilidade de estarem na enfermaria era um tanto grande, afinal os marinheiros não os colocariam em algum quarto por aí.

Seguiria as instruções dadas e iria até onde os revolucionários estavam para que pudesse ver a situação em que eles se encontravam. Assim que os avistasse iria rapidamente ao seu encontro - Poderia nos dar um momento a sós? diria caso tivesse alguém próximo - Por que? Acha que eu vou sair carregando-os nas costas? me irritaria levemente se negassem isso. Observaria primeiramente quem estivesse acordado - Olá, como você está? perguntaria a pessoa que muito provavelmente seria Tin ou Charlotte já que Ramiro e Battos estavam em um estado pior - Me desculpe por não poder vir antes, eu estava presa até pouco tempo antes e só consegui resolver alguns problemas agora explicaria a minha situação.  

Caso não conseguisse encontrar meus companheiros iria atrás da menina ali mesmo na enfermaria - Está tudo bem com você pequena? perguntaria demonstrando certa preocupação inicialmente - Entendo, então temos um problema com a aranha diria quando ela me desse a resposta ao primeiro questionamento. A ajudaria com essa questão caso houvesse um médico por perto - Não há ninguém que possa ficar com ela? Deveria ter um veterinário aqui pra esses casos obviamente isso era bem improvável já que não haviam muitas pessoas com animais de estimação - Vamos pelo menos deixá-la por aqui então, a aranha pertence ao Sargento Calros informaria ao médico.  

Era mais fácil não ter realmente nenhum veterinário por ali e muito provavelmente a menina acabaria por querer ficar com o aracnídeo - Já que não foi possível conseguir alguém para cuidar dela, vamos embora que eu quero te mostrar o que havia prometido diria sorridente e faria um sinal para que ela me acompanhasse. Dessa vez, dispensaria quem estivesse comigo além dela já que iríamos para onde estavam os dormitórios e esse caminho eu conhecia - Pode ficar tranquilo, não sou nenhuma sequestradora diria se o marinheiro demonstrasse alguma resistência - Pelo menos não de crianças abaixaria o tom ao falar essa parte, afinal ninguém precisava saber disso.

Quando chegássemos na área dos dormitórios procuraria onde ficava o que havia dormido com Helena - Pode entrar abriria a porta permitindo a passagem dela primeiramente. Indicaria a cama para que ela pudesse se sentar - O que eu tenho para te mostrar é isso! me empolgaria um pouco a falar. Pegaria o pijaminha e mostraria a ela - É legal né? diria após revelar a roupa - Ele até mesmo faz um som também mostraria isso a ela. Não havia um objetivo por trás disso já que somente queria vê-la feliz depois de tanto chorar naquela confusão.  





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Última edição por Vincent em Qui 14 Maio 2020, 17:04, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 6 EmptyTer 12 Maio 2020, 22:48



[LB] O Florescer de Utopia II — 011

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A jovem levava o tenente em sua maca até uma sala, onde o prepararia para a cirurgia, mas ao informar o seu sintoma, Laith via os olhos da mulher alargarem, enquanto a cor parecia sumir do seu rosto. Ela corria até uma prateleira próxima, trazendo consigo uma seringa e um frasco de remédio o qual a Serpente não conseguiu ler. — Isso vai lhe esquentar! — Ela dizia, injetando o líquido na veia do homem. Alguns segundos depois, Laith começava a sentir suas pálpebras pesadas e não demorava a apagar completamente, enquanto ouvia a mulher murmurejar: — Não, não...



Enquanto isso, no refeitório, Calros se jogava contra seu oponente, desarmando-o em troca de um chute da sua perna boa em seu ferimento, agravando-o. Com uma das algemas de Karyo, o sargento algemava o careca que se debatia, dificultando o seu trabalho. — Me solte, desgraçado! — Karyo tentava juntar os papéis espalhados, mas o sangue do sargento Golden Afro e do tenente Kinder haviam manchado vários destes, borrando seu conteúdo. — Estou… Me sentindo em um pesadelo. — Respondia seu amigo.



Um soldado surgia na entrada do refeitório, ou melhor, a cabeça dele surgia, observando por entre as portas, curioso. Notando a sua presença, o tenente Shen não demorava a intimar ordens para ele e o sargento Lazo fazia o mesmo, apesar do seu estado. A expressão de arrependimento em sua face era notável, mas com uma continência, ele se afastava para cumprir suas novas incubências. — O vi saindo com os demais soldados, ele estava bem. — Comentou sobre o pequeno Ryo.



Karyo jogava o atirador sobre o ombro, Calros ajudava o careca a mancar e Katherine ia só, deixando o corpo da chicoteadora para trás. Gunter olhava para ela por um momento antes de sair, também mancando, atrás dos demais. Hector permaneceu calado, cabisbaixo, e não teve nenhuma reação mesmo quando o sargento ruivo citou o ataque da tenente Erza no dia anterior. Foi mais ou menos nesse momento que a Major se separou do grupo. Sem ninguém se importar, ela seguiu sozinha pelo QG de Utopia. Sim, uma Major do Exército Revolucionário andando dentro de um QG da Marinha, desacompanhada. Mesmo sem guia, não foi difícil encontrar o caminho da enfermaria, já que apenas precisou seguir o rastro de sangue até lá.



Na enfermaria, viu diversos marinheiros sendo tratados numa área ampla, com macas separadas por algumas cortinas e nada mais. Karin não estava por ali, assim como a aranha do sargento e o tenente Kinder. Buscando por seus companheiros, passou por Helena, a qual demonstrou surpresa por ela estar desacompanhada, mas nada falou. No fim daquele grande cômodo, encontrou Battos e Ramiro, mas nenhum sinal dos outros. Os dois estavam cada qual em uma maca, ambos algemados por um dos pulsos. Battos possuía tantas ataduras e tubos presos em seu corpo que era difícil entender por que havia uma algema o prendendo ali. Ramiro estava acordado e deu um largo sorriso com a chegada da mulher, embora seus olhos demonstrassem surpresa. — Major?!



Seu pedido de desculpa trazia apenas mais um sorriso para o rosto do moreno. — Imaginei algo do tipo. Bem, as coisas aqui parecem estar bem agitadas, foi assim que você fugiu? — A cortina ao lado de sua maca, cobrindo sua visão, permitia-o que apenas ouvisse o alvoroço da ala em que estavam, sem saber quem havia se machucado ou como, daí sua dedução incorreta do que havia ocorrido. Sem resposta, ele continuava: — Teremos que deixar o Battos para trás, aquele maldito do Alexander quase o matou! Ele provavelmente morrerá se tirarmos metade desses tubos dele, quiça o levarmos conosco. — Após mais alguns segundos, sem reação da mulher, ele indagava: — Ué, o que você está esperando? Me solte e vamos sair daqui!



Ao passo que Katherine era confrontada por seu subalterno, Karyo, Gunter e Calros chegaram à prisão e foram recepcionados por dois soldados, os mesmos que vigiavam os tritões, quietos até então. Um deles abriu duas celas à pedido do Tenente e cada um dos marinheiros foram alocados em uma dela. Após tranca-las, as chaves foram dadas ao esqueleto, o qual as guardou em um dos seus bolsos. O soldado retornou ao seu posto, mais próximo dos tritões. Seguindo o caminho do oficial, poderiam ver Erza em sua cela, sentada no chão, com o rosto nos joelhos.



A pedido do sargento, o trio se afastou dos presos. Carlos gostaria de conversar em um canto, mas o ceifador seguiu seu caminho até a enfermaria e o ruivo precisou ir atrás, comentando suas descobertas de uma forma nada resumida, como sempre. — ...o soldado lá que estava com você também ouviu a voz, já que ele reagiu a ela também, só de maneira diferente da minha, depois temos que conversar com ele... — Aparentando estar mais acordado do que antes, provavelmente devido ao susto, Gunter o cortou: — Você quer dizer que o Ishisaki pode ser esse tal Mestre? — Sua pergunta tinha um quê de incredulidade. — Nos seus artigos não havia nada mencionando tal poder. Mas, resumindo de onde parei, descobri alguns armazéns espalhados pela cidade que podem ser a sua base de operação. Posso explicar o motivo, se qu-



ROOAAAAAAAAAAAR

O intenso rugido parecia ressoar das próprias paredes, do próprio QG. Todos, independente de sua posição, ouviram o som e o reconheceram. Aquele rugido era inconfundível para qualquer um em Utopia. Seu dono, Mr. Juba! Com a linha de pensamento cortada, Gunter voltou ao silêncio, sobressaltado com o rugido do animal, que ainda parecia reverberar em seus ouvidos, assim como nos ouvidos do sargento Calros e do tenente esqueleto, apesar deste não ter mais ouvidos. Katherine, assim como os demais presentes na enfermaria, também pareciam afetados pelo rugido, com o silêncio predominando em todo o QG por alguns segundos. Ramiro olhava ao redor, assustado. — Mas que diabos?



Com passos rápidos, subiram as escadas até o nível térreo da imensa construção, dobrando à esquerda rumo à enfermaria, o chão manchado de sangue daqueles carregados às pressas. — Parem! — A ordem fez o trio brecar no meio do próprio passo. Nenhum teria a fibra de ir contra aquela ordem, contra aquela voz. — Me digam o que diabos aconteceu aqui! — Olhando para trás, veriam a Capitã Katt se aproximando deles, com seu leão ao seu lado. Em seus braços havia a chicoteadora morta e, em seus olhos, o brilho de lágrimas.



Ao lado desta havia um homem desconhecido, alto de cabelo curto e negro, corpo musculoso, sendo visível através das vestes, mas nada exagerado como um fisiculturista. Veste um terno negro e o sobretudo branco com os kanjis de Justiça preso por ombreiras douradas. Na lateral da ombreira direita havia o símbolo de Comodoro. Sua expressão era de poucos amigos e, enquanto esperavam por uma resposta, resmungou: — Agora entendo porque o Kurt-sama foi alocado para esta ilha. — Do outro lado do corredor, vindo da enfermaria, o soldado curioso se aproximou, parando a poucos metros do trio. Parecia pronto para dar o relatório para o tenente Shen, mas indeciso se deveria falar agora ou não.



E era nesse momento que o sargento Calros Lazo sentia, mais uma vez, aquele calafrio percorrer o seu corpo, partindo de sua mente e indo até as extremidades dos seus membros. Esta era a terceira vez que era acometido por aquele tremor desde a noite anterior, embora a chuva já houvesse dado trégua e o tempo ameno para frio tivesse aquecido com o passar das horas até um calor brando.



Legendas:
  • Marine
  • Capitã Katt
  • Comodoro ???
  • Tenente Helena
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza
  • Sargento Amanda
  • Karin Shinonome
  • Soldado Kyo
  • Tritões
  • Revolucionários
  • Marines Corrompidos


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 6 EmptyQui 14 Maio 2020, 00:41





Nenhum marinheiro me acompanhou até a enfermaria, talvez isso significasse que tinha conquistado ao menos um pouco da confiança deles ou simplesmente não viram qualquer intenção maligna em meu ato. Era um alívio poder ver que Ramiro e Battos estavam bem, apesar do estado sério em que o moreno se encontrava - Ainda bem diria sorridente.  O primeiro apesar de surpreso com a minha aparição estava feliz por me ver ali em sua frente - Sabe dizer onde estão Charlotte e Tin ? demonstrava preocupação com os dois - Não tem problema, eu verei com eles mais tarde o que aconteceu com nossos amigos diria em seguida em caso de uma resposta negativa.

O homem continuava a falar e me perguntava como havia escapado em meio àquela confusão que ocorria no QG - Eu não fugi da minha cela falaria inicialmente - Graças a ajuda de Calros eu consegui sair sem muitos problemas terminaria de explicar a situação. Ramiro prosseguia dizendo que teríamos de deixar Battos para trás já que devido ao seu estado de saúde não poderíamos levá-lo conosco, somente estaríamos adiantando a sua morte. Essa com certeza era uma decisão difícil de se tomar, porém como líder cabia a mim escolher a coisa correta a se fazer nesse momento já que poderia acabar me arrependendo mais tarde se errasse agora.

Antes de dar a minha resposta pararia para pensar por algum tempo, além da escolha atual de fugir ou não teria de pensar em algo para fazer como alternativa. Isso também colocava em prova as minhas palavras para Helena sobre trair a confiança de Calros, ela era uma boa pessoa e não queria decepcioná-la. Não havia motivos para adiantar os meus planos visto que a ideia principal era aguardar até que Battos estivesse em uma boa situação de saúde para podermos ir embora sem muitas complicações. Com isso, poderia chegar a conclusão de que não iríamos fugir nesse momento, a única coisa que tentaria fazer era pedir para que soltassem o Ramiro.

Nós tínhamos uma grande oportunidade para fugir, afinal o alvoroço no QG distraía os presentes na enfermaria e com isso conseguiria passar com o homem por todos. Mas, essa chance teria de ser sacrificada por um bem maior - Olha, nós não vamos embora tentava encontrar o tom certo - Pelo menos não agora, não posso deixar um amigo para trás tinha convicção em minha escolha - Só vou deixar esse lugar quando tiver certeza que todos os que vieram comigo estão salvos finalizaria olhando diretamente para ele. Battos era quem eu conhecia a mais tempo e esse era mais um motivo para eu não querer deixá-lo - Posso fazer com que eles te libertem, assim juntamente dos outros você pode conseguir o necessário para deixarmos essa ilha quando for a hora  explicaria a ideia que tinha em mente.

Não deveria ser tão difícil fazer isso até porque ninguém além de mim tinha alguma relevância para a marinha - Não vamos discutir, a minha decisão é essa diria caso ele tentasse argumentar - Enfim, eu vou conversar com os marinheiros a respeito disso e volto mais tarde para discutirmos mais a respeito voltaria a colocar o sorriso em meu rosto - Até mais tarde estenderia a mão para cima sinalizando uma despedida. Esse era o único assunto que tínhamos de importante para discutir no momento e por esse motivo não ficaria enrolando muito - É melhor vocês dois ficarem bem hein? seria a última coisa que falaria para ele antes de me afastar.

Spoiler:
 

O que vinha a seguir era um rugido ainda mais alto do que ouvido na prisão e que com certeza me faria estremecer por alguns segundos assim como todos as pessoas no recinto “Deve ser aquele leão da capitã” pararia para pensar na possibilidade “Que brilhante dedução hein? Chegou a essa conclusão sozinha? ela aparecia somente para me irritar “Cale a boca, não quero ouvir suas chateações” responderia sem muita paciência. Ramiro acabava por se assustar com o rugido do animal - Isso veio do leão da capitã, então ela deve estar bem próxima daqui balançaria a cabeça para afastar os devaneios e explicaria a origem do barulho para ele.






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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 6 EmptyQui 14 Maio 2020, 17:21





Se as coisas estavam ruim...poderiam piorar. Imaginando que a bela enfermeira pudesse lhe trazer um pedaço de paraíso naquele inferno, o tenente, após requisitar por calor, descobria que, na verdade, ela era uma das assistentes do diabo. Quando ela via pegar uma seringa ao invés de abraçar o rapaz, Laith logo tentava reagir, mas não conseguia encontrar forças o suficiente, sentia que a agulha o furava e imediatamente sorria para a moça. " Filha da..." mas antes de terminar, sentia suas pálpebras pesarem e começava a cair em um sono, com certeza ali era o inferno.


No seu inconsciente, acabava por sonhar no período em que estava no deserto, os detalhes eram obscuro, mas lembrava-se de um pequeno passeio com um chafariz no centro, apesar das paredes de cor marrom, devido ao terreno arenoso, a criança no futuro chamada de Laith circundava a fonte, enquanto em oposição outra criança, também ruiva, fazia o mesmo. Os dois olhavam seus olhos, a serpente, contra um rapaz de porte avantajado, e olhos que lembrava um urso. Sem mais, o Urso avançava, pulando sobre a fonte e correndo, Laith, em resposta, rolava para o lado e quando o inimigo atingia o chão puxava sua adaga indo contra os olhos do homem, sua mão logo era impedida pela mais forte. Os dois olhavam-se, e por um momento parecia que aquela tensão espalhava ao redor, os que assistiam também começavam a guerrear, talvez bebidos pelo frenesi da morte. A serpente do passado sorria, mas seu sorriso era tampado por uma máscara feita de bandagens, assim, soltava-se da mão do outro e usava o chafariz de apoio, soltando para avançar contra o maior.



Subitamente seus olhos abriam-se, acordava, enquanto a retina se acostumava à iluminação do local, o tenente passava a mão sobre a boca, percebendo que aquilo fora só um memento do passado. Recuperando-se, o homem passava os olhos ao redor, entendo aonde estava e tentando deduzir o que havia acontecido.









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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 6 EmptyQui 14 Maio 2020, 20:28





Posts em Utopia - 57
Eu realmente não entendi o tenente. Ele deu um bando de ordens e simplesmente não se importou nada com o careca, ficou recolhendo papéis empapados de sangue. Apesar de ter conseguido desarmá-lo acabei sentindo alguns golpes. E as coisas estranhas não acabavam por aí. Agora eu sabia que o homem se chamava Hector e o guiava para a prisão, por algum motivo o tenente Karyo dava uma ordem de quando eles acordassem era para ser avisado... mas o careca não estava dormindo.

Independente disso, comecei a contar a situação para ele enquanto nos dirigíamos para a enfermaria. E tudo foi mudado quando novamente ouvimos um rugido do leão da capitã Katt. Ela estava com um homem que identifiquei como um comodoro. Colocando a minha mão sobre o corte em meu peito para demonstrar a eles que estava ferido e assim falaria. - Fomos atacados por um trio de traidores que tentaram matar Günter. Prendemos dois deles, um é um sargento atirador que não sei o nome, o outro é o tenente Hector. O atirador matou a chicoteadora que está com você ao perceber que não era possível que eles fugissem. - Responder ela era prioridade a qualquer outra coisa.

Ou assim eu pensava, pois tinha acabado de sentir outro calafrio, era o terceiro, estava num padrão bem interessante já. O primeiro eu acabei sentindo poucos momentos antes de ouvir a voz pela primeira vez. A segunda vez eu senti muito tempo antes de ouvir a voz pela segunda vez, a pequena e eu conversamos, deu tempo de tomar café da manhã e ouvir toda a explicação do Günter. Se fosse um padrão teríamos um tempo ainda para ouvir a voz novamente. Ou seria o calafrio um jeito do tal mestre demonstrar que ele “ligou” um “canal” de comunicação e iria ouvir o que eu ouvia? Foi por isso que ele sabia o que os tritões estavam falando com a Erza? Como sempre eu possuía muitas ideias malucas do que podia ser isso tudo, mas nem mesmo uma ideia do que poderia ser a resposta.

Olharia para a capitã. - Eu acho que a teoria que eu falei ontem está errada. - Informaria para Katt, só ela saberia do que eu estava falando do controle mental. - Não sei se você quer que eu fale sobre isso aqui, mas com certeza tenho muito mais a informar. - Falaria olhando e indicando com a cabeça para o soldado que havia chegado com informações. - Ele está para nos passar um relatório sobre os três traidores e de outras coisas que eu e o tenente Karyo pedimos. - Informaria e continuaria. - É melhor ele passar o relatório e depois que eu for tratado continuarmos com os relatórios e as teorias em um local mais adequado. - Eu estava sangrando bastante e queria me tratar logo.

Eu só não era o de menor patente ali porque tinha o pobre soldado naquele local. Dois tenentes, uma capitã e um comodoro estavam acima de mim, então eles poderiam falar que eu aguentava e pediriam para eu falar tudo ali antes ou depois do soldado, era difícil de determinar e por isso precisaria de algum tipo de ordem.

Se eles aceitassem minha fala e assim fossemos para a enfermaria após o relatório do soldado. Olharia o local procurando um médico e nossos companheiros naquela confusão. Queria ter certeza de que Karin, Gwen e Helena estavam bem, além é claro do tenente Kinder. Se não encontrasse nenhum deles, mas um médico aparecesse eu indicaria pedindo um tratamento. - Muito obrigado. - Diria enquanto ele provavelmente fecharia meus ferimentos, estava aí algo que eu mesmo podia fazer com primeiros socorros, mas acho que não conseguiria no lugar que me machucara, provavelmente era difícil de fazer... poderia treinar depois, mas acho que nem deveria alcançar. Caso encontrasse algum deles esperaria ver como eles estavam antes de falar alguma coisa, no máximo responderia com um “Estou bem” caso me perguntassem por causa do ferimento.

Caso eu tivesse que ficar no corredor porque queriam todas as informações, veria o que eles falariam antes, talvez o relatório do soldado me ajudasse a juntar algumas peças antes de eu falar alguma coisa.




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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 6 EmptyQui 14 Maio 2020, 22:51





Finalmente os traidores estavam encarcerados. Haviam prejudicado os seus próprios companheiros de forma irreparável. Não entendia quais eram as circunstâncias, em sua totalidade, mas seria difícil conseguir perdoá-los pelos seus atos, mormente o atirador que havia nocauteado. E, falando em confiança — Reconheci o valor dela e o desejo de ser uma das nossas. Reconheço a intenção de alguém ao brandir uma arma. Ainda assim, precisamos ficar atentos... O inimigo pode estar em qualquer lugar  - comentava a respeito de Katherine Silvertone, a revolucionária que pagava a sua dívida com a marinha, a fim de limpar o seu nome. Meneava a cabeça, olhando de um lado para o outro, no fito de perceber se estávamos sendo espreitados.


Havia muito a se falar; muito a ser feito. Não a toa possuíamos pendências, tal como a questão da Tenente Erza — Me dói ver uma marinheira atrás das grades... mas da forma que se apresentou, acredito que seja o mais seguro, por agora - falaria, escutando o que Calros tinha a dizer — Certamente, certamente... os interrogatórios são nossa melhor chance de compreender o poder do inimigo ou conseguir alguma pista sobre o seu paradeiro. Quem sabe até uma forma de nos protegermos deste feitiço, ou seja lá o que for. Uma Akuma no Mi, imagino? - deliberaria. Desde que havia chegado à Grand Line havia conhecido poderes e indivíduos únicos, estranhos e imprevisíveis — Ainda preciso descobrir o que é isto - ergueria a mão à altura dos olhos de Lazo, mostrando o cintilante rubi cravado em meu osso.


O meu encontro com o Sargento Lazo era um ponto nevrálgico nesta trama, pois era o homem mais inteirado entre todos nós. Compartilhar informações sempre tendia a nos levar a algum lugar — Controle mental?! - batia na parede, com a palma da mão, incrédulo. E o local que a nossa conversa parecia estar me levando era ao precipício da insanidade — Bem, é possível... - suspirava fundo, olhando para os meus braços e mãos. "Tudo aparenta ser possível neste mar de fantasia" - ponderava. E cada vez mais ele me pressionava contra o abismo da loucura — Matem-no?! Na sua cabeça?! - continha a voz, quase que cerrando os dentes com força, a fim de abafar o som — Quanto a este soldado a quem se refere, não havia soldado comig... você diz o pequeno Ryo?! - desta vez, não conseguia me controlar, reconhecendo que minha voz havia extrapolado, junto ao outro tapa na parede. A última coisa que esperava era que o pequenino Ryo estivesse envolvido nessa.


Passava algum tempo ali, fitando o Sargento Lazo. Suas revelações e teorias eram um tanto difíceis de engolir - o pior era que já havia percebido o tipo de homem que ele era. "Estes não mentem para um companheiro nem por um decreto" - sabia, pois também era assim — Tomarei em consideração todas as suas preciosas observações, Sargento Lazo. Fico grato pelo excelente trabalho. São poucos os homens que possuem olhos como os seus e os de Gunter - observava, alternando o olhar entre ambos. E era verdade. Os dois, junto a Amanda, eram os três mais inteligentes que conhecia — Sim! Estou quase certo. Do contrário, com quantas facções estaríamos lidando? E logo quando você desvendava informações sigilosas sobre ele? Coincidência demais para deixar passar... - mensurava — Armazéns?! - Gunter havia achado pistas e, ao que pareciam valiosas — Prossig-! - mas, quando o estimular, sentia o chão sobre os meus pés tremerem.


O-O quê... - senti um frêmito em minha espinha. Era um rugido. O rugido de um grande leão. Sem sombras de dúvidas se tratava do animal da Capitã Katt. Porém, para mim, também parecia o leão de uma história que havia lido por conta de Gunter, quando estávamos viajando entre Lvneel e Wonderful Land — É como se o seu canto emanasse a Magia Profunda... ou talvez, até mesmo, a Magia Mais Que Profunda - meus ossos vibravam, enquanto comentaria com Gunter, que não deixaria de entender a referência ao livro que havia me apresentado: "O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa"¹.


De toda sorte, se a Capitã havia chegado, era tempo de nos apressarmos e irmos de encontro à sua presença — É melhor estarmos o mais rápido possível - comentava com meus companheiros. Tinha certeza que eles entendiam a razão. E assim fazíamos. Logo estávamos à presença da excelentíssima; na verdade, ela que havia nos encontrado. Ergueria a cabeça, virando-me para a Capitã e fazendo uma reverência. Como era de praxe, bocudo como era, o Sargento Lazo já começara a falar antes mesmo de eu completar o ato ecumênico — Foi um ataque relâmpago. Devo reforçar as palavras do Sargento. Seria apropriado conversamos em um canto mais seguro - comentaria. Olhando para a Capitã, percebia um insólito brilho em seus olhos. Seu gesto de carregar a marinheira morta parecia o gesto de uma mãe. Imediatamente sentia uma grande alfinetada onde um dia estivera o meu coração. Era certo que era algum ente querido — Depois de darmos um enterro digno a esta marinheira, a qual bem serviu a organização enquanto estava ao vosso lado - abaixaria a cabeça.


"Este sentimento... esta responsabilidade..." - tudo o que sentia era culpa. Desde que havia chegado em Utopia. Essa ilha não havia me trazido muitas coisas senão aquele intenso sentimento pesaroso. A morte de Kurai; o atentado contra Amanda; contra Gunter; a perda de aliados sobre a cavidade que representava o meu nariz... Tudo isto me levava a manter a cabeça baixa. Entretanto, como o justiceiro compromissado com o dever que era, fugir nunca era uma opção — Me permita erguer a pá. É o mínimo que posso fazer por compartilhar da culpa deste ocorrido - me oferecia, em um tom lúgubre; o tom de quem buscava a redenção.


Toda aquela situação havia me obstado de notar o que, alhures, seria a primeira coisa a atrair o meu olhar. Ao lado da Capitã Knockout estava ninguém menos do que a figura de um Comodoro da marinha. Não o reconhecia, mas sabia - e como não poderia?! - que era uma patente acima da própria Capitã. Nossos reforços haviam chegado. Senti um alívio - mas, também, um sentimento de impotência, por não ter sido o suficiente para conter uma tragédia daquelas. Precisava treinar - muito! Só assim faria jus aos kanjis que o homem à minha frente carregava. "Justiça" - era o que precisava ser feito.


E poderíamos começar com o relatório que havia solicitado — Se aproxime! O destino que recai sobre nós é o mesmo, não há necessidade de se esconder ou hesitar. Se temer os nossos, o que fará com os outros? - era a minha visão. Apenas com coragem poderia se desempenhar genuinamente o papel de um bom marinheiro — Fez um bom trabalho. Infelizmente, a situação não nos permite descansar. Creio que o Sargento Lazo tenha algum pedido e, assim, eu também. Porém, este último pode delegar a outro soldado - diria, fazendo uma breve pausa para que Calros falasse.


Ansiava - e muito - por ver Amanda e o pequeno Ryo, a fim de ver os seus estados. Todavia, precisava conversas com a Capitã urgentemente, junto ao Sargento Lazo e ao Tenente Gunter. Ainda, com o que Calros havia me revelado, Ryo seria de boa serventia neste momento — Fico grato por tanta diligência - agradeceria ao soldado  — Ainda, devo pedir que traga o Pequeno Ryo à nossa presença. É um assunto de grande importância - diria a ele. Precisava saber o que mais o Ryo havia escutado - se é que ele havia. Quem sabe ele não pudesse colaborar mais conosco; e, de toda forma, preferia que ele estivesse ao meu lado, enquanto o clima ainda me torturasse.


Dessa forma, acompanharia a Capitã até o lado de fora do QG, a fim de escavar um túmulo - com uma pá - para a marinheira abatida, se assim ela desejasse. Do contrário, seguiria para o local mais reservado que havíamos sugerido, seguindo a Capitã - provavelmente para a sua sala — Perdoar-me pela ignorância, mas quem seria este nobre Kurt a quem se refere? - indagaria para o Comodoro, estabelecendo nosso primeiro contato — Há de me perdoar novamente pela má educação. As coisas têm estado tão loucas que mesmo na morte não pude sossegar. Tenente Karyo Shen. Será um prazer trabalhar ao lado de um homem tão digno - também o reverenciaria à distância.



Noutra via, quebraria o silêncio — Estou bem, com apenas três ossos raspados que ardem, mas não chegam a ser um problema, mas meu companheiro não. Te acompanho até a sala ou podemos seguir à enfermaria, juntos? - esperaria pela resposta dos meus superiores, de modo que iria ao local indicado. Na enfermaria, buscaria por Amanda, Laith e até mesmo Ryo, adiantando a minha ordem dada ao soldado. Não deixaria de avaliar bem o estado dos nossos outros irmão de guerra. Em contrapartida, na sala da Capitã, começaria a falar — Este ataque começou quando o Tenente Gunter estava nos contando algumas coisas que descobriu sobre o Ishisaki. Temo que ele seja o mentor desta atrocidade. Gunter, se puder nos contar mais sobre o que viu - estimularia, dando o espaço para que ele compartilhasse tudo que havia de ser compartilhado.






¹ O Gunter, o meu NPC ainda não companheiro, mas que está comigo desde a segunda aventura, sempre lê livros. Em algumas ocasiões, eu os li in-game, em outras, aproveito algumas lacunas no tempo para inserir estes roleplays e referências, aproveitando do que já acontece.






~ Histórico ~




Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 12
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Lâminas Gêmeas - Projeto.
Perdas:B$: 3.600.000

NPC's: Atualizar Soldado Ishisaki (Oota); Ramsés; Karin.
Players Atualizar Katherine Silverstone.
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 1/3 - Recarga - 2/5; Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.







Objetivos


Spoiler:
 


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