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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [LB] O Florescer de Utopia II

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 4 EmptyQua 25 Mar 2020, 01:43

Relembrando a primeira mensagem :

[LB] O Florescer de Utopia II

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiros Calros Lazo, Karyo Shen, Laith Kinder feat Marinheira jr. Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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Vincent
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 4 EmptyTer 14 Abr 2020, 19:56





No fim das contas, aquela conversa acabava por ser inútil já que eu não sabia tantas coisas e meus argumentos eram prontamente descartados. O curioso nisso tudo era a condição do outro Tenente, afinal estava diante de um esqueleto humano “Isso com certeza deve ser efeito de alguma Akuma no Mi” me questionava enquanto o observava. Não encararia por muito tempo evitando demonstrar alguma falta de educação “Vou acabar perguntando sobre isso depois se tiver alguma oportunidade” desviaria o olhar pouco tempo depois. Com o fim do assunto, um homem de cabelos rosa surgia falando sobre o estado de saúde da tal Amanda e que ela precisaria de uma transfusão de sangue.

Antes que pudesse me oferecer para isso, o tenente ruivo se manifestava e procurou entrar na enfermaria. É claro que ele também decidiu me direcionar a palavra uma última vez - Pode deixar, eu sou muito bem educada responderia de forma sorridente claramente demonstrando ironia.  Após isso, olharia para Helena - Bom, acho que agora nós podemos ir né? perguntaria mantendo o sorriso nos lábios, mas este esbanjava sinceridade de minha parte. Em seguida questionaria ela sobre onde iriamos primeiro - Vamos ao refeitório agora? mostrava nesse momento um pouco de curiosidade. Procuraria manter alguma conversa durante o nosso trajeto para que o silêncio entre nós não fosse instaurado - Então, você conhece todos aqui há bastante tempo? questionaria observando-a - Entendo diria em seguida independente de sua resposta.

Caso não fossemos diretamente para o refeitório do lugar, eu então procuraria fazer uma outra enquanto esperava o momento de irmos - Onde posso tomar um banho então? apresentava uma alternativa. Se o primeiro destino fosse realmente o refeitório, eu repetiria os mesmos passos feitos pela mulher desde o momento de colocar o alimento em um prato até onde nos sentaríamos. A última coisa que queria nesse momento era arranjar problemas e acabar aumentando a desconfiança por partes dos marinheiros, afinal ainda queria deixar esse lugar. Quando terminasse de comer buscaria seguir para o dormitório depois de tomar banho - Chegou a hora de dormir! diria de maneira empolgada. Continuaria caminhando ao lado da ruiva esperando que ela me mostrasse as coisas - Você é gentil falaria após receber a ajuda da mulher. Eu enfim poderia descansar um pouco após momentos verdadeiramente intensos desde a traição de Alexander.

Spoiler:
 

Spoiler:
 





~ Histórico ~



Ganhos:
Perdas:
Posts: 6
Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 4 EmptySex 17 Abr 2020, 19:25



[LB] O Florescer de Utopia II — 006

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Com o fim daquele longo dia se aproximando, o grupo se separava e iam, de forma geral, em busca de comida e descanso. Günter, após retribuir o esqueleto com um aperto no ombro e um movimento afirmativo de sua cabeça, conduziu Laith Kinder até onde Amanda estava. A sargento encontrava-se entubada e inconsciente e um médico estava ao seu lado, medicando-a com o auxílio de um cateter.



Ao ver o tenente, o médico concluiu: — Boa noite, deve ser o tenente Laith Kinder, prazer! — O mesmo gesticulou para uma confortável cadeira ao lado da maca, indicando que o tenente se sentasse ali. — A sargento possui um sangue bem raro e incompatível com os demais, de acordo com os nossos arquivos, você é o único com o mesmo tipo sanguíneo. Não temos todos os marinheiros cadastrados no registro, mas dos que temos... — Informava.



Ao lado da cadeira onde Laith se sentava havia um pequeno móvel com algumas gavetas e, no topo deste, diversas pastas, as mesmas trazidas por Günter até ali. Também havia uma bandeja com alguns biscoitos e um grande copo de suco — Super doce, se o tenente viesse a prová-lo. — Não sei se o senhor já jantou, mas pedi para trazerem uma refeição leve e recomendo que coma. — Disse, ao mesmo tempo respeitando o cargo do marinheiro e ordenando dado ao seu conhecimento na área. Ainda assim, se alimentar ou não era escolha do tenente.



O médico levava quase dez minutos para terminar de preparar tudo, esticando um fino tubo da sargento até o tenente, além de agulhas, álcool, algodão e demais itens necessários. Concomitantemente, ele ia explicando para o tenente como o procedimento seria realizado. — Resumindo, eu vou colocar um tubo em seu braço e farei o mesmo na sargento. O tubo é bem fino, o mais fino que achei, e vai levar parte do seu sangue para a sargento, bem lentamente, mas de forma constante. O procedimento vai durar cerca de seis horas, então tente se acomodar e não se preocupe se sentir sono, é normal. Acordarei você se necessário. Apenas evite movimentos bruscos para o tubo não se soltar.



Günter permanecia em pé por ali, observando em silêncio. O médico, ao terminar de explicar, limpava o braço do tenente com álcool e espetava-o com a agulha, causando uma leve e passageira dor. Era possível ver o seu sangue escarlate percorrer o finíssimo e comprido tubo até desaparecer dentro do braço da sargento, pálida. Apesar de nada mais acontecer, Günter suspirava aliviado antes de ser retirado do local pelo médico, o qual afirmava que chamaria-o se necessário e avisaria-o se houvesse alguma mudança no estado da mulher, deixando o tenente à sós com a mulher enquanto o sono vinha até ele lentamente.



Enquanto isso, Calros, Helena, Katherine e Golden Afro iam até o refeitório. Devido ao horário, não havia mais movimento, mas encontraram uma grande panela com sopa e uma bandeja com pão, provavelmente para aqueles marinheiros que não conseguiam ir no horário convencional, como eles. — Hm… Tirando o Sargento Lazo, você é a que eu "conheço" a mais tempo. — Helena respondia à revolucionária, inclusive fazendo as aspas com as mãos. — Os outros eu conheci apenas hoje.



Os três tratavam de se alimentar, enquanto que Golden Afro permanecia em pé, na porta, olhando para a Major vez ou outra. Dali eles iam tomar banho e a tenente resolvia liberar o sargento. — P-pode descansar por hoje, eu tomo conta dela até amanhã. — O sargento batia continência e se afastava, murmurando baixinho: — Não sei porque não deixaram para soltá-la amanhã! — Sua reclamação era válida, mas agora não era mais a sua responsabilidade.



A chuva diminuía ainda mais, parando de vez, com os três restantes tomando um longo banho, lavando a sujeira e o cansaço do corpo. Lazo terminava primeiro e ia em busca da garotinha. Abrindo lentamente a porta do seu quarto, a via roncando baixinho em um sono profundo sob um emaranhado de lençóis. Seu ursinho estava ao seu lado, agarrado por um dos seus braços, enquanto sua mochila estava encostada em um canto.



Dali o sargento se dirigia até o seu quarto, adormecendo após alguns minutos com a lembrança de Mona. Gwen também descansava na cama, próximo ao seu rosto, e parecia tentar limpar suas lágrimas, sem muito sucesso. Ela logo adormeceu também. As duas mulheres faziam o mesmo, com Helena levando a Major até um quarto com uma beliche, bem mais confortável do que sua cama na prisão, onde antes se encontrava a tenente ruiva (uma delas). A tenente trancava a porta, ficando com a chave, e se deitava na cama de baixo. — Boa noite. — Após se aconchegar e se cobrir, completava: — Por favor, não traia a confiança que Calros tem sobre você. — Sua voz era suave e calma, indicando que aquilo não era uma ameaça, mas sim um pedido. E, com isso, se calava, com as duas caindo no sono logo depois.



Karyo, por outro lado, se encontrava diante a forja no subsolo do QG, onde produzia a arma para seu companheiro, enquanto este doava seu sangue e compartilhava sua vida com a sargento abatida. As batidas do esqueleto solitário duravam horas até seu projeto ser finalizado e este poder descansar um pouco antes do raiar do dia.



Com o amanhecer, o grupo de heróis (alguns nem tanto) despertavam e podiam se preparar para o dia que viria. Calros Lazo e sua aranha estavam novos em folha, assim como Katherine. Helena já estava de pé quando a Major acordou. Laith Kinder acordava ainda na enfermaria, sentindo-se fraco devido à longa transfusão de sangue. A sargento ao seu lado permanecia inconsciente, mas possuía mais cor em suas bochechas, diferente da noite anterior. Karyo Shen, por sua vez, despertava após um longo cochilo, ainda sonolento e faminto.



Legendas:
  • Marine
  • Capitã Katt
  • Tenente Helena
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza
  • Sargento Amanda
  • Tritões


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Calros Lazo:
 
Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 4 EmptySab 18 Abr 2020, 00:23





Plang! Plang! Plang! Batia o martelo contra o metal incandescente. Pequenas faíscas esvoaçavam para os lados, chocando-se até mesmo contra o meu avental de forja. Plang! Plang! Plang! O som ecoava pela forja, como o único ruído que podia se escutar. "A solidão das fornalhas. As incansáveis horas de trabalho incessante!" - essa vida não era para todos. Era por isso que não havia ninguém ali. Ninguém poderia ser tão comprometido com o metal, com suas raízes; diretrizes e cicatrizes. "Mesmo sem veias, o sangue de ferro do meu pai ainda corre em mim!" - Plang! Plang! Plang! Não parava de martelar, intercalando com o processo de arrefecimento até que o projeto tomasse vida.


Tão logo terminasse o trabalho, tiraria o meu avental de forja e o penduraria na parede, em seu devido lugar. "Urrfh" - suspirava pesadamente, deixando que o fogo iluminasse o interior do meu crânio enquanto admirava o seu crepitar. Havia poucas coisas tão bonitas na natureza como o fogo - isso podia garantir. "Agora vamos ver o que criei!" - tiraria a arma pela última vez do tanque d'água, vislumbrando-a em toda a sua completude. "Só falta uma última polida! - assim faria, finalizando o último detalhe e guardando as lâminas comigo. "Amanhã, o Tenente terá uma grata surpresa" - dizia a mim mesmo, já e retirando da forja e indo em direção ao alojamento, onde mergulharia em um sono profundo, deixando todo o meu cansaço se esvair - interessantemente, havia descoberto que até mesmo os mortos precisavam dormir!


E, também, não podia olvidar-se, fome! Ah, muita fome! Um morto precisava de mais energia do que um vivo, isso ninguém podia me contestar! Levantando-me da cama, iria em direção ao refeitório — Bom dia, Soldado, prepare-se para mais um dia intenso! -  exclamaria para qualquer soldado que encontrasse pelo corredor. Ao chegar no refeitório, pegaria algumas porções extras de comida e botaria tudo para dentro, após sentar em uma das mesa, preferenciando onde os meus companheiros se encontrassem — Espero que tenham dormido bem - abriria a mandíbula, como em um bocejo, fechando forçosamente, para que não aparentasse que eu estava com sono — Será um dia que exigirá muito de nós - falava com todas as certezas — Quero resolver o problema das propagandas falsas e depois ir atrás deste maldito Ishisaki! - cerraria os punhos sobre as mesas — E vocês, o que tem em mente? - indagaria os meus colegas.  


Ainda, se avistasse Ryo andando por aí, convidaria para juntar-se à mesa ao erguer o braço e gesticular para que fizesse a refeição conosco - ou comigo — Como anda o treinamento? - indagaria para o pequeno — E o clima? Fez algum amigo? - após ontem, em que havia percebido o pequeno Ryo bastante estressado, começava a me preocupar com a sua saúde mental — Bem, tire um dia de descanso. Faça o que quiser, não irei ficar em sua cola, mas tenha cuidado... Quase perdi uma amiga ontem, não saberia o que fazer se também acontecesse algo a você - diria. Era a primeira vez que falaria algo do tipo ao rapaz que havia adotado como marinheiro em treinamento. Um órfão de Utopia. Não era um pai, mas não podia deixar de sentir a responsabilidade sobre ele.


Após tratar do assunto, voltaria-me aos meus companheiros, mormente Gunter — Alguma novidade? Como está Amanda? E o Tenente Laith? - eram as minhas prioridades. Meu coração já encontrava-se mais calmo em relação a ela, mas não podia deixar de perguntar — Ótimo, ótimo... - aliviaria-me a alma saber que estava tudo bem. E, se não estivesse, botaria as mãos sobre a mesa e me levantaria imediatamente — COMO?! - deixaria escapar, indo diretamente até a enfermaria, a passos largos.


Entretanto, confiando na equipe médica, prosseguiria com o diálogo, uma vez que a situação estivesse controlada — Quero ir para a cidade. Ou o que restou dela. Defendo o povo! Preciso estar ao lado deles! Quero sentir o que eles sentem! Ver o que eles veem! Não aguento mais ficar neste QG! Irei para o campo! A linha de frente, onde realmente pertenço! Buscarei informações sobre este esquema e espero contar com a ajuda de vocês para isso - de toda forma, ao terminar de comer, me exaltaria, levantando-me da mesa com as mãos apoiadas sobre ela e fazendo um discurso enérgico.


Apesar disso, ao escutar a sugestão do Sargento Calros, sabia que não seria bem assim. Se havia um interrogatório a ser feito, tinha ciência de que era o meu dever ajudar, no que pese as minhas vontades. Afinal, havia aprendido os procedimentos e compartilhado conhecimento com o próprio Agente Tuudus¹. Sabia o que fazer quando se tratava de interrogatórios — Fuu - suspirei — Pois bem, irei ajudar com o interrogatório. Irei focar no Ishisaki e no tal do Fisher! Quero descobrir se essas peças estão interligadas! - falaria aos meus companheiros — Gunter, não gostaria de fazê-lo comigo? Sua experiência, calma e sabedoria serão de muita utilidade, tenho certeza - indagaria ao meu amigo, não cometendo o mesmo erro uma segunda vez².


Destarte, rumaria não para o campo, mas para a prisão, onde daria as ordens — Tragam o Chew e preparem-se para trazer o Tiger após terminamos. O Krabby ainda está ai? - questionaria algum soldado, acompanhando a escolta até a sala de interrogatório e me certificando de que o prisioneiro estivesse bem limitado pelas algemas e não pudesse oferecer ameaça — Ishisaki - diria rispidamente — Esse nome te lembra alguma coisa? - perguntaria ao tritão — Não? E Fisher? Tenho certeza que este sim - me aproximaria do interrogado, deixando-o face a face com as minhas tenebrosas cavidades — Nos ajude e os ajudaremos. Você não quer ficar o resto da vida na prisão, quer? - diria, em tom intimidador, erguendo os meus dedos em sua direção.


Ah, mas não poderia ser tão simples assim! Logo me passava pela cabeça que podia não adiantar perguntar sobre o nome que nós conhecíamos. Talvez eles pudessem conhecê-lo de outra maneira — Um homem com uma grande cicatriz no rosto e longos cabelos loiros? - acrescentaria, em caso de uma negativa à resposta anterior. "Bingo!" - comemoraria, se obtivesse uma resposta — Diga-me tudo o que sabe sobre ele e até mesmo garantirei mais que a refeição padrão que lhe servem - sugeriria — Mandem chamar o Tiger - ordenaria aos soldados quando terminasse com o Chew ou com o Krabby.






¹ Quando o Karyo aprendeu a perícia Interrogatório ele teve o auxílio deste NPC, lá para a terceira aventura.

² Na aventura anterior, eu e o Gunter brigamos porque ele era meu subalterno antes de minha morte e, ao voltar à vida, continuei tratando-o como tal, apesar de sermos da mesma patente. Apenas para situar.






~ Histórico ~




Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 07
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Lâminas Gêmeas - Projeto.
Perdas:B$: 3.600.000

NPC's: Atualizar Soldado Ishisaki (Oota).
Players
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 3/3 - Recarga 3/3); Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.







Objetivos


Spoiler:
 


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Última edição por GM.Kekzy em Sab 18 Abr 2020, 19:44, editado 2 vez(es)
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PepePepi
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PepePepi

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 4 EmptySab 18 Abr 2020, 01:31





Posts em Utopia - 52
Nada que uma boa noite de sono não melhore. O dia anterior foi tão maluco que dormir tranquilo parecia algo impossível, mas acabei apagando com facilidade. A primeira coisa a fazer ao acordar era guardar a concha e me esticar um pouco. - Vamos andando Gwen. - Diria chamando a aranha. - Teremos um longo dia pela frente, estou sentindo isso... - Falava já imaginando quanta coisa poderia acontecer nesse novo dia naquela “utopia” de ilha em que estava.

Pegaria a minha mochila e me dirigiria ao banheiro para fazer as necessidades básicas de higienização. Após isso, procuraria pela pequena Shinonome para tomarmos o café da manhã, não queria deixar a sensação de que abandonei a menina só trazendo-a para cá. Iria até o quarto dela e imagino que ela já estaria acordando ou já estaria acordada, dormiu antes de mim, o básico seria isso pelo menos.

Se ela estivesse dormindo ainda, não a acordaria, deixa a pequena descansar era o melhor. Caso ela estivesse acordada, perguntaria com um sorriso no rosto. - Olá. Vamos tomar café da manhã? - Indagaria já imaginando a resposta, com a possível aceitação já iria comentando. - Tem um tenente... que é um esqueleto. Provavelmente vamos esbarrar com ele no refeitório. - Já alertaria para ela se acostumar rápido com a ideia. Se com Gwen foi rápido ela com certeza não era uma criança das mais normais e isso poderia já melhorar a possível situação futura. - Ele parece uma pessoa muito honesta, só que obviamente é muito assustador, não precisa ter medo, ele não vai te fazer nenhum mal, e mesmo se tentasse eu não deixaria. - Iria falando para ela enquanto a guiasse para o refeitório.

Quando chegássemos no refeitório veria se alguém já estava por lá. Helena, Katherine, Karyo, Gunter ou Laith... quem sabe a capitã Katt se nenhum desses ou até mesmo Amanda se um milagre houvesse ocorrido. Me aproximaria aos poucos da mesa deles e indicaria para a pequena se sentar. - O que você vai querer? - Perguntaria para Karin indicando que eu iria pegar o café tanto para mim quanto para ela. - Bom dia a todos. - Falaria para todos ali presentes após a resposta da pequena, demonstrando que pelo menos para mim a prioridade ali era tomar o café da manhã em paz com a menina para não a estressar ou assustá-la.

Iria até o local de me servir e pegaria o que quer que ela houvesse pedido para mim. Já para o meu próprio estômago eu pegaria um café da manhã reforçado. Ovos, pão, suco, geleias, a sensação de que aquele dia seria pesado já aumentava a minha vontade de me preparar acima do normal. Ao voltar para a mesa pensava em manter um clima leve e calmo para a menina.

Claro que esse desejo era inútil, pois o tenente Karyo era uma pessoa extremamente leal ao trabalho... imagino que isso seja normal para ele já que até mesmo retornou a vida só para continuar trabalhando. Ele perguntava o que achávamos melhor de fazer quanto a situação atual... no dia anterior deixei claro que não tínhamos dica alguma de qualquer coisa. - Bom... não sabemos onde Ishisaki está, podemos procurar por pistas na região que Amanda foi atacada. - Diria só que o meu tom de voz deixava um pouco claro que aquilo não parecia uma das melhores ideias. - Algum sinal de onde ele possa ter ido... alguma possível testemunha que mora na região. - Comentaria numa esperança triste de aquilo ser sequer possível.

Porém era óbvio que aquilo ali não era a melhor hipótese, além disso, havia algo bem simples que precisava perguntar para os tenentes ali presentes. - E preciso perguntar para todos os tenentes... já que vocês são os superiores aqui. - Falaria, deixando claro que era algo como uma possível meta, um objetivo, e que minha pessoa, estando abaixo na hierarquia não podia decidir. - A capitã Katt pediu para descobrirmos sobre os números e sobre a propaganda. E nós não temos nenhuma mínima evidência quanto a esses assuntos e Ishisaki. - Diria torcendo para que já houvessem entendido meu ponto. - Não que eu ache certo só esquecê-lo, principalmente pelo que ele fez... mas vamos dar prioridade a procurar pistas dele numa “aposta” dele estar ligado a tudo? Ou vamos nos focar nos números? - Perguntaria realmente desejando saber a resposta.

Até mesmo Katherine havia sido solta para lidarmos com os números. Se no final fossemos atrás de Ishisaki e ele não possuísse relação alguma com aquele grupo, como justificaríamos depois para a capitã? Era aquela parte burocrática mais simples que eu via no futuro irritando e enchendo a minha cabeça.

Com a resposta, independente de qual ela fosse, eu iria acabar criando uma opção na mente deles que surgia na minha naquele momento. - E sobre o que podemos fazer... A opção mais simples é ir conversar com os tritões de novo. - Falaria fazendo uma alusão aos interrogatórios que os tenentes Karyo e Gunter haviam feitos. - Não sabemos se essa moeda aqui... - Diria retirando a moeda do bolso e mostrando para todos ali. - Possuí alguma relação ou não com as moedas citadas naquele texto, mas podemos indagá-los sobre Ishisaki... - Comentaria indicando que mesmo o interrogatório de ontem sendo bom, que não possuía ligação alguma com essa nova informação que possuíamos em mão. - O desejo dele vindo aqui poderia ser o de soltar os tritões... além disso, mesmo não tendo provas de que essa moeda é a moeda do texto, ainda existe uma forte chance de ser, ou coincidências demais ocorrem nessa ilha. Bem... nesse caso, se eles derem qualquer indício de serem aliados ou pelo menos de conhecerem Ishisaki, já seria uma amostra clara de que ele poderia estar sim ligado aos Números. - Explicaria assim a minha teoria para os ali presentes.

Como as minhas ações dependeriam das decisões tomadas pelos tenentes, não havia muito o que fazer além de segui-los após terem discutido. Após o café da manhã, só viraria para Karin e falaria. - Acho que seu dia pode ser um pouco entediante. Como provavelmente vou sair, quer que eu traga alguma coisa? Vou tentar trazer se a ocasião deixar. - Indagava para a pequena querendo deixá-la mais confortável.



Histórico:
 

Ficha para ajudar:
 

Inventário Atual:
 

Objetivos:
 

Gwen - Pet Normal:
 

Quem dera fosse npc acompanhante:
 

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 4 EmptySab 18 Abr 2020, 12:52





"6 horas...6 horas dessa insanidade, acho que na próxima vez vou deixar qualquer marinheiro morrer por falta de sangue mesmo" Esse era o primeiro pensamento que saia da cabeça do tenente ao sair da enfermaria. Na noite anterior, tinha achado estranho quando o médico o "aconselhara" a comer antes do procedimento, afinal, pelo que sabia de anatomia, a transfusão deveria ser algo mais rápido, talvez meia hora? Ah, quem dera soubesse mais sobre a medicina, assim poderia ter corrido antes de o homem iniciar, não metade uma hora, mas sim malditas 6 horas.


Laith era o tipo de pessoa que gostava de ver sangue, mas de seus inimigos, gostava de dilacerá-los e formar uma bela pintura renascentista com todo aquele louvor ao deus da morte e da guerra - talvez agora estivesse louvando o tenente Shen? - enfim, não importava isso no momento ,o foco era que ver o seu sangue se esvair em grande quantidade a fim de salvar um terceiro que sequer parecia interessante para seus objetivos era, no mínimo, triste. - É bom que essa sargento valha a pena todo esse sangue. Murmurava indo em direção dos dormitórios para tomar um banho.


Quando chegava nos chuveiros, começava a tomar o mesmo, sentia que seu corpo estava bem mais pesado do que antes, na verdade não era seu corpo, estava mais fraco e provavelmente pela perda significante de sangue, isso poderia ser ruim considerando que em breve estariam em ação, talvez pudesse confrontar isso com uma leve refeição? Poderia ser uma alternativa. Então, após terminar seus procedimentos de higiene (com dificuldade para pegar o shampoo) o ruivo se dirigia ao refeitório.


Ao chegar no local, conseguia ver quem mais não desejava ver no momento, o grupo dos esquisitões, Calros já estava lá, assim como o tenente esqueleto. Normalmente tentaria forçar uma cara de ânimo, ou de bem-estar, porém agora não fazia o menor sentido fazer isso, não por menos deixava com que a expressão de cansaço transparecesse, todavia isso era até bom, pois mostrar esforço nessas condições costumava inspirar as massas.  - A sua amiga está bem agora, tenente Kayro. Diria brevemente ao olhar o tenente e após isso, antes de entrar na conversa, iria pegar uma refeição.


Voltando com a sua bandeja, começava a ouvir as preocupações dos presentes enquanto comia e pensava a respeito das colocações propostas pelos confrades. "De fato não temos informações nenhuma, e isso é bem preocupante, um nobre desaparecido, uma suposta propaganda contra a marinha, um soldado traidor, ou sequer era soldado, com alta periculosidade; um falso caçador de recompensas e uma tenente presa. Não poderíamos ter um cenário melhor." - Ótimo saber que você ainda se preocupa com a hierarquia, sargento Lazo. Falava o ninja terminando sua refeição e deixando a bandeja mais a frente. - Temos dois jogadores a menos no time, Erza ainda está presa aparentemente, e a sargento Amanda ainda continua desacordada, apesar de bem melhor do que ontem. Focar em duas missões nesse momento seria insanidade, vamos nos atentar aos números por enquanto e quando tivermos mais respostas podemos ir atrás dessa propaganda e do nobre Willian, eu ainda acho que esses dois problemas estão interligados de alguma forma, mas não tenho ideia de como.


"Esse cara é louco, talvez tenha sido por isso que tenha morrido..tipo isso." Pensava o tenente ao ver Shen sair euforicamente em direção da saída. De todo modo, ainda havia coisas para fazer lá fora, sem contar que tinha que cuidar da questão Erza, e também da revolucionária sobre sua guarda. - Eu me encontrarei com a criminosa, vou dar uma olhada na situação da tenente Erza e então vou para o centro da cidade também, há coisas que eu quero ver.


Então, quando encontrasse a revolucionária, logo olharia para a mesma, esperando ver se havia sinais de luta, e se não houvesse, faria um sinal para que ela o acompanhasse. - Primeiro vamos ver a situação da tenente Erza, depois vou devolver seus pertences e vamos seguir para o centro da cidade, ou do que sobrou dela. Dito isso, seguia em direção a prisão, onde iria diretamente para a cela da tenente, dando primeiro uma olhada nos tritões, mas não falando com eles. - Bom dia tenente Erza, como está?

Dessa forma, se estivesse tudo ok com ela e com os tritões, inicialmente ordenaria ao sargento de plantão que devolvesse os pertences de Katherine Silverstone e depois seguiria rumo ao centro da cidade, em primeiro lugar procurando um alfaiate, antes do começo da sua investigação. Se não achasse nenhuma loja que se identificasse de tal forma, abordaria um civil. - Com licença, bom dia, gostaria de saber onde posso encontrar um alfaiate nessas redondezas.








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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 4 EmptySab 18 Abr 2020, 18:17





A noite se encerrava de maneira tranquila, talvez a única coisa que me incomodou fora o fato de o loiro ficar me encarando de tempos em tempos. Helena agia de forma calma comigo e até mesmo me pedia para que não traísse a confiança de Calros - Fique tranquila... diria a primeira parte em bom tom para que ela pudesse ouvir - Isso não está nos meus planos falaria por fim sussurrando. Essa seria a última coisa que diria antes de adormecer. Caso fosse a primeira a acordar de manhã e iria até ela tocando em sua bochecha levemente para acordá-la - Ei, Bom dia! falaria de forma sorridente e repetiria o processo se fosse necessário - Bom, ainda continuo dependente de você manteria o sorriso em meus lábios.

Spoiler:
 

Depois disso iria em direção ao banheiro para realizar todas as minhas necessidades básicas como escovar os dentes. Com isso feito ficaria novamente ao lado da ruiva para que pudéssemos ir ao refeitório tomar café da manhã - Vamos!? diria de forma empolgada. Quando visualizasse todos os outros os cumprimentaria - Bom dia a alegria estava estampada em meu rosto - Tiveram uma boa noite de sono? questionaria em seguida. Logo, eu procuraria me servir do alimento que haviam colocado naquela manhã e após isso me sentaria onde todos estivessem. A essa altura poderia fazer tudo sozinha, mas se Helena ou qualquer outro quisesse manter os olhos sobre mim não me importaria muito.

O meu papel nesse momento era de ouvinte e ficaria atenta nas palavras deles para ter algo a comentar quando fosse a minha vez de falar - Eu espero poder ajudar de alguma forma era o que diria quando tivesse a oportunidade. Declararia também o meu interesse no momento - Bom, eu gostaria de ir à cidade também responderia à pergunta feita pelo tenente Shen. Este mesmo fazia um discurso pouco tempo depois dizendo que queria estar ao lado do povo - É isso aí! Eu penso exatamente o mesmo! acabaria me empolgando com suas palavras - Devemos ajudar as pessoas acima de tudo não demoraria muito para completar a minha frase. Mas, por enquanto teria de permanecer junto ao outro Tenente e acabaria revirando os olhos com suas palavras demonstrando toda a minha falta de interesse em si - Vamos resolver isso primeiramente então falaria olhando em sua direção.

O acompanharia de maneira silenciosa, não faria o menor esforço para conversar consigo e somente daria respostas quando se demonstrasse necessário. Teríamos de visitar a ruiva que estava presa e depois ele finalmente mandaria alguém devolver as minhas coisas - Quanto a isso, poderia me deixar ir com o outro tenente? perguntaria inicialmente - Não acho que nós de alguma forma combinamos justificaria minhas palavras - Mas, se quiser insistir tudo bem, afinal não posso exigir nada daria com os ombros não dando tanta importância para essa parte. Como não tinha intimidade alguma com a tenente Erza, apenas acenaria em sua direção sorrindo timidamente - Bom dia me limitaria a essas palavras. Quando me devolvessem os meus pertences sorriria - Muito obrigada agradeceria demonstrando um pouco de educação.

Independente de com quem eu fosse até a cidade, tinha como objetivo seguir até uma loja e comprar uma mochila. Algo que estava procurando a algum tempo - Alguém pode me encontrar alguma mochila perguntaria primeiro para quem estivesse comigo. Caso não conseguisse identificar ou o meu grupo não soubesse me responder teria de abordar algum transeunte que encontrasse pelo meu caminho - Olá, poderia me ajudar? questionaria - Eu estou à procura de uma loja que vende mochilas pediria a informação sem perder muito tempo.





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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 4 EmptySeg 20 Abr 2020, 22:05



[LB] O Florescer de Utopia II — 007

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O novo dia em Utopia amanhecia com uma garoa, fina e inaldível. O sol já despontava no horizonte, inundando a ilha com sua luz e seu calor, trazendo junto à si a esperança de um dia melhor para aquela população que já havia sofrido demais. No QG não era diferente, enquanto os vigias trocavam de turno e a grande maioria dos demais acordavam para o início de suas atividades.



A primeira a acordar era Helena, seguida da Major Katherine. A primeira já estava pronta, mas esperava que a revolucionária fizesse o mesmo antes de seguirem até o refeitório. Calros acordava pouco depois, também se higienizando antes de buscar pela garotinha que havia conhecido no dia anterior. Voltando ao seu quarto, a encontrou acordada, formalmente vestida e sentada na frente de uma pequena mesa, lendo um livro qualquer. — Olá, marinheiro-chan, aranha-chan! — Dizia, alegre, nem um pouco sonolenta, como no dia anterior.



Com o convite, a garota pulava da cadeira e seguia o sargento. — Yay~! — Enquanto saltava, o sargento percebeu que ela estava descalça, embora ela não parecesse se importar com isso. Chegando à porta, ela parava bruscamente e voltava correndo para o quarto. O Sr. Urso estava jogado na cama, mas a menina o pegou, o sentou junto a um travesseiro no meio desta e cobriu suas pernas com um lençol. — Volto já! — Prometeu, agora sim seguindo o sargento até o refeitório. Calros comentava sobre um marinheiro peculiar para a garota. O estranho era que, durante a sua explicação, sentia um estranho calafrio, mesmo com a temperatura amena do ambiente. A garotinha não parecia notar, super interessada no tal tenente esqueleto.



Laith Kinder era o próximo, fraco e mal humorado seguia até o chuveiro, tentando lavar o cansaço do corpo antes de ir até o refeitório. Chegava pouco depois de Helena e Katherine, com as duas já na fila para se alimentar. Golden Afro chegava logo em seguida, com um pacote sobre o braço, também indo até a fila. A comida servida era simples, mas nutritiva: Pão, ovos, cuscuz, queijo, bacon, café e suco eram algumas das opções, além de manteiga e geléia para quem quisesse e até mesmo leite para alguns. Cada um se servia do que achava melhor e iam até uma mesa central, compartilhando-a. Pouco depois Calros Lazo chegava com uma garotinha — Esta pedindo pudim de café da manhã, mas ganhando leite e biscoitos. — e logo passava pelo mesmo processo, sentando-se na mesma mesa, embora levemente afastado dos demais.



O Ceifador Branco era o último a acordar e, sem tomar banho ou cagar se escovar, seguia até o refeitório. Falava com alguns soldados pelo caminho, assustando a maioria pela animação logo cedo. No caminho, também via a soldado Kyo, que demonstrava sono e cansaço, embora seu humor estivesse melhor do que no dia anterior. — Yo. — Dizia, fazendo algo que lembrava vagamente uma continência e seguindo o esqueleto até o refeitório. Não demorava até os dois se sentarem na mesma mesa dos demais.



Fora os bom dias, Karin era a primeira a falar, acenando avidamente na direção de Karyo: — Ei, ei! — Gritava, como se suas mãozinhas balançando para lá e para cá não fosse o suficiente. — Já pensou que você é tipo um robô, só que feito com ossos? — Seus olhos brilhavam de animação. — Adoro robôs! — Informava, para logo depois completar: — E o que é isso na mão de vocês?! — Indagava, apontando para Karyo, Calros e Katherine. Ao olharem, veriam um imenso rubi preso nas costas de suas mãos direitas. E não era colado, tipo com cola, não. Era preso, como se cirurgicamente preso em suas peles e músculos. Para Karyo, preso em seu próprio osso!



Depois de analisarem aquelas gemas, se desejassem, os marinheiros começavam a conversar sobre os próximos passos, embora nenhum tivesse a menor ideia de como continuar. Quando Laith indicava que devolveria os pertences de Katherine, o sargento Golden Afro se adiantava: — Com sua permissão, tenente, mas eu já tomei a iniciativa de trazer os pertences da mulher de volta. — Informava, pegando a caixa que até então estava aos seus pés e colocando-a diante de Katherine. Se inclinando na direção do tenente, cochichou: — Um pijama, um log pose, dois violinos e várias botas. Nada demais. — E, voltando a falar normalmente, continuava: — Seus berries foram confiscados. Como punição por seus atos, terá de pagar a marinha a sua recompensa total, que é de 8.500.000. Os 1.040.000 que você tinha em posse já foram descontados desse total. — Explicava, acabando com os desejos da mulher de conseguir uma mochila.



Os marinheiros terminavam suas refeições e se preparavam para partir, com Calros se despedindo de Karin e ela pedindo prontamente: — Que tal um dinossauro?! — Pedia, esperançosa, embora fosse algo meio… improvável do sargento conseguir em suas andanças. Karin dava tchauzinho para Gwen, que grunhia algo em resposta. Karyo, por sua vez, se despedia de Kyo, dando o resto do dia de descanso. — Dia de folga? Pra quê? Não tem nada para fazer nessa ilha além de patrulhar ou ajudar algum superior! — Reclamava, embora não parecesse tanto relutar em trabalhar. Talvez estivesse começando a se acostumar com o ritmo da marinha?



Os marinheiros já estavam todos de pé quando Günter irrompia pelas grandes portas do refeitório, causando grande estardalhaço enquanto carregava uma infinidade de pastas e livros e derrubava dois soldados em seu caminho, sequer se dando o trabalho de se desculpar. O tenente jogava o conteúdo dos seus braços na mesa, derrubando alguns pratos e copos no processo. — Imaginei que estariam aqui!



Suas olheiras estavam grandes e negras, indicando a alta probabilidade dele não ter dormido sequer um segundo desde a noite anterior. O marine sentava-se no banco, quase se jogando no mesmo, e começava a explanar a situação, em uma voz levemente acelerada. — Eu não consegui dormir, então reuni tudo o que descobrimos e fui ler. — Ele parecia buscar nos livros e pastas algo que parecia fugir dos seus olhos cansados. — E achei algo interessante. — FInalmente achando a pasta que buscava, tirava de lá um arquivo e estendia para o grupo, ninguém em particular.



A entrada chamativa do tenente havia atraído a atenção de todos os presentes e muitos se aproximavam, formando uma espécie de círculo ao redor da mesa do grupo, em busca de saberem do que aquilo se tratava. A maioria soldados e sargentos. Günter continuava: — Demorei muito, mas consegui achar esse arquivo de um tal soldado Ishisaki Oota. É a sua inscrição na marinha, isso foi a doze anos. — Com um rápido raciocínio, Karyo lembraria que não havia dito o sobrenome do homem para o seu amigo, ele havia descoberto por conta própria. Calros sentiu um sentimento de… Receio? Ansiedade? Percorrer seu corpo, embora não soubesse muito bem o motivo.



Günter continuou: — Nascimento, idade, não tem nada de útil aí além do nome e da foto, quase idêntico ao homem que vimos ontem! — Informava, passando a buscar outra coisa na pilha de material na sua frente, puxando outra ficha de outra pasta. — Como um soldado permanece soldado por tantos anos? — Indagou, sem esperar resposta. — Não permanece! Ele se tornou agente! — A segunda ficha era exatamente isso, o termo de transferência do soldado Ishisaki para a CP5. — Um dos grupos mais fracos da Grand Line, mas ainda assim um feito notável para um ex-soldado. — Explanava, sacudindo um livro sobre o tema para os demais.



O tenente continuou puxando arquivos das pastas, jogando na direção dos membros do grupo, a jovem Karin e a soldado Kyo inclusive, ele parecia tão absorto nos papéis que mal via as pessoas ao seu redor. — Esses são os relatórios de suas missões, uma atuação exemplar. Digo isso porque li todas... — O homem dava um largo sorriso, demonstrando um misto de cansaço e ironia. — E foram muitas! — Mas um dos relatórios permanecia em sua mão e o tenente deixava o suspense aumentar antes de continuar: — Mas nesta eu encontrei algo interessante! — A ansiedade no peito do sargento Lazo aumentou, quase sufocante. — Esta foi a sua penúltima miss—



A voz do tenente era abafada por uma voz muito mais alta, que bradava: — MATEM-NO! — A voz parecia vir de todas as direções, assustando o sargento Lazo, fazendo seu coração bater mais rápido. No entanto, os tenentes pareciam completamente alheios ao grito, já que mantinham suas atenções em Günter. A única outra pessoa que parecia notar algo estranho era a soldado Kyo, que olhava ao redor, com pânico nos olhos. — Quem disse isso?!



Legendas:
  • Marine
  • Capitã Katt
  • Tenente Helena
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza
  • Sargento Amanda
  • Karin Shinonome
  • Soldado Kyo
  • Tritões


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 4 EmptyTer 21 Abr 2020, 02:14





Posts em Utopia - 53
Tudo estava errado ali. Ou melhor, tudo parecia errado, mas eu não sabia dizer como. O dia começou normal e tudo ia ocorrendo bem. Karin parecia ok, na verdade ela parecia reagir mais tranquila quanto ao Karyo do que a maioria das pessoas normais reagiriam. Apesar da conversa agradável e da resposta fofa que Shinonome me dava sobre o que desejava, algo ali ainda não me soava certo. E acabou que tudo... implodiu? É difícil determinar o que aconteceu.

O tenente Günter entrava apressado atraindo todas as atenções para si e contando diversas informações novas do nada. As duas primeiras informações eram simples e diretas, nome completo e o ano que ele entrou na marinha... o que era estranho já que ele era um agente. No entanto isso logo foi explicado, onde começava a entender pouco mais do passado daquele homem, o que em minha opinião só mostrava como ele era estranho e suspeito desde o começo. Quando o tenente ia chegar ao ponto que ele considerava importante alguém gritava “MATEM-NO!”.

Não tardou para eu imaginar que o alvo ali era o único ser na sala que estava falando. Literalmente me jogaria em cima do tenente para protegê-lo de possíveis projéteis que fossem atirados nele. Provavelmente o derrubaria no processo, mas isso era realmente o de menos. - Desculpe por isso tenente. - Diria rapidamente olhando se ele estava bem no caso de algum ataque chegar nele antes de minha pessoa. Se estivesse viraria as minhas costas para ele e me levantaria do chão encarando todos a minha volta preparado para defendê-lo de qualquer possível ataque que viesse contra ele.

Outra coisa importante ali era que havia ouvido o soldado que viera junto do tenente Karyo falando sobre o assunto. Minha primeira resposta era simples, eu lembrava de uma voz falando comigo ontem e ontem eu também não havia visto a fonte dessa voz. A chance de ser ela de novo era alta. - Eu não sei. - Responderia meio dirigido para o soldado, demonstrando pelo menos para ele que não estava sozinho naquela situação. - Eu ouvi uma voz ontem nas celas e logo depois a tenente Erza atacou o tritão. - Falaria pensando em como aquilo soava como a mais pura loucura para provavelmente qualquer soldado que não sabia dessa informação ontem, não sei como anda a fofoca no quartel general. - Agora eu ouço a mesma voz então é claro que eu vou reagir o mais rápido que der. Não confie em nenhum deles, não dá para saber se vão atacar ou não. - Diria para o soldado mostrando como a situação era perigosa.

Se me perguntassem o que eu havia ouvido, falaria. - Era alguém bradando a ordem: matem-no. - E já seguiria demonstrando porque havia feito aquilo tudo. - Como foi no mesmo tempo que o tenente Günter ia falar sobre a penúltima missão, eu imaginei que ele era o alvo e pulei para salvá-lo. - Explicaria ainda olhando para todos os lados preocupado, esperando algum ataque vindo do nada. - Ontem eu ouvi basicamente um comentário. A tenente e os tritões discutiam e em um momento a voz bem mais calma, quase que ao meu lado falou que haviam cutucado a besta com vara curta. - Diria mostrando como aquilo parecia ilógico e estranho. - No instante que virei meu rosto procurando a fonte da voz a tenente cortou os dedos do tritão para fora. - Meu tom, mesmo que calmo, ainda demonstraria como aquilo parecia um absurdo e que eu não entendia realmente o que aquilo tudo significava.

E depois me dirigiria a todos a minha volta, mas mantendo uma postura defensiva quanto a qualquer ser que se aproximasse de Günter. - Mais alguém ouviu essa voz? - Perguntaria num tom mais alto e mais autoritário para ecoar por todos ali naquele pátio. Provavelmente eu estava soando como um maluco se não tivessem, mas dado a fala, era muito estranho que ninguém houvesse reagido ao que ouvira. No dia anterior Elsa cortara os dedos do tritão no mesmo instante, como que agora ninguém fizera nada?

Caso qualquer ser, com exceção da Karin Shinonome, atacasse o tenente Günter iria me colocar na frente e não me importaria de levar um golpe ou mais para dar meu jeito de segurar a mão, pé, ou arma do oponente. Se conseguisse segurar, iria dizer rapidamente. - Me desculpe. - E socaria a cabeça da pessoa com força para tentar fazê-la apagar. Se um golpe não fosse o suficiente para apagá-lo ou para liberá-lo da fúria insana, tentaria agarrar seu braço e virá-lo para imobilizá-lo de alguma forma.

Se mais de uma pessoa atacasse o tenente eu não poderia pensar muito no que fazer e simplesmente acabaria socando todos que se aproximassem, com exceção da Karin, como eu não seria o alvo não me preocuparia de forma alguma com a minha própria defesa. O tenente havia virado a noite e estava morto de cansaço, obviamente ele não poderia se defender direito. Claro, ele ainda poderia fazer algumas coisas, mas em geral tentaria impedir que qualquer ataque chegasse nele de qualquer forma possível.

No infeliz caso da pequena Karin tentar atacar o tenente, simplesmente a agarraria e a levantaria segurando ela como se fosse um pequeno animal de estimação com um dos meus braços.




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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 4 EmptyTer 21 Abr 2020, 13:08





Laith, enquanto comia, apenas observava o grupo, o sargento Golden Afro já tinha adiantado seu trabalho, reavendo os pertences da revolucionária, o que era aprovado pelo tenente com um aceno da cabeça, pelo menos não perderia tempo depois indo até a área criminal. Agora, havia uma coisa que chamava a atenção do ruivo ali: Por que havia uma criança entre eles?


"Esse ruivo é mais idiota do que eu pensava, ela é um alvo fácil, se raptarem ela vamos estar todos mortos por causa de uma idiotice dele." Pensava o homem enquanto olhava para Karin e depois para Calros, vendo que os dois tinham um certo grau de intimidade, não só isso, a garota até tinha um quê de curiosa, o que poderia ser bem ruim se considerar que tratávamos o tempo todo com informações sigilosas, agora ficava mais claro ao ninja a diferença entre um oficial da marinha e um subalterno.


"Talvez eu deva capturar ela e treiná-la para se tornar uma assassina útil ao grupo? Não, iria demorar muito tempo, o meu treinamento mesmo demorou anos, não tenho tanto tempo para gastar assim, afinal a Corte pode se mover nesse meio tempo." Então, quando todos ali pareciam já estar com seus destinos traçados, algo acontecia subitamente, uma explosão de informações ,primeiro vinha aquele tenente de óculos disparando entre os homens causando um alvoroço e derrubando uma avalanche de pastas, fazendo com que o prato do ruivo voasse de onde estava para o outro lado.


Inicialmente, Laith parecia olhar o homem com uma expressão de "me dê uma razão para não matá-lo", porém, felizmente, o tenente servia o ruivo com vários motivos para a sua ação, sua fisionomia de esforço mental demarcava veracidade no que ele falava, de fato ele leu aqueles relatórios todos e tinham chegado a um veredito, um soldado que por algum motivo transferiu-se para a CP5 e conseguiu um desempenho espetacular até que...


Subitamente, o sargento Lazo se projetava para cima do tenente Gunter e em resposta Laith se levantava, mas sentia o corpo pesar, fazendo com que estivesse bem mais lento que o normal e sacasse apenas uma ninjaken muito depois da ação do outro. - Você é idiota? Perguntava desacreditado que ele primeiro teria se jogado sobre um superior e depois, quando começava a falar sobre a voz era que a Serpente começava a compreender o que tinha acontecido. "Ele pode ser louco, mas aparentemente o soldado também ouviu, ou seja, não deve ser tão idiota assim. Algo está acontecendo, mas porque eu não consigo compreender?"


- Alguém verifique as celas! O superior logo dava o comando para aquela onda de subalternos que estavam ali, esperando que algum deles cumprisse a ordem, e enquanto isso ainda com a ninjaken sacada tomava uma posição de defesa esperando algum acontecimento.


Esperando que alguém atacasse Calros, se não fosse Karin, o ninja rapidamente usaria sua ninjaken, dentro dos seus limites, para tentar acertar a lâmina no inimigo fincando-a sobre algum ponto de mobilidade, como na mão, ou no ombro, a fim de reduzir o movimento adversário e limitá-lo, já que suas opções de combate no momento não eram as máximas. Agora se fosse a pequena garota, ao invés da lâmina o tenente usaria o cabo dela, buscando acertá-lo com certa força na nuca da pequena, visando desacordá-la com o impacto. Entretanto, se um inimigo tentasse atacar Laith diretamente, o mesmo só tentaria um rápido rolamento para a direção oposta do golpe e entraria em posição de defesa novamente com a ninjaken.








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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 4 EmptyQui 23 Abr 2020, 18:47





Minha visão clareava e eu logo me levantava da cama - até mesmo os esqueletos tem que dormir! -, levando uma das mãos às costas. "A forja de ontem me cobrou mais do que eu podia imaginar... É o que dá perder o jeito" - me erguia, com os dedos tocando a coluna, que nem um bom velho corcunda faria. "Cadê... Estou atrasado?!" - já estava a ponto de me perguntar onde estavam todos, mas me interrompia subitamente. Não tinha nenhum compromisso em específico, mas acordar tarde só era um motivo de vergonha para um bom marinheiro!


Não tardei para me aprontar e me dirigir ao refeitório, onde encontrei meus companheiros bem despertos. Corrigi a coluna e me juntei a eles, limpando a garganta — Bom dia - disfarçava; o que poderia ser facilmente percebido, visto que sequer tinha uma garganta. Tão logo cheguei na mesa, fui recebido com grandioso ânimo — Ora, não tivemos a oportunidade de nos conhecer apropriadamente, tivemos? - indagaria à garotinha — Sim, eu sou o Robô Tenente Karyo Shen! Como posso te chamar, amante de robôs? - exclamaria. Podia ser sério e manter uma postura austera com os meus conterrâneos, mas um homem que se preze não acabava com a fantasia infantil; não lhe trazia tristeza sem motivos — E isso na minha mão é... ?! - estava para continuar a brincadeira, quando percebi do que ela estava falando.

Mas que raios?! - coloquei a mão em frente ao rosto, virando-a diversas vezes, a fim de compreender o que era aquilo — Vocês estão ven- - me interrompia mais uma vez, ao notar que meus companheiros também possuíam aquela insólita gema cravada na mão. "São tantas coisas estranhas acontecendo desde que cheguei à Grand Line..." - ponderava. Aquilo devia ser mais um dos mistérios inexplicáveis do mundo. Do tipo que não adiantava se debruçar sobre, pois nunca se teria uma resposta satisfatória — Urfh... - suspirei, mexendo na pedra preciosa com meus dedos. "Não sairá nem por um decreto, está presa até o fundo do osso" - observava. Restava-me pagar para ver onde aquilo iria me levar; ou o que me traria.



Ademais, naquela olhadela para visualizar as mãos dos outros marinheiros, acabava por me deparar com outra nova figura — E você, como posso lhe chamar? - indagaria à mulher que também estava à mesa conosco. Não havíamos nos encontrado ainda e provavelmente era alguma conhecida dos outros rapazes. E, se eles confiavam nela, eu também confiaria — Será um prazer dividir a mesa e trabalhar ao seu lado - responderia à sua apresentação, caso declarasse que havia se juntado à nossa força-tarefa para combater os Números. O que me surpreendia era o dialogo que se sucedia — Punição? Pertences apreendidos? O que está acontecendo que estou por fora? - indagaria ao Sargento Golden Afro, alternando o olhar entre ele e a mulher desconhecida. Ao que aparentava, ela era muito mais do que pensei. Havia algo estranho naquela história.


Não fosse o suficiente, ainda tinha que lidar com as reações do pequeno Ryo. "Ora, se cobro, sou taxado como mal! Se dou uma folga, sou um vilão!" - resmungava mentalmente, deixando os meus braços cederem sobre as pernas, após terminar a refeição. "Não é fácil lidar com os jovens... tampouco ser mentor" - era uma tarefa árdua, mas que havia voluntariamente trazido para a minha esfera de atribuições — Descansar também é importante para um marinheiro. Acredite em mim, chegará a hora que será tudo o que você deseja - diria ao meu pupilo, colocando a mão sobre seu ombro — Mas, se quiser, sua companhia é mais que bem-vinda aqui dentro - não tornaria as coisas mais difíceis. Era a folga dele; se ele quisesse que fosse um dia normal, que assim o fosse.


Porém, o que não poderia prever, é que aquele dia não teria nada de normal. Nada — Que descobertas, Gunter! - exclamava para o meu companheiro, à medida que escutava ele revelar os fatos que havia descoberto. Parte deles já eram de meu conhecimento, em razão da conversa com a Capitã Katt. Todavia, aquele registro parecia conter muito mais do que as meras palavras ditas — E o que há de mais revelador? - questionaria, esperando pelo desfecho daquela intensa busca. Tinha certeza que Gunter havia virado a noite xeretando aqueles registros. Era do feitio dele. Incansável. Não a toa nos dávamos tão bem — Você disse algo? - viraria casualmente para Ryo, pensando ter escutado algo. Talvez ele tivesse aceitado a sua folga?




OBS: Não reagi à ameaça neste post porque meu personagem não escutou nada, então não teria condições de tomar uma reação sem se enquadrar em meta-game. Para ele, tudo segue normal até o próximo post.






~ Histórico ~




Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 08
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Lâminas Gêmeas - Projeto.
Perdas:B$: 3.600.000

NPC's: Atualizar Soldado Ishisaki (Oota); Ramsés; Karin.
Players Atualizar Katherine Silverstone.
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 0/3 - Recarga - N/A); Missões: Capturar Os Números e Desvendar o Sistema de Difamação da Marinha.







Objetivos


Spoiler:
 


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 4 EmptyQui 23 Abr 2020, 21:45





Estavam todos animados naquela manhã, principalmente uma menininha que estava junto de Calros - Olha só, que coisa fofa me aproximaria dela e apertaria suas bochechas - Como se chama? perguntaria de forma gentil. Ela mostrava algo interessante para mim e ao mesmo tempo estranho - Nem eu sei como esse rubi veio parar aqui diria analisando a pedra cravada na minha mão “Vou ter que dar um jeito de tirar isso da mão depois” pensava.  

Assim que o tenente mencionou devolver os meus pertences o loiro tomava a frente e me entregava uma caixa com tudo dentro. O ruim disso era que tinham “confiscado” o dinheiro que possuía para pagar pelos meus atos “Parece que você vai ter que pagar uma quantia até que relevante por seus atos” ela me dizia algo um tanto óbvio “Não terei que pagar se sumir assim que puder” responderia em seguida “Fazer isso só te atesta ainda mais como idiota” uma resposta típica “Fale o que quiser” limitaria minhas palavras.

Nesse mesmo instante, o outro superior resolvia falar comigo me perguntando como poderia chamá-lo - Eu sou Katherine Silverstone sorriria e apesar de saber o seu nome retribuiria a pergunta ao tenente - E como você se chama? questionaria mantendo a mesma expressão. Conversar com um esqueleto ambulante era definitivamente a coisa mais bizarra que havia feito até então, ele claramente superava Capullo - Olha, o prazer é todo meu agia de forma simpática. Ele pareceu confuso com as palavras proferidas pelo loiro - Não lhe contaram? Eu sou a revolucionária que estava presa até momentos atrás e agora estou sendo punida pelos meus “crimes” ironizaria a última parte.

Depois disso, eu pegaria meu par de botas de dentro da caixa e as calçaria tranquilamente enquanto pensava no que fazer em seguida. Como estava sem dinheiro algum faria um pedido - Como eu não tenho mais dinheiro algum, vocês poderiam pelo menos me dar uma mochila? só me restava arriscar - Obrigada! diria se a resposta fosse positiva. Caso me negassem isso pegaria as minhas coisas silenciosamente - Sobre essas botas, podem se livrar delas ou se quiserem deem a algum soldado qualquer diria sem muito ânimo dando com os ombros.  

Mesmo que não estivesse dentro dos meus planos teria que ao menos deixá-los entender que conseguiria o montante restante - Tem algum jeito de conseguir dinheiro rápido? olharia na direção do loiro quando fizesse a pergunta. Acabava por deixar esse assunto de lado com a chegada do mesmo homem de cabelos rosa que havíamos visto na entrada da enfermaria. Ele tinha passado a noite inteira pesquisando a respeito de um tal Ishisaki Oota e revelava informações que eram até relevantes sobre o homem.  

Era após isso que Calros agia de uma maneira estranha e parecia querer proteger o rosado indo em sua direção. Uma série de coisas anormais vinham ocorrendo até aqui e obviamente não era nenhuma coincidência “Quem será que está por trás disso?” me perguntava, quem quer fosse deveria ter uma relação com esse Ishisaki. Quando questionassem sobre mais alguém ter ouvido algo eu responderia - Não escutei nada utilizava um tom desconfiado. Ficaria atenta para possíveis inimigos a partir disso, afinal Calros não possuía nenhuma deficiência mental aparentemente ou eu não sabia desse fato.





~ Histórico ~



Ganhos:
Perdas: Todo o dinheiro,
Posts: 8
Relações com NPC's:

~ Legenda ~


Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
Personalidade atual: Katherine  


Objetivos:
 



Perícias, Vantagens e Desvantagens:
 

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