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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 5 EmptyQua 12 Fev 2020, 23:02

Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Cory Atom. A qual não possui narrador definido.


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Kiomaro
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 5 EmptyQua 13 Maio 2020, 16:58



Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom


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Aquele que faz que cabeça dos outros


Havia uma parcela de dor nas palavras de chapéu, as lagrimas não me deixavam pensar o contrário.

Ao mesmo tempo era difícil confiar no garoto, mesmo meu corpo instintivamente querendo protegê-lo -por algum motivo, ou nostalgia- eu não havia pensado ainda numa forma de perdoá-lo e nem sabia se devia.

Chapéu revestia a cabeça de suas vítimas com sua manipulação ingênua, o garçom já havia me alertado, talvez suas lágrimas fossem de mentira e sua afeição por mim fosse motivada por sua ambição de ser um ladrão melhor e sua irmã tinha muito o que aprender sobre sutileza… 'Cretinos! Eu acabei de salvar a vida de vocês e não recebo um elogio?! Foda-se, eu sou um ladrão e não um herói, não preciso dessas coisas mesmo…"

Me sentia mais livre por estar sem aquelas ataduras todas, mas o choro de chapéu me incomodava.

Para Kouha eu era um bebê chorão no início dos treinamentos. Sempre que eu chorava em meio a uma luta -seja de dor ou de raiva- ele me dava um cascudo e perguntava com ironia "Já desistiu?". Parte de mim sentia vontade de dar um golpe no garoto e ironizar suas lágrimas assim como Kouha adorava fazer, mas eu não faria como Kouha… De Kouha já bastava o sobrenome.

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Levaria minha mão direita ao chapéu na cabeça do garoto e o pressionaria levemente contra sua cabeça, de forma que cobrisse parte de sua cabeça e olhos marejados que tanto me incomodavam e então diria com um tom de voz calmo porém determinado: -Se for chorar... deixa pra quando a briga acabar…-. Após dizer aquelas palavras olharia ao redor ainda agaixado, procurando algum outro caixote próximo a menos de 5 metros de distância para conseguir cobertura, preferiria a cobertura de caixas empilhadas, pois iria me aproveitar desse recurso para traçar um armadilha... caso encontrasse tentaria me mover agilmente para trás dos caixotes visando chamar atenção e a mira do bandido.

Ficaria de olho em sua sombra para, assim que ele travasse sua arma em mim, começar a abrir a boca para provocá-lo. -Você vê através dos meus truques? Você não vê um sabonete a 5 anos! Naquele dia no restaurante eu entendi por que te chamam de peixe-podre…- diria em voz alta dando uma risada ao final da fala para que ele pudesse ouvir e talvez se irritar com meu comentário. Caso ele não se irritasse de primeira eu insistiria em chamar sua atenção com um comentário mais convincente: -Sabe o que roubar o organizador faria de você… Um covarde imprestável que tem medo de competir com os demais participantes! Mas se acha que consegue roubar o organizador venha aqui tentar a sorte…-  

Caso aquilo fosse o suficiente para chamar a atenção do bandido eu esperaria ele se aproximar, olhando sua sombra e ouvido seu passos e assim que ele estivesse perto o suficiente da pilha de caixotes (caso eu estivesse escondido atrás de uma pilha) eu usaria minha força para empurrar as caixas em sua direção fazendo a pilha despencar em cima da cabeça do bandido, talvez o imobilizando ou talvez o distraindo suficiente para que eu saísse de trás das caixas sem ser baleado e tentasse uma investida em sua direção.

Caso eu não conseguisse encontrar uma pilha e sim apenas um caixote solto eu manteria as ofensas e caso ele visse em minha direção eu ficaria sentado de frente para o caixote, apoiaria as mãos com firmeza no chão do porto e chutaria o caixote em sua direção com toda a minha força para que o desequilibradas me dando abertura para atacar.

No primeiro cenário eu aproveitaria que sua guarda estaria alta por conta das caixas caindo sobre sua cabeça e tentaria um ataque mirando sua extensa barriga, realizando um corte horizontal na região do baixo ventre do homem e logo em seguida daria uma rasteira de frente para o homem mirando suas canelas com minha perna direita fazendo com que ele caísse de cabeça no chão, finalizando-o por fim montando suas costas, levantando sua cabeça pelos cabelos com a mão esquerda enquanto com a direita apontaria o metal da minha adaga afiada contra seu pescoço. -Meu nome é Cory Atom, filho de Kouha Atom! Seja lá qual for a desse torneio ridículo quem vai ganhar ele sou eu e não você!- Gritaria para que todos que estivessem próximos pudessem ouvir e então bateria a cabeça do homem com toda a força contra o chão afim de desmaia-lo, cortar seu pescoço em plena luz do dia e em praça pública seria idiotisse...

"não era como se gritar meu nome fosse a ideia mais inteligente, eu sei… Mas eu acabei de pensar no meu bordão de malandro, me dá um tempo!".

Caso o cenário fosse o segundo e eu chutasse uma caixa contra ele teria que pensar numa estratégia diferente de ataque, pois sua guarda provavelmente estaria voltada para baixo para conter o impacto da caixa contra o corpo. Assim que a caixa o atingisse eu correria em sua direção e usaria o caixote como degrau, subindo em cima dele e quando estivesse em cima aproveitaria a vantagem do terreno alto para encaixar uma joelhada bem no meio de seu nariz com o máximo de força que eu conseguisse aplicar e assim que ele ficasse atordoado com o golpe eu saltaria em cima de seu corpo para que ele caísse de barriga para cima e então furaria a palma de sua mão dominante, tentando fazer a minha adaga atravessar sua mão -a que segurava o gatilho da arma-. Em seguida diria o mesmo bordão cafona do primeiro cenário e bateria sua cabeça contra o chão para desmaiá-lo.


Após lidar com o gordão eu esvaziaria seus bolsos e pegaria tudo para mim, em seguida olharia para o caixote onde estavam chapéu e sua irmã e me certificaria de que eles ainda estavam lá. Caso estivesse eu pegaria os dois pelo braço e sairia daquele porto o mais rápido possível, rumo a algum beco ou ruela da cidade, afinal era questão de tempo até que algum parceiro dele como aquele cowboy chegasse ou a marinha e eu não sabia qual era a extensão de sua força ainda, não poderia arriscar um embate direto daquela maneira, com aquelas duas crianças me perturbando...


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Última edição por Kiomaro em Seg 29 Jun 2020, 00:15, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 5 EmptySex 15 Maio 2020, 20:43


Narração - Cory Atom



Braços e pernas da cor de piche se movimentavam junto com as silhuetas. Conforme estes corpos sombrios despejavam cubos igualmente escuros no chão, era possível para Cory ouvir os caixotes caindo conforme os estivadores corriam para longe do homem armado.

Mas estava tudo sob controle.

-Se for chorar... deixa pra quando a briga acabar… - Chapéu abaixava a cabeça enquanto o chapéu escondia as lágrimas que escorriam por cima de sua ''marca de malandro'', a tatuagem na bochecha. Esta se borrava com o fluxo e se provava temporária.

Se movimentando não como um gatuno, mas como um herói, Cory Atom se deslocava agilmente na direção de uma pilha de caixas. Eram quatro caixas deitadas na primeira fileira, três caixas por cima destas e mais duas em cima dessas três formando uma semi-pirâmide. Seus passos heroicos não eram leves e sutis como costumavam ser; chamavam a atenção propositalmente, e por isso mesmo pôde ver de relance a silhueta de Peixe Podre se virando em sua direção com a arma apontada.

Dali ele não conseguia enxergar mais as sombras do oponente, mas Chapéu e sua irmã estavam seguros.

- Ora, ora, ora... Se não é o Organizador da Liga... Kikikiki... - Era possível ouvir o ''clique'' da pistola sendo engatilhada. Chapéu fazia uma cara de assustado enquanto afundava as costas ainda mais no caixote. Sua irmã o abraçava. -Você vê através dos meus truques? Você não vê um sabonete a 5 anos! Naquele dia no restaurante eu entendi por que te chamam de peixe-podre…

Um dos pés dele se arrastavam para a frente batendo com força no chão. Ele parecia haver se curvado de forma brusca com o susto. - Restaurante?!? - Seu tom de voz fazia Cory imaginar seu cenho franzido em confusão. - Há quanto tempo está me observando??!!

-Sabe o que roubar o organizador faria de você… Um covarde imprestável que tem medo de competir com os demais participantes! Mas se acha que consegue roubar o organizador venha aqui tentar a sorte… - Nenhuma reação a princípio.

Nada de sua sombra, do som de suas botas, ou qualquer outra espécie de resposta. Nenhum movimento brusco ou exagerado. Apenas um silencioso e absoluto terror da réplica que não fora dada.

O que ele estava fazendo? Como havia reagido? Quais eram suas expressões faciais? Estaria ele planejando algo?

Para onde foram seus passos? Gatunos costumavam ter os pés leves... O quão próximo ele estava? Já devia ter se aproximado. Sua pistola poderia render Cory a média distância. Talvez ela já estivesse quase apontada nele.

A falta de compreensão do cenário em que estava e os planos ardilosos e silenciosos de Peixe Podre começavam a fazer Chapéu se desesperar ainda mais, com os olhos arregalados e o corpo pálido, imóvel. O garoto sabia como os ladrões mais famosos costumavam agir. O que o assustava?

Até que a resposta veio em forma de riso.

- Kikikiki... - Começou a rir cada vez mais alto. Cada vez mais agudo. Seu passo estrondoso dava a entender que chegou a cambalear para trás de tanto rir. - Kikikiki....... Você está certo... Eu sou mesmo um covarde.

- N-ã-o a-di-an-ta... - Sussurrava Chapéu. - E-le nã-o va-i se mo-ver... - E aquilo fazia todo o sentido. Peixe Podre era tão somente um oportunista. Aquele era o cerne de sua personalidade, e era pura inocência de Cory achar que poderia mover um homem como aqueles para uma disputa através de ofensas.

Um zuuuuuuup se fez conforme um vulto era jogado em um movimento de arco, e algo se quebrava na frente de Cory.

O vidro se espalhou e o que parecia ser uma garrafa quebrada liberava fumaça bem próximo a Cory, a cerca de dois metros. A fumaça se espalhava com velocidade, e antes que o gás verde e denso pudesse se aproximar dele ele já podia sentir um cheiro forte de uma substância que deveria estar misturada: Era como numa feira qualquer, o cheiro de um peixe podre.

- Vamos, Organizador... Agora as regras são minhas... E você pode decidir entre morrer envenenado ou baleado... Kikikikiki....

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 5 EmptySab 16 Maio 2020, 11:10



Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom


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Covarde...


"Eu sabia… eu sempre soube... como pude ser tão tolo de não perceber isso antes...

A MARCA DE MALANDRO ERA TEMPORARIA!!!!

Um moleque desses não ia conseguir fazer uma tatuagem sem autorização dos país… Pera, esse não é o foco!"

Eu esperava uma postura mais agressiva do peixe-podre, sua aura intimidadora me dava impressão de que ele era um homem impaciente e explosivo mas na verdade ele não passava de um bundão…

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A expressão de desgosto e decepção tomavam meu rosto enquanto a garrafa se quebrava e a fumaça verde  fedida se aproximava cada vez mais de mim. -Ata de sacanagem né?- Diriam com muita decepção na voz, mostrando estar desapontado com a postura desonesta e evitativa do bandido.
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Eu não podia negar ele era de fato inteligente em suas ações, seu estilo de luta covarde dependia da distância e ele não poupava esforços para manter a distância pronunciada entre nós. Ao mesmo tempo eu via por trás de seus truques e entendia que o ideal para render o maldito seria encurtar o combate, mas aquela arma dificultava tudo… Eu tinha medo de sair e tomar um tiro, tinha medo de ficar e morrer sufocado, a aura intimidadora dele ainda era forte, mesmo ele sendo um covarde era intimidador. Eu sim era o covarde,  indefeso, atrás daquelas caixas  que não serviriam de abrigo por muito tempo…."droga o que eu faço eu vou morrer merda!!!"

"Concentre-se seu idiota! Não aprendeu nada comigo em quase 10 anos de treinamento?" Novamente a voz… A irritante voz de Kouha em minha consciência ecoando os 7 buracos da minha cabeça.

"Quantas vezes tenho que ouvir esse mesmo sermão? Mesmo longe não vai  me deixa em paz!? É pra me proteger ou só me fazer sentir ainda mais inútil? Em!! Responde agora!!!" Respondi em pensamentos a voz de Kouha em minha cabeça. O medo me tirava do sério e junto com o medo a raiva...

"Concentre-se… Filho!" A mesma voz que me atormentava clareava minha mente e sentia meus corpo todo derrepente relaxar como se tomasse um chá de camomila.

Kouha não era só um carrasco, ele era meu pai! Por mais que eu cuspisse em sua cara, por mais que eu ignorasse 90% de seus sermões, por mais que eu me recusasse a empunhar a adaga como ele e sonhasse com o dia em que poderia ser livre para decidir meu próprio destino sem precisar de sua tutela Kouha não cansou de me ensinar nem mesmo por um dia.

"Tá bom… Pai…"

Respiraria fundo buscando encher ao máximo os pulmões antes da fumaça verde me alcançar e esvaziaria a mente, a partir daquele momento nada mais importava, as crianças estavam fora da jogada e Kouha estava apenas em minha mente.

Minha estratégia para sair da cobertura sem ser baleado seria gerar uma distração com as caixas. Para isso eu tentaria desestabilizar a base da semi pirâmide empurrando a caixa mais a direita da base com o corpo, fazendo a pirâmide demoronar naquela direção.

Aproveitaria o desmoronamento para me mover no sentido contrário da queda das caixas como forma de redirecionar a atenção para as caixas e ocultar -ao menos por a fração de segundos- meu avanço pela esquerda, buscando cobertura entre as caixas e abaixando ou rolando em direção a alguma caixa assim que percebesse o cano da arma mirando em minha direção.

O objetivo seria não ficar muito tempo parado, pois isso dificultaria que ele estabilisasse a mira em minha direção e seus tiros saíssem precisos, portanto demoraria cerca de no máximo  5 segundos para pular de uma cobertura para outra, até ficar na distância mais curta possível na qual houvessem caixas para eu esconder atrás.

Quando por fim estivesse na distância mais próxima possível minha única opção seria ataca-lo, mas tentaria tirar sua concentração por um segundo com um comentário a respeito de um nome. "Não custava tentar né?"

-Me diga peixe… Qual foi a última vez que você ouviu o nome Atom?-  Diria com calma, quase como se não estivesse tentando ser morto a tiros pelas mãos da própria bala de canhão e por mais que quisesse ouvir sua resposta iria deixar a cobertura das caixas e  correria em sua direção com o tronco inclinado para frente e adaga apontada para sua cabeça
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Assim estivesse a curta distância e caso ainda apontasse arma em minha direção eu tentaria aplicar um golpe para que ele caísse no chão, passando minha mão direita por dentro de sua guarda e aplicando um golpe com meu cotovelo em sua orelha junto com uma rasteira deslocando seu pé direito para o lado do pé esquerdo na intenção de desestabilizá-lo e em seguida, com firmeza e um movimento único joga-lo de uma vez no chão usando o peso de seu próprio corpo.

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Uma vez no chão eu tentaria me mover para suas costas e colocaria minha adaga em sua garganta, fechando seus olhos com a mão esquerda em uma tentativa de gerar algum terror psicológico com o escuro e então diria sussurando em seu ouvido com muita sutileza. -Eu afio essa faca todos os dias, acho que você não vai querer experimentar… Solte a arma…- Aquilo era de fato uma mentira boba pois eu havia comprado a faca na noite passada, mas acho que serviria para o aterrorizar o suficiente e então fazê-lo soltar a arma.

Caso ele soltasse a arma sem nenhuma resistência eu a recolheria eu a chutaria para longe e então tatearia seus bolsos a procura de dinheiro ou qualquer coisa de valor. Caso ele se demonstrasse relutante ou tentasse lutar para sair da imobilização eu seria obrigado a degola-lo e sair de lá o mais rápido possível.

Quando eu finalmente tivesse o rendido, ou ele simplesmente desistisse eu abaixaria minha adaga e antes dele ser capaz de se levantar eu gritaria triunfante para todos do porto ouvirem: -Meu nome é Cory Atom, filho de Kouha Atom! Seja qual for a desse torneio eu ganharei pois eu vou superar aquele desgraçado do Kouha algum dia tá me entendendo?!- e então daria um chute frontal em seu rosto com toda a minha força para desmaia-lo e então procuraria as duas crianças e correria com elas para algum beco ou ruela pois era uma questão de tempo para algum parceiro dele aparecer ou simplesmente a marinha chegar ao local por conta da bagunça.

No segundo cenário onde eu mataria o desgraçado, não haveria motivos para comemorar ou me gabar pois aquela havia sido uma morte sem sentido e se eu tivesse sido mais eficiente em intimida-lo ou rende-lo ela poderia ter sido evitada, Kouha sempre me orientou a matar apenas como último recurso e de forma mais silenciosa possível, então sumiria de lá o mais rápido possível, pegando chapéu e sua irmã pela mão e tentando esconder meu semblante de decepção comigo mesmo por ter realizado um assassinato de forma tão não polida… "merda espero mesmo que Kouha não tenha visto isso…"


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 5 EmptySab 16 Maio 2020, 13:49


Narração - Cory Atom



Era possível ver como uma pessoa normal reagiria àquela situação através das reações de Chapéu e sua irmã.

Os dois se empalideciam e se arrastavam para longe da fumaça verde que sibilava ao se espalhar na atmosfera, alcançando a fronteira da zona em que a caixa ainda os protegia e se paralisando pela falta de opções.

Mas Cory não era uma pessoa normal.

O ar marítimo entrou em seus pulmões conforme respirou fundo, aplacando seus nervos de aço e resfriando seu próprio temperamento.

Quando abriu os olhos a fumaça estava ainda mais perto, mas sua expressão era serena e concentrada apesar dos riscos.

As caixas tombaram com um movimento de suas mãos e logo explodiram em lascas conforme um tiro as acertava em resposta.

Mas do lado errado.

Cory avançava na direção oposta à qual havia derrubado as pilhas em uma finta perfeita, mergulhando sob a proteção de uma outra caixa antes que a pistola pudesse ser apontada para si novamente.

- Eu pensei que eu era o covarde... - Quando Cory saiu de uma das caixas em direção a outra pilha pôde ver Peixe Podre ainda apontando para a caixa em que estava no primeiro momento. Seus movimentos furtivos foram suficientes para enganar o oponente, que dava mais um tiro na direção da pilha a vendo desabar.

Mais caixas tampavam a visão do gatuno, e assim que voltou a correr na direção de outra pilha pôde ver o olhar confuso de Peixe Podre, percebendo que havia derrubado a pilha de caixa com os tiros e não existia mais como seu inimigo ainda estar ali atrás.

Mais caixas tampavam sua visão; Estas últimas foram deixadas pelos estivadores atoa, logo atrás de Peixe Podre. O esconderijo mais próximo. A posição ideal.

-Me diga peixe… Qual foi a última vez que você ouviu o nome Atom?

Com seus nervos de aço avançou na direção do gorducho com a adaga empunhada. O inimigo se virou cento e oitenta graus, apontando a arma para Atom... - Kouha Atom... É você?!? - Antes que a arma pudesse disparar recebeu uma cotovelada no rosto e seu braço logo foi travado.

Com todo o peso do seu corpo e usando o máximo de sua habilidade de luta de rua Cory Atom empurrou o inimigo para o chão... - AHHHHHH

Em vão.

Com uma cara de estranhamento o Peixe Podre observou a falta de técnica de Cory para lutas corpo a corpo, e então foi a vez do próprio homem de acertar uma cabeçada contra ele e vê-lo cair de costas.

- Kikikiki... Que susto danado!! - Sem se conter, começava a rir muito, a arma ainda apontada. - Eu pensei que ia morrer!! - Disparava contra a adaga do gatuno, a fazendo saltar de sua mão e amassando completamente a sua lâmina. - Me diga... O que você sabe sobre o organizador? - O homem engatilhava a arma novamente e a apontava para Cory, que estava a cerca de dois metros dele e rendido no chão. - Um idiota como você não pode ser ele...

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 5 EmptySab 16 Maio 2020, 19:18



Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom


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Vem me dar uma cabeçada!!!!


-Desgraçado, você me deu uma cabeçada!!! Aaaaa- diria choroso enquanto coçaria a testa de dor. "Droga eu devia ser o exemplo de ladrão aqui!... Aquela criança idiota vai ficar me zuando pra sempre…"

Bom... A cabeçada do desgraçado realmente doía mas não mais que o fato dele ter atirado na minha adaga… -Seu bosta eu gastei 24 mil conto nessa adaga!!- diria agora com raiva pro bandido e apontaria o dedo em direção a sua testa como se exigisse uma nova imediatamente de forma patética fazendo minhas exigências: Eu quero uma nova! E de preferência do mesmo garoto que me vendeu essa que você quebrou… Eu só usaria uma adaga porca dessas vendida por um ladrão com potencial como ele…- olharia de relance na direção de onde chapéu estava escondido de forma bem discreta enquanto tentaria me levantar lentamente com as mãos para cima como se aceitasse a rendição.

-você venceu… não é como se uma adaga fosse voar pra mim não é mesmo? E eu não tenho chance contra você de maos vazias...- diria olhando em seus olhos e sorrindo. Se todas aquelas indiretas para chapéu ou sua irmã tivessem a brilhante ideia de jogar a droga da adaga para mim não fossem suficientes e o peixe começasse a se irritar querendo informações sobre a liga eu começaria a lhe entregar o que eu sabia aos poucos, usando minha lábia para conseguir tempo o suficiente para o garoto resolver me jogar a adaga.
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-Ei calma calma! Não precisa se irritar eu disse que perdi já… Digamos que eu sei exatamente aonde o maldito do organizador foi… O desgraçado é sorrateiro como uma raposa, estáva a algum tempo de olho em você...-  diria as palavras com muita paciência instigando sua curiosidade e então olharia para o horizonte em direção ao mar e diria. casa sílaba com um tom de sinceridade e atuando olhando de um lado para o outro como se verificasse que ninguém estava nos ouvindo para então olhar para o porto onde a embarcação descarregava aqueles caixotes e então dizer: -certo Kouha pode sair daí!- diria em bom som olhando para um caixa no sentido totalmente contrária da onde Chapéu estava escondido e então faria uma espécie de mímica como se apunhalasse o peixe para o chapéu perceber que aquele era o momento perfeito para ele me atirar a adaga dele.

Quando ele finalmente jogasse a faca para mim eu sorriria aliviado e falaria. -Ate que enfim seu moleque!- esperaria que minha destreza fosse suficiente para conseguir pegar a faca no ar com minha mão direita mas caso ela escapasse eu correria para pegá-la no chão.
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De um jeito ou de outro quando eu pegasse a faca eu agaixaria para pegar um impulso e então realizaria um giro em 360 graus levantando de uma só vez com toda a energia acumulada mirando em sua mão que segurava a arma, desferindo um profundo em seu pulso para que ele largasse a arma e então daria um chute no meio de suas pernas para rende-lo, chutando sua arma para longe com o pé.
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Quando ele estivesse rendido eu levantaria a faca triunfantemente e sorriria dizendo: -lamento… mas eu sou o único Atom aqui… Meu nome é Cory Atom, filho de Kouha Atom!- E então após dizer meu novo bordão clichê desferiria um chute no meio de seu nariz caso ele estivesse ajoelhado por conta do chute, mas se estivesse de pé eu daria um fingiria que daria um corte e sua garganta com a faca empunhada na mão direita mas na verdade daria um soco no seu queixo com toda a minha força e falta de técnica, provavelmente machucando meu próprio punho com o impacto de meu próprio golpe, insistiria em não tentar matar o gordinho, não via motivos para fazer uma coisa daquelas.

Quando ele desmaiasse eu tatearia seus bolsos em busca de qualquer coisa de valor e pegaria para mim, se ele não desmaiasse e tentasse reagir eu desviaria de seu golpe com um salto para trás e então  encheria as bochechas muito chateado com ele e diria extremamente irritado. -QUE DROGA DA PRA VOCÊ DESMAIAR EU TO TENTANDO SER LEGAL AQUI! Ah quer saber esquece… só me entrega tudo que você tem de valor ai vai...- diria colocando a mão esquerda sob a testa e a direita fazendo um sinal de quem pede dinheiro, se ele recusasse eu o encariria no fundo dos olhos e começaria a andar em sua direção lentamente com a faca erguida mirando seu pescoço dizendo com uma voz macabra:
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-Então eu vou ter que te matar e pegar sozinho…- então acho que aquilo seria o suficiente para assustar o medroso do peixe-podre, mesmo que ele tentasse me intimidar eu continuaria andando em sua direção até que ele sentisse como eu não me afetaria com sua intimidação e então me entregasse tudo.

Quando ele me entregasse eu olharia pra ele muito feliz e então acenaria em despedida dizendo: -obrigado pela compreensão!- iria embora sem olhar para trás e pegaria as duas crianças pelo braço como se andasse com meus filhos em um passeio no parque. -Haha! Eu falei que ia meter a porrada nele num falei!- Diria para os dois ignorando completamente o cenário patetico que havia me metido a alguns segundos atrás...


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 5 EmptySab 16 Maio 2020, 21:17


Narração - Cory Atom



-Desgraçado, você me deu uma cabeçada!!! Aaaaa - Choramingo retrucado com risinhos. - É... E agora vou te dar um tiro. - Mostrava seu sorriso amarelado para Cory. - Vamos, desembucha!! - A arma seguia apontada para o garoto.

-Seu bosta eu gastei 24 mil conto nessa adaga!!- - Peixe Podre virava o pescoço de lado e fazia novamente seu rosto de confusão; o cenho franzido. Como se se perguntasse se já era o momento de atirar naquele moleque cara de pau. Eu quero uma nova! E de preferência do mesmo garoto que me vendeu essa que você quebrou… Eu só usaria uma adaga porca dessas vendida por um ladrão com potencial como ele… - Peixe Podre se virou na direção em que Cory olhou, como se esperasse o Organizador sair de lá. Um pedaço do chapéu de Chapéu apareceu mas ele logo voltou  se esconder. O olhar de relance de Cory quase entregou os dois; mas por sorte Peixe Podre voltou a olhar para ele apontando a arma.

-você venceu… não é como se uma adaga fosse voar pra mim não é mesmo? E eu não tenho chance contra você de maos vazias.. - Peixe Podre fazia um bico e cerrava os lábios, ainda se perguntando se já era hora de atirar.

Finalmente chegou à conclusão e levantou a arma na direção de Cory. Uma expressão decidida.

-Ei calma calma! Não precisa se irritar eu disse que perdi já… Digamos que eu sei exatamente aonde o maldito do organizador foi… O desgraçado é sorrateiro como uma raposa, estáva a algum tempo de olho em você... - A arma dele se abaixou e ele voltou a pensar sobre o tiro. - É, eu acho que um no ombro deve ser o suficiente...

-certo Kouha pode sair daí!

Olhava na direção do navio, e o indeciso Peixe Podre, que sempre buscava os momentos mais propícios para agir e jogava sujo como um covarde, se espantava com a lábia de Cory e se virava na direção em que ele olhava.

Mas acontece que um vulto realmente saía do navio naquele momento.

Por puro acaso do destino, fosse por coincidência ou não, uma sombra vestindo um capuz e uma balaclava, com uma silhueta impossível de diferenciar entre homem ou mulher, se fazia presente no cesto de gávea.

Um sorriso brilhante se mostrava, e Peixe Podre ficava hipnotizado.

- É ele... Ele fez o truque... O prêmio da Liga... Já está no navio... O maior ladrão do continente... - Apontava a arma para o homem misterioso e atirava contra ele.

Mas o sol estava alto, e era impossível mirar contra o alvo também lá em cima.

Após o primeiro tiro simplesmente desaparecia.

Até mesmo Chapéu ficara hipnotizado com aquela visão. Olhava para a silhueta que sumira como uma criança vislumbraria o Papai Noel; Algo mítico e inimaginável. Do tipo que só ouviriam falar em lendas. Era o objetivo de Chapéu, seu maior inimigo e sua maior inspiração...

Fechando os olhos com força e balançando a cabeça o garoto voltava à realidade e lançava a adaga deslizando na direção de Cory.

-Ate que enfim seu moleque! - Peixe Podre apontava a sua arma na direção de Cory apenas para vê-la voando para longe.

Recebia um chute no joelho que o desestabilizava de leve.

- Lamento… mas eu sou o único Atom aqui… Meu nome é Cory Atom, filho de Kouha Atom! - Acertava um soco no rosto do oponente que fazia tanto ele cair para trás quanto lançava o próprio gatuno para trás também, tamanha a dor que fora o ataque. - Este é um bordão terrível!! - O socador cambaleava para trás encostando o punho ao próprio peito em uma cena risível. - Mas eu gosto dele!!

- AGH!! - Um som de garrafa quebrada ressoava conforme Peixe Podre tentava se movimentar. Seu corpo começava a se retorcer, e duas outras garrafas rolavam por debaixo de sua camisa, para longe de si. - AGH!! - O homem se debatia de dor e ficava vermelho, com diversas plaquetas vermelhas surgindo em seu rosto. O cheiro de peixe podre se espalhava, e um pouco de fumaça saía do corpo do próprio Peixe Podre.

- Ora, ora... Parece que ele foi derrotado pelo próprio veneno quando caiu no chão! - Chapéu já não tinha receio de se aproximar. - Não estava acostumado a lutar a curta distância e por isso nunca imaginou que alguém pudesse derrubá-lo e quebrar as garrafas próximo a você, não é? - O garoto chutava o corpo agonizando do outro ladrão. - Mas eu sou Chapéu Atom!! Irmão de Cory Atom!! E você não pode comigo!! - Acertava um outro chute no homem que só conseguia agonizar de dor.

Assim que a fumaça passou Peixe Podre estava desmaiado e Cory finalmente pegou suas coisas de valor: Sua pistola totalmente descarregada, mas que provavelmente valeria algum dinheiro e também 60 mil berries. Além das duas garrafas de vidro com o conteúdo venenoso que rolaram para longe de sua camisa.

-Haha! Eu falei que ia meter a porrada nele num falei! - Os três caminhavam na direção oposta ao mar de mãos dadas. - Se eu não tivesse entendido o código para passar a faca ele teria morrido... - Tentou sussurrar a irmã de Chapéu. - Eu te disse, Daisy.. Um completo idiota...

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 5 EmptyDom 17 Maio 2020, 13:24



Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom


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Stonks!


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"Queee! Tinha alguém escondido alí mesmo!!!!" Pensava no exato momento em que tentei distrair o bandido e um vulto bizarro passou na mesma direção e uma expressão de espanto tomava meu rosto como se estivesse tão descrente quanto os outros alí. "Espero que não tenha sido o filho da mãe do Kouha… Eu falei que queria seguir sozinho!!!!"

Após a aparição do vulto a adaga finalmente voou em minha direção e eu pude respirar aliviado, a sensação de lutar sem ela era como a de tentar comer sem garfo e faca ou Hashi: uma falta de modos terrível!

Aquela expressão "vai doer mais em mim do que em você" nunca fez tanto sentido quando eu acertei aquele soco na cara do maldito, era como se na verdade ele tivesse dado uma cabeçada na minha mão e isso doia muito...  

Confesso ter ficado um pouco chateado quando o miserável cavou a própria cova caindo em cima daquele seu veneno fedorento, mas me vinha um arrepio na espinha em saber que se eu tivesse inalado aquilo seria eu no seu lugar me debatendo e ficando vermelho, se ao menos ele tivesse usado o aroma das flores de toroa ao invés desse cheiro de morte eu até ficaria um pouco tentado a cheirar essa droga...

Peguei seu dinheiro, o veneno de aroma peculiar e a pistola que quase me mata, que estava descarregada. Guardaria o veneno num bolso da frente pois não queria ter o mesmo final trágico do pobre peixe-podre e então continuaria minha caminhada agradável e pacata com… "Perai... ESSE MOLEQUE ME PAGA!!!!!"

Pararia de repente de caminhar com os dois no meio da rua e falaria em um tom de voz baixo porém intimidador, como o rosnado de um animal: -Chapéu……- e então olharia nos seus olhos com um olhar assassino diabólico e daria um soco de pra baixo no topo de sua cabeça com a minha mão esquerda (pois a direita ainda doía por causa do soco no peixe podre).

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-QUEM TE DEU PERMISSÃO DE ROUBAR MEU SOBRENOME EM!! Peça perdão imediatamente seu pestinha!! Anda logo!!- Daria essa bronca no garoto enquanto puxaria e torceria as bochechas dele de ambos os lados até ele se redimir "uma tática de tortura avançada eu diria…"

Quando ele se redimisse eu bateria uma mão na outra como se limpasse a sujeira e diria: -acho bom mesmo!- então continuaria seguindo para um lugar mais afastado com ele e sua irmã, dessa vez não de mãos dadas mas de braços cruzados como se estivesse chateado. "Claro que não estava, mas não podia deixar o moleque ficar folgado!''

Quando chegássemos a um lugar mais escondido, seja um esconderijo guiado pelos dois, um beco que eu mesmo encontrasse ou simplesmente um bar simples meio afastado do centro da cidade eu olharia para os dois e bateria o pé esquerdo no chão repetidas vezes com as mãos apoiadas na cintura com se desse um sermão imenso e numerando o tanto de problemas que eu já havia me metido por aqueles dois: -Eu apanhei de roqueiros, apanhei e matei uma baleia, fui zuado por um mimico e beijei um mafioso inflexivel… Espero que vocês tenham informações boas o suficiente pra recompensar essa minha humilhação…-




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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 5 EmptyDom 17 Maio 2020, 22:40


Narração - Cory Atom



-QUEM TE DEU PERMISSÃO DE ROUBAR MEU SOBRENOME EM!! Peça perdão imediatamente seu pestinha!! Anda logo!! - Chapéu e Daisy simplesmente olhavam para baixo, envergonhados.

Mas por muito tempo além do esperado.

- Bom.. Na verdade.. Eu não roubei seu nome... - Chapéu tirava o chapéu da cabeça e passava a mão sobre a sua marca de malandro, a apagando completamente. Daisy passava a ponta da sapatilha no chão e cruzava os dedos atrás das costas, olhando para baixo. - Eu me chamo Coby Atom. Neto de Curry Atom... Tenente Curry Atom...

Os três já se encontravam em um local ideal para conversar quando isto foi dito: Um beco próximo ao porto e pouquíssimo movimentado.

-Eu apanhei de roqueiros, apanhei e matei uma baleia, fui zuado por um mimico e beijei um mafioso inflexivel… Espero que vocês tenham informações boas o suficiente pra recompensar essa minha humilhação…

- Bem... Acho que é o momento de explicar tudo... - Chapéu movia os lábios e fazia um bico que ia até um dos lados do rosto, como se estivesse pensando. - Cinco mil berries pela explicação? - Perguntava Daisy Atom, remetendo à explicação do irmão. - Não, Daisy.. Não dessa vez. - Olhava para Cory.

- Meu avô foi um grande marinheiro... Dedicou grande parte da sua vida à caça de piratas e existem até mesmo peças de teatro em sua homenagem!! - O garoto olhava para o chapéu dobrado na mão. - Sempre foi honesto, correto e rígido consigo mesmo e conosco... Mas muito mais consigo mesmo. Ao ponto de prender a própria esposa quando descobriu que ela possuía um passado pirata.. O que fez a nossa mãe fugir da ilha por não conseguir mais encará-lo... E nosso avô não deixou ela nos levar... E nós a vemos poucas vezes no ano... - Daisy mordia o lábio e encarava o chão. - E foi por isso que... A maior ofensa que ele já sofreu em toda a sua vida...

Os dois levantavam a cabeça e falavam com bastante determinação e em uníssono: - FOI KOUHA ATOM TER SEU MESMO SOBRENOME!! - FOI KOUHA ATOM TER SEU MESMO SOBRENOME!!


O tom sério dos dois foi embora e eles começaram a segurar a barriga e gargalhar. As duas crianças do mesmo tamanho se encostaram costas com costas e riram até desabarem de bunda no chão ao mesmo tempo, os dois segurando a barriga de dor e secando as lágrimas.

- O vovô viajou por todo o West Blue para caçar o desgraçado. E os dois só tinham o mesmo sobrenome por uma grande coincidência!! Enquanto ele envelhecia e as suas histórias ficavam cada vez mais defasadas... Kouha Atom envelhecia e ia rumo ao seu auge, e logo o sobrenome Atom foi ressignificado!! HAHAHAHA!! -  A garota caía no chão de tanto rir, enquanto seu irmão se levantava empolgado e continuava a história - E é aí que tá! Kouha já cometeu diversos crimes sem vítimas. Já invadiu bancos e saiu de mãos vazias de propósito!! Já ofendeu a Marinha das mais variadas formas!! A única coisa importante para ele sempre foi roubar a cena, e por isso sua fama cresceu em grande velocidade! Enquanto a do vovô só caía!! - Caiu de barriga no chão gargalhando. - Eu senti saudades de você, Coby. - Daisy deitava sobre o irmão, e ele logo se virava de barriga para cima para abraçá-la.

Os dois se sentavam e continuavam a explicar para Cory: - Obrigado por confiar que eu iria jogar a faca... E acho que essa nem é a história que você quer saber... - Colocava o chapéu novamente na cabeça. - A questão é que eu sempre admirei os bandidos. A forma como eles podiam simplesmente fazer o que quisessem, seus planos para ultrapassar seguranças, seus meios espertos de fugir das situações... E seu apreço absoluto pela liberdade. Foi então que eu resolvi me tornar um deles: Um bandido ladrão de bandidos. Para caso desse tudo errado eu pudesse contar tudo para o meu avô e ele me salvar. Mesmo sendo velho, ele ainda tem bastante influência na marinha... Roubei diversas chaves de diversos criminosos, esconderijos de muitos tesouros... Abusei das regalias de diversos lugares... Roubei a chave da lavanderia em um passeio com meu avô, e sempre usei roupas de lá para meus planos, as devolvendo sempre para não ser descoberto!! E, em uma dessas minhas aventuras... Foi que eu descobri a liga... - Chapéu parecia estar sem ar. Daisy ergueu seus bracinhos em empolgação e continuou - A Liga dos Ladrões é uma competição organizada pelo maior ladrão do continente!! Ele escolhe ladrões de destaque em ilhas de todos os blues e os convida para algum local onde eles devem roubar algo diante de todos os outros. Não importando os métodos!! - Agora era Coby quem se levantava bruscamente e erguia os braços para falar. - Vários participam pelo prêmio: Muitas vezes é um item bastante valioso. Outros participam pela chance de poder capturar o Ladrão misterioso... Esta é a única vez em que ele se mostra para a sociedade!!

- Eu não sei se ele entende, Coby... Conte as histórias...

- As histórias!! - Ele dobrava o braço e fechava a mão com força em excitação, formando um punho. - Existia um grande nobre em Mariejoa... E ele começou a roubar bancos impossíveis em todos os locais do mundo!! - Chapéu abria as mãos como se convidasse Cory a imaginar um quadro. - Uma vez ele roubou a cueca de um dos almirantes!! Houve outra vez em que ele assaltou um banco e foi preso... Sendo levado sem as calças para o presídio... Mas na verdade ele apenas tinha trocado de lugar com o marinheiro que o havia levado e não teve tempo de vestir as calças dele!! O marinheiro foi preso!! O Organizador é um absoluto mestre do disfarce.. Já tendo enganado todas as famílias mais poderosas da máfia... Ele roubou um beijo de cada um dos chefes. Ele é um gênio sem igual, já tendo conseguido roubar vírgulas de todos os documentos de um banco, o levando a falência!! Houve até mesmo a vez em que, sem razão alguma, trocou o significado da palavra ''roubo'' em todos os livros da Universidade de Las Camp... E então alguns pesquisadores ficaram em dúvida sobre o significado dela até hoje!! - Falava tudo com diversos gestos de mão e com os olhos arregalados de tão impressionado. - Acontece que, após anos deste nobre viajando pelos quatro Blues e roubando as coisas mais assustadoras e improváveis ele foi encontrado dentro de sua casa e levado preso. Porém... Este nobre tinha provas de não ter saído do palácio nos últimos 10 anos. Então ele provavelmente roubou a identidade dele também!! - Mexia a cabeça em um movimento de assentir, como quem fala ''que absurdo, não é??''.

- E se ele não era o nobre... Então quem é ele?? - A garota colocava a mão no queixo e começava a andar em círculos como uma detetive. - Eu sou muito curiosa e sempre quero descobrir os enigmas... Mas ele é uma completa incógnita... E o único momento em que ele se mostra é durante a Liga e..

- Cuidado!! - Coby tampou a boca da irmã e a encostou na parede. Os dois assistiram um silhueta passando.

Era Cowboyboy... O cowboy que Cory havia assistido jantar junto de Peixe Podre... E ele estava arrastando o corpo desmaiado dele no chão com uma das mãos, segurando o seu cartaz de recompensa com a outra.

O levando agora que sua recompensa havia crescido ao máximo já que ele fora derrotado.

Exatamente como prometido no restaurante.

- É o fim pro Peixe Podre... - O tom do garoto era sério. - Bom.. Um verdadeiro ladrão deve se renovar. Aquele truque não iria funcionar para sempre... - O perigo passava e agora era a vez de Daisy continuar:

- Nós descobrimos que a próxima aparição será amanhã. Partindo ao meio dia. Em um dos eventos do Vem Ver Toroa em alto mar... Eles irão fazer uma expedição para mostrar o lado perigoso da ilha, com as flores mortais... E o código dizia que em algum momento nós iremos saber o que deve ser roubado... Mas nem eu nem o Coby iremos. O vovô vai estar lá. Ele ainda não sabe... Mas está sendo manipulado pela Gaivota. Uma das maiores atrizes dentre os bandidos...

- ... Dizem que o Organizador roubou o coração dela... - Os dois irmãos se olhavam e sorriam entre si. - Então... Faça isso por nós, Cory... Isso é tudo o que sabemos...

- Cinco mil berries? - Perguntava Daisy para o irmão. - Ah, sim. Verdade. Estas informações te custaram cinco mil berries para cada um de nós... - O garoto esquecia da promessa anterior e voltava a tentar roubar Cory, o encarando com um expressão séria e estendendo a mão.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 5 EmptyTer 19 Maio 2020, 14:40



Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom


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Laço


~flashback~

Cory de 16 anos:

-Kouha seu idiota! você deixou todo o dinheiro pra trás!!!!- Eu gritava com Kouha dentro do navio balançando ele um lado para o outro enquanto o miserável dava risada com todos seus amigos.

Tínhamos acabado de invadir um banco em uma ilha no East blue e teríamos um lucro de praticamente 20 milhões de berris, suficiente para remendar todo aquele navio encardido, comprar armas novas para todo mundo, roupas e até comida… Mas não! O desgraçado deixou tudo lá na porta do banco com um bilhete ironizando a segurança do lugar!

O desgraçado não conseguia conter a risada e caia no chão de tanto rir com seus amigos, eu me sentia o único minimamente consciênte naquele navio de idiotas. -Cory você é muito inocente… Qualquer bandido idiota consegue roubar dinheiro, mas tem uma coisa que poucos são capazes de roubar, algo que vale mais que qualquer propriedade...com o tempo você vai entender- dizia em meio a risadas limpando uma lágrima de tanto rir do rosto e me dando dois tapinhas na cabeça. -Seguinte galera! Quem adivinhar aonde eu coloquei o cinto do tenente bobão ganha 100 mil berris!!- gritava Kouha para os seus companheiros e me abandona a falando sozinho...

Minha vontade de arrancar a língua de sua boca e enterrar debaixo da terra era imensurável, para a única finalidade de um  ladrões deveriam ser roubar as propriedades dos outros para benefício próprio, o que mais um ladrão poderia roubar além disso? A cena?

~fim do flashback~

"Chapéu na verdade era Coby… Coby Atom? "

Eu tinha contado no mínimo 5 mil perguntas para fazer ao menino mas ele sanou todas ao mesmo tempo, aquilo era de certa forma um alivio mas me incomodava, pois eu não estava preparado para metade delas…

Tenente Curry Atom… O mesmo marinheiro petulante que eu havia encenado para a apresentação da gaivota na verdade era avô de Chapéu, seria ele o tenente bobão que Cory se referia algumas vezes? E se aquele era o avô de Coby quem era seu pai?

Será que...

"Droga… uma resposta sempre da margem para cem mil outras perguntas, como as hidras dos livros de heróis que regeneram duas cabeças no lugar de uma cortada… eu havia abandonado para sempre as histórias de heróis com suas princesas e castelos encantados assim que deixei Yakira Town, mas a hidra me perseguia todo santo dia."

-Coby… Daisy…- diria cabisbaixo, como se tentasse assimilar todas aquelas informações, com a voz trêmula e engolindo em seco. -Seu pai… Vocês se lembram dele?- Olharia para os doi s esperando uma resposta e quando a recebesse eu nada responderia independente da resposta colocaria a arma de peixe podre em suas mãos, a fechando em torno dela e então me viraria de costas para ir embora. -Sera que isso aqui serve como pagamento?- olharia por cima dos ombros para os dois e sorriria, dessa vez não haveria sarcasmo ou deboche em minha boca, apenas um sorriso sincero de gratidão.

"Eu sei, eu sei… cadê a vingança terrível em Cory Atom?? Responderei essa pergunta com outra pergunta, querida consciência:

Você mataria seu próprio irmão?"

Havia a possibilidade dele querer me parar para me agradecer -embora eu não ache que isso era de seu feitio- mas se fosse o caso pararia e se ele me perguntasse o que eu iria fazer agora me viraria para ambos e sorriria com sarcamo dizendo: -Não é óbvio?... Roubar-

Minha primeira parada seria o mimico, iria até ele como com algumas moedas na mão no valor de mil berris e acenaria de longe com um sorriso largo no rosto. Me retratária com ele com uma reverência e  atuando com uma cara de arrependimento por ter sido tão mesquinho com ele, então me agaixaria entre ele e o chapéu para jogar as moedas…

Claro que não!

No momento em que  jogasse as moedas no chapéu usaria minha nova habilidade de mãos leves para catar todas as moedas que estivessem lá dentro até nao sobrar nenhum e levaria suavemente a mão com as moedas ao bolso me levantando quase na mesma hora para não levantar suspeitas e então olharia no fundo os olhos do mimico e lhe daria um abraço dizendo com uma voz suave: -obrigado pelo show, parceiro…- E iria embora rápidamente antes que ele percebesse que eu havia roubado suas moedas todas.

Agora iria para o bar atividades legais me encontrar com o garçom. Assim que eu o localizasse, manteria minha atenção plena em meus pertences, pois o miserável era muito escorregadio, e lhe mostraria uma das garrafas de veneno do peixe podre chamando sua atenção para ela dizendo: -acho que o peixe-podre não vai mais ser um desafio para você na liga…- Enquanto ele olhasse para a garrafa, provavelmente incrédulo, eu me aproximaria de seu bolso com minha mão e puxaria de lá não só a minha como a sua carteira e daria de costas indo embora sem dizer mais nada.

.
Se ele me perguntasse se eu não iria querer meu dinheiro de volta o mostraria a minha e a sua carteira em minhas mãos e responderia com sarcasmo. -Esse aqui?- E deixaria o bar sem olhar para trás, rumo a minha última parada… O rose Pub.

Chegando lá engoliria em seco. Com o mafioso o assunto era diferente, rouba-lo era quase impossível e sua inflexibilidade deixava-me contra a parede, aquele era um trunfo perigoso ao lado da máfia e certamente meu maior inimigo naquela ilha até então…

Esperaria que a entrada estivesse aberta para mim mas caso não estivesse eu diria ao guardas. -Tenho um assunto importante para resolver com a família profiacce…- e se aquilo não fosse suficiente para abrirem passagem eu simplesmente oferecia o dinheiro necessário para pagar a entrada.

Uma vez dentro do Pub iria até o mesmo quarto que fui preso e esperaria o mafioso aparecer em frente a porta e quando ele entrasse eu como um cavalheiro o daria passagem mas lhe recebendo como uma esposa saudosa dizendo: -Oi querido, chegou tarde…-  e quando ele entrasse fecharia e trancaria a porta atrás de mim se possível.

Mas caso ele já estivesse lá dentro faria um expressão de espanto e então sorrindo com sarcasmo diria: -Tava com saudade é? Eu não…- e fecharia a porta atrás de mim, trancando-a se possível.

Caso ele percebesse que eu havia trancado a porta e se irritasse eu manteria ao máximo a calma e diria com um tom calmo porém preocupado, como se tivesse em minha lingua uma informação altamente sigilosa: -Acredite em mim… Se qualquer pessoa entrar aqui e ouvir o que eu tenho a dizer você irá comprometer sua família inteira…- e então me sentaria na cama e respiraria fundo.

-A liga dos ladrões vai acontecer mais rápido do que você imagina, do que qualquer um imagina!- fitaria seus olhos com determinação e então me levantaria da cama e começaria a passear pela sala enquanto estenderia a mão em sua direção instigando sua curiosidade enquanto lhe ofereceria de migalha em migalha as informações: -Chapéu é um idiota maior do que você imagina… Ele deixou aquela chave cair no momento que escapava com sua irmã, eu invadi o esconderijo e quando os dois malditos apareceram eu os obriguei a me passarem o que sabiam e depois…- pararia por um momento de falar e tocaria meu peito como se estivesse tomado por uma espécie de arrependimento. -Matei os dois… Droga! Eles eram só crianças, mas eu fui tomado pela raiva, elas gritaram e gritaram e eu continuei apunhalando até que não tivesse mais nenhum som….- gesticularia cada um de meus movimentos com uma expressão de dor no rosto e ofegante enquanto simularia as apunhaladas quase sem ar e então iria até a janela. Caso ela tivesse fechada eu abriria e colocaria a cabeça para fora puxando o máximo de ar que meus pulmões pudessem aguentar, uma forma de relevar o trauma e então continuaria, com o arrependimento em minha voz:

-Mas esse não é o foco… Preste atenção, a  liga vai começar amanhã em um navio do vem ver toroa, mas você não vai poder participar, sinto muito.-

No momento que ele ficasse confuso com minha afirmação eu puxaria dos meus bolsos as duas garrafas de veneno do idiota do peixe podre e então jogaria próximo aos pés do mafioso com força para que elas quebrassem e pularia da janela o mais rápido possível, antes que ele pudesse atirar em mim, cegado ou atordoado pelo cheiro podre daquele gás e  sairia correndo o mais rápido possível do Pub, sem olhar para trás, selando para sempre meu destino como procurado pela máfia no West BLUE...



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Última edição por Kiomaro em Seg 29 Jun 2020, 00:22, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 5 EmptyTer 19 Maio 2020, 19:12


Narração - Cory Atom



As revelações impactavam Cory o que tornava o clima entre eles bastante dramático. -Coby… Daisy… - Os três se aproximaram com o tom triste da voz dele. A sombra do beco em que estavam ocupava apenas metade do rosto do gatuno, e seu modo melancólico de falar fazia os dois se curvarem na direção dele ansiosos pela pergunta.  -Seu pai… Vocês se lembram dele?

Os dois faziam uma expressão de estranhamento e assentiam com a cabeça. - Sim, o desgraçado é um nerd! - Falava em tom de voz de desprezo. - Um completo capacho da mamãe!! As vezes eu esqueço que ele existe! - Parecia que a figura do pai era simplesmente irrelevante para os dois.


-Sera que isso aqui serve como pagamento? - O garoto se espantava ao segurar a pistola nas mãos. - Uou... - Ficava na ponta dos pés no sobressalto, sem saber direito como segurar a arma. Mas Cory já estava de costas para ver o resto da sua reação. - Para onde... Para onde você vai?? - Daisy perguntava com sua voz doce.

-Não é óbvio?... Roubar - O cheiro de uma dezena de rosas ficava entre os dois conforme andava de costas para longe. E se o olfato era o sentido da memória... Os dois irmãos certamente nunca se esqueceriam de Cory Atom, que acabava de roubar um lugar em seus corações.

- Ei... Quer saber de uma coisa, Daisy?......

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O Mímico percebia Cory de longe, e começava a levantar uma perna de cada vez, ficando sobre apenas um pé e esticando a outra enquanto dançava com a bengala na altura da cintura. Começava a rir de alegria e saltitar na direção do garoto, fazendo diversos rodopios em torno dele.

A plateia começava a rir com as danças que ele fazia em torno do garoto, e o mímico ficava ainda empolgado e começava a imitar um macaco.

- O Cory tem um coração enorme... Ele é realmente bondoso.... Eu conheço os maiores criminosos, e nunca vi ninguém como ele...

As moedas estavam nas mãos de Cory, e seu sorriso largo e sincero era absolutamente interpretado. A plateia se emocionou com a atitude dele, sendo perturbado, disponibilizando mil berries para o mímico. Até mesmo o próprio mímico teve de parar a dança para se emocionar com a cena.

- E se ele não se livrar logo disso é capaz de ser engolido pelo submundo...

Cory já estava longe quando contou dez mil berries em suas mãos. - DESGRAÇADOOOOOOOOOOO - O mímico até mesmo saía do personagem.

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Passou na frente do Q.G da Marinha e pôde ver Cowboyboy saindo com um saco de dinheiro em mãos. Da janela da Lavanderia Lavanda, podia assistir A Gaivota terminando de colocar seu boné da marinha.

Sentia-se sendo observado por alguém... Mas não pôde definir ao certo.

Abria a porta do Bar Atividades Legais e o encontrava escuro e fétido como sempre.

- ...Mas não se deixe enganar... Enquanto o mar não corromper ele..

- Acho que o peixe-podre não vai mais ser um desafio para você na liga… - O garçom estava voltando de um atendimento e arregalava os dois olhos ao ver a garrafa do Peixe Podre. Imaginando como o garoto não havia morrido. Completamente distraído. Exatamente da forma que havia ensinado a Cory.

As mãos de Cory entravam em seus bolsos e arrancavam as duas carteiras com facilidade.

- Este será o seu maior poder.

Ouviu o som das garrafas caindo no chão e quebrando já saindo do estabelecimento. Provavelmente quando o garçom conferiu os bolsos.

______________

- Seu coração gigantesco vai fazer com que subestimem ele. A inteligência e a experiência que ele adquiriu. As habilidades que ele realmente possui para roubar, as técnicas de manipulação que ele tem pena de usar nos outros, seus poderes de atuação...

- Olá, bonitão... - A Iron Maiden falava passando por entre os guardas enquanto olhava de cima a baixo para Cory. - Gostei do que você fez no bar.. Não achei que um magricelo poderia se impor daquela forma... Te espero na Liga. - Ela se virava e andava de costas durante um trecho para continuar encarando-o.

Implacável, Cory apenas se dirigia aos seguranças.

-Tenho um assunto importante para resolver com a família profiacce… - Os dois seguranças se encaravam sem alterar a expressão. ''É ele...'' sussurrava um deles, e então os dois abriam caminho.

- Inocência verdadeira é algo que não pode ser fingido. E nem mesmo a bondade... Todos vão achar que ele é um idiota..

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Fechava a porta atrás de si e o mafioso sequer desconfiava.

-Tava com saudade é? Eu não… - O homem que fumava um charuto à janela andava até o meio do quarto deixando que as cinzas caíssem no chão. - Sem tempo para conversas, garoto. - Sua expressão era arrogante como sempre, e um dos seus olhos piscava sozinho de raiva acumulada.

-A liga dos ladrões vai acontecer mais rápido do que você imagina, do que qualquer um imagina! - O homem meneava a cabeça e olhava com uma expressão de raiva, levando o charuto para a boca como quem dizia ''continue''. -Chapéu é um idiota maior do que você imagina… Ele deixou aquela chave cair no momento que escapava com sua irmã, eu invadi o esconderijo e quando os dois malditos apareceram eu os obriguei a me passarem o que sabiam e depois… - O homem parava bem neste momento para assistir com total atenção.  -Matei os dois… Droga! Eles eram só crianças, mas eu fui tomado pela raiva, elas gritaram e gritaram e eu continuei apunhalando até que não tivesse mais nenhum som…

- HOHOHO!! Você matou as duas crianças seu desgraçado maluco!! - Pela primeira vez ele soltava um sorriso de completa satisfação. Sua incredulidade e falta de empatia eram gritantes. - Você está morto, garoto!! O avô deles é um Tenente da Marinha. Nenhum bandido mexia com eles por isso!! Morto! Hohoho!!!

-Mas esse não é o foco… Preste atenção, a liga vai começar amanhã em um navio do vem ver toroa, mas você não vai poder participar, sinto muito.

- ...E quando ele finalmente quiser, Daisy. Eu acho que a combinação dessas habilidades com o quanto ele é subestimado...

O mafioso levava a mão até a pistola enquanto Cory lançava as garrafas.

Tossiu ao mesmo tempo em que disparou o primeiro tiro... O que fez com que a bala errasse o alvo e atravessasse a janela.

- Esta combinação será fatal!!

Soltou a pistola e respirou o conteúdo das duas garrafas. O quarto pequeno e quente pelo sol era perfeito para que gases fossem espalhados e acumulados. O rosto do mafioso ficava vermelho e ele se ajoelhava, os espasmos se intensificavam e o cheiro de peixe podre junto com as placas avermelhadas que surgiam em sua pele tornavam a cena absolutamente nojenta. Seus lábios, os mesmos que havia utilizado para ameaçar Cory, se inchavam como em uma alergia e o homem caía no chão completamente estatelado.

Em um plano absolutamente ousado o anti-herói da nossa história saltava da janela e caía sobre um telhado, escorregando pela falta de habilidade e caindo em um telhado mais abaixo, terminando também estatelado no chão e olhando para o céu cheio de dor.

- Eu não sei, Coby. Eu acho que ele é só um idiota.

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- Cindy Vallar  

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom   Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom - Página 5 EmptyQua 20 Maio 2020, 00:42



Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom


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Vivo e enterrado


De todo aquele tempo em Toroa Island eu nunca havia me sentido tão vivo e morto ao mesmo tempo…

Aquela sequência quase perfeita de assaltos me fez sentir a liberdade finalmente correr em minhas veias, estava livre de tudo! O sentimento da euforia de cada assalto era quase um deleite, fazia todo a humilhação do dia anterior e do meio desse dia parecer banal e risível até para mim. De fato tão risivel que não conseguia conter a risada no chão, ria com vontade com todo ar que meu pulmão podia puxar sem que meu peito doesse, mas claro que meu riso durou pouco, interrompido por uma dor tremenda nas costas devido a queda. Até meus pensamentos doíam e minha mente ficava confusa.

"Droga… O chapéu saiu daqui ileso como que aquele… Ah é! ele usou uns lençóis…Porcaria!"

Tentaria me levantar mesmo que meu corpo todo alertasse que era uma péssima ideia devido a dor lancinante e sairia o mais rápido possível daquele lugar.

"Lascou de vez! Agora vão ser dez mafiosos inflexiveis atrás de mim ao invés de um…"

Me sentia, portanto, morto ou pelo menos sentenciado a morte, mas até aquela sensação de que poderia acabar sendo pego e morto era de certa forma libertadora. "Eu era de fato um peão, mas o mafioso inflexivel havia cometido um erro grosseiro em sua análise do nosso pequeno jogo de xadrez:

Um peão quando se aproxima demais do território inimigo afia sua lâmina e se torna aquilo que ele quiser, até mesmo uma rainha… Qual a peça mais livre do jogo senão a rainha? Cheque-mate senhor mafioso"

E por falar em xadrez por que não contar algumas peças…

O mafioso, chapéu, Daisy e peixe-podre já estavam fora da jogada, significando que sobravam ainda 8 competidores. Era quase certo que a gaivota, cowboyboy, o garçom, a baterista e eu éramos cinco desses competidores o que significava que três estavam totalmente ocultos, podiam estar em qualquer lugar, planejando uma forma de me tirarem do jogo ou até me observando, já estava mais que óbvio como eu não poderia confiar em mais ninguém na ilha, podia ser qualquer um até mesmo o mimico…

Saber que não podia confiar em ninguém era uma chatisse, pois eu tinha que me preparar de alguma forma para a competição. Eu sabia que precisava de um trunfo maior do que atuar ou saber roubar carteiras, dois dos competidores já eram mestres naquelas áreas, precisava de um diferencial maior e minha queda do segundo andar do Pub me dava uma ótima ideia… Vou aprender a cair! Não só cair, vou aprender a rolar, saltar, pular e me mexer de uma forma mais sutil e ágil, isso com certeza vai ser um diferencial magnífico que vai surpreender a todos!

"HAHAHAHA CORY VOCÊ É UM GÊNIO!!! Mas como…" Não importava o quanto eu pensasse nada me passava pela cabeça, era como um bloqueio criativo, eu não podia simplesmente piscar e *pooof* saber dar saltos fantásticos? Aquilo me agonizava de uma maneira terrível, pra falar a verdade eu não sabia nem pular corda direito, imagina só um prédio...


Eu estava frustrado, quebrado, desconfiado do mundo e de todos e levemente faminto devido a correria daquele dia, assim que fosse para longe daquele Pub doentio eu buscaria um local para comer nas redondezas de onde estivesse. Minha frustração seria tanta que eu nem me interessaria em passar a perna nos vendedores de comida apenas diria. -quero o prato mais barato que vocês tiverem aí por favor…- com uma voz chateado e procuraria pouco movimentado sem ninguém para desconfiar enquanto eu comia sentado tranquilamente olhando o horizonte em busca de inspiração para a habilidade que me desse vantagem na competição.



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Última edição por Kiomaro em Seg 29 Jun 2020, 00:27, editado 3 vez(es)
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