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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2 - The Enemy Within

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MensagemAssunto: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 6 EmptySex 06 Mar 2020, 14:46

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2 - The Enemy Within

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Elise Von Bernstein. A qual não possui narrador definido.


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King
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 6 EmptySeg 26 Out 2020, 22:19

A Troublesome Foe


Depois de tudo que Takeo e Evangelina me disseram e do silêncio de Hector, as dúvidas que eu tinha sobre sua índole acabaram. “Sério? Não vai nem tentar se defender?” Eu escutava cada detalhe do que foi dito com o coração acelerado, o clima de tensão continuava pairando no ar e, para piorar a situação, eu tinha o leve pressentimento de que pelo menos a major sabia mais do que estava dizendo, e eu não estou me referindo ao Hector. “Ai que merda... Então ela deve saber mesmo sobre eles.” É, não era algo muito preocupante nas circunstâncias atuais, mas assim que esse assunto viesse à tona, céus, eu não saberia aonde enfiar minha cabeça, tamanha a vergonha que sentiria ao conversar sobre minhas origens. Como dizia antes, conversar sobre minha família era a menor das minhas preocupações, pois o que aconteceu depois do meu interrogatório foi surreal.

Já esperava que o Hector fosse definitivamente o traidor nesse ponto, sinceramente, ficar calado enquanto alguém tenta ajudar no seu julgamento? Não é algo que se espera de um inocente. Ele permanecia estático, murmurando uns sons esquisitos e impedindo que Takeo o levasse. “Ele acha mesmo que consegue escapar da gente?” Eu somente assenti com a cabeça e concordei com a prisão dele, aquela foi a última gota d'água pra minha paciência se esgotar, não havia dúvidas de quem ele realmente era afinal, depois de tudo aquilo, e com a prova final em meus seios, era meio óbvio que Hector não era um de nós. Ainda assim, precisava de toda essa birra? Ele já estava encurralado, fazer pirraça se segurando de nada adiantava para impedir a sua prisão... Pelo menos foi o que imaginava.

O ruivo não hesitou em golpear o agente e, para minha surpresa, ele não esboçou reação nenhuma ao ser acertado.  A curiosidade atiçou meu olhar, mas foi a insanidade do que veio em seguida que fez o espanto tomar meu semblante. Hector disse uma certa palavra e aguentou o golpe do ruivo como se não fosse nada. Dizendo outra, ele foi capaz de... deixar o ruivo de joelhos? Eu não sei se era o estresse da missão afetando meus sentidos, mas seja lá o que ele havia feito com Takeo, aquilo foi tão rápido quanto um tiro. “I-Isso é algum tipo de técnica?” Eu nunca havia visto Hector lutar antes, não fazia ideia de suas capacidades, mas, um homem que até então estava ferido aguentar um soco e golpear mais rápido que um piscar de olhos? Era inacreditável. Talvez foi o espanto, ou então a minha experiência de combate, que fez minhas mãos agarrarem o cabo da espada como se fosse um instinto de sobrevivência para em sequência, sacá-la em direção ao, enfim assumido, traidor. – DESGRAÇADO! – Toda aquela conversa fiada, a maldita ladainha sem fim, tudo no intuito de me enganar. Confesso, se eu ainda não tivesse uma carta na manga contra o lixo na minha frente, eu teria o esganado sem pensar nas consequências. Mas num cenário tão grave, ter o mínimo de cuidado era vital para não acabar como o ruivo.

E por isso eu deixaria o arquivo de Marley cair das minhas mãos, se estivesse comigo, e fortaleceria o empunho da katana. Aos poucos eu iria caminhando até que ficasse na frente de Evangeline, eu consegui ver que a ruiva havia sacado uma arma de fogo, então tinha que garantir que ela conseguisse tomar uma distância segura o suficiente para atacar o agente. E falando nele, pouco me importava com as bobagens que ele balbuciava, ele já havia me irritado demais naquele ponto. “Se eu não tivesse engolido esse papinho de bode expiatório talvez nada disso acontecesse, DROGA!” O ruivo quase morreu por minha causa, e agora a vida da minha superior corria perigo, mas nem pensar que deixaria a missão falhar por minha causa! Já enfrentei inimigos bem piores do que esse grisalho desgraçado. “Apesar que aquele agente era mais uma máquina do que uma pessoa, até então Hector é uma pessoa assim como a gente. E isso só o deixa mais assustador.” Assim que eu estivesse à frente da major eu daria uma rápida olhada de canto em sua direção, mas logo voltaria a fitar o agente. – Eva, o que diabos foi aquilo? De qualquer forma, se afasta! – Já que ela investigou o passado dele talvez existisse alguma pista do que foi aquilo que ele fez. “Essa defesa não é natural dele, caso fosse ele teria evitado ser atingido pelos tiros, então deve haver algo que eu possa fazer quanto a isso. Mas essa velocidade em atacar, se ele realmente for tão ágil assim... Eu vou parar na enfermaria de novo.” Ele havia pronunciado nomes estranhos, mas quem garantiria que aquilo não era um blefe para esconder sua verdadeira capacidade ofensiva? Meus pensamentos voltavam a me corroer e justo numa situação tensa como essa, eu tinha que agir logo, antes que acabasse sendo o próximo alvo.

Por sorte eu já tinha em mente uma estratégia. “Eu ainda não entendi direito do que ele é capaz, mas se eu conseguir encaixar a finta certa, ou força-lo a escolher entre atacar ou defender...” Talvez a Major já tivesse saído de trás de mim também, afinal, não acho que uma atiradora seria ingênua em permanecer parada em meio ao combate. Não daria o luxo de Hector agir primeiro, ergueria a arma o máximo que meus braços conseguissem no ar, com ambas as mãos firmes em seu cabo. – Acha mesmo que é o único aqui que tem golpes especiais? M-MALACHITE SERIES! – Já estava irritada, e tentaria parecer ainda mais ao dar fortes bufadas enquanto berrava. Em seguida eu avançaria em direção ao agente e, estando ao menos a dois metros do agente, eu desceria a lâmina o mais depressa que conseguisse, mas não na intenção de acertá-lo. Aquilo se tratava de uma perigosa finta e, se já não fosse algo arriscado por si só, era uma manobra improvisada. Eu não havia exagerado minha fúria atoa, queria que Hector tivesse a impressão que havia ficado cega pela emoção e cometido um erro crasso que, na posição em que me encontrava, deixaria a retaguarda vulnerável para ataques.


Spoiler:
 


Aquilo não era arriscado só pelas chances do grisalho me atacar, mas também pelo que pretendia fazer depois. Se tudo ocorresse como planejado ele estaria agora distraído pela finta, e seria esse momento que testaria o limite das minhas habilidades. Tinha certeza que estava mais forte, eu já não era a mesma garota de quando me alistei em Centaurea um tempo atrás. Segundos antes da ponta da espada tocar o chão, eu usaria de todas as minhas forças para interromper o movimento da arma, o que não era uma tarefa fácil para uma pessoa comum. Em sequência pisaria a frente, inspirando o máximo de ar que meus pulmões aguentassem, e inverteria a direção do golpe, tentando realizar um longínquo corte contra Hector. “Céus... Uma manobra tão ousada merece um nome especial..." E colocando todo o ar que havia sido engolido outrora pra fora, eu vociferaria para surpreender ainda mais o agente. – HARPIE’S FLY! – Era o primeiro nome que pensei e, sinceramente, parecia fazer jus ao golpe.


Spoiler:
 


Depois da ofensiva surpresa contra o agente, eu não arriscaria minha sorte de novo, e me jogaria para trás com toda a velocidade que minhas pernas tinham, enquanto desferiria dois cortes diagonais no ar, formando um “X’ no final. Esses últimos ataques tinham a intenção de interceptar uma possível investida de Hector, então se ele não avançasse contra mim, provavelmente rasgariam apenas o ar. Com uma distância um pouco mais segura eu vasculharia o campo de batalha com o olhar para enxergar melhor a situação dos meus dois companheiros. Normalmente eu teria sido mais ofensiva, tentando atacar o inimigo mais um pouco antes de recuar, mas por desconhecer suas capacidades, preferi focar na defesa. Caso Hector avançasse contra mim novamente, eu voltaria a recuar na direção oposta, desde que houvesse espaço para tal. Se ele realmente era capaz de atacar tão rápido quanto uma bala, a melhor forma de me defender era ganhar espaço o suficiente para reagir aos seus ataques, e assim o faria caso ele se aproximasse demais, usando tudo que estava ao meu dispor, minha agilidade, acrobacias, cambalhotas e por aí vai. Em última instância, eu colocaria a espada em minha frente para bloquear os ataques que estivessem próximos demais para minhas esquivas não serem efetivas, e novamente desvencilharia do inimigo, ganhando espaço para sentir-me segura.

A parte mais problemática desse embate era que eu não estava sozinha e um dos meus companheiros já estava quase debilitado. Por conta da importância da Major e sua investigação sob nosso passado, eu não hesitaria em seguir suas ordens, caso elas fossem dadas em algum momento, talvez fossem cruciais para ganhar a batalha. Além disso, levando em conta a situação de Takeo e o estilo de luta dela, não hesitaria em interceptar uma possível investida de Hector contra algum dos dois, aproveitando do seu foco neles para realizar uma estocada, o quão profunda eu conseguisse acertar no traidor. Não conseguia evitar de me preocupar com o bem-estar deles, afinal, o inimigo parecia estar num patamar diferente de nós.

Técnica Utilizada:
 

Histórico da Garota Abacate:
 

Demais informações:
 

Objetivos:
 

Off:
 


Última edição por King em Seg 26 Out 2020, 22:42, editado 2 vez(es) (Razão : Um pequeno detalhe)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 6 EmptySab 31 Out 2020, 15:21




The Enemy Within
Hora da.. Eita.



A raiva de Elise era sincera, aquele que tinha dúvidas se realmente era um traidor finalmente revelou toda a verdade, ele tinha acabado de deixar Takeo inconsciente com apenas alguns golpes rápidos, sua força não parecia estar no mesmo nível que a dela, mas mesmo assim não recuou, seu instinto a levou a segurar sua espada e ficar a frente da major que ainda apontava sua arma para Hector. Antes que a mesma partisse em direção ao agente, era segurada por Evangeline pelo braço, os olhos da ruiva não saíram do seu alvo, a pistola em sua mão era diferente das demais, havia estruturas especiais tornando a arma muito maior que uma arma de fogo comum, era de coloração negra avermelhada com leves engrenagens em suas laterais além de ter possuir entalhes especiais por toda sua estrutura tornando o fato que aquilo era algo especial. - Tenha cuidado, você não sabe o que ele fez realmente. - Ela explicava. - Agentes possuem técnicas de combate especiais, ele usou dois rokushiki. - Para Elise que mal tinha saído de sua ilha natal, seu conhecimento sobre o mundo ainda era recluso. - Já ouvi falar dessas técnicas, pensei que agentes que pudessem usar essa habilidade ficassem só na Grand Line, nunca pensei que Hector fosse sequer capaz..

Abaixe a arma Evangeline, por favor. - Mesmo agora sendo um inimigo, o grisalho ainda parecia não querer lutar, pedia até mesmo com educação para a major deixar de o ameaçar com sua arma. - Você sabe muito bem o que vai acontecer se eu disparar de tão perto, não importa se usar novamente sua técnica de bloqueio. - Evangeline não tremia, mesmo sentindo no fundo medo, ao lado do agente ainda tinha Takeo desacordado e ainda hesitava mesmo que não demonstrasse, no fundo ainda sentia amor pelo traidor, mesmo tendo prometido ao saber das reais intenções do agente, lembranças e sentimentos não podiam ser mudados tão facilmente, a dor em seu peito era angustiante, Elise ainda era novata no grupo, não havia tanta razão para se segurar contra o traidor que agora mudou seu olhar para Takeo.

Elise, eu vou te dá cobertura, pegue Takeo. - Era uma ordem de resgate, se ele usasse a vida do ruivo como refém, ficariam ali sem poder fazer nada e a base poderia estar sofrendo ataque direto da organização mundial, não podiam se dá ao luxo seguir as palavras de Hector. Tendo permissão para atacar, a espadachim já tinha uma estratégia a se seguir, o lutador desviava de seus ataques com facilidade assim como a cabo previu, seu intuito era se aproximar o bastante para efetuar uma técnica surpresa que ia além da física aplicando força desproporcional em uma subida dinâmica, Hector não fazia nenhum golpe, ficava na defensiva buscando enxergar por trás da estratégia da garota e da major que ainda o mirava com sua arma, mas ele sabia que a mesma não dispararia, era um homem esperto infiltrado por bastante tempo, o suficiente para conhecer aqueles que o rodeavam muito bem.

Enfim o golpe enfurecido era feito, um passo era o bastante para tirar a cabeça do agente da reta, porém a garota forçava seu tronco e seus braços a quebrarem toda a gravidade jogando sua força para cima parando a espada no meio ao golpe que quase atingia o chão e disparava contra a garganta/cabeça do grisalho que arregalou seus olhos por um instante e vendo a velocidade daquele movimento sentiu um perigo eminente, foi o bastante para mudar sua forma de batalha, ele finalmente ousava atacar Elise, de sua manga puxava uma leve adaga a segurando com o punho e indo em direção a espada, o barulho de aço se chocando era irritante, por mais que o homem fosse forte, não tinha ganhado tanto balanço como Elise que tinha colocado toda a força do seu corpo, a adaga do agente era arremessada para cima, porém com a outra mão e uma faca jogava na direção de Elise, por volta de suas costelas, um fino tiro quebrava o arma em estilhaços, foi obra da major.

O suor frio descia da testa do agente que observava a major depois do disparo, ele por reflexo pulava para trás fugindo dos cortes de Elise e criando um espaço entre sua pessoa e o ruivo, seu coração havia parado por um segundo, Evangeline tinha disparado contra sua pessoa, à medida que o combate ia se intensificando e ele ganhando tempo, a ruiva ia perdendo sua hesitação e não deixaria que mais nenhum de seus companheiros se machucasse diante dela. - Pare Hector, o próximo disparo vai ser no seu coração. - Ela ameaçava com olhos afiados, mas o agente sorria. - Se for para parar vocês, pode ceifar minha vida à vontade. - As palavras penetravam na mente da major, segurava o punho da pistola com força. - Elise, pegue Takeo, ele não vai se aproximar. Não comigo aqui.


off:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 6 EmptyTer 03 Nov 2020, 12:12

A Troublesome Foe


Não havia outra reação senão ficar incrédula com tudo que estava acontecendo. Eu não esperava que meu golpe fosse funcionar, mas foi por pouco que não acertei o maldito agente! Se ele não tivesse, mais uma vez, revelado um pouco mais da sua natureza traiçoeira “Adagas? Merda... Já não é a primeira vez que tenho trabalho com isso.” E quando achei que tinha a vantagem contra o oponente ele sacava mais um punhal, preparado para cravá-lo em mim, não fosse o tiro da major para estilhaça-lo. Isso tudo não deve ter durado mais do que alguns segundos, mas era uma cena difícil de esquecer. Posso até ter ficado mais forte, mas os desafios que travo também só ficam mais árduos. Eu finalmente ganhava uma explicação sobre o que diabos Hector havia feito, aqueles golpes especiais recebiam o nome de “Rokushikis” e era algo esperado dos nossos inimigos na Grand Line. Meu rosto franzia enquanto o olhar se fixava no oponente a minha frente. Estava irritada. “E mais uma vez essa maldita Grand Line só aparece pra acabar comigo! Parece que nada de bom vem desse lugar...” Inspirava de forma ritmada para recuperar o fôlego, aquele golpe não havia sido algo usual e eu precisava conservar mais minhas energias, pois tinha uma ordem tão complicada quanto lutar: Impedir que o ruivo fosse feito de refém.

Foi o disparo de Evangeline ou a ofensiva que assustaram o agente? Apesar da dúvida pregada em minha mente, havia uma certeza no campo de batalha: Hector havia se afastado do ruivo, e a ruiva também havia percebido isso. Com sua mira fixada no oponente, me restava resgatar Takeo. Com ele seguro, poderíamos dar no pé em direção a base que, nesse momento, poderia estar correndo sério risco com Marley. Mesmo com a clara desvantagem o agente não parecia se sentir intimidado, pelo contrário, o desgraçado dava a primeira risada desde o começo da missão, e seu deboche conseguia ser mais frustrante do que sua indiferença, fazendo-me torcer o nariz. A respeito das ordens da major eu a fitaria por um breve instante, assentindo meu rosto positivamente. Por dentro eu sentia meu coração acelerado, talvez pelo calor da batalha ou por medo das capacidades do oponente, afinal, eu teria que me aproximar dele para resgatar o ruivo. “Eva, eu confio em você.” Não que houvessem outras escolhas que poderiam ser feitas, entre o agente infiltrado e uma superior, eu sou uma mera peã na luta contra o governo mundial.

Manteria a mão canhota firme na espada, enquanto me aproximava com passos morosos em direção ao ruivo. A visão estava travada no agente a frente, apesar de confiar sim na major, era impossível não sentir receio de deixar a guarda baixa perto dele, então, mesmo que isso dificultasse um pouco o resgate de Takeo, eu não deixaria de empunhar a katana na direção do inimigo por um segundo sequer. Quando já estivesse próxima do revolucionário eu daria uma breve desviada no olhar para enxergar melhor o ferimento dele. Em seguida me agacharia brevemente, usando o braço livre para entrelaçar o corpo do ruivo pelas costas, também tentando jogar um de seus braços sobre minha nuca para distribuir melhor o peso de seu corpo. Não tinha certeza de que era forte o suficiente para carregar Takeo com um braço só, mesmo que ele não parecesse ser do tipo musculoso então, para facilitar a tarefa, eu faria tudo isso agachada, usando o chão para apoiar parte do peso dele. Eu estava preocupada com seu estado, mesmo sem ter nenhum conhecimento sobre medicina, daria meu jeito de checar se ele estava consciente. Me aproximaria mais do corpo do ruivo, murmurando próximo de seus ouvidos. – Cê ainda tem muito a me ensinar sobre sedução, ruivo... Nem pense em morrer aqui, tá ouvindo? – Não eram exatamente palavras meigas, mas numa situação dessas, e tendo a mim como locutora bem, eu esperava que soassem como um reconforto. Talvez fosse meio redundante, mas ainda que o conteúdo fosse meio grosseiro, eu falaria da forma mais angelical que minhas pregas vocais permitissem. “Fala sério Takeo, a gente se conhece a pouco tempo, mas deve ter percebido que isso veio do coração, por favor, dê um sinal, por menor que seja, de que cê tá bem.” E aquele era meu ponto principal ali, eu queria qualquer tipo de indício que o ruivo não estava em lençóis tão ruins quanto eu imaginava, mesmo algo breve como um suspiro mais profundo, seria suficiente para me aliviar. “E deve acalmar a major também, quando a gente estiver longe desse desgraçado.” Eu era uma subordinada de Eva e pela hierarquia, Takeo era meu também. Assim como a garotada de Briss, preocupar-me com ele era o mínimo que deveria fazer.

Sobre o infeliz a minha frente, bem, embora estivesse sob a mira de Eva, eu ainda me sentia hesitante quanto seus truques e por isso, continuaria com os olhos vidrados nele. Recuaria em direção a major com o ruivo no braço destro, a espada empunhada e os olhos firmes no inimigo, sentia segurança em agir dessa forma pois com a major armada atrás de mim, não havia perigo nos esperando daquela direção mas, na minha frente, havia uma grande ameaça, ameaçadora o bastante para me preparar para o pior dos casos. Já imaginava que ele atacaria Takeo de algum jeito e meus movimentos seriam centrados em impedir isso. No caso de arremessar mais facas em nossa direção, bem, com o ruivo em um dos braços eu não tinha muito espaço para esquiva, então restava utilizar da katana para interceptar as facas, usando-a como um escudo contra o que fosse arremessado contra nós. Na hipótese de o agente tentar se aproximar, não hesitaria em brandir a arma no ar, balançando-a de um lado pro outro. – Mais um passo e eu acabo contigo! – Deixaria bem claro pelo tom raivoso de que se ele chegasse mais perto, um daqueles cortes acabaria o acertando. “Depois daquela manobra, ele deve me levar a sério.” No pior dos cenários, Hector conseguiria se aproximar para atacar o ruivo diretamente, por mais doloroso que fosse, não pensaria duas vezes em me usar como escudo humano, movendo-me com tudo para me colocar na frente do ruivo.

Ser acertada não era nem um pouco agradável, e eu não planejava deixar que aquilo fosse em vão. Já tinha uma estratégia de contra-ataque montada na cabeça e, em qualquer cenário que estivesse bem próxima do inimigo, eu já sabia o que fazer. “Ele parou o sangramento do seu ferimento, mas a bala ainda deve estar lá. Não sei como diabos essa maldita técnica dele funciona, mas se eu conseguir acertá-lo no ferimento, não, se eu conseguir fazer com que a bala penetre mais fundo em seu corpo... É isso!” De fato, eu não sabia muito sobre medicina, mas já levei um tiro antes e tinha certeza de duas coisas: Ele não havia removido o projétil e além disso, a ferida não deve ter cicatrizado por completo. Então, com a proximidade do inimigo, talvez comigo sendo atingida pelo golpe, eu morderia os lábios, tanto de raiva quanto de dor e, com ambas as mãos, eu agarraria a espada para realizar uma estocada aonde ele havia sido atingido. Para realizar isso, provavelmente eu teria de largar Takeo no chão mas, levando em conta os outros fatores, não acho que seria uma queda brusca ou que ele estaria em perigo maior do que com Hector próximo de nós. Estando agachada, atingir Hector aonde dói não deveria ser difícil e mesmo que fosse, eu aprofundaria o golpe com o máximo de força que tinha, até sentir a ponta da espada empurrando o projétil e, como consequência, penetrando ainda mais as vísceras do inimigo. – Pensou que eu tinha esquecido disso? Pensou errado, seu LIXO! – E retiraria a espada dele com sagacidade, agarrando o revolucionário e correndo em direção a Major.

Se tudo ocorresse bem, já deveríamos estar praticamente do lado da Major. Eu colocaria o ruivo cuidadosamente no chão, e perguntaria para Eva: – E o que a gente faz agora? – E na possibilidade disso não ocorrer, eu estaria disposta a seguir outras ordens dela, afinal, sua experiência em combate deveria ser maior que a minha.

Histórico da Garota Abacate:
 

Demais informações:
 

Objetivos:
 

Off:
 

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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Última edição por King em Qua 04 Nov 2020, 10:15, editado 1 vez(es) (Razão : uns erros gramaticais que passaram batidos)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 6 EmptySex 06 Nov 2020, 22:13




The Enemy Within
Hora da.. Eita.



Foram poucos segundos para definir o resultado deste embate, na mente de cada um poderiam ter passado horas pela tensão da batalha, Elise mesmo estando a um metro de Takeo que estava ajoelhado no chão não poderia sequer mover um dedo sem que o agente que a fitava de frente fizesse algum movimento, Evangeline apontava sua arma para Hector encarando de frente sua pessoa, não deixaria que mais um de seus subordinados se machucasse, estava completamente ciente de sua situação, se fosse para alguém sofrer um ferimento, que seja ela. A espadachim estava disposta a correr perigo mesmo com seu instinto lhe dizendo para recuar, confiava em sua superior e assim avançou em direção ao inimigo para resgatar o ruivo, o agente agiu indo em direção a ela, foram três disparos efetuados que passavam como raio ao redor de Elise, sentia a pressão do vento sendo jogado ao redor da bala.

A arma era tão potente capaz de cortar o vento e chegar ao agente sem encostar em um fio de cabelo da garota abacate mesmo estando na linha de disparo, havia um motivo para a mesma ser uma major, sua visão e precisão em campo de batalha poderia superar os mais experientes atiradores da Grand Line, carregava consigo uma construção esbelta de um ferreiro do New World, uma arma de duas faces, a que utilizava era sua forma rápida, Hector arregalou seus olhos por um segundo entendendo o que se passava, ela realmente tinha disparado contra sua pessoa, parece que a hesitação da mulher tinha sumido e sem contestar, mais uma vez ele voltava a utilizar sua técnica especial. - Tekkai. - As balas atingiram seu corpo deixando pequenas marcas de perfuração, por mais sua defesa ficasse absurdamente sólida, as balas causavam algum dano, tinha ficado posicionado para tal habilidade deixando que Elise ficasse livre para pegar o ruivo rapidamente.

Ela confirmava se ele ainda estava vivo, ele respirava e seus olhos quase fechados se mexiam, tentava buscar a voz do sujeito. - Coff.. Cof.. Não.. Não vou morrer, você choraria.. - Lançava um sorriso torto de deboche, ele ainda estava danificado dos danos, podia ver em seu peito três perfurações como se tivesse sido atingido por disparos à queima roupa. O agente não poderia perder seu refém, por sua hora, aproveitou para se baixar e usar Elise para ficar entre a major e ele sabendo que Takeo o daria uma barreira contra os tidos.

Elise! - Gritou a major, já a cabo puxou sua espada e lançou contra agente que facilmente retirava mais uma adaga da manga girando seu próprio corpo em seu eixo, colidindo contra a espada e a lançando para o lado aproveitando com a falta de base da espadachim, desarmada a mesma era agarrada pelo pescoço por uma de suas mãos, a mesma nem tinha chance de tentar se livrar, queria abusar do ferimento do homem, Takeo caia no chão ainda acordado, Elise se tornava a refém. Sentia a força de Hector ao redor de seu pescoço, ele apertava deixando o ar escapar aos poucos. - Melhor não atirar major. - Falou Hector, de frente com o agente, a cabo podia ver de perto a expressão do grisalho, ele não conseguia esconder todas suas emoções sob tanta pressão, seu sorriso havia sumido e transparência tristeza, seus olhos oscilavam. - Solte ela! É meu último aviso Hector! - Ameaçou Evangeline soltando sua voz. - Não você não o fará.. Você se importa demais com as pessoas Eva, estou ao seu lado a muito tempo, já aprendi o bastante, não deixarei nenhum de vocês sair daqui. Não enquanto eu estiver vivo.

O corpo da Elise sentia sua falta de oxigênio e aos poucos sentia sua força se esvaindo tendo que lidar com um possível desmaio, o ruivo ainda no chão finalmente demonstra sua determinação e sentido seu peito doer como o inferno, pegava o pé do agente de uma vez o desequilibrando por mera fração de segundo. - Major! - Logo após isto, o som de um disparo ecoava pelo ambiente, o alvo era nada mais do que o ferimento de Hector, o agente era jogado para trás e perdia força do seu corpo liberando Elise forçadamente. Ele recuava dando alguns passos para trás, voltava sua mão ao ferimento aberto, seus olhos perdiam a cor em certos momento enquanto se ajoelhava buscando forças para ficar de pé. - Não. Não! - E uma explosão ao longe poderia ser ouvida, atrás do traidor havia uma forte luz na mesma direção da base revolucionária. - Ah.. Eu acho que consegui. - Hector sorria segurando seu ferimento. - Eu consegui Eva. - Em todo o tempo que o trio conhecia o agente, era a primeira vez que observavam um sorriso tão sincero e genuíno.

Maldito! - Takeo ainda machucado gritava socando o chão. - Acabe com ele! - Pedia em fúria, porém Evangelina se aproximava do sujeito apontado sua pistola e com a boca do cano na cabeça de Hector, suas ordens eram simples. - Elise, se levante e amarre o prisioneiro, Takeo faça os primeiros socorros. - Sua voz era gélida, a cabo seguia a ordem de Evangeline como o pedido e Takeo relutante fazia o mesmo depois de se recuperar. - Devemos investigar o que aconteceu, quero que cuidem dele, não o matem, ele terá que falar tudo que sabe. Isto é uma ordem. - Guardava sua arma enquanto Hector sorria como uma criança meio cabisbaixo. - A seguirei como sempre. - E fechava seus olhos ficando inconsciente, porém ainda vivia.

Mesmo com rancor do traidor, o quarteto ia em direção ao QG de forma cuidadosa, conseguiam ver a mesma cabana que era usada como entrada para a base em chamas. - Não pode ser.. - A boca da major se abria e sua mão ia ao encontro dela e por impulso seus dentes se batiam. - O que ele fizeram, deve haver alguém, não pode ser que nossa base tenha sido totalmente destruída, temos rotas de fuga.. Mas.. - A visão era aterrorizante, surgia ao longe uma sombra negra correndo em alta velocidade, Eva e Takeo se preparavam para um possível inimigo, mas este na verdade era um aliado, que poderia ser facilmente reconhecido por Elise, o pato de corrida. - GWEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEN!!! - Gritava em plantos.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 6 EmptyDom 08 Nov 2020, 00:22

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Uma saraivada de tiros seguida da distração de Takeo enquanto minha pessoa era sufocada por Hector. Já fazia tempos que não participava de uma batalha tão dinâmica, se antes a tensão dava a impressão de que aqueles momentos eram eternos, agora pareciam tão passageiros quanto um piscar de olhos. “Céus, ele é forte mesmo.” De volta ao chão, eu massageava o pescoço com a destra, tentando aliviar a pressão que outrora Hector aplicou sobre mim, de certa forma eu me senti humilhada, não fosse pelos dois ali, talvez eu tivesse encontrado meu fim. “Para de bobeira Elise, é por isso mesmo que vocês são uma equipe.” O agente ficava de joelhos, fora acertado mais uma vez pela major e justo no lugar que eu pretendia ataca-lo, não fosse pelo fato dele ter arremessado minha espada usando usa de suas malditas adagas. O inimigo realmente não era pouca bosta, por sorte, a Major também era tão habilidosa quanto, se não mais, do que ele. “Espero que Marley e nenhum outro agente em Baterilla seja assim também, é só mais dor de cabeça...” O curto momento de vitória acabou quando um clarão apareceu por trás do inimigo vindo da mesma direção da base. O desgraçado realmente só queria nos atrasar. Frustrada, me limitei a resmungar alguns palavrões bem baixo, enquanto minha superior resolvia agir de forma mais racional.

Com a ordem de amarrar o agente, que agora já estava apagado, depois de dar mais um de seus sorrisos cínicos, eu primeiro fiz questão de recuperar minha lâmina e guardá-la na cintura. Após isso, arrumei o material necessário para prendê-lo, sejam cordas ou algo parecido e que estivessem ali pelo ambiente ou fornecido pelos meus colegas. As duas mãos de Hector seriam amarradas pela parte traseira de seu tronco, o que eu acreditava ser bastante para impedi-lo de lutar eficientemente. De resto, eu apenas arrastei o agente conosco, enquanto aproveita do silêncio para deixar o raciocínio em dia. “Já tenho quase certeza de que Marley deve ter sido o responsável por aquela explosão, isso é ruim, não, é péssimo pra gente! Mas talvez eles tenham destruído somente a base e a galera tenha escapado... Pelo menos Hector foi capturado e eu ainda tenho seu documento guardado, ainda não perdemos essa guerra.” É claro que eu faria questão de pegar os demais documentos que deveriam ter se espalhados na confusão, eles ainda eram importantes e não podiam ser deixados para trás. O que me deixava revoltada não era caçar os papéis pelo chão, mas sim carregar o traidor nos braços, sentia vontade de degolá-lo ali mesmo e atirar seu corpo no esgoto, mas, como a major apontou, não seria uma decisão inteligente. Para entender melhor a infiltração no exército, precisávamos dele vivo.

Ver a cabana queimando não era uma vista agradável, e isso ficava nítido na reação do restante do grupo. Eu cerrava os punhos, numa fula tentativa de conter a raiva, mas era inútil, a aversão que eu sentia pelo governo mundial deixava de ser algo meramente da profissão, tornando-se pessoal. “Céus... Eles são capazes de tudo mesmo. Que aquela pata maluca e a Lúcia não tenham sido queimadas viv-” Nossos lamentos foram interrompidos por um berro melancólico em conjunto com a aproximação veloz de um vulto. Takeo e Evangeline se preparavam para o combate, mas eu senti familiaridade com aquela figura. Eu daria um passo à frente, abandonando o corpo de Hector e vociferando de felicidade, com um breve sorriso no semblante. – Esperem! Lil’ Flash! – Tinha certeza de que era a pata de antes, e esperava que ela reconhecesse minha voz com o chamado. Uma vez próximas, eu gentilmente acariciaria sua cabeça enquanto a fitava nos olhos. – Como cê tá, docinho? – Meu olhar então percorreria o corpo do animal, buscando por possíveis ferimentos. Não estava feliz apenas por encontra-la de novo, mas também porque se ela estava viva, então haviam grandes chances de os revolucionários ainda estarem vivos. “Não acho que essa pata tenha conseguido escapar sozinha, ainda mais naquele curralzinho. Alguém deve ter lhe soltado.” Meus colegas não deveriam entender bulhufas do que estava acontecendo, então eu explicaria, envergonhada, já que o jeito fofo que falava com o animalzinho quebrava a imagem de durona que gostava de passar. – É-É uma longa história, mas eu ajudei a treinar ela junto com a Lúcia, conhecem? – E falando sobre a revolucionária, como ela ficava próxima dos “estábulos” do QG, talvez fosse ela quem tivesse solto a pata, não seria estranho se estivesse próxima dali. Levando isso em conta, eu voltaria a acariciar o bichinho e perguntaria para ela. – Cê viu a Lúcia? Onde ela tá? – Não esperava muito vindo de um animal, mas talvez ela reconhecesse o nome e ao menos daria algum indício da direção aonde ela, ou outros revolucionários, estavam. Com sucesso ou não, eu a manteria próxima de nós, enquanto voltava para segurar Hector.

Uma das mãos resguardaria o cabo da espada, dando breves olhadas na direção do agente inconsciente. Sentia que aquele era o momento certo para revelar a prova final que o condenaria de vez, assim que encontrássemos nossos superiores. Me viraria em direção a Lil’Flash, para garantir que nenhum deles visse a cena, e retiraria o documento do meu busto, me aproximando de Evangeline com o olhar sério. – Aqui tá a prova de que ele sempre foi um traidor. – Me sentia insegura por só informá-los disso depois de toda a confusão, falando com um tom tímido e cabisbaixa, mas ainda assim, entregaria o arquivo em suas mãos. – S-Sinto muito por não ter mostrado isso antes. Cês não fazem ideia do sufoco que passei para esconder isso dele, foi por pouco que ele não descobriu. Espero que ajude a condenar esse desgraçado. – E voltaria para perto do agente e da minha mascote. Me livrar desse maldito papel tirava um peso imenso das minhas costas, a ponto de erguer o rosto para os céus e expirar, aliviada. “Agora resta descobrir o que diabos aconteceu aqui.”

Talvez a aparição de Lil’ Flash indicasse o paradeiro do restante dos revolucionários, ou então teríamos que nos virar com a cena que estava na nossa frente. Nesse caso, me limitaria a dar uma breve olhada por volta da cabana, procurando por algum indício de entrada secreta, como Eva mencionou, mas sem me distanciar muito do grupo. Sem grandes resultados, me restava voltar e decidir o que faríamos em seguida. – Alguma ideia? – Se a ave realmente não fornecesse nenhuma pista do que ocorreu, eu torcia para que algum dos dois soubesse o que fazer. “E lá vamos nós, de novo. Tô precisando de uma folga.”

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 6 EmptySex 13 Nov 2020, 00:16




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Hora da.. Eita.



Era um atropelo carinhoso por assim dizer, Elise trombava com uma ave de penas suaves e macias, conseguia sentir o calor daquele ser vivo que reconhecia a garota, ela a mesma que lhe deu uma banana. - GWEN! - Berrou animada, Takeo e Evangeline ficaram quietos por alguns segundos observando a postura dócil da espadachim que sempre pareceu carrancuda e mesmo estando em um clima péssimo, foi bom ter essa quebra de tensão, toda a situação poderia ficar mais lúcida, a major quase havia disparado contra um aliado da justiça. - Se o pato escapou, as chances dos demais saírem a tempo é bem grande. - Idealizou Takeo olhando para a ruiva que colocava suas mãos na cintura e guardava sua arma, se virava para a cabana observando a poeira negra pairar no céu.

Rezo que você tenha razão Takeo. - Já Elise acariciava a ave penada enquanto indagou sobre a Lúcia. - Acho que conheci uma preguiçosa com esse nome.. - Coçou a cabeça Takeo, seus óculos gigantes ainda eram destacáveis assustando o pássaro quando ele foi passar sua mão nas penas dela. - Ela não parece estar ferida ainda bem, mas o quê é isto? - Apontava para o pescoço do animal que possuía uma linha com um pequeno pedaço branco de papel amarrado como um pingente.

Pegando a ave se aquietava sentando no chão quase próximo do traidor, a major se aproximava ficando curiosa, no papel algumas breves palavras “Ire. Salutem. Iter.”, uma espécie de mensagem secreta. Os olhos da major quase se encheram de lágrimas, segurou seus sentimentos mais uma vez para dizer com a voz quase fanha. - O plano do governo não foi completamente certo, não deixaram ser do jeito que queriam. - Takeo se aproximava observando o traidor que ainda estava desacordado, tinha sido carregado até então, o pato seria uma ótima montaria para levar o sujeito com velocidade. - O que significa a mensagem? - O ruivo perguntou.

Significa que estão seguros e devemos seguir em frente para a um ponto assegurado pela revolução. - Sorria de forma confiante, a major tinha seu ânimo rejuvenescido com a notícia, já Elise usava do tempo para finalmente constatar toda a verdade por trás de Hector, a investigação não havia dado provas, mas o documento sentenciava o agente. - Não se preocupe, eu entendo toda a sua preocupação, sou grata de estar a salva Elise. - Falou Eva se aproximando e colocando sua mão firme no ombro da espadachim. - Sou muito grata.

Após esse momento sentimental, Hector abria os olhos e observava o grupo de revolucionários o observando. - Bom dia. - Saudava como se ainda fosse do mesmo lado, a major não correspondia, não era o momento para trocar palavras. - Não estamos sozinhos, nossa pequena base pode ter sido destruída, mas nossa força ainda está de pé, nossos companheiros conseguiram escapar e pediram para seguirmos em frente. É isso que vamos fazer. - Ordenava a major. - Nossa próxima parada será o Farol. - Indicava a major, mas antes teriam que arrumar algum barco ou carona, apesar de estarem sem uma proteção, Eva ainda tinha sua rede de contatos pela ilha. - Takeo, procure por Joseph, irei tomar conta do prisioneiro. E você Elise.. Vai ficar?


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 6 EmptyQua 18 Nov 2020, 00:40

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A reviravolta surpreendente dava indícios de que nossa situação não estava tão ruim quanto eu imaginava. Além de reencontrar minha pata, sem machucados, ela carregava consigo uma mensagem que, após ser esclarecida pela major, mostrou que os agentes conseguiram destruir apenas nosso esconderijo. Os revolucionários estavam são e salvos, não só isso, como também tínhamos ordens para zarpar em direção a um certo lugar. “Farol?” Era um nome um tanto quanto... Genérico? Quantos faróis eu não havia visto antes, espalhados por todos os cantos dos Blues? E se não bastassem as dúvidas na minha cabeça, Eva fazia uma perguntava que também me deixava de queixo caído. – F-Ficar? – Talvez foi o deslumbre de reencontrar minha mascote, ou saber que o pilantra do Hector não havia se safado, mas eu estava meio desatenta, e não sabia em qual sentido exatamente ela queria que eu ficasse. “Será que ela tá perguntando se eu vou seguir em direção a esse lugar, ou se é pra acompanhar o Takeo?” Para não parecer ainda mais atrapalhada na frente de todos, eu adiantaria minha resposta, mesmo que gaguejasse. – M-M-Mas é claro que eu fico! Eu vou até esse Farol com vocês! – Nesse momento meus olhos prestavam atenção no já acordado traidor, não planejava descansar enquanto ele não pagasse pelos crimes que cometeu, pois me sentia culpada de não ter o detido antes. – V-Vou em qualquer lugar pra fazer os responsáveis por esse incêndio pagarem pelo que fizeram! Mesmo que envolva essa tal de “Grand Line”! – Um pouco mais determinada, dessa vez eu fitaria meus companheiros, ignorando a presença do desprezível ali.

Novamente, vale ressaltar que a minha distração me fazia ficar perdida, um pouco nervosa, com a pergunta da major, então deixaria claro, mais uma vez, minhas intenções. – Vou com Takeo, não sei quem é esse cara que cês procuram, mas o Marley ainda deve tá à solta por aí. – Cruzava os braços, demonstrando meu descontentamento. O grisalho era o principal suspeito de ter mandado nosso esconderijo pelos ares, e me irritava não ter sido mais casca grossa com ele quando tive a oportunidade. – E se a gente se encontrar, garanto que ele vai pagar por isso. – Com as palavras ditas, eu me viraria em direção ao ruivo e sinalizaria para irmos atrás do contato de Evangeline. Antes de nos distanciarmos demais, viraria o rosto, dando algumas últimas palavras para a ruiva. – Talvez ela seja útil pra transportar ele. Essa pata é mais rápida que uma flecha. – E, é claro, eu deixaria a pata junto da major, por acreditar que ela seria mais útil ali do que comigo e com o ruivo, a dispensando delicadamente.

Já que a major tinha pedido primeiramente para o ruivo procurar pelo tal Joseph, mesmo sendo a superior, deixaria que ele liderasse o caminho. Não conhecia muito sobre Baterilla. Ainda assim, mesmo estando mais quieta do que antes, eu achava importante mostrar que estava preocupada com seu bem estar. – Se sente melhor? – Indagaria, enquanto caminhávamos. Se ele respondesse com mais uma de suas insinuações eróticas, seria retrucado apenas com uma torcida de nariz e um desvio de olhar. “Parece que certas coisas nunca mudam...” E mesmo sendo um pervertido de quinta categoria, eu me importava com ele. Quase havíamos sido mortos hoje, por um homem que parecia ter abandonado a própria humanidade. “Ainda não consigo acreditar que ele fez tudo aquilo... E pensar que aqueles golpes são comuns pros agentes que tão na Grand Line...” Engoli em seco. Não sei se foi por conta desse nome maldito, ou por relembrar a facilidade de Hector em lidar comigo e com o ruivo, mas o coração saltitava mais forte. Seria isso medo? Pois, assim como o receio surgia, uma estranha animosidade vinha junto. Talvez eu gostasse de correr perigo, ao menos quando bati de frente com um agente claramente superior. “É, eu quase morri.... De novo. Assim como eu quase rasguei a cara daquele filho da puta! Pode até ser perigoso, mas lutando contra esse maldito governo mundial... Acho... Acho que vale a pena correr o risco.” Toda a minha jornada pelo exército revolucionário foi por conta de gratidão, por terem me libertado do jugo de um homem cruel, mas agora eu me sentia bem lutando pela causa revolucionária, afinal, foi a omissão do governo e da marinha que me fizeram ser escravizada. Além disso, apesar de ter certo apreço a liberdade, eu não concordava com a zorra dos piratas. Acreditava ter feito a escolha certa, a revolução caía como uma luva para mim. “Não acredito que tô pensando nisso pra valer, mas eu... Eu quero ir pra essa tal Grand Line, e derrotar um Hector por dia.”

Não tinha muita pretensão seguindo Takeo, já que o agente já estava neutralizado, acreditava que minha presença seria mais útil ajudando o ruivo a achar o tal do Joseph ao invés de permanecer parada com Eva. Sendo sincera, ficar a sós com ela, depois do que aconteceu no navio, não vai acontecer tão cedo. Era vergonha demais para um dia só. Mas sobre a situação atual, devido aos machucados do ruivo, meu foco seria em protege-lo de possíveis ameaças, Por onde quer que fossemos, a destra não largaria o cabo da espada, o olhar estaria afiado, cobrindo o máximo de ângulos possíveis do ambiente que nos rodeia. Depois da captura do traidor, a tarefa parecia relativamente fácil, não fosse um pequeno detalhe que eu não conseguia esquecer. “Aonde o maldito do Marley se meteu?” Tinha certeza de que Eva estava segura, mas só de cogitar um possível ataque surpresa do outro grisalho, eu ficava encucada. "O que Takeo vai pensar se ele der as caras de novo?"

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 6 EmptyDom 22 Nov 2020, 20:26




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Hora da.. Eita.



Ela havia se candidatado a ir junto com Takeo, deveria manter em mente em ser sigilosa durante o caminho, os agentes sabiam que restavam revolucionário na ilha e a premissa era de expulsar ou matar todos dela, já Evangeline ficaria junto com o pato e Hector, os dois tinham algumas pendências a se entender, a major olhava com receio para o prisioneiro que apenas a encarava com seu olhar frio e sem expressão, o ruivo estava de partida e enfim a cabo deixava ele a guiar pela ilha. Teriam de sair da floresta e voltar a cidade esta que por sua vez estaria ainda mais perigosa para a dupla, Elise perguntava sobre o estado de seu companheiro que havia levado golpes especiais do agente, este por sua vez percebia a preocupação de sua colega e não fazia uma de suas piadas sarcásticas tendendo a um duplo sentido. - Sim, a major disse que os ferimentos não foram tão profundos apesar que ele poderia facilmente me matar, talvez estivesse fraco pela perda de sangue. - Por alguma razão, Hector não tirava a vida de Takeo, mas tinha o poder para tal feito.

Saindo da floresta, podiam ver o caminho para entrar na cidade e continuar a trilhar em direção ao sujeito conhecido pela major. - Antes que pergunte, Joseph não é um revolucionário, mas ajuda a causa com alguns recursos, a mulher dele era uma de nós, mas morreu a um bom tempo. Não faça perguntas sobre ela nem a mencione, ele é um senhor rabugento, mas pode arranjar um barco para o farol. - Seria uma estrada difícil a se enfrentar, a espadachim ainda não tinha conhecimento sobre a Reverse Montain e o quão mortal poderia ser, talvez fosse até mesmo uma dádiva ter que sentir o medo somente na hora da subida. - Nossa embarcação a essa altura deve ser do conhecimento do governo, Hector com toda certeza deve ter explanado todas nossas informações. - Em nenhum momento o ruivo citava Marley e mantinha seu foco em Hector, já Elise pensava por onde andaria o segundo traidor e se encontrariam novamente algum dia.

As ruelas eram os principais caminhos para criminosos, a cidade tinha sua própria estratégia de segurança e a marinha não deixaria qualquer pirata escapar de suas garras sempre buscando a captura e detenção deles. - Estamos quase lá. - Informou Takeo apontando para uma parte mais aberta e portuária, era quase uma loja de barcos, porém só havia um grande galpão ao lado de uma casa velha de tijolos vermelhos enegrecidos pelo tempo e sujeira, os barcos ao redor estavam todos desmontados ou eram velharias, nada para se usar na subida. Se aproximando da porta, Takeo dava duas batidas, e a porta era aberta lentamente, apenas um olho surgia na pequena brecha. - Quem são? - Havia um sotaques estranho na voz. - Colegas da Crystal.

A porta era fechada de imediato com uma forte batida, o ruivo olhava para Elise, esboçava um pequeno sorriso cínico e depois do barulho de ferrolhos e trancas, a imagem de um senhor a beira dos seus sessenta anos surgia, porém não parecia, seu corpo era treinado e musculoso como se fosse um atleta de levantamento de peso. - Entrem rápido. - Os dois saiam do frio da madrugada, o lugar era escuro e o sofá sujo. - Se sentem em qualquer canto e me contem o que querem dessa vez. - Seus olhos estavam cansados e cruzando os braços não parecia querer cooperar. - Precisamos de um barco para nos levar para o Farol, senhor Joseph, pode nos ajudar com isso? - O velho olhava para os lados e encarava os dois revolucionários, Elise podia ver em cima de um criado-mudo uma fotografia com Joseph, sua mulher e uma garota pequena. - E sua turma, eles devem ter um navio não é? Pode pedir a ajuda deles, qual é o problema?


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