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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 5 EmptyQua 25 Mar 2020 - 1:43

Relembrando a primeira mensagem :

[LB] O Florescer de Utopia II

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiros Calros Lazo, Karyo Shen, Laith Kinder feat Marinheira jr. Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Vincent
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 5 EmptyQui 23 Abr 2020 - 21:45





Estavam todos animados naquela manhã, principalmente uma menininha que estava junto de Calros - Olha só, que coisa fofa me aproximaria dela e apertaria suas bochechas - Como se chama? perguntaria de forma gentil. Ela mostrava algo interessante para mim e ao mesmo tempo estranho - Nem eu sei como esse rubi veio parar aqui diria analisando a pedra cravada na minha mão “Vou ter que dar um jeito de tirar isso da mão depois” pensava.  

Assim que o tenente mencionou devolver os meus pertences o loiro tomava a frente e me entregava uma caixa com tudo dentro. O ruim disso era que tinham “confiscado” o dinheiro que possuía para pagar pelos meus atos “Parece que você vai ter que pagar uma quantia até que relevante por seus atos” ela me dizia algo um tanto óbvio “Não terei que pagar se sumir assim que puder” responderia em seguida “Fazer isso só te atesta ainda mais como idiota” uma resposta típica “Fale o que quiser” limitaria minhas palavras.

Nesse mesmo instante, o outro superior resolvia falar comigo me perguntando como poderia chamá-lo - Eu sou Katherine Silverstone sorriria e apesar de saber o seu nome retribuiria a pergunta ao tenente - E como você se chama? questionaria mantendo a mesma expressão. Conversar com um esqueleto ambulante era definitivamente a coisa mais bizarra que havia feito até então, ele claramente superava Capullo - Olha, o prazer é todo meu agia de forma simpática. Ele pareceu confuso com as palavras proferidas pelo loiro - Não lhe contaram? Eu sou a revolucionária que estava presa até momentos atrás e agora estou sendo punida pelos meus “crimes” ironizaria a última parte.

Depois disso, eu pegaria meu par de botas de dentro da caixa e as calçaria tranquilamente enquanto pensava no que fazer em seguida. Como estava sem dinheiro algum faria um pedido - Como eu não tenho mais dinheiro algum, vocês poderiam pelo menos me dar uma mochila? só me restava arriscar - Obrigada! diria se a resposta fosse positiva. Caso me negassem isso pegaria as minhas coisas silenciosamente - Sobre essas botas, podem se livrar delas ou se quiserem deem a algum soldado qualquer diria sem muito ânimo dando com os ombros.  

Mesmo que não estivesse dentro dos meus planos teria que ao menos deixá-los entender que conseguiria o montante restante - Tem algum jeito de conseguir dinheiro rápido? olharia na direção do loiro quando fizesse a pergunta. Acabava por deixar esse assunto de lado com a chegada do mesmo homem de cabelos rosa que havíamos visto na entrada da enfermaria. Ele tinha passado a noite inteira pesquisando a respeito de um tal Ishisaki Oota e revelava informações que eram até relevantes sobre o homem.  

Era após isso que Calros agia de uma maneira estranha e parecia querer proteger o rosado indo em sua direção. Uma série de coisas anormais vinham ocorrendo até aqui e obviamente não era nenhuma coincidência “Quem será que está por trás disso?” me perguntava, quem quer fosse deveria ter uma relação com esse Ishisaki. Quando questionassem sobre mais alguém ter ouvido algo eu responderia - Não escutei nada utilizava um tom desconfiado. Ficaria atenta para possíveis inimigos a partir disso, afinal Calros não possuía nenhuma deficiência mental aparentemente ou eu não sabia desse fato.





~ Histórico ~



Ganhos:
Perdas: Todo o dinheiro,
Posts: 8
Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
Personalidade atual: Katherine  


Objetivos:
 



Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 5 EmptyDom 26 Abr 2020 - 0:15



[LB] O Florescer de Utopia II — 008

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A pequena Karin havia notado as mulheres do grupo, inclusive Katherine, mas dentre tanta gente não havia lhe dado atenção. Apenas quando a revolucionária apertava as suas bochechas era que a garota notava o seu chifre solitário. — UWAAAAA! Uma mulher unicórnio! — Gritava, com seus olhos brilhantes! Karyo decidia entrar na brincadeira da menina e dar corda para a sua fantasia apenas a animou ainda mais.



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Passando o momento, Katherine pedia por uma mochila e Golden Afro logo respondia: — Você pode pegar uma mochila no almoxarifado. — Dava uma garfada no seu café da manhã antes de se lembrar de algo e completar: — No caso, o tenente Kinder que deve autorizar e pegar a mochila para você. Se assim ele quiser. — Sobre o seu interesse em conseguir grana, o sargento a observava por um momento, sério, mastigando e engolindo antes de responder: — Vou supor que você busque conseguir dinheiro de forma lícita... — Mais uma garfada e um momento de silêncio. — Primeiro, precisamos confiar em você. Depois você poderá sair do QG e realizar alguns trabalhos pela ilha até conseguir pagar sua dívida. Talvez até haja algum trabalho para você aqui no QG. — Mal terminava de falar e já voltava a sua atenção para a sua comida.



Os eventos seguintes se desenrolaram de forma frenética até o fim do último post Calros se jogar com ímpeto contra Günter. Devido ao sono e ao cansaço, o atirador percebia o movimento do sargento tarde demais, tendo tempo apenas de abrir a boca num 'o' de surpresa antes de ser rebocado de seu lugar.



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Laith se levantava pensando que o sargento havia enlouquecido, enquanto que Helena arregalava os olhos em surpresa, se preparando para levantar, mas sem agir de fato. Os demais sequer tiveram tempo de reagir apropriadamente ao que se seguiu. Concomitantemente ao avanço do sargento, alguns marinheiros se moviam na multidão ao redor do grupo e o caos tomava conta!



O primeiro ataque era uma saraivada de tiros partindo de um sargento. Helena, vendo o marine apontar suas pistolas para eles, conseguiu prever o ataque e se jogou contra as pessoas ao seu lado, de forma similar à Calros, levando ao chão Karin, Kyo e Katherine. Calros não sentiu nenhum dos tiros lhe atingir, mas Gwen guinchou e caiu de costas ao seu lado, esperneando o ar. Laith, em pé, teve o braço direito e o peito atingido por dois dos tiros, caindo de costas sobre a mesa, com uma forte dor nas áreas atingidas. Golden Afro foi atingido nas costas, caindo por sobre a mesa. Karyo também foi atingido, embora os tiros tenham apenas furado suas vestes e raspado uma de suas costelas.



O segundo ataque foi antecedido por um silvo que parecia rasgar o próprio ar. Calros sentiu algo golpear e se enrolar no seu pescoço e logo seu corpo era puxado para longe do tenente. — Não atrapalhe! — Ralhou a sargento. O chicote da oponente parecia uma cobra viva, apertando cada vez mais de forma asfixiante. Apenas a sua vida anterior como pescador lhe dava a oportunidade de resistir, brevemente, aquele tormento.



Enquanto o sargento era puxado para longe e Günter se via desprotegido, um terceiro oponente surgia, diminuindo a distância até o atirador num único pulo e caindo com seus dois machados alvejando seu pescoço. O tenente ainda tentava puxar sua arma, mas o sono nublava suas ações e o revólver parecia preso em sua cintura. Karin gritava debaixo da mesa, devido aquela confusão generalizada, e como se atraído pelo grito da menina, o tenente girava em sua direção, lutando por sua vida. O guerreiro atingia o solo com violência, criando uma pequena cratera e jogando pedaços de concreto em todas as direções. Günter permanecia tentando puxar sua arma, sem sucesso, embriagado de sono, enquanto o inimigo se levantava e preparava mais um ataque às costas do homem-esqueleto. Dado seu uniforme, o homem com machados também era um tenente.



A grande maioria dos marinheiros permaneciam atônitos, completamente perdidos. A ideia do uniforme daquela organização era identificar seus companheiros, aqueles que você deveria confiar, mesmo sem conhecer. Mas o que fazer quando um irmão ataca outro? Qual lado era o correto? Como proceder? Atacar? E se atacar os mocinhos? Defender? E se defender os vilões? O que restava? Pedir ajuda? Mas a quem? Apartar? Essas eram apenas algumas das dúvidas que imobilizavam os demais marines em seus lugares, mesmo aqueles mais experientes.



Legendas:
  • Marine
  • Capitã Katt
  • Tenente Helena
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza
  • Sargento Amanda
  • Karin Shinonome
  • Soldado Kyo
  • Tritões
  • Marines Corrompidos


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Calros Lazo:
 
Histórico:
 

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Karyo Shen:
 
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Laith Kinder:
 
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Inimigos:
 

Mapinha para referência:
 

OFF:
 

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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 5 EmptyDom 26 Abr 2020 - 4:44





Posts em Utopia - 54
Que confusão. Antes de sequer fazer qualquer coisa via Gwen e o tenente Laith sendo alvejados por um atirador. Eu estava sendo sufocado e o tenente Günter se salvava por pouco de um tenente que estava com machados. Eu tinha pensado que poderia vir um igual havia sido com Erza, já que nem eu ou Helena atacamos ninguém naquela hora, mas foi um pensamento inocente.

Agora não era hora para pensar nisso, preciso salvar Günter e me certificar que Gwen e Kinder estão bem. Ambas as minhas mãos iriam diretamente ao meu pescoço segurar o chicote que aquela sargento utilizava. Só que elas não fariam a mesma ação. Enquanto uma de minhas mãos tentaria abrir um mínimo de espaço entre meu pescoço e o chicote, para permitir que eu respirasse, a outra mão seguraria o próprio chicote e o puxaria para retirá-lo das mãos daquela marinheira.

Não que eu realmente precisasse retirar o chicote das mãos dela, mas precisava que ela mesma percebesse que o ideal não era deixá-lo me sufocando e sim retirar essa porcaria de perto de mim. Precisava ajudar o tenente Günter e o tenente Laith, eles claramente estão com problemas por causa do excesso de sono ou da doação de sangue, e aquele brutamontes quebrou o chão com machados, se fosse martelos pelo menos eu teria entendido.

Caso não conseguisse me soltar da sargento com facilidade, me viraria para ela e me aproximaria ainda puxando com toda a força o chicote com a minha mão que o segurava. Chicoteadores não querem ficar próximos de seus alvos, ela provavelmente tentaria se afastar ou me deixaria soltar o chicote para me concentrar no que eu queria. Sendo este caso eu me voltaria para o tenente dos machados.

Caso a sargento tivesse me soltado ou eu mesmo conseguisse puxar o chicote e assim me soltar, neste caso iria jogar o chicote para Helena, iria me focar na proteção do tenente que estava no chão. Iria pressionar os dois botões de ambas as minhas luvas, para os espinhos aparecerem nelas, não era forte como a capitã para conseguir impedir que ele continuasse naquela maluquice sem o machucar... na verdade não era nem necessário já que o leão de Katt assustou a todos e Erza naquele momento pareceu parar de se tornar violenta.

Infelizmente a capitã não estava aqui e muito menos aquele leão dela. Preciso garantir que este tenente desconhecido não o ataque mais. Iria me aproveitar do fato dele estar focado no tenente Günter e tentaria socá-lo de lado, miraria na região do rosto, talvez alguns cortes ali feitos com os espinhos o acordassem. - Voltem ao normal logo! - Gritaria caso conseguisse o acertar, não só para tentar atingir qualquer gatilho mental que eles pudessem ter, como para demonstrar para os outros marinheiros que eu estava ali como algum protetor. Afinal, eu havia sido o primeiro a perceber o perigo e a reagir a ele.

Se eu o acertasse ele provavelmente voaria na direção da mesa que Helena e Karin estavam. Independente de acertar ou não eu falaria. - Para todos os soldados que estão perdidos! Não importa qual lado está certo aqui! Garantam pelo menos a segurança de todos. O tenente Laith foi alvejado após doar sangue a noite inteira! TEMOS UMA CRIANÇA EMBAIXO DA MESA! - Com todos aqueles soldados perdidos era bom que eles aos poucos fossem percebendo a situação a sua volta e começassem a efetivamente trabalharem como marinheiros, eles poderiam pelo menos proteger Kinder e Karin de qualquer perigo que fosse na direção deles.

Além disso, caso eu o acertasse e ele ficasse de lado ou pelo menos me encarasse por um mísero segundo, aproveitaria esse tempo em que gritava tudo isso para os marinheiros para literalmente empurrar com o pé a pobre Gwen, como se fosse uma caixa, na direção de Karin. A pequena não tinha medo da aranha e eu não posso deixar o meu animal de estimação morrer de forma idiota. Se eu conseguisse fazer isso eu falaria par Karin num tom bem calmo após todos aqueles meus gritos, mesmo que não olhando para ela. - Cuide de Gwen enquanto eu resolvo as coisas aqui.

Naquele momento então era hora de me focar por completo no tenente dos machados. Se ele tentasse atacar Günter, iria atacá-lo no mesmo instante para acertar ele ou a lâmina dele e assim fazê-lo errar o ataque. Em qualquer brecha que ele desse por estar prestando atenção no tenente no chão ou na mesa, iria aproveitar para socá-lo, sempre miraria em sua cabeça, querendo que algum tipo de tontura ou dor por causa do golpe o fizesse voltar ao normal.

Caso ele focasse em mim não tinha nem porque imaginar que eu conseguiria esquivar com perfeição, já havia notado a muito que eu não era rápido. Claro que ainda tentaria desviar me jogando um pouco para o lado, de preferência o mais vazio, mas se eu percebesse que não havia como realmente desviar eu tentaria aproveitar o impulso do homem e tentaria acertá-lo ao mesmo tempo. Um “counter” em que ambos levariam o golpe.

A qualquer momento aquela chata marinheira do chicote poderia tentar me atacar. Eu não daria muita atenção para ela, a não ser que ela tiver mantido a posse de seu chicote e tentasse novamente me enforcar ou aproveitasse desta arma para tentar me derrubar ou impedir que eu realizasse algum ataque. Para o primeiro caso iria realizar o mesmo plano que havia tentado anteriormente, utilizando uma mão para conseguir respirar e uma mão para puxar o chicote dela. Para o caso dela puxar para me derrubar, utilizaria minhas mãos para soltar o chicote rapidamente, aproveitaria a situação para tentar avançar com o corpo inclinado numa posição mais baixa e pularia para agarrar o tenente dos machados pela cintura e cair em cima dele na mesa, onde começaria a soca-lo em seu rosto. Para o terceiro caso, iria forçar meu braço para frente rapidamente e tentaria agarrar o chicote com a mão do braço solto, faria uma volta do chicote em minha mão e iria puxar o chicote com toda a força, para não só retirá-lo das mãos dela, mas eu mesmo ficar com o chicote, apesar de estar do lado oposto ao normal. Aproveitaria o chicote em minha mão para exatamente tentar parar o tenente do chicote, para isso agarraria o cabo do chicote com a outra mão e pularia nele tentando enforcá-lo.

Em qualquer momento que eu percebesse que eles haviam voltado ao normal, iria falar bem alto para todos. - Chega de luta! ELES VOLTARAM AO NORMAL! - Não acho que entenderiam de primeira, mas provavelmente seria o suficiente para eles perceberem que algo havia mudado.

Caso não tivesse conseguido empurrar Gwen para Karin e em algum momento da luta visse que alguém iria acertá-la, iria me jogar na pessoa para que ela não fosse pisoteada ou algo do tipo.




Histórico:
 

Ficha para ajudar:
 

Inventário Atual:
 

Objetivos:
 

Gwen - Pet Normal:
 

Quem dera fosse npc acompanhante:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 5 EmptyDom 26 Abr 2020 - 13:11





Tudo acontecia de forma muito rápida, como um trovão, de repentes barulhos alardantes chegavam ao ouvido do tenente, todavia, tudo isso era suprimido por uma dor rompente no peito. "Mas que dro-" era isso que Laith pensava que tinha falado, todavia, de sua boca só saia um abafado som de dor, involuntariamente seu corpo era jogado como uma rocha contra a mesa, e agora o ruivo conseguia sentir o quão ela era gelada.

O que tinha acontecido? A máscara do assassino era quebrada no instante, seus olhos, tão perdidos quanto a bala no seu corpo, buscavam respostas até que passavam sobre seu peito, vendo uma mancha carmesim manchar seu uniforme branco da marinha, que merda, era o que estava pensando? Alheio ao mundo exterior, passava a mão pelo ferimento e logo via seu sangue, o mesmo que tinha doado para Amanda. O sorriso, em resposta a tensão da situação, estampava seu rosto e quem quer que olhasse de relance o marinheiro poderia ver aquele tipo de sorriso sociopata na face de alguém que encarava a morte, mas não com coragem, sim com medo. Não queria morrer ali, não podia morrer ali.

A única resposta possível era colocar sua mão com força sobre o sangramento e tossir por um instante, já que depois que o pico hormonal passava, conseguia sentir algo em seu peito, incomodando-o na hora de respirar, quase que como um pigarro preso, mas sólido. Os olhos ficavam mais nublados do que antes, tirando toda a nitidez na visão, efeito da quantidade reduzida de sangue que já tinha, afinal, havia doado sangue e agora perderia mais. O corpo já começava a perder um pouco da temperatura e aquela sensação de estar contra um bloco de gelo invadia as costas de Laith, talvez estivesse entrando em choque hemofílico agora?

Olvidava-se, por um momento, do passado na Rosa, aquelas noites que pensava que iria morrer, mas não queria morrer ali em meio a assassinos e malucos, crianças que tiveram seu passado apagado e que nunca veriam o futuro, ele queria mais, queria ser algo, alguém, uma causa, uma bandeira, um medo, uma lenda, o que fosse, sua existência deveria significar algo, esse era o primeiro-motor do seu mundo.

Tentava respirar profundamente, na medida do possível, e sem sentir completamente o que estava acontecendo, continuava pressionando a região do furo, tentando retardar a hemorragia, com sorte talvez ele fosse salvo. Mas o que era isso? Estava pensando em alguém? Desde quando? Não, sua vida era assim, solitária, por si só, e esse talvez fosse o preço que pagaria na morte, morrer sem receber ajuda.

Que seja, o vermelho no peito combinava com o rubro do cabelo.






~ Histórico ~


Ganhos:
Perdas:
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~ Legenda ~

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objetivos:
 

Mini-ficha:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 5 EmptySeg 27 Abr 2020 - 2:13





Conversa vinha, conversa vem, tudo parecia normal e estava focado nos relatórios de Gunter, quando subitamente o Sargento Lazo se jogava em cima do homem! — Sargento Calros! Que impróp-! - já articulava os meus braços para erguer-me da mesa, quando senti um frêmito gelado subir-me a espinha. "Que presságio ruim é es-?!" - a situação mudava da água para o vinho e sequer tinha tempo para completar meus pensamentos. Estava de cabeça baixa, quando os disparos começaram, olhando os projéteis formarem buracos em meu uniforme. "Quem?!" - me ergui subitamente, apenas para sentir uma das balas rasparem-me a costela — Ghurr - grunhi, levando a mão até o local. "Se eu estivesse vivo, estaria morto" - o pensamento fazia total sentido.


Estávamos sob ataque! Sacaria imediatamente a minha nova criação: A Foice dos Gêmeos Vazios - chegava a hora de sua estreia! Ao que meus olhos podiam captar de relance, a ofensiva partia de pessoas trajadas de marinheiros. Infiltrados?! Não sabia o que estava acontecendo, mas logo era pego de surpresa novamente, quando o látex de um chicote sibilava e puxava o Sargento Lazo como se ele estivesse preso a uma gargantilha. Sequer tive tempo de abrir a boca, quando uma terceira ameaça surgiu de cima, quase que decepando a cabeça de — GUNTER! - gritei. Agora entendia o porque do Sargento Calros pular em cima do meu companheiro; o homem tinha bons olhos, havia percebido desde o princípio.


Por pouco o meu amigo havia escapado da morte, algo que já havíamos vivenciado diversas vezes juntos. E não seria agora que falharíamos! — Roupa de Tenente e com machadinhas... Ora se não é o..." - complementaria com seu nome, reconhecendo o homem por trás das vestes — Um impostor! - clamaria, não reconhecendo o Tenente, o que era bastante improvável, já que não havia muitos no QG — TENENTE HELENA, LEVE-OS PARA UM LUGAR SEGURO! - bradaria, ao passo que tentaria instantaneamente interceptar a iminente agressão ao eu amigo — Soru!" - pretendia entrar na frente do inimigo, aparando a(s) possível(is) arma(s) com o cabo da foice na horizontal


COMO OUSA TRAJAR UM UNIFORME QUE CARREGA TAMANHA HONRA E RESPONSABILIDADE E, MESMO ASSIM, ATACAR OUTRO MARINHEIRO!? - vociferaria junto ao meu contra-ataque, girando a minha foice para me desvencilhar do bloqueio e, ao mesmo tempo, acertar o queixo do oponente com a parte cega. Desestabilizá-lo e parar seu ímpeto era o principal! Responderia, então, com um giro vertical completo. Coom a minha nova criação, um giro completo, como este, haveria de cortar o inimigo duas vezes! Dois profundos cortes na região torácica era o que visava. Esperava obtê-los ao surpreender o oponente com a minha velocidade. Um homem tão robusto, com a capacidade de quebrar concreto, não deveria ser tão rápido!


Ainda, não me tomaria pela ingenuidade. Os tantos combates que carregava nas costas já haviam me dado experiência o suficiente para não ser tão ganancioso. Assim que terminasse o meu movimento, esperava que ele já estivesse começando a sua retaliação. Uma vez que estivesse naquela proximidade, não tinha grandes esperanças de escapar. E não pretendia! Ferro se combate com ferro! Um homem que se opõe à morte não teme um inimigo! Tão logo o ataque viesse, usaria uma de minhas cartas na manga, a qual já estaria preparando com a outra mão — O arsenal possui muitas coisas interessantes! - seguraria o meu Impact Dial, interceptando o ataque e redirecionando contra o oponente! Seguraria o objeto firmemente, cerrando os dentes, a fim de também aguentar os danos colaterais.  


Naquela pequena brecha que intentava criar, esperando que o Dial desse um knockback na arma do adversário, voltaria a ordenar. Era nestes tempos que era necessário uma figura de liderança — HOMENS! EVACUEM OS SOLDADOS INDEFESOS E FERIDOS JUNTO À TENENTE HELENA! O RESTANTE, SE AGRUPEM E CERQUEM O ATIRADOR E A CHICOTEADORA! PROTEJAM AS CRIANÇAS E O TENENTE GUNTER! - gritaria¹, contando que a minha figura excentricamente conhecida não lhes passasse dúvida de quem era aliado ou inimigo. A este ponto, haveria sacrificado o ensejo de um mais ataque, passando para um turno defensivo, em que rapidamente pegaria o Eisen Dial e criaria uma nuvem de ferro envolvendo parcialmente Gunter, de modo que o atirador perdesse a linha de visão. Não olvide-se que me colocaria a obstar o caminho entre o possível traidor e o restante dos meus companheiros — Você não passará daqui! - desviaria do próximo golpe - ou sequência destes - com diversas meias-luas, mantendo-me à distância limiar do alcance da arma do inimigo.


Não intentando apenas me defender, contra-atacaria assim que ele errasse um golpe, no estilo impiedoso que só quem carregava um enorme fardo de proteger pessoas amadas e o dever conhecia — Seus atos com o povo de Utopia não passarão impunes! Seus atos com a Amanda não passarão impunes! Nenhuma arma levantada contra um indefeso ou um marinheiro passará impune! - ostentaria, à medida que estabeleceria o meu próprio ritmo, não lhe dando mais brechas, golpe após, golpe, giro apos giro da foice, a fim de intercalar as ofensivas que variariam de verticais, diagonais e horizontais, como se fosse uma esfera que rodasse desgovernadamente em seu próprio eixo, pressionando-o com a intensidade feroz que surgia em mim por proteger os meus companheiros — A justiça prevalecerá! Shi Kaiten Kama!! - golpearia-o com uma de minhas melhores técnicas, a qual visaria o seu torso, assim que nossas armas se chocassem - momento em que visaria forçar os seus braços para os lados, criando uma abertura para a minha execução!




¹ Com minha Voz Encantadora e Liderança.

Técnica - Shi Kaiten Kama:
 





~ Histórico ~




Nome do Player: Karyo Shen
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Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Lâminas Gêmeas - Projeto.
Perdas:B$: 3.600.000

NPC's: Atualizar Soldado Ishisaki (Oota); Ramsés; Karin.
Players Atualizar Katherine Silverstone.
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos: 1/3 - Recarga - N/A); Impact Dial (Usos: 1/1 - Recarga: 1/5)
Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.
Status: HP - 270/270 | SP: 110/140






Objetivos


Spoiler:
 


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Vincent
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 5 EmptySeg 27 Abr 2020 - 20:15





Eu apenas podia rir com a reação da pequena ao ver meu chifre, mas no fim a sua animação a impediu de dizer seu nome. As coisas conspiravam de maneira estranha, afinal eu não conseguia saber nada se tentasse perguntar diretamente a pessoa. Ao menos poderia ter a mochila em algum momento, somente era preciso convencer o tenente ruivo a fazer esse favor para mim. Ele realmente não me conhecia ao deixar implícito que eu poderia tentar ganhar dinheiro de uma forma não lícita. Tudo o que eu poderia fazer de mais relevante se baseia em ganhar a confiança deles algo que até o presente momento não possuo, todavia, a chance de me provar caía praticamente de bandeja em minhas mãos.

Não sabia ao certo o que estava acontecendo, mas uma confusão começava no refeitório e logo estávamos cercados por um grupo de marinheiros. Nesse momento as peças facilmente se encaixavam já que a ação de Calros de pular sobre o rosado chegava a uma explicação rapidamente me impedindo de ter alguma reação adequada aos fatos. Um dos homens disparava contra nós, porém Helena imitava seu companheiro ruivo e também protegia alguém, neste caso eu estava incluída juntamente da menina e do outro soldado que estava sentado conosco. A partir daí o que vinha a seguir não poderia mais ser visível por mim, porém poderia tentar deduzir o que estava ocorrendo e quem fora atingido.

Laith, o loiro e até mesmo a aranha de Calros haviam sido acertados pelas balas do traidor e as coisas não paravam por aí já que ele não estava sozinho. Uma chicoteadora conseguia enrolar sua arma no pescoço de Calros e um outro com machados ameaçava a segurança do rosado. Essa luta começava de maneira desigual para nós, afinal o tenente ruivo ficava incapacitado por conta dos tiros assim como o loiro, o outro marinheiro estava sendo profundamente afetado pelo sono e mal conseguia desviar dos ataques do careca. Era uma situação tensa, mas se quiséssemos sair dela vivos era necessário certa resiliência diante das dificuldades.  

Após assimilar tudo o que estava acontecendo no local eu precisava de agir de maneira rápida para conseguir dar alguma impressão neles e ganhar pelo menos um pouco de sua confiança. Olharia na direção de Helena primeiramente - Eu não tenho autoridade para mandar em você, então por favor afaste esses dois daqui diria me referindo a menina e outro soldado. A uma distância tão curta uma arqueira poderia não ser tão útil - Olha, estou tentando ganhar a confiança de vocês aqui começaria a falar caso ela insistisse - Se me deixar sozinha, eu posso simplesmente sair daqui sem vocês verem mesmo sendo algo remoto a faria pensar nessa possibilidade.

Caso ela cedesse depois disso eu então poderia traçar os meus passos, planejando o que faria nesse momento “Já sei, você vai fazer alguma idiotice como pular no meio de todo mundo” ela falava de maneira irônica “Até que não é uma ideia tão ruim” diria após ela “Se for fazer isso, pelo menos escolha o adversário mais fácil”  ela tentava mais uma vez me aconselhar. A ideia era que ninguém mais ficasse incapacitado e por isso tinha um alvo claro em minha mente. Com o chicote ainda enrolado no pescoço de Calros seria mais difícil para a mulher reagir a um ataque vindo de cima, dessa forma conseguiria ajudar o ruivo e fazê-la recuar pelo menos alguns passos.

Me levantaria o mais rápido que pudesse e logo subiria em cima da mesa ignorando totalmente todos os pratos que estavam por ali. Utilizando a superfície de madeira tomaria uma certa quantidade de impulso e começaria a correr após esse movimento. Obviamente não havia tanto espaço para isso e por esse motivo teria de utilizar o que estivesse ao meu alcance para conseguir chegar até a mulher. Havia uma alternativa arriscada e tentaria ela primeiro já que poderia acabar sendo a mais rápida se conseguisse realizar exatamente como estava pensando. Pularia sobre a cabeça do careca para que pudesse me projetar na direção da mulher, ele seria a “ponte final” tanto para obter altura para o chute quanto para garantir o impulso que faria tudo ocorrer.

Certamente as coisas não eram tão simples, mas para a minha sorte ele havia se lançado em um ataque na direção do rosado e com isso eu tinha uma abertura. O careca estava momentaneamente desprotegido, então teria de pular corretamente antes dele se mover novamente. Caso tivesse êxito na primeira parte, o próximo passo era apoiar a perna esquerda sobre a cabeça, esta seria o meu ponto equilíbrio, colocaria parte do meu peso nisso. Quando estivesse novamente no ar, utilizaria a direita para o golpe em um drop kick visando atingir o braço da mulher. Após isso ela certamente largaria o chicote e Calros poderia se libertar do enforcamento, mas eu não pararia por aí - Parece que eu serei a sua adversária diria primeiramente - Deixa comigo, eu vou cuidar dela olharia na direção do ruivo logo em seguida.

Prosseguiria o meu avanço buscando aplicar nela uma rasteira aplicando o chute no centro do gastrocnêmio de suas duas pernas para retirar totalmente seu equilíbrio. Para isso teria de me aproximar o máximo possível e ao golpeá-la teria de “erguer” essa parte de sua perna para que ela acabasse por cair, sem sua arma era bem provável que ela não apresentasse algum risco para mim. Colocaria o pé esquerdo sobre o seu corpo no chão antes que ela tentasse se movimentar, pressionaria colocando grande parte do meu peso, o outro pé ficaria ainda no chão - Parece que acabou né? diria sorrindo. Se ela tentasse algo mesmo assim chutaria seu rosto para desacordá-la e repetiria isso mais de uma vez caso fosse necessário - Era só aceitar lamentaria.  

Não poderia ignorar a hipótese dela estar armada com alguma faca ou quem sabe uma pistola, caso conseguisse notar isso a tempo não me aproximaria para a rasteira. Optaria por girar e realizar um chute lateral na altura da cabeça dela a uma distância considerável, desta vez o alvo era a mandíbula dela. Estava buscando um nocaute sempre, afinal eles poderiam ser muito úteis para o prosseguimento da luta contra os números e eu também não iria matá-la sem antes saber o que estava acontecendo. Tinha de me certificar que ela ficaria um bom tempo desmaiada para não acabar sendo pega de surpresa como na vez quando lutei contra o palhaço no laboratório de Fish.  

Teria de buscar algumas alternativas caso acabasse por falhar em meus movimentos, a primeira hipótese de erro seria na hora do salto. Caso não conseguisse fazer antes que ele pudesse se mexer novamente iria diretamente para o chão e correria na direção da mulher. Se o homem tentasse me atingir com seus machados nesse meio tempo procuraria jogar o meu corpo num rolamento o mais rápido que pudesse. Iria me projetar para a frente com esse movimento e depois poderia seguir em frente quando estivesse mais uma vez de pé. Se ele insistisse em me atacar seria forçada a trocar o meu adversário no momento e passaria a atacá-lo - Já que você quer tanto apanhar, então vamos lá! me “renderia”.  O que faria era lhe dar uma joelhada visando atingir a ponta de seu queixo - Isso é pra você nunca mais me atrapalhar! diria quando realizasse o golpe.

Se enquanto estivesse no ar o atirador tentasse me alvejar eu repetiria o mesmo movimento de “mergulho” em direção ao chão. Caso continuasse sob a mira do homem ensaiaria uma corrida em ziguezague até a mulher para conseguir evitar com sucesso seus disparos. A distância entre nós me impedia de tentar algo contra ele pelo menos no momento atual já que poderia acabar sendo atingida em algum momento durante a minha corrida.  

Caso realmente fosse forçada a atacá-la pelo solo optaria por um outro chute como um voador lateral, saltaria estando a uma distância considerável dela. Logicamente procuraria atingir a lateral de seu corpo e causar algum impacto forte o suficiente para empurrá-la contra o chão ou apenas desestabilizá-la para que então largasse o chicote. Após isso os meus próximos passos seriam baseados na hipótese dela ter ou não uma arma consigo já que poderia continuar avançando e realizar a rasteira. A única modificação seria no chute que realizaria, um axe kick, onde levantaria a minha perna na altura de sua cabeça e desceria ela mirando o calcanhar em seu pescoço.

A ideia primária era conseguir conquistar a confiança deles e bem, salvando a vida de um dos marinheiros talvez fosse o caminho mais rápido para mim “Se jogando desse jeito vai acabar é se matando” ela buscava tirar sarro de mim “Fique tranquila, isso não vai acontecer de maneira nenhuma” responderia a ironizando. No mais, eu aproveitaria essa luta também para me divertir um pouco - Vamos acabar com esses traidores! gritaria ao me animar.





~ Histórico ~



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~ Legenda ~


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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 5 EmptyQua 29 Abr 2020 - 0:45



[LB] O Florescer de Utopia II — 009

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Utopia era uma ilha comum e desconhecida, mas conseguiu se desenvolver até se tornar a sede do Reverie, um dos eventos mais importantes do mundo. Uma ilha rica, bela e importante no Paradise. Um dos orgulhos da Marinha. Contudo, agora, marinheiros se digladiavam no refeitório do próprio QG, enquanto alguns apenas olhavam, aturdidos, com o som do Expresso Oceânico ecoando, distante.



Calros tentava segurar o chicote com as mãos, mas sua ação era ineficaz em ambos os casos. O couro não dava brechas para seus dedos e, sem ver o chicote que vinha de trás, não conseguia achá-lo com sua outra mão. Com dificuldade, o sargento conseguia se virar em torno do próprio eixo, apoiando-se no chão com as mãos e se levantando, buscando ir contra a mulher. A chicoteadora o soltava com um movimento suave de sua mão e atacava-o com um golpe em seu ombro, marcando-o. Lazo, por sua vez, apenas ignorava o golpe e ia na direção de Gunter.



Era nesse momento que Karin surgia por baixo da mesa e dos bancos, deitada de bruços e esticando os braços para tentar agarrar Gwen. — Aranha-chan! — Chorava, segurando a aranha e desaparecendo novamente debaixo da mesa. Katherine era a única que via quando a garotinha se jogava na direção da aranha e quando o soldado Kyo a puxava de volta pelas pernas, com Gwen vindo junta. Helena curvava seu corpo, chutando a ponta da mesa com ambas as pernas, grunhindo de esforço.



A mesa virava, derrubando Laith, Golden os pratos com restos de comida e todos os papéis coletados por Gunter. Este passava pela mesa momentos antes dela ser derrubada. Ao menos parcialmente, já que sua perna ficava presa pelo móvel. Laith e Karyo conseguiam ouvir o seu breve grito de dor quando a pesada mesa atingia sua perna. Era neste momento que mais uma saraivada de balas era direcionada ao grupo. Karyo era novamente atingido, com os projéteis raspando seus ossos duas vezes. Laith e Golden passavam imunes desta vez, com o primeiro parecendo ter desistido da vida, enquanto o segundo permanecia completamente imóvel. Dois soldados próximos eram atingidos nas pernas, indo ao chão. A maioria dos tiros — 12 dos 16 — atingiam a mesa.



Karyo Shen avançava com um Soru, próximo demais do Tenente Hector, Cross of Pain — Sim, ele o reconhecia, um experiente e antigo guerreiro na organização! — atingindo-o de frente, testa com testa, com o ceifador vencendo o embate de força devido ao ímpeto do movimento. A cabeçada inesperada, no entanto, impedia o seu bloqueio seguido de contra-ataque. Era no momento que o careca dava dois passos cambaleantes para trás que Katherine voava por trás dele. Calros se aproximava, mas a chicoteadora o golpeava novamente, desta vez enroscando seu chicote em sua perna esquerda e o derrubando. — Já disse para não atrapalhar! — Soltando-o e golpeando-o mais uma vez nas costas.



Para a sorte do pescador, a Major pulava sobre a mulher, alvejando-a com um fly kick. A sargento já preparava outro golpe no ruivo quando viu o golpe e curvou-se para trás, evitando-o com maestria. Ainda assim, devido à surpresa, não conseguia contra-atacar com sua arma ágil e ouvia as palavras de desafio da revolucionária com uma expressão de poucos amigos. — Tch!



Esperando pelo ataque de seu oponente, Karyo percebia a expressão tensa deste. Ele não demonstrava felicidade em cortar seus inimigos, como sua alcunha poderia sugerir; Ele não demonstrava raiva por seus oponentes; Ele demonstrava… Medo? Não era algo tão intenso, mas estava lá, em seus olhos. O negro jogava um dos machados no ceifador, que o rebatia com seu Impact Dial. O machado passava por dois marinheiros próximos, atingindo a parede lá no fim do refeitório, próximo à porta, fincando-se no concreto. O careca corria e se preparava para se jogar por sobre a mesa, em busca de seu alvo.



Calros reaparecia, tentando se levantar e correr ao mesmo tempo, se jogando contra o bárbaro e segurando-o na altura das coxas. O oponente ainda tentava resistir, mas os dois acabavam perdendo o equilíbrio e caíam por sobre o pobre tenente Laith. Enquanto os três eram uma bola disforme, o tenente Shen aproveitava o momento para gritar uma ordem para os demais marinheiros, que, após um momento de indecisão, o obedeciam, com vários correndo até atrás da mesa, puxando os dois soldados baleados para lá.



Katherine ainda enfrentava a chicoteadora, a qual tentava recuar para uma distância mais favorável. A major à seguia e lhe aplicava um chute na parte traseira das pernas, a derrubando com maestria. A sargento caia com as costas e era audível o ar saindo de seus pulmões. Ela ainda tentava se levantar com um pulo, mas Katherine se aproximava rapidamente e a prendia no solo com sua perna canhota. Num ato de desespero, sua oponente ainda arremessava seu chicote contra o pescoço dela, enroscando-o e causando um leve desconforto, mas na posição em que estava, não conseguia causar o mesmo efeito de antes, havia sido imobilizada.



Com as palavras do tenente Karyo e com a derrota da chicoteadora, dois sargentos e um bravo soldado avançavam contra o atirador. Os sargentos eram espadachins, enquanto que o soldado possuía um bastão de metal, girando-o na tentativa de bloquear os tiros do atirador. Este estava além do alcance dos marines e se manteve assim, recuando para o topo da mesa mais próxima enquanto observava a situação do seu grupo. Com uma das suas pistolas ele atirava ocasionalmente na direção dos três opositores, enquanto a outra permanecia apontada para cima, próxima de si.



Vendo a mulher derrotada, o careca derrubado contra três marinheiros e outros três fechando o cerco, o homem de óculos resolvia sair de sua posição de suporte e agir! Baixando a segunda pistola, ele atirava duas vezes na cabeça de sua aliada, enquanto a mesma gritava: — PELO MESTRE! — Katherine pôde ver lágrimas nos seus olhos, prevendo o fim, enquanto permanecia puxando seu chicote enroscado no pescoço da revolucionária, em vão.



O atirador descarregava sua munição nos três marines que se aproximavam, acertando as pernas do soldado e brecando o avanço deste. Os dois sargentos aproveitavam o momento para avançar, mas o atirador fazia o mesmo, correndo e recarregando suas armas, olhando brevemente na direção do tenente com o machado, buscando uma melhor visibilidade do seu alvo.



Legendas:
  • Marine
  • Capitã Katt
  • Tenente Helena
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza
  • Sargento Amanda
  • Karin Shinonome
  • Soldado Kyo
  • Tritões
  • Marines Corrompidos


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 5 EmptySex 1 Maio 2020 - 22:54





A primeiro momento Calros acabava por não precisar da minha ajuda já que conseguia se libertar do chicote da mulher fazendo um movimento que ia contra ela. As coisas saíam um pouco dos trilhos e tomava um rumo um pouco diferente do que havia imaginado, mas nada que acabasse por interferir no resultado final das coisas. Ver o choro de Karin diante de tudo isso era simplesmente de partir o coração e isso vinha em conjunto com uma decisão tomada no calor do momento quando a pequena resolvia passar por debaixo da mesa para pegar a aranha do ruivo. Eu podia soltar um suspiro de alívio quando o soldado puxava a menina novamente para perto de si - Ufa deixava escapar em um tom baixo.

Helena agia novamente de forma heroica ao utilizar ambas as pernas para derrubar a mesa onde estávamos. O esforço era recompensado mais tarde quando o atirador novamente realizava seus tiros e a grande maioria deles acertava o móvel de madeira. A parte ruim nisso era que Laith e o loiro também era empurrados em direção ao chão juntamente da mesa o que poderia deixá-los ainda mais vulneráveis. Mas, ao menos nesse momento o homem cessava o seu ímpeto e parava de atirar em nossa direção.

A minha hora de “brilhar” logo chegava quando eu conseguia passar pelo careca sem maiores problemas enquanto o tenente Shen o enfrentava. O ruivo tentava fazer a mesma coisa, mas a mulher o impedia enrolando o chicote em sua perna o derrubando com êxito. Graças a mim ele se soltava novamente e podia finalmente ajudar a proteger o rosado do homem. Apesar do estado em que se encontrava o marinheiro achava um exagero dois estarem desesperadamente tentando ajudá-lo enquanto que o atirador permanecia livre para continuar nos alvejando. Tanto empenho assim somente acabava por atrapalhar eles já que não demorava muito para um cair em cima do outro e também sobre o outro tenente.

Voltando a minha situação, a chicoteadora conseguia desviar do primeiro golpe, mas não podia contra-atacar por ter sido surpreendida por mim. Na minha segunda tentativa de ataque ela ia ao chão soltando todo o ar que tinha em seus pulmões o que permitiu a sua imobilização. Por sorte ela ainda conseguia prender seu chicote em meu pescoço, porém não era efetivo devido a posição em que nos encontrávamos. Nesse momento poderia ficar feliz por ter conseguido derrotá-la sem muitos problemas - É isso ai! sorriria ao olhar em sua direção.  

Não houve muito tempo para comemorações já que o atirador decidia atirar em minha direção, porém não me tinha como um alvo. Se sacrificar por um companheiro é algo nobre e mostra a ligação que as pessoas possuem ou a importância de alguém na realidade em que ambos vivem. Agora, matar o próprio aliado é algo horrível de se fazer e o indivíduo aceitar isso só torna as coisas piores, morrer por ter sido derrotado só mostra o quão insignificante a pessoa é para o seu líder. O homem disparava duas vezes contra a cabeça da mulher que apenas gritava que aquilo era para o seu mestre e o seu choro podia com toda certeza indicar que ela não estava preparada para morrer.

Esse fato me deixava irritada, afinal como alguém poderia matar o próprio companheiro ao invés de ajudá-lo? Eu simplesmente não podia entender tal pensamento. Diante disso eu já tinha ideia do que faria em seguida, todavia primeiramente precisava verificar como Helena, a menina e o soldado estavam - Espero que eles estejam bem falaria em um tom baixo para mim mesma. Antes, eu puxaria o chicote que ainda permanecia em meu pescoço para que então pudesse seguir até a mesa. Após isso poderia correr até onde desejava, caso o atirador resolvesse atirar em minha direção durante meu movimento buscaria me jogar para frente realizando um rolamento. Não me intrometeria na luta contra o careca já que haviam muitas pessoas envolvidas nisso e eu poderia acabar atrapalhando mais as coisas.

Quando chegasse no móvel iria de imediato ao encontro deles e suspiraria aliviada se notasse que estavam em perfeitas condições - Você me preocupou quando foi pegar a aranha viu? diria olhando para a menina. Depois disso olharia para Helena - Acho melhor vocês saírem daqui, da última vez o atirador disparou muitas vezes nessa direção e vocês poderiam ter sido atingidas recomendaria a ela. Se não estivessem por ali observaria aos arredores para ver se havia algum marinheiro por perto - Sabe onde está a tenente Helena? questionaria - Que bom falaria sorridente caso recebesse uma resposta positiva.

Feito isso, poderia realizar o que estava na minha mente e a princípio iria até a outra ponta da mesa ficando no mesmo lugar por algum tempo. Por ali, escutaria todos os disparos realizados pelo homem e utilizando minha noção exata do tempo calcularia o intervalo entre os tiros feitos por ele, também os segundos para uma recarga ser feita. Quando sentisse que fosse o suficiente poderia me movimentar em sua direção em ziguezague e usando as informações adquiridas aproveitaria ao máximo a lacuna de tempo escolhendo o lado que iria. O objetivo como sempre era ocultar até os momentos finais onde miraria o meu ataque.  

Não me aproximaria muito para evitar tomar um tiro à queima-roupa, o máximo seria de um metro buscando ficar confortável para o chute. Me apoiaria na perna esquerda para então aplicar um chute lateral na altura do pescoço do homem. Uma vez acertando o golpe recuaria alguns passos antes de prosseguir novamente e saltar girando em meu próprio eixo para realizar um chute tornado. O ponto de equilíbrio seria diferente nesse movimento já que eu me apoiaria na perna direita enquanto a esquerda deixava o chão inicialmente. Visava atingir a lateral da mandíbula buscando desequilibrá-lo. Assim que voltasse ao chão eu mais voltaria alguns passos e novamente pularia para acertar o centro do seu tórax que enfim o levaria ao chão - Toma essa! diria por fim em mais um momento de animação. Antes que ele pudesse tentar reagir chutaria suas mãos para que largasse as armas e também afastaria as pistolas de si.  

Caso houvesse a possibilidade de ele atirar contra mim quando estivesse próxima teria de agir rápido e realizar um ataque diferente. Um chute simples sem muitas preparações onde chutaria a parte de trás da sua coxa e tentaria erguê-la para retirar o seu equilíbrio procurando abrir espaço para os ataques seguintes. Seria importante também visualizar a perna principal dele para tornar o meu trabalho mais fácil, se não houvesse teria de escolher uma aleatoriamente para acerta. Caso obtivesse sucesso poderia prosseguir com meus outros chutes sem mais problemas, isto é, se não fossem bloqueados ou desviados. Se esse realmente fosse o caso seria obrigada a recuar para que então pudesse realizar uma nova investida dependendo do movimento que ele escolhesse.

Se não fosse possível me movimentar entre o intervalo de tempo dos seus disparos, eu então esperaria até que ele descarregasse a arma novamente e agiria nessa oportunidade. Ser veloz nesse momento era muito importante para não acabar sendo atingida durante a disparada e assim quebrar todo o avanço. O meu sucesso seria importante para conquistar a confiança dos marinheiros a primeiro momento, com isso feito poderia pensar nos meus próximos passos “Você vai acabar se arrependendo se fizer alguma besteira depois” alertava “Eu somente voltarei para a revolução” diria tranquilamente.




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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 5 EmptyDom 3 Maio 2020 - 14:46





Pelo andar da dança a coisa parecia bem mais fora do controle, um combate sem explicações por parte de todos os marinheiros, como será que a capitã agiria sabendo disso? Uma pena que talvez ainda não estaria consciente para saber.


O plano inicialmente era bom, segurando o ferimento conseguiria tempo suficiente para sobreviver, todavia, mesmo que de boa intenção, a defesa do sargento Lazo favorecia, por um segundo, que o tenente se protegesse mais, todavia, com os novos acontecimentos, o ruivo sentia seu corpo ceder com força para um lado e quando notava seu corpo estava no chão, sentia uma dor lancinante vindo do peito e pressionava-o com força, buscando interromper uma possível hemorragia.


Então, dada a situação, não poderia agir muito em combate, isso era verdade, portanto, bastasse que aproveitasse a mesa caída para se proteger, dessa forma, buscando arrastar-se a Serpente Vermelha logo tentava ir para trás do móvel virado, buscando proteger-se dos inimigos ou no mínimo se esconder.


Apesar de estar perdendo certo teor de sangue, seus sentidos aparentemente ainda estavam funcionando, seu tato estava mais reduzido, mas a audição e visão pareciam ainda boas. Destarte, conseguia ouvir o dito por uma das inimigas que logo falava "pelo mestre". " Mestre?" Pensava o ninja, mas logo a dor voltava a incomodá-lo, fazendo com que pressionasse novamente o ferimento, dessa vez com mais força. Odiava estar indefeso assim, fora educado a sobreviver sem os outros, e essa situação maluca colocava tudo isso a prova.







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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 5 EmptySeg 4 Maio 2020 - 3:24





Posts em Utopia - 55
A confusão era absurda. Conseguia me desvencilhar da chicoteadora e até levava algumas chicotadas depois, mas o importante é que eu derrubava o tenente antes dele fazer qualquer coisa importante. Infelizmente, caímos em cima do tenente Kinder que já havia sido baleado duas vezes e estava provavelmente a beira de morte. - Tenente Shen! Eu paro esse aqui! Pegue o atirador! - Gritaria, havia visto ele indo em direção a este alvo, mas não havia motivo alguma para ele se emaranhar contra esse homem também.

Agora o meu trabalho era “simples”, precisava impedir aquele tenente de matar alguém, seja Günter ou qualquer outro, e mantê-lo vivo ao mesmo tempo. Não só mataram a chicoteadora, como o atirador estava correndo para fazer sabe-se lá o quê pela lateral, ou tentaria pegar Günter pelo lado ao chegar num ponto de vista lateral da mesa e depois se matar, ou tentaria matar o tenente careca e depois se matar para que assim nenhuma informação do tal “mestre” vasasse. A situação está tão caótica que sinceramente eu vejo as duas opções com igualdade de probabilidade.

Independente disso, a minha primeira ação era obviamente acertar aquele careca. Iria aproveitar que estávamos emaranhados e iria jogar sujo, meu objetivo é meramente pará-lo. Tentaria acertar uma cotovelada nele, o alvo dependeria unicamente da posição maluca que nos encontrássemos. Se meu cotovelo estivesse na região superior de seu corpo miraria na região do nariz; se estivesse na região central tentaria acertar o plexo solar; e se estivesse numa parte mais próxima da virilha acertaria sem dó a região íntima dele, provavelmente nessa região seria o suficiente para impedir que ele se mexesse por um tempo; na situação onde estivesse ainda mais baixo, simplesmente não faria o golpe, pois era capaz de eu me machucar mais do que ele.

Se esse golpe fosse bem executado, tentaria localizar o machado do tenente e chutaria ou socaria seu antebraço para tentar forçá-lo a soltar sua arma. Após esse golpe tentaria firmar meus pés o mínimo que fosse no chão e usaria ambas as mãos para tentar agarrar os braços do careca. - Volte ao normal! - Gritaria para ele se conseguisse segurá-lo, tentaria então dar uma cabeçada em sua cabeça, para deixá-lo pelo menos tonto.

Caso nenhuma das opções que eu tentasse desse certo e o tenente careca conseguisse se firmar no chão e atacar alguém diferente de mim, tentaria impedir o golpe acertando-o por estar me ignorando e assim impedir/desviar seu golpe. Se eu não conseguisse atingi-lo a tempo, tentaria pelo menos pular para ficar entre o golpe dele e a pessoa, independente de quem essa fosse.  

Na hipótese de ter conseguido retirar a arma dele e o segurado, tentaria usar a força para ficar entre ele e o atirador enquanto o segurava. Precisávamos mantê-los vivos para interrogá-los mais tarde, então eu basicamente torceria para que o tenente Shen impedisse o atirador de atirar até me matar antes de pará-lo.

Em uma oportunidade onde o tenente careca se firmasse antes de mim e eu estivesse no chão ainda ou me levantando, não hesitaria em simplesmente “me jogar” no chão, para executar uma manobra considerada basicamente um tabu como a Nut Punch, nesse caso, diferentemente datécnica, não executaria um espacate, seria mais um agachamento, e tentaria acertar um uppercut na região sensível do traidor, pois já estávamos absurdamente próximos e seria basicamente impossível acertar um direto. Apertaria o botão presente em minhas luvas durante a minha “queda” até o chão, assim retiraria os espinhos de minha luva antes de executar o golpe, acertar essa região com as luvas espinhentas poderia ser realmente fatal.

Caso em algum momento eu percebesse que eles voltaram ao normal, eu iria falar bem alto. - TODOS PAREM DE LUTAR! ELES VOLTARAM AO NORMAL!

Na conjuntura onde eu derrubasse o tenente careca, perguntaria a minha volta. - Alguém tem uma algema? - Não é possível que num refeitório cheio de marinheiros não haveria um com uma possível algema para prender aquele homem.

No acontecimento do atirador simplesmente ser melhor que todo mundo e acabar matando tanto o careca quanto ele mesmo, eu respiraria fundo enquanto absorvia a situação, mas não havia muito tempo a se perder. Eu havia visto que o tenente Kinder estava mal. Iria me aproximar dele e começaria a pressionar os ferimentos que estivessem sangrando. - Acalme-se tenente, você vai ficar bem. - Falaria para ele.




Histórico:
 

Ficha para ajudar:
 

Inventário Atual:
 

Objetivos:
 

Gwen - Pet Normal:
 

Quem dera fosse npc acompanhante:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 5 EmptyQua 6 Maio 2020 - 23:40





"Hector, Cross of Pain!" - ao avançar, ficava frente à frente com o temível marinheiro. Sim, marinheiro! Não eram invasores, mas um dos nossos! Traidores?! Não. Não podia ser. Estava frente à frente com ele. Nossos rostos tão próximos um dos outros; olhos nos olhos. Já estava no campo de batalha havia um bom tempo. Desde que criança que lutava; desde essa época que enfrentava o medo face a face. Eu o reconhecia. Sabia dizer quando alguém estava lutando por algo que acreditava ou não. Sabia quando o coração hesitava ou não. Sabia; apenas sabia.


Não pretendia machucar um companheiro que não desejava me machucar. Não sabia por qual razão ele estava fazendo isso, mas pouco importava agora — Hector! Largue a arma! - exclamaria, na tentativa de convencê-lo a parar com aquilo — Isso é loucura! Veja o que está fazendo! Não são estes os seus companheiros?! Não são estes que você protege?! Esta não é a atitude de um Tenente! RECOMPONHA-SE! - bradaria.


Não sabia que fim teve o meu discurso, no entanto, pois logo o meu desvio de atenção me custou alguns tiros que rasparam em minhas costelas. "Urrgh!" - ainda sentia-os doer. Não tanto quanto antes, mas não deixava de ser doloroso. Entretanto, levar um tiro não tinha mais o efeito debilitante de antes. E conhecia bem como era a sensação desde a minha primeira missão pela marinha, quando escoltei o Sr. Makal¹. Felizmente, sabia que jamais sentiria novamente aquela dor - ao menos, não daquela forma.


E enquanto volvia a cabeça em direção ao atirador, parecia que um milhão de coisas aconteciam. Não conseguia acompanhar tudo, mas via o Sargento Calros se jogar contra o Tenente Hector, enquanto o Tenente Laith caía sobre ambos. Com os dois, a situação deveria ficar controlada. Só ali. Tão logo visualizava o atirador, tudo me passava como se fosse em câmera lenta, com os disparos saindo de suas pistolas, em direção à chicoteadora que encontrava-se no chão, imobilizada pela dita revolucionária. Havia tantas coisas acontecendo que não tinha tempo para processar tudo! Uma revolucionária ajudando os marinheiros; os nossos nos atacando... E tudo que fazia naquele momento era gritar — NÃO! -  minha palavra não poderia parar os projéteis. Já era tarde.


Uma marinheira havia perecido em minha frente. Sob os meus olhos. Morta pelas mãos de quem acreditava estar ao seu lado. O Quartel havia virado o próprio Inferno e estávamos dentro de uma das obras dantescas as quais o Gunter me narrara. Uma havia caído, e eu não podia fazer mais nada a respeito. Não era possível mudar o passado. Me restava proteger aqueles que sobraram — PARE! - não o pararia assim, mas não aguentava prender o grito. Sentia que o "trabalho" do atirador não havia acabado. Se havia sacrificado a sua companheira, o próximo seria... "Hector!" - retiraria rapidamente o meu Eisen Dial, apertando-o concomitantemente atirava-o em direção ao Tenente Cross of Pain e Laith, além do Sargento Lazo. A nuvem de ferro poderia protegê-los. O ferro sempre vos protegia; esta era a crença de um devoto ferreiro.


Não obstante, não me manteria apenas na defensiva. Se não quisesse mais vítimas, deveria parar o atirador com as minhas próprias mãos! Ou melhor; com a minha própria foice — Soru! - daria o dash na direção do agressor, visando me aproximar rapidamente; se necessário, complementaria a distância com outro soru, valendo-me dele para desviar da próxima saraivada de tiros — O QUE HÁ COM VOCÊS?! - colocaria a minha foice em movimento circular, aproveitando do alcance e desferindo um golpe - com a parte não cortante - na direção das mãos do atirador. Em seguida, executaria a única técnica em meu leque que me permitia dar um fim menos sangrento àquele horror — Kōshukei no Otoko! - realizaria o movimento e, quando a lâmina alcançasse o ápice, desceria-a com a parte não cortante no queixo deste, no fito de deixá-lo inconsciente.


Temo que não poderei perdoá-lo por seus crimes, mas você ainda terá muito a nos dizer - rapidamente o algemaria, chutando as armas para longe — HOMENS, EVACUEM OS FERIDOS PARA A ENFERMARIA! PATRULHEM AS REDONDEZAS! CHEQUEM AS PRISÕES! REPORTEM QUALQUER COISA SUSPEITA! - sairia apontando para os marinheiros que ainda estivesse parados ou perdidos, distribuindo as tarefas para os destacamentos à medida que me voltaria a me aproximar da mesa onde comíamos — Tenente Hector, você também está preso - jogaria a minha segunda algema na direção dos marinheiros que tivessem-o parado, se assim o fosse — Gunter! Ryo! - exclamaria, em busca deles, checando se estavam bem e fazendo o perímetro, atento às novas ameaças.





¹ Foi a minha primeira missão pela marinha, na aventura [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. O NPC consta na ficha.






~ Histórico ~




Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 10
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Lâminas Gêmeas - Projeto.
Perdas:B$: 3.600.000

NPC's: Atualizar Soldado Ishisaki (Oota); Ramsés; Karin.
Players Atualizar Katherine Silverstone.
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 0/3 - Recarga - N/A); Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.







Objetivos


Spoiler:
 


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