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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 3 - Falência Abrasiva

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 5 EmptyTer 10 Mar 2020, 12:14

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação 3 - Falência Abrasiva

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçadora de recompensas Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 5 EmptySex 17 Abr 2020, 17:16

Os mundanos são de fato incompreensíveis para minha pessoa, eles possuem reações tão distintas mesmo quando estimulados de maneira semelhante. - Não há mais razão para preocupações, feche os olhos e apenas descanse agora, também se imagine num sonho bom. - Apesar de estar com os pulmões ardendo me forçaria mais uma vez a falar, desta vez com doçura na voz para oferecer um pouco serenidade e pacificidade em seus últimos suspiros. Quando ele estivesse mais relaxado ergueria a lança e sem seguida iria cedê-la para que o sofrimento de Glu seja encerrado. Antes de fazer qualquer outra coisa contorcer-me-ia abraçando o próprio corpo, respirando devagar e massageando sutilmente a região dolorida, assim ficaria até ter o mínimo de fôlego para voltar a andar. "É realmente difícil crer mas…" Eu não entendo a razão daquela mensagem que Glu quis passar, ficando aflito por minha causa, mesmo com a vida prestes a deixá-lo, usar suas últimas força para alertar-me, não era algo que eu teria imaginado, a surpresa não era ruim, apenas não o compreendi, mas senti que se não fizesse nada para agracia-lo de nada valeria meu orgulho. "...já tive parceiros de dança piores." Com isso sinto que mais um degrau foi subido, eu poderia ter feito escolhas diferentes, mas se um ser não pode sequer viver a vida que deseja acredito que também não me teria tanta utilidade.

Estando suficientemente recuperada seguiria pela porta onde Vick e Hen passaram, sem maiores problemas pude encontrá-la, claro que o fato de caminhar mais devagar e respirando aos poucos já me era um incômodo irritante. A visão era perturbadora, pelo visto Vick não poupou esforços em deleitar-se com o Hen, admito que me era um pouco difícil encarar aquele cenário. "Hen, aparentemente você fez algo bem ruim com a Vick." A princípio evitaria falar, e não iria responder o questionamento de imediato, apenas aguardar-ia até que Vick viesse medicar-me. - Aqui. - Não me daria o luxo de gastar muitas palavras, e apontaria para a região dolorida. Se ela dissesse que eu preciso despir-me para fazer os curativos, minha pessoa iria desamarrar o top e permitir que Vick fizesse os curativos ali mesmo, mas antes. - Nã, nã, nã, nã, nã. - Acenar-ia negativamente com a cabeça para Hen após ter desfeito o laço, mas ainda estando com as partes de interesse cobertas, eu não me aguentaria e daria a ele um sorriso travesso, e me viro de costas para deixá-lo instigado, afinal ele foi um péssimo cachorrinho fugindo de mim o tempo todo, não me merece ser recompensado. Ficar seminua numa fábrica cheia de entulho não era parte do plano, mas não acho que terei problemas com a placa de aviso estirada ao fundo da sala, no máximo seria um ou dois curiosos que provavelmente que ficariam chocado(s) ao ver o estado do gerente da fábrica, e sinceramente, convenhamos que minha pessoa não tem razão alguma para envergonhar-se.

Após estar devidamente medicada e enfaixada, vestir-ia novamente a camiseta, finalmente sentindo-me mais confortável para falar. - Vejo que se divertiu bastante, mas agora o Hen não passa de um brinquedo quebrado. - Diria em um tom de surpresa. - Egoísta. - Porém essa palavra seria pronunciada com um ar descontraído de ironia. Então prostraria as mãos na cintura, e me viraria para Hen, enquanto ostento um sorriso debochado de quem sente pena e ao mesmo tempo vontade de menosprezar. - Vossa pessoa continua a superestimar-se, não entendeu que nunca o considerei minimamente importante? Poderia ter sido qualquer outro criminoso moribundo, mas apenas vossa pessoa teve a infelicidade de ter seu falso cartaz encontrado por mim. - Claro que eu adorava mostrar a Hen toda sua insignificância, e até posso dizer que ansiava por isso, mas Vick já quebrou o "espírito" então não vejo muita diversão em brincar com ele, apenas diria num tom de piedade tentando consolá-lo pela própria ruína.

- Mas estou profundamente desapontada, esperava que vossa pessoa mantivesse a postura prepotente, mas olhando agora, nem tenho vontade de limpar a sola dos sapatos em sua face, até mesmo aquele ser grotesco tinha alguma dignidade. - Iria sacudir a cabeça em negação enquanto reviro os olhos por achar que Hen não valia sequer o esforço de ser visto por mim. - Tudo bem se eu tirar a vida dele? Um brinquedo quebrado não tem utilidade alguma. - Diria para Vick já com a lâmina apontada para o pescoço de Hen. Se ela consentisse, faria o necessário.

Mas se caso Hen venha a implorar desesperadamente (ênfase no desesperadamente) por sua vida, eu concederia a ele a oportunidade de se manter vivo, pararia a lâmina após cortar a pele do pescoço. - Depois de tantas ofensas e atos de insubordinação vossa pessoa clama por piedade? - Daria algum tempo para ele responder. - Pois bem, se você pedir perdão pelo sacrilégio cometido contra mim, eu irei poupá-lo, mas não se esqueça que sua vida agora pertence a mim, então é melhor que seja muito convincente e respeitoso. - Diria num tom bem fofo, aparentando ser ainda mais sarcástica neste ato de bondade cruel.

Se o Hen atendesse minhas expectativas eu o recompensaria com uns tapinhas na cabeça, tratando-o agora como meu cãozinho obediente. - Então Hen-chan, como forma demonstrar lealdade a sua nova senhora, me conte o que sabe sobre essa tal Lust e principalmente como faço para chegar até ela de maneira rápida, então pedirei para que suas feridas sejam tratadas, mas não diga que ela é perigosa ou qualquer coisa como tentativa de desencorajamento, ou então serei obrigada a discipliná-lo por ser um cãozinho malcriado. - Ainda manteria o ar excessivamente meigo ao falar com a voz ligeiramente aguda, justamente por achar mais irritante. E claro iria exibir a lâmina da lança como forma de incentivo, para fazê-lo pensar antes de qualquer negação. Se chegássemos a esse ponto do espetáculo, eu teria de contar com Vick para que ela não se manifeste dizendo que não iria tratar as feridas do Hen, e.... Eu não sei como poderia enviar um sinal para ela dizendo que é um blefe, então só posso contar com a confiança dela em mim.

Ao escutar o den-den mushi, a princípio eu pensei em simplesmente atender e logo em seguida desligar, mas talvez seja alguém da organização, e com isso eu poderia atraí-los até mim. A chance me parece mínima, mas só existe uma maneira de descobrir. - Moshi Moshi? - Confesso que estou curiosa e ansiosa para descobrir quem estará do outro lado. Ah, e se o Hen(-chan) estivesse vivo, eu me sentaria sob a mesa e cruzaria os pés no topo da cabeça dele, enquanto conversar-ia casualmente com o indivíduo que estará do outro lado da ligação.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 5 EmptySex 17 Abr 2020, 18:13




Vick abaixava-se a frente de Kare analisando a área que a jovem havia lhe indicado, era-lhe fácil perceber que havia um problema ali, mas mesmo assim examinava a região, ou talvez apenas quisesse maltratar Kare. Talvez Vick houvesse descoberto um certo prazer ou ouvir sua companheira gemer.

A mão gélida de Vick tocou suavemente a bela pele da morena correndo seus dedos com fria suavidade causando a morena uma onda terrível e arrepiante que fazia leves e involuntários gemidos escaparem dela. - Se comporte Senhorita. - Vick a repreendeu, tinha seu tom muito similar ao de costume. - Acredito que a Senhorita Lícia tenha razão ao chamá-la de Mimadinha. - Vick falava baixinho de modo que somente Kare era capaz de ouvir.

Com um toque levemente mais firme apalpou as costelas causando agora um certo choque de dor. - A senhorita não chegou a quebrar. - Informo-lhe a empregada. - Tire a blusa. - Pediu.

Caso Kare reclamasse em algum momento sobre as mãos frias de Vick a mesma apenas diria. - Desculpe Senhorita, mas não há nada que possa fazer sobre isso, por favor suporte como uma Mulher.  

A jovem começava a despirce com um pouco de dificuldade, mas lembrava-se de Henry e com um sorriso travesso em sua direção começava-lhe a dar uma negativa a sua diversão, ele no entanto não parecia exatamente em condições de importar-se com tais conteúdos sexuais já que a cada minuto havia menos sangue em seu corpo, tudo que ele queria era uma resposta. - PORQUE, SÓ ME DIGA O QUE VOCÊ QUER.   - No entanto não era certo se a pergunta era para Kare ou para Vick.

Kare não tinha o porque se preocupar, mesmo aquela sala possuindo uma janela para o chão da fábrica não existia nenhum funcionário visível ali, na verdade do lado de fora parecia uma completa bagunça com papéis espalhados e caixas tombadas.

Vick começava a passar uma pomada que estava tão fria quanto a mão que a aplicava, um forte cheiro de cânfora logo era sentido pela morena. - Isso vai ajudar a reduzir o inchaço e aliviar a dor.  - Começava então a enfaixá-la com certa pressão pressão para impedi-la de fazer movimentos que prejudicasse a lesão.

- Não diria que a palavra Divertir esteja correta aqui Senhorita. Imagino que esteja me confundindo com outrem. - Vick para uma empregada possuía até que certo vocabulário. Kare no entanto não deixava grátis e chamava-a de Egoísta. - Ainda está me confundindo Senhorita. - Vick mais uma vez repetiasse.

Kare finalmente respondia a Henry, o que causava-lhe um pequeno e doloroso acesso de riso. - Hahahaha, você se deu bastante trabalho para alguém que não considera não deu? - Ele forçou-se a levantar a cabeça para encará-la. - Hahaha, me diga, se divertiu? - Ele mostrava novamente um pouco de força, talvez houvesse aceitado o seu destino quando deu-se conta de que Gluttony estaria morto já que Kare estava ali, mesmo que a ficha tenha demorado um pouco para cair e assim desprovido de esperanças encontrou forças para debochar em talvez uma tentativa de reduzir sua dor e encontrar um fim mais rápido e benevolente.

Ao ouvir as palavras seguintes ele apenas cuspiu na direção de Kare, mas não chegando nem perto de atingi-la com o sangue expelido. - Porque não trepa com ele sua puta?

Kare no entanto o ignorava e falava com Vick que apenas acenava-lhe afirmativamente com o rosto sério.

Kare, sexualmente, desfilou seu magnífico corpo pé ante pé com um rebolado sensual enquanto permitia sua mão deslizar pela rígida haste da potente lança em suas mãos aproximando-se vagarosamente de Henry que apenas sorria com dor, mas de forma irritante.

- Ah, AHh.. Ah.. - ofegava em seu sorriso. - Você… já está… morta garota… Só… não sa..sabe… Ta..Talve...z ela .. te deixe… igual.. Ele…  - ele tinha um sorriso satisfeito enquanto dizia essas palavras, talvez imaginando a quantidade absurda de dor que Kare poderia sofrer se suas ambições daquele momento estivessem corretas.

Mas Kare não teve chance de finalizá-lo, não ao menos sem antes ser interrompida, mas talvez fosse-lhe mais divertido assim.

- Alou, Henry? Querido você está ai? - Uma voz feminina soou do outro lado do den den mushi quando Kare atendeu-o após obviamente apoiar seus pés sobre o moribundo Henry que parecia estar a tomar fôlego para gritar algo para o telefone.






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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 5 EmptySab 18 Abr 2020, 19:30


"Por que as mãos de Vick precisam ser tão geladas…" É inevitável que eu fique desconcertada com aqueles dedos congelantes tocando a superfície ardente de meu corpo. - Eeei! - Exclamei um tanto surpresa e desgostosa com a menção do meu "apelido". - Aiin! - Gemendo de dor devido a agitação brusca me encolheria um pouco. - Victória malvada… - Iria cochichar com as bochechas infladas de ar enquanto a encaro com um "olhar intimidador".

O fato de Hen ter recomposto a petulância ao lidar comigo nada mais era do que um incentivo me deixar com vontade de instigá-lo. - Agora sente-se honrado por ter sido capturado após tantas fugas desnecessárias? Mas não fique muito orgulhoso, apenas me pareceu mais rápido do que buscar por outro criminoso, e agora tenho uma presa que pode me compensar melhor. - Responderia sem estar minimamente ofendida, com o tom de voz casual por também não achar que capturar "ela" seja algo digno de minha exaltação.

>><<

Vendo que o Hen está um tanto eufórico com essa ligação, resolvo repreendê-lo pela atitude deselegante, ergueria a perna direita e logo em seguida iria cedê-la rapidamente, para chutar a cabeça do Hen com o calcanhar. - O Hen está com a boca muito ocupada, por tal motivo ele está incapacitado de falar no momento. - Diria amigavelmente porém com um ar sutil de malícia na voz. Se o Hen não se calasse de imediato e tentasse se debater, eu me colocaria de pé e pisaria no rosto dele, esfregando a sola do sapato circularmente em suas bochechas.

**Parte do Furryzineo

- Chamo-me Karelina, mas permito que vossa pessoa se refira a mim como Karelina-sama. - Responderia num tom sarcástico, transparecendo que estou me divertindo com o deboche.

**Parte do Furryzineo

"Ôhhh… Então vossa pessoa sabe de minha grandiosa existência, talvez não seja tão entediante te perseguir." A resposta de quem quer que estivesse do outro lado da ligação era no mínimo inusitada, a surpresa e o interesse me fizeram arquear uma das sobrancelhas e ficar os olhos mais atentos. - O Hen ainda mantém um pouco de comportamento rebelde, mas acredito que depois do adestramento ele vai se comportar melhor, mas francamente, vossa pessoa tem péssimo gosto para brinquedos, você os escolheu em algum desfile de beleza no inferno? - Reclamaria indignada a respeito dos membros dessa organização que tive o desprazer de conhecer até agora serem tão abomináveis.

**Parte do Furryzineo

"Por que os mundanos precisam falar tanto sobre coisas entediantes?" Iria bocejar por causa dessa conversa longa e cansativa, apenas cobriria os lábios por etiqueta mas não faria questão de abafar o som da ligação. - Hmmm… O Hen está se contorcendo bastante aqui em baixo, desde que escutou suas palavras, ele ficou eufórico, usando todas as forças para escapar, com os olhos choramingando praticamente implorando para que eu o liberte e ele possa fugir. - Dizendo fingindo estar impressionada, tentando fazer com que a pessoa do outro lado da ligação acredite que o Hen pretende fugir dela, enquanto isso colocaria mais força sob o pé que está sob a face dele, ele poderia ver em meus lábios um sorriso belamente diabólico, com um olhar travesso cheio de perversidade.
**Parte do Furryzineo

Colocaria o telefone de volta no Dendenmushi, mesmo com Lust ter demonstrado tanta descortesia ao desligar o telefone repentinamente, não me sentiria incomodada, afinal ha algo mais interessante no momento. - Ara ara. Hen parece que vossa ex-chefe ficou deveras chateada com sua pessoa tentando escapar dela. - Iria repreendê-lo em tom sério de indignação, enquanto acenar-ia negativamente com a cabeça demonstrando estar demasiadamente desgostosa com a péssima atitude do Hen. - Imagine as crueldades que ela faria ao colocar as mãos em um traidor fugitivo… - Diria fingindo estar espantada e com medo.

Mas claro que para esse plano dar certo é necessário algo minimamente relevante. - O Hen corre risco de vida? - Perguntaria para Vick, e se a resposta fosse positivos continuaria a conversa. - Você pode estabilizá-lo correto? - Estaria esboçando um sorriso sutil para ela, e já imaginando que receberia algum tipo de negação. - Você tem seus motivos para querê-lo morto, mas acredito que aquela pessoa dará ao Hen um final mais trágico, provavelmente eles devem ter alguém infiltrado na marinha seria apenas uma questão de pouquíssimo tempo até Lust descobrir, e você não precisaria sujar suas mãos com está escória. - Nesse momento contaria com a ajuda de Hen, esperando que ele demonstrasse estar com medo de sua ex-chefe, e se fosse o caso apenas inclinaria minha cabeça na direção dele enquanto ostento um sorriso ligeiramente perverso de satisfação. - Viu, o Hen também concorda. -

Se ela concordasse em manter o vivo, eu estaria mais do que disposta em manter ele preso durante todo o procedimento, principalmente a sola dos sapatos e a lâmina da lança. - Não precisa tratar todos os ferimentos, apenas certifique-se de que ele não irá morrer, e claro seja bastante indelicada. - Diria maliciosamente esperando que Vick entenda a mensagem.

Enfim, muitas coisas podem ter ou não acontecido, mas fato é que minha pessoa ia está com a mente exaurida por ficar muito tempo nessa fábrica. - Como é mesmo o número da marinha? Talvez mandem alguém para investigar a fábrica se descobrirem que ela está deserta, e também vai nos poupar o gigantesco esforço de carregar dois moribundos até o quartel. - Perguntaria para Vick, se ela me falasse o número da marinha iria discar e aguardar por ser atendida.

No caso de atenderem a ligação. - Boa noite, eu tenho algo interessante para vocês marinheiros, uma fábrica de armas ilegais, e os responsáveis por comandar as operações são dois criminosos procurados Hen e Glu-to… enfim, esses dois já foram devidamente incapacitados e o restante dos funcionários ou fugiu ou está sem condições de lutar, ah e não se esqueça de fazer o registro, meu nome é Karelina Lawford uma caçadora de recompensas. - Diria num tom mais amigável e até mesmo doce, por simplesmente querer me aproveitar da situação e não precisar ficar carregando corpos alheios. No mais eu informaria a localização da fábrica, de maneira que eles possam chegar até aqui por baixo da grande ponte.


Ao avaliador: A parte da ligação eu e o Furry escrevemos juntos num doc, pra não ficar 3-4 posts fazendo recap com resposta de um parágrafo.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 5 EmptySeg 20 Abr 2020, 10:36





- Ei L… - Antes que pudesse ter a chance de dizer o que quer que estivesse planejando a sola do pé de Kare caiu sobre seu maxilar fazendo com que sua cabeça se torcesse para o lado/baixo enquanto sangue respingou sobre suas próprias pernas com um gemido de dor. Kare que o ignorava apenas respondia a mulher do outro lado do telefone.

Um momento de silêncio seguiu-se do outro lado da linha, até que por fim a voz soou de lá. - Hnnm. Compreendo. Então… Quem é você minha querida? Pergunta a qual gerou uma resposta inusitadamente sincera por parte de Kare.

- Hnmm. Imaginei que era você minha jovem, mas não queria cometer a gafe de fazer uma suposição destas erroneamente… Eu havia avisado para Henry que não daria certo o joguinho que ele desejava fazer com você, mas creio que agora ele deve ter aprendido de maneira apropriada. - A voz tinha certa memória para Kare, o modo de falar era um tanto recordativo, embora fosse provavelmente ao fato da arrogância compartilhada. - Mas devo dizer que esta lição também não me agrada, não gosto muito que outras pessoas peguem os meus brinquedos, por mais sem graças que eles sejam. - Ela respondia sem afetar-se muito pelo tom usado por Kare, inclusive parecia pelo seu modo de falar estar bastante ciente sobre quem a bela jovem era. Vick tinha uma expressão estranha no rosto, parecia uma certa preocupação enquanto olhava para Kare com o gancho próximo aos lábios rosados. Henry por outro lado tinha uma expressão um pouco chocada, talvez não houvesse antevisto aquela resposta, tanto que até mesmo os resmungos haviam se calado. Todo o conjunto havia conseguido pegar não só Henry, mas também Kare desprevenida que não havia esperado uma resposta daquele nível, a surpresa mostrava-se em seu rosto, mais especificamente em sua perfeita sobrancelha arqueada que nem assim trazia ruga qualquer a sua testa.
...

- Óhhh, - ela soltava uma risada a seguir pela linha, parecia ser bastante debochada. - Você deve ter encontrado o Glutty certo? Ah… Ele era …. hnmm, acho que dizer bonito seria um exagero, mas sua visão era suportável. Mas acabou me desapontando então eu precisei. Você deve ser capaz de entender, mas… - ela voltava a rir. - Você minha querida, deixaria os brinquedos de que gosto jogados nesse fim de mundo? Não lhe parece óbvio que você só encontraria os restos nessa pocilga? Óhh minha cara, não seja assim bobinha, mas me diverte ver todo o esforço que você teve para isso. De toda forma. - Seu tom ficava um pouco mais sério. - Eu não posso deixar que qualquer raposinha saiu por ai prejudicando os meus negócios. Sabe… Eu gostava bastante daqueles vinhos, então até certo ponto Henry tinha sua serventia, mas agora… Além dos vinhos ele me custou as armas só por causa de sua brincadeirinha. Minha pessoa planejava se divertir muito em corrigi-lo, mas você minha cara tirou um pouco da minha diversão… Me diga, como ele está? - Do outro lado Kare ouviu o que parecia ser algum líquido sendo servido e a cada palavra dita a jovem sentia Henry murchando cada vez mais abaixo dos seus pés.

Todavia se a jovem havia ou não entendido tudo que era dito já eram outros quinhentos, ainda que por fim houvesse respondido a parte ''importante'' da pergunta. Seu pé fazia força para baixo obrigando-o a abaixar ainda mais a cabeça sob a força das botas de Kare, mas agora parecia ter perdido toda e qualquer força para resistir.

- Hnmm, vejo… Fugir parece ser realmente a única coisa para qual ele tem competência. Karelina correto? - Ela fazia uma pequena pausa e então também diria como poderia ser chamada, mas teria feito questão de dar ênfase a falta do Sama antes dito por Kare. - Você pode me chamar de Lust. Espero que aproveite seus dias e que para seu bem não cruze mais o meu caminho, embora isto esteja parecendo inevitável. Então este talvez seja mais uma vez um até logo. - O telefone desligava.

>><<

- Me.. Deixe… Certo… Apenas acabe com isso. - A voz estava realmente deprimida nesse momento. Parecendo realmente um brinquedo quebrado ele havia perdido toda a graça, de modo que até mesmo atormentá-lo parecia ter-se tornado tedioso, ou talvez não, talvez o fato de ver aquele homem que ousou lhe dar problemas sofrer em sua vida inútil pelo resto da vida fosse de alguma forma recompensador. O que é dependerá apenas de quanta maldade habita no coração de cada um.

- Não acertei nada fatal, mas morrerá de hemorragia sem tratamento. - Vick respondia eficientemente com sua voz monótona. - Poderia. - Afirma ser capaz, mas ainda sem concordar em fazê-lo. - Não tenho certeza se é uma boa ideia Senhorita, eu realmente pretendia tê-lo apenas morto, creio que assim ele ficará impossibilitado de causar maiores problemas. - Respondia Vick cordialmente para Kare, mas mantendo seus olhos abaixados na direção de Henry que servia de apoio para os pés.

- Me deixe. - ele pedia, tudo o que ele parecia pedir era para ser deixado, não havia realmente medo, pois o medo é algo que apenas aqueles que desejam viver sentem e Henry parecia ter perdidos seus motivos. Vick olhava-a com olhos gélidos. - Suponho que um pouco mais de dinheiro não vá fazer mal.

>><<

- QG da Marinha de Wars, Sargento Donovan falando. Em que posso ajudá-la?

Vick estava tratando Henry enquanto isso, que com seu espírito quebrado mal resistia mesmo que desejasse se ver morto. No entanto a empregada havia enfiado na boca do mesmo um rolo de faixas depois de notar que o mesmo pretendia morder a língua.

Como dito por ela, os ferimentos não eram dos piores e para tratá-los aproveitou-se dos uísques que haviam no local para ''limpar'' os ferimentos o que arrancou gemidos dolorosos de Henry pela ardência e depois sem qualquer anestesia começou a dar alguns pontos depois de ter conseguido reduzir o sangramento. Enfaixou apertadamente as mãos do mesmo para conter o sangue ali, mas as faixas logo começaram a se tingir de rubro, mas ela não parecia preocupada com isso. Enquanto realizava o tratamento ela perguntava algumas coisas para Henry utilizando de doses extras de dor para convencê-lo a falar, mas por estar no telefone a morena não conseguia ouvir o que era.

Teria mais ou menos terminado após Kare também ter concluído a ligação, o marinheiro havia parecido bastante suspeitoso quanto a solicitação, mas garantiu que estaria sendo mandada uma patrulha, mas que devido a localização poderia levar de 30 a 50 minutos para que chegassem ao local. Vick traria água para Kare, a mesma era limpa, porém em temperatura ambiente.

- O que a Senhorita pretende fazer agora? - Vick a perguntava após entregar o copo de água, Henry havia dormido/desmaiado devido ao tratamento e estava em silêncio ao lado, mas seu peito subia e descia.

[Tempo para conversa]

>><<

Como informado a marinha realmente teria chegado após cerca de 45min, haviam dois homens feridos no grupo deles, mas pareciam não passar de arranhões. Vick quando perguntou descobriu que os capangas que haviam trancado do lado de fora ainda estavam lá, mas que o restante da fábrica se encontrava agora deserta. Os marinheiros ligavam para a central pedindo para que mais homens fossem mandados e da conversa Kare podia ouvir que parecia que muitas coisas haviam sido saqueadas, mas havia ainda algumas caixas com armas, mas também precisavam recolher os documentos e livros de registro.

- SOU O TENENTE VEGA, GOSTARIA DE AGRADECÊ-LAS POR SUAS CONTRIBUIÇÕES CAÇANDO ESTES DOIS PROCURADOS. ESTAMOS PROVIDENCIANDO TRANSPORTE, PODERIA OFERECÊ-LAS UMA CARONA? QUERO FAZER ALGUMAS PERGUNTAS PARA O RELATÓRIO SE NÃO FOR PROBLEMA. - O Tenente Vega tinha uma grande estatura, talvez da mesma altura de Gluttony, mas com o corpo muito mais musculoso que o primeiro, sua voz era naturalmente alta o que causava um certo nível de medo ao se imaginar como o mesmo seria se gritasse.







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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 5 EmptySeg 20 Abr 2020, 16:37


Com as sobrancelhas erguidas observei o copo de água, era uma surpresa muito bem vinda, após tomar um gole iria fitar Vick me sentindo um pouco confusa com aquela pergunta. - Não é óbvio? - Questionaria como se fosse algo muito previsível o que minha pessoa deseja fazer a seguir. - Vamos retornar logo pro hotel, eu preciso de outro banho, antes que o odor desse lugar fique impregnado em meu corpo pelo resto da vida. - Ao terminar a fala tomaria o restante da água. - Depois pretendo atiçar mais essa tal Lust, até que ela tenha coragem para enfrentar-me e fracasse grandiosamente. - Deixaria uma risada divertida e até mesmo ingênua escapar dos lábios. - Por falar nisso, preciso descobrir onde ela ou os demais brinquedos ficam escondidos…- Pensaria alto, enquanto meus olhos percorrem a sala na qual encontro-me. "Será que algo aqui pode ser útil?" Então procuraria nas gavetas por alguns documentos ou anotações que tivessem algum endereço ou coordenada, talvez anotações de venda, procuraria por algum destinatário ou destino frequente, acreditando que esse "cliente" estaria relacionado a um criminoso potencialmente interessante, mesmo que a tarefa seja o oposto, mas o que uma pessoa praticamente falida poderia fazer...

>><<

A princípio iria sorrir fingindo estar sem graça com as palavras do tenente. - Ara ara, não foi nada digno de elogios, apenas cumpri com meu dever em levar esses malfeitores até a justiça, e principalmente manter a população a salvo dessa ameaça. - Então diria entusiasmada por ter tido algum sucesso na espetáculo. - A carona seria mais do que bem vinda para nós duas, assim poderei responder as perguntas necessárias para o relatório antes mesmo de chegarmos ao quartel general. - Manteria o entusiasmo e carisma na fala. "Só espero do fundo de meu ser que seja outra pessoa a fazer tais perguntas, provavelmente esse marinheiro vai me deixar surda com esse megafone na garganta. - Quando o tenente desviasse a atenção de mim, aproveitaria o tempo para massagear minhas preciosas orelhas.

Então seria o momento de permitir que os marinheiros possam levar-me de volta para a parte um pouco menos pútrida de Wars, nesse tempo escutaria as perguntas que desejassem fazer, ou então aguardar-ia até chegar ao QG para responder ao interrogatório e também apanhar as devidas recompensas.

Durante percurso na carroça (podia ser uma carruagem, mas sinceramente duvido que seja)  ou até mesmo dentro do quartel general se minha pessoa fosse guiada até outro marinheiro de patente menos medíocre, eu aproveitaria para fazer uma pergunta. - Esses dois aparentemente trabalhavam para uma mulher chamada Lust, existe alguma informação sobre o paradeiro dela aqui no North Blue? - Apesar de estar genuinamente curiosa sobre a resposta, não tenho muita esperança de que os marinheiros possam ser úteis de alguma forma, então não me sentirei desapontada caso receba alguma resposta insatisfatória.

E claro não poderia deixar o Hen de lado, afinal ainda há tempo de divertir-me enquanto instigo mais de seus sentimentos, mas isso vai depender de quando ele acordaria (se é que vai acordar) após o tratamento médico de Vick, mas de qualquer maneira minhas palavras seriam as mesmas, sussurradas para que somente Hen seja estimulado. - O que uma esposa deve pensar ao descobrir que o marido foi preso? - Cada palavra seria escolhida para que pareçam não serem direcionadas ao Hen, porém minha entonação maliciosamente sugestiva, deixaria bem claro que a mensagem é para ele. - Será que devo visitá-la para pessoalmente entregar a notícia? - Continuaria a falar ainda com uma imensa perversão na voz, porém deixaria completamente implícito o que faria a seguir, deixando para Hen ter o desprazer de imaginar todas as possibilidades que minha pessoa teria ao satisfazer-me com sua esposa. E antes de ser agredida ou receber outra tentativa de arremesso de fluidos corpóreos desagradáveis, iria me afastar a passos graciosos e ligeiro, deixando que ele admire o sorriso diabólico em meus lábios delicados. Caso o Hen acorde depois dos marinheiros chegarem, eu aproximar-me-ia dele sorrateiramente quando os marinheiros tivessem com o foco distante de nós. E se porventura Hen fizer algum escândalo quando os marinheiros estiverem presentes, eu me afastaria visivelmente exasperada. - Hey! Por que está sendo tão bruto? Apenas perguntei sobre se seus ferimentos ainda doem, não é porque você é um criminoso sórdido que desejo vossa morte. - E para manter a boa aparência, faria um outro escarcéu, distorcendo totalmente a situação para que me vejam como a pessoa generosa e benevolente que de fato sou. aaATCHIMentira… E como agora o Hen não passa de um criminoso capturado, creio que tenderão a acreditar na minha versão dos fatos. IDK

Eu só espero resolver todas as formalidades burocráticas que esses marinheiros tanto prezam, e finalmente poder voltar pro hotel onde tomaria meu digníssimo banho e resolveria alguns assuntos pendentes que uma certa loira luxuriosa tanto anseia. Mas durante o trajeto do quartel general até o hotel seria minha vez de fazer um questionamento. - Sua vingança termina aqui? - Perguntaria de forma bem despretensiosa até mesmo estaria com a postura mais relaxada ao caminhar. - Não foi difícil deduzir. - Responderia caso fosse perguntada como havia descoberto a motivação a dela, e de fato é bem fácil imaginar isso, toda aquela raiva quase que direcionada ao Hen, até mesmo posso dizer o que aconteceu para Vick nutrir tanto rancor, mas simplesmente não tenho interesse. Enfim, essa seria minha maneira de perguntar. "O que pretende fazer agora?".

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 5 EmptySeg 20 Abr 2020, 18:27




- Imaginei que a Senhorita estaria planejando algo assim, por tanto fiz algumas perguntas antes que ele desmaiasse sobre para onde ele enviava os vinhos. - Se Kare houvesse bem prestado atenção teria percebido que uma das funções mais básicas de Henry era enviar para Lust os vinhos prediletos dela. - De acordo com ele era para a Grand Line, mas a embarcação precisava fazer várias paradas antes do destino final.


- Ele falou que o navio parte para Tuntz... - Ela mostrava um pouco de desconforto ao nome. - ….Tuntz Island. Mas ele não sabia informar como é possível chegar lá. - Explicava Vick. - De lá outro funcionário era responsável pela carga, então ele não soube dizer o destino final. - Ela completou a informação.

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- MAIS UMA VEZ AGRADEÇO A SUA COMPREENSÃO SENHORITA, POR FAVOR ME ACOMPANHEM.   - O tenente se virava pisando pesadamente em direção a saída, subiram a escada e passaram pela sala de jantar onde Gluttony estava, agora já coberto. - NÃO SEJAM FRESCOS HOMENS. AGILIZEM ISSO. - gritava ele durante a passada ao ver alguns de seus homens apoiando-se nas paredes com rostos pálidos . - VOCÊS ESTÃO PASSANDO VERGONHA NA FRENTE DESTAS DUAS JOVENS. - talvez ele fosse alguém que levasse a masculinidade muito a sério.

Kare no entanto era mais um pouco massacrada pelo megafonMen que continuava a gritar ordens para homens seus que via pelo corredor quando passavam. Sua cabeça ia raspando no tento mesmo ele estando levemente abaixado.

Henry e Gluttony haviam sido deixados aos cuidados de outros marinheiros, com ambos sendo transportado por macas improvisadas. - PEÇO DESCULPAS PELA FRAQUEZA MOSTRADA POR MEUS HOMENS, QUE MAL CONSEGUEM SUPORTAR O QUE DUAS GAROTAS QUE NEM VOCÊS SUPORTARAM. TEREI A CERTEZA DE DISCIPLINA-LOS TRIPLAMENTE QUANDO VOLTARMOS AO QG. - Ele não tinha o tom de quem menospreza elas, continha sim um pouco de surpresa, mas certamente não era alguém que diria que mulheres não deveriam estar fazendo aquilo, mas alguém que iria exigir que seus homens fossem ainda mais disciplinados para que mulheres não precisassem estar fazendo aquilo, talvez fosse uma veia cavalheira a muito enterrada naquele grande corpo.

Ao chegarem no cruzamento onde Kare havia anteriormente tratado com os operários o homem chamou um assistente. - SARGENTO EDMUND. - Rapidamente o novo nome se apresentou à frente do trio batendo continência ao seu Tenente. - ACOMPANHE ESTAS SENHORITAS ATÉ ONDE ELAS ESTEJAM PERMANECENDO, OU AS LEVE ATÉ UMA HOSPEDARIA DECENTE. NO CAMINHO TOME O RELATÓRIO DA SITUAÇÃO. - Ele virou-se para elas. - MEUS HOMENS APÓS A PERÍCIA LEVARAM OS CRIMINOSOS PARA O QG, MAS A ESSA HORA O SETOR QUE É RESPONSÁVEL POR PAGAR AS RECOMPENSAS JÁ ESTÁ FECHADO, PEÇO-LHES QUE PASSEM NO QG AMANHA PELA MANHA QUE SERÃO DEVIDAMENTE REMUNERADAS POR SEUS SERVIÇOS. DISPENSADO SARGENTO.

- Vamos por aqui, antes que eles nos deixe surdos. - O sargento que era alguém baixinho com cabelos cor de areia e aparência raquítica falou baixinho quando passou pelas jovens. Ele tinha um semblante de alguém que havia sido acordado a pouco tempo com olheiras profundas atrás de um óculos quadrado de armação fina. - Porque eu tinha que tá no esquadrão dele. - Queixava-se após se afastarem um pouco mais. - Eu só queria ficar no balcão. - parecia ignorar a existência das jovens enquanto guiava o caminho.

>><<

Teriam que retornar pelo mesmo caminho usado para chegar ali, subindo a ponte agora por outro local e chegando por fim a um agrupamento que montava guarda e isolava o acesso a área. Carroças puxadas por dois cavalos estavam no local. - Vocês já tem onde ficar? - Perguntou antes de subirem no transporte. - Agora são….. Quase 11, ainda seria possível alugar um local se necessário. - Ele falava olhando para a estrada adiante sonhando em também cair na cama. Vick no entanto respondia às perguntas dele, na verdade ela teria feito todo o trabalho em responder o relatório metodicamente inclusive se oferecendo para escrever o que foi recusado pelo sargento. - Eu não poderia querer mais do que isso…. Mas já me pegaram uma vez e é por isso que to aqui…. É melhor eu mesmo preencher, mesmo sendo um saco.

As perguntas teriam sido sobre como e onde pegaram os cartazes e como haviam conseguido a informação sobre aquele lugar. Quantos inimigos haviam encontrado, quantas haviam sido as mortes e se tinham algo extra a relatar sobre o incidente. Vick teria respondido honestamente a não ser que Kare houvesse intervindo, o Sargento não teria dado relevância ao contato delas com criminosos para encontrar outros criminosos, dando apenas um comentário. - Então o gorducho ainda continua com esse desafio? - E voltava a preencher os papéis mesmo com o chacoalhar da carroça.

Embora o Sargento fosse ainda mais medíocre em patente ela não teria o que perder em perguntar. - Lust? Hnmmm. É um pouco complicado, nem sempre os criminosos se apresentam por seus nomes ou pelas alcunhas que recebem. Então se você soubesse a aparência seria possível tentar procurar… Seria um saco, mas seria possível.

>><<

- Creio que a hospedagem seja está… - a carroça parava na rua já deserta, na hospedaria apenas a luz da recepção mostrava-se acessa. - Irei até o QG. Vou deixar a documentação para a recompensa acertada, só precisarão passar lá pela manhã. - Dito isto a carroça ia embora deixando as duas mulheres na rua deserta em frente a hospedaria, certamente o senso cavalheiresco desse Sargento era muito menor do que o do Tenente.

- Acredito que sim. - respondia Vick mais atrás de Kare que havia começado a caminhar em direção a porta. - Mas ainda tenho alguns desejos. - Ela completava e começava a avançar e se Kare a perguntasse Vick olharia-a com um rosto completamente neutro. - Onde estaria o desafio se eu lhe contasse Senhorita? - Talvez fosse a diversão da empregada ter um certo nível de mistério sobre si. - Mas gostaria de acompanhar a Senhorita por mais algum tempo. - Entravam na hospedaria. - Não irei para o quarto agora Senhorita, deve demorar algumas horas. - Ela começava a andar, parando após uns dois passos dados na direção da cozinha. - Agradeça a Senhorita Lícia por mim.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 5 EmptyTer 21 Abr 2020, 15:46


Eu não estava nem um pouco incomodada com a maneira daquele tenente de pensar, até porque os gritos já fazem esse trabalho, mas não como se minha pessoa acreditasse em limitações de gênero ou coisas assim, os outros seres são simplesmente inferiores a mim. - Conto com vossa pessoa para essa tarefa Sr. Tenente. - Diria demonstrando entusiasmo no tom de voz, enquanto esboço um sorriso meigo. Incentivando o Tenente a disciplinar seus subordinados, sem nenhum motivo relevante apenas achei que seria divertido a idéia deles passarem por treinamentos mais rigorosos.

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Não perderia tempo em me afastar do tenente antes que o mesmo causasse danos permanentes em meus preciosos ouvidos, eu realmente gostaria de não precisar me envolver na parte burocrática mas deixar tudo para a tão prestativa e sincera Vick me desagradava, não desejo ter minha ilustre imagem associada a criminosos de maneira amistosa. - Foi muito estressante! Nós duas estávamos perseguindo o Hen desde Budou, mas ele ainda não era conhecido como um criminoso e durante um incidente com outro subordinado, Hen teve tempo de fugir para Wars, mas felizmente pela fuga ter sido apressada ele não teve tempo de apagar todos os registros em seu esconderijo em Budou, após busca uma de informações em suas anotações descobrimos que ele tinha negócios constantes em Wars, praticamente todos eram feitos com o Glu e a fábrica de armas, parecia uma relação de Hierarquia, com Hen sendo o subordinado, não foi difícil deduzir que o Hen viria até Wars para esconder-se na sombra de seu patrão, os cartazes foram encontrados em mural de Wars, e pelos registros das transações descobrimos a localização da fábrica, mas precisamos gastar praticamente um dia inteiro apenas analisando o local discretamente para descobrir o acesso por baixo da grande ponte. - Interromperia exclamando em indignação como se apenas quisesse desabafar sobre como havia sido irritante todo esse processo para descobrir o paradeiro da fábrica, assim interromperia Vick de maneira que não deixasse clara minha intenção de distorcer os fatos, e no mais acho que não teria problema em deixar Vick prosseguir com os relatos sinceros.

Apenas despedir-me formalmente daquele sargento negligente, e claro o fato de ter sido largada em frente a pousada enquanto a ilha está escura e deserta não era algo preocupante, até porque minha atenção foi roubada por Vick. - Que desejos? - Questionei-a por estar realmente surpresa com aquela fala, e não tanto pelo interesse na resposta. De qualquer maneira dei a Vick um sorriso satisfeito antes de adentrar na estalagem. - Tudo bem, apenas lembre de se divertir com esses desejos. - E logo iria em direção ao quarto.

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Agora finalmente longe daquela fábrica insuportável, e dos marinheiros problemáticos, finalmente tomaria meu digníssimo banho, mas claro não poderia acordar a apressadinha, não ainda, então seria bem silenciosa ao esgueirar-me pelo quarto, tentando também não esbarrar ou tropeçar em nada, e logo removeria as roupas do corpo deixando-as jogada em cima de algum móvel ou espalhadas pelo quarto, e iria banhar-me, não teria muita pressa afinal preciso tirar todas as impurezas e odores que essa ilha impregnou em mim.

Confesso que me sentiria meu corpo relaxar ao ter esse momento descanso, simplesmente ignorando alguns fatos que serão importantes no futuro, como o paradeiro e aparência de Lust junto dos outros brinquedos, afinal não é como se tais assuntos fossem ser resolvidos de imediato, além do que preciso aguardar até de manhã para apanhar as recompensas miseráveis, e bom, tenho outras idéias do que fazer com o restante da noite.

Deixaria o banheiro isenta de qualquer vestimenta, pensando em como deveria acordar a apressadinha, se é que ela não estivesse fingindo ou até mesmo se levantado por me escutar. Subiria na cama com os joelhos dobrados ao redor do corpo da loira e passaria a beijar pescoço, começando próximo da clavícula até chegar perto do queixo distribuindo beijos molhados e nem um pouco discretos justamente para fazê-la acordar. E quando a apressadinha desse sinais de estar despertando, tomaria os lábios dela para mim, enquanto massageio o busto dela por baixo das vestes com um aperto firme. - Boa noite. - Diria num tom travesso enquanto esboço um sorriso malicioso, antes de deixá-la esbanjar-se na fartura de meus seios que seriam gentilmente pressionados contra o rosto da loira, enquanto a "escalo" mais um pouco deixando-a livre para usar as mãozinhas impertinentes como bem entender.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 5 EmptyTer 21 Abr 2020, 18:05




Vick era interrompida durante o trajeto de seu relato por uma ''ansiosa'' Kare que não desejava ter seu magnífico nome associado a alguém da natureza de Varus.

- Certo. - O Sargento não parecia impressionado, e comovido ou qualquer outra coisa além de entediado e cansado, ele tomava as notas, simples assim.

>><<

Após se separar de Vick a jovem subiu para o quarto pé ante pé para não fazer barulho, de mansinho entrou no mesmo. Seus olhos já ligeiramente acostumados ao escuro perceberam sobre a cama a jovem Lícia que estava deitada de lado ligeiramente encolhida com uma das mãos próximas à boca. Seus cabelos estava esparramados a suas costas formando um tipo de arco, não estava tampada e vestia-se apenas com uma camisola branca semi-transparente que permitia-se ver sua lingerie amarela clara que estava por baixo.

Com aquela bela visão a morena começou a despir-se embora ainda não fosse deleitar-se com a loira naquele momento, pois ainda não estava apropriada para tal. Com a roupa sendo deixada por ali, junto a lança [cheia de sangue] e as caneleiras ela seguiu para o banheiro onde encheu a banheira com água quente e limpa antes de afundar e relaxar. Passou bastante tempo ali, sentindo a água trabalhar nos músculos doloridos do seu corpo aliviando-os pouco a pouco, mas infelizmente aquele alívio teria de ser interrompido antes que começasse a ficar enrugada.

Deixando o banho seguiu despida para o quarto onde pode visualizar que Lícia encontrava-se na exata mesma posição, deitada no centro da cama meio de ladinho com a barriga para baixo. De mansinho Kare subiu na cama aproximando-se do corpo encolhido da outra colocando uma de suas pernas na curva formada pelas pernas do loira e outra mais próxima as costas, seu cabelo jogado então para o lado ela inclinou-se lentamente apreciando a visão do rosto tranquilo de Lícia que repousava inocentemente, nem sequer parecendo ser aquela garota atrevida de sempre. Apoio uma mão em cada lado do corpo dela e roçou seu lábios no ombro por cima do robe, deu ali um beijo e em seguida avançou com delicadeza pelo ombro em direção ao pescoço com beijos suaves percorrendo a pele ali exposta.

As pernas de Lícia moveram-se um pouquinho. - Hnnnm. - Resmungou ela baixinho com as pálpebras de seus olhos tremendo com suavidade. - Gostoso. - Mexeu a cabeça e contraiu os ombros aproveitando o toque enquanto um sorriso formou-se em seus lábios. A mão de Kare apoiada a frente do corpo dela entrou por baixo da camisola fina tocando-lhe com suavidade a pele enquanto subia pelo abdome da Loira. - Que bom que chegou. - Respondeu o boa noite virando seu rosto para receber seu beijo que não tardou.

Kare erguia sua perna e Lícia ajeitava-se de frente para a morena, seus úmidos lábios tocavam-se com suavidade. Mordiscos leves eram dados por parte de Lícia enquanto agora a montada Kare começava a subir projetando-se oportunamente a frente dos lábios da jovem que não a decepcionaram naquele momento. Lícia com ajuda de uma de suas mãos fartava-se naquelas belas frutas maduras que lhe eram apresentadas, enquanto sua mão direita escorregava mais abaixo no corpo de Kare descendo por suas costas em busca de outras partes macias do corpo esculturado.

- Vem, me dá mais um beijo. - Lícia puxava-a para baixa encaixando também uma de suas pernas no meio das de Kare e usando a mão que antes acariciava o busto para segurar o cabelo moreno enquanto conduzia as bocas uma para perto da outra.

Ela então virava o rosto de lado oferecendo seu pescoço para Kare. - Ainda não sei se acordei direito… Talvez eu precise de um pouquinho mais de estimulo? - Disse com uma vozinha cheia de manhosidade.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 5 EmptyQua 22 Abr 2020, 13:48


Ainda me é um tanto complicado admitir isso mas, acredito que que meu afeto pela apressadinha tornou-se maior do que poderia imaginar, a visão dela adormecida, poderia eu ter apenas observando-a por mais tempo, porém eu precisei acordá-la para ter aquilo que passei a apreciar, o comportamento desaforado e selvagem, além dos benefícios carnais. - Claro, com todo prazer…- Observaria Licia fixamente enquanto mantenho um sorriso perverso cheio de satisfação, diria cada palavra bem devagar, entonando com bastante vontade as sílabas, como se estivesse me deliciando apenas por pronunciar as palavras de maneira tão perversas.

Porém eu tenho outras idéia, afinal preciso despertar a apressadinha completamente, seu pescoço seria um ótimo local para oferecer estímulos, não nego, mas se é necessário incentivá-la acredito que a outra região digna de ser explorada, na verdade duas que mesmo não sendo grandes são bem fofos e macios, porém eu teria puxado a camisola da loira até abaixo dos ombros, então iria abocanhar uma das colinas aveludadas. Pressionando meus lábios e sugando, deixando minha língua explorar minuciosamente cada porção dessa região já conhecido, e de forma alguma a cereja no topo do bolo seria ignorado, a mordiscaria e esticaria bem de leve. Enquanto minha mão esquerda estaria cuidando do topo da outra pequena colina, massageando, mas também beliscando e torcendo um pouquinho. Claro que não pouparia esforços para deixar totalmente estimulada, minha boca seria bastante dedicada com a atenção generosamente distribuída por ambas as regiões.

Já para minha mão direita eu teria um outro uso, ela iria deslizar carinhosamente pelo corpo da apressadinha até abaixo do umbigo, com meus dedinhos passando por dentro daquela última peça de roupa, a princípio iria apenas criar um leve atrito com a superfície, deixando meus dedos percorrem toda a fresta de cima até em baixo. Até sentir que os dedos estariam devidamente lubrificados de maneira natural, e praticamente sendo convidados para o interior. Neste momento Licia estaria sendo estimulada em diversas regiões, e como um aditivo iria introduzir dois dedos, que no começo estariam um pouco tímidos, mas logo ficar-iam indo e vindo bem rápido enquanto se atritam nas paredes, e porque não aumentarmos a complexidade e permitir que o polegar fique se movendo circularmente um pouco acima da fresta.

Espero que com tanta dedicação de minha parte a apressadinha esteja muito instigada, mas só tem uma maneira de descobrir, e ocorrerá quando eu sentir aquele corpo se tremer e contorcer todo por minha causa. - Está acordada agora? - Perguntaria estando bem calma observando-a intensamente, com um maléfico sorriso nos lábios e nossos rostos bem próximos deleitar-me-ia com a visão da apressadinha. E independente da resposta apenas iria elevar a velocidade de minha mão direita, para que seus movimentos fiquem mais intensos e possam instigar a loira de maneira mais satisfatória.

Em seguida iria carinhosamente distribuir breves beijos no pescoço, em uma calorosa demonstração de afeto, até chegar em sua boca onde a beijaria mais uma vez, bem lenta e harmoniosamente, demonstrando mais sutileza ao fazer nossas línguas dançarem o mesmo ritmo ardente. Os dedos gentis e delicados de minha mão envolveriam cuidadosamente seu rosto, para aprofundar essa conexão, mas a verdade é que necessito de atenção, muita atenção por sinal, com nossas mãos juntas iria guiá-la até onde a luxúria emana de meu interior, devo dizer que está um tanto melado aqui em baixo, além de me sentir toda eriçada e sensível a toques. - Aqui…- Deixaria que sentisse toda a excitação que me causou, rebolando meu quadril contra seus dedos, enquanto os fluídos de tesão seriam intensificados, minhas bochechas brancas de porcelana agora se encontram tingidas de rubro, minha respiração quente soa como sussurros indecentes enquanto alguns gemidos são escutados, meus olhos semicerrados de coloração laranja estariam brilhando apaixonadamente ao contemplar a visão em minha frente.

Deitar-me de costas para o colchão, permitindo que tenha uma visão privilegiada de meu corpo, minhas pernas iriam arquear-se distanciando uma da outra, demonstrando o quão receptiva e ansiosa estou por também ser estimulada, porém desta vez concederia a honra de ser conduzida se assim fosse desejado. - Faça com que meu corpo ardente testemunhe todo vosso ímpeto. - A ordem seria dada com uma entonação fervorosa, mas dada a situação que me encontro tão vulnerável diante tanta excitação poderia ser visto como um pedido clemente, mas claro ainda estaria com o olhar penetrante e sorriso presunçoso tendo a audácia de oferecer tal desafio.

Se fosse capaz de fazer com que minha grandiosa pessoa fosse plenamente satisfeita lhe seria oferecido a generosa recompensa de acolher-se em meus braços, e repousar-se sob meu corpo, enquanto teria os cabelos carinhosamente afagados e veria meu rosto aproximando-se devagar com os olhos fechados, selando nossas bocas com meus lábios rosados pela última vez nesta noite, antes de compartilharmos a mesma cama para adormecermos.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 5 EmptyQua 22 Abr 2020, 18:29




Como negar tal pedido oportuno a alguém como ela? Como poderia Kare não realizar a loira aquele simples e tentador desejo? Não havia forma de tal. A camisola folgada foi logo puxada expondo a totalidade do pescoço/ombro da jovem sonolenta aos cuidados da impetuosa morena.

Ao toque sedoso de sua língua ela sentia a loira abaixo de si arrepiar-se, contorcendo-se lentamente ao dançar suave dos lábios por seu corpo conduzida naquele ritmo inebriante que cada vez mais era dominado por aquela perversa diaba. Todavia Kare a desejava para suas próprias necessidades e por mais suculento que estivesse queria que a mesma se animasse rapidamente, não detendo-se assim apenas ali. A camisola era então mais um pouco forçada, descendo e expondo mais das tentações de Lícia.

Os beijos logo e vorazmente deslocaram-se para as pequenas cerejas de Lícia, que despertou prontamente com o suave mordiscar de Kare. Suspirou puxando o ar, empurrou seu quadril para cima encaixando-se ao corpo da morena. Não só sua boca trabalhava como também sua outra mão que colhia o outro pequeno fruto. - Ahhhh… Não …. Para… - rebolou embaixo de Kare esfregando sua perna contra a virilha dela.

Incentivada cada vez mais pelos suspiros de Lícia a jovem não poupou esforços revezando-se pelas duas colinas até que as sentia completamente eriçadas e sensíveis, cada toque suave despertava múltiplas sensações na loira abaixo de si que agora parecia bastante acordada e até mesmo corada.

Mas… ainda não havia acabado, ainda não. Apoiando-se com a mão esquerda enquanto continuava a estimula-la com seus lábios percorreu sutilmente o corpo da jovem enquanto descia mais e mais abrindo caminho para lugares ainda inexplorados naquele momento. Sentiu-a novamente arrepiar-se quando seus dedos roçaram sobre a superfície, nesse momento a loira já não mais estava inerte. Com uma de suas mãos segurava e apertava seu seio agora livre enquanto a outra segurava com força os cabelos de Kare puxando-a novamente para seus lábios enquanto os dedos da morena brincavam com os outros trocando em ambos beijos suaves.

Suas línguas dançavam uma na outra enquanto os dedos já lubrificados de Kare puderam fartar-se sem qualquer impedimento em explorá-la mais profundamente. No exato momento que Kare avançava a loira mordia-lhe o lábio suavemente envergando seu corpo para logo após soltar enquanto sorria e rebolava lentamente nos dedos de sua parceira do jeito que só aquelas proficientes na arte da dança sabem fazer.

Livre do aperto em seus cabelos Kare novamente descia beijando-a enquanto sua mão acelerava em seus movimentos. Lícia começava a cada vez mais contrair seu corpo, mordendo seu lábio inferior enquanto gemia em puro deleite aos toques perversos que recebia. Sua mão apertou com mais força seu próprio seio, enquanto a outra subia empurrando contra a cabeceira da cama, seu corpo mais e mais se arqueava tensionado, os dedos de seus pés se contraiam e suas pernas enlaçaram-se ao redor das de Kare. Ela sustia sua respiração, dando pequenas arfadas gemidas até que um gemido mais profundo e alto escapou-lhe, seu corpo inteiro tremeu enquanto ela soltava todos os músculos que havia tencionado para liberar seu farto mel nos dedos da morena que lhe aliciava.


- Nossssaa. - Soltou uma risada suspirada. - Acho que não existe melhor maneira que essa. - Seu corpo ainda tremia e se contorcia rebolando lentamente nos dedos de Kare, ela mordia seu lábio inferior com um sorrido de deleite estampado. Seus olhos estavam fechados e levemente apertados.

Após esta pequena pausa que a loira teve para respirar a sua mimadinha voltava a estimula-la com ímpeto renovado, seu corpo relaxado imediatamente se contraiu com força enquanto os toques precisos e acelerados de Kare a estimulavam vigorosamente, sua respiração entrecortada aumentou em ritmo até o ponto que seu corpo novamente tremeu em espasmos, sua mãos que apertava o seio desceu apressada retendo a mão da morena em seu movimento enquanto ela respirava pesado fazendo seu busto subir e descer em curtos intervalos.

Kare começava então a dar-lhe suaves beijos, cada qual arrancando uma onda de arrepios da loira, fazendo-a se contorcer em espasmos sempre que os suaves e rosados lábios da morena roçavam-lhe em áreas mais sensíveis até por fim seus lábios mais uma vez se encontrarem com beijos cursos e suaves onde a loira aproveitou para falar entre cada um deles.

- Ainda...acho...que você….anda...praticando...por...ai. - dizia contente com o prazer que havia recebido. Ela agora enlaçou suas pernas na de Kare, colocava uma mão nas costas da morena puxando-a para perto enquanto ainda se beijavam, sua outra mão lentamente era guiada pela da sua parceira.

- Parece que tem alguém muito feliz em me ver aqui. - Disse ela enquanto conduzia seus dedos pelo melado da outra. Lícia permitiu-se com suavidade deslizar para o interior da morena, coletando o mel de sua companheira antes de trazer sua mão novamente a seus lábios onde apreciou com um rosto repleto de malícia os sucos que embebiam seus dedos. Seus olhos cravados nos de Kare enquanto sua língua minuciosamente percorria absorvendo todo o sumo. - Frutado. - comentou ela abrindo e fechando a boca antes de levar os dedos novamente a sua língua. - Com um leve toque amadeirado. - Continuava brincando, fingindo estar degustando um vinho, jogando com onde haviam se conhecido. - E com uma deliciosa picancia no fim. - Sorriu olhando-a nos olhos repleta de safadeza no brilho do seu olhar e sem resistiu avançou beijando a morena deixando que suas línguas se enroscaram para que a própria também pudesse apreciar os sabores que tanto a instigava.


Puxando-a com delicadeza para o lado conduzindo-a a se deixar ao  seu lado, permanecendo ao lado de sua companheira enroscou uma de suas pernas sobre as dela, e desceu novamente sua mão onde havia  sido guiada, a outra por debaixo do corpo esculturado de Kare. Inclinou-se sobre ela e sem qualquer pudor e delicadeza abocanhou-a vorazmente cheia de ímpeto o pico dos seus montes sugou-o vorazmente e então elevou-se observando-a do alto já que a mimadinha a permitia ter tal maravilhosa visão.

- Depois de ter me acendido daquele jeito… - ela sorriu devolvendo a perversidade demonstrada por Kare.

Sem tirar os dedos ela avidamente começou a descer distribuindo beijos e algumas mordidas no corpo macio e curvilíneo, desceu e se posicionou com a perfeita visão do seu desejo e sedenta por provar mais daquele saboroso licor não se fez de rogada e serviu-se direto da fonte com muita avidez.

Retribuindo a morena estimulou-a com seus dedos enquanto percorria com sua língua já bem úmida os lábios, dando atenção a totalidade daquela fruta, sugando todo o sumo com entusiasmo.

E assim como dito por ela, seu ímpeto agora acesso era irrefreável e demorou-se a extinguir sossegado apenas quando percebeu que já não estaria mais dando prazer a sua parceira, momento que parou e carinhosamente traçou caminho subindo pelo corpo da morena até que suas bocas novamente se encontrassem.

Sorrindo escorregou para o lado, aninhando-se no braço que a morena lhe oferecia, jogou sua perna por cima das dela e abraçou-a apertando-se junto ao seu corpo, mas não forte o suficiente para causar-lhe dor. - Boa noite. - disse após o último beijo.


>><<

O dia seguinte viria, mas a dupla acordaria tarde. Não tinha visto Vick voltar para o quarto, mas a ausência das roupas no chão, que estavam agora limpas e dobradas sobre uma das cadeiras e também a ausência do sangue na lança, igualmente limpa e escorada próximo a porta do banheiro indicavam que a mesma havia passado pelo quarto, embora já não mais estivesse ali.

Ao abrir os olhos a morena veria Lícia sentada ao seu lado de pernas cruzadas e olhando curiosamente para baixo. Estava com a mão direita de Kare entre as suas mãos e analisava com muito interesse algo ali.

- AHh, você acordou. - Sorriu. - Eu sabia que você era preciosa e tudo mais, mas…. Isso aqui não é um pouquinho de mais? - Ergueu e virou a mão de Kare para que a mesma pudesse ver do que falava. Ali incrustado nas costas de sua mão havia agora um Rubi vermelho vivo to tamanho de uma moeda grande.





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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 5 EmptyQui 23 Abr 2020, 15:35


Meus foram cravados no lençol enquanto apenas aproveitava os toques libidinosos da loira gemendo baixinho enquanto movia-se praticamente sozinho ao mesmo ritmo do dedilhado que conduzia-me em uma dança prazerosa. - Ei! - Disse em meio a um gemido repleto de sentimentos um tanto diferentes, excitação, vergonha e raiva. Essa loira depravada, agindo tão vulgarmente, expondo-me com tanta indisciplina, meus olhos se desviaram para o lado, e meu quadril se projetou para frente em protesto. - Ao menos prove diretamente da fonte. - Reclamaria enquanto ofego, sem conseguir esconder o quão atiçada fiquei. A audácia dela não tem limites, beijando-me logo em seguida após fazer tais comentários libertinosos, e claro, não hesitei um segundo para ter os lábios dela novamente juntos aos meu, degustando o sabor que surgiria dessa combinação tão perversa.

Não recordo-me de quantas vezes foram e nem me dei o trabalho de contar ou me preocupar com isso, parecia que diversas explosões intensas ocorriam em meu interior, causadas pelos estímulos selvagens e incessantes da loira, me fazendo recordar o motivo de ter passado a apreciar essa natureza apressada e fulminante. Mesmo comigo tentando conte-me, meus gemidos se tornaram cada vez mais altos e intensos, carregados de nada além a toda excitação que me deixava sem pudor algum naquele momento. Apenas a incentivava para que continuasse, por vezes me contorcendo e prendendo-a entre minhas coxas, enquanto puxava seus cabelos contra mim, com intenção de aliviar toda a tensão. Até chegar um ponto onde já não sentia direito minhas pernas, do quadril para baixo estava trêmula e retorcendo-me um pouco, estava com os olhos revirados a ponto de tremerem enquanto arfava e gemia exausta, mantendo um sorriso luxurioso sentindo algumas mexas de cabelo grudadas no rosto, imaginando o quanto me seria proveitoso ter toda essa selvageria ao meu completo dispor.

>><<

…………………………Parecia simplesmente impossível de crer em meus olhos mesmo que estivesse perfeitamente clara a aquela visão, senti como se meu corpo inteiro estivesse congelado, não conseguia movê-lo por vontade própria, minha mão tremia enquanto meus olhos piscavam incrédulos observando aquela terrível desgraça que assolava-me. - Acho que vou desma…- De repente tudo parecia escurecer, sacudi a cabeça como se estivesse zonza e apoiei as costas da mão imaculada na testa, e me permitir cair de volta no colchão. - Óh vida, porque estar a ser tão cruel com minha pessoa, punindo-me com tamanha aberração, profanando a mais perfeita das existências. - Estenderia a mão com o rubi para o céus, lamentando-me num tom exageradamente dramático.

- Mas porque teve que ser um rubi tão minúsculo? - Tornaria a sentar-me no colchão, olhando atentamente para aquela pedra vermelha cravada na superfície de meu templo. - Espera, esse não é o principal problema aqui. - Então deitar-me-ia na cama, voltando a posição de lamúria. - Pois bem destino, se sodes tão maligno e injusto com este ser tão puro, talvez seja o momento de deixar este plano mortal. - Terminaria a cena com os braços esticados por cima da cabeça, já sentindo as cortinas de meu espetáculo fechando-se permanente……..morri…….- ESPERA! - Praticamente saltaria do colchão caindo sentada sobre os joelhos. - Se eu morrer agora, essa coisa horrenda ficará presa a meu digníssimo ser por toda eternidade. - Exclamar-ia desesperada, tentando tirar aquela pedra com os dedos até sentir uma mínima dor e desistir da idéia. - Não sai… - Viraria o rosto na direção de Licia, fazendo beicinho e com os olhos chorosos igual uma criança mimada, esperando que ela ao menos fosse sensibilizada pela minha ruína.

Se Licia não ficasse pentelhando-me apenas me manteria sentada no cantinho da cama abraçando os joelhos sem a menor vontade ou desejo de fazer qualquer coisa, sentindo-me completamente deprimida e desiludida com a vida, tendo de lidar com o catastrófico problema de ter um rubi em mãos. E só iria demonstrar sinais de vida quando escutasse Victória chegando ao quarto. - Viiick. - Aproximar-me-ia às pressas, exibindo aquele troço vermelho enquanto aponto com o dedo indicador. - Tira, tira. - Após dizer iria inflar as bochechas de ar numa expressão tristonha.

>><<

Caso Vick pudesse retirar o rubi, eu ficaria extremamente contente a ponto de massagear as costas da mão agora isenta de máculas na bochecha. "Finalmente estou livre". E se Vick me questionasse o que deveria fazer com aquela pedra, iria apenas olhar para ela com desdém por justamente não querer olhar para o rubi. - Pode quebrar, jogar fora, ou vender, eu não desejo ver nunca mais essa coisa. - Iria revirar os olhos e suspirar indignada.

Então finalmente iria vestir as roupas de Wars, faria o desjejum oferecido pela hospedaria, e agora estando plena para lidar com assuntos de menor relevância. - Conseguiu encontrar algum navio para nos tirar dessa ilha? - Questionaria a Vick, e se a resposta fosse positiva arrumaria os pertences dentro da mochila (menos os livros obviamente) estando pronta para deixar a hospedaria, mas claro que antes de deixar a ilha iria até o quartel general apanhar as recompensas, e se porventura passássemos em frente uma joalheria ou estabelecimento do tipo iria sugerir para vender o rubi. - Acho que podemos nos livrar "daquela coisa" aqui. - Então apontaria na direção do comércio.

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Objetivos:
 

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