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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2 - The Enemy Within

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MensagemAssunto: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 8 EmptySex 06 Mar 2020, 14:46

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2 - The Enemy Within

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Elise Von Bernstein. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 8 EmptyDom 10 Jan 2021, 21:20

Lighthouse


Depois de todos os esforços, de quase ser lançada para fora do navio, tamanha era a ira do mar, nós havíamos passado por todo o percurso da bizarra montanha reversa. Não era algo que eu imaginava que fosse acontecer, sinceramente, mesmo que a maré tenha se acalmado, ainda estava estática, sem esboçar grandes reações, como se o corpo já houvesse se acostumado a ficar naquela posição dado o perigo que passei. Me custou alguns segundos para perceber que não era um delírio da viagem. Nós realmente havíamos vencido. “Céus... Mas que dia.” Levei a mão canhota a testa, enquanto encarava o assoalho da embarcação, com um sorriso bobo no rosto. – Grand Line... Lá vamos nós. – Me recompus, ajeitei a postura e fiz questão de observar meus arredores. Eva estava extasiada, Takeo parecia um pouco mal com as turbulências e fazia algo não muito bonito de se contar. “Pelo menos não tá caindo pelo navio... Nojento.” Agora que estava um pouco mais consciente dos meus arredores, faria questão de acompanhar a major para os fundos, dizendo em alto e bom tom: – Tá, vou ver se tá tudo certo com a pata. – Quando ela mencionou o traidor, me amargurei de imediato, com a voz saindo rouca. Depois de passar por uma aventura mortal dessas – e sair viva – eu acho que estaria mais bem humorada, mas me lembrar que aquele traste estava lá conosco não era uma recordação boa. “Espero que ele não tenha morrido... Mas pelo menos uma ou duas batidinhas ele deve ter levado.” Sorri de canto, com um pouco de sadismo, e segui em busca do animal.

Não havia muito o que fazer, por enquanto. Até que Eva e Takeo estivessem prontos, eu poderia passar um tempinho com a pata de Baterilla, ao menos checar por possíveis ferimentos e outras complicações da viagem. Ao aproximar-me, afagaria sua plumagem de forma bem gentil, enquanto a fitava. – Cê tá bem? – Não esperava que o bichinho entendesse minha fala, mas torcia para que, pelo menos, entendesse a mensagem, e se remexesse com o carinho, para que eu pudesse inspecionar melhor seu corpo em busca de possíveis escoriações. Depois disso, buscaria por algum canto próximo ao animal para me sentar. Inspirando de forma pesada, a vista se perderia olhando para cima enquanto o ar era soltado aos poucos. Por ela não entender o que eu falo, e mesmo se entendesse, eu não seria capaz de entender suas respostas, Lil’ Flash acabava sendo uma confidente perfeita para uma garota tímida – e carrancuda – como eu. – Minha patinha... Esses últimos dias tão sendo difíceis. – De fato, eu havia enfrentado coisas que eu nem imaginava serem possíveis, e além disso tudo, ainda havia acontecido aquele evento bizarro, que não deve ter durado mais do que alguns segundos no mundo real. – Quantas coisas eu perdi desse mundo, ao passar anos e mais anos trancada como um animal? – Experienciava uma mistura amarga, sobretudo confusa, de sentimentos. De certa forma, era ótimo finalmente ser livre, mas lembrar-me de tudo que passei nos últimos anos não era uma sensação boa.

Dei um último cafuné na pata e decidi me levantar, era só uma questão de tempo para alguém aparecer e ouvir minhas lamentações, e o que menos preciso no momento é ser pega em uma situação embaraçosa. “O que eles pensariam? Olha só! É a Elise, a doida que conversa com patos!” Aquilo foi o suficiente para me motivar a meter o pé dali. Voltei aonde estava outrora, imaginando que encontraria pelo menos um dos meus companheiros do exército pelo convés. Escoraria em algum dos cantos, de braços cruzados, até que a major resolvesse aparecer e nos desse algum norte para seguir. Assim que ela estivesse à vista, dispararia algumas perguntas para a ruiva. – Então, daqui em diante a gente faz o que? Já é hora de interrogar nosso refém, ou vamos pro farol primeiro? – Eu estava tão dispersa nos meus pensamentos que não me surpreenderia se o tão aclamado farol estivesse a poucos metros de mim. O que seria melhor ainda, pois nesse caso, eu mesma tomaria a iniciativa de sair do barco e andar até a construção, isso se houvesse terra para tal. Caso contrário, apenas permaneceria parada, escutando o que eles tinham para dizer. Se fosse preciso ir para qualquer outro lugar, não hesitaria em seguir o grupo.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 8 EmptyQui 14 Jan 2021, 21:37




The Enemy Within
Farol.



Se Evangeline tinha algo para cuidar isto não a tornava muito diferente de Elise que acabou de passar por um sufoco, mas também tinha alguém para conferir se estava tudo bem, este alguém não era uma pessoa e sim uma ave feroz e corajosa que ficou nos fundos do barco para não sair voando como seus ancestrais. Entrando na instalação do pato, ela não tinha uma boa impressão do que estava ocorrendo, a sua frente o animal parecia nervoso chutando o ar algumas vezes e o chão estava uma bagunça apesar que a subida da Reverse também fosse um dos motivos.

O pato continuava chutando e bicando o ar como se estivesse atrás de alguma coisa, a pergunta de Elise saia chamando a atenção do pássaro que olhou com determinação para a moça e começou a correr em círculos ao redor da espadachim que não sabia o que fazer ou o significado das ações de sua companheira. Com suas asas, as plumas apontavam para um canto da sala aonde não existia nada ou a menos não era para existir, em um passe de mágica ao piscar duas vezes, Elise enxergava uma mulher com um vestido de noiva flutuando no ar com sua mãos para cima como se estivesse prestes a agarrar sua presa.

Boo! - Ela falava enquanto a espadachim quase ficava pálida, podia ver muito bem o motivo da pata está tão alvoroçada, a sua frente existia uma mulher esbranquiçada com vestes de casamento voando enquanto três balões de mesma coloração com feições sorridentes e língua para fora faziam a bagunça, jogavam moveis e papeis para todos os cantos e riam, pareciam ser os comparsas da donzela amaldiçoada. - Você vai morrer de medo, BAKA!


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 8 EmptyDom 17 Jan 2021, 10:29

A Fantasminha (não tão) Camarada


Quando finalmente achei Lil’ Flash, o que eu menos esperava aconteceu... Mentira, eu não tinha a mínima expectativa que uma cena daquelas poderia ocorrer. A pata estava completamente descontrolada, ela corria de um lado para o outro como se houvesse algo de errado por ali, e se realmente foi isso, ela não estava errada. – QUÊ?! – Uma moça fantasmagórica surgia perto de nós, junto de três balões bizarros, que por algum motivo possuíam bocas e pareciam dar gargalhadas. “E-Eu tô alucinando? Ou será que o barco realmente se perdeu na tempestade e eu morri?” Independente do que fosse, parecia bem real para os meus sentidos. Não só isso, mas o jeito que a ave se comportava corroborava para a minha tese, aquilo era, no mínimo, uma ameaça, independentemente de onde eu estava ou das minhas condições. “A menos que Lil’ Flash seja uma alucinação também...” Antes que eu me perdesse numa espiral de pensamentos redundantes, eu tinha de fazer alguma coisa, e rápido.

Em primeiro lugar, a minha prioridade era tirar a pata dali. Já não estávamos mais em maus lençóis então não acredito que ela corria perigo correndo solta pelo navio. Eu enxotaria o bicho da onde estávamos, com pressa, por não entender os limites dos poderes da noiva. – VAI! Eu cuido disso! – Se a ave apresentasse resistência, também daria leves empurrões para que ela saísse dali. Uma vez sozinha com minhas companhias... bizarras, eu sacaria minha arma, brandindo-a na direção da figura misteriosa. No primeiro momento eu senti medo, o pavor de ver algo tão fora do comum surgir, ainda mais por conta do lugar em que eu estava, mas não deixaria o medo me dominar, e com o coração quase pulando pela boca, berrei na direção dela. – NÃO SEI QUEM VOCÊ É, MAS ESCOLHEU UM PÉSSIMO DIA PRA ME ENCHER A PACIÊNCIA! – E daria um salto em sua direção, tentando cortá-la, ou um daqueles balões irritantes, na horizontal. Não entendia muito bem o que estava acontecendo, mas talvez a minha ofensiva, o surto da ave e meus gritos chamassem atenção dos outros membros do navio, dando tempo para que eles se preparassem melhor para lidar com a invasora.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 8 EmptyQua 20 Jan 2021, 23:16




The Enemy Within
Farol.



Como uma heroina dos quadrinhos, Elise olhava para a pata preocupada diante de toda a situação bizarra ao qual vivia, já não bastou subir por um dos fenômenos mais assustadores do mundo, teria que agora que batalhar contra uma fantasma que tinha a capacidade de flutuar e passar por dentro de objetos. A ave resistia ao comandos da espadachim, pois queria lutar ao seu lado naquela empreitada, porém aos empurrões da moça, o pato sucumbia e era expulso da sala sabendo que Elise havia tomado a frente na hora de enfrentar inimigos tão fantasmagóricos.

Lançando sua espada contra a fantasma, só passava por dentro da noiva que colocava os braços na cintura e com a cabeça erguida de forma arrogante dizia. - Ahahaha! Boba, boba, boba! Nunca que você vai conseguir me atingir, eu sooou incrível! E vou assombrar você e esse barco para sempre! Muahahaha! - Mesmo diante de tal provocação, Elise se sentia inconformada com sua situação, como poderia afetar o plano astral? Teria que contratar algum médium ou padre para acabar com a fantasma talvez, mas não havia tempo para isso e muito menos poderiam existir esses tipos de pessoas no Farol.

Por sorte, a fantasma era muito arrogante e revelava sua fraqueza assim que os esforços de Elise resultaram no estouro de um dos fantasmas. - Você pegou só um, vai ter que pegar os dois para me fazer sumir. Mas agora, eu não vou deixar você fazer nada! VOU TE ASSOMBRAR! BUUUUUH! - Ficava voando em frente a Elise passando por dentro dela a fazendo ter calafrios por todo o corpo além do intenso frio na barriga, a noiva ficava passando pela cabeça da cabo tampando a sua visão e fazendo com que os balões acertassem livros e pedaços de madeira nela.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 8 EmptyQui 21 Jan 2021, 19:56

A Fantasminha (não tão) Camarada


Aquela situação era absurdamente bizarra. Eu me negava a acreditar que realmente estava enfrentando uma noiva fantasma de ego inflado, e seus capangas também fantasmagóricos. Só o jeito debochado daquela mulher me fazia perder a paciência, pelo menos eu havia conseguido retirar Lil’ Flash daquela confusão, não sei se a pata seria útil nesse momento, sabe-se lá o que os fantasmas poderiam fazer com ela. E falando sobre a capacidade dos fantasmas, quando aquela aberração atravessou meu corpo como se eu não fosse tangível, foi uma sensação bem desconfortável, e acima de tudo, estranha. Não parecia com um ferimento, mas fazia meu corpo arrepiar por inteiro. Quase como se eu tivesse levado um susto, mas a sensação durasse muito mais do que alguns segundos. “Eu... Odeio isso.” Era até difícil formular algum pensamento, tamanho o desconto que o frio na barriga causava.

Eu tinha de arranjar algum meio de parar aquela assombração. Quando tentei acertar a noiva, minha espada apenas cortou o ar, mas quando ela atingiu um dos balões, ele desapareceu. Não bastasse isso, a boca grande da minha inimiga fez com que ela revelasse que os ajudantes eram sua fraqueza. “Então é só me livrar deles e ela some? Valeu, idiota.” Fazer com que os malditos balões sumissem seria melhor ainda. Eles também eram irritantes, não paravam de jogar utensílios em mim, mas comparados com a soberba da garota e a sensação que ela me causava quando... me atravessava, não pareciam nada demais. Eu estava em desvantagem naquela parte do navio e precisava arranjar uma forma de lutar num local mais vantajoso, por isso, após perceber que meus golpes eram inúteis contra a fantasma, eu fingiria estar desesperada, olharia a lâmina da espada como se eu já soubesse que aquele era meu fim, e sairia correndo pelo mesmo lugar que Lil’ Flash foi . – S-SAI DE PERTO DE MIM! – Não era muito boa de atuação, mas tentaria fazer aquele berro, em meio a falsos soluços, parecer o mais verossímil possível.

Já tinha em mente o que fazer, assim que saísse do cômodo, eu esperava que aqueles paspalhões sobrenaturais me seguissem. Por serem intangíveis, eu não fazia ideia por onde viriam, mas me prepararia de antemão. Uma vez fora do cômodo anterior, eu agarraria a espada e avançaria na direção dela mais uma vez. – ME DEIXA EM PAZ, SUA MALUCA! – E a raiva seria posta para fora, numa nova tentativa de golpear meus perseguidores, mas dessa vez, de uma forma um pouco diferente. Sabendo como seus poderes funcionavam, eu tentaria usar a intangibilidade da fantasma ao meu favor, me jogando em direção ao seu corpo no intuito de atravessá-lo. Mesmo que aquilo me fizesse sentir vários tremeliques, valeria a pena, se eu conseguisse cortar mais um dos balões. Se tudo desse certo, eu estaria rangendo os dentes e tremendo mais uma vez, porém teria destruído mais de seus comparsas. “S-Só... Falta... Um.” E como mencionei antes, até pensar seria difícil, se eu realmente tivesse atravessado a garota.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 8 EmptySab 23 Jan 2021, 14:15




The Enemy Within
Farol.



Sentindo aquele alvoroço ficar cada vez pior, teria sorte de escapar daquilo com vida, ou a menos sem sequelas em sua mente, a noiva parecia meio boba, mas não tirava o fato que existia um morto-vivo na frente de Elise tirando toda a lógica do mundo sobre pós-vida, a espadachim investia em seu plano para deter os balões que se mostravam o ponto fraco da grande noiva. Faria com que eles a perseguissem, ia em direção a porta para fugir daquele cômodo que só servia de vantagem para os fantasminhas, não podia manipular sua espada com facilidade e muito menos tinha paz, pois a todo instante recebia diversos objetos em alta velocidade contra seu corpo.

Os machucados eram leves e doloridos, quando a garota se dirigiu a porta, os balões realmente a perseguiram, porém ela não conseguia abrir a porta, a tranca estava travada e mesmo que chutasse com toda sua força, parecia uma porta de aço. - Hehehehe! Não achou que eu fosse te deixar fugir, achou? Buh, buh, buh. Não vou deixar que a única pessoa que me viu desde que morri, suma assim! - Ela abria seus braços e na ponta de seus dedos surgia uma luz vermelha e rastros dessas luzes iam até a porta, talvez fosse um feitiço sobrenatural da fantasma.

O planejado era counterado, não tinha como sair daquele recinto, porém aproveitava dos balões estarem próximos para passar por dentro da noiva que levava um susto. - Oah! - Ela não esperava que a espadachim fosse entrar nela assim. - Ei, isso não foi gentil! - Ela reclamou observando que mais um de seus companheiros haviam sido estourados pela garota abacate, e isto a enfurecia, o balão agora se avermelhava e o teto começava a escurecer deixando toda a iluminação fraca além que a temperatura baixava, o balão estava mais rápido como nunca e a noiva declarava. - Você vai ficar comigo para sempre!


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 8 EmptySab 23 Jan 2021, 17:31

A Fantasminha (não tão) Camarada


E o plano foi um sucesso! Bem, mais ou menos. Eu havia conseguido detonar mais um dos capangas da noiva fantasma, mas não conseguia sair dali e, para deixar a situação ainda pior, ela estava nitidamente zangada. O último balão começava a se agitar ficando difícil para meus olhos o acompanharem, além disso, ela usava uma espécie de magia escarlate para trancafiar a porta. “Merda... Isso definitivamente não era bom” eu também estava um pouco machucada, aquele tanto de objetos que os balões jogavam para cima de mim davam alguns arranhões e espalhavam umas dores pelo corpo, mas não era nada demais. Era como se o verdadeiro perigo estivesse prestes a começar. “Eu tenho que fazer alguma coisa, e rápido. Ela parece bem perigosa quando está com raiva.”

Acho que não preciso comentar o fato de que ao atravessá-la senti aqueles tremeliques pelo corpo mais uma vez. E ela, para a surpresa de ninguém, ficava aborrecida com minha falta de etiqueta. “Claro! E me assombrar logo depois que eu sobrevivo a essa maldita montanha é algo muito educado, não é, sua doida?” Já estava começando a ficar aborrecida também, mas aquele não era o momento certo para xingar minha oponente. Ela mencionava algo curioso, e que me fez cogitar uma ideia ousada, mas que talvez fizesse o estado de espírito dela mudar. Repousei a arma ao embainha-la, e caminhei delicadamente em direção a assombração. – S-Sou a primeira? Isso é... Uma honra. – Eu continuaria avançando em sua direção, com um tom meigo na voz, ainda que estivesse morrendo de vergonha. Sim, eu estava usufruindo das aulas de paquera com Takeo para chocar a garota fantasma. Eu não sabia se ela jogava nesse time, e sinceramente, isso não importava. Minha verdadeira intenção era pegá-la desprevenida, algo que a fizesse assustar, achar engraçado ou ficar envergonhada, qualquer emoção que não fosse a raiva de outrora, pois eu não tinha chance alguma de acertar aquele balão enquanto ele se locomovia tão rápido pelo quarto. “Se isso acalmar o último deles e não tiver mais nada sendo jogado em mim... Ótimo.”

Céus, aquilo era ousado, e eu ficava meio desconfortável em flertar daquele jeito com alguém que nem era vivo mais, mas parecia um belo jeito de surpreender minha oponente, se eu sobrevivesse a esse encontro, seria uma história incrível para se contar aos amigos. – Ficar para sempre? Parece interessante, mas antes... – Continuaria a andar em sua direção, até que estivéssemos distantes por poucos passos. Fitaria intensamente a fantasma, de perto, eu devo admitir, ela era bonitinha. – Você é... – Eu sabia que ela era intangível, mas esticaria minha mão até a sua, quase a tocando. –  S-Solteira? – E daria uma piscadela, por mais rápido que o coração bombeasse a timidez por minhas veias, me dando vontade de pular da embarcação e cair nos blues.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 8 EmptySab 23 Jan 2021, 23:53




The Enemy Within
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A tática era diferente, o ruivo teria orgulho das ações da moça apesar que enfeitiçar os mortos com a arte da sedução não era algo correto a se fazer, não era a primeira vez que Elise usava esse seu trunfo, se aproximou cada vez mais da fantasma que parecia horripilante com todo o transtorno causado pela espadachim depois de estourar o segundo balão da noiva que por sua vez ainda mantinha sua expressão assustadora, mas bastou alguns passos em direção a ela e os olhos cheios de glamour da cabo para começar uma nova era entre fantasmas e humanos.

Honra? Não fale assim, eu sei que você está assustada, vou te matar sua idiota! - A noiva recuava e o balão continuava com sua alta frequência de movimento, poderia dizer que estava ainda mais rápido, diferente dos planos da fantasma, a garota a sua frente assumia uma postura mais agressiva tomando a frente e indo até a mesma que recuava aos poucos, sua feição se avermelhava, porém era diferente das luzes que beiram a bizarrice, ela parecia estar corada. - Não fale asneiras! Não tem nada de interessante aqui! Eu vou acabar com você! - Flutuando e dando para trás, enquanto Elise se aproximava cada vez mais, o medo não era nada comparado a vergonha que ela estava passando.

Contra a parede estava a noiva, a revolucionária quase a tocava ficando mais íntima da fantasma que engolia em seco e seus olhos tremulavam buscando resposta em sua mente para o que ouviria a seguir. - Solteira?! - Sua voz saia como uma surpresa, mesmo estando totalmente trajada para um casamento, Elise tinha coragem de perguntar uma moça vestida de noiva se ainda continuava sem seu amor. - Han?! Hein? - Ela não tinha como recuar mais, apesar de ser intangível, não conseguia passar por aquela parede por algum motivo, talvez não quisesse. - Saia de perto sua baka! É claro que eu não sou solteira, tipo.. Eu sou muito querida, ninguém nunca me deixaria no altar nem nada do tipo! Sua BAKA! - Seria mentiras, tínhamos uma fantasma tsundere?


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 8 EmptyDom 24 Jan 2021, 10:17

A Fantasminha (não tão) Camarada


Bem, eu acabava conseguindo o que eu queria. Apesar de um surto inicial, a noiva fantasma logo se via envergonhada e recuava para trás, o mais impressionante é que, dessa vez, ela não ficou intangível, pois se mantinha encostada na parede, não se importando com a distância entre nós. “Será que é por ela estar envergonhada? Ou tem... Mais coisa aí? Ruivo, seu desgraçado, cê é mesmo um bom professor...” Independente das motivações da garota permanecer estática ali, eu conseguia algumas informações valiosas enquanto estava a galanteando. Ela mencionava algo sobre ser abandonada no altar, e aquilo atiçava minhas sobrancelhas de curiosidade. “Talvez esse seja o motivo do vestido e do comportamento dela?” Por mais que eu ainda me sentisse ameaçada pela garota, era impossível não sentir pena do que lhe aconteceu. Se ela foi mesmo abandonada no altar, eu até entendia o por quê dela ser tão maluquinha. “Céus... Espero que me perdoem, mas vou tentar ajuda nós duas a encontrar um pouco de paz.”

Sabendo das novas informações e percebendo que a mulher estava um pouco encantada, por mais que ela tentasse dizer o contrário, decidi não forçar mais a barra, e manter-me aonde estava. Depois de ouvir todos os comentários dela, fiquei cabisbaixa por um segundo, e voltei minha atenção novamente para a noiva, mas sem o intenso contato visual. – Heh. Cê é mesmo uma gracinha. – Eu não queria quebrar o clima de sedução ali, mas tentaria ser um pouco mais amigável com a fantasma. Uma pessoa abandonada no altar não merecia todos os xingamentos que levou. “Assim como eu não mereço um monte de lixo sendo jogado em mim...” Sendo delicada mais uma vez, eu aproximaria minhas mãos lentamente das delas, esperando que ela continuasse tangível. Eu ainda não tinha coragem para fitar a garota nos olhos novamente, e engasgava um pouco para falar. – E-Eu... Sinto muito pelo o que aconteceu contigo... – E continuaria de mãos dadas com ela, imaginando qual seria a sensação de, enfim, tocar uma pessoa que estava morta... e viva, simultaneamente. – Olha, eu tive um dia muito difícil hoje. E aposto que ocê também teve um dia... uma período da sua pós-vida, bem difícil. Será que a gente pode acabar com a nossa “brincadeira” de uma forma legal? – Dessa vez eu passaria a maior parte da minha frase cabisbaixa, mas fitaria a noiva no final, tentando parecer cordial e com um sorriso genuíno nos lábios.

Não havia como prever como ela reagiria dali em diante, talvez ela continuasse com a rispidez de antes, mas só para mascarar o que ela sentia de verdade. Minha atenção se voltaria ao balão dela, ao localizá-lo, eu faria um pedido bem constrangedor. “Não acredito que tô fazendo isso.” Depois de um leve trêmulo nos lábios, eu diria, envergonhada. – A-Amigão, se importa de vier um pouco mais perto da gente... – Talvez ela achasse que eu só queria estourar o último balão e ir embora dali. O que era parcialmente verdade, mas eu acreditava que ela merecia um pouco de afeto. Então, antes dela começar a se queixar de algo que eu já esperava, eu tocaria suas mãos com mais delicadeza, voltaria a fitar a noiva fantasma e, com o rosto enrubescido, diria a minha intenção ao trazer o balão para próximo de nós. – P-Pra que eu.... Possa... Beijar a noiva? – E, ainda mais envergonhada do que antes, eu inclinaria o corpo na direção da garota, abrindo levemente os lábios e fechando os olhos. “Se ela foi mesma abandonada pelo noivo, acho que sequer teve a chance de fazer isso... Céus.” E aguardaria o beijo da fantasminha, talvez funcionasse, ou o tiro sairia pela culatra. De qualquer forma, com o último balão próximo de nós ou não, eu abriria os olhos e voltaria a me comunicar com a fantasminha. – Posso? – Gesticulando que estouraria o último balão. E se assim eu pudesse, antes de fazê-lo, eu falaria com a fantasminha enquanto coçava a nuca. – Espero que a gente se veja na vida pós a morte. Cê é meio maluca, mas foi legal brincar contigo. – E com sua permissão concedida, estouraria o último balão, e acenaria, com o provável retorno dela ao outro mundo.

Depois disso eu não sabia o que mais poderia vir dali em diante. “Esse tipo de coisa é comum na Grand Line?” Tudo que eu sei é que esse foi um dia e tanto. Uma vez em paz novamente, me sentaria ao chão, respiraria profundamente e, assim que as dores passassem e eu tivesse um pouco mais calma, eu abriria a porta, saindo do cômodo para tomar um ar fresco. “E eu sobrevivi, mais uma vez.”

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 8 EmptyDom 24 Jan 2021, 14:21




The Enemy Within
Hehe Boy.



Foi perto o suficiente para beijar que a noiva se rendeu, era um desejo antigo, abandonada em seu casamento e guardando rancor por estar sempre sozinha que acabou ficando no plano terreno, não podia esquecer seu propósito apesar de ter perdido todas suas lembranças quando ainda era viva. Ela aceitava o carinho de Elise e mesmo não tendo um corpo físico, ficava feliz que ao menos alguém a tinha aceitado, o balão se aproximava e mudava sua estrutura parecendo um padre de batina, assim a fantasma poderia descansar em paz, ela apenas sorria com seus olhos sinceros e gentis, a aparência assustadora havia sumido e a espadachim poderia ver a verdadeira aparência da moça, tinha cabelos marrons e um rosto fino e feminino, ela não falava nada, mas a gatuna escutava bem sua voz em sua mente. - Obrigada. - O balão por sua vez estourava e todo o clima gélido e horripilante se quebrava sendo transformado em pétalas de rosas que esvoaçavam pelo sala.

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Talvez o desejo de ser amada, mesmo que por alguns segundos foi o suficiente depois de passar anos sem ser vista, uma figura solitária havia sido libertada. Enfim a cabo estava livre para fazer o que tivesse que ser feito, poderia descansar após esta bizarra cena que tinha vivido, poderia tentar buscar pro seus anseios, mas antes em seu pé existia uma coisa incomum, um último presente da noiva. Uma espada mais conhecida por seu nome galante, a rapieira, mas não era nada comum, a mesma poderia escutar vozes vindo daquele instrumento, afinal de contas, era uma presente de vindo do além, em conjunto com ele havia também um broche decorativo bem bonito, algo mais feminino para melhorar o look da garota abacate.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 8 EmptySeg 25 Jan 2021, 14:59

A Fantasminha Camarada


E a assombração se encerrava. Quando ofereci um gesto de carinho para a garota, ela mostrava que não era tão assustadora assim, parecia mais uma pessoa assustada e, acima de tudo, abandonada. Me senti aliviada não só de sair daquela situação, mas também por, aparentemente, ter feito ela se livrar das suas mágoas com o noivo, ou seja lá quem magoou seu coração. “É, espero que tu descanse em paz, fantasminha camarada.” O que me restava por ali era continuar tendo um breve descanso, pelo menos até que as dores passassem e eu me acalmasse um pouco. “Será que se eu fosse um pouco mais gentil desde o início, eu não teria passado por esse perrengue todo?” Pois é, o meu mau humor e temperamento fortes as vezes mais me atrapalham do que ajudam. Suspirei fundo, voltando a me sentar aonde quer fosse possível no cômodo, o clima assustador e gélido já havia passado, e a noiva tinha deixado uma imagem bela antes de ir embora. “Como alguém poderia rejeitar uma garota dessas?” De qualquer forma, continuei ali, em repouso, até me sentir um pouco melhor das pancadas que os balões me deram.

Mas antes de me sentar, eu notei algo curioso no chão. Era uma... espada? Ela tinha um belo design, escura desde a ponta até o cabo, e dava pra perceber que era diferente da minha katana, se assemelhava mais com uma rapieira. Além disso, havia um broche bonito acompanhando a arma. Esbocei um pequeno sorriso, pois já imaginava de onde os itens haviam vindos, ainda que fosse possível perceber que havia alguns grunhidos estranhos saindo da espada. “Bom, acho que isso é um presente seu, né? Obrigado... Eu acho.” Talvez fosse uma recompensa da noiva, por ter entendido a sua situação e, sendo sincera, não poderia ganhar algo melhor do que isso. Eu já estava querendo arranjar uma nova arma para carregar comigo, a espada que eu consegui lá em Centaurea já não estava me servindo muito bem. Aproveitei o momento a sós para desembainhar a rapieira e fazer alguns movimentos no ar, só para acostumar-me com seu peso e estilo. "Katana, você me serviu bem, mas de vez em quando uma mudança é necessária.” Com mais uma arma para a coleção, eu decidia por embainhar novamente a nova lâmina e guarda-la próxima a cintura. Quanto ao broche, apenas o encaixei no peito, acreditando que seria um bom adendo ao estilo tropical de Baterilla.

Assim que me sentisse um pouco mais confortável para andar, eu espreguiçaria os membros, e tomaria coragem para sair do cômodo. O meu dia havia sido uma maluquice das grandes, subir uma cachoeira, flertar com uma fantasma, lutar contra um traidor e por último, mas não menos importante, conseguir uma pata um tanto quanto bizarra como companheira. “Acho que esse negócio de revolução tá começando a ficar sério...” Chegava até a ser engraçado, já que eu jamais imaginava que chegaria tão longe quando estava em Centaurea. Um pouco apreensiva, eu decidia por andar pelo navio até que encontrasse Takeo e Evangeline, já deveria ter chegado o momento de ela anunciar o que faríamos dali em diante. Uma vez que os ruivos fossem achados, eu cruzaria os braços, lançando um olhar curioso para a equipe. – E o que vem agora, Eva? – E aguardaria a resposta, bem focada no que eles dissessem. Eu duvidava com forças que eles teriam alguma informação que seria capaz de me surpreender, mais do que tudo que já ocorreu nas últimas horas. “Deve ser só alguma coisa sobre o farol ou a Grand Line.”

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