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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 3 - Falência Abrasiva

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MensagemAssunto: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 7 EmptyTer 10 Mar 2020, 12:14

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação 3 - Falência Abrasiva

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçadora de recompensas Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 7 EmptySex 01 Maio 2020, 07:32


Rangi os dentes enquanto me retorcia abafando um gemido agonizante, enquanto algo cravando-se em mim ardendo como que se queimasse meu interior. "Pirata impertinente" Olhando por cima do ombro enxergaria parcialmente minha nova aquisição. "Nada mal, conseguiu deixar nossa dança mais desafiadora, mas receio que não seja o suficiente." Claro que eu poderia simplesmente arrancá-la, só precisaria suportar a dor e teria melhor mobilidade, mas ficar marcada permanentemente está fora de cogitação.

- Se pretende montar em mim sugiro que traga consigo uma escada, mas de qualquer maneira essa possibilidade não ocorrerá. - Não perderia a oportunidade de continuar a me divertir perturbando Kaleo, diria sendo bem simpática e até mesmo com o tom de voz amável, apenas mais enfatizar o deboche.

- O que!? Vossa pessoa disse algo? Peço perdão pela descortesia, mas talvez se você gritar eu poderia escutá-lo aí de baixo. - Responderia a respeito de jogar minhas armas ao mar, me fazendo falhamente de desentendida somente para deixar minha provação muitíssimo clara.

Depois encerrarmos momentaneamente as trocas de cortesias retornaria ao nosso dueto, neste momento manteria minha performance mais furtiva, movendo-me pouco sobre as pontas dos pés, mesmo tendo certeza que a madeira vai ranger normalmente, seria minha maneira de não levantar suspeitas para a nova ideia que tive, desta vez seguiria na direção onde a cortina de fumaça aparente estar menos concentrada, ou uma parte onde não enxergasse mais as sombras dos mastros ou qualquer outra construção do navio que algo pudesse ocultar-se, então manter-me-ia focada em identificar a pequena silhueta do animal (Não, não estou me referindo ao Kaleo), e quando o encontrasse avançaria de imediato em sua direção, pronta para chutá-lo com o peito do pé, tendo intenção de atirá-lo para longe, porém deslocaria meu pé propositalmente para a direita durante o chute, mesmo que não o acerte em cheio isso o ele seria induzido a esquivar-se para a esquerda, e se assim fosse fosse feito minha pessoa iria girar em torno do pé esquerdo enquanto gira todo o corpo rapidamente da direita para a esquerda, então iria "rebater" o animalzinho inconveniente com a haste de lança, assim poderia não mover tanto as costas do ombro lesionado e também o afastaria.

Se caso consiga acertar esse animalzinho esguio minha pessoa sentiria que o essa apresentação ficaria mais uma vez terrivelmente desbalanceada Kaleo. "Agora mostre-me como é ficar cego dentro dessa névoa." Se minha teoria estiver correta esse bicho que apareceu oportunamente dentro de um navio pirata estaria me farejando e mandando algum tipo de sinal, provavelmente sonoro para o capitão. "Mas francamente, depender de algo tão frágil, porque sempre acabo superestimando as pessoas?" Também não posso negar meu descontentamento, eu havia imaginado que o capitão deste navio fosse minimamente habilidoso para me localizar e atacar precisamente no meio de toda a fumaça, mas depender um animal delicado e adorável o suficiente para não me fazer cortá-lo em dois… É engenhoso tudo bem, minha pessoa admite, mas esperava mais do capitão pirata.

Se Kaleo demonstrasse ter algum vínculo emocional com o bichinho, e ficasse visivelmente triste ou irritado por eu ter acertado seu mascote, claro que iria usar dessa abertura para importunar a mente do animalzinho indefeso (Agora sim estou me referindo ao capitão pirata). - Não se preocupe lenhador de bonsai, acredito que essa coisa desafortunada ainda esteja viva, mas talvez alguma lesão interna o faça falecer, aconselho vossa pessoa a apressar-se, caso contrário… - Terminaria a frase em aberto soltando uma risada irritante de puro deboche, me referindo ao mascote fofo de maneira pejorativa para deixá-lo ainda mais bravo com minha falsa falta de compaixão.

>><<

Independente do resultado até aqui minha pessoa iria alterar o ritmo da performance, faria um escandaloso sapateado enquanto me desloco um pouco para direções variadas e assim revelaria minha posição, então prestaria atenção aos arredores para qualquer sinal das adagas, com ou sem adagas voadoras não ficaria mais do que alguns segundos sapateando no mesmo lugar, pois tomaria impulso com os joelhos e saltaria velozmente pelo navio a fim de gerar diversas fontes de som, mas não seguiria um padrão pois assim ficaria mais imprevisível para onde minha pessoa iria, só tomaria cuidado mesmo para não saltar de encontro uma parede ou os mastros, e se durante essa parte da coreografia eu acabe passando próximo das cordas ou redes aproveitaria para cortá-las.

- Está muito rápido para vossa pessoa Sr. Pernas de serpente? - Continuaria com nossa troca saudável de elogios, e iria acelerar ainda mais o ritmo da dança, o convidando para tentar acompanhar-me, e durante esse jogo aguardar-ia pelo momento em que o capitão pirata se expusesse para atacar, este seria o momento em que minha pessoa revidaria, indo subitamente de encontro a Kaleo, pronta para estocá-lo, mas não colocaria os braços na frente do corpo, e sim tentaria aproximar-me ao máximo, e durante o golpe iria direcionar a lança na diagonal para a esquerda querendo acertar a cabeça dele, mesmo que ele não desvie para esse lado, pois quero reaproveitar a idéia que tive lidando com o mascote, e nesse caso seria para induzir o capitão a esquivar-se abaixando para a direita, e se assim fosse feito, ele encontraria minha caneleira direita que o acertaria lateralmente, em um belo chute horizontal enaltecido pelo rebolar do quadril junto da rotação corpórea. "Ter somente uma direção para executar esses lados é um fator limitante que não me agrada, talvez eu deva… Em outro momento resolvo esse empecilho."

Meu próximo passo não seria muito diferente do que fiz até agora, novamente teria de esperar por uma oportunidade de perseguir o capitão, e quando tal situação surgisse iria prontamente avançar em sua direção como se quisesse estocá-lo igual fiz até agora, mas já imaginando que ele irá desviar, não o atacaria apenas aproximar-me-ia o suficiente para fazê-lo fugir enquanto mantenho os joelhos flexionados para tensionar as pernas, então esperaria até que Kaelo esquive-se, para que que eu salte contra ele, e assim iria perfurá-lo, usando principalmente o impulso do pulo e o peso do corpo para golpeá-lo, mantendo a empunhadura firme na lança. - Fisguei você camarãozinho. - Diria serelepe com um tom ligeiramente irritante se caso o acertasse agora.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 7 EmptySex 01 Maio 2020, 18:26




As duas batalhas continuavam, ou talvez deva dizer três? Kare que lutava contra Kaleo, Vick contra os piratas e aquela última batalha que talvez não estivesse sendo percebida, a de impropérios.

>><<

- EU DISSE PRA…. VÁ PRO INFERNO.   - Pego desprevenido ele começava a falar mais alto até perceber que estava sendo zoado pela morena. - Se prefere morrer lentamente então assim será.

Assim, depois de algumas cortesias bem trocadas, eles retomavam o seu combate artístico onde Kare era ocultada pelas cortinas de Kaleo. Mas neste momento já havia percebido parte do truque de seu oponente, agora que havia visto a pequena criaturinha tinha apenas que se livrar dela para tornar o embate menos divertido.

O local onde estava era no mínimo o mais livre do navio e também o que havia apresentado até então a menor quantidade de rangidos. Logo a morena deu preferência a se manter por ali mesmo e atrair o pequeno animalzinho, novamente não estamos nos referindo a Kaleo e sim a doninha, para uma emboscada.

Ainda na ponta dos pés moveu-se sabendo que provavelmente seria seguida pelo animalzinho que certamente a estava rastreando para seu dono. Alguns passos foram possíveis de serem realizados sem ruídos, já que naquela parte não eram todas as tábuas que estavam desempregadas e como dito anteriormente a fumaça naquele ponto começava a rarear e logo os contornos estavam pouco a pouco tornando-se mais visíveis.

Não demorou muito para perceber o roedor que movia-se com pequenos e fofos saltinhos a perseguindo e sempre tentando chegar a suas costas o que lhe obrigou a se virar em um chute circular para golpea-lo.

- Peguei você. - No momento em que Kare acertava um chute no pequeno animal enviando-o contra a base do canhão Kaleo pulava sobre ela portava uma adaga em cada mão e chegava por suas costas vindo do ar, não foi rápido o suficiente para proteger seu companheiro, mas também não estava atrasado ao ponto de perder o nobre sacrifício do bichinho. Ainda no ar arremessou ambas as adagas na direção de Kare cravando uma na parte traseira de sua coxa enquanto outra acertava sua anca direita pelas costas antes de também ser ''pisada'' no centro das costas por um Kaleo acrobata que a usava como apoio em um salto mortal para trás e empurrou-a fazendo se chocar contra a amurada quase caindo para a água atŕas do navio. - Kukukukukukuku. - Jogou outras duas granadas de vidro no andar central e saltou para o mesmo enquanto sua risada ecoava na névoa. - Como vê, não preciso de uma escada, Kukukukukuku.

Não só ele não havia sido afetado pelo golpe sofrido por seu animalzinho como também o havia usado como Isca para acertar um golpe pesado na jovem caçadora que começava a encontrar dificuldades em combater seu ardiloso oponente.

O chute não havia causado tantos danos a não ser te-la desequilibrado, mas agora estava com 3 facas de arremesso cravadas em suas "costas", uma perto do ombro, outra mais próxima ao quadril e a última cravada na parte posterior da sua coxa e ainda não sabia se Kaleo estava ou não ''cego'' naquela névoa.

No entanto isso não mudava o que ela tinha que fazer e logo trouxe a tona a outra parte do seu plano, movendo-se o melhor que podia com as queimações que sentia, cada salto sapateado enquanto movia-se em direção a rede que havia sobrado na traseira da embarcação para cortá-la e diminuir a mobilidade de Kaleo. Outra adaga cravou-se no chão no local onde ela estava a pouco e dali moveu-se para descer novamente as escadas.

Enquanto descia os degraus outras duas adagas cravaram-se nos mesmos e ela movia-se agora pelo deck central que seguia mais uma vez completamente coberto de fumaça. Logo que desceu as escadas cortou a rede que ficava por ali e uma das adagas criou um corte superficial em seu braço esquerdo no processo.

- …. Serpente? - Ela parecia não ter tido o raciocínio para acompanhar a piada de Kare que brincava com o mesmo apesar das dores sentidas em sua perna a cada salto realizado. - Serpenter não tem per…. EIIII!!! - Cinco adagas simultaneamente voaram cravando-se no chão próximo a onde acabará de estar. Os rangidos no deck central eram bastante constantes, mas havia conseguido ao menos cortar as duas redes próximas às escadas traseiras.

Kaleo parecia não ter alterado muito sua pontaria sem a ajuda do seu mascote, mas não era possível saber se isto talvez não fosse devido a todo o barulho causado por Kare enquanto sapateava. Movia-se agora em direção a proa do navio, enquanto ouvia o ranger da corda e o'deslocar do vento enquanto algo se desenrolava do mastro central.

Kare ainda movia-se e então virou-se para a direção que supunha que Kaleo estava vindo pronta para atacá-lo no momento que entrasse em seu alcance, mas era-lhe bastante complicado ter a noção certa antecipada para mover-se naquela névoa.

O hora H chegava, Kare saltava em frente com uma estocada para a esquerda enquanto Kaleo momentos antes de estar no alcance arremessa uma adaga em sua direção, a ponta da arma de Kare o errava por estar demasiada para a esquerda, mas seu movimento com o cabo havia compensado melhorando sua capacidade de acertar e quase ao mesmo tempo a adaga se cravava em seu ombro direito enquanto o cabo de sua arma acertava fortemente o peito de Kaleo. O impacto o fez-se soltar da corda, mas o peso de seu movimento acaba empurrando Kare para trás que tropeçava no corpo de um dos capangas anteriormente morto q caia sentada sentindo uma onda de dor quando a adaga em sua coxa fazia ainda mais pressão em seu corpo.

Kaleo por sua vez devido ao ângulo que se movia acabou se soltando de seu balanço e chocando-se de costas contra a parede  do deck elevado frontal. Naquele momento fazia-se silêncio na embarcação, silêncio pontuado somente por eventuais gemidos.

Kare sentiu-se tonta naquele momento, sua consciência quase se perdeu devido ao choque do impacto. Quatro adagas cravaram-se em seu corpo, felizmente para ela seu oponente também não era dos sujeitos mais resistentes e ser acertado com toda a velocidade que tinha o havia deixado em situação similar de perda de consciência

As mãos de Kare doíam, seu ombro direito e o corte superficial no braço direito também ardia. Sua perna latejava sempre que era apoiada no chão. Sua omoplata estava ardendo igual o ombro. O corte na perna parara de sangrar e mediante aos outros ferimentos não ardia tanto. Restava apenas a adaga que a perfurava na anca em suas costas que também não doía tanto se comparada as outras.

Quando sua visão clareou novamente a névoa havia se dissipado. Ela e Kaleo pareciam ter combinado a hora de acordar, pois ambos levantaram-se mais ou menos juntos entre gemidos. Kaleo não parecia portar mais nenhuma daquelas esferas de vidro, aos pés de Kare estava um cadáver sem cabeça a mesma estava a 1m dali.

Quatro redes encontravam-se encostando no mastro central, 3 cordas estavam penduradas em pontos diferentes afastadas do mastro em 1m. Kaleo encontrava-se de costas para a porta que dava acesso ao interior do convés elevado frontal. Em cada um dos seus lados uma escada para subir. O covés tinha 1,5m de altura, logo era mais alto que o seu oponente. Kare estava do seu ponto de vista do lado direito da embarcação, um pouco mais a frente do mastro central e perto da escada que subia o convés frontal a 1m da mesma e a 3,5m de Kaleo.

- Kukuku, a girafa ta toda acabada. - A voz dele estava bastante rouca e com um chiado estranho.






Adicione: Perfuração Ombro direito, Perfuração Coxa posterior Direita, Perfuração Costas na Anca direita.

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Última edição por GM.Furry em Dom 03 Maio 2020, 12:14, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 7 EmptySab 02 Maio 2020, 17:21


Apenas me iria me limitar a rir cobrindo a boca com as costas da mão esquerda, olhando para Kaleo sentindo que estou diante um palhaço. - Realmente, agora meus passos são apenas cinco vezes maiores que os seus, porém ainda falta muito se quiser alcançar a altura dos meus joelhos. - Não seria mais irônica em provocar o capitão pirata de maneira cômica, minha voz soaria deegostosa e cheia de repulsa para com ele. Ainda com visão turva e mãos trêmulas me forçaria a levantar, fincando a lâmina da lança no chão e usando os braços e as pernas me colocaria de pé sem tocar os joelhos no chão, então iria calmamente caminhar na direção de Kaleo, pressionando a madeira para fazê-la ranger a cada passo, sentindo meu corpo pender de um lado para outro enquanto sigo até ele, me vejo ofegante e sentindo a respiração quente fluir pela boca, com praticamente todo o corpo queimando por dentro esboçaria um belíssimo sorriso psicótico sem perceber, enquanto meus olhos brilharam como labaredas excitadas devido a tantos estímulos se conflitando no interior e exterior de meu ser, claro que não posso ser egoísta com capitão e manter somente para mim todas essas sensações, provavelmente é essa vontade indescritível de demonstrar minha gratidão a Kaleo fazendo-o presenciar sentimentos ainda mais intensos, é o que me mantém em movimento, passando por cima sem qualquer remorso do que está abaixo de meus pés.

- Mais… Mostre-me mais do que pode fazer. - Um passo após o outros nem mesmo conseguir piscar, por não querer o menor dos detalhes manteria-me terrivelmente atenta a ele, dizendo enquanto ofego. Se Kaleo fosse limitado a atirar mais facas nem me daria o esforço de desviar elaboradamente, apenas iria balançar o corpo como se fosse um pêndulo enquanto vou em frente, deixando as facas passarem bem próximas de mim. - Não é suficiente para saciar-me. - Meu olhar fascínio agora tornar-se-ia sombrio de tanto desgosto, e minha voz soaria em tom de repreensão.

Se Kaleo optasse por distanciar-se também me sentiria decepcionada, se para uma das escadas iria apoiar o peso do corpo sob a perna esquerda e avançaria contra ele, usando todo o comprimento da lança para perfurá-lo, porém iria mirar alguns centímetros na frente, para caso Kaleo desvie eu faria um corte horizontal em sua direção. No caso dele tentar as redes minha aproximação não seria diferente, porém eu iria fingir que cortaria a corda mais próxima dele, imaginando que ele vá trocar para a rede central, e seria essa que eu cortaria, mas se ele ficar suspenso na primeira eu me aproveitaria da situação para esperar suas coisas. Agora se ele for usar a porta eu iria inverter a empunhadura segurando a lança no centro do cabo apenas com não a direita, avançaria um passo com a perna esquerda então jogaria o corpo para frente e arremessar-ia a lança usando os dedos para fazê-la girar, também faria isso se caso ele ameaçar atirar outra bomba de fumaça, mirando mais abaixo dos ombros, pois se eu errar pelo menos a lança não corre o risco de acertar um peixe no mar. Já imaginando que me retorcer-me-ia de dor, mas é por uma causa nobre.

Se a cena desenrolar em um confronto de curto alcance eu sempre me aproximaria o suficiente para mantê-lo dentro do alcance da lança, para ficar estocando-o toda vez que tentasse arremessar mais facas, mirando os ombros e coxas com intenção de fazê-lo desestabilizar e assim podendo prejudicar os arremessos, em seguida faria corte na direção dele se caso Kaleo consiga esquivar-se, e caso ele tente fugir iria estocar um pouco a frente, mas dessa vez iria girar o corpo lateralmente e o chutaria nos joelhos rapidamente.

Para esquivar das facas faria movimentos simplistas, apenas balançando o corpo para os lados enquanto dou pequenos passos laterais, a fim de sair da frente das adagas voadoras, até porque não estou podendo mover-me livremente. Porém se Kaleo conseguisse tomar alguma e ficasse me arremessando facas de longe, eu não poderia deixar de sentir-me terrivelmente entediada, a ponto de bocejar enquanto iria desviar as facas com a lança.

Se porventura o capitão acabasse caindo próximo de minha pessoa, eu não hesitaria em perfurar um de seus ombros enquanto pisaria com todo o peso do corpo no braço oposto.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 7 EmptyDom 03 Maio 2020, 12:55




Kaleo cuspiu um  pouco de sangue tendo certo acesso de tosse enquanto se apoiava na parede atrás de si com uma das mãos enquanto a outra pegava de suas costas uma lâmina reta mais comprida que as que ele usava para arremessar.

Kare do outro lado usando a lança como 'perna' erguia-se cambaleante com muito ardor. Kaleo tinha sua arma empunhada ao contrário e começava a se endireitar afastando-se da parede.

Ambos, embora em níveis diferentes, pareciam bem acabados. O golpe no peito e o impacto na parede pareciam ter afetado bastante seu oponente, enquanto ela era afetada pelas facas de lâminas reta cravadas em seu corpo muito embora nenhuma a tenha acertado em um ponto vital suficiente para causar grandes dano.

Kare estava em pé agora, a noite começava a realmente cair, mas ainda havia aquele resquício de luz suficiente para que um pudesse ver o outro. O Barco a deriva havia girado e o sol que afundava-se no horizonte os iluminava lateralmente. Apenas o som das pequenas ondas contra o casco era por eles ouvido, além deste apenas o som chiado de suas respirações.

Sangue escorria aos poucos dos ferimentos de Kare, em uma batalha prolongada era possível que ela caísse antes de Kaleo se o mesmo simplesmente fosse se manter a distância dela.

Com a postura agachada de joelhos flexionados ele a olhava por trás de sua máscara, Kare por outro lado não tinha simpatia em seu olhar para o oponente cada um aparentemente esperando o movimento do outro para reagir, aproveitando este tempo para também se recuperar.

O vento que era a constância até então se vira de lado, momento o qual Kaleo move a mão livre a suas costas com um sorriso surgindo aos lábios, Kare por outro lado que antecipava poder ser  uma das granadas de vidro dava um passo à frente, a distância curta entre eles era benéfica ao que pretendia, mas a dor pulsou ardente por todo seu lado direito, a lança deixou suas mãos ao mesmo tempo que a esfera aparecia na mão do oponente e então…


A visão de Kare escureceu, mas não havia fumaça, pois a esfera apenas caiu no chão aos pés de Kaleo sem quebrar-se, sua vista escureceu-se pela dor. Já Kaleo encontra-se em pé, mas não por própria vontade. Seu urro de dor escapava-se também dos ouvidos da morena, a dor vinha da lança que perfura através do seu peito/ombro pregando-o a parede atrás de si. Sua faca também caiu de sua mão assim como a máscara de seu rosto Revelando uma face vermelha e deformada por queimaduras.

Ele tentou remover a lança, mas a dor que seguiu-se o fez desistir e apenas lutar para ficar em pé e não depositar mais peso no ombro. A esfera rolava lentamente próxima aos pés de Kare quando sua visão voltava a clarear.

Estava em pé, embora não soubesse como havia chego até aquele ponto, talvez apenas tivesse sido levada por seu ego. Seu braço esquerdo enrolava-se em uma das cordas que caia próxima dos mastro central e ali ficou pendurada.



>><<

Quinze minutos se passaram daquele momento até que o navio de artistas os alcançassem. Poderiam ter chego antes, mas estavam observando o que acontecia no outro navio. Já era o princípio da noite. Vick e o capitão artista foram os únicos a pularem a bordo, cada qual portando uma lamparina.

- VAMOS ANCORAR AQUI - Gritou o capitão para os artistas. Vick já se aproximava da Morena que estava ( Depende onde você ficou para esperar). Soltando a mochila no chão enquanto depositava o lampião próximo a morena. - VOU PRECISAR DE MAIS LUZ. - Está era a primeira vez que Vick gritava.

Kare estava bastante cansada e com dificuldade em se manter em pé se o fosse tentar. Talvez fosse o alívio de ver um rosto conhecido, ou talvez o simples fato de ter atingido o seu limite, mas ali após pouco mais de um minuto ela finalmente desmaiaria.

>><<

- Ei.. Você acordou. - Uma voz familiar e feliz falava com ela. - Agora você tem um pouquinho de mim. - Se olhasse para o lado veria que Lícia estava ligada a si com alguns tubos finos e sangue fluía para Kare. No rosto dela tinha um sorriso, mas este não alcançava os olhos. Estava naquele momento deitadas no quarto do capitão artista e sozinhas.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 7 EmptySeg 04 Maio 2020, 15:12


Ao recobrar a visão ainda no navio pirata iria me desvencilhar das redes onde estou apoiada iria manter meu olhar na direção de Kaleo. "Então é por tal motivo a máscara?" Com a respiração pesada e algumas mexas de cabelo na frente do rosto, levaria dois dedos mão esquerda por dentro do poncho e o abaixaria revelando novamente meu rosto, em seguida iria cuidadosamente colocar o cabelo atrás da orelha, então seguiria caminhando na direção do capitão pirata apesar de cambalear um pouco. - Ara ara… Que desperdício, usar um arpão tão grande para pescar uma sardinha. - Durante a implicância minha voz soaria mais baixa e suave. - Não há razão para tanto alarde, vou libertá-lo. - A palma da mão esquerda envolveria a haste da lança próximo a base e começaria a movimentar bem devagar de um lado para outro, para cima e para baixo, claramente não tentando desprender a lança, então "sem querer" iria empurrá-la um pouco contra Kaleo. - Que estranho, não quer sair. - Diria fingindo estar surpresa deixando um gemidinho pensante escapar. Se isso deixasse-o mais irritado iria colocar as costas da mão na frente/ao lado da boca, soltando um risinho travesso e ligeiramente infantil.

Então daria as costas para Kaleo e observaria o navio como um todo, principalmente o chão do deck, vasculhando-o em busca do trocinho felpudo. - Onde foi parar? - Pensando alto teria que cerrar os olhos para enxergar mais longe graças a visão ficando embaçada. Quando o encontrasse, caminharia em sua direção, apoiando o peso do corpo na perna esquerda e avançando somente com ela, então iria esticar o braço esquerdo até a doninha, inclinando o corpo para baixo o corpo e suspendendo a perna direita para trás, com a ponta dos dedos iria o animalzinho pela pele de trás do pescoço e voltaria até Kaleo, deixando na doninha apoiada em cima do ombro bom dele ao lado do pescoço. - Se vai depender tanto de algo tão frágil em vossa performance é melhor ser mais cuidadoso. - Iria acariciar uma das orelhas da doninha com o polegar então levaria meus olhos de encontro ao dele, e diria como se estivesse o repreendendo, porém com um tom de voz gentil e mais caloroso. - Para um naniko boca suja até que você não foi totalmente reprovável. - Apenas para não perder o costume faria uma última provocação usando um tom de voz irritante e esnobe, então lhe daria uma piscadela e um sorriso confiante, antes de virar-me de costas e caminhar até a parede do deck traseiro, onde me apoiaria sob o ombro esquerdo para manter-me de pé.

- Francamente, me fazendo esperar por séculos e ainda almeja ensurdecer-me com esses berros, nem parece você. - Não é porque a ponta de meus dedos estão frias e mal consigo movê-los que eu perderia a pose, dizendo indignadamente apesar da voz quase falhando, então iria esboçar um sorriso de canto repleto de arrogância. Devagar caminharia até Vick, com a respiração lenta e pesada, mal conseguindo enxergá-la e praticamente arrastando a perna direita, até sentir o corpo os músculos do corpo falharem, então cairia sob seu lado esquerdo, ficando com o rosto apoiado no ombro dela. - Sinto… mui…- Com a voz falhando, os olhos fundos, os lábios ressecados sem cor e tudo escuro, não conseguiria terminar a frase antes de finalmente perder a consciência com um mínimo sorriso de felicidade nos lábios.

>><<

- Ôhh! Então você realmente conseguiu sobreviver ao ataque dos piratas. - Iria arquear as sobrancelhas e arregalar os olhos como se estivesse bastante surpresa por ver a apressadinha inteira. - Achei que uma mocinha tão inocente teria sido pega por eles. - O comentário maldoso seria feito com bastante sarcasmo e uma pitada de divertimento. - Só espero que isso não faça com que minhas mãos fiquem ásperas. - Iria "cochichar" enquanto viro o rosto para lado, porém alto o suficiente para a apressadinha ouvir com clareza. E já esperando por algum "chilique" iria cobrir a boca com os dedos dobrados da mão direita para abafar uma risada cômica, apesar de sentir os músculo doerem por causa disso. Mas após tal travessura iria gentilmente segurar a mão da loira e apertá-la com carinho. - Teu olhar ficar mais encantador da maneira que está agora. - Diria de maneira bem doce e galante, com meu olhar fixado profundamente ao da apressadinha

No mais iria aguardar por um momento que minha pessoa estivesse sozinha, seja observando o mar após uma pequena fuga do quarto, ou pelo menos quando as duas já estivessem dormindo. "Ser incapaz de lidar com um mísero pirata e sua tripulação decadente, e ainda depender de terceiros para sobreviver, seria isso o que chamam de fracasso?" Realmente não esperava que fosse desgastar-me tanto durante o embate com Kaleo, a ponto de nem mesmo conseguir lidar com os subordinados a tempo, é realmente uma sensação desagradável, isso de meu planejamento não ter ocorrido da maneira e no tempo que eu gostaria, a ponto de preocupar a Vick e depender da apressadinha que eu deveria "proteger"... "Tanto faz, não é como se tal situação fosse repetir-se."


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 7 EmptyTer 05 Maio 2020, 11:24




Um homem, ou talvez meio homem, de passado desconhecido, mas com stigmas que tentava ocultar. O que o havia levado aquilo? Qual seria sua história? Que passado triste de tortura havia distorcido sua personalidade? Bem… nada disso importava para a diabólica Kare que havia tido sua infância perfeita, em sua casa perfeita com seus pais que a amavam e com irmãos…. Bem, deixemo-os de fora desta história.

Como um demônio que não se importa com. Nada além do seu próprio deleite ela se aproxima de Kaleo, agora em um estado de consciência parcial, seu sorriso simpático, sua voz bela e reconfortante nada mais eram que um ato vil de sua performance.

Kaleo não dava importância ao deboche, mas assim que a jovem começava a mexer na lança a sua consciência, que antes estava a se perder, retornava em um choque devido a dor. Um sonoro grito de dor implorou pra que ela não mexesse a arma, mas quer o ignorou e continuou a, como movimentos fracos e trêmulos, movendo a lança pouco a pouco em várias direções o que causava novos gritos lamuriosos vindos de Kaleo. O sorriso diabólico era marcante de forma destonante em seu belo rosto atraente.

Como ato final de benevolência ela parou e deixou-o cravado onde estava quase que sem consciência.

- Vo...cê… é…. Vá...dia. - ele soprou fracamente essas palavras com a cabeça caída olhando para o chão, mas Kare já distraísse em outra busca, agora pelo outro pequeno animal, este que era certamente muito mais fofo.

Tropega passou pelos corpos dos outros tripulantes e subiu os degraus em direção ao deck elevado traseiro, lá encontrou próximo ao canhão do mesmo lado a criaturinha desacordada, mas ainda viva. Agarrou-a pelo pescoço e novamente voltou na direção de Kaleo com a mesma em sua posse.

>><<

-Ku...ku...Ku… el...a se..m..pre Al...vo… - com um sorriso distorcido ele completa. - Descartável…. Como… tô...todos. - ele falava com dificuldade para Kare que afagava a orelha da criaturinha sentindo que seu pelo era um pouco áspero devido a não tão bons cuidados que recebia.

Kaleo a teria tirado de seu ombro, mas era incapaz de fazê-lo naquele momento. - Cale a… boca. - Mas por fim quem se calou foi ele ao perder a consciência.

>><<

Ainda que quase inconsciente ela não perdia sua pose e status, Vick não passava-lhe de um vago vulto, mas a preocupação advinda de seu grito não escapava de Kare. - A senhorita também não parece a senhorita. - Retrucou a empregada agora em um tom frio e sério de sempre.

E possivelmente devido a dor e talvez a algum estado febril ela em uma ação inédito se "desculpava". - Não se preocupe Senhorita. - Vick a tomou nos braços e Kare apagava.

>><<


- Hunnn… - Lícia gesticulou com descontentamento. - Fique sabendo que pra sua informação eu até chutei um dos piratas que a Vick não conseguiu pegar. Só você que fica achando que sou indefesa. - ainda assim sua voz estava toda orgulhosa e animada de ter feito o que fez, provavelmente. Única antes havia feito qualquer coisa similar aquilo em sua vida.

Ver Kare no seu humor normal fez retornar o brilho aos olhos da apressadinha, mas mesmo em seu atrevimento ela não fez qualquer menção a morena ter desmaiado ou estar machucada, assim como todas as vezes anteriores as quais ela nunca comentou nada sobre os ferimentos de Kare agindo muitas vezes como se os mesmos sequer existisse.

Ela começa a contar como havia sido, mas logo se interrompia ao ouvir o comentário de Kare sobre as mãos ásperas.

VA-DI-A. MAS QUE VADIA. - Lícia ficou chocada ao comentário. - Eu aqui com toda a boa vontade. - Kare. O entanto não conseguia se.co ter em demasia e começava a rir. - E você debochando das minhas mãos. - Kare movia sua mão esquerda entrelaçando seus dedos aos de Lícia . - Hunf, é melhor você tomar cuidado ou vai machucado essas mãozinhas de princesa nas minhas lixas. - Kare continuava a rir da "emburrada" Lícia que estava agora esfregando seus dedos na mãos de Kare. - Agora vou chegar até o osso pra você aprender.


- Nem tente. Não vou cair nessa conversa fiada agora não. Espere por retalhação. De preferência ansiosamente.

>><<

Não muito depois Vick retornou ao quarto e retirou a transfusão. Mediu a temperatura de Kare e trouxe comida para ambas.

Não muito depois, sem terminar de contar a história que antes havia começado, Lícia dormia enroscada ao lado esquerdo de Kare agarrando-a pelo braço com ambos os seus. A morena por outro lado seguia um tanto reflexiva.

>><<

No dia seguinte Kare viria a descobrir que tirando alguns hematomas a tripulação do navio passava bem, todavia o navio havia sofrido alguns danos que estariam sendo reparados durante aquele dia. Kaleo havia sido amarrado e recebido um tratamento mínimo apenas para que não morresse imediatamente, embora ainda assim talvez fosse.morrer de alguma infecção ou desnutrição. A doninha por sua vez não era de fato muito apegada ao mesmo e corria livremente pelo navio artista de um a outro recebendo frutas aqui e acolá as quais segurava com suas patinhas para comer e olhava distante para Kare, evitando passar por perto da mulher, receando possívelmente ser novamente chutada.

Ninguém soube dizer com precisão a recompensa de Kaleo, alguns disseram ser por volta de 8, outros afirmaram ser mais de 20. Conheciam-no pelo nome e pela necessidade de saber sobre os perigos daqueles mares, mas de fato nunca se importaram ou sonharam em pegá-lo pela recompensa.

O navio pirata havia sido amarrado ao dia artistas e para Kare havia sido dito que se quisesse poderia ficar com o mesmo. Vick pareceu a favor de vendê-lo. Algumas coisas, nada útil, foram encontradas e descartadas do navio pirata. Os únicos matérias que pareciam ser interessantes eram alguns tubos, químicos, e maquinário que provavelmente servia para alguém fazer aquelas granadas de fumaça, e em outro ponto anotações sobre doma, gaiolas e materiais diversos que pareciam pertencer a quem quer que tenha ensinado a doninha, mas não estavam no quarto de Kaleo.

No quarto do mesmo foram encontradas facas de arremesso além de um baú com certa quantidade em outro, mas não muita e alguns mapas com anotações e locais marcados. Fora isso havia um baú, e dentro do mesmo restavam 5 daquelas esferas que ele portava.

>><<

O dia seria inteiro tomado pelo concerto da vela e alguns danos acometidos no mastro e por fim a viagem prosseguiu tranquila por outros dois dias. Assim, as nove horas do terceiro dia o porto de Lvneel tornava-se visível.

Kare já não usava mais as faixas, mas possuía ainda pequenos curativos sobre as áreas perfuradas, também tinha dificuldade de fazer força com a perna e ombro direito. Lícia havia, com a desculpa de estar tratando suas mãos de lixa, se negado aos luxos da cama, mas Kare facilmente perceberia que a loira só não queria causar-lhe dor.

>><<

- É minha primeira vez aqui. - Lícia enlaçou seu braço ao esquerdo de Kare. - Por ter falado com tanta grosseria no outro dia eu espero um tour adequado pela cidade.




Off: você é livre prá adicionar qualquer tipo de dialago ou ações no tempo de viagem.

Como sua personagem nasceu e cresceu na ilha não darei descrições dela e você pode citar lojas conhecidas e esse tipo de coisa.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 7 EmptyQua 06 Maio 2020, 18:29

Tsc… Maldita bolinha de pelos ficando distante de mim, mesmo após ter tentado atacar meu sapato com a barriga, mas tudo bem, darei para essa coisinha a honrosa oportunidade de aproximar-se de minha tão amorosa e doce pessoa, e para isso causaria uma certa inveja no animalzinho, apanharia dois punhados de suas frutinhas favoritas escolhendo as maiores e com a cor mais intensa, então ficaria no deck do navio até receber o olhar acuado da criaturinha, nesse momento iria lentamente comer as frutas, primeiro a encaixando entre meus lábios e mordendo devagar, sugando o caldinho da polpa, gemendo baixinho de prazer a cada mordida e suspirando satisfeita como se os pedaços das frutas fossem incrivelmente gostosos, e no último pedaço eu colocaria novamente o pedaço da frutas nos lábios, mas dessa vez o empurraria para dentro da boca com o dedo indicador, e lamberia os lábios após terminar de comer.

Se a coisinha felpuda estivesse olhando interessada para o que estou comendo eu iria estender minha mão aberta com diversas frutinhas na palma e viraria o rosto para o outro lado fingindo não estar atenta a elas, e só iria voltar o rosto novamente quando sentisse que o animalzinho comeu tudo, então observaria-o pelo canto dos olhos enquanto mordo mais uma das frutas e entrego-a para ele, revelando também mais algumas frutinhas nessa mão. Se o pequeno animal fosse cativado pela comida, eu não entregaria tão fácil nesse ponto, iria brincar de afastar a frutinha dele, mas sempre mantendo-as perto dele e a brincadeira não duraria mais do que alguns segundos, se chegasse nesse ponto sem maiores problemas eu aproveitaria para fazer carinho nas bochechas dele com as costas de meus dedos indicador e médio, em seguida iria acariciar o topo da cabeça e a parte de trás do pescoço com a ponta dos dedos e as unhas bem devagar. - Você não teve culpa. - Pensando alto num tom mais melancólico, enquanto manteria os carinhos no trocinho, até ele provavelmente voltar a correr pelo navio. Mas se a doninha não se aproximasse apenas deixaria as frutinhas amontoadas em cima de algo para ele poder pegar e me afastaria seguindo com a vida.

>><<

A respeito do navio eu apenas guardaria as bombas de fumaça de fumaça as cincos que encontraram no interior do navio e a outra que rolou até meus pés, isso se essa última ainda pudesse ser encontrada, no mais acredito que Vick pudesse se interessar por algo. - Pretende fazer algo com o navio? Não imagino como ele possa nos útil sem alguém para navegar, sobre os tesouros podemos ir em alguma casa de câmbio em Lvneel. - Perguntaria para Vick, sem estar muito interessada no assunto.

Sobre os corpos, por mim que os joguem no mar… E a respeito do Kaleo tem aquele depósito de criminosos, QG dos guardas, deve servir para mantê-lo preso. " Tanta burocracia que preciso resolver…" Suspirando desapontado, iria me aprontar para deixar a embarcação dos artistas, trajando as roupas "novas". - Obrigada por vossa hospitalidade. - Diria em agradecimento ao capitão enquanto me curvo em uma respeitosa reverência com as mãos juntas na frente do corpo.

Se o pequeno animal impertinente estivesse conosco, vulgo Kaelo, eu acredito que ele estaria amarrado, e bom, preciso me desfazer dele antes de poder passear livremente pela ilha. - Certo certo, mas antes vamos despachar esta bagagem extra. - Diria em resposta a apressadinha enquanto aponto com a cabeça na direção do pirata. Se ele não estivesse com a máscara, eu não me importaria de colocá-la nele, com toda a delicadeza e sutileza de meu ser. Segurando firme a máscara com a mão esquerda e empurrando o braço com força na direção de seu rosto enquanto ficaria esfregando a máscara até ela encaixar. - Prontinho. - Diria bem meiga e empolgada pela boa ação.

E claro que ainda há algo para ser feito… arff… - Deseja fazer algo nesta ilha? - Questionaria a Vick. - Precisamos escolher algum ponto de encontro caso vossa pessoa decida se separar de nós. - Eu realmente estaria interessada na resposta, só não me sentiria empolgada. - Tem a praça vermelha, fica em frente ao palácio, com essa referência acredito ser impossível não encontrá-la, apesar de eu preferir reservamos um quarto para guardar os pertences antes. - Diria em resposta caso Vick optasse por se separar.

De imediato iria me livrar de Kaleo indo até o quartel general dos guardas de Lvneel, ou caso encontrasse ou fosse encontrada por um dos próprios guardas, afinal não é muito comum caminhar por aí com alguém preso, ou ainda se tivesse os marinheiros no porto, qualquer uma das opções seriam aceitáveis. - Chamo-me Karelina Lawford, atualmente sou uma caçadora de recompensas e este aqui em baixo é um pirata que atacou o navio onde eu estava durante minha viagem até Lvneel. - Dizendo com um pouco de desinteresse enquanto aponto na direção do pirata, apenas querendo me desfazer logo dele. - Tudo bem. - Responderia entediada se caso falassem sobre responder perguntas ou qualquer formalidade do tipo. Durante o caminho eu espetaria as costas de Kaleo, caso ele se recusasse a andar ou tentasse fugir.

Tendo me desfeito do pirata minha pessoa seguiria até uma loja de roupas minimamente decente, e durante o percurso também iria guiá-la(s) até uma joalheria. - Aqui você deve conseguir lapidar aquela abominação. - Diria para a apressadinha em relação ao rubi. E também em uma casa de câmbio. - Aqui podemos trocar o ouro. - Dizendo bem preguiçosa quase dormindo de pé tamanho o tédio. Depois dessas chatices finalmente me animaria. - Agora vamos às compras. - Dizendo visivelmente empolgada enquanto observo Vick com um ar maléfico e soltando um risinho fofo porém suspeito, assim iria até uma das lojas que costumava frequentar para comprar roupas razoáveis. "Não é nada perto da alta costura da costura e das roupas exclusivas desenhadas por alfaiates renomados, mas devem servir por enquanto." Escolheria roupas para mim e roupas para Vick, e claro um belo par de sapatos para ambas, a apressadinha acredito que ela escolheria algo para si ou pelo menos demonstraria interesse em algo, e eu pagaria para ela. E sairia da loja já trajando as novas vestes, e ""gentilmente"" iria sugerir para ambas terem feito o mesmo.

Após fazer as merecidas compras iria mostrar a ilha para as duas, mas antes. - Caso não se importem gostaria de visitar minha antes de contratarmos algum cocheeiro para mostrar-lhes Lvneel apropriadamente. - Diria num tom bem formal aparentando total plenitude, porém iria cerrar um dos punhos firmemente demonstrando estar um pouco ansiosa, enquanto tento esconder um gentil sorriso infantil de felicidade. "Como será que papai e mamãe estão?" E assim prosseguiria até a singela residência de minha família.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 7 EmptyQui 07 Maio 2020, 07:44




Se uma coisa era inadmissível para aquela bela e orgulhosa jovem era o ato de ser evitada por alguém, ou naquele caso, alguma coisa. Mesmo que a doninha não a estivesse ignorando e sim com medo de se aproximar, era-lhe ainda impossível ignorar tal atitude.

As frutas foram encontradas na cozinha. Uvas de coloração roxa avermelhada, com grãos graúdos e suculentos. Ao se dirigir para fora sentou-se em um ponto um tanto mais afastado dos outros artistas que haviam voltado a sua rotina habitual de ensaios e canções. Não demorou muito para que Lícia aparecesse por perto olhando com alguma estranheza para a morena. - Não sabia que gostava tanto assim de uvas… - Kare deliciava-se com o caldo que escorria do grão.

Atrás de uma caixa a alguns metros o pequeno bichinho começou a ouvir os barulhos e sentiu o cheiro, suas orelhas se aguçaram tremendo e virando-se acima da cabeça, ergueu-se ficando em duas patas e franziu seu focinho para sentir o aroma. Correu de trás da caixa em direção, mas interrompeu-se ao ver que estava indo na direção de Kare correndo imediatamente para se esconder no centro de um rolo de cordas próximo de onde eventualmente erguia a cabeça.


- O que que ele tem? - Lícia olhava curiosa para o bichinho e depois para Kare. - Óhhh… - segurou uma risadinha ao ver Kare se "babar" com os sumos. - Que que você fez pra ele? - Perguntou sorrindo ao ver a indecisão do pequeno bichinho que era encantado pelo doce cheiro e pelas gemidos prazerosos produzidos por Kare, mas retido por sua insegurança em se aproximar dela.

Erguia a cabeça por cima da corda observando com olhos brilhantes, mas em completo alerta. Mas então a morena pareceu se distrair com as preciosas frutinhas dando sopa. Nesse momento o animalzinho saltou para fora do rolo e correu junto à amurada fugindo ainda mais da vista de Kare, furtivamente se aproximou e "furtou" um dos gomos da uva antes de sair correndo novamente. Kare não se virava naquele momento e apenas continuava ali. Corroborando consigo estava Lícia que conversa uma aleatoriedade com a morena para fazê-la parecer ocupada. A alguns metros de Kare o pequenino roia o gomo enquanto seus olhinhos brilhavam e suas bochechas ficavam estufadas ao colocar a metade restante dentro da boca.

Indeciso ficou no lugar, mas vendo que Kare continuava imóvel foi lentamente se aproximando da mulher pegando ali mais um grão de uva antes de se afastar apenas um metro, virou-se e enfiou o grão inteiro na boca mastigando-o desajeitadamente enquanto olhava para os outros grãos na mão da mulher. Em pé e vindo pé ante pé ele se aproximou e pegou mais um dos grãos ficando agora sem se afastar enquanto comia um, depois o outro e depois mais um.

O último grão de uva foi retirado de sua mão, fazendo com que logo após a morena se virasse o que fez com que a doninha congelasse com a boca ainda cheia, suor escorria próximo ao olho do bichinho enquanto ele esperava pelo pior após ter sido ganancioso e roubado a comida da morena alta a sua frente. Nesse momento Kare estende para ele a outra mão, o que o fez se encolher totalmente formando uma pequena bola protetiva a espera do pior, mas então nada aconteceu. Primeiro uma orelha se ergueu, logo depois outra e então ele lentamente começou a se desenrolar e farejar percebendo que a sua frente havia uma mão estendida com mais frutinhas.

Ele se desenrola completamente e em quatro patas avança farejando enquanto a mão de Kare começa a recuar. Ele distraído continua caminhando até estar bem perto da morena enganado pelo truque diabolicamente sedutor de sua Algoz. Quando por fim sua mão parou ela conseguiu o acariciar enquanto o mesmo se fartava roendo o fruto enquanto balançava suas orelhas. - Acho que você fez um amiguinho. - brincou Lícia quando a doninha correu subindo no colo de Kare e sentando ali para continuar a comer até mesmo erguendo um grão que pegará para oferecer para a jovem.

>>Lvneel<<



Kaleo estava em estado bastante ruim, havia sangue seco em suas roupas e seus ferimentos haviam sido remendados com precariedade. Junte isso a uma alimentação não muito boa durante aqueles dias e você terá um ex-pirata semi-morto amarrado nos pulsos e cintura por uma corda de sisal grossa que era segurada por Vick que movia-se um pouco mais atrás da dupla de mulheres. Todavia não era somente este animal que as acompanhava, a pequena doninha também as seguia mais atrás, mantendo-se ainda a alguns metros de Vick enquanto corria desviando das pessoas no porto.

Como era manhã já avançada o local estava no mínimo bastante movimentado com vários navios sendo carregados e muitas feirantes gritando seus produtos na rua. Guardas do reino em armaduras brilhantes de cor vermelha patrulhavam em duplas passando eventualmente pelo "quinteto" (Você, Lícia, Vick, Kaleo e a Doninha.)

Alguns dirigiram-lhe olhares, mas não chegaram a ser abordadas por nenhum deles, alguns até mesmo acenaram com a cabeça em comprimento na direção do grupo. Kaleo havia sido novamente coberto com sua máscara o que tornava mais reconhecível a sua identidade…. Sim…. A máscara o torna reconhecível…. E bem… Ela não havia voltado ao rosto do mesmo por mágica e sim por um afetuoso "carinho" feito por Kare.

>><<

- Soldado. - Chamou aquele que recebeu Kare e seu grupo. - Pode levar este sujeito para uma cela! - Dali o homem explicou ao grupo que embora fossem filiados ao governo não existia QG da marinha na ilha, mas que uma vez por semana um navio da mesma passava pela ilha para levar os prisioneiros procurados para outras instalações. E que nesse momento seria conferida a identidade de Kaleo e só então a recompensa poderia ser paga, isso poderia levar um tempo. O valor pago também sofreria uma taxação advinda dos gastos do reino com a manutenção das suas instalações, uma comissão pequena e não muito expressiva de 10%........................ Bom, o que esperar de um reino com um regente conhecido por O Terrível.

A recompensa por eles informado era no valor de 17kk. Por Kaleo, o Oráculo.

>><<

Quanto ao tesouro dos piratas, este havia sido deixado para os artistas. Seu valor não era de fato expressivo e seria problemático trocá-lo sendo que não estavam precisando de dinheiro. O navio estava ancorado no porto e de acordo com Vick procuraria uma forma de vendê-lo mais tarde.

- Irei procurar alguém para vender o navio Senhorita, mas farei isso após estarmos instaladas.

>><<

Lícia deixou então o rubi na joalheria com uma promissória para retirar mais tarde o anel que havia encomendado, já o restante do dinheiro que havia recebido ela dividiu com Vick que não fez objeções a receber a grana. Não ofereceu para Kare, afinal a mesma nada queria com aquela jóia. Dali a morena guiou o grupo para uma loja de roupas onde o sorriso de Lícia cresceu amplamente.

Bom…. Vick não se divertiu muito durante este período, por outro lado Lícia adorou experimentar as roupas e desfilar por ali se exibindo um pouco para Kare.


- Isto é apropriado Senhorita? - Vick saia do provador com uma roupa justa que delineava seu corpo revelando várias curvas que não era sabido dela possuir. Lícia por outro lado optara por um vestido leve de cor branca que a fazia parecer ainda mais com um anjo vindo dos céus. O vestido era soltinho em sua saia e de compleição simples no tronco que marcava sutilmente o pequeno busto firme da loira.

>><<

- Humilde. - estavam paradas a frente de um portão duplo na zona mais abastada do reino. Deste portão seguia um caminho longo e reto calçado em pedras brancas com arbustos rodeando-o que ia até um jardim circular central onde a via fazia a volta passando frente a uma escadaria ampla de mármore branco ornado.

Lícia olhava meio espantada para toda a pompa da residência a frente. - Seu pai é o que mesmo? O rei? - Neste momento ficava ainda mais evidente a diferença de mundos que elas vinham.

>><<

- Seja bem vinda de volta jovem Mestra. - Lhe recepcionava seu antigo mordomo. - É bom vê-la de volta e bem. - Ele também fingia não ver qualquer ferimento nela. - Está de volta? - Questionava se ela estava retornando para casa ou apenas era uma visita. - Entendo jovem Mestra. Mas lamento informar que o Senhor e a Senhora não se encontram. - O empregado informava que seus pais não estava, e aparentemente por conhecer bem a jovem nem citava os irmãos da mesma sabendo que ela não devia estar a se importar com eles.


Já estavam dentro da residência, se Kare apresentasse suas companheiras o mordomo as cumprimentaria e oferecia bebidas ou comida se quisessem algo.

- Qualquer coisa é só chamar senhorita. - - Oi… - Lícia chamava timidamente. - Praia? - Perguntava aí Mordomo.

- Claro, a casa de praia dos patrões está livre, posso providenciar condução se assim desejarem.

>><<

(Ao deixar a residência)

- Jovem Mestra? - chamou o mordomo antes que deixassem o local fosse como fosse. - O Senhor havia preparado uma carta para que lhe fosse entregue caso a mestra retornasse. - ele curvava-se oferecendo um envelope lacrado com cera vermelha com o símbolo da sua casa.

>><<

(Dentro da residência)

- Desculpe a ousadia senhor, mas porque não quis vê-la? - O mordomo perguntava a um homem que espiava pela cortina de seu escritório sua preciosa filha deixando a residência.

- Tenho medo de que se a visse não conseguisse deixá-la partir.

Sobre a mesa havia um jornal que narrava as aventuras vividas por Kare durante o período em Budou. - Eu não esperava que ela virasse uma caçadora, mas … ela tem ido bem não? Até fez amigas. - O velho parecia feliz enquanto espiava o seu próprio tesouro partindo.






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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 7 EmptySab 09 Maio 2020, 18:07


Não estava nos meus planos encontrar com a apressadinha durante meu momento de extrema bondade para com a doninha, e se tratando da loira é mais do que natural ela me pentelhar, mas para responder a pergunta dela eu precisaria de alguns segundos pensando e assim escolheria palavras específicas. - Eu não parti ele em dois. - Diria num ar esnobe com arrebitando o nariz e fechando os olhos, mas falando baixinho pra não assustar a bolinha de pelos.

Convenhamos como algo nesse mundo poderia resistir a magnífica perfeição de minha pessoa tão fascinante, sorrindo arrogantemente com o canto da boca e observando a doninha sentindo-me satisfeita, daria de ombros. "Não poderia ser diferente." E a coisinha me arrancava uma risada, não faço a menor idéia de quais eram as motivações do animalzinho, mas ele oferecer-me as uvas que eu acabei de entregar como se fosse um presente, me pareceu realmente engraçado (e fofo também, mas isso você não precisa saber) a "cara de pau" da doninha. - Ara ara… Que cavalheiro abusado. - Tudo bem, a coisinha me cativou um pouco, e por isso eu aceitaria o presente apanhando a uva com os dedos, e com a outra mão iria acariciar abaixo do queixo e no pescoço bem devagarinho, passando as unhas superficialmente na pele do animalzinho. E com essa distração iria trocar as uva que ele me deu, por outra limpa, desculpem-me mas, comer algo que a bolota de pelos me entregou, depois de andar com essas patas sabe-se lá por onde, não, obrigada. Também deixaria que Licia visse eu fazendo a troca. - E você lebre travessa, não vai querer provar o doce destas uvas tão saborosas? - Dizendo num tom divertido e igualmente perverso, então prenderia metade da uvas "limpa" nos lábios e iria inclinar meu rosto na direção da loira, oferecendo a frutinha para ela, enquanto faço "beicinho" para deixar bem evidente o contraste rosa de meus lábios com o roxo da uva.

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Ok… A chatice burocrática superou minhas expectativas, que não eram baixas, esperar até uma semana ou quando os marinheiros darem o ar de suas graças em Lvneel, para então depositarem a recompensa, que seja, ao menos tinha me livrado da escadaria de formiga.

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- Diga-me você. - Responderia a princípio demonstrando frieza. - Apenas escolhi algo que acredito combinar com vossa pessoa, tendo de imaginar suas preferências e levá-las em consideração, mas sinta-se livre para escolher algo que a agrade. - Dizendo ainda com um ar mais sério, porém usar um tom de voz hostil ou grosseiro. - Eu pessoalmente vejo que ficou mais apropriado do que imaginava. - Diria após analisar como as roupas ficaram no corpo de Vick, talvez ela acabe ofuscando parte de meus holofotes por isso, mas ser vista na companhia de uma empregada mal vestida está fora de cogitação. O que me lembra de um episódio, nesse ponto iria me aproximar Vick, para ajustar perfeitamente a gola da camisa, com muito cuidado ao dobrar o tecido, aproveitando também para aproximar meu rosto ao dela e então observá-la minuciosamente a procura de qualquer amassado na roupa.

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- Creio que os Lawfords não possuem um título de nobreza tão elevado. - Diria modestamente enquanto mantenho um sorriso meigo, e notoriamente artificial. Chegando no mordomo. - Bom dia Alfred. - Em seguida me colocaria dois passos a frente e ao lado esquerdo das duas, então iria estender meu braço direito na direção delas com a palma da mão voltada para cima. - Está são minhas amigas Licia Petraki, e Victória Dupre. - Com uma entonação mais grave e dizendo as palavras calma e claramente iria apresentar as duas de maneira formal. - Vim visitar o Sr. Stuart e a Sra. Stella. - Referindo ao meus pais demonstrando bastante respeito e formalidade.

- Pois bem, obrigada por me entregar essa carta Alfred. - Não iria esboçar qualquer reação que demonstre negatividade, apenas compreendendo a situação e aceitando plenamente o fato de não poder encontrar com meus pais agora. - Mande alguém abastecer a despensa da casa de praia, e diga para o cocheiro nos mostrar os principais pontos da cidade antes de dirigir até a residência. - Após ordenar o mordomo entregaria a ele a simbólica quantia de 1,5kk de bellys, certamente não seria nada para as finanças da família, mas é apenas um capricho meu por não querer aceitar a ajuda deles. E se ele falar qualquer coisa sobre recusar ou não precisar. - Pretende fazer com que minha pessoa se repita? - Agora estaria com um olhar tenebroso e os olhos semicerrados na direção de Alfred, demonstrando irritação pelo desacato, dizendo num tom bem seco.

…...O que? Ah, o nome do mordomo, como eu lembro que é Alfred? Já tentaram ordenar alguém sem chamar pelo nome? As pessoas se fazem de desentendidas para fugirem das obrigações, se eu não soubesse o nome pelo menos de Alfred e da governanta os outros lacaios teriam me enlouquecido.

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Eu tinha planos de apresentar a ilha para Vick e apressadinha, contando sobre os lugares interessantes, mas não poder ver meus pais, depois de ter vindo até aqui, certamente arruinou meu humor, apenas ficaria a viagem toda com o braço dobrado na janela apoiando uma das bochechas usando o punho fechado, observando a paisagem mas sem prestar a mínima atenção no mundo exterior. "Francamente, como ele sai de casa no mesmo momento em que eu retorno para visitá-lo, papai vai ver só dá próxima vez que eu encontrá-lo." Iria inspirar fundo e encher os pulmões de ar, então expirando pelo nariz e inflo uma das bochechas, assim permaneço emburrada olhando para o nada, imaginando diversas atrocidades malignas para fazer com o Sr. Stuart, como por exemplo quebrar os ossos da coluna dele com um abraço bem apertado. U.u


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 7 EmptyDom 10 Maio 2020, 15:28




Kare respondia a loira como se o ato da doninha ainda estar viva fosse algo a se orgulhar ou algo que a mesma devesse ser grata. Embora houvesse talvez sido algo desse gênero realmente e a Doninha só não soubesse quanta bondade havia recebido por ter sido apenas chutada por Kare.

Ainda assim, os sentimentos da Doninha lhe escapavam, sendo-lhe difícil determinar as motivações que levavam a mesma a oferecer o que lhe havia sido oferecido, mas era uma simples questão de: Comer juntos é mais gostoso.

Trocando a uva, longe do campo de vista da Doninha que estava de olhos fechados aproveitando o carinho, ela comia e brincava com a apressadinha. - Tem outras frutas que prefiro mais. - Falou cheia de malicia. - Mas aceito. - Inclinou-se na direção de Kare dividindo com suas bocas o graúdo grão do fruto.

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Vick acertou os óculos redondos no rosto enquanto se olhava envelopada naquele traje. Fechou o restante dos botões ocultando o seu busto. A ilha era de um calor muito mais intenso que Budou, mas menos sufocante que o abafamento de Wars devido ao vento muito mais fresco e limpo, mas ainda assim a roupa escolhida para Vick poderia parecer um pouco quente, mas a temperatura até o momento parecia ser um termo desconhecido ao corpo da empregada.

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O mordomo pegava a quantia oferecida por Kare. - Como desejar Jovem Mestra. - Todavia não havia forma do mordomo saber a origem daquele dinheiro, embora estivesse a par das atividades de caçadora da jovem… Afinal ela havia recebido uma generosa quantia de dinheiro antes de deixar a casa da Família, era impossível que todo aquele dinheiro já houvesse acabado não era? …. Talvez Alfred não a conhecesse tão bem assim.

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De forma eficiente o mordomo preparou tudo. Antes delas partirem um outro empregado foi enviado a casa de praia da Família para pôr tudo em ordem antes da chegada delas, enquanto isso o cocheiro em uma carruagem requintada e muito confortável as esperava no pátio da residência.

Despedindo-se do mordomo entraram no veículo e deixaram o local, Kare estava um tanto azeda em seu humor, enquanto isso Lícia divertia-se com o tour feito pelo cocheiro que mostrava os locais da cidade para a jovem.   - A Senhorita está bem? - Vick que não parecia muito interessada no turismo lhe perguntava, ao fundo Kare podia ouvir o cocheiro dizendo. - E aquela é a residência dos Mont Blanc, você já ouviu a história de Remus? - Lícia negava, mas era provável que já a conhecesse e desejava apenas ouvi-la de novo.

O trajeto junto ao Tour levou pouco mais de uma hora e meia, o que lhes permitiu chegar não muito depois da uma da tarde na residência. Ao entraram depararam-se com uma mesa servida para o almoço e dois empregados os recepcionaram a porta.

A casa se encontrava em uma encosta. Seu acesso se dava pela parte ''traseira'' por uma estrada serpenteante a pouco mais de 1km de um vilarejo próximo a um lago. Muitas árvores floridas cercavam a estrada, pássaros de cores variadas eram vistos por toda a parte. A frente da casa um gramado verde bem aparado com árvores menores do tipo arbusto floridas das mais diversas cores. A casa era de madeira envernizada com algumas partes em pedra, colunas altas marcavam a entrada de portas duplas de vidro.

O Interior era igualmente feito em madeira e pedra. O chão estava bem polido e não encontravam-se qualquer poeira sobre os móveis, estes que seguiam um estilo mais ''rústico'' daqueles que ficam bem mesmo quando colocados no exterior da residência. Passando pela sala de estar chegariam a uma sala de jantar onde havia uma refeição a espera delas.

A casa era completada por um total de oito quartos, cozinha, seis banheiros além de varandas e outras salas para descanso. O pátio traseiro dava na encosta propriamente dita, está que ficava a uns 20m. Ao lado esquerdo do pátio havia uma piscina que ia até a beirada do ''barranco'' onde era possível nadar até a borda e ter uma vista privilegiada do mar, já do lado direito havia um jardim com bancos e um caminho feito de madeira com escadas e passarelas que dava acesso a praia mais abaixo.

Ainda era cedo, logo era possível ver algumas pessoas no local, principalmente jovens que ainda não possuíam muitas responsabilidades em suas vidas e podiam passar seus dias brincando, mas também alguns que pareciam mais velhos, afinal se olhassem para os lados veriam a alguma distância outras residências de porte similares às da família Lawford. Algumas na encosta, outras mais próximas ao mar e outras em zonas mais retas e afastadas da água.

- Pedi ao cocheiro que me esperasse, agora que a Senhorita está instalada irei voltar a cidade para tratar do navio. - Vick informava antes mesmo de comerem. Parecia estar não muito à vontade em ser servida e não o contrário. - Com sua licença Senhorita. - Virava-se pronta para retornar com o transporte.

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- Se eu tivesse uma casa dessas não moraria em nenhum outro lugar. - Diria Lícia no momento em que chegassem ao pátio dos fundos. Era ainda por volta de 14hs e poderiam muito bem aproveitar o dia. - Ah… Sim, hehe. Eu também tenho um presente pra você. - Voltando para dentro ela retornou com sua mochila de onde retirou um biquíni preto de amarrar mostrando-o para Kare. - Esse é pra você. -  Com um sorriso pervertido ela fazia sinal de afofar com as mãos. - Pela minha experiência é do tamanho perfeito.

Ela entregaria para Kare cochichando para a mesma. - Escolhi esse porque é facinho de tirar.

Lícia também tinha um para ela, este era branco com listras  também de amarrar. . - O meu também sai fácil. - Falou enquanto mordia o lábio inferior.





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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 7 EmptySeg 11 Maio 2020, 17:33


- Com quem julga estar falando. Hunpf! - Em resposta a Vick sobre meu estado de espírito iria jogar o rosto pra lado empinando o queixo dizendo num tom deveras esnobe e arrogante, fechando os olhos. E assim permaneceria alguns segundos. - Não é como se minha grandiosa pessoa fosse abalar-se por algo. - Então manteria uma expressão menos enfezada, mas não iria portar-me como se estivesse alegre, e apenas tentaria mudar o assunto. - Por quê não tenta relaxar um pouco? Você está sempre tão séria e rígida, talvez um pouco de diversão possa deixá-la mais disposta a prosseguir nesta estória. - Dizendo com um pitada de malícia, observando Vick interessada no que ela teria a dizer, afinal é melhor do que ficar remoendo os sentimentos desagradáveis em meu interior.

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- Faça como desejar, apenas tente não se perder pelo caminho. - Diria a princípio de maneira indiferente e prepotente, então terminaria num tom mais cômico, mesmo sabendo agora sabendo que Vick é capaz de cuidar de si, ainda é minimamente divertido fazer esse tipo de brincadeira com ela. No mais eu primeiramente escolheria uma suíte com cama de casal (por motivos óbvios) para poder deixar os pertences guardados, e logo em seguida iria almoçar junto da apressadinha.

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Quando Licia comentou sobre não querer deixar a casa de praia se morasse nela, eu me sentiria - Você acha? - Falaria sentindo-me muito confusa, colocando o dedo indicador abaixo do lábio inferior enquanto observo a apressandinha num olhar de dúvida. "Essa casa me parece tão… normal. Na verdade o tempo que fiquei aqui foi bem pouco se comparado a casa principal." Enfim, creio que não conseguirei compreender a loira, mas eu posso muito bem me divertir importunando-a. - Se eu tivesse ficado aqui por todo o sempre não teria conhecido uma das experiências mais prazerosas de minha vida. - Fitaria Licia com um olhar intensamente sedutor, ao mesmo tempo que em minha boca se desenharia um sorriso doce e encantador, esperando que a apressadinha tenha alguma reação fofa por minha atitude, então com uma mão iria segurar gentilmente o queixo dela mas mantendo os dedos firmes, assim iria aproximar meu rosto dela, enquanto cuidadosamente a puxo para mim. E se as coisas ocorressem como imagino, iria afastar a mão livre por trás das costas da loira, e rapidamente a moveria na direção de seu corpo, mais especificamente no bumbum dela, acertaria um tapa bem generoso, enchendo a mão e fartando meus dedos na polpa alvejada, massageando e apertando sem o menor pudor. Nesse momento eu iria morder o lábio inferior abafando uma risada travessa, e antes de receber a devida retaliação, a mão que estaria abaixo do queixo da loira, iria deslizar pelo rosto da apressadinha, percorrendo-o até chegar na nuca, e meus dedos se iriam se cravar nos cabelos dourados, assim beijaria a apressadinha vigorosamente.

- Bem típico de vossa pessoa querer apressar direto para o final. - Observaria a apressadinha com uma expressão de curiosidade e interesse. - Mas definitivamente não é uma reclamação. - Diria enquanto eu enrolo uma mecha de cabelo no dedo, tentando esconder um sorriso libidinoso. Então cruzaria os braços abaixo dos seios, e iria encarar a apressadinha com um olhar de reprovação. - Mas da próxima vez certifique-se de tirar as medidas novamente. - Dizendo de maneira ordeira e rígida. - Apenas por precaução... - Agora com um sorriso impertinente no rosto, apertar-ia abaixo dos peitos com os braços, a fim de projetá-los para cima, a ponto de quase escaparem do decote, enquanto os exibo exclusivamente para a loira, chegando até a inclinar o corpo para frente, permitindo ela ter uma visão com ainda mais privilégio.

No mais iria junto da apressadinha de volta até o quarto para trans… trocarmos de roupa e colocar o biquíni, e claro não poderia faltar o protetor solar para eu usar como desculpa e me aproveitar da apressadinha proteger minha pele impecável dos raios solares, afinal seria o maior dos sacrilégios ter minha pele manchada por causa de alguns arranhões. Após estarmos de biquíni, devidamente protegidas (com uma quantidade generosa de protetor solar nos machucados), voltaria para a piscina. - Poderíamos jogar alguma coisa, volley, talvez? - Iria perguntar casualmente para a loira. - Com direito a uma pequena prenda para a perdedora. - Deixaria uma risadinha maléfica escapar, enquanto fitaria a apressadinha com olhos repletos de perversão. Já tendo certeza mais do que absoluta que a apressadinha vai aceitar, iria procurar por uma bola de volley no interior da casa. Mas se ela falasse de meus machucados, apenas soltaria uma risada esnobe. - Ara ara… Um braço e uma perna são mais que o dobro do necessário para minha pessoa vencer qualquer competição. - Diria modestamente, com um sorriso amigável nos lábios e os olhinhos fechados, enquanto abano o ar em frente o rosto, como se quiser dizer para ela não se preocupar, afinal o fato de minha pessoa estar limitada apenas me torna menos superior, mas ainda continuo sendo incrivelmente melhor que os mundanos.


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