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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 2 - The Enemy Within

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MensagemAssunto: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within EmptySex 06 Mar 2020, 14:46

Cap. 2 - The Enemy Within

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Elise Von Bernstein. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within EmptyDom 08 Mar 2020, 14:50

C'est la Vie, Mon Ami


E ali se encerrava minha estadia na célula revolucionária de Briss Kingdom. Me chateia ter que explicar isso mais uma vez, mas não havia  mais como permanecer nesse lugar, um momento de descontrole na missão foi o suficiente para irritar uma das famílias mais influentes da ilha inteira. Era triste ter que me despedir do restante da equipe, mas, honestamente, eles mais me irritavam do que ajudavam, sua ingenuidade durante nossas missões deixava meus nervos à flor da pele, eles precisavam ser mais pé no chão, ser um revolucionário não é brincadeira. “Quem sabe em Baterilla eu encontro uma equipe mais madura?” Ainda assim, me pesava o coração abandoná-los, em especial as palavras que foram ditas para Kyomi. “Vamos nos ver novamente...Será?” Sendo que não havia meios de garantir esse reencontro. “A nossa separação foi para um bem maior, um dia eles vão entender.” Eu tinha sentimentos mistos sobre a minha partida, era difícil abandonar um lugar que me acolheu tão bem, mas já não havia jeito de alterar o que tinha sido feito.

Naquele curto espaço de tempo uma fala me chamava a atenção. “Eu já não tinha sido promovida?” Apesar de comandar duas missões somente agora, com o aval do Major Keiji, havia me tornado uma Cabo de fato. Num súbito, fechei a cara. Assim como os meus antigos colegas, eu ainda era bem ingênua em relação a Revolução. Nem tudo eram flores no exército revolucionário como imaginei. Se havia algo que me deixava irritada em qualquer situação, era esse tipo de lenga-lenga envolvendo papelada, nutria um ódio pela burocracia do fundo do meu coração. “Se eu fosse uma pirata não teria que me preocupar com esse tipo de coisa...NÃO! Eu jamais vou me rebaixar a esse nível, não sou uma criminosa.” Um pensamento fútil passava pela cabeça no momento de raiva, eu preferiria morrer do que me envolver com o tipo de balbúrdia que a pirataria comete com inocentes. “Se bem que, de certa forma, eu já fui uma criminosa...” As minhas memórias de infância, perambulando como uma gatuna pelas ruas de Shells Town voltavam à tona. Não era algo tão notório a ponto de ganhar um cartaz pela minha cabeça, mas não era um jeito muito honesto de se viver. “Mas eu não sou culpada por isso, puta merda, se eu não apanhasse aquelas carteiras eu tinha morrido de fome!” Apesar das razões que tinha, ainda ficava envergonhada com meu passado, andando com a postura mais retraída até sair da base.

Cinco pessoas me esperavam do lado de fora. Cinco revolucionários desconhecidos, o que eles dirão quando me ver? Havia uma pequena chance de eles já terem ouvido falar do que já fiz, céus, levando isso em conta, tentaria chamar o mínimo de atenção possível, o que eu menos precisava agora é de uma enxurrada de perguntas invasivas. – O-Olá, sou a cabo Elise. – Bateria uma continência meio desajeitada, estava apreensiva com o encontro com meus novos colegas. – Então...Para onde vamos? – Seria direta. A minha preocupação poderia soar obsessiva, mas, como estava lidando com estranhos, todo o cuidado era bem-vindo. “Será que eles tão me achando quieta demais? Eu não vou tentar falar mais que isso. Vou acabar me enrolando com as palavras. Talvez eles não sejam tão ruins quanto imagino, mas prefiro me prevenir do que remediar depois.” O que me surpreendia era a mudança do cenário. “Puta merda, já tá amanhecendo?” A adrenalina das últimas missões me fez perder a noção do tempo. Também pude notar uma situação intrigante que aquecia meu peito de ternura, Masaki e Asami se despedindo no horizonte. Respondi com um pequeno aceno e um tímido sorriso. A ausência de Kyomi era decepcionante, a ponto de estragar o clima da despedida. Me virei de volta para a direção do porto. “Mas que garota ingrata! Fala sério, ela não consegue aceitar que nem tudo está sobre o controle dela?” Cerrei as sobrancelhas, o humor voltava a azedar com a falta de consideração da loira, que sequer aparecia para se despedir de mim. Daquele ponto em diante, continuaria a andar com os revolucionários e seguiria seus comandos para que chegássemos com sucesso ao barco para, então, seguir em direção a Baterilla.“Boa sorte me caçando, burguesinho mimado.”

Histórico da garota Abacate:
 

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Última edição por King em Ter 10 Mar 2020, 16:39, editado 9 vez(es) (Razão : Decidindo o design do histórico)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within EmptySex 20 Mar 2020, 22:37

Takamoto Lisandro Sei de nada



A vida de um revolucionário nunca parava, sempre estão em constante movimento, não podem sequer pensar em descansar, pois ao invés dos piratas que podem ficar de bobeira, eles tem um trabalho a cumprir e pessoas buscando seus paradeiros a todo momento, o governo não podia deixar rastros dessa insurgência desbravar o mundo e corromper todo o bem que fez por estes males, pelo menos é assim que pensam, que fazem o bem. Enquanto isso, Elise notava seu novo grupo de companheiros, eram cinco no total, todos a encaravam avaliando a nova cabo da organização. – Eu disse que era bonita, passa a grana Marley. – O ruivo estirava sua mão em direção ao rapaz que agora se agachava com grande pesar em sua expressão. – Ela nem é tão bonita assim, não se compara a Elsa Volkerball. – O homem mais no meio do grupo, olhava para Marley. – Todo dia isso, você não cansa de lamber as bolas da Red Legion não? – A testa de Marley se avermelhava, ele não tinha sobrancelhas e seu penteado alto lhe dava uma aparência de punk. – Como é Jofrey? RED LEGION?! Isso não existe mais e você sabe, quando o grande RAY se sacrificou pra salvar o Duque Azul e a turma, o choque foi imenso que a célula se desfez.. Eles são Season agora cara! – Ele mostrava toda sua raiva pelo velho careca chamado Jofrey não se recordar de alguns acontecimentos da organização.

Parem vocês dois! Estão assustando a jovem. – Sua voz era pesada e doce ao mesmo tempo, Elise nem tinha percebido a presença da mesma até sua voz se elevar. – Desculpe o transtorno cabo, sou Evangeline Cristal. Major, mas não precisa se ajoelhar. – Ela dizia brincando, espera ao menos uma continência. – Estaremos zarpando para Baterilla, você estará recebendo suas ordens diretamente de mim por agora, irei apresentar os rapazes. – Todos ficavam em fila horizontal. – Revolucionários Marley e Sam. – O ruivo alto com uma feição fina e usava óculos era Sam enquanto o fã da célula revolucionaria Season era Marley, ambos batiam continência. – Cabos Isaac e Hector. – O velho era Isaac enquanto Hector era o homem de cabelos longos e prateados, possuía olhos azuis intensos e sua feição séria marcava seu rosto por inteiro.

Não iremos demorar, nossa embarcação estar no porto. Segundo informações não há qualquer perigo eminente, porém iremos separar o grupo em trio, melhor prevenir do que remediar. – Falava a major aproveitando da situação para formar os trios. – Sam, Marley irão junto com a cabo Elise. – A nossa protagonista era escolhida no time inicial. – O restante irá comigo, seguiremos caminhos diferentes. – Ela olhava agora diretamente para a morena. – Se tiver perguntas, faça-as para Sam ou Marley, espero que se deem bem. – Ela colocava a mão no ombro da garota e sua expressão não podia ser dada como um sorriso sincero, era mais um “boa sorte”. O amanhecer não trazia muitas pessoas a rua, andar em um grupo de cinco poderia chamar atenção, a major seguia em frente com os dois cabos e deixava o trio para trás. – Então moça bonita, alguma pergunta ou ordem? – Perguntava Sam.


Marley:
 

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Ruivo:
 

Hector:
 

Isaac, negao mermo:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within EmptySeg 23 Mar 2020, 01:47

De Nada Sei

Eu jamais imaginava que o meu encontro com os novos revolucionários seria tão...Excêntrico. Andei em direção aos cinco com pensamentos negativos martelando minha consciência, e o primeiro comentário que ouvi me fazia perder a esperança de uma boa recepção. Mal havia dito meu nome e dois daqueles homens comentavam sobre a minha aparência. O baque fazia um leve arrepio subir a espinha e um súbito passo ser dado para trás. Uma resposta natural de quem se sente desconfortável. “Do que diabos eles estão falando?” De repente diversos nomes esquisitos saíam de suas bocas, Red Legion, Elsa, pareciam palavras tiradas de contos de fadas, mas pelo o que entendi estavam relacionados com o exército revolucionário. Um terceiro homem se juntou a conversa, só confirmando as minhas suspeitas. Boiei completamente no assunto deles, desviei o olhar para o primeiro canto que encontrei e soltei um suspiro. Sequer conhecia o grupo direito e eles já conseguiram me desapontar. Todavia, o mais decepcionante era não entender bulhufas do que eles falavam. “Eles não parecem ser de alta patente...Pelo menos os dois paspalhos que começaram a conversa eu tenho certeza que não são e mesmo assim o conhecimento deles é de outro patamar. Como eu não estive ciente de nada que falaram?” Talvez eu não fosse uma revolucionária tão boa quanto imaginava.

Uma voz estridente acabava com a discussão. Aparecia uma mulher em meio aqueles homens e bem, botava ordem na casa. Aparentemente ela também era major como o Keiji mas, diferente dele, era notório o teor ácido de suas palavras. “Ajoelhar?” Torci o nariz, mas me contive para que ela não notasse. Para bem ou para o mal, ela era a minha nova superior. “Caramba...Já tô começando a me arrepender dessa mudança de célula.” Minha nova comandante terminou de apresentar os novos colegas, mas uma pequena pergunta ficava no ar. Ela se referia a Joffrey, um dos homens que participou da discussão sobre a Red Legion, Seasons, seja lá o que são essas coisas, como Isaac. Não deveria ser algo importante o suficiente para ficar matutando o dia inteiro, como faço com tudo que me irrita. “Deve ser um nome composto, sobrenome...Sei lá. Todo mundo tem um, até você, Elise...” De tanto pensar eu acabava ficando mais desanimada ao lembrar do meu sobrenome, Von Bernstein. Sequer sabia se eu realmente pertencia a essa tal família, o mais absurdo ainda é que, de acordo com minhas fontes, esse nome é de uma linhagem de nobres. “A pessoa que me disse isso... Era bem gagá, talvez fosse só um delírio. Mas as informações eram tão detalhadas, será que eu sou uma nobre ilegítima?” Não importava. Já estava sonhando acordada demais e ia acabar deixando a major Evangeline sem resposta depois de apresentar cada indivíduo da nova equipe. Faria o máximo de esforço para fita-la por um momento breve, é difícil conversar com pessoas importantes, e belas, como ela.   – E-É um prazer me juntar a vocês. – Não foi o que pensei em primeiro momento, mas de qualquer forma, tentaria ser um pouco mais positiva.

E a próxima frase dela foi grandíssimo balde d’água fria para cima de mim. Evangeline queria separar o grupo em dois trios para chegarmos seguros na embarcação, não vi motivo algum para que o grupo se dividisse, isso só aumentaria o tempo em que ficaríamos naquela ilha e cada segundo a mais, era uma chance maior de reencontrar meu algoz. Custou um piscar de olhos para o mau-humor voltar. “Fala sério! Tem como essa situação piorar?” A minha ingenuidade custou caro. As duas pessoas que seriam meus acompanhantes eram aquelas que, no momento que me viram, já estavam palpitando sobre o quão bela eu era.Senti o desconforto eriçar pela pele, mas não tive forças para questionar as ordens que me foram dadas, apenas assenti com a cabeça e abracei-me como forma de consolo. Assim que o outro trio partiu adiante, o ruivo começava tudo de novo. “Uau, um ruivo que enche meu saco...Onde será que já vi isso?!” Tive a sorte que dessa vez o esquisitão sem sobrancelhas não havia dito nada. Encararia o sedutor de quinta categoria e falaria as próximas palavras com firmeza. – Meu nome é Elise, Cabo Elise. – Reforçaria a patente, pelo o que Evangeline disse, ele deveria ser meu subordinado. – E quero que vocês dois me tratem com respeito. Agora, vamos. – Seguiria na direção da Major, é claro que faria questão de manter uma distância considerável entre nós, mas não deixaria que eles sumissem de vista. Durante a caminhada, uma das minhas mãos repousaria com suavidade sobre minha katana, os olhos atentos aos arredores pois, mesmo que estivesse em grupo, a ameaça do beberrão ainda me perturbava. Não daria a vantagem da surpresa a ele e seus lacaios. Apesar de não gostar de jogar conversa a fora, aqueles nomes estranhos não haviam saído da minha cabeça e eu precisava de respostas. – Ei. – Chamaria a atenção do homem de cabelo estranho da forma que conseguisse. – O que era aquilo que você falou quando nos encontramos? Duque Azul, Volkerball? Por que eu nunca ouvi falar disso? – O tom seria mais amigável, com um pouco de firmeza para manter a compostura. Posso soar exagerada, mas estaria pronta para esquivar de qualquer estranho que surgisse nas ruas de Briss e se aproximasse de nós.

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Última edição por King em Seg 23 Mar 2020, 12:22, editado 1 vez(es) (Razão : brincando o code...tentando umas combinações diferentes)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within EmptyQua 25 Mar 2020, 22:32

Takamoto Lisandro Sei de nada²



O ruivo a comia com os olhos, seu sorriso torto e olhar malicioso não eram discretos, mas como um subordinado da revolução e estando no andar mais baixo da pirâmide, ele apenas respondeu Elise aos conformes. – Sim.. Senhora.. – Ajeitou seus óculos encarando a moça e finalmente se dispõe a caminhar a frente da cabo. - Oui, mademoiselle. – Respondia Marley pegando um pente e o usando no seu grande cabelo acinzentado, a dupla deixava que a espadachim liderasse o caminho e a mesma seguia a major em uma distância segura e ao decorrer do tempo mais civis iam as ruas, alguns indo trabalhar, outras comprar pães para o café da manhã, nada muito fora do normal. Ela só sentia segurança colocando sua mão sobre o punho de sua espada, seus ombros relaxavam e o ruivo notava isto, abriu a boca para falar algo, porém desistiu em seguida. A moça então ainda pensando na conversa perguntava pelos assuntos anteriores e era muito bem recebida pelo Marley. – COMO ASSIM VOCÊ NÃO SABE DISSO?! É TIPO A MELHOR CELULA EM ASCENSÃO DESDE A CRIAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO! COMO CONSEGUIU SER CABO AS--!!! – Era parado com uma cotovelada na costela dada pelo ruivo para que o soldado voltasse a sua realidade, ele dava uma tosse e retornava a falar. – Desculpe, sou um grande fã.

Elsa Volkerball do Inverno, Axell Belmont do Verão, Tidus Belmont do Outono e Friskk.. Da.. Primavera.. Eu não gosto muito do Friskk. – Ele dizia decepcionado ao término da fala. – Eles são a Season, uma das melhores células revolucionarias! O Duque Azul é a alcunha do Tidus, líder da célula. Fico louco só de falar deles! Também triste, antigamente eram a Red Legion, mas depois da morte do Rei Vermelho que é o Ray.. Ele literalmente pegava fogo! Comeu a frua do diabo do fogo, uma grande força que se apagou em uma grande batalha, eram o centenas de agente do governo contra eles, então.. Au! – Levava outra cotovelada do ruivo indicando que estava passando da conta, ninguém queria saber de detalhes. – Entendi. São bem famosos, diferente de revolucionários que nunca se revelam, eles tem umas recompensas bem altas sabe, tipo. AAAU! – Outra cotovelada. – Por que outra cotovelada? – Indagava em fúria. – Gostei da sensação. – Respondia o ruivo sorrindo sadicamente. – Maldito! Eu vou te quebrar! – E antes que pudessem se atracar um no outro, a major dava uma pequena olhada para trás e uma grande pressão surgiu, os dois voltaram aos seus lugares e continuavam andando como se nada tivesse acontecido.

Para aliviar o clima, o ruivo encontrava uma brecha. – Sou Takeo Liencei, não me apresentei antes cabo Elise, mil perdões. Fiquei distraído por um momento, encarando seus olhos.. Não leve a mal, mas como um elogio se quiser, sou apenas um leal soldado. – Notava em seu tom de voz a libido, porém não soava zombeteiro, talvez fosse só seu jeito de conversar. – Estou vendo ali! Já estamos bem perto do porto! Vamos pra outra ilha neném! – A embarcação não era tão grande, era pequena o bastante para comportar cerca de dez pessoas e isto trazia o principal beneficio nessa viagem, a velocidade. A major chegava primeiro estando bem a frente, conversava com o encarregado e logo subia no barco e deixava Hector assegurando a entrada da embarcação, sabe? Aquele pequena ponte entre o calcário do solo até a borda amadeirada do navio.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within EmptyQui 26 Mar 2020, 18:41

The Enemy Within


A cada palavra dita pelo esquisitão grisalho mais extasiada ficava. Por incrível que pareça, realmente jamais tinha ouvido falar de nenhuma das histórias que ele me contava, cheguei a arquear uma das sobrancelhas ao ouvir partes de seus contos que, sinceramente, careciam de verossimilhança. – Fruta do Diabo? – Essa expressão em específico é o que me chamava atenção, já tinha ouvido falar dessas frutas quando criança, sempre acreditei que eram histórias que os velhos inventavam para nos assustarem, em especial os moleques que eram travessos e faziam certas coisas que a maioria das pessoas desprezava. “Como roubar.” Sentia uma espécie de vontade me energizando, minha intuição dizia para apontar o dedo bem no meio da cara dele, contudo, não tinha nada que provasse a minha desconfiança. Pelo contrário, a minha curta passagem por Briss Kingdom me mostrou que existiam verdadeiros monstros vivendo entre nós. “Um ciborgue com pernas de aranha...Como eu consegui vencer aquilo?” E pela empolgação na fala do cabeludo, havia sim um quê de realidade em seu relato. – O-Obrigado. – Tinha dificuldade em admitir que ele estava certo, engasgando um pouco com as palavras. Era como se o meu inconsciente, apesar das coisas sobrenaturais que experienciei, não conseguisse digerir toda essa maluquice. Talvez só vendo um homem se transformar em chamas na minha frente eu conseguiria aceitar como a minha realidade havia mudado.

Os dois revolucionários continuavam a tagarelar. O fã inconsequente dos...Seasons, cuspia detalhes em cima de detalhes inúteis enquanto o ruivo tentava o silenciar. Depois de tantas cotoveladas ele acabou conseguindo. Não prestei muita atenção naquela briga, fitei o céu como se pedisse aos deuses ou a alguma entidade mística que me ajudasse a ter auto-controle. “Caramba, esses caras tão me tirando do sério.” Simplesmente cerrei os punhos e dei uma leve bufada pelo nariz, não havia muito que pudesse fazer naquele momento. Se eu reclamasse de novo, a major e os outros cabos poderiam pensar que eu era uma folgada, e esse medo foi o suficiente para as inseguranças sobreporem minha ranzinza. Por sorte, os dois pararam com a picuinha de criança. “Seja lá quem fez isso, obrigado!” Caminhamos mais um pouco, o ruivo tentava puxar assunto comigo e apenas assenti com a cabeça. Não tinha a menor vontade de conversar.

Mais um momento de sorte. A caminhada havia sido mais rápida do que imaginava, tudo ocorria bem, ao contrário do que a Major imaginava, não tivemos problema algum a chegar até a embarcação. Não era lá muito coisa se comparado com o navio que me trouxera até aqui, mas o tamanho daquilo fazia minha esperança cintilar mais forte. “Bom, parece grande o suficiente para ter um quarto só pra mim!” Mesmo que fosse só uma possibilidade, abri um pequeno sorriso, sem os dentes amostra, quando imaginei a cena. Marley e Takeo poderiam brigar o quanto quiserem, desde que tenha eu tenha privacidade e não ouça o furdunço. Um pouco mais animada, aumentaria o passo até que adentrasse na embarcação, mas não sem dar uma última olhada para trás. A pequena estadia que tive na ilha certamente havia me mudado. Não só encarei perigos que sequer imaginava que existiam, como também encontrei pessoas, boas e más, que influenciaram a minha partida. Uma certeza ficava gravada em minha mente. “Preciso ficar mais forte.” Caminharia pela embarcação, se a major ou algum tripulante não dessem instruções de onde ficaríamos hospedados, procuraria por um cômodo que não tivesse mais do que uma cama ou o espaço coubesse somente uma pessoa. Do contrário, seguiria o que os superiores me dissessem, um pouco frustrada se tivesse que dividir espaço com alguém ou se simplesmente não houvesse quarto nenhum.

Independente disso, já na embarcação, procuraria por um lugar mais quieto e que não houvessem pessoas por perto. Ali, sentar-me-ia com as pernas cruzadas e com a espada no colo. “Ficar mais forte...” Levantaria a espada até que estivesse na altura dos olhos, fitando o meu reflexo em sua lâmina. Meu espírito estava agitado, não sabia o que esperar em Baterilla, a expectativa estava me consumindo de dentro para fora. – Ficar mais forte? Isso não vai adiantar. – Não foi através da força que cumpri minhas missões até agora. A captura dos documentos foi feita através do esforço da minha equipe, a luta contra Goulart...Eu usei tudo que tinha e com todas as certezas que tenho, força bruta foi o que menos me ajudou na derrota contra aquela aberração. Força não era a resposta que eu procurava. “E que tal se eu ficar mais...Habildosa? Poderosa?” Bati os punhos contra o chão dando um salto logo em seguida, me pondo de pé. “A cada passo que dou nessa jornada da revolução, mais inimigos aparecem na minha frente. O que eu preciso é diversificar meus truques, claro que preciso ficar mais forte também, mas o poder não é apenas força!" Soltei uma leve risada ao perceber o quão idiota eu fui. Lutar sem uma estratégia já havia me custado caro. – Foi por isso que ganhei essa cicatriz. – O monólogo continuou. Passei a mão destra no ombro esquerdo para tatear a maior falha que tive como espadachim.

Mas por onde começar? Eu já tinha a resposta, por mais amarga que ela fosse. Os agentes que enfrentei viviam me chamando de vadia, e os ruivos que conheci adoravam elogiar meu corpo, então não seria ruim se aproveitasse das curvas que tenho. “Já que me chamam tanto de vadia, vou ser a melhor de todas!” Eram palavras fortes, mas eu não sabia como fazer aquilo. Foi quando uma ideia aterrorizante passou por mim, e comecei a alimentá-la com minhas ponderações. A major era uma mulher bonita, certamente ela saberia como seduzir as pessoas. Pingos de suor frio começavam a serpentear pelo rosto, tremeliques pelo corpo inteiro e a respiração pesada, arfava buscando por mais ar, no entanto, só tinha forças para manter o olhar fixo no chão. “Eu...vou fazer isso?! Céus, o que ela vai pensar...” Me manteria ali o tempo que fosse necessário para me recompor, estava determinada a seguir em frente com a ideia. “Pelo menos uma pergunta, se for com educação ela não vai zombar de mim.” Daquele ponto em diante eu sairia em busca de Evangeline, cutucaria aquela bela figura e começaria o pedido. – M-Major?... – Mesmo com a determinação nas alturas, não conseguia dizer nada além daquilo.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within EmptyTer 31 Mar 2020, 18:04




The Enemy Within
Nem sei o que o título significa




Ao subir no navio, a novata foi acompanhada pela dupla de soldados, a major já estava o leme e o último a subir foi Hector que ajustava os preparativos restantes para viagem e finalmente zarpar. As ordens eram dadas pela líder, Hector fazia cumpria rapidamente com as palavras e Isaac observava a saída da embarcação fitando a ilha vagarosamente observando a distância que se criava a cada segundo. – A viagem será simples e segura, não teremos nenhum problema! – Anunciava a capitã dos tripulantes, Tako notou que a cabo não tinha feito muita coisa depois que ingressou no navio, se sentou no chão e começou a olhar sua espada. Um pouco longe dela, uma conversa se iniciava entre os dois soldados. – Ei Liencei, ta vendo o que tô vendo? – O ruivo balançava sua cabeça afirmando que seus olhos estavam fixados no mesmo ponto que os dele. – Ela ta falando sozinha, será que enlouqueceu depois de ouvir sobre os Seasons e ta se culpando por não saber o quão fodas eles são? Se for isso já tô me sentindo mal.. Não devia ter sido tão grosso. – O quatro olhos segurou a risada com força e manteve sua expressão séria. – Sim Marley, acho que você fez merda. – Encarava o sujeito que mostrava em sua feição preocupação e tristeza. – Eu devia ir lá me desculpar cara? Tipo, ela parece estar em shock. A última vez que vi alguém assim, se jogou de um navio e morreu.

Ele começou a andar em direção a Elise, porém foi parado por ninguém mais do que o ruivo com um sorriso confiante em seu rosto. – Não cara, deixa comigo, sou melhor com mulheres do que você. – E iniciava sua jornada, Marley observava seu amigo ir adiante e pensava se aquilo que ele fez foi um insulto ou uma ajuda. A gatuna estava refletindo sobre suas experiências recentes e como gostaria de ficar mais forte, conhecimento realmente tornava as pessoas em algo mais, força bruta era relativa em âmbitos de inteligência. Ela tinha uma história triste, sendo chamada de vadia por pessoas que nem mesmo a conheciam de verdade, e aceitava este titulo para ficar mais forte. Pensava em aprender sobre amor e sedução, a primeira ideia que teve era a major, olhou de relance a vendo no timão e ao seu lado estava Hector.

Se levantou de súbito e faltou bater a cabeça no queixo do ruivo que com um passo para trás se esquivou. – Opa. – Falou calmo. – Quase me acertou, ainda está com raiva de antes cabo? Eu me desculpo novamente. – Se abaixava um pouco colocando um dos braços para trás demonstrando elegância em sua saudação. – Sinto muito. – Seu olhar brilhava, e mais ao longe Marley jogava suas mãos ao céu segurando o choro pensando em como tinha um amigo muito bom. – Então ela realmente tava em shock.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within EmptyTer 31 Mar 2020, 23:39

The Enemy Within


Bem, quando pisei no navio, já não tinha muita expectativa por conta do tamanho da embarcação, então não possuir quartos não foi exatamente uma novidade. Acabei por sentar-me no chão e performar meu “ritual” ali mesmo, a major disse que a viagem seria rápida, ao que tudo indicava, seria ela que conduziria o barco. Continuei a ponderar sobre toda a trilha que tracei até o presente momento, e ao lembrar-me da função da major, a vontade de perguntar-lhe sobre a arte da sedução diminuía abruptamente. “Talvez...Ela tenha alguém que possa conduzir o barco no lugar dela! Se é uma viagem rápida, ela com certeza tem.” Depois de todo o perrengue que imaginei na minha mente, eu estava decidida, iria falar com a major. Ainda que o medo fizesse minhas pernas estremecerem, eu precisava me tornar uma pessoa melhor. “Pela revolução.” Me levantei e comecei o trajeto até a sala da nossa capitã.

Pelo menos foi o que pensei. Quando fiquei de pé, uma figura, que já estava começando a ser familiar, quase batia com o meu rosto. Era aquele tarado ruivo que começara a me cantar no momento que me viu pela primeira vez. Senti um misto de raiva e medo correndo a garganta, mas tudo que fiz foi dar um passo para trás, com o rosto congelado e boquiaberta. – O-O que você tá... – O coração bombardeando mais rápido a cada segundo, o aparecimento daquele sujeito, tão repentino e próximo de mim quebrava totalmente meu raciocínio. Era como se eu tivesse acabado de despertar de outro mundo, sequer conseguia completar uma frase direito. – Pera aí, a quanto tempo você tá me observando? – Céus, quando me dei conta do que estava acontecendo, meu rosto ruborizou-se de uma vez só. O tarado observou tudo, aproveitou do meu momento de fraqueza para me observar, como uma fita sua presa. O pior é que, certamente, ele não seria o único. Aquele amigo do cabelo esquisito deveria estar próximo de nós. "“E-eles viram tudo... Inclusive quando falei sozinha...” Fui obrigada a mudar meus planos, o objetivo atual era simplesmente desaparecer. – Preciso... Falar com a Major.  – Cocei a nuca, sem jeito, sairia de perto dele de forma discreta, a própria frase seria num tom bem baixinho. Meu espírito ardia de raiva, gostaria de xingar esse maníaco sexual de todas as formas que fossem possíveis, mas ele havia me pego de guarda baixa, sem jeito de reagir, a única opção era me afastar dele. Eu deixaria a raiva extravasar se ele, ou seu amigo sem sobrancelhas tentasse me seguir. – DÁ PRA ME DEIXAR EM PAZ?! – E deixaria o semblante transparecer cada pingo de ressentimento que estava guardando.

Embora tenha dito que iria em direção a Major, eu não estava dizendo exatamente a verdade; eu só queria um tempo sozinha para respirar e absorver as consequências da minha escolha. Caminharia pelo barco, buscando algum lugar para me escorar, com sorte, sozinha. “Devia ter ficado em Briss...Céus...” Lamentava o meu infortúnio, segurando o rosto entristecido com uma das mãos. Bom, ninguém me disse que ser uma revolucionária seria fácil. Muito pelo contrário, uma das minhas primeiras missões envolveu um conflito sangrento entre dezenas de compatriotas e agentes do grotesco Governo Mundial. Se eu sobrevivi a isso, e a um agente que tentou me partir em duas com uma motosserra, aturar dois paspalhos não seria nada demais. Andaria mais um pouco, até chegar a popa do navio. Me aproximaria o suficiente para encarar o mar. O horizonte deslumbrante a minha frente me fazia refletir um pouco melhor sobre o meu leque de opções. “Já chega, você não pode mais ficar a deriva Elise, não importa se é desconfortável ou não, alguma ação deve ser tomada, qualquer uma!”

É, eu estava determinada a sair desse marasmo maldito de autopiedade e vergonha, se quaisquer um daqueles dois voltassem a me aborrecer, pelo menos um xingamento eles ouviriam! Contudo, por agora, eu continuaria com meus planos de aperfeiçoamento. Procuraria pela major na embarcação, sabia que ela estava ocupada com o leme e, sinceramente, eu ainda estava um pouco receosa com os últimos eventos, então começaria batendo um papo leve, até por que eu não era lá uma pessoa sociável, que sabia conversar com as pessoas. Pelo menos minha voz era eloquente o suficiente para prender a atenção de algumas. – Oi Major! Como vão as... Bem, a viagem?  – Conseguia ser ainda mais atrapalhada na escolha das palavras do que imaginei. – Então, me conta mais sobre essa célula! Eu adoraria saber a origem da minha nova equipe. – A mais fajuta das mentiras. Na verdade, só queria ficar longe daquela dupla bizarra de recrutas. E quem sabe, reunir forças para dizer o verdadeiro motivo de conversar com ela.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within EmptySex 03 Abr 2020, 18:01




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O grito da garota abacate era ríspido e alto, Liencei se deslocava confuso da frente da garota, não sabia o que fez de errado e nem o porque da fúria, seria a série de desculpas seguidas? De fato, ele não sabia o que tinha feito para desencadear tal ação da cabo, sua percepção da mesma mudava consideravelmente de bonita tímida para bonita tímida irritadinha, sentia certa frustração em seu coração, já que nem mesmo podia pedi perdão pelo que a fez agir assim, pois pensava que foi seus pedidos de desculpas foi o motivo do surto. Esticava seu braço para tentar parar a cabo e dizer alguma coisa, mas foi parado por Isaac que estava próximo e interrompia Tako. – Que merda você fez Liencei? – Indagou cruzando os braços e bufando com as narinas. – Eu.. – Ele dissipava sua mão a fechando e recolhendo seu braço. – Acho que a irritei demais. – Os dois se olhavam. – Você é sempre assim, não é mais um simples garoto, agora é um revolucionário, tem que parar de agir que nem um moleque. Faça o que ela disse e deixe-a em paz. É uma ordem. – O ruivo ajeitava seus óculos com o indicador e observava a cabo se afastar ignorando a conversas dos dois. – Sim.. – Ele perdia seu ânimo anterior e entrava na cabine da embarcação, lá continha dois quartos, um banheiro e uma cozinha.

Marley viu o surto e começou a assoviar se indo para a lateral do convés. – Ah! Que maresia boooooa! – Se fazia de ignorante, para ele, a conversa toda entre o ruivo e a espadachim se tratou de como ele havia sido rude antes e pelo que pode entender, a senhorita Elise estava muito puta com o mesmo. – É um bom dia para morrer. – Ele aceitava seu destino.

A major tinha visto a cena pelo canto dos olhos, não saia do leme e ao seu lado Hector nem mesmo virava a face para olhar. – Parece que Tako passou da conta. – Relatou. – Gostaria que eu falasse com ele? – Balançava a cabeça em negação. – Não, brigas sempre acontecem e dependendo como termina, os laços podem ficar mais fortes. Famílias ficam fortes assim e a revolução também. – Hector fitava a moça que sorria alegremente contrastando a face vazia e neutra do cabo prateado.

A garota se afastava dos demais, pensava um pouco, refletia, aceitava suas fraquezas e mais uma vez ia ao confronto, porém determinado a ser mais leve do que pensara antes da briga com o ruivo. – Oh. A viagem vai bem, e você? – Perguntava a capitã da embarcação, ouvindo a resposta. – Quer sabe a história da célula, você realmente pareceu ser bem ativa. – Continuava no timão. – Deveria assumir o leme? – Questionou Hector. – Não precisa, gostaria de um pouco de espaço para um papo entre garotas. – Era quase uma ordem para que o cabo se afastasse, ele olhava para a major e depois encarava a senhorita abacate. – Com sua licença. – E saia dali indo em direção a Isaac. – Sabe, sempre fui uma flor selvagem, nascida do concreto quebrando todas as regras impostas pelo mundo. A revolução sempre foi minha casa desde que me entendo por gente, meus pais faziam parte e todos se tornaram minha família. Sempre quis ter uma própria célula, seria minha família. Hector e Isaac foram recrutados juntos quando era uma cabo como você, fui promovida a major e foi me dada a permissão de criar uma célula, foi assim que encontrei Tako e Marley, eles podem encher o saco, mas são boas pessoas então não leve nada muito pro pessoal.

Nem parece, mas antes Marley era um reconhecido valentão que cruzava espadas para ganhar dinheiro enquanto Liencei era um simples veterinário. – Ela ria com o fato que ambos não apresentavam um pingo da seriedade que seus passados tinham. – Acho que já falei demais, sempre fui uma tagarela. Eu quero saber é.. A sua real intenção com essa conversa. – Ela sorria, conseguia facilmente ver através de Elise.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 2 - The Enemy Within   Cap. 2 - The Enemy Within EmptySab 04 Abr 2020, 17:56

The Enemy Within


E finalmente consegui, estava frente a frente com a major, sozinha, confesso que não esperava que o ar ficasse tão pesado quando esse encontro acontecesse. Sentia-me intimidada com a aura poderosa da major, apesar do conteúdo leve da conversa, ficar a sós num espaço não muito grande era desconfortável, ainda que coubessem umas três ou até mais pessoas por ali. Eu não estava muito interessada nas origens da minha atual célula, mas a forma que Evangeline articulava as palavras era realmente encantadora. É como se o espírito revolucionário fosse uma herança de sangue dela. “Herança... Acho nisso aí eu não dei sorte alguma.” Que ironia, pois o meu caso era justo o contrário, se dependesse do líquido rubro que carregava nas veias, eu seria uma típica nobre: mesquinha e nojenta. Bem, talvez um dos meus ancestrais fosse uma pessoa descente, e no meio de toda a podridão da linhagem, eu tenha herdado a sua vontade de lutar pelo bem, pela liberdade. Ou talvez não. “Que se foda, eu posso ser a primeira pessoa descente da família Von Bernstein, não preciso de nenhum parente de bom coração, pra isso não.

Foi então que major continuou a falar, dando destaque agora aos seus subordinados, em especial os dois trapalhões com quem tive mais contato. Confesso que me surpreendi, jamais esperava que Hector fosse um valentão, ele parecia ser apenas um bobalhão, e pelo jeito que falava dos revolucionários, achava que era alguém com uma mente bem fechada, focado no bem maior, mas no final das contas, antes ele ligava era para o dinheiro. A maior surpresa foi com Takeo, jamais cogitaria que um pervertido como ele poderia ser um veterinário, quero dizer, se ele realmente cuida dos animais, isso só pode significar que ele não era penas um tarado com más intenções, e se importava, sim com os outros. Pelo menos com os animais. Minha resposta as novas informações foi involuntária: Percebi meu cenho franzir, estava muito constrangida de ter passado dos limites com os dois. “Deveria pedir desculpas? Eles me irritaram demais...” Aquele não era nem o lugar e muito menos o momento oportuno para amargurar arrependimentos, tinha certeza que, com o tempo, o nosso relacionamento melhoraria. E se meu orgulho não deixasse com que me desculpasse através de palavras, ainda podia demonstrar o arrependimento por meio das minhas ações. “Eu... Serei a melhor cabo que vocês dois conhecerão. Podem ter certeza disso.” E a major encerrava sua história. As próximas palavras que ela disse me fizeram levar o maior baque da minha vida.

Senti um rápido calafrio cruzar a espinha quando os sensuais lábios de Evangeline soltaram aquelas palavras. Ela sabia que meu interesse repentino na célula não era verdadeiro. Cocei a cabeça sem jeito, sorri com o canto da boca e deixei os ares de um riso desajeitado saírem pelas narinas. – Heh. – Era difícil manter contato visual com ela, especialmente nesses breves segundos de tensão. – Sou mesmo uma péssima mentirosa... – Os dedos continuavam a emaranhar os cabelos, com o ritmo aumentando em simultâneo a ansiedade. Não havia mais como fazer rodeios, o momento que me preparava desde que pus os pés na embarcação havia chegado. Precisava enfrentar minha fobia social para tornar-me uma revolucionária mais forte. – Sabe Major, você é... Uma pessoa muito bonita. – Mas eu ainda engasgava com algumas palavras. – Uma... Mulher muito bonita. – O nervosismo faria-me ajeitar o colarinho do uniforme diversas vezes, assim como olhar cada canto da sala, menos os olhos deslumbrantes de Evangeline. – Desde que entrei na revolução, inimigos, e até alguns aliados, sempre fizeram comentários... Positivos sobre minha aparência. Eu sei que não sou muita coisa, mas se tanta gente me elogia por causa disso. – A partir daquele ponto, o coração já estaria bem acelerado, e o rosto tingido pela tonalidade da vergonha, mesmo com as dificuldades, tentaria fitar a major por um breve momento.

– Eu quero usar disso ao meu favor, a favor da revolução. Por ser uma mulher.... Bonita, você deve saber sobre esse tipo de coisa. Pode... Me ensinar? – Não tinha expectativa nenhuma de que ela me ajudaria. De certo poderia acabar intepretando meu pedido como um flerte, ou achá-lo uma afronta ou simplesmente invasivo. O que me deixava um pouco aliviada foi ter os culhões de enfrentar meus medos mais profundos e fazer um pedido tão ousado. Ela podia argumentar que não poderia me ensinar por estar conduzindo o navio e, independente da desculpa que desse, se a resposta fosse negativa, prestaria um sinal de respeito a minha superior e me despediria. – Tudo bem, desculpa por qualquer coisa. – E sairia dali de forma ligeira. Meio perdida por causa da rejeição com a major, simplesmente fitaria o mar do lado de fora do convés, escorada nos limites do barco. “Não fique triste Elise, pelo menos você teve coragem de enfrentar o seu inimigo interior, o maior de seus medos. Essa maldita insegurança.” A investida ao menos terminou com uma efêmera piscadela de felicidade.

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Última edição por King em Sab 04 Abr 2020, 18:15, editado 1 vez(es) (Razão : desbugando o code)
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