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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [LB] O Florescer de Utopia II

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II EmptyQua 25 Mar 2020, 01:43

[LB] O Florescer de Utopia II

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiros Calros Lazo, Karyo Shen, Laith Kinder feat Marinheira jr. Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II EmptyQua 25 Mar 2020, 17:45





Posts em Utopia - 46

Quando chegamos no local Katherine estava gritando sobre alguém estar em fuga. Quando nos aproximamos vimos alguns marinheiros desmaiados e alguns tritões na cela. Naquele momento senti algo diferente do comum, não sei se raiva era o certo a se falar, mas a imagem de Himeriko apareceu em minha mente.

Peisi era um meio-tritão... então eu não poderia julgar tritões como seres ruins só por serem tritões, porém mesmo assim senti minha vontade de pelo menos perguntar para eles se sabiam algo sobre o ser que eu queria prender. Engoli a vontade de perguntar qualquer coisa e me direcionei para a cela de Katherine. Ela estava realmente presa ali e sozinha... lembrava de vários revolucionários partindo com ela, estariam realmente todos mortos?

O pensamento ficou em minha mente por alguns instantes, mas acabava sumindo quando ela falava o que havia acontecido. Parecia simplesmente impossível tudo aquilo que ela estava falando e não estou falando da parte dela ser uma boa pessoa, só me focando em Alexander mesmo. Por isso o meu tom amistoso aos poucos ia embora, não que eu ficasse grosso com ela, mas a incredulidade sobre a situação me fez assumir um tom mais neutro. - Isso parece muito surreal para ser verdade... - Começava ainda raciocinando sobre aquilo que ela havia falado. - Por que ele faria isso aqui em Utopia e só agora? Seria mais fácil ele prender vocês quando estávamos em Ilha Aracne. - Diria abrindo uma hipótese para entendermos juntos aquela confusão. - Lá já havia um bom número de revolucionários machucados que não representariam nenhum tipo de resistência. E pelo que me lembro tinha até mesmo pessoas com uma patente maior que a sua, provavelmente a recompensa seria maior do que a sua. - Não sei como ela reagiria aquelas palavras, mas se ela parecesse perdida do motivo para isso importar eu acabaria comentando. - Acho que você e eu queremos entender como ele está pensando, porque ele não está morto igual você está imaginando. - Soltaria a informação sem me importar muito. - Não existe motivo pra marinha matar um caçador de recompensas.

Após soltar essa bomba esperaria por um tempo para ver o que ela falaria ou como ela reagiria aquilo tudo. Eu estava realmente interessado em entender o que havia acontecido com aquele grupo, inclusive, viraria para o tenente Laith Kinder e perguntaria. - Tenente, não sei quanta experiência você tem com akumas no mi, mas nós acabamos de ver um homem esqueleto por causa de uma. - Começaria meu argumento. - E claramente Alexander, o revolucionário que traiu Katherine, não está agindo como ele agia, algo muito acima de simplesmente ser um bom ator. Seria possível existir alguma akuma que controle alguém?   - Daria uma pausa para ele pensar na hipótese. - Se isso for possível, talvez tenhamos alguém com uma akuma no mi que controle pessoas em Utopia, o que é extremamente perigoso para a marinha nesses tempos difíceis.

Eu ouviria não só o que o tenente teria a dizer, como o que a revolucionária tenha a dizer. Quando eles terminassem de falar, se é que falariam alguma coisa. - E você quer ajuda como? Você mesma falou que é uma procurada da marinha. - Diria me aproximando um pouco da cela. - Você poderia ter pelo menos vindo comigo e com Helena quando te chamei para entrar na marinha. Como você mesma falou, você não é uma pessoa ruim, o exército revolucionário estava contra Os Números igual eu, você ajudou a resgatar os prisioneiros de Fisk e Prosinek, igual a minha missão mandava. Mas você ainda quer derrubar toda essa organização. - Diria com as palmas das mãos viradas para cima e movimentando-as para demonstrar todo aquele local que estávamos.

Quando ela falasse como queria ajuda ou porque queria ajuda, eu falaria. - Eu sou só um sargento agora, então não sei quanto eu conseguiria fazer para te ajudar, mas se você nos ajudar provavelmente conseguirá receber... digamos que um respeito para receber essa ajuda. - Complementaria então. - Tipo, eu não gosto de negociações em geral, perda de tempo, mas sei como o mundo funciona e como elas funcionam. E no momento você é uma revolucionária presa que não ofereceu muita coisa pelo que o Golden Afro falou. - Diria então chegando onde queria. - O nosso problema envolve os números. Eles estão aqui em Utopia, o que não é difícil de imaginar já que viemos no dirigível deles. - Daria uma pequena pausa para ela absorver tudo. - O que você pode nos falar sobre eles? Já que vocês aparentemente já estavam lutando contra eles desde antes de eu chegar em Aracne. - Perguntaria.

Caso quando ela terminasse de responder não houvesse nenhuma citação sobre uma possível sabotagem a imagem da marinha, eu perguntaria. - E uma outra dúvida, vocês revolucionários chegaram a ouvir algum plano ou participaram de algum plano para sabotar a imagem da marinha aqui em Utopia após os acontecimentos daquele dia catastrófico? - Quando ela respondesse, eu viraria para o tenente e perguntaria. - Quer perguntar alguma coisa tenente?



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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II EmptyQua 25 Mar 2020, 21:59





Felizmente os tritões pareciam resolvido ter se comportado apesar da falha descomunal dos marinheiros de plantão, um que parecia uma planta de tanta inércia e o outro que segundos os criminosos tinha a capacidade de se auto ferir, não era preciso os números para que a marinha fosse sabotada naquela cidade aparentemente.


Um leve sorriso era criado no rosto do tenente quando ele ouvia a provocação do ser do mar, deixando escapar de leve uma feição e aura sanguinária, olhando de soslaio ao tritão que soltara o adjetivo “patético” para designar os marinheiros. Estava pouco se lixando para a opinião dele quanto a marinha, mas referir-se tão baixo para alguém como Laith? Isso sim era o suficiente para receber uma pena de morte.


Todavia, sabia que agora não era o momento propicio para decapitar aquele ser, sem contar o esforço necessário para tal, tinha uma missão, e a peça chave para tudo isso parecia estar a poucos passos de si. Dessa forma, afirmava com a cabeça ao pedido da Tenente Helena, deixando com que sua expressão voltasse ao normal, então seguia junto do sargento até a cela da revolucionária, deixando com que o homem tomasse as rédeas das perguntas.


“Não acredito que Helena seja burra o suficiente para deixar com que esse ruivo a enganasse, então devo dar um crédito quando ela diz que ele não traiu a marinha, portanto, ele não ajudaria essa mulher tão fácil.”


Quando chegava a encarar a moça, mais uma surpresa percebia que havia na testa dele um corno, isso mesmo, um cifre que por algum motivo suspeito surgia e continuava ali, seria um fetiche dela isso? Ou então alguma doença? O mais estranho de tudo era pensar que talvez o sargento tivesse algum charme em relação a isso, já que decidira se aproximar de Katherine, mas dispensava o amor, ou sequer tentava aceitar, de Helena. “Que idiota.” Pensava.


Continuaria a ouvir as palavras de Calros até que ele se direcionava ao tenente, Akumas no mi, essas eram características especialmente problemáticas, muitas vezes desconhecidas e todas as vezes poderosas. – Não duvido que exista uma, mas mais importante que isso, não é somente com poderes como esse que é possível controlar alguém, além disso, como sabe que ele não se corrompeu, ou que você o conheceu de verdade?


Máscaras, se tinha algo que Laith era um gênio era isso, omitir emoções e manipulá-las era fácil para dissimulados como ele, uma característica de ouro, que sempre usara e que continuaria a usar por muito tempo.


“Então..revolucionários foram traídos por um falso membro e capturados, mas mais importante, eles lutavam contra os Números em algum lugar. Parece que eles estão defasados demais para conseguirem ter agido em Utopia, mas é bom verificar.


As perguntas do sargento terminavam e então era a vez do Tenente, não tinha intimidade com a moça como Lazo tinha, mas ainda assim tinha algo muito forte, a oficialidade na marinha, isso poderia ser um instrumento de poder muito bom, especialmente em situações como essa.


- Katherine Silverstone, deixe-me ser bem claro, a pena para seus crimes é a morte. Não cabe a mim ou ao sargento decidir ela, mas sim aplicá-la. Todavia, dada a situação de Utopia, a decisão do que vai acontecer a sua cabeça recai sobre a capitã Katt, ela, por sua vez, é uma pessoa muito honesta. Sendo assim, se você mostrar ser útil, talvez não morra.


“Que mentira, ela vai morrer de qualquer jeito.”


Deixava que em seu rosto transparecesse uma expressão neutra, nem prazer em dar esperança a uma criança morta ou então piedade por alguém que poderia ser útil, era uma troca, ganharia algo e ela poderia morrer de uma forma menos exagerada quanto execução pública, talvez fosse atravessada “acidentalmente” por alguma lâmina em um combate.


- Portanto, vou fazer apenas três perguntas, e espero que você as responda com sinceridade. Primeiro, qual é a relação do Exército Revolucionário com o caos em Utopia. Segundo, qual é a sua relação e a do Exército Revolucionário com a propaganda anti marinha que está ocorrendo. Terceiro, como você pode ser útil contra os números?


Esperaria as respostas dela e imaginava que ela daria respostas no mínimo satisfatórias, desse modo, sairia dali e iria em direção das meninas, dando uma leve piscadela para Erza. – A menina ali atrás abriu o bico, o sargento conhecer ela foi algo bom no fim das contas, levarei para a capitã toda a questão e deixo vocês cientes de tudo quando conversarmos com ela, ainda falta um tempo para eu e Erza podermos sair em missão, obrigado também por cuidarem dos dois peixes ali. Dizia em um tom que apenas as duas pudessem ouvir e no fim apontava com o polegar para os tritões, de verdade não estava grato, mas sabia que assim poderia ganhara alguns pontos com ambas.






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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II EmptySab 28 Mar 2020, 01:46





Os tritões continuavam a gritar comigo e dizendo até mesmo que iriam me matar, mas no fim nada ocorria e só fazíamos barulho. Não demorou muito para que os marinheiros chegassem ali e quem justamente aparecia era Calros. Nós começávamos a conversar em um tom amistoso, o que era importante e indicava que não teríamos muitos problemas na hora de nos comunicarmos.

Conforme o bate-papo prosseguisse me manteria atenta em suas palavras para ver como ele reagia quanto a traição de Alexander - Eu não posso afirmar nada já que fiquei surpresa com isso também começaria a responder sua primeira pergunta - Ele deve ter escolhido Utopia por causa da base da marinha que existe aqui, afinal aqui o caminho seria facilitado continuaria falando - Por ser uma celestial acho que devo ter um valor para algum tenryuubito já que ele disse que me entregaria a uma dessas pessoas diria por fim. O ruivo parecia não estar acreditando na possibilidade de Alexander ter nos traído, mas tinha que lhe provar a veracidade de tudo o que ocorrera - Entendo, achei que ele estivesse morto eu ficaria um tanto incomodada com essa informação.

Alexander merecia estar no mínimo preso, mas aparentemente eles o deixaram fugir e agora muito provavelmente estaria escondido. Meu rosto estaria com uma expressão séria nesse momento já que tinha como objetivo somente contar o que realmente sabia - A única coisa que eu quero é sair daqui e não me importo em ajudá-los para conseguir isso diria quando ele questionasse como eu queria a ajuda dele. Calros relembrava o pedido que havia feito para que eu me juntasse a marinha - Não me arrependo dessa decisão, mesmo se soubesse o que iria acontecer antes repetiria todos os passos e logicamente estaria precavida quanto a Alexander falaria em seguida.

Ele continuava a falar e eu me mantinha para entender toda a situação que nos rodeava, dessa vez seu interesse estava nos números - Bom, eu encontrei os números pela primeira vez no Farol o nome desse bando não era novo para mim - Na época eu acabei sendo pega por eles e curiosamente conheci Alexander diria e soltaria um riso irônico relembrando o fato - Nós lutamos e conseguimos derrotá-los, apesar da fuga do número 2 o 7 que enfrentei acabou sendo morto continuaria falando - Eles também tentaram capturar uma amiga minha sereia para torná-la escrava, mas isso obviamente não ocorreu seguiria para parte que talvez fosse mais importante para eles - Os números são divididos em sub-grupos tendo um líder, o número 2 era um fanático religioso louco encerraria o meu momento de fala.

Quando terminei de falar, o ruivo perguntava algo relativamente estranho sobre termos ouvido sobre um plano para arruinar a imagem da marinha - Eu pelo menos nunca escutei nada sobre isso e não compactuaria com algo tão baixo já que prefiro que as prefiro que as pessoas vejam as atitudes da Marinha por conta própria como aconteceu comigo responderia - Ajudar as pessoas da forma que eu puder é o bastante para mim estaria ainda com seriedade em meu rosto.

Havia um outro ruivo com Calros e até o momento apenas sabia que sua patente era maior que a do primeiro - Quanta rigidez, não poderia simplesmente me dizer seu nome primeiro? questionaria fazendo um pouco de drama - E veja bem, eu não posso morrer agora já que tenho muitas experiências para vivenciar diria em seguida mostrando finalmente um sorriso para eles. Não duvidava de suas palavras, mas ainda assim eu tinha que ter confiança da minha saída em liberdade daquela cela - A única coisa que nós revolucionários fizemos por aqui foi ajudar na destruição do laboratório do Fish começaria a responder suas perguntas - Como eu já disse nunca ouvir falar de algo do tipo e sequer ajudei para que isso se perpetuasse por aí, caso algum dos membros da revolução tenha feito tal coisa não chegou aos meus conhecimentos eles eram insistentes quanto a esse assunto - Falei tudo o que sei sobre os números, mas é claro que não há nada de muito útil para vocês e por isso posso ajudá-los a capturar eles a probabilidade dele aceitar tal proposta era baixa, mas não poderia deixar de tentar.




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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II EmptySab 28 Mar 2020, 18:09





Havia acabado de desligar a ligação com Gunter, com tantas preocupações em mente, quando o meu Den Den Mushi voltava a tocar novamente. Estava aguardando a resposta de meu companheiro, razão pela qual me adiantava — Gunte- - me interrompia. "Amanda?!" - recuava os braços para próximo ao corpo, trazendo o caracol para próximo de meu ouvido. A torrente d'água lá fora era forte; o barulho da chuva interferia na ligação, para o meu infortúnio — Amanda! Amanda! Onde estás?! O que aconteceu?! - indagaria imediatamente.


Suas palavras ecoavam em minha mente. "Socorro!" - Amanda estava em perigo! Olhei em frente, além da entrada do QG. Precisava encontrar e ajudar Amanda, fosse lá o que ela estivesse passando. Sentia certo nervosismo crescer em mim. Eu que havia designado a missão a ela; eu que havia colocado-a em risco! De tal sorte, era completamente responsável por aqueles resultados. Essa era a responsabilidade do superior! Com os dedos um tanto trêmulos, os quais tentava acalmar, religaria para Gunter —Gunter! Amanda está em perigo! Não sei onde ela está ou o que está ocorrendo. Estou saindo do QG agora! Me informe de qualquer mudança, por favor! Farei o mesmo, se possível, mas a chuva certamente irá atrapalhar. Tentarei deixar algum sinal no caminho, indicando para onde fui! - avisaria Gunter, sem esperar por uma resposta.


Dito isso, guardaria o aparelho de comunicação e mergulharia na chuva. "Não!" - pararia imediatamente antes de sair. Essa não era a melhor solução. "Vamos, use a cabeça! Use seu crânio! - apertaria o punho, em um enorme esforço para pensar. Não era tão bom em usar os neurônios, tal como meus companheiros, mas com a vida de Amanda em risco, esta era a minha única opção. "Telhado! Preciso ir para o telhado! A Amanda esteve lá. Preciso ver o que ela possivelmente viu. Preciso saber qual era a visão que ela tinha, assim terei mais informações! - me daria a correr pelas instalações do quartel, subindo os lances de escada até chegar no aludido telhado.


"Tempo, tempo! Preciso chegar lá o quanto antes! - correria tanto quanto poderia e, se fosse necessário, ao chegar ao último andar, buscaria pelo lance de escadas que levaria até o lado externo - este que provavelmente só seria acessível por alguma saída de emergência. Uma vez lá, mergulharia, de fato, na chuva, fazendo uma cobertura acima dos olhos e analisando todo o horizonte de forma panorâmica, à medida que volveria os pés. "O que você viu? De onde alguém pode ter vindo? Por onde você pode ter ido?" - ademais, procuraria indícios do trajeto que Amanda fez no telhado, seja alguma marca propositalmente deixada, seja algo deslocado. "Espero que ela não tenha sido pego de surpresa aqui... - além do mais, estaria atento a possíveis sinais de que ela não estivera ali sozinha.


"Soldado Ishisaki! O caramba! Agente Superior! Como pode ser?! Até a Capitã Katt ficou atordoada! O Sargento Calros estava certo, esse homem está envolvido dos pés à cabeça com toda essa trama! - resmungaria mentalmente — Maldito seja, causando problemas ao povo de Utopia e aos meus companheiros... como nos vermos... - cerraria o punho, naquela promessa de que nosso inevitável encontro.










~ Histórico ~



Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 01
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos:
Perdas:

NPC's:
Players
Extras: Utopia (30/30)







Objetivos


Spoiler:
 


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ADM.Noskire
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II EmptyDom 29 Mar 2020, 00:32



[LB] O Florescer de Utopia II — 001

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Aquela súplica pegava o tenente e defensor de Utopia completamente despreparado. E como poderia ser diferente? Como ele poderia sequer imaginar uma aliada tão forte e confiável se encontrando em uma situação tão crítica, tão rapidamente? Angustiado, o ceifador discava para o seu outro companheiro, o tenente Günter, e o informava brevemente do ocorrido. — Masoq— Afobado, encerrava a ligação antes mesmo de seu companheiro terminar sua fala.



O tenente dava apenas um passo rumo ao destino incerto de sua companheira, parando bruscamente, como se houvesse uma barreira invisível à sua frente impedindo o seu avanço. E, de certa forma, havia. Uma barreira em sua mente chamada sensatez. A chuva permanecia intensa, molhando os pés do marinheiro, mesmo este ainda estando sob o teto do edifício. Um trovão era audível à distância, aumentando de intensidade até tornar-se quase ensurdecedor para o homem esqueleto. Ainda assim, usando seu cérebr— Quer dizer, ele não tem um! Ainda assim, de alguma forma, o ceifador conseguia matutar sobre um plano de ação e, como que se liberado da barreira invisível, girava em torno do próprio eixo e disparava para dentro do QG.



Mais abaixo, no corredor úmido, frio e escuro da prisão do Quartel General G-18, dois marinheiros conversavam/interrogavam a revolucionária prisioneira. A Major Katherine Silverstone, ali já a algum tempo, começava a perceber que o ar estava mais frio, provavelmente devido à chuva e ao anoitecer, sentindo um leve calafrio percorrer a sua pele. Os marinheiros também sentiam o frio suave, mas já chegaram às celas com aquela temperatura no ar e, portanto, talvez supusessem o fato de estarem num nível inferior.



Sargento e Major conversavam sobre alguns tópicos, enquanto que o tenente Laith Kinder apenas ouvia e analisava, sendo um membro a parte, neutro e, por um bom momento, silencioso. Diferente de antes, graças ao comentário da Tenente Helena, a Serpente Vermelha não tratava mais o Sargento Lazo com tanta desconfiança, embora ainda atenta-se às suas falas e ações. Quanto à prisioneira, o que mais atraía a atenção do Tenente era um chifre que crescia em meio à testa dela, como uma mulher rinoceronte, só que magra! Akuma? Fetiche? Doença? Era algo a se questionar. Contudo, Katherine e Calros sequer mencionaram o elefante branco na sala... Cela… Rosto? E prosseguiram com a conversa como se o chifre na mulher fosse algo perfeitamente comum. Concomitantemente à conversa do trio, um trovão era audível por todos ali, mas de forma bem abafada dada as paredes reforçadas e sem janelas.



A revolucionária se mostrava bastante submissa entende aos marinheiros, respondendo suas perguntas com sinceridade e sem demora. Talvez até mesmo um pouco apática, quase sem demonstrar reação ao saber que seu ex-companheiro e atual traidor e inimigo ainda estava vivo. E, pior, solto! Não obstante, o Sargento dizia-se de mãos atadas e colocava o pedido da mulher — Ajudar na caça a'Os Números' e, consequentemente, sair daquela cela. — nas mãos do seu superior, o Tenente que encontrava-se mais atrás. O Tenente, por sua vez, dizia que apenas a Capitã Katt poderia tomar tal decisão. Será que ela passaria o pedido para o Comodoro Dorian Black e, este, para algum Vice-Almirante e assim por diante?



A delegação de poder não impedia que o Tenente continuasse questionando a mulher, a qual permanecia obedientemente respondendo todas as perguntas, sempre de forma inocente e, aparentemente, sincera. Com as respostas que desejava, a Serpente se deslocava até as duas outras Tenentes no recinto, dando ao Sargento, de forma intencional ou não, um momento a sós com a sua… amiga?



O soldado, aquele que tinha os conduzido até ali, já havia se retirado, levando os corpos — Vivos! — dos dois sargentos encontrados inconscientes naquela área. As duas Tenentes estavam de frente para a cela com os tritões e, consequentemente, de costas para a Víbora que se aproximava. Laith dava um breve resumo sobre o papo com a revolucionária e Helena fazia o mesmo em relação aos tritões. — Eles permanecem impassíveis. — Disse num tom baixo, quase inaudível. — Mas há algo errado! — Erza também se aproximava da Serpente Vermelha, deixando-o a poucos centímetros de duas beldades, mas não tirava os olhos dos tritões. Sua destra estava sobre sua espada, pronta para sacá-la a qualquer movimento dos homens peixes. — A cela é um cubo de concreto, não há janelas. Mas o chão está molhado! — Explicava a discrepância e motivo da desconfiança da Tenente Helena. — Não estou gostando nada disso! — Reforçava o pensamento da outra, embora nenhuma conseguisse apontar para o âmago da questão. Se olhasse para seus pés, Laith poderia confirmar que o chão ao redor estava seco, a exceção sendo parte do solo na cela dos prisioneiros.



Enquanto o Sargento Lazo era deixado com a Major e o Tenente Kinder Ovo era deixado com o dilema dos tritões, o Tenente Shen irrompia pela porta que dava acesso ao telhado do QG-18, quase destruindo a porta no processo, fazendo-a chocar-se contra a parede e deixando uma marca da sua maçaneta na superfície branca. A chuva o atingia com força, ensopando suas vestes em meros segundos e obstruindo o alcance dos seus olh— sua visão!



O telhado estava vazio e o ceifador marchou de um lado para o outro, impaciente, em busca de uma pista, um sinal, de literalmente qualquer coisa! Qualquer coisa que pudesse levá-lo até Amanda, qualquer coisa que pudesse salvá-la! Foi quando que, olhando na mesma direção que ficava à saída/entrada do QG-18, viu um movimento num telhado distante. Se locomovendo até o limite do telhado, curvando-se sobre a murada e forçando sua vista, pôde distinguir, com muita dificuldade, o que parecia ser uma pessoa deitada. Seu... braço? Estava levantado, mas não tardou a cair. Sim, cair, dado o movimento brusco do mesmo.



Outro estrondo da porta, embora não tão intenso como o anterior, indicava a chegada de mais alguém. Olhando para trás veria Günter, meio perdido na chuva. — K-Karyo? Onde está a Amanda? — Apesar de recém chegar ao telhado, o atirador já encontrava-se completamente ensopado, assim como o akumado.



Legendas:
  • Marine
  • Capitã Katt
  • Tenente Helena
  • Tenente Günter
  • Tenente Erza
  • Sargento Amanda


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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II EmptyQua 01 Abr 2020, 01:35





Posts em Utopia - 47
Quando Katherine falava tudo que podia eu acabava percebendo que alguns fatos que ela falava batiam com o que eu sabia, uma informação importante era sobre a certeza da morte do número 7. Pelo que ela falava ainda, o 2 era o líder dos Julgadores, o que novamente parecia correto. Realmente não havia nenhum motivo para duvidar de qualquer coisa que ela falava, mesmo a parte dela não saber nada sobre o boicote da marinha, quando eu estava por lá não parecia que eles realmente estavam focados nisso...

Quando o tenente saía de cena, deixando-me sozinho com Katherine acabava por ouvir ela fazendo uma pergunta. - Bem... eu não sei se ele é sempre assim, eu te conheço a mais tempo do que conheço ele. Só que ele me parece meio perdido, o tenente esqueleto parece mais bem humorado ou gente boa que ele até agora. - Comentaria e então mudaria um pouco o foco. - Bem... como ele falou, eu preciso conversar com a capitã, ela parecia com muita vontade de prender Os Números, então ela pode valorizar mais a sua soltura do que ele demonstrou. - Falaria para ela. - Mas preciso perguntar de novo. Você não quer se tornar uma marinheira? - Indagaria e sentaria no chão a sua frente, demonstrando que provavelmente eu estava esperando uma conversa mais longa do que ela imaginava. - Vamos conversar mais sério aqui por um minuto. - Falaria respirando fundo.
 
A primeira coisa que eu queria era nivelar um pouco a situação, não me achava melhor do que ela só porque ela estava presa. - Nós dois já percebemos que não somos pessoas ruins. - Começaria simples. - Eu ainda acho estranho até mesmo o que você me falou que o Alexander fez... - Comentaria de forma sincera. - De qualquer forma... Você está sozinha... - Falaria e logo em seguida complementaria. - Sim, eu sei que você tem alguns poucos subordinados presos também... mas vocês foram literalmente dizimados do mapa por um homem que aparentemente era do grupo de vocês. E você é a líder desse pequeno grupo que foi dizimado. - Falaria. - Mesmo sendo a líder, você chega a ser uma ameaça real para a marinha? Quanto que vale a sua cabeça? - Perguntaria e esperaria a resposta.

Quando a resposta viesse eu sorriria por um instante, a resposta dela demonstrava e muito bem o meu ponto de vista e então continuaria. - Essa insígnia que eu ganhei. - Falaria mostrando a medalha Ascendence. - Me foi dada por ajudar a prender, ou infelizmente no caso matar, um pirata com recompensa entre dez e vinte e cinco milhões de berries. Existem outras medalhas superiores a essa para piratas com recompensas maiores, pode até mesmo existir recompensa para uma recompensa menor, realmente não sei se existe. - Falaria, começando meu argumento. - Prender você literalmente não dá nem mesmo essa medalha, porque você não faz mal a ninguém, mesmo quando você me sequestrou eu fui bem tratado. Não tem nenhum motivo para te prender basicamente, parece simplesmente perda de recurso te deixar nessa cela.

Daria uma pausa para explicar melhor como eu queria juntar esses pontos. - Como posso explicar melhor... você é forte, pelo menos conseguiu me desmaiar com facilidade... - Diria coçando minha bochecha direita com o dedo indicador da mão direita. - Você não é um perigo para a marinha, sua recompensa demonstra isso, o governo não olha para você e pensa: precisamos prender aquela pessoa de qualquer forma, precisamos matá-la a todo custo. Se eles chegaram a se preocupar com algo que você fez no passado e por isso você tem uma recompensa, foi algo tão ínfimo que mesmo você não sabe que tem uma... - Comentaria e daria um tempinho para ver se ela iria falar sobre isso por conta própria ou não, talvez ela lembrasse algum momento possível de ter ganhado uma recompensa.

Com ou sem resposta, acabaria continuando meu ponto de vista. - E de qualquer forma, a sua recompensa é baixa porque você só fez boas ações, que eu acabo fazendo também sendo um marinheiro. - Com aquela pausa respiraria fundo. - Afinal, como você mesma argumentou, nós dois atacamos a base do Prosinek para libertar escravos. A diferença era bem simples: você por algum motivo é contra o governo.

Com aquele argumento dito eu mudaria um pouco a forma de falar, querendo ser mais curioso. - Por que você prefere ser perseguida pelo governo e por caçadores e por marinheiros e por basicamente toda a população que o governo tem apoio? Ao invés de se juntar a gente e fazer boas ações igual sempre fez? O que te fez odiar tanto o governo? - E antes mesmo que ela começasse a argumentar eu falaria. - Lembrando, que eu lembro de vocês falando que o governo não é perfeito, também não acho que seja, o simples fato de recompensas serem “vivo ou morto” já mostra que é uma organização que não se importa muito em tirar vidas alheias. Eu quero saber o que te faz odiar tanto essa organização que te impossibilita de virar uma marinheira e ajudar a resolver tudo por dentro, fazendo boas ações igual eu e outros marinheiros fazemos. - Com a pergunta feita eu esperaria a resposta dela.

E essa resposta era basicamente a mesma de sempre. - Realmente não sei que coisas ruins foram essas que você viu que não podem ser mudadas de dentro do governo. - Começaria meio triste com a resposta dela. - Mas então seja egoísta e esperta. Você não sabe nem se tem recompensa, se tiver uma é bem baixa. Se você e seus subordinados virarem marinheiros, vão ganhar proteção e poderão continuar fazendo boas ações aqui na ilha. - Diria defendendo um ponto que claramente nenhum marinheiro em sã consciência defenderia.

Como simplesmente confio que ela é uma boa pessoa não vejo motivo para eu me preocupar muito com ela sendo marinheira ou não mesmo se continuasse internamente sendo do exército revolucionário. Duvido que ela conseguiria informações valiosas da marinha para virar uma espiã. Afinal, primeiro ponto, o povo com certeza sempre desconfiará de alguém que já foi do exército revolucionário e segundo... eu sou sargento e não consigo nem descobrir o que aconteceu com um meio-tritão, imagina ter informação importante para passar para outros.

E em suas respostas ela me fazia uma pergunta simples, mas que era importante para a conversa que estávamos tendo naquele momento. - Essa é uma excelente pergunta. - Diria no começo com um sorriso meio de perdido na situação. - Acho que a resposta remonta até mesmo ao exército revolucionário. O que vocês fariam no exército revolucionário para garantir que ele não se torne uma ditadura mundial quando acabasse assumindo a posição de poder máximo? - Perguntaria, mas era aquele tipo de pergunta que não preciso de resposta. - Diria que todos do exército precisam ter uma visão bem pura e basicamente serem contra a corrupção em geral... é algo bem utópico para qualquer organização gigantesca. Mas é a mesma solução que você pode dar para o governo mundial, a única forma de você modificar ele é aos poucos fazer com que todos que estão dentro dele se tornem boas pessoas. - Diria e daria uma pausa pensando em como complementar. - O exército revolucionário tem a árdua tarefa de se manter puro enquanto quer derrubar uma organização mundial. Isso provavelmente deve ser impossível, com certeza existem revolucionários no mundo que não são boas pessoas e que cometem todos os tipos de crime só usando a faceta de serem do exército para terem algum tipo de apoio. O governo mundial já possuí o controle do mundo, mas existem suas frutas podres em seus mais diversos níveis, a única solução é ir ganhando influência e ir retirando essas frutas podres do caminho. - Concluiria, obviamente não era uma resposta ideal para a pergunta dela, mas sinceramente duvido que ela existisse.

Quando acabei de falar com a Katherine, o tenente Laith ordenou que eu ficasse de vigia junto com as outras tenentes, me levantaria e responderia prontamente. - Sim senhor. - E então viraria para a revolucionária e falaria. - Vou ver o que posso fazer quanto ao violino. - E então começaria a me aproximar da cela que os tritões estavam. Ao chegar lá olharia bem para a cela onde os tritões estavam e acabaria notando algo interessante, o chão estava molhado apesar de não existir nenhuma forma lógica disso ser possível. Não precisa ser muito inteligente para saber que tritão e água têm alguma ligação e por isso aquela água toda fazia parte do plano deles.

Viraria para as duas tenentes e então comentaria em voz mais alta, para que os tritões também ouvissem o que eu iria falar. - Tenente Helena, tenente Erza, não pude deixar de notar que o chão da cela está molhado. Isso é uma ofensa a nossa organização, não conseguirmos nem mesmo deixar os nossos prisioneiros em um local que nós consideramos adequados, não podemos deixá-los com essa água todo no chão só porque eles são tritões, isso seria racismo de nossa parte. - Falaria, meu tom de voz não escondia o fato de que eu não estava realmente pensando neles, até porque eu nem sou bom em atuação a esse ponto.

Como eu possuía outros motivos por trás disso tudo eu ainda não havia acabado de falar. Complementaria com aquele tom ainda. - Além disso, existem diversas celas vazias aqui, por que estamos deixando os tritões presos juntos em uma única cela enquanto a celestial está sozinha? - Indagaria indignado com aquela situação e com um sorriso no rosto ao mesmo tempo. - Eu acho que o certo seríamos mover esses tritões para diversas outras celas, onde eles teriam uma cela adequada, onde o chão não se molhe por motivos desconhecidos e o espaço adequado. - Assim, qualquer que fosse o motivo para aquela água toda no chão seria resolvido de forma mais simples, pois se um deles fosse o culpado, separá-los resolveria o problema, e se fosse só um problema da cela, acabaríamos por descobrir de qualquer forma. Não só isso, era óbvio que fugir de três celas separadamente seria muito mais difícil do que de uma única cela.

E o meu objetivo com aquela fala era obviamente ver a reação deles. Se eles estavam planejando uma fuga em conjunto separá-los era um problema, se eles eram os criadores da água de alguma forma, seja por algo de seus corpos estranhos ou algum buraco que eles fizeram em alguma parede e não vimos, eles provavelmente reclamariam, mas o ponto era exatamente esse. Por que e como reclamariam? Poderiam até mesmo agir de forma violenta já tentando forçar a fuga por não quererem ser separados? Era uma opção e por isso a qualquer movimento brusco de algum deles em forma de ataque a mim, tentaria ir para um ângulo que a pessoa de dentro da cela não conseguisse me acertar. Se eles, no entanto, atacassem Helena ou Erza de alguma forma, não hesitaria em pular na frente do ataque que elas levariam, afinal, eu que os provoquei.





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Última edição por PepePepi em Sex 03 Abr 2020, 03:08, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II EmptyQua 01 Abr 2020, 13:37





Plat! Plat! Plat! Passo a passo eu subia os degraus rapidamente até o telhado. BOOM! Empurrei a porta com tamanha força que ela quase voltara contra mim ao colidir com a parede — Amanda! - clamei, tão logo mergulhei na chuva. Rapidamente o meu uniforme ficou ensopado e grudou em meus ossos. Por alguma razão, mesmo morto, eu conseguia sentir certo frio. Minha cabeça revirava de um lado pa o outro, em busca de algo. Onde? Onde? Onde você pode estar?!" - repetia para mim mesmo, distribuindo olhadelas para todos os lados.


Em meio àquela intensidade, ao olhar para frente, na estrada que saia do Quartel General, avistava algo estranho em um telhado distante. "O quê?" - protegia acima dos olhos, em uma vã tentativa de não ser atrapalhado pela chuva. "Algo se moveu! Há alguém ali!" - não conseguia identificar o que era, então logo dei alguns passos para frente, me aproximando da ponta do telhado. "U-uma pessoa!" - senti um aperto no coração. No fundo, já começava a temer pelo pior. Subitamente escutava uma voz familiar, que momentaneamente me tirava daquele pesadelo — G-Gunter! - volvi a cabeça em sua direção, chamando-o até onde estava.


Imediatamente apontaria para o horizonte, em direão ao local onde havia visto o suposto corpo — O que você vê? - indagaria. De toda forma, ficava cada vez mais apreensivo. "Não, eu não posso perder tempo!" - refletia — Seja o que for, eu irei checar imediatamente! Temo que seja a Amanda! - diria, já me adiantando e procurando por uma descida. À priori, visaria locais em que eu pudesse pular e descer com maior celeridade. "Quanto mais rápido eu chegar, mais chances de encontrá-la bem!" - dizia a mim mesmo. Com isso em mente, frustrada a minha tentativa anterior, jogaria o meu Eisen Dial¹ do telhado, após ativá-lo. Esperava que a nuvem saísse no meio do caminho e, assim, pularia nela, saltando para baixo e recuperando o dispositivo em seguida — Estamos juntos nessa, não é!? - indagaria. Contava com a ajuda de Gunter e sabia que, neste momento, ele não seria capaz de nos abandonar. Eram estes laços que possuíamos.


Destarte, sobre a terra molhada, correria em direção ao edifício em que avistei o movimento suspeito — Soru! - não intentava perder mais tempo, de modo que utilizaria todos os meus recursos para chegar lá o mais cedo possível — Soru!² - subiria ao telhado da primeira edificação com a qual me deparasse, valendo-me de caixotes, latas, canos, escadas, qual fosse o artifício, para subir nele. A partir daí, olharia em volta rapidamente, a fim de localizar o objeto de minha busca. "Ali!" - iria em sua direção tão logo o avistasse — Soru! - pularia de telhado em telhado até lá, usufruindo do rokushiki para facilitar o pulo entre os telhados. Imprescindível salientar que estaria atento às telhas molhadas, tomando cuidado com os meus passos.


Chegando lá, correria imediatamente para o lado de quem acreditava ser Amanda. Ou seja lá quem o que fosse. E que os céus estivessem ao vosso lado.





¹ Eu descobri a sua utilidade na aventura passada, já tendo usado-o e visto como ele funciona.

² Eu expliquei no evento das Olimpiadas até, que o Karyo precisa falar "Soru!" para usar ele, como uma forma de reforçar e "ativar" o que ele sabe, pois ainda não tem maestria o suficiente para fazer isso de forma inconsciente.





~ Histórico ~



Nome do Player: Karyo Shen
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Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos:
Perdas:

NPC's:
Players
Extras: Utopia (30/30)







Objetivos


Spoiler:
 


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Última edição por GM.Kekzy em Seg 13 Abr 2020, 15:26, editado 2 vez(es) (Razão : Code bugou)
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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II EmptyQua 01 Abr 2020, 14:03





Para ser sincero, o ninja imaginava que na verdade as moças iriam totalmente contra a ideia de soltar uma prisioneira e criminosa só para sairem na vantagem contra os números, todavia elas pareciam não se importar muito com isso, na verdade estavam mais atentas para outra coisa. Laith de começo parecia ignorar um pouco, atentando-se na verdade com coisas mais abaixo do campo de visão delas. Só que sua atenção era retomada com o detalhe apresentado por ambas.


"É verdade, o chão está molhado apesar de aqui não ter brechas para isso, uma infiltração? Mas não lotaria o chão de água igual esse, isso se estamos falando mesmo de água, espero que sim."


A mão do ruivo ia para a ninjaken e segurava-a com calma, ainda não empunhando-a, seu olhar ia direto para os tritões, cerrando mais o olhar, com uma intenção pouco mais assassina, seria possível algum deles possuir um poder que manipulava água? Akuma no mi? Mas até onde se lembrava os usuários do fruto não pareciam ser amigáveis com a água, então talvez fosse uma habilidade especial de um deles? - Acho bom ficarmos preparados, talvez tenhamos alguma surpresa.


Por um lado, tínhamos dois inimigos em potencial a frente, alguns soldados abatidos pelo seu próprio esforço, uma prisioneira que estava com a corda no pescoço, e um sargento ruivo que parecia mais preocupado com a garota do que com o objetivo do interrogatório dela, parecia que Utopia realmente era dissonante com a ideia do seu nome, estaria mais para um pesadelo.


- Sargento, fique de guarda com as duas tenentes, irei falar com a capitã. Falaria em um tom de ordem, tentando retrair a autoridade para si através da sua postura de liderança. - Confiem em mim. Falaria em um tom mais baixo para as duas tenentes, de forma que sairia dali rumo ao escritório da Capitã.


Se antes de sair os tritões tentassem algum movimento, Laith tentaria primeiramente recuar com um rolamento para o lado oposto ao golpe e colocaria sua ninjaken em posição de guarda, pela presença da cela os inimigos não poderiam avançar, a não ser que conseguissem arrebentar a mesma, e nesse caso o tenente avançaria depois do rolamento, se bem sucedido, com um salto na parede usando-a de plataforma para ganhar um impulso e realizar um corte horizontal mirando o rosto do tritão mais próximo.


Todavia, se conseguisse sair da prisão sem nenhum problema, começaria a andar apressadamente em direção da sala da capitã e nesse ínterim puxaria seu den den mushi, tentando entrar em contato com o tenente Kayro. Se o mesmo atendesse logo informaria. - Tenente, suspeitamos um ataque na prisão, pedimos reforço dos oficiais. Logo desligaria a comunicação e apertaria o passo em direção da sala.


Chegando no local, bateria rapidamente na porta e antes da permissão abriria a porta, fazendo uma contingencia. - Capitã, temos uma situação na prisão, suspeitamos de ações dos tritões prisioneiros. Além disso, concluímos a investigação da revolucionária Katherine, acreditamos que apesar do histórico dela, ela pode ser mais útil para nós como uma colaboradora do que executada, dada a situação, peço para que a execução dela seja suspensa até capturarmos os Números. Sendo ela liberada para atuar na investigação dos números sobre minha responsabilidade. O pedido era ousado, e talvez custasse algum tempo de prisão para o tenente, mas sabia que com isso poderia mudar o jogo para o lado dos marinheiros, além de ganhar alguns pontos com as garotas é claro.
 





~ Histórico ~

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MensagemAssunto: Re: [LB] O Florescer de Utopia II   [LB] O Florescer de Utopia II EmptySex 03 Abr 2020, 02:44





O tenente acabava por sair dali me deixando sozinha com Calros, mas o que realmente me deixava incomodada fora sua atitude - Ele é sempre assim? questionaria voltando meu olhar para o ruivo. Ninguém morre só por dizer o nome, não é? Mesmo sendo uma prisioneira ao menos isso poderia saber desse tenente. O Sargento acabava por não perder tempo em começar a falar e relembrava a pergunta que tinha feito para mim quando nos separamos anteriormente - Eu terei que te dar a mesma resposta: não diria sem muita enrolação, prosseguiria demonstrando confiança em minha decisão e até então não me arrependia dela. Ele pedia por seriedade em nossa conversa enquanto se sentava no chão para que ficássemos olho a olho.

Rapidamente desmancharia qualquer sorriso que estivesse formado em meus lábios e me manteria atenta em suas palavras. Calros citava Alexander mais uma vez em suas palavras e também que o meu grupo agora era pequeno - Ele realmente fez aquilo conosco e mesmo eu não gosto de acreditar nessa realidade falaria de forma um tanto tristonha. Prosseguiria falando, mas dessa vez colocaria um pequeno sorriso no rosto momentaneamente - É triste perder companheiros, mas ainda assim não posso desistir dos meus objetivos mesmo estando sozinha nesse mundo mostrava minha convicção novamente - Não sei se tenho alguma recompensa e tampouco posso afirmar que sou uma ameaça real para a marinha, mas posso afirmar que se continuar seguindo meu caminho virei a ser alguém de importância mostraria meu sorriso.

Eu provavelmente havia dado uma resposta que tinha lhe dado alguma conclusão já que aparecia um sorriso surgia em seu rosto ou ele apenas correspondia minha alegria. A confirmação vinha a seguir quando o ruivo começava a argumentar sobre a minha periculosidade. Era nesse momento que poderia me perguntar a respeito das coisas que fazia, tirando o fato que desejava derrubar o governo por causa de suas ações ruins o que me diferenciava de qualquer outro marinheiro? Minha identidade como revolucionária não era nenhum pouco marcante. É claro, acreditava muito mais no poder da revolução fazer coisas boas do que na Marinha, mas ainda assim eles mesmos pareciam reconhecer que eram uma organização que contém falhas. Os revolucionários também possuíam seus erros, apesar de eu ter conhecido muitas pessoas boas que estavam dispostos a se sacrificar pelo bem dos outros, inclusive o coronel Scarmander.

Antes de falar mais alguma coisa, ficaria pensativa por mais algum tempo até que realmente soubesse a direção que a minha resposta teria - Eu quero ser reconhecida pelas minhas boas ações, ajudar as pessoas e também me aventurar por aí sorriria novamente. Por mais que tentasse fugir nossas ações realmente estavam devidamente alinhadas, talvez por causa dos ideais de ambas organizações serem de certa forma parecidos. Ainda assim os revolucionários eram malvistos por estarem do lado que combate o governo mundial, talvez estes até mesmo distorcessem as coisas para taxar-nos de grandes vilões do mundo. Ele se demonstrava curioso quanto a minha preferência em ser perseguida pela marinha - Meu senso de justiça ajudou para que eu escolhesse o caminho que deveria trilhar, não me importo com o perigo se eu puder vencer estarei sempre tentando superá-lo diria inicialmente.

Não tinha exatamente um motivo para odiar o governo, o que havia em mim era um sentimento de indignação e repulsa as ações tomadas por membros da organização - Eu quero que os revolucionários sejam reconhecidos como pessoas que desejam o bem para os outros fazer isso seria uma árdua tarefa. Uma força maior que me impedisse de virar marinheira era inexistente, mas sabia bem até então o que me prendia como revolucionária "Katherine, eu não gosto de correr riscos e disso você sabe muito bem” Azura voltava a aparecer “Não acha que está na hora de parar de se esconder? Você poderá ser uma marinheira e fazer as mesmas coisas que faz como revolucionária, ainda ganharia reconhecimento das pessoas para si Ela só pensa em segurança “Pelo menos uma vez na vida me escuta, você ainda poderá se aventurar!” disse por fim.

Estaria atenta nas palavras da ruiva, ela talvez tivesse alguma razão no que estava falando, mas com toda certeza ela estava sendo egoísta. Calros se entristecera com minhas palavras e procurava entender as coisas que eu tinha visto - Até agora o governo não me mostrou uma boa faceta e por isso não sei até onde as coisas podem ser alteradas, então me diga você até onde as coisas podem ser alteradas? perguntaria de maneira séria - Eu não sou egoísta e pode me chamar de qualquer coisa por ser assim, me importo com o bem-estar de todos continuaria - A proteção dos meus companheiros é algo que prezo, mas no momento eu quero entender mais sobre mudanças demonstraria certa curiosidade. Ouviria atentamente suas palavras e quando ele se levantasse para ir embora, aproveitaria para pedir mais uma coisa - Poderia pedir para que um de seus amigos devolva o meu violino? sorriria.





~ Histórico ~



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Posts: 2
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Pensamentos: Katherine - Azura
Fala (ambas)
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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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