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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2 - The Enemy Within

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 4 EmptySex 06 Mar 2020, 14:46

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 2 - The Enemy Within

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Elise Von Bernstein. A qual não possui narrador definido.


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King
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Revolucionário


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 4 EmptySab 25 Jul 2020, 17:47

We Are (Not) a Team, Are We?


O início da invasão foi até que... Tranquilo. Sendo sincera, conseguimos adentrar naquele prédio com uma facilidade tão grande que até me deixava intrigada. Bem, não é como se fosse questão de sorte. Foi tudo parte do plano da major. “Sim, a ajuda de Evangeline e dos outros foi crucial.” Um simples incêndio foi o suficiente para dispersar as tropas que vigiavam o local, pelo menos por enquanto, nossas preocupações seriam somente o que estava ali dentro. O que me aguardava dentro daquele prédio enorme? É o que estava prestes a descobrir. Depois de passar pelo jardim aberto, entrei pela janela e ajudei com que meu calado companheiro entrasse também, o restante provavelmente não demoraria muito para chegar. Por enquanto, estávamos num cômodo escuro, e não dava para escutar muitos ruídos vindos dali se comparado ao deslumbrante horizonte de Baterilla, com tantas cores fortes e vívidas, dava um belo de um contraste. “Tão grande que eu mal consigo enxergar aqui, céus...” É, me sentir perdida ali não era uma das melhores sensações que já tive, mas ainda assim, sabendo da presença do meu companheiro ali e, principalmente, graças as minhas habilidades furtivas, eu conseguia dar meu jeito de evitar tropeçar e causar um furdúncio desnecessário.  “Um passo errado, Elise, e toda a missão vai pro brejo.”

No final das contas eu consegui cumprir a dificílima tarefa de me guiar pelo quarto escuro. Hector e eu demos uma rápida espiada no lado de fora do quarto, e o que víamos? Nada. Não era exatamente um lugar em branco, vazio e aberto, mas sim um monte de corredores e cômodos sem presença alguma de guardas. Nós definitivamente estávamos no quarto de hóspedes, como descrito na planta do local que recebemos, e Hector estava ciente disso. “E mesmo se tivesse, não sei se ele estaria aberto para conversar sobre” É, um detalhe que passou batido foi a reação de Hector quando deixei claro que devíamos trabalhar como parceiros, e não numa relação de chefe e subordinada. O que eu posso dizer é que, mesmo com a expressão facial monótona dele, dava para perceber que não gostou muito do meu comentário. “Como se isso importasse agora... Foco no objetivo, Elise!” Eu chacoalhei a cabeça, para um rápido choque de realidade, e voltei a focar-me no presente.

Com nossas informações confirmadas, não havia com o que se preocupar naquele andar. Poderíamos passar facilmente por ali, sem causar problemas e pensar em como chegar na sala dos documentos, essa sim, muito bem vigiada e que, certamente, possuiria alguns guardas. Pelo menos foi o que pensei, até Hector agir estranho pra cima de mim. “Quê?” Arqueei as sobrancelhas, por não entender o que estava dizendo, mas pelo movimento de seus lábios, parecia ser algo semelhante a “pare.” Normalmente eu diria alguma coisa, mas por já ter falado demais numa missão que envolvia discrição, optei pelo silêncio e, em segundos, a resposta veio. Uma voz indagava se havia alguém no quarto de hóspedes, e junto dela, passos, que ficavam mais altos quanto mais se aproximavam. “M-Merda! Devem ter percebido a porta aberta.” Minha intuição me faria agarrar o cabo da espada de imediato, mas antes que eu prosseguisse, Hector voltava a gesticular e, mesmo eu que não sou muito boa em comunicação, conseguia entender o conteúdo da sua mensagem. “Então ele vai cuidar disso?” Para alguém tão calado, ele sabia falar bem, ao menos através de gestos. Ainda assim, eu não largaria minha arma, pois queria entender como o revolucionário cuidaria do nosso problema.

Me limitaria a me esconder ainda mais nos cantos escuros do cômodo, escondendo minha presença e desembainhando levemente minha espada. Com o olhar fixo na entrada do quarto, eu esperaria pelo encontro inevitável dos dois para, então, decidir o que faria. Se notasse uma mínima resistência por parte do homem ao que Hector fizesse, uma tentativa de escapar, gritar ou pedir por ajuda, não hesitaria em sair do meu esconderijo e golpeá-lo com minha arma, com força suficiente para nocauteá-lo ou, caso preciso, mata-lo antes que chamasse atenção demais. Com a ameaça resolvida, comunicar com meu companheiro se tornaria mais uma vez necessário e, infelizmente, eu não tinha aquela habilidade com gestos que nem ele, então teria de falar, mas, dessa vez, tomando alguns cuidados. Me aproximaria de Hector e murmuraria o que tinha em mente. – Então... Agora que cuidamos dessa questão. – Olharia para o intruso, que provavelmente estaria morto ou inconsciente no chão. – Tem alguma ideia de como vamos chegar lá em cima? Pois eu tive. – E explicaria meu plano para Hector, chegando ainda mais perto e cochichando. Mesmo que sentisse repulsa dessa proximidade, ainda mais do revolucionário apático. – Que tal se você usar as roupas desse cara... – Eu não sabia exatamente o que ele estava vestindo, mas, levando em conta que estava patrulhando os corredores do prédio, ele provavelmente era um guarda, e suas vestes deveriam ser padrão para todos os outros que teriam por ali. – Para você se disfarçar como guarda, e passar com tranquilidade por esse andar? Talvez consiga até mesmo chegar no segundo com tranquilidade. – Eu esperava convencer Hector com minhas palavras, pois não fazia ideia se quem estava naquela casa sentiria falta do homem que acabara de sumir. – Enquanto você consegue passear com tranquilidade, eu vou me esgueirando, sempre próxima, e você vai me dando sinais para ficar atenta. Se algo acontecer, desde que estejamos próximos... Eu consigo bolar uma distração. –

É claro que ficaria meio envergonhada por elaborar um plano daqueles, mas não via um desenrolar mais frutífero para nós. Um guarda cair de bandeja para que abatêssemos? Não é algo que acontece todo dia. Torcia para que Hector não visse minha liderança como uma afronta, e sim uma forma eficiente de prosseguir com a missão. Se concordasse, eu ajudaria com tudo que pudesse para seu disfarce ficar convincente. Retiraria o uniforme do homem caído, ajudando meu companheiro a se vestir, e, se necessário, também procuraria por um adereço para que ele usasse na cabeça pelo cômodo de hóspedes. Algo que não fugisse muito do estilo da vestimenta do guarda. E, é claro, se houvesse alguma mancha de sangue na roupa, por conta do abate do homem, daria um jeito de escondê-la, com algo que encontrasse no cômodo, ou tentaria limpá-la, ao menos diminuir os indícios que fosse... Sangue. Por fim, com tudo ocorrendo certo, esconderia o corpo do homem, estivesse ele morto ou desacordado, no cômodo, num armário, no mesmo canto escuro que me escondi, e sairia dali. Com a porta fechada, gesticularia para Hector, disfarçado de guarda, avançasse com a missão, enquanto me esgueiraria pelos corredores, um pouco recuada dele, utilizando as informações memorizadas da planta me guiar. Se tudo ocorresse bem, já estaríamos próximos do segundo andar.

Histórico da Garota Abacate:
 

Demais informações:
 

Objetivos:
 
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Takamoto Lisandro
Narrador
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Takamoto Lisandro

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within - Página 4 EmptySex 31 Jul 2020, 17:42




The Enemy Within
Hora de Snake



O som dos passos era suave, a bota que o guarda usava não era pesada e quanto mais se aproximava daquele quarto de hospedes os agentes se transformavam nas sombras, não demorou muito tempo para o barulho sumir por completo. Ele se encontrava em frente a porta, levou sua mão a maçaneta apertando amistosamente vendo que não estava fechado assim como viu em sua ronda. Pensou a porta poderia estar com algum problema e abriu sozinho, porém não podia confiar numa simples possibilidade dessas quando trabalhava para o governo. Oliver é um agente novo, foi criado para se tornar um, correspondendo as expectativas prosseguiu para esta carreira e como primeira missão ficou a cargo de proteger uma das bases secretas de sua organização, não podia se dá ao luxo de falhar e prosseguir com seu trabalho.

Abriu a porta devagar primeiramente observando tudo pelo pequeno feixe escuro, seus olhos âmbar brilhavam naquela escuridão, o fio de uma lâmina reluzia com a pouca luz da rua que atravessava a janela. A mão da gatuna segurava o cabo de sua espada enquanto Hector assegurava que não iria ser pego, o guarda não via nada de início, mas ouviu o fino som da espada de Elise tremular e rapidamente se pôs a abrir a porta retirando do coldre sua pistola que direcionou em direção a garota, puxando o gatilho rapidamente. Nenhum som ecoava no local, foi em questão de segundos que o agente antes preparado para um emboscada se encontrava entrelaçado com os braços do revolucionário que havia lhe pego e firmou fortemente um agarrão que não conseguia mover e nem mesmo falar já que sua laringe e faringe estavam sendo pressionadas, sem oxigênio suficiente para circular em seu cérebro logo perdia a consciência e falhava em sua primeira missão.

Recolhendo o corpo para dentro do cômodo e fechando a porta, Hector e Elise se entreolhavam para saber o que fariam depois. Não tinham informações pelo modo operante que a base do governo funcionava, o prateado vasculhava o corpo do rapaz e achava um pequeno den den mushi, este que parecia de baixa frequência e de um raio menor, deveria ser usado para a comunicação de todos os presentes na casa. A senhorita abacate tinha uma ideia de chegar ao segundo andar, este se consistia em um disfarce, não era ruim, porém seria difícil se infiltrar assim já que todos os rosto deveriam ser reconhecidos entre a equipe de segurança, porém se fossem de maneira discreta sem fazer confrontos diretos, a ideia poderia trazer resultados. Estavam próximos o suficiente para darem um beijo, tinha que ficar próximos para se falarem sem fazer zoada. – Devemos ser rápidos, é questão de tempo descobrirem, não acho que poderemos responder ao den den já que é comum usarem códigos. – Relatava tentando empenhar um papel de cooperação.

Despindo o guarda e colocando mordaças em suas mãos, pernas e boca. Hector se despia ali mesmo na frente de Elise, este que retirava a camisa primeira e mostrava que seu corpo foi lapidado com excelência tendo músculos definidos, porém havia uma cicatriz marcante em seu peito esquerdo, era a marca de um corte de espada que parecia ter sido bem profunda. Ele não ligava para vergonha, estava em missão e também não ficaria nu, só mudaria as vestes superiores e depois as inferiores, não era um show de strip, a revolucionária poderia muito bem virar de costas ou fechar seus olhos. Já camuflado em seu papel, ele abria a porta e escondia seus cachos prateados pelo boné que o agente usava em serviço. Sua feição parecia mais aterrorizante do que séria, passando um clima tenso, talvez estivesse nervoso, mas Elise não poderia achar isto.

Ele olhava para os lados no corredor e assegurava que estava seguro permitindo por sinal que Elise saísse dali, trabalhariam em dupla, um na luz e outro nas sombras. Após algumas caminhadas e alertas de outros guardas fazendo suas rondas, a dupla parava e permanecia inerte, mesmo disfarçado, Hector não buscava fazer contato. Até que então chegam ao hall principal e viam um guarda na porta e nada mais, este ficava de olho nas duas únicas escadas para chegar ao segundo andar, além que fazia contato visual direto para as escadarias e passar por ali sem ser percebido era praticamente impossível.

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