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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 3 - Falência Abrasiva

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MensagemAssunto: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 3 EmptyTer 10 Mar 2020, 12:14

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação 3 - Falência Abrasiva

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçadora de recompensas Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 3 EmptySex 27 Mar 2020, 19:38


Por que é tão difícil lidar com algumas pessoas, sério, mesmo comigo sendo bem clara e direta em relação a escolha, o Sr. Espada Azul ainda argumentava sobre os problemas que eu teria de lidar, talvez tentando me convencer a mudar de idéia. Minha pessoa iria tortuosamente revirar os olhos enquanto move o pescoço de maneira circular para cima em total desgosto. " O que mais preciso fazer para esse homem entender que não precisa prorrogar tanto essa conversa?" Em seguida permitiria-me suspirar descontente.

E nem tempo eu teria para me recuperar do desprazer com Varus e Vick iniciando um confronto escandaloso, e o motivo… francamente. "Tanto alvoroço por algumas moedas, se fossem 50 ou 200 milhões até tentaria compreender." E queria eu que esta fosse a maior das preocupações.

- Que seja. - Diria com tom com seco de desgosto em meio a um suspiro, tentando me conformar com tantos termos e empecilhos contatos por Varus, enquanto me levanto ansiosa por deixar o local.

De fato não estava satisfeita com o desenrolar da negociação, mas não veria uma maneira melhor de lidar com tantos problemas pequenos e irritantes, ou sequer teria disposição e paciência para pensar em algo melhor. Era como se diversas correntes estivessem envolvendo-me enquanto se constringem limitando minhas alternativas, eu adoraria resolver brincar com o Hen ainda de tarde, mas não acho que Varus fosse querer enviar alguém para me guiar ainda de tarde. Sem mencionar que preciso confiar nele para me entregar outra lança, e posso dizer que meu histórico de decepções por aceitar ajuda dos mundanos é um tanto extenso. Mas de qualquer forma se o Sr. Espada Azul não honrasse com vossa palavra apenas irei me certificar em ser ressarcida com 20 milhões, e somente por tal motivo que deixaria o esconderijo dele sem causar mais problemas. Não iria preocupar-me com a localização do ponto de encontro, pois acredito que Vick prontificar-se-ia a lidar com tais detalhes, e mesmo se não o fizesse, seria apenas questão de pedir para algum condutor nós levar até a tal taberna, imaginado que não seria um local difícil de se encontrar já, pois ninguém minimamente inteligente escolheria um ponto de encontro desconhecido. Pelo menos assim espero, ou talvez minha pessoa esteja superestimando a capacidade intelectual de Varus.

>><<

Agora tendo de fazer uma árdua caminhada monótona de volta para a região pouco menos medíocre de Wars, sentiria o cansaço me causando algum infortúnio, me fazendo suspirar pesadamente em poucos momento, com a musculatura do corpo tensa. - Para agora iria apenas consumir tempo, e não vejo a hora de banhar-me e assim remover as impurezas desta ilha que impregnam meu corpo. - Responderia Vick sendo bem franca e direta com as palavras, mas sem qualquer hostilidade na entonação.

E assim continuaria a longa jornada até o hotel sem reduzir o ritmo dos passos, se chegasse sem maiores complicações iria imediatamente dirigir-me até o banheiro, enquanto vou me despindo pelo quarto e atirando as roupas pelos cantos. - Finalmente… - Dizendo em tom leve de satisfação após suspirar aliviada. Iria usufruir de um banho relativamente demorado, pois não teria apenas a intenção de retirar a sujeira do corpo junto do sangue, mas também gostaria de relaxar o corpo, mesmo se a água estivesse fria acredito que seria uma boa escolha, considerando o clima excessivamente caloroso desta ilha.

Sairia do banheiro com a toalha enrolada no corpo, sentindo-me mais relaxada, e logo me sentaria sob a cama, cruzando minhas pernas. Olhando para as roupas jogadas no chão, enquanto levo o dedo indicador abaixo do queixo. - Essas roupas sujas, o que devo fazer, se usar outras elas apenas vão se cobrir de poeira. - Diria em tom alto, com a voz dengosa, alongando as palavras e gemendo insatisfeita como uma criança fazendo birra. Como se estivesse fazendo um pedido para Vick, mas sem de fato pedir. No caso se ela estivesse ainda no quarto, ou já não houvesse tirado a poeira das roupas, visto o quão ela é proativa.

Agora acredito que não teria muito mais para fazer, apenas comeria as refeições no hotel, trocaria para alguma roupa limpa, mesmo que não combinasse com Wars. E assim iria enrolar até o começo da noite. - Vamos contratar outra carruagem para nos transportar até a taverna? - Questionaria Vick, aguardando por sua resposta. E assim iria com ela até encontrarmos uma carruagem, ou escutaria a opinião dela se fosse uma idéia diferente.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 3 EmptySex 27 Mar 2020, 21:56




- Entendido senhorita. - Com isso elas seguiram o caminho sem qualquer pausa inclusive apertando um pouco o passo para que chegassem o mais cedo possível no quarto.

Como se fosse esperado Lícia não estava ali, muito provavelmente aproveitava o dia para bater perna e divertir-se como possível naquela região enquanto tentava ignorar o clima terrível. A água do banho antes morna pouco a pouco foi esfriando, mas nem isso o tornava menos apreciativo visto que o local inteiro parecia um inferno.

Ao sair do mesmo, nada mais que o óbvio foi encontrado. As roupas antes espalhadas estavam fora de vista, provavelmente levadas por Vick para serem limpas, considerando o calor local seria de se esperar que até a noite também fossem estar secas, o almoço também estava depositado sobre uma cômoda coberto por uma tampa de prata.

Vick por sua vez estava sentada de pernas cruzadas sobre a própria cama, a sua frente haviam estendidas algumas bandagens e alguns outros frascos além de alguns pacotes e seringas. Mais ao lado na cama havia duas pistolas e vários cartuchos e bem…. pendurado em um cabide…. algo que fez percorrer um arrepio pela espinha de Kare…. o uniforme de empregada anterior.

>><<

Horas se passaram, Kare já havia rolado para absolutamente todos os lados na cama, Vick havia lhe dito para sair e dar uma volta, mas a mesma parecia não ter escutado o conselho. Não muito longe dali um cavalheiro sentava-se em uma padaria enquanto repetidamente olhava para seu relógio de bolso de ouro. - Acho que ela não vem Marques Vasques. - O homem apenas acenou com tristeza e se foi.


>><<

- OIH. - Lícia se assustou ao abrir a porta e dar de cara cara com a dupla que deixava o quarto. - Vamos jantar? - Perguntou com um sorriso refrescante, mas que desapareceria com uma negativa. - Ah… - fez um pouco de beicinho enquanto entendia que provavelmente Kare não voltaria tão cedo aquela noite. - Bem… - o beicinho durou pouco e logo ela deu um sorriso atrevido antes de se pôr na pontinha dos pés e beijar Kare com um selinho roubado, afastando-se apenas alguns centímetros. - Que coisas malignas vocês ficam fazendo por aí a noite, hehe, eu queria saber. - Ela desliza um dedo no colo de Kare subindo-o em direção ao queixo da mesma. - Bem… Fazer o que. Se eu tiver dormindo acho bom você não se aproveitar de mim. - Disse, mas seu tom fez parecer que ela queria o completo oposto.

Dito isto ela entrou no quarto e a dupla seguiu para o porto com o auxílio de uma carruagem. Encontrar deslocamento entre a parte nobre e o porto era muito mais simples que da parte pobre para a nobre. A taverna era na rua principal próxima a ponte, lá o movimento era alto, mas em suma maioria de pessoas simples que até mesmo baixavam o olhar evitando o contado visual com Kare, vestida agora mais uma vez no seu estilo cowgirl sexy e Vick que agora vestia sua roupa de empregada.

Aparentemente aquelas pessoas sabiam o ''seu lugar''. A certa distância viram um sujeito de roupas comuns e chapéu se aproximando, aparentemente era o mesmo sujeito que havia ficado por último quando conversaram com Varus, algum tipo de ''braço direito'' do homem. Ele estava cerca de quinze minutos atrasados, mas como Kare não tinha um relógio poderia lhe parecer que aqueles minutos já eram horas só pela audácia do mesmo ter-lhe feito esperar.

- Ah, certo, certo. - Aparentemente ele tinha a mesma mania de Varus de dizer ''certo'' duas vezes como se isso fosse um pedido de desculpas. - O mestre Varus demorou um pouco para terminar. - Ele apontou para suas costas onde havia algo encapado, longo e ereto que era agora oferecido para a sedutora Kare. - Ele também disse que não adianta tentar procurá-lo porque não vai mais conseguir encontrá-lo.

Varus havia terminado a lança, nesse momento o gorducho estava na verdade rindo enquanto bebi saque com algumas garotas em um bar melhor conceituado enquanto para bem ou para o mal Kare havia sido ''enganada'' pelo prazo anteriormente dito. A arma entregue era uma lança com uma ponta bastante aguda e levemente ''serrilhada'' o que lhe dava um aspecto bastante ameaçador, sua coloração diferente do esperado não era azul e sim feita de um marrom avermelhado que misturava-se com laranja. O cabo era de uma madeira marrom avermelhada e estava bem envernizado. A base havia sido esculpida um pouco mais grossa e possua uma bola metálica com uma ponteira que ajudava a balancear o peso da lâmina que era notavelmente maior que as lâminas anteriores que Kare havia possuído. - Ele achou que azul não era sua cor, embora eu prefira ela.
Spoiler:
 
- Vamos?

>><<

Dali seguiram se afastando da rua principal em direção a locais bem mais suspeitos e escuros, a quantidade de pessoas diminuiu, o cheiro piorou e a luminosidade era quase inexistente. A frente Leroy com uma lamparina parcialmente coberta guiava a dupla até uma extremidade do porto interno por onde começaram a descer por plataformas de madeira estreitas fixadas na encosta da ilha. Alguns zig zags junto a rocha e estavam agora se aproximando das estruturas metálicas inferiores de sustentação. Muito acima, quase a cinquenta metros era possível ver o topo da ponte devido as lanternas de iluminação.

- Estamos quase lá.

Acessaram o que parecia ser a terceira ponte inferior. Está era feita de tabuas. A luz da lamparina estava regulado no mínimo enquanto passavam a passo lendo movendo-se por caixas no local. Tinham passado agora da ponte principal e seguiam por estruturas secundárias que interligam as ramificações do porto arranha em direção a uma parte da encosta afastada até que ao longe começaram a perceber algumas iluminações a distância.

- Certo, eu venho até aqui.

O local que estavam agora era um tipo de ''ponte'' na diagonal que ligava uma parte do rochedo até a ponte inferior por onde haviam passado a pouco. Havia abaixo desta uma outra ponte assim como acima também e em alguns pontos era possível utilizar de escadas verticais para transitar entre estas. Caixas estavam espalhadas pelas laterais geralmente junto aos pilares de sustentação vertical, nas laterais externas haviam barras que interligam essas pilastras distribuindo o peso. A altura para as barras horizontais no alto era de uns 2m e meio enquanto a estrutura possuía cerca de 4m de largura.

De onde estava, até a lanterna visível tinham outros 15m. - Tem uma porta na encosta, de lá provavelmente um longo, longo túnel que deve seguir até embaixo da pilha de sucata. Deve ter por volta de 1km de extensão. Na porta provavelmente vão ter guardas, mas eles devem patrulhar também. - De onde estava até a porta eram por volta de 100m, haviam parado ali porque o caminho até lá era melhor iluminado por lamparinas embora ainda não fossem visíveis capangas no local. As lamparinas estavam em intervalos de 10m o que deixavam bastantes sombras criadas pelas caixas. O som do mar quebrando na encosta abaixo também era bastante alto e o vento finalmente tornava o lugar refrescante, embora a água poluída abaixo não melhorasse o cheiro que parecia com o de peixe estragado.

>><<

Caso não demorassem muito a prosseguir conseguiriam com certa facilidade avançar bons 50m até que começar-se-ia fazer ouvido sons de passos na direção delas. Neste momento, se escondidas veriam a 30m de onde estavam uma dupla se aproximando quando está estivesse passando por baixo de uma das iluminações.

Um dos sujeitos era grande, quase por volta de 3m de altura e carregava sobre os ombros alguma forma escura, mas grande que não lhes seria possível identificar daquela distância, mas que conforme se aproximasse perceberam ser um tipo de taco feito de tronco. O outro sujeito não poderia ser mais diferente, um magricelo com menos da metade da altura do seu companheiro, mas andava bastante ereto em sua postura e tinha seu rosto coberto por um pano roxo.

Caso não tivessem se escondido quando estivessem a 15m a dupla pararia e o grandalhão com uma voz barítona abordaria elas. - Propriedade particular, deem meia volta e sumam. - Neste mesmo instante o pequeno teria sumido da vista delas.

Mas caso elas estivessem se ocultado em alguma pilastra ou caixa a dupla continuaria avançando, mas não chegaria a passar por elas, pois fariam uma pausa a mais de 10m da posição delas por onde permaneceram em guarda. A posição deles era em uma área escura fora da luz.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 3 EmptyTer 31 Mar 2020, 19:35


Quando as roupas estivessem devidamente enxutas eu iria traja-las junto do par de caneleiras novas. "Preciso urgente de roupas que harmonizem com essas caneleiras, felizmente não ficarei muito mais tempo nessa ilha correndo o risco de ser reconhecida com essas roupas distópicas." É mais do que óbvio minha necessidade nesse momento, e recordo-me de não ser a única a precisar de um banho de loja. Sentindo meu congelar por alguns instantes ao separar-me com a terrível visão daquele uniforme, crente que não tornaria a vê-lo novamente. - Me lembre de comprarmos roupas novas quando deixarmos Wars. - Diria após suspirar me conformando com a situação, pensando na melhor combinação para resolver o problema. "Algo que não simplesmente seja mais funcional em relação a um uniforme de empregada, mas também necessita ser esteticamente agradável aos olhos. - Apoiando meu queixo nos dedos analisaria Vick tentando imaginar algum look que atenda minhas expectativas. "Esses óculos, talvez escolher outro que realça mais a cor dos olhos, sim, me parece bom." Acenando positivamente com a cabeça, concordando comigo mesma. Seria até divertido pensar nisso, devido ao imenso tédio que era ficar nesse quarto esperando infinitamente.

Porém para meu completo toda a espera teria de chegar ao fim, e finalmente deixaria o quarto junto de Vick, mas por coincidência Licia estava adentrando no quarto. Meu interior vivenciava um estranho desconforto, fazendo com que minha pessoa sinta-se mais pesada, encontrar a apressadinha logo agora tornava mais difícil lidar com meus sentimentos. Eu não conseguiria responder sua pergunta impertinente, apenas por querer mantê-la o mais distante possível desse mundo. Mas felizmente a apressadinha trazia leveza para tudo aquilo, gentilmente envolveria a mão da loira utilizando meus dedos, permitindo-me apoiar a bochecha sob ela, sentindo o calor dela em minha pele, sem que percebesse meus olhos fechar-se-iam com um distinto sorriso desenhado nos lábios. Em seguida levaria a mão da loira até próximo de minha boca e beijaria as costas de Licia. - Como desejar mademoiselle. - Fitaria a loira com o canto dos olhos, enquanto sigo seriamente, porém utilizando um tom de voz galante e cortês. E assim caminharia passando ao lado da loira, mas não sem antes abaixar meu rosto próximo ao ouvido dela. - Irei certificar-me de lhe acordar previamente. - Dizendo baixinho de maneira perversa, para que somente ela escutasse.

>><<

Já em frente a taverna estaria de braços cruzados, batendo o pé no chão no mesmo ritmo que o dedo indicador bateria contra o braço. "Deixar-me esperando, francamente, qual o problema desses mundanos? Eles deveriam ficar ansiosos por me verem." Bufando de indignação algumas vezes, sendo obrigada a aguardar. Até que após séculos chegou o tal funcionário do Sr. Espada Azul. - Então você deveria ter se apressado para compensar o atraso dele. - Diria em tom seco, sendo bem grosseira, enquanto apanharia a lança sem muito sutileza. - Tanto faz, apenas se apresse, não tenho a noite inteira a perder. - O cortaria sendo igualmente hostil se caso ele volte a falar algo. E agora precisando novamente caminhar até a grande ponta, é óbvio se dizer que não contribuía para meu tédio, talvez eu devesse ter saído um pouco daquele quarto, mas sinceramente, como minha ilustre pessoa poderia aproveitar algo dessa ilha?

Assim que o lacaio terminasse de passar as últimas informações a respeito do local, minha pessoa iria caminhar em direção a dita porta, ignorando totalmente o capanga como provavelmente teria feito durante todo o trajeto anterior. Não prestaria a menor cortesia para com ele, afinal é apenas o subordinado de um reles pirata sem mais utilidade, não esperem que eu vá prestar algum tipo de gratidão ou sequer respeito por gente desta estirpe. Minha única lamúria seria não poder testar a nova arma no Sr. Espada Azul.

Avançaria através das sombras entre as lamparinas, a princípio evitaria as caixas por não saber o que poderia haver atrás dela, e também para não fazer desvios, até porque no momento me vejo priorizando a pressa em relação a discrição. "Melhor eu não perder tempo, antes que esse odor pútrido impregne até em meu espírito." E assim caminharia a passos rápidos, imaginando que Vick estaria me acompanhando pelo mesmo caminho, sem a necessidade de lhe dar alguma ordem. Até nos deparamos com os primeiros coadjuvantes. - Apenas dispare em último caso, não pretendo ter de enfrentar cada lacaio e funcionário dessa fábrica. - Sussurrando para a "empregada", enquanto estenderia a mão sinalizando como se quisesse dizer. -Fique aqui.-

A partir disso continuaria a avançar sozinha contra a dupla, mantendo minha atenção no menor dos homens assim como ficaria todo o tempo alinhada com o mesmo. Agora adentrando mais profundamente nas sombras, utilizando as caixas e outros objetos que fossem grandes o suficientes para me ocultar atrás deles. Meus passos ficariam mais lentos e cuidadosos a medida que me aproximasse dos dois vigias, enquanto, e quando eles parassem de maneira repentina, eu iria continuar com a aproximação sorrateira, a fim de circundá-los pelas sombras, tomando cuidado com onde piso para não esbarrar em nada além de fazer ruídos desnecessários.

Ainda com o foco no mais esguio dos capangas, iria aguardar um pouco até meus olhos estarem mais acostumados com a umbra onde os dois estariam posicionados. Silenciosamente empunho a lança com as duas mãos, mantendo a direita mais afastada, e quando estivesse próxima o suficiente iria flexionar os joelhos, depositando todo o peso do corpo nas pernas dobradas, e saltaria em direção aos dois, obviamente mirando o pigmeu, por acreditar que se o acertasse seria mais fácil de eliminá-lo. Iria estocá-lo na região central do tórax, pois devido a baixa iluminação não iria arriscar golpear em uma região menor. Caso acerte, minha pessoa apertar-ia a haste com mais força, e empurraria para frente a medida que a leva para a lateral, a fim de cortar o vigia da direita para esquerda. Em seguida o chutaria horizontalmente mirando a caneleira nas costelas do lacaio, enquanto giro em torno do do calcanhar esquerdo, com intenção de jogá-lo contra o capanga mais robusto.

Acertando ou não a estocada sorrateira, iria recuar com um pulo para trás, retornando novamente para as sombras, e caso decidam me seguir eu perfurá-los-ia com estocadas velozes, sem de fato mirar em algum local específico, apenas para mantê-los na parte mais iluminada. Enquanto a princípio recuo, começando novamente a circundá-los, enquanto continuaria a atingi-los com a ponta da lança, querendo realmente incomodá-los, ao invés de causar algum prejuízo severo. Imaginado que eventualmente o grandalhão ali ficasse enfezado e executasse algum golpe com mais força e demora. Nesse caso eu definitivamente recuaria bem rápido, saltando para trás. E não perderia a oportunidade de brincar com ele. - Ara ara, essa foi quase, talvez com mais força na próxima vossa pessoa acerte. - Iria aconselhá-lo em tom de ironia, após deixar um risinho repleto de deboche escapar.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 3 EmptyQua 01 Abr 2020, 13:15




 - Como quiser senhorita. - Vick respondia ao pedido de Kare para ser lembrada para comprar roupas, tempo que Kare aproveitava para observar Vick atentamente enviando um arrepio gélido por todo o corpo da empregada que pressentia o perigo daquele olhar. - A senhorita parece estar pensando algo preocupante. - disse quase sem perceber.


>><<

Vick acompanhava Kare mantendo-se um passo e meio atrás da jovem com um andar silencioso, enquanto o capanga parecia não se importar também com o que aconteceria com elas a partir daquele momento e fazia seu caminho de volta.

Não muitos metros após deixarem o guia se depararam com uma dupla. - Como desejar Senhorita. - Respondia Vick a ''ordem'' de Kare.

Antes de ver a dupla a jovem mudava então sua tática de movimentação alternando para seu modo ''furtivo'' o qual primariamente havia sido planejado para entradas surpresa e triunfais. A dupla continuou avançando enquanto Kare movia-se por de trás das caixas fora dos limites iluminados permitindo assim que sua visão também se acostumar as áreas mais escuras do ambiente.

Vick havia tomado distância e também sumia do campo de visão encostando-se atrás de uma pilha mais alta de caixas de madeira de forma a sumir do centro do ''corredor'' e permanecendo mais ou menos na posição onde Kare lhe havia falado antes.

Todavia Kare, por também estar se mantendo oculta, não conseguia manter completa atenção a posição do homenzinho. Havia conseguido se aproximar da dupla seguindo se espremendo pelos espaços existentes entre as pilhas de caixas nas lateria fazendo o possível para se manter fora de vista da dupla, mas havia chego agora praticamente no limite do que lhe era possível avançar sem ser vista, mas dada a posição da dupla era seria forçada a passar por baixo da luz para conseguir uma posição adequada para seu ataque, mas sem outras opções foi assim que fez.

Acelerada saltou das sombras para a luz, um único brilho mortal surgiu no momento refletido na lâmina assassina e sedenta que portava em riste, o flash originado da lamparina refletindo sua luz no fio arguto da nova lança por ela portada, seu peso era-lhe equilibrado e parecia de alguma forma natural mesmo que aquela estivesse sendo a primeira vez que portava a arma em combate, embora isto fosse provavelmente apenas o natural vindo de alguém como ela.

- O q… - As palavras interrompidas pelo carmesim eram cuspidas dos lábios do pequeno, pois assim como o brilhante flash de luz era também a entrada fugaz da jovem em disparada que havia fechado de forma quase instantânea para a percepção humana deles o espaço que os separava. A lâmina havia perfurado além do esperado pela jovem, entrando em sua totalidade e parando apenas devido aos entalhes não afiados existentes em sua base. Dali torcendo seu corpo a jovem abriu o abdome do mesmo cortando com a arma para fora do corpo dele enquanto prosseguia com seu giro aplicando um chute com a caneleira no corpo já sem vida jogando-o para cima do gigante.

Agora mais próxima conseguia perceber que o pequeno era na verdade algo inumano que lembrava-lhe uma raposa enquanto o grandalhão parecia ser algum tipo de cachorro humanoide de grande porte, este inclusive utilizava uma focinheira é tão agressivo quando sua aparência sugeria era também a sua personalidade que não demonstra hesitação nenhuma em ter seu colega morto chutado em sua direção, pois nem sequer atrapalhava-se com o corpo dando um grande passo na direção de Kare chutando o cadáver e balançando o grande tacape na direção dela com apenas uma das mãos.

Saltando para trás a jovem sentiu imediatamente a grande corrente de vento soprando-lhe a face fazendo com que seus cabelos esvoaçavam com o simples balançar daquela robusta arma rústica que mais assimilava-se a um tronco cru do que uma arma polida e refinada.

- Quem é você. - as palavras soavam pausadas com um tom grave e parcialmente rosnado devido a incapacidade de abrir e fechar a boca pela focinheira. Mas como alguém que não houvesse perguntado ele continuava a atacar. Seus movimentos eram fluidos porém sem qualquer cuidado. Caixas foram imediatamente arremessadas para fora da ponte causando uma comoção muito maior que um disparo de revólver.

Kare continuava recuando enquanto evitava por grande margem os ataques do grandalhão que continuavam a sacudir a ponte sempre que acertavam uma pilastra ou a causar grande barulho quando as caixas eram jogadas para fora estraçalhadas por seus ataques.

Da direção da porta um apito começava a ser soprado, provavelmente por parte dos outros guardas que percebiam a comoção gerada no meio da ponte. Os ataques do sujeito eram todos na força máxima e por isso eram todos com aberturas as quais Kare utilizava para brincar e provocar o mesmo tornando aquela luta em uma batalha de atrito. Sangue voava a cada balançar da grande clava . Vick se vira obrigada a começar a recuar também visto que Kare aproximava-se perigosamente da sua posição. - Creio que isto era parte do plano Senhorita? - Perguntava quando se viu obrigada a saltar para trás de uma pilastra quando o canino acertou as caixas onde estava escondida.

Kare nesse momento seria capaz, aliás em qualquer momento, de passar para trás do mesmo enquanto evitava a pesada clava que continuava a destruir a ponte e espalhar vibrações fortes sempre que acertava uma das colunas de sustentação.

Os apitos começavam a aumentar em ritmo, e também em proximidade ainda que parecessem atualmente estar de vindo de além da ponte, provavelmente soando para trás da porta de acesso. A respiração do Dog se mantinha, provavelmente era um oponente que havia se especializado em força e resistência, pois tirando estes dois aspectos a sua velocidade era realmente lamentável.




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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 3 EmptyQui 02 Abr 2020, 00:53


Eu não imaginei que o canino grandalhão pudesse fazer tanto alvoroço simplesmente pela maneira espalhafatosa de lutar. O fato de escutar apitos sinalizando a aproximação de mais capangas me era um incômodo, minha pessoa realmente não gostaria de enfrentar todos nesse lugar com odor pútrido, seja lá quantos forem, por tal motivo acredito ser melhor interromper o entretenimento por aqui. Ou quase isso. - Eu não tenho o hábito de me apresentar para defuntos. - Responderia a pergunta dele a respeito de quem eu sou, com o tom de voz sarcástico querendo dizer que ele já está morto, enquanto sorrio bem meiga e fofa, com intenção de parecer ainda mais irritante, enquanto uso a mão esquerda para abanar o ar perto do rosto, num comportamento totalmente despreocupado.

Com a provocação anterior eu iria estimulá-lo a golpear-me, provavelmente na face devido a raiva e vontade de arrancar o sorriso de meus lábios. Se assim fosse feito eu aguardar-ia pacientemente pelo ataque, até mesmo deixando-o aproximar-se, caso necessário, e assim desviaria de acordo com o estilo do golpe que me fosse alvejado. Abaixando-me no caso de um ataque lateral alto, ou simplesmente dando um passo para o lado se fosse um ataque mais vertical, deixando que possível a lufada de ar causada pelo vácuo do ataque agraciasse minha pele. Mas se o sujeito de focinheira tente um golpe baixo, minha pessoa iria saltar para que o ataque passe abaixo de meus pés.

E caso consiga esquivar com sucesso, iria morar um corte rápido no pescoço do canino, empunhando a lança a mão direita mais próximo da lâmina em relação a esquerda, com intenção de abrir seu pescoço da esquerda direita para esquerda, e de imediato faria outro corte no sentido oposto, totalizando dois ataques rápidos. Nesse caso eu também avançaria previamente, de acordo a necessidade, seja com um passo frontal, ou teria saltado um pouco adiante. - Vossa pessoa poderia ter sido um abanador decente. - Se o combate houvesse terminado nesse momento minha pessoa comentaria com sinceridade a respeito do canino, mas talvez seja uma ofensa considerando que ele estava tentando me matar, mas quem se importa, afinal ele já está morto.

No caso do combate ser prolongado eu aguardar-ia por outro golpe realizado com toda força por parte do canino, enquanto me afastaria poucos, e quando chegasse o momento em questão pularia ligeiramente para trás, pousando já com os joelhos flexionados, e segurando firme na haste, pronta para saltar de maneira veloz contra o grandão, e iria perfurar seu abdome com a lâmina da lança recém adquirida. Na sequência usaria de ambas as mãos para abrir um corte vertical ascendente em seu corpo, erguendo a lança até que está o ultrapasse em altura.

Se o combate houvesse terminado eu direciono minha atenção para Vick. - A situação fugiu um pouco do previsto, mas acredito que podemos utilizá-la a nosso favor. - Dizendo enquanto esboço um sorriso despretensioso. - Mas precisamos nos apressar, antes que esse odor destrua minhas narinas. - E assim correria em direção a porta diante de mim num ritmo constante, sem utilizar de minha total velocidade. Imaginando que Vick não estaria ferida por causa de minha ilustre pessoa ter atraído toda a atenção do palco para si, eu estaria plena com a situação.

Se conseguisse chegar até a entrada antes de ser recepcionada pelo restante dos capangas, a primeira coisa que faria seria procurar por algum local onde pudesse me esconder junto de Vick, continuando a correr, até encontrar algum tipo de cômodo que estivesse aberto, ou corredor transversal que eu não pudesse escutar barulhos vindo dele, até mesmo pilha de caixas ou algo do tipo que fosse grande o suficiente para nós duas ficarmos atrás sem sermos vistas.  

- Por aqui. - Puxaria sutilmente Vick pelas vestes e apontaria na direção, enquanto sigo baixinho, se encontrasse algum esconderijo que atenda minhas necessidades, eu ali aguardar-ia, olhando discretamente para o fluxo de pessoas, ou apenas tentando escutar, caso não fosse possível visualizar. Acreditando que pelo fato deles estarem eufóricos com a baderna do lado de fora, a princípio não seriam tão atentos com o interior. Pacientemente aguardando até o último lacaio passar por nós, ou pelo menos até que eu não pudesse mais escutar sinais de aproximação escandalosa.

- Rápido, antes que percebam. - Dizendo novamente baixinho, enquanto torno a correr, esperando que Vick esteja a me acompanhar. E assim seguiria pelo sentido oposto da direção em que eu percebesse ter tido o maior número de pessoas. "Se mais pessoas vieram daqui é sinal de que a algo importante. " Por seguir essa lógica teria escolhido o tal caminho. Mas se não pudesse identificar de onde a maior parte dos "funcionários" veio apenas seguiria em frente, evitando passar pela porta que antes cruzei.

Porém caso eu me depare com algum outro ser que estivesse responsável pela vigilância durante o percurso até a entrada ou até mesmo pouco depois de cruzar a porta, minha pessoa sentiria um leve desgosto. - Tsc. - Rangendo os dentes insatisfeita eu a principio continuaria a correr na direção da porta, ignorando essa(s) dita pessoa. E subitamente elevaria a velocidade para realizar um salto impulsionando na direção do vigia extra com intenção de surpreende-lo minimamente, ainda no ar iria girar o corpo com intenção de aplicar um corte profundo em diagonal começando da esquerda, e em sequencia giraria a haste da lança nas mãos, com intenção de aplicar um corte horizontal, da direita para esquerda, e impulsionada pelo movimento o chutaria no centro do corpo, com intenção de derrubar o vigia da ponte.

Se houvesse mais de uma pessoa no local, tentaria avançar contra os subsequentes saltando contra os mesmo e os perfuraria com uma estocada. E de acordo com o desenrolar deste caso, eu me esconderia junto de Vick ainda na ponte, provavelmente atras de algumas caixas mais distantes da iluminação, se percebesse que o barulho sinalizando a aproximação dos demais lacaios tenha ficado maior.

Caso meu novo plano estivesse ocorrendo bem, continuaria a correr pelos corredores da fábrica, e finalmente daria alguma atenção para meu novo objeto de diversão. "Até que não é de todo ruim." Pensando enquanto observo a lança, e esboço um sorriso aparente, talvez de satisfação, ou simplesmente por eu ter um belo sorriso. "Talvez vermelho seja realmente minha cor." Se fosse em outra situação eu permitiria rir, com esse pensamento, afinal era uma cor bem recorrente nesses últimos dias. E no caso de ter me escondido ainda na ponte, eu tentaria cruzar a porta assim que esse capangas houvessem passado por minha pessoa, mas antes os observaria brevemente afim de descobrir para onde estão direcionando a atenção, e avançaria assim que não estivessem olhando em minha direção e na da porta.

Agora voltando ao assunto tedioso, se meus delicados ouvidos escutassem mais alguém se aproximando, eu imediatamente procuraria por outro local onde pudesse esconder-me, usando o mesmo critério de antes. E se conseguisse seguiria com a estratégia de deixar quem fosse passar, e seguir na mesma direção mas no sentido contrário. Porém se eu não houvesse identificado a origem do fluxo massivo, eu tomaria a seguinte atitude, mas antes tentaria notar a quantidade de seres que estivessem vindo ao meu encontro. Se fossem poucas pessoas, de preferência 1, eu faria um barulho proposital, batendo sutilmente com a lâmina em alguma superfície, para causar algum ruído e assim atrair a atenção de quem estivesse perto, mas sem me tornar algum tipo de alarme escandaloso.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 3 EmptyQui 02 Abr 2020, 17:57




De um modo casual a jovem jogava a ares a indagação rosnada de seu oponente, ainda que o mesmo também não parecesse ter estado assim tão interessado em saber, era mais como se aquela fosse uma vocalização automática. Kare que ''abanava'' seu doce rosto tinha naquele momento que saltar novamente para trás/lado evitando a clava que cruzava pelo espaço que anteriormente estava. Os golpes amplos expunham a lateral do grandalhão que era alvejado em seu pescoço pela estocada de Kare.


Um princípio, rijo e resistente seguiu-se ao contato passando através do cabo para as mãos da jovem, sentia a carne rasgando-se para que a lâmina penetrasse, era firme e apresentou-lhe uma resistência, ainda que lentamente seu avanço prosseguisse. Sangue espirrou do ferimento banhado a lâmina em seu carmesim, uma vibração seguiu-se no momento em que o corpo enrijeceu-se em dor. Sangue foi cuspido pela boca do canídeo, Kare movia-se, empurrando para o lado a lâmina que dilacerava a carne em sua saída.

Como em um reflexo ao movimento o grandalhão se movia, resiliente o suficiente para aguentar aquele tipo de dano o seu corpo movia-se em rotação trazendo a clava ao encontro de Kare em um arco ascendente enquanto girava seu corpo fazendo também com que seu sangue jorrasse por toda a estrutura, mas tal qual antes seu golpe nada encontrava a não ser a estrutura da própria ponte, acertando agora o ''teto'' ele rompia as tábuas da ponte superior.


Uma de suas mãos se erguia em direção ao abdome, seu joelho esquerdo cedeu e bateu contra o chão afundando-se em uma das tábuas. Com a mão esquerda fazia pressão no ferimento em seu abdome. Kare que havia planejado dividi-lo em dois se via retida pelo aperto, poderia ter conquistado o poder de penetração, mas ainda lhe faltava força explosiva para ser capaz das façanhas desejadas. Se força o suficiente ela havia conseguido apenas subir a lâmina até atingir os ossos do peito criando assim uma fenda de 15cm no oponente. A mão do dog fechou-se ao redor da lâmina em seu peito retendo-a, mais sangue foi cuspido de sua boca e também pelo ferimento em seu peito, através do cabo a jovem sentia sua pulsação que era acompanhada por cada um dos esguichars vindo do ferimento. A respiração dele tornava-se mais alta e chiada, seus olhos tingidos de vermelho desceram até os de Kare que agora encontrava-se na mesma altura. Um estrondo se fez quando a clava caiu no chão, a mão direita do gigante avançava tremula na direção da jovem. Os olhos furiosos estavam repletos de desejo, uma vontade insaciável que lhe impedia de morrer.

As pulsações diminuíram assim como a distância da mão e o pescoço de Kare, um braço, meio braço, um palmo, um dedo… Parou, tremendo e congelada no ar naquela distância. Tum...Tummm. Uma última batida mais longa. Encharcado em sangue e congelado ajoelhado o oponente morto a olhava com raiva.  

>><<

- Eu diria que mais que um pouco Senhorita. - Mas esta seria a única ''reclamação'' de Vick quanto ao assunto que já seguia a corrida de Kare de perto em direção a porta ainda longínqua. Correram por outros 30m quando começaram a conseguir avistar a porta vendo logo na entrada um homem de costas virado para dentro do corredor enquanto fazia sinal acima de sua cabeça com um lanterna, de dentro do mesmo, enxergava-se de forma inexata um grupo que vinha correndo para fora e já estava próximo a porta. O corredor era iluminado e com cerca de 2m de largura de modo que seria praticamente impossível passar pelo grupo que avançava para o exterior.

- RAPIDO, RAPIDO, SE MEXAM. - gritava o sujeito da porta enquanto gesticulava.

Kare e Vick saltavam para de trás de um grupo de caixas, Vick aproveitou o pouco tempo para arrastar algumas criando um recuo mais oculto para elas. Estavam a aproximadamente 25m da porta naquele momento e ouviram quando os sons altos dos passos se interromperam quando o grupo desacelerou junto à porta. O chão no interior parecia ser de alguma forma metalico pelo som que produzia ao ser pisoteado.

Era possível notar que conversavam algo na porta, ainda que fosse impossível para elas entender o conteúdo do que era dito. Logo os passos começaram avançando na direção da dupla feminina. Ouvidos hábeis teriam a capacidade de discernir seus números pelos sons, mas este não era o caso de Kare que era alguém muito mais acostumada a ser ouvida do que o contrário.

Poucos segundos depois um grupo de cinco homens passou correndo por elas em direção ao local onde haviam confrontado o Dog. Olhando pelas caixas veriam que pelo menos três haviam restado junto à porta. Está era feita de metal cinza, estava atualmente aberta. Haviam lampiões iluminando as laterais da porta e mais para dentro um longo corredor o qual não era possível reconhecer o fim. Tubos metálicos seguiam presos nas paredes e a iluminação interna era provavelmente elétrica  e de cor amarelada.

Assim que o grupo se afastou ela e Vick voltaram a avançar, gritos viram da porta anunciando intrusos, o que levaria logo ao retorno dos cinco. Uma dupla foi a frente enquanto outro avançou para o interior aparentemente com a intenção de fechar a porta, mas foi logo detido por um disparo de Vick caindo para o interior.

Os outros dois, um deles fora empalado por Kare, enquanto o outro recebeu um tiro no abdome de Vick dando para a morena tempo o suficiente para abrir seu externo e assim entraram na construção. Os cinco que haviam passado por elas voltavam correndo agora.

O corredor se alongava, daquele ponto em que estavam não conseguiam enxergar portas muito embora o mesmo fosse bem iluminado. Nas paredes haviam canos marrons, vermelhos e brancos presos próximos ao teto. As lâmpadas ficavam presas no centro do mesmo e tinha a aparência redonda.

Agora que entraram podiam perceber que o chão possui um aspecto distorcido, assim como as paredes como se algo houvesse sido derretido e fundido com várias outras coisas para depois ser achatado em uma parede, chão e teto.

Vinte e cinco metros as separavam. Poderiam perder um pouco mais de tempo ali e eliminar aqueles cinco, poderiam correr enquanto perseguidas, ou poderiam ter alguma outra ideia?




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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 3 EmptySab 04 Abr 2020, 03:44

Aceitável, talvez seja essa a palavra que eu usaria para definir o desenrolar da trama até aqui. Ao passar pela entrada a primeira atitude tomada por mim seria rapidamente observar a porta, procurando por uma maneira de trancá-la por dentro, seja barra, alavanca, cadeado ou uma fechadura embutida. Se não encontrasse olharia na direção do corpo caído em busca de uma chave caída. Caso identifique algumas dessas alternativas, de imediato eu apoiaria a lança na parede e me apresso em fechar/trancar a porta, ou iria até a chave primeiro. Usando ambas as mãos para rapidamente selar o portão. - Perdão cavalheiros, mas a atividades estão suspensas até segunda ordem. - Claro que não perderia a oportunidade de debochar dos capangas que estão vindo em minha direção, com um risada irônica enquanto bato e tranco a porta. Se não visualizasse uma maneira de selar a entrada, iria apenas seguir correndo em frente pelo corredor da fábrica.

Se houvesse optado por fechar a porta, eu tomaria novamente a lança novamente com a mão direita, para avançar pelo interior da fábrica. Correndo alguns metros à frente de Vick, porém sem me afastar muito. - Se possível tente lidar rapidamente com figurantes indesejados vindo pela retaguarda. Ou talvez seja exigir muito de vossa pessoa? - Nesse ponto eu iria transparecer um pouco mais de sutileza na voz, tentando fazer um pedido gentil, apesar de poder ser interpretada de maneira um pouco provocativa. É que geralmente os mundanos ostentam o incrível dom de desapontarem-me quando espero algo vindo, a pergunta é apenas para certificar.

Manteria-me próxima a uma das paredes, para que assim não atrapalhe tanto Vick ao obstruir parcialmente seu campo de visão. Esperaria que alguns retardatários estivessem se aproximando por minha frente, devido a toda comoção feita, então iria aumentar minha velocidade consideravelmente, tendo como alvo um dos últimos capangas que estariam vindo. Porém quando estivesse próximo ao primeiro, iria estocar uma de suas pernas com a arma empunhada apenas pela mão direita, enquanto sigo avançando, aproveitando o embalo para poder cortá-lo após a perfuração, assim não perderia tanta velocidade e poderia passar ao lado dele.

Com o foco ainda em quem estivesse mais distante, erguendo a lança apontada para frente. A fim de estocar o dito lacaio, "jogando" o braço direito frontalmente com intenção de perfurá-lo no centro do tórax. Ainda estando em alta velocidade empunhar-ia a haste também com a mão esquerda, erguendo-a para cortar até em cima do ombro, tendo como intenção principal desprender minha arma do larápio.

Neste ponto realmente imagino que Vick não teria tanto problema em lidar com alguns capangas, acredito ser mais plausível ela ter matado os restantes. Enfim, esses roedores medíocres não são uma ameaça para meu ilustre ser, e não tenho a menor das intenções de gastar tempo com eles.

Caso apareçam outros coadjuvantes na cena querendo obstruir a passagem, talvez de alguns corredores ou salas paralelas, minha pessoa iria rapidamente lidar com eles. Mantendo o ritmo acelerado de minha coreografia, avançaria impetuosamente na direção do empecilho recém surgido, assim impulsionar-me-ia para saltar contra esses possíveis obstáculos. Durante o pulo eu iria girar o corpo, enquanto seguro no meio da haste de minha lança com a mão direita, e aplicaria um corte circular completo, mirando acima de seus ombros. No momento de meu ataque eu permitiria a lança deslizar pela palma da mão, para aumentar o alcance, firmando-a novamente quando minha mão estivesse próximo da extremidade final, ou antes de bater contra algum objeto muito resistente, paredes, caixas… Assim pousaria majestosamente na ponta, estada voltada na direção dos fugitivos, para assim manter a perseguição.

Se em algum momento eu me deparasse com uma bifurcação ou algo do gênero, eu iria desacelerar de imediato, tentando identificar se havia algum escândalo vindo de um dos lados, passos pesados ou gritos. Então iria me dirigir para o local que parecesse menos barulhento, buscando por algum local que fosse possível me esconder, a fim de escapar da visão de quem estivesse se aproximando. E quando o motivo de tanta algazarra passasse, eu iria seguir na direção que esses lacaios vieram. Porém caso eles se dividam, e parte deles se aproximem de mim, eu me manteria escondida até que estejam próximos o suficiente para mim poder surpreendê-los, nessa situação eu deixaria o local onde me ocultei, pulando contra eles e estocaria quem estivesse mais próximo, mirando na região abdominal, e na sequência puxaria a lança na horizontal enquanto giro o corpo em torno dos calcanhares, e assim poderia não somente eliminar um desses perseguidores, como também acertaria quem estivesse ao seu lado.

Porém se eu não pudesse identificar pelo som, eu olharia o ambiente ao meu redor e seguiria por onde me parecesse menos poluído visualmente. Um caminho com menos caixas e talvez detritos largado pelo chão. Acreditando que o fato do trajeto me parecer mais limpo poderia indicar um menor fluxo de relés funcionários carregando mercadorias, então poderia ser o caminho feito principalmente pelos "gerentes" e empregados de maior importância, além de claro o próprio Glu.

Se em algum momento fosse alvejada por ataques vindos da frente, eu iria me esquivar apenas movendo o corpo como um todo de maneira sinuosa para os lados, com intenção de não interromper a corrida durante as evasivas, no máximo daria alguns passos pequenos e paralelos na diagonal. Porém se fosse atacada por um golpe de grande amplitude lateral, que poderia me impossibilitar de desviar e continuar a correr, minha pessoa simplesmente manteria o ritmo acelerado em uma linha direta contra o atacante. Abaixando a ponta da lança e firmando-a com ambas as mãos, de forma que fiquem um pouco afastadas entre si, eu iria aparar o ataque movendo rapidamente minha arma em um golpe vertical ascendente. Utilizando assim da velocidade até então adquirida para potencializar o ataque, para além de bloquear também poder cortar o alvo, mesmo que superficialmente.

E se mais uma vez meu plano não obtivesse sucesso, como por exemplo eu acabasse em um corredor sem saída com os funcionários da fábrica me cercando, naturalmente minha pessoa sentiria-se bastante insatisfeita. E apesar de contraditório eu demonstraria meu descontentamento com um lindíssimo sorriso, refletindo apenas a perversidade de meu ser (mas ainda seria um sorriso bonito u.u). - Vick, permita que ao menos um ainda consiga falar. - Diria em um tom ligeiramente cruel. - Eu irei gentilmente extrair informações desses animais indefesos. - Deixando uma risada sádica fluir, e com a voz agora bastante perversa, eu abaixaria a lança para que a lâmina quase toque o chão. Assim caminharia na direção dos roedores, mantendo meu olhar fixado neles, como se quisesse consumi-los por completo, deleitando-me na situação, somente por imaginar quais expressões seriam esboçadas no momento a seguir...


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 3 EmptySeg 06 Abr 2020, 14:26




As portas de metal possuíam uma trave que encontrava-se encostada na parede ao lado. Vick vendo Kare seguir na direção da trava imediatamente empurrou as portas duplas fechando-as para que a jovem pudesse barra-las. No segundo seguinte seguiu-se uma forte pancada pelo lado de fora, depois outra e outra com homens gritando coisas que sinto-me na obrigação de não revelar a fim de não magoar olhos sensíveis.

Tudo que tinham agora a frente delas era aquele corredor de aspecto estranho. - Primeiro a Senhorita. - Disse Vick para que avançassem, atrás delas era ainda audível as pancadas contra a porta, barulho este que prosseguia pelo corredor. - Farei o possível Senhorita. - Respondia ao ser questionada sobre o cuidar dos figurantes.

Algumas lâmpadas piscavam como se com mal contato e produzem um zumbido contínuo. Após alguns metros passaram por aquilo que era provavelmente a sala da guarda que agora encontrava-se vazia. A porta estava aberta e o interior era simples com uma mesa e algumas cadeiras tombadas provavelmente do momento em que os sujeitos levantaram-se com pressa para intercepta-las do lado de fora. Havia sobre a mesa algumas xícaras, uma garrafa de café e cinzeiros.

O som das batidas na porta atrás delas esmoreceu conforme avançaram por um pouco mais de tempo. Não haviam quaisquer outras salas naquele corredor além daquela da guarda. Seus passos ecoavam com um tinido metálico e horas com sons abafados conforme moviam-se naquele chão disforme. Caminhavam a cerca de 6 minutos quando começavam a escutar ruídos ecoantes pelo corredor, teriam naquele momento passado por provavelmente metade da distância.

O ruído tinha um ritmo constante como se um grande martelo descesse continuamente sobre algo. Conforme avançavam o som se fazia mais e mais audível indicando que estavam se aproximando. Não houveram outros ''figurantes'' durante o caminho, aparentemente todos os guardas estavam posicionados na sala da guarda no início daquele corredor e como não haviam outros acessos naquele ponto era desnecessário ter outros pontos de segurança dada a confiança que aquele numero de capangas deveria ser o suficiente.

Enquanto se aproximavam o chão, paredes e teto pouco a pouco alterava-se. Se olhassem mais atentamente agora veriam que estes eram quase inteiramente feito de metal, mas se prestassem ainda mais atenção perceberiam que eram diversas peças de diferentes formatos grudadas uma sobre as outras. Engrenagens, placas, espadas armas de fogo, todas misturadas de maneira aleatória.

Após mais 3 minutos de caminhada chegaram a uma intersecção, logo após terem passado por duas salas vazias que pareciam depósitos, um corredor cortava o qual elas caminhavam. A frente elas tinham o alto som que provavelmente indicava ser a parte principal onde as produções eram realizadas, já a direita delas o corredor se alongava iluminado, haviam caixas nas laterais, a maioria destas abertas com peças de metal saltando pelo topo. Já para a esquerda delas o numero de caixas era menor, embora ainda existissem no início do corredor onde ainda estava iluminado, pois para além dos primeiros 10m as luzes estavam apagadas. As caixas com peças metálicas iam até cerca de 5m para dentro daquele corredor.

Enquanto observavam esses detalhes começaram a ouvir um rangido constante se aproximando pela direita como o de um carrinho não lubrificado que produz o som sempre que suas rodas desalinhadas se movimentam. - Parece que estão trazendo mais material. - Cochicho Vick para Kare.

O carinho não passaria pelo corredor delas, a dupla de funcionários que o transportava teriam parado a uns 5 ou 6 metros do ponto de intersecção enquanto conversavam durante o descarregamento das caixas. - Ela ta um pouco doente. O remédio que deu de comprar não tá funcionando muito bem. - Interlocutor Randon 1. - Ah zé…. Vou pedir pra Glória passar lá pra ajuda. - Interlocutor Randon 2. - Isso seria uma benção. Você é um bom amigo Clo. - Zé.

Poderiam esperar a dupla de funcionários sair dali, poderia atacá-los para extrair informações. Será que Kare teria coração em poupar dois pais de família que só desejavam conseguir o sustento para suas casas?  



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 3 EmptyQua 08 Abr 2020, 15:46


Meus olhos logo se fixaram nos dois funcionários que estavam a se aproximar, parecendo cordeirinhos indefesos pastando ingenuamente, sem terem a noção dos perigos que corriam, felizmente para eles, estou caçando outras duas presas. Mas não pude conter sorriso maléfico, ao fitar aquela dupla, afinal mesmo sendo cordeiros, ainda poderiam me ser úteis. - Fique aqui Vick, acredito que podemos nos usufruir daqueles dois. - Sussurraria para Vick

Deixaria que caminhassem um pouco mais, enquanto isso iria notar por algum outro sinal de aproximação, talvez gritos. Se não identificasse nada do tipo, deixaria minha lança na inserção que estou e iria até o centro do corredor. - Hey rapazes, esperem. - Diria num tom de voz relativamente alto, mas sem gritar, para chamar a atenção deles, de maneira que eu aparente estar aflita. E assim correria na direção dele, porém de forma extremamente delicada, com os braços dobrados ao lado do tórax, enquanto me aproximo deles praticamente saltitando, tendo intenção de ser o mais chamativa possível e remexendo bastante no corpo.

Quando me aproximasse deles iria ofegar fingindo estar cansada, sacudindo os cabelos de maneira que caiam por trás dos ombros, e começo a falsamente a me abanar apenas movendo os dedos de ambas as mãos próximo do pescoço estendido, e o queixo empinado. - Essa fábrica parece até um labirinto. - Dizendo num tom de voz mais anasalado e agudo, então abriria um sorriso super carismático. - Ainda bem que encontrei vocês, já não aguentava mais andar por aí. - Mantendo o trejeito na voz, também iria gesticular bastante as mãos, terminado a frase com um suspiro ligeiramente alto de insatisfação, enquanto reviro os olhos e sacudo a cabeça querendo parecer mais dramática.

Imaginando que a princípio eles seriam hostis e perguntem meu nome ou algo assim, eu os responderia assim. - Ain! Me desculpem, eu nem me apresentei né? Tô tãão avoada ultimamente… Eu me chamo Polly, prazer, o Glu me contratou tem pouquíssimo, pra ser assistente pessoal, mas hoje ele me deu o dia de folga, disse que precisaria de mim somente mais tarde para fazer serviços extracurriculares… Só que eu fiquei com taaanta saudade, e não aguentei esperar, mas sou péssima com direções. Olhem, até mesmo comprei essa roupa nova pra fazer uma surpresinha. - Diria as palavras rapidamente, como se fosse uma pessoa bastante energética e entusiasmada, apesar de alongar e "gemer" em algumas palavras, tudo para bombardear eles com informações e assim poderem não perceber alguma possível incoerência na minha história, e claro logo desviar a atenção deles para meu belíssimo corpo. - O que vocês acharam? Será que o Glu vai gostar? - Nesse momento colocaria as mãos na cintura rebolando um pouquinho, em seguida faria algumas poses, até mesmo "daria uma voltinha", exibindo meu look, e claro prestigiar os cordeirinhos com a incrível oportunidade de me contemplarem, até mesmo aceitaria alguns pedidos de poses desde que fossem rápidas e relativamente fáceis de serem feitas. - Então vocês podem me dizer onde encontro o Glu agora? Tô mega ansiosa pra saber o que ele vai achar do meu presente. - Depois de agraciar os olhos destes réles mundanos com a visão mais bela de suas vidas, estaria serelepe e sorridente, aguardando por uma resposta.

Se ainda sim eu notasse alguma desconfiança por parte de ao menos um deles, iria pegar 100k bellys, e ficaria bem próxima do lacaio que disse não ter dinheiro para medicamentos. - Me desculpe novamente, mas sem querer eu ouvi o que vocês estavam falando, você tem uma filha doente? Não, tudo bem, é indelicado eu perguntar isso, apenas fique com esse dinheiro, não é muito mas deve ajudar a pagar pelos remédios dela. - Apesar de continuar com os trejeitos enérgicos, como frequentemente mover as mãos, fazer os cabelos esvoaçarem ao balançar o pescoço, meu semblante esboçaria preocupação. - Eu pretendia comprar um perfume novo, mas eu ficaria mais feliz em saber que ajudei uma criança, então não hesite em aceitar. - Responderia caso ele tente negar minha ajuda, enquanto junto minhas mãos na frente dos seios, observando-o com os olhos brilhando. Essa atitude seria uma maneira de demonstrar benevolência, e quem sabe ganhar um pouco de confiança, demonstrando que não tenho intenção de oferecer risco, apesar de ser o completo oposto.

No caso de algum deles se oferecer para me guiar eu iria responder. -Ah não precisa, não quero atrapalhar vocês, e também o Glu vai brigar comigo se descobrir que eu atrapalhei os funcionários da fábrica com problemas bobos, se me contaram direitinho como faço pra chegar até ele, já fico muito satisfeita. - Deixaria uma risada divertida escapar, quando terminasse de falar, citando o próprio Glu como uma forma de fazê-los mudar de idéia. - Depois do expediente eu posso ajudar vocês a aliviar a tensão e estresse do trabalho, mas tem que ser segredo, o Glu é muito ciumento comigo, e também não falem sobre eu chamar ele assim publicamente, ele só gosta quando estamos sozinhos. - Ainda manteria o papel de menina animada, esperando alguma reação, se não tivesse maiores problemas, iria me afastar, caminhando toda pomposa e delicada, com os braços esticados no lado do corpo, e rebolando mais do que o normal. - E é melhor não se esquecerem de mim ou do meu nome, se não ficarei muito brava. Hunpf! - Diria após me afastar alguns passos, enquanto me viro para eles e acenaria continuamente. Apesar de ameaçá-los, seria nítido que não passa de palavras vazias jogadas ao vento, até mesmo pode ser visto como uma atitude fofa.

>><<

No caso de eu notar a aproximação de mais alguém, me veria obrigada a seguir por uma rota mais hostil, com provavelmente mais chances de algo dar errado e ser ainda mais trabalhoso. Assim que eles curvassem no corredor, iria caminhar silenciosamente, esgueirando-me por detrás deles, pisando nas pontas dos pés para abafar o som, enquanto movimento o corpo num ritmo mais lento, para produzir a menor quantidade possível de ruído, até mesmo iria prender a respiração por alguns segundos. Até eles estarem distraídos dentro do alcance de minha lança, e assim iria estocar rapidamente o ar ao lado do pescoço, de maneira que corte superficialmente a pele, além de poder assustá-lo/surpreendê-lo. - É melhor não mover-se, nem mais um passo. - Diria com a voz bem calma e serena, apesar do tom frio e distante. Se ele ou o amigo tentasse algum movimento, eu iria aprofundar a lâmina, com intenção de cortar mais o pescoço e fazer um pouco de sangue escorrer. - Caso insista receio que você não poderá ver a melhora de vossa filha. - Dizendo ainda com a voz calma, mas agora seria notável que o tom frio teria um parcela de crueldade, citando a filha adoentada no caso dele dizer que não teme a mim, mas acredito que esse cordeirinho não deve gostar de imaginar sua filha sendo criada na ausência de um pai.

Se assim decidissem cooperar comigo. - O que quero é simples, onde está o seu chefe? Seja breve e objetivo, caso contrário minha mão pode acabar escorregando, e vossa pessoa não deve querer isso. - Ordenando de maneira sádica, com a voz perversa, admito que seria ligeiramente excitante para minha pessoa, imaginar quais reações ele me mostraria agora. - E claro, se vossa pessoa mentir para mim, eu irei poupar sua vida, apenas para lhe fazer sepultar a própria família. - Se chegasse nesse ponto, eu não poderia mais conter tantos sentimentos, esboçaria um sorriso largo, refletindo somente perversidade, atiçar a mente dos mundanos e brincar com vossos sentimentos, faz algo dentro de mim arder, é estranhamente prazeroso ter esse tipo de controle.

Se ainda sim tentassem resistir a mim, não hesitaria em decapitá-lo. Exceto caso Vick interfira, ou tenha pedido anteriormente para não tirar deles o dom da vida, nesse caso eu apenas sinto desgosto. - Tsc… - "Desde quando passei a me importar tanto?" Mesmo não aprovando a idéia, iria respeitá-la, girando o braço circularmente acertaria a nuca do funcionário com a haste, em seguida puxar-ia a lança, afim de cortá-lo porém de maneira mais superficial, para que o sangue espirre, aparentando ter sido um corte mais profundo do que de fato seria. Na sequência iria avançar em alta velocidade contra o outro cordeiro, cortaria suas coxas horizontalmente, e continuaria com outro corte no sentido oposto, porém dessa vez mirando no pescoço, entretanto iria bruscamente parar o golpe milímetros antes de cortá-lo. - Desejas compartilhar o mesmo destino de vosso amigo? - Com uma expressão totalmente séria e frígida, iria encará-lo, agora sem qualquer paciência para brincar.

>><<

Se de alguma maneira o interrogatório fosse bem sucedido eu seguiria pelo caminho informado. Ou então seguiria as pressas pelo corredor que os funcionários não vieram, e buscaria por alguma identificação que me auxilie a chegar até o Glu. Escolhendo esse caminho por acreditar que os operários seriam separados dos funcionários mais importantes. Ao menos eu faria isso se fosse dona de uma fábrica, é como separar joio do trigo.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 3 EmptyQui 09 Abr 2020, 17:24




- Senhorita. - Vick chamou baixinho. - Por favor, não sorria assim. - referia-se ao sorriso cruel que surgia nos lábios de Kare enquanto estava a observar a dupla. - Não combina com seu rosto.

Tendo ou não dado importância ao comentário de Vick a jovem requisitava que a mesma esperasse enquanto punha em prática algum plano vil que certamente terminaria com as almas daqueles pobres pais de família.

E eis que sobe ao palco uma nova moçoila que deixava para trás quase toda a bagagem carregada por Kare, esta nova personagem, muito mais leve e alegre ''gritava'' pelos rapazes que davam um leve salto de susto com as mãos em seus corações. - Ohh moça, você quase nos mata de susto. - Certo, esse possivelmente poderia ser um comentário que a irritasse, afinal como alguém poderia se assustar ao vê-la? Mas o fato é que mortais se assustão ao ver deuses, então não os culpe.

A cada ''salto'' a distância entres eles diminuía, os passos contados pelo balançar macio dos seios da jovem que quase imediatamente devido a sua roupa atraíram a atenção da dupla de trabalhadores.

- Labirinto dona? - Eles inclinaram suas cabeças levemente, afinal não achavam que era algo assim, mas o tom de voz e acima disso a beleza de Kare vez o segundo concordar. - Claro Zé, não lembra como a gente ficou todo perdido aqui no início. - Ele batia com a sua boina no braço do companheiro. - É, aqui é bastante grande mesmo. - concordava Clo segurando a boina próxima a região pélvica e movendo ambos os braços pra frente. - Mas o que uma dona como você ta fazendo perdida aqui? - Percebendo a indagação a jovem imediatamente desculpava-se com sua descortesia e começava a se apresentar e explicar sua história.


- É..É...Éxtra…. - Eles olharam um para o outro engolindo em seco enquanto pareciam estar imaginando algo terrível, a cor até mesmo esvai-se dos rostos deles e suas pernas pareceram ter fraquejado um tanto, virando-se para ela o Zé gaguejou. - Sa...Sa..Saud.. [engoliu] Saudade? - Cuspiu a palavra falando-a rapidamente enquanto tirava sua própria boina pondo-a à frente do peito.

Ouviu a dupla claramente engolindo algo extremamente amargo quando Clo educadamente concordou. - É uma bela roupa. - sua voz havia ficado desprovida de alegria e a boina não mais precisava ser posicionada sobre sua pélvis, ainda na ausência de cor eles continuaram a prestar atenção em Kare.

A preocupação de Kare quanto às furos na sua possível história foram completamente irrelevantes afinal o cérebro daqueles homens havia entrado em choque logo que ela começou a falar e havia sido completamente destruído quando ela afirmou estar com saudade de Glu.


- E...Eu..Eu acho que…… …. …. Sim dona. - Disse Zé quando a jovem perguntava se Glu gostaria daquela roupa. - Sim a… gente pode dona, mas… - novamente olhavam de um para o outro e engoliam mais uma vez. - Dona, não vale a pena. Uma dona bonita que nem a senhora….

Vendo a resistência a jovem rapidamente retirou 100k e entregou ao Zé que falava começando a explicar. Zé agora tinha recebido o golpe fatal em seu cérebro e olhava para sua mão onde o dinheiro havia sido colocado enquanto seu lábio tremia levemente. - É minha esposa dona…. - Zé parecia ainda meio em choque, mas Clo havia se recuperado e sorria dando um tapinha no ombro do amigo. - Não fica assim O Zé, agradece a Dona direito. Obrigado dona, isso vai ajudar bastante. - Respondeu Clo por seu amigo. - Essa hora ele deve tá bebendo com o sócio, é só ir por ali, depois pegar a primeira a direita. Vai ter uma escada de metal.

- Obrigado Dona Polly. - Zé que agora havia se recuperado apertava o dinheiro com a mão e olhava com os olhos um tanto lacrimosos para Kare, imediatamente a seguir os secaria com as costas da mão. - Obrigado Dona - Vamo lá Clo, acho que inda da tempo de compra. - Ele começava a puxar o amigo. - Obrigado denovo dona. - afastava-se com o colega esquecendo completamente qualquer suspeita que algum dia pudesse ter estado rondando suas ideias mesmo as mais óbvias, afinal ele era um simples trabalhador preocupado com a esposa.

Enquanto eles corriam Kare ''gritava'' para eles não a esquecessem e eram prontamente respondida energicamente. - Não vou esquecer não dona Polly, obrigado. - Sumiram adiante no corredor deixando para trás as caixas ainda por precisar descarregar.

- A senhorita foi muito bem. Quase acreditei. - respondia Vick com seu tom monótono o que obviamente fazia parecer que em nenhum momento ela havia tido qualquer crença. Ela entregava a lança para Kare e então seguiam pelo corredor da esquerda.

Após poucos metros o corredor abandonava qualquer iluminação por sabe-se lá qual motivo, talvez apenas para informar os funcionários que não deveriam ir por ali. Felizmente não havia caixas pelo caminho e conseguiram avançar com relativa segurança guiando-se pela parede. Quando seus olhos se acostumaram começaram a enxergar a distância vestígios de uma iluminação lateral, quando lá chegaram viram a direita o corredor dito pelo funcionário, este estava iluminado diferente do restante e como dito, havia ao fim uma escada de metal com uma porta no topo.

>><<

Ao adentrar o local encontraria uma sala ampla inteiramente feita de metal, não só as paredes e teto, mas também os móveis que a um olhar seria possível perceber estarem fundidos no chão. Haveria apenas duas estantes de madeira logo a esquerda da porta de aparência bastante gasta. O ambiente estaria levemente nublado devido a concentração de fumaça de charuto. A parede da direita possuía diversos conjuntos de amplas janelas de vidro fechado que davam visão para a fábrica abaixo e não possuía móveis.

A sala possuía da porta por onde entravam a parede oposta 15m, já em largura da direita para a esquerda 6m. No centro quase exato da sala havia uma grande mesa cheia de comida. A mesma possuía lugar facilmente para vinte pessoas, mas neste momento apenas dois homens encontrar-se-iam sentados nela. Na ponta, de frente para a porta por onde Kare entrava estava a figura grotesca de Glu já a direita do mesmo, de frente para as janelas estava Henry.

Glu estaria com um grande pedaço de carne nas mãos, ele era ainda mais medonho que no cartaz. Seu corpo tinha um aspecto completamente disforme como se derretido, uns 3m de altura e até mesmo suas roupas pareciam derretidas e em alguns pontos fundidas ao seu corpo.

Henry por outro lado não estaria comendo, provavelmente por achar impossível ter apetite enquanto via alguém como Glu comer, então ele bebia e fumava naquele momento.

A sala parecia consistir basicamente disto, uma grande mesa de comida com diversas cadeiras todas soldadas em suas posições, duas prateleiras de madeira próximas a porta com livros de registro, grandes janelas com visão para a fábrica e paredes e teto de metal, este a 4,5m de altura. A porta por onde entraram era anormalmente grande, provavelmente devido às necessidades de Glu.

O local tinha iluminação elétrica, mas esta concentrava-se basicamente próxima a mesa deixando muitos cantos escuros com exceção da porta que também era individualmente iluminada.

Henry apenas curvaria as sobrancelhas ao vê-la, Glu por outro lado não demonstrava reação a não ser pegar outro grande pedaço de carne.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 3 EmptySab 11 Abr 2020, 18:23


O comentário de Vick me fez virar o rosto bruscamente na direção na dela, deixando-me boquiaberta de tão estupefata pega totalmente desprevenida por aquela fala. - Eeeeeh! - Com sorte esse "grito" não seria escandaloso, já que involuntariamente eu teria inspirado o ar e por causa do susto, assim soando abafado. Eu não encontrei palavras para respondê-la, eu apenas massageei as bochechas utilizando a ponta dos dedos para desfazer o sorriso, virando o rosto na direção oposta de Vick antes de prosseguir com o planejamento.

E mesmo com o aparente sucesso da busca por informações, minha verdadeira satisfação estaria em voltar a agir normalmente. - Finalmente. - Dizendo baixo ao mesmo tempo que suspiro aliviada. "Essa foi uma personagem irritante de interpretar." Apesar de não parecer ameaçadora agir como uma pessoa avoada e cabeça de vento me preenchia de desgosto. Inclusive este foi o motivo de minha ter optado por escolher outro nome, assim poderia manter-me mentalmente distante por agir como se fosse outra pessoa, então escolhi um nome por qual eu não tivesse qualquer apego sentimental, e "Polly" foi o primeiro a vir na mente.

>><<

Depois de uma tediosa e massante trajetória, estava finalmente próxima de chegar até o Glu. Eu poderia pedir para Vick simplesmente descarregar suas armas contra quem estivesse na sala assim que a porta fosse aberta, antes mesmo de entrarmos no cômodo, e talvez fosse o método mais sensato de ser feito. Porém, eu não concederia a ele um destino tão simplório, ainda preciso fazê-lo pagar adequadamente pelo sacrilégio de ter feito minha digníssima pessoa passar por tantos desprazeres. E também existe a real possibilidade de Hen estar junto a Glu nessa sala, e definitivamente não desejo que a vida o abandone, ao menos não antes de de saciar-me com ele.

Então seria o momento de fazer minha entrada em cena, e claro a protagonista não poderia deixar de ter os holofotes para si nesse momento. Para preparar a cena eu empurraria um pouquinho a porta, girando a maçaneta se caso houvesse, então me afastaria um passo, ergueria perna direita dobrada na frente do corpo, e iria chutar a porta com a sola do sapato, para deixá-la escancarada.

E calmamente desfilaria passando pela entrada da sala, observando todo o local fingindo estar interessada e curiosa, logo em seguida meu olhar seria direcionado ao rosto mais reconhecível. - Incrível, vossa pessoa deve ser Glu, o chefe dessa fábrica. - Diria num tom voz de natural, portando-me como se estivesse num ambiente casual. - Devo admitir que estou demasiadamente impressionada. - Ao observá-lo melhor iria arquear as sobrancelhas enquanto fico de boca aberta com um semblante surpreso. - Você consegue ser ainda mais nocivo para meus olhos pessoalmente, já considerou oferecer palestras ensinando como ser fotogênico? - Claro que eu sentia repulsa apenas por olhar para Glu, mas eu não demonstraria fazendo careta ou algo assim, apenas iria debochar dele enquanto sorrio num ar de arrogância.

Em seguida daria-me o trabalho de direcionar a atenção para o outro. - Ooh, E você quem é? E desde quando está aí? - Fingiria estar surpresa por vê-lo, como se somente agora houvesse notado sua presença. - É apenas uma brincadeira Hen, em realidade estou extremamente contente por vê-lo. - Concederia a Hen um sorriso bem meigo por minha parte, afinal não estou mentindo, é realmente gratificante certificar-me de que o tal sócio é de fato o Hen. - Apesar de você ter sido tão cruel, abandonando uma dama a própria sorte, mesmo depois de convidá-la, não está feliz por me ver? - Diria com jeitinho bem manhoso e mais anasalado, cheio de dengo na voz, como se fosse uma donzela mimada querendo atenção do príncipe.

Então estenderia o cartaz do Hen após retirá-lo do bolso enquanto abro um sorriso largo. - A propósito, o que achou? Eu particularmente adorei, principalmente por terem mantido o nome que escolhi, agora ficou mais fácil de decorar, Hen. - Dizendo de maneira que transbordaria deboche e sarcasmo por minha boca. Tendo que usar todas as forças de meu ser para não gargalhar de maneira espalhafatosa, minhas bochechas ficar-iam infladas de ar, enquanto baixo o rosto e mantenho o cartaz erguido, sentindo todo o corpo tremer em excitação.

Talvez eles ficassem irritados com minha pessoa, e por isso decidam atacar-me, seja arremessando algo, ou avançando violentamente contra essa frágil senhorita que apenas desejava uma conversa. Nesse caso minha pessoa se veria obrigada a saltar para um dos cantos da sala, de preferência que não tivesse muitos móveis. - Ara ara, quanta falta de cortesia, pois bem, podemos ignorar as formalidades, e irmos direto para a punição dos pecados. - A princípio diria despreocupadamente enquanto seguro o chapéu sob a cabeça, mas ao término da frase teria soado com maior perversidade. Se continuassem com as hostilidades, eu permaneceria em movimento, me locomovendo pelas extremidades da sala, enquanto evitaria tais demonstrações de violência, assim como os móveis que poderiam me fazer tropeçar.

Se eventualmente Vick optasse por simplesmente atirar à vontade contra eles, eu não iria me opor ou tentar impedi-la. Iria somente virar o rosto na direção dela e dizer em tom de reclamação e pirraça. - Você é sempre tão séria tão Vick, mas tudo bem, neste momento não é um problema real. - Apesar de eu preferir brincar um pouco com Glu e Hen antes de simplesmente matá-los, não é como se minha pessoa visse o entretenimento como necessidade, então não iria criar confusão por tal casualidade.


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