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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Hey Ya!

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MensagemAssunto: Hey Ya!   Hey Ya! - Página 4 EmptyDom 8 Mar - 10:58

Relembrando a primeira mensagem :

Hey Ya!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) caçadores de recompensa Mirutsu Haretsu e Kid Farway e da agente do governo Lilith BlackWater. A qual não possui narrador definido.


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GM.Mirutsu
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MensagemAssunto: Re: Hey Ya!   Hey Ya! - Página 4 EmptySex 17 Jul - 1:19

Drastic change



Pelo menos eu fiz bem em ter vindo para aquele e bar e ter deixado Kid para trás. Forja realmente é algo que demora pra caralho, hein. Enfim, pelo menos deu pra tomar alguma coisa e relaxar a mente por uns momentos, antes dos malucos que estavam claramente falando sobre Viúva darem as caras. De fato, as informações que a velha me deu deu alguma base a mais para como alcançar minha presa. Mas, fazer o que, né? Eu certamente não posso chegar em todo mundo revelando que sou um caçador de recompensas logo de cara... bom, não até eu ser tão famoso que isso não irá fazer diferença alguma e que de qualquer maneira irão me reconhecer. Pera, eu já estou perdendo o fio da meada aqui, melhor eu me concentrar nisso depois.

Terminava de virar minha caneca de cerveja enquanto escutava a conversa dos homens e um deles lançou uma faça que batia perfeitamente com o perfil da Viúva: novamente aquela história de casamento e um homem perdidamente apaixonado, apesar de ter conhecido ela apenas a dois dias. Mas, será que eu posso julgar esse marmanjo? Eu mesmo fui pescado por Lilith na primeira vez que coloquei meus olhos sobre ela. Sei lá... algum tempo atrás eu acreditava que não existia amor a primeira vista. Por outro lado, esse cara está apaixonado por uma procurada psicopata e assassina, diferentemente de mim... bom, pelo que eu vi de Lilith, é inimaginável ver ela como uma psicopata. Irei fazer um favor para esse cara e irei prender essa mulher ai.

- Ai parça, quanto foi a caneca da cerveja?- disse para o garçom que me atendeu, afastando a caneca vazia e já puxando alguns berries de meu bolso, enquanto esperava uma resposta. Quando eu recebesse a resposta concreta, eu pagaria o valor e faria um um aceno com a mão para o garçom, me despedindo.

Bom, era hora de salvar o pobre coitado do Jonas, que não sabia em que sinuca de bico ele tava se metendo em se envolver com aquela louca, então logo eu sairia atrás do rapaz, claro, que de primeira instância eu buscaria utilizar de uma aproximação que era minha especialidade, na surdina usando minhas habilidades furtivas. Iria analisar o caminho que o homem faria, mas, sempre utilizando de seu ponto cego como base para minha caminhada e de forma paciente iria tentar me aproximar de pouco a pouco até onde ele ele estava. Se por um acaso ele estivesse indo de encontro com a Viúva, logo procuraria as características marcantes que foram dadas pela velha da loja: Uma tatuagem vermelha no peito e seus cabelos negros. Talvez até mesmo o macaco de estimação da Viúva, que foi dito também pela velha quando a mesma foi atrás de conquistar o seu assistente da loja. Nesse caso, eu buscaria não me revelar, apenas manteria-me alerta para alguma conversa que os dois poderiam ter, o que poderia me dar preciosas informações para conclusão da caçada.

Caso o Jonas não fosse de encontro a ninguém, ai sim eu iria me revelar, era meu dever como conhecedor do amor verdadeiro e como aquele sentimento era bom para qualquer pessoa. Infelizmente, a sua paixão provavelmente não é recíproca, pobre Jonas, diferente de mim. Então por ti eu farei algo que normalmente eu deixaria passar.

- Você deve ser o Jonas não é mesmo?- eu chegaria com as minhas mãos no bolso, uma mania que eu tenho de fazer. Mania boa inclusive, já que se alguém quiser roubar algo de meu bolso, eu saberia.- Então, eu tava naquela taverna onde cê, tava, tá ligado. A mina que cê tá querendo casar... ela tem uma tatuagem no peito na cor vermelha, tem cabelos negros e um macaco de estimação, né?- suspiraria.- Não me leve a mal, mas, é melhor tu não ficar com ela não. O nome dela é Sylvia Olena, a Viúva, procurada pela Marinha por vários assassinatos aos seus "maridos".- então, eu mostraria a escritura feita pro Lilith que estava no meu braço.- E não, eu não estou falando isso porque quero ficar com a tua namorada.- novamente colocaria as mãos em meus bolsos.

Com isso, eu esperaria uma reação positiva do homem, afinal, eu tava tirando o dele da reta com aquele conselho. Realmente o amor é algo poderoso. Se  eu não tivesse conhecido a Lilith, é certeza que eu não tentaria ajudar esse maluco. Mas, de qualquer modo, eu escutaria atenciosamente o que ele teria a dizer depois e se tudo terminasse bem e ele aceitasse meus conselhos, eu apenas acenaria para ele com a cabeça e falaria:

- Foi bom ter conversado com você, Jonas. Até qualquer dia aê.- e assim eu me viraria e acenaria para ele com a mão, voltando para o bar, afinal, eu combinei de me encontrar com Kid por lá mesmo.

Mas, caso o homem desse algum indício de um comportamento agressivo ao eu passar aquelas informações sobre a viúva, logo eu me equiparia com as minhas duas novas soqueiras e me prepararia para uma possível luta.

- Eu tentei ser legal em te avisar, Jonas.- diria pouco a pouco me afastando do homem, com uma expressão extremamente aborrecida em minha face, atencioso para os seus próximos passos já me preparando para realizar esquivas acrobáticas para trás, ao primeiro sinal de ataque do rapaz contra mim.

OFF:
 

HISTÓRICO:
 

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MensagemAssunto: Re: Hey Ya!   Hey Ya! - Página 4 EmptySeg 20 Jul - 15:19

VOO DE ÍCARO - FLASH OF THE BLADE

Com o término de meu trabalho de forja e algumas compras, tudo o que devia fazer era ir embora daquele lugar, encontrar-me com Mirutsu, e voltar à caçada. Bom, mas não sem antes comer alguma coisa. Minha ultima refeição está gritanto por companhia. Contudo, parece que fui eu a encontrar companhia, e não eram do tipo que desejava: quatro trombadinhas haviam me emboscado! o homem que parecia comandar o quarteto tomava a liderança e acabava por falar algo sobre casamento.

-Tsc... porque não dá um par de chifres pra ela e come o noivo? -Nunca fui bom com palavras, mas creio que dessa vez era uma hora muito ruim para minha afiada lingua entrar em ação.

Esta era uma situação de desvantagem. Quatro contra um era um número bem injusto, e devido ao papo de casamento que havia sido dito, as chances destes homens estarem envolvidos com a Viúva eram enormes, e isto acabava com as chances do bom e velho ataque surpresa.

Primeiro, olharia cautelosamente ao meu redor a fim de procurar uma rota de fuga. Ainda era cedo demais para envolver numa luta, ainda mais contra um grupo de gados. Aproveitaria de minha velocidade e fugiria daquele local, indo na direção contrária ao bando. Caso algum deles conseguisse me acompanhar em velocidade, viraria rapidamente em sua direção e desferiria um corte diagonal decrescente com a foice, visando a área do pescoço, tórax e abdômen de meu alvo, seguido de um corte frontal, com o objetivo de empalar meu alvo com a foice. Caso houvesse mais algum dos homens próximos a mim, tentaria um corte vertical crescente, visando a área da virilha de meu alvo. Depois disso, voltaria a correr, para manter distância do grupo, até dos que estivessem derrubados, e, caso ainda não tivessem desistido, pararia de correr e viraria-me rapidamente. Depois, arquearia levemente minhas pernas para distribuir meu peso entre as pernas, e apoiaria a foice que estou usando em meus ombros, segurando a base firmemente com a mão esquerda. Quando o grupo estivesse ao meu alcance, desferiria um corte horizontal, da esquerda para direita, em um círculo perfeito, cujo alvo era a área um corte que, variando a altura dos homens, caso acertasse seria uma área provável entre os olhos até o tórax. Para desviar-me, optaria sempre por recuos para trás, afim de evitar os golpes de meus inimigos, enquanto evito ser cercado pelo quarteto e mantenho minha rota de fuga.

Técnica:
 

Caso todo o grupo houvesse sido momentaneamente imobilizado com meus ataques, aproximaria de cada um deles que estivesse caído, enfiaria a ponta da foice em sua mão e diria: -Onde está a gostosona do macaco!? -repetiria a pergunta para todos e caso a resposta não me fosse útil, cravaria minha foice na região do tórax do alvo, sempre torcendo para que a cada vez que fizesse, o resto do grupo me contasse.

Se meus golpes falhassem, ou se ainda houvessem inimigos capazes de lutar, voltaria a correr,enquanto procuro outras brechas para entrar de novo na luta.

Agora, caso a única rota de fuga fosse pelo caminho que está sendo bloqueado pelos bandidos, a melhor opção seria apostar na derrota do líder deles, e torcer que os homens, claramente despreparados que o seguem perdessem a coragem de me enfrentar. Não havia chances de fugir da luta na base do pulo, assim eu acabaria cercado, o que dificultaria ainda mais minha situação, Além de que precisaria de tempo para recompor-me do salto e preparar meu Chicken Game para um ataque em área. Então o que eu precisava era usar a vantagem numérica do inimigo ao meu favor, mas para isso eu precisava evitar ao máximo ser cercado, e teria de tirar o grandão do caminho.

Uma vez com o objetivo em mente, posicionaria minha foice em frente ao meu corpo, apontada para meu alvo, e com a ponta para baixo, e correria rapidamente rumo ao líder deles. Uma vez que alcançasse a distância correta de meu alvo, usaria a foice como alavanca para um salto com vara, e depois, giraria meu corpo rapidamente afim de realizar um corte vertical decrescente, visando as costas de meu adversário (altura extra pelo salto com vara, mas distância e tipo de golpe permite). Caso acertasse, ao invés de pousar, tentaria firmar meus pés nos ombros do alvos, e rapidamente usá-los como base, para puxar a foice que estava cravada em seu suas costas, afim de rasgar tudo em seu caminho até que ela soltasse.

Técnica - Deadly Chicken Fly:
 

Caso o golpe errasse, assim que eu caísse de volta ao chão, desferiria um golpe horizontal, da esquerda para direita, enquanto ainda abaixado pela queda, afim de acertar as pernas de meu alvo. Se acertasse, rapidamente levantaria, e tentaria um corte diagonal crescente, da vindo da direita, afim de acertar o pescoço do alvo enquanto se desequilibra graças ao dano na perna. Se errasse, torceria para que os três palermas que estavam atrás de mim neste momento agissem e viessem na minha direção, os quais eu evitaria usando a foice como  uma base, e usando de minhas habilidades acrobáticas para equilibrar-me  em cima dela, e rapidamente, sacaria minha outra foice, e usaria a que eu estava em cima como base para outro salto, deixando-a no meio daquele grupo, enquanto provavelmente estariam esbarrado em seu líder com as facas apontadas.

Caso o plano funcionasse, tomaria o máximo de distância da confusão causada e diria: -Se me contarem onde está a Viúva, eu digo que essa luta foi 4vs4... -diria em um tom cômico.

Se tivesse falhado, tentaria usar de minha velocidade, saltos e equilíbrio para fugir daquela situação. Se possível, usaria até mesmo o quarteto como trampolim para realizar saltos. se houvesse como, tentaria usar de saltos e agarrar-me nas coisas com a foice, afim de escalar muros e casas, para fugir pelo alto. Se conseguisse, sairia de lá o mais rápido possível, e montaria outro plano de ação para lutar. Caso contrário, e me encontrasse em uma situação onde estivesse bastante ferido, diria: -Err... vocês estão aceitando membros?

Caso ainda estivesse em condições de lutar, mas ainda cercado, diria: -Mirutsu, para de olhar e dá uma mãozinha!!! -Caso eles caíssem nessa distração, usaria o momento para tentar sair do cerco, ganhar distância, e preparar-me para o segundo round.
Histórico:
 

Objetivos:
 

OFF:
 

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Legenda:
 



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MensagemAssunto: Re: Hey Ya!   Hey Ya! - Página 4 EmptySex 7 Ago - 20:20




Hey Ya!
Bimba!



É naquela noite que tudo iria acontecer, o desfecho final se aproximava aos poucos como os passos silenciosos do nosso gatuno que agora acompanhava Jonas em sua busca pelo verdadeiro amor, o homem mal sabia que estava caindo nas garras de uma aranha que injetava seu veneno lentamente até roubar os últimos suspiros de sua vida. Prosseguindo com a perseguição, poderia ver que estava descendo a parte baixa de Shellstown, as casas ficavam cada vez mais pobres a medida que caminhavam, as ruelas eram iluminadas com simples lamparinas organizadas a tentar ter um maior alcance de sua humilde luz, nem mesmo a lua transmitia iluminação suficiente para aquela região deixando a escuridão beirar por estas bandas.

As sombras tornavam o trabalho de Mirutsu bem mais fácil que o comum, o senso de Jonas não estava das melhores graças as bebidas de anteriormente, se escutasse o próprio soluço seria muito dado sua embriaguez. – Estou chegando meu amor! – Gritou quase tropeçando sem olhar para trás, o ritmo era devagar. – Aaaaaaaagh. – Ele vomitava se segurando em uma parede da casa próxima deixando uma poça viscosa e fedorenta, e mesmo tendo passado mal, não foi o suficiente para acabar com seu ânimo. Prosseguiu até uma casa que mesmo estando naquela área pobre tinha dois andares, não que fosse requintado já que poderia dizer que a madeira do lugar estava caindo aos pedaços. - Lumiraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! Mi amore! – Ele anunciava sua chegada, Mirutsu não querendo se aproximar ficando a esmo nas sombras apenas observou, conseguiu notar uma movimentação estranha no telhado do local como se uma sombra dali tivesse sumido sentindo um leve frio em sua espinha. – Abre para mim querida! – Ele dizia. – Abri! – Repetia.

Depois de bater algumas vezes, a porta abria e em um simples feixe da porta, pôde ouvir uma voz feminina. Não conseguiu escutar a conversa de fato a conversa, já que a moça desconhecida falava baixo, notou a expressão triste do bebum. A porta se fechou deixando Jonas ali parado, ele não saia de lá, ficando de pé olhando a porta fechada. Se sentou encostando suas costas na entrada, distraído, o caçador não viu algo essencial. Estava próximo usando algumas caixas jogadas foras por uma das residências, estava escondido, mas ouvia o som estranho vindo de cima de um telhado e depois algo de vidro quebrando dentro de um beco ao seu lado.

EI! Não corra! Covarde! – Disse um dos homens que perseguia Kid que estava acompanhando de mais três sujeitos para acabar com a raça do nosso ferreiro favorito, este que estava em punho de sua nova arma que não havia dado um nome ainda. Ele havia escolhido a melhor rota para fugir dos bandidos, esta que ficava na direção contraria aonde estava seu parceiro de negócios conhecido por ter encontrado o verdadeiro amor. – Ow, ow! Aceita logo que vai morrer palerma! – Falou outro sujeito, este era mais rápido que os demais carregando uma adaga em cada mão, os dois falantes eram os mais rápidos do quarteto.

O ceifador tentava acertar alguns golpes contra os rapazes que desviavam com certa dificuldade e cerravam seus dentes deixando transparecer uma feição mais irritada. – Eu vou acabar com ele Jiji. – O de adagas disparou dando um pulo levantando seus braços e reposicionando suas adagas que cairiam feito trovões sobre as costas de Kid que parava de uma olhando diretamente para os dois que iria mandar para o inferno. – Cuidado! – Anunciou Jiji tarde demais, o movimento da técnica era veloz e eficiente pegando os dois bandidos que estavam a frente, o primeiro atingido era o das adagas que teria suas entranhas esvoaçando se não fosse pela proteção de Jiji que o puxou antes de ser atingido fatalmente, porém os dois sofreram pelo corte da foice, a linha rubra surgia nas camisas assim como o rasgo delas. – Cogh! – Cuspiu sangue o da adaga. – 9]Vamos ficar bem Kiloou. – Falou Jiji colocando a mão sobre o machucado do ferido. – Yulo e Esti, rápido! Eu vou estancar o ferimento do Ki e tentar não morrer também. – Falou olhando para trás, foi naqueles segundos que Farway poderia correr, porém havia algo estranho em sua perna direita. Uma das adagas havia cravado em sua coxa e o sangramento não parecia ser superficial. – Ele não deve correr mais. – Falou Jiji enquanto era protegido pelos dois mais parrudos do quarteto. – Tente correr agora, seu covarde. – Repetia o mesmo insulto mesmo estando em vantagem numérica contra somente um. – Caçador maldito, você vai pagar! – Falou Esti com sua espada de duas mãos, ele era pequeno e musculoso, o outro tinha um cajado de madeira com duas pontas de ferro e era o Yulo.


Offs:
 

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MensagemAssunto: Re: Hey Ya!   Hey Ya! - Página 4 EmptyTer 25 Ago - 0:04

And though he leads up before his oldself...



Eu continuava perseguindo o marmanjo e em minha cabeça, eu já imaginava todo o cenário que aconteceria caso se eu viesse a falar com ele. O maluco provavelmente cairia em lágrimas ao descobrir sobre o passado da Viúva já que estava bêbado e isso até que me deixa meio cabreiro de certa maneira, porque recentemente eu havia conseguido entrar em um relacionamento pela primeira vez. Mas, vamos pensar um pouco. Se tu soubesse do passado obscuro de uma mina que teu amigo quer pegar, tu avisaria o cara ou deixaria ele se foder? Assim, eu não sou amigo do maluco, nem mesmo o conheço... mas, de alguma forma eu penso que é meu dever fazer isso. Acho que Lilith gostaria de que eu tomasse essa atitude.

Eu ia passando pelas casas mais pobres de Shells Town, a medida que eu chegava na parte baixa da cidade, que eu já conhecia bastante. Era comum a moradia dos soldados de baixa patente, da grande maioria dos trabalhadores e a "gente comum" por assim dizer. Pode-se dizer que para se misturar por aqui dá bem menos trabalho do que se misturar numa parte mais rica da cidade para um procurada, como a Alta Shells Town. Devo agradecer a má iluminação que tem por essa parte por me ajudar a me manter escondido... e bem, no passado ela havia me garantido também alguns berries de transeuntes abestalhados também e também né, eu tô atrás de um maluco que deve tá vendo tudo dobrado.

A coisa ficava feia quando Jonas começava a vomitar e passar mal... ver uma cena dessa sempre me dá uma coisa ruim na garganta. Será que esse cara vai mesmo conseguir me levar ao lugar certo? De qualquer maneira, eu continuei seguindo-o incansavelmente, mesmo com seu ritmo lento. Uma coisa que um caçador precisa e muito é ter paciência quando está perseguindo alguém... apesar que eu já sentia que a minha estava esgotando.

Algo de novo foi apresentado para mim quando o mesmo chegou numa casa que tinha dois andares, coisa incomum por aquela parte da cidade, ainda que a residência estivesse acabada pra caralho. Jonas batia na porta e pedia que abrissem algumas vezes e da janela eu consegui perceber a movimentação de alguém, um vulto de uma pessoa que surgia e sumia rapidamente, o que me deixava um pouco apreensivo. A desgraçada era rápida e discreta pelo visto. Quando a porta abriu, eu pude notar a voz feminina falando com o Jonas, mas, apesar de forçar a minha audição, não conseguia entender a conversa entre os dois. Só sei que no fim de tudo, Jonas parecia estar um pouco chateado. Todo esse esforço e ele levou um pé na bunda? Porra, eu nem tinha pensado nessa hipótese, mas, pelo visto era a pior que poderia ter ocorrido. O coitado ainda ficou estático em frente a porta como se esperasse algum tipo de retorno e logo após se escorou na porta, ainda cabisbaixo.

Eu até poderia tentar falar com ele agora, mas, um barulho me chamou bastante atenção... na realidade, meu estômago gelou ao escutar aquilo. Talvez porque eu estava distraído com Jonas, eu tive tamanho susto. Quando escutei o som vindo do telhado e o vidro quebrando no beco, logo eu voltei minha atenção para onde vinha o barulho. Será que era a maldita? Porra, enfrentar ela sozinho vai ser uma desgraça. Cadê o Megalinho? Forjar uma arma demora tanto assim? De qualquer maneira, eu não posso deixar passar tal oportunidade, apesar do medo ser tamanho.

Estralando meus dedos e me armando com minhas duas soqueiras, eu comecei a movimentar-se em direção do beco.

Primeiramente eu buscaria notar quem havia feito o barulho, ainda utilizando de minha abordagem furtiva para ter alguma vantagem se possível, sempre tentando me esconder atrás de caixas, lixeiras, o que for que seja. Se lá eu notasse que era a Viúva, por todas as características que eu tinha da mesma eu esperaria a movimentação da mesma enquanto estivesse furtivo. Ainda era arriscado para caralho atacar ela sem estar escondido.

Caso a mesma me percebesse, não teria outra escolha, senão a lutar. Agiria o mais rápido possível com uma investida, realizando três golpes com meu braço esquerdo, em rápida sucessão, um virando em sua cabeça, um na altura do peito e um diretamente em suas genitais. Meu cavalheirismo é válido somente para uma mulher, então foda-se. Após o meu ataque, acertando ou não, buscaria recuar alguns passos, sempre realizando fintas e zigue-zagues caso a mesma tentasse me atacar enquanto eu recuava, movimentando de um lado para o outro, assim como realizando movimentos rápidos com minha cabeça, caso os golpes viessem a vir muito altos e também mortais para trás caso fossem muito baixos.

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- Então tu é a tal da Viúva, hein? Prepare-se pra ser arregaçada, minha filha. Peia pra 10 tu vai levar só. - falaria com tom de deboche, ainda que por dentro eu estaria bastante nervoso.

HISTÓRICO:
 

LEGENDA:
 

OBJETIVOS:
 

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Última edição por GM.Mirutsu em Sab 5 Set - 18:19, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Hey Ya!   Hey Ya! - Página 4 EmptySex 4 Set - 1:20

VOO DE ÍCARO 10 - I DON'T WANNA STOP

O quão equivocada havia sido minha decisão de dar as costas àqueles homens!? Não que fugir não fosse a pior ideia para a situação, mas em momento algum levei em conta que os imbecis atrás da parede de carne pudessem atirar facas com tanta precisão! Contudo, com o prosseguir da luta, havia percebido que, mesmo em menor número, eu ainda tinha um pouco de vantagem em força. Mas de que adianta isso agora, quando estou com dois novos buracos em meu corpo? A ideia era não se ferir em uma luta desnecessária, e tampouco lucrativa. Afinal, duvido seriamente que esse quarteto de palermas tenha alguma recompensa decente por suas cabeças.

Com a adaga em minha coxa, sair rapidamente do local não era mais viável, e mesmo assim, ficar para terminar a luta era algo que sozinho era quase impossível de fazer e evitar ferimentos piores, antes da grande batalha que se aproximava.

Outra coisa que havia me deixado um tanto pasmo, foi o fato de um dos meliantes ter se referido a mim como Caçador. Como sabiam? Não faço ideia, mas duvido que havia sido apenas um chute da parte deles.

Enfim, ficar pensando demais nestas coisas não iria pagar minhas contas, então era hora de fazer o gado me levar ao líder do rebanho. Com minha nova foice no suporte em minhas costas, e ainda com minha companheira de segunda-mão sendo utilizada, eu viraria-me para o grupo de bandidos e diria: -Essa adaga vai pro rabo da mãe de quem a jogou...  -Tentaria manter a calma, mas com com um olhar quase que furioso pela dor que eu sentia, enquanto retirava a adaga de minha perna. e jogaria a mesma no chão.

O plano era simples: primeiro, eu tentaria aproveitar a vantagem de distância que tinha do grupo inimigo, para fugir para outro beco ou para o topo de uma das casas, usando de minhas habilidades acrobáticas, possíveis latas e caixotes que estivesse perto das construções e até agarrar-me às paredes com a foice, e puxar-me para o outro lado. também atentaria-me aos atiradores de facas. a melhor solução para isso seria mover-se em zigue-zague durante a fuga. Para os lutadores de curto alcance, o ideal seria pegá-los desprevenidos, coisa que não era meu forte, mas eu tinha uma vaga ideia caso eu conseguisse sair do beco. Se eles conseguissem se aproximar demais antes da fuga, lançaria meu peso na direção contrária da parede, afim de realizar um salto acrobático para trás dos inimigos mais próximos, e tentaria tocar no chão agachado, afim de evitar possíveis desequilíbrios devido a ferida em minha perna. Além disso, assim que tocasse o chão, realizaria um corte horizontal, da esquerda para a direita no inimigo em minha frente, seguido por um corte frontal, visando cravar a foice no peito do alvo e, assim que a retirasse, realizaria um terceiro golpe, dessa vez diagonal decrescente, da esquerda para direita no alvo mais próximo. Sempre revesando os a troca de golpes com os inimigos. Para defesa, optaria por bloquear com a foice golpes frontais com a espada e do cajado, para estocadas, realizaria rápidas esquivas laterais, seguidas por rasteiras na perna de quem atacou, e golpes horizontais e diagonais, recuaria ou abaixaria-me, e antes de meus oponentes se recomporem, tentaria um rápido avanço, seguido por um corte vertical, crescente, visando a área da virilha do alvo. Para evitar que os atiradores de facas intervissem no combate, tentaria manter-me em ângulos em que sempre houvessem algum de seus aliados entre mim e suas facas. O que tanto reduziria as chances de que fosse novamente acertado à distância, quanto aumentaria as chances de uma faca acertar às costas do espadachim e do homem do cajado, caso realmente decidam atirar facas.

Caso conseguisse sair do sufoco do combate ainda de pé, tomaria alguma distância do grupo e diria: -Como vocês foram contratados!?

Se a fuga para um outro beco ou telhado não fosse interrompida, focaria-me em usar às construções como escudo dos ataques à distância, e caso Esti e Yuto tentassem me seguir, procuraria por um ponto cego entre as construções, e o mais rápido possível, usaria o sangue de minha perna para marcar o caminho contrário por alguns poucos metros, e dar a entender que fui para outro beco, enquanto estaria escondido no "ponto cego". Caso não achasse nenhum bom esconderijo, tentaria saltar para o próximo beco, da mesma forma que havia feito para chegar neste. Até que finalmente conseguisse um lugar apropriado para esconder-me momentaneamente.

Se o espadachim e o do cajado aproximasse-se de meu esconderijo, no momento que fosse mexer no mesmo, sairia rapidamente, atacando rapidamente com um corte vertical crescente, visando a virilha do alvo, seguido por um corte diagonal decrescente, da esquerda pra direita no outro alvo, e, por ultimo, um corte frontal, visando "cravar" no peito do alvo mais próximo que ainda estivesse de pé.

Caso não fosse encontrado pelo grupo, iria até as ruas principais da ilha, onde eu pudesse andar com mais segurança, e voltaria a procurar por Mirutsu, mas não sem antes procurar algum médico para cuidar das minhas feridas.
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MensagemAssunto: Re: Hey Ya!   Hey Ya! - Página 4 EmptySab 5 Set - 16:59




Hey Ya!
Bimba!



A dupla de bandidos observou o grande ceifador sangrando, estavam entre ruelas grandes o bastante para o Yulo movimentar bem seu grande bastão, as duas pontas de metal reluziam mesmo no permear da noite. – Deixa que eu acabo com ele Yulo. – Falava Esti tomando um passo a frente segurando sua espada gigantesca com uma única mão, os músculos e veias do braço saltavam enquanto que ele atribuía movimentos com sua espada que tinha quase a mesma altura que o pequenino, poderia dizer que ele tinha quase um metro e sessenta de altura. – Ele não vai dá pra um cheiro. – Falou Esti sorrindo, Yulo tomou sua frente batendo uma das pontas de metal no chão transmitindo um barulho irritante de ferro. – Para trás Esti, ele é meu. – Enquanto os dois ficavam nesse vai e vem, o caçador já pensava em fugir, mesmo sua coxa estando machucada, ele queria sair dali o mais rápido possível e sendo assim começou a correr. – Vá se foder Yulo, ele é meo. – Tentava encarar de frente o seu companheiro que era mais alto e este o olhava por cima. – É meu, seu tampinha. – A corrida era iniciada enquanto os dois discutiam. – Ei dois idiotas, o cara ta fugindo! – Falava Jiji apontando na direção do frango. – Merda! É culpa sua Yulo, vamos pegar ele!

Começavam a seguir o ferreiro, este por sua vez tinha ganhado vantagem e estava a fim de despistar os arruaceiros, pena que sua sorte não veio a calhar ficando contra uma rua sem saída entre duas casas que não haviam janelas eram conectadas por uma passagem que fechava o rota de fuga de Farway. – Eu o peguei primeiro. – Falou Esti colocando sua espada sobre seu ombro, Yulo chegava alguns segundos depois e falava. – Aposta é aposta, pode ficar com ele, mas tu vai perder e eu vou limpar sua bagunça. – Ele não parecia querer interferir na luta de seu rival, ficava encostado no inicio do beco sabendo que se o ferreiro fosse tentar fugir, iria acabar com seus planos com um movimento, segurava seu bastão com destreza.

É melhor você se preparar, vou acabar com tua raça. Essa tua coxinha ai de frango foi o começo, daqui a pouco, faço todos os cortes e te coloco a venda. – Fala o homem bradando sua espada. – Eu vou acabar com você! – Depois dessa fala vamos para o outro protagonista dessa história, naquele beco escuro, o rapaz havia chegado no ápice de sua perseguição e talvez encontrado seu maior inimigo da noite. Os olhos do gatuno tentava reconhecer a figura dentro do beco procurando uma pessoa, mesmo indo de forma furtiva, ele não encontrava ninguém baixando sua guarda por um momento até que naquela escuridão, abaixo da altura de seus olhos onde procurava pela viúva, estava nada mais, nada a menos do que...

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Era o macaco, sim.. O MACACO! Ele segura em suas duas mãos facas e em sua boca mais uma apresentando um alto nível de ameaça, sua calda transitava e rebolava rapidamente e seus olhos amarelados brilhavam nas sombras. Não era quem o caçador esperava, mas havia um pequeno inimigo a sua frente, antes que ele fizesse seus primeiros movimentos, o macaco pegava o cabo da faca da sua boca com a calda deixando seus grunhidos animalescos soltos. – Uh há há! – Passava a impressão de querer falar algo, balançava a faca de sua pata direita em forma de dança e depois direcionava ao seu pescoço e fazia um sinal bem conhecido pelos humanos. – HU HU HÁ! – Passava a faca em seu pescoço de forma figurativa, Mirutsu reconhecia que ele dizia que o rapaz iria morrer por suas mãos e quando menos se esperou, o macaco pulou e forma agressiva para cima do rapaz segurando sua nuca e passando seus pelos crespos da barriga na cara do nosso herói.

O peso o lançou para trás e que por ventura tinha uma janela semi fechada, estava apenas encostada e assim o homem foi lançado para dentro de uma cozinha, esta que tinha um bom espaço para uma luta de um heman e dois cearenses. Quando se levantou do ocorrido, o macaco havia sumido e entre os balcões e mesas do lugar, conseguia ouvir o fino som de uma lâmina sendo arrastada no chão.  


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MensagemAssunto: Re: Hey Ya!   Hey Ya! - Página 4 EmptySab 5 Set - 19:10

E o mankeyke foi torrado



Eu ia em direção até o beco escuro com minhas mãos trêmulas e minhas pernas bambas, já esperando o meu encontro com a Viúva e como eu não sou um dos caras mais otimistas eu já esperava ter um combate muito difícil ou até mesmo uma surra para a maldita, na realidade, pela primeira vez, eu estava torcendo pra Megalinho aparecer e vir ajudar a lidar com aquela desgraçada... mas, toda a expectativa que eu tinha foi quebrada quando eu notei o que havia feito o barulho naquele beco escuro.

Quando eu notei a movimentação, primeiramente eu pensava que poderia ser um daqueles anões, que nem a velha que me vendou a mochila hoje mais cedo, devido ao tamanho da figura, mas, logo eu via o que era na realidade. Era o macaco da Viúva, que carregava duas facas e me ameaçava com gestos que eu nem imaginava que era impossível de ensinar para um primata.

- Que porra é essa?- não consegui segurar minhas palavras, apenas ver uma imagem daquela já era algo totalmente absurdo. Como aquele animal havia adquirido tanta inteligência? Não pude negar que ainda sentia medo, quando vi o mesmo se movimentando pelas sombras com seus olhos amarelos, mas, a sensação de confusão nesse momento superava o meu medo e por algum tempo eu fiquei sem reação... bom até o macaco filho da puta vir pra cima de mim e pular em meu rosto.

O susto foi tão grande que eu cambaleei e cai para trás e caindo de costas, eu passei por dentro de uma janela que não estava trancada ali naquele beco. Quando olhei por todo o novo ambiente, aparentemente eu estava dentro de uma cozinha, com mesas e balcões naquele cômodo e o macaco havia sumido completamente do meu campo de visão. Instintivamente, já começava a me levantar e procurar com meus olhos o macaco, enquanto eu planejava o que fazer em seguida.

Bom, eu estava enfrentando um macaco armado, não lutar do jeito que normalmente eu luto, com furtividade e golpes súbitos contra o inimigo desprevenido não daria nada certo, devido seu tamanho... bom, eu estou numa cozinha, então eu tenho um certa coisa que eu queria testar... se der errado, só comprova que esse macaco não é um animal comum. Pra começar, eu procuraria por cima das mesas e dos balcões algumas frutas, de preferência o alimento favorito dos macacos, a banana. Durante a minha procura, eu prestaria atenção ao som que o mesmo produzia quando arrastava a sua faca para caso o mesmo tentasse me atacar enquanto eu procurava os alimentos e caso o mesmo viesse a me atacar, eu tentaria esquivar-me da melhor forma possível, principalmente porque o mesmo sabia usar facas, mexendo de um lado para o outro enquanto recuava para trás, eu tentaria manter distância do mesmo e caso o mesmo desse brecha pra mim, eu meteria um bicudo nele na primeira oportunidade que me aparecesse, como se ele fosse uma bola de futebol. Bom, nenhum guarda ambiental deve andar por aqui mesmo e esse macaco é cúmplice de uma procurada.

Se eu conseguisse achar uma fruta eu tentaria achar o macaco e quando o visse, eu atiraria a fruta para o mesmo e veria a sua reação, obviamente, meu intuito era distrair o mesmo, não queria perder tempo lutando com o animal de estimação da Viúva e logo eu daria o fora dali, caso o mesmo realmente se distraísse. Mas, se ele não parecesse se distrair, eu não perderia tempo, me aproximaria do mesmo e daria um chute naquele pequeno diabo em formato de macaco. Parece que a Viúva conseguia até mesmo encantar animais para lutar em seu favor.

Se tudo desse certo e eu desse conta do macaco, logo eu buscaria voltar pra onde eu estava observando o Jonas anteriormente para ver se tinha algum sinal da Viúva e daria uma boa olhada no lugar novamente em busca de pistas da mesma. Se não achasse nada de novo, eu então iria até a porta da casa de dois andares onde possivelmente ela estava e com um chute, eu tentaria arrombar a porta na força bruta, o que não era muito de meu feitio... mas, situações desesperadoras exigiam medidas desesperadas e ser atacado por um macaco armado com faca com certeza é algo que me deixa bastante nervoso. Obviamente, se Jonas ainda estivesse na frente da entrada, eu simplesmente jogaria o mesmo para o lado antes de chutar a porta, e bêbado do jeito que ele tava, eu não esperava qualquer resistência do cara.

Uma vez lá dentro, daria mais uma observada no ambiente por completo, em busca de pistas de que a mesma se encontrava por ali, apesar de que na minha cabeça, ela que havia mandado o maldito macaco pra ir atrás de mim. Talvez ela tenha me percebido quando estava na janela? Não sei, mas, eu queria rastrear os passos dela. Aquela mulher valia uma bolada e eu realmente precisava daquele dinheiro.

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MensagemAssunto: Re: Hey Ya!   Hey Ya! - Página 4 EmptySab 26 Set - 21:55




Hey Ya!
Lokura!



Na calada da noite que o caçador de recompensas se deparava com um dos menores inimigos que enfrentou em sua vida, o macaco era esperto se escondendo entre as sombras e estruturas da cozinha, nosso herói vislumbrava apenas vultos e barulhos esguios da criatura que brincava com a cara dele. A movimentação do primata era veloz assim como seus movimentos de faca que em pequenos e rápidos pulos, faziam pequenos cortes em Mirutsu que tentava achar alguma fruta, todos os ferimentos por sua vez eram superficiais que apenas machucavam e distraiam o rapaz. Alguns golpes eram esquivados e por sua vez uma chance surgiu, o macaco havia pulado e dado de cara com o chão ficando olho a olho com o gatuno que tinha uma bela resposta para a situação. – Munhá! – Falou o macaco correndo e erguendo uma das facas com sua calda, Miru se preparava para um golpe majestoso quanto poderoso, era a famosa bicuda.

Correndo em direção ao rapaz, o macaco se atirou querendo travar suas duas facas na perna do gatuno que rapidamente o chutava com força, se fosse qualquer macaco, a criatura com toda certeza seria atirada contra o teto e acabaria por cair no chão derrotada, mas o primata tinha um nome dado pela viúva para lhe atribuir de sua principal característica, seu nome era STRONG Franky. – UHAAAAAAAA! – Quando a perna de Mirutsu alcançou seu ápice pode ver agarrado nela a figura animalesca segurando com os dois braços seu membro inferior, este por sua vez aproveitou e com sua calda, perfurou a coxa do rapaz com uma das facas e pulou mais um vez se escondendo entre as sombras da cozinha. – Hihihi hahahaha. – Mangava de Mirutsu enquanto mais uma vez voltava a sua estratégia inicial.

O ferimento na coxa foi profundo o suficiente para deixar a faca cravada em sua carne, a arma estava mais para uma face de cozinha pequena, mas não tirava o fato que diminuiria sua mobilidade, buscando com os olhos o primata, via uma fruteira velha feita de madeira no canto do lugar, lá havia um cacho de bananas, mas o caminho a se percorrer era perigoso já que havia diversos obstáculos e armários ao qual o macaco poderia usar para pular em sua direção e mais uma vez perfurar sua pessoa, a resposta para seus problemas seria de fato uma banana?


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MensagemAssunto: Re: Hey Ya!   Hey Ya! - Página 4 EmptyTer 29 Set - 0:39

E o mankeyke foi torrado



Aquele merdinha era mais parrudo do que eu havia imaginado... parece que a maldita havia o treinado bem e que eu não iria conseguir sair rápido daquela situação assim como eu queria. O pequeno tamanho do infeliz escondia uma força que era totalmente desproporcional, em minha mente, um chute meu seria suficiente pra esbagaçar ele todo, mesmo que eu não seja de subestimar meus oponentes... mas, é comum pensar nisso quando se luta contra um macaco.

O filho de rapariga era ligeiro e forte, conseguiu segurar meu chute até que bem e aproveitou para dar uma facada em minha coxa, por sorte, o ferimento parecia que não ter chegado no meu osso, apesar de ter penetrado profundamente em meus músculos da coxa e com isso ter deixado a faca presa em minha perna. Resmunguei de dor para não chamar a atenção e rangi os dentes, com raiva em meu olhar, procurando o pequeno infeliz.- Pequeno em tamanho, mas, um grande de um arrombado hein.- eu disse, agora me ajoelhando enquanto apoiava a perna que foi atingida e via meu sangue escorrendo. Bom, não tinha sido tão ruim quando a facada que eu havia levado na noite anterior, mas, ainda doía para caralho. E o pior de tudo, rasgou uma parte de minha calça que eu batalhei tanto para conseguir pagar pela confecção. Isso era imperdoável para mim.

Aquele golpe com certeza me deixaria mais lento, mas, finalmente eu tinha achado uma fruteira que estaria ao alcance se eu atravessasse um caminho tortuoso; cheio de apoios pelo qual o maldito macaco poderia usar para me atacar. De qualquer forma, eu não estava mais em busca de terminar aquela desavença de maneira "pacífica", então, era hora de entrar em seu joguinho. Primeiramente, eu tinha que me livrar da faca cravada em minha coxa, então eu logo seguraria a mesma pelo cabo e puxaria a mesma com força, já esperando a enorme dor que aquilo ia causar em mim. Depois, me levantaria e daria mais uma olhada no perímetro.

Achando o macaco ou não, eu então jogaria a faca pela janela por onde eu havia entrado, agora deixando ele somente armado com uma faca, eu não teria mais tanta coisa para me preocupar quando o mesmo surgisse para me atacar. Então eu lançaria a isca, andando lentamente até a fruteira, eu esperaria que o primata agisse, totalmente alerta aos meus arredores e ao primeiro sinal do ataque dele, eu usaria os famosos sidesteps, esquivas que buscam de utilizar o mínimo de esforço possível, com somente movimentos rápidos do corpo de um lado para o outro, como um boxeador faz normalmente. Com minha perna naquele estado, era arriscado demais tentar esquivas mirabolantes e acrobáticas demais.

Na primeira brecha que me surgisse, no momento em que o macaco me atacasse, eu tentaria então por agarrar a sua calda, com um rápido movimento em seguida, bateria o mesmo no chão duas vezes, usando a sua calda para tal e na última eu o levantaria e desceria meu braço com tudo, em direção a um chute com minha perna boa. Caso não conseguisse agarra-lo, tentaria socar o mesmo quando se aproximasse, tentando mandar o mesmo para mais longe de mim, enquanto eu seguia meu caminho, ainda que de maneira cautelosa e paciente.

Caso eu chegasse na fruteira antes de ser atacado alguma vez pelo mesmo, o que era improvável, eu rapidamente pegaria uma banana do cacho e buscaria achar o primata em meio aquela bagunça toda. Se ele aparecesse e parecesse interessado na fruta, eu me aproximaria lentamente do mesmo, ainda alerta, caso o mesmo quisesse me atacar, daria um salto para trás ao menor sinal de hostilidade. Quando estivesse próximo o suficiente, eu tentaria agarrar o pescoço do infeliz com ambas as minhas mãos e começaria a pôr força para esganar o infeliz.- Rasgou minha calça parceiro? Agora é pessoal.- diria, enquanto faria toda força possível para sufocar o desgraçado.

Se de alguma maneira eu finalizasse o arrombado, eu logo buscaria dar o fora daquele local, com aquela luta toda, provavelmente não demoraria para alguém surgir e eu não queria manchar minha reputação de caçador de recompensas. Passaria novamente pela janela e iria em direção da suposta casa da Viúva, antes disso, analisando a rua ao meu redor, antes de prosseguir com mais alguma ação.

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Última edição por GM.Mirutsu em Sab 3 Out - 20:51, editado 1 vez(es) (Razão : Adicionei uma aba para ferimentos)
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MensagemAssunto: Re: Hey Ya!   Hey Ya! - Página 4 EmptySex 2 Out - 21:55




Hey Ya!
Lokura!



Se tinha alguém realmente puto da vida, este alguém era nada menos nada mais que nosso protagonista chamado Mirutsu, sua calça feita com tanto amor e cuidado havia agora um corte e manchas de sangue acabando com o estilo diferenciado do gatuno que clamava por justiça, o macaco havia tirado o que o rapaz não podia perder, sua paciência. Ele não queria terminar as coisas de um jeito pacifico mais, ele queria esganar e acabar com o primata na porrada se tivesse a chance, olhando para a fruteira e vendo os apoios que o animal teria para ataca-lo, decidiu seguir em frente enfrentando diretamente os cortes velozes do símio.

Ele sabia de sua condição, sua coxa havia sido perfurada e o instrumento usado para tal ferida descartado para sempre, o macaco da viúva não poderia pegar novamente sua arma querida e assim observou com cuidado a corrida de Mirutsu. Pulando e picotando, fios da lâmina passavam voando pelo gatuno que se esquivava utilizando de uma pequena técnica utilizada por lutadores experientes, os cortes não eram profundos e ao aterrissar o primata já partia para as sombras se escondendo com facilidade graças sua pelagem escura. – Uaaaa! – Ele rosnava em direção ao Miru que por sua vez já estava possesso e agarrava a caldo do macaco e enfim causando algum dano a ele o jogando contra o chão, o impacto era forte o bastante para quebrar o piso de madeira da cozinha.

Não durou muito para o primata perder mais uma de suas facas lançada contra a mão do rapaz que era forçado a soltar a calda para não ser atingido, o corte era efetuado de forma superficial deixando nada mais que um rastro assim como o macaco que sumia mais uma vez restando apenas mais uma faca a sua disposição. Isto dava tempo de Mirutsu chegar até a fruteira e aproveitar das bananas, esta que seria a chave de sua vitória, pois o ataque do macaco foi tão rápido quanto impiedoso indo diretamente pelo lado machucado do rapaz, o mamaco por sua vez segurava a faca com uma das mãos erguendo sobre sua cabeça e urrando feito uma fera. – UAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!

Foi ao notar que na sua frente existia um cacho de suas favoritas bananas que ele parou e olhou arregalado para as frutas, usando da distração, o rapaz foi calmamente até o primata que largava a faca e estendia as mãos para receber aquilo que tanto queria, porém não esperava pelo agarrão de Miru. Esperneava até perder suas forças, o caçador queria finalizar o mais rápido possível para enfim ir para seu real objetivo e terminando seu serviço saia pela janela que havia entrado se deparando com o bêbado que agora estava de pé e investigava o barulho. – Ei você? Ta legal? – Ele falava meio afobado, antes da resposta do caçador, uma figura saia voando pela janela em sua direção, mas de costas não podia se defender e foi assim que a vítima da viúva salvou sua vida já que ele empurrou o nosso herói. – Cuidado! – A besta enjaulada cheio de ódio encarava os dois e cambaleava para os lados. – Esse macaco, eu conheço ele! – Exclamou tentando se levantar sem sucesso.


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MensagemAssunto: Re: Hey Ya!   Hey Ya! - Página 4 EmptyTer 6 Out - 22:45

E o mankeyke foi torrado



Quando eu coloquei em prática meu plano, tudo saiu mais ou menos como eu planejava, com o pequeno primata me atacando enquanto eu ia até a fruteira. Não é de meu costume perder a seriedade enquanto estou numa luta, mas, eu não pude conter meu sorriso de "caiu em meu jogo" quando o mesmo veio pra cima de mim. Claro, não sai ileso do trajeto, mas, tudo que sofri foi alguns cortes superficiais, algo que eu não precisava me preocupar tanto mais tarde, diferente de como estava minha perna. Sorri ainda mais quando eu joguei aquele maldito contra o chão e esganei ele com minhas mãos.

Quando saí de dentro daquela casa, eu já imaginava que o macaco não daria mais algum trabalho, eu tinha colocado tanta força enquanto eu esganava o animal, que o mesmo deveria ter passado bem mais tempo em nocaute. Bom, alegria de pobre dura pouco. Não deu nem tempo de eu falar com o Jonas, já que o macaco voltou para infernizar a minha vida. Por sorte, mesmo bêbado o homem até que tinha reflexos rápidos, me empurrando para o lado para evitar o ataque do macaco da Viúva. - Valeu.- eu respondi, após perceber que ele havia me tirado de uma sinuca de bico.- Esse é o macaco da famosa Viúva.- respondia a afirmação de Jonas, enquanto olhava fixamente para o macaco que cambaleava de um lado para o outro. Pelo visto, eu tinha causado uma boa quantidade de dano no mesmo.- Ela o treinou direitinho para lutar. Ele até mesmo sabe usar facas, então tenha cuidado.- assumindo minha postura de combate, eu já começava a me preparar para atacar.

O maldito tinha uma mania feia de atacar o meu rosto, então quando eu me aproximasse o bastante, não perderia tempo e tentaria atacar o mesmo primeiro, com um soco de cima para baixo, independente de onde eu o acertasse, buscando esbagaçar o arrombado contra o chão. Mas, caso o mesmo não mostrasse intenção em fazer isso e buscasse atacar minha perna ferida como agora pouco, eu faria o inverso, me agacharia rapidamente e daria um gancho no mesmo com toda força que tinha. Sem misericórdia para macaco. Uma coisa que eu aprendi é que não se deve desperdiçar movimentos muito fortes como os esses, e assim que os golpes conectassem no bicho, eu seguiria com um chute de cima para baixo, tentando acertar o animal antes que ele se recuperasse do meu ataque.

Para me defender do macaco maníaco eu usaria movimentos curtos, forçar a minha perna não era o ideal, afinal eu ainda tinha a dona dele para enfrentar depois de acabar com ele, então, eu continuaria utilizando os sidesteps e até mesmo fintas, de um lado para o outro, fingindo que iria me mover para um certo lugar e para atrair a atenção do primata e talvez fazer ele se precipitar. Caso eu percebesse que o ferimento iria causar muito dano, no entanto, eu iria forçar um pouco minha perna, para realizar uma esquiva que cobrisse mais terreno, me afastando com um salto para trás. No entanto, tentaria manter ao máximo a estratégia de realizar movimentos mais simples, mesmo que isso me fizesse sofrer dano, desde que o mesmo seja apenas superficial.

Ao fim, se eu derrotasse o macaco, finalmente eu poderia parar e descansar um pouco e tentar ter uma conversa com o Jonas, como eu queria desde o começo.- Eu imagino o que caralhos esse bicho estava comendo.- eu ajudaria o cara a se levantar, estendendo minha mão para o mesmo, se ele precisasse.- Então, você perguntou o que está acontecendo...- eu cruzaria meus braços, olhando em volta para ver se notava a presença de alguma outra pessoa.- Bom, eu sou um caçador de recompensas e estou atrás de uma certa pessoa... ela é conhecida como Viúva e é a dona desse macaco, como você deve saber.- eu mexeria minha cabeça em direção aonde estivesse o bicho de estimação da Viúva.- Continuando... bom, não sei se você conhece a fama da "donzela" que você estava procurando, mas, nenhum homem que se envolveu com a mesma foi visto de novo. Eu estou aqui tentando impedir que a mesma continue fazendo isso.- colocaria minhas mãos em meus bolsos, voltando a fazer minha expressão de tédio.- Então, de uma maneira ou de outra eu tô salvando você, meu caro amigo. Logo, eu gostaria que você colaborasse para que eu possa achar e dar um sacode nela o mais rápido possível.- depois de uma breve pausa eu terminaria por dizer:- Qualquer informação ajuda, Jonas.- eu escutaria o que o homem tinha a falar sobre a mesma, com a esperança que saísse algo de útil da boca do bêbado.

Após o mesmo terminar de falar o que quer ele sabia, eu voltaria a para frente da casa onde ela havia conversado com a Viúva e buscaria escutar o que ocorria lá dentro antes de formular como eu deveria invadir. Na realidade, ainda que eu tivesse medo da procurada, minha ganância pela sua recompensa ainda era maior. Afinal, aquele dinheiro iria ser bem usado em futuros mantimentos em minha viagem até Shells Town, a última cidade do East Blue antes do Farol. Claro, poder falar para Lilith que eu havia capturado uma procurada de 18 milhões de recompensa também seria incrível e talvez isso me desse mais alguns pontos com o sogrão, ainda que eu estivesse muito longe de chegar ao rank de caçador que ele tinha.

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Última edição por GM.Mirutsu em Dom 11 Out - 12:34, editado 1 vez(es)
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