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Cap.1 - O cão do governo XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap.1 - O cão do governo

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MensagemAssunto: Cap.1 - O cão do governo   Cap.1 - O cão do governo EmptyQui 13 Fev 2020, 15:18

Cap.1 - O cão do governo

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Jhonathan Wolf. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - O cão do governo   Cap.1 - O cão do governo EmptyTer 25 Fev 2020, 16:18

Cap.1 - O cão do governo
P01 - Inicio


Frio, chuvoso e silencioso. Assim eram os dias que passei naquele lugar. Um castelo com grandes torres e um número estrondoso de guardas, localizado em uma ilhazinha no meio do mar, sem qualquer registro que possam levar a sua localização exata. Passei vários anos naquele lugar, cercado por grades e guardas a todo momento, era ensinado algo novo sobre o mundo todo dia, porém não podia testar por mim mesmo pois jamais podia deixar aquele lugar. O doutor até era gente boa, conversamos frequentemente, e sentia que aprendia alguma coisa nova sempre que tínhamos esse tempo.

Vivemos por um bom tempo lá, mas finalmente chegou o momento em que poderia sair e conhecer o mundo a fora. Nunca tinha visto nada além do que as janelas com suas muitas grades podiam mostrar. Sabia que minha liberdade não seria de graça, claro, seria simples demais. O doutor havia me incumbido uma missão, esse era o real motivo de minha soltura. Você deve ir a Gecko Island e falar com o comandante da base do governo de lá, e dizer que quer se juntar a eles. Você deve ficar aos comandos deles até que eu necessite de você novamente – dizia o doutor. Uma ordem direta do doutor, eu tinha que obedecer, ele que me ensinou tantas coisas e com certeza era quem estava bancando nossos cuidados naquele lugar por muitos anos - Tudo bem, farei como o senhor quiser. Quando notei, já tinha pego um barco com alguns outros. Achava que eles iam para Gecko com o mesmo objetivo, porém não nos falamos durante a viagem, e para mim pouco importava realmente o que eles iriam fazer, apenas tinha que cumprir com a ordem do doutor.

” Agentes do governo...” refletia ”São pessoas que trabalham para o governo, geralmente exercendo missões de proteção a pessoas importantes, ou civis que possam necessitar de ajuda momentânea. Em alguns casos raros, são requisitados para neutralizar ameaças que podem atrapalhar os planos do superiores...” Tinha em mente uma breve descrição da profissão que viria a ter ”Imagina que tipo de coisa esse pessoal faz no tempo livre... se é que eles tem algum tempo livre” Me questionava sobre tal problema, afinal, havia acabado de sair e tinha a oportunidade de conhecer o mundo a fora, porém, sentia-me preso novamente só de pensar no que teria que fazer ”Bom... o doutor disse que era para eu ir a Gecko Island... mas não disse o que aconteceria se eu não conseguisse realmente passar para agente....” percebia então que aquela ordem podia sim ter um furo que podia explorar, porém não forçaria nada a pender para lado algum, apenas executaria a ordem e esperaria pelo resultado que o destino me prepararia.

– Vejamos... – Olharia ao redor, analisando o local e as pessoas nele – Não vou tentar achar o lugar sozinho, seria burrice demais zanzar por ai esperando que a sorte me ajude – Procuraria então por algum civil que estivesse passando por ali, me aproximaria de tal pessoa e perguntaria em tom claro e audível – Hey. Estou procurando a base do governo nessa ilha, sabe onde fica? – Esperaria então pela resposta da pessoa, sendo ela afirmativa, responderia logo em seguida – Entendi, até – Diria a pessoa, virando-me para a direção apontada e seguindo o percurso descrito sem muita demora. Caso a pessoa não soubesse me dizer onde pudesse encontrar tal localidade, ou mesmo caso não encontra-se pessoa alguma no local onde estava, procuraria por uma pessoa que o soubesse, e repetiria o processo quantas fossem necessárias.

Chegando ao local sem nenhuma casualidade, adentraria e perguntaria a primeira pessoa que parecia entender como o lugar ali funcionava – Onde eu me alisto? - direto e sem demora. Esperaria ouvir uma explicação e se necessário fosse, preencheria os papéis para o alistamento com minhas informações. Esperaria novamente por novas direções para então poder seguir.

Objetivos:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - O cão do governo   Cap.1 - O cão do governo EmptyQua 26 Fev 2020, 19:57

Muffatu presents:

Cao do Governo




A paisagem costumeira que se via por ali era um deck de madeira negra, com um cheiro de tabaco e rum envelhecido. O cheiro de madeira velha, as gaivotas voando e pipilando dão a maior dica, ali é um lugar com movimento, comida, peixes e oportunidades, o sol forte acentua o cheiro da madeira. E não importava qual fosse a sua intenção essa desconhecida Saucetown lhe ofereceria o que busca. Ao menos é o que pensam os recém chegados ao local.

Assim que desce enquanto tem alguns devaneios de onde ir ou o que fazer, ele poderia ver dois meninos correndo como loucos passando entre algumas lojas e alguns comerciantes gritando com eles enquanto riam muito com o que parecia ser bolsos cheios.

Do outro lado da rua algumas pessoas sentadas em volta de um barril enquanto enchiam suas canecas com o rubro líquido de um jarro de cinco litros.

Algumas pessoas passavam por ali então não seria difícil achar alguém que pudesse responder o que tinha em mente.

Aproximando-se de uma pessoa aquele Mink de dois metros de altura, cara de lobo e uma boca cheia de dentes pergunta:


– Hey. Estou procurando a base do governo nessa ilha, sabe onde fica?

A reação do primeiro senhor foi a mesma de mais outras duas pessoas por ali. Apontaram para Jhonattan e então saíam de perto o mais rápido possível deixando o que podiam deixar para trás e saindo de perto do homem lobo com cara de espanto.

O destino parecia que não ia colaborar com Wolf, até que após um bom tempo andando e vendo pessoas se aterrorizarem com ele, achou um homem de aproximadamente 60 anos. A barba desarrumada e o cabelo todo penteado para trás. Ele olha para Wolf e calmamente responde:


- Meu rapaz, você não deve chegar falando tão alto, as pessoas podem se assustar com você. Eu tinha um amigo. O nome dele era Matsuro Managonu, ele era um cervo de um metro e oitenta de altura.. - Ele fechava os olhos vez ou outra, quase caía e então retomando a consciência falava: Lembro de sua chegada no barco e quantas pessoas queriam assá-lo para fazer um churrasco. Bem, no fim deu tudo certo. ele conseguiu chegar onde precisava, mas sempre era algo assustador. Aqueles chifres dele viviam enroscando em galhos e parecia que ele sempre se metia em encrenca quando o assunto era mulher.. - Ele leva a mão até o bolso de trás, tira um cantil prateado, tira a tampa e então um forte odor de Rum sobe ao focinho/nariz de Wolf. Dá um grande gole e o guarda. -  Pois bem, rapaz… Eu acho que posso te ajudar. Caminhando para aquela rua principal, você andará mais ou menos meia hora. Vai ter uma bifurcação e ali você pode chegar até a rua da peixaria. Você vai saber qual é. Ela cheira a peixe. Aí ande mais um pouco e vai chegar ao GFC, coma alguma coisa e então siga. É bem perto o CP-1….

Algum tempo de caminhada talvez fosse o suficiente para entender como aquela ilha funcionava. Algumas lojas por ali, alguns sujeitos mal encarados acolá.

O mink então vê a base, ele entra, sem nenhuma casualidade e pergunta ao homem que estava escrevendo em uma mesa, com um livro aberto. Certamente um agente de baixa patente que cuidava da entrada.


- SENHOR!! SE- SE - SENHOOORRR!!!! ELE ESTÁ AQUI!!

Rapidamente chegaram mais dois agentes e um homem extramamente forte, facilmente um homem que já tem algum poder ali, não tanto quanto o comandante dali, mas era algo… Ele para, olha para Wolf que claramente pode ver atrás daquele homem não um, mas sim quatro civis temerosos apontando para o Mink.

- Foi ele! Esse monstro! Prenda ele! Ele nos aterrorizou!!
O homem para, olha Jhonatan de cima abaixo e então pela primeira vez fala. A voz grave era como se um tambor estivesse sendo tocado.

- Um MINK! Jura? Senhores, dispersar. Tomarei conta disso agora.Você, lobo. Quem disse que poderia vir e se “alistar” aqui? - Ele falou alistar desenhando aspas com as mãos. Certamente ele não estava tão feliz assim por alguém passar pela guarita, entrar em um ambiente protegido e ainda pedir para se alistar. O que Jhonathan faria?

bichaelson



Citação :
Bem vindo, o que precisar como já disse me avise =)

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - O cão do governo   Cap.1 - O cão do governo EmptyQui 27 Fev 2020, 14:36

Cap.1 - O cão do governo
P02 - 'Tenho certeza que era por aqui...'

Tabaco e rum, essências únicas caracterizadas pelo seu forte odor que só aumenta e se distingue ainda mais dos outros com o passar do tempo. Estes aromas não muito agradáveis eram o que percorriam minhas narinas conforme passava pelo local. Um deck de madeira era onde eu estava, um lugar bem movimentado, pessoas normais que iam e vinham, e outras que se mantinham a esgoelar suas mercadorias. Alguns num canto a beber, e algumas crianças a correr, o lugar parecia ser bem populoso e achar alguém que pudesse me ajudar com o que tinha em mente não seria difícil... não é? Seguindo a logica, não, mas ao entrar em ação, me deparo com um problema que não tinha levado em consideração, já que nunca o tive em qualquer momento da minha vida.

Aproximava das pessoas e lhes fazia uma simples pergunta, uma mísera pergunta, e antes mesmo que pudesse notar elas se afastavam de ligeiro. “ O que essa gente tem? ” Me perguntava ao notar esse comportamento inédito ocorrer a algumas pessoas. Seguia conforme o planejado e continuava a busca pela informação, porém dessa vez, um senhor de aparência bem velha, não sei ao certo sua idade, mas por sua barba e telha podia ter uma certa noção. Lhe fazia a mesma pergunta que havia feito a algumas pessoas, e, pela primeira vez dês de que cheguei àquele lugar, alguem me respondeu. Claro... uma resposta simples não seria tão fácil né? O senhor iniciava com um sermão, que logo virava uma história sobre um tal cervo amigo dele, enfim, não dava muita bola para o que ele falava, até que por fim ele terminava com aquilo e me entregava o que queria - Eu acho que posso te ajudar. Caminhando para aquela rua principal, você andará mais ou menos meia hora. Vai ter uma bifurcação e ali você pode chegar até a rua da peixaria. Você vai saber qual é. Ela cheira a peixe. Aí ande mais um pouco e vai chegar ao GFC, coma alguma coisa e então siga. É bem perto o CP-1….

Finalizava ali o diálogo com aquele senhor, mal me recordava de suas menções, apenas a informação que queria permanecia em minha cabeça “Tá, eu tenho que ir por ali “ me dirigia então ao trajeto descrito. Podia notar que aquele olhar estranho ainda permanecia em alguns rostos que passavam por mim ao longo do trajeto “É sério, qual o problema dessas pessoas? ”.

Chegava então a base, e sem demora, já entrava e estabelecia minha presença – Onde eu me alisto? – Dizia a um homem atrás de uma mesa. Nessa hora, outros dois acompanhados de um fortão chegavam fazendo uma arruaça - Foi ele! Esse monstro! Prenda ele! Ele nos aterrorizou!! – Dizia um dos homens “Monstro? “ pensei de imediato- Um MINK! Jura? Senhores, dispersar. Tomarei conta disso agora. Você, lobo. Quem disse que poderia vir e se “alistar” aqui? – Dizia o grandão, fazendo um sinal estranho com as mãos – Bem, eu perguntei a um senhorzinho onde era a base dos agentes e ele me apontou para cá- Diria assim que possível – Por que? Não é aqui que eu me alisto? – Continuaria depois de uma breve pausa. De fato, aquele local era aonde eu deveria chegar, segundos as direções do velhinho “Será que eu errei o prédio? ” Pensaria com minha mão esquerda no queixo “Não, eu não cometeria esse erro grotesco, olha só, parece mesmo com uma base, e se esse cara não é da recepção, onde raios eu to? ”. Tinha sim aquela pequena parcela de mim que achava que havia errado o trajeto e acabado em um lugar alternativo, mas essa parcela era ofuscada pela grande parte de mim que sabia de que eu estava certo – Então, como vamos resolver isso? Eu deveria vir a base dos agentes aqui em Gecko Island para me alistar, dá pra ajudar ou tá difícil? – Diria com firmeza. A situação não parecia nem um pouco amigável, e podia sentir uma pequena vibe ruim vindo daqueles homens. Tentaria manter a conversa numa distância segura, em torno de 3 metros, pois não estava gostando do ritmo que aquele dialogo estava seguindo.

Caso o senhor de grandes músculos aceitasse me ajudar com o que precisava, iria acompanha-lo aonde for, e diria o fosse preciso saber. Caso me fosse entregue papeis para preencher com informações, o leria atentamente para ter noção do que estava por vir, e depois que tivesse a certeza de que batia com o que estava procurando, preencheria com minhas informações. Caso contrário, perguntaria – Então onde eu tenho que ir pra me alistar? Já estou perdendo tempo demais aqui –. Caso dessem a direção onde deveria seguir, diria - Finalmente, obrigado - e seguiria o caminho, tentando não fazer nenhum erro dessa vez. Caso não estivessem dispostos a me ajudarem, simplesmente sairia do lugar e andaria sem rumo com o pensamento “ É, eu tentei, mas acho que eles não tavam colaborando” em seguida “Imagino o que dá pra fazer por aqui. ”

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - O cão do governo   Cap.1 - O cão do governo EmptyQui 27 Fev 2020, 18:57

Muffatu presents:

Uma missão para o cão.




As pessoas olhando e julgando Jhonathan já era problema suficiente, e talvez não precisassem de mais. O homem do poder olhava para Wolf e esperava algo. Assim que o futuro agente termina de falar o homem olha para ele de novo enquanto aponta para o lado de fora da sede.

- Vamos, jovem… Vamos.

Assim que mais uma vez o lobo fala com um tom mais ríspido o homem que parecia ser um sargento olha para ele com uma cara de pouquíssimos amigos:

- Você não tem autoridade para falar assim aqui dentro rapaz! Quem foi o infeliz que te mandou vir para cá, e te deu autorização de falar assim aqui dentro?
Quem é que deu autorização para entrar aqui e passar direto pela guarita sem ao menos dizer quem é? Você é um Mink e acha que tem o poder de mil sóis em suas calças, filho?
- Colocando a mão na cintura ele parecia estar armado, porém ele parece repensar e tira a mão da cintura.

Ele olha afasta os dois homens e por fim se aproxima calmamente. 


- Temos uma política em nosso sistema. Para ser alguém entre nós precisamos de alguma informação e bem… Você é só um ser que apareceu aqui sem nada para nos apresentar e querendo ser notado. Eu entendo a sua vontade, filho. Eu já fui assim. Mas não podemos fazer isso dessa maneira. Vou pedir que retorne aqui com ao menos uma indicação ou algo que mostre que pode nos fazer o serviço. Por exemplo. Temos alguns problemas com um homem. Temos uma pessoa que nos ajuda muito sendo nossos olhos e ouvidos. Porém não posso contar muito. Se puder ajudar a diminuir um pouco o comércio ilegal e nosso homem entregar um relatório decente, então teremos um primeiro parecer sobre você. Estamos combinados?

O homem olha para ele, suspira e então fala com mais poder em sua voz. 

  - Estamos entendidos, senhor??

Deixando claro que ele precisava mostrar o seu valor o homem começa a se virar para entrar e então ele vira novamente e diz:

- Sargento, o meu posto... Agora, circulando…

bichaelson



Citação :
- Basicamente é o que nosso homem falou. Ajudar na contenção de um comércio ilegal. Você pode fazer isso só, ou tentar alguém para te ajudar. O local onde está se parece com a entrada de uma casa comum, os homens da guarita tem armas, porém não apresentam risco. Fique a vontade para agir como quiser.
-Missão: Diminuir / Cessar uma espécie de comércio ilegal.

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - O cão do governo   Cap.1 - O cão do governo EmptyDom 01 Mar 2020, 11:45

Cap.1 - O cão do governo
P03 - Preparo

Atitude, era isso que faltava para conseguir o que eu queria, Atitude. Um pouco de pressão aqui, e uma voz mais firme aqui, e pronto, desenrolamos o nó. Claro, minhas atitudes não foram aceitar de bom grado, mas ao menos já não estávamos naquele impasse. - Temos uma política em nosso sistema. Para ser alguém entre nós precisamos de alguma informação e bem… Você é só um ser que apareceu aqui sem nada para nos apresentar e querendo ser notado. Eu entendo a sua vontade, filho. Eu já fui assim. Mas não podemos fazer isso dessa maneira. Vou pedir que retorne aqui com ao menos uma indicação ou algo que mostre que pode nos fazer o serviço. Por exemplo. Temos alguns problemas com um homem. Temos uma pessoa que nos ajuda muito sendo nossos olhos e ouvidos. Porém não posso contar muito. Se puder ajudar a diminuir um pouco o comércio ilegal e nosso homem entregar um relatório decente, então teremos um primeiro parecer sobre você. Estamos combinados? – Dizia o grande homem – Ok – responderia.

“Indicação é?” Pensava “Vou ter que procurar por esses criminosos nessa cidade que nem conheço? ” . De fato, aquilo era um problema, ter notoriedade em um lugar que jamais havia conhecido, isso era uma tarefa e tanto, porem nada impossível “Vejamos...”   começava então a planejar minha estratégia “Para começar, eu deveria conhecer por onde eu estou indo, e depois começar realmente a analisar os alvos. Um mapa cairia bem, ou algum guia que pudesse me ajudar. Outra questão seriam meus equipamentos. Uma missão assim tem um certo risco de acabar dando algo errado, então devo me preparar para isso”

- Então, pra conseguir fazer isso eu vou precisar de uma ajudinha. Vocês teriam por aí algum mapa? Ou alguém que possa servir de guia só para eu não me perder na cidade? – Diria então para aquele homem que se intitulava sargento. Caso alguma ajuda fosse fornecida, diria então – Obrigado – E aceitaria a ajuda, seja ele um mapa ou um guia. Caso fosse para me virar sozinho, diria então – Tudo bem então, eu me viro – E sairia do local.

Procuraria então por alguma loja que pudesse vender artigos de combate, adentraria a loja assim que a encontrasse e analisaria tudo em seu interior para antes ir ao atendente. Caso me fosse fornecido um guia, perguntaria a ele ou ela – Onde posso achar um lugar para comprar algumas armaduras? Preciso me proteger caso isso dê errado – e esperar por uma resposta positiva, já que era um guia e possivelmente conhecia o lugar. Caso estivesse sozinho e não conseguisse encontrar a tal loja, procuraria por um civil e perguntaria a ele a localização de uma loja dessa – Hey – diria a um civil perto, porem logo congelando pois acabava de lembrar de algo  “É, como o senhorzinho disse, eu tenho que tomar cuidado com a maneira que abordo as pessoas”.  Pensando nisso, continuar de forma mais suave e calma – Com licença, você saberia me dizer posso encontrar uma loja de armas e armaduras por aqui? – Esperaria pela resposta. Caso fosse me fornecido a informação, agradeceria no mesmo tom que havia perguntado – Obrigado, e até - E seguiria rumo a direção fornecida, tentando não errar o caminho.

Histórico:
 

Objetivos:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - O cão do governo   Cap.1 - O cão do governo EmptyDom 01 Mar 2020, 22:36

Muffatu presents:

Uma missão para o cão.




O homem olha para trás e manda um dos seus ir com Jhonathan e seguir seu caminho. Um dos homens olha para ele, sorri e calmamente diz:

- Rapaz, você tem sorte. Eu tenho um mapa da cidade, é seu por apenas mil berries. Ou então pode tentar memorizar as coisas. Você pode também encontrar algumas coisas nas mercearias aqui perto. Mas lá talvez seja um pouco mais caro.

Um soldado passa ao lado dos dois e olha feio para o rapaz, balançando negativamente a cabeça.

- É brincadeira rapaz! Hahahaha! Nem precisa pegar nada não. Aqui está o mapa. Fica a vontade, só me devolva depois tudo bem?

O rapaz tira do bolso um papel amassado e sujo, porém as informações da cidade estão razoavelmente visíveis. Lojas especializadas em armas, armaduras eram visíveis apenas duas. Mercearias ele conseguia ver 3 ou 4. Cerca de doze restaurantes e uma estalagem.

Enquanto estivesse com o mapa ele poderia compreender onde estava o norte, onde estava o local onde ele se encontrava e claramente onde era o porto onde ele havia chegado.

Caminhando pela rua, o dia começa a entardecer. Parecia que não, porém o tempo passa rápido por ali e claramente é algo que poderia mudar toda a sua rota. Ele precisava achar logo um local para comprar sua arma, e isso certamente seria encontrado no mapa que tinha, mas ter alguém para explicar seria melhor ainda.

Ele se aproxima lembrando do que o senhor havia dito a ele sobre como falava com as pessoas. Quando ele viu uma senhora de lenço na cabeça, um casaco de crochê e uma saia comprida feia como poucas ele perguntou com bastante calma. A senhora olha para ele e então calmamente responde:


- Claro meu filho... Vejo que lembrou de algumas coisas... Vejo também que está seguindo seu caminho. Siga essa rua até o final, é uma loja pequena com a porta verde. Tem um símbolo de forja na placa. Boa sorte.

Seguindo até a lojas as pessoas já iam se encaminhando para a casa, ou entrando cada uma em seu mais apreciado bar. Ao mesmo tempo algumas pessoas começavam a montar barracas com paus e tendas, as mesas começavam a ser montadas, algumas mais escondidas, outras mais aparentes.

Depois de caminhar e ver o movimento de tudo Wolf finalmente chega a porta que está começando a fechar. Vendo mais um cliente, o homem para e abre novamente a porta. O barulho de um sino batendo no alto da porta mostra que é um ambiente de certa forma vigiado.

Ele apresenta algumas armas para Wolf.


- Bem, caro amigo canino. Eu tenho algumas facas, espadas. Tenho também uma manopla que é bem interessante.

Olhando para Wolf e aguardando a resposta ele começou a mostrar os produtos e seus preços.

- As facas estão saindo cada uma a 35.000, as espadas hoje estão em promoção por 32.000. E tem essa manopla aqui... Como pode ver ela é reforçada, feita de uma boa fita de couro e com as costas com um metal. Ela está saindo por 42.000.
- Então, o que vai ser?


bichaelson



Citação :
Bora!!

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - O cão do governo   Cap.1 - O cão do governo EmptyQua 04 Mar 2020, 15:31

Cap.1 - O cão do governo
P04 - nível de preparo: Morcego antissocial


Conforme requisitado, havia recebi um certo auxilio daquele homem. Ele ordenava a outro rapaz que estava logo atrás vir comigo e logo podia ver seu semblante convidativo. Ele me oferecia um mapa por uma quantia em dinheiro, eu estava preste a pensar em pagar pelo mapa quando ele disse que era uma brincadeira – Ah! Bom, obrigado pelo mapa, devolverei assim que possível – Diria ao soldado. Com o mapa em minhas mãos, podia ver detalhadamente os comércios daquele lugar. Algumas mercearias para comprar comida, restaurantes para comer algo sem ter que preparar e lojas de equipamentos. Podia ver também o lugar por onde cheguei, o porto da ilha.

Comecei então a caminhar pelas ruas e o dia já ia se encerrando. Portas já iam se fechando, outras iam se abrindo, porem a que me interessava segurava-se mais um pouco ao me avistar chegando. Um homem, provavelmente o dono do lugar me atendia antes mesmo que eu pudesse ver por mim mesmo o que estava à disposição - Bem, caro amigo canino. Eu tenho algumas facas, espadas. Tenho também uma manopla que é bem interessante – Introduzia o homem - As facas estão saindo cada uma a 35.000, as espadas hoje estão em promoção por 32.000. E tem essa manopla aqui... Como pode ver ela é reforçada, feita de uma boa fita de couro e com as costas com um metal. Ela está saindo por 42.000... Então, o que vai ser? – encerrava a apresentação, imaginando que agora era minha deixa para responde-lo ”42.000? hm...” pensava sobre a manopla   – Essa manopla... faz por 40.000? – Perguntaria ao homem. Caso o homem aceitasse fazer o desconto, procuraria em mim algum dinheiro que estivesse em minhas vestes, contando a quantidade certa, entregaria então ao homem – Aqui – Pegando assim a manopla para mim e a colocando na minha mão direita. Caso o homem se recusasse a abaixar o preço, lhe pagaria da mesma forma com o devido preço exigido, pois necessitava daquele item para continuar com a missão – Entendo... aqui está Pagaria o homem e realizaria a transação, equipando a manopla em meu punho direito da mesma forma – Obrigado - Agradeceria o homem e sairia da loja.

Assim que estivesse do lado de fora, começaria a pensar ”Vejamos.... Diminuir o comércio ilegal... como eu posso fazer isso? ” começava a pensar enquanto olharia ao redor ”Obviamente esse tipo de atitude não vai acontecer na plena luz do dia, e nem em um lugar movimentando onde as pessoas possam ver”. Pegaria então o mapa em minhas mãos. Abrindo-o, o analisaria novamente por completo, atentando-me a lugares de fácil acesso, porem que seriam menos movimentados naquele horário em diante ” O porto onde cheguei pode ser uma boa pista para dar uma olhada” Pensava seguindo uma lógica simples ”fácil acesso, e que a essa hora, não deve ter muitas pessoas por lá”. Começaria então a caminhar seguindo rumo ao porto, analisando o perfil das pessoas que passavam por mim até chegar ao local ” Tantas pessoas diferentes, com costumes diferentes...”” Começava a pensar sobre a vida no castelo, como era monótono e muitas vezes restrito demais ”Não. Estou estou aqui fora agora, posso fazer o que eu quiser” balançaria minha cabeça, na tentativa de tirar aqueles pensamentos de mim e focar no meu objetivo.

Chegando ao porto, observaria o local por completo, passeando numa caminha tranquila sempre me mantendo reservado. Tentaria não obter muitos olhares, coisa que seria complicado já que eu era atraído para tal desde o momento que havia chegado naquela ilha. Se avistasse alguma atividade estranha, como um aglomerado de pessoas de feições perigosas, ou uma simples troca de mercadoria que tenta a todo custo ser discreta, pararia e me esconderia, tentando manter todos os envolvidos no campo de visão enquanto pensava sobre o que fazer dali em diante.

Caso chegasse ao porto, e não conseguisse notar nada que pudesse chamar a atenção, pegaria meu mapa e olharia outros lugares que poderiam, seguindo a mesma lógica de fácil acesso porem pouca movimentação naquele horário, estar ligados ao mercado negro. Repetiria a patrulha em todos os lugares que se encaixassem na descrição até me cansar e precisar fazer uma pausa.


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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - O cão do governo   Cap.1 - O cão do governo EmptySex 06 Mar 2020, 16:16

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O Cão do Governo




Sábio Wolf negocia o preço da manopla e acaba pagando dois mil a mais por ela, mal sabia o jovem que se tivesse pedido mais desconto iria conseguir. Feliz, o homem entrega para ele e guarda o dinheiro contente por sua última venda do dia.

Ao sair da loja Wolf poderia ouvir a porta se fechando atrás dele com um trinco sendo passado. A sua noite poderia ou não ser longa, dependia da escolha do senhor destino e de tudo o que poderia acontecer por ali. Saindo dali, ele olha para seu mapa e decide ir ao lugar onde certamente as coisas aconteciam durante a noite. O Porto.

Chegando lá ele pode ver várias movimentações, alguns barcos saindo para trabalhar com os pescadores, alguns homens carregando outros barcos para que pudessem sair cedo com o barco todo carregado. Por ali também era possível ver algumas lojas talvez ilegais comercializando tabaco e bebidas, mas nada exagerado. 

Um bar estava com as portas abertas ali perto, e o som de copos e pessoas conversando às vezes quebrava a concentração do pessoal.

Porém de todas as coisas que estavam acontecendo ali, um senhor no canto embaixo de um poste de luz chamava a atenção. Ali perto um mendigo dormia na rua coberto e com algumas garrafas exalando acetona a seu lado. A cada cinco ou dez minutos aquele homem, de chapéu coco, camisa branca e uma calça jeans rasgada sumia para a escuridão e então se arrumava no escuro voltando logo em seguida. Diversos homens passaram por ali e pareciam entregar uma boa quantia para ele, em seguida esses homens seguiam as suas vidas. Poderia ser algo? Não sei. Isso é algo que um aspirante a agente pode muito bem tentar avaliar…



bichaelson



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MensagemAssunto: Re: Cap.1 - O cão do governo   Cap.1 - O cão do governo EmptyQua 11 Mar 2020, 12:38

Cap.1 - O cão do governo
P05 - O homem do chapéul

Patrulhar o porto era algo fácil de se fazer. Caminhar por aqui, dar uma olhadinha por alí, e por assim ia até ver o lugar por completo. Aos poucos podia notar o movimento que aquele lugar ainda tinha mesmo naquele período. Cargueiros subindo cargas como de costume, um bando de mal encarados por outro canto e bêbados sem lugar para dormir curtindo o único momento de calma no chão. É, podia dizer que aquele lugar não parecia estar na lista de suspeitas, mas tinha um detalhe. Um homem. Sua aparência não dizia muito sobre ele, mas seu comportamento por outro lado levantava duvidas e mais duvidas. Sempre se arrumando e recebendo visitas no meio da noite em um ponto super especifico como embaixo de um poste. Parecia clichê a ponto de não ter que realmente trata-lo como uma ameaça, mas as vezes, até o clichê prega peças.

”Pelo jeito que ele se mantem no lugar, sem preocupação com ser visto... não, ele quer ser visto para então receber essa quantia. Ele parece seguro demais, isso pode significar que eu esteja no seu território, e que nada possa o tocar nesse momento” Observaria então ao redor, na rua e próximo ao sujeito se havia mais alguma personalidade ” Mas como eu devo aborda-lo?...” Me questionava ”Devo apenas ir para cima e perguntar? Não não...” chacoalhava minha cabeça ao ter tamanha ideia ”Como eu pensei, ele está seguro de mais para se expor. Fora que receber dinheiro não é um crime de fato, eu tenho que pegar mais informações para poder seguir com essa investigação”.

Pararia novamente para checar o status do ambiente e suas personas. Tentaria novamente manter-me escondido ou pelo menos não levantar suspeitas ao olhar do sujeito de chapéu ”Devo aguardar e segui-lo para ver aonde ele vai guardar o que ele acabou de ganhar. Nesse local devem haver mais informações em forma de provas que possam me ajudar” Pensava novamente tentando disfarçar minha presença. Esperaria o sujeito de chapéu peculiar parado em meu esconderijo, e então o seguiria sem tentar chamar sua atenção, com uma caminha tranquila e descontraída, observando o lugar ao redor como se fosse um turista apreciando a paisagem noturna. Caso estivesse exposto desde o começo, tentaria me afastar do homem para que ele não tenha em sua vista por muito tempo e comece a suspeitar de algo. Caminharia pelo bloco, dando uma volta com o caminhar no mesmo estilo, voltando a ter visão do homem, porem dessa vez, buscando esconder minha presença.

Estava ciente que tais ações poderiam ser difíceis de ser executadas. Furtivo? Eu? Com esse tamanho? Talvez não fosse a melhor das ideias, mas essa era a única que podia ter naquele momento. Havia a chance de eu ser avistado, havia a chance de tudo dar errado. Se o sujeito percebesse minha presença, tentaria continuar agindo da mesma forma, mas caso ele percebesse minhas intenções e começasse a fugir, correria atrás do mesmo em uma posição um pouco estranha para alguém de fora ver, com minhas quatro patas no chão dispararia contra o individuo, e, quando próximo o suficiente, saltaria em investida contra suas costas jogando meu peso contra o dele para faze-lo perder equilíbrio e cair. Tentaria recuperar minha postura, voltando novamente em duas pernas, agarrando o sujeito em seu pescoço e arrastando-o para uma parede que estivesse perto. Nesse caso em especifico minhas ações poderiam ser vistas com olhares indesejáveis. Tentaria arrasta-lo para um local sem pessoas por perto, para então começar a falar – Quem é você e para quem você trabalha? Por que fugiu ao me ver? –

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