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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2 - The Enemy Within

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MensagemAssunto: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 7 EmptySex 06 Mar 2020, 14:46

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2 - The Enemy Within

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Elise Von Bernstein. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 7 EmptyDom 13 Dez 2020, 11:18

Hermit Purple


Seria uma mentira bem cabeluda se eu dissesse que não me surpreendi com a reação de Joseph, para alguém que parecia tão durão a poucos minutos, fazer uma careta daquelas parecia até... Exagerado demais. Olhei de relance para Takeo, desconcertada, mas pelo menos consegui convencer o até então rabugento a nos ajudar. “É cada um que me aparece...” E quando tudo parecia seguir um bom rumo, alguns detalhes do que Joseph dizia eram desanimadores. Não éramos os únicos que estiveram aqui. “Isso só pode ser brincadeira...” A relação do velho com os revolucionários não era segredo, do tipo que só o alto escalão do exército conhece, visto que até Takeo sabia dos detalhes, então faria sentido Marley conhecê-lo e usado da inocência do coroa para escapar depois da explosão. Se isso já não fosse ruim o bastante, Takeo levantava a suspeita sobre o desaparecimento de Isaac e, bem, nosso anfitrião confirmou que não havia visto mais ninguém junto do agente. Num súbito eu mordisquei os lábios, contive a raiva dos agentes me autoflagelando, de forma discreta, afinal, não queria que o velho desconfiasse que havia ajudado um traidor. Isso só faria aquela careta bizarra aparecer de novo.

Nossa situação não era das melhores, entretanto, agora tínhamos mais pistas do que estava ocorrendo. “Pelo menos Hector está incapacitado, mas o Marley tá indo pro mesmo lugar que a gente... Isso não vai acabar bem.” Era meio inútil tentar me acalmar, só de cogitar que Marley teria companhia no farol, o cenário já parecia bem ruim para nós, claro, no caso de sermos azarados a ponto de passarmos lá justo no momento em que ele se encontrará com sua “turma“. “Bem difícil de acontecer, mas devo estar preparada pro pior...” E enquanto minhas paranoias consumiam meu tempo, eu retornei à realidade quando vi que Joseph precisava de um favor nosso. Alguma coisa sobre não poder sair da ilha, precisar da nossa ajuda com o barco e problemas na coluna. Enfim, se ajudar o rabugento era necessário para zarparmos de vez de Baterilla, eu não me incomodava de ajuda-lo, até por que, se fosse necessário fazer algum tipo de esforço físico, acreditava que minhas condições eram bem melhores do que as do ruivo, o dia havia sido longo, mas não fui eu quem fui ferida por algum tipo de tiro mágico, repetidas vezes. Por conta disso, me aproximaria de Takeo, gesticulando para Joseph nos dar um pouco de privacidade e seria direta sobre minha decisão. – Eu ajudo o coroa. Traga a major e diga tudo que a gente descobriu até agora. Isso é uma ordem. – Ele já havia dito que os ferimentos não foram graves, mas mesmo assim, eu preferia que o ruivo se recuperasse e desse as boas - e más - notícias para Evangeline. Tenho certeza de que entenderia meus motivos.

O que me restava agora era ajudar Joseph com o barco e seja lá o que mais ele planejava. Já havia cogitado oferecer algum favor antes, e quem diria que o favor seria ligado diretamente com nossa saída de Baterilla? “Quero dizer, eu espero que ele não peça nada além disso. Céus, nada constrangedor...” A mudança repentina de humor do velho me deixava receosa em ficar sozinha com ele, ao menos não parecia ser do tipo pervertido. “E que também não seja um daqueles rabugentos que fica tagarela a sós...” Assim que Takeo deixasse o estabelecimento, eu me viraria em direção ao velho e mostraria que estava pronta para ajudá-lo. – Então, seu Joseph, serei a tua ajudante por hoje. – Daria alguns tapas pelo corpo, uma leve retocada para melhorar a aparência, em especial das roupas, que poderiam ter algum resquício de sujeira do esgoto. – O que temos que fazer, exatamente? –

Apesar de algumas ressalvas em acompanhar o velho em suas tarefas, aquela era uma oportunidade boa para compreender melhor algumas coisas. Ele não conhecia meus companheiros de célula, porém, talvez soubesse algo sobre Evangeline, já que ela tem a maior patente entre nós e, afinal, foi ela quem nos indicou até ele. Antes de realizar qualquer tarefa para Joseph, levantaria o indicador, indicando que gostaria de fazer uma pergunta. – Então... A major Eva nos falou sobre você. Cês se conhecem ou algo assim? – era uma questão de curiosidade, Eva aparentava saber bastante sobre nós, se houvesse alguma forma de conhecer mais sobre a ruiva, sem ser numa conversa privada, seria ótimo. Só de pensar no que ocorreu da última vez, somado com a investigação que ela fez do passado de cada um de nós... tudo isso me fazia suar frio. “Foi vergonhoso... Céus, com certeza foi pior do que o treinamento com o ruivo.”

Não havia mais nada que eu quisesse extrair dali além disso, só havia aceitado ajudar Joseph para que Takeo conseguisse se recuperar com sucesso. Eu seguiria as ordens do anfitrião, fossem para executar tarefas pesadas ou fazer uma faxina na espelunca – A única ordem que eu faria com um sorriso no rosto – ou qualquer coisa do gênero. Quaisquer outras tarefas seriam feitas sem pestanejar, exceto aquelas que eu notasse alguma pouca-vergonha vinda do coroa. Se isso realmente acontecesse, eu largaria os utensílios que estivesse utilizando, interrompendo minha atividade para apontar o indicador no semblante do velho, com um olhar fixo, tempestuoso, em seus olhos. – Não abuse. – Depois de deixar claro os limites do meu serviço, voltaria a realizar o que deveria ser feito. Depois de tudo pronto, voltaria a me apoiar no mesmo canto de antes, a espera dos revolucionários. De braços cruzados e cabisbaixa, aproveitaria do breve período para descansar um pouco.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 7 EmptyQua 16 Dez 2020, 23:03




The Enemy Within
Hora da.. Eita.



As ordens vinham de cima, para ser exato, Takeo era comandado por Elise que lhe permitia ter algum descanso indo encontrar com Evangeline enquanto a cabo ficaria para trás ajudando o velho Joseph a preparar a embarcação que não estava em um bom estado para uma partida repentina. - Oh my! - Ele olhava para a gatuna sabendo que seria sua ajudante por alguns minutos, Takeo assentiu abaixando sua cabeça e colocando sua mão sobre o peito feito um cavaleiro com uma leve reverência, tinha informações a se discutir com a major, já a nossa protagonista ficava a sós com o velho que estirava suas mangas mostrando seu braços musculosos e uma pele seca, porém não era enrugada, colocava ambas as mãos na cintura e depois uma delas em seu queixo examinando a garota e enfim prosseguindo com algumas palavras. - Vamos para o galpão, você vai precisar dá uma boa limpeza enquanto conserto a traseira do barco.

Saindo da casa, ao lado dela existia um galpão, após tirar os ferrolhos e abrir a porta, a garota poderia ver peças e madeira espalhada por todos os lugares além de cordas no teto e algumas segurando pequenas embarcações sobre suas cabeças. Ele ligava a luz do lugar, o galpão tinha acesso ao mar diretamente se as portas de aço ao fundo fossem abertas. - Ali está o barco que irão usar. - O dedo apontava para uma embarcação com compartimento somente para cerca de oito pessoas, duas pequenas velas e o designer era bem velho, talvez fosse até mesmo o navio pessoal do senhor Joseph.

Ele dava os instrumentos de limpeza à garota enquanto investigava e fazia adequações na estrutura mecânica da barca. - Se quiser sair da ilha logo, é bom arrumar a bagunça. - No convés havia diversas caixas com cargas pesadas, o próprio baco estava sendo usado como armazém. Durante a limpeza, a curiosidade de Elise se atiçava, se haviam pesquisado do seu passado, também queria saber mais sobre Evangeline e assim decidiu perguntar sobre sua pessoa ao velho que parava suas mãos por um momento, abria sua boca que saia curtas palavras. - Ah! A história é bo-! - Sua expressão mudava por um segundo após pensar mais sobre a lembrança, a pergunta não era diretamente sobre a esposa de Joseph, mas o fazia se lembrar dela. Seus olhos se enchiam de água enquanto segurava seu choro, porém Elise não sabia no que havia se metido, o homem estava de costas e não fazia barulhos bruscos.

Ele tentava se reerguer, não podia ter seu ataque de choro na frente de uma estranha, havia um motivo sobre as perguntas direcionadas a sua esposa. Toda vez que ele se lembrava que ela não estava ao seu lado, Joseph simplesmente não podia conter e passava horas chorando feito um bebê em posição fetal. - Deixa de ser xereta. - Ele gaguejava no meio da frase e devido a sua garganta quase se fechar segurando suas emoções, deveria terminar seu trabalho.

Batidas na porta do galpão eram ditadas, uma sinfonia que somente o velho e Evangeline tinham, finalmente Joseph pôde reencontrar Crystal. - Faz bastante tempo. - Ele se aproximava lhe dando um abraço sendo retribuído pela major. - Não faz tanto assim. - Falou o velho, enquanto isto, Hector estava de pé com ambas as mãos amarradas pela corda, ele não esboçava qualquer reação e apenas assimilava e adaptava-se a situação. - Amigo seu? - Joseph se referiu a Hector. - Era.. Um prisioneiro agora. - Respondeu meio amargurada, sem rodeios o marceneiro falava sobre a embarcação. - Já está pronta para partir, o moça ali fez uma boa limpeza. Não gosto de despedidas longas, só vão antes que alguém me pegue ajudando vocês. - Estava na hora da partida.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 7 EmptyQua 23 Dez 2020, 11:57

Goodbye, Despair!


A faxina não foi fácil. Os aposentos de Joseph eram maiores do que eu imaginava, e o próprio barco era usado para guardar suas tralhas, não era uma paisagem bonita de se ver, mas, mesmo assim, era a minha saída dessa ilha, não era agora que eu iria fraquejar. Se a tarefa já não fosse exaustiva por si só, Joseph respondia minha pergunta com a rispidez de outrora, cheguei até a me espantar um pouco, já que o humor dele voltava a mudar como se fosse água para o vinho. “Céus, que bicho mordeu ele?” Não que eu fosse a pessoa mais exemplar para falar sobre mudanças bruscas de humor, ainda mais para o pior, mas a falta de consideração me irritava, e se o objetivo do coroa era me deixar também mal-humorada, ele conseguiu o que queria. O resto da faxina foi feita em silêncio, desocupando o barco e evitando conversar com o ranzinza.

Algum tempo depois, um estranho ritmo surgia na porta do galpão, que acabou por ser o sinal da chegada de Evangeline. A chegada do grupo era aliviadora. Não teria que passar mais um minuto sendo capacho do velho emburrado e talvez eu tivesse sorte até de ter um descanso quando o barco começasse a velejar. Os dois trocavam cumprimentos, comentavam sobre o babaca do Hector e o coroa fazia questão de adiantar a despedida. “Sim, por favor, já não aguento mais...” Eles provavelmente pensavam como eu, não havia tempo a perder em Baterilla. Seja lá o que for que nos aguarda nos mares desconhecidos do tal farol e da Grand Line, não são boas novas, e ficar remoendo esse assunto só me deixava mais ansiosa para o que nos aguardava. Eu preferia lidar com nosso problemas de uma vez do que ficar adiando esse maldito, e inevitável, encontro.

Mas antes do barco partir, eu faria questão de examinar o grupo, e garantir que tanto o ruivo quanto minha mascote estavam por ali. Posso até soar zelosa demais, mas como não vi nenhum dos dois de antemão, e já tínhamos um membro desaparecido, achava importante garantir que não perderíamos mais gente por bobeira. Olharia pelos cantos, do lado de fora, aonde fosse preciso, até que os dois estivessem a vista. Depois disso, era só esperar a partida do barco, por isso eu não pestanejaria, bateria as mãos, tirando qualquer resquício de pó, sujeira, vindos da limpeza e retornaria os utensílios que usei em seus devidos lugares, e por fim, um breve gesto de despedida para o velhote, mas sem grandes ânimos ou contato visual. Subiria no embarcação, aguardando que os demais membros da equipe – e o traidor – também o fizessem.

Uma vez que nossa partida fosse confirmada, meus primeiros pensamentos se destinavam a achar um local dentro do barco que comportasse Lil’ Flash de forma confortável. Seria ótimo se houvesse algum cacho de bananas perdido, mas julgando pelo estado deplorável em que encontrei a embarcação, era mais fácil encontrar um quarto infestado de baratas. Depois de aconchegar o pássaro, minha atenção se voltava ao problema dos traidores. Eu manteria o olhar atento em Hector, provavelmente acharíamos um local ótimo para prendê-lo ou, pelo menos, deixar o traidor desconectado do que acontece mundo a fora, como debaixo do convés. “Não é uma boa ideia deixá-lo perambulando pelo navio, pode até não parecer perigoso por agora... Mas tenho que ficar esperta com seus truques.” Um singelo momento de vacilo poderia ser o suficiente para Hector escapar. Mesmo em alto mar, não duvidava de nada vindo daquele homem.

E ainda havia um pormenor que me intrigava, o planejamento de Eva dali em diante. Não tinha certeza de que Takeo havia repassado as informações para ela e mesmo que tivesse, como ela pretendia agir sabendo do sumiço de um dos traidores e um membro da equipe? A minha mente não ajudava, pelo contrário, as dúvidas só ficavam piores quanto mais tempo eu passasse calada, pensando nisso sozinha. Então, no momento mais oportuno, me dirigiria até a capitã do navio, soltando um comentário indireto sobre o assunto. – Então... Takeo te contou as más notícias, né? – Me escorando em alguma parede e com o olhar vago, tentava conseguir algo a mais da major.

Depois de cuidar da limpeza pesada do navio, imaginava não ter muita serventia ali. Então, eu acharia um lugar decente no deque para encostar, retirar a espada da cintura e respirar um pouco. “Que dia de merda.... Preciso muito de uma pausa.” É claro que aquilo não era o suficiente, mas um breve momento em que pudesse relaxar, estirar o corpo sem o medo de acabar sete palmos debaixo da terra, já era digno de se comemorar. Se em algum momento fosse preciso ajudar na condução do navio, me disponibilizaria para tal, entretanto, a fadiga não me deixava disfarçar a ranzinza no rosto.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 7 EmptySeg 28 Dez 2020, 00:18




The Enemy Within
Preparação.



Era hora do ponto de partida, não havia motivos para parar, teria de continuar seguindo em frente se assim quisesse conquistar algo em sua vida, a revolução não poderia ficar um passo para trás, Evangeline havia recebido tais informações do ruivo e confirmava isto ao falar com Elise que indagava sobre a atual situação. - Sim, não se preocupe, vamos recuperar tudo que perdemos. Não vou deixar que as coisas acabem assim, eles mexeram com minha família. - A ruiva tinha uma expressão forte, parece que o pequeno tempo que havia passado com Hector tinha amadurecido os ideias da moça, mesmo sendo traída e se sentido mal por ter que acabar com aqueles que já considerou irmãos. - Elise. - Ela segurava o ombro da cabo a olhando nos olhos com um sorriso meigo, precisava confortar sua subordinada. - Mesmo que tudo pareça dar errado, precisamos sempre nos manter firme, devemos ser uma faísca resistente, mesmo com o maior dos ventos, precisamos formar um grande incêndio, forte o bastante para queimar todas as injustiças do mundo.

A major estava mais forte, a gatuna precisava ficar ainda mais para resistir a todos os infortúnios que fossem surgir lutando contra a maior e mais poderosa organização do mundo, estava indo em direção à um novo mundo, Grand Line seria uma lugar traiçoeiro e cheio de perigos, precisava se fortalecer mentalmente e fisicamente. A garota podia encarar a embarcação limpa, tinha espaço para três quartos, um banheiro e uma pequena cozinha acoplada ao armazém. - Estamos de partida! - Falava a ruiva, Hector ficava amarrado e sentado no convés meio cabisbaixo enquanto Takeo fazia as preparações finais, poderiam seguir em frente. Joseph abria a passagem para eles e se despedia com acenos enquanto puxava o mecanismo da saída.

Iremos passar por algumas dificuldades, não sei se vocês conhecem a Reverse, mas é conhecida como o cemitério de embarcações. - Explicava a major, teriam de ter cuidado na empreitada que fariam a partir dali. - No momento, podem descansar, quando surgir a hora da subida, os chamarei, fiquem atentos, dispensados. - Assim a gatuna poderia finalmente tomar um banho e se livrar da inhaca.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 7 EmptySeg 28 Dez 2020, 14:26

Goodbye, Despair!


A maestria que Evangeline possuía para fazer discursos motivacionais era invejável. Eu não era uma pessoa muito otimista, mas ouvindo o jeito que ela falava sobre o que faríamos dali em diante, era impossível não esboçar um sorriso e me sentir mais confiante. E mesmo sendo um monólogo para nos inspirar, havia um fundo de razão nas palavras dela. A cada dia que eu passava sob os ideais da revolução, mais árduos se tornavam os desafios que enfrentava, ainda sim, eu acho que valia a pena correr esses riscos. Além de pagar a dívida que eu tinha com o exército que me libertara da escravidão, eu poderia, também, fazer alguma diferença nesse mundo. – O-Obrigada... – Respondia desconcertada, as palavras da ruiva deixavam minhas bochechas rosadas e tiravam a coragem de olha-la nos olhos. Eu realmente não era boa em lidar com sentimentos, mas, a julgar pelo meu semblante, ela conseguiria ver que me sentia melhor. “Tenho mesmo que agradecer, pra alguém encostar em mim enquanto tô cheia dessa imundice...” O momento havia sido marcante, mas não conseguia ignorar o fato de que eu ainda estava suja e um pouco cansada. Precisava mesmo de um descanso – e de um banho. –

Eva explicava que navegar até a tal Reverse não seria tarefa fácil, e que seríamos necessários para que o barco chegasse inteiro até lá, todavia, por enquanto, estávamos dispensados. Com o pilantra do Hector neutralizado e Lil’ Flash confortável dentro da embarcação, acho que merecia um pouco de tempo dedicado a mim, e mais ninguém. Fui até um dos quartos, guardei meus pertences e me preparei para utilizar o banheiro. Assim que eu entrei no cômodo, preparada para um banho, dei um piso em falso, caindo dentro de um... Portal dimensional? Aquilo foi bizarro. Extremamente bizarro, num piscar de olhos, era como se eu tivesse passado um longo período fora da minha realidade. “MA QUE PORRA FOI ESSA?” Claro, eu já estava pedindo faz um tempo por um descanso, mas não esperava que os céus me concederiam algo assim de mão beijada. Um pouco chocada, ao voltar, fiz questão de apalpar meu corpo para ter certeza de que aquilo não foi algum devaneio da minha cabeça, como se eu tivesse escorregado no banheiro ou algo do gênero. “I-Isso realmente foi real? Céus... A cada dia esse mundo fica mais estranho.” Tentei até mesmo me beliscar para checar se não era algum tipo de sonho, o que só confirmavam minhas suspeitas: aquilo tudo realmente aconteceu. Eu ficava boquiaberta por um tempo, abrindo e fechando as mãos, trêmulas de nervosismo. “Foi bizarro mesmo, mas...” Se tudo aquilo aconteceu de verdade, então eu conheci muita gente interessantíssima.

Revolucionários que estavam no farol, e que lutavam contra um grande inimigo. Talvez a chegada da nossa célula ajudasse em sua luta. Se me lembro bem, o major das madeixas azuis chegou a mencionar que uma certa ilha estava cheia de escravistas, e ao lembrar-me disso, senti o sangue ferver, as mãos formigarem e um sorriso malicioso surgir nos lábios. Escravidão era um assunto bem pessoal, e se ao me juntar com essa galera, eu teria a oportunidade de surrar tanto piratas quanto escravistas... Parecia o tipo de encontro que você não pode faltar de jeito nenhum. “Não vejo a hora disso acontecer.” É, aquilo me animava ainda mais, o que aconteceu pode ter sido incomum, beirando o surreal, mas acabou sendo proveitoso. Me reergui do chão, despindo das roupas sujas e me preparei para, enfim, banhar. Se houvesse uma banheira, melhor ainda, já que poderia fazer tudo sentada, mas de qualquer forma, procuraria por utensílios para ajudar a esfregar a inhaca do esgoto para fora do meu corpo, tais como uma bucha, sabonete e derivados. Manteria também os olhos atentos em possíveis brechas no banheiro do navio, só no caso de algum pervertido – como um certo ruivo da tripulação – tentasse me bisbilhotar já que, agora, eu estava nua dos pés a cabeça. Se já tinha problemas com timidez antes, no estado em que estava agora, era capaz de infartar se alguém me visse assim.

Eu estava tão extasiada com o evento mágico, e com o fato de estarmos saindo do South Blue, um mar que apresentou vários altos e baixos na minha vida, que tomei até a liberdade de cantarolar um pouco enquanto a água serpenteava pelas curvas do meu corpo, levando a sujeira embora. Não tinha a técnica exata para fazer algo bonito, mas, modéstias a parte, tinha uma predisposição inata nas cordas vocais. Enquanto recitava [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], eu terminaria de me limpar, e sairia do banheiro. Se houvesse alguma forma de retirar a inhaca das minhas roupas também, assim eu faria, afinal, talvez não houvesse uma toalha ou coisa parecida para me vestir enquanto as roupas secavam.

Sair dali já seria algo mais... complicado. Não queria que ninguém notasse que eu tinha me banhado, então assim que tivesse terminado o banho sem interrupções, eu sairia da forma mais discreta que conseguisse, só para retornar aos aposentos que escolhi antes. De resto, repousaria no lugar mais confortável que tivesse ali, o mais provável sendo uma cama, e aguardaria as próximas instruções da major. Respiraria fundo, um pouco melhor depois de me livrar do fedor do esgoto, apesar de ainda estar um pouco fadigada por conta da faxina.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 7 EmptyDom 03 Jan 2021, 11:47




The Enemy Within
Preparação.



Muitas coisas estranhas aconteceram, talvez fosse a proximidade da Grand Line o motivo de tais efeitos, pois o mar considerado mais perigoso e misterioso do mundo sempre terá seus próprios truques. Elise havia ido para um lugar diferente, mas o tempo não se dissociava do mundo, voltava inteira e com as lembranças de tudo que ocorreu, facilmente seus instintos ficavam alucinados por tal ocasião, mas a garota era forte e mesmo sendo algo bizarro, voltava a compreender com calma a situação, pedia por descanso e assim ela tomou seu banho retirando todas suas dores e sentimentos ruins da cabeça.

Conseguiu ter um tempo calmo para descansar, se sentia limpa e cheirosa e em meio a calmaria surge a tempestade, pois para subir a Reverse teria que usar mais que esforço, teria de ter sorte, pois a subida e descida era o maior medo de muitos piratas. - Reúnam-se no convés! - Era uma ordem da major que podia ser ouvida por toda a embarcação, a mesma não ficava parada com uma entonação tão forte sendo utilizada, ele segurava o leme enquanto o ruivo e a cabo ficavam de frente para a mesma, notavam um clima tenso ao redor, o mar parecia nervoso e as nuvens se juntavam a pico se tornando densas e negras parecendo que uma tempestade viria. - Estamos no cemitério de navios, olhe ao redor, podem ver a corrente se juntar a um canto. - Isso mesmo podiam presenciar um dos maiores fenômenos do mundo, este que fazia a água correr para cima em uma velocidade assustadora, podiam ver de frente a Revers Montain. - Vou guiar vocês nessa batalha que teremos a frente, não fiquem assustados, não podem perder para o medo. Foco! Iremos pegar a corrente certa para subir, quero que mantenham sua mentes no lugar!

A major acalmava não só a mente como o coração de seus tripulantes. - Amarrem nosso prisioneiro, não queremos que ele saia do navio e morra com informações importantes, vocês estão prontos? - Esperava por uma resposta o mais depressa possivel, já que o barco já rumava a aquela cachoeira invertida.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 7 EmptyDom 03 Jan 2021, 14:22

Battle Against a... Waterfall?


Depois da calmaria, vem a tempestade. É um ditado popular que me lembro de ouvir quando criança, e não esperava vê-lo acontecer, literalmente, na minha frente. Depois de um banho relaxante e um curto descanso no quarto, a major, como havia prometido anteriormente, acabou nos chamando para auxiliar na navegação. “Espero que não seja nada sé- PUTA MERDA!” O tempo havia fechado a ponto de o céu parecer um breu, a água se agitava e isso era refletido no balançar do navio, mas esses são apenas alguns detalhes bobos comparado com o que havia na nossa frente. O mar se juntava num tipo de cachoeira inversa, a major mencionava o fato daquele local ser conhecido como “cemitério de navios” e não era preciso ser muito inteligente para entender o porquê. Imaginar o nosso navio navegando por essas águas, passando por todos os perigos, só para despencar no final daquela cachoeira bizarra, é o tipo de pensamento que ouriçava as costas. Não fosse pelas palavras da major, nos instruindo sobre o que fazer, confesso que ficaria perdida, ou pior, inerte, enquanto o navio navegava rumo a perdição.

A major não poderia ser mais clara. Antes de qualquer outra coisa, precisávamos ter certeza de que a nossa fonte de informações, que não foi fácil de neutralizar, não fosse jogada por água abaixo. Ela não precisava repetir que deveríamos ajudar a conduzir o barco no tempo tumultuoso, então, decidi agir primeiro, fitando o ruivo ao meu lado momentaneamente e assentindo com a cabeça. Caso minhas intenções não tenham ficado claras, eu apressaria o passo para garantir a segurança do refém, em último caso, berrando, se notasse que o ruivo havia se perdido. – EU CUIDO DELE, VAI! – E atravessaria o convés no súbito máximo que minhas pernas permitiam, tentando localizar Hector. Assim que ele estivesse no campo de visão, eu o agarraria por um dos braços, o conduzindo até o centro do convés. Meu pensamento era deixa-lo o mais longe possível das bordas, evitando que caísse, ou no pior dos casos, se jogasse no mar intencionalmente. Prosseguiria buscando por cordas, ou qualquer outro objeto que conseguisse amarrar o agente, eu não estava tentando apenas conduzi-lo até o local que acreditava ser mais seguro, mas também o deixar bem amarrado em um dos mastros, ou estrutura parecida. Por fim, o agente seria amarrado aonde fosse possível, de preferência em um mastro afastado das bordas e, caso ele fizesse pirraça ou eu não tivesse força para locomover o traidor até onde queria, ele seria deixado no local que estava, mas faria questão de caprichar nos nós das cordas, o prendendo com o máximo de firmeza que minhas mãos conseguissem, usando mais cordas ou algo do gênero se fosse preciso. E é claro, se não conseguisse o locomover por grandes distâncias, o local que ele seria preso seria o mastro, ou estrutura semelhante, mais próximo.

Além disso, eu ainda tinha que me preocupar com a condução do navio. Confiava nas habilidades da major, mas se ela disse que precisaria de todos nós para alcançarmos o farol, então a minha participação na travessia seria, sim, importante, sem contar com a segurança do refém. Depois de cuidar do agente, eu me dirigiria com pressa na direção da major. Sendo honesta, eu não entendia bulhufas sobre navegação. “Não é algo que cê se preocupa quando tem que garantir o pão de cada dia, sendo uma escrava...” Mas me mostraria disponível para seguir qualquer ordem de Evangeline. – Ele tá seguro, o que eu faço agora? – Não me importava com o que exatamente teria que lidar ali, sejam lá quais fossem os pedidos da major, estaria de prontidão para acatar cada um deles, por mais perigosos que fossem. Depois de tudo que passei até aqui, eu me recusava a morrer por causa de uma tempestade no mar. Viraria a cabeça em direção a ruiva para confirmar, mais uma vez, o que deveria ser feito, caso notasse que não entendia direito minha tarefa, ou tivesse que passar para outra. – Só me dizer direitin e eu faço! – E dedicaria o resto da minha atenção em seguir seus comandos. Içar velas? Auxiliar na condução? Seja lá o que fosse, faria sem pestanejar.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 7 EmptyDom 03 Jan 2021, 22:40




The Enemy Within
Preparação.



O mar ficava cada vez mais traiçoeiro quando a embarcação se aproximava da Reverse Montain, a major esperava que Hector ficasse seguro antes de ingressar em uma das correntes que levavam forçadamente o navio em direção ao fenômeno que já trouxe a morte de inúmeros aventureiros dos mares. - Atenção! Estamos indo em direção a reverse! Não há mais volta, sigam minhas ordens e fiquem firmes! Não caiam! Não ousem desistir! - Foi com essas palavras que a major começou a comandar o navio, o ruivo e Takeo ficavam prestando atenção às suas ordens, o vento era forte e os respingos de água pareciam navalhas rasgando a pele de tão forte que caiam.

O ruivo estava mais acostumado com as ordens, já Elise tinha que se esforçar ao máximo não possuindo nenhum conhecimento, Evangeline se esforçava para detalhar cada detalhe enquanto o barco se aproximava cada vez mais, as velas posicionadas, o leme forçado a ficar reto enquanto os dois agora se posicionavam para segurar firme enquanto a embarcação finalmente cruzava a linha do além, de fato, o barco subia a uma velocidade assustadora, aquilo pico parecia tão longe se aproximava com velocidade absurda.

A espadachim podia apenas firmar seus pés e esperar pelo melhor, porém a major tinha as habilidades certas para efetuar a trilha da reverse, a força que colocava em seus braços era exorbitante, seus olhos afiados desviam de possíveis rochas não deixando que a embarcação acabasse por ali e despencasse, mas falando em despencar, o topo era alcançado deixando toda a gravidade nula e fazendo todos sentirem aquele frio na barriga tão ameaçador, foi em pleno ar que enfim começaria a descida mais audaz deles.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 7 EmptySeg 04 Jan 2021, 14:22

Battle Against a... Waterfall?


Subir aquela cachoeira maluca foi o tipo de experiência que você não se esquece com facilidade. Tive que dar tudo de mim para ajudar na condução do navio, como havia dito antes, não tinha experiência alguma com aquilo, mas por sorte, Evangeline demonstrava toda a maestria que tinha ao manobrar a embarcação, esquivando dos obstáculos e subindo a tal montanha reversa, o que, por si só, já era um feito notório. “Ainda que eu não entenda nada de navegação, subir uma cachoeira dessas não é algo que qualquer um consiga fazer...” E é claro que não foi apenas pelas habilidades da ruiva que sobrevivemos ao evento catastrófico, Takeo mostrava ser um subordinado habilidoso e seguia os comandos da major com facilidade, a ponto de me fazer, por um breve momento, durante a confusão, questionar-me se ele possuía alguma habilidade em navegar, também. Até mesmo eu me surpreendi com o que fui capaz de fazer, mesmo sem nenhuma expertise e numa viagem difícil, eu consegui ajudar, importante ressaltar, é óbvio que a clareza das palavras de Eva facilitaram bastante. “Espero que um dia eu seja tão boa quanto ela.” Era inegável. Evangeline sabia muito bem motivar as pessoas. Mesmo com toda minha timidez, gostaria de ser uma líder tão boa quanto ela, afinal, de tantas missões que já havia feito para o exército, e querendo avançar mais na minha carreira, era só uma questão de tempo para liderar grupos numerosos. "Eu me pergunto o quanto falta para me tornar uma major, também."

E parecíamos ter sucedido, passamos pela montanha reversa sãos e salvos. Eu ainda não conseguia acreditar que aquilo existia, não fazia sentido nenhum a água subir para cima, mas esse é o tipo de preocupação que ficaria para depois. Achei que a pior parte havia passado, mas era mais um engano meu. “Claro.... Tudo que sobe, desce.” O coração gelou por um instante, ao perceber que estávamos em pleno ar e, a nossa frente, estava a descida da cachoeira. Mais uma vez eu senti o medo à espreita, mas não podia deixa-lo tomar conta de mim agora. Com todas as certezas, eu era a mais dispensável na questão da navegação, mas ainda assim, algum erro bobo, mesmo que venha da minha parte, poderia significar o fim da nossa viagem. Reuni as forças que tinha para fitar Evangeline, preocupada e ciente do quão feia a situação poderia ficar. – M-Major? E agora? – Eu até tentava falar mais empolgada, mas acabei por pronunciar com um tom de preocupação, com um perigo tão iminente era impossível não se preocupar. Pelo menos tentei ser objetiva e não demonstrar medo demais. Não fazia ideia do que deveria ser feito, eu já me desgastava só para me manter de pé em meio a tempestade. Sejam lá quais fossem as ordens da major, eu estaria disposta a segui-las, por acreditar ser o único meio de escapar da morte. “Posso até não sair inteira daqui, mas viva sim. Eu me recuso a morrer.” Eu engoli seco e me preparei para o pior, era quase certo de que a descida seria pior do que a subida, bem, é o que meu conhecimento limitado sobre as forças da natureza permitia inferir. Independentemente do que acontecesse, só tentaria me manter focada nos comandos de Evangeline, se ela não falasse muito, tentaria ao menos repetir o que consegui fazer anteriormente com sucesso.

Na melhor das hipóteses, por mais imponentes fossem as dificuldades naquela descida, conseguiríamos todos chegar vivos lá embaixo. Se a situação fosse mais branda, eu iria aproveitar da calmaria para checar a situação do nosso refém e de Lil’ Flash. Depois de passar por duas situações complicadíssimas, eu torcia para que o mar não tivesse mais nada para nos revelar. Talvez já teríamos o maldito farol na nossa vista. “Que seja... Eu só quero sair disso aqui logo.” Era inegável que eu curtia, um pouco, correr riscos, enfrentar alguns perigos, mas o que acontecia ali era absurdo demais para mim. Estava a mercê da vontade do oceano e dos conhecimentos de meus colegas, era quase como se eu fosse um peixe fora d’água. “Céus, eu odeio navegar, espero que essa maldita Grand Line valha a pena.”


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 7 EmptyQua 06 Jan 2021, 23:54




The Enemy Within
Farol.



A espadachim não podia ficar mais nervosa, poderia até dizer que estava com o coração na boca, Takeo se segurava no mastro mais próximo e Hector dentro do banheiro bateu a cabeça no teto durante o pico da Reverse, a partir dali não havia segredos, só deveriam confiar nas habilidades da major, pois ela que controlaria a velocidade e julgaria o caminho certo para a descida, se tinham que se agarrar para não cair para trás, agora teriam que se segurar para não voar para frente.

A velocidade era absurda, o navio aguentava firme enquanto Evangeline segurou o leme com força, sua tranças avermelhadas voavam e seus olhos se tornavam cada vez afiados, mordia de leve seu lábio inferior focando nos rochedos a frente, enquanto isto Elise tinha que se manter tão sólida quanto pedra já que qualquer deslize poderia lhe custar sua vida, o ruivo olhava para trás algumas vezes de relance para ver se todo mundo estava bem, se preocupava com a cabo assim como ela se preocupava com ele, mesmo os dois tendo certo atrito em seus relacionamentos.

Quando a capitã da embarcação suspirou, todos podiam descansar, finalmente tinham superado o terror dos piratas, a Reverse Mountain não era mais um obstáculo para a Grand Line, eles já estavam no maior oceano do mundo e o mais perigoso também. - Gente.. Gente! - Falou a ruiva quase sem fôlego, havia gasto bastante energia na viagem. - Conseguimos! Todos nós. - Ela sorriu se sentando, Takeo ia para a borda do navio e começava a vomitar, parecia que seu estômago havia revirado. - Descansem um pouco, irei ver como Hector está. - A major assegurava que seus subordinados retornassem ao normal antes de lhes dar alguma ordem ou os informar sobre o futuro.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 7 EmptyDom 10 Jan 2021, 21:20

Lighthouse


Depois de todos os esforços, de quase ser lançada para fora do navio, tamanha era a ira do mar, nós havíamos passado por todo o percurso da bizarra montanha reversa. Não era algo que eu imaginava que fosse acontecer, sinceramente, mesmo que a maré tenha se acalmado, ainda estava estática, sem esboçar grandes reações, como se o corpo já houvesse se acostumado a ficar naquela posição dado o perigo que passei. Me custou alguns segundos para perceber que não era um delírio da viagem. Nós realmente havíamos vencido. “Céus... Mas que dia.” Levei a mão canhota a testa, enquanto encarava o assoalho da embarcação, com um sorriso bobo no rosto. – Grand Line... Lá vamos nós. – Me recompus, ajeitei a postura e fiz questão de observar meus arredores. Eva estava extasiada, Takeo parecia um pouco mal com as turbulências e fazia algo não muito bonito de se contar. “Pelo menos não tá caindo pelo navio... Nojento.” Agora que estava um pouco mais consciente dos meus arredores, faria questão de acompanhar a major para os fundos, dizendo em alto e bom tom: – Tá, vou ver se tá tudo certo com a pata. – Quando ela mencionou o traidor, me amargurei de imediato, com a voz saindo rouca. Depois de passar por uma aventura mortal dessas – e sair viva – eu acho que estaria mais bem humorada, mas me lembrar que aquele traste estava lá conosco não era uma recordação boa. “Espero que ele não tenha morrido... Mas pelo menos uma ou duas batidinhas ele deve ter levado.” Sorri de canto, com um pouco de sadismo, e segui em busca do animal.

Não havia muito o que fazer, por enquanto. Até que Eva e Takeo estivessem prontos, eu poderia passar um tempinho com a pata de Baterilla, ao menos checar por possíveis ferimentos e outras complicações da viagem. Ao aproximar-me, afagaria sua plumagem de forma bem gentil, enquanto a fitava. – Cê tá bem? – Não esperava que o bichinho entendesse minha fala, mas torcia para que, pelo menos, entendesse a mensagem, e se remexesse com o carinho, para que eu pudesse inspecionar melhor seu corpo em busca de possíveis escoriações. Depois disso, buscaria por algum canto próximo ao animal para me sentar. Inspirando de forma pesada, a vista se perderia olhando para cima enquanto o ar era soltado aos poucos. Por ela não entender o que eu falo, e mesmo se entendesse, eu não seria capaz de entender suas respostas, Lil’ Flash acabava sendo uma confidente perfeita para uma garota tímida – e carrancuda – como eu. – Minha patinha... Esses últimos dias tão sendo difíceis. – De fato, eu havia enfrentado coisas que eu nem imaginava serem possíveis, e além disso tudo, ainda havia acontecido aquele evento bizarro, que não deve ter durado mais do que alguns segundos no mundo real. – Quantas coisas eu perdi desse mundo, ao passar anos e mais anos trancada como um animal? – Experienciava uma mistura amarga, sobretudo confusa, de sentimentos. De certa forma, era ótimo finalmente ser livre, mas lembrar-me de tudo que passei nos últimos anos não era uma sensação boa.

Dei um último cafuné na pata e decidi me levantar, era só uma questão de tempo para alguém aparecer e ouvir minhas lamentações, e o que menos preciso no momento é ser pega em uma situação embaraçosa. “O que eles pensariam? Olha só! É a Elise, a doida que conversa com patos!” Aquilo foi o suficiente para me motivar a meter o pé dali. Voltei aonde estava outrora, imaginando que encontraria pelo menos um dos meus companheiros do exército pelo convés. Escoraria em algum dos cantos, de braços cruzados, até que a major resolvesse aparecer e nos desse algum norte para seguir. Assim que ela estivesse à vista, dispararia algumas perguntas para a ruiva. – Então, daqui em diante a gente faz o que? Já é hora de interrogar nosso refém, ou vamos pro farol primeiro? – Eu estava tão dispersa nos meus pensamentos que não me surpreenderia se o tão aclamado farol estivesse a poucos metros de mim. O que seria melhor ainda, pois nesse caso, eu mesma tomaria a iniciativa de sair do barco e andar até a construção, isso se houvesse terra para tal. Caso contrário, apenas permaneceria parada, escutando o que eles tinham para dizer. Se fosse preciso ir para qualquer outro lugar, não hesitaria em seguir o grupo.


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