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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 What Doesn't Kill You Make You Stronger

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MensagemAssunto: What Doesn't Kill You Make You Stronger   What Doesn't Kill You Make You Stronger EmptyTer 10 Mar 2020, 12:14

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Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Asger. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: What Doesn't Kill You Make You Stronger   What Doesn't Kill You Make You Stronger EmptyTer 10 Mar 2020, 12:30

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A situação caótica me fazia pensar nos piores momentos em minha vida e um maldito rindo diante de toda aquela situação era a última coisa da qual eu gostaria de pensar, embora ele tivesse me dado uma dica de onde ele poderia estar. “O local do qual eu nunca sai”. “Kraven escapa do manicômio.” É uma farsa. Tinha notado aquilo momentos antes de minha consciência ficar tão perturbada que eu só conseguia manter focado em não cair no chão ou desmaiar. Era Laezar quem me acompanhava naquele momento difícil, era ele que fazia com que eu não ficasse para trás e me ajudava a todo instante, minha preocupação maior estava com Sylph que estava logo a frente em uma situação precária. Quando chegávamos no local seguro, percebia a pior coisa que eu poderia ter sentido naquele momento e a minha mente se tornava em preto, desmaiando durante um bom tempo.

E lá estava eu mais uma vez, com a Morte em minhas mãos e eu sofrendo as consequências de subestimar os humanos. Minha embarcação pegava fogo e eu já não sabia mais o que fazer, infelizmente, a única alternativa era tentar fugir e isso só me levou para o pior lugar possível, diretamente para uma solidão eterna no fundo do mar... Futuramente eu fui preso e encarcerado onde conheci dois humanos curiosos que me decepcionaram mais do que tudo, embora fossem boas pessoas, mas foi aí que eu encontrei com Envy e Saulo e tive a presença dos piores pesadelos relacionado ao soro. Uma coisa da qual eu queria extinguir por completo.

Acordaria com falta de ar, desacostumado a respirar e sentindo as dores dos ferimentos recentes, me colocaria a olhar para o lado, tentando ver se não tinha dormido e tudo não passasse apenas de um sonho. – Sylph?! Sylph! – Me levantaria com força, tentando alcançar a maca da qual nunca conseguiria alcançar. Caindo no chão ou não, procuraria entender melhor onde eu estava, tentar ver quem estava por ali e se representava algum perigo, já fechando o punho e preparado para qualquer coisa.

No momento em que visse Laezar ou algum outro companheiro meu, perceberia que era real e meu peso inteiro voltaria para a maca ou para o chão, fosse caindo de bunda ou qualquer outro tipo de reação. – De novo... – Minhas ações foram o que causou a morte de Sylph e era algo que já tinha acontecido duas vezes nesse universo. Confiar em meus companheiros no começo foi algo difícil para mim, mas agora eu apenas queria vê-los bem, não queria vê-los em nenhuma situação parecida com aquilo. – Onde a colocaram? – O verbo certo seria ”Enterrar”, mas naquele momento não me importava qual era o correto.

Me levantaria, de preferência, sozinho. Me recompondo da recente perda marcante para mim e percebendo que Kraven não descansaria até nos ver morto e eu também não o deixaria livre por muito mais tempo. – Laezar... Consegue me trazer ou alguém que traga cinco lingotes de ferro e 20m de Kevlar? – Talvez como uma sombra do meu subconsciente, percebia que resistir tudo na pele era algo perigoso a se fazer, aquilo era uma óbvia subestimação de quem poderia me ferir e um aço me protegendo da lâmina poderia ajudar naquela situação. Daria o dinheiro suficiente para Laezar ou quem fosse.  – Não temos tempo a perder. Kraven morrerá. – Meus olhos pegavam fogo me lembrando da cena acontecida anteriormente e eu não queria ficar parado, os meus pensamentos seria o pior ácido possível para a minha vontade, tinha que me manter movimentado, independente de estar ferido ou não. Teria uso de qualquer objeto para me apoiar em questão da minha perna ferida, já percebendo que aquele poderia ser um problema, se fosse me oferecido uma muleta, aceitaria de bom grado. – Obrigado. – Olharia para a pessoa que estivesse prestes a ir na busca do metal. – Se ver algum metal de aparência diferente, traga-me também. Não sei quais tipos eles vendem ou encontram por aqui. Pagarei a diferença quando voltar. – Teria dito.

Notaria se não havia ninguém da família Satrinava por ali, no momento em que avistasse alguém, me aproximaria dessa pessoa. – Onde há uma forja da qual posso fazer uso? – Não teria tempo para descansar, o tempo que eu havia dormido deveria ser o suficiente e eu não queria sequer saber quanto tempo tinha dormido, embora a minha noção estaria apontando para dias, talvez dois? – Diga para a Madre que quero conversar com ela mais tarde. – Isto é, se ela não fosse a Madre. – Falaremos mais tarde, tenho pistas em relação ao Kraven, acredito. – E me guiaria em direção a forja, de imediato, já aquecendo a fornalha.

Nesse momento de espera, eu me colocaria a refletir novamente sobre os acontecimentos recentes, o quão arrependido eu estava de ter deixado Sylph por um momento só com aquele monstro terrível. Os humanos merecem a morte e é isso que eles terão, os Satrinava, por enquanto, estão seguros diante de toda a minha raiva e ódio, mas, no futuro eles também sofrerão pelas minhas mãos ou a de meus reis. O Império Tritão deve começar em breve. Por um tempo, eu fui capaz de aguentar esses miseráveis para poder me usufruir deles, mas, com tamanha raiva deles, não queria ver nenhum deles por perto e por isso queria me manter sozinho na forja ou com outros tritões companheiros. Se me fosse perguntado o que eu estava sentindo, olharia para ele. – Com um coração partido e uma grande raiva. Fora isso, ferimentos fracos que logo desaparecerão. Pois, o que não te mata, te deixa mais forte. E eu sou a prova real disso. – E voltaria a me focar no trabalho de deixar a fornalha com a temperatura certa até o metal chegar.


Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: What Doesn't Kill You Make You Stronger   What Doesn't Kill You Make You Stronger EmptyTer 10 Mar 2020, 19:59



Post.1



Asger acordava para se ver em um quarto que ele não reconhecia, olhando para o lado procurando a presença de uma maca ou uma segunda cama tudo que ele via eram mais detalhes do quarto assim como a sua decoração, ele estava deitado em uma cama king size, bastante confortável diga-se de passagem, ao lado da cama tinha um suporte para soro sustentando uma bolsa mediana de tal conteúdo que estava conectado em sua veia, do outro lado da cama tinha um criado mudo com um pequeno abajur. O cômodo em geral possuía cores escuras de vermelho chegando a um tom próximo senão o mesmo do sangue, não existiam janelas ali o que poderia não só despertar uma sensação claustrofóbica como também confundia um pouco o relógio interno do tritão, sua cama ficava no centro da sala com a cabeceira encostada na parede em um posição que o permitia absorver bem toda aquela decoração requintada, algumas peças artísticas penduradas na parede e um relógio cuco que com os seus ponteiros indicavam nove horas e quatro minutos, sem especificar se seriam da noite ou da manhã.

A comoção que o tritão causava ao se levantar, reagindo de imediato a partir do momento em que despertou, o fez cair no chão após ele tentar se inclinar em direção de uma poltrona bem ao lado do suporte do soro. Ele imediatamente sentiu que seu corpo não acompanhou bem aquela reação pois algumas regiões ainda pareciam estar dormentes pelo longo repouso de dois dias. - Asger!? - Era a voz de Laezar vindo da porta a esquerda, imediatamente a porta foi aberta pelo vermelho revelando o banheiro do quarto, ainda com o corpo molhado Laezar tinha uma toalha grande e preta enrolada em sua cintura cobrindo as suas partes íntimas. O companheiro se prontificou para ajudar o seu capitão a se levantar e o colocar de volta na cama caso Asger aceitasse sua ajuda, logo após tal cena o tritão questionava o companheiro sobre a Sylph o que fazia o semblante de Laezar cair. - Ela está no necrotério, não achei certo enterrarem ela aqui… Nesse pedaço de lixo chamado Wonderful… Ela… Quero dizer, o corpo dela foi embalsamado e armazenado no necrotério que eles adaptaram nessa mansão. - Explicava ele mantendo sua compostura e seu timbre de sempre, mas de alguma forma, talvez por conhecer bem o companheiro, Asger poderia dizer que Laezar estava se esforçando para superar aquela perda tanto quanto o próprio Apocalipse.

O vermelho não sabia como o seu capitão reagiria àquela decisão tomada por ele durante a ausência de Asger, ele não sabia ao certo se seu capitão iria preferir enterrar logo a companheira ou se adotaria algum outro rito, de qualquer forma Asger agora estava presente para tal decisão e por isso Laezar estava pronto para qualquer consequência que a sua escolha poderia gerar. Seguindo para o pedido sobre os lingotes de ferro e sobre a metragem de Kevlar o vermelho ia recuperando a sua postura habitual percebendo que finalmente era hora deles voltarem a agir. - Sim. - Respondia a sua forma sucinta antes de voltar ao banheiro para uma questão de segundos por a sua roupa social e voltar para o quarto, durante esse tempo Asger poderia notar que aos poucos o seu corpo ia despertando e apesar de não sentir mais dor ele ainda sofria com as sequelas daquele árduo combate.

Olhando ao redor ele não percebia nenhuma muleta, na verdade o tritão poderia se sentir até estranho ou talvez perdido por acordar em um quarto tão diferente daquele que ele esperava, caso fosse do seu desejo ele poderia usar o suporte do soro como um apoio já que o mesmo tinha rodinhas no pé e por isso permite uma mobilidade fácil, no caso de perguntar a Laezar onde estava ele logo receberia a resposta. - Estamos na mansão da Madre, em um lado da cidade conhecida como a Toca do Coelho, eu não sei se você lembra mas durante nossa fuga Kraven reconheceu Alex e por isso começou a investigar sobre a Família Satrinava tentando encontrar os seus esconderijos e seus homens, em contrapartida ele nos falou onde ele está e desde então a Madre deixou homens vigiando aquele hospício nos mantendo informados de toda a movimentação externa. Infelizmente agora a marinha e o governo estão cientes dessa “Família” e por isso eles precisam agir com mais cautela, suas operações foram reduzidas e seus esconderijos foram abandonados temporariamente, por isso estamos aqui. - Completava ele sobre a sua explicação, de fato Asger não tinha sido o único a ouvir a mensagem de Kraven assim como o único a ouvir aquela risada irritante.

Após entregar uma quantia de 450.000B$ para o vermelho Asger pode se levantar e sair do quarto acompanhando Laezar até um corredor não muito longo e que já no seu fim dava acesso a uma sala de estar onde Saulo e Envy se encontravam, Laezar não perdeu muito tempo ali e seguiu diretamente para cumprir seu objetivo deixando assim Asger com os demais companheiros. A sala de estar possuía uma decoração tão exuberante quanto o quarto em que Asger estava antes as paredes possuíam o mesmo tom de vermelho, um sofá preto na frente de uma lareira de pedras brancas com uma pequena mesa de centro entre o sofá e a lareira, uma das paredes tinha algumas janelas grandes cobertas com uma cortina preta mas isso não impedia toda a luz da manhã de entrar naquele cômodo, agora Asger poderia ter a informação que eram aproximadamente nove horas da manhã, na outra parede tinha dois armários de prateleiras com livros e outros tipos de decoração, entre os dois armários tinha uma armadura sendo esta algo mais decorativo do que uma peça funcional em si enquanto na outra parede, no espaço entre as janelas tinha um quadro com uma imagem quase que [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], no teto seria possível ver um pequeno lustre de cristal com uma estrutura de ferro.

Saulo se encontrava sentado em uma cadeira em frente a mesa grande lendo um livro de capa marrom e sem título, Envy até então estava na janela meio que contemplando a região observando todo aquele cenário externo com alguma cautela, claro que a partir do momento que Asger aparecia na sala os dois focaram sua atenção nele já seguindo ao lado de seu capitão. - É bom vê-lo em pé novamente. - Comentou Saulo com alguma simpatia pela condição do capitão. - Quer se sentar? - Perguntou Envy apontando para o sofá e já se prontificando para ajudar o seu capitão a chegar até o móvel sendo que o próprio Asger estava em condições de fazer seu caminho até ali. - Como você está se sentindo? - Perguntou Saulo um pouco cabisbaixo enquanto sua irmã tentava esconder tal emoção expressando no lugar da tristeza certa raiva.

Como nos cômodos que o tritão passou até agora não tinham homens da Família Satrinava Asger acabou ficando sem saber naquele momento a localização de um forja, mas naquele momento de repouso e de interação com os membros do seu bando ele ouvia uma pergunta de Envy. - Você quer vê-la? - Pelo peso na entonação da voz da sereia Asger sabia que ela não se referia a Madre e sim no corpo velado de Sylph. - Ela foi embalsamada e o lugar que eles improvisaram tem condições para manter um… corpo… evitando toda a decomposição ou ao menos atrasando ela. - Completou Envy com a voz ainda pesada apesar de seu esforço para esconder tais emoções.

Citação :
Observação: Seguindo com a história você ficou dois dias em repouso o que serviu para o processo de cura para as suas feridas, no entanto, como ninguém volta 100% considere que ainda existe algumas sequelas dessas feridas pelo o número de posts indicado abaixo.
Mapinha: Só para ter uma ideia.
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Perdas:
- 450.000B$

SP:
Ferimentos:
- Corte Grande do peito ao abdômen – Tratado [0/2]
- Corte pequeno no antebraço - Tratado [0/1]
- Corte pequeno no pulso - Tratado [0/1]
- Corte comprido no abdômen - Tratado [0/2]
- Perfuração na coxa - Tratado [0/3]
- Corte na vertical por toda a extensão do tronco - Tratado [0/3]

Legendas:
 



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MensagemAssunto: Re: What Doesn't Kill You Make You Stronger   What Doesn't Kill You Make You Stronger EmptyQua 11 Mar 2020, 01:57

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Um quarto estranho e uma sensação de claustrofobia era a perfeita descrição de onde eu estava, os tons eram bem diferentes dos que eu estava acostumado em quartos daquele tipo e até mesmo em qualquer ambiente, o relógio não especificava o horário corretamente, ainda não sabia se era manhã ou noite e meu corpo ainda estava meio dormente após ter dormido tanto tempo. Laezar me ajudava a me levantar após a minha queda, me explicando de imediato o que havia acontecido com Sylph... Então era real... Porra! Meu companheiro também sofria com a perda. – Vocês tomaram uma boa decisão. Uma sirena ou tritão deve morrer no mar, é lá que nós viemos e é para onde devemos ir no fim de nossa vida. Quando tivermos tempo após matarmos Kraven, enterraremos ela.

Percebia que meus ferimentos estavam melhores conforme tinha pedido para Laezar fazer algumas compras para mim, o vermelho mostrava-se bastante proativo como sempre, percebendo que não tínhamos tempo para ficarmos parados. Ele mantinha-se bastante formal como sempre e logo partia em busca dos materiais. Ainda com meu corpo despertando, percebia que não tinha nenhum tipo de apoio para que pudesse usar e achava que utilizar o soro talvez fosse degradante demais para alguém de minha postura. – Ah, Laezar, antes de ir... Onde estamos? – O local pouco familiar e completamente oposto ao que eu fosse imaginar acordar me deixava um tanto confuso, mas o vermelho rapidamente explicava melhor onde estávamos.

Então a Família já sabia melhor sobre a localização de Kraven, interessante.. Os humanos pareciam estar evoluindo um tanto para perceberem detalhes que poderiam terem passado despercebidos nos ouvidos dos menos desatentos. A marinha e o governo sabendo sobre os Satrinava não era algo muito bom de se ouvir já que estávamos em uma aliança com eles e isso poderia acabar por dificultar os nossos planos.

Procurando me manter firme usando apenas do meu corpo, acompanharia Laezar até os outros companheiros e percebia o ambiente mais do que estranho para mim, a luxuria talvez fosse algo bem diferente da qual eu imaginava ser ou talvez a família fosse apenas mais estranha e tenebrosa do que pensava, de qualquer forma, era estranho e disso eu tinha certeza de compartilhar a mesma opinião com os meus companheiros. Rapidamente o tritão ia atrás de seus objetivos enquanto eu me juntava a Envy e Saulo. Nossa tripulação havia ficado em um número menor de forma tão repentina que eu sentia um grande vazio naquele encontro. Sem Granberia e Sylph por ali...

Ao ouvir o pedido para que eu sentasse, retomaria a vida, e notando que estava de manhã e não há noite, já me dando bastante tempo para que aproveitasse aquele dia. – É ótimo vê-los bem. Sim, eu aceitaria me sentar. – E daria um sinal de pare, sorrindo para Envy que me oferecia ajuda, com certo apoio nos braços, procuraria me sentar de forma lenta na poltrona para que os meus ferimentos não voltassem a se abrir, sabia dessa possibilidade e não queria forçar nada demais nesse momento.

Quando o assunto era Sylph e sobre eu vê-la, me manteria em silêncio e pensativo por um momento, minha vontade era sim de vê-la, mas sabia que nada de bom sairia dali, apenas mais tristeza e raiva. – No momento, acredito que não. Creio que quando nós acabarmos com Kraven e toda a sua trupe, teremos tempo para enterrar a Sylph de forma apropriada no fundo do mar. Como havia dito para Laezar antes, todo tritão nasce e morre no mar, sempre deveria ser assim. – E concluiria o meu pensamento. Passaria os meus olhos em meus companheiros tentando ver o estado em que se encontravam, se apresentavam algum ferimento aparente ou sinal de dor do combate passado. – Nesse primeiro momento, quero que relaxem. A perda foi forte para nosso lado, mas não podemos nos deixar por abater. Sabíamos dos perigos em que passaríamos e também que algum de nós poderia acabar falecendo. Sinto essa perda mais do que todos, ela estava do meu lado e sobre meu comando. – Declararia, mostrando-me triste em relação a Sylph. – E vocês? Como estão? – Minha preocupação era com os meus companheiros naquele momento, sabia que minha pergunta de antes havia sido brevemente ignorada, mas manteria atento. – E como vocês acham que Laezar está? Acredito que de todos nós, Granberia será a mais sentida. Quando a reavermos, vamos tentar fazer com que ela tenha mais apoio em relação a tudo isso. – Falava isso, pois fora Granberia que trouxe a gélida conosco, além de serem amigas de longa data.

- A família não frequenta essa parte ou apenas deixaram reservados para nós? – Meus pensamentos fluíam de forma bastante contínua, queria saber mais sobre o local em que estávamos, até mesmo para saber para onde eu poderia estar indo. – Tenho algumas ideias de algo que possa ajudar a mim no próximo combate, vocês estão precisando de alguma coisa? – Todos os meus pensamentos eram voltados para eliminar Kraven da face da terra naquele momento, indo e voltando de alguns momentos fora disso. – Pode deixar que eu consigo para vocês. Além disso, vocês sabem com quem eu falo para conseguir um acesso a forja? Tenho algumas ideias que gostaria de colocar em prática, foi até mesmo o que eu pedi para que Laezar trouxesse. – Declararia as minhas intenções naquele primeiro momento. – Ok. Continuem fazendo o que estavam, qualquer coisa, me chamem de imediato.

No momento em que fosse me dito com quem eu deveria falar, seria por aquele caminho que seguiria, mantendo-me forte para que no momento que levantasse não acabasse por fraquejar, tomando bastante cuidado com a força que estaria usando para me apoiar nos braços do sofá. Com isso, movimentaria meu corpo até o homem. – Ah. Olá. Sou Asger. Poderia me indicar uma forja? – Perguntaria de forma simples, e por assim, seguiria para o destino se fosse me dito, caso não houvesse uma forja por ali, então minha pergunta deveria ser outra. – E onde posso encontrar um local desse tipo tão próximo? – O único local que eu sabia que eu seria capaz de trabalhar nesses materiais seria na própria embarcação, sabia que o caminho até lá seria bastante difícil e sem bastante garantias já que tinha passado bastante tempo desde a última vez que fomos ao nosso navio e nesse tempo, ele poderia ter sido roubado ou sofrido avarias.

Sabendo de um local próximo, esperaria primeiramente que Laezar retornasse das compras, após isso, veria se não conseguia encontrar nenhum rosto familiar por aquele lugar. – Laezar, obrigado. Precisa de alguma coisa? – E olharia para tudo o que ele havia me trazido, analisando a qualidade com as mãos e olhos, até mesmo mordendo com os dentes o metal. – Como que está sendo a estadia por aqui? – Perguntaria a ele, enquanto que tentaria encontrar a cozinha para comer alguma coisa. – Acha que falta muito para tomarmos alguma ação contra Kraven? – Se notasse que Envy e Saulo estavam longe para escutarem Laezar, faria uma segunda pergunta diretamente para Laezar. – E como que eles estão? – Moveria os olhos ou a cabeça, mostrando meu interesse em saber o estado dos dois irmãos.


Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: What Doesn't Kill You Make You Stronger   What Doesn't Kill You Make You Stronger EmptyQua 11 Mar 2020, 19:02



Post. 2



Após se conscientizar de toda a situação Asger se levantou e seguiu junto de Laezar até aquela sala de estar já antes descrita, como mencionado antes aquela decoração era um tanto alienígena para o tritão, algo que beirava ao mórbido e a esquisitice de uma forma que se distanciava por completo de qualquer coisa existente na cultura tritã. O homem-baiacu se sentou ali no sofá que era extenso o bastante para comportar ele e seus companheiros apesar de Envy preferir se sentar no braço do móvel mesmo existindo lugar e espaço para ela se sentar, a lareira não estava acesa mas o ambiente em si se encontrava em uma temperatura agradável naquele momento. - Entendo... - Respondia a sereia em relação a resposta de seu capitão para a sua pergunta.

- Estamos bem na medida que a situação permite. - Envy era a primeira a responder Asger. - Nossas feridas se fecharam mas eu me pergunto como está a Granberia, já faz um tempo e não tiveram nenhuma informação sobre ela. -  Completou Saulo falando em um tom um pouco mais abalado que a sua irmã que ainda tentava parecer forte, talvez imitando um pouco aquela companheira que estava desaparecida a um tempo. - Laezar tem feito o seu melhor, você sabe como ele é... - Dizia Saulo sem terminar aquela frase deixando para a imaginação de Asger o que ele queria dizer mas não demorava muito para a sua irmã completar o raciocínio. - O vermelho não gosta de mostrar muito o que sente então ele tem se ocupado com o trabalho, todo o fim de tarde ele se reune com os Satrinava para saber quais serão os próximos passos dessa operação contra o Kraven e fora isso ele ficava fazendo o possível para atender as nossas necessidades assim como olhar por aqueles que estavam em repouso. - Assim que ela terminava o seu irmão completava. - Eu por exemplo acordei ontem a noite enquanto ele conversava com a enfermeira que cuidava de mim. - Terminava Saulo dando a entender que Laezar tentou assumir qualquer responsabilidade pendente que normalmente recairia sobre seu capitão.

Nisso a conversa foi seguindo para o assunto da mansão e sobre a presença da família ali. - Eles frequentam mas a Madre e sua guarda-costas saiu a trabalho, os quartos do primeiro piso estão reservados para a gente mas qualquer coisa é só falar com a criadagem. - Falou Envy se virando para a outra porta daquela sala. - Amadeus? - Vociferando a um ponto que pudesse ser escutado da outra sala sem exatamente chegar a gritar, o trio pode ver a porta se abrir, apenas uma pequena fresta, por um tempo nada passou por ela até então eles ouvirem a voz. - Qualé pessoal, Mano Amadeus aqui qual a parada? - Uma pequena voz aguda era escutada aos pés do trio e só então Asger poderia ver o anão chamado [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. - WOOOOOOW o Senhor Capitão Asger Apocalíptico acordou! - Falou ele de uma forma exagerada, era difícil saber se o pequeno era só idiota ou se de fato era doido. - Eu sou Amadeus Concorande, não confunda com Ama Deus Com Corante, prazer em conhecê-lo! - Falou ele de sua maneira empolgada acenando para Asger com uma das mãos que eram cobertas pelas longas mangas.

Ao comentar sobre a forja o pequenino assumia, ou pelo menos tentava assumir, uma postura séria cruzando seus braços e levando uma de suas mãos revestidas pela longa manga até o queixo. - Hm… Uma forja né, acho que são aquelas porras que fazem um “BLIN BLIN BLIN” tipo no Natal, tô ligado nessa parada ae... - Dizia enquanto refletia. - Nesta região tem uns lances assim sim, se pá tu até pode colar em um mas a quebrada do Coelho anda miada, então não sei não ein... - / - Eu já nem sei se isso que ele fala é português. - Comentou Saulo suspirando já parecendo desistir de tentar entender o pequeno anão. - Sr. Apocalipse Senhor, apenas se o senhor quiser a gente pode adaptar a caldeira da mansão para fazer uma dessas foças... - / - Forjas. - Interrompeu Envy. - Forjas! - Imediatamente o anão se corrigiu. - Pode demorar um bocadinho de bocado mas se você não quiser então pode ir no tio barnabé ao fim da rua, bem na esquina ali onde às vezes a galera põe oferenda para o Exu. - Completava ele só parecendo deixar os irmãos mais confusos do que antes.

Após tal informação o tritão seguia com a conversa com os seus companheiros enquanto o pequeno ia escalando a perna da mesinha de centro e aos poucos ia subindo em uma difícil escalada porque as suas mangas e as suas pantufas só atrapalhavam aquela ação. - A gente não precisa de nada, nossas armas foram reparadas nesse tempo mas munição nunca é demais. - Dizia Envy respondendo o seu capitão. - Se conseguir mais munição então uma bolsa maior cairia bem também se não for pedir demais, a minha atual já fica cheia com dois kit médicos e alguns poucos cartuchos. - Completou Saulo, sem perceber o sireno dava uma pista do que ele poderia estar lendo. Finalmente o pequeno subia na mesa. - Sr. Cpt. Asger senhor, o senhor gostaria de tomar um café da manhã? - Perguntou o pequeno do nada, enquanto tal interação continuava Laezar passava pela mesma porta que o anão utilizou.

- Estou de volta... - Comentava o vermelho enquanto chegava na sala de estar carregando um caixote mediano, se fosse da vontade de Asger pedir para o anão adaptar a caldeira em um tipo de fornalha e forja então seria essa a deixa que Amadeus pegava para se retirar e adiantar o pedido, tal caso também valia se o tritão aceitasse a oferta do café da manhã. - Eu quis trazer aqui para você dar uma olhada em tudo. - Falou Laezar deixando o caixote sobre a mesa de centro e aos poucos removendo o conteúdo dela, a primeira coisa ao ser retirada era o rolo de Kevlar, depois os cinco lingotes de ferro e por último um lingote diferente. - Você falou que queria um metal de aparência diferente certo? Não entendo muito bem de minérios mas esse me pareceu um tanto curioso. - Comentou Laezar entregando e Evolutionite nas mãos de Asger.

Os irmãos voltavam para os seus afazeres, Saulo voltou a sua leitura enquanto Envy seguiu pela porta que dava ao corredor de acesso aos quartos, corredor pelo qual Asger passou antes, se fosse de seu desejo o tritão poderia seguir da sala de estar para os outros cômodos que ele ainda não conhecia ou poderia esperar ali pelo retorno do anão, de qualquer forma a interação de Asger e Laezar continuava. - No momento não… Nossa estadia aqui vem sendo tranquila o suficiente para nos recuperar de nossas feridas e nossas perdas, e até então isso vem sendo o bastante, pelo menos por enquanto. - Dizia o vermelho respondendo a primeira e a segunda pergunta de seu capitão. - Não deve demorar muito para atacarmos, os Satrinava estão tentando mover seu pessoal para o mais próximo possível do hospício sem chamar a atenção da marinha, pelo menos até onde sei cada hora que se passa eles tentam alocar mais pessoas armadas para aquela região em um volume que não afete a proteção de seu território. - Dizia ele enquanto seguia o capitão ou se escorando na lareira. - Envy tenta esconder mas ela ainda não superou a perda, está tentando parecer forte e por isso adotou uma postura mais impiedosa, Saulo por outro lado... - De onde eles estavam e no tom que conversavam, no caso de ficarem na sala, Saulo não poderia ouvir devido a sua imersão no livro que lia ou pelo menos era isso que parecia, o que motivaria o vermelho de continuar com a fala. - ... ele é o pior entre os casos, se culpa pela a morte da companheira, acredita que foi fraco e agora tá pensando em assumir o peso que Sylph carregava, eu imagino que você já deve imaginar sobre o que ele está lendo. - Com isso o vermelho terminou o seu breve relatório.

Na conjuntura de ficarem na sala seria no fim de tal interação que o anão chegava ali para avisar sobre o café da manhã. - Ae rapeize o rango tá pronto, tem pão, tem fruta, tem bolo, tem suquinho, tem cafézinho naquele esquema. Faz favor de me acompanhar por favor até a salinha de jantar. - Nisso o anão guiaria a dupla passando pela porta e indo até um nova serie de corredores que dava ao Hall de Entrada, um cômodo com decoração similar as demais salas vistas até então com o mesmo tom de vermelho, um teto alto com um lustre de cristais e estrutura dourada, quadros tão bizarros quanto o anterior com animais guerreando entre si empunhando armas humanas em suas bocas enquanto anjos voam pelo céu vermelho e negro e demônios riem em um mar de chamas abaixo da terra, de lá passaram por uma porta dupla de madeira e chegavam na sala de jantar, uma sala grande com teto alto similar a sala anterior só que dessa vez portando um lustre de velas, ali tinha uma mesa comprida abastecida com a refeição da manhã possuindo um pouco de tudo.

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Perdas:
- 450.000B$

SP:
Ferimentos:
- Corte Grande do peito ao abdômen – Tratado [1/2]
- Corte pequeno no antebraço - Tratado [1/1]
- Corte pequeno no pulso - Tratado [1/1]
- Corte comprido no abdômen - Tratado [1/2]
- Perfuração na coxa - Tratado [1/3]
- Corte na vertical por toda a extensão do tronco - Tratado [1/3]

Legendas:
 


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MensagemAssunto: Re: What Doesn't Kill You Make You Stronger   What Doesn't Kill You Make You Stronger EmptyQui 12 Mar 2020, 12:38

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Laezar estava mostrando ser um fiel companheiro e meu braço direito com todo o seu empenho de sempre, o tritão sempre foi um grande amigo e sua habilidade em lidar situações como essas eram excepcionais, não era atoa que ele era meu 2º em comando. Era ótimo saber que meus companheiros já não tinham mais nenhum ferimento e todos estavam bem, referente a família e sua presença por ali, me perguntava que tipo de missão eles teriam ido realizar e se envolvia Kraven, independente disso, sabia que era muito difícil eu descobrir estando ali.

O que mais me surpreendia em todos os lugares dentro daquele mundo chamado Grand Line era a existência de um anão em plena ilha nesses mares. Os anões, segundo o que eu sabia através de livros e histórias, viviam para lá do novo mundo e tão fortes quanto qualquer outra raça, sua aparência apenas lhe dá mais vantagens. – Um anão?! Há, não esperava ver isso por aqui mesmo. – O pequeno era bem carismático e até mesmo irritante a certo ponto, embora isso, ele mostrava ser útil ao mesmo tempo em que a sua fala era uma coisa completamente nova, não entendia muito bem alguns termos dos quais ele utilizava, mas conseguia seguir a linha de raciocínio e provavelmente chegava ao que ele queria realmente dizer. – Diga-me uma coisa, todos os anões utilizam um vocabulário diferente? – Olharia diretamente para o baixinho, tentando não deixa-lo escapar de minha visão. – Uma caldeira para tal função? Hm... Não vai deixar o trabalho mais fácil, mas se é o que temos para agora... Assim que possível, Amadeus. – Declarava a minha intenção de realizar o trabalho por ali mesmo. Após os pedidos dos meus companheiros, percebia que havia cometido um certo erro em ter deixado Laezar ir a procura dos itens sem antes de perguntar a eles, agora também percebia que não tinha tanto material para trabalhar naquilo que me era pedido.

A coisa mais interessante até agora era que o sireno mostrava interesse em suprir a capacidade médica de Sylph, já conseguia entender que tipo de livro que ele estava lendo e apenas a menção dos kits médicos era uma fala mais do que bem entendida por mim. Talvez procurar por um médico futuramente não fosse preciso, embora ainda não soubesse a aptidão e talento que o garoto teria para tal função dentro de uma embarcação onde provavelmente feridos e doentes seria algo bem cotidiano. – O que tiver disponível eu aceitaria, obrigado. – Seria cordial com o pequeno. Ele não me lembrava nada dos humanos, além de seu tamanho, o seu jeito e personalidade eram completamente distintos dos que eu já havia visto até então, ele era acelerado, mas não parecia ser louco, talvez um pouco desleixado em sua aparência ou apenas preguiçoso em vaidade.

O vermelho chegava e me dava ainda mais orgulho do homem, seus serviços eram sempre excepcionais e ele trazia algo que me chamava muito a atenção, um metal preto e com uma característica bem diferente das dos outros. Esse, em especial, eu tocaria e pegaria para coloca-lo em meu colo. – Uau... Esse aqui sim é dos bons! Caralho, Laezar! – Mostraria o meu animo em relação a aquele material, minha vontade apenas aumentava de trabalhar com tal tipo e as suas características eram formidáveis. O que me deixava preocupado era o diálogo que vinha logo em seguida com o vermelho  dos meus companheiros, saber que eles sentiam tanto o peso da culpa de Sylph era algo terrível, eu também sentia muito sobre isso já que foi eu que fracassei em protege-la. – Certo... Nós temos que matar Kraven logo para que esse peso não esteja tão pesado sobre nossas costas e Sylph possa descansar em paz. Obrigado por tudo, Laezar. Temo que tenhamos que fazer algo antes do combate para tentar subir o animo dos nossos companheiros. Se tiver alguma ideia, me avise. – Teria dito para meu braço direito e Amadeus retornava, não dando muito tempo para eu poder explorar aquelas salas antes que o diálogo acontecesse, de qualquer forma, era hora do rango!

O restante daquele lugar era tão estranho e tão metódico que eu não entendia nada do que se tratava todos aqueles quadros e aquela esquisitice toda, me perdia em meio a todos aqueles desenhos e ficava tentando imaginar qual a criatividade de um ser para pintar isso e ainda mais, quem diabos compraria ou invadiria e moraria em uma casa com uma decoração tão horrível dessas? Humanos... Sempre eles...

Aproveitaria de tudo o que houvesse no café da manhã, mostrando meu apetite sendo voraz e estando com bastante apetite para mastigar e engolir tudo o que houvesse na mesa, não utilizaria nenhum talher ou coisa parecida já que muitas vezes isso era algo que fugia fora do cotidiano e não tinha a maestria necessária para manusear os talheres dessa forma. Por fim, quando terminasse, olharia para meus companheiros. – Que refeição, meus amigos. Pessoal, tentarei providenciar ao máximo os equipamentos dos quais vocês me pediram. – Olharia em direção ao mordomo se ele estivesse por ali. – Amadeus, a forja está pronta? -  E esperaria por ali mesmo caso não estivesse, esperaria a mesma estar pronta para que pudesse fazer uso dela.

No momento em que tivesse uma certa distância de meus companheiros, olharia para o pequeno. – Você consegue me arrumar uma mochila grande e uma grande quantidade de munição? – Daria o dinheiro necessário para tal e focaria em aquecer os meus metais.

Processo de Criação: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] (Manopla) & [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] (Armadura Completa)

Com os metais em minhas mãos e devidamente aquecidos, eu retiraria da minha mochila os itens necessários para a criação daqueles novos equipamentos, trabalhando sobre uma bancada para que pudesse bater no metal de forma mais livre, usando da grande composição de conhecimento e experiência que havia adquirido, iria aumentando cada vez mais a intensidade ou diminuindo de forma gradativa as batidas no metal, iria moldando aquele material aos poucos.

Usaria o metal negro para forjar uma manopla negra com garras em suas pontas, não tinha tanto intuito de utilizá-las, mas seria ótimo para que servisse de intimidação para os meus inimigos. Em meio a aquele tempo em que passaria na minha forja improvisada, pediria para que Amadeus fosse buscar um pouco de tinta preta e verde-água. – Por favor. – Daria o dinheiro necessário para tal, esperando que ele atendesse ao meu pedido ou transmitisse o meu desejo de forma rápida.

Quando tivesse todo o lado estrutural feito de minha nova manopla, começaria a revesti-lo por dentro, costuraria o kevlar em grandes proporções para que se encaixasse melhor as minhas mãos dentro daquela nova arma que estava criando, deixaria ela justa, mas não apertada. Minha vida dependeria daquelas minhas mãos e por isso tinha que deixar o máximo firme possível.

Terminando de criar essa parte do meu equipamento, então meu trabalho seria focado em criar uma armadura negra com todos os lingotes de ferro que estavam disponíveis, trabalharia para que o torso fosse bem resistente e largo, as ombreiras seriam ligeiramente para fora e o capacete haveriam duas extremidades largas para cima, o formato dos olhos seriam bem ajustados para mim, de maneira que não ficasse com pontos cegos devido ao equipamento e também permitisse uma respiração bem tranquila. Revestiria todos os materiais com Kevlar, principalmente nas partes em que o metal não se encaixasse para proteger tudo da melhor forma possível, manteria tudo sempre com grande proteção e quando os meus materiais chegasse, procuraria utilizar as tintas para deixar tudo negro e também tampar qualquer possível observação em minha armadura, qualquer área que eu poderia ter sido desleixado. Manteria sempre um olhar bem amedrontador em minha nova armadura.

Fim

** Houve o gasto de mais cinquenta mil berries nessa criação devido as tintas

Quando tivesse tudo finalizado, vestiria todo o meu mais novo equipamento, verificando a sua integridade e também me movimentaria com grande rapidez, tentando melhorar melhor de meus ferimentos. Em meio ao ar, praticaria os golpes mais fortes, movendo sempre com bastante posição e confirmando a minha nova aquisição. Se Amadeus já houvesse retornado do favor que lhe pedi, agradeceria com um aceno através da cabeça e iria até os meus companheiros vestido daquela forma e indo entregar os que eles haviam pedido para mim. – Aqui está, Saulo. – E procuraria verificar as suas reações referentes ao que eles haviam dito.

Com a minha nova armadura, estaria tentando me locomover de forma a me sentir mais a vontade e me acostumar a estar vestindo algo para proteger o meu corpo, também prestaria bastante atenção no que meu corpo estaria me dizendo sobre os ferimentos passados, procuraria manter passos pequenos caso sentisse alguma coisa me impedindo de continuar, os ferimentos ficando mais doloridos ou qualquer coisa assim, nesse instante, eu pararia e retiraria o meu equipamento por agora. – Meus ferimentos ainda não estão 100%. – Falaria para mim mesmo, tratando de carregar tudo em meus braços até um local do qual eu pudesse descansar. Se me fosse pedido para que acompanhasse em uma reunião referente a Madre ou Laezar pedindo informações sobre o que estava acontecendo, tentaria acompanhar o vermelho para que eu ficasse mais por dentro daquilo.






Histórico:
 

Objetivos:
 

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Ficha na Sign

Arco 01 - Budou Island
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Arco 02 - Grand Line
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MensagemAssunto: Re: What Doesn't Kill You Make You Stronger   What Doesn't Kill You Make You Stronger EmptySex 13 Mar 2020, 17:29



Post. 3



- Diferente? - Questionou o anão parecendo genuinamente confuso com a pergunta de Asger. - Sabe Sr. Asger senhor eu não faço ideia, nunca bati os zóio em outro di guri como eu. - Falou ele como olhando para cima tentando se recordar de qualquer momento ou evento que tivesse conhecido outro anão mas ele rapidamente desistiu de tal ação balançado a sua cabeça negativamente. Com a sua deixa o anão partiu para arrumar o café enquanto deixava Apocalipse e o seu bando interagindo entre eles, mais especificamente com Laezar que entregava tudo enquanto Saulo ia para o seu canto e Envy se retirava para o quarto disponível a ela, a satisfação do homem-baiacu com os produtos adquiridos pelo seu companheiro aos poucos ia sendo esquecida diante dos problemas psicológicos que a sua tripulação sofria após aquele árduo combate. - Eu não sou muito bom nesse tipo de coisa mas se eu pensar em algo te aviso. - Respondeu o vermelho deixando de se apoiar na lareira e seguindo com o seu capitão. - Venha Saulo, vamos comer alguma coisa. - Alertou Laezar enquanto seguia junto de Asger.

O grupo chegou na sala de jantar bem a tempo da criadagem terminar de servir a mesa enquanto o pequeno anão ficava dando instruções de onde ia cada prato, talheres e coisas do tipo, mesmo com seu dialeto exótico a equipe de empregados parecia entender o suficiente para montar a mesa de maneira apropriada e permitir que os convidados se servissem, duas empregadas continuavam ali na sala para atender qualquer outro pedido que os convidados pudessem ter enquanto o anão mesmo se retirava para deixar o grupo mais à vontade e provavelmente conferir se todos os demais afazeres estavam indo de acordo com o padrão esperado. Envy se juntava na mesa um pouco depois dos três homens da tripulação, a sereia estava agora de banho tomado e vestes limpas, a refeição estava ótima, alguns pratos estavam melhores que outros mas nenhum deles estaria ruim. - Certo, eu vou tomar um banho e voltar para os meus estudos. - Comentou Saulo. - Eu e Envy vamos encontrar Alex e pedir para ele avisar a Madre que você acordou, talvez isso a faça voltar mais cedo que o de costume. - Comentou Laezar enquanto Asger terminava, era nesse período de tempo que Amadeus retornava completamente preto, coberto de fuligem mas com um sorriso largo em seus rosto. - A foça... -/- forja... - - forja tá no grau, tinindo, pronta para mandar ver. - Dizia de forma entusiasmada e já pronto para guiar Asger até onde a tal foç… forja se encontrava, de relance o tritão podia ver as duas empregadas na sala suspirando provavelmente pensando que teriam que limpar a casa outra vez por causa do rastro de fuligem que Amadeus ia deixando por onde passava.

Voltando para o Hall de Entrada eles seguiam até a leva de escadas que daria acesso ao segundo piso, mas em vez de subir essa leva eles passaram por uma porta na parede de trás da leva conseguindo assim acesso para uma parte do porão que servia como uma sala de máquinas. Aquele cômodo não passava a impressão de ser um porão já que ali tinha muita luz, luz essa que seria tanto artificial quanto natural, no entanto essa ilusão sumia no momento que o tritão olhava para cima e a uns três metros acima de sua cabeça ele poderia ver alguma das tubulações da casa, de qualquer forma ali ainda era um lugar aceitável para se ter uma forja. Asger aproveitou para pedir ao pequeno os itens que seus companheiros requisitaram antes. - Uau foi exatamente isso que pedi para o Papai Noel ano passado, mas para a minha surpresa ele me mandou um ninja que tentou me matar… Puta velho cuzão… Pode deixar, eu vou conseguir esses itens para o senhor sem nenhum ninja assassino! - Respondeu Amadeus a sua forma imprevisível de sempre.

Antes que o anão se retirasse Asger aproveitou para pedir um pouco de tinta para o projeto que ele tinha em mente, o anão apenas aceitou o dinheiro e saiu da forja improvisada deixando assim o tritão trabalhar. No primeiro momento era estranho para Asger trabalhar ali em uma forja preparada de última hora mas ele não demorou muito para se adaptar também, o motivo disso era porque a caldeira é um instrumento muito bem apreciado pelos ferreiros mas poucos poderiam arcar com o custo de uma caldeira decente e por isso muitos utilizavam de uma simples fornalha. O calor a primeiro momento incomodava o tritão mas conforme ele ia se acostumando e aceitando aquilo ele pode trabalhar da forma que estava acostumado, no meio desse processo Amadeus voltava com as tintas e com o pedido de antes.

A confecção das manoplas demoravam algo entre uma hora e meia a duas horas, isso porque o tritão precisava esquentar o material para o deixar maleável e construir no molde que tinha em sua cabeça ou em um desenho, precisou esperar o metal esfriar para fazer as devidas correções e adornos assim como os ajustes para a deixar confortável. Era um trabalho que para alguns poderia ser árduo mas para Asger era uma questão de atenção e paciência, finalizando ali ele já começava a preparar tudo para forjar a Édige já limpando os lingotes de ferro em uma lixadeira quando pode notar alguém descendo os degraus de pedra do porão. - Sr. Capitão Asger Senhor, foi mal ae interromper o seu corre mas eu vim te passar um papo importante, a Madre mandou eu dizer que ela fica feliz com a sua recuperação e perguntou se é okay vocês almoçarem juntos hoje para discutir a situação toda. - Perguntava Amadeus, no caso de uma resposta positiva ele continuaria. - Tá certo então, por volta das três horas ela vai estar chegando aqui então. - Respondia ele antes de se despedir e subir de volta para a mansão, no caso de uma resposta negativa então ele apenas diria. - Já é, vou dizer que você se encontra indisponível hoje. - E assim ele seguiria de volta deixando Asger voltar ao seu trabalho.

Trabalhar em uma armadura era um trabalho bem mais complexo do que forjar uma arma, ele precisava ajustar o desenho de sua armadura com o seu tamanho além de pensar em um design que não viesse atrapalhar a sua habilidade natural de se inflar, só ai ele gastava um tempo de quase vinte minutos tirando suas medidas e trabalhando nesta fase de sua criação. Depois de um período de uma hora ele conseguia terminar o molde que iria sobre seu corpo para logo em seguida trabalhar com o material bruto e forjar sua armadura, vestindo-a ele sentia o peso extra mas nem por isso acharia a peça desconfortável, sua manopla lhe caia como uma luva. O material tinha sido a escolha certa passando para o tritão a certeza que nada construido por ele antes chegava aos pés, ou aos dedos, daquela arma.

Saindo daquela forja improvisada mais suado e sujo que antes o tritão caminhou até onde tinha visto o Saulo pela ultima vez lendo o seu livro, o tritão tinha passado mais de três horas naquele processo de criação, agora o dia chegava quase as 14hrs. Saulo não se encontrava na sala de estar de antes mas também não demoraria muito para Asger encontrar o companheiro no quarto posicionado ao lado do quarto em que o próprio Asger acordou. - Obrigado, vou dar uma olhada e arrumada em tudo e já me junto a vocês, os outros já voltaram? - Perguntou o rapaz se referindo a Laezar e a sua irmã, Asger não teria os visto até então mas era possível que estivessem a caminho já que na última interação teria sido citado um encontro com Alexander.

Durante toda essa mobilidade Asger tinha como diagnostico que era uma questão de costume, assim como usar um sapato novo o tritão levaria um tempo para se acostumar com o equipamento, as medidas estavam corretas e o peso extra não era nada absurdo mas ele sentia que uma movimentação mais acrobática seria algo impossível se não ao menos um ação com um grande grau de dificuldade, sua velocidade de locomoção agora não dependeria apenas de seu vigor mas também de sua força. Era uma experiência nova para o tritão, poderia ser um pouco estranha mas de alguma forma aquela ainda era uma experiência confortável e interessante, afinal ele estava full armor e com uma arma nova que combinava com todo o conjunto.

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Perdas:
- 500.000B$
- Evolutionite

Ganhos:
- Ragnarok [Manoplas] Dano: 4x level.

SP:
Ferimentos:
- Corte Grande do peito ao abdômen – Tratado [2/2]
- Corte pequeno no antebraço - Tratado [1/1]
- Corte pequeno no pulso - Tratado [1/1]
- Corte comprido no abdômen - Tratado [2/2]
- Perfuração na coxa - Tratado [2/3]
- Corte na vertical por toda a extensão do tronco - Tratado [2/3]

Legendas:
 


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MensagemAssunto: Re: What Doesn't Kill You Make You Stronger   What Doesn't Kill You Make You Stronger EmptySab 14 Mar 2020, 23:51

What Doesn't Kill You Make You Stronger

O anão deixava claro que não haviam outros como ele que tenha visto durante toda a sua vida o que também me levava a entender que seria bem raro encontrar um parecido com ele por essas regiões, talvez mais avançado na Grand Line ou no Novo Mundo? Quem sabe? – Está ótimo, obrigado. Tenham um bom descanso/estudo. – Diria para os meus companheiros após termos jantados todos juntos, percebia que eu também precisaria de um banho mais ao tardar e o anão me surpreendia com a velocidade que ele conseguia fazer a forja ficar pronta, Amadeus era mais rápido do que eu imaginava para alguém de seu tamanho. – Ninjas seriam um problema mesmo. – Concordaria enquanto tentava segurar os meus risos por dentro, com um vocabulário como aquele, era difícil saber se ele estava falando sério ou não.

Em meio ao meu trabalho cansativo e bem calorento, o anão trazia os meus itens e deixava uma mensagem da Madre que gostaria de almoçar comigo no almoço de hoje. – Pode dizer para ela que estarei lá. – Confirmaria a minha presença enquanto o meu foco voltaria a ser os materiais dos quais estava trabalhando para que uma obra prima saísse dali. A armadura era algo bem mais complicado do que eu imaginava anteriormente, ter todo o espaço dentro dela para poder inflar ao mesmo tempo em que tinha que fazer ela ser firme e resistente era um processo bem trabalhoso, se eu não tivesse conseguido uma boa experiência em forja durante todo esse tempo marítimo, poderia ter certeza que jamais seria capaz de concluir um trabalho como aquele.

O tempo havia passado e no fim eu tinha minhas mais duas novas obras primas, materiais de grande qualidade e com toda a certeza objetos que me favoreceriam em um combate futuro. A manopla era o que mais me chamava a atenção, o seu conforto e poder eram incríveis, apenas de vesti-las eu conseguia sentir que o trabalho tinha ficado mais do que perfeito. – Esse metal é incrível. – Daria minha opinião sobre o metal negro do qual Laezar havia me trazido, tinha que agradecê-lo novamente mais tarde. Entregando os itens pedidos para os meus companheiros, podia ver que eles ficavam mais felizes com isso, dado o tempo em que estive na forja

Naquele instante, sentia que meus ferimentos já estavam bem melhores e o peso da armadura não era um grande problema, a mobilidade não havia sido afetada e como ser super ágil não era meu estilo de combate, sabia que isso também não seria afetado, ou seja, no fim, aquilo era apenas vantagem para mim. Sabendo que a Madre estaria para chegar dentro de uma hora, iria até o meu quarto onde aproveitaria para me banhar e retirar toda aquela fuligem e sujeira que havia ficado em meu corpo durante todo esse tempo.

Também retiraria as bandagens para que não viessem a molhar e queria também observar mais atentamente como que estavam as minhas feridas, sabia que deveria colocar bandagens novas mais tarde, mas nada como um pedido para Saulo que estava treinando para aquilo. Em meio ao banho, aproveitaria bastante da água, principalmente gelada, sobre o meu corpo. Como tritão, estava bem acostumado com aquela temperatura mais natural da água e tinha grande certeza de deixá-la entrar pelas minhas guelras e todas as partes do meu corpo. Sentia falta de entrar no mar e sentir a água salgada, embora soubesse que ainda demoraria um tempinho até que conseguisse entrar novamente na água.

Após sair do banho, vestiria roupas simples que provavelmente teriam me disposto ou apenas as anteriores que estava usando antes da armadura, deixando-a desmontada no chão do quarto. Chamaria por Saulo para ver se o homem entendia melhor das minhas feridas, mostrando o estado delas. – Acredito que estejam quase saradas, devo colocar as bandagens novamente? – Perguntaria para ele e com isso, se fosse afirmado que sim, pediria para que o sireno me ajudasse com isso já que não tinha o conhecimento necessário para firmá-las do jeito correto.

Sabendo que a Madre estaria para chegar, colocaria meus itens de lado, vestindo apenas as roupas anteriores e colocando as cintas de pendurar equipamentos, deixando as minhas manoplas, desta vez, na frente do meu peito. Enquanto que as minhas antigas deixaria repousando ao lado da armadura no meu quarto. No almoço, olharia diretamente para Madre e cumprimentaria a mulher. – Agradeço pela hospedagem e os seus cuidados. – Daria o respeito que aquela mulher tinha, mesmo não gostando dos humanos, ainda sim tinha que saber utilizá-los e faltar respeito em meio a uma ajuda não era algo que seria visto de bons olhos em nenhuma raça. – Minhas feridas estão curadas e estou pronto para uma nova investida contra Kraven. Já deixei minhas coisas preparadas para travarmos um combate contra esse homem. – Diria para ela, enquanto que, desta vez, usaria os talheres de forma simples, usando apenas o garfo para comer, já que o uso dos demais poderia acabar por me deixar em mal lençóis. Se me fosse perguntado o estado dos meus companheiros, olharia para ela de forma séria. – Estão tristes pela morte de uma companheira querida, mas todos sabemos que uma hora todos morreremos. Todos estamos ansiosos por uma vingança. – Finalizaria a minha fala daquela forma, sabia que podia ser duro para os meus companheiros ouvirem isso, mas os mais inteligentes perceberiam de imediato a jogada da qual estava realizando, não queria parecer fraco apenas por que um de nós morreu, embora isso doesse em meu coração.

- Há novas notícias em relação a Granberia? – Começaria a ser mais direto. – Laezar já conseguiu infiltrar uma vez naquele local, acredito que ele será um bom guia para um esquadrão de ataque, contando comigo junto, para invadirmos. – Começaria a esboçar um pequeno plano que tinha formulado. – Haverá a necessidade de uma grande distração para retirar boas partes dos marinheiros dali, acredito que incendiar dois ou mais locais próximos possa ser uma boa, isso atrairá a atenção dos marinheiros para ali. Talvez emboscar alguns também já adiantaria um enfraquecimento de suas forças. – No caso de alguma compaixão com os civis, eu daria mais uma garfada e mastigaria o alimento em minha boca. – Então incendiemos carroças com materiais que gerem bastante fumaça. Além disso, colocar alguns membros da família para tentar chamar esses marinheiros para ajudar a apagar o fogo poderá ser uma boa. Falo isso pois vocês, em grande maioria, são humanos e passariam despercebidos nos olhares dos marinheiros, nós, tritões, seríamos vistos como os causadores de tal. – Era algo bem simples de se pensar e ainda que houvesse grande coisas para serem pensadas através desse plano, era um bom princípio para se partir. Ouviria o que aquela mulher tinha a dizer para que futuramente pudéssemos invadir o manicômio, se ela estava de acordo com aquela base no plano ou teria um ainda melhor, de toda forma, estava disposto a ouvir e faria isso em meio as garfadas e bebidas.

Se você for querer se colocar em meio a linha de frente, seria uma boa aquisição. Eu estaria ao lado de Laezar e meus outros dois companheiros, se não for problema, não quero nenhum dos meus companheiros longe de mim outra vez para não haver situação similar quanto a Kraven que mostrou ter líderes fortes. Alice e Alex também mostraram serem bem úteis. Além disso, poderíamos também fazer uso de soldados mais rasos para liderarem da nossa retarguada. – Teria dito em relação ao esquadrão de ataque que havia dito anteriormente. – Uma coisa que eu gostaria de saber é: Quais as organizações que ainda apoiam Kraven e quem são seus líderes? – Uma informação que havia ficado em falta da última vez e me custou grandes ferimentos relacionados aos meus inimigos, desta vez, queria mostrar ainda mais precaução. – Vocês tem informações de como eles lutam? Além disso, quantos membros fazem parte de sua organização? – E esperaria por uma resposta.


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MensagemAssunto: Re: What Doesn't Kill You Make You Stronger   What Doesn't Kill You Make You Stronger EmptyDom 15 Mar 2020, 18:37



Post. 4



Asger seguiu para a suíte disponível a ele naquela mansão, no banheiro o tritão removeu as suas roupas assim como a bandagem para seguir até o chuveiro ou para a banheira disponível, independente da escolha o tritão se sentiria confortável sentindo a água sobre o seu corpo, claro que aquilo não se comparava a sensação de estar submerso na água do mar mas dada a situação, com Asger coberto de suor e fuligem, aquele banho era tão bom quanto qualquer outro banho com água do mar. Até tal momento o tritão estava usando roupas simples que não o pertencia, uma blusa branca simples e uma calça larga verde claro, provavelmente trajes que a equipe médica colocou nele após a cirurgia deixando que as próprias roupas de Asger fossem lavadas e reparadas.

Suas roupas se encontravam dobradas em cima da poltrona, estavam limpas e consertadas de todos os efeitos do combate que tinha acontecido no galpão de Kraven, ao chamar Saulo para o seu quarto o sereio pedia para o seu capitão se sentar na poltrona enquanto ele fazia um breve exame, a primeira coisa que o aspirante a médico fez foi pressionar o polegar na região em volta de algumas feridas. - Sente alguma coisa? - Além do toque de seu companheiro Asger não sentia mais nada, o tritão passou dois dias em cama o que ajudou no seu processo de recuperação mas se o homem-baiacu quisesse testar o companheiro e responder dizendo que sentia dor então Saulo iria tentar fazer um segundo exame. - Certo tira a blusa então para eu dar uma olhada. - Quando Asger assim o fizesse o sireno continuaria. - As feridas já fecharam, bandagens são desnecessárias mas se ainda estiver sentido dor é provável que um dos pontos internos tenha se rompido ou que ainda existe uma sequela interna... O que é estranho em vista que você ficou de repouso...Talvez precise de uma nova cirurgia ou ao menos bater uma raio-x. - Terminava ele demonstrando que pelo menos agora Saulo tinha alguma noção superficial de medicina ou de pelo menos alguns campos dela.

Continuando com seus objetivos o tritão vestiu suas roupas limpas e se preparou para o seu almoço com a Madre. - Oh Sr.Cpt. Asger, a Madre tá vindo já ela só pediu para você se reunir com ela no segundo piso. - Alertava Amadeus também estando bem mais limpo que antes, o anão guiou o tritão para o segundo piso subindo a leva de escadas no hall de entrada da mansão. Já no fim das escadas eles chegavam a uma anti-sala e dela eles seguiram entrando em uma sala circular que mais parecia um zoológico que uma sala em si, as paredes na verdade eram um único e imenso viveiro de pássaros e répteis que dava a volta em todo o cômodo, nas extremidades das paredes estava os habitats de animais que Asger já tinha visto antes, em um estava o tigre bengala com outros dois filhotes de sua espécie e do outro tinha a ursa Sabrina, cada habitat tinha um muro mediano de vidro ou um material similar que batia na cintura do tritão, sendo que o viveiro nas paredes era fechado com grades de ferro.

Aquela sala era estranha porque ali era possível ver inúmeros animais exóticos de espécies diferentes e ambientes diferentes juntos em um só lugar, o canto de alguns pássaros se misturava com os de outros fazendo tal canção ser confusa e completamente fora de sintonia, os filhotes de tigre eram energéticos e ficavam se mordendo ou atacando a mãe querendo brincar, a ursa por si ficava dormindo mas todo o restante dos animais agiam de uma forma um pouco caótica, no viveiro nas paredes era possível ver alguns répteis medianos tentando atacar pássaros menores enquanto os pássaros maiores ou tentavam atacar os répteis ou até mesmo os pássaros menores em uma confusão que às vezes era difícil definir quem era predador ou quem era a presa.. - Manter esse lugar limpo é complicado mas não se preocupe, está tudo limpinho! Tudo completamente desin.. desen.. disinfectado! - Comentou o anão puxando a cadeira próxima da mesa de quartzo negro bem no centro da sala para Asger se sentar, enquanto Asger ia se sentando a criadagem começava a preparar a mesa com os pratos e os talheres necessários para a refeição, aos poucos iam montando a mesa com bandejas sem ainda revelar qual seria a refeição daquele almoço.

Durante esse tempo os animais daquele viveiro continuavam fazendo a mesma barulheira de antes assim como toda aquela confusão, algo que poderia incomodar não só o convidado como também os criados que serviam a mesa, na verdade ao notar o semblante de cada uma das empregadas que serviam Asger era possível para o tritão dizer que nenhuma delas ficava muito feliz em entrar ali, a não ser pelo o anão que não parecia se incomodar com tudo aquilo, no entanto tudo isso mudou momentos antes das portas daquela sala se abrirem novamente revelando que Morgana tinha chegado. - Certo entre em contato com Golias e passe para ele o que combinamos, mais tarde entro em contato com você. - Dizia para alguém fora do campo de visão de Asger, depois de tal diálogo ela entrava na sala seguindo até a mesa onde Asger a esperava, o clima ali era diferente agora que todos os animais estavam calados, era como se eles estivessem congelados no tempo apenas observando a sua dona seguindo seu caminho até o seu lugar naquela sala.

Mais uma vez Asger presenciava aquela aura estranha que a Madre carregava para onde quer que fosse e dessa vez pela reação dos animais, que se calaram e pararam em seus ninhos ou suas tocas, ele confirmava que realmente Morgana tinha uma espécie de “carisma” que afetava aqueles à sua volta. A mulher apenas meneou com a cabeça ouvindo os agradecimentos de Asger enquanto ela se sentava na cabeceira da mesa na direção oposta a dele, ainda em silêncio ela apenas ouviu o tritão dizer sobre sua atual condição e em silêncio ela se manteve enquanto as empregadas começavam a revelar os pratos. - O prato de entrada de hoje é uma salada de aspargos com presunto de parma grelhado. - Falou uma empregada humana de aparência jovem, talvez algo entre os dezesseis ou dezessete anos de idade, seus cabelos eram negros e sua pele clara com olhos esverdeados, ao tirar a tampa da primeira bandeja era possível sentir o cheiro do presunto grelhado assim como o cheiro da mistura apetitosa e interessante do suco do presunto com o do aspargo. - O prato principal de hoje é Nhoque de aipim com carne seca e de sobremesa temos cheesecake de amoras.- Terminava a empregada apresentando os últimos pratos antes de começar a servir o prato de entrada. - Obrigada querida, tudo parece maravilhoso, por favor comece a servir. - Falou Morgana quebrando o seu silêncio naquela sala.

Enquanto os empregados serviam Asger começou o diálogo perguntando sobre a sua companheira até então desaparecida. - Sim, temos notícias sobre ela mas antes de chegar neste assunto quero ouvir o que você tem a dizer - Respondia da mesma forma direta que o tritão adotou, a mulher ouvia todo o plano que Asger formou em silêncio, ambos começavam a comer ouvindo aquela conversa unilateral por parte do tritão enquanto a mulher se mantinha inexpressiva sequer dando a entender se de fato ela estava apreciando a comida ou não, os únicos que comiam ali eram eles, os empregados ficavam afastados da mesa em uma postura solene apenas esperando o comando de sua líder. Quando o prato de entrada terminou ela fez um gesto para a taça de vinho vazia e logo um dos empregados se aproximou para encher as taças e ela começar a beber, uma taça também foi oferecida para o tritão, a mulher tomou um pequeno gole do vinho enquanto deixava os empregados removerem o prato de entrada e começarem a servir o prato principal. - O seu plano seria interessante se o nosso ataque no Galpão tivesse saído como eu imaginei, a essa altura distrações não funcionaram, nosso inimigo está ciente de nossa existência e por isso algo assim apenas ia servir como um sinal de nosso ataque, eles não abandonariam o posto nessa situação só ligariam para o QG pedindo reforços. Algo que não queremos é claro. - Falou ela tomando mais um pouco do vinho antes de começar a comer do prato principal.

A maneira como a mulher se portava era algo que poderia ou não irritar o tritão pois Morgana parecia agir como se fosse uma figura imperial, não era certo para ele dizer se ela agia assim de propósito ou se era algo natural para a mulher, seu timbre de voz era carente de emoções, soava frio assim como o seu olhar sério. - Eu sinto que não vou poder estar neste front caro capitão, poucos são aqueles que sabem a identidade da pessoa por trás da alcunha de “Madre Satrinava” meu nome já foi esquecido por muitos e para o bem da minha família eu prefiro que se mantenha assim, aparecer em um combate apenas arrisca eu ser reconhecida e assim ter a minha recompensa revivida pelos marinheiros. Uma dor de cabeça que prefiro evitar. - Dizia ela com alguma classe após uma ou duas garfadas. - É claro que você ainda vai ter parte do meu contingente para lidar com essa situação, temo que não serão muitos devido a todo o problema que o governo e a marinha estão causando em sua caçada contra nós… No entanto já temos treze homens nos perímetros do Hospital psiquiátrico e posso te fornecer mais cinco para esta investida. - Talvez aquele não fosse o exército que Asger estava imaginando mas estava claro que a mulher tinha mais coisa em sua cabeça.

- O nosso ataque no galpão reduziu bastante as forças de Kraven sem contar que destruímos o depósito daquela droga que ele trabalhava, claro que ele ainda deve produzir ela mas querendo ou não aquele ataque foi uma vitória apesar dos sacrifícios feitos. Sem a tríplice aliança ele só tem o próprio grupo que atualmente está disfarçado de seguras do hospital, por isso os marinheiros locais não suspeitam de nada, toda a staff do hospital é agente do Kraven, o esquadrão de marinheiros ali está a serviço do vice-capitão corrupto que comentamos no outro dia. - Enquanto ela entrava em tal assunto Morgana fazia pausas para se alimentar e voltar a falar assim que engolisse a comida. - Tolbard é um exímio atirador que possui uma Akuma no Mi, uma fruta zoan que o permite assumir a forma de um canguru, uma habilidade um tanto curiosa devo dizer. Existe a possibilidade do agt. Ronald estar junto com o grupo Kraven’s Power, deste não temos nenhuma informação assim como a informação sobre o estilo de Kraven, ele normalmente manda alguém fazer o trabalho sujo por ele… Isso nos leva ao nosso próximo assunto, sua companheira. - Durante essa conversa a dupla terminava o prato principal e os empregados começavam a servir a sobremesa.

- Após o ataque no galpão Granberia tentou entrar em contato conosco, ou pelo menos acreditamos que foi ela, encontramos uma nota dizendo que existe uma entrada para o hospital psiquiátrico utilizando do sistema de esgotos da cidade. Mandei um dos meus homens ir até a prefeitura dar uma olhada nas plantas da cidade e parece que essa informação é verdadeira. - A mulher fazia uma breve pausa antes de continuar. - No entanto não sabemos se podemos ou não confiar nessa informação, no momento não estou em posição de arriscar a enviar um batedor da minha equipe para um território tão arriscado e insalubre como este, não passei essa informação para os seus homens porque não queria incentivá-los a agir sem você estar consciente. - Fazendo mais uma pausa para se servir do cheesecake ela logo continuou. - Por isso que queria sugerir que você vá com os seus homens e com os meus cinco que ofereci antes, a existência de um acesso já foi comprovada pela planta que pegamos na prefeitura a questão é a possibilidade dessa informação ser apenas uma isca para uma armadilha neste acesso, neste caso seria para vocês recuarem ou agirem da maneira que você julgar apropriada enquanto o time em terra espera o comando para agir. - Sugeria ela apenas introduzindo uma pequena parte do plano que tinha em sua mente, ficando claro a cargo de Asger aceitar ou não aquele planejamento.

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Perdas:
- 500.000B$
- Evolutionite

Ganhos:
- Ragnarok [Manoplas] Dano: 4x level.

SP:
Ferimentos:
- Corte Grande do peito ao abdômen – Tratado [2/2]
- Corte pequeno no antebraço - Tratado [1/1]
- Corte pequeno no pulso - Tratado [1/1]
- Corte comprido no abdômen - Tratado [2/2]
- Perfuração na coxa - Tratado [3/3]
- Corte na vertical por toda a extensão do tronco - Tratado [3/3]

Legendas:
 


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MensagemAssunto: Re: What Doesn't Kill You Make You Stronger   What Doesn't Kill You Make You Stronger EmptySeg 16 Mar 2020, 10:17

What Doesn't Kill You Make You Stronger

Aproveitando da oportunidade para testar o meu companheiro, afirmava que sentia dor e prosseguia para ver qual seria o seu prognóstico em relação a aquela situação, no fim, eu sorria. – Foi apenas para ver o seu empenho, hehe. Não sinto mais nada. – Com meus ferimentos completamente curados, agora seria mais fácil prosseguir em um novo combate. Era visível que por onde passávamos tinha uma grande quantidade de animais domados pela Madre, me impressionava a quantia que ela havia sido capaz de adquirir e a maneira que colocou cada um em seu habitat, me deixava um tanto mais interessado em adquirir uma montaria de grande porte como aquela, mas acho que deixaria para um momento mais propício.

O respeito daqueles animais com a Madre era algo que poderia ser notado, um respeito ou medo, não saberia dizer. Mas, os animais que há tão pouco tempo faziam uma enorme confusão agora estavam todos quietos. Os pratos refinados eram o que me deixavam sem qualquer noção do que comeria, não estava acostumado com aquilo e para mim comer carne de porco ou de vaca tinham quase o mesmo gosto, com um paladar nada refinado, continuava a minha refeição. Percebia que Madre descartava por completo o plano que havia bolado, não me sentia muito bem com isso vendo ele sendo refutado de forma tão simples, os marinheiros corruptos trabalhando com seres desse tipo, humanos são incrivelmente BURROS!

Ignoraria o vinho por hora, tomando apenas da água que era me servida. Uma da coisas que me deixava bem estranho fora que no momento em que a encontrei pela primeira vez, ela foi quem se colocou a disposição para enfrentar os Blaze Furious tentando salvar a garota coelho, o que me deixava com certa estranheza disso, mas, ela proporcionava mais homens e um plano para que tivéssemos a nossa investida. Eu queria acreditar que tivesse sido Granberia a deixar aquela nota e não ser uma emboscada, mas os riscos ainda eram grandes e eu não aceitaria perder outra companheira, estava em um certo dilema de como invadir. Sabia que um ataque pela frente era algo completamente suicida, sem distrações tudo isso pioraria. Invadir por um desses túneis era algo muito melhor devido a discrição que teríamos.

Continuaria a saborear um pouco da refeição antes de falar qualquer coisa, esperaria estar a garfadas do cheesecake e então diria. – E quem são esses cinco homens? – Esperaria a sua resposta antes de dizer o meu veredito. – Com esse plano, conseguimos ter ao mesmo tempo que uma rota de invasão uma de fuga também. O problema seria que se isso for uma emboscada, estaríamos indo para um local sem volta. O lado bom é que teríamos grande discrição para trabalharmos por dentro. – As inúmeras suposições que vinham em minha mente era algo gigante, ficava pensativo e estratégico querendo saber como que lidaríamos com isso. O homem de akuma no mi não era o que me preocupava em si, o que mais me preocupava naquele momento era a quantidade de soro que Kraven ainda possuía, visto que aqueles monstros que ele criava eram de grande poder, embora não durassem muito tempo.

- Antes de eu confirmar sobre qualquer coisa, quero saber o que planejariam fazer do lado de dentro daquele estabelecimento? Apenas atacar de forma desenfreada eu acredito que não seja benéfico para ninguém. Como observamos no galpão, acabou saindo bem caro.. – Confirmava, sabendo todos os perigos que havíamos tido em relação a aquele local do qual atacamos sem maiores preocupações com um planejamento bem simples. No fim, confiar na Madre e em suas decisões era algo que deveria naquele momento, o problema seria tentar uma abordagem mais segura durante aqueles túneis sem saber o que estaria para vir em nossa frente, eu sentia estar sendo usado do que estar usando aqueles humanos o que me deixava completamente irritado, em nenhum momento minha oratória foi boa o suficiente para que o poder estava em minhas mãos e tudo isso me deixava completamente oposto ao que eu era.

Após a reunião, me reuniria com meus companheiros para explicar a situação do qual nos encontrávamos, já começando a preparar os meus equipamentos para prosseguirmos caminho em direção a invasão. – Recebemos uma informação de que há um caminho para invadirmos o hospício com grande facilidade. Pelo que Madre tinha dito, foi deixado por nosso inimigo do qual acreditamos que tenha sido Granberia. O local é real e chegaríamos como uma grande surpresa, tendo um maior sucesso. Nós iremos por lá para pegarmos Kraven e salvarmos Granberia. – Se referido aos nossos inimigos e suas aparências, eu olharia para eles. – Morgana disse que não há um funcionário que não esteja trabalhando para o homem, de qualquer forma, atacaremos sem piedade qualquer um que estiver em nosso caminho. Não poderemos corrermos mais risco e será isso que eles representam. – Tendo deixado tudo pronto, começaria a me vestir. – Se preparem, assim que estivermos prontos, iremos partir.

No momento certo, partiríamos em direção ao túnel, procuraria ter em minha mente o horário que estávamos partindo para lá e também o quão perto estávamos de conseguir alcançar Kraven e recuperarmos Granberia. Com os meus companheiros atrás de mim, teria dito para eles manterem uma formação bem próxima, não queria ser surpreso e acabar me separando deles, por isso, estaria atento a qualquer coisa que estivesse em minha frente. Se Alice estivesse com nós, meus olhos se voltariam para ela. – Se Kraven tiver conhecimento desse caminho, é bem óbvio que terão caramujos para nos observar. Conseguiria dar cabo neles antes que percebessem da mesma forma que fez no galpão? – Perguntaria para ela, caso ela não estivesse com nós, olharia para Envy. – Não podemos deixar os caramujos nos ver, atire de imediato em qualquer um que ver. – Olharia para Laezar também. – Se conseguir se aproximar com facilidade ou tiver boa pontaria, faça-o também com suas adagas. – E continuaria rumo ao túnel estudando cuidadosamente o chão e as paredes, tentando não ser pego de surpresa.


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