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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 3 - Falência Abrasiva

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 2 EmptyTer 10 Mar 2020, 12:14

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação 3 - Falência Abrasiva

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçadora de recompensas Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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Licia
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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 2 EmptySeg 23 Mar 2020, 05:12



- Evite utilizar métodos violentos, apenas os prazerosos. - Respondendo Vick de maneira um pouco mais séria, estando visivelmente preocupada com a perversidade demonstrada em sua voz. Aquilo me causava um certo arrepio, imaginando que tipo de maneiras Vick tinha em mente para nos acalmar. Por isso não poderia simplesmente ignorar tal pronunciamento.

>><<

Felizmente a apressadinha era bastante dedicada em me fazer repensar melhor o que sinto por ela. Apenas me dei a liberdade de aproveitar cada toque, cada beijo, sentindo o calor de Licia em constante contato com meu corpo. Não sei dizer se fiquei feliz ou desapontada pela apressadinha ter parado, provavelmente eu não interromperia se ela continuasse. Simplesmente apreciei cada estímulo me contorcendo um pouquinho de prazer, cravando os dedos no lençol da cama, deixando-os retorcido. Depois de estar devidamente arrepiada, ainda ficaria deitada na cama vendo a apressadinha fugir, mordi meus lábios e passei a mão pelo corpo, onde antes estava a boca de Licia. - Eu gosto quando você se comporta assim, mesmo parecendo uma menina malcriada e impertinente. - Diria em meio a respirações lentas e ofegantes, mantendo um sorriso prazeroso nos lábios.

>><<

A loja de armas me causaria uma surpresa bastante positiva, em relação minhas experiências passadas com esse tipo de estabelecimento, encontrar uma loja com armas adornadas e decoração bonita, era suficiente para me arrancar um sorriso de satisfação e arquear as sobrancelhas, observando alegremente os itens disponíveis. Mas infelizmente eu não poderia ficar plenamente satisfeita, minha pessoa precisava ser rápida com a escolha, então apenas pude procurar por um item que me agradasse visualmente, mesmo com a cor destoando do restante do look, escolhi um par de caneleiras douradas. "Agora preciso de roupas que combinem com elas, mas posso suportar essa tortura por enquanto." Em comparação com as tornozeleiras antigas, esse par novo é muito superior, então não seria tão tortuoso para minha pessoa utilizá-las, senti até um pouco de alívio por poder usá-las, mesmo com elas não harmonizando perfeitamente com o restante do visual. E pagaria alegremente pelo preço delas, saindo da loja já trajando as caneleiras.

>><<

- Faça como desejar, não me peça permissão para lidar com tais assuntos desinteressantes.- Diria em tom seco de descaso, sem nem me dar o trabalho de mover o rosto na direção de Vick. Nem mesmo iria parar de caminhar, porém diminuiria o ritmo dos passos, para Vick poder me alcançar e continuar a guiar o caminho. Minha única vontade era sair dessa região de Wars o mais rápido que fosse possível, e não vai ser uma escória moribunda que irá prolongar minha estadia desprazerosa.

Ao escutar a proposta de Varus, minha pessoa estaria observando-o fixamente, com o olhar centralizado em uma região longa, com curva sutil, agora estando erguida, chamava minha atenção por ser lustrosa. Então apontaria para tal região, virando meu rosto na direção de Vick. - Vick, a cor daquela katana, não se parece com a do Ras? Ou será impressão minha…- Diria em tom de dúvida, ignorando Varus por completo. "Espera, porque estou me lembrando de algo desnecessário agora?" E assim iria sacudir brevemente a cabeça para afastar os pensamentos sem importância.

Então voltar-ia minha atenção para Varus. - Por obséquio tente não ficar perecer de imediato e evite ficar inconsciente. - Dizendo como se quisesse aconselhá-lo, com a voz em tom de preocupação. - Será um fardo enorme se vossa pessoa simplesmente desmaiar e me fazer perder ainda mais tempo desnecessário. - Diria em tom de reclamação, já sofrendo por antecipação, enquanto imagino o pior cenário possível para minha pessoa.

Mas se porventura Varus ficasse irritado com meu comportamento, e viesse a me atacar sem qualquer compostura, minha pessoa apenas iria suspirar desapontada, e me afastaria um passo em diagonal para trás, permitindo que o ataque com a katana acertasse o ar em minha frente. E empunhando a lança com ambas as mãos na haste, a mão esquerda estaria mais próximo da lâmina e a direita da base, mas minhas mãos não ficariam muito afastadas entre si. Tendo intenção acertar o pescoço de Varus, com a extremidade final do cabo, em um golpe horizontal, enquanto girar-ia o corpo junto do quadril, ao mesmo tempo iria empurrar o braço direito com força rotacionando o ombro, para aumentar a potência do golpe, a fim de afastar o sujeito desagradável. - Quanta descortesia, você deveria ser mais atencioso com os problemas de uma dama. - Dizendo com a voz irritadiça e grave, repreendendo-o pela falta finesse.

Mas caso eu não consiga afastar Varus, e ele continue com as indelicadezas hostis. Minha pessoa iria fita-lo sentindo-se despontada. "Não entendo o motivo de sempre recorrerem à violência, só irão perceber o quão medíocres são em relação a meu incrível ser." Então iria aparar o ataque com a haste, para que a lâmina acerte o cabo entre o espaçamento das minhas mãos. Ao mesmo tempo iria preparar um chute baixo e veloz, visando acertar a lateral do joelho de Varus com a caneleira. Para poder contra-atacar novamente, desta vez com um golpe diagonal ascendente, erguendo rapidamente o braço direito junto do ombro, para acertar o queixo do homem utilizando a região do cabo próximo da base.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 2 EmptySeg 23 Mar 2020, 13:55




- Infelizmente acredito que estes modos estejam aquém da minha capacidade Senhorita. - A voz de Vick voltava a ser séria agora que Kare havia lhe roubado a oportunidade de ser levemente perversa.

>><<

- Como desejar Senhorita. - Ouviu-se os últimos gemidos do moribundo que parecia balbuciar pedidos de ajuda, seus olhos no entanto ao perceber o que aconteceria não revelaram pânico ou mesmo temor, talvez estivesse no fim aliviado por seu final. O som do disparo se propagou pelas planícies escaldantes e logo Vick estava mais uma vez caminhando meio passo atrás de Kare.

>><<

Vick, despreocupada tanto quanto Kare passava a observar a Katana em riste portada por Varus. - Creio que possam ser originárias do mesmo ferreiro Senhorita. - Mas o simples fato de estar lembrando-se de algo assim era misteriosamente perturbador para Kare, talvez o homem louco, Rasnal, houvesse lhe causado uma impressão mais profunda quando penetrou seu corpo no último encontro deles.

- Hahahaha, uma nobre metida? - uma sobrancelha de Varus se ergueu ao começar olhar mais atentamente para Kare, passando por cima do visual Sexy e começando a observar outros fatores de sua aparência. Kare por outro lado começava, agora que sua visão habituava-se melhor a luminosidade do interior, perceber melhor o ambiente.

O cômodo parecia uma garagem, o chão era feito de concreto gasto e manchado em diversos pontos, haviam poucas janelas e estar tinham os vidros tão cobertos de poeira que mal permitiam a entrada da luminosidade do exterior ali.  Haviam espalhados pelo local, próximo a porta de entrada e também das paredes, tonéis de metal com os mais variados pedaços de metal jogados no interior. Uma bancada de trabalho, com uma cadeira forjada de sucata estava perto da parede a esquerda de Kare, já na parede da direita haviam estruturas metálicas maiores, parecidas com maquinários pesados, parcialmente desmontadas, junto a estes haviam manchas de óleo se espalhando pelo chão. As paredes do local eram um misto de alvenaria, pedra e metal, todos misturados sem qualquer harmonia.

E muito embora a jovem não fosse muito boa com dimensões podia perceber que ao menos o local teria espaço para guardar todas as suas roupas da época que vivia com seus pais, logo era-lhe perceptível que era um espaço grande. Tal espaço amplo precisava de colunatas para sustentar o teto e estas existiam em duas fileiras, sendo 4 delas a direita de Kare e outras 4 à esquerda criando um tipo de corredor entre ela e Varus. Estas colunas nada mais eram que canos de metal de aproximadamente a grossura da magnífica panturrilha torneada de Kare.

Presos nestas pilastras haviam lâmpadas de coloração amarelada e poeirenta que deixavam o ambiente com uma claridade precária para se dizer o mínimo. Por falar em poeira, ela estava em quase todos os locais, infiltrando-se lentamente pela porta aberta e grudando-se nos óleos e graxas daquela oficina.

- Sim, Sim, SHASHASHASHASHA, nunca imaginei ver uma nobre vestida assim. - conforme ele ria a barriga proeminente do mesmo sacudia. Então ele cuspiu para o lado e voltou a olhar para ela. - Esqueça minha proposta anterior, vai ser melhor vendê-la como escrava. - Nesse momento Vick levanta a arma rapidamente com o olhar mais irritado que Kare já poderia ter presenciado no rosto da empregada inexpressiva. - É melhor cuidar a língua, se deseja permanecer com ela. - Ouviu-se o clique então atrás da jovem, vindo da porta onde um sujeito de roupas esfarrapadas erguia apontada para as costas de Vick um rifle winchester.   - É melhor baixar essa arma, ou vou ignorar a conversa que tivemos ontem e mandar matar as duas. - Outro clique de mais um sujeito com outra espingarda que aparecia pela porta de entrada, esta que também era parecida com a de uma garagem com 3m de largura por outros 3 de altura e era feita de metal.

- O duelo não tem tempo limite, tudo é permitido a rendição é possível, mas isso não quer dizer que a vida será poupada… Bom, ao menos no seu caso, já que aqueles caras ali estão aqui pra garantir que a minha seja, Shishishishi. - Com isso mais oito capangas se fizeram visíveis do lado de fora do local, quatro deles inclusive pareciam estar a cavalo. - Se me derrotarem irei dizer para vocês o que sei sobre Henry e Gluttony, mas somente se conseguirem superar a minha espada lendária Tenbuhorin.

Ele movia a espada para a lateral do seu corpo gordo e saltava para a direção de Kare, Vick nessa mesma hora também se afastava já com sua arma novamente abaixada e ia para mais próximo a parede e junto a porta.

Varus era mais rápido do que seu corpo gordo sugeria, embora quase imediatamente após começar a se mover já estava suando como um porco nojento. Kare afastando-se um passo na diagonal evitava o primeiro corte ascendente da espada enquanto também tentava aplicar-lhe um contragolpe que corria na direção do pescoço de Varus. O golpe feito com o cabo da lança o atingiu no pescoço, mas tudo o que causou foi o chacoalhar da gordura do homem sem realmente lhe causar quaisquer prejuízos. - Isso era pra ser um ataque? - O cabo estava ''afundado'' no pescoço do mesmo o pressionando, mas o semblante do mesmo não havia sequer se alterado.

A espada dele se movia novamente fazendo-a ter de recolher a lança para aparar o golpe, a lâmina cortava superficialmente o cabo de madeira e só não a partiu em dois por Kare ter conseguido pôr a arma em um ângulo que reduz o poder de corte da espada. Não houve uma força bruta forte por detrás do golpe, mesmo os músculos mais suaves de Kare não sentiram um impacto pesado como havia sido anteriormente contra um bárbaro, mas o poder de corte da espada não seria algo para se brincar.

Aproveitando que o golpe não havia sido pesado ela contra-atacava com um chute, este fora agora habilmente aparado pelo pé de Varus que ergueu sua própria perna fazendo com que o tornozelo de Kare acertasse o seu próprio tornozelo suspenso que agiu como uma mola suprimindo a força do chute e antes que Kare houvesse novamente conseguido mover a haste de sua lança a lâmina da espada já a estava travando no momento seguinte ao golpe ter começado.

- Acho que alguns nobres pagariam bem por uma escrava com a sua aparência, o que você acha? - Eles estavam agora bem próximos, Varus suava horrores, mas sua voz estava completamente estável indicando que não havia cansado com a movimentação. Sua força física era similar a de Kare, embora sua arma parecesse bastante superior à da jovem. Estavam quase colados a 1m de distância próximo a primeira pilastra da direita que estava agora nas costas de Kare deslocada para sua direita a 1m de distância. A espada de Varus estava empunhada para baixo travando o cabo da lança de Kare que havia tentado ascender em direção ao queixo do homem. Kare imediatamente após sua ''resposta'' ou a falta dela notaria a lâmina sendo deitada sobre o cabo da lança o que permitiria que a mesma escorregasse pela lateral em um corte ascendente em direção a sua mão ou rosto.




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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 2 EmptySeg 23 Mar 2020, 18:22


- Não a necessidade de tanto alarde Vick, se fosse para fazê-lo calar-se eternamente, você deveria ter feito isso ontem, eu também desprezo essa situação, mas infelizmente a fala do Sr. Espada Azul ainda tem alguma utilidade. - Diria após bocejar, cobrindo a boca com as costas da mão, ter de acordar tão cedo era um fardo, e toda aquela conversa tediosa não ajudava. E talvez eu acabe espirrando por causa do excesso de poeira. - Não se importe com as palavras ao vento proferidas pela escória. - Dizendo ainda bem despreocupada, com a voz expressando apenas o meu total descaso em relação a Varus.

- Entendo... - Diria após observar curiosamente os capangas presentes no cômodo. - Vossa pessoa tem tanto medo de que a cortina de sua vida se feche antecipadamente, que decidiu convocar o elenco de apoio para pedirem rendição. - Dizendo estando um pouco impressionada pelo quão cuidadoso o Sr. Espada Azul parecia. - Acredito que devo agradecê-lo. - Diria em tom bem humorado. - Pois com esses coadjuvantes em cena, não preciso me preocupar com vossa integridade, sabendo que eles estão aqui para protegê-lo. - Dizendo estando realmente bem feliz, e de maneira empolgada, ostentando um sorriso irritantemente alegre, e cheio de convencimento.

>><<

- Acredito que você esteja correto. - Respondendo a pergunta/afirmação de Varus, de maneira bem contente por ele ser capaz de imaginar que meu valor é exorbitantemente elevado. Porém a alteração na direção da lâmina, me era um tanto preocupante, se fosse acertada provavelmente estragaria novamente minhas unhas, e eu realmente gostaria de manter elas crescendo. Então para evitar danos terríveis, me vejo obrigada a recuar, "jogando" o corpo para trás ao mesmo tempo que recuo os braços, para fazer um mortal de costas, deixando o ataque da katana passar em branco. Ao mesmo tempo iria elevar rapidamente a perna direita, para acertar um chute vertical abaixo do queixo do Sr. Espada Azul, utilizando a região da caneleira próxima do pé. E se não tivesse impulso o suficiente para girar 360° no ar, iria rapidamente usar a ponta da lança como apoio no solo, para poder completar o giro, e pousar graciosamente no chão. - Porém mesmo juntando todas as riquezas do mundo, não seriam suficiente para pagar por uma porção ínfima de meu real valor, o que vossa pessoa acha? - Retribuindo a pergunta deveras pretensiosa, com um ar de plenitude em minha postura.

Dando continuidade ao meu espetáculo, iria avançar com uma coreografia bem simplista, em maioria os ataques seriam estocadas longas e rápidas, mirando a região torácica de Varus. Utilizando a diferença de comprimento das armas, como uma vantagem ao meu favor, para tentar mantê-lo distante, e assim poder ficar afastada do alcance da Katana. Com o braço direito servindo para impulsionar e recolher rapidamente minha arma, enquanto a esquerda apenas daria estabilidade extra para cada golpe. Recuaria de maneira sútil a cada ataque feito por Varus, e levaria a haste da lança de encontro a katana, para que a lâmina fique "deitada" sob o cabo, então empurraria minha arma para poder desestabilizar o ataque e também desviar a trajetória. Empurraria para cima ou para baixo em caso de golpes horizontais, e para esquerda ou direita em golpes verticais/diagonais ou estocadas. Aproveitando também para mover a lança no sentido oposto ao "empurrão" com intenção de cortar o Sr. Espada Azul. Mas se ainda sim ele se aproximasse, eu recuaria de maneira mais expressiva, com pequenos saltos para trás. Evitando as pilastras metálicas, enquanto circundaria o espadachim para poder ficar dentro do "corredor".

- Espada lendária? Lendas não são histórias que contam para crianças dormirem? - Diria em algum momento do combate, parecendo estar em dúvida, e mais interessada na pergunta do que na luta. - Lembro de No-Nolan… Enfim, era um mentiroso, suas falácias não tinham o menor reconhecimento ou mérito, ele foi motivo de chacota pois ninguém se impressionava com as histórias mirabolantes que ele inventava. - Dizendo de uma forma mais didática, tentando deixar claro que essa analogia reflete muito bem toda minha apatia em relação a espada lendária, ou por qualquer outra "lenda". "Mas admito que a aparência dessa lâmina não é desagradável."

E sem estar levando o duelo a sério, continuaria a brincar com o Sr. Espada Azul. Dessa vez deixaria-o atacar, apenas para eu poder aparar os ataques com a lança, utilizaria minha velocidade para fazer nossas lâminas se chocarem, antes que Varus pudesse dar forma para seus ataques, podendo assim aparar os golpes sem que ele possa utilizar sua katana como desejar. Imaginando que Varus estaria sendo mais cauteloso nesse momento inicial, e não faria golpes pesados que apesar de poderem causar grandes danos, também o deixariam vulnerável. Eu apenas ficaria bloqueando os ataques, e me afastaria no mesmo ritmo de de suas investidas.

Esperando que em algum momento o Sr. Espada Azul, perdesse a paciência por apresentar falhas contínuas em seu desempenho, e assim viesse a me golpear com pouca ou nenhuma cautela. E se assim ocorresse iria belamente me afastar com um passo longo lateral, impulsionado por um salto pequeno. Então giraria em torno da pintando pé, e estocaria acima do abdome Varus, empurrando a lança com a mão direita apenas, e torceria a haste para causar prejuízo maior antes de recolher a lança, de maneira ligeira. - Ei! Se vossa pessoa for tão descuidada eu posso não conseguir reduzir o poder ofensivo de meus golpes para deixá-lo com vida. - Com a voz brava e rígida, iria repreender Varus por ele ter demonstrado não ser bom o suficiente em se manter protegido, de maneira que posso acabar tirando sua vida, mesmo sem intenção. Na verdade é só pra ser mais irritante e provocativa mesmo...


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 2 EmptySeg 23 Mar 2020, 22:51




Assim como pressuposto pela jovem a espada começava rapidamente a correr deslizando pelo cabo de sua lança em direção as suas preciosas unhas, coisa qual que não poderia nem em sonhos ser permitido pela morena que lançava-se para trás em um mortal torcendo seu corpo que criava um arco expondo aos olhares luxuriosos a totalidade da magnificência de suas pernas que elevavam-se nesse momento junto ao giro. A espada cortava o ar em uma cruzada para a esquerda e novamente voltava a descer conforme a perna de Kare traçava o arco em direção ao queixo do gordinho.

A espada que agora descia com as costas de sua lâmina entrava em contato com a caneleira dourada de Kare criando faíscas multicoloridas com o roçar das armas que deslizavam uma pela outra afastando a pena de Kare do rosto de Varus, mas que também causavam impedimento a ele de atacá-la durante seu rodopio. A ponta da lança de Kare firmava-a ao suficiente para completar o giro enquanto aterrissou sobre o tinido metálico criado pelo movimento estando agora para além da linha de pilastras enquanto Varus estava ainda dentro da ´´linha´´.

- Hnm.. ShaShaShaSha, você tem um ponto garota, mas eu me interesso por dinheiro e se isso quiser dizer que tenho de te vender por menos do que você vale, que seja não acha? O dinheiro vai ser atraente para mim, não para você, mas poderei lhe fazer a cortesia de escolher um nobre que não bata nas suas garotas, o que me diz. - ele retribuia o sorriso presunçoso revelando alguns buracos de onde lhe faltavam alguns dentes e inclusive dois dentes de ouro horríveis.

De toda forma eles concordavam que o valor dela era realmente muito algo, mas para quem tem interesse em vender pode ser feito algumas concessões e assim o embate voltava a entrar em foco desta vez com Kare avançando sobre o espadachim com consecutivas estocadas rápidas que eram repelidas com movimentos laterais da Katana junto a passos ágeis por parte do gorducho que permitiam com que a ponta da lança passasse pelas laterais da sua cabeça ou mesmo próximos às laterais de seu tronco até um momento depois dele ter recuado por uns dois metros e ter alcançado a outra linha de colunatas quando começou a atacar enquanto avançava o que fazia a dança deles inverter-se com ele aplicando cortes rápidos e a jovem lançando sua arma consecutivamente vez após vez contra a lateral da espada de Varus fazendo com que os cortes errassem seu magnífico corpo.

Inicialmente foi obrigada a recuar até terem passado da metade do espaço entre as colunas quando ela também começava novamente a conseguir, devido a velocidade dos golpes. a encaixar seus próprios ataques que obrigavam Varus a recuar alguns passos na defensiva com arma batendo contra arma em um ritmo que parecia cada vez mais acelerar.

Assim que Varus passou novamente da metade do espaço ele sorriu e acelerou seu próprio ritmo obrigando mais uma vez a jovem a entrar na defensiva naquela dança ensaiada para medir as capacidades um do outro e embora Varus fosse na totalidade mais lento que ela ele parecia compensar bem na técnica de sua espada que desperdiçada pouco tempo em movimentos abrangentes. Enquanto recuava, como se não estivesse sequer se esforçando ela o questionava sobre sua espada e ele um pouco contrariado em suas feições, lhe explicava também falando como se aquele embate não o estivesse de fato fatigando.

- Algumas é claro são, mas existem por este mundo algumas dessas armas que somente pessoas escolhidas e poderosas conseguem possuir. - Nesse momento a luta se invertia novamente com Kare aumentando o ritmo de seus golpes de modo que as armas começavam já a se tornarem indistintas para quem estivesse observando e enquanto recuava na defensiva Varus continuou a falar. - As lendárias Meitous, ou mesmo as magníficas babylons são armas que ultrapassam em muito a simples categoria lendária. - Kare trazia a tona o conto infantil.   - Realmente é uma história bem conhecida em nosso mar. - Varus aumentava a força por detrás de seus golpes e começava agora a empurrar Kare utilizando-se um pouco mais de sua força do que só da velocidade. - Mas a verdade é que ele muito pouco mentiu. Você já deve ter ouvido de outros lugares sobre as ilhas do céu não é?

E este era realmente um ponto verídico embora não houvesse forma de Varus o saber, Kare que decidira então testar Varus começava a aumentar sua dedicação a defensiva compensando a força imposta por ele com sua velocidade fazendo com que agora a troca de golpes congelasse no centro do pavilhão.

Os homens que assistiam haviam abaixado suas armas, mas não por sentirem estar seguros, eles o haviam feito sem perceber, pois instintivamente estavam dirigindo todo o seu foco para tentar acompanhar a luta daquelas armas que agora tornaram-se borradas em suas visões, mas que ainda não pareciam estar causando danos a nenhuma das partes.


E em dado momento Kare que até então estava bloqueando os golpes se permite esquivar fazendo com que o golpe de Varus que havia aumentado força não encontrasse a resistência da qual já havia se acostumado e isso o fez perder sua estabilidade permitindo a Kare o primeiro golpe limpo, todavia…

A lâmina cravada no abdome de Varus não havia penetrado muito, agora que olhava o abdome gordo já não era mais assim tão gordo e por baixo da antiga pança mole havia agora o delinear de rígidos músculos que impediam a lâmina de se afundar mais e também impediam Kare de rodala para lacerar o ferimento.

- ShaSHaSHaSha, você quase me pegou, devo agradecer por estar, como você diz, controlando sua força? - A lâmina estava presa na carne do homem, mas ele não parecia revelar nenhum alarde de dor e com apenas uma das mãos a jovem era incapaz de puxar ou mesmo torcer a arma.

A espada de Varus que estava voltada para o alto fazia agora o tilintar dele invertendo sua empunhadura apontando a lâmina para baixo de modo que lhe permitia cortar em direção ao cabo da arma de Kare.

Ambas as armas agora apresentavam danos, haviam diversas marcas do combate tanto na lâmina da lança da jovem quando no cabo de sua arma que já dificilmente poderia deslizar por suas mãos sem causa-la também prejuízos devido as lascas de madeira, mas não só sua arma estava se deteriorando, pois a de Varus também sofria com o embate continuado de bloqueios, embora sua falha ainda fosse invisível aos olhos desatentos de Kare.




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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 2 EmptyTer 24 Mar 2020, 14:42


A princípio estaria observando Varus estando um pouco confusa, Inclinando a cabeça sutilmente para o lado com uma das bochechas infladas. - Vossa pessoa não acabou desmerecer essa katana? - Perguntando sem entender se de fato era essa a intenção do Sr. Espada Azul, ao enaltecer meitous e essas tais babylons, dizendo serem superiores a armas lendárias. De qualquer maneira eu responderia a dúvida dele. - Recentemente ouvi uma história sobre ilhas no céu, é difícil crer que algo assim possa existir, mas não vejo motivos para ficar interessada. - Diria ainda estando um pouco pensativa, mas sem de fato estar interessada no assunto.

>><<

Posso dizer que não esperava ficar com a lâmina cravada no corpo de Varus, e ele parecia estar dando uma atenção incômoda para a arma. Então abrindo mão de causar mais prejuízo ao Sr. Espada Azul, eu levaria a mão esquerda até a haste, para poder puxá-la rapidamente e também abaixando-a num semicírculo, enquanto realizo um pequeno salto para trás, tentando evitar que o cabo da lança seja mais danificado pela Katana.

- Você pretende arruinar minha arma? Tudo bem que ela não é das mais bonitas, mas ela ainda me tem utilidade. - Estaria bem indignada ao repreender o Sr. Espada Azul, afinal eu tenho um grande problema, se continuar a utilizar a lança para bloquear ela deve se quebrar em breve, então fiquei praticamente indefesa. "Eu queria poder me divertir mais, apenas brincando de duelar." Ou pelo menos era isso que eu demonstraria. Empunhando a lança com a mão direita próximo ao centro e a esquerda perto da lâmina, eu apoiaria a haste ao lado da cintura. - Vou encerrar essa dança, antes que termine de arruinar a lança. - Dizendo com determinação na voz, aparentando não ter outra escolha, a não ser atacá-lo diretamente.

Então subitamente começaria a correr em direção a Varus, erguendo a lança, apontando-a para região esquerda do tórax, como se quisesse perfurá-lo. Esperando que ele utilize a katana para se proteger de meu ataque acelerado. Assim eu abaixaria a lança, de maneira que ela fique apontada em diagonal para baixo, a esquerda de meu corpo. Com esse movimento iria rotacionar ao calcanhar esquerdo, girando o quadril enquanto levanto a perna direita, a fim de realizar um chute lateral, mirando a caneleira no quadril do Sr. Espada Azul, mesmo que não inflija muito dano, seria apenas para desestabilizá-lo ou pelo menos fazê-lo abrir a guarda. E usando ambas as mãos eu puxaria a lança, em diagonal ascendente, para fazer um corte no corpo de Varus, ao mesmo tempo que "jogaria" a perna direita lateralmente para trás, a fim de rapidamente me afastar com um passo longo.

Porém caso o Sr. Espada Azul tente me atacar antes que eu me aproxime, minha pessoa iria reagir de duas maneiras distintas. A primeira seria caso fosse atacada por um golpe horizontal, então iria repentinamente "travar" a investida, para que o ataque passe rente ao meu corpo, nesse momento eu soltaria a mão esquerda, e empurraria o braço direito para frente, com intenção de perfurar o rosto de Varus. - Tsc… - E apesar de ter muita vontade de fazê-lo engolir os dentes, infelizmente ainda preciso de suas informações. Com muito desgosto eu me forçaria a abaixar a trajetória da estocada, mirando abaixo do pescoço. Se acertasse, rapidamente iria empunhar a lança com as duas mãos, para cortar em diagonal para cima, ao lado do pescoço. E assim poder recolher minha arma.

Entretanto se o ataque não fosse horizontal, eu continuaria a avançar, saltando diagonalmente, e assim poder evitar o golpe. Enquanto altero a trajetória de minha estocada, mirando na região mais lateral do abdome de Varus, e já estando impulsionada pelo salto, iria abrir um corte em sua barriga, empurrando a lança na horizontal, com ambas as mãos.

>><<

Continuando com o show, iria manter a mesma coreografia, na verdade seria parecida. Empunhando a lança e mirando novamente na região do ombro/peito esquerdo. A diferença estaria na velocidade de minha arrancada inicial, dessa vez não seria com o ritmo mais acelerado, propositalmente para dar tempo de Varus iniciar uma reação. Sendo de atacar ou defender, assim que ele começasse a reagir, minha pessoa iria elevar o velocidade de maneira repentina, para poder surpreendê-lo. E assim iria acertar um golpe lateral (da direita para esquerda) com a haste, mirando o rosto de Varus, antes que ele termine de reagir. Logo em seguida eu iria puxar a lança horizontalmente no sentido oposto, com intenção de cortar o tórax do Sr. Espada Azul.

E com intenção de fechar as cortinas, eu apenas deixaria que Varus me atacasse continuamente, apenas para poder desviar de seus golpes enquanto recuo rapidamente com passos ritmicamente transversais. Movendo o corpo para trás, poucos instantes antes da katana me acertar, e utilizando o cabo da lança quando necessário, mas não iria bloquear diretamente, tentaria pôr a haste na lateral da lâmina e iria sutilmente empurrá-la, e assim poder facilitar minha esquivar, ao mesmo tempo que faria Varus desperdiçar movimentos. Durante esse tempo eu pareceria estar me divertindo, mantendo um sorriso arrogante, como se esquivar dos ataques, fosse a coisa mais fácil do mundo. Assim o deixaria com a sensação de estar falsamente me conduzindo, enquanto iria recuar até ficar de costas para uma das "pilastras". E quando minha pessoa estivesse "encurralada", eu iria arregalar os olhos estando boquiaberta. - Dro.. - Com voz alterada eu me expressaria, imaginando que Varus não fosse perder a oportunidade de me atacar nesse momento que não posso recuar. E assim fosse feito esperaria receber um ataque forte e aberto, nesse momento voltaria a sorrir, desta vez com um ar de malícia, logo em seguida iria rapidamente para o lado. Esperando que Varus acertasse a coluna metálica, e assim podendo ficar exposto.

Se o Sr. Espada Azul, de fato golpeie a coluna, eu iria rapidamente avançar e estocá-lo, mirando no pescoço. Mas não com intenção de perfurar, e sim para que a lâmina da lança corte apenas a pele na frente do pescoço de maneira superficial, então iria interromper o movimento. - Vossa pessoa também pode ser trocada por dinheiro, porém eu não preciso me preocupar em estragar a mercadoria, afinal ninguém compraria um escravo moribundo, o que acha? - Diria com a voz bem doce e até mesmo fofa, agindo como se estivesse dialogando casualmente com um conhecido, porém iria empurrar um pouquinho a lança contra o pescoço de Varus. - E vossa pessoa vale mais do que os outros dois juntos, mesmo sem vossa informação ainda posso ser ressarcida de maneira aceitável, claro, existe o elenco de apoio, mas agora que estamos nesta situação não acho que eles serão rápidos em salvá-lo, ou sequer tenham a capacidade de vingarem-se. - Dizendo bem devagar, com a voz calminha e gentil, e assim aconselhar o Sr. Espada Azul para fazer a decisão correta de se render. - Nobres metidos não tem muita paciência para lidar com trivialidades, então insisto para que seja rápido em ter alguma escolha, porém eu sou uma muito benevolente, mesmo com a escória, então se vossa pessoa demonstrar arrependimento eu irei gentilmente poupá-lo, e assim você poderá me dar tanto prazer a ponto de minha pessoa ficar satisfeita com a atual situação. - Claro que minha maneira bem afetuosa de falar seria apenas um estímulo extra para o corpo de Varus, e também porque parece bem mais sarcástico assim. Apesar de minha pessoa achar sinceramente que a lança já está fazendo um ótimo trabalho de persuasão.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 2 EmptyQua 25 Mar 2020, 08:20




Escapando a compreensão de Kare era os detalhes do mundo que eram muito mais amplo que sua visão atual poderia enxergar, as infinidades de lendas que na verdade são fatos, a diversidade de contos que são verdadeiras e reais histórias. Varus poderia sim ter desmerecido sua própria espada, mas isso vinha apenas do seu fascínio ainda maior por aquelas armas que eram ainda maiores que as lendárias, aqueles verdadeiros Mitos.

>><<

- Essa é a diferença para um lixo e uma arma lendária garota. A Tenbuhorin já está comigo a uma centena de confrontos, e ainda está como o dia que a encontrei. - Gabava-se profusamente de sua arma em comparação ao ''lixo'' portado por Kare. Está que ao segurar sua arma com ambas as mãos enquanto colocava toda sua força em puxar e soltar conseguia levar sua arma da prisão abdominal de Varus fazendo com que um pequeno filete de sangue escapasse pela abertura onde antes estava a lança.


- Isso nunca vai acontecer garota. - Ele postava as duas mãos agora no cabo da Katana ficando de frente para Kare que começava a entrar em seu modo sério, assim como seu oponente parecia estar fazendo o mesmo. Kare tomava a iniciativa avançando velozmente na direção de Varus fazendo a poeira erguer-se por onde passava, Varus acompanha o movimento elevando a ponta de sua espada conotando um golpe vertical que abria completamente mão da defesa, aparentemente ele havia considerado que o poder ofensivo de Kare era baixo o suficiente para ser ignorado e logo poderia simplesmente se concentrar em atacar no momento que fosse atacado para melhor suas chances de acertar uma presa tão esquiva quando aquela jovem.

Embora o alcance da lança de Kare fosse maior o mesmo não se aplicaria ao chute que pretendia e por tal motivo adotava o seu plano B recolhendo a lança um pouco mais para trás de modo que seus alcances agora estavam equiparados o que lhe permitiria esquivar no último momento enquanto aproveitava-se se sua velocidade anormal para imprimir mais letalidade em seu ataque relâmpago do que somente sua força bruta era capaz.

Todos estes preparos, análises e observações estavam acontecendo em um período inferior a um segundo, considerações que sequer podiam ser atribuídas ao lado consciente dos lutadores, mas sim a algo mais profundo e visceral como seus instintos, pois para Kare que agora assistia aquele homem pronto para ser golpeado as lembranças em seu corpo de sua luta contra Rasnak a faziam se mover de forma mais efetiva contra aquele tipo de combatente, ou assim seria, se aquele homem fosse realmente do mesmo nível de Rasnak.

A Katana corta o ar onde antes Kare estava, passando de forma inofensiva ao lado da jovem enquanto a ponta de sua lança perfura a lateral do abdome de Varus abrindo-lhe a carne com a compensação da velocidade no lugar da força física, o corte seguia limpo até atravessar completamente a lateral exposta do espadachim e Kare prosseguia seu movimento passando ao lado de Varus até que um impacto em seus pés lhe roubou o equilíbrio fazendo-o ser projetada por sua própria velocidade de encontro a cadeira de metal em frente a escrivaninha de trabalho onde acerto com força seu ombro no chão.

Não havia conseguido ver o que tinha acontecido, mas aparentemente Varus a havia passado a perna no momento em que ela jurava que era ela quem estava-o ludibriando. Sua roupa, já anteriormente empoeirado, estava agora um tanto pior e precisando de uma lavagem, mas felizmente não se encontrava rasgada em nenhum local, seu ombro esquerdo latejava, mas ainda era possível movê-lo embora cada movimento brusco pudesse gerar uma onda de dor na região.

Quando o mundo parou de rodopiar se viu precisando agir com rapidez para se levantar e evitar o ataque de Varus que atingia a cadeira de metal provocando um tilintar agudo que deixava uma marca na cadeira onde a lâmina dele a havia atingido. O corte no abdome do mesmo sangrava mais que a perfuração de antes, mas ainda parecia que não o estava incomodando.

Kare que mais uma vez se punha de pé e avançava teve logo que interromper seu movimento quando imprevisivelmente a cadeira de metal voava em sua direção, o ataque amplo da cadeira roubou-lhe todo o ímpeto da corrida obrigando-lhe a saltar para o lado para evitá-la, a mesma passou por Kare atingindo um barril de óleo próximo a um pilar, mas devido ao peso do barril nada aconteceu.

Desestabilizada ela novamente via Varus acima, ele que havia se movido logo após ter atirado a cadeira estava agora com a Katana na bainha. - Ittoryu Iai.  - A espada começou a ser puxada da bainha em um corte horizontal. - Kūwokiru. - Kare salvava para trás bem a tempo, mas sentia que mesmo evitando a lâmina houve uma pressão em seu abdome que o deixará vermelho como se houvesse sido cortado e de fato, um pequeno filete surgiu acima do seu umbigo.

O sangramento no abdome de Varus, que agora estava contraído, havia parado tendo sido forçado a diminuir pela própria pressão da sua musculatura. - Você está bastante enganada se acha que um combate prolongado é bom pra você. - A respiração de Varus continua estavam muito embora seu corpo estivesse completamente coberto de suor, por outro lado Kare começava a apresentar sintomas de estar ofegante.

Varus mais uma vez saltava para ela, agora com a espada desembainhada e momentaneamente no confronto Kare foi colocada completamente na defensiva, os capangas de Varus na porta pareciam começar a se agitar animando-se pela superioridade de seu chefe, Kare prosseguia esquivando enquanto cada vez mais ficava ofegante tendo de observar o sorriso odioso que se formava no rosto rechonchudo do espadachim.

Acuada se viu batendo contra uma das pilastras, seu ombro enviou por todo seu corpo um sinal de dor que tornou sua expressão amarga e a expressão de Varus ainda mais gloriosa, a espada do homem girou em sua mão, posicionando-se para atacar com as costas da arma provavelmente porque ele não a desejava morta e sim capturada.

No instante antes do ataque Kare, que fingia a maior parte de suas dificuldades, evade fazendo com que a lâmina de Varus golpeie com nítida força contra o pilar. O som agudo corta o ambiente, o impacto sacode os braços do gorducho que sente o impacto em seus ossos deixando seus braços trêmulos

No instante seguinte a lâmina de Kare estava pressionada contra o pescoço de Varus afundando-se levemente em sua carne. - Hahaha, você acha que eu tenho medo de um palito de dente? - A lança se pressionou um pouco mais fundo fazendo um filete de sangue escorrer em direção ao peito cabeludo de Varus. - Não vá se achando pirralha. - O pescoço dele se inchou impedindo Kare que agora não possuía impulso de perfurá-lo, sua espada que estava de costas para para a pilastra se moveu aproveitando a posição e cortou o cabo da lança de Kare enquanto Varus rotacionar seu corpo em um salto fazendo que a ponta da lança escapasse de sua carne enquanto tentava completar o giro para cortar Kare de cima para baixo.

Em câmera lenta a jovem assistia aquele momento que que seria cortada verticalmente, quase certamente partida em duas, mas então a espada de Varus passou por seu corpo e nada aconteceu…. Ouviu-se então o som de algo mergulhando dentro do barril de óleo e a frente da jovem Varus segurava uma espada com a metade para frente quebrada.


- O QUEEEE? - O homem cai ajoelhado segurando sua espada como uma mãe que segura um bebê. - Depois de todo o trabalho que tive pra fazê-la. - Ouviu-se os capangas gritando algo como "chefe'' da porta, mas permaneceram lá. - É minha derrota… Dessa vez pelo menos ela aguentou 103 lutas. - O homem sentou-se no chão, da porta vários cliques de arma foram ouvidos agora sendo apontados para Vick que caminhava e também para Kare.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 2 EmptyQui 26 Mar 2020, 17:02


Errr…. Não sei exatamente o que dizer, era algo até cômico, e com certeza totalmente inusitado. Ficando estática por alguns segundos, conseguindo somente piscar os olhos, com o semblante totalmente confuso. - Então essa é a espada lendária? - Dizendo com intenção de ser pejorativa, mas ainda visivelmente perplexa. Estando estupefata pela katana ter-se partido em duas, mesmo após Varus ter contado tantas fábulas sobre armas lendárias, e mitológicas.

Nesse momento nada mais passava por minha mente, além da cena daquela katana se partido ao meio, e atingindo o latão de óleo, repetindo a mesma coisa várias e várias vezes. Meu corpo parecia estar pesado, e não parava de tremer, mas não sei dizer se foi o cansaço que me fez abaixar a cabeça, e me obriguei a morder os lábios para conter algo prestes a explodir dentro de meu ser. Porém, minha boca também tremia bastante, e vagarosamente os lábios foram se curvando para cima, mesmo comigo batalhando arduamente para contê-los, até que a primeira lufada de ar escapou, como se fosse o rompimento de uma válvula. - PFFFFF!!! - Depois que essa barragem rompeu-se, uma rajada incessantemente escandalosa seria expelida, apesar de ter iniciado com baixo tom. - Hahaha...HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA! - Sério, era simplesmente impossível para minha pessoa conter a gargalhada, provavelmente ficaria rindo igual uma criança que acabou de escutar algo realmente engraçado, até minha barriga doer e eu largar o que sobrou da lança, e abraçar o abdome a fim de conter a dor, e também ficando ofegante, tendo que fazer algumas pausas para recuperar o ar, e novamente voltar a gargalhar, pois simplesmente me parecia engraçado de mais, mesmo comigo tentando prender o riso, não teria sucesso algum.

E quando eu achava que havia conseguido me recompor, eu olhava novamente para a """lendária""" katana, e simplesmente voltava a gargalhar, sentindo as bochechas arderem, tendo de me curvar para frente e poder abraçar a barriga com mais força, até perder o equilíbrio e me apoiar em uma das pilastras metálicas. - Hahahahah...arf...HAHAHAHA! A katana, se partiu e caiu dentro da lata de óle...PFFFF!! - E falar o que havia acabado de acontecer, não me ajudava, pois me fazia relembrar a cena repetitivamente, só consegui virar o rosto de lado e continuar gargalhando escandalosamente.

Após conseguir recompor-me parcialmente, ainda estaria ofegante, e com as costas do dedo indicador direito iria enxugar as gotículas de lágrimas abaixo dos olhos, com os lábios rebeldemente formando um sorriso. - Ara ara, não fique tão deprimido. - Na medida do possível tentaria dizer com a voz piedosa, parecendo estar comovida com a situação de Varus. - Agora vossa pessoa ostenta duas lâminas LENDÁRIAS! - Cobrindo a boca para dizer de maneira totalmente irônica a última palavra, enquanto desvio o olhar e começo a rir, com única e exclusiva função de fazê-lo sentir-se ainda mais constrangido.

Porém seria excessivamente fácil humilhar Varus após o ocorrido, então minha pessoa não continuaria com as provocações depreciativas, na verdade eu iria prestar minhas congratulações. - Devo admitir que você possui um incrível talento para comédia, foram pouquíssimas as vezes que eu me diverti tanto com uma cena, já pensou em trabalhar como palhaço de circo? Acredito que vossa pessoa teria bastante prestígio nessa função, de qualquer maneira eu gostaria de prestar meus agradecimentos pela excelente performance. - Com os olhos brilhando de real admiração, minha voz iria soar de maneira um pouco gentil, comigo estando empolgada, querendo estimular o Sr. Espada Azul a não desistir. Iria me aproximar casualmente com um ar amigável na postura. Mas a perna direita ficaria atrás da esquerda, quando eu parasse.

E sem aviso prévio traria a perna direita a frente, com toda velocidade que me fosse possível, para acertar a caneleira no centro da face de Varus, o chute traria consigo alguma brutalidade, e a força seria tanta que me obrigaria a dar um pulinho com o pé esquerdo. - Porém, nunca, jamais, em hipótese alguma, ouse sequer novamente pensar na possibilidade de fazer minha pessoa sujar as roupas novamente. - O semblante meigo e afetuoso de segundos atrás, haver-se-ia tornado sinistramente sombrio, com meus olhos frios refletindo nada além de ódio, encarando Varus fixamente, e meus lábios frígidos em puro desgosto. Desculpem-me, ainda não sei lidar muito bem com esse sentimento chamado raiva. Então iria respirar fundo, cerrar os punhos animada, e expirar pela boca. - Pronto! Agora estou satisfeita. - Meu rosto iria estar irradiando alegria e felicidade, tal como um campo florido num dia ensolarado de primavera. Logo em seguida me lembraria de algo que gostaria de salientar, virando minha atenção para os atiradores. - A sincronia de vocês assistentes de palco, não é das piores, mas acho que perdi um pouco o "time" para fazer essa observação. - Coçando superficialmente a bochecha com o dedo estaria um pouco impressionada, pois não esperava que eles fossem tão rápidos como um grupo em se recomporem para engatilhar as armas, quem em sã esperaria isso de um bando de selvagens criminosos? Mas diria sem muita exaltação, pois não era algo de fato grandioso.

Então meu olhar seria levado até a lança, ou no caso, os pedaços dela. E com as mãos na cintura deixaria um zumbido escapar enquanto estou pensativa. - Isso é tediosamente problemático. - Mas por sorte uma solução aceitável me veio na mente, assim que meus olhos foram guiados como se tivesse algum magnetismo em Varus. Com um sorriso diabolicamente fofo e os dedos das mãos entrelaçados nas costas, iria belamente caminhar até o Sr. Espada Azul cantarolando uma melodia feliz. - Vossa pessoa deve ter alguma lança sobressalente nesse… cômodo correto? - Perguntando bem meiga como quem não quer nada, agindo parecendo não ter feito nada digno de receber represálias. Mas se Varus não colaborasse eu apelaria. - Vamos, não seja tão malvado, foi vossa pessoa quem partiu o cabo da lança em dois, igual a fez com a tal espada lendária, então é melhor assumir a responsabilidade. - Eu poderia não ter citado a katana? Poderia, mas eu realmente gosto de atiçar os mundanos inferiores. Mesmo sabendo que isso poderia estragar a fachada meiga criada por mim, eu não iria conter a língua. - Ahh! É melhor que não tenha se esquecido do acordo, me fazendo vir até o fundo do poço por causa desse "duelo" sem sentido. - Dizendo com certo desgosto a palavra marcada. "Na verdade com tantos acontecimentos eu também me esqueci brevemente o motivo de estar aqui…"

Enfim, depois desse magnífico episódio, eu me veria obrigada a prestar atenção no Sr. Espada Azul, quer dizer, minha pessoa foi terrivelmente grosseira quando simplesmente começou a gargalhar sem a menor elegância, eu ficaria de pé mesmo, acho difícil ter um assento limpo por aqui. Mas confesso que seria bem difícil manter-me atenta, de repente as bochechas iriam "misteriosamente" inflar-se de ar, e o rosto virando para o lado de forma nem um pouco sutil, pois somente olhar para Varus me fazia recordar da tal cena. Porém por sorte, Vick provavelmente estaria mais focada do que minha pessoa. E depois de ouvir tudinho atentamente, na verdade só tentar mesmo, pois eu duvido que consigo, minha pessoa até mesma seria educada, despedindo-se de Varus com uma breve reverência, pois no final eu acredito ter me divertido tanto, que iria relevar o algum possível rancor. E assim iria virar-me de costas para deixar esse depósito de poeira, caminhando alguns passos plenamente, até congelar. - A katana… no latão de óleo… Pfff! - Errr… Desculpem-me novamente, porém estaria sendo difícil de esquecer.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 2 EmptyQui 26 Mar 2020, 19:26




- Essa é ….. era uma réplica que eu fiz. - Varus continuava sentado com um semblante triste enquanto analisava o ponto onde sua arma havia rompido como alguém que buscava entender onde havia falhado durante a sua tentativa de replicar a lendária espada que tanto estimava.

O corpo de Kare refestelava-se em diversão contra sua vontade, uma onda energética avultou-se em seu âmago espalhando-se para todas as partes do seu corpo. Uma sensação de formigamento cobria suas extremidades e então não mais foi capaz de manter a compostura e explodiu em um acesso de riso praticamente incontrolável que sacudiu com violência todo seu corpo. Lagrimas se formaram em seus olhos, sua barriga chegou ao ponto de doer tal como seu rosto que se enrijeceu de tanto que a musculatura facial estava sendo solicitada, mas mesmo sua risada descontrolada parecia bela em comparação a qualquer coisa que estivesse ali naquela ilha, a sonoridade louca por ela produzida era ainda assim harmoniosa e contagiante que até mesmo os capangas de Varus começaram a acompanhar dando completa veracidade para o ditado que diz que o riso é contagiante e assim após algum tempo os únicos sérios no local eram Varus e Vick.

- Ei… - começou ele desanimado, mas erguendo a cabeça na direção dela. - Um pouco de compaixão seria bom. - Kare continuava rindo e com ela os capangas de Varus. - Malditos traidores. Ela aguentou muito mais que essas sucatas que vocês chamam de armas. - Ele parecia revoltado com a situação, mas mantinha-se sentado aguardando que o tumulto cessasse.

- Ha, ha. Vai rindo, se não tivesse quebrado você ia ostentar duas metades. - ele tentou, não podemos deixar de dar crédito ao homem que mesmo em seu estado de espírito continuava a tentar manter parte do seu orgulho.

Os capangas começavam a se acalmar, Vick havia parado no meio do caminho e parecia esperar a situação se normalizar antes de prosseguir, talvez receosa de interromper a diversão de Kare.

- O mesmo para você, poderia trabalhar sendo serrada na caixa. - Respondeu ele ainda bastante emburrado com a situação, mas foi-lhe difícil manter a situação, pois na sequência foi chutado por Kare com toda a sua ''força'' e saiu rolando de barriga pelo chão poeirento uns 4m até chegar às outras pilares enquanto escapava gemidos estranhos em cada rolada e assim que ele parou novos risos estouraram de seus capangas até que um deles mais a frente que usava um chapéu marrom e portava um rifle falou.

- Ei, Ei chefe, acho que já está bom, que tal parar.  HAHAHAHAHA, se não alguns caras aqui podem se mija...mijar, hahahaha, você sabe que já aconteceu.


Varus se sentou, parecia não ter realmente sentido o chute embora tivesse rolado uma grande distância gemendo. - Ah, certo, certo. EI SEUS MERDAS, SE VÃO SE MIJAR FAÇAM ISSO LÁ FORA CARALHO. - Com isso, ainda rindo, os capangas sairam para fora da oficina enquanto falavam coisas como: "Você viu o quanto ele rolou dessa vez?" "Ele precisava mesmo gemer daquela forma" e com essas palavras deixaram o local sobrando apenas Kare, Vick, Varus e o capanga com o chapéu de antes.

- Ele tem mania de exagerar. - O capanga dava os ombros. - De toda forma é a melhor diversão que temos por aqui. - Completou.

Varus levantava-se e embora Kare pudesse estar ''perplexa'' ou nem tanto com toda a situação ela se via com problemas tediosos mais preementes, como a quebra de sua lança e assim com passos saltitantes começou a se aproximar de Varus. - Já vou avisando, que se pensa em me chutar de novo uma roupa com poeira vai ser o menor dos seus problemas garota. - Todavia o chute não estava nos planos de Kare. - Ah. certo, certo. Entendo. Bem… De toda forma isso já estava nos meus planos. - Então olhando levemente para o lado em direção a Vick. - Bem, acordo é acordo, mas vamos conversar em outro lugar, não sei vocês, mas toda essa poeira e esse fedor me cansa.

O capanga, o qual descobririam mais tarde se chamar Leroy… Ou não, seguiu até um ponto ao fundo de onde ergueu um alçapão, Varus logo seguiu para lá e atrás dele como se aquilo fosse extremamente normal foi-se Vick. - Por favor Madame. - O capando fingiu uma etiqueta bem ruim e sorriu revelando um dente faltante. [/color]

Se Kare fosse junto se veria descendo por um lance de escadas metálicas iluminadas por lâmpadas de coloração fria que combinavam com o ambiente que a cada degrau tornava-se mais fresco e por fim chegariam a um ''abrigo'' subterrâneo repleto de almofadas multicoloridas ao redor de uma mesinha baixa. No cômodo haviam ainda tapeçarias com padrões intrincados penduradas pelas paredes e por baixo das almofadas um chão forrado com seda. O cômodo não possuía qualquer janela e por tal também não havia poeira no interior que era muito mais fresco e perfumado devido ao odor de incensos que queimavam no local.

- Ei, Leroy. Busque pra mim a…. qual era mesmo agora? - Leroy lhe respondia que era provavelmente a espada 32. - Certo, certo. Pegue a 32 então…. Ah, foi uma verdadeira pena eu achei que ela ia aguentar ao menos mais umas três lutas, mas bater com tudo naquela pilastra foi demais… Foi um bom plano garota, eu tive a certeza que ia arrancar a tua cabeça aquela hora, mas aparentemente fui enganado, SHASHASHASHA.

Ele sentava-se em uma pilha mais alta de almofadas em um dos lados da mesa. - Por favor, sentem-se. Aceitam algo pra beber? Água? Suco? Tenho bons chás aqui também, ou se preferirem posso oferecer algo mais forte? Eu particularmente prefiro um suco, boas frutas são especialmente difíceis de conseguir aqui.

- O que foi tudo aquilo? - Perguntou Vick que já não conseguia controlar a curiosidade, ou talvez estivesse apenas poupando Kare de perguntar algo tão mundano. - SHASHASHA, AQUILO? SHASHASHA. Bem… veja bem. Aquela realmente não era uma espada lendária, era uma de minhas criações e bem, meu sonho é conseguir fazer armas tão boas quanto a verdadeira Tenbuhorin, bem… De toda forma eu quero que minhas criações ganhem o mundo, mas não quero minhas armas nas mãos de qualquer pessoa e bem… A luta é por isso. E por isso disse o que disse antes. Irei lhe fazer uma arma, mas posso arrumar algum substituto por enquanto. Me diga, aquela sua lança… Durou quantos dias? - Esperaria Kare responder. - Eu posso realmente não conseguir fazer uma arma lendária, mas posso garantir uma arma muito melhor que qualquer um desses lixos que você encontra por ai, mas vou precisar de uns dias pra fazer.

Nesse ínterim ele teria, após elas dizerem o que desejavam tomar, batido palmas e com isso uma jovem e bela garota vestida em tecidos semi-transparentes teria entrado no cômodo por uma porta lateral e para ela Varus informaria o que devia trazer. Também nesse meio tempo Leroy teria voltado com outra espada idêntica à que havia quebrado. - Me pergunto quantas lutas esta irá aguentar…. Pensando nisso… Você falou do Rasnak antes não falou? Sujeitinho difícil ele, foi um inferno conseguir fazer ele parar de lutar. Já tinha cortado ele todo e o maldito continuava sangrando por toda a minha oficina, levei um mês pra tirar o sangue dele. - Obviamente Varus não teria feito esforço nenhum e sim os seus capangas.


>><<

- Certo, o acordo de antes. Ontem depois que você saiu eu pedi pro meu pessoal ir investigar. Spider Miles é uma cidade bastante grande, mas como minha rede de informações é bastante vasta consegui encontrar os homens que você procura. - Irritantemente ele fazia uma pausa tomando um suco de melancia. E após tomar o suco ele pegaria um cachimbo de cima da mesa o qual pacientemente acenderia para fumar.

- Certo, certo. Bem. Gluttony aparentemente comando uma fábrica menor da região voltada a produção de armas, no entanto a fábrica é escondida. É algo parecido com essa minha sala aqui. Vocês devem ter passado pela região, aquela montanha de sucata na entrada? Tem um acesso a fábrica oculto por lá e eles usam os desesperados que moram lá como escravos para produção de armas. Tem um outro acesso que provavelmente é por baixo da grande ponto, mas acredito que este deve ser mais vigiado. É difícil explicar onde é o ponto, afinal é uma maldita pilha de sucatas, mas posso arranjar para que um dos meus homens guie vocês até o local, mas de lá vocês estão por conta.





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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 2 EmptySex 27 Mar 2020, 05:41


Ohh… Um andar subterrâneo, engenhoso, um pouco inusitado, mas devido a "profissão" de Varus acredito que é natural ter esse tipo de local oculto, então não me senti tão surpreendida. Apenas acompanhei o fluxo, a surpresa na verdade foi a "formalidade?" em querer conversar comigo num ambiente discreto. De qualquer forma desci as escadas, aproveitando para apalpar o ombro ainda dolorido enquanto o movimento circularmente. "Eu apreciaria ser massageada agora." Também teve um certo comportamento bizarramente cortês, era até difícil reagir, mas tentei sorrir de volta de maneira agradável, apesar de estar incomodada com o sujeito.

A situação tornou-se mais inusitada com o Sr. Espada Azul demonstrando tanta cordialidade como um anfitrião receptivo, já que o andar subterrâneo me aparentava ser limpo, minha pessoa se arriscou a sentar porém, com toda a classe e finesse de meu ser, iria elegantemente recusar as bebidas, mesmo com o Sr. Espada Azul falando tão bem das frutas, não me parece ser muito sensato aceitar bebidas de um pirata, nem pelo fato de foras da lei, mas acredito que nossos padrões de higiene sejam no mínimo diferentes. Ergueria umas das mãos com a palma voltada em direção a Varus. - Não se preocupe, já estou satisfeita. - Diria com algum carisma na voz, e sorrindo gentilmente. Apesar de estar mentindo, esse tipo de atitude era bem comum em minha vida, foi algo automático de minha pessoa fazer, mas agir assim num esconderijo de piratas… "Jamais imaginei que criminosos sórdidos pudessem ter alguma noção de etiqueta." Eu não veria como algo ruim, só me causava um pouco de estranheza.

- Ara ara, minha pessoa não fez nada de grandioso, se você tivesse pedido rendição teria alguma dignidade. - Falando de maneira meiga, enquanto abano o ar com uma mão, e a outra estaria apoiada sob o rosto, e assim desvio o olhar, sorrindo como se estivesse sem graça. - O mérito de ter partido a katana foi exclusivamente seu, se fosse mais atento provavelmente teria evitado que ela fosse quebrada, não espere que eu vá reparar nesses detalhes sem glamour. - Deixando uma risadinha fofa escapar, mantendo a falsa modéstia, e claro poder alfinetar o Sr. Espada Azul. - Porém se realmente considerou me decapitar, devo insistir para que mude vossa área de atuação, pois não seria o mesmo que estragar a mercadoria? E também não é como se eu pudesse ser degolada por um ataque daquele nível. - Após brincar um pouco com Varus, estaria o perguntando com dúvida no olhar, além de querer provocá-lo, é óbvio.

Claro que Varus iria contar uma história ""super interessante"" sobre si, como se eu quisesse escutar algo sobre a vida dele. Minha atenção retornaria assim que o Sr. Espada Azul questionasse sobre a durabilidade de minha arma, então erguer-ia o dedo indicador após pensar um pouquinho tentando contar os dias. - Uma. - Pausando dramaticamente. - Batalha. - Iria piscar os olhos algumas vezes esperando que ele tivesse algo para dizer. - Em realidade eu a comprei faz pouco menos de uma semana, porém hoje foi a segunda vez que a utilizei numa situação de combate, então seria uma batalha e meia? Não, me parece incorreto considerar assim. - Dizendo ainda refletindo um pouco sobre o assunto. - Vossa pessoa realmente acha satisfatório ser superior a lixo? - O perguntaria estando visivelmente confusa. Quer dizer, não vejo como isso poderia ser motivo de orgulho… "Estes seres realmente ficam felizes por qualquer feito?"

Porém o trabalho de forja do Sr. Espada Azul de fato me parecia melhor do que "os lixos que se encontra por aí" entretanto, eu realmente não gostaria de passar mais tempo além do necessário em Wars. Com os braços cruzados acima da barriga e olhando para cima iria brevemente refletir idéia. - Alguns dias…? - Zumbindo um pouco enquanto o penso alto. - Tem certeza de que não é possível encurtar esse prazo? Não me parece muito sofisticado deixar uma senhorita aguardando nesta ilha, não a nada que possa motivá-lo a querer trabalhar com mais fervor? - Falando em tom leve de desprazer, então iria apertar os braços um pouco mais enaltecendo meus seios, enquanto observo Varus com olhar de desejo. - Vossa pessoa não poderia me fazer a gentileza de priorizar tal serviço? Se você realmente se esforçar acredito que consiga terminar antes do previsto. - Diria com a voz bem dengosa em tom doce, querendo incentivá-lo a elevar a intensidade de seu trabalho para satisfazer-me. Se eu notasse os olhos do Sr. Espada Azul se abaixando, iria apertar mais algumas vezes meus braços, com intenção de fazer os peitos saltitarem um pouquinho, deixando meus lábios formarem um sorriso maléfico. - Não se importe em analisar cada detalhe da situação…- Dando um tempo para Varus poder "pensar", e aproveito para inclinar sutilmente o tórax na direção dele. - Então? Dois dias? Amanhã? - "Questionando-o" agora com a voz mais envolvente e perversa, em seguida subitamente retomar-ia a postura, para evitar que o Sr. Espada Azul faça uso de outro sentido além da visão. E talvez assim não precise ficar taaaanto tempo nesta ilha insuportável. Se eu percebesse outros olhares em minha direção não perderia a oportunidade de ficar mais confortável. - Com licença senhor, minhas pernas estão um pouco cansadas de tanto que me fizeram andar para chegar até aqui, não poderia me ceder algo para apoiar estes pezinhos delicados? - Dizendo de maneira doce, com a voz dengosa, esperando me trazerem algum banco para colocar meus pés em cima, ou se preferirem podem ficar de quatro me oferecendo as costas de apoio. - Não gosto de ser inconveniente, mas vossa pessoa poderia ter a honra de abanar-me. - Diria sendo fofa e gentil, caso mais algum capanga demonstrasse querer ter alguma utilidade.

MAS NEEEEEEM FOD#$&@ que eu, euzinha, toda trabalhada na nobreza, criada a banho de espuma, e os mais diversos produtos de perfumaria iria submeter-me a entrar numa montanha de sucata para revirar entulho, vocês tão loucos, se acharam que minha digníssima pessoa, com toda a grandiosidade que me pertence iria considerar isso. - Grande ponte! - Falaria atropelando as palavras de Varus, meu semblante ficaria obstinado como poucas vezes na vida me senti tão determinada, o olhar estaria fixo em direção a Varus, e os músculos da face estariam praticamente congelados numa expressão séria. - Sem discussão. - Diria friamente podendo até ser grosseira, no primeiro indício de protesto que o Sr. Espada Azul demonstrasse.

No mais iria aguardar para escutar mais sobre o que Varus tem a dizer, pois não imagino que seria apenas por benevolência essa prestatividade em ceder um de seus lacaios para guiar eu e Vick.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 2 EmptySex 27 Mar 2020, 10:50




- Você que sabe. - Disse Varus sobre a recusa então olhando para Vick que também recusava. - Bom, eu vou beber. - A empregada vestida em tecidos diáfanos entrava no local trazendo-lhe o que parecia ser um suco de limão, o que era no mínimo inusitado depois dele ter falado tão bem de outras frutas.

A situação inusitada para Kare era na verdade algo muito cotidiano para Varus, afinal era impossível ser qualquer tipo de chefe criminoso, mandante de negócios obscuros ou quaisquer outras tarefas desta categoria sem ter ao menos boas noções como um negociante. Varus estava acostumado a lidar tanto na parte suja do negócio como também agir na frente como vendedor dos seus serviços, é claro, desde que fosse do seu interesse e isso quer dizer, que houvesse ganhos monetários para ele e desta vez os ganhos estavam ali de forma direta, mas também indireta para ele.

A conversa prosseguia, bem, se é que aquilo pudesse ser chamado de conversa, pois Kare nada mais fazia do que tornar o suco de limão de Varus mais e mais amargo. - Devo dizer que agora mais do que antes estou considerando essa opção. - Ele falou com uma vez perigosamente afiado e agora era ele quem estava novamente armado e Kare desarmada. - Por favor Senhor Varus, não esqueça do acordo. - O semblante dele mantinha-se perigosamente afiado na direção de Kare com seu corpo tenso para frente por mais alguns instantes até que ele finalmente cedeu. - Certo, Certo, sou alguém que cumpre um acordo afinal. - Ele relaxava um pouco inclinando-se para trás novamente. - Continuemos.

E assim ele contava a sua história que Kare não deixava de achar super, mega, hiper interessante e ''prestava atenção em tudo'', ainda que fosse capaz, mesmo distraida, de se ater a pergunta lhe feita a qual logo era respondida.

- Vo...cê… - Varus tinha um rosto irritado e cansado. - Não houve merda nenhuma do que os outros falam? - Vick nesse momento virava seu rosto para o lado ignorando o olhar que Varus dirigia a ela como se de repente houvesse achado a tapeçaria na parede super interessante. - Vocês duas…

- Sim, alguns dias, uns 3 ou 4. - reafirmava ele. - Eu sempre trabalho motivado garota, se não quer ficar você pode ir embora com as mãos vazias, eu não ligo. - Um pouco de sangue escorria de seu nariz. - Bem… Talvez uma lança seja mais rápido de se fazer. - Começava ele a concordar enquanto ''analisava cada detalhe da situação'' - E bem, posso ganhar um tempo no cabo. - Continuava a analisar enquanto Kare continuava a ''inocentemente'' esperar a análise. - Mas também não pode ser tão rápido, afinal você não iria querer um trabalho ruim não é mesmo? - Um pouco mais de sangue escorria do nariz dele.   - CERTO! DOIS DIAS ENTÃO. - Concordava ele esticando a mão para frente para um ''aperto de mamas mãos'', mas não encontrando nada já que Kare recuava naquele momento fazendo-o voltar a si e limpar o sangue.

Para o azar de Kare não havia no entanto outros empregados no cômodo, assim seu showzinho havia sido única e exclusivamente para Varus, ao menos do seu ponto de vista e bem, também estava sentada no chão sobre almofadas e o ambiente era fresco e ventilado embora não houvessem janelas, mas era possível notar grelhas em alguns pontos por onde entrava uma corrente de ar limpo.

>><<

- Bom, mas a .. - Kare o interrompia, para ela não havia margem para negociação sobre este assunto, ela não escalaria uma montanha de sucata.

- Vocês terão mais oponentes lá. - - Creio que teremos de lidar com isso. - Também vai ser mais longe e perigoso pro meu homem. - Quanto que esse perigo extra vai nos custas? - Considerando tudo… 200. - Ele inclinava-se com as pernas cruzadas e apoiava ambas as mãos sobre os joelhos. - Darei 50. - Varus no entanto não aceitava isso e eles seguiram por mais um tempo nesta negociação que fazia com que Kare se distraísse e acabasse não prestando atenção até que: - SHASHASHASHA, CERTO, 105 E NÃO SE FALA MAIS NISSO.   - Vick acenou com a cabeça e puxou do bolso um pacote que jogou sobre a mesinha ao centro fazendo Varus erguer a sobrancelha. - 105? - Sim. - Ele mais uma vez olhava para o pacote, mas o deixava ali. - Bom, pelo porto teremos de esperar o anoitecer. Mandarei um dos meus homens encontrar vocês na frente da taverna Baú Zangado próxima a ponte as oito, ele vai guiar vocês até a entrada e ajudar, depois disso vocês estão por conta.

Como naquele momento era aproximadamente 10 da manhã isso a daria ainda muito tempo, mas a deixaria com a noite toda ocupada. - Ele levará uma lança para você.

Daquele momento Kare poderia sair dali, ainda estaria sem a arma, ou talvez resolvesse ficar para insistir pela mesma. De toda forma o caminho de volta seria similar ao de ida, exceto que agora teriam que caminhar por todo o percurso o que as faria chegar por volta do meio dia na zona onde a pousada estava localizada.

Vick teria dito em algum momento, caso houvesse percebido o cansaço de Kare algo como: - Se a Senhorita quiser pode achar um local para ficar e voltarei com uma carruagem para lhe buscar. - Teriam obviamente passado por alguns bares, cafés, restaurantes depois de começarem a andar novamente pelas partes civilizadas, mas do início das mesmas até onde estavam era ainda uns 40 minutos de caminhada nas ruas de pedra com o cheiro pesada que permeia todo o ar e o calor que não aliviava naquele horário mesmo que o sol por si brilhasse apenas atrás das nuvens lá no alvo.




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MensagemAssunto: Re: Apresentação 3 - Falência Abrasiva   Apresentação 3 - Falência Abrasiva - Página 2 EmptySex 27 Mar 2020, 19:38


Por que é tão difícil lidar com algumas pessoas, sério, mesmo comigo sendo bem clara e direta em relação a escolha, o Sr. Espada Azul ainda argumentava sobre os problemas que eu teria de lidar, talvez tentando me convencer a mudar de idéia. Minha pessoa iria tortuosamente revirar os olhos enquanto move o pescoço de maneira circular para cima em total desgosto. " O que mais preciso fazer para esse homem entender que não precisa prorrogar tanto essa conversa?" Em seguida permitiria-me suspirar descontente.

E nem tempo eu teria para me recuperar do desprazer com Varus e Vick iniciando um confronto escandaloso, e o motivo… francamente. "Tanto alvoroço por algumas moedas, se fossem 50 ou 200 milhões até tentaria compreender." E queria eu que esta fosse a maior das preocupações.

- Que seja. - Diria com tom com seco de desgosto em meio a um suspiro, tentando me conformar com tantos termos e empecilhos contatos por Varus, enquanto me levanto ansiosa por deixar o local.

De fato não estava satisfeita com o desenrolar da negociação, mas não veria uma maneira melhor de lidar com tantos problemas pequenos e irritantes, ou sequer teria disposição e paciência para pensar em algo melhor. Era como se diversas correntes estivessem envolvendo-me enquanto se constringem limitando minhas alternativas, eu adoraria resolver brincar com o Hen ainda de tarde, mas não acho que Varus fosse querer enviar alguém para me guiar ainda de tarde. Sem mencionar que preciso confiar nele para me entregar outra lança, e posso dizer que meu histórico de decepções por aceitar ajuda dos mundanos é um tanto extenso. Mas de qualquer forma se o Sr. Espada Azul não honrasse com vossa palavra apenas irei me certificar em ser ressarcida com 20 milhões, e somente por tal motivo que deixaria o esconderijo dele sem causar mais problemas. Não iria preocupar-me com a localização do ponto de encontro, pois acredito que Vick prontificar-se-ia a lidar com tais detalhes, e mesmo se não o fizesse, seria apenas questão de pedir para algum condutor nós levar até a tal taberna, imaginado que não seria um local difícil de se encontrar já, pois ninguém minimamente inteligente escolheria um ponto de encontro desconhecido. Pelo menos assim espero, ou talvez minha pessoa esteja superestimando a capacidade intelectual de Varus.

>><<

Agora tendo de fazer uma árdua caminhada monótona de volta para a região pouco menos medíocre de Wars, sentiria o cansaço me causando algum infortúnio, me fazendo suspirar pesadamente em poucos momento, com a musculatura do corpo tensa. - Para agora iria apenas consumir tempo, e não vejo a hora de banhar-me e assim remover as impurezas desta ilha que impregnam meu corpo. - Responderia Vick sendo bem franca e direta com as palavras, mas sem qualquer hostilidade na entonação.

E assim continuaria a longa jornada até o hotel sem reduzir o ritmo dos passos, se chegasse sem maiores complicações iria imediatamente dirigir-me até o banheiro, enquanto vou me despindo pelo quarto e atirando as roupas pelos cantos. - Finalmente… - Dizendo em tom leve de satisfação após suspirar aliviada. Iria usufruir de um banho relativamente demorado, pois não teria apenas a intenção de retirar a sujeira do corpo junto do sangue, mas também gostaria de relaxar o corpo, mesmo se a água estivesse fria acredito que seria uma boa escolha, considerando o clima excessivamente caloroso desta ilha.

Sairia do banheiro com a toalha enrolada no corpo, sentindo-me mais relaxada, e logo me sentaria sob a cama, cruzando minhas pernas. Olhando para as roupas jogadas no chão, enquanto levo o dedo indicador abaixo do queixo. - Essas roupas sujas, o que devo fazer, se usar outras elas apenas vão se cobrir de poeira. - Diria em tom alto, com a voz dengosa, alongando as palavras e gemendo insatisfeita como uma criança fazendo birra. Como se estivesse fazendo um pedido para Vick, mas sem de fato pedir. No caso se ela estivesse ainda no quarto, ou já não houvesse tirado a poeira das roupas, visto o quão ela é proativa.

Agora acredito que não teria muito mais para fazer, apenas comeria as refeições no hotel, trocaria para alguma roupa limpa, mesmo que não combinasse com Wars. E assim iria enrolar até o começo da noite. - Vamos contratar outra carruagem para nos transportar até a taverna? - Questionaria Vick, aguardando por sua resposta. E assim iria com ela até encontrarmos uma carruagem, ou escutaria a opinião dela se fosse uma idéia diferente.


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