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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom

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ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 8 EmptyQua 12 Fev 2020, 23:02

Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Cory Atom. A qual não possui narrador definido.


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Kiomaro
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 8 EmptyQui 11 Jun 2020, 20:33



Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom


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Cory Atom vs Iron Maiden-Liberdade



Meu plano de afogar os capangas não havia saído como previsto, mas ao menos eles não iriam incomodar por algum tempo e eu não tinha apanhado feito a última vez, o que já era um ótimo avanço. "excelente eu diria… Antes um plano mal sucedido que outra surra..."

No entanto, por mais que eu tivesse lidado com aqueles dois problemas, havia mais alguns para resolver. Antes que eu pudesse me aproximar do garçom para recuperar o era meu por direito -ou não- fui surpreendido com a notícia de que o Cowboyboy havia agido. "Impressionante, xerife…" pensei num impulso imediato ao ouvir da boca da própria Iron Maiden que ele havia feito tudo parecer um acidente, aquela era uma solução inteligente para não chamar atenção, infelizmente eu não tinha como ser furtivo como o Cowboy, a luta contra a roqueira seria sangrenta, mas por algum motivo eu me sentia preparado para aquilo...

Eu me sentia mais forte do que quando cheguei em Toroa. O tempo sobre a tutela de Kouha não chegou perto de me ensinar tanto quanto dois dias nessa ilha perfumada. Meu sangue pela primeira vez fervia com combates reais, se eu me metesse em uma situação complicada não haveria ninguém para me salvar, ninguém para me tirar da prisão ou interceptar um navio da marinha minutos antes dele atracar na ilha e estragar todo um plano de assalto. "Sim, o Kouha fez isso uma vez. Não queria estar na pele daqueles marinheiros…".

Talvez essa sensação ilusória de força fosse justamente fruto da minha recente liberdade. Antes de decidir ser ladrão eu decidi abrir mão da minha liberdade para aprender os alicerces dessa profissão do submundo, embora eu tenha de fato aprendido tudo que é necessário, faltava ainda o mais importante, o fundamento primordial que eu havia renegado durante 7 anos e agora começava a emergir dentro de mim:

A liberdade.

A falta dessa liberdade me tornou mais inocente do que a maioria dos ladrões, justamente por isso tomei a iniciativa de partir sozinho para conquistá-la. Ter a liberdade era mais complexo do que eu imaginava, seu preço era inestimável. Um ladrão sem sua liberdade não passa de um prisioneiro qualquer dentro do sistema, se eu quiser um dia almejar roubar o posto de maior ladrão do continente do infeliz do Kouha eu tenho que conquistá-la por completo, ainda me faltava muito para aquele posto, mas tudo que era necessário já estava comigo, eu podia sentir aquilo fluindo dentro de mim…

"Que viagem é essa Cory? Ali oh, oh a roqueira ali…". Um lembrete da minha consciência me avisava do óbvio perigo na minha frente…

Com sorte, minha mente já teria voltado a realidade depois de todos aqueles devaneios para olhar a roqueira nos olhos e provoca-la antes daquele iminente combate, apontando minha adaga para o centro de sua testa e sorrindo triunfante:
-Desculpe Iron maiden, eu prefiro mulheres mais delicadas se é que você me entende...- Como estava a uma distância relativamente segura dele não preocuparia com um golpe logo após as minhas palavras, mas aquelas palavras certamente inflamaram ainda mais sua fúria descumunal.

Que era exatamente o que eu precisava.

Assim que ela resolvesse avançar em minha direção eu também não perderia tempo, avançaria ligeiramente abaixado em direção da roqueira andando em zique e zaque para tornar meus movimentos imprevisíveis, não que aquilo fosse a melhor defesa possível mas era melhor que andar em linha reta. Minha intenção pela primeira vez seria atacar primeiro, tanto para descobrir mais sobre seu estilo de combate quanto para mantê-la sob pressão durante todo o combate.

A luta teria início apartir do momento que eu estivesse bem próximo da mulher, apartir dali ambos poderíamos desferir golpes um contra o outro e justamente por isso eu tomaria cuidado naqueles primeiros e decisivos momentos da luta.

Se ela resolvesse atacar com seus punhos eu tentaria evitá-los jogando o peso de meu corpo para baixo, agaixando o máximo possível e aproveitando o momento para cravar minha adaga em seu joelho, puxando-a com força para retirá-la, isso é claro se ela resolvesse me atacar com as mãos, caso o contrário aquele ataque seria inútil. Se ela resolvesse usar os pés ou optasse por um ataque vertical eu jogaria todo meu peso  para trás com um movimento ágil, porém eve, para realizar um mortal de costas, jogando meus pés também para o ar e me apoiando no chão com as mãos, usando-as para me impulsionar novamente para cima e por fim ficar de pé. No momento que eu estivesse de pé usaria minha mão esquerda para fingir um ataque lateral em direção ao seu rosto, observando se ela tentaria se esquivar ou bloquear o ataque.

Se ela tentasse bloquear o falso ataque eu realizaria uma estocada certeira em direção ao a sua garganta enquanto ela estivesse impossibilitada de se defender. No caso de uma esquiva, visto que ela só poderia se esquivar para baixo ou para os lados, eu seguiria os movimentos de seu corpo com a adaga, para realizar um corte veloz em direção ao seu rosto, tentando fazer com que a lâmina cortasse o mais fundo o possível. Após aquela investida inicial eu daria um pulo para trás para tomar um distância e avaliar o arredor, não poderia descartar a possibilidade de alguém tentar interferir na luta, seja o garçom ou o capanga que faltava (se não me engano eram 5 só foram neutralizados 4). Se esse fosse o caso eu esperaria o homem realizar seu ataque antes de fazer os meus, focando principalmente em avita-los, abaixando em caso de um golpe da altura do ombro para cima ou saltando para trás no caso de um golpe na altura da cintura pra baixo. No caso de um golpe onde tanto o salto quando o agaixar fosse inviável eu tentaria girar o corpo ou realizar esquivas ágeis, apenas para sair da trajetória dos ataques, sempre buscando uma abertura para avançar com tudo.

Se em algum momento da troca de golpes com o(s) oponente(s) eu encontrasse uma chance segura de atacar eu partiria pra cima com agressividade, tentando tomar o controle da luta com ataques alternados entre estocadas, cortes e fintas, sem que estás me colocassem em perigo demais. No entanto se em algum momento do combate a roqueira se distraísse com alguma coisa ou simplesmente abrisse uma grande brecha em sua guarda eu faria assim como fiz com seus subordinados e rolaria por debaixo de suas pernas e cortaria ambos seus calcanhares, fazendo com que ela perdesse totalmente a sua mobilidade e também a luta.

Caso a luta tivesse fim naquele momento eu olharia com ódio na direção do garçom e colaria meu corpo junto ao dele, limpando o sangue da Iron maiden em suas roupas refinadas, usando minhas habilidades de disfarce para fazer parecer que ele havia lutado com a mulher, pincelando minha adaga em suas vestes como se estivesse pintando um quadro casa m tinta de sangua e então o chantagearia dizendo: -O sangue dela está com você e não comigo… Me de todas as suas chaves ou eu coloco a culpa disso tudo em você… Acho que os nobres não iriam gostar de saber que um garçom está arrumando confusão no meio da festa não e mesmo?- sorriria olhando em seus olhos com desdém.











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Oni
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 8 EmptyQua 17 Jun 2020, 16:02


Narração - Cory Atom



-Desculpe Iron maiden, eu prefiro mulheres mais delicadas se é que você me entende... - Caminhando mais à dentro no convés, a musculosa levava o punho fechado à manzorra aberta e estalava os dedos com força. Invertendo as posições das mãos e estalando a outra.

- Após eu quebrar todos os seus ossos nenhum toque será delicado o suficiente. - Cuspia nas palmas das duas mãos abertas e as esfregava, entrando em posição de luta.

Cory disparou na direção da Iron Maiden com a adaga em mãos, e antes mesmo de poder encostar nela viu que a pirata usava uma posição de boxe, com um pé na frente do outro e os punhos posicionados próximos ao queixo, as duas pernas levemente dobradas apenas esperando a sua aproximação.

Quando entrou na zona de atuação dos braços musculosos da boxeadora teve de agir muito rápido.

O punho esquerdo fechado da pirata disparou como uma bala de canhão na direção do ladrão a um simples e potente movimento muscular que estendeu o braço dela.

Atabalhoado como se tivesse sido acertado pelo soco, o gatuno desviou do golpe por bem pouco ao se abaixar, sentindo o vento mover seu cabelo com bastante força.

Os dois braços dela estavam na altura da cintura.

Sua guarda aberta.

Cory ergueu a mão esquerda para fingir um ataque - que ele não descreveu - em direção ao rosto dela.

A guarda aberta parecia tornar possível.

Mas havia uma razão para tal.

Com um ataque que não era nem vertical nem horizontal, mas diagonal, o punho enorme como uma rocha se ergueu junto com o movimento da cintura da pirata, carregando tamanha potência na forma de direcionar a pancada na ponta do pé que o gatuno certamente estaria acabado se aquele ataque o acertasse.

O punho se afundou contra a brisa marinha quando Cory saltou para trás após a investida inicial, percebendo que não havia sequer cogitado um ataque daqueles.

- O que foi? Já voltou atrás sobre o tipo de mulher? - A baterista seguiu atacando o ar com os socos. Jab, direto, jab, direto, jab, cruzado, gancho direita, gancho esquerda. Seus movimentos eram poderosos e rápidos, e ela parecia ter uma noção de tempo tamanha que tornava seus ataques ainda mais rápidos do que deveriam, emboraa seu foco fosse realmente o dano.

Para Cory, lhe parecia bastante que apenas um daqueles golpes seria o suficiente para tirá-lo da competição.

Com uma guarda precária erguida ela se aproximava dele para entregar-lhe este golpe.

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Kiomaro
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 8 EmptyQua 17 Jun 2020, 23:24



after party


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After party


Finais de festa são sempre tão deprimentes…

Aqueles dias no resort de Moonlight foram bons para colocar a cabeça no lugar. Pude conhecer pessoas muito interessantes como a bolota laranja bronzeada e o homem pombo, mas também pessoas muito irritantes como aquele herói auto-intitulado ridículo, além de comer bem e principalmente me livrar daquelas roupas de nobre imbecis. No final eu não consegui descobrir o segredo que o homem pombo insistiu em não me contar, aquilo me deixaria com uma pulga atrás da cabeça por um longo tempo, tempo o suficiente para eu encontrar com aquele maldito e arrancar aquele segredo a força, talvez demore um ou dois anos, talvez até dez anos até eu reencontrá-lo uma próxima vez, mas eu o encontraria e roubaria aquele segredo dele custe o que custar -afinal Cory Atom nunca esquece algo que lhe deixou curioso e muito menos algo que ele prometeu roubar.

Em menos de um piscar de olhar eu me vi de volta aquele pesadelo de competição, encontrar tantas mulheres bonitas na beira da praia e logo em seguida ver a roqueira indo em minha direção para me descer o sarrafo me deixava um pouco deprimido.

Olho para meus braços e pernas, tateio o meu rosto, então percebo que estou devidamente vestido com meu casaco, camisa e calça usuais, enquanto as roupas de nobre estavam debaixo de minha axila dobrada, justamente como o Zeff havia dito que faria. Além de estar levemente curado dos golpes dos capangas, aquilo era maravilhoso e muito conveniente, quase todos os meus problemas estavam resolvidos, agora só me faltava conseguir lidar com aquela roqueira.

-Não mesmo roqueira… Inclusive tinham umas bem bonitas no resort, queria que você tivesse visto- responderiam sua provocação apontando o dedo em sua direção e arrumando o casaco que estava um pouco torto devido as turbulências do portal de retorno para a realidade.

Seria inevitável a confusão da roqueira, talvez não pelo que eu disse sobre o resort mas sim pela minha troca repentina de visual, por isso eu lhe daria um breve resumo da minha aventura no resort mágico, de uma forma bem teatral, afinal meu plano era distraí-la o suficiente para um golpe único e certeiro…

-Você deve estar se perguntando… Ué como o magrelo mudou de roupas tão rápido? Permita-me explicar…- Falaria em tom de que contaria epopéia usando de minha lábia e atuação para cativar sua atenção, dando vagarosos passos para trás fazendo parecer que estava tomando espaço para apresentação, mas na realidade estaria indo em direção a amurada, claro que não manteiria minha guarda totalmente aberta e então estaria preparado me esquivar de possíveis golpes caso ela não estivesse interessada na minha apresentação, me movendo agilmente para os lados, para baixo ou simplesmente saltando para trás, tentando ao máximo evitar socos em qualquer tipo de ângulo, até o momento em que ela caísse totalmente em minha lábia.

-Foi mais ou menos assim… Num piscar de olhos eu me vi num vestiário completamente aleatório, aí cara falou que aquilo era uma festa e que a gente deveria aproveitar pra se divertir, mas eu não conseguia de jeito nenhum tirar aquelas roupas de nobre idiota que eu roubei do tenente Curry Atom…- Nesse momento atuaria como se estivesse tentando tirar minhas roupas a força e falhando, mostrando difícil como foi para mim não conseguir tirar as roupas. -Bom, eu acabei desistindo mas aí me veio a cabeça que o anfitrião da festa disse que poderia realizar alguns desejos, então pedi pra ele tirar aquelas roupas de nobre de mim e ai...- daria uma entonação mais feliz nesse momento mas então ao me lembrar que ele me deixou pelado no meio da multidão eu logo tiraria o sorriso do rosto e olharia pro lado um tanto envergonhado.
-Err... essa parte não interessa… A questão é que ele me devolveu as minhas roupas e então mandou todo mundo de volta pra casa, naquela lugar se passaram três dias, mas aqui foi só um segundo… Doido né?- Nesse momento se já estivesse próximo o suficiente da amurado eu saltaria para cima dela finalizaria a apresentação com um tom de ironia:
-Eu sei… eu sei… Foi incrível, não precisa nem bater palmas, agora onde paramos mesmo... ah lembrei! A parte que você quebra a minha cara-

Uma vez estando em cima da amurada era só espera para que ela viesse me dar um golpe final, tentando me empurrar ou simples me socar. Quando ela viesse pra cima de mim eu jogaria as roupas em direção a sua face para cegá-la temporariamente e então usando o máximo da minha boca habilidade acrobática eu realizaria um salto mortal por cima de sua cabeça, caindo em suas costas (com muito estilo). Caso ela estivesse muito perto da amurada de forma que eu conseguisse a empurrar para fora do navio eu assim faria, segurando em suas pernas e puxando para cima com toda força, fazendo com que o peso do próprio corpo dela a fizesse cair da embarcação. Caso ela não estivesse tão perto assim da amurada eu tentaria cortar seus tornozelos com a adaga fazendo-a tombar e nocauteando-a ou no mínimo atordoando-a com chutes no rosto até perceber que ela devidamente rendida para só então caminhar em direção ao garçom -dessa vez não tão irritado afinal estava relaxado após tanto descanso no resort- e dizer:
-Bom… A Irom Maiden já era, acho que o mais sensato é você me entregar as chaves agora né? Ou se você preferir a gente pode resolver de outro jeito…- Giraria a adaga entorno do própria eixo dela em minha mão e sorriria para o garçom com desdém e esperando qual seria sua próxima reação













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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 8 EmptyQui 18 Jun 2020, 20:04


Narração - Cory Atom



Um passo pesado da Iron Maiden ressonava com força no convés amadeirado. Seu outro pé se erguia do chão em direção ao próximo passo pesado...

Em algum momento entre estes dois passos Cory sumiu e reapareceu com as roupas completamente trocadas. Seu passo ressonava confuso.

- Hã.. - Ela parava de caminhar de uma vez só. -Não mesmo roqueira… Inclusive tinham umas bem bonitas no resort, queria que você tivesse visto


-Você deve estar se perguntando… Ué como o magrelo mudou de roupas tão rápido? Permita-me explicar… - O garçom dava três passos para trás. - A Agente... ?? - sussurrava assustado.

De costas entretanto atento o gatuno se dirigia em direção à amurada do navio, subindo nela sem dificuldades enquanto dava seu discurso.

-Foi mais ou menos assim… Num piscar de olhos eu me vi num vestiário completamente aleatório, aí cara falou que aquilo era uma festa e que a gente deveria aproveitar pra se divertir, mas eu não conseguia de jeito nenhum tirar aquelas roupas de nobre idiota que eu roubei do tenente Curry Atom… - Tudo o que acontecia era o aumento progressivo de uma veia estourando na têmpora da pirata. Sua testa se enrugava de ódio e seu cérebro simplesmente não conseguia conceber como aquilo havia acabado de acontecer. -Err... essa parte não interessa… A questão é que ele me devolveu as minhas roupas e então mandou todo mundo de volta pra casa, naquela lugar se passaram três dias, mas aqui foi só um segundo… Doido né? - Agora os olhos dela se arregalavam e o cenho se franzia de uma forma surreal. A boca aberta oscilava entre espanto e raiva. -Eu sei… eu sei… Foi incrível, não precisa nem bater palmas, agora onde paramos mesmo... ah lembrei! A parte que você quebra a minha cara-


- Não brinque comigo!! - Correndo no nível mais alto de ódio que já havia sentido ela deslocava o corpo massudo em direção a Cory mirando um soco em sua direção.

As roupas em seu rosto tornaram muito fácil desviar do ataque do seu pesado punho.

Tendo conseguido fazer o salto mortal apenas por estar em um estado corporal perfeito após voltar do Resort, usou o peso da boxeadora que já estava para a frente para pô-la ainda mais em direção à amurada, a fazendo ficar de barriga em cima da amurada, em uma luta inútil por se equilibrar.

Certamente a fenda entre seus músculos abdominais eram a única coisa facilitando a pirata com os dois braços e as duas pernas abertas a se manter na amurada em uma batalha débil. Puxava o queixo para trás desesperadamente, ficando vermelha de tanto concentrar os gominhos do abdome para segurar a amurada. - AH... AH... AH...

- NÃO!! - O garçom estendia a mão. Cory estendia as mãos. O garçom se exasperava, tentando agarrar o mar. Cory encostava nos pés estendidos da pirata e a levantava apenas um pouco, apenas o suficiente para desequilibrá-la para fora do navio. - ELA ESTÁ COM AS CHAVES!!

A musculosa foi despejada na água salgada como uma bala de canhão, liberando uma rajada vertical enorme de água que inclusive respingou gotas no rosto de Cory. Neste momento a timoneira simplesmente não resistiu e caiu nas gargalhadas.

- AAAAARGGGGGGH

- IDIOTA!! - O garçom explodia finalmente. - Você arruinou o jogo! Agora nós iremos ficar sem as chaves de dois baús!!

O seu corpo magrelo correu na direção de Cory e lhe acertou com um soco inútil. O forte do garçom certamente não era o combate. Rugindo de raiva, ele somente não atingiu um segundo ataque no ladrão pois fora interrompido.

O homenzarrão segurando o movimento da porta foi derrubado de repente, e três dos marinheiros que acompanhavam A Gaivota o rendiam com facilidade.

- Recebemos informações de que dois procurados estariam aqui em cima. - Foi fácil desenhar a cena lá embaixo. - Reconhecemos dois dos bandidos quando eles se engasgaram. Um Caçador de Recompensa o apresentou para nós. Disse que havia visto a Capitã deles e um garçom infiltrado... - O marinheiro se apresentava para Cory e para a timoneira.

- Hehehe... Isto deve ser algum mal entendido. Certamente é algum outro garç..

- SEUS BOLSOS, SOLDADO! - Com a voz dura a timoneira ressonava, denunciando a verdadeira natureza do Garçom: Ele tentava roubar as algemas do soldado para tramar algo, mas fora pego bem no ato. - A culpa é SEMPRE do garçom... Hehehe...

O garçom foi imediatamente rendido e algemado, bem como todos os companheiros da Iron Maiden.

Uma boia foi jogada para ela, visto que seria suicídio nadar até a zona da ilha com flores mortais.

Também algemada, a bandida foi despachada em um bote salva-vidas junto com mais dois marinheiros... Mas não, é claro, antes do verdadeiro plano se concretizar.

- Curry Atom foi até o banheiro e me pediu para ficar no comando de vocês. - Dizia a Gaivota no convés, após tudo ter se resolvido e todos os seus inimigos estarem algemados no convés. - E há um boato de que estes roubaram chaves de nobres... - A trapaceira fingindo-se de marinheira se aproximou dos dois com um ar poderoso, impossível de ser atrapalhada.

- É MENTIRA!! ELA NÃO É MARINHEIRA... - Com um ataque de karatê usando a lateral da mão no pescoço do Garçom ela o desmaiou. - Hoho... É cada uma... - Ela se aproximava de uma Iron Maiden encharcada, derrotada e envergonhada olhando para o chão cabisbaixa, e colocava a ponta dos dedos no queixo dela. - Ora, ora... - Aproximava o rosto do dela. Quase como se fosse beijá-la. A ponta dos dedos ainda alisando os queixos da pirata. - Você teria dado um trabalhão de capturar... - Pegava as chaves do decote da baterista. Sorria irônica. Se virava de costas e andava na direção da saída. A Iron Maiden com o rosto bastante vermelho mas ao mesmo tempo morrendo de raiva. - Levem-na para o Q.G. - Dizia de costas com um movimento com as costas das mãos que demonstrava um sinal de poder. Olhava por cima de ombro, na direção de Cory. - E você... É bom não se meter em mais problemas... - Dizia se despedindo. Deixou o lugar com seu ar sedutor e todos puderam respirar.

No momento em que os marinheiros ergueram a Iron Maiden ela começou a berrar - VOCÊ TRAIU ELE... O SEU COMPANHEIRO... O FEZ SER PRESO... E DEU O INGRESSO QUE ERA DELE PARA CURRY... VOCÊ... VOCÊ... - Debatia as pernas e dava um grande trabalho para os três homens levá-la, mas acabava sumindo de vista.

Dois botes - os únicos do navio - e dois marinheiros foram o necessário para levá-los do navio de volta à ilha.

Desde que Cory chegou no navio, até aquele ponto, duas horas haviam se passado. Quarenta minutos desde o momento em que entrou até o ponto em que havia derrubado-a. Mais trinta minutos para resgatá-la da água. Mais quinze minutos para a Gaivota aparecer, e o resto do tempo fora para arranjar a sua viagem de volta para o Q.G, e agora seu bando junto com o Garçom se encaminhavam para longe do navio ancorado no fundo do mar...

Já eram 16 horas, o que significava que possuía quatro horas para ser o campeão.

A Gaivota possuía dois homens ao menos do seu lado, mas tinha duas chaves em mãos. O fato de Cowboyboy ser um caçador de recompensas e de Cory não ter recompensa sobre sua cabeça tornava impossível para que os marinheiros dela fossem atrás deles, caso não atacassem. Mas o fato de ela ser protegida por diversos marinheiros também tornava um desafio para eles recuperarem as chaves.

Um impasse certamente estava formado. E o jogo prosseguiria.

Com o mafioso derrotado antes de sequer começar, o Peixe Podre derrotado, Chapéu fora do jogo, o antigo companheiro da Gaivota que agora se descobrira ter sido capturado antes mesmo do jogo começar para fortalecer seu papel - provavelmente o ator faltando que Cory interpretou no lugar -, o Garçom e a Iron Maiden derrotados, sabia-se de seis peças que estavam fora do jogo. Das que restavam Cory conhecia a própria Gaivota, Cowboyboy, Curry Atom e a Agente. No total dos dez jogadores revelados, seis já haviam sido derrotados. Quais seriam os próximos passos do nosso improvável herói?

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Kiomaro

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 8 EmptySex 19 Jun 2020, 20:03



Meu nome é Cory Atom, Filho de Kouha Atom


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A timoneira


"Ué… As chaves estavam com a roqueira? Eita…" Foi meu primeiro pensamento após empurra-la para fora do navio e logo em seguida ser empurrado para o lado pelo garçom desesperado, por um lado era muito divertido e satisfatório ver o desespero em seu olhar se estendendo para a frente em vão tentando alcançar a sua parceira que se debatia no mar com ódio. Por outro lado eu me sentia um tanto idiota por não ter checado se ela estava com a chave - acho que o lapso temporal de três dias no resort foi suficiente para me fazer perder um pouco da noção do que estava acontecendo no barco e na competição.

O estrago já estava feito então o que me sobrava era rir desconcertado do soco do garçom e de seu desespero, coçando o lado direito da minha cabeça como alguém que cometeu alguma besteira mas não se arrepende muito do que aconteceu, junto com a timoneira intrometida que gargalhava satisfeita de toda a situação, sua risada me deixava mais confortável com tudo aquilo, afinal mesmo que a competição tivesse acabado ali e eu não tivesse conseguido roubar ninguém, ao menos consegui roubar um sorriso daquela navegadora enxerida.

Quando tudo de fato parecia perdido a gaivota chega com mais alguns marinheiros e como um passe de mágica resolve toda a situação de maneira genialmente articulada. Respondo a apresentação do marinheiro com uma saudação militar torta e sarcástica e seguro a risada ao máximo, enquanto acompanho com os olhos aquele show de atuação da gaivota durante todo aquela demora para organizar a escolta os dois trapaceiros para fora do barco, rumo ao QG.

Por fim ela se despedia de mim com seu jeito sensual de atriz e me deixava só,  com a timoneira intrometida que eu até então não tinha tido tempo para conversas, agora eu finalmente tinha um momento para a conhecer melhor, então respiraria fundo a fim de me acalmar após todo aquele drama das chaves e então iria em direção a navegadora com as mãos nos bolsos de forma bem amigável e descontraída.

Quando estivesse bem perto dela eu inclinaria minha cabeça em direção a dela, como se aquilo de alguma forma me fizesse vê-la melhor, não só seu rosto mas sua personalidade, como se de alguma forma eu pudesse ver através de sua pele os motivos pelos quais ela estava tão interessada naquela briga e só após olhá-la por cerca de cinco segundo - numa cena que poderia ser um tanto constrangedora ou talvez simplesmente normal para ela- eu recuaria meu rosto novamente para a minha postura e começaria a fazer perguntas em to:

-Você é bem intrometida né?... Bom, eu acho que já viu show que você estava tão interessada, então que tal agora você me dizer seu nome? O meu é Cory Atom, mas pode me chamar só de Cory, embora eu goste mais do meu sobrenome… Quer saber? pode me chamar só de Atom! hehe-
Aguardaria sua resposta ou seu silêncio e caso ela fosse simpática e me tratasse respeitosamente diria:
-É um prazer finalmente conhecê-la melhor senhora enxerida, agora se me der licença eu tenho que digamos "conquistar" as chaves daquela marinheira de você me entende… Se quiser pode vir assistir.-
Caso ela desse de ombros ou me tratasse com desprezo, ignorasse ou simplesmente fosse embora eu não me incomodaria muito em ir atrás dela, no momento certo eu iria conseguir falar com ela, não que eu não estivesse curioso em saber logo o motivo pelo qual ela era tão intrometida, mas alguma coisa me dizia que eu a encontraria mais vezes e então nessas outras vezes tentaria de novo refazer a pergunta.

Independente do resultado com a timoneira eu iria procurar pelo cowboy no mesmo lugar que ele estavam a um tempo atrás, a chance dele ter mudado de local era alta então o procuraria em outros lugares e se o encontrasse sentado como de costume eu puxaria uma cadeira para me sentar junto com ele e traçar um plano para recuperar as chaves com a gaivota.

-Então xerife… Tenho duas notícias boas e duas ruins- diria desviando o olhar e coçando a cabeça e erguendo os dois punhos fechados em cima da mesa,. -O garçom e a Iron Maiden foram eliminados- ergueria um dedo da mão esquerda - mas ai a gaivota chegou e roubou as chaves…- ergueria um dedo da mão direita -Porém eu tenho um plano para roubar de volta- ergueria o segundo dedo da mão esquerda, a mão das boas noticias.

-Mas preciso de sua ajuda…- Então ergueria o último dedo da mão direita, a mão das más notícias e por fim guardaria as mãos no bolso do casaco e o olharia nos olhos.

-A gaivota anda sempre com alguns outros marinheiros, se você conseguir se livrar deles como fez com os capangas da Iron Maiden, apenas por alguns instantes eu me aproximo dela e roubo as chaves em poucos segundos, o que me diz?-

Aguardaria sua resposta para decidir quais seriam os meus próximos passos, roubar a gaivota estava longe de ser uma tarefa fácil e a ajuda do xerife seria de grande ajuda para essa tarefa.

A maioria das vezes um ladrão não consegue fazer tudo sozinho, eu devia ter arrumado alguns capangas como aquela roqueira….








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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 8 EmptySex 19 Jun 2020, 21:49


Narração - Cory Atom



A paleta de cores azuis se distorciam no alaranjado crepuscular, e a Lua, mãe de todos os gatunos e criaturas da noite, começava a se preparar para derramar lágrimas luminosas sobre seus filhos rebeldes. O lado florido e mortal da ilha começava a esmorecer das suas cores vibrantes conforme o laranja engolia tudo... Estava amanhecendo para os criminosos.

Com um navio ancorado em alto mar a timoneira pôde finalmente descansar e se encostar à amurada.

Estava tentando acender o seu cigarro com certa dificuldade graças à ventania quando Cory a encarou. Com uma expressão apática e indiferente ela o encarou de volta no fundo dos olhos, sendo interrompida, impassível.

-Você é bem intrometida né?... Bom, eu acho que já viu show que você estava tão interessada, então que tal agora você me dizer seu nome? O meu é Cory Atom, mas pode me chamar só de Cory, embora eu goste mais do meu sobrenome… Quer saber? pode me chamar só de Atom! hehe - Os lábios dela se mexeram bem de leve, bem no canto, quase imperceptivelmente, e seu olhar relaxou. - Eu já sabia o nome. - Sua voz era ao mesmo tempo doce e séria. Coçava as costas da cabeça lenta e despreocupada, emanando uma energia marrenta e durona mas ao mesmo tempo divertida, como se sequer tentasse parecer malvada, mas fosse de fato o seu modo natural de agir. - Eu me chamo Pietra. Pietra Profiacce. - Diria como se não fosse nada e logo se abaixava para voltar a acender o próprio cigarro.


-É um prazer finalmente conhecê-la melhor senhora enxerida, agora se me der licença eu tenho que digamos "conquistar" as chaves daquela marinheira de você me entende… Se quiser pode vir assistir - Cory se despedia e ela retrucava com um tom que não era nem se preocupar e nem mesmo desprezo, apenas mais uma forma contida de demonstrar seu respeito. - Eu passo. Até logo.... Engraçadinho...

Cowboyboy permanecia no mesmo lugar: O fundo do salão de comidas, em uma cadeira bem no canto, comendo frutos do mar típicos daquela ilha.

-Então xerife… Tenho duas notícias boas e duas ruins - Ele apenas esperou Cory continuar, envergonhado. -O garçom e a Iron Maiden foram eliminados. - A acuidade do homem fez ele olhar para a outra mão de Cory e para o seu dedo enquanto ele ainda subia, ao invés de reagir à notícia boa. - mas ai a gaivota chegou e roubou as chaves… - Apertando os lábios, o Cowboyboy fez um biquinho de ''é difícil...'', descontente. -Porém eu tenho um plano para roubar de volta - Sua expressão triste não se alterou em nada, e ele já esperava pela frase seguinte do ladrão: -Mas preciso de sua ajuda…

Revirava os olhos cabisbaixo e pegava mais um camarão.

-A gaivota anda sempre com alguns outros marinheiros, se você conseguir se livrar deles como fez com os capangas da Iron Maiden, apenas por alguns instantes eu me aproximo dela e roubo as chaves em poucos segundos, o que me diz?

Ele sugava o camarão para a boca e o mastigava, lambendo bem os dedos. - Não. - E soltava uma risada irônica. - Não é o momento certo, garoto. - Se levantava da mesa e caminhava na direção do outro salão, sem nem olhar para trás, sabendo que Cory o seguiria. - O que você acha que eu sou, um vidente? Não, garoto... Eu sou apenas um observador... Eu entendo a mente das pessoas, reflito sobre seus próximos passos estratégicos, busco encontrar padrões e ajo antes. Já vi centenas de bandidos nos mares, garoto. E antes mesmo de este jogo começar eu capturei dois participantes... Ainda me impressiona como você ainda não morreu ou como não virou marinheiro com a sua personalidade... Algo realmente curioso... Mas preste atenção, garoto. E assista o Cowboyboy em ação. - Levava a ponta do dedo indicador até o chapéu como se este dedo fosse uma pistola, movendo a aba um pouco para cima, e continuava a caminhar na direção do salão de danças chiques.

- Para sobreviver a Yakira Town, eu tive de aprender a puxar o gatilho antes. Desde garoto, o Cowboyboy cresceu assistindo aos inimigos, um segundo à frente do tempo, e agora é a sua vez. - Encostou-se na parede e assistiu aos nobres dançando a valsa lenta que comandava aquele lugar.

Entre eles, era possível ver A Gaivota e o Tenente Curry Atom dançando de mãos dadas e bem encostados. O idoso vestido de forma ridícula observava-a com um sorriso bobo, completamente apaixonado, e a expressão de poder nos olhos da enganadora era quase palpável.

Os dois marinheiros que restaram com ela, ambos armados com espadas, estavam um ao lado do outro, ambos se observando como se medissem se o outro queria dançar valsa. Enrubescidos.

- Para mim é muito claro. Eu sou um Caçador de Recompensa, você já foi roubado. O próximo alvo da Agente certamente é a falsa Marinheira. Mas ela não pode se aproximar da Gaivota com ela cercada de marinheiros sem acabar com a festa. O que significa que... Para se aproximar dela... Ela terá de mostrar as suas verdadeiras habilidades, as suas verdadeiras fraquezas, para poder fazer a emboscada... Assista, garoto. Enquanto ainda estamos em trégua.

Em um ato praticamente simbólico, A Gaivota conduzia a dança com o Tenente.

Girando-o ela pôde ver por cima do seu ombro em uma direção. Acompanhando seu olhar, os dois assistiram a agente se aproximando dela.

Seu olhar possuía uma expressão completamente artificial de neutralidade inofensiva. Um quase sorriso forjado que poderia enganar aqueles nobres, mas não aos trapaceiros que disputavam na Liga dos Doze no navio.

Com um olhar afiado, A Gaivota olhava para os dois marinheiros.

Eles paravam de se encarar e chacoalhavam a cabeça, observando ela atentos às ordens.

O Tenente absolutamente desligado em sua dança com a mulher à qual estava apaixonado.

Girando o tenente em torno dele mesmo usando apenas uma de suas mãos em um passo de dança, A Gaivota estendeu um cartaz de recompensa para os dois marinheiros do outro lado.

De uma forma feita apenas boa o suficiente para enganá-los de longe, o cartaz falso mostrava uma recompensa de dez milhões de berries e a foto da Agente.

Impressionados com aquilo, os dois punham as mãos nas espadas. Com um simples gesto com o dedo encostando nos lábios, a Gaivota pedia a discrição deles, que assentiam com a cabeça e iam na direção da rival do momento.

A expressão dela estava inalterada.

Cowboyboy se curvava para a frente, esperando a forma como ela agiria.

Os dois marinheiros se aproximavam dela, e ela ainda não mudara de face.

Eles seguravam os dois pulsos dela, prestes a levá-la para o convés superior, onde estaria derrotada.

Quando os dois a algemaram para levá-la, ela sequer mostrou resistência ou confusão, apenas o mesmo rosto forjadamente alegre, olhando para A Gaivota por cima do ombro.

Cowboyboy não conseguia processar a cena, e estava prestes a roer as unhas, franzindo o cenho com força e batendo o pé no chão, inquieto.

- Por que ela... Nada disto, garoto. Nada disto faz sentido.

Quando os marinheiros puxaram os braços dela para conduzi-la para a porta, ambos os membros caíram.

Completamente assustados eles observaram os braços algemados dela em suas mãos, um encarando o outro, enquanto ela caminhava com os dois braços verdadeiros surgindo das mangas das roupas.

Os marinheiros corriam na direção da Agente enquanto ela caminhava de forma estranha, erguendo os joelhos acima da cintura a cada passo bizarro.

Sem sequer olhar para trás, e como se esperasse por aquilo, continuou andando em frente conforme os marinheiros caíam estranhamente no chão e escorregavam em direções diferentes.

Duas cartas de baralho apareciam nas palmas de suas mãos, e o Tenente já estava tonto de tanto girar.

Sem parar de rodá-lo naquela dança de manipulações, A Gaivota mantinha o olhar firme encarando a Agente que se aproximava, lançando o cartaz falso no chão.

Com um movimento rápido de pulso, a Agente fazia do local das cartas aparecerem dois baús, e fazia uma expressão arrogante de vitoriosa.

A Gaivota fora enganada por um milésimo de segundo.

Seu rosto de estranhamento a acusou ter acreditado que aqueles eram o seus baús. Virou o pescoço na direção da mesa, aonde estava a sua bolsa.

Virou-se novamente para a Agente. Estava desesperada. Havia revelado a localização dos seus báus ao olhar para a bolsa.

Cowboyboy esfregava as têmporas com força. Até mesmo aquele homem implacável não conseguia prever o resultado.

Deixando que o Tenente Curry Atom parasse de girar e o conduzindo tonto até uma cadeira, ela tentou corrigir o próprio erro e caminhar na direção de sua bolsa.

Mas a mulher do Governo Mundial já estava à sua frente, diversos passos mais próxima.

Ainda ouvindo os passos da falsa marinheira correndo, ela abriu a bolsa dela em busca dos baús.

Uma explosão saiu de dentro da bolsa, devorando o rosto da Agente.

Uma bomba de fumaça estava ali dentro, pois a reação preocupada da Gaivota fora atuada.

Correndo em outra direção, ela segurava a sua verdadeira bolsa com os baús e  se dirigia para longe do salão de danças.

A fumaça se espalhava, e parecia não ser nem um pouco nociva. Os nobres que haviam parado de dançar davam risadas e voltavam.

Os marinheiros se erguiam tontos, aos poucos.

O Tenente ainda estava com a cabeça girando.

Um pedaço da panturrilha da Gaivota ainda estava visível conforme ela corria para longe do salão.

A Agente finalmente demonstrava uma expressão sincera, um olhar assassino e furioso, e se virava de vez na direção da agente.

Um senbon saía da manga de sua roupa e voava diretamente na perna da marinheira, do outro lado da sala.

Sumindo de vista, um som estranho acompanhava o espectro do corpo dela, como se ela houvesse caído.

Olhando para Cowboyboy e para Cory ela ajeitava o chapéu e voltava a forjar o sorriso artificial, indo em direção à sua presa provavelmente abatida.

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Kiomaro
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 8 EmptyDom 21 Jun 2020, 15:46



Meu nome é Cory Atom, filho de Kouha Atom!


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Truque de mágica


"Pietra Profiacce??"

Aquele nome me causava um arrepio, como se tivesse visto um fantasma, pra mim já era óbvio que o dano causado a família profiacce me levaria a ser caçado até o último dia de minha vida, mas não esperava encontrar alguém daquela família tão cedo.

Minha garganta imediatamente congela e seca, então subitamente engulo em tensão enquanto meus dedos congelavam dentro do casaco.

A máfia não estava presente na competição, então porque um membro da família estava no navio? Será que ela foi mandada para me observar? Havia chances extremamente altas de que ela me entregasse à máfia no fim da competição, mas não podia deixar de pensar que talvez ela não goste de mafiosos assim como eu, de qualquer forma ainda iria fazer mais perguntas para ela, com toda certeza eu iria, se ela tivesse resolvido assistir a conversa com o Cowboyboy seria mais fácil, mas acho que todos os mafiosos são meio… Inflexiveis.

A conversa com o xerife foi relativamente agradável não só pelo fato dele me revelar que já tinha lidado com os dois competidores que estavam até então ocultos mas também por ele dividir comigo um pouco de sua trajetória como caçador. Por mais que eu fosse contra aquela trégua, num primeiro momento, era bom ter um aliado temporário tão tático naquele lugar. Havia muita sabedoria em suas falas, "esperar a hora certa de agir" era para ele não só uma estratégia como um estilo de vida, uma forma natural de sobrevivência no deserto de Yakira, eu tinha muito o que aprender com aquele xerife e ele logo descobriria que tinha o que aprender comigo.

Segui seu conselho de esperar a hora certa e observei atentamente aquela batalha de manipulação e ilusão entre a gaivota e a agente, meus olhos porém, não conseguiram filtrar toda aquela informação:

De um lado tínhamos a gaivota, distraindo com excelência o tenente ao mesmo tempo que prestava atenção em tudo a sua volta. De outro lado tínhamos a agente, misteriosa e cheia de truques na manga, literalmente…

A cada passo daquela dança marcada em três tempos meus olhos brilhavam mais e mais nos movimentos da agente.

Braços falsos, cartas que se transformavam em baús, obstáculos invisíveis…

Tudo aquilo me transportava ao estado mais ingênuo de minha curiosidade, de forma que eu não conseguia deixar de cutucar o braço do Cowboy a cada um daqueles truques e questioná-lo: -Ei como ela fez aquilo em?-

Era como se ela fosse uma feiticeira ou bruxa impossível de se prever, mas a gaivota também não ficava para trás e a enganava com seus truques de atuação.

Ao final de tudo minha cabeça já estava rodando, tinha vontade de aplaudir e ir até a agente imediatamente para questionar de onde vieram todos aqueles truques, porém com a gaivota aparentemente abatida não tinha escolha senão ver qual era seu estado atual.

Esperaria que estivesse próximo o suficiente para ver o real estado da gaivota- afinal aquilo poderia ser apenas um truque- e se de fato a encontrássemos ela caída no chão como o barulho sugeria eu encostaria no ombro do cowboy e olharia nos olhos com um olhar decidido e diria:
-Ei xerife… Posso assumir daqui? Se for possível não deixe a agente se aproximar, tenho alguns assuntos pra resolver com a gaivota...- E então partiria na frente para examiná-la.

Agaicharia próximo a ela e em um gesto de aparente cavalheirismo puxaria com força o senbon cravado em algum lugar de seu corpo e o jogaria longe, em seguida estenderia a mão à ela com um olhar gentil dizendo:

-Consegue se levantar?-  

Caso os nobres ao lado começassem a ficar incomodados ou desconfiassem de algo eu apenas diria em tom jocoso:

-Hahaha, não se preocupem, minha conhecida aqui apenas tropeçou, nada demais.- e insistiria que ela pegasse minha mão para se levantar.

Se ela não segurasse ou por algum motivo não conseguisse se levantar eu a puxaria para cima pelo braço forçando-a a ficar de pé e a apoiaria em meu ombro, levando-a para um lugar mais isolado onde ela pudesse se sentar. Não deixaria de considera que aquele Senbon poderia estar envenenado, então já sabendo que ela era precavida eu procuraria em sua bolsa alguma espécie de antidoto e a ofereceria, injetando-a ou dando-a de beber, ao mesmo tempo que pegaria as chaves e o baú na sua bolsa.

Uma vez que ela tivesse tomado o antido ou simples simplesmente me seguido até uma cadeira mais isolada eu olharia fundo dos seus olhos como se neles tivesse perdido algo e com um sorriso entreaberto, diria em voz baixa próxima a seu ouvido:

-considere isso uma compensação por aquele favor que você me fez no convés…- E então devolveria sua bolsa, colocando-a em seu colo, para que ela pudesse quem sabe olhar dentro.

"Nunca fui muito de cavalheirismo, na verdade considerava aquilo uma atitude de nobres metidos, meu único objetivo em ajuda-la era sanar minha curiosidade sobre alguns assuntos e pegar logo aqueles baus e chaves."

-Quando você foi embora naquele dia eu nem tive oportunidade de perguntar seu nome… Como você se chama em?- Diria a olhando sempre nos olhos, como se a desafiasse, não cedendo a nenhum de seus encantos ou seduções.

Tendo a resposta ou não eu prosseguiria com os questionamentos: -Porque me salvou no convés? Você podia ter só me incriminado junto com eles… Seria uma dor de cabeça a menos não acha?- Nesse momento a olharia tombando a cabeça um tanto para a esquerda, como de estivesse confuso com aquela decisão.

Se ela viesse com joguinhos de manipulação e eu os percebesse eu logo cortaria com um comentário sarcatisco:

-Eu não sou como o tenente pateta, não vou cair nesses seus jogos de manipulação, embora seja engraçado ver você tentando…-

Mas caso eu percebesse algum tipo de verdade em sua resposta eu sorriria independente do motivo e diria ainda com olhar desafiador e soltando a quantidade certa de ar da boca para que nossa conversa fosse ouvida apenas por nós:
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-É bom ver que estamos nos entendendo um pouco… Obrigado novamente pela ajuda, você foi muito útil- Nesse momento, a olharia nos olhos com um olhar vago, e chegaria bem perto de seu rosto como se fosse a beijar, mas não faria, então viraria de costas, com seu baú e chaves em mãos e me despediria com um aceno de mão.

Caso a marinheira não estivesse caida no chão e aquilo fosse um alarme falso continuaria observando de longe, junto com o cowboy quais seriam os próximos passos da agente.





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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 8 EmptyDom 21 Jun 2020, 18:25


Narração - Cory Atom



A Gaivota escapou com um salto através da porta de saída, ficando de costas, rumo ao salão que dava no corredor que ligava os salões, ao mesmo tempo em que os senbons se aproximavam dela. O borrão das senbons certamente passou pelo local do borrão das pernas dela, mas o resultado daquilo era impossível de ser dito.

Até mesmo por Cowboyboy.

-Ei xerife… Posso assumir daqui? Se for possível não deixe a agente se aproximar, tenho alguns assuntos pra resolver com a gaivota...

A Agente caminhava em direção à Gaivota, saindo da sala.

- Quer saber, garoto? - O cowboy tocava a aba do chapéu com a ponta do dedo indicador, simulando uma pistola, e dava um sorriso estiloso. - Eu gosto de você. Mas, da próxima vez que nos vermos, certamente seremos inimigos...

O cowboy disparava na direção da Agente, que estava correndo na direção da Gaivota, interceptando seus passos furiosos e assassinos bem no meio do caminho, a segurando com força pelo pulso e.... pela cintura.

Forçando-a a dançar com ele, ele a conduzia para longe da Gaivota. - Somente uma dança... Nada que quebre leis ou me comprometa como Caçador... Se gritar e chamar a atenção deles, eu faço um escândalo ainda maior e acabo com o jogo... - Ouviu-o dizer.

A Agente sorria como uma virgem envergonha, absolutamente interpretado, como se fosse cortejada e aceitasse a dança.

Nenhum dos Nobres naquele navio poderia saber que o homem mais perspicaz do west blue estava em um duelo de acuidade contra uma das maiores ilusionistas do mesmo. O que venceria?

Cory corria na direção da Gaivota, indo rumo ao seu próprio desafio.

Encontrou a falsa marinheira no chão, a perna sangrando com três senbons cravados em sua coxa, na parte da frente, fazendo uma expressão de dor enquanto apertava a perna com força, respirando fundo como se tentasse combater a ferida.

O corredor não estava tão movimentado, apenas cerca de cinco nobres conversavam nele, distraídos. Pareciam não ter reparado na marinheira no chão.

-Consegue se levantar? - Tentou tirar o senbon da perna sangrando dela, mas ela não o permitiu.

- Desde quando você é médico? - Interrompia-o com a mão, fazendo um esforço contra a dor mas sem perder o bom humor. - Quando nos conhecemos era você quem estava ferido... - Parecia segurar o riso e também as pontadas de dor, massageando a coxa com força. - Resolveu me salvar como a filha do nobre na história de Curry Atom? - Provocava-o alegre.

- Considere isso uma compensação por aquele favor que você me fez no convés… - Ele aproximava a bolsa dela e a deixava em seu colo, percebendo que a bolsa estava bastante pesada.

Até mesmo com um sorriso gentil escondendo a dor aquela falsa marinheira conseguia ser atraente, e Cory sentiu a pressão de sua beleza quando ela o encarou alegre com a declaração.

-Quando você foi embora naquele dia eu nem tive oportunidade de perguntar seu nome… Como você se chama em? - O olhar penetrante do Cory a pareceu intimidar, e ela abaixou os olhos antes de responder.

- Gabriela... Gabriela Devon. - O nome não lhe remeteu a nada, poderia muito bem ser uma mentira.

-Porque me salvou no convés? Você podia ter só me incriminado junto com eles… Seria uma dor de cabeça a menos não acha? - A curiosidade de Cory começava a jorrar em frente a ela. -Eu não sou como o tenente pateta, não vou cair nesses seus jogos de manipulação, embora seja engraçado ver você tentando…

- Eu poderia dizer que gostei de você... E gosto mesmo... - Sua bochecha corava, algo muito difícil de ser interpretado, e ela encarava o chão. - Mas digamos que se você não tem recompensa pela sua cabeça, o que tornaria difícil mandar prendê-lo. Além disso, você é mais útil para mim como uma distração para a Agente... - Ela levantava a cabeça e olhava Cory nos olhos. Seus lábios tremiam um pouco, como se quisesse se aproximar dele...

-É bom ver que estamos nos entendendo um pouco… Obrigado novamente pela ajuda, você foi muito útil - Os dois chegavam bem perto um dos outros. A marinheira chegava a fechar os olhos esperando o beijo. A beleza estonteante dela era como uma gota de sangue num mar de tubarões; uma tentação incontrolável. Não fosse o seu temperamento calmo, certamente não teria resistido ao seu coração acelerando tão próximo a ela.

Pegava o baú e as chaves dela que estavam fáceis na bolsa e se despedia da falsa marinheira.

- MALDITO!! - Ela dizia quando ele acenava de longe.

Os nobres ao redor ficavam assustados.

Embora não importasse muito para Cory e ele pudesse sair com facilidade, foi bem neste momento em que ele teve seu caminho bloqueado pelos dois marinheiros.

- Este é Cory Atom!! Ele possui três milhões de berries de recompensa pela sua cabeça!! - Ela puxava um cartaz de recompensa com a foto dele, ou um desenho que se aproximava bastante de uma foto, e mostrava o cartaz com exatos três milhões pela sua cabeça. - Ele acaba de me atingir com Senbons e roubar a minha bolsa. O desgraçado é ligado à máfia e entrou aqui com roupas roubadas!! Eu as encontrei quando prendemos Iron Maiden e O Garçom. Pasmem: As roupas pertenciam ao próprio Tenente Curry. Isto é porque seu nome é Cory Atom!! Filho de Kouha Atom! - Ela com certeza havia conseguido aquelas informações com o Garçom. E teria falsificado um cartaz neste meio tempo antes de voltar para o salão de danças.

- O quê????? Kouha Atom???? - Curry Atom caminhava ainda tonto na direção deles, lutando para se equilibrar, mas finalmente se aproximava. - DESGRAÇADO!! - O idoso rugia, segurando a própria espada.

Os outros dois marinheiros seguiam o exemplo, e eles também erguiam as próprias lâminas.

Os nobres estavam no corredor, e um combate certamente causaria desespero o suficiente para acabar com o jogo. Eram exatamente 16:20, como era possível ver em um relógio que estava preso à parede do corredor, e Cory certamente teria que ter ideias dignas do horário para sair daquela situação.

A Gaivota chorava com a perna ensanguentada e a bolsa ao seu lado. Curry Atom, seduzido por ela e ofendido pela simples menção ao nome do seu pai de criação, tinha todos os motivos para matar Cory. Sequer poderia fugir lutando, uma vez que isto arruinaria o jogo por causa dos nobres como testemunha.

Seria o nosso herói chamado Coy Atom, filho de Kouha Atom, capaz de negar o seu próprio bordão? O que ele faria para escapar daquela situação?

Um duelo de mentiras e atuações era iniciado!

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 8 EmptySeg 22 Jun 2020, 19:14



Meu nome é Cory Atom, filho de Kouha Atom!


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Meu nome é Cory Atom, fã de Curry Atom?


"Então é assim que vai ser gaivota?" Pensava ao dar as costas para a mulher e perceber como em minutos já estava encurralado. Aquele parecia ser o fim da linha para mim, de fato era uma situação que deixaria qualquer um furioso ou apavorado, mas para mim era como um palco e aquela plateia estava excepcionalmente ansiosa para assistir meu espetáculo, sobretudo o tenente abacate. Olhar para aquele homem vestido pateticamente me dava muita vontade de rir loucamente, mas para realizar aquele show eu teria que abrir mão do meu parentesco com Kouha e do meu senso de humor e sarcasmo, isso me causava um certo desconforto, mas um dos princípios da atuação que a suposta "Gabriela Devon" me ensinou era justamente me desprender de quem eu era para interpretar um papel.

"Agora eu seria Cory Atom… Fã de Curry Atom!"

-Kouha Atom? Não me recordo desse nome… Na verdade acho que o Coby já comentou alguma vez sobre ele-  Diria olhando para o tenente e com a mão no queixo, como se estivesse tentando me recordar, ao mesmo tempo que chamaria sua atenção o fato de eu conhecer Coby e caso ele se assustasse com esse fato eu com um sorriria alegremente para com brilho nos olhos e diria:
-De onde eu conheço o Coby? Essa é uma ótima história! A dois dias atrás ele e a Daisy estavam digamos… encrencados. Mas ajudei eles, fiquei imensamente feliz quando eles me disseram que eram netos de você tenente, permita-me apresentar corretamente…- Nessa hora ficaria bem centralizado no meio de todos aqueles marinheiros me apontando suas armas e iria tossir duas vezes para aquecer a garganta e dizer:

-SIM! Meu nome é Cory, somente Cory… Eu nasci em Yakira Town, lá meus pais não me deram um sobrenome, na verdade eles nunca me consideraram como filho… Meu sobrenome é apenas uma homenagem… Uma homenagem a você tenente!- estenderia a mão aberta em sua direção e sorriria com a mais profunda e sincera admiração que eu conseguisse fingir e aproveitando a possível confusão generalizada começaria a encenação da peça de teatro que me foi ensinada pela gaivota.

"Respira fundo Cory… É só por um momento…."

-Curry Atom… Um dos mais honestos, corretos e rígidos marinheiros de todo Blues. Conheci suas histórias quando era apenas um garoto, lá no arquipélago de sandline e por muito tempo achei que fosse só uma lenda… Como eu nunca tivesse um sobrenome pedia que todos me chamassem como Cory Atom, para que ao menos eu tivesse algo de bom para preencher aquele vazio…- levaria ambas as mãos ao peito como se aquelas lembranças do passado me fizessem sofrer.

-Claro que apenas sobrenome daquele homem tão honesto não seria o suficiente, por isso dediquei minha vida a ajudar as pessoas, assim como Curry Atom,  por sorte o destino me fez conhecer Coby e Daisy Atom. Perguntei para aqueles bons netos de Curry como poderia conhecer seu avô e eles me avisaram que você estaria aqui nesse navio, não pensei duas vezes e gastei todo o dinheiro que havia guardado durante anos para comprar um ingresso, de forma honesta…- faria uma pequena reverência em direção ao tenente, com a cabeça abaixada olhando para a gaivota por baixo do ombro e sorrindo de forma sarcástica, pois seria agora que o jogo iria virar completamente…

-Roupas roubadas? Cartaz de procurado? Ligação com a máfia? Agressão a uma mulher inocente?? Lamento mas isso não passa de uma grande inverdade… Posso garantir que alguns nobres senhores puderam ver o momento em que eu auxiliei a moça a se sentar- olharia em volta como um olhar calmo e inocente, talvez algum nobre se prontificasse a desmentir aquela acusação, mas mesmo se não desmentissem eu continuaria argumentando:

-A única arma que eu carrego comigo é está inofensiva faca- mostraria minha adaga com a lâmina apontada para mim, para manter claro e limpo o jogo e não demonstrar intenção de ameaça, afinal a qualquer momento aquilo poderia me incriminar. -Garanto aos senhores que ela é apenas para auto-defesa e proteger os inocentes quando necessário, foi com esta faca que eu protegi seu neto, senhor Curry Atom…- e então a guardaria novamente no bolso, mas se ele por algum motivo me mandasse soltar a arma eu aceitaria sem problema, assentindo com a cabeça como se entendesse o motivo daquilo.

-Sobre o cartaz de procurado, vocês vão se decepcionar mas ele claramente é falso… Se vocês observarem com calma o cartaz, vão perceber que ele não é oficial, trata-se de uma falsificação barata, que fere a honra da marinha completamente…- diria dando de ombros e fazendo um gesto de negação com o rosto, mostrando decepção.

-Se todos esses pontos não foram o suficiente para revelar a verdade permita-me a revelar de uma vez… Essa mulher é uma infiltrada!- apontaria para o rosto da gaivota com uma expressão de raiva contida.

-Se minhas palavras não forem o suficiente para os convencer, peço que por favor verifiquem a bolsa da senhorita. Quando eu lhe devolvi a bolsa reparei que ela estava pesada demais… Não tive coragem de vasculhar a bolsa de uma dama... Porém em nome da justiça vocês devem fazer o que for preciso!- olharia nós olhos de Curry Atom mais uma vez, com um olhar implacável de um garoto que apenas queria ver a justiça sendo feita.

"Vou ter que escovar os dentes por quarenta horas pra tirar toda essa baboseira da minha boca…"










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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 8 EmptyQui 25 Jun 2020, 17:41


Narração - Cory Atom



Antes de tudo, uma retrospectiva:

Cory foi roubado pela Agente Ann, ficando apenas com a própria chave.

Cory roubou os baús do Garçom e da Ironmaiden e se aliou ao Cowboyboy para que ele cuidasse destes. O baú do garçom foi aberto pela chave do Cowboyboy, revelando uma garrafa de Vinna della Rose.

Cory foi levado pela Iron Maiden e pelo Cowboyboy, aonde ele derrotou a pirata e a derrubou para fora do navio. Ela estava com as duas chaves do grupo, e, sendo interrompido pela Gaivota e seus marinheiros tais chaves foram levadas consigo.

Em uma tentativa de enganar a Gaivota e induzi-la a acreditar que estava com seus baús, a Agente Ann fez um truque de ilusionismo fazendo dois baús aparecerem diante de seus olhos. Sem ser enganada, afinal, a Gaivota não possuía duas caixas mas 3 chaves e uma caixa, a atriz reagiu com falsa surpresa, induzindo a Agente Ann a acreditar que seus baús estavam aonde na verdade existia uma armadilha com uma bomba de fumaça para distraí-la.

No momento atual, Cowboyboy e a Agente estão uma valsa perigosa no salão de danças... O mais perspicaz contra a mais nebulosa... Uma batalha de tudo ou nada para saber quem irá ficar ao mesmo tempo com os três baús do cowboyboy e os dois baús e as duas chaves da Agente Ann.

O outro fronte desta história é o nosso intrépido herói... Cory Atom, Filho de Kouha Atom, buscando provar que....

-Kouha Atom? Não me recordo desse nome… Na verdade acho que o Coby já comentou alguma vez sobre ele- - O idoso franzia o cenho ao ouvir o nome do neto, e os dois marinheiros paralisavam. -De onde eu conheço o Coby? Essa é uma ótima história! A dois dias atrás ele e a Daisy estavam digamos… encrencados. Mas ajudei eles, fiquei imensamente feliz quando eles me disseram que eram netos de você tenente, permita-me apresentar corretamente… - Absolutamente atônito, o idoso que tinha a mão travada no ar ficava sem saber como reagir àquelas informações. Cory apertava a sua mão confusa e o cumprimentava. -SIM! Meu nome é Cory, somente Cory… Eu nasci em Yakira Town, lá meus pais não me deram um sobrenome, na verdade eles nunca me consideraram como filho… Meu sobrenome é apenas uma homenagem… Uma homenagem a você tenente! - A boca do Tenente apenas se arregalava mais, e o seu olhar, perdido como alguém usando uma bússola na Grand Line, era depositado no chão, tentando encaixar todas aquelas informações, apertando a mão de Cory de volta apenas por um movimento puramente automático.

Os dois marinheiros que faziam a sua guarda também ficavam confusos, encarando da Gaivota para ele e dele para Gaivota.

Citar os nomes de Daisy e Coby foram capazes até mesmo de quebrar a Gaivota.

Ela certamente havia feito pesquisas sobre o Tenente antes de usá-lo para aplicar um golpe e usar a Marinha como seu exército pessoal... Mas nem mesmo ela poderia prever que os caminhos sinuosos da vida fariam Coby e Daisy se tornarem companheiras de Cory.

Igualmente com o olhar perdido e confuso, encarando o chão, a falsa marinheira tentava ligar os pontos mas apenas conseguia franzir o cenho.

-Curry Atom… Um dos mais honestos, corretos e rígidos marinheiros de todo Blues. Conheci suas histórias quando era apenas um garoto, lá no arquipélago de sandline e por muito tempo achei que fosse só uma lenda… Como eu nunca tivesse um sobrenome pedia que todos me chamassem como Cory Atom, para que ao menos eu tivesse algo de bom para preencher aquele vazio… - Parava de chacoalhar a mão do marinheiro e levava as próprias até o peito em um gesto dramático. A inércia fazia a mão do Tenente cair devagarinho... A boca parecia ter aberto de surpresa mais do que seria possível. Curry sorria, orgulhoso, pois puxar seu saco era realmente a melhor rota para aplainar seu agrado... Mas logo sua expressão voltava para a confusão... E oscilava entre o orgulho e a mais absoluta incerteza.

-Claro que apenas sobrenome daquele homem tão honesto não seria o suficiente, por isso dediquei minha vida a ajudar as pessoas, assim como Curry Atom, por sorte o destino me fez conhecer Coby e Daisy Atom. Perguntei para aqueles bons netos de Curry como poderia conhecer seu avô e eles me avisaram que você estaria aqui nesse navio, não pensei duas vezes e gastei todo o dinheiro que havia guardado durante anos para comprar um ingresso, de forma honesta…

- Honesta?? - A voz da Gaivota, que por bem pouco recuperava a sua capacidade após o impacto inicial das mentiras de Cory, voltava a soar verdadeiramente irritada. - Ele é um farsante, Curry... Você... O senhor me conhece, Tenente... Me conhece como ninguém... - Sua voz apelava para o lado emocional do idoso, claramente, e nela estava carregada um tom de intuição e ao mesmo tempo de pedido de socorro. Algo irresistível para um homem com instintos heroicos como o velho Tenente.

O olhar dele se dirigiu até ela e se amaciou em um sorriso, como se lembranças fluíssem em sua mente. Então voltaram para Cory, irritadiços, duros.

-Roupas roubadas? Cartaz de procurado? Ligação com a máfia? Agressão a uma mulher inocente?? Lamento mas isso não passa de uma grande inverdade… Posso garantir que alguns nobres senhores puderam ver o momento em que eu auxiliei a moça a se sentar - Os nobres ali perto não tinham visto isto, pois estavam entretidos na própria conversa.

- Isto não é verdade! Ai... - Ela alisava a perna ensanguentada a massageando, fazendo uma expressão de absoluta dor. - Ele... Ele enfiou agulhass em mim!! Ai.. Ai... Elas talvez estejam envenenadas...

-A única arma que eu carrego comigo é está inofensiva faca - Justificava-se mostrando a faca, o que fazia os dois marinheiros sacarem as espadas apesar do cuidado de apontar a lâmina para si. -Garanto aos senhores que ela é apenas para auto-defesa e proteger os inocentes quando necessário, foi com esta faca que eu protegi seu neto, senhor Curry Atom… - Agora a confusão de Curry se tornava raiva...

Seu olhar duro e implacável se virou para o chão, e as flâmulas confusas do seu espírito raivoso o faziam andar de um lado para o outro com os braços atrás das costas... Refletindo sobre o que estava diante de si... Eram tantas informações... - Pare de dizer o nome dos meus netos... - resmungava, tendendo a não acreditar em Cory.

- Tenente... - A voz dela era como a de uma gata manhosa. Até mesmo os marinheiros armados e revoltados tinham o rosto enrubescido pelo quão sedutora ela era.

-Sobre o cartaz de procurado, vocês vão se decepcionar mas ele claramente é falso… Se vocês observarem com calma o cartaz, vão perceber que ele não é oficial, trata-se de uma falsificação barata, que fere a honra da marinha completamente… - Os passos do marinheiro se intensificavam. De um lado para o outro. Em um círculo constante. De um lado para o outro. Absolutamente revoltado. Respiração ofegante. Olhos perdidos. De um lado para o outro. Botas com força no chão. Veias saltando no rosto. Botas com força no chão. A pele vermelha de tanto pensar.

Um dos dois marinheiros observou o cartaz... - Eu não sei, Tenente... Me parece verdadeiro...

A Gaivota dava um sorriso para ele que o fazia sorrir de volta e quase flutuar ao devolver o cartaz falso para a mesma.

-Se todos esses pontos não foram o suficiente para revelar a verdade permita-me a revelar de uma vez… Essa mulher é uma infiltrada! - O tenente para e encarava Cory com muito ódio fluindo de sua expressão.

- Eu mesmo recebi em mãos os documentos oficiais da transferência dela... Ela já está na ilha conosco há mais de um mês... Você, um completo desconhecido... Como ousa... Alguém como você... Que sequer possui um sobrenome... Como ousa... - Seus lábios se espremiam e ele dava mais um passo em direção a Cory. - ME DÊ UM MOTIVO PARA NÃO MANDAR MEUS HOMENS O FATIAREM AGORA!! - Seu grito fazia saliva escapar de sua boca e atingir o rosto do nosso herói. Os nobres estavam bastante inquietos. Naquele ritmo o pânico se espalharia e o jogo estaria terminado...

Aquela seria a sua última chance.

Talvez as suas últimas palavras.

-Se minhas palavras não forem o suficiente para os convencer, peço que por favor verifiquem a bolsa da senhorita. Quando eu lhe devolvi a bolsa reparei que ela estava pesada demais… Não tive coragem de vasculhar a bolsa de uma dama... Porém em nome da justiça vocês devem fazer o que for preciso!

A própria Gaivota pegava a bolsa pesada, segurando-a com apenas um dos braços pela alça, a arrastando enquanto gemia de dor graças aos ferimentos na perna... Em uma cena que seria realmente emocionante, caso Cory não soubesse que era tudo mentira. - Ah.. Ah... Tome. Faço questão, Tenente. Por favor, abra a bolsa!!

- Não!! - Dizia determinado, travando os lábios com força e encarando o horizonte de olhos arregalados em posição de sentido. - Eu acredito na senhorita de olhos fechados!! - Dizia implacável. - Levem-no... - Os marinheiros cercavam Cory e o seguravam pelos braços.

- Espere! - Uma voz soava atrás de todos, vinda do salão de dança. - Os ferimentos dela... Eles são falsos!! - Surgindo detrás deles e segurando a bolsa, o Cowboyboy erguia-a consigo.

Virava a bolsa de cabeça para baixo, despejando diversas peças de roupa, máscaras, papéis de cartazes de recompensa com diversos desenhos e diversos cartazes de recompensa sem desenho algum... Apenas um espaço a ser preenchido. Lápis e tinta caíam aos montes, assim como as masi diversas ferramentas de falsificação de documentos.

Até mesmo o carimbo oficial do Tenente Curry Atom, como o de diversos outros tenentes.

A Gaivota provavelmente não sabia que tipo de inimigos encontraria, e por isto acabou indo com tudo o que tinha à própria disposição.

- O nome dela é Gabriela Devon, também conhecida como A Gaivota... - Ele dizia, e finalmente puxava todas as agulhas da perna dela ao mesmo tempo, provando que elas sequer estavam perfurando, mas apenas coladas à superfície.

-E... E... E quem é você?? - Perguntava um dos marinheiros.

- Eu sabia que você iria perguntar isto... - O Cowboyboy colocava a ponta do dedo indicador na aba do chapéu, o seu gosto clássico. - Eu me chamo Cowboyboy... Fazia mais sentido quando eu era um garoto... Cowboy. Caçador de recompensas. - Dava um sorriso para os marinheiros, que pelas expressões de surpresa certamente já haviam ouvido falar dele.

O Tenente Curry Atom estava perplexo.

Caminhava na direção de Cory e erguia a mão para ele, olhando para baixo absolutamente envergonhado.

- Me desculpe... No-no-no... Nobre senhor... Su-su-sua honestidade é incontestável... - Desmaiava nos braços dos outros marinheiros antes de conseguir olhar Gabriela Devon nos olhos.

- Cuidem dele... Deixem-na comigo... - Ajeitava o chapéu na cabeça e apontava a arma para ela. Sua aura ameaçadora foi o suficiente para fazê-la se render antes mesmo de lutar e logo ele a tinha algemada. - Agora me ouça, Gabriela... Você não vai muito longe. Eu vou pegar a sua recompensa assim que chegarmos em terra firme... Até lá, trate de ficar bem quietinha... É melhor para nós dois que você não termine o jogo...

Os nobres se acalmavam com a situação se acalmando, e logo a movimentação diminuía com a saída dos marinheiros que haviam restado.

Meia hora foi necessário para o desenrolar desta história, e agora Cory finalmente podia conversar com o cowboyboy.

- Bem, garoto... Estaremos no corredor com os quartos, no convés abaixo... Nós dois estamos fora do jogo, e meus prêmios serão a garrafa de vinho, a recompensa dela e um trato com a Agente Ann. - Levantou a Gaivota. - Nós dois iremos permanecer aqui no navio.. Aguardando o aparecimento do Organizador e as pistas que podem decorrer daí... E, bem... Quanto ao que você havia deixado guardado comigo... Eu dei tudo para a Agente.

Começou a caminhar até a saída. - Mas pode ficar com as coisas da Gaivota... Sabe como é... Eu não sou do tipo que vai sem garantias... E eu não consigo prever nem você nem ela... Talvez no futuro, garoto. Agora, o jogo é entre os dois... Hasta la vista... - Tocava a aba do chapéu com o indicador e saía.

Agora as disputas se afunilavam.

Cory possuía o baú da Gaivota, a própria chave, as chaves do Garçom e da Iron Maiden.

Agente Ann possuía os baús do Garçom, da Iron Maiden, de Cory e o próprio.

Se nem mesmo o Cowboyboy conseguia prevê-la... Como Cory seria capaz de vencê-la?

BARCO:
 

personagens:
 


Histórico:
 


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- Cindy Vallar  

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Kiomaro
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 8 EmptySex 26 Jun 2020, 21:50



Meu nome é Cory Atom, filho de Kouha Atom!


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Por um tris...


"Eu sou um ótimo mentiroso… Acho que se tudo der errado como bandido eu posso tentar uma vaga no governo mundial…" pensava sendo irônico comigo mesmo enquanto ludibriava o ingênuo Tenente Curry Atom.

Eu estava tão confiante do meu argumento de defesa que não imaginava que o Tenente iria suspeitar de mim nem por um segundo, mas eu não podia contar com um detalhe… O miserável era um gado! Com apenas poucas palavras, aquela suposto justiceiro infalível se punha nas mãos da gaivota como um fantoche, minha decepção era tanta que mal pude esconder minha cara de puro deboche, por pouco menos de um segundo eu não chego a levar minhas mãos até a cabeça para simular chifres e mugir para o senhor nobre tenente abacate, talvez assim o meu argumento ficasse mais convincente, visto que estaríamos falando a mesma língua…

Antes que eu pudesse fazer qualquer tipo de besteira o frio e calculista Cowboyboy aparece para revelar que na verdade aquelas feridas eram falsas, confesso que não tinha percebido aquilo, mas como a própria Gabriela havia dito eu não era médico, embora pela facilidade que o xerife notou que a ferida era falsa talvez não precisasse ser assim tão analista pra perceber aquilo… Acho que eu estava ocupado demais pensando na minha mentira perfeita.

Tenente abacate desmaia ao saber que sua amada era uma farsante e cowboy some com a gaivota, me deixando sozinho tendo que derrotar aquela agente metida. Fiquei muito triste por saber que ele ia levar aquele vinho caro com ele eu poderia vender por um bom preço aquela peça, mas o que mais me deixava puto era ele ter entregado os baús para a agente metida.

Nem me despediria dos marinheiros, visto que eles estavam ocupados cuidando daquele velho tenente, eu apenas cataria os itens da marinheira que estivessem no chão e sairia de lá furtivamente com a bolsa em mãos indo para bem longe deles, em direção a uma mesa vazia onde eu poderia xingar o Cowboy livremente e liberar minha raiva...

-Cowboy... seu miserável!! Você só tinha uma missão: "guardar os baús"! Agora eu tô na merda… Como que eu vou derrotar aquela agente metida? Como que ela fez aquele truque das mãos que caiam? Nossa e aquele do obstáculo invisível….- iria ficar divagando naquela mesa por algum tempo, enquanto jogaria todos os itens na bolsa da marinheira, em busca de algo que me fosse útil.

"Bom… a forma de lutar dela pelo visto é baseada em ataques a distância, se eu conseguir encurtar o combate provavelmente ficarei com a vantagem. Se eu não tomar cuidado posso acabar caído em alguns dos seus truques super curiosos, como aquele das mãos falsas… Acho que o melhor a fazer é pegá-la de surpresa…"

No fim estaria convicto que pegar ela de surpresa seria o mais correto a se fazer e por isso cataria todos os pertences da gaivota que eu haveria espalhado pela mesa e partiria com eles em mãos me misturando com os nobres para pegá-la despercebida, andando por todo o convés em busca da agente, uma vez a localizando me manteria furtivo para planejar minha aproximação.

Não deixaria de considerar a possibilidade de eu mesmo ser pego desprevenido e  justamente por isso ficaria sempre olhando para os lados tentando localizá-la, para evitar ser alvejado eu me manteria sempre próximo a alguns nobres, se notasse sua aproximação ou algum senbon vindo em minha direção eu desviaria, caso fosse impossível desviar eu colocaria um nobre em minha frente para servir de escudo e apontaria para a mulher dizendo:
-Vejam! Aquela mulher feriu esse nobre homem(ou mulher)! Prendam-a imediatamente!!-







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