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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [LB] O Florescer de Utopia II

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 2 EmptyQua 25 Mar 2020, 01:43

Relembrando a primeira mensagem :

[LB] O Florescer de Utopia II

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiros Calros Lazo, Karyo Shen, Laith Kinder feat Marinheira jr. Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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Vincent
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 2 EmptySex 03 Abr 2020, 02:44





O tenente acabava por sair dali me deixando sozinha com Calros, mas o que realmente me deixava incomodada fora sua atitude - Ele é sempre assim? questionaria voltando meu olhar para o ruivo. Ninguém morre só por dizer o nome, não é? Mesmo sendo uma prisioneira ao menos isso poderia saber desse tenente. O Sargento acabava por não perder tempo em começar a falar e relembrava a pergunta que tinha feito para mim quando nos separamos anteriormente - Eu terei que te dar a mesma resposta: não diria sem muita enrolação, prosseguiria demonstrando confiança em minha decisão e até então não me arrependia dela. Ele pedia por seriedade em nossa conversa enquanto se sentava no chão para que ficássemos olho a olho.

Rapidamente desmancharia qualquer sorriso que estivesse formado em meus lábios e me manteria atenta em suas palavras. Calros citava Alexander mais uma vez em suas palavras e também que o meu grupo agora era pequeno - Ele realmente fez aquilo conosco e mesmo eu não gosto de acreditar nessa realidade falaria de forma um tanto tristonha. Prosseguiria falando, mas dessa vez colocaria um pequeno sorriso no rosto momentaneamente - É triste perder companheiros, mas ainda assim não posso desistir dos meus objetivos mesmo estando sozinha nesse mundo mostrava minha convicção novamente - Não sei se tenho alguma recompensa e tampouco posso afirmar que sou uma ameaça real para a marinha, mas posso afirmar que se continuar seguindo meu caminho virei a ser alguém de importância mostraria meu sorriso.

Eu provavelmente havia dado uma resposta que tinha lhe dado alguma conclusão já que aparecia um sorriso surgia em seu rosto ou ele apenas correspondia minha alegria. A confirmação vinha a seguir quando o ruivo começava a argumentar sobre a minha periculosidade. Era nesse momento que poderia me perguntar a respeito das coisas que fazia, tirando o fato que desejava derrubar o governo por causa de suas ações ruins o que me diferenciava de qualquer outro marinheiro? Minha identidade como revolucionária não era nenhum pouco marcante. É claro, acreditava muito mais no poder da revolução fazer coisas boas do que na Marinha, mas ainda assim eles mesmos pareciam reconhecer que eram uma organização que contém falhas. Os revolucionários também possuíam seus erros, apesar de eu ter conhecido muitas pessoas boas que estavam dispostos a se sacrificar pelo bem dos outros, inclusive o coronel Scarmander.

Antes de falar mais alguma coisa, ficaria pensativa por mais algum tempo até que realmente soubesse a direção que a minha resposta teria - Eu quero ser reconhecida pelas minhas boas ações, ajudar as pessoas e também me aventurar por aí sorriria novamente. Por mais que tentasse fugir nossas ações realmente estavam devidamente alinhadas, talvez por causa dos ideais de ambas organizações serem de certa forma parecidos. Ainda assim os revolucionários eram malvistos por estarem do lado que combate o governo mundial, talvez estes até mesmo distorcessem as coisas para taxar-nos de grandes vilões do mundo. Ele se demonstrava curioso quanto a minha preferência em ser perseguida pela marinha - Meu senso de justiça ajudou para que eu escolhesse o caminho que deveria trilhar, não me importo com o perigo se eu puder vencer estarei sempre tentando superá-lo diria inicialmente.

Não tinha exatamente um motivo para odiar o governo, o que havia em mim era um sentimento de indignação e repulsa as ações tomadas por membros da organização - Eu quero que os revolucionários sejam reconhecidos como pessoas que desejam o bem para os outros fazer isso seria uma árdua tarefa. Uma força maior que me impedisse de virar marinheira era inexistente, mas sabia bem até então o que me prendia como revolucionária "Katherine, eu não gosto de correr riscos e disso você sabe muito bem” Azura voltava a aparecer “Não acha que está na hora de parar de se esconder? Você poderá ser uma marinheira e fazer as mesmas coisas que faz como revolucionária, ainda ganharia reconhecimento das pessoas para si Ela só pensa em segurança “Pelo menos uma vez na vida me escuta, você ainda poderá se aventurar!” disse por fim.

Estaria atenta nas palavras da ruiva, ela talvez tivesse alguma razão no que estava falando, mas com toda certeza ela estava sendo egoísta. Calros se entristecera com minhas palavras e procurava entender as coisas que eu tinha visto - Até agora o governo não me mostrou uma boa faceta e por isso não sei até onde as coisas podem ser alteradas, então me diga você até onde as coisas podem ser alteradas? perguntaria de maneira séria - Eu não sou egoísta e pode me chamar de qualquer coisa por ser assim, me importo com o bem-estar de todos continuaria - A proteção dos meus companheiros é algo que prezo, mas no momento eu quero entender mais sobre mudanças demonstraria certa curiosidade. Ouviria atentamente suas palavras e quando ele se levantasse para ir embora, aproveitaria para pedir mais uma coisa - Poderia pedir para que um de seus amigos devolva o meu violino? sorriria.





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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 2 EmptySex 03 Abr 2020, 19:40



[LB] O Florescer de Utopia II — 002

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A chuva continuava castigando a dupla de marinheiros enquanto Günter se aproximava de Karyo e olhava na direção indicada. Sendo um atirador com uma ótima visão, não demorava a reconhecer o contorno, apesar da distância, do vento nos olhos e da chuva. — Mas q— É a Amanda, ela parece ferida! — Karyo já buscava por um meio rápido de descer e não encontrava, mas o Tenente era tenaz e não se dava por vencido! Buscando por uma alternativa, não demorava a pegar seu Eisen Dial e usá-lo para criar uma espécie de escorrega bunda de nuvem/metal, rapidamente lubrificado pela chuva.



Karyo pulava na plataforma sem pensar muito e, após meio segundo de dúvida, Günter pulava atrás, com ambos descendo com velocidade e se esborrachando no chão lá embaixo, sujando suas vestes. O atirador caía por cima do akumado e levava alguns segundos para se desvencilhar dele. — Da próxima vez, vamos de escadas! — Dizia, sem humor devido ao contexto da situação em que se encontravam, já correndo em direção do prédio em que a mulher estava, com Karyo seguindo-o logo depois. Seus uniformes manchados devido à queda na lama.



Não tão distante, Calros tinha uma longa conversava com a Major. Aparentemente, ele realmente não conseguia ser breve, em momento algum. Não demorava até o seu superior, Laith Kinder Ovo, passar por ele e comandá-lo a ir até as outras duas tenentes. Dessa forma, o pobre sargento precisou acelerar sua fala até quase igual a um locutor de rádio narrando uma corrida de cavalo para que conseguisse concluir seus pensamentos. Com um pequeno atraso de dois minutos, o Sargento Lazo ia até as marinheiras, deixando para trás a revolucionária Katherine, a qual esperava pacientemente por seu violino. Ainda bem que havia uma cama para ela se sentar/deitar...



Quase à frente da cela dos tritões, Calros sentiu um leve arrepio percorrer seu corpo, partindo de sua mente e indo até as extremidades dos seus membros : entende :. Frio? Medo? Receio? Talvez nem o próprio soubesse explicar o motivo daquilo, mas a questão é que haviam três tritões na cela, embora o sargento só conseguisse ver dois deles, e os dois pares de olhos encaravam o marinheiro com malícia. — Um humano com uma aranha gigante à tira colo. Bah! Que piada! — Bradava um, o mais forte dos dois. — Talvez seja a forma dele se sentir superior, como quando amarramos um humano e o levamos por aí, tipo um cachorrinho! — Os dois gargalhavam e um terceiro sorriso, sem som, surgia nas sombras da cela.



Outra coisa que chamava a atenção do sargento era o solo úmido, embora tudo indicasse que aquilo era impossível. Com maestria, o jovem marinheiro pensava em uma plano e logo começava a falar com as tenentes, num tom audível para os homens-peixes, tentando fisgá-los com uma artimanha perspicaz. A princípio, as duas mulheres olharam com certa desconfiança para Calros, mas logo entenderam seu intuito e entraram na brincadeira. Helena, discreta, dava um leve sorriso, enquanto que Erza, não tão discreta, dava uma gargalhada. As expressões dos tritões, no entanto, fechavam instantaneamente, demonstrando não terem gostado nada da ideia.



Dos tritões presentes, o mais forte, e aparentemente líder do grupo, era o primeiro a se pronunciar: — Essas outras celas são para humanos, partiríamos suas grades como se fosse um palito de dente. — Helena movia a mão de forma contida, indicando ao companheiro que a fala do tritão era meia verdade. Erza, por outro lado, aproveitava a oportunidade para farpá-los verbalmente. — Mas vocês não tentariam fugir, tentariam? Perdedores deveriam apenas aceitar seus destinos, antes de se machucarem novamente! — Para dar mais ênfase, a ruiva sacava a sua espada, apenas alguns centímetros, para que a lâmina afiada pudesse ser vista pelos prisioneiros.



Tal ato atraía o olhar dos tritões, mas deixava-os apenas mais furiosos. O homem peixe com o focinho mais alongado se levantava e ia até próximo da grade, cuspindo aos pés da espadachim e deixando ali uma pequena marca. — Comemore enquanto pode, vagabunda! — Calros, um pouco mais atrás da mulher, podia sentir sua aura assassina extravasar além da conta. Erza baixava a sua linha de cintura e segurava o cabo da espada com tanta força que parecia prestes a cortar grade, tritões e paredes com um único golpe! Helena, ao lado dela, parecia alheia a tudo isso, restando para o sargento tomar alguma atitude, se é que tomasse. Ao seu lado, alguém disse: — Ihh… Cutucaram a besta com vara curta!



Após muitos saltos e muitos sorus, Karyo finalmente chegava ao telhado com a mulher e confirmava que a mesma era Amanda. A Sargento estava deitada no chão, ensopada de água e sangue, no limite da sua consciência. Chegando ao telhado, o esqueleto gigante bloqueava momentaneamente a luz da lua que iluminava a marinheira, cobrindo seu rosto com sua sombra, o que resultou num lento movimento de cabeça da mesma. — Karyo? — Ela indagava, olhando em sua direção, mas sem vê-lo. Sua visão embaçada e sua reação tardia indicava o estado grave em que se encontrava. Um pouco além dos seus pés havia uma lança, provavelmente a arma do crime, embora a chuva já tivesse lavado o sangue da lâmina. O baby den den mushi que ela possuía também estava ao seu lado, bem próximo de seu rosto, desligado.



Amanda dava um gemido de dor antes de reportar: — Fui… emboscada... — Ela tossia e demonstrava sentir muita dor, dada à sua expressão, embora suas mãos continuassem imóveis ao seu lado. Se aproximando, Karyo podia ver o longo corte um pouco acima da cintura da mulher, no lado direito dela. Pela angulação da lança, presa no chão do telhado, ele podia supor que o inimigo havia arremessado a lança dois prédio à esquerda deles, atingindo a mulher de raspão, mas com uma força descomunal. Se a lança tivesse atingido um pouco mais para a esquerda da sargento, ela teria sido empalada e já estaria morta.



Sem saber como agir por não colocar casos, Karyo continuava a olhando enquanto a vida da mulher se esvaia lentamente. Günter, sem o soru para lhe ajudar, havia corrido pelas ruas e subido até o telhado pelas escadas, finalmente chegando ali e se deparando com a cena dramática. — Ma- Q- Amanda! — Gritava e corria até ela, ajoelhando-se ao seu lado, mas igualmente perdido sobre como proceder. O baby den den mushi do esqueleto tocava e, ao atendê-lo, ouviria: — Tene… eitamos um ataq… imos refor… ais.



Voltando ao QG, o tenente Kinder chegava à sala da Capitã. A porta estava aberta e Golden Afro estava lá dentro, curvando-se para a sua superior, nem um pouco feliz. — Perdão! Perdão! — Clamava. A Capitã desviava seus olhos, passando a fuzilar o tenente enquanto o mesmo fazia uma continência. — Que outro problema surgiu, tenente? — Laith, diferentemente do sargento Lazo, resumia brevemente o ocorrido, tendo como resposta um longo suspiro da mulher. — Mas que dia do inferno! Será que pedir por uma notícia boa é demais?!



Sem resposta dos dois marinheiros presentes, a mulher suspirava novamente. — Que seja! Uma revolucionária com uma recompensa no nível do East Blue não deve causar muitos problemas. Golden Afro, você fará parte deste grupo e seguirá à mulher de perto, talvez consiga mais informações sobre esse tal Alexander. Até lá, ficará sob o comando do Tenente Kinder. — Indo até seu leão e dando um leve chute em sua pata, acordando-o de seu sono, se virou para os marines e disse num tom impaciente: — Estão esperando o quê? Vamos! — E, sem esperar, partiu rumo às celas, com seu leão fielmente ao seu lado, o qual dava um longo bocejo.



Legendas:
  • Marine
  • Capitã Katt
  • Tenente Helena
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza
  • Sargento Amanda
  • Tritões


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 2 EmptySab 04 Abr 2020, 13:53





As ordens eram dadas pela capitã e o ninja saberia como agir agora, até que a superior o liberasse para que entrasse em ação, o tenente permanecia em continência, só saindo atrás da capitã por questões de ordem hierárquica e também para apreciar a boa vista que teria.


Quando o grupo chegasse na prisão, Laith olharia para o sargento Afro e faria um sinal com a cabeça. - Libere a prisioneira revolucionária. Desse modo, esperaria que a Capitã vislumbrasse a cena para tomar a sala. - Pois bem, quando chegamos encontramos dois sargentos desacordados Capitã, por ora estão bem, achei que foi devido a um desleixo por parte deles. Mas.. Nisso, o tenente pisava no chão molhado com força, deixando que a água soltasse um "splash" típico.


- Um chão molhado sem nenhuma janela ou sinal de goteiras, dois sargentos curiosamente desacordados e por fim dois prisioneiros que parecem ter uma relação com a missão, mas que preferem não abrir a boca para nós.


"Com certeza eles tão escondendo o jogo, uma boa sessão de veneno cuidaria deles."


O tenente fazia mais uma continência e esperava pelas segundas ordens da capitã. - Gostaria que visse pessoalmente, e peço autorização para podermos fazermos um interrogatório mais severo com os dois prisioneiros. Os tenentes presentes concordam que não há normalidade nessa situação.


Por fim, quando a Capitã desse seu parecer, Laith olharia para os prisioneiros e ficaria atento, em um possível ataque tentaria primeiramente desviar, para sacar sua ninjaken e verificar a situação de Katt, se precisa-se ajudá-la ou não.






~ Histórico ~

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 2 EmptySab 04 Abr 2020, 22:49





"Rápido! Mais rápido!" - a pressa me consumia. Não podia medir esforços. Ter mandado Amanda naquela missão e tê-la deixado morrer porque não fui veloz o suficiente me atormentaria até os meus últimos dias - se é que, nesse estado, eu poderia morrer. Preferiria, então, sequer ter renascido. Eis a relevância que dava aos meus companheiros e a responsabilidade que sentia em meus ombros. Afligia-me como líder, mas mais ainda como amigo. Com que face poderia olhar para as outras pessoas que confiava se deixasse algo assim acontecer a Amanda?!


E ao subir ao telhado, todos os meus maiores temores se confirmavam. Minhas pernas tremularam, quase que perdendo a força à altura dos joelhos e quase cedi ao chão. Forcei-me a seguir de pé, titubeando até o corpo no chão — A-a-... - minha mandíbula vacilava e, ao me aproximar, repousava meus dedos sobre os ombros de minha amiga — Amanda... - não conseguia esconder o pesar em minha voz. "Não, não! Mantenha a postura! Transmita calma e confiança a ela! É isso que um líder deve fazer!" - após tanto tempo sozinho vagando a ermo, percebia que meu coração havia amolecido, de modo que não suportava mais a ideia de voltar a não tê-los por perto — Amanda! Vai ficar tudo bem! Eu prometo! - em um ímpeto, tentava confortá-la, tentando a envolver em meus braços e deixá-la em uma posição mais confortável.


"Imperdoável!" - amaldiçoava. "Imperdoável!" - alimentava uma crescente ardência que já havia sentido outrora, quando Gunter havia sido capturado por Elena Eisenberg. Cerrava os meu punhos, abaixando a cabeça em direção ao ferimento, a fim de avaliar a sua gravidade — Quem? Quem a emboscou?! - indagaria. Esperaria a sua resposta, enquanto já retiraria o Den Den Mushi do bolso e ligaria para o QG — ENVIEM UM MÉDICO E EQUIPAMENTOS PARA CÁ AGORA MESMO! ESTAMOS NO TELHADO DE UMA CASA, SEGUINDO EM FRENTE À ESTRADA EM FRENTE AO QUARTEL! ENVIEM O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL! É UMA URGÊNCIA, A SARGENTO AMANDA ESTÁ FERIDA! - transmitia as ordens — Gunter! Você pode ir buscar ajuda?! Não tenho certeza se eles receberão a mensagem! Não acho apropriado tirarmos a Amanda daqui agora! - solicitaria ao meu conterrâneo.


Logo quando estava esperando uma resposta, meu Den Den Mushi tocava. Não conseguia entender o que era dito, em razão da interferência, mas acreditava tratar-se de uma resposta da equipe médica. "Eles devem estar a caminho..." - continuaria a segurar a cabeça de Amanda — Você é forte. Uma das mais fortes que já conheci. Sei que sairá bem dessa - contaria. "Droga! Não sei o que fazer! Como se para um sagramento desses?!" - não tinha os conhecimentos necessários e, mais que isso, temia que a minha tentativa de ajudar acabasse a piorar a situação.


"Não posso perder mais tempo! Ela não irá aguentar!" - uma vez que constatasse tal hipótese, vendo que Amanda não estava suportando o ônus do ferimento, improvisaria novamente o escorredor do Eisen Dial, posteriormente colocando-a em meus braços e descendo do telhado, ao passo rumaria em direção ao Quartel General — Soru! Soru! Soru! Soru! Soru! Soru! Soru! - não pouparia energia alguma, precisava chegar lá o quanto antes e abusaria da habilidade até que não suportasse mais usá-la. "Por meus companheiros... eu não posso mais perder ninguém!" - continuaria a andar titubeante se fosse necessário, passo a passo, resistindo! Persistindo! Mas nunca... desistindo!


Ao chegar ao QG, convocaria imediatamente soldados para que me ajudassem a transportá-la até a enfermaria — SOLDADOS! AJUDEM-ME A LEVAR A SARGENTO ATÉ A ENFERMARIA! - e, se fosse necessário, por minha exaustão, cederia-a em suas mãos — Cuidem bem dela... - sussurraria, escorando-me contra a parede e deixando-me respirar, em toda a minha apreensão.


Noutra linha, com a ajuda a caminho, permaneceria no local, tirando o meu uniforme e cobrindo Amanda — Nosso manto diz quem somos e, nesse momento, eu não preciso vesti-lo - a protegeria da chuva, ainda me colocando parcialmente por cima dela, a fim de impedir que a torrente a afetasse mais ainda e diminuísse-lhe a resistência — Foco. Não deixe seus olhos fecharem. Não deixe! - estimularia-a — Sobrevivemos até mesmo ao pior dos naufrágios! Não será uma lança que irá te levar! - apertaria os meus punhos contra as telhas. A água bateria em mim e adentrava o meu crânio oco, escorrendo pelas cavidades - e, daquela posição, principalmente, pelos meus olhos.





~ Histórico ~



Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 03
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos:
Perdas:

NPC's:
Players
Extras: Utopia (30/30)







Objetivos


Spoiler:
 


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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 2 EmptyDom 05 Abr 2020, 00:42





Posts em Utopia - 48
Então não era tão simples quanto eu pensava a situação com os tritões. Uma dor de cabeça desnecessária naquele momento. O primeiro motivo disso era algo bem intuitivo, só de chegar perto já havia sentido um arrepio, poderia ter sido porque estava olhando para tritões e não gostava muito deles depois do que ocorreu com a minha família? Poderia, mas não queria pensar que era o caso. O segundo motivo era a raiva da tenente Erza e o cuspe que o tritão havia dado deixando uma marca no chão.

Independente disso tudo, ficava claro que a ideia de os separar ou de retirá-los daquela cela fora algo que não gostaram. Precisava então trabalhar com isso e acalmar a tenente. Só que havia algo que chamou minha atenção naquele primeiro momento, alguém falando que havíamos cutucado a besta com vara curta. Olharia a minha volta procurando a fonte da voz.  Caso a achasse e fosse de outro prisioneiro, indagaria. - Por que diz isso? - Tentaria soar de forma autoritária na pergunta apesar de não ser acostumado a esse tipo de ação. No entanto, se a voz viesse de algum outro marinheiro que só estivesse passando por ali, perguntaria a mesma coisa só que com a voz mais curiosa. Enquanto a pessoa fosse respondendo eu iria de qualquer forma me aproximar da tenente. Se não achasse a fonte da voz, indagaria para as duas tenentes. - Quem falou isso?

Com uma resposta para a minha pergunta sobre “por que diz isso”, respiraria fundo e tocaria no ombro da tenente para chamar sua atenção, ao mesmo tempo falaria em um tom que só ela, e talvez a tenente Helena, escutasse. - Ei tenente, aquele tritão de focinho alongado cuspiu algo venenoso ou ácido, recomendo que saía de perto, eles claramente estão planejando alguma coisa. - Aquilo podia ser realmente perigoso e por isso meu primeiro ponto era retirar a tenente de perto de qualquer ataque sem que eles soubessem que havíamos percebido o poder dele. Claro que furiosa como ela estava, poderia levar aquilo como uma afronta de minha parte, duvidando do poder dela de se defender ou de sequer notar que aquele cuspe houvera alterado o chão. Quer ela gritasse comigo ou reclamasse num tom mais moderado, manteria minha calma e falaria ainda em tom baixo. - Não há motivo para arriscarmos alguém com a sua patente sendo que temos eu por aqui. - Diria tentando demonstrar que era melhor arriscar eu mesmo ao invés de arriscar a vida da tenente.

Caso não achasse a fonte da voz e ao perguntar sobre quem falou isso acabasse recebendo uma resposta do tipo: não ouvimos nada. Eu começaria a me preocupar um pouco. Claramente alguém havia falado comigo, não era algo imaginado... ou seria? Digo... já ouvi até mesmo a voz de Mona vinda de uma concha, mas essa voz realmente parecia vir do meu lado. Olharia a minha volta e o único ser que ainda não havia ouvido a voz era do tritão que só esbanjara o sorriso no fundo da cela. - Ei tritão no fundo da cela. Por que você não fala nada? Não vê problema algum em mudarmos você de cela? - Indagaria para ele diretamente e se algum dos outros dois começasse a responder por ele eu os interromperia. - Desculpe, mas eu não perguntei para você. - Diria em um tom mais claro de autoridade.

Se elas me respondessem quem havia dito aquilo, olharia para a fonte da voz e indagaria o que havia pensado anteriormente, mas manteria em minha mente a pergunta de como que eu não havia notado tal pessoa/coisa antes por conta própria.

Após isso tudo, eu indagaria para todos os tritões, para isso ficaria à frente da tenente Erza, não queria que ela fosse alvo daquele cuspe venenoso/ácido e tentaria manter meu próprio rosto a salvo deles se fosse possível. - Vou mudar minha abordagem com vocês, não existe nenhuma razão para brigarmos com prisioneiros que claramente não estão tentando fugir, não é mesmo? - Falaria mantendo a linha de fala que a tenente Erza, para mostrar para ela que eu realmente estava assumindo o risco no lugar dela ali na frente. - Que tal vocês me informassem de onde está vindo essa água da cela de vocês? Afinal, claramente é algo que nós da marinha precisamos consertar e eu tenho certeza de que vocês como tritões conseguem até mesmo sentir de onde ela vem com uma facilidade muito maior do que a minha.

Com Erza puta ainda ou não, acabava que a capitã, o tenente Laith e o sargento Afro apareciam para soltar a Katherine. Quem diria que ele realmente faria isso, principalmente depois de ameaçar a vida dela sem motivo algum mais cedo. Além disso ouvia o tenente pedindo autorização para interrogar os dois prisioneiros. Me aproximaria deles naquele caso. - São três prisioneiros na verdade, um está no fundo da cela quieto. - Informaria logo de começo pois a informação do tenente Kinder era errada.

Depois disso, passaria para informações diferentes. - Além disso, sugeri que trocássemos eles da cela e os colocássemos em celas separadas para ver suas reações, eles não pareceram gostar da ideia, o que demonstra que estão realmente por trás da água e que pensam em utilizá-la para fugirem de alguma forma. - Continuaria meu relatório. - Além disso, o tritão que possuí um longo focinho cuspiu alguma coisa venenosa ou ácida de sua boca. Não sei se é potente o suficiente para corroer as grades, mas pode ser uma das opções que eles têm para tentar fugir.

No entanto, caso eles me respondessem sobre a origem da água eu acabaria informando para a capitã e para o tenente como ela se originou, de acordo com eles pelo menos e assim chegaria ao fim do meu relatório. Provavelmente ficava mais fácil da capitã aceitar que era necessário interrogar os prisioneiros pois ficava mais claro que eles estavam querendo fugir.



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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 2 EmptyQua 08 Abr 2020, 13:37





Calros me dizia algo interessante em sua resposta, era realmente utópico uma organização onde todos pensassem a mesma coisa. Isso me deixava pensativa por algum tempo, talvez estivesse chegando em uma hora que não poderia mais correr de diante dos fatos. Poderia realmente ser uma marinheira? Tinha coragem o suficiente para dormir sem sentir nenhum peso em minha consciência? E todos aqueles que haviam se sacrificado pela causa e que morreram por mim? Tendo as respostas dessas perguntas a decisão final com toda certeza seria mais fácil. Depois desse momento reflexivo veria que o ruivo fora em direção de suas companheiras para resolver o problema com os tritões “Pense mais em si mesma, todos tomam decisões por conta própria e você deveria fazer o mesmo sem se importar com qualquer dívida moral” ela expunha sua opinião “Mas e a causa? Acha mesmo que o Coronel gostaria que eu simplesmente traísse a Revolução?” questionaria ela “Morto não dá opinião! Que se dane a causa! Você pode fazer as mesmas coisas e ainda vai ganhar ainda mais reconhecimento das pessoas! Não consegue simplesmente entender isso!?” Demonstrava irritação.

Essa conversa me deixava ainda mais confusa, talvez estivesse na hora de também repensar os meus conceitos. Balançaria a cabeça para afastar um possível turbilhão de pensamentos, afinal tinha ainda muito tempo para organizar as coisas. Por enquanto somente observaria o desenrolar das coisas que aconteciam com os tritões e iria cantarolar uma música que conhecia já que não poderia tocar sem o violino - Dango dango dango dango dango daikazoku essa era na verdade uma canção um tanto triste para se lembrar nesse momento. Quando terminasse esse único verso, me levantaria de onde estava e iria na direção da velha cama que estava por ali e deitaria para descansar por algum tempo - O que será que aquelas duas estão fazendo agora? me perguntaria antes de fechar os olhos, lembrando de Alyssa e Geovanna.

Depois de algum tempo abriria os meus olhos para averiguar a situação em que estavam os marinheiros. Se nesse momento alguém aparecesse para me soltar da cela ficaria até um tanto animada - Já era a hora! diria de forma sorridente. Seria nesse momento que faria algum um pouco impensado, mas que provavelmente seria engraçado pelo menos para mim. A pessoa que viesse me libertar não importava, quando ela me deixasse passar ergueria a minha perna e prepararia um chute na altura da cabeça. Iria parar assim que meu pé estivesse a uma distância considerável do crânio já que obviamente não queria atacar ninguém, isso com certeza seria mais efetivo se a pessoa não estivesse esperando - Brincadeira! Achou mesmo que eu faria isso? diria rindo. Assim que colocasse meu pé sobre o chão novamente mudaria um pouco o semblante - O que posso fazer para ajudá-los? questionaria - Ah, acho que agora vocês podem me devolver as minhas coisas né? diria por fim aguardando respostas positivas da parte deles.




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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 2 EmptyQui 09 Abr 2020, 20:51



[LB] O Florescer de Utopia II — 003

Gif +18:
 

Günter parecia meio desorientado, sem ideia de como reagir, até que Karyo pedia que ele fosse buscar ajuda e ele ia, voltando às escadas e desaparecendo de vista. Enquanto isso, Amanda tentava explicar o ocorrido através de sussurros. — Fui descuidada… Marine, atacou… E… E fugiu... — Apesar do seu estado lamentável, a mulher era esperta e tentou resumir da melhor forma, restando à Karyo compreender a mensagem como um todo.



Enquanto esperava pela ajuda, Karyo tentou proteger a mulher da chuva intensa, cobrindo-a com sua camisa e seu corpo, embora este último não fosse muito efetivo para tal tarefa. Muitos buracos e tal. Amanda, por sua vez, beirava a inconsciência, com a voz do tenente atraindo-a de volta, com cada vez mais dificuldade.



Já nas celas, o sargento Lazo buscava a fonte da voz misteriosa, sem sucesso. Na verdade, olhando para a sua direita, havia apenas parede, já que todas as celas daquele corredor ficavam no lado esquerdo, com a exceção sendo a cela reforçada à sua frente, onde os tritões estavam. Falando em tritão, Calros ouvia o som de metal no metal e o grito do tritão cuspidor. — AAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH! — Olhando em sua direção, veria o homem peixe curvado, com as mãos juntas em frente ao corpo. Erza estava com a espada desembainhada, apontada para os tritões, enquanto um risco cortava as grades de lado à lado. No chão, três dedos de cor azul-claro, a mesma cor do tritão ferido.



O tritão que estava oculto durante todo este tempo, avançava, saindo das sombras e ficando visível para os presentes. Tiger, o mais forte e aparentemente líder do trio, gritava com a ruiva. — SUA VADIA! VAMOS MATAR VOCÊ! — Para o que a tenente respondia: — Chega mais perto e veremos quem mata quem! — Carlos tocava o ombro da mulher, sendo completamente ignorado. Helena, após um momento de choque, puxava seu arco e apontava para Erza. — Solte a sua arma, tenente!



Katherine, a poucos metros dali, ouvia toda a confusão, embora não pudesse ver quase nada de onde estava. Não demorava para uma Capitã — A Major podia identificá-la devido à seu uniforme. — passar por ali, autoritária, com um leão ao seu lado. O tenente Sem-nome e o Golden Afro vinham apressados logo atrás. Com a ordem do tenente, o sargento abria a porta e, finalmente, Katherine se via livre.



Numa tentativa aleatória de fazer graça, a Major fazia a menção de chutar o sargento, sem chutá-lo de fato. Para a sua sorte, Golden Afro estava mais atento ao que acontecia no fim do corredor do que com ele próprio. Para o seu azar, o tenente Kinder havia visto tudo.



No fim do corredor, o caos prevalecia. Os tritões — Dois deles, o outro apenas gesticulava, sem emitir som algum. — gritavam com a ruiva, Helena apontava uma flecha para o coração da espadachim, enquanto que Erza não soltava sua espada e continuava caindo na provocação dos tritões. — Mas que merda é essa?! — A Capitã bradava e seu leão rugia em sintonia. O rugido rebatia nas parede maciças e voltavam, preso naquele espaço confinado, sendo amplificado e tornando-se ensurdecedor para todos ali.




Com o fim do rugido e de seus ecos, o silêncio retornava, intocável, como se fosse uma fina camada e todos ali estivessem com medo de quebrá-la. Até mesmo o tritão ferido permaneceu em silêncio! A capitã observava por um momento antes de se pronunciar: — Tenente Helena e Sargento Lazo, é uma vergonha vocês permitirem isto chegar a esse ponto! Chew, mandarei um médico lhe... remendar imediatamente. Ex-Tenente Erza, me acompanhe! — Sem mais, a mulher dava meia volta e andava de volta para a sua sala, com a espadachim ruiva guardando sua espada e a seguindo, cabisbaixa.



Após as duas se afastarem, Helena comentava baixinho com Calros: — Ah… Que desnecessário! — Guardando sua seta e seu arco, se aproximava da cela e, pegando os dedos soltos, colocava-os no chão da cela, dentro da água. — Para preservar. — Informava. O tritão a fuzilava com os olhos, mas nada dizia.



Resumindo a confusão: Os três tritões permaneciam na cela, um deles com três dedos a menos e o chão, dentro da cela, molhado. Helena e Carlos estavam de frente para a cela, com este último vendo que parte da parede mais afastava também estava molhada da metade para baixo, onde Tiger estava encostado antes de chegarem ali. Também era possível ver alguns… Furos? Buracos? Na parede. Voltando algumas celas, o tenente Kinder observava a Major, a qual quase atacou sem pudor o sargento Golden Afro, enquanto este olhava na direção da Capitã. Entre os dois grupos, a Capitã Katt andava com Erza a tiracolo, supostamente se dirigindo à sua sala.



Não tão distante, o tenente Shen observava sua amiga finalmente sucumbir e apagar, mergulhando em um sono perigoso. Sem conhecimento, mas também sem alternativas, o marinheiro pegava sua amiga nos braços e pulava prédio abaixo, usando seu dial novamente. Desta vez conseguia aterrissar em pé, apesar do tranco. Imprudente, corria com o auxílio do Soru, usando-o repetidas vezes. Uma, duas, três… Na quarta, o avanço brusco era interrompido após percorrer metade da distância usual. Na quinta vez ele avançava menos de um passo com a técnica. Na sexta, uma cãibra — Esqueletos sentem cãibra?! — tão forte atingia a área onde deveria estar suas panturrilhas que o esqueleto ia ao chão, de joelhos, embora ainda conseguisse manter a sargento nos braços.



Günter surgia dois segundos depois, acompanhado de três médicos. Com a ordem dos médicos, Günter ajudava Karyo a colocar Amanda no chão lamacento. Buscando espaço, um dos médicos empurrava o ceifador, que caía sentado, ainda com uma forte dor nas pernas. Os três médicos começavam o tratamento ali mesmo, na chuva, rasgando o uniforme da mulher e deixando seu sutiã à mostra, assim como o profundo ferimento em sua cintura. Günter se afastava espontaneamente, levando às mãos à cabeça, angustiado. Após alguns minutos de trabalho intenso, um dos médicos parava seus procedimentos e dizia, com uma voz profunda: — Ela vai viver.



Legendas:
  • Marine
  • Capitã Katt
  • Tenente Helena
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza
  • Sargento Amanda
  • Tritões


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 2 EmptyQui 09 Abr 2020, 21:52





Posts em Utopia - 49
Eu pensava que a tenente Erza estava em perigo, mas o que vi foi algo completamente diferente. Um acesso de raiva absurdo acometia a tenente e ela cortava três dedos do tritão sem pensar duas vezes. Depois daquilo literalmente não tive tempo de fazer qualquer coisa. A capitã aparecia com o leão dela, chamavam bastante a atenção e tentaria manter Gwen protegida, lembrava do medo dela quanto ao leão. Katt já estava dando bronca em mim e na Helena por termos deixado chegar naquele ponto e ia escoltando a tenente para a sala dela. Ela queria que eu fizesse o que? Esse ataque não fazia o menor sentido...

Isso iluminava a minha mente por um instante. Eu mesmo já havia levantado a hipótese do que poderia ter acontecido. Infelizmente eu ia processando essa informação enquanto a capitã levava Erza para algum outro lugar. Mesmo perdido em meus pensamentos, como ainda estava encarando a cela, acabava por ver algumas coisas interessantes. Era mais informação do que eu podia usar naquele momento já que estava em uma tarefa dada pelo tenente Laith. Uma tarefa bem tediosa e que teria que ficar para depois.

Viraria meu rosto na direção dele. - Tenente Laith Kinder. Preciso falar com a capitã urgentemente, poderia passar a tarefa de vigiá-los para outra pessoa? - Pediria me referindo aos tritões que eu precisava vigiar. Com uma resposta positiva eu agradeceria com um gesto de cabeça e falaria rapidamente para ele e para qualquer outro naquele corredor enquanto fosse correndo na direção da capitã e de Erza. - São três tritões e eles estão furando as paredes aos poucos para enchê-la de água e conseguirem fugir. Ou para diminuírem a estrutura da parede e ela desabar em algum momento. - Falaria num tom bom para que eles todos ali ouvissem, não queria que a informação que havia captado passasse em vão porque estava com pressa para ir falar com a capitã. - Não sei como estão furando a parede, mas pode ser com seus dedos.

Iria o mais rápido possível para a direção da capitã e já iria falando bem alto. - CAPITÃ! - Queria chamar a atenção dela. Se ela e Erza parassem de andar iria então ir até a frente delas e falar. - Vai soar meio maluco. Mas ela teve esse ataque de raiva do nada. - Eu diria, mas sabia que isso era longe de ser o suficiente para convencer qualquer um ali, eu nem conhecia a mulher que estava “protegendo”. - Eu sei que não a conheço. Mas foi realmente muito rápido, podemos perguntar para o tenente Laith Kinder o que ele acha, ele conhece a Erza a mais tempo... apesar de não parecer que se dão tão bem. - Sacudiria a cabeça por um instante. - Não é nem sobre isso que eu quero falar. A revolucionária Katherine foi traída hoje por um homem que eu conhecia no exército revolucionário. Ele era muito calmo e tudo que ela descreveu do dia de hoje quanto a ele não bateu em nada com o jeito real dele. - Diria tentando mostrar a coincidência. - É o segundo ataque absurdo de raiva que vemos no mesmo dia e na mesma cidade. Eu não acho que seja uma coincidência. Alguma akuma no mi, algum gás tóxico, alguma coisa está fazendo isso. - Diria jogando ideias diversas para Katt, talvez ela soubesse algo que eu não sabia.

Se ela parecesse meio perdida quanto aonde queria chegar. - Não acho uma boa ideia expulsar uma tenente da marinha por algo que está fora de nosso controle. - Explicaria. - Não parece que ela é a primeira pessoa na cidade a ter um ataque de raiva e provavelmente não será a última. - Diria preocupado com ela tentar entender onde eu queria chegar. - Temos que mantê-la em um local isolado para ver como ela reagirá com o tempo se for um gás ou algum tipo de controle mental. Ou ver se existe alguém nessa ilha com alguma akuma no mi que bata com o que está acontecendo. - Diria as opções que vinham a minha mente.

Se elas não parassem de andar, eu simplesmente diria isso tudo enquanto corresse na direção delas, em um tom alto o suficiente para elas escutarem.




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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 2 EmptySex 10 Abr 2020, 00:18





Sentia minhas pernas pesarem cada vez mais a cada soru. A técnica podia ganhar tempo, mas cobrava o seu preço. "Só mais um passo! Só mais um pouco! Mais um! Mais um!" - repetia para mim, forçando-me mexer os ossos. Era como se estivesse preso a grilhões. Os apenados se sentiam assim?! Se fosse, não era a toa que tentavam fugir a todo custo. Ah! Mas eu não era homem de fugir! Arrastaria qualquer bola de canhão que estivesse acorrentada em meu tornozelo; se preciso, arrastaria a própria terra! Nada pararia um amigo desesperado.


Mas minhas pernas realmente doíam... doíam tanto que sentia como se ainda possuíssem músculos e eles estivessem se entrelaçando. "Inferno! Como isso é possível?!" - a este ponto, em que haviam roído a minha carne, deixando-me desnudo até a alma, não esperava que isso fosse um óbice. "Mais um! Mais um!" - e continuava a repetir para mim, passo por passo, até os meus joelhos começarem a ceder e o meu corpo ser imperiosamente atraído pelo chão. O soru havia cobrado o seu custo — A-amanda. Eu não desistirei! - meus joelhos já tocavam ao solo e eu me obrigava a me arrastar. Deixaria de lado toda a minha dignidade e rastejaria que nem uma verme se fosse necessário - mas nunca, jamais, desistiria enquanto o seu coração pulsasse!


E-estamos chegando - dizia, com os dentes rangendo, sentindo a dor em minhas pernas atordoar até mesmo a minha mente. "Gunter! Cadê você?! - e, quando já havia queimado toda a minha energia, após os sucessíveis sorus; quando meus joelhos já não conseguiam mais rastejar, avistei a equipe médica se aproximando rapidamente, com o nosso fiel amigo ao lado deles. Forcei-me a estender os braços; ao menos, eles não doíam tanto quanto as pernas — C-cuidem bem de- - sem perder tempo, fui rechaçado para o lado por um dos médicos, tendo que me apoiar com um dos braços na terra, a fim de não me estabanar. E eu não pretendia reclamar — Salvem-a! - pegaria um punhado de terra molhado em minha mão. "Ainda chove..." - e, em um lampejo, pegaria o Eisen Dial, erguendo o braço e direcionando o dispositivo acima de Amanda e dos médicos — Este Tenente garantirá que nada os atrapalhe - jogaria a maleável nuvem de ferro para fora, a fim de criar uma cobertura que pudesse-lhes proteger e prevenir quaisquer problema em razão da torrent d'água.


Apreensivo o suficiente para morrer de parada cardíaca uma segunda vez - se tivesse coração! - acompanharia a cirurgia de Amanda. Seria capaz de roer meus próprios ossos ao invés das unhas, confortando-me apenas em ter Gunter ao meu lado. E, após longos e duradouro minutos que pareceram horas, a voz finalmente me confortava — Ela vai viver - repetia logo depois do médico, colocando meu braço nos ombros de Gunter e, se ele demonstrasse o intento, até mesmo o abraçaria brevemente. Só então eu me ligava quanto estávamos sendo displicentes — Não baixemos a guarda. O inimigo ainda pode estar à espreita - ficaria atento ao meu arredor, com a minha nova criação em mãos: A Foice dos Gêmeos Vazios.


De forma alguma era eu, mas a arma estava sedenta para ter seu fio estreado contra a carne do maldito que havia tentado assassinar Amanda. Envolveria-a firme em meus braços, pronto para interceptar qualquer projétil que visasse a minha companheira, a qual escoltaria até o Quartel General, permitindo-me relaxar apenas quando a avistasse entrando na enfermaria. Logo em seguida, pegaria o Den Den Mushi e ligaria para o Tenente Kinder. Era preciso continuar a missão. Com um a menos; ainda assim, em frente — Mushi Mushi. Suas buscas resultaram em algo, Tenente? A Sargento Amanda foi emboscada do lado de fora do Quartel e acabo de trazê-la de volta viva para a enfermaria junto a Gunter. Acredito que tenha sido o Soldado Ishisaki. Antes de perder a consciência, Amanda mencionou ter sido alvo de um marinheiro, por isso estava de guarda baixa - informaria, esperando por uma resposta.


Destarte, rumaria até a sala da Capitã Katt. Precisava reportar o ocorrido  Capitã Knockout, Tenente Karyo Shen se apresentando novamente. Possuo um importante relatório - assim que me fosse concedida a voz após ter respeitosamente batido na porta três vezes, prosseguiria — Designei uma missão para a Sargento Amanda, para que perseguisse o referido Soldado Ishisaki... aquele que a exímia senhora conhece por outro nome. Ocorre que ela foi emboscada, provavelmente por ele, pois me informou antes de perder a consciência que foi alguém trajado de marinheiro. Junto ao Tenente Gunter, resgatamos-a e após convocar uma equipe médica, a qual fez o procedimento no local, levamos-a para a enfermaria, onde não corre mais o risco de vida. O emboscador atirou uma lança para causar todo o estrago - relataria, esperando por alguma instrução — Se me permite, irei me retirar - e, se não houvesse nada, me reuniria novamente com Gunter, para traçarmos os nossos próximos passos naquela declarada guerra.





~ Histórico ~



Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 04
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos:
Perdas:

NPC's:
Players
Extras: Utopia (30/30); Eisen Dial (Usos 3/3 - Recarga 0/3)







Objetivos


Spoiler:
 


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 2 EmptySex 10 Abr 2020, 11:54





Quando chegavam na prisão, a cena era completamente diferente de quando havia deixado, antes tinha visto uma Erza equilibrada, com postura séria e digna de sua patente, agora na verdade via um animal que percebera que cortar os inimigos era a melhor opção, isso até que deixava Laith um pouco feliz, ao entender que no fundo ele e ela eram iguais.


"E você agia toda superior, que idiota" Pensava o tenente enquanto não deixava seu jubilo ser externado, na verdade tentava emitir uma face de terror e descrença com o que via, para fazer uma boa impressão frente a capitã, todavia não era preciso. O leão logo encerrava o discurso de todos com um rugido que obrigava o ninja a tapar o ouvido por alguns instantes, de certa forma até impressionava ver um animal daquele porte obedecendo como um gatinho, se bem que a aranha do outro louco também era interessante.


Por fim, uma tenente prestes a ser rebaixada, um tritão sem dedos, outro tritão recuado, uma revolucionária perdida e por fim toda uma bagunça de sangue e água dentro da cela, pelo jeito era a tragédia perfeita. O sargento Calros, por sua vez, em um possível ataque de piedade pedia a permissão para deixar seu posto e ir conversar com a capitã, poderia até ser uma boa, afinal poderíamos ter um sargento a menos, ficando apenas com as duas meninas, um sargento e um tenente esqueleto, duas meninas para si? Não era uma má troca se pensar que Erza e Lazo iriam para fora da organização. - Pode ir.Falava olhando para o homem esperando que fosse e então ouvia as palavras dele, pensando a respeito.


- Furar a parede usando água? A sua raça parece ser especial mesmo. Talvez sejam os maiores ladrões de tesouro do mundo? Arrombar sem usar explosivos, parece uma benção. O Tenente então passava os olhos pelos criminosos e olhava para Helena. - Tenente, o que acha dessa história? Devo confiar no seu parceiro? Obviamente que não confiaria, mas era melhor pelo menos fazer um "meio campo" com Helena do que confiar cegamente em Lazro.


A revolucionária que tomava a vez da fala, e por um momento o ruivo até tinha esquecido do que acontecido anteriormente, fazendo-o arquear a sobrancelha ao ouvir a demanda da mulher. De fato, ela seria totalmente inútil sem seus pertences, mas porque armaria um inimigo? Mesmo que ela fosse bonita e bem..tivesse uma característica especial. - Seus pertences? Desde quando criminosos possuem coisas? Perguntaria de forma ríspida olhando diretamente nos olhos dela, em um tom frio, mas deixando um leve sorriso maniaco no rosto. - Não pense que você está em posição de demandar algo, você vai ter tudo de volta se merecer ter, por hora, porque não nos conta mais sobre seus amigos tritão? Você acha que eles podem explodir essa parede? Ou eu deveria te jogar no meio dos leões marinhos para testar isso?

Depois de perguntar vinha-lhe a mente uma outra coisa, aquele chifre, o que era? - Aliás, esse seu chifre, é um tipo de fetiche seu ou coisa assim?






~ Histórico ~

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Fala: #DEB887
Pensamentos: #D2691E


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II - Página 2 EmptySex 10 Abr 2020, 14:28





Uma confusão se instaurava naquele local, ao que parece os marinheiros estavam brigando com os tritões e até mesmo entre si. Esse era um acontecimento verdadeiramente curioso, afinal uma das mulheres estava realmente descontrolada. No fim, as coisas só pareciam se acalmar com a chegada da capitã juntamente de seu leão que dava um forte rugido calando a todos os presentes. A boa notícia era que eu finalmente estava livre e aparentemente somente o Tenente havia visto a minha pequena brincadeira, quem viera me libertar sequer percebera minha movimentação. O loiro esquisito que abrira a cela parecia estar totalmente concentrado na capitã para não perceber o que tinha ocorrido nesse exato momento.

Olharia para o tenente esboçando um sorriso travesso, indicando que aquela fora somente uma brincadeira de minha parte. Logo em seguida tocaria o homem a minha frente para que ele pudesse despertar do transe sem que possivelmente estava - Ei, poderia falar para alguém devolver as minhas coisas? o questionaria após chamar sua atenção. Esperaria por uma resposta dele antes de falar novamente - Muito obrigada diria de forma sorridente. Caso o tenente resolvesse se intrometer, passaria a olhar em sua direção - Bom, pelo menos eu... pararia de falar por alguns segundos e começaria a contar nos dedos - Tenho desde sempre! responderia com um sorriso no rosto.  

Spoiler:
 

Que cidadão ignorante, ainda quis dizer que eu era amiga dos tritões e essas atitudes me deixavam ainda mais incomodada - Olha, se eles forem meus amigos são muito bons atores para num instante estarem me xingando e dizendo que vão me matar ironizaria a pergunta. Esse ruivo era estranho, agia de forma fria e sorria de uma maneira digamos que meio maluca - Eu só pedi com educação, talvez você não saiba o que é isso né? questionaria olhando em seus olhos. Em seguida diria o que havia ouvido anteriormente - Alguns momentos antes de vocês chegarem aqui, eu consegui escutar uns sons curiosos começaria a falar - Estava abafado, mas ainda pude ouvir chiados seguidos de leves estrondos prosseguiria - Se vão acreditar em mim ou não, o problema é de vocês daria com os ombros, afinal não estava nenhum pouco interessada nesse assunto.

A pergunta a seguir do tenente me faria fechar o semblante, passaria a encará-lo de maneira séria - E isso é do seu interesse? Por que se for, me desculpa novamente ficaria em silêncio por alguns segundos - Mas, eu não tenho nenhum interesse em gente como você diria em seguida. Soltaria um suspiro, quem ele acha que é? Me acusando e agora fazendo uma pergunta estranha como essa, será que eu realmente mereço um ser desses acabando com a minha paciência? Ao que parece a Azura não é suficiente. Não tinha mais o que fazer por ali então olharia na direção do outro marinheiro - Quer que eu faça algo? sorriria para o loiro.




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