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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 3 - Falência Abrasiva

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 10 EmptyTer 10 Mar 2020, 12:14

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação 3 - Falência Abrasiva

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçadora de recompensas Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 10 EmptySab 23 Maio 2020, 11:17


- É natural que ele tenha gostado, afinal foi batizado por minha pessoa. - Diria a Vick sem esboçar qualquer presunção, apenas soando um pouco arrogante. - Não seria uma má idéia, talvez um guisado de Poky. - Dizendo enquanto encaro a doninha com o olhar cobiçoso, lambendo os lábios como se a boca estivesse salivando, deixando parecer que a bolinha de pelos parece muito saborosa. Se a doninha ficasse novamente paralisada eu lhe faria carinho abaixo do queixo usando a ponta de meus dedos. - Estou apenas brincando, não precisa ficar tão acuado. - Dizendo agora de maneira mais amável, então cobrindo o canto do boca com as costas da mão e virando meu rosto de lado iria me permitir a rir baixinho da situação como um todo.

- Nem se eu tentasse muito seria capaz de capaz de dormir nessa embarcação. - Dizendo de maneira um pouco grosseiras, mas não em relação a Vick, e sim ao próprio navio e seus tripulantes.

- Talvez agora Poky renda um ótimo ensopado com essa quantidade extra de carne que engordou. - Diria elevando o tom de voz, pois assim a doninha poderia me escutar mesmo se estivesse um pouco mais distante da porta. Não que eu de alguma importância para algumas frutas furtadas pela bolinha de pelos, é apenas que. "Como ele ousa comer sem minha permissão?" Então as palavras ditas anteriormente seriam apenas para assustá-lo um pouco e não incentivá-lo a prosseguir com esse comportamento.

>><<

- Creio que o trapezista do circo de pulgas não estaria vivo até o dia de hoje para ser entregue aqui. - Dizendo um pouco mal humorada devido ao fato de ter passado a noite em claro, mas sem dar muita importância para o assunto. - Precisamos apenas capturar mais piratas, e de maior relevância. - Diria novamente como se fosse algo simplista de se fazer. "Qual o problema dessa cidade? Porque tudo tão branco? Eles poderiam usar outras cores para combinar e ainda sim manterem esse branco por qual são obcecados." Pensando brevemente após olhar essa ilha e sua peculiar cobertura alvejada, sem de fato entender como seria possível alguém gostar tanto de uma só cor.

Admito que meu primeiro pensamento foi o de fatiar com aqueles dois seres barulhentos logo de manhã, antes mesmo do sol nascente já estavam perturbando. Mas aí lembrei da situação, de onde estava, e do que deveria, então apenas me permiti a suspirar, e tive de me esforçar um pouco para andar com dignidade, pelo menos até a sonolência passar, se é que irá diminuir essa sensação tão ruim e desestimulante.

>><<

"Como se já não estivesse ruim o suficiente, agora minhas roupas ficaram encharcadas." Pensando enquanto esboço uma expressão mínima de desgosto. - Vocês deviam se segurar em algo, ou irão sair voando. - Dizendo para Vick e Poky sem estar motivada com as palavras por culpa do sono, e eu definitivamente não iria estragar o penteado saltando ao mar para tentar salvar alguém, apesar de eu achar que Vick não seria tão descuidada assim, e muito menos arriscaria a criar calos em minhas mãos tão delicadas para segurar e puxar aquelas cordas. Apenas ficaria desmotivada na embarcação desejando algo para me secar, enquanto tento também não ser arremessada ao mar, me apoiando nas paredes e/ou segurando segurando em algum local/objeto que me parecesse firme e bem preso a embarcação.

"Por que está maldita embarcação não possuí um quarto confortável com banheiro próprio?" Durante a tempestadezinha, com as ondinhas movendo o barquinho de um lado para o outro, eu estaria dando atenção para o que realmente importava naquele momento, e obviamente que se tratando de mim só poderia ser eu mesma o assunto primordial. "Olheiras… Quanta infortuna." Suspirando um tanto cabisbaixa não teria vontade nem de reclamar ao vento sobre essas coisas roxas abaixo de meus belíssimos olhos de cor laranja.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 10 EmptySab 23 Maio 2020, 12:06




Homens correram, os raios ribombavam a seus brilhas iluminavam o breu que descia sobre o mar. Ao horizonte uma única luz constante perfura as trevas revoltosas. Estavam perto, mas ao mesmo tempo tão longe, escalaram as ondas como em câmera lenta subindo cada vez mais alto logo depois a sensação de queda a falta de gravidade que se dava quando o navio surfava nas costas da onda em direção às profundezas. Nessas horas o mar explodia sobre o navio e os homens que corriam em suas funções se viram atirados uns contra os outros.

Na traseira, próxima ao ponto onde se encontrava o timão a jovem morena agarrava-se a borda logo a frente do mesmo. No timão três soldados se esforçaram lutando contra a força das ondas que teimava em virar o barco na direção errada.  

- UM CARDUME DE MARLINS RUBROS.   - MERDA, PORQUE AGORA? - ELES PARECEM ESTAR MIGRANDO.  

- MERDA, ESSAS COISAS VÃO SUBIR COM A GENTE? - Nesse momento uma dessas ''coisas'' saltava sobre o navio que não era pequeno, a luz que já era pouca se fez em uma completa sombra ao perceber que o peixe tinha basicamente metade do tamanho da embarcação. - PEGUEM OS ESCUDOS.

- IGNOREM OS MARLINS TOMEM CUIDADO COM OS CARMESINS. - Mal ele havia terminado de dizer isso um peixe de aproximadamente 30cm caia do ''céu'', com seu corpo alongado e seus dentes afiados abertos em direção a um dos soldados que por sorte o conseguia bloquear com o escudo.

Vick puxava sua arma e enquanto isso Poky sabiamente corria para se esconder atrás de um barril ali próximo.

A aproximação demoraria mais quarenta minutos, destes o navio seria constantemente agredido pelos Marlins que colidem com as laterais do mesmo e a cada pouco saltavam sobre o navio o que causava uma chuva de Carmesins que logo mais mostraram porque aquele era seu nome.  

- LÁ ESTÁ A ENTRADA, VAMOS COMEÇAR A SUBIR. SE PREPAREM. - Já era possível ver com clareza uma grande torrente de água que subia montanha acima, nela eram vistos muitos Marlins nadando enquanto saltavam, porém alguns que erravam o salto colidiram contra as paredes caindo para ser cortado ao meio pela lança afiada de um outro companheiro seu.

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Por mais que Kare pudesse tentar observar era impossível ver o fim daquilo, a montanha ia muito além do manto de nuvens tempestuosas.


Muitos dos soldados estavam feridos devido às mordidas que recebiam dos Carmesins, Vick também estava com um braço ferido e atirava nos malditos peixes, mas como Kare estaria se saindo até aqui?

A subida estava para começar, navegariam rumo aos céus, passando pelas nuvens tempestuosas em direção a um novo amanhecer.






OFF: Já que você não faz nada em viagem mesmo, vamo de treta. Narre combate contra chuvas de peixes, proteções e ataques e não esqueça de descrever o que faria quando o navio começasse a subir. xD. Izão, borá lá.

Não esqueça que mesmo dentro do navio terá problemas devido as ondas que adentram o mesmo inundando o interior de tempos em tempos. Lá você encontrara homens trabalhando na bomba-hidráulica que tem a finalidade de expulsar a água do interior para não afundarem, mas também haverá peixes.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 10 EmptySeg 25 Maio 2020, 12:03


Naturalmente que a situação poderia ficar ainda mais desagradável, não bastando minhas roupas e cabelo encharcados por água do mar, não ter o mínimo de privacidade ou higiene, agora peixes gigantes, e peixes assassinos caindo do céu… Eu não poderia me sentir mais empolgada com essa viagem…(muita ironia)... "Parece que esses peixes irão adentrar nos aposentos do navio a qualquer momento, nem mesmo lá eu teria paz." Me vendo sem opção de evitá-los, eu ao menos iria reduzir seu número assim o navio não ficaria entupido de peixe.

Com a lança em mãos, e as caneleiras, nas canelas… eu ficaria no deck do navio aguardando pelas piranhas sanguinárias, como essas coisinhas vem de cima eu iria rebatê-las para longe usando a região do cabo logo abaixo da lâmina, ou utilizando a lateral da própria lâmina, com intenção de acertar os peixes carniceiros e arremessá-los por cima das muradas do navio. "Porque eles precisam cair como chuva? Assim não posso cortá-los." Bom, peixes vindo do céu, logo acima de mim, se eu abri-los no meio, tomarei um banho de dejetos, e meu cabelo ficaria fétido por mais de um mês então eu realmente gostaria de evitar tal situação. Durante o expurgo de peixes assassinos, eu me manteria próximo de Vick, pois assim acredito que também poderia protegê-la enquanto tento me livrar dos peixes.

"Até mesmo Vick foi mordida por uma dessas coisas, e os outros tripulantes não aparentam lidar muito bem, talvez acabem mor-rendo…" Tal pensamento a respeito dos demais tripulantes me deixaria boquiaberta e pensativa por um instante. "Se algum deles vierem a falecer." Então iria a seco antes de concluir o raciocínio. "As minhas chances de terem um quarto exclusivo aumentam." Bom, minha vontade inicial seria a de sorrir e saltitar alegremente, mas eu preciso manter as aparências aqui, então apenas fingiria estar muito concentrada em lidar com os carmesins, tentando não ser devorada viva, assim ninguém iria me julgar se eu negligenciar socorro, e agora posso mentalmente desejar que alguns desses soldados escorreguem para fora da embarcação durante essa confusão, o que poderia me deixar um pouco mais motivada durante esse contratempo, ou, eu poderia aproveitar da confusão e jogar alguns peixes sanguinários no soldados, e de fato eu faria isso, porém mantendo o mínimo de discrição, e faria parecer que não foi proposital se caso alguém notasse.

E para me defender das piranhas assassinas aéreas, eu realmente me ficaria e esquivar delas, basicamente saindo debaixo, e tentando sempre ficar posicionada de maneira que elas caiam na minha frente, assim poderia rebatê-las para longe usando a haste da lança como se fosse um bastão, ou então chutando elas lateralmente com as caneleiras. Agora se fosse um dos grandões que pulasse por cima do navio, eu me forçaria a sair de sua direção, principalmente daquele "nariz" pontudo, e se fosse prossivel me protegeria da chuva de peixes sanguinários girando rapidamente a lança como se fosse uma hélice enquanto me afasto do possível Marlin. Mas se por desventura da vida eu não conseguisse me afastar do Marlin, eu tentaria usar a lança para aparar o golpe do "nariz" porém de maneira que ele possa manter sua trajetória sem cair no deck.

Agora se o navio estivesse a balançar muito, eu iria cravar a lança no deck com a lâmina de cabeça para baixo, de preferência num local não tão exposto, talvez próximo do mastro em baixo de alguma vela, então iria me firmar em torno da haste com ambas as mãos e iria mover-me circularmente em volta da lança, para assim tentar desviar dos carmesins, enquanto iria chutá-los, aproveitando a movimentação em círculos para ganhar velocidade. Porém se os braços não bastassem para me equilibrar eu também iria travar as costas do joelho no cabo enquanto faço meus giros. E aproveitando que já estaria nesta situação, porque não dançar um pouco? Quando o navio estivesse mais estabilizado eu iria ousar em minha coreografia, ficando de ponta cabeça, segurando na haste apenas com as mãos, enquanto "chutaria" na horizontal a fim de girar o corpo. Mantendo sempre ao menos 1 mão firme na lança, enquanto evitaria os peixes desviando dançando efetivamente sensualmente ao redor de minha arma, enquanto ficaria repelindo os peixinhos com chutes rápidos, até que o navio aparente ficar estável por um longo tempo.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 10 EmptySeg 25 Maio 2020, 12:32




O mais estranho jogo de beisebol do mundo se seguia naquele navio, as "bolas" assassinas eram continuamente arremessadas sobre aquela bela rebatedora que parecia ter mudado de universo saindo do anime de piratas direto para um anime de esportes -q. Vôlei e agora Baisebol, certamente ela se mostrava uma desportista e tanto.

A "plateia" sobre a certa "recuperava" as "bolas" rebatidas por elas apenas para mais tarde serem jogadas de volta para o campo… O principal problema era que essas bolas tinham um temperamento ruim e pareciam ter a capacidade de guardar rancor, mas como Kare não era alguém capaz de reconhecer uma bola usada de uma nova ela apenas continuava as rebatendo como a grande atleta que era.

No entanto, toda grande atleta, acaba tendo seus altos e seus baixos e Kare não poderia ser diferente. Algumas de suas rebatidas "falharam" e os peixes acabaram não sendo jogados de volta ao mar e sim "sem querer" na direção de outros soldados os quais ela sentia-se muito condolente por suas dificuldades e extremamente triste pelas possíveis fatalidades que ocorressem e que talvez a deixassem solitária num dos quartos…. Pobres homens.

Bem, mas nem tudo eram flores, afinal em uma chuva de peixes era realmente difícil esquivar-se…. Do cheiro deles é claro, afinal se esquivar dos peixes propriamente ditos não se mostrava realmente terrível para a jovem, mas o cheiro fora impossível evitar embora como tudo estivesse cheirando a mar e a peixe ela de fato não conseguia sentir seu próprio cheiro.

>><<

Começavam a subida, a velocidade da embarcação subitamente aumentando pelo empuxo das águas violentas. As nuvens começavam a se aproximar o que tornava cada vez mais difícil a visibilidade, mas estavam ainda sobre o ataque dos peixes Carmesim.

Nesse momento era quase impossível não escorregar pelo deck molhado e vicerento…. A não ser é claro… - O que está fazendo senhorita? - Kare totalmente fora de contexto com a situação alarmante pela qual passavam… Dançava?

Com sua haste rígida firmemente cravada no deck do navio ela rodopiava casualmente em uma coreografia contextualizada abrindo de forma vertiginosa suas pernas enquanto chutava os peixes para longe de si e… Mostrava um pouco demais para a situação.

De ponta cabeça estava quando o navio finalmente passava sobre as nuvens, o sol brilhou e há quem diga que os raios de sol a iluminar antes de qualquer outra coisa quase como se fossem as luzes de uma palco se acendendo para revelar a estrela principal.

- ESTAMOS QUASE NO TOPO, SE SEGUREM. - O capitão gritou o alerta.

Todavia falar era mais fácil do que fazer naquele chão escorregadio e enquanto atrás do navio vinha um dos Marlins gigantes a todo vapor pronto para chegar ao cume junto deles.

- JA VEJO O TOPO. - Um dos tripulantes mais da frente gritou e poucos segundos depois eles estavam …. Voando…. A forte correnteza os arremessado alguns metros acima da montanha e logo atrás deles um dos Marlins pulava subindo acima da embarcação que "girava no ar" e logo começaria a cair. Aqueles mais azarados que não conseguissem se segurar iriam certamente ser arremessados ao ar durante a queda.

POKYUN POKYUN . - Poky apontava para cima de trás do barril em que estava para uma massiva chuva de carmesins que vinha do Marlin que se debatia no alto.

Do alto tinham uma vista esplêndida, a qual seria muito gratificante em melhores condições. O sol estava ligeiramente deslocado a sua frente por ser próximo ao meio dia, o mar brilhava no horizonte a frente já que naquele ponto da GL a tempestade não havia chegado. Um oceano infinito se estendia em cor de esmeralda, um arco-íris cercava o navio criado pelo espirro de água no topo da montanha enquanto tudo se fazia muito mais colorido que em qualquer outro lugar do mundo.

Kare começava a sentir seu corpo leve, logo o navio começaria a cair de volta a água e agora para uma descida vertiginosa de alta velocidade.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 10 EmptySeg 25 Maio 2020, 15:23


- Estou a me livrar desses peixes insistentes, o que mais séria? - Elevando o tom de voz para que Vick pudesse me escutar com clareza no meio da baderna, iria dizer demonstrando irritação com o chutes, enquanto distribuo os pontapés nos peixes. "Porque o número de peixes selvagens está aumentando? E eles parecem estar se concentrando em mim." Eu já estaria um pouco cansada mentalmente de tanto ficar rebatendo peixes e mais peixes para longe, como se eles não tivessem fim. "Será possível?" Então o que aparenta ser um lampejo de compreensão me vem à mente. "O motivo de mais e mais peixes continuarem a me atacar, é porque mesmo animais totalmente irracionais e selvagens são capazes de reconhecerem minha superioridade?" A teoria inicialmente parecia me fazer algum senso. "É óbvio, como poderia ser diferente?" Agora tendo a certeza de que os carmesins possuem um bom gosto e algum senso de escolher. " Perdão peixinhos mas vocês estão almejando o impossível, é perfeitamente compreensível a necessidade de abocanhar-me, porém este banquete que deseja é demasiadamente elevado para paladares repletos de selvageria e vulgaridade." Claro que eu não poderia deixar de sentir-me orgulhosa por ser capaz de despertar os mais profundos sentimentos, até mesmo com os animais incapazes de pensar, aparentemente não podem resistir a mim, entretanto eles precisam de muito mais esforço se almejam conseguir ao menos uma lasquinha mínima de meu tão magnificente ser.

"Quem poderia esperar por uma vista assim?" Mesmo com todo o alvoroço ocorrendo, ainda sim havia a paisagem não era desagradável de se olhar, porém não é como se eu fosse ter muito tempo de contemplar. O barco logo menos estaria a descer, e outra "nuvem de chuva peixosa" pairavam no céu. - Poky se não quiser virar a comida desses é melhor voltar a se esconder. - Não que eu espere alguma compreensão de qualquer maneira, mas também seria meu jeito de dizer que havia entendido a mensagem.

Eu teria me segurado firmemente na lança durante a subida, e agora acredito ser o momento de descer, com peixinhos raivosos vindo de cima. "Meu nariz vai cair de desprazer." O cheiro então havia se impregnado de maneira que era o único odor sentido por mim, e naturalmente que minhas narinas rebuscadas sofriam com tanta poluição, e como se não bastasse minhas roupas provavelmente serão dilaceradas se eu continuar exposta assim.

"Meus sapatos novinhos…" E com um pouco de pesar no coração eu iria "patinar" no deck, no caso apenas deslizar mesmo sob a sola dos sapatos, com o tanto de água e líquido de peixe, acho que tornaria mais fácil, mas se não desse pra deslizar, usaria o ruim é velho método de andar. De qualquer maneira eu iria até o mastro principal, ou algum local que fosse grande o suficiente para me proteger da "chuva carmesim", assim quando o navio estivesse descendo a montanha os peixes iriam acertar primeiro a popa do navio, então eu me esconderia na "frente" do mastro principal (em relação a proa), cravando a lança no mesmo e me segurando nela. Porém se os peixes caíssem antes, do navio começar a descer, então eu iria girar a haste da lança o mais rápido que eu conseguisse, fazendo uso de ambas as mãos para isso, movimentando a lança como para formar "duas hélices" em diagonal acima dos ombros, assim tentaria acertar o mais de um peixe a cada giro da arma, até o navio de fato descer, e nesse ponto ainda girando a lança acima da cabeça eu iria "patinar" (ou só andar mesmo) até um local coberto, para então fincar a lança e me firmar na posição.

"Depois disso vou querer dormir por um dia inteiro, e também tomar um banho igualmente demorado." Enfrentar a força aérea das piranhas assassinas sanguinárias quando não se dormiu o suficiente na noite, definitivamente não era algo que eu faria se pudesse, maa de qualquer maneira apenas espero que meu corpo não pregue peças em mim, durante esse momento crítico, afinal não é como se alguém fosse garantir a interinidade física de minhas roupas e cabelo.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 10 EmptySeg 25 Maio 2020, 18:13




O perspicaz raciocínio de Kare era certamente invejável, ela logo compreendia todas as nuances que faziam com que aqueles peixes sedentos a tivessem como algo prioritário… Sim, aquela era sem dúvida a mais verossímil de todas as alternativas possíveis para os peixes a atacarem cada vez em maiores números e com mais sede de sangue…. Eram peixes de excelente olfato e com toda a certeza estavam sentido o cheiro saboroso de seu sangue nobre.

Ao chegar nesse absoluta e certeira resposta ela se via ainda mais compelida a não permitir que aqueles peixes alcançassem o que desejavam, afinal eram demasiados barbáries para deleitar-se com seu magnífico ser.

Quando a Vick…. Bem, a jovem empregada havia ficado demasiada cética quanto a resposta da morena, mas guardou em seu interior todo o ceticismo duvidando que pudesse tirar qualquer coisa ao expressar ali sua discordância…. Se Kare estava sendo demasiada Sexy em sua luta contra peixes sanguinários? Sim, ela estava, mas o que se podia esperar de alguém que transforma o ato de respirar em algo sensual? Não poder-se-ia culpá-la por ser a essência de tal descritivo.

>><<

Poky não era daqueles que se precisava falar duas vezes…. Ao menos quando o assunto era comer e se esconder. Antes mesmo de Kare terminar suas palavras a pequena doninha já havia sumido sem deixar rastros.

O navio começava a descer antes que Kare tivesse tempo de tentar correr e descer até o deck central junto ao mastro principal, inclusive o solavanco ao atingir a água a fazia ser jogada contra Vick prensando a empregada contra o parapeito do deck elevado traseiro as impedindo de cair em direção ao Deck central.

O navio descia de forma íngreme, mas ainda havia o atrito com a água que não corria tanto quanto a queda livre dos peixes o que de certa forma as fazia assistir em câmera lenta uma grande quantidade daqueles seres abrindo e fechando a boca enquanto mergulhavam na direção delas.

Vick, prensada atrás de Kare, enlaça seus dois braços no corrimão prendendo-se de costas ao mesmo e então abraça Kare com as pernas para mantê-la firme. - Senhorita… - Como em uma conversa tácita Kare entende que Martha seria seu suporte, mas que precisava naquele momento defender as duas pois seria impossível esquivar ou se mover com proeza no navio naquelas circunstâncias.

O capitão que estava no timão também virava-se de costas e sacava sua espada apoiando-se com a coluna no timão e começava a cortar os peixes que caiam na direção deles, ele era um homem hábil e fatiava com magnificência os atacantes…. Mas… e todo aquele sangue e vísceras que continuava a cair em direção a Kare? Além dos peixes que escapavam ao fio de sua espada?

Bem, como se sua vida dependesse disso, o que de fato não deixava de ser verdade, a jovem começou a rodar sua lança a frente do seu corpo, sua velocidade e destreza fizeram com que pouco a pouco a arma começasse a desaparecer e tudo que se enxergasse fosse apenas a distorção no ar a frente que dispersava qualquer coisa que vinha em sua direção, fosse as vísceras ou os peixes vivos.

Por um tempo que parecia imensurável a morena continuou repelindo tudo que vinha em sua direção de tal forma que o único local limpo agora parecia ser ela e Vick e toda a porcaria era soprada para outro local e então…. Silêncio.

Passavam novamente as nuvens agora mais uma vez descendo e…. Nada. Somente o som da forte correnteza. Os peixes não mais as alcançaram, os Marlins não mais pulavam. Parecia ter acabado….

A descida vertiginosa logo venceu a camada de nuvens e o mar abaixo se revelou. Vick soltou uma das pernas e depois a outra virando-se para frente. - Estamos chegando Senhorita. Na Grand Line. - E assim como foram suas palavras o navio acertou com força a mar abaixo alguns minutos depois jogando alguns homens ao mar e deixando-as com formigamento no abdome quando o mesmo bateu no corrimão a frente.

O barco seguiria por alguns metros desacelerando, o capitão experiente rapidamente virou o timao tirando o barco da linha direta da descida. - CAPITÃO E OS HOMENS? - gritou um soldado referente aos homens que haviam caído ao perceber que o capitão afastava o barco do local. - É TARDE DEMAIS PARA ELES. - - O QUE VO… - Nem havia terminado de falar um Marlin saltou no espaço que antes o navio ocupava em um golpe que teria cortado o navio em dois, gritos começaram a ser ouvidos da água onde os homens que caíram eram agora atacados sem piedade pelos Carmesins.

Os soldados junto à amurada fecharam seus punhos contra a madeira enquanto se viam incapazes de salvar seus colegas.   - GRAVEM ISSO BEM EM SUAS MENTES E CORAÇÕES. ESSE É O MAR MAIS PERIGOSO DO MUNDO.

A frente deles se estendia um mar sem fim de sol claro e águas de cor de esmeralda, ao lado deles no entanto essas águas borbulhavam em agitação e estavam sendo tingidas de vermelho. O capitão por suas vez conduzia a embarcação em um amplo círculo que os fazia ter vista de uma área rochosa avançada e mais ao fundo dessa a gigantesca parede vermelha da Redline onde era possível ver várias cavernas salpicadas em sua encosta.


Muito próxima a foz da grande "cachoeira" havia um grande farol, sentado em uma cadeirinha de praia a frente deste havia um homem gordo que os olhava, em seu colo parecia haver um jornal.

Nesse momento um peixe carmesim ainda vivo se debatia no convés olhando com olhos vorazes os tornozelos de Kare e pouco a pouco se aproximava de seu alvo e então eis que um grito heróico é ouvido. - POKYUNNNNNNNNN. - Poky sai correndo de seu esconderijo e chuva para o mar o peixe Carmesin que estava almejando morder Kare. POKYUN POKYUN .  



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 10 EmptyTer 26 Maio 2020, 01:40


"Isso é o que se pode chamar de aproximação hostil?" Estar tão próxima assim de Vick, não me incomodava de qualquer forma, porém a maneira que ocorreu não foi a mais suave e delicada, mas independente disso. - Ôôuh! - Suspirando e ao mesmo tempo gemendo de surpresa, ficaria com os olhos bem abertos e fazendo um 0 com os lábios. - Que aperto forte. - Diria enquanto dou um "pulinho" ao sentir as pernas de Vick me laçando, e de maneira nenhuma iria soar como se estivesse a reclamar. Estava bem claro para mim o que devia ser feito, então para aumentar a eficácia da "prensa", eu rebolei o quadril de um lado para outro ao mesmo tempo que projetava o bumbum para trás, afim de ficar melhor encaixada em Vick e assim ela poderia me pressionar por trás com mais intensidade e rigidez. - Acredito que assim fique mais apropriado para vossa pessoa me manter segura. - Dizendo em meio a gemidinhos impertinentes por causa da forte pressão na minha traseira, mas nada que incomodasse. Aproveitando para testar o laço após o encaixe ter sido aprimorado, jogando rapidamente a bunda para os lados e para trás, apenas para certificar-me de estar devidamente restringida.

Apesar dos pesares a situação havia ficado menos caótica, e aparentemente nos saímos bem, quer dizer, eu e Vick estávamos limpas olhando superficialmente. "Realmente conseguimos?" Admito ter ficado um pouco surpreendida com a façanha, mesmo tendo tido uma péssima noite de sono e tendo aquela enchurrada de piranhas e vísceras caindo sobre nós, as duas ficaram intactas. "Francamente, não sei como ainda sou capaz de surpreender-me com meus próprios feitos, obviamente somente eu seria capaz de superar minhas expectativas a ponto de ficar ainda mais admirada por meu incrível ser." O sucesso era óbvio de ser notado, estávamos inteiras, sem rasgos ou sujeiras nas roupas, eu não percebi mas acabei sorrindo cheia orgulho por ninguém menos além de mim. Mas fato é que tive de verdadeiramente me esforçar pra não levar uma chuva de tripas de peixes, e isso somado com poucas horas de sono em dois dias, faria-me sentir mais fadigada que o habitual, agora formando os dedos ao redor do cabo e com a lança apoiada no deck, iria sentir o peso do corpo me fazendo inclinar para frente, enquanto mantenho o quadril empinado, com o bumbum apoiadas no púbis de Vick, ofegando devagar, em longas respirações para retomar o fôlego. - Quanta lambança foi feita. - Diria para Vick, virando meu rosto por cima dos ombros na direção da morena, com algumas mechas de cabelo caindo na frente do rosto, e as bochechas avermelhadas.

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Eu não pretendendo questionar ou duvidar das palavras do capitão a respeito da alta periculosidade na Grand Line, quer dizer, antes mesmo de entrar oficialmente nesse mar já fui alvejada por peixes assassinos usando estratégia de guerrilha, e meu tão macio e brilhante cabelinho agora está podre com inhaca de peixe, e falando em cabelo. "Sinto que meu quarto exclusivo está mais próximo do que imaginava." O mar repetidamente ficando avermelhado, parecia até me tranquilizar como uma ótima novidade.

- Vejo que não há limites para sua audácia Poky, se portando como um herói mesmo após ter ficado o tempo todo escondido, e aparecendo somente no último momento quando tudo já foi resolvido. - Dizendo para a doninha enquanto apenas me limito a descer os olhos na direção dele, como se estivesse o julgando negativamente. - Arrff… Francamente, que cavalheiro descarado eu permiti acompanhar-me. - Apenas fingiria estar desgostosa com a bolinha de pelos, fechando os olhos e empinando o nariz virando o rosto para outra direção. Então após poucos segundos iria abrir um olho, e sorrir satisfatoriamente com o canto da boca. - Mas o valente e destemido Poky, salvou-me de ser devorada pelo peixe monstro. - Então com o dedinho abaixo do queixo iria esboçar estar pensativa, considerando o ato heróico antes de dar meu veredicto. - Será que ele merece algum tipo de recompensa, talvez mais frutinhas? - Sendo um pouquinho maldosa eu iria deixar a doninha ansiosa com o suspense. E assim me agacharia na frente dele, sorrindo agora gentilmente. - Eu irei escolher a dedo as maiores e mais suculentas uvas e amoras, especialmente para você como forma de agradecê-lo, e claro somente as mais docinhas e gostosas. - Apesar de todo o carinho demonstrado, confesso que teria uma pequena motivação sádica, pois assim eu poderia me divertir vendo Poky com a água na boca apenas imaginando as tais frutas. "Essa bolota felpuda realmente salvou a mim e meu sapato de serem esfolados, acredito que não há problema mimá-lo um pouco. -

>><<

Com as pendências resolvidas eu iria até o cavalheiro sentado com o jornal em mãos, "atropelando" quem estivesse na frente, seja na hora de tomar a frente ou interrompendo a fala. - Com vossa licença senhor, chamo-me Karelina Lawford, e desejo chegar até uma ilha chamada Tuntz Tuntz. - Ao me apresentar iria manter a postura ereta com o rosto erguido, e falaria harmoniosamente controlando a tonalidade para soar educamente, então faria uma respeitosa reverência inclinando-me para frente. - Mas antes, eu poderia fazer uso de um chuveiro? Perdôe-me a inconveniência, mas acredito que somente assim poderia-mos ter um diálogo satisfatório, e se possível gostaria de pedir por roupas limpas, acredito que as minhas não estão adequadas para convívio social após um incidente com peixes durante a travessia daquela montanha. - Eu admito que não é a melhor maneira de se apresentar para alguém, na verdade é extremamente indelicado perguntar pelo banheiro, e ainda pedir por roupas, mas o que minha pessoa poderia fazer? Provavelmente o nariz dele cairia do rosto se ficasse mais de alguns minutos respirando deste odor putrido, e realmente acredito que após estar devidamente banhada, minhas chances de conquistar a boa vontade desse sujeito aumentam significativamente.

E assim eu iria alegremente banhar-me, se claro o tal senhor de idade permitisse, e creio que não haveria problemas em usar as roupas oferecidas por ele, se é que ele irá me oferecer algo para vestir, mas desde que não sejam apenas trapos, acredito ser melhor do que vestir algo capaz de ser utilizado como arma química devido ao péssimo cheiro. E se ele me cedesse nada para vestir, eu teria de escolher o conjunto de roupas menos podre, isso se minhas narinas tão preciosas não tiverem morrido durante tanto tempo em contato com tal odor.


Histórico:
 
Objetivos:
 


Última edição por Licia em Qua 27 Maio 2020, 16:41, editado 1 vez(es) (Razão : Adicionei a imagem ao post, apenas para fins acadêmicos e melhor ilustrar a cena. :wing:)
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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 10 EmptyQua 27 Maio 2020, 10:39




- Comporte-se por favor Senhorita. - Kare que rebolava o quadril encaixando-se mais em Vick era repreendida pela empregada que apertava ainda mais seu "abraço" para impedir que a morena rebolasse, mas isso fazia apenas com que Kare desse um pulinho encaixando-se mais enquanto lançava um gemido prazeroso ao ar.  

>><<

A força motriz capaz de mover aquela jovem a limites muito acima daqueles anteriormente alcançados por ela…. Está força se chamava: Necessidade de permanecer limpa em uma chuva de entranhas de peixe.

E então naquele momento acontecia algo, algo que a tempos não era visto…. Sem nem notar a jovem talvez estivesse se sentindo um tantinho orgulhosa da façanha que havia desempenhado naquela hora, um tantinho admirada com suas capacidades atuais, o que era um sabor que a algum tempo havia esquecido. Cansada, ofegante e com a pele brilhante pela umidade ela se mantinha agora necessitada do apoio de sua lança enquanto forçava seu quadril contra Vick . O capitão que se erguia agora olhava para a cena com uma sobrancelha erguida sem entender direito o que estava acontecendo… Na cabeça dele havia uma pergunta um tanto desconexa… Será que aquela morena de semblante sério era na verdade um homem? Dada a cara de prazer que a jovem Kare estava fazendo…


>><<

- Pokyun Pokyun pokyun ??? - Poky inclinava a cabeça enquanto ouvia Kare falar e desviar o olhar o ignorando… Ele parecia não entender qual era o motivo da sua audácia, pois ele era indubitavelmente muito corajoso e com toda a certeza um magnífico herói… É isso que heróis fazem não é? Aparecem apenas quando são absolutamente necessários… POKYUN POKYUN!!! - Ele começava a concordar e estufava o peito quando percebeu que Kare finalmente estava entendendo a história do seu ponto de vista e quando finalmente percebeu que seria recompensado ele pulou e escalou o suporte do timão ficando logo à frente do capitão da embarcação dando ali um grito de guerra e apontando para o farol. - POKYUNNNNNNNN!!! …. - Pra onde você acha que estamos indo?


>><<

O navio aportou bem próximo ao farol, que estava agora a sua esquerda. Já a direita em uma vasta área rochosa pessoas começavam a certa distância  se agrupar encarando o navio. A prancha era colocada e o capitão da embarcação descia quase sendo atropelado por Kare que ia logo atrás.

- Sou o Capitão "Com vossa licença Senhor"... - De fragata Backman… "chamo-me Karelina Lawford… " - Da tropa de Exploração de Lvneel…. - Ele e Kare se acotovelavam em busca de serem os primeiros a falar com Karthus…. O velho que sequer os olhava e agora tinha sua visão voltada para o mar. - A Marinha exige que nos entregue um Log Pose. "Tuntz Tuntz"

…. Karthus não os dera bola, jogou seu jornal para o lado e começou a caminhar dando-lhes as costas. - Velho maldito. - O capitão falou baixinho de modo que apenas Kare o ouvirá.

Karthus seguia até uma grande Balestra fixada ao lado do farol e assim que chegou a virou apertando o gatilho e dando as costas a mesma, Kare e o capitão viam o arpão lançado voando em direção ao nada. O velho caminhava em direção ao rolo de corda no chão que se desenrolava enquanto o arpão voava e assim que o velho se abaixou um Marlin gigante pulou para fora d'água entrando na frente do arpão que atravessava seu corpo… O peixe sequer teve tempo de cair na água, pois nesse mesmo momento Karthus puxava a corda o que trazia o peixe gigante de modo surreal a terra atirando-o contra o grupo de pessoas  que estava se acumulando a quase 100m dali.

Só depois disso o velho calmamente voltava andando em direção a dupla, mas olhando para o navio. O capitão ao lado de Kare engolia um pouco em seco ao ver com que facilidade o velho gorducho havia se livrado de um daqueles peixes gigantes. - Tropa de exploração hã? - Seus olhos observavam o navio, os homens cobertos de vísceras de peixes sendo limpos com panos para poderem receber cuidados médicos nos ferimentos que os peixes os haviam causado, o próprio capitão tinha um pequeno corte no supercílio que sangrava.

Então seus olhos se viraram para a dupla a sua frente que havia feito uma cacofonia cada um dando prioridade para pedir algo. - Vocês dois até que não estão mal. - Continuou como se não houvesse ouvido nada do pedido deles. - Tuntz Tuntz fica em algum lugar desse mar. - Ele deu um sorriso mostrando os dentes. - Mas em nenhum que eu tenha obrigação de lhe dizer mocinha, não de graça ao menos. E quanto a exigir? - - HAHAHAAHA, FOI ERRO MEU, ERRO MEU. EU QUERIA DIZER SE O SENHOR KARTHUS TERIA A BONDADE DE NOS AUXILIAR.

- Entendo…. Bem eu estava um pouco entediado mesmo. - Mas antes que ele tivesse a chance de continuar Kare voltava a interrompê-lo pedindo por um chuveiro e roupas limpas o que fez o velho Karthus parar de falar olhando-a surpresa… - Porque não? HAHAHAHAHAHAHA, Pode usar o chuveiro da minha casa garota…. Acho que tenho uma muda de roupas que pode lhe servir.


>><<

Quando Kare terminasse o banho, a única roupa em toda a casa que encontraria era um tipo de uniforme sexy de (A sua escolha, pode especificar do que o uniforme sexy é: Empregada? School Girl?, Comissária? Outro?). A roupa erotizada era a única peça que havia sido deixada a sua vista.

>><<

- Hnmmm. Certo, Certo. Ficou ótimo em você. - Karthus acenou em concordância enquanto isso o capitão da embarcação e muito outros soldados acabavam por ficar um tanto quanto vermelhos.

- Então, como eu estava dizendo…. Vocês estão vendo aqueles? Esses são as crianças do Farol. - Karthus apontava para o grupo de pessoas que agora estava limpando o Marlin gigante. - São aqueles que tentaram a travessia e falharam, ou que perderam suas embarcações para mim. E o jogo vai ser o seguinte, eu vou escolher um representante deles para lutar com vocês, se vocês vencerem eu entrego o Log. - Ele tirava o mesmo do bolso. - Se perderem seu navio é meu e vocês poderão se instalar em uma das cavernas esperando a sua vez de tentar conseguir um novo navio. - Um sorriso cruel surgia no rosto do velho. O capitão começava a protestar, mas logo era calado quando Karthus ao pressionar um pouco seu pé no chão fazia o chão quebrar enviando rachaduras na direção do capitão. - Isso não era uma proposta, só estava dizendo como as coisas são. Alias, quem vai lutar é essa mocinha. Você se chama Karelina certo? Caçadora de Recompensas? Creio ter lido sobre você no jornal, achei a matéria um pouco exagerada, mas começo a entender o motivo. Se você vencer lhe darei um extra. - ele provavelmente falava sobre informações de Tuntz Tuntz.

>><<

Alguns minutos depois um sujeito se apresentava como oponente, seu nome era Dom Guy. Ele era baixo meio gorducho e tinha um nariz pontiagudo grande e curvado de coloração avermelhada.

- KuaKuaKuaKuaKuaKuaKua. Essa é minha GRANNNNNDEEEEEEE chance. VAMOS HOMENS, VAMOS VOLTAR A VELEJAR E EU ME TORNAREI O REI DOS PIRATAS. - Sua tripulação seguia atrás de si enquanto ele ia mais a frente para seu confronto contra Kare. - As regras são simples. Vale tudo, o vencedor fica com tudo. Comecem.

(Não precisa de apresentação, já pode fazer os casos de luta.)





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Última edição por GM.Furry em Qua 27 Maio 2020, 10:41, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 10 EmptyQua 27 Maio 2020, 16:24


Como se eu fosse me importar com as exigências alheias, com a notícia de que eu poderia banhar-me apenas sorri agradecida. - Obrigada pela gentileza. - E assim fui até o banheiro da casa dele, ao menos não deve ser tão nocivo quanto o banheiro do navio. "Nesses momentos fico feliz pela apressadinha não estar aqui, teria sido irritante mantê-la a salvo durante o percurso daquela montanha." Ainda no banho teria tirado alguns minutos para pensar com calma nos acontecimentos recentes. "E por que papai desejou que a apressadinha ficasse mais tempo na residência…" Então faria um semblante sério de desconfiança, observando fixamente o nada. "Só espero que ela não planeje roubá-lo de mim. Hunpf! - Imaginar que a apressadinha pudesse roubar a atenção do Sr. Stuart para si, de fato não me agradava, mas não é como se eu pudesse fazer algo quanto a isso, então apenas deixei cair em esquecimento como a água que desliza por minhas curvas.

- O que é isso? Parece um uniforme militar, mas nunca ouvi falar de alguma organização chamada "Police". - Segurando o que parece ser o topo da vestimenta na ponta dos dedos de ambas as mãos, e estendendo na frente do rosto, olharia um pouco curiosa e confusa paraa ele. Uma camisa minúscula azul clara de botão toda aberta na frente com um sutiã preto, uma mini gravata que mal chega na metade dos seios, uma mini saia plissada azul clara, botas de cano longo marrons bem escuras, um par de luvinhas pretas, e por último um quepe com o emblema dourado escrito “Police”, sem mencionar que ficou um tanto apertado em mim, acredito que qualquer brisa deixaria a polpa de meu bumbum visível, e esse decote enorme exibindo boa parte de meus seios fartos e firmes. "Nada mal." Me olharia no espelho ajeitando o quepe no topo da cabeça, enquanto sorrio confiante por estar satisfeita com uma visão tão prazerosa de se apreciar. "Estranhamente me sinto atiçada a prender rufiões em algemas de pelúcia."

E retornando ao farol acredito que as roupas haviam ficado realmente bem em mim, quer dizer todos aqueles olhares me desejando, apenas fizeram com que eu me sentisse mais convencida. "Como posso culpá-los por serem incapazes de resistirem a mais pura perfeição?" E tendo um pensamento TÃO generoso cheio de compreensão por minha parte, eu iria agracia-los com o oportunidade de me elogiarem. - Vocês não acham que ficou muito justo ou apertado? - Diria fingindo estar receosa e confusa sobre o "uniforme" ser ou não adequado, enquanto seguro na aba do quepe com a ponta dos dedos, e jogo o quadril pro lado apoiando minha outra mão sobre ele.

Depois de me divertir um pouco com a idolatria dos fãs, eu escutava sobre as exigências do Sr. Farol, até mesmo me senti minimamente comovida pelo capitão que antes fazia exigências, agora abaixava a cabeça e aceitava tudo como um cãozinho obediente. - Pff! - Rapidamente cobrindo a boca com o canto da mão e virando rosto para lado iria tentar disfarçar a risada sarcástica, fazendo parecer que estava a tossir. [color=#ff0099]"Digno de vossa mediocridade." Porém em relação ao velho muito pesado rachador de chão com apenas uma pisada, eu me sentiria realmente incomodada com os termos, por conseguir compreender perfeitamente o problema dele, então de braços cruzados eu fitá-lo-ia com um ar de de insatisfação demonstrando chateamento - Os jornalistas são todos sensacionalistas e exageram com tudo, mas indo ao ponto de interesse, não acho que minha pessoa esteja bem humorada para uma performance. - Dizendo de forma que poderia ser vista como uma garota mimada que se maqueia a base de esnobismo. - Não interprete-me erroneamente. - Iria estender a palma da mão na direção do Sr. Farol, se ele entendesse errado meu ponto de vista. - Eu quis dizer que o farol perderá um de seus filhos muito rapidamente devido ao péssimo humor que me encontro, vossa pessoa não teria tempo de contemplar-me prazerosamente pois essa apresentação acabará com extrema rapidez. - Agora sim comentando com a voz mais entristecida, me sensibilizando pelo fato do Sr. Farol não ter o privilégio de admirar um espetáculo meu.

E se o capitão do navio demonstrasse estar duvidoso a respeito de ser minha pessoa a lidar com o desafio do Sr. Farol, eu apoiando a lança no ombro segurando na haste com uma mão, e repousando a mão livre no quadril (assim, +ou-) iria sorrir de maneira maliciosa. - Não se preocupe capitão, a Oficial Lawford cuidará do caso. - Dizendo de forma mais autoritária, como se fosse uma militar. E assim jogaria o cabelo para o lado movendo o pescoço, e desfilaria na direção do bandido, esbanjando confiança ao "marchar". "Não é uma personagem desagradável de se interpretar." Tendo um pensamento mais divertido durante essa brincadeira de ser policial, uma lástima para meus "colegas de profissão" que não teriam minha companhia a longo prazo, devido a grande dificuldade que tenho em respeitar hierarquias.

>><<

Tendo pego a lança e as tornozeleiras… "Colocá-las por cima das botas, não acho que caberia, e definitivamente desarmoniza com o look, tudo bem, é apenas provisório." Deixando as caneleiras de lado por um motivo totalmente funcional (só que não). Estaria pronta pro combate (keep calm e deixa de recalque), e por causa de meu humor não estar dos melhores eu não pretendendo prolongar o show.

Já começando os preparativos girando a extremidade próximo a base da haste da lança com o punho direito perto do quadril, e balançando o quadril num ritmo sinuoso iria aumentar a velocidade de rotação gradativamente. - O tempo está tão pacífico hoje, dizem que esse é o epílogo das tempestades, um pirata que por infortúnio do destino perde seu navio, e acaba preso diante o furacão de uma policial. - De maneira um poética haveria acabado dizer o desfecho de minha cena.

Então repentinamente avançaria contra o autoproclamado futuro rei dos piratas, minha única preocupação inicial seria receber projéteis, estes eu evitaria observando atentamente o local para onde ele estivesse mirando, e assim iria antecipar a esquiva, movendo meu corpo lateralmente para sair da trajetória das munições sem intenção de perder velocidade. Uma vez que o meliante estivesse no alcance de minha arma, iria alvejá-lo com uma saraivada sinuosa de estocadas. (Ouragan Sinueux:). Durante a execução da técnica creio que não precisaria me preocupar com contra-ataques afinal a barragem rápida de golpes poderia cobrir algumas aberturas enquanto ataco em locais mais desprotegidos do pirata. A menos que o pirata suportasse as estocadas sem demonstrar sofrer prejuízos e pudesse iniciar um golpe “pesado” talvez de uma clava ou machado enquanto sofre a técnica, neste caso eu me veria obrigada a recuar alguns passos para trás interrompendo a rajada de estocadas antes do clímax. - Que arruaceiro persistente. - Comentando desgostosa por ele ter suportado minha tempestade.

Dando continuidade a apresentação, se as cortinas ainda estivessem abertas, e diferente de meu habitual iria avançar em outro ataque (sem tempo para brincadeiras hoje rapazes), mantendo a mão esquerda mais próximo da lâmina e a direita atrás avançaria, com a lança ao lado direito do corpo, mirando uma estocada na coxa esquerda do meliante, mas antes de acertá-lo eu faria um rápido e curto salto, erguendo a base da lança a fim de acertar com o cabo no rosto do pirata, enquanto realizo giro um completo da direita pra esquerda. Ainda no ar iria soltar a mão esquerda do cabo, e apoiar a lança na cintura, mantendo-a firme com o braço e mão direitos, em seguida iria estocá-lo arremessando o braço para frente em alta velocidade, desta mirando acertar o meio de seu peitoral.

No mais eu manteria a tática de tentar prever a trajetória dos possíveis projéteis observando a “mira” da possível arma, e assim poder esquivar deles com mais facilidade. Agora se fosse um lutador de curto alcance, neste caso eu iria bloquear os ataques, batendo com a lança em ângulos perpendiculares ao ataque, (Ex: Se o ataque for horizontal eu acertaria na vertical), para assim desviar o golpe para longe de meu corpo escultural. Mas se ele tentasse agarrar o prender minha lança, com as mãos ou um chicote talvez, de início eu iria fingir resistir puxando a lança para trás, apenas para depois empurra-la na direção do criminoso, e assim poder usar o próprio esforço dele para realizar o golpe perfurante. Eu realmente não estou disposta a dançar com alguém no momento, então esses seriam meus planos para poder ficar próxima do pirata, evitando propositalmente esquivar e acabar me afastando, o que poderia acabar prolongando essa luta chata.

Se durante os bloqueios (ou esquiva das munições) eu conseguisse alguma brecha para atacar o goblin de nariz vermelho, eu prontamente o faria, mirando-o com uma perfuração rápida, deixando a lança deslizar por meus dedos como se fosse um arpão, e se o acertasse eu iria firmar minha arma nas mãos e torcê-la,então a moveria na direção da cabeça do bola de canhão, tendo intenção de cortá-lo profundamente.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 10 EmptyQua 27 Maio 2020, 18:14




Para tristeza geral da nação… Não havia algemas de Pelúcia junto ao uniforme, mas para alegria de todos… Estava ventando do lado de fora e a pequena saia do conjunto mantinha-se completamente esvoaçante.


Parada a frente ao público de forma perfeitamente arranjada ao vento em uma fabulosa pose a jovem morena questionava seus admiradores enquanto era ''ovacionada'' com dezenas de frases como: " Não, que isso, está perfeito", "Magnífico", "Talvez se abrisse mais um botão", entre outros pedidos como: "Hnmmm, não sei… Da uma voltinha" e isso se seguiu até que o capitão deles se irritasse. - EU TENHO CERTEZA QUE O CONVÉS NÃO VAI SE LIMPAR SOZINHO, ENTÃO SE JÁ TERMINARAM DE RECEBER O TRATAMENTO VOLTEM AO TRABALHO. .... - Bando de desocupados. - Todavia enquanto gritava todas essas frases os olhos do capitão não desgrudava das polpas amostra de Kare e por nenhum instante olhou para seus homens… Bem… Karthus fazia o mesmo e quem poderia culpá-los, naquela situação eu estaria fazendo o mesmo.  

- Entendo…. Hnnmmm, mas terá de fazer ainda assim e sobre contemplar… HunnHunn. - ele limpou a garganta. - Creio que posso fazer isso durante um jantar? - Ele tirou o chapéu que vestia e passou a mão nos cabelos empurrando-os para trás. - No qual poderei lhe dar mais algumas respostas as suas dúvidas. - Ofertou.

Enquanto Kare passava próxima ao capitão o mesmo lhe fazia um comentário. - Não sei o quão boa você acha que é, mas fique sabendo que perder não é uma opção. - O..O..Oficial? - O homem ficava gaguejando enquanto Kare já lhe dava as costas avançando.

>><<

- Pega ela capitão. - Acaba com ela capitão - Faça picadinho dela capitão. - Tomará que você morra capitão. - Case comigo capitão - Falavam todos juntos os figurantes atrás do pirata risonho.

>><<

- …. - …. - ….. - ….. - ….

Talvez ela estivesse realmente certa ao falar sobre tempestades… O pobre pirata não havia perdido… Ele havia sido destruído ao ponto de não ter sequer tempo de cair no chão antes de ser novamente acertado por outro ataque vindo de Kare, outro, outro e mais outro. Toda a frustração, raiva e stress acumulado da viagem foram pouco a pouco descarregados sobre aquele homem em um ato irracional de completa fúria.


- …. - …. - ….. - ….. - ….

A tormenta parecia não ter seu fim, por algum tempo os únicos barulhos ouvidos eram os gemidos dolorosos do ''Futuro Rei dos Piratas'' e o som do silêncio mortificado dos seus companheiros e também do Capitão de Fragata de Lvneel.

>><<

- AGUENTE FIRME CAPITÃO. - NÃO MORRA CAPITÃO - FIQUE COM A GENTE CAPITÃO. - EU ESTAVA CERTO. - SOU MUITO JOVEM PARA SER VIÚVA CAPITÃO


- HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA. - Karthus de sua posição enxugava as lágrimas dos olhos divertido com a cena do massacre daquele pobre pirata. - AHHH, ISSO FOI REVIGORANTE. - Eu já não aguentava mais ouvir as bravatas dele.

Os tripulantes daquele pirata o erguiam do chão sobre suas cabeças e iam embora correndo enquanto gritavam cada uma alguma coisa diferente sobre pedidos por um médico, embora entre eles houvesse um grito pedindo um caixão.

- Aqui "capitão". - Karthus jogava na direção do capitão da embarcação o Log Pose. - Tome cuidado com isso, só lhe darei esse e bem. - Karthus olhava na direção dos outros ''filhos do farol''. - É mais fácil pegá-lo de você do que de mim. - As ''crianças'' já começavam a olhar na direção do capitão com olhos de lobos famintos.

- Então mocinha. Você pode ficar na minha casa enquanto consertam o navio. - Ofereceu.

Quantidade aleatória (1,7) :
2



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 10 EmptyQui 28 Maio 2020, 08:00


Um convite para jantar não era o que eu esperava vindo de alguém que até pouco estava sentado casualmente lendo seu jornal em frente um farol, mas de qualquer maneira provavelmente a comida deve ser melhor do que a de um navio de exploradores. - Um jantar? Pois bem, não vejo razões para negar. - Com um sorriso meio de canto de boca, iria virar o rosto querendo não parecer ansiosa, mas mesmo tempo iria fitá-lo com o canto dos olhos demonstrando algum interesse.

- Não valeu o gasto da sola destas botas. - Bufando tediosamente iria lentamente revirar os olhos me sentindo muito desmotivada por esta performance insignificante. - O que? - Virando meu rosto na direção do Sr. Farol confesso que me senti surpreendida pela reação eufórica, quer dizer achei que ele estaria igualmente entediado assim como minha pessoa, mas ele ficou feliz, de sobrancelhas erguidas e de boca levemente aberta o fitei por alguns instantes estando um pouco confusa até parar com o devaneio. - Hunpf… - Sem que eu pudesse controlar me vi sorrindo sinceramente lisonjeada apesar estar igualmente orgulhosa. "Nem de muitíssimo longe a platéia com apenas uma pessoa seria o mínimo para alguém como eu, mas como poderia eu não retribuí-lo após tal demonstração de idolatria. - Então agora mantendo um sorriso gentil nos lábios iria prestar meus agradecimentos ao público. Com a perna direita pouco a frente do corpo, e a esquerda mais recuada tocando apenas a ponta do pé no chão, iria girar os pé direito "para fora" enquanto abaixo-me dobrando os joelhos também "para fora", mantendo a coluna ereta até terminar de dobrar os joelhos, então iria inclinar o tronco para frente mas manteria meus olhos levantados na direção do Sr. Farol estando a reconhecê-lo como digno de ser meu público, ao mesmo tempo iria abrir os braços graciosamente como se estivesse a puxar um longo vestido, demonstrando toda majestosidade de meu ser ao agradecer a platéia. "Francamente, como eu poderia imaginar que somente um fã poderia ser capaz de melhorar um pouco de meu humor."

Tendo terminado de saudar meu fã, iria retornar até onde ele e o capitão estão, e inicialmente apenas iria ignorar os detalhes envolvendo terceiros. - Sou muitíssimo grata pela gentileza. - Dizendo sorridente sendo sincera ao expressar a alegria, afinal eu poderia ter uma melhor noite de sono, e não precisaria escutar a poluição sonora dos exploradores consertando e limpando o navio. - Porém… - Pausa dramática pra fazer charminho, enquanto enrola o cabelo nos dedos fingindo estar pensando seriamente no assunto. - Uma amiga também está viajando comigo, não creio que seria uma boa idéia deixá-la sozinha naquele navio repleto de brutamontes, se vossa pessoa pudesse nos oferecer um quarto. - Diria fingindo ser uma boa moça preocupada com a amiga, o que não deixa de ser verdade, mas também seria uma maneira de me certificar que haveria ao menos um quarto disponível para mim. - E também tem o Poky. - Aponta para a doninha se ela estivesse por perto. - Ele não ocupa muito espaço, e não costuma fazer baderna. - Eu não faria muita propaganda da bolota de pelos, afinal ele tem seu próprio, e é fácil de gostar desse viciado em frutinhas, ao menos assim espero…

Se o Sr. Farol tivesse concordado a aceitar Vick e Poky, além dessa que vos fala é claro, eu não teria problema algum em recolher os pertences no navio e levá-los até o meu quarto provisório na residência do Sr. Farol, avisando também para Vick e para a doninha que teríamos um quarto novo para dormir. Mas caso contrário ele teria a infelicidade de não desfrutar de minha companhia em um jantar, pois eu daria preferência por dormir no navio, ao menos lá ainda há esperanças de que eu possa dormir dividindo o quarto apenas com Vick.

Com a aceitação do Sr. Farol, no navio eu não iria resistir a atiçar o capitão, lembrando de sua reação ao lidar com a "Oficial Lawford" e então iria pregar um travessura nele, me aproximando sorrateiramente pelas costas, até estar a menos de um passo de distância, e com a postura ereta, olhar semicerrado, ombros abertos e rígidos, iria inspirar fundo. - Capitão! - Dizendo com a voz elevada, num tom autoritário e um pouco enraivecido, querendo não somente assustá-lo mas também arrancar uma continência por reflexo talvez, devido à maneira militar "superior" que o tratei. - O log pose. - Com o semblante rígido e totalmente sério não iria desgrudar meus olhos alaranjados dos dele, como se estivesse observando as profundezas mais íntimas de seu espírito, então iria estender a mão com a palma voltada para cima, dando a entender que ele deveria me entregar o log pose. Se ele ficasse receoso nesse primeiro contato eu me veria obrigada a ser mais incisiva. - Por acaso planeja desacatar a ordem direta de uma oficial? - Agora com a tonalidade mais perversa na voz, mas ainda mantendo o autoritarismo ao falar, e a mão antes aberta iria até o colarinho, os dedos seriam cravados e o capitão seria puxado para mais próximo de mim, enquanto sinto um prazer sádico percorrer-me rapidamente.

Agora se ele eventualmente me entregasse o log eu demonstraria minha satisfação com uma compensação deveras generosa. - Excelente. - Enchendo boca para falar com muita apreciação pelo bom comportamento o encarando como se ele não tivesse feito nada além da obrigação, então iria "ajustar" o uniforme nos ombros e na gola, com um aperto firme e sendo mais bruta ao fazer. - Adoro quando meus homens são obedientes e disciplinados, continue assim e talvez eu o convoque para uma avaliação física. - Diria agora com mais perversão na voz, mas sem perder totalmente a entonação rígida. E antes de prosseguir com minha inocente brincadeira eu iria puxá-lo com força para mim, de preferência pela gravata após apertá-la um pouco demais, e sendo necessário o abaixaria para me impor ficando "mais alta". - No meu quarto. - Agora falaria com a voz bastante perversa, num sussurro quente, antes de tomar o Log Pose de sua mão e novamente jogar o cabelo para o lado marchando imponente, deixando-o ter o luxo de admirar minhas costas mais uma vez. E se após me entregar o Log Pose ele me perguntasse o motivo, iria encará-lo irritadamente com o semblante fechado em desaprovação. - Não devo satisfações para um subordinado. - Dizendo ainda no papel da Oficial Lawford bufando com o nariz empinado em sinal de reprovação.

E não que eu saiba o que é um Log Pose, e muito menos a funcionalidade, apenas ouvi o Sr. Capitão exigindo algo com esse nome, e depois o Sr. Farol jogou aquela coisa na mão do Sr. Capitão, mas ele não precisa saber que eu não sei, pois assim perderia a presença forte e confiante da personagem.

Porém se o Sr. Capitão tivesse uma reação muito adversa para com meu joguete, eu apenas me limitaria a suspirar entediada. - Você é tão sem graça. - Reclamando enquanto inflo uma bochecha. - O Sr. Farol me ofereceu um quarto em sua residência, e considerando a forma que os filhotes dessa ilha olharam para essa coisa na sua mão, acredito que estaria mais protegido comigo enquanto estou hospedada por lá, sem mencionar que eles não saberiam que o log pose estará comigo. - Dizendo bem normalmente, chegando a dar quase sono, infelizmente para o Sr. Capitão que não terá mais da Oficial Lawford para lhe dar ordens. Se ainda sim ele não quisesse me entregar esse troço, eu apenas daria de ombros e seguiria com a vida.

Agora se eu tivesse conseguido brincar bastante com o Sr. Capitão, e os demais marujos ficassem enciumados com ele me monopolizando, obviamente que eu não poderia ser tão egoísta em deixá-los sem um pouco da Oficial mais atraente e mandona da embarcação. - Quem lhes deu permissão para interromperem o serviço!? - Projetaria minha voz ditatorial para que quem estivesse no convés me escutasse perfeitamente. - Se desejam que eu volte a pisar neste barco novamente é melhor deixarem o convés reluzente como um espelho. FUI CLARA!!? - Diria com ainda mais rigor na voz, e chegando a gritar com rigidez esperando por uma resposta a altura, imaginando que o fato de eu voltar para o navio também possa estimulá-los. E se de fato eles me obedecessem eu precisaria segurar bastante o riso para estragar a personagem. "Estou começando a gostar disso."

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- Eu posso pegar algumas frutas? - Perguntaria para o Sr. Farol após ter ficado por algum tempo na residência, e o motivo, bom, a bolinha de pelos obviamente, não seria o prometido pelo salvamento heróico, mas eu daria algumas delas diretamente na boca da doninha, e iria afagar atrás das orelhinhas. - Eu não me esqueci da sua recompensa, mas você terá de esperar, elas não vão aparecer como mágica. - Diria para Poky se caso ele parecesse protestar pedindo pelas uvas e amoras prometidas.

Para o jantar eu teria trajado o vestido preto, que eu nem me lembrava da existência, mas que me parece útil para uma ocasião mais formal com alguém de baixa classe. - Boa noite senhor, o que teremos para o jantar desta noite. - Dizendo de maneira muito educada e sucinta, então me sentaria à mesa portando-me como a digníssima dama que sou, sem poder deixar de imaginar se o Sr. Farol ficaria encabulado na minha presença. No início do jantar não iria direto aos assuntos importantes, iria permití-lo desfrutar de minha companhia com conversas corriqueiras se fosse de seu agrado. Mas não posso garantir que ficarei entretida e prestando atenção em tudo.

- Aquilo que chamam de Log Pose, o que seria? As pessoas daqui olharam para aquela bola de vidro como se fosse uma jóia ridiculamente preciosa. - Diria após acabarmos de comer, ou se caso ele tocasse no assunto, e agora sim acredito eu que estaria mais atenta para a conversa. E se eu estivesse em posse do tal Log Pose eu não o mostraria para o Sr. Farol e não teria problemas em dizer que estou o utilizando como forma de proteção. - E a respeito de Tuntz Tuntz, que tipo de ilha seria? Confesso que meu conhecimento a respeito da Grand Line mínimo. - Comentando enquanto me faço de uma leiga totalmente desamparada, para deixá-lo explicar-me enquanto se sente orgulhoso.

Conversar da Ilha e do Log, me traria um lampejo de algo que ocorreu mais cedo neste dia. "O Sr. Farol atirou o arpão ao vento, e o peixe pulou para ser fisgado… E ele não agiu como se fosse sorte." Esse meu devaneio seria bem nítido, pois eu iria aparentar estar incomodada com algo franzindo o cenho. - Ôh! Perdão pela inocência, eu fui tomada por um pensamento incômodo, acho que a bebida está muito forte para mim. - Comentaria um tanto sem graça, desconversando da falta de cortesia de minha parte. "Quem acreditaria em algo estúpido assim, eu provavelmente alucinei por causa da noite ruim de sono." Só espero que a bebida seja alcoólica para essa desculpa ter alguma relevância.

No mais eu não esperaria por atitudes cavalheirescas como puxar a cadeira para eu me sentar, ou ele se levantar quando eu estiver retirando-me do cômodo, mas se ele fizesse esses gestos, eu me sentiria mais disposta a agracia-lo com minha presença, mantendo os pulsos voltados para cima e os ombros abertos, enquanto eventualmente iria projetar o corpo para frente durante a conversa fingindo maior interesse, para que assim ele pudesse ter uma melhor visão meu pescoço e o que está logo abaixo.

- Com vossa licença. - Ao término do jantar iria me levantar com cuidado, e se houvesse guardanapos iria limpar a superfície dos lábios antes de retirar-me. E assim acredito que restaria apenas dormir, desejando boa noite para Vick, e deixando Poky se deitar ao meu lado.


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